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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 A justiça não é cega!

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MensagemAssunto: A justiça não é cega!   A justiça não é cega! - Página 2 EmptyQui Jan 30, 2020 11:32 pm

Relembrando a primeira mensagem :

A justiça não é cega!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis IX-1 e Zahard H. Mizzu. A qual não possui narrador definido.


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Bijin
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MensagemAssunto: Re: A justiça não é cega!   A justiça não é cega! - Página 2 EmptySex Mar 20, 2020 3:00 pm


Narração



Cromweel esta bravo, certas pessoas conseguem coisas que as outras não. O mundo era justo? Isso era uma piada, a história é escrita pelos fortes e por aqueles que tem o verdadeiro poder, aquela mulher tinha algo que o protagonista não tinha e ele havia percebido, precisava melhorar sua aparência, melhorar seu status social, pelo menos na visualmente, mas a questão era simples. Ele tinha condições para isso?

Claro que com 50 mil berreis não dava para fazer nenhum milagre e o mal humorado então com o plano traçado mas simples para caber dentro do seu orçamento, ele então vai a um mercado e compra um cigarro e um isqueiro gastando preciosos 20 mil berreis, mas esse valor não era um gasto, mas um investimento que ele tinha que fazer para alcançar seus objetivos de curto alcance.

Com o cigarro na boa, traquejo de mano e confiança transbordando, Donovan estava pronto para encarar mais uma vez o homem que vamos chamar de "o Porteiro". O boxeador se aproximava e nenhum reação do homem... Dava uma baforada e nada. Então como se o homem entendesse o que ele queria dizer e então falando do tal teste.

O Porteiro olhava para Donavan de cima para baixo, não que o boxeador fosse baixinho, mas o porteiro era enorme, uma armário, tinha pelo menos 40-50 centímetros a mais de altura sem falar que o próprio peitoral era o dobro do protagonista, ele transmitia uma sensação estranha a Cromwell, algo como força.

Pondo a mão no terno (off: todo preto diferente da ilustração) ele então retira uma carta, era um envelope lacrado e havia um endereço no envelope, então pegando uma caneta no bolso e olhando para um relógio grande no meio das ruas, o Porteiro então escrevia algo no envelope, uma pequena anotação no canto esquerdo superior. Então ele passa o envelope para o aspirante a agente.

- Entregue esse envelope e penso no seu caso.

Se Cromwell pegasse o envelope observaria que havia um endereço ali, era no porto da cidade, Donovan conhecia o endereço e não teria problemas para chegar lá, uma simlpes caminhada de uns 40 minutos era mais que o necessário. Mas o Porteiro havia escrito apenas uma coisa naquele envelope, a hora exata que p boxeador recebeu o envelope, será que tempo era importante?

- Tic tac, o tempo esta passando.

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MensagemAssunto: Re: A justiça não é cega!   A justiça não é cega! - Página 2 EmptySex Mar 20, 2020 4:26 pm

A Justiça não é cega!


FALAS PENSAMENTOS Tecnicas
Algumas poucas coisas na vida eram tão reveladoras quanto a clareza em meio ao caos, o silêncio no meio da gritaria e a felicidade no meio de tanta dor. Para Don, tal sentimento era encontrado num trago simples de um cigarro. A fumaça assassina responsável por uma morte dolorosa e de longo prazo também lhe fornecia momentos de introspecção e reflexão valiosos o bastante para se ter como preço a própria vida.

”Como algo que pode te matar pode ao mesmo tempo te fazer tão bem? Eu acho que é isso que dizem sobre mulheres… heh... ”

Sorriu sozinho, mas não solitário. Cromwell poderia ser tudo, menos solitário. Estava rodeado de centenas de pessoas. Sim, suas atuações eram baseadas em personalidades existentes em sua mente. Ele não era esquizofrênico ou sofria de algum transtorno dissociativo, pelo contrário, ele era apenas alguém com imaginação fértil e grande capacidade criativa. Durante sua vida nas ruas, ele buscou mecanismos de proteção e um deles era sua facilidade de interpretar personagens, os quais começaram com entendimento sobre o que as pessoas sentiam mais empatia. Agindo da melhor maneira possível em cada caso o permitia chegar ao ponto desejado para conquistar sua presa. Diferente do mundo onde piratas e marinheiros treinavam incessantemente para se tornarem os mais poderosos, Donovan rapidamente entendeu que existiam diversos tipos de poder: Riqueza, força física, influência, informações, etc. O mais poderoso de todos é aquele tiver todos eles e essa era a sua maior vontade. Exalou a fumaça. Era interessante a capacidade reflexiva que um simples trago permitia...

