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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Capítulo I - Surgem os Eternos!

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
Duque Azul
ADM.Tidus

Créditos : 44
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Localização : 1ª Rota - Karakui

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MensagemAssunto: Capítulo I - Surgem os Eternos!   Capítulo I - Surgem os Eternos! - Página 2 EmptySex 07 Fev 2020, 22:33

Relembrando a primeira mensagem :

Capítulo I - Surgem os Eternos!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Marte, Ishin Murasaki e Ryuzaki Loster. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Ripper
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Surgem os Eternos!   Capítulo I - Surgem os Eternos! - Página 2 EmptyDom 16 Fev 2020, 20:37


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Preso na Floresta de Malkiham!
Post - 03





O pequeno correra o máximo que suas pernas haviam permitido, em contrapartida, não havia tido dificuldade em carregar aquelas toras que o menino havia deixado para trás, perto de mim, elas acabavam por perder parte de sua imponência por conta do tamanho. A neve estava fofa o suficiente para que ele deixasse suas pegadas e que sorte eu tivera, seria horrível ter que começar minha busca novamente, do zero. Não demorou muito para que voltássemos a nos encontrar, desta vez, o pequeno estava acompanhado de outro homem, só que este era ligeiramente maior que aquele que havia me dado “boas-vindas”. Ficou claro que o primeiro era mesmo um infante enquanto, o outro, um adulto. Mas será que aquela era a altura máxima que eles alcançavam? Eu não podia me conter!

Antes que minha boca pudera falar sozinha, como de costume, o adulto já apontava a flecha para a minha cabeça — HAHAHAHA! Eu não quero machucar vocês, possuo respeito por aqueles que protegem suas crias e seu território — diria, enquanto cruzava os braços, ainda sentado e de pernas cruzadas — mas, me diga! Os homens do Sul ficam maiores do que tu? — diria ao adulto, me referindo a sua altura. Porém, talvez antes que este pudesse me responder, continuou falando e finalmente soube que estava na Ilha de Malkiham, podia lembrar-se deste nome pelas histórias da Mãe. Além do objetivo alcançado, descobrir aonde me encontrava, o que chamara a atenção foram as últimas palavras do homem.  Ele disse que eu estava ali preso “como” eles e também disse que ELE não me deixaria sair, tal coisa me deixara um tanto confuso. Ele estava preso como eu e, da mesma forma, ele que não me deixaria sair, porquê?

— HAHAHAHA! Voce e  a floresta de Malkiham precisarão me desculpar, eu não posso ser vossos prisioneiros, porque eu serei aquele a conquistar o One Piece! HAHAHAHA! — talvez, eles não soubessem o que aquilo significava e eu não tardaria em explicar — O One Piece? É o tesouro do homem mais poderoso que navegou por estes mares, Willd Chris! Dizem que as riquezas dele fariam qualquer pessoa a mais rica dos mares conhecidos e desconhecidos! HAHAHAHA! Mas não é isso que eu desejo, aquele que conquistar o One Piece, também conquistará o título de Rei dos Piratas e é por isso que cheguei até aqui, Malkiham, a primeira ilha de minha jornada! HAHAHAHA! — coçando a cabeça, voltaria a assimilar as informação, colocando o pé na realidade — Mas porquê vocês estão presos aqui? E porquê você deseja me tornar um prisioneiro, assim como tu? — levantando, sem medo da flecha, terminaria — Existe alguém que tens a coragem de manter vocês em cárcere? Mostre-me que terei prazer em acabar com a raça do maldito!

Caso houvesse, de fato, alguém que ameaçava e mantinha aquele povo preso, eu não hesitaria em ir atrás do responsável, com Stuart dando ou não a informação sobre ele. Se não houvessem mais opções, cogitaria em voltar pelo mesmo local que eu havia vindo, afinal, sabia que poderia de alguma forma, ir embora pelo mar mas, isso me lembraria que preciso de alguns conhecimentos, se não quiser ficar para sempre a mercê das correntes marinhas.

— Você conheceria alguém que pudesse me ensinar a navegar um barco ou a ler as estrelas para saber aonde estou indo? — perguntaria ao homem .

Objetivos:
 

Dados do Marte:
 




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Ishin Murasaki
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Ishin Murasaki

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Surgem os Eternos!   Capítulo I - Surgem os Eternos! - Página 2 EmptySeg 17 Fev 2020, 16:16


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Confusão!
Um dia comum


Ishin entrou no bar empolgado com sua mais nova aquisição e se sentou numa das poucas mesas que ainda estavam vagas para fazer seu pedido à simpática garçonete que veio o atender.
O bar em questão era um conhecido ponto de encontro de caçadores de recompensa e estava lotado apesar de ainda ser manhã.

- "O Sr. Oslo deve ter enfrentado muitos homens como esses enquanto navegava como pirata, me pergunto se um dia terão um cartaz com meu nome nessa parede." Pensou enquanto observava o mural de procurados.

O saquê chegou rápido e enquanto Ishin salivava ao servir uma dose para si, um encrenqueiro musculoso se aproximou lançando ameaças.

Eu vou te quebrar cara, aquela vez eu tava locaço! Tô sobril aguyra, vou vence de vucÊ e ser o lei da temaki. Bradou o homem exalando álcool pelos poros.

Aparentemente Ishin já havia cruzado o caminho daquele bêbado em particular, e apesar de saber que se tratava de uma das "testemunhas" da grande batalha das termas, não conseguia se lembrar dele com clareza.
A neve ainda caia do céu no lado de fora do bar e tudo o que o jovem espadachim queria era relaxar um pouco antes de seguir em sua aventura por Malkiham. Talvez uma briga naquele bar não fosse a decisão mais sensata a se tomar, mas nem sempre se pode escolher, sobretudo quando se tem a fama de um guerreiro.

