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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Capítulo I - Surgem os Eternos!

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AutorMensagem
ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Capítulo I - Surgem os Eternos!   Capítulo I - Surgem os Eternos! - Página 3 EmptySex 07 Fev 2020, 22:33

Relembrando a primeira mensagem :

Capítulo I - Surgem os Eternos!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Marte, Ishin Murasaki e Ryuzaki Loster. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Ripper
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Surgem os Eternos!   Capítulo I - Surgem os Eternos! - Página 3 EmptyQui 26 Mar 2020, 15:54


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Hora da confusão?
Post - 06





O plano era concordado e chegávamos ao fim de sua elaboração. Stuart mostrava com movimentos sutis com a cabeça um tronco que serviria ao meu propósito, algo que  ao menos se assemelhasse a uma espada e facilitasse meu combate. Com o pedaço de madeira em mãos, eu manipulava-o contra o ar, tentando compreender e memorizar o peso daquela arma improvisada.

“Agora certamente pareço o abominável homem das neves”

— HAHAHAHA! Vamos! — dizia enquanto o pensamento saía de minha mente.

Aquele local certamente não havia sido feito para alguém do meu tamanho. A altura das pequenas árvores atrapalhava a minha visão e pouco era possível enxergar mais a frente. Fiquei dependente dos sentidos e da experiência do pequeno adulto. De qualquer forma, não demorou muito para que ele entrasse em um estado de alerta, rapidamente, sumiu do raio de percepção e, tão rápido quanto, um quinteto se despunha em minha frente. Com palavras ameaçadoras, a aparente líder fazia seu primeiro contato.

— Render?! HAHAHAHA! Vamos, vamos! Tu capturastes alguém que é de minha importância, nada mais justo que o soltem ou que eu também pegue um de vocês, não achas? — a verdade é que sabia no que aquela situação levaria, já havia passado por tal coisa antes, meu sangue começava a ferver com a expectativa, meu punho fechava-se com mais força, esmagando em parte o tronco que segurava, o ar de minha respiração ficara mais pesado, as sobrancelhas  ficavam baixas e mais juntas, o brilho em meu olhar era notório e, em tom ameaçador, diria caso nenhuma das minhas requisições fossem acatadas:
— Não entendestes?! EU! ESMAGAR! VOCÊS!

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A intimidação era uma arte. Uma arte na qual eu havia vivido na sua forma mais pura, uma forma de resolução de conflitos comum em meu povoado. Minha vontade era esmorecer a vontade daqueles selvagens, mesmo que eles não se rendessem, se apenas um deles perdesse um pouco da confiança, teria valido a pena. Mas, percebendo a eminência e inevitabilidade de um conflito físico, eu não hesitaria em tomar a primeira atitude.

Utilizando a aceleração provida pelos Deuses, dispararia em direção do quinteto, utilizando o enorme corpo para separar a sua formação que se mostrava posta. Para me proteger, tentaria golpear suas armas utilizando meu tronco, tentaria diminuir ao máximo os danos sofridos. Minha investida jamais terminaria comigo no meio do grupo, aquela seria a pior situação possível, estar cercado pelo grupo. Se possível, terminaria o mais próximo possível do arqueiro selvagem, tirar ele de combate seria o principal objetivo inicial, pois ele seria aquele que poderia responder mais rapidamente ao ataque do meu aliado que estava oculto. E, se ainda houvesse tempo, balançaria o tronco horizontalmente, tentando golpear o corpo do arqueiro.

A todo momento, tentaria estar atento aos golpes adjacentes, tentaria me defender utilizando o tronco, contra golpeando de forma que conseguisse desviar as lâminas de meu corpo.



Objetivos:
 

Dados do Marte:
 

Observações:
 



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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Surgem os Eternos!   Capítulo I - Surgem os Eternos! - Página 3 EmptyQui 26 Mar 2020, 21:36


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JOGADAS OUSADAS
Post - 6º

Para sua felicidade, uma série de diálogos com os arruaceiros acontecia com sucesso e tranquilidade, apesar dos atos nada gentis no começo, Ryuzaki conseguia aprender sobre alguns tópicos dos quais nunca esperava ouvir. "Fruta do diabo?" Era difícil acreditar na veracidade de suas palavras, aquilo soava muito mais como uma mentira horrivelmente contada por um velho bêbado após quatro rodadas, todavia, tinha presenciado os movimentos de Ninin com seus próprios olhos e pela atitude descontraída do grupo não teria motivos aparentes para eles estarem mentido no momento. ~ Hmmm ~ Pensativo sobre o assunto recente olhava para o céu enquanto via o trio distanciando-se cada vez mais do local, aproveitando da breve sensação solitária para soltar algumas palavras ao vento. - Pela sua colaboração, capacidade, e astúcia, eu lhe consagro um peão da minha primeira coleção, Ninin.

Voltava a serenidade observando os arredores, perambulavam os olhos aguçados em busca de um elemento que havia deixado se passar brevemente. Na verdade, esse elemento era alguém, uma mulher. "Merda, ela sumiu!" Assim iniciava sua procura, começando pelos cantos, a possibilidade de não poder encontra-la era muito grande e isso trazia um peso na consciência do caprino, afinal, tivera sido ele a incomodar a moça mesmo quando a tentou "salva-la" daquele incidente. Prosseguia com sua investigação incomodado, estava irritado, mas não era explícito visto que seu rosto tomava naturalmente uma expressão pacífica. Até que a encontrava...

- Eu vivi em Malkihan Island por 22 anos, não lembro de haver alguém tão importante para ter uma mansão em Terrescuna. - Encarava perplexo para a construção que via a sua frente. O fato da moça estar vestida de empregada também ficava claro na mente do bode, não era incomum pessoas muito ricas terem duas ou até uma equipe inteira de subordinados aos seus serviços e cuidados, mas a dúvida ainda permanecia: Quem diabos seria tão poderoso e louco para ter uma mansão justamente aqui? Deviam possuir um sistema muito avançado de segurança para não terem sido saqueados até o momento presente, somente as rosas já causavam um grande contraste com o cenário envolta pelo seus cuidados dignos de perfeição. Normalmente seria bom não incomodar pessoas desse calibre... porém, Ryuzaki, definitivamente, nunca foi um exemplo de normalidades.

Sem cerimônias, bateria na porta com relativa força usufruindo dos próprios punhos para a ação. Continuaria com as batidas caso não fosse respondido, colocando mais força a medida que o tempo se passava, esperaria pela aparição de algum subordinado com vestes semelhantes a da mulher ou senão a própria empregada. Tendo chamado a atenção de alguém, procederia com suas palavras. - Quero falar com a mulher que se encontra nessa residência, ela possui olhos e cabelos de coloração rosa. - Firmava com confiança, mantendo tanto uma postura quanto um tom calmo de voz, parecia transmitir motivação em suas palavras. - É um assunto de extrema urgência e interesse pessoal. - Continuaria a brandar com confiança, esperava que aquela atitude fosse o suficiente para conseguir o seu objetivo, pois do contrário, repetiria novamente suas ações enquanto não fosse correspondido.