— Vamos lá...

Finalmente voltou ao lugar onde achou ser responsável pelo recrutamento de agentes e após arriscar um jogo de posturas, finalmente recebeu uma tarefa. Deveria ser um office boy e entregar a encomenda com algum tipo de tempo limite, analisou ao ver a preocupação do brutamontes em ver a hora. Com o endereço em mãos e ciente de onde deveria ir, não gastaria mais tempo sem necessidades e seguiria seu curso andando rápido, mas sem correr. O principal ali era entender o que estava fazendo e como iria fazer. Ele conhecia a cidade e sabia o melhor trajeto. Correr talvez chamasse a atenção e andar devagar poderia passar tempo demais, logo, andar rápido era a melhor escolha.

”O primeiro requisito para se tornar um bom Agente é a ausência de perguntas. Obedecer as ordens emitidas pelo Governo Mundial e nada além. Não há grupo mais arrogante e elitista do que o Governo em toda a história… Não deve ser difícil lidar com eles. É tudo sobre o ego!  ”

O conhecimento estratégico aliado ao histórico colocava o recruta um degrau acima dos demais. O pugilista não tinha pudores e faria o necessário para cumprir a missão e sem ponderações. Portanto, o conteúdo do envelope não lhe importava e sequer tinha curiosidade para saber o que havia em seu interior e caso alguém lhe pergunte, é isto que dirá “fiz apenas o ordenado!”. Diferente de um marinheiro que cumpre ordens como um bom soldado, Agentes executavam missões em prol da maior força mundial e não importava o motivo, simplesmente o faziam. Soldados executavam por obrigação e geralmente para proteger algo. Pois bem, se um era o escudo, era possível dizer que o outro era a lança e Cromwell era uma bem pontuda e afiada, pois avançaria contra o alvo sem hesitações.

Durante o percurso, não sabia se já estaria em um teste ou não, portanto, permaneceria atento aos arredores. Nesse sentido, andar rápido o permitia ter uma maior noção dos arredores do que em uma corrida. Sua visão não perderia o foco como em uma corrida e conseguiria atentar-se aos detalhes com maior exatidão, permitindo movimentos preventivos com maior facilidade. Por conseguinte, se fosse atacado de alguma forma, aplicaria um dash com o máximo de sua aceleração para desviar, sempre seguindo em direção ao caminho apontado pelo segurança. Na hipótese de encontrar atalhos ou locais vazios, correria para diminuir o tempo e voltaria a andar rápido quando passasse por locais de grande movimentação ou que fossem pontos conhecidos de alguma forma. Caso consiga chegar no local descrito, utilizaria sua boa visão para encontrar um possível receptor. Essa talvez seja a parte mais difícil, afinal entregar para qualquer pessoa poderia lhe causar uma grande dor de cabeça e até mesmo a morte, por isso, ficaria exatamente no lugar apontado e acenderia um cigarro, mantendo uma postura superior e olhar frio. Não se importaria em atrasar, afinal era melhor entregar atrasado do que errado. Mas se ao chegar no lugar desejado e tiver uma pessoa apenas com postura e sinais de impaciência ou arrogância, iria diretamente até ela e entregaria sem falar uma palavra sequer.

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MensagemAssunto: Re: A justiça não é cega!   A justiça não é cega! - Página 2 EmptySex Mar 20, 2020 11:02 pm


Narração


Don, como ele gostava de ser chamado e a narradora prefere escrever, pegava o envelope, analisava as informações e sem nem mesmo trocar palavras com o Porteiro ele partiu em direção ao porto. Ele não tinha certeza se era um teste ou não e por isso tomou algumas decisões. Uma deles é que não correria pra o porto e outra, que estaria atento aos movimentos a sua volta.

