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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 A justiça não é cega!

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MensagemAssunto: A justiça não é cega!   A justiça não é cega! EmptyQui 30 Jan 2020, 23:32

A justiça não é cega!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis IX-1 e Zahard H. Mizzu. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: A justiça não é cega!   A justiça não é cega! EmptySab 01 Fev 2020, 03:14

A Justiça não é cega!


FALAS PENSAMENTOS Tecnicas

Muitas dúvidas e poucas respostas, hei de como começa a aventura daquela garota que, em meio à sua inútil luta pessoal para recuperar seu passado perdido, têm diversas certezas: Proteger, servir e obedecer. Estas são as palavras chaves que a protótipo modelo IX-1 traz para suas aventuras… mas… seria ela apenas uma carcaça do que já foi uma pessoa um dia, ou seria ela alguém que é mais do que uma simples cobaia de controle?

Bem, ela foi largada em Briss Kingdom, o pólo mais tecnológico de todo o South Blue onde até mesmo alguns dos famosos Tenryuubitos possuem apartamento de veraneio. É incerto porém o que IX-1 ainda descobriria por esta ilha que era praticamente uma metrópole. Após ter conquistado um dinheiro considerável com seus trabalhos como farmacêutica, a menina abria um largo sorriso e quase saltitava ao esfregar os berries por entre seus dedos. Sua euforia era notória.

- Até que enfim!! Posso comprar um DT-08 só para mim!!!

E com seus lábios formando um sorriso tão grande que quase encostavam em suas orelhas, a celestial seguiria até a McAnic Tech para comprar enfim o seu tão desejado dróide pessoal. Ela não costumava ignorar os olhares penetrantes de outras pessoas para sua direção, mas aquele dia era um dia especial… e não só pela compra de um robô, do qual ela provavelmente nem sabia do porque estava comprando.

Sim… era um dia diferente dos outros. O dia em que ela arriscaria adentrar no quartel do Governo Mundial e se inscrever para ingressar e servir tal organização. A jovem se sentia estranhamente empolgada e, ao mesmo tempo, passava para si própria um confuso sentimento de garantia de que passaria em todos os testes que deveriam ser complicados, mas que para ela seriam moleza como se fossem feitos para ela.

Naturalmente, era impossível se dividir em duas para fazer tudo ao mesmo tempo. Mas a paciência é a virtude dos sábios e, tendo isso em mente, IX-1 tranquilamente adentraria a loja dos dróides e apreciaria primeiramente o seu entorno, já que não era sempre que se comprava um dróide pessoal. Além do mais, ela no fundo sabia que conseguiria executar todos os seus planos para este belo dia antes que ele findasse.

- Olá! Vim comprar um DT-08 na cor branca… por favor! - seu sorriso era determinado, e seu coração batia aceleradamente conforme se aproximaria do balcão, do caixa ou de algum vendedor com as mãos entrelaçadas para trás de seu corpo e balançando seu tronco para frente e para trás enquanto se equilibrava nos calcanhares para eliminar um pouco da ansiedade elétrica que seu corpo sofria - Vocês tem para pronta entrega? - concluía a garota com um belo e simpático sorriso.

Adquirindo com sucesso seu dróide DT-08, IX-1 passaria um tempo ainda na loja tentando entender como funcionava seu novo “brinquedo” (digamos assim). Ela indagaria o vendedor se fosse necessário, mas acreditava que ler o manual seria o suficiente para entender todos os recursos que agora dispunha em mãos. Sua genialidade não seria deixada de escanteio…

Finalmente, a celestial que optava por ocultar suas asinhas e evitar “bafafá” seguiria para o complexo do quartel general do Governo Mundial na cidade. Ela procuraria por panfletos, cartazes ou placas que indicassem como poderia ingressar como agente e iniciar seu treinamento. Caso não houvesse nada do tipo, ela não hesitaria em perguntar para alguém que estivesse vestido à caráter como representante da corporação do Governo Mundial.

Não que ela não gostasse de trabalhar na farmácia, mas uma coisa é fazer bem seu trabalho, e outra é sentir no fundo de uma sinapse em sua cabeçinha que você está destinado para outro e, portanto, irá executar tal trabalho como se fosse a razão de toda a sua existência.


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MensagemAssunto: Re: A justiça não é cega!   A justiça não é cega! EmptySab 01 Fev 2020, 05:27

A Justiça não é cega!


