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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Red Albarn e o Alvorecer de um Herói

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MensagemAssunto: Red Albarn e o Alvorecer de um Herói   Red Albarn e o Alvorecer de um Herói - Página 6 EmptySex 24 Jan 2020, 01:52

Relembrando a primeira mensagem :

Red Albarn e o Alvorecer de um Herói

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Red Albarn. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Red Albarn e o Alvorecer de um Herói   Red Albarn e o Alvorecer de um Herói - Página 6 EmptyQua 13 Maio 2020, 11:58



O Alvorecer de um Herói


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Post 25 - O amanhecer que mudará o mundo


Claro que o nosso herói sendo quem é não perderia a oportunidade de se gabar só pra aumentar um pouquinho mais o seu ego de “O Escolhido”, portanto podemos dizer que Mystras foi o primeiro grande fã de Red Albarn, pois o patrulheiro já se impressionava com as histórias do vinteriano mesmo antes deste ter algo realmente grandioso para contar. A verdade é que Red já estava acostumado a ser motivo de piada ou nunca ser levado a sério, e é por isso que ele gostou tanto de ver alguém acreditando nele dessa forma e tratando-o como ele gostaria de sempre ser tratado.

Apesar de Julian dizer que é um Vidente Verde e Hodor ser um grandalhão que parece só saber falar o seu próprio nome, foi o irmão de Jon, Brandon Zeraff, que mais deixou Red intrigado. O olhar do garoto paraplégico era diferente de qualquer outro que já havia visto antes, eram olhos que pareciam ver muito além do que a visão humana é capaz de ver e compreender. O vinteriano chegou a sentir um calafrio em sua espinha e engoliu em seco no momento que Bran começou a encará-lo com seu olhar frio, vazio e que parecia penetrar até o interior de sua alma. Ainda assim o garoto era apenas um garoto e quando ele se apresentou devidamente para Red, era como se este fosse outra pessoa, alguém mais carismático e simpático.

Durante esse encontro houve um momento onde um galho branco de uma dessas árvores raras se desprendeu do resto do tronco e foi carregado pela brisa gelada na direção de Bran, que desviou deste sem nem mesmo olhar para trás. Red até estranhou de início esse ocorrido, mas muitos em Vinterion contam a história de Ikar, o Desossado, um homem que também não tinha os movimentos das pernas, mas mesmo assim se tornou uma lenda entre os vinterianos por conta de sua força, e por conta disso o Albarn considerou que talvez aleijados de alguma forma consigam despertar poderes sobre-humanos.

- Hey, garoto, não se sinta inferior por conta desse seu problema, em Vinterion Island existiu um homem chamado Ikar, o Desossado, ele também não conseguia mover as pernas, mas isso não o impediu de seguir em frente com seus objetivos e se tornar um grande guerreiro. - Diria Red para Bran de maneira bem informal, como se não estivesse falando com um príncipe, mas sim uma outra pessoa qualquer.

A forma como o vinteriano proferia essas palavras era bem séria e ele permanecia em pé com os braços cruzados, não se ajoelhando como Mystras fizera. Talvez tocar nesse assunto fosse um tabu para Bran e os demais poderiam achar que Red estava faltando com o respeito ao príncipe de Wintercall, mas o Albarn não ligaria para isso já que para ele essas palavras deveriam ser ditas para motivar o garoto, pois de certa forma o vinteriano acreditava que talvez isso fosse algo que Bran precisava ouvir de alguém.

Logo depois do desenrolar dessa fala de Red, o príncipe continuou a dialogar com aqueles que estavam presentes ali e uma de suas declarações mais curiosas foi a respeito de um sonho que tivera. Julian perguntou se esse sonho tinha relação com a namoradinha de Henry, o que também era uma informação curiosa, porém bem menos interessante que aquela que Bran revelou a respeito do “amanhecer”. Instantaneamente ao ouvir essa palavra, Red sentiu algo de diferente, uma sensação estranha de déjà vu como se já tivesse ouvido falar disso antes, porém não havia nada em sua memória sobre isso, levando-o a acreditar que talvez fosse algo ainda de antes dele nascer… Como se tivesse relação com o seu destino.

Aparentemente ninguém deu muita atenção ao assunto, principalmente Jon, que já foi cortando a conversa para pedir ao irmão que lhe indicasse o caminho da trilha para Wintercall. Mesmo com sua audição aguçada, Red não estava ouvindo nada que eles estavam dizendo, sua mente estava completamente emergida no significado dessa história do “amanhecer” e era como se tudo ao seu redor tivesse se distorcido para uma realidade paralela onde ali diante da árvore de folhas escarlates existia apenas ele e a imagem da deusa Kemya.

- Esse “Amanhecer” que o garoto falou… O que ele é? - Perguntou Red para sua deusa mãe mantendo-se bastante sério a respeito do assunto.

- Exatamente aquilo que você está achando que é, meu filho. - Respondeu ela se aproximando do jovem de cabelos brancos como os dela. - O Amanhecer é o momento onde você se consagrará como o Herói Que Foi Escolhido. Ele é a razão para eu ter escolhido você.

- Mas o que exatamente é esse Amanhecer? - Continuou o vinteriano a perguntar para tentar deixar as coisas mais claras na sua cabeça.

- Uma noite escura sempre antecede um belo amanhecer. - E apesar de não ser uma resposta exata, ao menos era possível deduzir o que a deusa estava querendo dizer.

- Então eu sou a luz que iluminará a escuridão? - No momento que concluiu isso, tudo na cabeça de Red pareceu fazer mais sentido, pois esse é o motivo para ter sido escolhido pelos deuses como O Herói Que Foi Prometido. O Amanhecer é o seu destino… E o fim da sua jornada. - Eu sou aquele que trará o Amanhecer?

Kemya sorriu.

- Ainda é muito cedo, Red… Mas um dia você descobrirá.

