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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Timbre Mudo

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MensagemAssunto: Timbre Mudo   Timbre Mudo - Página 4 EmptySab 25 Jan 2020, 21:32

Relembrando a primeira mensagem :

Timbre Mudo

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Cindy Vallar. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Timbre Mudo   Timbre Mudo - Página 4 EmptyTer 03 Mar 2020, 21:10



Propositalmente ou não, o fato do agente ter se afastado da amazona ao invés de continuar seu ataque servia como um golpe e tanto ao orgulho da mulher. Assim mesmo, a lembrança das palavras rígidas de sua mestra serviam para acalmar a zomanense e trazer seu foco de volta a batalha e principalmente a derrotar o inimigo a sua frente.

Ela não só esperava pela investida do oponente como na verdade chamava por ela. Era em vão, ele não faria isso, não teria parado de atacar anteriormente se fosse para simplesmente partir em uma nova investida. A frieza daquele homem fazia com que ele ficasse parado, apenas encarando Cindy por alguns instantes com seu olhar frio até que a garota perdesse a paciência e percebesse finalmente que ele realmente não tomaria a iniciativa naquela luta.

Assim que a amazona dava o primeiro passo o inimigo estabelecia sua base de combate. Estava preparado para o que quer que a garota usasse contra ele e por isso mesmo não era desafio algum para o homem bloquear a estocada com um soco que fazia com que o bastão e o metal do soco inglês segurassem um ao outro. Tudo conforme o calculado.

Infelizmente para o agente, Cindy Vallar não era alguém que podia ser prevista tão facilmente. Na verdade, ela mesma havia calculado tudo aquilo e graças a isso agora trabalhava com o imprevisível ao seu lado. Em um movimento leve demais para ser considerado ameaçador, ela praticamente escorregava o bastão para tirá-lo do contato com a arma do oponente e então continuava avançando em sua direção. Ele estava pronto para bloquear mais uma vez, impedir que a arma atingisse seu peito, mas era nesse momento que no lugar do peito ela simplesmente tocava a gravata do inimigo.

Em dois movimentos rápidos, a peça de roupa agora estava enrolada no bastão de Cindy que podia ver claramente a confusão na cara de seu oponente, o que quebrava pela primeira vez a sua expressão fria de sempre. Um puxão vinha em seguida e estava feito, a base do inimigo era totalmente quebrada e agora, desequilibrado, ele cambaleava na direção da amazona. O golpe vinha em seguida, forte o suficiente para derrubar o adversário imediatamente no chão.

No breve olhar que dava antes do próximo ataque, Cindy via que o nariz do oponente estava torto e também sangrando muito, com certeza um bom sinal. O ataque seguinte vinha e surpreendentemente o agente era ágil o suficiente para segurar a arma da garota, ainda que aquilo provavelmente tenha machucado bem a palma de sua mão direita.

- Aaaaaaah! - A voz do outro agente repentinamente era ouvida atrás da amazona. Aquela distância provavelmente ela só teria tempo de sentir o ferro gelado da foice perfurar sua carne. Junto do grito, entretanto, passos mais leves podiam ser ouvidos graças a sua audição aguçada, um ataque bem veloz de um Dan saído sabe-se lá de onde fincava uma adaga na coxa do agente e servia para parar sua investida - Ora seu.. - Um som ensurdecedor de um disparo era ouvido antes que ele pudesse terminar a frase. Metal se chocava em metal e logo o homem estava desarmado.

- Foi mal a demora, tava emperrada - Vergil dizia sem graça segurando um revólver bem velho em sua mão direita - Hahahahaha! Muito bom garoto! - Ele puxava uma segunda foice que cortava alguns fios de cabelo de Dan no primeiro ataque e logo voltava a correr na direção de Vergil, ainda que mancasse um pouco por causa da ferida da adaga que o garotinho já havia puxado de volta.

Quanto a Cindy, seu adversário aproveitava-se da distração para puxar o bastão em sua direção e por consequência trazer junto a garota. Um chute vinha em seguida, bem no estômago, e servia principalmente para afastar a garota. Alguns metros para trás, Cindy ainda tinha o bastão em mãos e agora estava bem ao lado de Dan que parecia indecido quanto ao que fazer. Seu adversário ainda se levantava, claramente meio zonzo, a confusão parecia que duraria mais um pouco.




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MensagemAssunto: Re: Timbre Mudo   Timbre Mudo - Página 4 EmptyTer 03 Mar 2020, 23:40

''Burguês de nariz empenado''
 




O bastão se amarrava na gravata do agente do governo, e, em consonância com o ferro cilíndrico se erguendo em uma ponta e o pescoço do oponente sendo apertado e puxado da outra, uma onda de prazer percorria a garota. Parecia que agora ela estava enforcando os agentes do governo mundial.

Uma pancada no nariz destruía a face do inimigo. De nariz empinado para nariz empenado. Aquilo não era nada ruim. Puxava novamente o bastão e já conseguia sentir a sensação da pancada novamente percorrendo seus dedos quando a arma foi segurada com um som abafado de frustração. - Aaaaaaah! um grito de guerra a intimidava. Mas passos fugazes resgatavam-na do oponente. Cindy não gostou nada de o garoto ter se envolvido, além de ele batalhar não estar em seus planos, ela detestava que a luta se tornasse um desequilibrado três contra dois, muito embora estivesse batalhando contra apenas um oponente. - Ora seu.. - Um clique e então um disparo. Em meio à confusão do combate o tilintar metálico revelava um oponente desarmado. Com um sorriso de satisfação a jovem percebia que Vergil não era tão indefeso assim, e que sequer precisava correr tanto para salvá-lo. - Foi mal a demora, tava emperrada

- Hahahahaha! Muito bom garoto! - Antes que percebesse havia mordido o lábio em raiva. Tinha ouvido risadas de agentes antes, e sua alma ainda flamejava em contato com eles. Por isso, quando ouviu a segunda foice cortar o cabelo de Dan não teve outra opção senão abaixar a própria guarda.