FALAS PENSAMENTOS Tecnicas

Lágrimas novamente escorriam em meus olhos, não fazia muito tempo, questão de dias, que meu pai havia falecido, e ao chegar naquela ilha eu sabia que agora eu estava só no mundo. Minha cabeça doía muito, realmente eu não sabia em que parte da ilha eu estava, apenas que eu estava na famosa Briss Kingdom. Pedaços de memórias iam aos poucos de moldando em meus pensamentos, mas nada tão concreto. “Para onde aqueles dois foram parar?! Por que eu estou aqui?! Tenho que voltar para ilha, preciso matar aqueles que fizeram aqu…” Ainda revoltado com o que havia acontecido com meu pai, eu sentia minhas pernas tremerem um pouco, um certo enguio me tomava, mas não me fazia chegar a vomitar, apenas pela simples lembrança do corpo coberto de larvas, já em decomposição do meu pai, tal cena havia me impactado de uma forma tão grande que apenas em criá-la em minha mente me fazia perder as forças.

“ Preciso procurar ajuda! ” Alguns segundos depois eu recobrava um pouco lucidez, sabia que estava em uma ilha famosa, porém desconhecida para mim, e com pouco dinheiro que me restava, eu não sobreviveria por muito tempo.

Com minhas mãos e uma parte do pano da minha camisa, eu escondia as lágrimas que escorriam de meus olhos, como também fazia com que as futuras não tivessem êxito em escapar dos meus cílios. Passava a mão sobre a cabeça, tentava organizar um pouco o cabelo, eu estava um pouco desesperado, mas também não queria ser notado como tal por terceiros ali.

Voltava a lembrar de tudo que havia acontecido até aquele exato momento, tudo que aqueles dois possíveis companheiros do meu pai haviam me falado, tudo que eu havia visto com meus próprios olhos, e também tudo que meu pai havia me ensinado desde os primórdios de minha infância, agora sim tudo fazia um certo sentido em minha vida, pena que eu havia demorado demais para entender o real motivo daquele jeito do meu pai. Realmente eu não queria chorar mais, porém tais lembranças me faziam apenas perder uma batalha contra uma lágrima que escorria sobre minha bochecha, mas logo era ofuscada com um simples esfregar de palma de mão.

Agente do governo, eu nunca iria imaginar que meu pai era um agente, muito menos que ele estivesse em missão esse tempo todo, e isso me fazia criar mais ainda meu respeito pelo mesmo, pois uma missão tão difícil assim não seria dada para um qualquer. Eu ainda pensava em uma forma de conseguir ajuda, e era nesse momento que uma lembrança crucial vinha em minha memoria. Ao me acordar com aqueles dois agentes, os mesmo haviam dito tudo que havia acontecido e também o que eu iria fazer, em um barco eu apenas me lembro de durante a viagem algo acontecer e eu desmaiar novamente, devia ser por isso que minha cabeça ainda doía, mas as palavras daquele agente para procurar o Governo Mundial em Briss Kingdom eram claras, e era esse meu objetivo naquele momento.

É, eu estava totalmente perdido naquela ilha, não sabia como chegar em algum centro da Marinha, e também meu emocional não estava bom para aquele momento, tudo que me restava era vagar pelas ruas a procura de tal lugar, e esse era meu movimento. Tentaria andar pelas ruas daquela ilha de maneiras pouco espalhafatosa, não queria chamar atenção e muito menos tumulto. Caso encontrasse algum marine por perto tentaria me aproximar e perguntar onde era o quartel general da marinha naquela ilha, e assim se fosse respondido, seguiria as instruções sobre medida.

A sorte nunca era muito ao meu favor, e mesmo que não conseguisse tal informação, eu tentaria seguir com minhas próprias pernas e meus instintos. Se caso eu conseguisse chegar no meu objetivo, que era o quartel general da marinha, logo tentaria me aproximar do marine mais próximo ali. ~ Por favor! Me ajude, preciso falar com alguém responsável pelos agentes do governo, é urgente! ~ Mesmo antes tentando não transparecer desespero, agora eu falaria um tanto desesperado para o primeiro marine ali, de maneira inocente, eu tentaria transparecer uma fraqueza para que o mesmo me ajudasse no meu objetivo.

Caso conseguisse chegar até alguém responsável pelo Governo mundial ali, manteria a calma, mesmo ainda angustiado por ter perdido meu pai a poucos dias. ~ Meu nome é Zahard Ha Mizzu, sou Filho do Zahard Ha Urek! Meu pai era um agente assim como vocês, estava infiltrado na ilha de Centaurea, porém foi descoberto e morto por revolucionários! Com ajuda de um dos seus, eu consegui fugir a tempo e vim pedir ajuda! Eu quero matar aqueles que fizeram aquilo com meu pai! ~ Com um olhar determinado e bem fixado no possível agente, eu queria mostrar minha determinação para tais palavras ditas, e firme eu continuaria ali.

