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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom   Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom - Página 4 EmptyQua 12 Fev - 23:02

Relembrando a primeira mensagem :

Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Cory Atom. A qual não possui narrador definido.


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Kiomaro
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom   Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom - Página 4 EmptyQua 15 Abr - 14:41



Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom


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O mafioso inflexivel


Vez ou outra Kouha vinha ensinar um jogo no qual ele jamais havia perdido para o pequeno Cory, o nome do jogo era "xadrez". Se havia um ensinamento importante a ser extraído do jogo era:

"Por maior que seja a vantagem de seu oponente no xadrez, basta um movimento errado para que o jogo vire completamente, seja por um rei mal posicionado ou por um sacrifício equivocado, por isso tanto no xadrez quanto em uma guerra não abaixar guarda até o último momento é fundamental! Esteja atento até render a última peça…"

Minha situação naquele momento com a máfia me lembrava as partidas de xadrez com Kouha. O miserável sempre obtinha uma vantagem esmagadora sobre mim e tudo que eu podia fazer era jogar na defensiva, esperando uma brecha para tentando virar o jogo, mas Kouha nunca deixava uma ponta solta e eu sempre acabava sendo humilhantemente derrotado…

Com o mafioso, entretanto, era diferente! Ele havia cometido um erro grave de não perceber as chaves escondidas na boina e agora elas estavam em minhas mãos, o mafioso precisava de mim e eu por outro lado nem tanto assim dele, ser feito de marionete novamente não era uma opção...

Eu havia aprendido uma importante lição com chapéu: "Não seja escravo da sua própria curiosidade". Embora fosse algo instintivo e eu simplesmente não conseguisse controlar, abordaria esse meu instinto sem assumir riscos muito cegamente como fiz com chapéu.. -Me usar é?...- Diria ao mafioso em tom de ironia abrindo um sorriso lentamente. Naquele momento toda a sala se tornaria um grande tabuleiro de xadrez aos meus olhos e eu seria um bispo na grande diagonal do tabuleiro, protegido por uma peça chave e ameaçando duas peças inimigas ao mesmo tempo.

-Desculpe mas eu não estou interessado em ser bode expiatório da máfia… Nada pessoal, só um pequeno trauma de infância - levaria minha mão à boina e tiraria de lá as chaves, mostrando-as ao mafioso e mantendo meus reflexos atentos para caso ele tentasse pegá-las de minha mão, tirando-a de seu alcance caso necessário. -Por outro acho que você estaria interessado em saber o que essas chaves abrem…- Diria em tom de barganha ao mafioso, me levantando da cama esperando e ele estivesse disposto a ouvir o acordo. -Vou atrás do puto do chapéu com essas chaves e volto com informações que você tanto precisa…- guardaria a chave no bolso do casaco e também a boina como recordação, aproveitando para verificar se estava com minha adaga ainda. -Mas não ache que sairá de graça! Quero que você use seus contatos de mafioso para financiar um barco e alguns milhares de berris para eu sair dessa ilha…- Sabia que estava na posição perfeita para negociar com a máfia, chapéu era uma peça fundamental no jogo deles e eu sabia como chegar até ele. -também quero minha adaga de volta…- Diria caso não estivesse com ela e pegaria assim que ele me devolvesse.

Caso a negociação funcione eu ficaria contente e iria me dirigir até a porta, mas ainda desconfiaria do mafioso, afinal eu não estava negociando baixo e a chance de ele me passar a perna era incrivelmente alta. - Como sei que você não vai tentar me enganar igual Chapéu fez? Qual é a garantia de sua palavra?- o olharia nos olhos sem meu sorriso típico e constante, evidenciando minha clara desconfiança. Após ouvir o que o homem tinha a dizer eu deixaria o quarto e iria até o bar atividades legais.

Caso a negociação fosse um fracasso eu ainda tentaria insistir. -Bem… Boa sorte tentando achar chapéu sozinho…- Diria tentando fazê-lo repensar se valia mesmo a pena perder uma chance daquelas de encontrar chapéu. Caso ele viesse com outra oferta eu ouviria claramente e procuraria pensar no seu caso. -Vou pensar no seu caso senhor mafioso inflexivel… De qualquer forma em breve estarei de volta com a informação que você precisa sobre o torneio esteja pronto para negociar até lá…- diria usando toda minha lábia e por fim deixaria o quarto, indo em direção ao bar atividades legais…


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Chegando no bar daria uma boa olhada em volta a procura de chapéu, mas não esperaria o encontrar tão facilmente, então iria me sentar em uma mesa qualquer e assoviar para chamar o garçom. De forma amigável e com um sorriso gentil no rosto, atuando de forma a parecer um cliente comum faria o seguinte pedido. -Ola senhor Garçom… poderia me dizer para que servem essas chaves aqui e aonde está o filha da p$#@ do chapéu, fazendo o favor?- Diria como se estivesse fazendo um pedido normal para não causar confusão no bar e com a mão esquerda mostraria a chave para ele, enquanto com a direita o ameaçaria com a adaga, apontando-a furtivamente para sua barriga.

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Última edição por Kiomaro em Seg 29 Jun - 0:04, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom   Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom - Página 4 EmptyQui 16 Abr - 18:01


Narração - Cory Atom



A boina barulhenta fazia o mafioso se virar de costas e olhar para Cory, que já tinha a chave em mãos e a expunha para o mafioso. Com um olhar afiado o criminoso tão somente abria a boca um pouco, levando a ponta da língua para debaixo do dente e a mordendo com força. Controlando os impulsos.

- Me usar é?... - Neste momento ele levava a língua até o outro lado da boca, a mordendo com os outros dentes, e fazia um olhar que dizia ''ousa me desafiar?'' manejando o pescoço de um lado pra o outro. -Desculpe mas eu não estou interessado em ser bode expiatório da máfia… Nada pessoal, só um pequeno trauma de infância - Neste momento ele levantava as chaves. -Por outro acho que você estaria interessado em saber o que essas chaves abrem… - Apenas alisava o próprio rosto em resposta de forma ansiosa. Uma reação difícil de ler se seria de raiva ou de receio. -Vou atrás do puto do chapéu com essas chaves e volto com informações que você tanto precisa… - Guardava a chave e o mafioso quase ria, despejando o queixo na direção da caixa torácica e se abaixando para pegar um cigarro. Ouvindo o discurso de Cory como se fosse um circo. -Mas não ache que sairá de graça! Quero que você use seus contatos de mafioso para financiar um barco e alguns milhares de berris para eu sair dessa ilha… - Acendia o cigarro e dava um sorriso irônico, olhando para a parede ao invés de olhar para Cory. -também quero minha adaga de volta…

O homem lançava a adaga na direção da cama e virava de costas, puxando a fumaça do cigarro compulsivamente. Se controlava para não gargalhar, dada a sua linguagem corporal.