Pagou um preço caro por isto, e seu estômago esquentou com a sola do sapato social. O ar escapou de seus pulmões conforme cambaleava para trás, vários passos seguidos lutando por algum resquício de equilíbrio. Com a coluna arqueada para a frente e a respiração se estabilizando, as informações se reuniam em sua mente na forma de um estalo.

Sua genialidade, talvez, aquecida sob a pressão do combate, finalmente havia conseguido encontrar um padrão nos ataques do oponente e descoberto a razão de ele nunca tomar a iniciativa.

Sua respiração pela boca desacelerava de modo ritmado, e aos poucos tirava a mão da barriga e voltava a apertar sua arma.

Cindy sequer ajeitaria a roupa após a pancada na barriga, ignorando completamente sua rigorosidade militar.

Passaria o bastão para a mão esquerda e correria com o máximo de sua aceleração na direção em que seus ouvidos haviam indicado que sua algoz, a foice que tentaram usar para atingi-la, tivesse caído após o tiro.

Uma vez segurando a arma - ou o que sobrou dela após o tiro - com a mão destra, miraria em seu oponente correndo com o rumo a Vergil.

Não teria a ambiciosidade de usar a lâmina para machucá-lo, que dirá sequer machucá-lo da forma que fosse. Aquela não era a arma que costumava usar. Cindy simplesmente tentaria arranjar, talvez, um segundo de vantagem para o companheiro. Nunca fora a melhor com alvo a longas distâncias, mas àquela talvez fosse capaz cumprir um serviço simples: Usando o máximo do seu acerto e com bastante concentração faria um movimento de punho para mirar a foice girando na direção das pernas do inimigo de Vergil. Sua intenção seria fazê-lo se atrapalhar de alguma maneira, fosse tropeçando ou ao menos se desestabilizando.


Independentemente do resultado, viraria-se na direção de Dan. Agora que já se sentia vingada por quebrar o nariz do oponente se sentiria calma o suficiente para guiá-lo. Com um olhar de repreensão e um gesto de mão que representava estocar uma faca e outro gesto que representava ''não'', mimicaria estar insatisfeita com o garoto se envolvendo em lutas, assim como uma irmã mais velha faria. Logo após, apontaria para as carroças e então para o deposito, e daí, desenhando um arco no ar com a ponta do dedo, do depósito de volta para as carroças. Seria sua forma de dizer que ele não deveria lutar, mas encher as carroças com os itens necessários. Se ele entendesse ou não, ficaria a critério do garoto. Não podia demorar muito, pois o agente recuperaria-se de estar zonzo em breve... Embora ela realmente não acreditasse que ele iria atacá-la.

Viraria-se de frente para o inimigo e faria três gestos com a mão: 1 - Apontar para o próprio nariz. 2 - Apontar para o agente. 3 - Com o polegar, apontaria para o chão. Uma expressão de tédio surgiria em seu rosto, com um leve toque de sorriso lá no fundo. Sua forma de dizer que o nariz do inimigo estava péssimo. E então, desta vez, faria quatro gestos: 1 - Apontaria para si mesma. 2 - Apontaria para o cão do governo de nariz quebrado. 3 - Puxaria a mão com a palma aberta para cima em sua própria direção. 4 - Poria a palma da mão apontada para cima de lado, como se costuma fazer quando se dá de ombros ou se faz uma pergunta. A ideia era transmitir uma mensagem: Eu vou ou você vem?

Mas ela sabia que ele não viria.

Àquela altura, tinha certeza de ter compreendido o segredo da falta de atitude dele... Ou ao menos estava tão certa que se disporia a arriscar.

O inimigo era do tipo que bloqueava bem, isto estava claro para ela. Mas, mais do que isso, ele era do tipo que não atacava mas sim contra atacava. O padrão de suas ações se formaram na cabeça de Cindy ao perceber suas atitudes até então. Estava disposta a arriscar tudo naquilo. Precisaria vencê-lo no próprio jogo.

Correria de encontro ao inimigo com a arma em mãos e, ao chegar perto o suficiente, pararia. Com os dois joelhos levemente dobrados em uma base estabilizada, estenderia so braços à frente de si e começaria a girar o bastão. Sua ideia seria tornar o mais imprevisível possível de onde viria seu próximo ataque e ao mesmo tempo manter uma barreira à sua frente para aparar e poder contra-atacar também os golpes do oponente.

Caso ele tentasse atacá-la com os membros, simplesmente se aproveitaria da velocidade do bastão em movimento para desviar os ataques. Na hipótese de ele tentar atacá-la com os membros inferiores, buscaria desviar o ataque usando as duas mãos com força para um dos lados e neste mesmo movimento varrer o calcanhar do adversário e derrubá-lo no chão. Na hipótese de ele tentar lançar-lhe um ataque pesado, com alguma outra parte do corpo, que fosse suficiente para quebrar sua leve barreira, Cindy miraria a ponta do bastão na direção do inimigo para usar o peso do próprio ataque contra ele, atingindo seu pescoço, ombro ou virilha a depender da forma como o ataque viesse. Repetiria tais defesas quantas vezes fossem necessárias.

Caso ele simplesmente não a atacasse, Cindy giraria o bastão em torno dele de forma a blefar estar atacando-o, mas sempre voltando a girar o bastão e esquivando a arma do bloqueio dele antes que ela o atingisse. Assim que encontrasse uma brecha real em meio aos seus bloqueios, daria um golpe definitivo: Com o máximo de força que pudesse reunir de sua aceleração e pisando firme no chão acertaria o bastão no pescoço do inimigo com a lateral da arma, de forma a fazê-lo sentir-se sem ar novamente, e então usaria a ponta da arma para acertá-lo duas vezes na testa com estocadas.

