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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom   Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom - Página 3 EmptyQua 12 Fev 2020, 23:02

Relembrando a primeira mensagem :

Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Cory Atom. A qual não possui narrador definido.


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Kiomaro Roshiro
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom   Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom - Página 3 EmptyTer 31 Mar 2020, 14:41

Dois Gatos Pingados Fora Da Lei



Éramos eu e Chapéu, iluminados pela minha ideia ruim e a meia luz de um poste com defeitos de funcionamento. Eu havia achado meu plano impecável! Chapéu por outro lado se descontentava totalmente com a ideia... “Fala sério que moleque insuportável! se ele tinha uma ideia melhor por que não disse antes...”

Confesso não ser um dos melhores estrategistas ao ver a fila enorme da entrada percebi como meu plano era falho... No bando de Kouha eu apenas acatava as ordens, nunca as delegava, acabei aceitando mudar o plano como Chapéu sugeriu, um tanto quanto a contragosto. Nem tudo era assim tão ruim, chapéu era muito irritante, mas seus contatos com o submundo eram extremamente uteis, entramos na lavandeira sorrateiros pelos fundos. “Nossa que lugar desagradável... Essas roupas da marinha me dão ânsia de vomito e nem me refiro ao cheiro podre...” Olhava de um lado ao outro da lavandeira vendo vários uniformes e roupas de todos os tipos, inclusive a daquela atriz.  

- Aqui não funciona à noite... Se nós devolvermos a roupa é capaz de ninguém perceber...- Dizia chapéu me informando sobre o lugar parecendo um pouco aflito, acho que não estava muito contente com o andamento do plano até então, mas iria me esforçar para dar certo, eu tinha completa convicção que não falharia “Afinal eu sou Cory At... Talvez eu tenha que mudar a apresentação...”. Quanto a devolver as roupas, aquilo não estava não estava muito nos meus planos, mas me ausentaria de comentar isso com chapéu, afim de não o deixar mais aflito e atrapalhar o plano seguinte, mas sorria despretensiosamente para mim mesmo ao ouvir aquelas palavras. “Devolver... Até parece garoto”.  

Analisaria primeiramente as roupas da atriz, procuraria próximo a elas alguma etiqueta de identificação com seu nome escrito e finalmente matar a curiosidade deixada na hora que ela partiu sem dizer nada... Logo em seguida iria começar os preparos para disfarçar Chapéu, o garoto tinha fama na cidade então deveria ser bem discreto, ao mesmo tempo não poderia levantar suspeitas de que ele estava escondendo o rosto, pois sua baixa estatura e aparência juvenil já chamavam atenção suficiente... - Eu espero que o seu disfarce seja realmente muito bom...- Não conseguia deixar de sorrir enquanto ele fazia aquele comentário, disfarça-lo não seria sequer um desafio. - Não se preocupe garoto... No navio de Kouha eu era sem dúvidas o que fazia os melhores disfarces... Uma vez disfarcei Kouha de noiva para invadirmos um casamento e ele entrou e saiu sem levantar sombras de duvidas hehehe- Diria de costas para o garoto procurando em meio todas as roupas já lavadas um cachecol, uma boina se possível um óculos escuro de armação redonda, embora achasse que seria difícil achar um na lavanderia, procuraria nos balcões na esperança de que alguém houvesse esquecido um por lá, procuraria também uma calça jeans skinny preta ou marrom e uma camiseta xadrez de tons escuros também, dando lhe um visual intelectual e jovial, ao mesmo tempo discreto, escondendo seu rosto com todos aqueles acessórios. Após encontrar todos as peças necessárias iria até Chapéu com tudo em mãos. -Pronto aqui está! Vista-se, seu codinome agora é “Boina” ok?- Olharia de cima pra ele com um sorriso irônico. Quando ele se vestisse checaria se estava com o rosto bem escondido, fazendo alguns pequenos ajustes caso percebesse algo “torto” ou não muito escondido. Logo em seguida me ocuparia com outro problema, as “tatuagens de estrela” no seu rosto, não sabia exatamente se eram tatuagens ou simplesmente enfeites desenhados então chegaria bem perto do rosto de Chapéu(ou Boina) e passaria meu dedo polegar por cima delas na esperança de conseguir as apagar –Esse negócio aqui sai?- Diria reflexivo enquanto esfregaria o dedo na bochecha do rapaz.

Caso não saísse estaria um tanto quanto decepcionado. - Droga, que ideia idiota foi essa de fazer uma tatuagem na cara sendo ladrão moleque? - Diria balançando a cabeça para esquerda e para direita em sinal de reprovação. Então pensaria em um modo de disfarçar aquele detalhe, olharia novamente em volta e em todos os tipos de lugares possíveis a procura de um curativo adesivo (tipo band-aid) para conseguir colar por cima da tatuagem do menino, se desse muita sorte de achar um kit de maquiagem eu o usaria para cobrir as estrelas com uma base da mesma tonalidade da pele do garoto. Agora quando a mim, apenas trocaria de camisa, procuraria uma de modelo parecido com a minha, não tinha por que me disfarçar muito...  

Tendo feito o possível e o impossível disfarçar Chapéu sairia com ele da lavanderia pelo menos lugar que entramos e iria rumo ao Rose Pub, dessa vez com um novo plano em mente. -Certo garoto, novo plano... Vamos para aquela janela que você comentou- Sussurraria para o garoto enquanto contornaria Pub procurando a janela que ele havia se referido, evitando os olhares de guardas usando minha furtividade. Chegando nos fundos do Pub analisaria bem o perímetro, esperando não encontrar guardas perto da janela. Ficaria olhando por cerca de 3 minutos para ter certeza de como era o movimento naquele lugar então começaria a me preparar para invadir junto com Chapéu. Caso percebesse que o lugar era pouco guardado esperaria a brecha perfeita para mandar chapéu ir na frente que seria um momento onde não houvessem olhares direcionados a janela. -Pode ir garoto... Eu vou logo atrás de você- Sussurraria após perceber o momento adequado e então olharia atento ao redor para ter certeza que ninguém se aproximava enquanto o garoto entrava. Caso ninguém aparecesse eu iria logo assim que ele entrasse pular a janela o mais rápido possível, mas caso alguém aparecesse eu iria tentar direcionar a atenção da pessoa para mim, com alguma conversa fiada antes que ela conseguisse ver Chapéu invadindo o lugar. -Cara! Você trabalha aqui? Eu estou a horas naquela fila e tava tentando achar um banheiro do lado de fora e não achei... Você sabe se tem um por aqui? Podia ter né? Olha só o tamanho daquela fila....- Ficaria debatendo com a pessoa tentando atuar como se estivesse inquieto devido ao fato de estar com necessidade de usar um banheiro até que chapéu entrasse. -Ah tudo bem, valeu pela paciência amigo...- Diria fingindo ir embora com ansiedade independente da reação da pessoa até ele sair de perto da janela e então entraria o mais rápido que conseguisse, quando não houvesse mais ninguém por perto. "Quanto trabalho só pra salvar um garota... Espero que valha a pena."  

Uma vez do lado de dentro do Pub iria planejar meus próximos passos...
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom   Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom - Página 3 EmptyTer 31 Mar 2020, 18:02


Narração - Cory Atom



Cory aproximava-se das roupas da atriz. Sua mão era estendida até um crachá de plástico preso por um bocal metálico às peças de roupa e sua curiosidade crescente quase explodia dentro dele conforme as pontas dos seus dedos encostavam no tecido... - NÃO! - Desesperava-se Chapéu, e a mão de Cory parava. - Esta peça é da Gaivota. Eu já te falei sobre ela antes... - O tom de advertência do garoto se transformava em quase um riso. - Ela está infiltrada como uma soldada do time do Tenente Curry Atom. Se você tocar nesta roupa ela com certeza vai notar... - Aquela lavanderia se tornava cada vez mais misteriosa. Existiam diversas questões suspensas e sem respostas advindas daquele local.

Na escuridão da lavanderia, o gatuno se pôs a procurar pelas roupas.