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MensagemAssunto: Re: A justiça não é cega!   A justiça não é cega! EmptyTer 04 Fev 2020, 19:51


Ishizu andava empolgada pelas ruas de Geartrópolis, tendo decidido que aquele seria o dia em que se alistaria no governo mundial. Antes no entanto, queria realizar outro de seus desejos, um para o qual havia passado um longo tempo juntando dinheiro. Ao entrar pela porta de uma das lojas McAnich Tec, logo foi atendida por uma recepcionista educada e de aparência impecável. – Boa tarde, como posso ajuda-la? – Questionou a moça, e ao ouvir o que a mulher morena buscava, acenou positivamente com a cabeça. – Custa quinze milhões de berries, se puder me acompanhar por favor.

Guiando Ishizu pela loja luxuosa, logo elas chegaram em uma área com vários droides a mostra. – Podemos entregar em qualquer endereço ou ilha, até mesmo na Grand Line. No entanto o valor cobrado sobe de quinze milhões para cento e cinquenta milhões. – Com um sorriso educado no rosto, a voz da mulher nem mesmo tremia ao falar daquela diferença absurda entre preços.

Considerando que mesmo que quisesse, a celestial não tinha o capital para pedir uma entrega, após pagar os quinze milhões, recebeu o dróide em uma caixa, assim como um manual de instruções. Aparentemente impaciente para aprender a mexer com seu brinquedinho de luxo, a moça ficou ali mesmo testando e lendo o manual, o que fez a vendedora arquear as sobrancelhas levemente, já que era difícil ver tal comportamento. Ainda assim, ofereceu ajuda – Se tiver alguma dúvida pode me perguntar. – apenas para perceber que não havia necessidade.

Após alguns poucos minutos, uma voz mecânica saiu da cabeça do droide. – Pronto para servir, mestra. – Com tudo pronto Ishizu saía da loja pretendendo ir se alistar no governo, mas parecia ter esquecido algo essencial: não havia nenhum quartel general da marinha na ilha. Claro que como uma moradora de longo tempo, ela já ouvira diversos rumores de como a segurança dos moradores da Briss Tower era feita por agentes secretos do governo, mas mesmo para ela que atingira uma posição social não tão baixa, tudo não passava disso, rumores.

Se tais rumores eram reais, e mais ainda, se tais agentes tinham uma base na ilha, era algo que ela teria que descobrir. Ou quem sabe fosse mais fácil ir até uma ilha com um Quartel General?

---

Do outro lado da ilha, em uma zona muito mais pobre, onde montanhas de lixo poderiam ser vistas a direita e a esquerda, um rapaz entrava em God City, ou como era mais conhecida, Latem City. Tendo acabado de passar por um evento traumático, o jovem ainda se encontrava um pouco fora de si, mas sabia que precisava de ajuda, ajuda do governo. Sem conhecer a região, ele buscava por um marinheiro, ou alguma construção que indicasse uma autoridade local, mas ninguém de branco aparecia na sua reta. Pelo contrário, as ruas sujas da cidade estavam cheias de vagabundos, bêbados, prostitutas e pivetes.

Ninguém o parou ou reparou no jovem que tentava passar despercebido, exatamente como muitas pessoas que ali estavam. Confiando no seu instinto para leva-lo até um quartel general, logo chegou ao invés em um porto velho quase que caindo aos pedaços, onde ainda assim vários homens com espadas, pistolas e adagas andavam com garrafas de bebida e mulheres nos braços. Muitos navios podiam ser vistos aportados, e o maior deles tinha hasteada uma bela bandeira negra com uma caveira no seu centro.

- Tem certeza que deveríamos fazer isso? Se formos pegos ou se ele der para traz com sua palavra será o nosso fim! Não teremos para onde correr!


- Claro que tenho certeza, essa é a oportunidade de mudar nossas vidas maninho! É dinheiro suficiente para que possamos passar o resto dos nossos dias em conforto, com uma tchutchuca em cada braço kekekekekek. –

- Mas é dito que...


Assim que chegava no local, dois homens passavam ao seu lado falando baixinho, mas Zahard conseguia ouvir parte de sua conversa antes que os dois houvessem se afastado o suficiente, não que aquele papo tivesse significado algum para ele. Perdido, o jovem não podia estar mais longe do seu objetivo do que naquele momento.
off:
 

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Hao:INSPIRE VIDA | EXPIRE MORTE
"Pensamento"
- Fala -



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MensagemAssunto: Re: A justiça não é cega!   A justiça não é cega! EmptyQui 06 Fev 2020, 18:35

A Justiça não é cega!


FALAS PENSAMENTOS Tecnicas

”Aqueles que não conseguem lembrar o passado estão condenados a repeti-lo”.

Pensou o rapaz de cabelos castanhos e lembranças tão escuras quanto o tom de seus pelos. Viver uma vida de luxo na infância deturpou a sua mente e o fez achar ser detentor de riqueza e poder por natureza. Sentia como se o destino estivesse lhe devendo algo que nunca conquistou. Ansiava por privilégios sem merecimento.