Caso a mulher viesse a atender ao chamado, seguiria com a desenvoltura já posta e direcionaria suas falas para moça. - Seja breve, como você conseguiu descobrir as horas apenas olhando para o céu acima? - Pausaria observando a reação da mesma, então continuaria com o meu pedido. - Quais são os métodos que você utiliza? De que maneira você aprendeu isso? Como posso aprende-lo!? Focaria sua visão aos olhos da empregada, buscando obter repostas de maneira rápida e coesa. - Tecnicamente, isso é um assunto de extrema importância e interesse pessoal... da minha parte. - Concluiria seu comentário explicando a situação que desejava conquistar naquele momento, esperando atentamente pelas respostas e reações da mal conhecida servente.


« HP: 44/44 | SP: 62/62 | Berries: 20.000 | Lv1/XP: 10/25 »

Legenda:
 
Personagem:
 
Objetivos:
 

Considerações:
 




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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Surgem os Eternos!   Capítulo I - Surgem os Eternos! - Página 3 EmptyQui 26 Mar 2020, 23:26

SURGEM OS ETERNOS!
Post: 01 | Localização: Malkiham Island | Clima: Desconhecido


Capítulo I: A Chegada

Anne ~ #cc66ff
Shauta ~ #ff0033


— Então este é o mundo humano — observando tudo ao meu redor, enfim conseguia experimentar a energia que minha mãe havia relatado todo esse tempo. Do local onde estava, tentaria alargar meu campo de visão e observar atenta tudo que acontecia ao meu redor. Saber o clima, tempo, tais coisas eram de suma importância para o andamento da minha estadia naquela porção de terra baixa.

— Agora vamos botar pra quebrar nessa bagaça! — bradou Shauta. Eu não era a favor desse tipo de abordagem, na verdade nunca fui. Por mais que a repreendesse, a leoa nunca se dava por satisfeita. — Procurar algum lugar para nos esbaldar e comer para caramba! Ali? Não, ali não tem cara de ser uma taverna. Vamos pequena, temos que ao menos arranjar alguma briga! — gritou em euforia a robusta guerreira.

Às vezes eu não conseguia entender o que se passava na cabeça dela. Chegar em uma ilha totalmente desconhecida era algo inimaginável, porém, para Shauta era algo normal. — Eu não vou fazer isso — séria, respondi às propostas da leonina. A gente não combinava muito. Desde o início eu nunca entendi o porque dela sempre estar presente junto a mim. Éramos totalmente diferentes. Por mais que sejamos incompatíveis, eu havia me adaptado ao jeito dela. — Ei! — bradei ao ver a mulher se afastando de mim — Eu não vou procurar você caso arranje confusão. Tenho que encontrar uma loja de armas o quanto antes — séria, alertei a mink enquanto prosseguiria caminhando pela ilha.

Calmamente buscaria identificar a geografia do local ao meu redor e assim criar uma noção introdutória da ilha onde estava. Passo a passo daria sempre tentando observar as lojas e acomodações ao meu redor, visando descobri o que estava próximo, criando uma noção espacial daquele local, além de, em caso de sorte, encontrar a loja de armamentos, caso existisse alguma ali.

— Você está certa! Temos que conseguir um bom machado para rachar crânios! — bradou Shauta, ao meu lado, simbolizando com suas mãos o movimento que faria ao possuir tal armamento. Como sempre, suspiraria e continuaria a caminhar buscando informações que me auxiliassem em minha empreitada. —Você não tem jeito mesmo, idiota... — comentaria alternando meu olhar de um lado a outro — Ao invés de ficar tagarelando, me ajude a encontrar alguma placa ou sinal qualquer de lojas — suscinta, intimei a leoa a respeito de minha ambição para aquele momento.

Caso fosse necessária a abordagem a algum humano daquele local, tentaria ao máximo não chamar tanta atenção e seria o mais neutra possível em meus questionamentos e abordagem. — Olá! Eu sou nova na ilha e queria saber se... — eu odiava a mania da Shauta de ficar analisando as pessoas e tentando intimidar quando eu estava a conversar com elas, era no mínimo desrespeitoso. Com acenos, tentaria indicar para a mesma se afastar do pessoal, mesmo sendo ineficaz, como sempre. — Você tem que intimidar eles, assim ó! — arqueando suas garras, a criatura tentava intimidar a mulher, porém, nada ocorria, novamente, como sempre.

— Se comporte Shauta! — bradaria de maneira fria para a mink — Como estava dizendo, eh... — a realidade batia quando me toquei que seria o primeiro diálogo com um humano que faria. As palavras aparentavam emboloar em minha garganta. O suor estava como gelo, descendo por minha pálida pele. — Sou nova na ilha e queria encontrar alguma loja de armamentos ou alguma outra que vendesse tais coisas. Pode me ajudar? — olhando nos olhos de quem eu questionasse, inclinaria levemente minha cabeça e com o olhar mais pidão possível, tentaria conseguir o que queria. Encontrando a loja de armas, olharia sua fachada assim como o local em si, de maneira externa, e posteriormente, adentraria no local.



Considerações:
1. Estou preparando o histórico para postar;
2. A Shauta é uma voz que Anne ouve devido a sua esquizofrenia;
3. O grau é tão acentuado que a garota consegue ver imagens das locutoras destas vozes.

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Surgem os Eternos!   Capítulo I - Surgem os Eternos! - Página 3 EmptySex 27 Mar 2020, 13:51

Capítulo I - Surgem os Eternos!
Dia de inverno
Malkiham - Clima Frio


Florestas de Malkiham – 9:00


O gigante em meio àquela floresta de neve falava com tom intimidador, apesar de ser um completo desconhecido, ou melhor, por causa que era um completo desconhecido para aqueles selvagens, eles vacilavam por um momento em um impulso puramente instintivo os fazendo recuar um pouco seu corpo e segurar mais forte suas armas. Porem só era preciso esse pequeno vacilo para que o ruivo avançasse em direção a eles carregando um tronco de arvore que achava anteriormente. Devido seu tamanho em meio a toda aquela floresta era difícil para o mesmo ser rápido, porém não seria necessário, com seus braços fortes de gigante ele acertava o primeiro dos selvagens, mais à esquerda, devido ao susto inicial e principalmente por ver um verdadeiro brutamontes em sua direção ele praticamente não demonstrou reação, recebia uma pancada em suas mãos deixando sua espada feita de madeira cair sobre a neve e ele mesmo para trás em um mesmo susto. Porem aquele não era o foco de marte que continuava a avançar, os selvagens poderiam estar em maior número mas eram completamente fracos e desorganizados como um bando, por isso o gigante continuava a avançar em direção ao selvagem que possuía um arco em suas mãos - ড ঢ ণ ত থੴ અ ! - O arqueiro gritava para seus companheiros selvagens em uma língua desconhecida enquanto erguia seu arco apontando para uma massa de carne que vinha em sua direção. Dois selvagens ficavam em frente ao arqueiro tentando servir como barreira para o mesmo, mas suas finas lanças de madeira contra a resistência e força de um gigante era simplesmente inviável, jogados para os lados em uma demonstração perfeita de força bruta o arqueiro soltava a flecha e marte conseguia apenas ouvir a mesma passando logo a esquerda de seu rosto errando completamente seu gigantesco alvo, nem todos conseguiriam ficar calmos e prestar atenção em sua mira quando um homem sedento por combate vinha em sua direção carregando um tronco de madeira exorbitante. Sem perder tempo o ruivo como se estivesse esmagando moscas puxava seu tronco acertando o peito do arqueiro o jogando para ao menos dois metros de distância de seu ponto inicial. Aquilo fazia com que todos os outros que estavam se levantando do primeiro golpe recuassem um passo de distância do agressor furioso. - ௴ ௵ ௶ ௷... - A mulher mascarada que poderia ser facilmente dita como líder daquele grupo falava algumas coisas em sua língua esquisita fazendo todos os outros selvagens recuarem um pouco mais a deixando em evidencia. - Homem grande, duelo, eu você, honra. - Ela tentava falar no idioma normal mesmo que precariamente desafiando marte a um duelo um contra um, entretanto ela não iria esperar a reação do mesmo, com o que parecia ser um par de adagas feitas inteiramente de ossos de animais mortos, ela avançava em direção ao gigante em uma linha reta sem demonstrar qualquer tipo de hesitação em seus movimentos. Ela era rápida e a pequena distância entre eles iria desaparecer em instantes. Em tudo aquilo o gigante ainda não conseguia identificar onde stuart tinha se metido.