- Não se preocupe garoto... No navio de Kouha eu era sem dúvidas o que fazia os melhores disfarces... Uma vez disfarcei Kouha de noiva para invadirmos um casamento e ele entrou e saiu sem levantar sombras de duvidas hehehe - Deslumbrado, Chapéu abria a boca em admiração e arregalava os olhos. - AH! Então foi você?? Eu sempre contava essa história por aí como se fosse minha...

Com facilidade conseguiu encontrar a camisa xadrez para o tamanho do jovem bem como a calça skinny. As duas ainda estavam úmidas da lavagem e assim que as vestia o garoto começava a tremer de frio. Após vários minutos tateando na escuridão pôde achar uma boina, e graças a muita sorte puderam encontrar também um óculos escuro. O cachecol foi uma tarefa impossível, visto que devido ao clima da ilha era até mesmo improvável que alguém tivesse usado um cachecol recentemente.

Enquanto vestia o garoto, chapéu sentia frio e cócegas e acabava dando risada. Quando pôs a boina na cabeça dele ele fez uma cara de estranhamento e olhou para cima.

-Pronto aqui está! Vista-se, seu codinome agora é “Boina” ok? - O garoto dava um sorriso irônico de volta para o sorriso de Cory. - Essas pessoas ricas realmente são muito bregas.... Eu acho que vão cair direitinho no Boina.

–Esse negócio aqui sai? - Sua mão se aproximava do rosto de Boina e ele segurava seu pulso. - Ei, pera lá! - Seu tom era comicamente sério. - Não interessa se sai... Ninguém mexe nas minhas marcas de malandro!! - Os dois concordaram com o bandaid. - Droga, que ideia idiota foi essa de fazer uma tatuagem na cara sendo ladrão moleque?

Cory também trocou a roupa para uma camisa bastante úmida e gelada.

Os dois tremeram de frio e sentiram um arrepio ao mesmo tempo quando saíram do local. Cada um se abraçando com os próprios braços e batendo os dentes na direção do Rose Pub.

Boina teve o cuidado de trancar o local e de deixar as roupas mais ou menos da forma que havia se lembrado, e guardou suas roupas antigas em uma lata de lixo próxima ao estabelecimento.

Os dois seguiram tremeluzentes pela cidade durante um bom tempo até chegarem à frente do bar que seria seu alvo e sentirem o corpo se aquecer pela excitação de invadir o local.

As habilidades de ladrão finalmente entravam em ação.

Com olhares afiados, os dois observaram os seguranças focando todas as atenções à porta, e a forma como pouquíssimos deles se importavam com os arredores.

Foi só questão de tempo até perceberem que o movimento dos seguranças na janela específica que eles iriam invadir havia diminuído e que eles poderiam avançar na direção dela.

Boina foi à frente e Cory pôde assistir enquanto o garoto puxava seu molho de chaves para abrir uma janela muito bem guardada. A janela possuía uma estrutura de ferro que impedia completamente a visualização do que havia dentro dela. A única coisa que podia mover esta estrutura de ferro era uma trinca estranha que prendia a janela desta forma. Boina colocou a chave nesta trinca e a girou.

Nada.

O molho de chaves balançava barulhento e nada acontecia. O garoto começou a se desesperar cada vez mais conforme tentava girar a chave e o barulho do molho só crescia. - Maldição... - grunhiu - O Barman me enganou... E levou todas as minhas armas... - Seu tom era de quem tentava segurar o choro.

Um guarda se aproximava da visão periférica do gatuno que ficava de vigia.

- Eu nunca precisei dele mesmo!! - O garoto puxava um arame do seu cabelo e o colocava dentro da trinca. Tentava medir com o ouvido a forma como o arame se relacionava com o dispositivo e deixava a língua para fora tamanha sua concentração.

O guarda virava a esquina, indo em direção a ele.

Quando o guarda finalmente passou pela janela, os dois respiravam ofegantes de dentro do Rose Pub. As costas na parede e as mãos apoiadas como se segurassem à beira de um precipício os ajudavam a acalmar a tensão.

Um assustador cheiro de rosas entrava do lado de fora, pela janela ainda aberta, conforme os passos do guarda se afastavam. Ele não a percebera.

- Eu tive que fazer sujeira e arrombar a trinca... Não vai dar pra fechar a janela. - Falou ainda recuperando a respiração.

A janela dava para uma ante-sala que servia como depósito de mesas e cadeiras. Os dois podiam ouvir um barulho forte vindo da área do bar. O show já havia começado.

Um rock pesado tocava e, estranhamente, aquela banda parecia ser focada na baterista.

Adentraram o local onde vários ouvintes bebiam álcool e se espancavam. Do palco, uma mulher de cabelo raspado nas laterais em estilo moicano e pintado de rosa usava uma jaqueta de couro e tomava a frente na bateria. Os seus solos eram simplesmente hipnotizantes, e ela demonstrava uma habilidade tremenda com noção de tempo e agilidade para fazer viradas.

- A minha irmã está numa sala atrás do palco... - Foi tudo o que disse o garoto. Seu disfarce parecia estar funcionando e ele se mantinha afastado do resto do público, com as costas na parede, mantendo uma pose de pedante. Ninguém o notava talvez pelo fato de ele já estar dentro do bar, o que fazia todos assumirem que havia passado pela rigorosa segurança.

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Kiomaro Roshiro
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom   Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom - Página 3 EmptyDom 05 Abr 2020, 23:04

Janelas...




Aquela camisa úmida da lavanderia certamente tornava a noite fria ainda mais insuportável, tanto que era impossível não bater os dentes quando saimos da lavandeira. Confesso ter ficado impressionado com a organização de Boina antes de sairmos da lavandeira, ele era bom em cobrir seus rastros, embora eu não entendesse como alguem tão precavido assim tivesse uma “marca de malandro” tão reveladora no meio do rosto... “adicionarei a pergunta *por que você não escolheu colocar a marca de malando no braço ou no cóccix seu imbecil?* na minha lista perguntas relevantes sobre o moleque...”

O frio ultrapassava até meu casaco de forma intensa, sentia congelar a ponta dos dedos e meu anel na mão direita ficando gelado, mas fui aquecido pelo calor da excitação de finalmente chegar no Pub, prestes a realizar meu primeiro assalto longe de Kouha e seus amigos em 7 anos, por coincidência esse me lembrava muito meu primeiro assalto... “Janelas até hoje me dão um certo desconforto...”. Tentava deixar meu mal relacionamento com janelas não atrapalhar o plano e deixei Boina ir na frente pois ele deveria ter uma chave, mas como nada poderia ser perfeito o moleque tinha sido enganado e isso me irritava levemente, pois era como se eu também tivesse sido enganado. “Aquele garçom... É por isso que eu nunca confio em miseraveis de bigode! Na verdade eu não confio muito em ninguem...”

Já estava começando a ficar apreensivo com a janela mas me mantinha controlado, pois Boina usou sua destreza para arrombar a trinca e avisou que esta não poderia mais ser fechada, não fecharia aquela janela nem que me pagassem, isso quase me custou a vida 7 anos atrás e eu não sou muito de insistir no mesmo erro...

Por fim estavamos do lado de dentro, tensos e quase lascados com aquele guarda que por pouco não nos vê... Recompunha-me aos poucos e ouvia o moleque dizer que a irma dele provavelmente estaria atrás do palco, onde uma mulher de visual alternativo tocava habilmente uma bateria que roubava a cena. O disfarce parecia estar funcionando bem, mas não arriscaria em mandar Boina na frente para averiguar a situação atrás do palco então eu mesmo assumiria aquele papel...  - Boina, eu vou na frente e assim que você ver *esse sinal* você me segue discretamente...- Sussurraria para o garoto e mostraria o sinal, seria como se eu estivesse coçando a orelha incomodado com a altura do som, para isso eu iria ilustrar a ação tombando a cabeça levemente a direita e esfregando a orelha com a palma de minha mão, esperaria ele concordar com o sinal e começaria os preparativos, afinal não podia simplesmente ir até o fundo do palco de cara lavada, precisava de uma pequena distração...  