- ZEEAAHAHAHAHA!! Melhor se acalmar velhote, seu ódio vai azedar minha bebida. Diria num tom grave após gargalhar.

Ishin manteria o olhar fixo no homem tentando identificar algum movimento mais agressivo enquanto degustaria pelo menos uma dose da bebida em "paz". Algo lhe dizia que em breve não seria mais possível.

Caso o homem tentasse algum ataque enquanto Ishin estivesse bebendo, o jovem espadachim reagiria tentando bater, com um movimento rápido, a cabeça do alvo contra a mesa usando sua mão livre. - Acho que o chão está escorregadio senhorita! Diria com um sorriso raso se dirigindo à garçonete enquanto terminava de beber.

Se o homem desmaiasse e não atraísse a atenção dos caçadores, Ishin terminaria sua dose e aguardaria sua refeição com um largo sorriso de contentamento enquanto sentia o álcool ruborizar suas bochechas.

Se o homem não apagasse e continuasse afim de uma revanche e(ou) se outros clientes ficassem nervosos, Murasaki devolveria a garrafa para a moça que o serviu pedindo a ela que cuidasse de sua preciosa bebida e então iria para o lado de fora acenando com a cabeça para que os desafiantes o acompanhassem.

- Fala sério, esses desafiantes não param de aparecer... Se mais alguém aqui tem o desejo de me enfrentar vamos resolver isso agora! Venha! Eu serei seu oponente. Bradaria em frente à porta do estabelecimento segurando o cabo de sua katana ainda embainhada.

Ishin se manteria em guarda pronto para sacar sua lâmina e bloquear algum possível ataque frontal vindo de dentro do bar



(...)
_________________________________


Objetivos:
 



Dados do Ishin:
 

____________________________________________________

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Vício:
 


Objetivos:
 


- Fala        
- "Pensamento"
(Adendos/Explicações)
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Revescream
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Revescream

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Surgem os Eternos!   Capítulo I - Surgem os Eternos! - Página 2 EmptyTer 18 Fev 2020, 20:31


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TEMPO DE JOGO
Post - 3º

Ignorando a piada infame e saindo do estranho estabelecimento a busca do caprino por um local aberto e espaçoso havia sido um sucesso. Um jardim, peculiar em seus detalhes, sua paisagem parecia aconchegar Ryuzaki de forma como se aquilo fosse algo feito para ele. Os olhos curiosos perambulavam os arredores apreciando o que viam. "Imundice. É uma pena que algo tão belo esteja a depender de criaturas tão igualmente sujas." Encarava, em sinal de desaprovação, as lixeiras reviradas que alastravam-se pela praça. "Quem sabe eu possa ter um jardim tão belo quanto esse um dia... 'The Gray Garden'." Imaginava aquele jardim sob seus cuidados, "impecável" seria a sua realidade.

Sua atenção, agora, direcionava-se para os céus daquele recinto. As nuvens traziam a impressão sombria de melancolia para aquele local, mas era um elemento que agradava particularmente o recém-atirador, observava-as calmamente enquanto perdia-se em seus pensamentos. "Para ser maior que um rei, para ser um "Jogador de Xadrez", precisarei melhorar minhas capacidades com a minha nova arma... mas como?" Questionava-se em meio ao silêncio, continuava a fitar as nuvens que abrangiam os céus. "Nuvens... Xadrez..." Refletia a procura de uma ideia, seu treinamento deveria ser efetivo, mas também dentro de seu alcance atual... "Em algumas partidas de xadrez devemos ser pacientes para efetuar com precisão a jogada de vossa questão, mas também devemos ser rápidos para não perder a vez quando o tempo do cronômetro acabar." Conhecimentos ponderavam-se pela mente do rapaz, formulavam aos poucos uma ideia para começar o seu treinamento. "Ter uma noção exata do tempo é algo essencial para combates como esse... sim, isso! Irei melhorar a minha noção do tempo!"

Decidido sobre o seu aprendizado, Ryuzaki tomava rumo em direção ao indivíduo que também encontrava-se no local. Uma mulher, aparentemente cuidadora do jardim. Quando estivesse a poucos metros da moça - Cof, cof! - chamaria a atenção da mesmo com um soluço forçado, apenas para avisa-la de sua presença. - Poderia me dizer as horas, senhorita? Novamente forçaria para o tratamento adequado com a moça, esperando atentamente com as ações da mesma. Depois de receber a resposta - Certo, obrigado. - despediria-se da mulher voltando para seu ponto de origem, entretanto, desta vez sentando em algum dos bancos existentes.

"Considerando que atualmente seja "X" horas e que o sol nesse momento está oculto entre as nuvens... quanto tempo demorará para que o sol venha a aparecer? Será que conseguirei adivinhar o horário exato apenas pela posição do sol? Isso parece louco de pensar ser possível." Levantava novamente sua visão para os céus, procurava o paradeiro da grande estrela afim de concretizar sua teoria. "Talvez não seja 'impossível', eu preciso me concentrar para descobrir." Caso encontrasse a esfera luminosa protegeria parcialmente seus olhos para não ser ofuscado pela intensa luz, se não a encontrasse continuaria a procura-la em outra região além do jardim.

Observaria os seus arredores de vez em quando, prevenindo-se de ser pego de surpresa por algum mau elemento. Aquilo certamente era tedioso, ficar analisando o sol para depois descobrir as horas exatas era uma tarefa árdua e que exigiria muita paciência e determinação, todavia, paciência era algo que Ryuzaki poderia ter nesse momento e a curiosidade por conhecimento do mesmo serviria como motivação para esse difícil trabalho. Assim, ficaria o tempo que fosse necessário para que pudesse aprender a devida habilidade.