- Como sei que você não vai tentar me enganar igual Chapéu fez? Qual é a garantia de sua palavra? - Neste ponto Cory ultrapassou os limites.

Explosivamente, o homem apenas deixava o cigarro cair da boca e segurava o gatuno pela gola da caminha, o forçando contra a parede violentamente. No momento seguinte, as coisas aconteceram muito rapidamente. Um tiro foi disparado, e o calor podia ser sentido vindo do seu queixo.

A respiração ofegante do homem soava em seu ouvidos, a raiva contida. - Você não sabe. - O tiro havia sido dado ao lado do rosto de Cory. E a arma ainda quente encostava embaixo do seu queixo. - Tudo o que você sabe é que eu te deixei sair desta sala. E que se qualquer coisa acontecer fora dos planos você vai ter uma máfia te perseguindo por todo o West Blue, e esta é a única razão de eu te deixar ir. - Enforcava o garoto contra a parede com o antebraço e apontava a pistola contra sua face. - Você não é ninguém, garoto. O West Blue é muito grande. Não pense que pode me ameaçar ou colocar a minha família em risco. Você morre, nós sequestramos Chapéu, paramos de subestimar a habilidade da irmã dele de nos enrolar e torturamos ele na frente dela como incentivo para que ela quebre o enigma. Ou você morre, nós roubamos a dica de qualquer um dos outros Doze. Ou você morre e nós deixamos acontecer, esperamos a próxima oportunidade e capturamos o maldito organizador da Liga. Se preferir... Você vive agora, sai dessa sala, consegue tudo pra gente da forma mais limpa, e então você morre.... Ou não. Este é o único negócio. - Soltava Cory e o olhava nos olhos durante cinco segundos, com a arma posicionada no chão. O buraco na parede ainda soltava fumaça ao lado de sua cabeça. O maxilar bem definido do mafioso se contorcia conforme fazia uma cara de nojo e cuspia no chão. - Não pense que pode brincar comigo. Você só sairá desta sala pois tenho plena certeza de te capturar facilmente após. Se isto fosse xadrez, filho, você seria um peão, e eu, um jogador. - Colocava a mão na nuca de Cory e o aproximava do seu rosto, bem próximo, e beijava os lábios do ladrão. - Espero poder confiar em você. - Falava com uma expressão determinada, revoltada, e muito máscula. Embora o beijo soasse estranho para Cory, era uma forma entre mafiosos de demonstrar respeito e confiança. Uma ameaça de que, tamanho era o controle de Cory em suas mãos, ele poderia até mesmo fazer o ato de confiança mais poderoso da máfia para com ele. Pois não importava se confiava nele ou não, já que ele era apenas o seu peão.

O homem saía da sala explodindo e a porta se batia com força, antes que Cory pudesse dizer qualquer coisa.

A cena é cortada para dentro do estabelecimento Bar Atividades Legais, e assim que o gatuno entrava com diversas marcas de ferimentos todos os homens do bar gargalhavam.

- ELE FEZ DE NOVO!! - As risadas explodiam em todo o bar, e por algum motivo desconfiou que eram sobre ele. - Bem-vindo ao clube, garoto. - Os bandidos gargalhavam. - Todos aqui já fomos enganados. HAHHAHAHAHAH.

-Ola senhor Garçom… poderia me dizer para que servem essas chaves aqui e aonde está o filha da p$#@ do chapéu, fazendo o favor? - O garçom apenas dava risada, já com a chave de Cory em mãos antes que ele pudesse perceber que foi roubado.

- Você é realmente muito sortudo por eu não ter a menor ideia de pra onde dá essa chave. - Respondia o garçom a avaliando nas mãos. Dava uma risada de incredulidade para Cory, apenas um pouco de ar explodindo dos seus lábios com uma cara de estranhamento. - Não me viu roubando a chave do mafioso? O que te faz pensar que não poderia roubá-lo facilmente também? - Devolvia as chaves para Cory. - Esta chave deve significar algum lugar para o qual você e Chapéu já foram juntos... Eu só não sei porque ele te daria após ter te abandonado e te deixado tomar uma surra... Você tem algo de valioso para ele? - Mais uma vez, as dúvidas e os riscos cercavam Cory, e ele parecia ainda estar seguindo o plano de alguém, fosse quem fosse.

Uma fresta de luz entrava pela fresta entreaberta do bar escuro. A manhã era bela em Toroa Island, e o cheiro do perigo se misturava ao das rosas.

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom   Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom - Página 4 EmptyDom 19 Abr - 20:28



Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom


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Lie to me...


O mafioso inflexível se mostrava ser ainda mais raivoso do eu imaginava. O tiro seguidos da respiração ofegante e raiva monstruosa deixava claro que a máfia não abrir muitas margens para negociações e ser direto daquela forma com ele acabou se demonstrando um enorme equívoco. Era impossível não engolir em seco quando um mafioso apontava uma arma para mim, aqueles caras pareciam ser treinados para intimidar até o mais frio dos homens, senti um frio na barriga ainda maior do que aquele que senti enquanto enfrentava os roqueiros naquele pub e isso me deixava um lembrete: “Na próxima vez que tentar negociar com um mafioso, tente não ser tão prepotente assim…”.

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O beijo do mafioso foi asqueroso e aterrorizante. Os lábios pareciam secos e frios e duros como pedra, já tinha ouvido falar em alguns livros que quando um mafioso lhe beija os lábios pode significar uma sentença de morte ou um ato de confiança entre os membros da família, não fazia ideia em qual dos dois quadros ele me encaixava mas uma coisa era clara:  “um passo em falso e eu estaria morto… Maldito mafioso! De onde eu venho as pessoas pagam um lanche antes de chegarem com essa intimidade...”

