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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Timbre Mudo

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MensagemAssunto: Timbre Mudo   Timbre Mudo - Página 5 EmptySab 25 Jan 2020, 21:32

Relembrando a primeira mensagem :

Timbre Mudo

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Cindy Vallar. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Timbre Mudo   Timbre Mudo - Página 5 EmptySex 27 Mar 2020, 17:43


Noite
Tempo: Nublado
Temperatura: Frio


Curiosos, os companheiros de Cindy se amontoavam em volta do caderno tentando espiar o que a amazona estava desenhando ali, e qual seria o plano que eles seguiriam naquela noite. Após cada desenho feito, sendo deixadas mensagens bem claras, seus companheiros moviam a cabeça em sinal de afirmação para comprovarem que haviam entendido a mensagem que a garota tentava passar.

Pensando em como faria para passar a próxima mensagem, depois de feitos os desenhos de seu grupo, a garota pegava o mapa que Yancha havia desenhado e, em um rápido passar de olhos, encontrava o desenho do lixão no canto esquerdo, ignorando quaisquer outras coisa que aquele papel pudesse indicar. Olhando a forma como o lixão estava bem representado, era fácil perceber que o dono daquela casa era um bom artista, o que talvez tornasse estranho o fato de ele trabalhar com o lixo da McAnic. Independente disso, ela apontava para o desenho e deixava clara mais uma parte de sua mensagem.

Os agentes que haviam enfrentado mais cedo eram os próximos a serem desenhados e, até aqui, tudo parecia bem tranquilo de se entender para todos os presentes, assim como todo o resto. Provavelmente seus companheiros já estavam bem acostumados com aquele tipo de comunicação. Por fim, como uma verdadeira irmã mais velha, Cindy parecia esperar por um futuro diferente para o pequenino, e não podia deixar de expressar isso em seus desenhos e sua mensagem escrita.

- Tá bom. Vou obedecer só dessa vez - Ele dizia tentando parecer durão e pegando o mapa, mas era perceptível uma certa emoção infantil em sua voz, talvez ficasse feliz pelas pessoas se mostrarem preocupadas com seu futuro. No rosto de Vergil, um olhar orgulhoso podia ser facilmente percebido enquanto ele bagunçava o cabelo do garoto após sua resposta.

- O que? - Os dois diziam em uníssono - Você… Você já quer ir embora? - Nenhum deles parecia muito satisfeito com aquilo - Ahh, achei que poderíamos fazer mais coisas - O garotinho estava bem chateado, mas Vergil era o primeiro a engolir a tristeza e dizer - Tudo bem Dan - Suas palavras chamavam a atenção do menino - Tivemos um dia bem legal com ela e aprendemos bastante também. Tem tanto tempo que a gente não se sentia assim, não é? - Ele sorria e, ainda relutante, o garoto concordava com a cabeça - Nós dois podemos continuar nos aventurando aqui, temos que deixar a Cindy levar esse sentimento pra mais pessoas - O garoto respirava fundo e, finalmente, parecia entender. Sem mais o que fazer ali, Cindy deixava o que restava de seu dinheiro em cima da mesa e o grupo partia daquela casa.

Era noite e fazia algum frio do lado de fora, mas não o suficiente para atrapalhá-los. A medida que andavam às escondidas pela cidade, ficava bem claro para o grupo que a perseguição já havia parado há muito tempo. Ainda assim, evitar as pessoas era de fato uma boa ideia e fazia com que todos se ajudassem para tal, conseguindo chegar bem próximos da McAnic sem chamar muito a atenção de ninguém.

Chegavam por fim no beco que haviam entrado para começar a fuga da primeira vez. Durante a noite, o movimento perto do depósito de lixo da fábrica era bem baixo. Duas guaritas altas, uma em cada extremidade da grade, seriam o principal obstáculo para o grupo. Havia ainda um portão ao centro, que um guarda que ficava do lado de dentro vigiando havia acabado de fechar, indicando que havia saído uma carroça agora a pouco. Por sinal, os últimos passos do cavalo que puxava essa carroça recém saída ainda podiam ser ouvidos ao longe por Cindy. Do lado de dentro, haviam outras que deveriam sair em algum momento daquela noite.

Haviam ainda dois guardas armados rondando o local do lado de dentro, um em sentido horário e o outro em sentido anti-horário que se encontravam no centro ao mesmo tempo. Em suma, três inimigos podiam ser vistos pelo grupo, o guarda do portão e os dois da ronda. Nada podia ser visto na guarita, podendo haver ali muitos ou nenhum guarda, não tinha como saber. A [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] tinha cerca de três metros de altura e possuía espinhos metálicos em cima, que dificultava para que alguém a pulasse - É… vai ser complicado… - Apesar de dizer isso, Vergil não parecia nem um pouco amedrontado, o grupo estava pronto e mais determinado do que nunca para seguir a deixa da zomanense.

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MensagemAssunto: Re: Timbre Mudo   Timbre Mudo - Página 5 EmptySab 28 Mar 2020, 23:29

''Quebrando o Cerco''
 




- É… vai ser complicado… - Após ouvir aquela frase, as coisas aconteceriam bem rapidamente.

Cindy usaria o dedo médio e o apontador para apontar para os próprios olhos e então para apontar para os dois companheiros. Símbolo universal de ''me assistam''. Prenderia sua arma amarrada às costas.