Durante todo o momento em que estivesse blefando com ele sobre seus ataques, estaria utilizando o trunfo da audição aguçada. Olharia fixamente para o inimigo enquanto acompanharia os próprios ataques com os ouvidos, de forma a tornar ainda mais difícil para ele saber se o ataque realmente aconteceria e se ele precisaria bloquear agora. Em seu olhar, uma arrogância profunda e vingativa poderia ser detectada. Uma forma de talvez desestabilizar o inimigo ainda mais.





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MensagemAssunto: Re: Timbre Mudo   Timbre Mudo - Página 4 EmptySex 06 Mar 2020, 03:24



Já se sentindo vingada e agora conseguindo se focar no campo de batalha como um todo, a amazona ia até a foice derrubada no chão, que ainda estava inteira, e a segurava firme com sua mão direita, logo arremessando-a na direção do alvo. Apesar de não ter uma pontaria pior que a de nenhum outro ser humano comum, a garota não tinha afinidade alguma com aquele tipo de arma e isso dificultava bastante o arremesso.

Em todo caso, logo depois de jogar a foice Cindy se virava novamente na direção do garotinho, não tendo tempo de ver o resultado mas podendo ouvir claramente que a foice caía no chão em um local relativamente próximo de onde havia mirado. O primeiro disparo de Vergil vinha e era seguido por diversas gargalhadas do agente, o que mostrava que a estratégia talvez não tivesse funcionado tão bem. A luta entre os dois continuaria.

Do outro lado da batalha, Vallar repreendia a ação de Dan enquanto o lutador tinha tempo o suficiente para se levantar do chão. Apesar de certa dúvida no olhar, o garotinho acenava com a cabeça dizendo que tinha entendido o recado dado por sua amiga. Guardando novamente a adaga que tinha usado para atacar, ele sumia novamente de vista. Agora com o outro agente de pé o combate de Cindy iria continuar.

Parado, como sempre, o lutador recebia a provocação da garota. Mesmo com todos aqueles ferimentos, o homem claramente tinha um temperamento bem calmo e por isso mesmo continuava esperando sem se mexer a aproximação da amazona, não respondendo nada do que era gesticulado por ela. O avanço começava, movimentos ágeis por parte da amazona que não eram respondidos pelo agente que continuava parado. Na verdade, aquele era com certeza um cara bem entediante.

Finta após finta, a amazona fazia diversos movimentos que tinham seu caminho prontamente fechados pelo agente que claramente conseguiria defender aqueles golpes se tivessem uma real intenção de acertar o adversário. A luta passava então a ser uma disputa de resistência, onde quem se cansasse primeiro provavelmente receberia o ataque que encerraria de vez a luta. Nesse meio tempo, mais dois disparos eram ouvidos pela amazona e ela podia ter certeza que ao menos um deles tinha atingido o alvo - Minha perna! Você está muito fodido garoto! Hahahahaha! - Apesar de a batalha continuar.

Logo, passos começavam a ser ouvidos. Muitas pessoas se aproximavam. Em um beco atrás do agente lutador, Cindy podia ver Dan gesticulando com pressa para que ela o seguisse, mas não sabia dizer se Vergil também havia notado aquilo. Ela poderia ficar e lutar, é claro, mas provavelmente aquilo não acabaria bem. Naquele momento, o melhor a se fazer seria seguir o garoto ou encontrar outro modo de fugir ou se esconder. No fim das contas, entretanto, a decisão caberia a Cindy.



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MensagemAssunto: Re: Timbre Mudo   Timbre Mudo - Página 4 EmptySab 07 Mar 2020, 11:56

''Promessa silenciosa''
 




Se sombras de dúvidas pudessem ser escutadas, seriam exatamente o que a audição de Cindy estaria captando.

Em seu duelo contra o agente ela precisava de todo o seu foco para lançar ataques e fintas que enganassem sua tremenda habilidade para o bloqueio, e, muito embora estivesse usando toda a concentração possível, seus ouvidos captava vultos e silhuetas sonoras das situações ao seu redor. Virgil parecia estar sabendo lidar com o combate com o agente, mas os vultos vibracionais a diziam que não por muito tempo. Dan tentava comunicá-la algo através da mimica ''Então é assim que se sentem quando eu tento falar...'' refletia entre uma de suas fintas sobre como o jovem não havia passado mensagem alguma. E, muito pior do que isto, passos que indicavam figuras sombrias em sua ''audição periférica'' a faziam perceber que em breve a luta teria de terminar.

Tentou ignorar durante muito tempo toda a situação ao seu redor, se focar ao máximo possível, tentar achar qualquer brecha nova na guarda inimiga. Já havia furado ela antes usando estratégias tiradas de sua cartola, mas cada vez mais ficava com menos tempo para truques. Seu coração acelerado não podia negar sua preocupação para com seus companheiros e nem mesmo a sua frustração com o poder do inimigo. Sua personalidade só a fazia querer vencer ele ainda mais, a cada ataque ou finta que ele poderia bloquear se quisesse, a cada vez em que seus ataques falhavam. As figuras projetavam penumbra sobre ela; se continuassem a chegar a escuridão a cooptaria completamente, e suas decisões arrogantes e seu orgulho idiota poderia colocar a vida dos companheiros em risco. E, novamente, ela tinha planos para Dan que eram muito diferentes daquela vida arriscada.

Se afastaria do inimigo com dois passos para trás e manteria a distância entre eles com a guarda alta apontando o bastão em sua direção.