Zangado e assustado eu aproveitava o trajeto até o bar para respirar o perfume das rosas e tentar esquecer a imagem do rosto daquele mafioso colado ao meu, como meu corpo ainda estava dolorido era fácil não conseguir pensar tanto no mafioso e mais em como aquela dor me incomodava. Quando finalmente cheguei no bar eu parecia mais um ator de peça de teatro, um comediante para ser mais preciso e a piada era justamente eu com meus machucados. A piada ficava mais cômica quando eu percebi que antes mesmo de eu poder mostrar a chave ao garçom eu havia sido roubado “Todo dia em Toroa vai ser humilhante assim? Droga se eu soubesse teria pedido para desembarcar lá em centaurea, ainda teriam flores e menos babacas!"

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Iria piscar duas vezes e inclinar a cabeça em direção ao garçom demonstrando surpresa com aquele furto e em seguida levaria as duas mãos aos bolsos do casaco e me inclinaria para trás dando meu típico sorriso entreaberto, tentando manter a calma mesmo aquela sendo uma cena humilhante, intensificada pelas risadas de fundo dos outros homens enganados por Chápeu. -Perdoe minha falta de modos senhor garçom… Bem que o moleque comentou que você era escorregadio- Embora minha fala fosse respeitosa meu olhar o desdenharia, não passando a impressão que estava me desculpando de fato, mas sim comentando sobre sua habilidade de furto enquanto tatearia meus bolsos verificando se todos meus pertences estavam ali.

Não podia deixar de notar que a dica do garçom sobre ir a um lugar que eu e Chapéu fomos juntos era muito boa, tão boa que chegava a ser como se ele estivesse me guiando para aquele único lugar que fomos juntos… “A lavanderia”.

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-Sabe, sua dica foi excelente senhor garçom! Mas tem um problema…- Iria me aproximar do garçom e o encarar com seriedade. -Eu só fui a um lugar com chapéu e ele comentou que você havia fornecido as chaves daquele lugar e  mesmo que tenha sido uma mentira do garoto não posso descartar a possibilidade de você estar envolvido, você sabe de alguma coisa garçom?- Diria observando bem a reação que o garçom demonstraria com aquilo, se ficasse surpreso ou recuasse ou tentasse me convencer de que aquilo era uma mentira de chapéu e eu percebesse sua atuação falha eu começaria a tomar medidas mais drásticas, mas antes assim que percebesse a mentira fecharia os olhos e daria um sorriso de ponta a ponta, tentando fazer como mafioso inflexivel sendo passivo-agressivo -Sabe senhor garçom… Eu conheci um homem muito simpático hoje e ele me ensinou um jeito interessante de lidar com espertinhos como você…- Assim que dissesse essas palavras de tom amigável eu pegaria o garçom por sua gravata borboleta e o arrastaria até um canto vazio do bar, se houvessem obstáculos no caminho eu faria com que eles colidissem com o corpo do garçom e assim que trombassemos com uma parede qualquer  pressionaria seu pescoço com o antebraço esquerdo contra a parede o enforcando e com a mão direita o ameaçaria com a adaga encostando a ponta dela em sua barriga com firmeza. -Achou que eu não perceberia seu joguinho idiota? É a lavanderia não é? Acho bom você começar a ser sincero comigo senhor garçom…- Apertaria ainda mais a adaga em sua barriga de forma que até sangraria superficialmente dependendo da resistência do garçom e tentaria atuar imitando a mesma voz e intimidação que o mafioso transmitiu para mim e ainda estavam frescas em minha memória, esperando uma resposta mais sincera do garçom dessa vez.

Mas caso o garçom demonstrasse total sinceridade em desconhecer aquela chave, ou simplesmente percebesse em meu olhar a intenção que eu tinha de fazê-lo falar e abrisse logo o jogo eu deixaria de invadir seu espaço pessoal e analisaria com calma o conteúdo de sua fala, novamente prestando muita atenção em como ele pronunciava as palavras procurando sinais de mentira e prestando atenção também se todos os meus pertences ainda estavam comigo...

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Última edição por Kiomaro em Seg 29 Jun - 0:04, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom   Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom - Página 4 EmptyTer 21 Abr - 18:37


Narração - Cory Atom



-Sabe, sua dica foi excelente senhor garçom! Mas tem um problema… - O clima esfriou enquanto o rosto sério de Cory se aproximava do garçom. A fresta de luz não alcançava seu rosto, mas seus olhos brilhavam como ferro frio. -Eu só fui a um lugar com chapéu e ele comentou que você havia fornecido as chaves daquele lugar e mesmo que tenha sido uma mentira do garoto não posso descartar a possibilidade de você estar envolvido, você sabe de alguma coisa garçom?

Em resposta àquilo, em uma reação brusca e absolutamente espontânea o garçom lançou ar através das narinas através de uma risada.

- Você viu quanto custou uma das chaves dele em minhas mãos? - Falava se referindo claramente às armas pelas quais Chapéu havia trocado as armas. - Quantas vezes acha que um pilantrinha como aquele toparia roubar para trocar por chaves? - Fazia um rosto sugestivo, o riso atrás do bigode, como se convidasse o gatuno para acompanhá-lo no seu pensamento que provava o absurdo das acusações dele. - Ele tem diversas chaves roubadas, de diversas pessoas. É uma das formas favoritas do garoto: Roubar junto com outra pessoa e durante o processo se fazer parecer ingênuo, fazer os aliados se perguntarem porque um bandido teria uma ''marca de malandro'' para abaixar a guarda, e então ajudá-los no roubo enquanto rouba a chave do local onde o dinheiro será guardado durante o processo, para então roubar do próprio ladrão. - Dava de ombros. - Bom... Aconteceu comigo uma vez, e então eu nunca mais permiti. - Segurava um copo e começou a secá-lo por dentro. - Falei sobre o local para onde vocês foram juntos pois seria a única coisa a fazer sentido...E eu nunca vi ele deixar uma chave com ninguém após o roubo antes. - Se aproximava falando como se fosse um segredo. - ...E estou realmente interessado nisto.. Seria a segunda parte da traição? Ou será que o garoto realmente gostava de você?