Então Red piscou e tudo voltou ao normal. Todos estavam novamente ao seu redor e o espírito de Kemya havia desaparecido. Talvez tudo tenha acontecido em sua cabeça por apenas um segundo, ou talvez ele tenha ficado em um estado de transe durante todo aquele tempo que conversou com a deusa da vida. Seria fácil perceber isso de acordo com o olhar demais, porém Red não se importaria nem um pouco se os outros o viram viajando em seus pensamentos e estavam lhe achando esquisito. Assim que percebesse que havia “voltado”, o vinteriano não perderia sequer um segundo para ir direto ao ponto, olhando determinado para Bran ao mesmo tempo que abria outra vez o seu sorriso padrão.

- Esse tal Amanhecer, eu finalmente entendi… Ele é o motivo para eu estar aqui. Ele é o motivo para eu ser o Herói Que Foi Prometido. - Diria o Albarn confiante em suas palavras e esperando que Bran tivesse uma reação positiva a isso, pois ele apontaria seu dedo indicador direito para o príncipe antes de finalizar com a frase: - Então pode apostar, Brandon Zeraff… Que no dia do Amanhecer, eu estarei lá! - E então puxaria a mão fechada para próximo do peito, erguendo apenas o polegar para agora apontar para ele mesmo e abrir um sorriso ainda mais largo em seu rosto.

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MensagemAssunto: Re: Red Albarn e o Alvorecer de um Herói   Red Albarn e o Alvorecer de um Herói - Página 6 EmptyQua 13 Maio 2020, 22:04



O alvorecer de um herói

Post 25-Narração


Assim que Red comentou sobre a deficiência de Bran, Mystras olhou chocado para o garoto como se sentisse que aquilo fosse uma falta de respeito imensa com o príncipe, mas Bran sorriu de volta para Red ao ouvir o comentário e o tratou como igual. -Um grande guerreiro é?...- disse Bran olhando pra cima com seu sorriso largo e olhar perdido, talvez acreditando por um momento nas palavras de Red, ou simplesmente lembrando de um antigo sonho com uma certa nostalgia…

Os momentos seguintes foram esquisitos para os que não viam a mesma realidade de Red. Para o jovem Albarn aquele tinha sido um momento de reflexão com sua deusa e muito esclarecedor, porém para os patrulheiros e videntes Red só olhava para frente perdido por alguns segundos e então recobrava a realidade para dizer: - Esse tal Amanhecer, eu finalmente entendi… Ele é o motivo para eu estar aqui. Ele é o motivo para eu ser o Herói Que Foi Prometido. -

Todos ficaram em um silêncio constrangedor ao ouvir as palavras de Red, Jon coçava a cabeça um pouco constrangido, Julian tapava a boca para conter uma risada e Mystras… Bem, Mystras quase caia no chão ao ouvir as palavras de Red de tão empolgado que havia ficado, era como se ele tivesse ouvido a notícia mais chocante de sua vida. -ELE É O MESSIAS!- Gritou Mystras em um tom de voz trêmulo e ingênuo.

Bran adotou a postura mais neutra, apenas fechando os olhos pensativo e então com os olhos fechados recitou sua profecia:

-"após a escuridão dos tempos mais sombrios, o amanhecer surgirá para iluminará a nova face do mundo, esculpida por anos nas sombras dessa era maldita... Aqueles banhados em sua luz ofuscante saberão na mesma hora que o mundo jamais será o mesmo e que uma nova era haverá de surgir.

o amanhecer será o fim e o começo…"

O tom de voz profético de Bran chamava a atenção de todos quase que instantaneamente, o sol se punha em suas costas e o céu tomava uma cor laranja puxada para o vermelho, que se misturava a tonalidade das folhas da árvore sagrada, um vento gelado soprava baixo nos pés do grupo e levantava diversas folhas rubras caídas no chão que subiam aos céus e se misturavam àquele lindo e épico fim de tarde.

-ah já ia me esquecendo! Henry eu sei onde sua namoradinha está!- Disse Bran alegremente quebrando todo o clima deixado pela sua profecia e fazendo o pequeno lobo levantar as orelhas atento as palavras de Bran -"Em ilha uma ilha… Além do mar azul e do continente vermelho, amaterasu espera -pacientemente- o alvorecer de seu amor verdadeiro… Lindo né?!- Disse Bran levando as duas mãos ao peito encarando o céu sorrindo um sorriso apaixonado, irritando Julian. -Bram seu cretino, porque não disse antes?!?! HENRY ELA TA ESPERANDO TU!! UHUUU- comemorou Julien pulando de um lado pro outro junto com seu amigo lobo que também pulava alegremente com a notícia de Bran.

Bran sorriu feliz pela alegria dos dois amigos e então bocejou com os olhos pesados. -estou ficando cansado… Hodor, pode pegar as barraca?- Hodor assentiu com a cabeça e astutamente respondeu:-Hodor!- retirando de suas costas sacos pretos aparentemente ben nobres com um símbolo de lobo desenhado, o qual parecia ser o símbolo da realeza e atirou para o grupo, eles poderiam peceber que dento dos sacos havia um kit completo para montar uma barraca retrátil de um material nobre de wintercall o qual conservava bastante calor.

Atrás da árvore sagrada havia um saco do dobro de tamanho dos que Hodor havia entregado para eles, o qual serviria para o gigante e Brandon. Sem delongas Hodor também começou a juntar algumas pedras e galhos caídos para fazer uma fogueira. -Você cozinha senhor herói?- Questionou Bran nas costas do gigante arqueando uma sombrancelha enquanto o gigante tirava algumas panelas, pratos e talheres de sua mochila gigantesca, assim como um alguns potes com carne pré-cozidas, verduras e temperos minionianos que aos olhos de Red não pareciam ter gosto de nada sozinhos, mas devidamente utilizados talvez dessem uma bela refeição...














legenda escreveu:

Red Albarn- vermelho
Jon Snow - Azul
Mystras - Laranja




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MensagemAssunto: Re: Red Albarn e o Alvorecer de um Herói   Red Albarn e o Alvorecer de um Herói - Página 6 EmptyQui 14 Maio 2020, 19:10



O Alvorecer de um Herói


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Post 26 - Acampamento


Durante toda a sua vida Red ouviu sua mãe May lhe dizer sobre o seu destino, sobre ser o escolhido, ser O Herói Que Foi Prometido, mas nem mesmo ela sabia explicar o que exatamente o seu filho precisava fazer para conseguir concluir esse grande propósito na terra. Essa dúvida sempre esteve presente na medida que o garoto foi crescendo e praticamente todos à sua volta zombavam de sua mãe, dele e mais ainda de sua história.