Rodearia por entra as aglomerações de pessoas em volta do palco a procura de aparelhos de amplificação de som e fios que eu pudesse cortar com minha adaga para criar uma pequena falha tecnica que atrairia a atenção dos guardas o suficiente para abrir uma brecha. Caso encontrasse algum desses fios eu me manteria furtivo e olharia para todos os lados até ter certeza que não estava sendo vigiado e tentaria cortar com um movimento limpo de baixo pra cima com minha adaga, segurando o cabo com a mão esquerda em um formato de “U” de cabeça para baixo e passando a adaga no meio com a mão direita, assim que cortasse me afastaria do lugar sem pressa ou panico, tentando atuar de forma a parecer tão indignado com a falha técnica quantos as pessoas estariam ao meu redor, uma vez tendo instaurado o caos tentaria entrar no campo de visão de Boina e fazer o sinal para que me seguisse.

Caso não encontrasse nenhum cabo meu plano seria inflamar a discórdia entras pessoas que batiam cabeça no meio do show, fazendo aquilo sair de uma pequena interação entre os fãs para uma guerra que deveria ser contida pelos guardas... Para fazer isso eu iria até algum lugar que as pessoas estivessem fazendo o famoso ritual e procuraria no meio da bagunça um alvo bêbado, que poderia ser facilmente enganado por minha lábia. Me aproximaria desse alvo e desferiria um soco com uma força moderadamente elevada na sua nuca em seguida antes que ele pudesse virar de costas para ver quem havia-lhe dado o soco eu me esconderia atrás de um homem qualquer e começaria a rir falsamente. -Cara não precisava bater tão forte assim, agora ele vai querer revidar e você não vai gostar...- Diria segurando nas costas da pessoa na minha frente e olhando nos olhos do homem que eu havia agredido propositalmente na intenção de deixa-lo furioso com o inocente, quando sentisse o clima ficando tenso entre os dois me afastaria o mais rápido possível tentaria fazer o mesmo com outras pessoas também embriagadas, até aquilo se tornar uma briga generalizada, onde ninguém sabia ao certo por que estava batendo ou apanhando e esperaria os guardas virem acalmar a briga.  

De uma forma ou outra precisava daquele caos para poder invadir com segurança o fundo do palco, chamaria Boina com o sinal que havíamos combinado e começaria a segunda fase do plano, invadir a sala. Era justo pensar que a sala estaria minimamente vigiada com caos ou não, então teríamos que dar um jeito na segurança, andaria com chapéu até a porta da sala e caso estivesse fechada eu a tentaria abrir de uma só vez com muita confiança, caso Boina não quisesse me impedir para me dar um aviso sobre a tal sala.


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Uma vez aberto a porta eu analisaria a situação da sala, caso nela estivesse a irmã do Boina junto com alguns guardas eu abriria um sorriso e apontaria a faca para cima. - Ai droga... Acho que o banheiro não é aqui, vocês também estão procurando o banheiro?- Olharia bem nos olhos dos sequestradores esperando que eles viessem atrás de mim e do garoto. - Err... acho que não né? CORRE GAROTO!- Diria sarcasticamente no começo mas desesperadamente quando falasse com Boina para correr e iria rapidamente segurando ele pelo braço até a porta, em seguida me esconderia atrás da porta esperando os ou o sequestrador sair com pressa atrás da gente e quando ele deixasse a sala me trancaria com Boina e a irma dele na sala e olharia sorrindo para os dois enquanto travaria com as costas a porta e procuraria algum objeto como uma cadeira ou uma vassoura para trancar-la, caso ela não tivesse uma chave. “O problema seria sair da sala... Ah mas eu penso nisso depois!”

Caso a menina estivesse sozinha eu ficar muito aliviado, se ela estivesse presa tentaria desatar os nós ou algemas que a prendiam junto com Boina, que poderia se encarregar de abrir as algemas assim como fez com a janelas e eu tentaria cortas possíveis nós com a minha adaga. Uma vez que ela estivesse livre não perderia tempo e tentaria sair com ela do recinto o mais rápido possível, antes que algum guarda ou sequestrador aparecesse para nos impedir... Tentaria sair pela mesma janela que entramos “Espero que ela ainda esteja aberta... Não suporto janelas fechadas!-

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom   Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom - Página 3 EmptyTer 07 Abr 2020, 16:44


Narração - Cory Atom



- Boina, eu vou na frente e assim que você ver *esse sinal* você me segue discretamente... - A decisão de não mandar boina à frente no palco foi bastante acertada. O garoto simplesmente assentiu com a cabeça e se sentou em um banco, bebendo uma bebida que já estava na mesa e pela qual ele não havia pedido casualmente, como se realmente tivesse pago por ela. Antes do dono da bebida aparecer, Cory já havia virado de costas e seguia com seu plano em direção à caixa de som.

Atravessou uma concentração de pessoas que batiam cabeça nos solos da bateria em direção ao palco. Próximo aos equipamentos de som.

De repente a bateria parou. Todos os instrumentos a acompanharam. O som inteiro do ambiente foi suspenso, e ninguém falava nada.

Um toque na caixa e todos mexiam a cabeça ao mesmo tempo.

Silêncio absoluto novamente. Todos param.

Essa pausa breve se seguiu por todos os instrumentos juntamente com a bateria voltando ao mesmo tempo a tocar, e a platéia indo à loucura e a pequena aglomeração em que estavam se multiplicar em três vezes, tornando o ambiente muito mais hostil dentro daquele bate-cabeça.

Cory tampou os ouvidos para evitar os diversos sons e acabou recebendo cotoveladas de todos os lados, sendo arremessado em diversas direção diferentes e finalmente perdendo completamente a noção do espaço, entre sombras que se transformavam em cotoveladas e o som metálico dos pratos vibrando seus sentidos. A única parte de si que tinha certeza em estar funcionando era o seu tato, conforme girava em trezentos e sessenta graus, às vezes em apenas 180, às vezes apenas em 90, intercalando da direita para a esquerda e da direita para esquerda por diversas vezes e interrompendo o giro apenas quando recebia um novo golpe em outra direção.

Seu corpo estava completamente dolorido e roxo, e ninguém estava realmente tentando machucá-lo ali.

A música finalmente chegava ao fim, e todos paravam de girar e começavam a gritar com braços estendidos enquanto a baterista fazia algumas viradas na bateria como outro da música. Cory voltava a respirar e senti o corpo todo dolorido, principalmente na região das costas e das costelas.

Neste momento de pausa, ele podia notar os equipamentos de som em cima do palco. Seria quase impossível chegar ali sem ser visto, dada a comoção do público.

Olhava para Boina, que estava conversando com um grupo de quatro mulheres - uma delas parecia ter comprado a bebida que ele tomava - e percebia que todas a estavam tratando muito bem. Cory o percebia encarando-o por entre duas delas, com um olhar bastante afiado e recheado de desprezo. Afinal, o que ele estava fazendo pondo a vida de sua irmã em risco?

Àquela altura, percebeu na respiração funda de Boina um pensamento duro do jovem: A única forma de tirar a atenção do palco seria com alguma outra coisa dispersando o foco na música. No olhar de Boina, Cory percebeu que ele não hesitaria em tornar o gatuno a distração.

A música voltou e, mergulhando nos sentimentos trazidos por uma guitarra que berrava como uma harpia em pleno voo rasante, Cory Atom acertou um soco em um dos bêbados distraídos e mergulhou novamente nas sombras.  -Cara não precisava bater tão forte assim, agora ele vai querer revidar e você não vai gostar... - A guitarra estridente vibrava tímpanos, e Cory acertava um outro soco em um outro desavisado. As brigas começavam a se generalizar, e a confusão aumentava progressivamente, em mais um de seus mergulhos em direção à escuridão para fugir, a guitarra parecia levitar o ambiente ao seu redor com um sentimento roxo, sombrio e congelado que atingia sua espinha...