— Tsc, já deu… É hora de botar o mundo aos meus pés!

Jogou o livro no chão, o qual aprendeu sobre a história do mundo, pisando nele e cuspindo em seguida. Tirou seu órgão genital para fora de uma calça simples e urinou nas páginas sem importar-se com o valor daquele material. Já tinha usado o que desejava e o conhecimento não poderia ser mais retirado de sua mente. Não havia mais motivos para guardar algo quando não havia mais serventia. Essa era a personalidade de Donovan. Alguém inescrupuloso e frio o bastante para estragar um livro sobre a história do mundo.

— Pois bem, de acordo com o que aprendi sobre Justiça, ela é basicamente feita por quem detém o poder. Atualmente, só há uma força com poder o bastante para ter o que quiser… Mas eu não nasci um, então… O que está ao meu alcance é…

Levantou a mão direita aberta para os céus e em seguida a fechou como se estivesse apanhando algo. Apesar de ter nascido em berço de ouro, nada se comparava a vida de um Tenryuubito. Os dragões celestiais eram descendentes das famílias fundadoras e tinham carta branca para fazer o que desejassem e quando desejassem. Tinham acesso à escravos e ceifadores para eliminar qualquer um em seu caminho.

A ânsia de poder não é originada da força, mas da fraqueza.

Falou para si mesmo ao tentar controlar sua própria ambição. Se ele não fosse tão fraco, com certeza não estaria tão desesperado. Logo, apenas desejar ser alguém nascido em uma boa família não era suficiente. O morador de rua precisava de poder verdadeiro com o qual botaria qualquer um abaixo dele, mesmo que pela força. Nesse momento pensou nas opções restantes.

Ser um Pirata era interessante pois teria liberdade para fazer o que desejasse. Entretanto, viver se escondendo e lutando constantemente era cansativo demais. Como uma pessoa fraca e covarde que era, a preguiça se fazia uma das características mais marcantes. Ser um Caçador de Recompensas estava longe de seus planos, mesmo para alguém inescrupuloso como Donovan, aquela função era considerada deprimente. Eram pessoas que viviam em busca de apenas dinheiro. Lutavam contra piratas e vendiam suas cabeças por dinheiro. Era raso demais. Em contraponto, havia também os Revolucionários, porém, estes não tinham ambição. Sua luta era por uma justiça igualitária e Cromwell não desejava ser igual. O ponto alto de sua vida seria o topo, logo, o Exército não o agradava.

A vida de Civil era boa o bastante, sem preocupações, mas o Ator não sabia construir ou vender. Trabalhar também era cansativo, precisava de algo mais simples e com grande potencial. Voltou seus pensamentos para a Marinha e em princípio parecia atender seus objetivos, entretanto, havia alguém que mandava na Marinha e estava ao seu alcance se conseguisse fazer a inscrição: O Governo Mundial.

— Sim… Finalmente algo do meu nível!

Ser um Agente do Governo permitiria agir da maneira que desejasse desde que não ferisse os dogmas do Governo, os quais não eram tão difíceis assim de serem seguidos. A organização atuava nas sombras e quase ninguém sabia de suas ações, ou seja, ainda que fizesse algo proibido, poderia passar sem ser notado. A hierarquia também o agradava e via o topo com bons olhos. Havia também treinamento e além de ter status de Agente, poderia ter habilidades físicas para enfrentar seus inimigos. Era o pacote completo para sua ambição ilimitada.

Devidamente motivado, iniciaria sua jornada indo em direção a Base de Operações da CP-4. Era próximo à um grande ponto turístico da ilha (Briss Tower) e Donovan era nascido e criado no local - além de saber História - o que faria encontrar o local desejado sem dificuldades. Iria caminhando por ser pobre e não ter condições, para ser mais específico, tudo o que possuía eram 50 mil berries em seu bolso.

Na hipótese de encontrar o posto, tentaria ser atendido e fazer a inscrição. Preencheria qualquer formulário que fosse pedido e encaminhar-se-ia para os locais designados. Se tivesse a inscrição negada ou impossibilitada de alguma forma, insistiria usando de suas mais variadas faces de acordo com o atendente, podendo ser um puxa-saco ao elogiar o funcionário ou fingindo ser alguém inferior caso o responsável parecesse alguém orgulhoso. Adaptar-se-ia ao cenário como fosse possível. Caso não consiga se inscrever, seja por não conseguir chegar ou ser negado, tentaria encontrar algum lugar perto o bastante e sentaria para avaliar suas possibilidades.