O homem enchia uma bandeja de copos e ia atender às pessoas do bar em suas mesas.

Cory estava livre para seguir o que quisesse, e realmente não sentia como se tivesse sido enganado pelo Garçom.

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom   Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom - Página 4 EmptyQua 22 Abr - 15:10



Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom


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Garçom... Aqui nessa mesa de bar


Embora eu tivesse ficado realmente muito desconfiado do garçom, ele não parecia estar mentindo quanto ao fato de desconhecer a origem daquela chave e até mesmo parecia interessado em saber se aquela era a segunda parte da traição do garoto ou um interesse particular dele em mim. Essa dúvida quanto a intenção de Chapéu despertava minha curiosidade eu me dava ainda mais motivos para ir atrás dele, de um forma ou de outro eu ainda tinha muito o que esclarecer com aquele garoto e certamente não deixaria barato o fato dele ter me abandonada pra apanhar daqueles roqueiros infames…

Agora que eu estava um pouco mais tranquilo com o garçom e sua relação com Chapéu me surgia outra duvida em relação a ele: “Como ele é tão bom furtar os outros?”. Essa duvida me perturbava a cabeça e me convencia de que aquela era uma habilidade indispensável para um ladrão, sobretudo para aquele que almejava um dia ser o maior de todo o continente.

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Tentaria me aproximar do garçom em um momento em que ele não estivesse atendendo alguma mesa e guiado pela minha curiosidade o questionaria: -Senhor garçom, como você fez aquilo de roubar a chave de mim sem que eu nem percebesse? É algum tipo de técnica ou você simplesmente nasceu com esse tom?- Caso ele não me ignorasse e respondesse que era uma habilidade possível de ser aprendida eu ficaria ainda mais curioso quanto aquele técnica e pediria para que ele me ensinasse, tentando barganhar o preço daquele aprendizado: -Essa é uma técnica incrível! Eu gostaria muito de saber sobre como você faz isso, pode me ensinar?- Diria com empolgação quase infantil por conta de estar completamente dominado pela curiosidade. Embora fosse improvável que o garçom aceitasse me ensinar de graça, visto que ele cobrou um preço absurdo de Chapéu por uma mísera chave eu lhe daria uma proposta que provavelmente iria o persuadir: -Que tal fecharmos um acordo? Se você me ensinar essa sua técnica eu posso facilitar sua vida e ir atrás alguns clientes que não estão pagando a conta e pegar o dinheiro deles pra você, o que acha? Afina, mesmo você sendo ótimo nisso acredito que seja cansativo ter que ficar roubando os devedores toda a hora não é?- Diria perto do ouvido dele para que ninguém pudesse perceber o acordo e em seguida daria um sorriso manipulador para ele na tentativa de convencê-lo de que era um boa ideia. Caso ele concordasse com a ideia e se prontificasse a me ensinar sua técnica eu iria prestar total atenção em seus conhecimentos e tentar absorver o máximo possível levando o tempo que fosse necessário para aquilo e talvez aprendendo algumas coisas sobre aquela habilidade e então quando ele achasse que eu estivesse preparado eu iria me prontificar para cumprir a minha parte do acordo. “Mesmo os ladrões desonestos tem que respeitar aqueles que lhe passam ensinamentos importantes, embora eu adoraria sair sem cumprir a minha parte Kouha me bateria até a morte se descobrisse isso…”

Caso ele não aceitasse a proposta ou simplesmente propusesse outra coisa eu ficaria um pouco cabisbaixo e diria: -Entendo… Certo, em outro momento talvez você mude de ideia.- Me despedir dele com um aceno de mão e iria em direção a saída, rumo a lavanderia, seja lá o que Chapéu estiver tramando o ponto de encontro mais provável seria por lá.


Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom   Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom - Página 4 EmptySab 25 Abr - 16:36


Narração - Cory Atom



-Senhor garçom, como você fez aquilo de roubar a chave de mim sem que eu nem percebesse? É algum tipo de técnica ou você simplesmente nasceu com esse dom? - Bem no momento em que voltava com as bandejas, o garçom era interceptado pelo garoto. Dava risada com a interrupção brusca, mas passava ao lado de Cory e seguia em direção a mesa, ainda ouvindo o jovem. -Essa é uma técnica incrível! Eu gostaria muito de saber sobre como você faz isso, pode me ensinar? - Ainda do seu modo de ser irônico e impressionado com a forma de ser chamado atenção ainda de guarda baixa do jovem, deixou a bandeja sobre o balcão e se voltou novamente pare ele. -Que tal fecharmos um acordo? Se você me ensinar essa sua técnica eu posso facilitar sua vida e ir atrás alguns clientes que não estão pagando a conta e pegar o dinheiro deles pra você, o que acha? Afina, mesmo você sendo ótimo nisso acredito que seja cansativo ter que ficar roubando os devedores toda a hora não é?

- Você não aprendem mesmo, não é? - Falava baixo, com Cory ao seu ouvido, encarando-o pelo canto dos olhos de maneira ameaçadora. - Quando vai parar de baixar a guarda? - Mostrava a carteira do garoto para ele. Onde estava todo o seu dinheiro. - Acordo feito... Eu te digo aqueles que me devem, e você pode roubar eles em troca de eu ficar com o seu dinheiro. - Devolvia a carteira vazia para Cory.

Com um gesto como se dissesse ''me assista'', o garçom encheu vários copos e colocou-os sobre a bandeja e voltou a servir os clientes.

Apenas observando, o gatuno pôde assistir a forma como o batedor de carteiras agia: Durante cerca de duas horas observou-o distraindo suas vítimas para um lado com diversos movimentos sutis e puxando suas carteiras do outro. Tudo lhe pareceu uma questão de desviar as atenções e confundir os sentidos, a fim de fazer os alvos não verem, ouvirem ou sentirem que estavam sendo roubados.

Surpreendeu-o a forma como ele segurou a mão de um dos bêbados sobre uma garrafa gelada, assustando-o, e aproveitou-se do sobressalto para colocar a mão em seu bolso e puxar sua carteira rapidamente, deixando-a sobre a mesa.