« HP: 44/44 | SP: 62/62 | Berries: 20.000 | Lv1/XP: 10/25 »

Legenda:
 
Personagem:
 
Objetivos:
 

Considerações:
 




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Takamoto Lisandro
Narrador
Narrador
Takamoto Lisandro

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Surgem os Eternos!   Capítulo I - Surgem os Eternos! - Página 2 EmptySex 21 Fev 2020, 00:19

Takamoto Lisandro Oloko²



Tinha decidido se aprimorar ainda mais, seus questionamentos iam além do jogo de xadrez, pois trazia da essência das peças dogmas pessoais e táticas usadas em seu cotidiano, observava as nuvens objetivando um ganho pessoal que traria para si uma enorme diferença nos obstáculos da vida. Queria aprender a ter uma noção maior de tempo, observa e contar eram os primeiros passos, sabendo disso se aproximava por trás da moça que regava algumas flores azuis, o tom melancólico que o jardim trazia ofuscava de certa forma a visão do caprino que podia jurar que viu bolas de luzes translucidas ao redor da moça, ela trajava uma roupa de empregada rudimentar e elegante, uma maid agachava-se com cuidado para não sujar suas vestimentas no chão sujo da praça. O atirador torcia querendo chamar atenção, ela virava seu rosto surpresa, tinha dado foco total a sua tarefa que nem mesmo notou as pisadas dele, ela fitava o mink a sua frente com seriedade, sua pele era branca tão pura quanto a neve, beirava ser feita de porcelana, íris rosas assim como os fios de seu cabelo, o penteado era curto, mas as madeixas cobriam um de seus olhos. - ... – Ela não falava nada, apenas ignorava o ser e continuava a regar as flores.

Ele perguntava das horas, novamente ela olhava para ele e ignorava sua existência, ele permaneceu em pé esperando a resposta, isto se tornou uma batalha de quem cederia primeiro, no entanto, passou cerca de alguns segundos e a empregada se virou levantando-se naturalmente protegendo sua saia de arrastar-se pelo solo, encarou com raiva o sujeito e olhou para o céu. – Nove horas da manhã. – Ela disse sem rodeios. – Humpf! – Lançou sua face para o lado com seu nariz empinado, saiu dali sem dá mais nenhum pio, talvez tenha se sentido incomodada pela presença de Loster. Ele sabendo das horas começava seu treinamento sem muito adiante ir, passando algum tempo, ouviu alguns barulhos ao redor da praça e graças a sua visão aguçada pode ver um trio de marmanjos chutarem uma lata de alguma coisa enlatada obviamente e ir em direção na mesma direção da empregada.

No bar, o bêbado se espatifava na mesa apontando o dedo na cara de Ishin. – O lei da temaki! – Ele repetia, o espadachim não queria brigar, mas também não admitia que intrusos atrapalhassem sua hora de prazer. – Heheheh... Murri. – Batendo a testa com força na mesa, o feião ficava desmaiado bem a sua frente e nada o impedia de beber sua bebida e comer do seu prato ao qual tinha pedido. – Aqui... – Olhava para o bêbado jogado na cadeira e mesa. – É.. Sua comida chegou.. Desculpe o incomodo, mas gostaria que chamasse alguém para retirar ele daí? – Ela parecia mais incomodada do que o espadachim que começava a deliciar-se da refeição, uma garfada após outra. Alguns rapazes chamavam a garçonete, a sua atenção logo se virava para eles, ainda não tinha escutado a reposta do protagonista deste paragrafo então logo dizia. – Só um minuto, volto já, devo chamar a segurança? – Ela saia falando a última parte. – Ei... Ei.. Eu sei de coisas. – Falava o bebum. – Sabe os tribais da ilha, tão tramando algo.. Temakis. – Ele sorria de forma esguia, parecia conter mais mistérios do que aparentava.

Hora do gigante, sorrindo e demonstrando simpatia pelos irmãos, não tinha medo de declarar suas ações e dizer que ninguém nunca vai prende-lo já que ele era destinado ao One Piece, o maior tesouro do mundo deixado por ninguém menos do que o próprio rei dos piratas. – Não diga bobagens, você é grande, mas não é dois, eu sou pequeno, mas não sou metade. – Stuart falava apontado a flecha agora para o pescoço do gigante, sabia que a jugular era mais macia e menos densa do que os osso do crânio, se acertasse ali, o sangramento e a falta de ar matariam o gigante em questão de minutos. – Nos não somos prisioneiros, eu digo que você está preso aqui assim como nós, pois sair pelas florestas é muito perigoso. – Ele queria parar o gigante não por seu favor, mas para protege-lo de algo bem mais fatal do que sua flecha. – Se sair por aí, vai ser fácil ser pego por um grupo de tribais, eles vivem na floresta. – Ele tentava argumentar, mas sabendo que tinha malfeitores que não deixavam pessoas transitarem pela floresta enfurecia Marte. Ele já partia para as florestas sabendo que a ameaça estaria por lá e ignorava os irmãos. – EI! EU FALEI PARA VOCÊ NÃO IR! – Lançava a flecha em uma arvore bem ao lado do gigante, quase o acertava, o pinheiro balançava com força, aquele disparo não era brincadeira, poderia fazer bastante estrago em seu corpo se pegasse. – Klaus, vá para dentro da casa agora! – O pequenino olhava para o seu irmão. – Mas Stuart.. – Era interrompido. – Vá agora! – E seguindo as ordens do atirador, a criança ia para a casa com os olhos cheio de água, a porta batia ao fechar. – Não quero problemas, nosso pai saiu pela floresta, ele tinha relações com a tribo de Malkiham, mas faz um mês que ele sumiu e os tais amigos deles disseram que se saíssemos daqui, iriamos morrer assim como ele. – Ele retorcia seu rosto entre tristeza e raiva. – Se você sair por aí, vai nos trazer problemas se descobrirem que veio daqui, eles são ótimos rastreadores. Eu peço que fique.. Pelo menos até eu ter um plano melhor.