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Última edição por Van em Sex 07 Fev 2020, 20:46, editado 4 vez(es) (Razão : code)
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MensagemAssunto: Re: A justiça não é cega!   A justiça não é cega! EmptySab 08 Fev 2020, 19:55

A Justiça não é cega!


FALAS PENSAMENTOS Tecnicas

IX-1 estaria lá ajoelhada como uma infante conforme lia seu manual e testava as funcionalidades de seu brinquedo. Ela estava fascinada com os recursos que seu novo “brinquedinho” dispunha, e limitou-se à responder à vendedora - Obrigada - sem sequer encará-la, já que ainda estava focada na leitura do manual do robozinho.

A voz robótica do dróide fez a garota bater palmas rapidamente e sorrir feliz com os olhos cerrados. Não parecia ser que ela tinha entendido como ele funcionava sem muito esforço por ser uma celestial genial, mas aparentemente fazer uso do dróide não deveria ser algo de outro mundo, já que a McAnich Tech era uma loja bem famosa e vendia aqueles mecânicos como se fosse água.

Agora vinha o ponto mais difícil de seu belo dia: encontrar um local para se alistar no Governo Mundial dentro de Geartrópolis. Era sabido (ou, pelo menos, diziam rumores) que a Briss Tower era guardada por agentes do governo e, de certo modo, fazia muito sentido que assim fosse. Quanto mais alto o andar da torre, mais importante parecia ser a personalidade que lá residia ou possuía seu apartamento pessoal de veraneio e, inclusive, dizia-se que até mesmo Tenryuubitos tinham posse de apartamentos lá.

O Governo Mundial e os Tenryuubitos tinham um vínculo especial. Eles eram as pessoas mais importantes do mundo e era sábio que um grupo seleto de protetores poderosos e diplomáticos tomassem conta de sua segurança. IX-1, a garota com “nome de protótipo”, tinha como objetivo ser uma dessas protetoras ou servir da maneira que conviesse o Governo Mundial.

Partiria IX-1 então em direção à torre mais importante de toda Briss Kingdom: a Briss Tower. Chegando lá, ela procuraria por algum homem ou mulher que estivesse trajando um terno servindo como segurança da torre e perguntaria educadamente:

- Por favor... vocês são agentes do Governo Mundial, não são? Como poderia me unir na organização de vocês?

Direta, clara e coesa (apesar de um tanto quanto inocente), a celestial perguntaria com uma voz doce e sincera. Ela não se abateria com grosserias ou ignorâncias de sua pergunta, sendo que ela simplesmente iria em direção à próxima pessoa que julgasse servir ao Governo Mundial como agente para perguntar para ela como faria para adentrar à organização. Ela sabia porém que devido à natureza oculta e secreta (aliás, por isso são chamados “agentes secretos”) poderia ser um tanto quanto demorado obter tal informação sobre como poderia se alistar por lá, mas ela estava determinada à isso e não cederia nas primeiras tentativas.

Curiosamente, de qualquer modo que fosse, algum lugar deveria ter para juntar agentes do Governo Mundial aqui. Era surreal imaginar que na ilha mais rica de todo o South Blue, com as personalidades mais influentes, fosse abdicada de uma proteção reforçada por parte do Governo Mundial. IX-1 contava com isso, e não iria desistir até se alistar naquele dia…

Conseguindo enfim a informação necessária de como se alistar, ela daria início na burocracia envolvida. Porém, na hora de assinar caso assim fosse necessário, ela pressionaria as sobrancelhas e giraria a caneta entre seus dedos um tanto quanto nervosa:

- Não posso assinar isso… IX-1? Esse é realmente meu nome? Isso lá é nome de gente… eu não sei. I.. SHIS… UM… I-shi-zu??? ISHIZU!

E então, com certa dificuldade para esconder o sorriso após pensar melhor em seu nome, ela assinaria como “Ishizu” que, apesar de um nome incomum, era o que mais parecia com o seu nome real que mais parecia uma espécie de código. Ishizu… assim seria então seu nome, a partir de agora, para formalidades.


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MensagemAssunto: Re: A justiça não é cega!   A justiça não é cega! EmptyDom 09 Fev 2020, 23:56

A Justiça não é cega!


FALAS PENSAMENTOS Tecnicas

Novamente eu estava só, procurando em meu interior eu tentava de alguma maneira achar alguém que fizesse essa solidão sumir, pensava eu naquela velha história onde ninguém nesta vida morrer, pois eles sempre estarão vivas nos nossos corações, mas eu as procurava e não as achava. “Estou procurando direito?!” Pensei, logo depois de perceber que eu ainda estava perdido pela aquela ilha.