Entretanto o pobre boxeador esqueceu de se atentar com o envelope durante a viagem, não que ele tenha perdido a carta e nem nada, mas a carta foi ganhando marcas e cheiro durante todo o percurso. Todavia a caminhada acelerada foi tranquila e sem nenhum tipo de interferência. O endereço mostrava um pequeno pronto socorro e quando chegou perto da porta ela se abriu.

- Entre sr. Cromwell! - Era uma voz máscula chamando Don para dentro. - Você tem algo para mim. - O homem pegava o envelope e colocava ele dentro de um plástico e lacrava. - Se pensa que pode se tornar um de nós tem que ter mais que teatro, deve conhecer a mente do adversário. - Então o homem pegava um livro grosso chamado Psicologia. O livro deveria ter umas mil páginas ou mais. - Espero que seja rápido na leitura e memorização pois em quatro horas vamos começar uma avaliação. - Então uma ampulheta era virada, ela era grande e tinha marcas nela. Eram 4 marcas e cada uma determinava uma hora. - Você pode me chamar de o Médico, daqui a pouco venho com sua prova.

Na mesa que o livro estava havia também uma cadeira, mas ela estranhamente desconfortável. Além disso o tempo já estava passando, a iluminação era até boa, mas o livro era velho e algumas páginas estavam soltas e se ele fosse mal manuseado tudo ficariam embaralhado.

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MensagemAssunto: Re: A justiça não é cega!   A justiça não é cega! - Página 2 EmptySab Mar 21, 2020 1:36 am

A Justiça não é cega!


FALAS PENSAMENTOS Tecnicas
O trajeto seguiu sem problemas. A atenção do ator foi tamanha que superestimou a cena ao ponto de não preocupar-se muito com o envelope. Era realmente importante ter atenção aos arredores, mas não ter cuidado com a “missão” em si foi um erro primário e certamente não o cometeria novamente. Ao ver o envelope ser lacrado e o estado em que entregou, sentiu vergonha de seu próprio desleixo. Tal preocupação existia no homem que atendeu a porta e recebeu a encomenda. “O Médico” como disse ser conhecido era alguém com algum conhecimento, posto que conhecia as habilidades do morador de rua, mostrando o quão informado era o governo mundial. Jamais subestimar o poder e a influência dessa organização, tentou guardar isso na memória para nunca esquecer.

—Sim, Senhor!

Dizia com firmeza o bastante para ser levado a sério, porém não o suficiente para ser confundido com um soldado obediente. Era o meio-termo que somente um agente conseguiria falar. Em princípio, sua primeira tarefa era aprender mais sobre o comportamento humano. Psicologia era algo que sempre desejou aprender, contudo, era o tipo de ensino que somente ricos tinham acesso. Poder aprender aquilo era deveras satisfatório, analisou enquanto pegava o livro e o abria com toda a paciência do mundo.

”Aprender Psicologia… Aí vou eu... ”

Começou a folhear lendo com atenção para não precisar ler mais de uma vez. Uma mente sem foco fazia o aluno precisar reler e isso atrapalhava o aprendizado. Os primeiros capítulos sobre personalidade, programa neurolinguístico e comportamento passavam rápido devido ao real interesse do jovem no assunto. Quanto mais ele sabia sobre os humanos, mais interessado ficava devido às facilidades futuras em suas atuações. Era muito mais fácil atuar quando se sabe como o outro vai reagir. Era perfeito!

As horas passaram sem que ele sentisse e enfim chegou a hora da prova. Diferente de muitos alunos comuns, Don focava no entendimento e não nos termos técnicos, algo que dificultou sua prova. Mesmo que ele soubesse a resposta, era necessário responder de maneira técnica e objetiva. Era complicado e até o Médico entender como funcionava a mente dele, já parecia reprovado.