Offs:
 

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Surgem os Eternos!   Capítulo I - Surgem os Eternos! - Página 2 EmptyQui 27 Fev 2020, 13:05


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Stuart, o arqueiro!
Post - 04





O adulto pequeno passava mais verdade em suas palavras do que era necessário para que eu sentisse confiança nelas. Ele ouvira minhas palavras sobre meu grande objetivo e vontade, paciente, deixou que eu as terminasse antes de sua resposta. As palavras escolhidas pelo pequeno tiravam uma risada de minha boca, mas suas ações com o arco não eram tão amistosas, ficava claro que ele sabia aonde mirar em meu corpo, tal fato explanava o temor de suas palavras, estava mesmo disposto a acabar com a minha vida. Porém, isso realmente não era algo capaz de me intimidar, já sabia há tempos que a vida seria a minha moeda de troca na aposta pelo sonho de ser o maior de todos. Levantei-me com pressa, ao ter certeza que existia um grupo que oprimia aquela família, tal fato sempre seria algo inadmissível para o futuro Rei dos Piratas.
Mas antes que pudesse avançar floresta adentro, a flecha do pequeno acertava a árvore mais próxima de mim com uma violência singular. O tronco balançava de forma vigorosa em resposta ao ataque de Stuart, no mesmo instante, um enorme sorriso surgira, novamente, em meu rosto. Demonstrações de força sempre foram de meu agrado, era comum no Norte competições onde os mais jovens disputavam o título de melhor em algo que envolvesse força física ou perspicácia e, mesmo fora de disputa, a atitude daquele Sulista era exatamente isso, uma demonstração de força. Havia funcionado.

— Uoooooooooooooooah... — minha boca mexia-se e sons tão involuntários quanto o movimento saíam dela em tom de surpresa ao ver a flecha colidir com o tronco — HAHAHA! — gargalhava enquanto parava meu movimento e virava novamente em direção ao pequeno — Tu és fabuloso Stuart! Mesmo com os avisos da Mãe, jamais iria imaginar que puderas ser tão forte! — o arqueiro adquiria novamente minha atenção, ponderado, pedia para que eu ficasse até, pelo menos, existir um plano — Não tens a certeza de que queres acabar isto logo?! De veras, com tua precisão e potência em alinhamento com minha resistência e força, não haverá oponente que nos possa derrotar! — mesmo assim, já havia me inclinado a ouvir o possível plano.

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— Porém, se tu tens um plano, diga-me! — apesar de acreditar na força como arma final, me era interessante poupar o máximo de vidas possíveis através de uma tática bem elaborada. Sabia também que não era meu forte o tipo de coisa, por isso me era bem vindo alguém que tivesse tais habilidades. De toda forma, uma outra habilidade minha certamente seria útil, não importa qual fosse o plano — Tu tens um mapa da região em que eu possa dar uma olhada, pequeno? De onde vim, me orgulhava em ser um dos melhores no quesito de decorar caminhos, uma olhada bastaria para que eu nunca mais me perdesse nesta ilha, HAHAHAHA! — então, esperaria para ouvir o plano do meu, talvez, mais novo companheiro.


Objetivos:
 

Dados do Marte:
 





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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Surgem os Eternos!   Capítulo I - Surgem os Eternos! - Página 2 EmptyQui 27 Fev 2020, 22:24


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RAINHA DE DOIS GUMES
Post - 4º

Uma veia saltava ao franzir seu cenho, suas pupilas sumiam deixando um completo breu em seus olhos diante a situação. Aquele sentimento, apesar de silencioso, era um elemento que o caprino demonstrava não possuir, entretanto, seu mau humor fazia de tal emoção ser algo bem mais frequente do que muitos imaginam. Raiva. Não era do tipo explosivo, mas ainda sentia devido as reclamações que constantemente resmunga para si próprio.

"Definitivamente, respeito não gera respeito." Esbravejava internamente ao perceber que a moça ignorava-o de propósito. Sua paciência era elevada, mas sua tolerância era zero. Contudo, não demorava mais que míseros segundos até que a empregada respondera sua pergunta, o modo que ela agira para com ele ainda deixava-o muito frustado mesmo assim. "Prostituta de jardim." Fitava a mulher distanciando-se, todavia, repentinamente, uma dúvida em forma de interrogação surgia na cabeça do caprino, fazendo sumir a raiva que sentia a poucos instantes. "Porque raios ela estava em um jardim público vestida de empregada? Existe algum Maid-café por aqui?!" Pensava consigo, aquilo de longe não era algo normal, não para seus conceitos... a dúvida parecia cutucar a mente do Mink que logo balançava freneticamente a cabeça para os lados tentando esquecer daquilo.

Iniciando seu treinamento Ryuzaki começava a contar o tempo com seu objetivo em mente, porém, apenas aquilo parecia não leva-lo muito adiante. "Grrr... Prostituta de jardim." Para piorar, a dúvida começava a consumi-lo cada vez mais, não conseguia esquecer a incógnita ou a existência da moça com seu uniforme peculiar. "Espera um pouco, como aquela imbecil conseguiu informar o horário sem um relógio?" Um enorme silêncio estabelecia-se na mente do rapaz, inicialmente refletia de fato como aquilo tivera sido feito, segundos depois, "P*TA QUE PARIU, ELA SABE COMO FAZER!", percebia o detalhe que tivera deixado passar desapercebido até então.