Para disfarçar a sua frustração e manter a pose de durona, levaria a mão até a boca e fingiria um bocejo como se entediada. Com um olho fechado por causa do bocejo encararia ele quase risonha com a boca completamente aberta. Seria sua forma de dizer que a luta com ele estava um tédio.

Entretanto, logo após, encararia ele com seu olhar determinado. Talvez o inimigo nunca entendesse aquilo, e provavelmente não entenderia. Mas o olhar de Cindy seria uma promessa silenciosa. Seria um olhar que diria o respeito que ela sente por ele, mas ao mesmo tempo sua vontade ainda maior de derrotá-lo. Seria dizer ''Eu volto em breve. Continuaremos nossa luta. Eu te respeito. Sua defesa é incrível. Preciso destrui-la. Obrigado.''

A amazona nunca foi muito de fazer promessas: Mesmo antes de perder a voz, sempre foi muito mais de fazer do que falar. Mas deixaria que seu olhar firmasse uma promessa silenciosa entre os dois. Mas esse era o problema de ser muda: ele provavelmente nunca entenderia. ''Eu vou ter que dar uma surra nele para provar que minha promessa não é do olho para fora.''

Mas isto ficaria para depois.

Giraria sobre os calcanhares e usaria o máximo de sua aceleração para disparar na direção do ceifador que lutava contra Vergil.

Aproximaria-se arrastando o bastão no chão, fazendo o máximo de barulho possível.

Um vez próxima dos dois, colocaria-se entre Vergil e o inimigo dele, com a guarda pronta para impedir que o oponente atacasse o companheiro ou a ela mesma. Com um movimento de pescoço, apontaria com o queixo para o beco para onde Dan havia ido. Odiaria que aquela luta se tornasse de dois contra um, queria derrotar o ceifador pro contra própria. Estava ali apenas para abrir caminho para Vergil e ter certeza de que nenhum companheiro ficaria para trás. Apontaria com o queixo novamente, a fim de fazer o companheiro fugir.

Caso, a qualquer momento, um dos agentes tentasse atingir qualquer um de seus companheiros ela interceptaria o ataque utilizando o máximo de sua aceleração e a extensão avantajada de sua arma para acertar o ataque e desviá-lo em outra direção, continuando sua corrida protetora na direção do beco de Dan.

Na hipótese de alguém tentar atingi-la ou interrompê-la com ataques a qualquer momento a garota daria um salto para longe do ataque, de forma que pudesse ter o caminho aberto na direção de Dan, girando em torno de si durante o pulo e mantendo o bastão esticado sendo segurado com força com as duas mãos para obrigar os oponentes a afastarem-se de si se não quisessem ser atingidos.

O ceifador estava com as pernas machucadas, disto ela sabia. E o pugilista não tinha o hábito de atacar primeiro, graças ao seu estilo focado em contra-ataques. Por isso focaria toda a sua concentração na corrida e em proteger os companheiros caso algum risco surgisse; utilizando sua audição para prever e identificar os golpes.





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MensagemAssunto: Re: Timbre Mudo   Timbre Mudo - Página 4 EmptySeg 09 Mar 2020, 15:55



Após ouvir a ameaça se aproximando, Cindy decidia que o risco que poderia correr ali junto com seus amigos não compensaria ser corrido simplesmente para preencher seu orgulho de vencer aquela batalha. Com esse pensamento a garota finalmente cessava sua sequência de fintas e recuasse alguns passos, o que permitia com que o agente voltasse a sua posição normal de combate.

A provocação da garota, mais uma vez, passava em branco, era até surpreendente a capacidade de concentração daquele agente que mal parecia um ser humano. O olhar determinado que vinha em seguida, entretanto, talvez tivesse sido respondido pelo agente em um breve instante. Ele logo voltava a ficar sério novamente, o que tornava difícil afirmar com certeza, mas talvez por um breve instante o olhar de reconhecimento da garota tivesse sido retribuído por seu adversário.

Repentinamente a garota disparava uma vez mais. Sua grande capacidade de aceleração fazia com que ela facilmente fosse capaz de deixar seu adversário para trás. O barulho do bastão se arrastando no chão impedia o ceifador de realizar seu próximo ataque e fazia com que ele por pouco não fosse atingido por um disparo da arma de Vergil. Rapidamente Cindy ficava frente a frente com seu novo adversário e apontava com o queixo para seu colega o beco de onde a criança lhes chamava.

- Ahh… Certo! - Não demorava para que o garoto percebesse a situação e tomasse a iniciativa de começar a fugir - Onde você pensa que vai? - O tom sádico ainda era explícito na voz do ceifador que tentava atacar Vergil no início de sua corrida, mas era prontamente impedido pela zomanense - Porra Joel! O que tu tá fazendo? - Ele parecia insatisfeito com seu companheiro mas, olhando para esse, via que pela primeira vez tentava tomar a iniciativa e atacar o garoto em fuga.

Um simples apontar da arma de Vergil naquele momento bastava para afastar o agente de sua rota fazendo com que se esquivasse de maneira desajeitada. Logo, era a vez de Cindy correr e mais dois disparos eram escutados saindo da arma de seu companheiro. Vergil já havia alcançado Dan e nesse momento dava cobertura para que a amazona pudesse fugir.

Assim que Cindy se juntava ao grupo todos ali começavam a correr pelo beco, sem sinais de seus perseguidores. Viravam uma rua, duas, entravam em uma viela, outro beco e por fim entravam em uma porta aberta em um beco que ficava sabe-se lá onde em Geartrópolis. Apesar de bem mais pobres que o resto da cidade, era perceptível para qualquer um que aquelas casas ainda eram muito mais confortáveis e bem feitas que a maioria das construções de Latem, inclusive da pensão na qual a garota havia passado a noite anterior.

- Eieieiei! Que ideia é essa Dan? - Um sujeito [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] os recebia na casa - Não tínhamos combinado pra não me arranjar problemas? Tenho certeza de que vocês não estavam correndo só porque faz bem pra saúde! - Parecia bem insatisfeito.