Cromwell então pegou o livro e pediu para reler por dez minutos, tempo este em que focou na linguagem técnica de maneira bem rápida e superficial. A prova então aconteceu do jeito que o instrutor desejava. O recruta soube pontuar bem os conhecimentos aprendidos e de forma bastante satisfatória dentro do período de tempo disponível. Não era excelente, mas uma nota 7 já era o bastante para conseguir a aprovação

”Aprendizado finalizado, o que será que vem agora? ”

Não tinha ideia do próximo passo. Receberia uma nova missão? Estava aprovado? Descanso? Não tinha certeza. Só sabia que se tivesse um tempo livre, acenderia um cigarro e daria uma longa e profunda tragada, daquelas que faria um usuário de maconha falar “carai, borracha… essa foi funda, hein…”.

Objetivos:
 
Ponto-Situação do Personagem:
 
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MensagemAssunto: Re: A justiça não é cega!   A justiça não é cega! - Página 2 EmptySab Mar 21, 2020 8:52 pm


Narração



O novato a psicologo não teve nenhum cuidado com o livro cujas páginas estavam soltas e por muitas vezes acabou se perdendo na leitura, a perca não era apenas na ordem, mas no tempo e mesmo na linha de raciocínio, isso acabou prejudicando o desempenho do mesmo na prova, ele mesmo sabia que não tinha ido nada bem. Terminado o exame o Médico então pegou a prova, colocou em um envelope e então colocou sobre o primeiro envelope com plástico que Don tinha levado.

- Agora vamos para a parte um pouco mais complicada. - Disse o Médico fazendo uma cara de pena para o aspirante de agente. - Existe aqui no porto um farol... - Já vinha na mente de Cromwell o farol em questão, ele ficava no mar a uns 200 metros da margem da ilha em um pequeno grupo de rochedos. - Você deve chegar no topo dele, se demorar muito quem esta te esperando não vai estar presente, isso não seria um bom resultado. - Então o médico já estava saindo levando a prova e o envelope quando lembrou de algo. - Ah! Não conte com as escadas do farol, uma boa parte delas esta quebrada.

Farol:
 

Essa prova provavelmente era a mais rigorosa, o mar não era agitado em si, mas a água não era conhecida por ser a coisa mais quentinha que existia, pelo contrário, era bem gelada. Mas pelo menos para o alento do boxeador ele nunca ouviu de alguém que foi atacado por monstros marinhos ou mesmo simples tubarões, pelo menos a possibilidade de ser comido não era das maiores.

Se chegasse no farol perceberia que embora seu exterior tivesse conservado, na verdade o interior estava em ruínas. A escada era toda de alvenaria subindo de forma espiral pela parede interna do farol. Em muitos pontos do percurso estavam faltando pedaços da escada, os tamanhos variavam de um ou dois degraus, alguns pontos maiores com a ausência de quatro degraus e um pegado maior no alto da torre, faltando quase meia volta completa da escada. A altura desse trecho era de quase 30 metros, além disso não dava para confiar muito nos degraus nas pontas de nenhum vão. Entretanto os últimos 50 degraus estavam em ordem e levavam a um alçapão que dava acesso a parte superior do farol.

NPCs:
 


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MensagemAssunto: Re: A justiça não é cega!   A justiça não é cega! - Página 2 EmptySab Mar 21, 2020 10:14 pm

A Justiça não é cega!


FALAS PENSAMENTOS Tecnicas
A primeira prova foi concluída e apesar de não ser a melhor das notas, foi o bastante para ir para a próxima etapa. O Médico explicou e Donovan apenas assentiu, respirando fundo e olhando para o local no mar onde deveria chegar por meios próprios. Ao ver o envelope protegido da água, imaginou imediatamente que deveria nadar. Era o mais óbvio a se fazer, contudo, seria o correto? Seguiria andando até a costa, mas antes de mergulhar e seguir seus 200 metros de natação cachorrinho, tentaria observar os arredores visando encontrar algo para facilitar a locomoção. Seus olhos procurariam por botes, barcos e indo até pranchas e pedaços de madeiras flutuantes. Se encontrasse algo do tipo, utilizaria para facilitar sua travessia, seja remando ou batendo os pés enquanto algo o ajudava a flutuar. Na pior das hipóteses, bateria os braços e pernas até chegar no farol, algo que não seria difícil, entretanto, certamente seria cansativo. Antes de ir, tentaria colocar o cigarro e o isqueiro dentro da embalagem do documento para não molhar.