Dispararia na direção do portão utilizando sua aceleração. Iria para a região que ficasse mais próxima aos cavalos em relação ao resto.

Cindy já havia participado de diversas simulações de cerco em seus tempos em Zomana. Sabia de uma forma ou outra de tomar castelos. Mas todas foram apenas testes... Nunca havia testado na vida real e muito menos com aqueles tipos diferentes de muros e proteções... E, para além disto tudo... Muito menos da forma que faria agora.

Saltaria na direção da grade sem pensar duas vezes e utilizaria o máximo de suas capacidades como alpinista assim como sua aceleração para chegar o mais rápido possível à altura ideal.

Uma vez em que estivesse a uma altura em que pudesse fazer isso, utilizaria desta vez o máximo da própria acrobacia para lançar o corpo completamente para baixo se prendendo apenas com os dedos e as pontas dos pés à grade, dobrando bem os joelhos e esticando bem os braços... E puxando o corpo com o máximo de velocidade com as mãos ao mesmo tempo em que empurraria o corpo com o máximo de velocidade para cima para saltar a maior distância possível em relação aos limites do portão.

Uma vez nesta altura, utilizaria novamente sua habilidade acrobática para direcionar o corpo para a frente e se lançar para o chão do lado de dentro da fábrica.

Pousaria com o máximo que suas habilidades a permitissem, apenas para disparar novamente com o máximo de sua aceleração na direção dos cavalos.

Correria em ziguezague caso os oponentes possuíssem armas de fogo, e, caso algum tentasse interceptá-la, mergulharia adiante com um rolamento na direção em que fosse mais difícil para ele interrompê-la e continuaria sua corrida na direção dos cavalos.

Uma vez com eles, saltaria sobre a carroça.

De uma forma completamente ofensiva, utilizaria o máximo de sua habilidade em Pilotagem para obrigar os cavalos a puxar a carroça e desta vez disparar em alta velocidade na direção do guarda que protegia o portão.

Próximo a isto, faria o cavalo fazer uma curva levemente fechada antes de se chocar com ele, de forma que a inércia fizesse a carroça se chocar contra o portão, fazendo com que este fosse arrombado. Logo após, faria o cavalo seguir disparando em outra direção, a fim de chamar a atenção dos guardas para si.

Buscaria esquivar-se apenas se isto não fosse atrapalhar seu plano. Apenas saltaria da carroça em último caso, utilizando o máximo de sua acrobacia para fazer um rolamento para evitar maiores ferimentos.




objetivos escreveu:

[ ] Conseguir um robozin
[X] Perícia Mecânica
[X] Perícia Engenharia Mecânica
[X] Perícia Arrombamento
[X] Me divertir

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MensagemAssunto: Re: Timbre Mudo   Timbre Mudo - Página 5 EmptySeg 30 Mar 2020, 03:06


Noite
Tempo: Nublado
Temperatura: Frio


Com sua coragem e seu pensamento rápido, a garota bolava mais um plano maluco para resolver toda aquela situação. A atenção de seus amigos, naquele momento, estava totalmente voltada para suas ações, e com isso a garota avançava a toda velocidade em direção a grade e conseguia se segurar bem ao alto devido à bela capacidade de salto que possuía.

Existiam meios mais simples de evitar se machucar nos espinhos mas, sendo quem era, a garota optou também pela alternativa mais insana. Em um movimento rápido e bem barulhento, que já havia chamado a atenção de uma das guaritas e todos os guardas no chão que começavam a vir naquela direção, Cindy saltava sobre a grade com grande graciosidade, o que não evitava que acabasse recebendo alguns cortes em suas costas que não a atrapalhariam muito - Ei, parada aí! - Gritava o guarda que abria e fechava o portão, mas valia pensar se dizer algo assim realmente já havia funcionado em algum momento no planeta.

Obviamente, a garota continuava correndo mesmo após a advertência, o zigue zague fazia com que fosse capaz de se esquivar dos tiros que vinham das guaritas. Por fim, um dos guardas que fazia a ronda a alcançava, portando uma foice que quase atingia a amazona se não fosse por seu rápido pensamento, ainda sendo capaz de levar uma parte do cabelo da garota consigo. Por fim, Cindy estava agora na carroça que tanto almejava, e nesta já havia uma boa quantidade de entulho que poderia levar consigo.

As rédeas eram tomadas e, em meio a urgência, os conhecimentos de Cindy faziam com que ela conseguisse guiar o cavalo na direção do portão, com o animal correndo mais do que o comum devido ao susto causado por toda aquela situação. O avanço imparável fazia com que um dos guardas tivesse que saltar para não ser atropelado e, terminando a segunda parte de seu plano maluco, a garota conseguia fazer a curva para atingir o portão com o impacto da carroça.

O portão se abria com o choque e, graças a isso, diversas peças de entulho que estavam na carroça caíam ao chão naquele local. Em seguida, com as coisas saindo um pouco do controle, o cavalo se assustava com o som dos tiros e o impacto repentino, se descontrolava e começava a correr desgovernadamente por todo o local, era como se estivesse ficando cada vez mais apavorado, puxando obviamente a carroça e a própria Cindy consigo.