Aos poucos passos que fazia para continuar perdido ali, eu apenas ia me acalmando, realmente aquela perda havia me abalado, mas agora eu tinha que manter a calma e tentar contornar aquele destino maldito, destino esse que se fosse trata-lo como um senhor, ele nunca foi com minhas cara. Em um porto eu ancorava, não meu barco, mas minha visão, uma cena um pouco estranha para mim seguia por ali, pessoas armadas, bagunçadas como também um tanto que desordeiras eram a população daquele lugar, e isso era estranho, pois eu nunca havia ouvido falar de um lugar assim nesta ilha.

Um porto que já teve seus dias melhores, assim eu achava, estava repleto de barcos, com um grande e mais chamativo de supostos piratas devido a sua bandeira negra hasteada, e isso me intrigava. “Onde é que eu estou? Realmente não acho que esse é o lugar onde tem uma base da marinha!” Logo abaixava um pouco a cabeça, tentava não chamar atenção daquele povo, pois não queria problemas ali.

Palavras suspeitas eram ditas por algumas meliantes ali, mesmo que eu pegasse o bonde andando naquele momentos, apenas as duas falas ja me faziam perceber quem eram os mesmo, digo em índole, e assim entender realmente como funcionava o local onde eu estava. “O que eles pensam em fazer?! Será que vão tentar alguma coisa covarde?!” Perguntas e mais perguntas ficaram bombardeando meu cérebro, até o ponto que eu sabia que não aguentaria mais, e foi nesse momento que nem mesmo eu sei explicar a causa, mas meus corpo já não se movia mais aos meus comandos, e virando na direção que os dois seguiam eu tentava segui-los.

Possivelmente aqueles dois malandros poderiam estar um pouco longe de mim devido ao meu péssimo senso de querer, ao ficar brigando comigo mesmo se eu deveria ou não seguir aqueles caras, então tentaria apressar um pouco os passos e também me atentar para onde eles estavam indo, ou se já haviam sumido de minhas vista, tentaria andar um pouco mais para direção onde aquela conversa acabava.

Tentava de maneira lógica e precisa não ser percebido por eles, com passos curtos e furtivos, eu me escondia ao máximo, mesmo sabendo que minha especialidade não era o rastreio, mas era o que eu poderia fazer naquele momento, e assim eu tentaria não me aproximar, mas nem distanciar muito para perdê-los de vista.

Caso as palavras suspeitas que eles falavam antes chegassem a se concretizar, ou tentassem algo ilícito por aquelas redondezas ou pela moral, eu tentaria me aproximar dos mesmos, não para aparecer de surpresa, apenas me aproximar mas numa distancia que fosse um tanto segura para mim. ~ O que vocês estão tentando fazer?! ~ Gritaria para os meliantes, esperaria uma resposta plausível, e mesmo sem armas a firmeza em minha voz, como também na postura não caíam, tentava transparecer uma certa confiança, mesmo que toda aquela ação feita por mim fosse por puro instinto e também pura burrice.

Caso os mesmos fizessem algum movimento hostil, ou tentassem me atacar, utilizava de minha aceleração para se aproximar dos mesmos e pular em seus corpos para assim jogá-los ao chão, tentando reparar se eles tivessem alguma arma branca ou cortante que pudesse me machucar, assim me esquivaria e antes de saltar contra os mesmos eu voltaria alguns passos para pensar em algum plano. Caso um dos mesmo estivesse com alguma arma de médio ou longo alcance, tentaria me abrigar em algum lugar próximo, claro que antes de chegar a falar qualquer coisa ali, eu tentaria olhar ao redor e memorizar rapidamente cada detalhe daquele lugar, assim saltando para tal abrigo ou correndo da maneira mais rápida para eu me proteger.

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MensagemAssunto: Re: A justiça não é cega!   A justiça não é cega! EmptySab 15 Fev 2020, 20:00


Donovan caminhava decidido em se alistar no governo mundial após perceber que esse era o verdadeiro caminho para o poder neste mundo. Seus passos o levavam em direção a Briss Tower, e esperançosamente até a base dos agentes que ele sempre ouvia falar que cuidavam da proteção da torre. Já ao longe ela era visível abaixo de um céu com nuvens carregadas, e após meia hora andando, finalmente ele chegou ao seu destino.

Ao lado da torre, haviam alguns outros edifícios mais simples, não necessariamente pobres, mas que em nada se comparavam com a imponência e glamour do ponto de referência daquela ilha tecnologicamente desenvolvida. Infelizmente para o rapaz, nenhum desses edifícios dava indicativo algum de ser uma base do governo mundial. Nenhuma placa, nome, ou até mesmo pessoas de terno entrando em saindo.

O que ele podia ver no entanto, era um droide seguindo uma mulher magra de olhos azuis e cabelos negros passarem ao seu lado e se encaminharem até um dos seguranças que estavam em frente a porta de torre. Pela distância não foi possível ouvir o que estavam falando, mas o homem apontou para um edifício ao lado e logo a menina caminhou até lá, batendo em uma porta fechada, aguardando e então entrando quando a mesma foi aberta, e então fechada novamente.