Situação:
 


Cidade de Terrescura – 9:00


Ryuzaki Loster ao contrário de marte parecia estar em uma situação muito mais calma, tinha acabado de fugir das garras de um bando de arruaceiros que pareciam clichês de uma história de aventura contadas para crianças de treze anos. Agora ele retornava a seu foco, encontrar a garota com a coloração rosa em seus cabelos. Suas vestes de empregada certamente denunciavam sua função naquela residência exuberante em meio àquela terra fria que era malkiham. - Posso ajudá-lo? - Uma voz doce ao abrir a porta saudava o caprino que batia com força, porém, apesar da voz doce o sorriso no rosto daquela garota não era exatamente acolhedor, sim, era aquela quem ele procurava mas ela não parecia nada feliz em o ver, e poderia apostar que a simples expressão de ajudar alguém ali era apenas uma repetição de bons modos ensinados a mesma. Ela suspirava, coçava sua cabeça, parecia que estava com as próprias mãos buscando palavras em sua mente para lidar com aquela situação. - Você nem isso sabe? Como viveu sua vida inteira sem saber as horas? - Ela suspirava mais uma vez já sabendo que lidar normalmente com aquele tipo de pessoa não iria resolver seus problemas, além do que ela parecia um pouco apressada com aquele encontro, ou assim aparentava, pois sempre estava olhando por seus ombros como se esperasse que alguém aparecesse em suas costas uma hora ou outra. - Primeiro de tudo... como se chama? Ao menos poderia se apresentar antes de começar a demandar por coisas simplesmente do nada? Acho que minhas vestimentas te deram uma impressão errada sobre mim. Sou Elizabeth, as pessoas me chamam de Liz. - Ela falava com um tom simplório em seu rosto como se não entendesse o que estava acontecendo, mas que mesmo assim iria continuar com aquilo. - Se deseja aprender sobre como ver as horas deve primeiro entender como funciona nosso amigo ali. - Ela apontava para cima evidenciando o fraco sol que existia naquela ilha de inverno. - Mas se realmente deseja aprender algo... seria melhor que entre, ao menos terá uma lareira para esquentar este seu corpo, afinal, Malkiham está fria como sempre. - Ela terminava suas palavras abrindo mais a porta que antes estava entreaberta demonstrando o interior da residência que era inteiramente feita de madeira marrom em seu interior, o mink poderia sentir uma temperatura mais reconfortante ao entrar naquele ambiente.

Elizabeth:
 


Do outro lado da pequena cidade de Terrescura alguém um tanto quanto diferente andava pela cidade conversando aparentemente sozinha fazendo com que aqueles mais atentos com o que estava acontecendo na rua começassem a comentar entre si. Anastrianna Criella Galanodel, ou ana, parecia completamente perdida em meio ao mundo humano. Era a primeira vez desde que tinha deixado sua terra natal e para uma angelical isso era algo muito raro, estar no plano inferior. Ainda mais aquele frio, Malkham era conhecida por manter uma baixa temperatura o ano inteiro, mesmo no verão quando o sol resolvia aparecer mais forte, e aquele dia não era exceção, o frio fazia com que a jovem celestial sentisse que estava dentro de uma geladeira, mas ao contrário do que ela esperava as pessoas pareciam completamente normais vivendo suas vidas como se tudo aquilo fosse normal, estavam completamente acostumadas com aquilo ao contrário da recém chegada. Ela discutia com Shauta, uma mink que apenas ela via e por isso parecia ainda mais estranha, uma forasteira que falava sozinha não era algo muito comum naquela pequena cidade. - Loja de armamentos...é...bem... - Ela sentia que o homem já mais idoso parecia ter certo receio em conversar com a mesma - Você pode falar com o Loyd, ele tem uma loja mais a frente, uma pequena fachada simples... - Ele terminava de dar as direções que se fossem seguidas certamente iriam dar no local certo sem nenhum tipo de problema. Chegando em frente à loja ela poderia ver uma pequena placa na entrada feita de madeira com já certa deterioração, Loyd Armas e Acessórios, uma porta de madeira com uma pequena placa feita do mesmo material com um barbante anunciava que a mesma estava aberta. Se ela abrisse a porta conseguiria escutar um pequeno sino anunciando sua chegada e um homem que saía de um pequeno corredor ao fundo da loja – Seja bem vinda a loja de Armas e Acessórios Loyd, eu sou Loyd, em que posso ajuda-la? - Um homem já idoso com cabelos e barba branca a recebia com um tom de voz ameno, mas receptivo para a mesma. Ao entrar ela sentia que o local estava bem mais confortável em relação a temperatura do que do lado de fora, contudo o cheiro de poeira inundava seu nariz. Ao seu redor diversos tipos de armas pareciam expostos em prateleiras, assim como um diverso arsenal de coisas simples como cordas, capacetes e todo tipo de coisa util.

Loyd:
 

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Surgem os Eternos!   Capítulo I - Surgem os Eternos! - Página 3 EmptySab 28 Mar 2020, 19:23


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CONVITE SUSPEITO
Post - 7º

Ryuzaki era uma pessoa complexa, talvez conturbada, ou apenas mal compreendida, fato era que os últimos anos de solidão dentro de uma casa esquecida pelos habitantes de Malkiham Island rendeu-lhe alguns hábitos que seu corpo e mente começavam a se acostumar, a tolerância ao frio era um desses. Além de que suas roupas eram adequadas para esse determinado tipo de clima, por sinal, comum por todas as regiões da ilha. "A proposta é tentadora..." Todavia, não pudera deixar de notar a temperatura mais aconchegante que se exalava da estranha casa. "Mas ainda é estranho. Ela está convidando um completo desconhecido para dentro de sua residência?" A dúvida sobre aceitar ou não aquele convite tornava-se bem potente, Ryuzaki podia não ser o mais inteligente, principalmente em suas ações, mas também não era um burro por completo, sabia presumir com certa facilidade as consequências de suas ações ou mera presença ali. Então, a desconfiança era evidente, teria algum motivo secundário oculto para sua entrada?