- Peguem ela! - Os gritos de urgência faziam com que Cindy pudesse ouvir passos de diversos guardas, não conseguia definir se todos, correndo atrás da carroça. O cavalo corria em círculos nas instalações do depósito de entulhos da McAnic e, neste processo, Cindy podia ver diversos funcionários que trabalhavam naquele local se escondendo assustados atrás de caixotes ou entrando em uma porta que levava para dentro das instalações. Agora cabia a amazona pensar em como sairia daquela situação.

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MensagemAssunto: Re: Timbre Mudo   Timbre Mudo - Página 5 EmptySex 03 Abr 2020, 23:12

''Medidas desesperadas''
 





O complexo industrial agora era um enorme borrão, e tamanha era a velocidade do cavalo em seu movimento circular que a força centrífuga fazia Cindy sentir sua cabeça pendendo para fora. Com o vento no rosto e tentando se concentrar, a única coisa fixa que podia sentir era a dor em suas costas. - Peguem ela!

Aquela fora a sua pior ideia até o momento. Mas precisava manter a pose.

Cindy precisaria agir rápido. A qualquer momento sua tontura poderia ser fatal para o combate. O frio na barriga e o medo da batalha a faziam liberar um sentimento novo. A amazona se sentiria viva novamente.

Utilizando o máximo que sua força permitiria e a fim de interromper o movimento do cavalo, a jovem amazona puxaria as rédeas com o máximo de força possível para chacoalhar a cabeça do animal. Sua intenção seria fazer a velocidade dele diminuir nem que apenas um pouco, à sua maneira descontrolada, a fim de soltar as rédeas e mirar o cavalo na direção dos três oponentes, saltando do animal e usando o máximo de suas habilidades para acertar um chute no flanco dele que o fizesse disparar contra os guardas.

Sua intenção seria ganhar tempo para cair do animal e ter como se recuperar de alguma forma da tontura, enquanto os oponentes se preocupariam com o cavalo que ia em direção a eles.

Assim que estivesse recuperada o suficiente, a acrobata correria na direção de um dos caixotes utilizando o máximo de sua aceleração e então usaria sua acrobacia ou a depender do tamanho uma mescla desta junto com sua habilidade de alpinismo para subir sobre um deles, de forma que pudesse saltar mais uma vez sobre o caixote e talvez despistar possíveis perseguidores.

Faria o máximo de fintas desta forma e correria em zigue-zague a fim de se esquivar de balas ou de oponentes, utilizando pontos altos que pudesse alcançar para fugir deles. Sua intenção seria tentar distraí-los ao ser perseguida de uma forma mais difícil de ser alcançada para que pudesse, aos poucos, se possível, traçar uma rota para se aproximar ou de alguma máquina grande que pudesse pilotar ou de algum lugar em que pudesse se esconder ou pelo menos da entrada do lixão da fábrica.

Caso conseguisse encontrar tal máquina, a utilizaria para manter os oponentes afastados ao pilotá-la.

Caso encontrasse um local no qual se esconder, ficaria ali avaliando as informações que tinha para saber seus próximos passos.

Se pudesse entrar no lixão, observaria o local com bastante calma e iria atrás de alguma posição alta/escondida em que pudesse obter vantagem.

Evitaria ao máximo o uso de combates, no máximo utilizando o bastão para afastar os inimigos e continuar se movimentando para longe do perigo.

Uma guerreira precisava saber quando lutar e quando não lutar, e também exatamente quais desafios poderia escolher com realismo.



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MensagemAssunto: Re: Timbre Mudo   Timbre Mudo - Página 5 EmptyDom 05 Abr 2020, 04:16


Noite
Tempo: Nublado
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- Mas que p… - Era tudo o que um dos guardas tinha tempo de dizer antes de ser atingido em cheio pelo cavalo desgovernado que Cindy havia “arremessado”. Os outros quatro guardas saltavam para os lados e se levantavam do chão ao mesmo tempo que a amazona que com seu raciocínio rápido mal havia tido tempo para ficar tonta e por isso mesmo se recuperava bem rápido.

Como sempre, a aceleração da zomanense era invejável e este era o principal fator que lhe dava vantagem sobre os guardas restantes. Um deles, por sua vez, decidia acudir o amigo desmaiado pelo impacto com o cavalo (que só agora demonstrava que pararia de correr bem longe dali), deixando apenas três perseguidores. Sem hesitar, a garota subiu no primeiro caixote, e logo pulava em outro. Seus movimentos rápidos, que a levavam cada vez mais para o alto, faziam com que ela conseguisse esquivar de uma faca que era arremessada durante a perseguição.

No movimento seguinte, Cindy agora estava em um caixote ainda mais alto e por fim ao telhado do setor de descarte da McAnic. De maneira bem mais lenta, ela via dois dos guardas terminarem de subir quando ela já estava bem longe, enquanto o arremessador de facas continuava no chão tentando conseguir um bom ângulo para atingi-la. Graças a uma boa audição e olhos atentos, ela conseguia ver uma carroça saindo ao longe, e Vergil era quem a controlava. Os guardas, que estavam muito concentrados na garota, ainda não haviam percebido nada, muito devido ao controle que o aliado da zomanense tinha sobre o animal e também à suas capacidades furtivas, mas isso faria com que demorasse um pouco para conseguir tirar a carroça dali.