”Uma coisa é certa, esse cargo vai ter um gosto especial quando eu alcançá-lo.  ”

Pensou confiante em sua conquista futura, não por menosprezo e arrogância, mas sim por sua determinação e vontade de alcançar esse objetivo. Talvez seja confundido, todavia, sua mente estava no lugar certo, embora não seja um lugar particularmente saudável para se estar. A mente do Ator era um lugar repleto de personagens e agora tinha o acréscimo de pequenos detalhes para melhor construção de cada um deles graças ao aprendizado de Psicologia. Precisaria de algum tempo até o ensino entrar de fato em sua memória, mas quando o fizesse, seria um ator ainda melhor.

Na hipótese de chegar no farol, tiraria o excesso de água do corpo e se possível acenderia um cigarro, entrando na construção com o tal ainda na boca, tragando e soltando pelo canto da boca, guardando-os no bolso. No interior, olharia para toda a construção e abusaria de sua visão aguçada para encontrar o melhor trajeto e evitar pisar em locais falsos. Entretanto, não perderia tempo e seguiria com uma certa rapidez. Um passo por degrau, saltando mais de dois quando encontrasse buracos.

Caso pise em algum degrau quebrado e acabe caindo, tentaria se apoiar e se segurar onde fosse possível para voltar a subida. Se caísse, tentaria ficar de pé e avaliar os danos sofridos, mas sem nunca parar. Ainda estava em um exame e não seria derrotado agora. Se aquelas provas eram o primeiro passo para se tornar agente, então a carreira seria muito mais perigosa, portanto, não se permitiria desistir, jamais!

Se conseguir chegar ao topo, procuraria pelo responsável da próxima etapa e entregaria o envelope sem falar algo específico. Não duvidava da capacidade informativa dos agentes e se houvesse alguém ali, certamente sabia do que se tratava ou numa hipótese ruim, no mínimo ficaria informado ao ler o conteúdo do pacote. Enquanto aguardava, olharia ao redor e aproveitaria nem que fosse um segundo daquele momento de pausa para apreciar a vista e se lembrar de suas motivações. Com poder, teria acesso à todas as maravilhas que o mundo pode fornecer e uma vista como essa seria algo digno de uma piada diante do quão belo poderá alcançar com a influência e riqueza certas.

— Bela vista!


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MensagemAssunto: Re: A justiça não é cega!   A justiça não é cega! - Página 2 EmptyQua Maio 20, 2020 5:04 am


Narração



O mar estava calmo, não havia ondas e nenhum tipo de obstáculo no caminho, isso também também significava que Cromwell não teria nada para se apoiar, nadando os 200 metros sem nenhum apoio que não fossem seus braços, pernas e força de vontade. Como nadou em uma velocidade razoável para não exceder sua capacidade, não teve muitos problemas em sua chegada.  

Chegando ao farol, era possível ver o cansaço dele, não era nada extremo, apenas precisava alongar-se e respirar um pouco. O tempo que usou para tirar o excesso de água de suas roupas, foi também tempo suficiente para que seus braços estivessem menos doloridos. Acendeu seu cigarro e percebeu que pelo menos não havia molhado nada dentro da embalagem.

Ao adentrar o farol, logo percebeu que não havia nenhum cuidado com a estrutura, via enormes teias de aranha abandonadas em todos os cantos e muita poeira, percebia também o desgaste da estrutura interna do Farol. Mesmo com as escadas em um estado deplorável o rapaz tentou subir. Sua visão aguçada ajudou muito em seu trajeto pelas escadas, desviando de alguns degraus que pareceriam estar bons para os mais desatentos. Porém por mais que seus olhos conseguissem ver o perigo iminente, não significava que ele conseguiria evitar a todo momento.

Faltava muito pouco para chegar na parte segura da escada, porém após dar um de seus pulos para evitar um grande buraco, acabou colocando muito peso no degrau onde “pousou” e estava para cair. Seus braços instintivamente esticaram-se para segurar no próximo degrau, ficou com metade de seu corpo segurando firme na escada e a outra metade pendurada a mais de 20 metros de altura. Como seus braços ainda não estavam totalmente recuperados, o esforço feito por Cromwell era maior do que o de costume, não tinha força suficiente para levantar-se, caso caísse seria uma queda que com certeza não faria bem para ele.