"Preciso dela, infelizmente, terei de convence-la a me ajudar com isso..." Voltando a sua naturalidade, Ryuzaki pensava calmamente para seu próximo passo, tudo dependeria da forma que ele abordasse-a e também em sua escolha de palavras, novamente teria de apelar para educação... Barulhos chamavam sua atenção, estavam arredor da praça, assim direcionava sua atenção para a origem do som. No entanto, a cena que presenciava deixava-o com pouco tempo para pensar - NÃO SUJEM O JARDIM! - Uma pronuncia grossa, talvez demoníaca, sairia de seus lábios no mesmo instante de sua ação. O tempo do atirador pareceria congelar diante de seu raciocínio rápido, fruto de uma genialidade e capacidade acelerativa natural do mesmo.

Sem hesitar rapidamente sacaria sua pistola, sabia que para acertar um objeto em tamanha distância e movimento necessitaria de uma pontaria nata, todavia, ele esperava contornar com sua estratégia e perspicácia. Analisando o trajeto do elemento, o caprino efetuaria 3 disparos com cada um visando pontos fáceis de alvejar seu alvo. Apesar do resultado disso ser uma resposta indefinida Ryuzaki esperava de 2 possíveis resultados em que sua ação sairia como vitoriosa. 1- Caso acertasse, o caprino elaborava que o impacto das balas mudaria a trajetória da lata, consequentemente, tirando a moça desse possível risco. 2- Mesmo que errasse em sua pontaria contra a lata, Loster esperava que o barulho dos disparos fizessem a moça mudar de sua deslocação/posição atual, evitando assim que ela fosse atingida pela lata em seu percusso.

Obtendo sucesso ou não, provavelmente teria chamado atenção dos outros indivíduos que estavam no local - Vocês, canalhas desprezíveis! - Apontaria sua arma em direção ao trio de delinquentes, novamente com seus olhos completamente negros. - Na próxima vez que eu descobrir vocês imundando este jardim prometo que os próximos disparos serão em uma região onde a luz do sol não bate! - Pronunciaria em alto som para o grupo, tentativa de ser autoritário perante a situação - S a i a m  o u   m o r r a m ! - Aviso final. Caso algum deles demostrasse uma reação que não fosse a de retirar-se do local o atirador executaria seus disparos contra os marmanjos até que suas vidas não fossem mais presentes nesse plano astral.

Caso resolvesse aquele conflito, finalmente, tomaria seu rumo em direção a empregada que tiveras "tentado proteger" nesse meio tempo. Próximo a ela ao invés da expressão natural e cortês da primeira vez sua expressão conteria uma feição sombria e irritada em seu semblante - Serei breve, então seja também. Quais são os métodos, conhecimentos, ou artifícios que você utiliza para saber o horário correto apenas olhando para o céu? Diga e ensine-me tudo. - Sua voz sairia seca, atento com as ações seguintes da empregada a sua frente. Se a mesma recusasse a ensinar-lhe continuaria a fita-la intensamente como feito da última vez, esperando que a mesma cedesse a aquele comportamento importuno. Se aceitasse, escutaria seus comentários sem delongas, também procuraria outro local para que pudesse colocar esses ensinamentos em prática. Em última hipótese, provavelmente, perseguiria ela caso decidisse fugir do local, afinal, será mesmo que ela trabalha em um maid-café?

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Surgem os Eternos!   Capítulo I - Surgem os Eternos! - Página 2 EmptySex 06 Mar 2020, 23:06

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Os disparos ecoavam pelo ar, um maldito buraco era feito e a carne e os fluidos eram jorrados se espalhando pelos desordeiros do local, a vítima? É claro que a lata, quem mais seria além dela? A empregada se virava assim como o trio de malucos que transitavam pela a área, tinham escutados os gritos do cabrito e suas caras começaram a ficarem vermelhas de raiva, pois além dele sujar as vestes deles, o atirador também tinha vociferado algumas palavras rudes para eles. – Como é?! – Falava o mais baixo, ele tinha um cabelo verde e um bandeje no nariz, eles estavam sendo ameaçados pelo mink que alçava sua pistola na direção deles. – Cê sabe com quem ta lidando? Noiz somo o trio do pagode da ofensa! Tu ofendeu a geente ta ligado méu? Tu ofendeu os cara que ofende, ou seja, tu ta é lascado meu parcero. – Disse ele, parecia ser o líder do grupo já que os outros dois ao lado dele apenas balançavam sua cabeças concordando com os palavreados feios dito pelo sujeito que não tinha terminado nem o fundamental direito, mas aparentava ser pai de família com sua feição desgastada.

O mink não hesitava um confronto, mesmo contra três pessoas, ele sabia que se eles fossem hostis o seu dedo puxaria o gatilho. O primeiro disparo era efetuado e do nada, o esverdeado se jogava no chão deslizando feito sabonete, por alguma razão, ele era bem rápido no chão e já estava na metade do caminho até o caprino. – PEGA ELE CHEFE! – Gritava um dos marmanjos. – Pôde dexar! – Respondia enquanto avançava, ele encostava suas mãos no chão junto com os pés e curvado partia em direção do mink, mas um disparo era efetuado e este atingia o líder dos arruaceiros. – CHEFE! – Gritava o outro. – Não é nada! – Disse enquanto mostrava que a bala o havia pego de raspão, ele tinha mudado sua trajetória de forma estranha como se estivesse repulsando o solo, aproveitava a velocidade adquirida e partia para um chute bem forte na cabra. – Toma lá! – Gritava, acertando o chute e não parava por aí, continuava o combo acertando mais dois chutes seguidos um atrás do outro, o chutador rotacionava seu corpo e fazia uma fila de chutes na cara do atirador o fazendo ser jogado alguns metros para trás e cair sobre algumas flores e vasos os derrubando e sujando suas vestes de terra molhada. – Agora tamo quite. Já vô logo dizendo, que não digo mais nada, mas dizendo agora, é melhor tu guardar essa arma se não quiser levar mais. Tá ligado?! – Ele colocava ambas as mãos no bolso da calça e a dupla chegava por trás falando. – Mostrou pra ele chefe! Agora vamo fazer os pagode.