Toda aquela situação seguia por um caminho inesperado, nem mesmo o mink esperava por aquela reação. Palavras "gentis" eram usadas pela primeira vez como resposta ao mink quando o mesmo não tinha mais paciência para retribui-las, sem contar que ele tivera mostrado um comportamento pouco respeitoso segundos antes. - E-eu... me chamo Ryuzaki. - Decidia responder, ainda chocado pela decência na qual era tratado. - Eu apenas quero uma noção aprimorada do tempo... - Repetiria novamente o motivo de sua vinda, mas dessa vez de forma calma e talvez cômica, pois a confusão era um sentimento visível em seu rosto. - Posso realmente entrar? - Questionaria arqueando uma de suas sobrancelhas, as desconfianças não poderiam sumir diante de todo contexto apresentado, queria ter a certeza da mulher para garantir de que não era sua mente lhe pregando uma peça. Recebendo novamente a reposta positiva, Ryuzaki hesitaria por um momento. "Nada impede disso ser uma armadilha, nada impede disso dar início a uma partida de vida ou morte onde o xeque-mate chegará para um dos lados." Mas então colocaria seu pé para frente e seguiria adentrando a casa. "Porém, ainda estou curioso quanto a esse lugar, também progredir pouquíssimo em relação ao meu treinamento. Dar meia volta depois de tudo é um desperdício, no entanto, alguma experiência irei tirar daqui sem dúvidas."

Quando estivesse dentro do recinto, esperaria pela mulher denominada Liz e permitiria que ela tomasse a frente do caminho, assim, guiando-lhe através dos cômodos enquanto o próprio analisaria os arredores verificando se havia algo de suspeito, mantendo a atenção em suas costas, mas sem tirar seu foco da frente para que não esbarrasse ou tampouco derrubasse algo/alguém. Caso ela desse a permissão de se sentar, Ryuzaki faria sem pestanejar, concentrando seu olhar para as atitudes seguintes da garota em completo silêncio. Se por acaso tivesse de apresentar-se novamente, diria com uma expressão serena em sua face - Meu nome é Ryuzaki, eu não pretendo causar nenhum conflito aqui, apenas quero aprender um técnica. - Indicaria para a moça de cabelos rosados, completando sua frase convicto de seus objetivos naquele domínio. - Desejo compreender melhor as noções do tempo, assim poderei prosseguir com resultados satisfatórios os meus ideias. - Voltaria para uma posição mais confortável, mirando a pessoa com quem estivesse dialogando sem tirar minha atenção dos acontecimentos ao redor.

« HP: 44/44 | SP: 62/62 | Berries: 20.000 | Lv1/XP: 10/25 »


Legenda:
 
Personagem:
 
Objetivos:
 

Considerações:
 




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Última edição por Revescream em Sab 11 Abr 2020, 20:17, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Surgem os Eternos!   Capítulo I - Surgem os Eternos! - Página 3 EmptyTer 31 Mar 2020, 20:56


Surgem os Eternos!
Post: 02  |  Localização: Terraescura - Malkiham Island  |  Clima: Frio


Capítulo II: A Loja

Anne ~ #cc66ff
Shauta ~ #ff0033
Kallista ~ #cc66cc


O gélido clima atrapalhava minha estabilidade, principalmente a emocional. Por mais que estivesse vivido quase toda minha vida acima das nuvens, aquele clima gelado realmente me afetava. — Que frio... — expondo meu pensamento com palavras, sem perceber, esperava a resposta do senhor. Não havia tido certeza se realmente ele estava incomodado com minha presença, porém, a incerteza me fazia calar-me perante as informações dadas.


— Você achou que ia ser diferente? Somos rejeitadas aqui, como seu pai alertou... — com total desdém daquele idoso humano, Kallista permanecia cerrando suas garras enquanto continuava a espalhar seu veneno em minha mente — Se acostume. Enquanto você continuar sendo tão boazinha com essa raça, esse tipo de reação persistirá! — olhando com total desdém daquela situação, a demônio alado transmitia toda a previsibilidade daquela situação pelo seu olhar.


— Muito obrigado venerável ancião dessa terra humana. Desculpe por qualquer incômodo! — curvando-me em respeito e agradecimento, prosseguiria em direção ao local indicado. As palavras de Kallista poderiam ser exageradas, entretanto, tinham seu grau de veracidade. Pelo pouco que havia notado, ou ouvido também, o povo do céu não era muito bem visto aqui na terra. Essa seria uma barreira a ser rompida, realmente, porém, faria do meu jeito.


— Estamos a um passo de pegar nossa arma! HEY! — bradou Shauta, agarrando-se ao meu pescoço. O braço da mink era pesado o bastante para me incomodar, porém, eu prosseguia em direção ao meu objetivo. — Essa Terrescura é fria para um cachorro! — tremia a criatura. Em meio a tantos arrepios, mal sabia se aqueles eram dela ou eram meus próprios sentidos me chamando a atenção para o clima local.


Terraescura? De onde ela tinha tirado esse nome? Enfim, não importa. Agora tenho que encontrar a loja do Floyd. Durante o meu trajeto, notava que as pessoas dali não se importavam com o estonteante frio que sentia. Era insano. — Incrível... — comentava expondo meus pensamentos me voz alta. Não demorou muito e havia chegado aparentemente no lugar indicado anteriormente.


— Loyd... Armas e Acessórios! Chegamos! — bradou Shauta partindo em direção a porta. Kallista, por sua vez, com certo desdém, se aproximava de mim, e juntamente, olhava para o local. — Faixada simples, placa pequena e pouco visível, barbante segurando a placa? Porta de madeira? É, realmente, essa loja combina com esse muquifo...! — bradou a demoníaca, dando as costas para a ideia de entrar lá.


No fundo, eu acreditava que Kallista as vezes só queria ser bajulada, porém, pouco me importava o que ela achava do local. Podia ser verdade tudo que ela havia destacado, porém, querendo ou não eu tinha de entrar e faria exatamente isso. Incrivelmente receptiva, a loja possuía uma temperatura mais amena que o exterior, o que me deixava mais a vontade. Shauta partia logo para ver todas as armas do local. Eu até tentaria pará-la, porém, não adiantaria. Ela ficava insana quando avistava alguma arma.


— Ah, eh... Olá! — preocupada por não ter ouvido exatamente o que o senhor havia falado, acenava com minha nuca demonstrando meu respeito pelo mesmo, porém, era mais um pedido de desculpa por não ter ouvido totalmente suas palavras — Eu tenho interesse em adquirir alguns... Armamentos... — as armas no local, expostas, chamavam minha atenção. Caminhando pela loja, acompanhava com o olhar as armas do local. Geralmente Shauta era que me indicava as melhores armas. Eu confiava nela nesse aspecto.


— Eu me interesso em... — vasculhando o local em busca de machadinhas, meu foco era achar armas que pudessem ser manuseadas facilmente e causar certo dano — Machadinhas. Eu quero machadinhas! — afirmaria, voltando minha atenção ao senhor que havia esquecido. Diferente de antes, sua maneira de agir me deixava mais confortável. Kallista aparentava estar desconfiada, nos cantos daquele local. Era engraçado ver a criatura incomodada por não ter o que criticar.


Seguiria com meu olhar as armas indicadas, ao mesmo tempo que olharia em meus bolsos a economia que tinha naquele momento e o que poderia comprar com tal coisa. — Eu tenho... Esse total aqui, ó! — com um tom neutro, não sabia o que esperar, apenas mostrava a quantia para o senhor e esperava haver algo que pudesse comprar com a quantia. Enquanto decidia o que fazer, buscaria puxar assunto com o senhor. A aura dele me agravada para tal coisa. — Vocês daqui são bem acostumados com o frio, né? Notei que o pessoal lá fora não liga muito e... Aparentemente não gostam de pessoas que vêm do céu — olharia para Kallista ao proferir o último comentário.