Após algum tempo correndo, o telhado estava chegando ao seu fim e era com isso em mente que a garota começava a descer, pulando em mais caixotes. Encontrando finalmente o fim da linha, com a grade que separava a McAnic da rua à sua frente, a garota se escondia dentro de uma das caixas menores que estava convenientemente vazia. Após algum tempo, ouvia passos sobre a caixa que deixavam claro que os guardas haviam chegado ali - Algum sinal dela? - Dizia um deles sem nem descer de cima da caixa - Nada… Berg vai pela direita, Julius pela esquerda e eu vou fechar o portão pra ela não fugir. Quem achar a vadiazinha, grita! - Com as ordens dadas, Cindy sentia que aquele homem descia de cima de sua caixa e agora os três começavam a se mover.

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MensagemAssunto: Re: Timbre Mudo   Timbre Mudo - Página 5 EmptyDom 05 Abr 2020, 13:59

''Pensando fora do Caixote''
 




Quando o homem subiu na caixa foi a primeira vez, desde que fora enforcada pelo Governo Mundial em Zomana, que Cindy teve se preocupou com não emitir sons.

Seu corpo cansado e em estado de êxtase graças à perseguição, mais seus instintos à flor da pele e seu ímpeto por sair correndo de alguma forma se mesclavam dentro do seu corpo e despertavam nela uma profunda vontade de gargalhar. A tensão contida e o ambiente que impedia a gargalhada penas lhe despertariam uma vontade curiosa de querer rir ainda mais.

- Nada… Berg vai pela direita, Julius pela esquerda e eu vou fechar o portão pra ela não fugir. Quem achar a vadiazinha, grita! - Uma luta se daria dentro de Cindy, à escuridão do caixote, para evitar que os sons do seu pulmão explodissem em riso quando o homem que a perseguia saiu de cima do caixote sem perceber que ela estava ali. Era uma mistura estranha de nervosismo, prazer e êxtase que fariam todo o corpo da garota formigar conforme respirava fundo para evitar a risada. Levaria as duas mãos à boca e se seguraria ao máximo.

Em nenhum aula sobre combates militares a haviam ensinado sobre os riscos de rir.

A vida era mesmo incrível.

Julius iria pela esquerda... Berg iria pela direita... À frente, iria seja lá quem era o líder. Mas quem iria para trás?

Cindy franziria o cenho, imaginando se ir pelos fundos não seria a melhor forma para a sua fuga, ou se aquilo era apenas uma armadilha. Utilizando sua audição aguçada ouviria se eles realmente estariam se espalhando da forma que foi dita, e buscando ouvir se o quarto  segurança estava ainda cuidando daquele com o cavalo ou se estava se posicionando de alguma forma em uma posição para emboscá-la.

Pegaria sua caneta vermelha e escreveria em letras grandes e de forma, na parte de dentro do caixote.

- CINDY VALLAR. AMAZONA. - Após algum tempo refletindo com a mão no queixo, escreveria uma espécie de crítica para eles - Por que se importam tanto com ladrões de lixo? - Lutaria para segurar a risada novamente.

Caso os oponentes realmente estivessem se espalhando da forma como haviam dito, seria bem mais fácil para a Amazona. Sairia da caixa bem devagar e observando seus arredores, tampando ela novamente e a arrastando até o ponto em que fosse mais conveniente para subir sobre ela e usar suas habilidades acrobáticas com um misto de alpinismo a fim de sair da mesma forma que entrou: saltando e escalando até o ponto mais alto do portão, e então novamente saltando por sobre a grade até o outro lado e pousando com o máximo de habilidade que conseguisse, assim correndo na direção de Vergil.

Na hipótese de não conseguir segurar o riso, se revelar de alguma forma, ser encontrada ou de os oponentes estarem a emboscando de alguma forma, Cindy somente teria como opção usar suas táticas de guerrilha para fugir dali.

Daria o máximo de si para se aproximar do amurado em que sua caixa estaria mais próxima.

Caso houvessem oponentes por perto a ameaçando, a amazona lançaria o pequeno caixote em algum deles para ganhar tempo, de preferência no atirador de facas ou no usuário de pistola. Sua intenção não seria derrubá-los, mas impedir que eles pudessem atirar durante alguns momentos. Se algum oponente se aproximasse o suficiente para ameaçá-la ela evitaria o combate, e apenas utilizaria o bastão para erguer a guarda e apontar a arma para o guarda, mantendo uma distância entre os dois que a permitisse se desvencilhar dele e se aproximar do portão, atacando o membro que ele utilizasse para lhe atacar com a arma como forma de se proteger do golpe, sempre visando se afastar dele e usando o cumprimento de sua própria arma como vantagem.

Conseguindo se afastar, guardaria o bastão nas costas e então subiria na grade e a escalaria com o máximo de velocidade que pudesse, usando sua acrobacia para saltar para os lados ou para a diagonal rumo ao topo se necessário para se esquivar de possíveis ataques que sua audição aguçada detectasse. Chegando ao topo do portão, sairia exatamente como havia entrado: usando seus dedos e seus pés para acelerar em um salto que a permitisse ficar acima da grade, e usando suas habilidades acrobáticas para cair do outro lado.

Se encontrasse uma forma, quando estivesse prestes a fugir e caso a ameaça não fosse muito grande, a Amazona se seguraria com apenas uma das mãos na grade, se apoiando com os pés à mesma, e encararia os oponentes com seu olhar mais afiado de todos. Um leve sorriso adoçaria seus lábios, daqueles desafiadores e sem dentes, como ela costumava dar. Seu cabelo estaria esvoaçante e seu ar de deboche e autoridade seriam aqueles que ela buscaria transmitir.