Eu tenho um plano! – O Stuart afirmava, o gigante a sua frente tinha gostado da força do rapaz e recusou-se a desbravar a floresta por agora. Ele estava em desvantagem não tendo nem mesmo um conhecimento geral da ilha, o arqueiro puxava uma flecha e guardava o arco em suas costas, ele com a ponta do projetil desenhava na neve algumas marcações. – Estamos aqui! A floresta nos circula por toda essa região, as cidades ficam bem aqui... – Começava a desenhar e explicar para o avermelhado sobre a região. – Mapa? Meu pai tinha um, levou consigo quando... ele sumiu.. – Ele ainda tinha consigo uma péssima recordação daquele dia, mas se esforçou para focar novamente no plano. – Eu iria sozinho, mas agora com você, as coisas vão ser mais piores. – Ele encarava o gigante. – Não me leve a mal, companhia é boa, porém não acho que seu tamanho seja uma vantagem ao andar pela floresta. Eles podem te avistar de longe e assim será fim de jogo. O que eu preciso é usar isso contra eles, sou um bom atirador, mas não contra tantos.. Se eles capturarem a gente, não sei que fim vamos levar, mas podemos montar uma armadilha e ver no que vai dá.. Eu serei sincero, eu darei minha vida pelo meu irmão e se tiver que deixar você para trás, deixarei para que eu e ele ganhássemos a chance para fugir.

Suas palavras eram ríspidas e secas, porém muito sinceras. Ele tinha marcado em seu coração que a família viria sempre em primeiro lugar, não teria pena de deixar para trás um estranho que acabara de conhecer para sobreviver. – Você entende? Se concordar, eu ficarei nas árvores e se você conseguir dá conta de alguns deles, podemos fazer a rota mais rápida para sair dessa floresta..



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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Surgem os Eternos!   Capítulo I - Surgem os Eternos! - Página 2 EmptyTer 10 Mar 2020, 22:44


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Atenção ao plano!
Post - 05





Voltado a entender o plano de Stuart, eu me sentava novamente com as pernas cruzadas, buscando colocar meus olhos mais perto do solo, para que pudesse ver os desenhos que o arqueiro traçava na neve. Se ele não estivesse mentindo, eu já tinha uma noção de onde as cidades se situavam em relação a nossa posição. Provavelmente não seria muito difícil guardar aquelas “coordenadas”, a Mãe havia me treinando usando o mesmo método diversas vezes, desenhos na neve, não era nada novo.

Ouvindo o resto do plano, ficou claro a minha função. Chame atenção e acerte algumas cabeças.

“Ué, não posso ver a localização dos donos da floresta...”

— Pequeno, aonde em teu mapa ficarias a localização daqueles que mantém teu pai como refém? — a resposta dessa pergunta seria essencial para a construção do plano em minha cabeça e com aquela informação na minha frente, tentaria contribuir com o plano — Pois bem, entrarei por aqui — apontaria a entrada mais próxima daquilo que pudesse ser o centro a concentração de inimigos — e darei meu jeito de chamar o máximo de atenção possível, eles não sabem que eu estou lá também pelo seu pai então não irão usar o teu velho contra mim, enquanto isto, você se esconde aqui, aonde conseguir ter visão e ângulo de disparo — moveria meu braço por cima do mapa improvisado, ainda com o dedo em riste, apontando para a direção oposta àquela que dissera ser a minha posição — assim que tomarem a mim como sua atenção, deixe que os deuses do arco guiem suas flechas — com um sorriso no rosto, deixava aquela energia de liderança que naturalmente fluía transparecer em meu rosto — iremos salvar teu pai pequeno, não duvide disso em nenhum momento —terminaria com um sorriso amigável, enquanto batia a palma de minha mãe em meu bíceps, um clássico sinal de força de meu povo, meu objetivo era deixar aquele homem confiante em mim como seu companheiro

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Levantando, dirigia as palavras agora ao Klaus:
— E tu infante! Deixe a lareira acesa, teu pai há de dormir hoje vosso lar! HAHAHAHA! — mesmo cheio de confiança, ainda havia algo a resolver, eu estava sem minha maior companheira, a espada Sibila, então precisaria improvisar. Bateria meus olhos em todos os cantos que pudesse enxergar procurando um tronco de árvore que fosse grande o suficiente para que fosse usado como porrete. Apesar de estar acostumado com espadas, certamente seria mais fácil combater com algo do tipo em minhas mãos ao combater sem nada. Caso não encontrasse, perguntaria a Stuart:
— Arqueiro, sabes de algum tronco de árvore que seja grande o suficiente para que eu possa usar como arma?

De qualquer forma, partiria com Stuart em direção para o ponto apropriado para que começássemos a executar o plano. Quando começasse a chegar perto de tal ponto, diminuiria meus passos, tentando enxergar bem o local do futuro combate. Tentaria analisar todos os pontos estratégicos que poderiam ser utilizados quando um combate rompesse, também tentaria identificar a quantidade de inimigos e onde o pai de Stuart poderia estar. Então, esperaria o tempo de meu companheiro se posicionar, enquanto concatenava as novas informações em minha cabeça.