“Por que eu? Por que não acreditam em mim? Por que eu preciso ser o herói que salvará essa gente? Por que que tudo parece ficar cada vez mais difícil? Por quê?” se perguntava ele todas as noites. Por isso que assim que ouviu Bran citar o Amanhecer, Red soube na mesma hora que aquilo estava de alguma forma conectado a ele, e isso ficou ainda mais claro depois da breve conversa que teve com Kemya. O Amanhecer é a resposta, pois se não for, toda a sua vida terá então sido uma grande mentira. Era isso, tinha que ser isso. E agora os porquês não mais importam para Red, pois sua nova grande dúvida passou a ser o quando.

Apesar da cena onde nosso herói falou sobre o Amanhecer para Bran ter inicialmente o propósito de ser um momento sério, essa seriedade não durou muito, pois assim que ouviram as palavras de Red, aqueles que estavam presentes reagiram como normalmente as pessoas reagem ao que o vinteriano diz, bem, todos exceto Mystras, que novamente se mostrou impressionado com o Albarn e até mesmo lhe chamou de messias.

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- Sim, eu sou esse negócio aí, eu sou o matias! HOHOHOHOHOHO! - Disse Red a respeito do comentário do patrulheiro e ainda finalizou com uma gargalhada, mas essa gargalhada durou pouco, já que ela foi interrompida pelo início da fala profética do pequeno Brandon.

“E eu confesso que não lembro exatamente o que foi que ele disse… O Red não prestou atenção nessa hora, então para não ficarmos sem contar essa parte da história imaginem que ele disse o seguinte:

2 xícaras (chá) de açúcar
3 xícaras (chá) de farinha de trigo
4 colheres (sopa) de margarina
3 ovos
1 e 1/2 xícara (chá) de leite
1 colher (sopa) bem cheia de fermento em pó

Sim, uma receita de bolo. Enfim, vamos continuar.”


Assim que a profecia foi dita, Red fez uma cara de espanto, não pelo que ouviu Bran dizer - “já que ele realmente não ouviu” -, mas sim pelo fato de que o pôr-do-sol havia começado bem na hora que o príncipe vidente terminou de falar, criando uma linda cena onde a luz vermelha do crepúsculo se misturava com os tons rubros das folhas que se desprenderam das árvores sagradas e foram levadas pelo vento. que essa sim nosso herói não esqueceu. E depois de ver tudo isso acontecer, a primeira coisa que Red disse foi:

- Uau… Isso que é um timing perfeito… - Então se virou para Jon com uma cara confusa, pois havia se esquecido o significado da palavra que ele mesmo havia acabado de usar. - O que é timing?

“Eu te expliquei isso quando tentei te ensinar a contar perfeitamente o tempo, esqueceu?” - Disse a voz de Chessy em sua cabeça.

- Ah… É… Pelo visto não deu muito certo. - “E de fato não deu, Red era péssimo com números, mas falaremos disso em outra história.” Ele acabaria falando isso quase que na mesma hora que havia terminado de fazer a pergunta, não dando - provavelmente - tempo para alguém que soubesse a resposta lhe responder.

O príncipe de Wintercall mal havia terminado de falar sobre a profecia do Amanhecer e já emendou uma segunda para o lobo Henry, dizendo para ele algo sobre  sua namoradinha estar lhe esperando em uma ilha além do mar azul e do continente vermelho. Red não sabia exatamente o que isso significava, já que mal conhecia duas ilhas, quem dirá um continente, só que não foi por conta disso que essa fala de Bran lhe chamou atenção, mas sim o fato de que aquele pequeno lobo gigante realmente tinha um propósito para continuar vivo, e este propósito se chamava o amor por uma loba de nome Amaterasu.

- Ih, oh lá, Spirit, o cara namora a distância, muuuuu! - Diria Red ao lado de Spirit para zoar com a cara de Henry insinuando que a sua namoradinha não estava te esperando sozinha, inclusive ele até faria com os dedos indicador a simulação de dois chifrinhos.

Se a provocação desse certo talvez Henry ficasse bravo e até atacasse o vinteriano, ou quem sabe apenas rosnasse e virasse a cara, isso dependeria do nível de dor que o lobo ainda estava sentindo. A intenção de Red era apenas dar umas gargalhadas e esperava que o animal também levasse na brincadeira, porém estava preparado para tentar correr caso Henry avançasse contra ele, o que não seria nada agradável já que sua perna ainda estava em processo de recuperação. Outra situação possível é a de que ao tocar novamente no assunto das namoradinhas, Spirit voltasse a ficar triste e isso faria Red se abaixar perto dele outra vez para consolá-lo, então ergueria uma das mãos para Henry não lhe atacar caso fosse realmente acontecer.

Ao fim de todo esse momento de descontração seria a hora de montar as barracas para um acampamento aqui mesmo na floresta. Apesar do material dessas barracas de Wintercall ser bem diferente daquelas mais simples que se tem em Vinterion, o conceito para montá-las era basicamente o mesmo, então Red não teria muita dificuldade com isso, mas mesmo se tivesse, ele não veria problemas em acenar para Julian com sinais para que ele viesse lhe ajudar nisso.

- Então, já que você vai levar o Henry até a ilha onde a tal Amaterasu está esperando por ele, será que não rolaria uma carona para mim? Eu não posso ser O Herói Que Foi Prometido se eu ficar preso para sempre em Minion Island, hahaha! - Diria Red para o vidente verde caso este se aproximasse dele para ajudar na montagem da barraca, porém de qualquer forma em algum momento o Albarn acabaria indo até Julian para falar sobre isso.

“O desenrolar dessa conversa é bastante importante para o futuro dessa parte da história de Red, mas não falarei disso por agora, primeiro vamos nos focar na janta que ele preparou para o grupo.”