Não! Estava levitando de verdade. Oh, não! Aquilo era medo.

- Um garoto me disse que você estava fazendo confusão de propósito. - Um brutamontes dizia, acertando um soco no estômago de Cory e deixando ele cair no chão. Uma roda se formou em torno do garoto, com vários homens bêbados, alguns com jaquetas da mesma cor, todos com marcas de olho roxo, encarando-o. Sem ar e ajoelhado, Cory ouvia a guitarra voltar a tocar melodias mais velozes, como um incentivo à briga. Caso olhasse o palco, notaria um garoto tirando a boina e atravessando por trás da baterista, que também estava muito entretida com como Cory despistaria cerca de oito homens que o cercavam e o queriam morto.

Atrás da baterista, o garoto sem boina balançava um molho de chaves e tirava exatamente a mesma chave que havia dito ser a que abriria a janela. Encaixava-a na fechadura e girava, abrindo a porta.

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Kiomaro Roshiro
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom   Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom - Página 3 EmptyQua 08 Abr 2020, 16:11

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"Ah ladrões… imprevisíveis e desleais, eu devia ter suspeitado de você boina…". O fato era que todas as pistas estavam lá para que eu descobrisse, o garoto era escorregadio e não fazia nenhuma questão de esconder isso, desde o momento que comprei a adaga até a invasão  do Pub, ele sempre tinha uma desculpa, uma forma de sair por cima, ele analisava meus defeitos e usava-os contra mim. "Como pude ser tão ingenuo… Fui cego pela minha curiosidade e acabei me metendo em uma grande cilada…"

"Ah pai… você estar rindo com todo o ar de seus pulmões, não é mesmo? Desgraçado…" Eu me metia no meio da multidão de roqueiros selvagens a procura de cabos e isso me rendia diversos roxos ao redor do corpo devido o choque com as outras pessoas, infelizmente não encontrei nada que pudesse cortar, me ferindo à toa. "Roqueiros escandalosos…Eu nem fiz nada com vocês ainda!". Vez ou outra eu olhava para Boina tentando não perdê-lo de vista mas ele parecia estranhamente familiarizado com aquele ambiente, ele bebia e estava bem acompanhado. "Menino maluco… quer estragar seu disfarce é?"

Meu plano de criar distração estava sendo um sucesso! Após 3 ou 4 socos bem distribuídos a confusão começava a se espalhar entre a multidão e estava ligeiramente orgulhoso da minha ideia, até que algo inesperado aconteceu… Um sujeito gigante e forte disse que eu estava causando confusão de propósito e antes que eu pudesse reagir, fui agredido com um soco em cheio no estômago, que fez eu cair pateticamente no chão com uma ânsia de vômito que subia amargamente pela minha garganta.  Conseguia ouvir os risos de meu pai ecoando na minha cabeça que praticamente fazia a música ficar muda, era como aqueles momentos antes da morte onde tudo se silencia e entramos em introspecção absoluta, naquele momento não havia mais ninguém no Pub, apenas eu meu pai…

"Há certos momentos na vida em que temos certeza que eu estamos fodidos… esse era com certeza um desses momentos, não faço ideia de como vou me livrar dessa situação pai eu… VOU FAZER VOCÊ ENGOLIR ESSA RISADA DO CARALHO! ENTÃO VÊ SE CALA A BOCA E MORRE!"


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A risada derrepente ia embora e o som da banda voltava, ele era mil vezes mais silencioso que a risada de Kouha,  aquilo me deixava de sincero bom humor e me fazia sorrir um sorriso dissimulado e astuto, sabia exatamente o que fazer. "1, 2 ou 10… Não importa, veja e aprenda Kouha…". Tentaria me levantar com uma das mãos na barriga tentando sentir o quanto aquele soco tinha me afetado, tentaria também manter o queixo levemente inclinado pra cima para não demonstrar medo daquela situação enquanto olhava diretamente para o brutamontes com o mesmo sorriso astuto e antes que alguém pudesse vir por trás de mim e me segurar para eu me tornar um alvo fácil eu andaria em direção ao brutamontes com as mãos nos bolsos laterias do casaco até ficar praticamente colado com ele e o provocaria. -Por que eu tenho apanhar? Vocês parecem se divertir tanto batendo uns nos outros, eu apenas queria ajudar com a diversão…- "meu plano?  O irritar enquanto encurtava a distância para que seu golpe fosse repleto de aberturas e me desse oportunidade de contorna-lo pelas costas e fugir… espero que aquilo de movimentos previsíveis de certo agora pai…"

Haviam diversas formas daquele homem me atacar, eu havia praticamente entregado qualquer possibilidade de defesa encurtando a distância daquele jeito, mas o que ele não esperava é que eu havia guardado no bolso do meu casaco a adaga que aquele traidor do Boina havia me vendido, a usaria caso necessário embora não quisesse chamar muita atenção com um ferimento com faca dentro daquele estabelecimento…

Primeiro o mais óbvio, uma cabeçada! Com meu rosto tão próximo do dele ele provavelmente estaria louco para tirar aquele sorriso idiota da minha cara…Caso percebesse a intenção daquele ataque e ele por exemplo tomasse impulso com a cabeça e segurasse meus ombros para eu não fugir eu rapidamente aproveitaria a abertura para fura-lo na barriga e girar a faca um pouco acima do umbigo na intenção de fazer ele me soltar, assim que tivesse feito o corte guardaria a faca imediatamente, para não chamar atenção, sem desviar o olhar do brutamontes diria antes de passar por baixo de seus braços e correr para a multidão, me misturando a ela e despistando aquele bando de homens que me cercavam. -foi mal…Eu nunca disse que queria brincar de porrada igual vocês-

Eu podia receber uma joelhada ou um soco igual aquele que me derrubou no estômago ou no escroto eu teria que desviar para trás com salto. "ok, eu sei que isso deu errado da primeira vez e me rendeu um bom corte, mas dessa vez vou calcular bem a distância do salto…". Após efetuar o salto eu iria novamente encurtar a distância entre eu e ele mas dessa vez passando a adaga com um corte superficial em toda a extensão de sua barriga em sentido horizontal um pouco abaixo da linha do peito do brutamontes, aproveitaria o movimento de passar e a abertura que a dor provavelmente causaria para escapar contornando ele pelas costas e diria aquelas mesmas palavras antes de sair, mas dessa vez sem o olhar nos olhos, pois tudo deveria ser feito com agilidade e não tinha tempo para aquilo…

Se todos viessem em minha direção ao mesmo tempo, me cercando, eu tomaria a única ação possível de abaixar, esperando que eles colidissem entre si e fugiria após a colisão, mas se somente um deles viesse e me segurasse pelas costas eu iria aproveitar que estava com as mãos no casaco e seguraria a adaga firmemente antes de ele me prender com os braços e assim que fosse preso com uma chave de braço ou com uma imobilização que deixasse minha barriga exposta para socos eu iria dar uma facada na lateral direita da barriga do homem que estivesse me imobilizando e me desprenderia do golpe desviando no mesmo sentido da facada alguns segundos antes de ser atingido pelo golpe do brutamontes, fazendo com que seu golpe atingisse o amigo que me prendia. Se conseguisse escapar com sucesso daquele ataque daria uma boa risada e diria com sarcasmo. -Viu? Eu só estou tentando ajudar vocês a se baterem, nem precisa me agradecer… Agora se me dão licença eu tenho um assunto pra resolver com um certo boina…- em seguida iria me misturar a multidão até ter certeza que havia despistado eles.

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Quando conseguisse despistar os homens eu teria outra preocupação, ir atrás daquele miserável do Chapéu… E não era nem pelo fato de ele ter me traído, mas havia ficado muito curioso com o fato de ele ter acesso aquela parte de trás do palco e não poderia sair do Pub sem saber o que ele estava tramando… Com minha cara mais lavada eu iria até a parte de trás do palco ignorando qualquer segurança e tentaria abrir a porta que Chapéu havia destrancado com aquele molho de chaves, em seguida entraria e olharia bem para sala procurando o garoto, caso o encontrasse diria calmamente. -Então… Eu começo te dando a maior surra da sua vida ou você quer me contar primeiro por que me traiu e tem acesso a essa sala seu merdinha?- esperaria pacientemente a resposta do garoto para decidir o que faria com ele a seguir...