A porta da casa era fechada por Vergil e logo o próprio Dan tomava a frente na conversa - É… Me desculpa Yancha. Esses aqui são Vergil e Cindy, meus capangas. - O sujeito erguia uma das sobrancelhas ao ouvir aquilo - A gente precisa saber algumas coisas sobre o lixo da McAnich - Ele completava

- Se eu falar… Vou ganhar o de sempre? - Ele questionava - Claro! Mas também tem que nos deixar aqui até os almofadinhas ali nos esquecerem - Ele se referia aos agentes - Ok… Negócio fechado - Ele se sentava em seu sofá vermelho, sem muita empolgação - E eu achando que teria folga no meu dia de folga, aí você vem e me faz pensar no trabalho!

- Foi mal! - Finalizava o garotinho sem realmente se importar, pouco antes de se voltar para os outros dois que lhe acompanhavam - O Yancha aqui trabalha na McAnich, com o lixo. Acho que pode nos ajudar... - Agora ele olhava para Cindy - O que perguntamos para ele? - Ele esperava que a garota tivesse uma resposta e, pela expressão de Vergil, era possível deduzir que ele também esperava por isso.

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MensagemAssunto: Re: Timbre Mudo   Timbre Mudo - Página 4 EmptyDom 15 Mar 2020, 20:53

''Anticlimax''
 




A perseguição era uma nova experiência também.

Seu corpo todo formigou de excitação quando Vergil apontou a arma e deu cobertura para ela. Correr sem poder olhar para trás, e seguindo Dan por um caminho desconhecido e improvável também a faziam se sentir viva. Seus passos desajeitados que tentavam prever as mudanças bruscas do jovem gatuno a faziam se sentir em constante estado de instabilidade, o que faziam o frio em sua barriga e o sangue raspando em suas veias assustadas se transformarem tão logo em um sabor nunca antes sentido. Era, talvez, como sentir pela primeira vez o gosto de pimenta. O ardor trazia um sabor incômodo e doloroso, mas ainda sim um sabor. No fundo, sentia que poderia se acostumar com o coração acelerado e o terror do desconhecido, e sentir principalmente o gosto em detrimento do ardor.

Mas aí talvez então fosse atrás de mais ardor.

A perseguição começou a demorar muito e Cindy começou a estranhar. Afinal, estavam fugindo do combate ou indo até a fábrica para invadi-la? Aonde estava sendo levada? O sentimento de prazer tornou-se confusão.

- Eieieiei! Que ideia é essa Dan? - Um completo anticlímax. Não tínhamos combinado pra não me arranjar problemas? Tenho certeza de que vocês não estavam correndo só porque faz bem pra saúde!

A respiração de Cindy se regularizava após a corrida dentro da casa, e seus instintos de combate se percebiam lançados ao vazio. Seu cérebro vagava enquanto respirava.

Procuraria algum lugar para se sentar, ouvindo as negociações dos dois. Sentaria-se neste lugar e cruzaria as pernas.

- O que perguntamos para ele?

Cindy apoiaria o rosto sobre uma das mãos, e encararia o garoto com um olhar de tédio, como se não se importasse.

- Nada. - Escreveria no papel e entregaria para ele.

Fazer as coisas daquela forma não tinha a menor graça. Entretanto, ao mesmo tempo, não queria colocar a vida dos colegas em risco pela sua necessidade individual de se sentir desafiada e vencer os desafios. De qualquer forma, permaneceria sentada, alinhando as roupas e o cabelo, e ouviria o que eles tinham a dizer antes de continuar a pôr em prática suas ideias. Talvez até mesmo fosse bom para esperar que a multidão se espalhasse novamente...






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MensagemAssunto: Re: Timbre Mudo   Timbre Mudo - Página 4 EmptySeg 16 Mar 2020, 20:00



O momento anticlímax gerado pelo plano de Dan servia para que Cindy voltasse abruptamente a realidade. Em segurança, na casa de Yancha, a garota agora estava insatisfeita por ter tido sua batalha e seu plano interrompidos apenas para conhecer aquele homem.

Após rejeitar a ideia com um pedaço de papel, a amazona se sentava em uma poltrona e deixava um silêncio constrangedor tomar conta de tudo no local. Seus amigos pareciam não ter tido tanta dificuldade para entender uma palavra como aquela e, por isso mesmo, pareciam tentar pensar em alguma coisa por alguns instantes.

- Err… Se não querem nada vocês podem ao menos ir embora? - Questionava com certa insegurança o dono da casa, que era prontamente respondido por Virgil que erguia um pouco sua camisa e mostrava um corte bem grande no abdômem, mas nada muito profundo - Acho que não… - Dizia meio constrangido - Aqueles homens ainda estão nos procurando lá fora e… Pode cuidar disso pra mim? - Ele questionava para Yancha.

- Ah, pelo amor de deus! Não encosta em nada pra não sujar meus móveis de sangue. Vou pegar o kit de primeiros socorros e é só o que eu posso fazer por você - Sem esperar por uma resposta de vergil, o homem saía e deixava o grupo ali sozinho, até que Dan se sentava em outra poltrona e Vergil em uma cadeira - Sabe… Eu não me arrependo de ter vindo ver a cidade - Dizia para Cindy com um sorriso e logo entra complementado por Dan - É mesmo. Esses tais arranha céus são incríveis né? E aquela menina era… - Ele parecia ficar sem jeito e logo sacudia a cabeça, parando de falar.