- Eu? Bem… Hehe, mais ou menos. Eu cozinhava para minha mãe, quando ela adoeceu eu pesquisei bastante em alguns livros vinterianos receitas bem nutritivas, mas nunca tive um professor, então não consigo me considerar um verdadeiro cozinheiro. Bem, se sou o único aqui que sabe fazer isso, acho que não teremos outra escolha, deixa comigo! - E ao terminar de dizer isso, Red foi de encontro aos ingredientes que Hodor trazia e os analisou friamente para saber o que de gostoso ele poderia fazer com essas opções. - Ok, acho que dá pra se virar com isso.

Se as verduras e temperos de Minion Island fossem de alguma forma parecidos com os de Vinterion devido a proximidade das ilhas, então o Albarn não teria problemas na criação desse prato, porém se fossem algo que Red nunca viu antes ele seria obrigado a gastar mais tempo cozinhando para provar primeiro cada um dos ingredientes desconhecidos antes de misturar tudo numa coisa só. Clima frio e um monte de ingrediente aleatório? Então nada melhor do que uma boa sopa.

O vinteriano jogaria tudo que ele considerava minimamente gostoso na panela maior para fazer o caldo, enquanto separadamente prepararia as carnes com a quantidade certa de tempero e pra finalizar. Se os ingredientes de Minion fossem parecidos com os que Red estava acostumado, então cenoura e aipo provavelmente estariam presentes, mas como Bran é de uma família nobre, nada impede que ele tenha trazido produtos importados de outras ilhas, o que levaria o vinteriano para aquela situação de ter que experimentar tudo.

- Está pronto! - E seja lá qual for o resultado final dessa carne com sopa, Red esperava que estivesse gostoso, mas só começaria a comer o seu prato depois que todos já estivessem servidos. - Mas aí, alguém poderia me dizer por que temos que acampar aqui ao invés de ir logo para o castelo quentinho do príncipe aqui? Sei lá… Essas árvores brancas com vermelho são um pouco assustadoras a noite, o que exatamente elas são? Esse lugar é importante para vocês ou algo assim?

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MensagemAssunto: Re: Red Albarn e o Alvorecer de um Herói   Red Albarn e o Alvorecer de um Herói - Página 6 EmptySex 15 Maio 2020, 23:47



O alvorecer de um herói

Post 26- fala do meu free fire de novo pra você ver


Red Albarn -O Matias (Hue)- não havia prestado muita atenção na primeira profecia de Bran, mas a segunda, por outro lado, o havia despertado uma maior interesse do jovem, para a infelicidade de Henry…

Ao ouvir a provocação de Red quanto ao seu fantástico webnamoro relacionamento a distância, ele se enfureceu e arrastou a pata dianteira na neve como um touro para investir contra o jovem com uma mordida?

Não!

Uma cabeçada!!!!

Red ao notar a intenção do gado tentou correr para longe, mas sua perna machucada não deixou q o mesmo conseguisse se mexer com muita agilidade e por isso acabou recebendo o golpe do lobo, que só serviu como um empurrão, desequilibrando o jovem, fazendo ele cair de cabeça na neve fofa, podendo aproveitar aquele momento para pensar um pouco em suas ações, enquanto Julien e Mystras rolavam no chão de rir e Henry torcia o fucinho e empinava a cabeça, mostrando sua valentia e orgulho.

Red se recuperou rapidamente do golpe e começou a montar as barracas, não era muito complexo mas o garoto tinha um pouco de dificuldade pois como as barracas eram retráteis e Red provavelmente nunca tinha visto uma daquelas, tornando um desafio desdobra-la enquanto as astes flexíveis no interior do pano se esticavam dando volume ao tecido.

No momento em que Julien ajudava o garoto a montar a barraca Red aproveitou para pedir uma carona para fora da ilha quando Julien fosse levar o lobo para sua amada, mas o vidente deu uma boa risada e então comentou: -Eu não posso sair da ilha para levá-lo… meu compromisso é com a floresta e com todos os outros lobos, além disso eu não entendi muito bem metáfora do Bran sobre a localização da loba, ele fala coisas sem pé nem cabeça as vezes…- disse Julien coçando a cabeça com um sorriso frouxo no rosto. Bran olhou na direção dos dois com uma cara meio emburrada enquanto seu gigante desdobrava sua barraca imensa e Julian rapidamente se retratou dizendo: -Desculpa Bran! Suas metáforas são ótimas!- e então virando para o ouvido de Red e sussurrando com sarcasmo disse: -Nem sempre…-

E por fim a escuridão pairava na floresta e Red podia ouvir os uivos dos lobos nitidamente vindo de todos os lados se sobressaindo em relação aos demais sons noturnos.

As barracas estavam prontas, assim a fogueira e as panelas para Red cozinhar. Para a surpresa do jovem os ingredientes eram bem parecidos com os de vinterion exceto os temperos, que tinham um sabor ligeiramente mais forte que os que Red estava acostumado, um sabor mais picante e adocicado, um toque característico da culinária de wintercall.

Red experimentou cada um dos temperos, alguns mais doces, outros mais salgados, mas sempre com uma ardência que atiçava as papilas gustativas do garoto e assim que experimentou cada um deles começou a planejar sua sopa, buscando harmonizar -na medida do possível - os ingredientes.

O resultado final da refeição de Red não era nada muito gourmet digno de um chef famoso de algum blues, mas interessante e surpreendente como toque de vinterion que o garoto reproduzia com maestria. Assim que a sopa ficou pronta Red avisou aos seus colegas e todos se reuniram em torno da fogueira para experimentar a refeição exótica. A primeira garfada foi Mystras, que estava ansioso para provar a refeição de seu ídolo. Assim que experimentou arregalou os olhos como se estivesse espantado e Red poderia até ter achado por um momento que eles tivesse desgostado,que então o comentário logo em seguida quebraria toda aquela possível tensão. -Que sabor incrível!!! Eu nunca provei nada igual antes, nem sabia que esse sabor existia em minion….- A voz Mystras explodia em satisfação e ao mesmo tempo admiração, todos ficaram curiosos e experimentaram ao mesmo tempo logo depois de ouvir o jovem patrulheiro.