Sentiu então duas mãos tocarem seus ombros e fora levantado como se não tivesse peso algum. Após ser colocado novamente de pé veria uma mulher de cabelos longos, aproximadamente 5cm mais alta que ele, trajada com um terno preto. Ela subia até o topo do farol e aguardava-o.

A visão era encantadora, conseguia ver grande parte da orla de um lado e do outro via a imensidão azul, algumas rochas e barcos peculiares indo além do horizonte. - Sim, a vista é bela, Sr. Cromwell. - Dizia a mulher com seus braços cruzados olhando fixamente para Cromwell. - Eu deveria te deixar cair, mas a próxima etapa pode ser mais dolorosa do que essa quedinha e a chefe estava procurando assistir algo divertido FUFUFU. - Ela dava um pequeno sorriso e se aproximava, havia uma grande intensidade em seus olhos, ela parecia analisar cada micro gesto do homem a cada passo que dava, chegou tão perto que agora Cromwell podia sentir sua respiração bater em seu rosto. - Pode me chamar de Questão. Você deve ter algumas dúvidas. Você fará 3 perguntas para mim. Faça perguntas que te levarão à algum lugar. Se as perguntas forem pertinentes você passará para a próxima fase… a última. Se não forem, o mar te espera. Tic tac, o tempo está passando.

A mulher alta afastava-se lentamente e agora estava com os papéis em suas mão, ela segurava o envelope, levantava a sobrancelha esquerda e esperava. Não lhe foi dada nenhuma pista, dica ou qualquer coisa que pudesse esclarecer a situação para ele. O que faria Cromwell Donovan? Quem era aquela mulher que o “salvou”? Afinal de contas que teste ele estava realmente fazendo?



Questão
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MensagemAssunto: Re: A justiça não é cega!   A justiça não é cega! - Página 2 EmptySex Maio 22, 2020 7:06 pm

A Justiça não é cega!


FALAS PENSAMENTOS Tecnicas
A breve aventura iniciou com braçadas lentas e constantes em alto mar. A ausência de habilidades específicas relacionadas à natação impossibilitaram um melhor desempenho e tornou aquela distância aparentemente curta em uma grande viagem. O cansaço estava dentro do tolerável e nada que um cigarro aceso junto à um simples alongamento não resolvesse. No quarto trago já se sentia bem para continuar o avanço. O farol era maior quando visto de perto e a sua subida tão surpreendente quanto. Os degraus eram inconsistentes e havia pouco espaço para erro, posto que uma queda causaria grandes sequelas. Dito e feito, Donovan escorregou e ficou pendurado apenas pela força de seus membros superiores. O cigarro escorreu pela boca e vê-lo cair o fez imaginar seu corpo espatifando tal qual o tabaco enrolado.

”Aí, fodeu…  ”

Desesperançoso, sentiu uma mão lhe puxar para cima em segurança. Imediatamente sentiu o coração encher de alegria como um cristão ao ser resgatado das trevas por Deus, mas no caso em questão, poderia ser descrito como um anjo. Ao terminar a subida, um monólogo iniciou e Cromwell apenas ouviu, tentando absorver o máximo de informações. Por fim, ouviu de Questão seu próximo desafio. Alcançar a próxima etapa com apenas 3 perguntas. O futuro recruta tinha facilidade em manter a calma e pensar em estratégias para lidar com as mais diversas situações.

”Agora não é hora de pensar excessivamente sobre as questões. Não há como saber o que eles querem nas respostas, então tentarei ser o mais simples e direto possivel.”

— Onde eu me apresento? Como eu chego até lá? Qual é minha primeira missão?

Donovan optou por escolher uma abordagem mais invasiva, demonstrando sua vontade de servir sem hesitar. Um agente do governo era alguém devoto ao Governo Mundial e nada mais, talvez se mostrasse essa faceta obediente poderia conseguir alguma chance melhor de ser bem sucedido. Na hipótese de receber uma resposta positiva, seguiria as instruções mesmo que pareçam perigosas. Caso receba um feedback negativo, tentaria entender onde errou para estar melhor preparado numa próxima oportunidade. Mas em momento algum desistiria. Sabia que seria muito difícil conseguir o cargo, portanto, daria tudo de si para conquistar.