Yancha logo voltava com seu kit de primeiros socorros e usando aquilo cuidava devidamente dos ferimentos de Vergil, que agradecia - Muito obrigado cara - Sorria, mas logo mudava de assunto - Sabe… Você pode nos desenhar uma rota do carregamento de lixo da McAnic em um mapa? Aquele lugar é muito bem vigiado pra invadir, então é bom termos um plano reserva - Ele pedia olhando rapidamente para Cindy, mas logo desviava seu olhar novamente.

- Okay, mas vou demorar um pouco - Dizia meio insatisfeito - E vou cobrar aquilo, Dan - Dava então as costas e se retirava, deixando novamente o grupo sozinho em sua sala de estar - Pois bem, acho que temos um tempo. É até bom porque assim aqueles caras param a perseguição - Fazia uma pequena pausa. Durante este tempo, Vergil tirava de seu bolso um pequeno cadeado e começava a abri-lo, a força, diversas vezes. Era quase como se fosse um passatempo no qual ele era muito bom. Enquanto fazia isso, ele voltava a falar - Mas então, o que fazemos enquanto isso? Planejamentos? - Todos ali olhavam novamente para a zomanense, ainda que as mãos de Vergil continuassem bem ativas mexendo naquele cadeado.
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MensagemAssunto: Re: Timbre Mudo   Timbre Mudo - Página 4 EmptyQui 19 Mar 2020, 17:04

''Concatenação - Aprendizado de perícia Arrombamento''
 




De pernas cruzadas, a coluna ereta e o cotovelo apoiado sobre o braço da poltrona a amazona ouvia as conversas. Não responderia nem mesmo se tivesse como, apenas esperando o coração e os instintos se apaziguarem. Sedenta e voraz.

Em sua mente, imagens de seus ataques virtuais sendo completamente aparados pelos bloqueios virtuais do agente pugilista a acometiam em forma de flashbacks. Tamborilaria os dedos sobre o rosto com cada vez mais velocidade, demonstrando sua inquietação. Sua expressão estaria estática e impassível, mas os movimentos dos dedos não deixariam de revelar sua vontade de terminar o desafio que havia começado.

- Sabe… Eu não me arrependo de ter vindo ver a cidade - A visão do seu companheiro a ancorava novamente à realidade. Com sua distração quebrada, parava de olhar para o nada e sorria para Vergil. - É mesmo. Esses tais arranha céus são incríveis né? E aquela menina era…

Cindy viraria o pescoço e encararia a janela, ou qualquer saída que a permitisse olhar para os arranha-céus.

Suas sombras opulentas a rememoravam dos elefantes de Zomana novamente, e do seu desejo pueril e determinado de ser maior do que eles.

Ao olhar para seus companheiros, lembraria-se do presente. Estaria no momento em que estava vivendo, muito longe de Zomana e dos seus desejos de ser gigante.

Com um sorriso melancólico, perceberia que não podia ficar com eles por muito mais tempo. Sabia que eles se contentavam em admirar arranha-céus, e que ela só pararia enquanto fosse um deles.

- Muito obrigado cara - Gentilmente Vergil agradecia pelos primeiros socorros - Sabe… Você pode nos desenhar uma rota do carregamento de lixo da McAnic em um mapa? Aquele lugar é muito bem vigiado pra invadir, então é bom termos um plano reserva - Cindy detestara o plano, mas não iria discordar dele abertamente.

- Okay, mas vou demorar um pouco. E vou cobrar aquilo, Dan - Yamcha saía da sala e a amazona relaxava.

Pois bem, acho que temos um tempo. É até bom porque assim aqueles caras param a perseguição... Mas então, o que fazemos enquanto isso? Planejamentos? - Enquanto Cindy pensava na resposta para o que ele acabava de dizer, ele puxou um cadeado e consigo a solução vinha.

Ao ver a facilidade com que ele abria o mecanismo complexo, a Zomanense só podia ser remetida às simulações de cerco. Um carro complexo feito de madeira e com um aríete de ponta de ferro tinha que ser empurrado durante dezenas de vezes com toda a sua potência de impacto contra os portões para derrubá-los. Enquanto Vergil simplesmente fazia aquilo na ponta dos dedos, e quase sem esforço.

Com aquela habilidade, Cindy poderia destruir qualquer portão que protegia a nobreza daquela ilha do resto da população com pouquíssimo esforço. Talvez fosse o começo da destruição da concatenação de ideias medíocres, uma pedra prendendo uma engrenagem daquela máquina fria e indiferente que respirava fumaça e aspirava vidas.

Percebendo-se de pescoço deitado tamanha sua curiosidade, Cindy apontaria para o cadeado e então para si mesma. Aproximaria-se de Vergil e seguraria o cadeado, apontando novamente para ele. Seu gesto pediria para que ele repetisse aquilo. E então pediria para que ele repetisse novamente.

Tentaria ao máximo compreender como ele havia feito aquilo, tirando até mesmo o cadeado de sua mão para tentar fazer por si mesma. Continuaria tentando até que ele a ensinasse, e seguiria qualquer dica que ele a desse para guiá-la em torno daquele conhecimento. Caso ele não lhe desse dica nenhuma de forma espontânea, puxaria sua camisa e mostraria o cadeado para ele, com um olhar de quem quer entender algo melhor.

Assim que dominasse aquela arte, caso dominasse, o puxaria até a porta e a todas as outras fechaduras do local, a fim de pedir que ele a mostrasse como lidar com cada uma das fechaduras diferentes.

No caso de qualquer dúvida um tanto mais complexa, tentaria desenhar ou escrever no papel com uma linguagem simples, a fim que ele a entendesse.

Seguiria qualquer comando ou dica que ele a desse em nome do aprendizado.