-HOODOR!!!- disse o gigante que acompanhava Bran com um tom de voz espantado e satisfeito. -Lembra o gosto da comida do mordomo Alex, que saudade dele…- disse Bran com um tom de voz calmo e ao mesmo tempo nostalgico. -Nada mal garoto…- disse Jon de olhos fechados tentando camuflar sua expressão de felicidade com a comida mas deixando resquícios dela escapar pela sua fala. Julien dividia seu prato com os lobos, estranhamente não se importando com a saliva dos animais dizendo: -Fantastico! Prova aqui Henry, você também Spirit! Não podemos esquecer do Dawn…-

Quando todos foram servidos Red comeu. Aquele prato deveria ter um gosto normal para o garoto, mas talvez a alegria do grupo fosse um tempero a mais em sua refeição…

Por fim todos estavam cheios e satisfeitos e então Red resolveu questionar o motivo pelo qual o grupo resolveu acampar e não simplesmente voltar ao castelo, Bran se prontificou em responder sua pergunta com um tom sério e seu olhar frio e perdido, o mesmo de quando ele e Red se viram pela primeira vez: -Está escuro, os lobos te cercariam, cerca de 10 deles… O primeiro morderia no pescoço e você sufocaria até a morte em seu próprio sangue enquanto os demais arrancariam seus membros, um por um começando pelo braço esquerdo- A voz profunda e profética da criança não parecia dar apenas um conselho e sim uma visão certa e macabra do futuro. -Mas não se preocupe! As árvores sagradas vão nos proteger eu garanto! Os deus da floresta habitam nelas e realizam os desejos de bom coração… Eu rezei por nossa segurança, garanto que eles não deixarão nada de mal acontecer conosco…- Disse o garoto e nesse momento Red poderia sentir a vibração bondosa em sua voz ao falar sobre os deuses e também a pesada sonolencia em cada sílaba, a verdade era que o garoto estava exausto e com dois tapinhas nas costas sinalizou ao gigante que se reconhece na barraca.

Mystras e os outros também se recolhiam em suas respectivas barracas. Henry quis se recolher junto com Julien em sua barraca, mas o vidente sorriu para o lobo e acenou negativamente com a cabeça para ele e em seguida olhou para Red, que estava ao lado da fogueira então se fechou em sua barraca como se ordenasse: "vá falar com ele!"

O lobo não parecia nada feliz com aquela situação, talvez ele ainda estivesse bravo pro ter sido chamado de gado ou simplesmente ainda não confiasse plenamente em Red, o fato era que ele se mantinha uma distancia considerável do garoto, Red podia perceber que não havia nenhuma intenção de atacar pela parte do lobo, apenas uma profunda desconfiança e mesmo que ele tentasse selaproximar o lobo ficaria um tanto distante mesmo assim, analisando as ações do garoto friamente.






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MensagemAssunto: Re: Red Albarn e o Alvorecer de um Herói   Red Albarn e o Alvorecer de um Herói - Página 6 EmptyQui 21 Maio 2020, 17:17



O Alvorecer de um Herói


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Post 27 - Oração


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Claro que Henry não gostou nada da provocação feita por Red e por isso atacou o vinteriano para mostrar sua insatisfação. Para a sorte do garoto, o lobo não lhe presenteou com mais uma mordida, mas sim uma cabeçada que lhe fez cair no chão e engolir um pouco de neve. Apesar do ocorrido, tudo que Red conseguiu fazer foi gargalhar da situação e levar as mãos à barriga dolorida, seja por conta do excesso de risadas, ou pela pancada que acabou de receber.

- Relaxa cara, estou só brincando com você. - Disse ele assim que começou a se levantar. Havia rido tanto que até mesmo precisou enxugar as lágrimas que escorriam pelos seus olhos.

Na hora de montar as barracas, por mais que ainda fossem barracas como a maioria que o vinteriano já viu, a maneira como elas eram montadas se diferenciava muito do jeito padrão que o garoto já estava acostumado, por isso ele se viu obrigado a pedir ajuda de Julian para auxiliá-lo. Aproveitando o momento, Red perguntou ao vidente sobre a saída dele da ilha junto de Henry para ir atrás da namoradinha do lobo, e nisso acabou por descobrir que isso não seria possível, pois Julian tinha um dever com a floresta e os demais lobos de Minion Island.

Ao ouvir isso, o vinteriano percebeu que o sonho de Henry em encontrar sua amada era um sonho impossível, pois a menos que ele criasse guelras ou recebesse ajuda, ele não poderia navegar pelos mares até a ilha onde seu grande amor lhe espera. Horas atrás o lobo cinzento teve a oportunidade de desistir de sua vida e nunca mais voltar a vera tal Amaterasu, porém ele ainda assim não o fez, ele foi contra o seu orgulho não porque não queria morrer, mas porque precisava continuar vivo para reencontrá-la. Talvez Red estivesse errado nesse pensamento, mas era nisso que ele acreditava no momento.

Quando a noite chegou e coube ao vinteriano preparar a refeição do acampamento, ele se virou com o que tinha para fazer a melhor comida possível, pois por mais que conhecesse a maioria dos ingredientes, os temperos eram um pouco diferentes dos que ele estava acostumado a trabalhar. Um cozinheiro de verdade com certeza faria melhor que Red, mas o importante é que aqueles que estavam ali presentes ao redor da fogueira gostaram bastante do que estavam comendo e isso por si só já era suficiente para deixar o garoto contente e de certa forma até fazê-lo se sentir mais convencido.

- Hohohoho! Que nada, aposto que nem tá tudo isso. Sou o Herói Que Foi Prometido, e não o cozinheiro, hahahaha! - E ao dizer isso algo na cabeça de Red parecia explodir como se tivesse achado uma das respostas para as grandes dúvidas do universo. - A não ser que minha missão seja salvar o mundo com comida. - De toda forma, ele desistiria dessa ideia depois de alguns segundos onde voltaria a se distrair com a felicidade dos outros em comer a refeição que preparou, além de também fazer o mesmo que eles e comer um pouco da própria comida. É, para o herói não era nada demais.