— Eu queria conhecer os pontos turísticos daqui. Acredito que tenha uma boa história por trás desse intenso frio. Todos os locais tem seu valor e sua história... — mergulhada em meus devaneios, mergulhava em minhas afirmações por um breve instante — Ao menos acredito nisso! — sorrindo envergonhada, voltaria minha atenção para o ancião humano a minha frente.



Considerações:
1. Não tinha total certeza se a informação do nome do local poderia ser usada por mim, então eu fiz como se foss euma besteira dita por uma das personalidade. Se puder, eu retifico no próximo post;
2. Não quis avançar demais. Pretendi trabalhar melhor o diálogo com o velho Loyd;
3. Vamos que vamos!

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Surgem os Eternos!   Capítulo I - Surgem os Eternos! - Página 3 EmptyQui 02 Abr 2020, 04:45


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Hora da confusão!
Post - 07





Ao fim de minhas ameaças pude sentir vindo dos pequenos a sensação que eu já conhecia. Hesitação. Não sempre dos outros para mim, às vezes de mim também para os outros, normal. O importante é que eu havia os presentado com o incomum, o inesperado, a brecha perfeita. Avançando com a neve fofa sob meus pés, sentia os raios de sol combatendo o clima frio em minha pele, que só viria a esquentar de fato ao entrar em contato com o corpo de um dos “selvagens”. “Direto na mão”. Passava em minha cabeça ao acertar a empunhadura de meu adversário, era um sucesso, a espada caía ao chão, deixando um rasto de neve em seus moldes. A feição temorosa ficava clara no inimigo, aquilo era combustível. “Agora o arqueiro”. Pensei, já me movimentando em sua direção. Eles entendiam as minhas intenções e rapidamente protegiam seu companheiro, versados em combates, certamente estavam acostumados ao embate... mas não a um embate comigo.

A formação feita pelo trio muito lembrou um antigo jogo do Norte. “Castelão” era uma disputa entre times, ganhava o jogo aquele que conseguisse capturar um bandeira presa no topo de um mastro primeiro, cada time tinha sua bandeira e seu mastro. Sempre nos dividíamos em dois grupos, aqueles que defenderiam nosso mastro e aqueles que atacariam o adversário. Eu sempre era do time de ataque. Assim, não foi difícil para mim passar pelos dois, o arqueiro estava livre para ser golpeado. “Bingo”.  Ele saía voando com a minha pancada, enquanto seus protetores claramente repensavam na possibilidade de me enfrentar novamente.

Entretanto, antes que pudesse desfrutar, do sucesso inicial, a voz da aparente líder tocou meus ouvidos.

— Duelo? Honra? Mas é claro... — independente da cultura, a honra deveria ser algo valorizado, nada mais justo que uma batalha direta entre dois guerreiros.

Antes que ela pudesse chegar em mim, se o arqueiro tivesse soltado seu arco e este estivesse ainda perto de mim, pisaria com a força que julgasse suficiente para tentar danificar ou até mesmo quebrar a arma de meu oponente.

Voltando a atenção a minha oponente, ela demonstrava uma forma de combate que muito se distanciava da minha, armas pequenas e velocidade. Ela era quase do tamanho dos coelhos que costumava caçar na companhia da Mãe e a regra fundamental sempre foi:
“Não importa se eles são rápidos, se não conseguirem enxergar para onde vão.”

Com a regra em minha cabeça, esperaria ela chegar perto o suficiente para um golpe sorrateiro. Utilizando a minha noção exata do tempo, faria um movimento com o tronco em minhas mãos, partindo debaixo em forma ascendente, golpeando o máximo de neve possível com a ponta dele, em direção a Líder. Meu objetivo com tal movimento era jogar neve em minha adversária, talvez pela diferença de tamanho eu pudesse jogar tanta neve que tirasse grande parte do raio de visão dela. Então, aproveitando o movimento, desceria o tronco novamente, visando sua cabeça. Entretanto, seria muito possível que ela desviasse do golpe inicial, caso o fizesse, estaria atento para a possível  esquiva, pulando para os lados, ela encontraria o meu tronco seguindo seu movimento, tentando acertar com força suas costelas. Pulando para trás, eu daria um passo a frente, para que ela entrasse novamente em meu alcance e então efetuaria o mesmo movimento supracitado, descendo o tronco na direção de sua cabeça.

Acertando qualquer um dos golpes, eu emendaria com uma joelhada em seu corpo, visando principalmente a barriga da adversária, apesar de a diferença de tamanho, provavelmente, proporcionar um golpe massivo em seu corpo. Uma joelhada sempre caía bem, a vida havia me ensinado.

Eu precisava acreditar que a minha resistência superaria a dela, por tanto, se ela conseguisse se esquivar mais rápido que eu pudesse acompanhar, abdicaria de me defender para ter algum tipo de vantagem no acerto, ignorando minha saúde e me atentando em apenas machucar a minha adversária. Se ela viesse para baixo do meu corpo, numa tentativa de limitar meus movimentos, eu dispararia em uma direção mais aberta, criando distância entre nós, um combate muito próximo poderia ser fatal dependendo da agilidade da Líder.

Meus golpes genéricos seriam, em sua maioria, horizontais, visando pegar o corpo da oponente. Minha defesa consistiria em manter uma distância entre nós, para que eu pudesse fazer valer meu alcance maior, mas caso ela conseguisse transpor a distância, utilizaria meus antebraços e meu tronco, se fosse possível, para defender meus pontos mais vitais.

Meu objetivo não seria matar a líder, nem nenhum deles, apenas me provar superior ou igual e digno de ser ouvido e respeitado.


Objetivos:
 

Dados do Marte:
 

Observações:
 




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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Surgem os Eternos!   Capítulo I - Surgem os Eternos! - Página 3 EmptySex 03 Abr 2020, 05:28

Capítulo I - Surgem os Eternos!
Dia de inverno
Malkiham - Clima Frio


Florestas de Malkiham – 9:30


O gigante aceitava o desafio e logo pisava no arco o quebrando, isso fazia com que o usuário do mesmo desse um grunhido mais ao fundo. Logo o combate começava. O gigante fazia uma jogada sorrateira,  jogava neve contra a mesma esperando confundir sua visão, ele parecia surpresa por menos de um segundo, mas logo voltava para si e com ambas as armas que possuía ela fazia um corte em horizontal cortando no meio a onda branca que vinha em sua direção liberando espaço para sua visão enquanto corria na direção do mesmo. Porem a maior surpresa não era exatamente o que o gigante esperava. - Essa toda força? - Com ambos os braços cruzados ela com suas pequenas armas bloqueava o ataque do gigante fazendo com que toda neve ao redor do corpo da mesma fosse jogada para os lados depois do impacto. - Trás! - Ela empurrava o gigante para trás, mas não o suficiente para o derrubar, que sentia a força da mesma, tinha julgado mal em pensar que a mesma era como um coelho, talvez seja mais próximo de um javali. O gigante continuava seus golpes, com uma joelhada ele tentava mais uma vez acertar a mulher que parecia cada vez mais animada, enquanto isso os soldados rasos pareciam gritar algo no idioma deles, provavelmente xingamentos para Marte ou palavras de apoio para sua lider. - Fraco! - Com seu próprio joelho a mulher bloqueava mais uma vez o golpe do gigante se transformando mais uma vez em uma disputa de força entre ambos e novamente ela jogava o gigante para trás. - Não disso – Ela jogava o par de adagas ao chão e partia com mãos limpas em direção ao gigante, ela começava a socar o gigante, na região do tórax em grandes saltos. Não eram fortes e tampouco fracos, porem era uma surpresa que alguém daquele tamanho poderia ser tão forte ao contrário de ágil. Ela terminava a sessão de golpes com um chute que fazia o gigante ser jogado para trás mais uma vez arrastando seus pés contra a neve. Enquanto isso a algazarra dos selvagens parecia cada vez mais alta e era possível ver que mais deles começavam a surgir por entre as arvores. A estratégia de lutar contra alguém ágil não parecia fazer efeito, talvez a melhor escolha fosse utilizar de outros meios para vencer aquela oponente.