Tocando no ombro de um outro, e fazendo-o virar na direção do ombro tocado, ele pegava a carteira que estava em seu bolso do outro lado e a puxava, deixando-a sobre a mesa.

Com uma garrafa caindo forte sobre a mesa, todos observavam o barulho e dois deles nem mesmo percebiam que as carteiras saíam do bolso para a mesa.

Aproveitando-se de um dos bêbados que ia até o banheiro, puxava sua adaga da bainha e a levava consigo. - O mijão não estava em condições de sentir nada... Hihihih - Dava risada pelo bigode, colocando uma das mãos para cobrir a boca. - É isto, garoto. Tudo uma questão de mudar as atenções do inimigo e agir o mais rápido possível. Você deveria treinar a velocidade das mãos.. O segredo está aí.. E não tem lugar melhor do que com todos esses bêbados.

Na hora seguinte Cory se esforçou ao máximo para testar tudo o que aprendera, usando suas habilidades de atuação, sua lábia e diversas formas criativas de chamar a atenção das vítimas e ter brechas para abrir seus bolsos. Na segunda tentativa quase arranjou confusão, mas logo o garçom interviu e pôs uma cerveja na mesa que dispersou a atenção para a bebida.

Desde então Cory não errou mais, demonstrando o máximo de sua genialidade e sua facilidade para técnicas de gatuno.

- Bom... Existe sim alguém que está devendo para mim. Cerca de cinquenta mil berries... - Mostrava uma imagem para Cory. Era o cartaz de procurado do homem gordo que havia visto mais cedo, quando estava comendo logo após aprender sobre Teatro. - Este é o Peixe-Podre. Ele é mais um bandido especialista em roubar bandidos. Tenho certeza de que ele está mantendo a estratégia de sempre para a competição dos Doze: Esperar que todos eles se machuquem se digladiando para então os roubar enfraquecidos. O maldito já usou essa comigo, apontando para um dos meus roubados que eu havia acabado de roubar sua carteira. Após eu tomar uma surra e ele ganhar a confiança do maldito, ele roubou tanto ele quanto a mim. Eu odeio o Peixe-podre... Até para ladrões existem limites.. - Até mesmo perdia a pose. - Você é um rapaz ingênuo. Tenho certeza de que vai cumprir com o combinado enquanto eu estiver com o seu dinheiro... E a vantagem de eliminar o maldito por antecedência é justamente não tê-lo competindo conosco na Liga. - Sem dizer mais nada, se afastava lá para dentro.

Várias dúvidas restavam para Cory, embora nenhuma delas fosse como roubar carteiras. Afinal, aonde estaria o Peixe Podre? Como se aproximar dele? O que é a Liga? O garçom iria participar também?

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom   Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom - Página 4 EmptySex 1 Maio - 19:50



Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom


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Batedor de carteiras


“Você não aprende mesmo… O garçom tinha certa razão em seu argumento”. Acabei abaixando a guarda ao me cegar de curiosidade, mas na verdade essa guarda baixa era minha maior força pois todos os meus maiores aprendizados vieram -de uma forma ou de outra-  dessa tendência de me pôr em situações de risco por informações e também, claro, da minha facilidade excessiva em assimilar conteúdos. “Vamos ver quem é que não aprende senhor garçom…”

Inicio do aprendizado

O segredo daquela técnica estava na agilidade das mãos e na capacidade de desviar a atenção do alvo, a princípio algo simples mas complexo de ser executado. Analisei com cuidado os primeiros movimentos do garçom e no começo parecia algo como um truque de mágica, pois suas mãos não acompanhavam seu corpo seu corpo e enquanto eu olhava para uma de suas ações lá estava ele com uma carteira nas mãos. Percebi em todos os alvos do garçom como  a suavidade dos movimentos era fundamental, pois movimentos bruscos podem parecer suspeitos e gerar desconfiança, a garrafa que ele derrubou no chão parecia um mero acidente, assim como o toque no ombro do outro homem foi amigável e totalmente natural.

Ao ver os exemplos dados pelo garçom me esforcei ao máximo para replicar em alguns homens que bebiam. Tentei me enturmar fazendo papel de garçom em treinamento, recolhendo algumas garrafas vazias em cima da mesa de forma muito grosseira enquanto com suavidade tentava puxar as carteiras de seus bolsos. A primeira tentativa foi com certeza melhor que a segunda, quase arrumei uma briga ao me fazer de garçom destreinado por incomodar com meus movimentos grosseiros, mas para minha sorte o garçom estava atento para intervir colocando uma cerveja na mesa e desviado a atenção dos bêbados. Daquele momento em diante, tentei não ser mais um garçom mal treinado e atrapalhado, recolhendo com agilidade as bebidas das mesas mas tentando agora conversar com os homens de forma pouco invasiva e intrometida, desviando completamente a atenção para minha fala e meus movimentos em cima da mesa enquanto minha outro mão ia até os bolsos dos homens e caçava as carteiras nos bolsos com agilidade, sutilidade e suavidade.
Por fim, entendi que o principal da arte de bater carteiras não era exatamente  chamar atenção para uma coisa específica com movimentos muito extravagantes enquanto mirava a carteira dos alvos, o principal para executar um furto com maestria era tentar ser o mais genuíno e discreto possível, realizando movimentos prováveis e sutis que não provocam estranheza por parte do alvo, pois qualquer estranhamento poderia se transformar em desconfiança para uma pessoa mais ágil e essa desconfiança entregaria o furto, não era muito diferente da atuação mas uma diferença era clara:

“Numa peça de teatro as pessoas querem ser enganadas, mas ninguém quer ser enganado do lado de fora. Bater carteiras é como estrear em uma peça onde todos te olham procurando o momento em que você erra a fala, o momento em que você entra fora de sincronia, por tanto não erre, atue como se não estivesse atuando”

Fim do aprendizado

Após os ensinamentos estava grato ao garçom por tudo que havia me ensinado e ao ouvir seu relato quanto ao peixe podre senti na pele aquele ódio que ele dizia sentir, pois foi o mesmo ódio que senti quando fui traído por Chapéu. Cerrava os punhos ao lembrar da traição e enquanto o garçom ia embora eu pensava: “Chapéu e peixe… Qual ladrão que trai ladrões eu encontrarei primeiro?”