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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Surgem os Eternos!   Capítulo I - Surgem os Eternos! - Página 2 EmptySex 13 Mar 2020, 21:36


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PAUSA PARA DÚVIDAS
Post - 5º

"C-como ele fez aquilo!?" Ainda deitado sobre a terra suja que agora continha em suas vestes o caprino ficava aflito com a cena que tivera presenciado. "Nenhum ser humano normal conseguiria escapar tão facilmente de disparos como esses... e ainda conseguir contra-atacar com a mesma precisão e velocidade." O mesmo não parecia sentir muito dos danos, para sua sorte ou azar, a maioria tivera o acertado na cabeça que em contrapartida o atirador possuía um crânio bem resistente. Observava o grupo de marmanjos comemorando sua "vitória" brevemente, não demonstrava estar irritado, uma curiosidade serena e repentina fazia seus nervos ficarem tranquilizados - Ei! Você! - Chamaria a atenção novamente daquele trio, especialmente do indivíduo que tinha enfrentado pouco tempo. - Quem é você? Como você fez aquilo? Nenhum ser humano, ou qualquer raça que já tinha ouvido falar, seria capaz de deslocar-se com tanta facilidade e destreza como presenciei. Você faz algum tipo de treinamento especial? Se sim, qual? Você faz com alguém ou sozinho? Hein? Fala! - Levantando-se de onde estava Ryuzaki guardaria sua pistola afim de prestar atenção nas palavras do homem escorregadio além de não correr o risco de perde-la por bobagem.

Caso o rapaz respondesse as dúvidas do caprino, independe da reação inicial do mesmo, Loster permanecia atento a suas palavras e continuaria com suas perguntas. - Onde posso treinar para conseguir melhorar minhas habilidades para esse nível? Existe alguma forma de conseguir capacidades semelhantes ou únicas como essa? - Colocaria um tom de voz calmo, porém apressado, embora tivesse declarado a poucos minutos uma sentença de morte para aquele com quem estava falando e tivesse tomado alguns chutes do próprio, sua sede por conhecimento ainda era uma tentação inquestionável.

Entretanto, caso o marmanjo recusasse a responde-lo devidamente ou deixa-lo sem as instruções propostas, Ryuzaki continuaria com seu típico mau-humor em seu semblante. O fato de ter deixado-se levar pelo "poder" de uma pistola além de ter sido desrespeitado por todos os habitantes daquele lugar fazia a motivação do caprino cair de ruim para horrível. Bufaria enfurecido, afastando-se dos arruaceiros, sua briga sem sentido o havia feito esquecer de um pequeno detalhe... "Cadê aquela empregada com noção do tempo?" Limpando suas roupas da terra molhada, o atirador procuraria pela mulher em questão com o objetivo de ao menos tentar aprender aquele conhecimento... talvez não fosse o melhor momento, mas não custava tentar era o que Loster pensava.

Se sua busca pela empregada resultasse em sucesso o albino tomaria passos rápidos em direção da moça, fitaria-la por alguns segundos antes de pronunciar as seguintes palavras: - Me diga, como você desenvolveu o talento de olhar para o céu e descobrir as horas exatas do dia? Como faço para ter tal capacidade? - Evitando enrolações, sendo direto ao ponto, suas palavras sairiam junto a uma expressão facial fechada, sua paciência para todos ali teria se acabado. No entanto, caso o resultado de sua busca fosse negativa, não sobraria muito para fazer algo depois daquele incidente, acabaria por optar me preparar para sair daquele fim de mundo.

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Surgem os Eternos!   Capítulo I - Surgem os Eternos! - Página 2 EmptySeg 16 Mar 2020, 23:50

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Ambos estavam em disposição de seguir o plano, o gigante não tinha medo do que estava por vim sabendo dos requisitos do arqueiro que colocava a vida de seu irmão em priori. Chamando seu irmão, Stuart olhava para o gigante e assentia com o movimento de sua cabeça e indicava um bom tronco de arma que serviria de porrete, mas não uma espada. O tronco era largo e não tinha um cabo bem definido, nas mãos do avermelhado não passava de uma vareta e nada mais, a semelhança com as armas ao qual treinou e se acostumou eram nulas. – Eu irei cuidar da retaguarda, vamos acabar o mais rápido possível e sair daqui vivos, quero encontrar nosso pai. – Ele afirmava com determinação, ajeitava sua aljava de flechas e partia com seu pequenino irmão para dentro da floresta, suas pernas eram ligeiras e sua movimentação ocultava sua presença, andava entre as arvores e buscava recolher informações, se não tivesse com o seu irmão menor do lado talvez fosse ainda mais veloz. Não deu muito tempo para um grande barulho além do chacoalhar do gigante entre as folhagens ser escutado, a floresta era densa e a visão do alto do espadachim não ajudava muito. – São eles! – Indicava o atirador colocando sua mão no peito do irmão e o fazendo se abaixar e ficar atrás de uma das arvores e partia em direção para outra, se escondia e até mesmo Marte mal pôde ver aonde ele estava naquele momento.

Da floresta surgia um quinteto comandado por uma mulher mascarada, todos usavam roupas rudimentares e antigas, formadas por peles e pelagem de animais, a máscara da mulher era feita de osso e seus olhos carmesins perfuravam a alma do sujeito, ela olhava ao redor e fungava com seu nariz. Atrás dela, quatro homens, dois com lanças, um com uma espada de ossos e um arqueiro assim como a mulher do grupo de cinco integrantes. – Você! – Ela apontava para o gigante. – Não ser dessa terra! – Ela anunciava. – SE RENDER! – Esperava que o gigante jogasse sua vareta fora e se entregasse de bandeja, enquanto isso o arqueiro permanecia em silêncio atrás de alguma arvore. – SE RENDER! – Repetia, dessa vez sua equipe apontava suas armas para Marte.