Cidade de Terrescura – 9:30

- Você é surdo? - Ela falava enquanto balançava a cabeça de um lado para o outro – Claro, pode entrar. - Ela abria passagem dando espaço para que o mink conseguisse entrar. Ao entrar ele conseguia receber o conforto que uma boa temperatura poderia proporcionar naquele frio. De fato, era aconchegante, porem algo mais despertaria a atenção do mesmo – BUAAAAAAAAAAAA – um choro infantil, era certamente uma criança, não mais do que dois a três anos que parecia chorar ao canto mais exterior da casa, porem o mink ainda não tinha visão do mesmo. - O que foi agora... - Liz parecia irritada enquanto andava na direção de onde vinha o barulho – Fica ai, já eu venho. - Ela mandava o mink ficar enquanto ela provavelmente iria ajudar no que estivesse acontecendo. O local onde ele estava lembrava a de uma casa velha, moveis grandes que tinham uma aparência de antigo. Quadros de pessoas que provavelmente já tinham morrido dando uma impressão mórbida ao ambiente. - EU JÁ FALEI PARA NÃO FAZER ISSO! - era possível ouvir liz gritando de longe e mais grito infantil logo após, provavelmente gritar de volta não era uma opção razoável que resolveria os problemas. Logo ela voltava, carregava uma criança nos braços e pelas feições faciais era exatamente o tipo de pequeno que provavelmente estava chorando a poucos segundos atrás. Liz suspirava sentando-se em uma cadeira maior e logo um grupo de outras crianças, um pouco mais velhas corriam em direção a mesma – UM CACHORRINHO! - todas gritavam ao ver o mink confundindo sua espécie. - Não ele não é... acho que não é... Aliceeeeeeee! Leva as crianças para tomar banho! - Ela gritava e depois de alguns segundos aparecia outra pessoa, bem parecida com a liz, porem tinha um cabelo azul. - Bem, vamos tomar banho crianças? Temos muitos a fazer! - Ela falava de um jeito meigo, completamente diferente da jovem que poderia facilmente ser reconhecida como sua irmã.

- Pois bem, do que é que estavamos falando mesmo? - Liz parecia perdida enquanto ainda segurava a pequena criança em seus braços. - Ryuzaki, certo? Pois bem... - ela parecia procurar palavras em sua mente para conseguir digerir aquilo um pouco mais. - Para se ter uma noção do tempo, mesmo que sem um relógio, é preciso conhecer a rotação do sol e os ciclos da lua... - Ela tentava o máximo explicar o que ela sabia, mas provavelmente pareceria um pouco confuso. Tirando isso de lado ela simplesmente ignorava a existência de um monte de crianças que pareciam viver junto dela e de outra pessoa, ao menos por enquanto não estava apresentando o que significava aquilo. - Porem não sei porque acha que deve aprender isso, compre um relógio! É muito mais fácil. - Ela falava meio incrédula sobre o porquê de alguém querer saber disso sendo que seria muito mais fácil simplesmente comprar um relógio.  

Do outro lado da cidade um jovem tinha acabado de conseguir seu primeiro armamento, dentro daquela cidade seria realmente interessante possuir uma, mesmo que fosse uma ilha recheada de caçadores de recompensa, as pessoas pareciam propensas a cometer crimes do mesmo jeito. Talvez a existência de tais caçadores era o que despertava aquele instinto de crime nas pessoas, talvez se achassem bom o suficiente para sobrepujar aquilo e se tornar algo a mais, porem a maioria simplesmente era presa do mesmo jeito. Loyd olhava o dinheiro que lhe era apresentado, passava a mão em sua barba e logo começava a falar – Bem... com isso posso lhe dar esse instrumento. - Ele pegava uma machadinha que não era de nem de longe um machado de guerra e tampouco tão bem construindo quanto, porem se tinha um lugar para começar sua jornada não tinha lugar melhor e instrumento melhor. - Obrigado pela preferência. - O homem recolhia o dinheiro do armamento e logo o serviço estava feito. - Cuidado, não vá fazer nada muito... diferente com isso. - Ele olhava sério para a mesma. Apesar da autorização para portar todo e qualquer tipo de arma o próprio construtor parecia alertar sobre o perigo que era utilizar aquele tipo de coisa pela ilha, talvez fosse melhor seguir o conselho do mesmo. - Pessoas que vem do céu? Do que você está falando? - Ele não parecia entender muito bem do que se tratava aquelas palavras. Nesse momento o velho começava a olhar de forma estranha para a celestial. - Bem, frio faz o ano inteiro e quando não está no inverno está ainda frio. - Ele continuava com um olhar estranho, talvez revelar aquele tipo de coisa não fosse lá uma boa ideia, porém era possível notar que ele não tinha lá uma aura muito ameaçadora, apenas curiosa.  

O velho dava alguns passos enquanto pegava um óculos com pequenas bordas e colocava em seu rosto, parecia que apesar de conseguir enxergar ele não tinha lá grande profundidade, provavelmente a idade já tinha o atingido. - Pontos turísticos? Por acaso você caiu do céu? - Ele achava mais estranho aquela pergunta do que a real aparência da angelical - Não tem nada de turístico nessa ilha, a não ser que goste de passar algum tempo na neve, já isso tem até demais. - Ele dava um sorrisinho no final rindo da própria piada, porém não gostaria de transparecer isso. - Valor e história? Se está falando de velhos como eu existem vários, é isso que essa ilha tem a oferecer, neve e um monte de velhos bêbados sem valor nenhum. - Ele falava coçando sua cabeça procurando dar uma resposta ao mesmo tempo satisfatória e ao mesmo tempo brincalhona. - Claro, também tem os caçadores e até uns selvagens, mas não aconselho você a se meter com eles, você parece... - Ele a olhava dos pés à cabeça - Ingen... pura demais para andar com esse tipo de gente. - Ele falava agora de uma maneira mais séria, parecia exatamente como se fosse um pai dando um conselho a seu filho e ele provavelmente seria um. - Mas... se serve de consolo, tem alguns locais de que gosto bastante na vila, O Trovão Surdo, um bar logo ao norte e tem o Santuário de Saint Hourney, caso você seja religiosa. - Essa última parte ele falava e levantava seus ombros como se não tivesse certeza do que estava falando.
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Surgem os Eternos!   Capítulo I - Surgem os Eternos! - Página 3 EmptySex 03 Abr 2020, 20:29


Surgem os Eternos!
Post: 03  |  Localização: Terrescura - Malkiham Island  |  Clima: Gélido


Capítulo III: Informações

Anne ~ #ff99cc
Shauta ~ #ff0033
Kallista ~ #990099
Euphemia ~ #3366cc


Enfim consegui obter minha primeira arma. Pela cara de Shauta, era certo que aquela não era de exímia qualidade, porém, ter aquela machadinha de certa forma me deixava mais tranquila e segura. Enquanto a observava, notara que o homem havia falado algo comigo. Não fazia a mínima ideia do que havia sido, porém, pela reação de Kallista, seria algo que a mesma repudiava. — O que ele disse? — questionei à alada. Me ignorando propositalmente, talvez pelo ocorrido de antes ela estivesse incomodada com a minha passividade. Nenhuma novidade. Nós nunca nos dávamos bem, não normalmente.