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"Hmmm... Me lembro de ter ouvido o homem gordo dizer que estaria no porto, mas primeiramente vou atrás do Chapéu, pois meus assuntos com ele são mais pendentes…" Caminharia tranquilamente pelas ruas de Toroa, despreocupado com o movimento da pessoas a minha volta, até chegar na lavanderia, onde então analisaria o entorno, procurando pelo pequeno traidor do Chapéu e caso o encontrasse me dirigia até ele com a chave em mãos, girando ela para chamar atenção enquanto diria com seriedade: -Olá Boina... ou melhor, Chapéu.... pera já sei um melhor ainda… Traidor de merda! Porque deixou essa chave pra trás em? Espero que tenha sido vontade de apanhar…- Mesmo que minha intenção fosse arrancar a cabeça dele fora, eu esperaria pacientemente seu argumento de defesa.

Caso eu rodasse todo o entorno da lavanderia e não encontrasse o moleque eu iria até o porto, onde o tal do peixe podre havia dito que estaria e tentaria o encontrar, rodando toda área do porto. Eu me lembrava muito bem da sensação intimidadora de estar perto daquele homem e do seu outro conhecido e eles de certa forma me conheciam, portanto quando eu o encontrasse iria analisar de longe e de maneira furtiva sua movimentação e o que ele estava planejando fazer, para então traçar um plano de como me aproximar.


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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom   Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom - Página 4 EmptySeg 4 Maio - 17:56


Narração - Cory Atom



Quando deixou o Bar Atividades Legais o sol estava bastante forte.

O brilho forte dilatava os gases, e os cheiros se tornavam muito mais intensos conforme caminhava pela cidade bastante movimentada, no que ele acreditava ser meio dia.

Passou próximo do mimico que havia encontrado anteriormente, e este estava cercado de pessoas que colocavam dinheiro em sua cartola. Uma gargalhada muda junto com um dedo nada discreto apontado para Cory se deu quando notou o garoto completamente enfaixado. As pessoas que cercavam o mímico batiam palmas e gargalhavam conforme ele fingia mancar atrás do gatuno para imitá-lo durante parte de seu percurso.

As risadas ficaram para trás e logo a busca por seus inimigos deu lugar à placa da Lavanderia Lavanda.

O local não estava tão movimentado, tendo apenas alguns marinheiros entrando com trouxas e saindo de mãos vazias em seu horário de almoço. Diferentemente da noite, os gatos da rua deram lugar às borboletas, e ele podia ver o estabelecimento com clareza.

- Eu estou te dizendo!! Eu pus uma boina pra lavar aqui! - Uma discussão acalorada se dava entre o dono e um dos marinheiros logo na entrada, o que tornava possível para Cory ouvir. - Quem usa boina?? - O homem respondia resignado, certo de que aquela peça de roupa não havia passado ali.

- Talvez seja essa boina... - Um dos funcionários trazia exatamente a boina de Chapéu. - Ela deve ter sumido no meio das outras peças e ainda está suja... Mas em breve nós a devolveremos para o senhor. - Então Chapéu havia passado ali e deixado as roupas... Mas nenhum sinal do garoto.

O dono encarava a peça confuso, e o marinheiro lhe encarava zangado.

Cory seguiu o seu caminho em direção ao porto.

A região portuária estava bastante movimentada, e o cheiro dos peixes se misturava ao cheiro das essências, de alguma forma com as essências ainda se sobressaindo.

Um zepellin acabava de deixar a estação, e uma multidão da Vem Ver Toroa seguia um dos seus guias - Amanhã é o grande dia. À noite vai haver o jantar em alto mar... e sua voz se perdia em meio à multidão.

O porto em si não ficava muito longe do Rose Pub, e era possível ver um navio aportando.

Uma nau estava sendo descarregada, e diversos trabalhadores com roupas muito parecidas com a dos atendentes da Vem Ver Toroa faziam a função de estivadores. Coordenando-os, surpreendentemente, estava o Peixe Podre.

- Vamos lá, rapazes!! Kikikikiki!! Eu consigo ver através dos seus truques. - Berrava o peixe-podre. Parando para pensar, a realidade é que ninguém parecia estar seguindo ordens dele. Ele parecia estar ali à procura de algo.

À distância, escondido atrás de uma das caixas, por pura sorte Cory pôde ver Chapéu acompanhado de uma garota loira da mesma altura. A garota usava um binóculo e observava Peixe-Podre. Chapéu começava a se movimentar na direção de Peixe Podre; uma faca brilhava em suas mãos à luz do meio-dia.

- Eu vou descobrir!! E, se não descobrir, vou sair vencendo de qualquer forma Kikikikiki!!

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom   Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom - Página 4 EmptySab 9 Maio - 16:43



Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom


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Nostalgia


Eu Cory - a múmia enfaixada- deixava o bar e para minha infeliz surpresa cruzava o maldito mímico…

Era de se esperar que ele se lembrasse de mim e quisesse se vingar, aproveitei o momento em que todos olhavam para mim para apontar o dedo do meio para a plateia e o mímico sorrindo ironicamente mostrando que não estava assim tão bravo com ele mas era mais do que minha obrigação revidar. "Mímico safado… Pode esquecer aquelas moedas!"

Ao passar perto da lavanderia notei a conversa entre dois homens sobre a boina que chapéu usava e então quando um homem apareceu com a boina perdida percebi que ele estava mais perto do que eu imaginava eu imaginava..."O maldito devolveu a boina… Que tipo de ladrão devolve o que roubou?"

Andando um pouco mais em direção ao porto pude perceber alguns guias falando algo sobre um jantar em alto mar e isso me fazia pensar em um plano de fuga caso tudo desse errado com o mafioso. "ótimo, eu invado o jantar, como de graça e fujo do mafioso inflexivel, espero que não precise dessa carta na manga..."

Quando finalmente cheguei ao porto me deparei com os dois malditos, peixe-podre e chapéu. O peixe falava sozinho sobre ver através dos truques de alguém e isso não fazia o menor sentido para mim. Chapéu de aproximava do homem com um intenção claramente assassina, mas algo estava muito errado…

O peixe era muito maior que ele, seu manejo com a faca não parecia dos melhores e algum instinto dentro de mim dizia que ele parecia afobado para acabar com ele, isso me lembrava o dia naquela mansão… "Merda! O moleque vai morrer antes de eu me vingar!"