Objetivos:
 
Ponto-Situação do Personagem:
 
Off:
 


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MensagemAssunto: Re: A justiça não é cega!   A justiça não é cega! - Página 2 EmptyOntem à(s) 4:23 am


Narração



O mar batendo nas pedras e uma brisa gelada eram os únicos sons que passavam por ali por alguns minutos. Cromwell havia realizado suas 3 perguntas, mas não houve nenhuma reação da mulher. Ela continuou o encarando e aos poucos deu um pequeno sorriso. -Você é um desses então... - Ela parecia estar satisfeita com as perguntas do rapaz. -Você parece entender como seguir regras... Venha comigo.- Ela não dizia se as perguntas estavam certas ou erradas, apenas seguia seu caminho até o outro lado do Farol.

Questão apontava para o mar e era possível ver um pequeno barco vindo do porto na direção do Farol. Ela então voltou para dentro do Farol e desceu com facilidade todas aquelas escadas quebradas, Cromwell percebeu o padrão em que ela se locomovia e copiou os movimentos, assim ficando seguro durante sua descida.

O barco que estava vindo em direção ao farol chegava ao mesmo tempo em que os dois saiam de dentro dele. Questão devolvia os papéis para Cromwell e o levava até o barco. Médico era o navegador daquele barco. - A chefe falou que teremos que mudar o teste final do rapazinho. Nós vamos até Latem City. Está acontecendo agora. Médico comentava em um tom sério. Questão apenas concordava sem comentar nada.

Após atracarem novamente no Porto, Questão e Médico andavam rapidamente seguindo pelas belas ruas de Geartrópolis.  Eles chegavam então bem próximo da saída, andarilhos, mendigos, crianças com trapos e muito sujas, lixo por todo lado, tudo aquilo apenas indicava que estavam chegando em Latem. Questão parava em um beco e 15 metros à sua frente havia um galpão com duas entradas, uma bem na frente e a outra no canto esquerdo próximo aos fundos. Aquele era um dos depósitos  abandonados da Oficina RicaSucata.

- Nós temos que entrar naquele galpão o quanto antes. Não podemos causar muito alarde. Questão informava Cromwell da missão enquanto observava a movimentação do local. Aquela área era pouco movimentada, havia apenas alguns operários sentados conversando ali no chão mesmo. Na porta da frente havia um homem gordo enorme de 1,90m, sentado em uma caixa de 90cm, ele parecia desarmado, porém tinha uma presença um pouco assustadora. Na saída da esquerda um homem magro de 1,60m em pé em uma caixa de 90cm, com duas pequenas facas nas mãos, era possível ver que ele estava falando sozinho. As duas portas estavam totalmente abertas, o único empecilho eram seus guardas.

- A chefe falou que se você conseguir acompanhar essa missão... Você entrará oficialmente. Veremos agora sua capacidade de liderança... KEKEKE- Médico ria enquanto Questão continuava na espreita.

Cromwell agora teria que decidir qual seria a melhor forma de entrar no galpão. Seria através de enfrentamento direto? Será que o rapaz tinha algo em mente? Questão e Médico agora olhavam para Cromwell na espera de uma decisão.



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MensagemAssunto: Re: A justiça não é cega!   A justiça não é cega! - Página 2 EmptyOntem à(s) 3:11 pm

o
A Justiça não é cega!


FALAS PENSAMENTOS Tecnicas
A atitude obediente e subserviente do recruta surtiu efeito e as respostas o levaram ao próximo estágio. Independente de ter alcançado o melhor resultado, tinha conquistado a meta. O objetivo era ser um Agente, mas sabia que seria um caminho tortuoso e complexo. Algo digno do cargo. Essa Questão, talvez possa me ser útil um dia, pensou de maneira egocêntrica ao imaginar um futuro onde ele estaria num cargo hierárquico superior ao da atual avaliadora.