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MensagemAssunto: Re: Timbre Mudo   Timbre Mudo - Página 4 EmptySab 21 Mar 2020, 19:42



- Er… Han? - Vergil inicialmente ficava um pouco confuso com o motivo de Cindy apontar tanto para seu cadeado, achando até mesmo que poderia ter alguma coisa estranha ali mas sem sucesso na hora de procurar pelo que seria essa tal coisa - Han… - Ainda com algum estranhamento, ele parecia entender e repetia o movimento, mesmo que tivesse uma certa dúvida em seu olhar sobre se era aquilo mesmo que ela queria que ele fizesse. Ao perceber a satisfação garota, repetia novamente.

O tempo se passava e, aos poucos, Vergil ia compreendendo o desejo da garota de aprender. Yancha, que voltava com o mapa pronto, era convencido por Dan a deixá-los ficar por ali até o anoitecer e até mesmo preparava alguma refeição para eles nesse meio tempo. Quanto ao aprendizado, eles praticavam não só no pequeno cadeado como nas portas internas da casa e até mesmo, as escondidas, em um pequeno cofre que o anfitrião guardava ali. Os arrombamentos, por sua vez, nem sempre eram muito sutis. Além do cadeado quebrado, talvez mais tarde Yancha percebesse também algumas fechaduras danificadas, mas eles não estariam ali para responder. Tendo começava o aprendizado pouco depois do almoço, ao fim da noite Cindy parecia já ter aprendido muito bem aquela perícia.

- É… Vocês já acabaram? - Questionava Dan, entediado, deitado em um sofá enquanto olhava para o teto - Eu quero pegar as coisas pra fazermos aquele Droid logo - Finalmente se sentava uma vez mais e voltava a encarar seus dois amigos que recentemente haviam terminado o aprendizado. Com Yancha em outro canto da casa, era o momento de começarem seus planejamentos. Respeitando o desejo de sua colega, Vergil só abriria o mapa se lhe fosse solicitado.

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MensagemAssunto: Re: Timbre Mudo   Timbre Mudo - Página 4 EmptyQui 26 Mar 2020, 17:58

''O Plano''
 




- É… Vocês já acabaram? - A concentração de Cindy se quebrava como a trinca do cadeado à sua mão. Envergonhada pela sujeira que tinha feito, olhou para Dan. - Eu quero pegar as coisas pra fazermos aquele Droid logo

Posicionaria o dedo indicador e o polegar no queixo, como se refletisse sobre uma estratégia.

Pensaria à fundo sobre de que forma poderia fazer mímica para explicar tudo o que tinha em mente, até que seus olhos se direcionariam ao teto, sua mão se desprenderia do queixo que subiria e ela se levantaria como se tivesse acabado de ter uma ideia. Ao invés de dizer qualquer coisa, simplesmente ficou zarolha e preocupada com como diria aquilo.

Voltaria a abaixar a cabeça e posicionaria novamente a mão no queixo para refletir enquanto andaria em círculos.

Dando de ombros, Cindy voltaria para os companheiros com o caderno em mãos. Aquela era sua única forma de dizer aquilo.

Cindy pegaria o caderno e desenharia um boneco de palito com cabelo segurando um bastão. Apontava para si mesma.

Logo após, desenhava um boneco palito menor do que ela segurando uma faca e apontava para Dan.

Por fim, um de altura semelhante à sua própria segurando uma pistola. Seu dedo indicador estaria direcionado para Vergil.

Se direcionaria até o mapa e o abriria, procurando o local que indicasse o lixão. Olharia por cima do mapa bem rápido com a intenção de não ver nada em específico, apenas o lixão, e, assim que o descobrisse, fecharia o resto do mapa e apenas deixaria a parte em que estava o lixão aberta. Rápida como alguém que evita spoilers, ela evitaria qualquer informação que não fosse o local onde o lixão estava no mapa.

Apontaria para o lixão indicando seu plano.

Ao lado do local em seu caderno em que havia desenhado Vergil desenharia um boneco de palito usando uma gravata e com uma foice simples na mão. Posicionaria um ''x'' entre os dois, indicando animosidade.

Ao lado da página em que havia se desenhado faria um ''x'' e um outro boneco de palito usando uma grava, este sem armas.

Ao lado de Dan faria o seu máximo para desenhar um animal de palito quadrúpede, com um quadrado em suas costas. Apontaria para o lixo e então para o quadrado do cavalo, desenhando um arco no ar que indicava levar o lixo até o quadrado. Apontaria novamente para Dan.

Em seu último desenho faria os três em cima do cavalo, o quadrado cheio de objetos que lembravam engrenagens mal desenhadas e Cindy pilotando a carroça para longe.

Após quebrar tanto a cabeça, esta tinha sido o máximo de estratégia a que sua mente principiante conseguia chegar. Havia refletido sobre a possibilidade de ter muito mais inimigos lá, de as defesas serem muito mais difíceis de lidar e diversas outras situações extremas às quais simplesmente não conseguia aplicar uma solução. Não era uma estrategista, e aquilo era o máximo que conseguia chegar.

O que não podia deixar de faltar em seu último desenho era o seu verdadeiro plano para Dan, que a fazia querer que ele não lutasse, aparecesse muito ou arriscasse a própria vida.

Desenhava o boneco palito que representava o garoto sem facas na mão, apenas o que parecia ser uma berry, em cima de uma fábrica de robôs feitos de sucata. Ao lado desta fábrica desenhava uma outra, com uma placa em que estava escrito MachAnic, com um ''x'' entre as duas fábricas, indicando uma luta entre elas.

Sorriria sem dentes para o garoto colocando uma das mãos na cintura.

- VOCÊ NÃO LUTA. - Escreveria no caderno. - VOCÊ ESTUDA.

Por fim, dobraria o mapa e o entregaria para o jovem Dan. Provavelmente ele precisaria daquilo no futuro, quando tivesse de entender o funcionamento da fábrica e a forma de tornar sucata em robôs e vendê-los em massa.

- VOCÊ AJUDA. - Mostraria no caderno para Vergil.