Estupefato por ter perdido, o caprino não via sua derrota de qualquer maneira, ele usava dela para obter conhecimento e assim não cair no mesmo truque duas vezes, por assim queria aprender a tática por trás dos ataques e subsequentemente se tornar um melhor jogador. O líder do grupo de arruaceiros que se auto proclamavam como pagode da ofensa se assustava com o ritmo do mink, se levantava e não expressa raiva ou frustação e sim curiosidade. – Sou Ninin, o líder dessa rapaziada ta ligado? Quer saber qual foi dos meus movimentos macabros? – Ele passava a mão em seu nariz de modo orgulhoso, fechava os olhos por um segundo. – Ta bom, vou dizer beleza, mas presta atenção! Eu comi uma fruta que me deu um poder cara, e cê não vai acreditar! Consigo repulsar qualquer coisa solida meu parceiro, pelo menos é o que acho até agora. – Os dois ao lado do líder olhavam para o caprino bem contentes. – Isso ai, por isso nosso líder é foda, não é todo mundo que come uma akuma no mi cara, as frutas do diabo são massas demais. – Todos os três concordavam, estavam em plena sintonia, o grupo de pagode deveria ter este tipo de relação para crescer e talvez serem os melhores do mundo. – Não posso te ensinar nada moleque, cada akuma tem um poder diferente pelo que dizem, sendo assim.. Falou! – Ele se despedia do estrategista sem olhar nem uma vez para trás, confiava que o mesmo não o atacaria pelas costas, ele não aprendia as habilidades, porém descobria um pouco mais sobre o mundo ao qual vivia e a novidade chamada akuma no mi.

Notava que nessa conversa tinha perdido seu objetivo principal, a empregada tinha sumido de sua vista, deveria correr para encontrá-la. Buscava pelos cantos e foi pelo caminho que ela havia rumado e assim quase a encontrava se não fosse por um erro, ela fechava a porta da casa ao qual tinha entrado, era um casarão bonito e com incríveis flores em sua entrada, parecia mais um castelo. Não existia um campainha, mas sim um circulo de metal acoplado na entrada para ser usado como o dispositivo antes citado, deveria bater na madeira com suas mãos ou com a aureola da porta.


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Última edição por Takamoto Lisandro em Seg 16 Mar 2020, 23:56, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Surgem os Eternos!   Capítulo I - Surgem os Eternos! - Página 2 EmptyQui 26 Mar 2020, 15:54


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Hora da confusão?
Post - 06





O plano era concordado e chegávamos ao fim de sua elaboração. Stuart mostrava com movimentos sutis com a cabeça um tronco que serviria ao meu propósito, algo que  ao menos se assemelhasse a uma espada e facilitasse meu combate. Com o pedaço de madeira em mãos, eu manipulava-o contra o ar, tentando compreender e memorizar o peso daquela arma improvisada.

“Agora certamente pareço o abominável homem das neves”

— HAHAHAHA! Vamos! — dizia enquanto o pensamento saía de minha mente.

Aquele local certamente não havia sido feito para alguém do meu tamanho. A altura das pequenas árvores atrapalhava a minha visão e pouco era possível enxergar mais a frente. Fiquei dependente dos sentidos e da experiência do pequeno adulto. De qualquer forma, não demorou muito para que ele entrasse em um estado de alerta, rapidamente, sumiu do raio de percepção e, tão rápido quanto, um quinteto se despunha em minha frente. Com palavras ameaçadoras, a aparente líder fazia seu primeiro contato.

— Render?! HAHAHAHA! Vamos, vamos! Tu capturastes alguém que é de minha importância, nada mais justo que o soltem ou que eu também pegue um de vocês, não achas? — a verdade é que sabia no que aquela situação levaria, já havia passado por tal coisa antes, meu sangue começava a ferver com a expectativa, meu punho fechava-se com mais força, esmagando em parte o tronco que segurava, o ar de minha respiração ficara mais pesado, as sobrancelhas  ficavam baixas e mais juntas, o brilho em meu olhar era notório e, em tom ameaçador, diria caso nenhuma das minhas requisições fossem acatadas:
— Não entendestes?! EU! ESMAGAR! VOCÊS!

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A intimidação era uma arte. Uma arte na qual eu havia vivido na sua forma mais pura, uma forma de resolução de conflitos comum em meu povoado. Minha vontade era esmorecer a vontade daqueles selvagens, mesmo que eles não se rendessem, se apenas um deles perdesse um pouco da confiança, teria valido a pena. Mas, percebendo a eminência e inevitabilidade de um conflito físico, eu não hesitaria em tomar a primeira atitude.

Utilizando a aceleração provida pelos Deuses, dispararia em direção do quinteto, utilizando o enorme corpo para separar a sua formação que se mostrava posta. Para me proteger, tentaria golpear suas armas utilizando meu tronco, tentaria diminuir ao máximo os danos sofridos. Minha investida jamais terminaria comigo no meio do grupo, aquela seria a pior situação possível, estar cercado pelo grupo. Se possível, terminaria o mais próximo possível do arqueiro selvagem, tirar ele de combate seria o principal objetivo inicial, pois ele seria aquele que poderia responder mais rapidamente ao ataque do meu aliado que estava oculto. E, se ainda houvesse tempo, balançaria o tronco horizontalmente, tentando golpear o corpo do arqueiro.

A todo momento, tentaria estar atento aos golpes adjacentes, tentaria me defender utilizando o tronco, contra golpeando de forma que conseguisse desviar as lâminas de meu corpo.



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