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom   Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom - Página 3 EmptySex 10 Abr 2020, 10:59


Narração - Cory Atom



-Por que eu tenho apanhar? Vocês parecem se divertir tanto batendo uns nos outros, eu apenas queria ajudar com a diversão… - Se levantava com bastante dificuldade e sua fala falhava em tons agudos por causa da falta de ar da qual ainda se recuperava.

Se moveu até o oponente com a audácia de uma rainha, e, conforme avançava diversas casas o distraindo com provocações, a guitarra atingia tons graves e um ritmo lento, dando destaque para o solo de bateria que se concentrava em rudimentos constantes na caixa, que aceleravam e se desaceleravam sempre se mantendo no tempo...

As mulheres que acompanhavam Chapéu se juntavam à roda para assistir, ovacionando os homens de jaqueta que cercavam Cory e o homem que o ameaçava diretamente, também com a jaqueta. O que o gatuno havia dito sobre eles quererem se espancar era falho; Eles eram companheiros e nunca brigariam de verdade na roda. As mulheres gritavam, mas de suas bocas tudo o que era possível ouvir eram a melodia grave e a caixa marcando a briga como um tambor de guerra de tom médio.

Se deslizando através da dor, das luzes do bar e principalmente do som pegajoso da guitarra, acertou a testa contra a testa do oponente com toda a força. Um instante antes de acertar a testa contra do oponente, podia ouvir a forma como os rudimentos estavam acelerados. Acertando-o, sentiu a caixa desacelerar de uma forma impossível.

O corpo do ladrão pendia para trás, com toda a sua força do próprio golpe voltando contra si.

Mergulhava de costas na escuridão entrecortada pelas luzes do palco, se ancorando na guitarra pegajosa, com o universo inteiro girando ao seu redor, e a bateria voltando à sua velocidade natural conforme despencava na semi-inconsciência... Apenas para voltar dela ainda de pé, mas por bem pouco.

Sua visão voltava e podia ver as garotas com cara de dor, como se sentissem ela pelo próprio Cory. Mas duas coisas tiraram sua visão delas: A primeira, uma gota de sangue escorrendo da sua testa sobre seu nariz, impedindo sua visão periférica. A segunda, o corpo massivo do musculoso de jaqueta, tampando completamente sua visão das garotas conforme sua silhueta crescia sobre o gatuno.

Com um corte quase cinemático causado pelos seus olhos piscando, a visão do garoto saiu da silhueta para o rosto do musculoso. Ele tinha uma risada incrédula no rosto. - Você é louco, não é?

Em um novo corte de cena, tudo se tornava escuridão.

O punho do homem se afundava na testa de Cory e ele despencava de vez na escuridão, caindo estatelado no chão com os braços abertos, se arrastando e batendo de costas até se chocar contra quatro dos homens de jaqueta que o cercavam do outro lado.

Desta vez a música não desacelerou, mas sumiu, e o tom grave se tornou o agudo da dor na testa, e as luzes que entrecortavam a escuridão pareciam explodir em sua mente dolorida.

- HAHAHAHAHA!!! - Os homens comemoravam a dor de Cory, que possuía pouquíssima resistência para enfrentar um brutamontes com uma cabeçada.

...Muito embora Cory pudesse se mover como uma Rainha, seus movimentos eram específicos e imprevisíveis como os de um Cavalo, e ele não conseguia calcular bem nem mesmo para onde estava indo graças à própria sinuosidade com que se movia, se impressionando com os riscos justamente por não calcular sua própria imprevisibilidade. Afinal, o oponente não teria porquês para segurar seu ombro, como havia previsto, não é mesmo? Então para quê se proteger de algo tão específico?

Sua consciência voltava aos poucos... A escuridão voltava para o lugar dela, assim como as luzes, e Cory tinha uma última chance de vencer aquela roda. A guitarra soava irônica, como se risse dele também. O clima rítmico voltava a se concentrar no bumbo e no chimbal também, tomando para si um groove animado. A banda desafiava Cory, a roda desafiava Cory, as moças que Chapéu havia conquistado com o disfarce feito por ele desafiavam Cory, a porta ainda aberta desafiava Cory. - Eu estou te assistindo, filho. E está muito engraçado. HAHAHAHA!! - Ele havia ouvido mesmo aquela voz??


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- Cindy Vallar  

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom   Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom - Página 3 EmptySab 11 Abr 2020, 17:00

~flashback~

"Algumas lembranças são dolorosas".

Yakira Town assombrava a cabeça de Cory mesmo quando ele não pensava muito naquela época, pois causava uma enorme dor psicológica, a dor de não ser aceito dentro de casa, de não ter um sobrenome e não ouvir a voz de sua mãe, não podia esquecer, é claro, da surra que levou dos capangas de Nero… As lembranças com Kouha sem dúvidas não ficam atrás no quesito "dor", mas Cory fazia questão de lembrar embora não admitisse. Seu primeiro treino com faca era um exemplo desse tipo de "dor".

-Aaaai meu nariz! Kouha você é mal…- Cory caia no chão, seu nariz sangrava muito e seus olhos lacrimejavam, ele tinha cerca de 13 anos na época. -HAHAHAHA Cory você é um chorão… levanta seu moleque!- Provocava Kouha, ele estava desarmado e de punhos erguidos e serrados na direção de Cory, por outro lado o garoto estava armado com uma faca cega, não sabia muito bem como manejar a arma, era sua primeira aula e a faca era cega não para ele não ferir Kouha mas sim a si próprio. Eles treinavam sob o sol no navio de Kouha que navegava pelo mar no East BLUE. O convés do navio era espaçoso e o bando fazia uma roda cercando os dois de forma amigável, torciam para ambos com igual intensidade. -Vai Cory levanta!-  provocava os amigos de Kouha, mas o garoto não queria sair do chão, motivo? Ele sabia que era impossível confrontar Kouha, ele tinha quase o triplo de sua experiência e talvez o sêxtuplo de sua força, se levantasse tomaria outro soco e cairia novamente, Cory conhecia os limites de sua força, mas não de Kouha, isso o apavorava. -Cory! Se isso fosse uma luta séria… Você acha que o soco seria mais leve do que esse que eu te dei agora?- Kouha deixava a postura de combate e trocava o sorriso do rosto por uma expressão seria, olhando de cima para baixo o garoto caído com a mão no nariz tentando estancar o sangramento. Na época a lembrança do dia que foi roubado pelos guardas de Nero ainda estava fresca na sua mente, ele lembrava da dor e da humilhação, era como se ainda pudesse senti-la. -Nem precisa me responder eu sei no que você está pensando, escute com atenção Cory, você é um ladrão, ninguém sentirá pena de você! Se você cair ficará assim pra sempre se não levantar…- Kouha parecia ler a mente de Cory, mas não aliviava o treino e vinha em sua direção com um chute forte mirando a cabeça do pequeno Cory, todos fechavam os olhos temendo o estrago que aquele golpe faria. Um segundo se passou e ninguém ouviu o barulho do impacto, todos abriram os olhos e viram Cory agarrado na perna de Kouha como um carrapato, mordendo ferozmente a batata da perna do ladrão. -aiaiai! Cory seu idiota! O treino é de faca, use a faca! Saaaai!- Berrava Kouha balançando a perna de um lado para o outro tentando tirar Cory da sua perna, todos riam muito da situação.

Quando Kouha finalmente tirou o menino de sua perna lançando ele longe, Cory correu em sua direção com um olhar furioso e a faca acima da cabeça tentando apunhala-lo, mas sua mão foi segurada por Kouha que apertou forte fazendo a faca cair no chão. -Nada mal…- Kouha ficou de joelhos e pegou a faca do chão enquanto segurava o braço de Cory e a oferecia de volta com a lâmina voltada para trás.-Tome… Jamais exite em usar a faca em uma luta, em vez de morder fure da próxima vez idiota!- Kouha estava irritado mas era descontraído, deu um cascudo na cabeça de Cory com força e encerrou o treino por ali, Cory rolava de dor e coçava a cabeça.