— Ele falou para nós pegarmos leve com essa belezura e não sair matando geral. Pobre humano. Vamos logo! Quero testar essa beleza! — bradou a leonina, rapidamente correndo em direção a porta. Não entendia o motivo de ser necessário tal comentário, na verdade, porém, se havia passado essa imagem para o homem, alguma coisa havia. — Ah, não se preocupe senhor. Eu não pretendo matar ninguém! — me curvando, agradeceria a arma que o mesmo havia vendido a mim — Ao menos se ninguém tentar me caçar ou me matar. Fora isso, será apenas por precaução! — sorrindo, tentaria transmitir tranquilidade ao homem que havia se incomodado com a chance de fazer algo com seu armamento.

Caminhando em direção a porta, seguiria as instruções que havia ouvido. Shauta não via a hora de conseguir testar seu armamento, como sempre, porém, Kallista estava mais rancorosa que o normal. — O que houve? — questionei abrindo a porta de madeira da saída da loja — Você está mais rancorosa que o normal... — confusa, guardaria a arma em minhas vestes, optando em guardar na parte traseira de meus costumes. Após isso, voltaria minha atenção para a alada.

— Você não viu como aquele home nos olhou?! — com certa elegância, a alada demonstrou toda a insatisfação que tinha. Desde que conheço Kallista, ela nunca foi de perder a compostura, era muito difícil isso, o foco dela era machucar com palavras... E atitudes bem frias e diretas. Aquele era um bom exemplo de ira. — Ele não sabia que éramos celestiais, digo, não éramos daqui, mas o tom de desprezo era claro. Odeio isso. Odeio esses humanos. Por mim mataríamos todos da maneira mais fria possível! Quem ele pensa que é para dizer o que podemos ou não fazer? — de fato eu não sabia o que falar para a demônio naquele instante, acreditaria que o silêncio seria a melhor resposta para aquela discussão.

Caminhando pela ilha, tentaria buscar alguma sinalização de como me locomover naquela ilha. Só de imaginar o frio assolando minha pele já me dava calafrios. Abraçando meu próprio corpo tentando me esquentar, ou apena me proteger do frio, olharia lado a lado em busca de algum norteamento. — Acredito que o Santuário Saint Hourney seja um bom destino para conhecer melhor dessa ilha. O que acha? — uma aguda voz, centrada e cativante ressoava em minha mente. Era Euphemia. A sirena tinha tendência a gostar de monumentos e fatos históricos. Por mais que pudesse considerar tal comentário tendencioso, de fato era bem interessante o fato de conhecer mais sobre a ilha.

— Concordo! — afirmei esboçando o sorriso que meu corpo pudesse permitir — Não lembro bem, mas acredito ter ouvido algo a respeito de caçadores selvagens... — comentei com minha mão direita apoiando meu queixo, apoiado em meu outro membro, abraçado em meu tronco. Não ter ouvido tais informações poderiam ser um pé no saco naquele instante, porém, a sirena não demonstrava tanta preocupação. — Como está tão calma? Acho que estamos perdidas... — comentei, tentando entender o que se passava na mente da criatura, que era a que mais me dava bem das próximas a mim.

— Acredito que ele tenha dito caçadores e selvagens. Talvez a ilha seja de predomínio caçador, porém, não temos que nos atentar a isso. Vamos ao norte! Sempre conseguimos resposta indo até lá... — pensativa, Euphemia indicou o que fazer, por mais que aparentasse estar tão perdida quanto eu. Kallista não se dava bem com a sirena. Seus estilos não eram dos mais similares, nem o que acreditavam, e agora devido a geógrafa estar aconselhando um caminho apenas no puro achismo, isso incomodava a demônio mais ainda.

Seguindo as dicas da sirena, seguiria ao norte. Como descobrir? Não fazia a menor ideia, porém, mesmo sem uma bússola ou algum instrumento de localização, tentaria seguir meus conhecimentos e partiria. Tentaria apressar o passo para evitar ficar em uma superexposição ao frio. Meus dedos começavam a travar e leves câimbras surgiam. Encontrando alguma informação de onde estava, tentaria ver o nome do local e o caminho para chegar aos locais necessários de sobrevivência ali.

— Talvez tenhamos de falar com algum humano para saber informações de como encontrar este santuário — comentou a sirena, buscando tal alternativa enquanto eu ainda procurava alguma sinalização, ainda. Caso fosse necessário, tentaria abordar algum humano no caminho. — Olá! Você pode me dizer como eu chego até o... — no momento minha mente me pregava uma peça das boas. Qual era o nome do santuário... Tentando buscar em minha mente, Euphemia atrás da pessoa tentaria me indicar. — Saint Hourney... Saint... Hourney — falava ela.

— Isso! — falava ao mesmo tempo que a sirena — Saint Hourney! Quer dizer, como eu chego ao Santuário Saint Hourney? — envergonhada, questionaria a pessoa a respeito. De toda maneira, chegando no local, tentaria analisa-lo. De preferência seguiria os passos de Euphemia, porém, inicialmente tentaria observar o local por fora antes de adentrar e fazer a mesma coisa no interior.

Considerações:


Objetivos:
- Aprender Ciências Proibidas
- Aprender Acrobacias
- Aderir Ofício Arqueólogo
- Encontrar NPC Acompanhante
- Adquirir um Machado de duas Mãos
- Adquirir duas machadinhas (1/2)
- Adquirir um martelo de duas mãos
- Conhecer a História da Ilha
- Conhecer a Primeira Igreja Cristã de Santória
- Conhecer o Alto-Sacerdote Changos
- Conhecer o Padre Benko Santória

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Dominando a Javali!
Post - 08





O arco quebrava sob meus pés como um galho frágil e assim pude retomar novamente minha atenção ao combate que se colocava a minha frente. A jogada havia funcionado, até certo ponto. A Selvagem atravessava o monte de neve fina que havia sido jogada no ar e aquilo servia para me mostrar que eu não havia pensado em tudo.  O impacto em meu corpo deixava claro o julgamento errado que fizera da minha adversária. “Forte como um javali”. Mas antes que ela pudera continuar, golpeei com meu joelho, da forma que havia planejado e, mais uma vez, fora surpreendido. Contra golpeando na mesma moeda, ela bloqueava com certa facilidade, nossas forças eram páreas.