A sombra de Kouha no dia do assalto a mansão me acompanharia enquanto eu correria em direção a chapeu levemente agaixado para tentar me manter furtivo e antes de Chapéu conseguir alcançar o peixe tentaria o agarrar com a mão esquerda em sua boca e a direita segurando seu pulso que empunhava a faca com firmeza para imobiliza-lo e o em sequência o arrastaria para trás das caixas novamente, olhando fundo nós seu olhos dizendo: - O que pensa que está fazendo?! Tá querendo morrer? Vou te contar exatamente o que ria acontecer, quando você tentasse atacar aquele cara ele ia te pegar e…-  interromperia o sermão e olharia pra baixo lembrando como Kouha me disse as mesmas palavras no passado, então respiraria fundo ainda mantendo a boca do menino pressionada e prosseguiria dizendo: - dane-se o sermão… Aquele cara te deve algo certo?-  Esperaria que o menino concordasse ou discordasse com a cabeça e então soltaria sua boca para tirar aquelas faixas que já não eram mais necessárias, mas continuaria prendendo o pulso do garoto. Assim que me livrasse das faixas diria em voz baixa para o garoto: -O que o quer com o peixe podre seu pequeno traidor de merda?- Esperaria sua resposta antes de decidir se soltaria seu pulso ou não.

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Última edição por Kiomaro em Seg 29 Jun - 0:14, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom   Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom - Página 4 EmptySeg 11 Maio - 20:47


Narração - Cory Atom



"Merda! O moleque vai morrer antes de eu me vingar!"

Nunca palavras tão falsas brotaram da mente de um gatuno antes. E, surpreendentemente, isto era uma coisa boa.

Chapéu corria na direção do Peixe Podre com uma faca porcamente empunhada e com um olhar de determinação bastante confuso; Sua respiração era a de alguém que já começava exausto, e seus olhos transmitiam uma espécie corrompida de raiva.. Como que misturada com dúvida. Mas seus passos tamborilavam no chão e a cada segundo estava metros mais próximo do seu alvo.

Era impossível não assistir aquela investida suicida sem se lembrar de si mesmo na mansão em que tentara a sorte como gatuno pela primeira vez tantos anos antes. Peixe Podre seguia distraído, balbuciando ofensas para os estivadores, e a luz solar projetava a sombra de Chapéu para cada vez mais próximo do gorducho em um movimento nada auspicioso; Era possível ver na silhueta negra projetada no chão as pernas do garoto saltando no chão conforme os membros sombrios se esticavam, e seu braço erguido com a arma empunhada com a lâmina para baixo explodia em um braço gigantesco no mundo das sombras conforme seu corpo se despejava na direção do Peixe Podre... Nada auspicioso.

A sombra quase caiu sobre o alvo que seria esfaqueado o avisando do golpe quando Cory segurou Chapéu ainda no ar e o carregou correndo para longe.


- Quase!! - A voz da irmã de Chapéu soava conforme a garota se escondia atrás da caixa, encostando as costas a ela, com os outros dois se escondendo junto a ela. - Ele quase nos viu!! - A sombra que Peixe Podre projetava ia até um dos lados do caixote, indicando que ele observava por cima dos ombros.

- O que pensa que está fazendo?! Tá querendo morrer? Vou te contar exatamente o que ria acontecer, quando você tentasse atacar aquele cara ele ia te pegar e… - Quase ficava sem ar ao notar o quão parecido com seu pai estava se tornando. - Dane-se o sermão… Aquele cara te deve algo certo? - Em resposta, Chapéu apenas deu um abraço bastante forte em Cory.

- Ele é mesmo um idiota!! - O tom da garota era de descrença. - Bem que você me falou!!

Podia ainda sentir o abraço forte do jovem gatuno quando ele prosseguiu - Eu te disse, ele é o maior idiota que eu já conheci!! - O garoto desfez o abraço e era possível ver que ele quase chorava quando encarou Cory. - Eu pensei que você fosse tentar me matar!!

Tirou as faixas ao mesmo tempo em que Chapéu secava as lágrimas. Sua irmã se aproximou dele e pôs uma das mãos em seus ombros, consolando-o.

-O que o quer com o peixe podre seu pequeno traidor de merda? - O garoto ria para Cory, mas ainda chorando.

- Eu te disse tudo... Sobre o Peixe Podre, Cowboyboy, a Gaivota... Eu falei no bar, Cory!! Agora eu finalmente tenho o enigma desvendado sobre onde será a competição entre os Doze. E conheço o Peixe Podre. Sei como ele age... Ele iria esperar o vencedor roubar o prêmio, e o maior ladrão dos Doze ser decidido, para então roubar ele!! Eu vim derrubar ele antes, Cory... Eu vim para te proteger!! - Chapéu sussurrava enquanto chorava, e suas mãos se estendiam com o corpo curvado para a frente como as pessoas que buscam gesticular algo enquanto se explicam fazem: as duas palmas abertas uma frente a outra e mantendo uma certa distância como se segurassem algo imaginário. - Eu deixei as pistas, Cory. A boina e a lavanderia!! Eu queria que você vencesse. E que ninguém o machucasse depois!!

- É verdade!! - A jovem mantinha a mão no ombro de Chapéu, em apoio a ele. - Ele nem mesmo pretendia te trair!! O problema era que você era muito idiota e ele precisava me resgatar!! - Seu tom era de apaziguar brigas e parecia nem perceber como aquilo era ofensivo, tamanha a inocência que tinha em sua fala.

- Não adianta!! Eu sei dos seus truques... Se eu puder roubar o Ladrão que organiza a Liga antes mesmo de ela começar.... Kikiki.... O que isto faria de mim?? - Era possível ver a sombra de Peixe-Podre, e ela empunhava uma pistola apontada para os caixotes em que eles estavam.

- Droga.. Ele deve achar que nós estamos com o organizador da Liga... - Sussurrava enquanto abaixava a cabeça.