~fim do flashback~

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"Hã? eu cai?" Lembrava de pouca coisa antes de recuperar a consciência," levei uma cabeçada e um soco certo?" Agora estou despencado no chão… Aquela cena toda me lembrava meu primeiro treino, a diferença era que ninguém torcia por mim, era como Kouha havia me alertado, "na vida real ninguém sentirá pena de você!". Eu havia decidido não usar minha arma para não causar um escândalo dentro do Pub, mas aquela situação estava saindo do controle e não me deixava outra opção, estava na hora de provar quem eu realmente era… um ladrão!

Aos poucos sentia meus reflexos voltando ao normal, significava que ainda me restava uma oportunidade de virar aquela luta! Mais pessoas se aproximavam do lugar e isso era ruim… Sair de lá sem levantar muitas suspeitas estava praticamente fora de questão agora. Sentia a risada do meu pai agora se intensificar de forma que agora ele até pronunciava algumas provocações. "Já entendi pai… eu vou usar"

Enquanto ainda estava estirado no chão tentaria limpar um pouco do sangue que escorria da minha testa com a manga do meu casaco, na tentativa de melhor minha visão do que estava ao meu redor. Assim que realizasse o movimento de limpar o rosto eu tentaria ficar de joelhos, mantendo a atenção plena na movimentação de toda a roda e levaria minha mão ao bolso direito do casaco, agarrando firme a adaga que estava lá dentro, dessa vez não estaria sorrindo, manteria o rosto baixo e o olhar fixo no brutamontes a minha frente com um semblante facial sério, dando àquela batalha ares de um confronto verdadeiro.

Como estaria de joelhos estava vulnerável a ataques de cima para baixo. Caso eu fosse alvejado com um golpe desse tipo, vindo de frente eu desviaria com um rolamento em direção ao agressor encurtando nossas distâncias, levantaria enquanto agilmente sacaria a faca do bolso, apunhalando-o uma única vez na barriga,esperando causar um sangramento considerável na região. Aproveitaria a vulnerabilidade causada pelo dano e tentaria render o homem indo para as costas dele e pressionando a faca contra o seu pescoço. -Se eu fosse você cuidaria rápido desse ferimento, já vi gente morrendo por bem menos…- sussurraria no ouvido do homem e em seguida chutaria ele para o meio da roda, esperando que seus amigos tentassem ajudá-lo e eu conseguisse fugir em direção ao palco, apontando a faca para quem tentasse me impedir e furando se tentassem me segurar.

Caso o golpe viesse de cima para baixo por trás eu tentaria também desviar com um rolamento, só que dessa vez um rolamento para a lateral, tentando golpear o membro que a pessoa usou para me atacar com a adaga, rasgando o membro de baixo para cima tentando fazer um ferimento superficial, porém extenso que causaria enorme dor. Em seguida me levantaria me apoiando na pessoa que eu conseguisse ferir, tentando derruba-la fazendo força para baixo com os braços. Se conseguisse derrubar a pessoa subiria em cima dela e colocaria a lâmina em seu pescoço a rendendo completamente. -abram caminho ou eu mato o amiguinho de você…- ameaçaria olhando em direção aos roqueiros no sentido do paco, para que a abertura fosse feita por lá e eu pudesse ir logo atrás do maldito do Chapéu… "Mesmo eu não sendo a pessoa mais ameaçadora do mundo uma faca no pescoço assusta qualquer homem…"

Se eu fosse alvejado com um chute, em qualquer direção eu tentaria seguir o conselho de Kouha. "Ao invés de morder fure!" e posicionaria a adaga na direção do chute, usando a minha força e a força do golpe da pessoal para fazer um furo profundo na perna. Em seguida tentaria tirar a adaga da perna da pessoa e pegaria sua outra perna e puxando-a para cima, tentando derrubar o agressor. Se conseguisse derruba-lo faria a mesma ameaça e tentaria correr em direção ao palco, atrás de chapéu.

Se ninguém tentasse me bater enquanto eu não estivesse de joelhos ficaria então de pé, com a adaga ainda escondida andaria novamente em direção ao brutamontes, mas dessa vez sem ironias, apenas um olhar neutro. Se ele tentasse me socar desviaria para os lados e se tentasse me chutar também, assim que tivesse próximo o suficiente cortaria sua barriga, em seguida rendendo-o por trás e ameaçando seus amigos a me deixarem ir se não o mataria, da mesma forma que faria em outros cenários.

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Uma vez que estivesse livre eu iria atravessar a porta atrás de chapéu e quando o encontrasse apontaria a faca que provavelmente estaria ensanguentada para sua testa. -Oi boina... Vai me contar por que me traiu antes ou depois de eu te furar seu maldito?!- tentaria retomar o bom humor naquele momento e abrir um sorriso entreaberto para o garoto.

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom   Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom - Página 3 EmptyDom 12 Abr 2020, 12:05


Narração - Cory Atom



Tu.. Turá... Tu... Turá... Tu... Turá... Tu... Turá.. A perna deslizou através do blues irônico e da risada ritmada das baquetas em direção ao gatuno ajoelhado. A música parou e as luzes se acenderam, conforme a bateria saía do tempo. Tu....... Turá.... Tu....tu.... rá... Tu... Tu... a baterista arregalava os olhos de cima do palco, assistindo o espirro de sangue da soma das forças de Cory com o inimigo, a faca mergulhada na canela do oponente.

Horrorizados com a visceralidade gráfica do ferimento e com a surpresa da reviravolta todas as risadas se assustavam. O sangue espirrou na expressão neutra de Cory conforme ele trazia sua arma de volta do tutano e empurrava o brutamontes para cima da própria roda que o prendia.

A roda se abria, e as pessoas que estavam aproveitando o show ao redor finalmente podiam presenciar o que acontecia dentro dela.

- AAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHH - O homem gigantesco berrava com uma voz tão aguda quanto a de Chapéu. Não precisou pedir para que eles abrissem caminho, simplesmente atravessou por entre eles na direção do palco.

Quando subiu na plataforma em que se dava o show até um pouco antes, a baterista o encarou no fundo dos olhos com uma expressão de satisfação. O resto da banda permanecia paralisado, e os seguranças finalmente se aproximavam da roda em que o inimigo de Cory estava rendido com os outros brutamontes.

Cambaleou através da porta com dificuldade, passando bem ao lado da boina no chão, e assim que entrou no quarto notou apenas uma janela escancarada e lençóis cor-de-rosa amarrados em uma corda. Ao encarar a janela, podia ver Chapéu e uma garota loira correndo para longe.

O sangramento em sua testa continuava descendo, e suas pernas começaram a fraquejar. Bambeando e apoiado à janela, Cory descia pouco a pouco, os joelhos se dobrando contra o seu controle... - Apesar de tudo você foi muito bem, garoto...

As dores se tornaram insuportáveis contra sua pouca resistência. Cory já havia provado para si mesmo e para os adversários como conseguia ter dano e velocidades acima do normal. Mas após tantos ataques consecutivos seu corpo não havia como aguentar.

.

....
.......

_________________________

Acordou no quarto em que havia desmaiado, deitado em uma cama cor-de-rosa e em um lençol com desenho de flamingos.

Podia sentir as bandagens em seu corpo, havia sido tratado.

Além das bandagens, também podia sentir a algema que o prendia à estrutura de ferro da cama.