A Mãe havia me contado que nenhum ser pequeno do sul poderia ser subestimado, por menor que fosse, mais uma vez a prova se postava diante de meus olhos. Os golpes secos desferidos em minha barriga eram a materialização de meu equívoco e o chute que me arrastou alguns metros para trás, me trouxe de volta a realidade.

Uma promessa havia sido feita a Stuart e que vergonha maior existe do que aquela de não cumprir com a própria palavra?

— Que incrível tu és, pequena! HAHAHAHA! — dizia, também soltando a arma que outrora possuía em punho — Queres uma briga a mãos nuas?! TERÁS!!!!

Ela certamente não era como os coelhos, mais como um javali. Me lembrei da época que viajávamos para Lorenhill, uma das partes menos frias do norte, eu tinha quinze quando consegui dominar o meu primeiro javali, que saudade daquela época. A lição básica para ganhar de um animal daqueles era a mesma desde a época dos avós, dizia a Mãe. “PEGUE OS DENTES MAIORES, IMBECIL!!!”. Podia escutar as palavras de amor e carinho dela em meus ouvidos. Bem, a minha adversária não possuía dentes grandes para que eu os pegasse, mas possuía outra coisa, seus cabelos.

Rapidamente, utilizaria de minha aceleração para investir outra vez contra meu alvo, quando chegasse perto, bateria com toda força as palmas de minhas mãos, uma na outra, o mais próximo possível da cabeça da mulher, sem encostá-la. Meu objetivo com isso era criar um barulho que incomodasse o alvo, enquanto minhas mãos enormes tiravam parcialmente a visão dela. Isso sempre funcionava contra o Yuri, meu meio primo.

Assim, conforme ela tentasse defender-se ou entender o que eu estava fazendo, eu dispararia uma cabeça contra ela, mergulhando em sua direção caso fosse necessário. Meu estilo de luta sempre foi o caos e a malandragem e isso não mudaria pelo tamanho de meu oponente. Tendo sucesso ou não no primeiro golpe, aplicaria logo em seguida um cruzado de direita, que visaria a lateral do corpo dela, sendo acompanhada por outra joelhada, desta vez na esperança que não houvesse como ela defender. Minha quarta ação seria, finalmente, tentar agarrar os cabelos da oponente. Isso seria feito logo depois da joelhada, e miraria o couro cabeludo, no topo de sua cabeça, onde era mais fácil efetuar a “pegada”.  Caso obtivesse sucesso, imediatamente levaria sua cabeça ao chão, usando os próprios cabelos como alça para tal, eu sabia que no chão seria muito mais difícil para ela defender qualquer golpe.
Obtendo sucesso no arremesso da minha oponente no chão, usaria a mão livre para golpeá-la na cabeça, repetidas vezes, até que julgasse que ela estava fora de combate, meu objetivo não seria mata-la. Entretanto, caso eu não conseguisse segurar seu cabelo, emendaria um soco com a mão que não utilizei para tentar agarrá-la, visando também a sua cabeça e, conectando esse golpe, emendaria um chute no meio de seu corpo, para depois continuar golpeando-a com os meus punhos fechados, em forma de marreta, de cima para baixo, até que ela estivesse fora de combate.

Mais uma vez, eu abdicaria de me defender para tentar acertar meus golpes, contando com a minha resiliência, na qual tanto confiava.



Objetivos:
 

Dados do Marte:
 






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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Surgem os Eternos!   Capítulo I - Surgem os Eternos! - Página 3 EmptyDom 05 Abr 2020, 21:18


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REVELAÇÕES DE UM ANTIGO REI
Post - 8º

Lembrando um pouco as animações culturais, Ryuzaki parecia entrar em uma divisa quanto a sua reação. Decepção? Raiva? Ambos sentimentos eram visíveis no semblante do caprino. Talvez fosse melhor não demonstrar, mas difícil seria quando parando para raciocinar. "Desde quando um cachorro tem chifres?" Aquelas crianças teriam visto algum animal, pessoalmente, em suas vidas?

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Focando em Elizabeth, também era visível uma semelhança nítida entre ela e Alice - outra mulher com vestimentas familiares e cabelos azuis - poderia supor que eram irmãs? Poderia dizer que ambas eram responsáveis, sem auxílio de terceiros, por aquela inúmera quantidade de crianças? Talvez, mas não era certeza. Quanto mais Ryuzaki se aprofundava nessas questões, mais dúvidas surgiam inconscientemente. "Perguntar não faz mal." Dava de ombros, não estava preocupado com as consequências reais que aquelas perguntas poderiam proporcionar, direcionava novamente sua atenção para Liz quando percebia que a mesma dava início ao ensinamento que tanto procurava.

"Conhecer a rotação do sol e os ciclos da lua..." Repetia mentalmente aquilo que ouvia, até que era questionado pelo motivo de querer saber tal assunto. - Bem, obviamente é por que... - As palavras pareciam sumir de sua boca, um branco se estabelecia em sua mente, parecia ter esquecido o motivo de sua procura após tantos desvios que tivera cometido. - Bem... É que... - Buscava um final para sua resposta, colocava as mãos sobre seu manto escuro em uma posição pensativa. ~ Hmm? ~ A sensação de um objeto ocupando seu casaco ficava mais evidente, notando sua existência, Ryuzaki tirava o objeto e se tratava apenas de seu jogo de xadrez. Naquele momento, os pensamentos pareciam ressaltar sobre sua alma, libertando-se através de seus lábios. - Porque a vida... É como um jogo de xadrez. - Colocava sua "relíquia" sobre o colo, desviando seu olhar da moça afrente para o objeto sentimental. - Assuntos são peças, problemas são jogadas e a vida é uma estratégia. Um erro pode acabar com tudo, por isso é bom pensar antes de agir. Mas se demorar demais, o Tempo acaba e você perde o jogo. - Começaria a passar sua mão sobre a caixa, retirando as sujeiras que poderia ter adquirido no conflito contra Ninin.

- É fato que seria mais fácil se eu tivesse um relógio, eu não discordo. Mas nem sempre poderei administrar meu tempo dessa forma, e isso pode ser crucial em uma "partida". - Dando um maior ênfase para o final de sua frase, o caprino voltaria a fitar os olhos da empregada. A intenção não era de intimidação, mas sim de transmitir veracidade e confiança em suas falas. - Eu quero mostrar meu valor para o mundo, como meu pai um dia quis, e para isso terei de dominar tudo que for essencial para este jogo de xadrez. - Faria uma pausa, respirando levemente antes de finalizar sua explicação. - E o tempo é um desses.

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Ficaria em silêncio, esperando uma possível resposta da empregada. Entretanto, se a mesma demorasse demais ou se Ryuzaki percebesse que ela não iria falar, ele prosseguiria em tom calmo. - Mesmo que não consiga compreender meu desejo, peço para que reconsidere meu pedido. Ensine-me, Elizabeth. - Caso a mulher respondesse positivamente, o atirador guardaria sua caixa novamente em seu casaco e prenderia sua atenção aos ensinamentos de Liz. Entretanto, se a resposta fosse negativa, apenas resmungaria consigo mesmo, "O quão tolo eu estou sendo para pedir ajuda para alguém como ela?", estaria irritado, mas não demonstraria enfrente aos residentes da casa, seguindo em direção à saída se assim fosse solicitado.

« HP: 44/44 | SP: 62/62 | Berries: 20.000 | Lv1/XP: 10/25 »


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