Quando Red perguntou o porquê de estarem acampando na floresta ao invés de irem logo para o castelo, a resposta dada por Bran foi no mínimo assustadora, não apenas pela descrição brutal do ataque que ele contava, mas também pela forma como ele falava dando a entender que aquilo era uma visão de um futuro que realmente aconteceria caso eles saíssem dali agora.

O vinteriano sentiu um arrepio subir pela sua espinha enquanto ouvia o príncipe Zeraff falar aquilo e portanto logo mudou o assunto para falar sobre aquele tipo diferente de árvore que existia ali. De acordo com Brandon, aquelas eram árvores sagradas e dentro delas residiam os tais Deuses da Floresta que o povo de Minion Island tanto fala, e foi assim que Red se lembrou da promessa que fizera ao pequeno Teo ainda quando estava do outro lado da Muralha.

Por conta dessa promessa, o vinteriano iria esperar o momento onde todos estivessem já em suas barracas para poder fazer isso com mais privacidade. Quando esse momento chegasse ele levantaria de onde estava e caminharia para longe da fogueira, encarando o frio do norte para se aproximar de uma das árvores brancas que ali havia.

Ele não fazia a menor ideia de como deveria falar com um Deus da Floresta, mas se Bran havia dito que eles estavam dentro das árvores sagradas, então provavelmente tudo que o vinteriano deveria fazer é falar o mais perto possível delas. Tentando se lembrar de como havia visto o príncipe fazer, Red se abaixaria diante do tronco e das raízes brancas, abaixaria a cabeça, fecharia os olhos e colocaria cada mão sobre um joelho.

Em Vinterion Island eles não tinham o costume de rezar ou conversar com os deuses, portanto para alguém nascido lá esse tipo de atitude era bastante estranha e desconfortável, porém a pedido de uma criança, ali estava Red Albarn, um seguidor dos deuses vinterianos, ajoelhado diante do símbolo de outra religião para rezar para outros deuses.

- Olá… Err… Não sei como fazer isso,  não sei se estou fazendo direito e nem se conseguem me ouvir. - Começaria ele a dizer de maneira sem graça quando tivesse conseguido concluir todas as ações anteriores. Mesmo que provavelmente ninguém estivesse o ouvindo, pensar na possibilidade contrária tornava tudo ainda mais constrangedor, mas Red não voltaria atrás na sua palavra apenas por conta de sua vergonha. - Enfim… Estou aqui por causa do Teo, sabem? A criança que ajudei ao norte daqui? Então, ele me pediu para dizer que está infinitamente grato pela ajuda de vocês e que jamais esquecerá desse ato de benevolência. Acho que é só isso… Bem, fui eu que fiz todo o trabalho, mas ele acredita que vocês me enviaram até ele, talvez ele esteja certo, afinal eu não sei que tipo de poder vocês têm nessas florestas e como podem influenciar as coisas por aqui, de qualquer forma, se vocês ajudaram de alguma forma, obrigado. Obrigado por terem me feito chegar até o garoto, eu queria ter salvado todos, mas se vocês o escolheram é por algum motivo que eu ainda não sou capaz de entender. Obrigado também por terem me deixado chegar até aqui em segurança. E por último, obrigado por terem me levado até o lobo Henry e me permitido salvar a vida dele para que seu sonho de reencontrar sua amada loba ainda possa ser realizado. Ok, isso é tudo… Desculpa qualquer coisa, nunca fiz isso antes… Err, como que desliga? É só abrir o olho? Vou abrir, hein! ... Tá, tchau, abri.

Depois que abrisse os olhos, Red levantaria de onde estivesse, bateria as mãos para retirar a neve das vestes e daria uma agitada nos braços para se aquecer do frio. Em seguida ele retornaria para o acampamento e finalmente entraria em sua barraca para poder começar a dormir. Se tudo desse certo, amanhã ele estaria partindo de Minion Island e prosseguindo com a sua heróica jornada.

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O alvorecer de um herói

Post 27- Narração


Red esperou que todos estivessem recolhidos em suas barracas para cumprir seu combinado com o pequeno Teo de forma silenciosa e tranquila, para o garoto seria o melhor para sua concentração, pois reverenciar os deuses da floresta causava um certo constrangimento no herói. Ele se ajoelhou perante a imponente árvore símbolo da religião e um vento forte e gelado soprou contra sua face, os olhos de Red então se fecharam e a escuridão do interior de suas pálpebras o acolheram.

O jovem Albarn não se preocupou em utilizar um linguajar polido para falar com os deuses, a conversa unilateral corria de uma forma casual embora fosse nitido como o garoto tentava ser ao menos um pouco respeitoso, era difícil se comunicar com divindades estrangeiras pelas primeira vez.

Chegando ao fim da sua oração Red se enrolou um pouco para “desligar” o contato com as divindades e no momento em que ele disse abrir os olhos sentiu de fato as suas pálpebras abrirem, mas o que ele via não era a árvore na sua frente junto com o céu noturno do santuário, o que ele viu na realidade foi uma visão de sua deusa:

Na visão, Red estava de joelhos de frente para sua deusa Kemya e o céu estava de um cor roxa escura, o chão todo estava coberto por uma fina camada de água cristalina e luzes sibilavam de um lado para o outro como vaga-lumes inquietos. A deusa Kemya era exuberante, mulher alta de cabelos longos e brancos como os de Red vestida com um vestido frondoso e detalhado que se mistura a fina camada de agua  como se fosse parte dela, olhava para uma árvore branca de folhas rubras assim como a que Red havia recitado sua oração com um olhar sereno.  A deusa caminhou em direção a árvore lentamente e lobos gigantes feitos de água cristalina surgiram da agua e começaram a seguir a deusa, ela pôs sua mão direita na árvore e então olhou Red nos olhos, seu olhar não emanava nada além do mais puro e sincero amor pelo seu filho, depois do olhar seguiu-se um sorriso e então a imagem se desfez.