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Apontaria com o queixo para a caixa em que estava escondida, aquela em que havia escrito uma mensagem, e então saltaria para longe da fábrica, conforme narrado nos parágrafos anteriores, indo em direção a seus companheiros.





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MensagemAssunto: Re: Timbre Mudo   Timbre Mudo - Página 5 EmptySeg 06 Abr 2020, 15:30


Noite
Tempo: Nublado
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Mesmo com tantos anos de treinamento, Cindy percebia naquele momento que talvez não estivesse preparada para uma situação tão cômica em uma batalha da vida real. A tensão era real e por isso a amazona enfrentava uma batalha interna onde dava tudo de si para não cair na risada, felizmente ela demonstrava ter bastante auto-controle.

Agora mais focada, Cindy conseguia ouvir os passos dos seguranças se afastando, o que confirmava para a garota que aquelas falas dificilmente faziam parte de alguma armadilha. Pegando seu caderno e sua caneta, ela assinava seu nome e ainda adicionava uma provocação, é óbvio que estava muito escuro dentro do caixote para que a garota percebesse que escrevia em garranchos bem tortos que levariam um tempo para que fossem lidos pelos guardas. Mas isso importava?

- Ei! Que porra é essa? Volta aqui ladrão de cavalo! - Ouvia o grito do segurança que estava voltando até o portão e só agora percebia que ele havia visto Vergil, que tentava sair às escondidas com a carroça mas por isso mesmo demorava bastante - Eita porra! Corre cavalo! Corre! - Ela ouvia os gritos de seu companheiro seguidos por barulhos das ferraduras do cavalo tocando o chão de forma muito rápida. O primeiro tiro era ouvido, mas o cavalo não ter parado de correr provavelmente era um bom sinal.

Enquanto isso a garota saía do caixote e começava a arrastá-lo, os sons emitidos por essa ação acabavam sendo abafados por toda a algazarra gerada por Vergil que agora já começava a se afastar bastante, aparentemente levando alguns guardas consigo. Agora, mais uma vez, a amazona chegava o mais alto possível para saltar pela grade, rasgando um pouco menos as costas desta vez - Ali, tá ali. Tá fugindo! - Dizia um dos guardas que via o sorriso desafiador de Cindy enquanto se aproximava.

Sem hesitar, o guarda começava a puxar uma faca de seu bolso e era nesse momento que a amazona percebia que estava na hora de ir embora. Ao longe ela escutava alguns passos apressados, mas era estranho, não pareciam humanos. O outro guarda chegava correndo pela rua um tanto quanto desajeitado carregando consigo uma espingarda. Aqueles passos eram de um tipo de galinha gigante? A arma começava a ser apontada em sua direção, por mais que o homem tremesse um pouco, a amazona não estava preparada para ser atacada depois da fuga.

- Quack, Quack, Quack, Quack! - Um… Pato gigante(?) virava a esquina, atrás daquele guarda, parecia apressado - Quack, Quack, Quack, Quack! - Sem mudar sua rota, a criatura derrubava o guarda no chão, fazendo que ele soltasse a arma. Era um alívio, não é? - Cindyyyyyyy…. Cuidadoooooo…. Hahahahahahahhaa - Espera… Por quê Dan Estava em cima daquela coisa? Ah… Isso era o de menos agora, aquele pato vinha na direção da amazona e não parecia que iria parar.

- Quack, Quack, Quack, Quack! - Quando parecia tarde demais para sair do choque e da rota do animal, a montaria abaixava a cabeça e a colocava entre as pernas de Cindy, erguendo a garota em um movimento muito rápido e forte, fazendo com ela ficasse de costas para a cabeça do animal mas de frente para Dan que só cabia ali por ter o tamanho de uma criança - Mas que porra é essa? - Podia ouvir o arremessador de facas gritando, mas nada disso importava mais e o pato não pararia de correr - Quack, Quack, Quack, Quack! - Ela podia jurar que os Quacks pareciam mais assustados que corajosos agora, mas talvez estivesse só delirando. Era um pato.

- Eles tavam perseguindo o Vergil, aí esse bicho apareceu do nada, me levantou e veio te salvar. Aí... - Dan parecia bem desesperado e confuso com a situação - Ai meu deus! O Vergil! - Só agora ele parecia prestar atenção no sumiço de seu companheiro - Ele disse pra encontrarmos ele no Kelvin, mas eu não sei… - Em todo caso, aquilo importava bem pouco naquele momento. O pato continuava a correr cada vez mais para dentro da cidade, parecendo não saber ao certo para onde estava indo.

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MensagemAssunto: Re: Timbre Mudo   Timbre Mudo - Página 5 EmptyTer 07 Abr 2020, 18:24

''Quack.... Quack?''
 




Arma destravada. Click. Gatilho apontado. Cindy corria esperando pelo inevitável.

- Cindyyyyyyy…. Cuidadoooooo…. Hahahahahahahhaa - Quando se percebeu montada em um pato junto com Dan em alta velocidade em direção a sabe-se-lá onde a Amazona cogitou por um instante voltar atrás e tomar o tiro.