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom   Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom - Página 4 EmptyQua 13 Maio - 16:58



Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom


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Aquele que faz que cabeça dos outros


Havia uma parcela de dor nas palavras de chapéu, as lagrimas não me deixavam pensar o contrário.

Ao mesmo tempo era difícil confiar no garoto, mesmo meu corpo instintivamente querendo protegê-lo -por algum motivo, ou nostalgia- eu não havia pensado ainda numa forma de perdoá-lo e nem sabia se devia.

Chapéu revestia a cabeça de suas vítimas com sua manipulação ingênua, o garçom já havia me alertado, talvez suas lágrimas fossem de mentira e sua afeição por mim fosse motivada por sua ambição de ser um ladrão melhor e sua irmã tinha muito o que aprender sobre sutileza… 'Cretinos! Eu acabei de salvar a vida de vocês e não recebo um elogio?! Foda-se, eu sou um ladrão e não um herói, não preciso dessas coisas mesmo…"

Me sentia mais livre por estar sem aquelas ataduras todas, mas o choro de chapéu me incomodava.

Para Kouha eu era um bebê chorão no início dos treinamentos. Sempre que eu chorava em meio a uma luta -seja de dor ou de raiva- ele me dava um cascudo e perguntava com ironia "Já desistiu?". Parte de mim sentia vontade de dar um golpe no garoto e ironizar suas lágrimas assim como Kouha adorava fazer, mas eu não faria como Kouha… De Kouha já bastava o sobrenome.

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Levaria minha mão direita ao chapéu na cabeça do garoto e o pressionaria levemente contra sua cabeça, de forma que cobrisse parte de sua cabeça e olhos marejados que tanto me incomodavam e então diria com um tom de voz calmo porém determinado: -Se for chorar... deixa pra quando a briga acabar…-. Após dizer aquelas palavras olharia ao redor ainda agaixado, procurando algum outro caixote próximo a menos de 5 metros de distância para conseguir cobertura, preferiria a cobertura de caixas empilhadas, pois iria me aproveitar desse recurso para traçar um armadilha... caso encontrasse tentaria me mover agilmente para trás dos caixotes visando chamar atenção e a mira do bandido.

Ficaria de olho em sua sombra para, assim que ele travasse sua arma em mim, começar a abrir a boca para provocá-lo. -Você vê através dos meus truques? Você não vê um sabonete a 5 anos! Naquele dia no restaurante eu entendi por que te chamam de peixe-podre…- diria em voz alta dando uma risada ao final da fala para que ele pudesse ouvir e talvez se irritar com meu comentário. Caso ele não se irritasse de primeira eu insistiria em chamar sua atenção com um comentário mais convincente: -Sabe o que roubar o organizador faria de você… Um covarde imprestável que tem medo de competir com os demais participantes! Mas se acha que consegue roubar o organizador venha aqui tentar a sorte…-  

Caso aquilo fosse o suficiente para chamar a atenção do bandido eu esperaria ele se aproximar, olhando sua sombra e ouvido seu passos e assim que ele estivesse perto o suficiente da pilha de caixotes (caso eu estivesse escondido atrás de uma pilha) eu usaria minha força para empurrar as caixas em sua direção fazendo a pilha despencar em cima da cabeça do bandido, talvez o imobilizando ou talvez o distraindo suficiente para que eu saísse de trás das caixas sem ser baleado e tentasse uma investida em sua direção.

Caso eu não conseguisse encontrar uma pilha e sim apenas um caixote solto eu manteria as ofensas e caso ele visse em minha direção eu ficaria sentado de frente para o caixote, apoiaria as mãos com firmeza no chão do porto e chutaria o caixote em sua direção com toda a minha força para que o desequilibradas me dando abertura para atacar.

No primeiro cenário eu aproveitaria que sua guarda estaria alta por conta das caixas caindo sobre sua cabeça e tentaria um ataque mirando sua extensa barriga, realizando um corte horizontal na região do baixo ventre do homem e logo em seguida daria uma rasteira de frente para o homem mirando suas canelas com minha perna direita fazendo com que ele caísse de cabeça no chão, finalizando-o por fim montando suas costas, levantando sua cabeça pelos cabelos com a mão esquerda enquanto com a direita apontaria o metal da minha adaga afiada contra seu pescoço. -Meu nome é Cory Atom, filho de Kouha Atom! Seja lá qual for a desse torneio ridículo quem vai ganhar ele sou eu e não você!- Gritaria para que todos que estivessem próximos pudessem ouvir e então bateria a cabeça do homem com toda a força contra o chão afim de desmaia-lo, cortar seu pescoço em plena luz do dia e em praça pública seria idiotisse...

"não era como se gritar meu nome fosse a ideia mais inteligente, eu sei… Mas eu acabei de pensar no meu bordão de malandro, me dá um tempo!".

Caso o cenário fosse o segundo e eu chutasse uma caixa contra ele teria que pensar numa estratégia diferente de ataque, pois sua guarda provavelmente estaria voltada para baixo para conter o impacto da caixa contra o corpo. Assim que a caixa o atingisse eu correria em sua direção e usaria o caixote como degrau, subindo em cima dele e quando estivesse em cima aproveitaria a vantagem do terreno alto para encaixar uma joelhada bem no meio de seu nariz com o máximo de força que eu conseguisse aplicar e assim que ele ficasse atordoado com o golpe eu saltaria em cima de seu corpo para que ele caísse de barriga para cima e então furaria a palma de sua mão dominante, tentando fazer a minha adaga atravessar sua mão -a que segurava o gatilho da arma-. Em seguida diria o mesmo bordão cafona do primeiro cenário e bateria sua cabeça contra o chão para desmaiá-lo.


Após lidar com o gordão eu esvaziaria seus bolsos e pegaria tudo para mim, em seguida olharia para o caixote onde estavam chapéu e sua irmã e me certificaria de que eles ainda estavam lá. Caso estivesse eu pegaria os dois pelo braço e sairia daquele porto o mais rápido possível, rumo a algum beco ou ruela da cidade, afinal era questão de tempo até que algum parceiro dele como aquele cowboy chegasse ou a marinha e eu não sabia qual era a extensão de sua força ainda, não poderia arriscar um embate direto daquela maneira, com aquelas duas crianças me perturbando...


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