Red abriu verdadeiramente os olhos e a árvore ainda estava lá na sua frente, imóvel como deveria estar, a fina camada de água havia desaparecido, embora Red sentisse o joelho levemente molhado devido a neve que derretia em contato com o calor de seu corpo. Henry estava estranhamente do lado do garoto, olhando confuso o jovem que havia acabado de despertar de sua visão, sem muitas delongas Red se recolheu em sua barraca e tentou dormir para enfrentar os desafios que viriam no dia seguinte.

-E no dia seguinte…-

O sol raiava no céu e não havia nenhuma nuvem sequer para atrapalhar aquele inicio de dia incrível em Minnion Island, mas nem tudo era perfeito e um som interrompia o cochilo de nosso herói Red Albarn.

-Jon por favor!!!! Mostra o lance da mãozinha só mais uma vez eu te imploro!!!- Berrava o patrulheiro Mystras do lado de fora da sua barraca despertando Red que sentia os ouvidos vibrando com aquela voz tão irritante e familiar.


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O Alvorecer de um Herói


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Post 28 - Deuses e Reis


Parte 1: Religiões

Quando Red terminou sua oração para os Deuses da Floresta e voltou a se conectar com o mundo a sua volta, seus olhos acabaram por lhe dar a visão de Kemya cercada pela natureza de Minion Island. A beleza da divindade de cabelos alvos deixava Red encantado, mas mais belo do que a própria deusa eram as criaturas que a cercavam na medida que ela caminhava pela floresta: lobos gigantes feitos de água. A cada passo dela parecia que tudo ao redor era controlado por ela, sejam folhas verdes ou vermelhas, Kemya parecia ter o controle de tudo.

Ela era a deusa da vida, da fertilidade, então era natural que ela estivesse ligada a esse tipo de cenário, porém isso acabou trazendo ao rapaz dúvidas a respeito do que realmente são todas essas divindades, se elas eram relacionados de alguma maneira ou se apenas uma era real. Acontece que ao entrar nesse tema, Red percebeu que ele poderia caminhar para a situação onde passa a considerar a sua deusa superior aos deuses que o povo de Minion Island acredita, consequentemente tornando-se intolerante a fé minioniana.

Ele entendia que Kemya poderia estar se incomodando com essa aproximação do filho com outros tipos de crença e portanto poderia estar com medo de que Red passasse a acreditar menos nela, talvez sua aparição era justamente para fazê-lo descartar a ideia de que ela e os demais deuses do norte não eram absolutos, que não tinham poder em Minion Island ou outras ilhas, portanto poderiam ser descartados ou até mesmo vistos pelo Albarn como falsos deuses.

Era difícil para Red compreender que fora de Vinterion Island existiam povos que vêem o mundo de uma forma completamente diferente da sua e que possuem outras respostas para aquilo que ele já conhece. Antes de sair de sua ilha natal, o jovem acreditava que os deuses do norte eram conhecidos e adorados no mundo inteiro, sendo que na verdade a quantidade de pessoas que os conhecem se limita unicamente às ilhas nórdicas do mar do norte.

O vinteriano poderia ter assumido uma outra postura diante da descoberta dessa diferente fé, uma postura onde ele poderia ter rejeitado os deuses de Minion Island e dito com arrogância que apenas aqueles de Vinterion eram verdadeiros, mas ao invés disso, mesmo que fosse contrariar Kemya e os demais, Red não era capaz de desmerecer o que outras pessoas acreditavam, pois se fizesse, estaria agindo da mesma forma como os vinterianos lhe trataram a vida inteira quando dizia ser o escolhido dos deuses e filho de Kemya.

Ali cercado pelas Árvores Sagradas da religião dos Deuses da Floresta, Red percebeu o quão admirado ele estava pela maneira como a fé pode funcionar de um jeito completamente diferente mesmo em uma ilha que está tão perto de onde ele nasceu e cresceu a vida inteira. Isso apenas o fazia se sentir ainda mais instigado a sair navegando pelo mundo em sua jornada heróica e assim poder conhecer mais sobre outras religiões, culturas ou mesmo simples ingredientes que cada povo usa em sua culinária local.

“Nesse momento, Red ainda não tinha noção de que o mundo era muito maior do que apenas uma dúzia de ilhas boiando sobre uma placa cheia de água salgada, mas mesmo sem ter a menor noção da dimensão dos mares, ele já havia percebido o quanto o mundo é incrível.”

- Que foi? Eu disse algo errado? - Perguntou Red para Henry depois de abrir os olhos e notar que o lobo estava ali ao seu lado. A pergunta era feita com um tom risonho, brincando com o fato de que ele tinha sabia que não tinha noção alguma de como falar com os deuses de Minion Island. - Vem, deve fazer muito frio aqui fora, pode entrar se quiser. - Já retornando para sua barraca, o vinteriano iria oferecer seu pequeno espaço para o lobo. Se Henry aceitasse entrar, Red iria esperar o animal se aconchegar em algum canto e procuraria encontrar um lugar onde pudesse entrar e deitar também, mesmo que ficasse apertado ou mesmo desconfortável para ele. Se o lobo gigante recusasse e optasse por continuar dormindo do lado de fora, então Red apenas sorriria para ele com os olhos e entraria para deitar sozinho. - Boa noite. - Diria independente do cenário, e então fecharia os olhos para tentar começar a dormir.




Parte 2: A Volta do Lance da Mãozinha

Quando acordou - tivesse tido ou não uma boa e/ou confortável noite de sono -, Red nem precisou sair da barraca para perceber que era um daqueles dias de sol, pois o pequeno aumento na temperatura provocado por este já era suficiente para fazer o seu corpo suar debaixo de tantos agasalhos. Tirando as peças de roupa extras que já vinha usando desde que saiu de sua ilha, o vinteriano tentaria ficar apenas com aquelas que fossem necessárias para lhe manter aquecido, e com sorte não seria preciso muitas uma vez que tinha seu cachecol vermelho. E falando no cachecol, Red o ajustaria ao redor do pescoço antes de sair da barraca para esticar o corpo em um alongamento matinal. Caso Henry tivesse ido dormir em sua barraca e ainda estivesse dormindo, o estrangeiro daria uma cutucada no lobo com o pé para que ele acordasse também.