Um dejavú forte a tomava, e ela tinha a impressão de que quando subira o portão e machucara as costas nos arames a dor a tinha feito se esquecer de uma viagem que tinha tido; O chacoalhar dos passos do pato traziam as memórias a tona, uma de cada vez, conforme se balançava violentamente junto a Dan. Uma chacoalhada: Pista de corrida, flechas chovendo, um mar de lama. Outra chacoalhada: Botes, ondas gigantescas, trovões, surf sobre as ondas, Reis dos Mares. Seu coração começaria a acelerar de excitação. Outra chacoalhada: Um mundo inteiro de escuridão, um gênio gargalhando, demônios e fantasmas. Tudo estava girando. Um rubi vibrava vermelho como sangue. Sua mão chegava até a porta. Outra chacoalhada: Estava morta.

Seus olhos se arregalariam conforme mais uma chacoalhada a tirava da caverna desabando sobre si. As vozes do gênio... O desafio... A visita inesperada... Suas costas ardiam com a ferida. Estaria ela ficando insana?

- Quack, Quack, Quack, Quack! - Manteria a sua pose carrancuda com um olhar apertado em desconfiança, como se não acreditasse em nada daquilo mas ao mesmo tempo cogitasse.

- Eles tavam perseguindo o Vergil, aí esse bicho apareceu do nada, me levantou e veio te salvar. Aí... - Apenas viraria o rosto de leve, como se buscasse aprofundar seu olhar desconfiado em Dan, medindo a verdade em suas palavras. Talvez o garoto ficasse confuso com aquilo. - Ai meu deus! O Vergil! Ele disse pra encontrarmos ele no Kelvin, mas eu não sei…

Era verdade! Cindy havia visto alguns dos guardas perseguindo Vergil com a carroça, e agora se assustava com a possibilidade de ele estar machucado.

Mudaria sua expressão cômica de confusão para uma de determinação, e buscaria usar o máximo de sua acrobacia para se equilibrar em cima do pato segurando em sua correia ainda de costas enquanto se viraria de frente para o mesmo. Seguraria bem a correia com uma das mãos, observando o pato mergulhando em sua rota para mais dentro da cidade ainda, e buscaria utilizar a mesma estratégia que havia utilizado com o cavalo: Puxaria a guia do pato na direção oposta com uma das mãos e com a outra seguraria Dan. Seu plano era tentar de alguma forma desacelerar o animal. Uma vez com ele completamente parado, a Pilota sem conhecimento dos bichos buscaria virá-lo cento e oitenta graus, na direção oposta à cidade, para que ele pudesse ir a caminho do lixão onde Kelvin estava.

A fim de fazê-lo correr, juntaria as duas mãos em um estrondoso TAPÃO para assustar o pato, e então seguraria-se nele com uma das mãos e em Dan com a outra, a fim de impedi-lo de cair e que ela mesma caísse. Se esforçaria ao máximo para se manter no pato, e apenas tiraria a mão do seu pescoço para mudar sua direção caso ele estivesse se afastando muito da rota até a casa de Kelvin, tentando modular levemente sua direção para que eles ganhassem a vantagem na fuga para que chegassem ao menos no lixão.

Sentindo o calor do seu irmãozinho e do pato, o coração da jovem se esquentaria mesmo ante o perigo. Ela amava estar viva.


Embora nunca tivesse sentido tanta vontade de poder falar para fazer o máximo de perguntas possíveis sobre aquela situação bizarra.

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MensagemAssunto: Re: Timbre Mudo   Timbre Mudo - Página 5 EmptyQua 08 Abr 2020, 04:43


Noite
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Cindy se questionava mentalmente sobre a veracidade das lembranças que vinham à sua cabeça. Teria finalmente ficado maluca ou realmente havia participado de uma competição com diversas pessoas muito fortes em uma dimensão alternativa? Toda aquela situação era muito confusa, mas nenhuma explicação lógica parecia dar sentido aquele pato que aparecia de forma tão conveniente para tirá-la dali.

Era então que as palavras de Dan alcançavam a garota em seus devaneios e a traziam de volta ao momento presente. Vergil podia estar em perigo, e ela sem dúvidas precisava fazer alguma coisa à respeito disso. O pato assustado continuava a correr sem um rumo definido e aquele era o momento da amazona mostrar ao animal quem era o alpha ali. Em um movimento que só foi possível graças a sua acrobacia, Cindy se virava na direção certa para que pudesse guiar o pato e então, segurando a mão de Dan, puxava as rédeas do animal com força até que ele parasse.

- Ufa… - Dan suspirava aliviado. Com algum esforço, ela conseguia fazer o pato se virar para o outro lado e então *Clap* - QUAAAAAAAACK - Assustado após a palma repentina, o pato disparava a correr novamente para a direção oposta - Isso é… - Ele tinha que fazer uma pausa após o pato fazer uma curva brusca - Demaaaaais! - Claramente o fato de Dan ser uma criança fazia com que ele não soubesse exatamente se estava sentindo medo ou empolgação, mas ele claramente estava gostando daquele “passeio” caótico.

O trio continuava e Cindy parecia estar conseguindo lidar bem com a necessidade de guiar o animal ainda que tivesse alguns contratempos. Alguns minutos se passavam até que por fim o grupo conseguia sair de Geartrópolis. Agora a preocupação voltava, será que Vergil estava bem? Depois de mais alguns minutos, a carroça era encontrada sem Vergil a pouco mais de quinhentos metros da oficina. As ruas ao redor também não tinham movimento algum por causa do horário. Não demorava para que a amazona pudesse ouvir alguns passos saindo de trás desta.