- Eu pedi para conversar com você pessoalmente. - Uma voz conhecida soava em uma cadeira à sua frente. - Iriam te matar, mas quando encontraram um cartão da Famiglia Profiacce em suas roupas acabaram perguntando para mim o que fazer. - O mafioso que havia encontrado no começo da aventura fumava um charuto e deixava as cinzas caírem no chão, encarando Cory no fundo dos olhos. - Invadiu a nossa segurança. Isso me surpreendeu. Venceu os arruaceiros sozinho. Parabéns... - Sua voz ainda era fria, séria, mas irônica. Uma indiferença incômoda e passivo-agressiva era clara. - Mas eu estou procurando motivos para te perdoar... Você roubou as chaves de mim? Você é um dos doze? Qual a sua ligação com Chapéu e... - Se levantava da cadeira de forma agressiva e explosiva e se aproximava a passos pesados de Cory. - ... Como diabos nós iremos participar do torneio dos doze se agora não temos mais pista alguma?? - Falava em um tom que dava a entender que Cory devia aquilo à máfia.

Em um criado-mudo, a boina de chapéu se encontrava virada para cima.

Considerações:
 

personagens:
 

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom   Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom - Página 3 EmptyDom 12 Abr 2020, 22:57

"Viu pai… Eu não mordi…"  pensava enquanto a faca atravessava a pele do brutamontes, por dentro estava satisfeito," todo o treino e dor afinal não tinham sido em vão…", por fora meu semblante  esboçava indiferença, a adrenalina e o desespero não permitiam meu rosto sorrir, eu não era um psicopata e ver o sangue meu e de outra pessoa me causava um enjoo terrível. Ao render o maldito roqueiro e corri para a sala que chapéu havia ido, tive a leve impressão de ver a baterista sorrir pra mim enquanto eu ia atrás do moleque, como se estivesse satifesta com algo que eu fiz ou simplesmente com o sangue derramado…

Vi a boina no chão e a janela aberta, ao me aproximar vi o infeliz correndo com uma loira para longe, bem longe… me enchi de ódio e cansaço, todo meu esforço… a toa… "merda de moleque insuportável…".

O chão frio daquela sala pelo menos era mais macio que as palavras de Kouha. "Você foi bem garoto? Cala a boca… Eu… Perdi…" O chão por fim me abraçava com um abraço frio e melancólico, legitimando minha derrota

~Sonho~
" Esse era um sonho recorrente, Cory sonhava com isso pelo menos uma vez por mês…"

-Hã que lugar é esse?- Estava em uma sala escura, amarrado em uma cadeira desconfortável, sentia uma luz crescer no fundo da sala, era uma porta abrindo, de lá entrava um homem mascarado... Nero! -Então você acha que pode entrar na minha mansão e mexer nas minhas coisas moleque?- Ele andava em direção a Cory com uma faca na mão, lentamente, atrás dele vinham o antigo pai de Cory e sua mãe. O pai de Cory repetia "você é fraco…" com um tom de voz sussurrado que ecoava na cabeça de Cory. A sua mãe ficava calada, olhando com desprezo o menino e Nero se aproximava ainda mais. -Vou começar arrancando seus dedos…- dizia Nero com sua voz rouca e abafada pela máscara, a faca ia em direção a mão de Cory, quanto mais ele tentava gritar mais alto ficavam as palavras de seu pai…

Mariposas entravam pela abertura da porta e ela então se fechava... tudo ficava escuro… O som da faca cortando Cory e o bater de asas das mariposas tomavam o lugar seguidos de um grito histérico e em seguida o silêncio novamente…

~fim do sonho~

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Despertava de sonhos intranquilos em uma cama rosa, em um quarto que lhe era familiar, com uma voz também familiar, tentei até sorrir ao perceber que estava vivo, mas perdi o bom humor ao ver o mafioso inflexível. "Inferno… Preferia voltar pro sonho, esses mafiosos tem alguma coisa contra mim…". De qualquer forma já estava mesmo lascado e algemado, não havia outra opção que não ouvir o que o inflexivel tinha a dizer. -Torneio dos doze… ah era pra isso que eu vim aqui! Mas o filho da p#@# do boina….Quer dizer, chapéu...- diria enquanto olhava pra boina que estava no criado-mudo parecendo estar ali de propósito, relembrando os acontecimentos da noite passada. -Bem… digamos que ele me enganou..- diria com um tom de voz um pouco melancólico, mas tentaria arriscar no sarcasmo em seguida. -Vocês mafiosos tem alguma coisa contra mim é? Primeiro o Nero quase arranca minha cabeça em Yakira e agora você com esse papo de "como vamos participar do torneio agora?" me prende numa cama de flamingo!- tentaria parecer indignado com o fato de que sempre acabava me metendo com algum mafioso e atuária imitando a seriedade excessiva do mafioso quando me perguntava sobre o torneio. -Eu não sei nada sobre esse tal torneio ok? Era pro vagabundo do chapéu me contar quando a gente resgatasse a irmã dele nesse quarto aqui, mas ele me passou a perna então estamos os dois igualmente fodidos… Agora dá pra me soltar pra eu ir atrás do infeliz e colar a cara dele no asfalto?- diria por fim apontando com os olhos para as algemas que me prendiam à cama e aguardaria a reação do mafioso inflexível.

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom   Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom - Página 3 EmptyTer 14 Abr 2020, 12:01


Narração - Cory Atom



Os mafiosos conseguem ser bastante perversos e inescrupulosos na maior parte das vezes. Mas se há uma moeda de troca para tais domadores do submundo que vale mais até do que o próprio dinheiro, é uma boa demonstração de sinceridade e lealdade.

De forma completamente impulsiva a explosão de Cory, que parecia não saber disso, acabava se tornando a última saída possível da situação.

-Torneio dos doze… ah era pra isso que eu vim aqui! Mas o filho da p#@# do boina….Quer dizer, chapéu... - O mafioso encarava a explosão com suspeição, lendo sua linguagem corporal com seriedade e atenção.  -Bem… digamos que ele me enganou.. - Com uma expressão de incredulidade ele segurava a aba do chapéu, em uma demonstração de respeito. -Vocês mafiosos tem alguma coisa contra mim é? Primeiro o Nero quase arranca minha cabeça em Yakira e agora você com esse papo de "como vamos participar do torneio agora?" me prende numa cama de flamingo! - O homem soltou o chapéu e mudou o rosto de forma a encarar Cory centralizando um dos olhos, assistindo cada vez mais minuciosamente.. - Eu não sei nada sobre esse tal torneio ok? Era pro vagabundo do chapéu me contar quando a gente resgatasse a irmã dele nesse quarto aqui, mas ele me passou a perna então estamos os dois igualmente fodidos… Agora dá pra me soltar pra eu ir atrás do infeliz e colar a cara dele no asfalto?

A seriedade do mafioso se quebrou completamente, e ele acabou soltando um suspiro. O suspiro soava como uma risada, e, dado o contraste com a sua seriedade típica, aquele simples ato pareceu um gargalhada pra Cory. Balançando a cabeça com um sorriso ainda incrédulo, o homem tirou o chapéu da cabeça e começou a assistir a parte interna do chapéu.