Não é surpresa alguma que a mulher vista por Donavan fosse IX-1, que após ter comprado seu robozinho, foi até a Briss Tower confirmar se os rumores que ouvia eram reais, e como poderia se juntar ao Governo se fossem. Ao ouvir a pergunta da mulher, um Mink caprino de pelos claros, chifres curvos, óculos escuros e terno olhou para a mesma em silencio durante alguns segundos, suspirou e por fim pegou um bloquinho de notas onde escreveu: Vá até o primeiro edifício a esquerda, bata na porta e diga que deseja falar com Joe, ele irá testa-la. Avise que Diamond a enviou.

Os outros três seguranças presentes continuavam a olhar impassíveis para as ruas sem se envolver, e logo a garota foi até o local indicado, onde após bater na porta e esperar um pouco, pôde entrar. O ambiente era escuro, e era possível ver algumas prateleiras com várias armas empoeiradas, um balcão e um sofá, além de outra porta. Um velho baixinho, que não deveria passar de um metro e meio olhou desconfiadamente para a moça e o dróide que entravam, perguntando de forma rude – Quem é você? O que faz aqui?

---

Do outro lado da ilha, numa cidade empobrecida, Zahard percebia que não fazia ideia de onde estava ou do que fazer. A conversa que ouvia chamava sua atenção, e seu senso de justiça parecia falar tão alto que ao invés de buscar saber onde estava, ele preferiu seguir os dois homens para ver se iriam fazer algo realmente errado e tentar impedi-los. Sem ser notado, ele conseguiu ouvir mais alguns pedaços aqui e ali do que era dito.

- Nós vamos nos encontrar com os outros for... –


- A coleta vai ser depois de am... –


- Realmente só precisamos apar... –

Eventualmente os dois saíam daquela zona portuária e começavam a adentrar uma região um pouco melhor, finalmente entrando em uma taberna que pelo barulho parecia estar bem movimentada. Agora restava ao rapaz que estava completamente perdido decidir se adentraria o local e continuaria a tentar ouvir a conversa alheia e seguir os homens, ou se faria alguma outra coisa.



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MensagemAssunto: Re: A justiça não é cega!   A justiça não é cega! EmptyQua 19 Fev 2020, 14:18

A Justiça não é cega!


FALAS PENSAMENTOS Tecnicas

”Pensar sem aprender torna-nos caprichosos, e aprender sem pensar é um desastre”.

A jornada não teve um bom começo. De fato, era o esperado, afinal, buscar pelo Quartel da força mais secreta e silenciosa seria no mínimo difícil. Donovan só tinha certeza de sua existência por ter sido criado em uma família nobre, caso contrário poderia acreditar que tal organização era invenção, igual ouviu de muitos em situação deplorável nas ruas. A ignorância é uma benção, pensou ao lembrar do sofrimento passado longe do conforto passado e atual estado. Enquanto ele teve acesso à leitura e ensinamentos, muitos outros sequer tem algo para saciar a dor estomacal causada pela fome. Foda-se!

Cerrou o punho enraivecido pelo que passou. Não se via como outras pessoas, talvez elas merecessem suas condições, mas não o ex-nobre. O patriarca sonhador destruiu seu presente, mas certamente não afetará seu futuro. Não enquanto o ódio e a ambição forem seus combustíveis e sua motivação continuar acesa. Capaz de tudo para completar sua devoção, simples atos que poderiam constrangedores ou dignos de pena para ele nada mais seriam que simples tarefas. A primeira delas era obter a informação acerca do quartel específico.

”Aquela mulher… Deve ter usado seu charme e riqueza para conseguir a informação. Será que precisarei atuar para conseguir também?!”.

O drone chamava muita atenção e parecia com uma das invenções de seu falecido pai. Cromwell não conhecia bem o mecanismo por trás do processo de seleção, só sabia que era secreto e por conseguinte era de se esperar senhas, enigmas e outras proteções. Como lidar com tudo isso? Levou a mão direita até o queixo para pensar. Embora pensasse ser inteligente, não era um gênio e precisaria usar o máximo de suas estratégias para ser bem sucedido.

— Primeiro preciso transmitir confiança.

Usando o conhecimento que possuía com Atuação, sabia que para transmitir uma aura de confiança era necessário possuir características levemente perigosas como roupas e joias caras(mostrando o poder aquisitivo e a despreocupação com possíveis roubos), bebidas e fumo(drogas lícitas capazes de destruir o corpo humano aos poucos) ou capacidades letais(corpos fortes ou armas visíveis). Dentre as supracitadas, poucas cabiam em seu orçamento, mas a única que realmente desejava era o fumo. As químicas do tabaco - mesmo as misturadas com outros elementos - agradavam sua mente levemente insana.