- Hmpf, Imaginei que viria atrás do seu companheiro... - Seu tom era tão sério quanto da última vez, não sabia como ele tinha chegado ali mas com certeza tinha envolvimento com o sumiço de Vergil - Cindy Vallar, não é? A informação circula rápido aqui. Por acaso pretendia levar os espólios do seu roubo pro Kelvin? Vamos adorar ter um motivo para enviarmos uma força tarefa pra cá - Na verdade, apesar do mesmo tom sério, ele com certeza estava falando mais do que o comum.

- Por que não desce da sua ave estranha para que possamos nos resolver? - Claramente ele não queria resolver através de uma conversa. Cindy podia vê-lo colocando um par de luvas que tinham partes de ferro nas juntas dos dedos, provavelmente para potencializar o poder do soco. Dan apertava sua mão com força e o pato, estranhamente, dava um passo para trás sempre que o agente dava um passo para frente. Qual será a decisão da amazona?



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MensagemAssunto: Re: Timbre Mudo   Timbre Mudo - Página 5 EmptyQua 08 Abr 2020, 16:12

''Cindy Vallar - Modo Zomana''
 




Antes que pudesse perceber, Cindy já estaria de pé, diante do inimigo. Sua postura ereta e o seu pescoço levemente curvado para a frente, o queixo abaixado em guarda fechada. A arma estaria sendo segurada apenas pela sua mão direita, às suas costas, próxima à sua ferida do arranhão. A mão esquerda estaria à frente do corpo, com o braço dobrado em um ângulo de noventa graus e disposto horizontalmente à sua frente como se fosse uma toureira mas sem o lençol vermelho. Caminharia bem devagar, como uma leoa voraz prestes a partir em disparada, andando colocando a ponta de um pé atrás do calcanhar do outro de lado, como se circulasse em torno do oponente, alternando as posições dos pés, lentamente, aplacando seus sentimentos como se fosse uma jaula contendo a ira de uma dúzia de bestas, caminhando atrás de pontos fracos na guarda do inimigo... Cada troca de pés sibilando como uma serpente traiçoeira... Cada vislumbre contra o oponente tal qual um mergulho em busca de sua alma congelante e indiferente... Não sabia o que mais a irritava: Se as chamas que queimaram suas vozes, ou aquela frieza e seriedade indiferentes que queriam tomá-la do que havia aquecido seu coração novamente.

Enxergava o oponente como uma espessa parede de gelo, na qual seu parceiro se afogava logo atrás.

Precisava quebrá-la.

Com os dentes à mostra como em um rugido, Cindy giraria o bastão acima da cabeça estendendo os dois braços na vertical e movimentando as mãos rapidamente. E então correria com tudo contra o oponente, segurando o bastão com a mão direita novamente atrás de si.

Não poderia permitir que Kelvin, nem Dan nem Vergil sofressem as consequências das vontades que possuía. O basta aconteceria naquele momento.

Em sua disparada contra o oponente a amazona tomaria uma estratégia de tudo ou nada, atacando como se estivesse na primeira linha em uma marcha para se chocar contra a massa de homens do exército inimigo: Berraria no seu silêncio, as veias saltadas e a boca aberta, buscando diminuir a distância entre os dois. Tal estratégia seria diferente de tudo o que já havia tomado, pois não se pautaria mais em usar o comprimento da arma ao seu favor para a própria segurança. Correria como se fosse se chocar na primeira fileira do outro exército, como dito anteriormente.

Se aproximaria do inimigo utilizando os ouvidos com a confiança de que ele não tomaria a dianteira para atacá-la, como sempre, mas desconfiando de qualquer movimento que pudesse tomar com qualquer um dos quatro membros, pronta para recalcular sua estratégia para levar em conta essa estranha mudança de hábito do oponente.

E falando em estratégia, embora talvez esta não seja a palavra certa para definir o surto instintivo e explosivo que Cindy acabara de ter, esta seria bem simples: Se aproximaria do oponente o máximo possível, encarando-o no fundo dos olhos e segurando o bastão como se este fosse uma lança pronta para estocá-lo, mas abaixando a lança de supetão e utilizando sua Aceleração ao máximo junto com sua acrobacia para chegar na distância limite, a mais próxima que conseguisse sem ser atingida (que seria calculada de acordo com o que seus ouvidos a indicassem como a que ainda fosse segura para não receber golpes) e saltaria na diagonal em relação ao oponente para o lado, disparando em um salto raso e direto, aproveitando-se do bastão abaixado e do movimento brusco do corpo para girar a arma na diagonal de baixo para cima, colocando todo o seu peso e toda a sua força enquanto girava, usando a distância da arma não de frente, mas de lado, abusando da extensão do bastão para atingir o bloqueio do inimigo de propósito, em um ataque que buscava impedi-lo de desviar a arma e também de contra-atacar, tamanha seria a surpresa e a potência, além da distância, mas tão somente receber o golpe diretamente em seu bloqueio. Um choque entre forças, assim como era no exército. Buscaria o seu pescoço em seu golpe.