Em sua mente, um último desenho, que ela não teria certeza querer deixar como rascunho ou concretizá-lo nas folhas de seu caderno.

Seria o desenho dela em um pequeno bote, em alto mar, enquanto seus companheiros acenavam para ela de longe, em terra firme. Os três com um sorriso no rosto.

Mas será que ela já queria ir?

De qualquer forma, deixaria seus últimos cinco mil berrys em cima da mesa de Yamcha como agradecimento e como forma de reparar os seus cadeados. Ela não era do tipo que fugia das responsabilidades.

Abrindo a maçaneta, se dirigia em direção à McAnich.

Iria na surdina, tentando avaliar as ruas a que chegaria com sua audição aguçada antes de adentrá-las.. Procuraria pelo caminho mais seguro para os três, e não negaria ajuda de Dan ou de Vergil para tanto. A todo momento estaria atenta para possíveis inimigos, e tentaria ir de uma forma que não chamasse muita atenção. Pararia em algum local em que pudesse ver a fábrica mas que também não fosse tão próximo a ela, utilizando suas habilidades de alpinismo caso necessário para encontrar este local.




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MensagemAssunto: Re: Timbre Mudo   Timbre Mudo - Página 4 EmptySex 27 Mar 2020, 17:43


Noite
Tempo: Nublado
Temperatura: Frio


Curiosos, os companheiros de Cindy se amontoavam em volta do caderno tentando espiar o que a amazona estava desenhando ali, e qual seria o plano que eles seguiriam naquela noite. Após cada desenho feito, sendo deixadas mensagens bem claras, seus companheiros moviam a cabeça em sinal de afirmação para comprovarem que haviam entendido a mensagem que a garota tentava passar.

Pensando em como faria para passar a próxima mensagem, depois de feitos os desenhos de seu grupo, a garota pegava o mapa que Yancha havia desenhado e, em um rápido passar de olhos, encontrava o desenho do lixão no canto esquerdo, ignorando quaisquer outras coisa que aquele papel pudesse indicar. Olhando a forma como o lixão estava bem representado, era fácil perceber que o dono daquela casa era um bom artista, o que talvez tornasse estranho o fato de ele trabalhar com o lixo da McAnic. Independente disso, ela apontava para o desenho e deixava clara mais uma parte de sua mensagem.

Os agentes que haviam enfrentado mais cedo eram os próximos a serem desenhados e, até aqui, tudo parecia bem tranquilo de se entender para todos os presentes, assim como todo o resto. Provavelmente seus companheiros já estavam bem acostumados com aquele tipo de comunicação. Por fim, como uma verdadeira irmã mais velha, Cindy parecia esperar por um futuro diferente para o pequenino, e não podia deixar de expressar isso em seus desenhos e sua mensagem escrita.

- Tá bom. Vou obedecer só dessa vez - Ele dizia tentando parecer durão e pegando o mapa, mas era perceptível uma certa emoção infantil em sua voz, talvez ficasse feliz pelas pessoas se mostrarem preocupadas com seu futuro. No rosto de Vergil, um olhar orgulhoso podia ser facilmente percebido enquanto ele bagunçava o cabelo do garoto após sua resposta.

- O que? - Os dois diziam em uníssono - Você… Você já quer ir embora? - Nenhum deles parecia muito satisfeito com aquilo - Ahh, achei que poderíamos fazer mais coisas - O garotinho estava bem chateado, mas Vergil era o primeiro a engolir a tristeza e dizer - Tudo bem Dan - Suas palavras chamavam a atenção do menino - Tivemos um dia bem legal com ela e aprendemos bastante também. Tem tanto tempo que a gente não se sentia assim, não é? - Ele sorria e, ainda relutante, o garoto concordava com a cabeça - Nós dois podemos continuar nos aventurando aqui, temos que deixar a Cindy levar esse sentimento pra mais pessoas - O garoto respirava fundo e, finalmente, parecia entender. Sem mais o que fazer ali, Cindy deixava o que restava de seu dinheiro em cima da mesa e o grupo partia daquela casa.

Era noite e fazia algum frio do lado de fora, mas não o suficiente para atrapalhá-los. A medida que andavam às escondidas pela cidade, ficava bem claro para o grupo que a perseguição já havia parado há muito tempo. Ainda assim, evitar as pessoas era de fato uma boa ideia e fazia com que todos se ajudassem para tal, conseguindo chegar bem próximos da McAnic sem chamar muito a atenção de ninguém.

Chegavam por fim no beco que haviam entrado para começar a fuga da primeira vez. Durante a noite, o movimento perto do depósito de lixo da fábrica era bem baixo. Duas guaritas altas, uma em cada extremidade da grade, seriam o principal obstáculo para o grupo. Havia ainda um portão ao centro, que um guarda que ficava do lado de dentro vigiando havia acabado de fechar, indicando que havia saído uma carroça agora a pouco. Por sinal, os últimos passos do cavalo que puxava essa carroça recém saída ainda podiam ser ouvidos ao longe por Cindy. Do lado de dentro, haviam outras que deveriam sair em algum momento daquela noite.

Haviam ainda dois guardas armados rondando o local do lado de dentro, um em sentido horário e o outro em sentido anti-horário que se encontravam no centro ao mesmo tempo. Em suma, três inimigos podiam ser vistos pelo grupo, o guarda do portão e os dois da ronda. Nada podia ser visto na guarita, podendo haver ali muitos ou nenhum guarda, não tinha como saber. A [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] tinha cerca de três metros de altura e possuía espinhos metálicos em cima, que dificultava para que alguém a pulasse - É… vai ser complicado… - Apesar de dizer isso, Vergil não parecia nem um pouco amedrontado, o grupo estava pronto e mais determinado do que nunca para seguir a deixa da zomanense.

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