Utilizando os 50 mil em sua posse, procuraria por lojas, algo não muito difícil devido a já estar no centro e compraria um maço de cigarros e um acendedor. Fumaria um enquanto caminharia até o lugar onde a bela jovem tinha ido. Ao chegar no segurança, não falaria nada, apenas o observaria com seriedade como se fosse alguém importante o bastante para não precisar falar. Abusaria de suas capacidades teatrais para transmitir confiança e poder no olhar, fitando-o sem hesitações.

Na hipótese do plano falhar e o segurança não cair no jogo, diria a seguinte frase: — O que está esperando? Buscava entrar em sua mente novamente, ainda insistindo na atuação, embora não tivesse roupas boas o bastante para ser alguém considerado influente ou poderoso. Se ainda assim não fosse o bastante para obter acesso, daria uma tragada mais profunda e diria: — Eu vim fazer o teste! A frase era bem genérica e poderia servir para muitas coisas, abrindo assim um leque de possibilidades. Caso ali não fosse o quartel general do Governo Mundial, talvez conseguisse entrar numa gangue ou num time de bocha. Não importa, ele estava tentando alcançar seu objetivo e mesmo que errasse, estaria seguro o bastante para voltar a errar.

Caso consiga as direções para o recrutamento, seguiria todas as recomendações e mostrar-se-ia solícito com as possíveis ordens e orientações. Preencheria o que fosse pedido e responderia o que fosse questionado. Não havia motivos para mentir, sua história, apesar de bem sofrida, não seria um impedimento em sua admissão. Pelo contrário, ter sido um nobre só mostrava ter nascido em um berço de ouro e portanto tinha uma “linhagem” superior. Dessa forma, as chances de ser bem sucedido falando a verdade eram maiores.

Se tudo desse errado e ainda não conseguisse encontrar o local de recrutamento, faria então um caminho diferente, dessa vez iria diretamente na Marinha e lá pediria informações sobre o recrutamento e aí pediria auxílio em sua busca, tentando dessa forma obter a orientação correta vindo de uma fonte oficial.

Objetivos:
 
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MensagemAssunto: Re: A justiça não é cega!   A justiça não é cega! EmptySex 20 Mar 2020, 15:00


Narração



Cromweel esta bravo, certas pessoas conseguem coisas que as outras não. O mundo era justo? Isso era uma piada, a história é escrita pelos fortes e por aqueles que tem o verdadeiro poder, aquela mulher tinha algo que o protagonista não tinha e ele havia percebido, precisava melhorar sua aparência, melhorar seu status social, pelo menos na visualmente, mas a questão era simples. Ele tinha condições para isso?

Claro que com 50 mil berreis não dava para fazer nenhum milagre e o mal humorado então com o plano traçado mas simples para caber dentro do seu orçamento, ele então vai a um mercado e compra um cigarro e um isqueiro gastando preciosos 20 mil berreis, mas esse valor não era um gasto, mas um investimento que ele tinha que fazer para alcançar seus objetivos de curto alcance.

Com o cigarro na boa, traquejo de mano e confiança transbordando, Donovan estava pronto para encarar mais uma vez o homem que vamos chamar de "o Porteiro". O boxeador se aproximava e nenhum reação do homem... Dava uma baforada e nada. Então como se o homem entendesse o que ele queria dizer e então falando do tal teste.

O Porteiro olhava para Donavan de cima para baixo, não que o boxeador fosse baixinho, mas o porteiro era enorme, uma armário, tinha pelo menos 40-50 centímetros a mais de altura sem falar que o próprio peitoral era o dobro do protagonista, ele transmitia uma sensação estranha a Cromwell, algo como força.

Pondo a mão no terno (off: todo preto diferente da ilustração) ele então retira uma carta, era um envelope lacrado e havia um endereço no envelope, então pegando uma caneta no bolso e olhando para um relógio grande no meio das ruas, o Porteiro então escrevia algo no envelope, uma pequena anotação no canto esquerdo superior. Então ele passa o envelope para o aspirante a agente.

- Entregue esse envelope e penso no seu caso.

Se Cromwell pegasse o envelope observaria que havia um endereço ali, era no porto da cidade, Donovan conhecia o endereço e não teria problemas para chegar lá, uma simlpes caminhada de uns 40 minutos era mais que o necessário. Mas o Porteiro havia escrito apenas uma coisa naquele envelope, a hora exata que p boxeador recebeu o envelope, será que tempo era importante?

- Tic tac, o tempo esta passando.

NPCs:
 


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OBJETIVOS:

Nessa missão::
 

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