Giraria o pé da frente e levaria todo o seu peso e a força dos dois braços no golpe, utilizando o pé de trás para colocar ainda mais potência ao ataque, empurrando o pé contra o chão com o máximo de força que conseguisse. Rangeria os dentes e enroscaria os dedos ao redor do bastão, buscando desestabilizar o inimigo o máximo que pudesse.

Uma vez tendo feito isto, colocaria o peso no outro pé e giraria em torno de si, na direção oposta, agachando-se em seu rodopio para utilizar a extensão do bastão desta vez para acertar a parte de trás dos joelhos do inimigo, que estava colocando toda a força em seu bloqueio um instante antes a fim de segurar o ataque dela, para usar esta mesma força do bloqueio desta vez contra ele, desequilibrando-o. Faria isto com seu ataque tendo sido aparado com sucesso ou não, se aproveitando do fato de estar de lado para o oponente e da extensão de sua arma para tirar vantagem da situação sem ser atacada, protegida tanto pela anatomia dele quanto distância do bastão.

Caso não conseguisse acertar o segundo ataque, simplesmente saltaria para trás e se poria em posição de guarda. Caso conseguisse, saltaria e ergueria o bastão acima da cabeça, despejando o ferro sobre o inimigo diretamente contra o estômago, fazendo com que sua arma chegasse contra o oponente antes que o seu corpo, para que não pudesse ser atingida. Caso sua arma fosse desviada para o lado com o inimigo deitado, Cindy usaria a acrobacia para fazer um rolamento para o lado e evitar um golpe.

De qualquer forma, se afastaria e seguraria o bastão na ponta com a mão direita e no meio com a mão direita, pondo uma guarda à sua frente e assistindo movimentos do inimigo. Com um movimento de queixo, pediria para que Dan se afastasse, ficando à frente dele, pronta para acertar uma das pernas do inimigo varrendo-a com a arma caso este quebrasse sua própria estratégia e buscasse atacá-los.

Aquele era seu modo não de quem tentava descobrir sobre o mundo, mas de quem estava explorando ao máximo tudo o que já sabia sobre um tema: Cindy era uma amazona de nascença, e usaria tudo de si para derrotar o inimigo se necessário.





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MensagemAssunto: Re: Timbre Mudo   Timbre Mudo - Página 5 EmptySex 10 Abr 2020, 17:01


Noite
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De forma bastante cômica, assim que Cindy descia, o pato começava a correr e acabava por se “esconder” atrás de uma árvore junto de Dan. A tensão entre ela e aquele homem era praticamente palpável e por isso mesmo não demorava para que os movimentos de luta começassem novamente. Como um predador que cerca a sua presa, a garota circulava em torno do adversário com uma expressão que quase podia competir com a constante frieza daquele homem.

Aquele cenário, entretanto, não se mantinha por muito tempo. Cindy já havia aprendido com a última batalha que aquele homem não tomaria uma atitude se ela mesma não tomasse primeiro e por isso mesma era a primeira a atacar. Como uma locomotiva, ou talvez um aríete, a garota avançava com toda a sua aceleração na direção do adversário como se não fosse parar por nada. No último segundo, entretanto, fazia uma manobra arriscada ao saltar e se aproveitar da distância proporcionada pela arma para tentar atingir o pescoço do inimigo. Na verdade, ela desejava que ele bloqueasse.

E era isso que acontecia. Habilmente o homem não só aparava o bastão com sua mão direita, como o segurava bem firme. Por mais que Cindy tentasse forçar o seu golpe com um movimento ágil dos pés, notava que o sujeito não soltaria tão facilmente. Sua mão, apesar de provavelmente não ter saído intacta daquele golpe, ainda estava em plenas condições de continuar sendo usada naquela luta devido a luva feita de um material resistente que agora a defendia, diferente da última vez onde ele usava apenas um soco inglês.

Ela podia perceber que a disputa de forças estava complicada para ambos os lados, sendo que o homem tremia um pouco enquanto segurava o bastão, demonstrando que claramente tinha que fazer bastante esforço para tal. Por fim, em um breve segundo, algo mudava. Afrouxando a segurada no bastão, o homem deslizava sua mão pela arma da garota, com seu corpo o seguindo. Quando se aproximava o suficiente, Cindy sentia uma rasteira puxando seu pé que ela punha tanta força para influenciar no golpe que agora simplesmente passava direto.

- Hmpf - A garota começava a cair no chão ao perder sua base de equilíbrio, mas não caía antes de receber um soco da mão esquerda daquele homem bem no meio de seu rosto, o que a fazia cair com ainda mais força no chão. O metal parecia ter alguma pontas um pouco mais afiadas, o que fazia um bom estrago no nariz da garota que agora doía e sangrava bastante. Caída no chão, sentindo o impacto nas costas, ela conseguia ver pela primeira vez um sorriso no rosto do oponente e agora percebia o esparadrapo em seu nariz, no lugar onde havia sido golpeado por Cindy no combate anterior.

- Agora estamos quites. De pé, terminaremos isso de igual para igual - Era difícil deduzir o que se passava pela cabeça dele, era uma das raras ocasiões onde aquele homem quebrava o silêncio. Cumprindo com sua palavra, ele dava um bom espaço para que Cindy se levantasse e voltava a posicionar os dois braços à frente do corpo, esperando para que a amazona reiniciasse o combate.


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