- Ora, ora, ora... Mais um bandido enganado por Chapéu, hã? - Colocava uma das mãos na cintura e posicionava o chapéu na cabeça novamente, ainda com uma risada na expressão. - Sabe por que o nome dele é Chapéu, garoto? Ora... Garoto... - Seu riso se tornava amargo e apenas um dos lados do seu lábio superior estava levantado para mostrar os dentes em um misto de comicidade com nojo. - O nome dele é Chapéu pois ele se apodera da cabeça dos malandros!! - Arregalava os olhos como se revelasse algo óbvio. - Todos os malandros, ladrões e ratos do submundo se identificam com o maldito! A maioria não resiste ver a si mesmo, como eram quando crianças, e tentam salvá-lo! Sem nem perceber que estão sendo usados para praticar os roubos dele, para serem postos em enrascadas e roubados por ele no fim! - Se virava de costas e ia andando em direção ao criado mudo. - Eu acredito em você... Acredito mesmo... Você é novo na ilha, não sabe muito de como funciona... E essa demonstração de raiva... - Balançando a cabeça ele suspirava novamente, como se falasse ''uou'' - ...Realmente amadora. Apenas um idiota responderia assim à máfia estando amarrado... Mas eu valorizo isso. Valorizo a forma como você invadiu.. Respeito sua tenacidade, garoto. Respeito mesmo... Um idiota à moda antiga... Do tipo que se pode confiar... - Falava em tom de elogio, mas cabia a Cory interpretar. - Eu vou te soltar.. - Virando-se para Cory, tirava a chave do seu sobretudo e tirava as algemas do garoto. - Veja... - Colocava uma das mãos no rosto de Cory e o encarava no fundo dos olhos, se aproximando quase como se fosse beijá-lo. - Nós chamamos a IronMaiden em um acordo. Nós vamos fazer uma coalizão com o grupo dela para encontrar a Liga... Seja ele qual for... Ela pode ficar com o dinheiro, a máfia não se importa com isso. Nós só queremos pistas para ir atrás do maior ladrão de todos... Aquele que criou o torneio... Tê-lo do nosso lado, ou ao menos abatê-lo.. Poderia nos fortalecer bastante... - Se aproximava ainda mais do gatuno, ao ponto em que ele podia sentir sua respiração bem de perto. Sua mão segurava o rosto dele com força. - E nós podemos te usar, uma completa surpresa, um rosto desconhecido, que nenhum dos grandes ladrões pode prever ou conhecer as habilidades... Como uma forma de roubar todos eles em segredo. Nossa grande carta na manga... - Suas habilidades em atuação podiam fazer Cory perceber a atuação precária do outro lado. O homem estava mentindo e provavelmente queria usar Cory como bode expiatório. - ... Eu gosto de você, garoto. E você é o único que pode nos ajudar... Mas, para isso, primeiro precisamos descobrir com Chapéu aonde será o maldito torneio.. - O homem andava na direção do criado mudo e pegava a boina. - Espero que não caia de novo no papo do maldito... Ponha uma boina nele, pergunte sobre sua marca de malandro e acredite ser uma ingenuidade, deixe que ele o roube... Mas o único erro que não se pode cometer perto do maldito é acreditar nele mais de uma vez. - Dava um riso amargo, como se já conhecesse o modus operandi da criança e já o tivesse visto usar contra vários ladrões dezenas de vezes. - Espero contar com você, garoto. - Começava a sair do quarto com a boina na mão e abria a porta, prestes a sair. - Fique com isto de lembrança. - Lançava a vestimenta sobre Cory já saindo...

Até que algo o fez parar.

Quando a boina caiu sobre o colo do ladrão, um som de chaves soou dela.

Haviam chaves ali dentro. Algo que o garoto havia deixado.

- Oh, não... - Girava sobre os calcanhares e voltava a encarar o ladrão com as duas mãos na cintura, se aproximando bem dele. - Mas que diabos...

Afinal, de onde poderiam ser aquelas chaves? Se o gatuno soubesse, diria para o mafioso? Quais as razões de Chapéu ter deixado as chaves com ele? O garoto merecia sua confiança? Cory merecia a confiança do mafioso, que agora, parecia estar ao lado de Chapéu em uma grande trama? E, principalmente, caso todas as respostas fossem negativas, como nosso herói sobreviveria à própria curiosidade e lidaria com todas as forças que o cercavam... Diante daqueles olhos atentos que o assistiam de perto, à busca de mentiras...  

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- Cindy Vallar  

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Kiomaro Roshiro
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Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom


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O mafioso inflexivel


Vez ou outra Kouha vinha ensinar um jogo no qual ele jamais havia perdido para o pequeno Cory, o nome do jogo era "xadrez". Se havia um ensinamento importante a ser extraído do jogo era:

"Por maior que seja a vantagem de seu oponente no xadrez, basta um movimento errado para que o jogo vire completamente, seja por um rei mal posicionado ou por um sacrifício equivocado, por isso tanto no xadrez quanto em uma guerra não abaixar guarda até o último momento é fundamental! Esteja atento até render a última peça…"

Minha situação naquele momento com a máfia me lembrava as partidas de xadrez com Kouha. O miserável sempre obtinha uma vantagem esmagadora sobre mim e tudo que eu podia fazer era jogar na defensiva, esperando uma brecha para tentando virar o jogo, mas Kouha nunca deixava uma ponta solta e eu sempre acabava sendo humilhantemente derrotado…

Com o mafioso, entretanto, era diferente! Ele havia cometido um erro grave de não perceber as chaves escondidas na boina e agora elas estavam em minhas mãos, o mafioso precisava de mim e eu por outro lado nem tanto assim dele, ser feito de marionete novamente não era uma opção...

Eu havia aprendido uma importante lição com chapéu: "Não seja escravo da sua própria curiosidade". Embora fosse algo instintivo e eu simplesmente não conseguisse controlar, abordaria esse meu instinto sem assumir riscos muito cegamente como fiz com chapéu.. -Me usar é?...- Diria ao mafioso em tom de ironia abrindo um sorriso lentamente. Naquele momento toda a sala se tornaria um grande tabuleiro de xadrez aos meus olhos e eu seria um bispo na grande diagonal do tabuleiro, protegido por uma peça chave e ameaçando duas peças inimigas ao mesmo tempo.

-Desculpe mas eu não estou interessado em ser bode expiatório da máfia… Nada pessoal, só um pequeno trauma de infância - levaria minha mão à boina e tiraria de lá as chaves, mostrando-as ao mafioso e mantendo meus reflexos atentos para caso ele tentasse pegá-las de minha mão, tirando-a de seu alcance caso necessário. -Por outro acho que você estaria interessado em saber o que essas chaves abrem…- Diria em tom de barganha ao mafioso, me levantando da cama esperando e ele estivesse disposto a ouvir o acordo. -Vou atrás do puto do chapéu com essas chaves e volto com informações que você tanto precisa…- guardaria a chave no bolso do casaco e também a boina como recordação, aproveitando para verificar se estava com minha adaga ainda. -Mas não ache que sairá de graça! Quero que você use seus contatos de mafioso para financiar um barco e alguns milhares de berris para eu sair dessa ilha…- Sabia que estava na posição perfeita para negociar com a máfia, chapéu era uma peça fundamental no jogo deles e eu sabia como chegar até ele. -também quero minha adaga de volta…- Diria caso não estivesse com ela e pegaria assim que ele me devolvesse.

Caso a negociação funcione eu ficaria contente e iria me dirigir até a porta, mas ainda desconfiaria do mafioso, afinal eu não estava negociando baixo e a chance de ele me passar a perna era incrivelmente alta. - Como sei que você não vai tentar me enganar igual Chapéu fez? Qual é a garantia de sua palavra?- o olharia nos olhos sem meu sorriso típico e constante, evidenciando minha clara desconfiança. Após ouvir o que o homem tinha a dizer eu deixaria o quarto e iria até o bar atividades legais.

Caso a negociação fosse um fracasso eu ainda tentaria insistir. -Bem… Boa sorte tentando achar chapéu sozinho…- Diria tentando fazê-lo repensar se valia mesmo a pena perder uma chance daquelas de encontrar chapéu. Caso ele viesse com outra oferta eu ouviria claramente e procuraria pensar no seu caso. -Vou pensar no seu caso senhor mafioso inflexivel… De qualquer forma em breve estarei de volta com a informação que você precisa sobre o torneio esteja pronto para negociar até lá…- diria usando toda minha lábia e por fim deixaria o quarto, indo em direção ao bar atividades legais…


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Chegando no bar daria uma boa olhada em volta a procura de chapéu, mas não esperaria o encontrar tão facilmente, então iria me sentar em uma mesa qualquer e assoviar para chamar o garçom. De forma amigável e com um sorriso gentil no rosto, atuando de forma a parecer um cliente comum faria o seguinte pedido. -Ola senhor Garçom… poderia me dizer para que servem essas chaves aqui e aonde está o filha da p$#@ do chapéu, fazendo o favor?- Diria como se estivesse fazendo um pedido normal para não causar confusão no bar e com a mão esquerda mostraria a chave para ele, enquanto com a direita o ameaçaria com a adaga, apontando-a furtivamente para sua barriga.



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