O casal desceu abusando de suas habilidades físicas e encontram uma embarcação junto de seu navegador. Ele trazia novas informações e deveriam seguir em busca do novo local. Navegaram, desembarcaram no porto e atravessaram a cidade Latem até finalmente chegarem em um beco onde um galpão aparentemente abandonado os esperava. A próxima tarefa de Donovan era adentrar a construção sem fazer alarde. Haviam duas entradas e a menos chamativa certamente era a próxima dos fundos, mas era óbvia demais, principalmente tendo um guarda esquizofrênico a guardando. O ex-nobre tinha algumas qualidades pessoais e era a hora de mostrar um pouco de si nessa avaliação.

”Um guarda grande e perigoso… Hora do show! ” Homens poderosos só temiam uma coisa: Outros homens poderosos. A sociedade é movida por dois tipos de poderes e o boxeador era desprovido em ambos. Contudo, assim como uma mulher que sai com um cara apenas pelo seu carrão, Donovan tentaria manipular seu inimigo tal qual um motorista de Uber conquista uma mercenária.

Dessa forma, ajeitaria as roupas, tentando ficar o mais arrumado possível. Pentearia os cabelos para trás dando um ar descolado e superior, acertando a postura como havia aprendido em sua infância durante as aulas de etiqueta e começaria a caminhar na direção do galpão usando a porta da frente. Acenderia um cigarro e o deixaria no canto da boca. Andaria em direção ao portão como se lá não houvesse segurança.

Na hipótese do guarda se levantar e ficar entre ele e o portão, diria: — Primeiro você fica sentado enquanto deveria estar trabalhando e agora demora a abrir a porta? Alguém deve estar insatisfeito com o trabalho atual. Abra logo, infeliz… Não tenho tempo a perder... Seu temperamento calmo seria fundamental no olhar. Sim, o ponto principal naquela atuação era o olhar. Não bastava parecer o chefe, tinha que possuir um olhar superior e desdenhoso típico de alguém incapaz de reconhecer perigo naquele capanga simplesmente porque ele era seu escravo.

Caso o guarda continue sentado, repetiria a atitude acima, porém, pararia alguns passos antes para diminuir o segurança, agindo de forma arrogante. — Você quer um chá, também?! Levanta logo daí e abra essa merda, infeliz! Uma postura ofensiva poderia causar uma reação inesperada e fazer um homem avançar quando acuado, contudo, a possibilidade de ser alguém poderoso servia para causar hesitação e era esse sentimento que o ator buscava naquele momento.

Se o segurança não cair no golpe, não havia motivos para pânico simplesmente porque ele nunca tinha visto o recruta e vice-versa, desse modo, diversas possibilidades poderiam existir e bastava uma delas passar pela cabeça do funcionário para lhe fazer hesitar. Para ativar essa sensação, precisaria de uma palavra-chave para ajudar. — Você… Fitaria diretamente os olhos do brutamontes, usando o máximo de seu temperamento calmo para transparecer confiança e nenhum medo. — ...Você vai abrir ou quer que abram por você... Usaria um tom diferente numa palavra específica, buscando despertar sua curiosidade acerca do significado, ou seja, uma leve fagulha capuz de queimar todos os seus conceitos e gerar a dúvida: Esse cara é alguém poderoso?

Na hipótese de adentrar o galpão, não tentaria se esconder ou algo do tipo, simplesmente andaria em linha reta buscando o centro da construção e ao chegar lá, esperaria pelas próximas ordens pois tinha quase certeza daquilo tudo ser apenas mais um teste para avaliar sua capacidade adaptativa e suas habilidades. Caso haja alguma movimentação estranha, apenas observaria de perto, mas não o bastante para ser notado.

Havia a possibilidade de haver alguma agressão, seja dentro ou fora, por conseguinte, apanharia pois um homem confiante não ficava preparado para ser atacado. Pelo contrário, costumam ter sempre a guarda baixa pois geralmente há seguranças para se preocupar por ele ou simplesmente por serem poderosos o bastante para ninguém lhe tocar, ou seja, sua maior cartada era também a mais perigosa. Se tomasse um golpe, havia grandes chances de ser nocauteado, entretanto, um ator é conhecido por sua entrega e se ele não for capaz de dar sua vida por um papel, então ele não alcançará a verdadeira essência, a grande magia da atuação.

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