- Bom dia, pessoal. - Diria Red enquanto bocejava para deixar toda a preguiça sair de seu corpo e então deixar uma boa dose de energia assumir o lugar dela. Se o sol estivesse realmente mais forte que nos dias anteriores, talvez houvesse um pouco menos de neve no cenário de Minion Island e quiçá um verde mais presente.

Somente ao sair da barraca é que Red se deu conta do que havia o feito acordar: os gritos de Mystras. Diferente da vez onde teve o primeiro contato com o patrulheiro, hoje a reação do vinteriano para a voz estridente do garoto foi bem diferente e até mesmo lhe fez abrir um pequeno sorriso, achando agora até um pouco de graça no jeito do novato. Somado a isso, Red até mesmo sentiria um pouco de curiosidade a respeito do tal “lance da mãozinha”, pois não havia conseguido vê-lo da última vez que Jon o fez.

- “Hmmm, acho melhor eu ver o que é esse “lance da mãozinha” e tentar fazer também.” - Pensaria Red caso Jon ainda não tivesse feito o que Mystras estava pedindo, então o vinteriano iria em busca da sua espada onde quer que ela estivesse - provavelmente dentro de sua barraca - e depois de consegui-la, retornaria para ver o patrulheiro. Independente de que tempo acontecesse, no instante que Red percebesse que havia perdido outra vez Jon mostrando o “lance da mãozinha” sua reação seria essa: - O que? De novo? AFF! - Diria indignado e emburrado com a situação, invejando a felicidade de Mystras em saber a verdade por trás desse mistério.

Mas é claro que Red não iria deixar isso barato, portanto comeria uma fruta qualquer caso existisse alguma no acampamento que lhe permitisse fazer um rápido café da manhã sem ter que preparar nada. Depois de comer às pressas, o vinteriano ia de encontro a Jon, buscando encontrar um momento onde o patrulheiro não estivesse ocupado com nada e principalmente disposto a lhe mostrar o que nesse momento já estaria lhe matando de curiosidade. Claro que essa situação só aconteceria se os deuses realmente estivesse querendo brincar com Red.

- Jon, pelo amor dos deuses, me mostra o que é esse lance da mãozinha eu não aguento mais! - Imploraria o espadachim novato que estaria segurando sua espada ao dizer isso pro patrulheiro. Se finalmente o garoto conseguisse descobrir o que é o lance da mãozinha, então sua reação seria de alívio, ao mesmo tempo que tentaria reproduzir o feito. - Ah, então é só isso? Acho que criei muita expectativa… De qualquer forma vou tentar aprender a fazer também. - Por outro lado, se os deuses ainda não estivessem permitindo que Red visse o movimento especial de Jon e algo acontecesse para interromper o momento ou simplesmente o bastardo se recusasse a mostrar novamente, então essa seria a fala do vinteriano: - Ah não, vocês só podem tá de brincadeira com a minha cara! AAAAAAAAA! - Gritaria o Red para que os deuses pudessem lhe ouvir. É bem provável que caso chegasse a esse ponto, a curiosidade já estaria lhe deixando a beira de um surto.

Independente do desenrolar cômico da cena anterior, mesmo que tudo desse errado para o jovem herói, ele não se permitiria ficar muito tempo mastigando esse assunto, seja porque acabaria depositando sua atenção em outra coisa e esqueceria sobre “o lance da mãozinha” ou simplesmente porque caso Jon tivesse sido interrompido, aquilo que o interrompeu poderia ser mais interessante e tirar totalmente o foco da mente de Red sobre o tema espadas.

OFF:
 




Parte 3: O Caminho até Wintercall

Quando fosse a hora de partir dali e seguir em direção ao castelo de Wintercall para entregar o tratado ao rei de Minion Island, Red faria isso carregando a sua espada básica por todo o percurso. A ideia do vinteriano era praticar um pouco mais os movimentos de um espadachim, visando usar as árvores da floresta como alvos para o seu treinamento, e claro que se algum dos minionianos presentes se dispusesse a intervir ou fazer algum comentário referente às Árvores Sagradas, Red trataria a situação com respeito e até pararia se fosse necessário.

- Oh, desculpa, tomarei cuidado para não atingir nenhuma das branquinhas. - Diria ele para tranquilizar os mais religiosos ali presente. - Mas me digam uma coisa. Na religião de vocês, só é possível falar com os deuses quando perto dessas árvores? O que acontece se estiverem precisando de ajuda e não existir nenhuma delas por perto? Estou vendo inclusive que elas não são tão abundantes e nunca vi elas em Vinterion. - Se alguém estivesse disposto a responder essas perguntas, Red então ouviria atentamente para tentar compreender ainda mais sobre o assunto, e quem sabe até mesmo lhe ensinassem sobre a história por trás dessa religião ou então contassem algo de interessante.

Enquanto seus ouvidos se focariam em uma possível explicação mais profunda sobre os Deuses da Floresta, as mãos do herói aventureiro estariam focadas em praticar simulações de golpes e bloqueios com a espada. Talvez a viagem até Wintercall não fosse tão longa, mas de qualquer forma, Red passaria todo esse tempo praticando e treinando até mesmo o jeito de segurar a espada com uma mão, duas ou ainda uma rápida prática com a sua mão esquerda. Sabendo que era mais habilidoso com a mão direita, o vinteriano pensou que mantendo esta focada para o uso de seus socos, a canhota poderia ficar livre para segurar a espada e lhe proteger de ataques de outros tipos de armas do gênero. Ainda faltava muito para que Red aprendesse a dominar por completo o uso da espada com a sua mão dominante, então quem dirá fazer isso com a esquerda, mas ao menos ele já podia começar a praticar em momentos de tempo livre como esse.

- Hey, Jon, olhe aqui, vê se estou fazendo algo de errado. - Pediria Red durante a caminhada ao castelo esperando que o seu professor em espada pudesse lhe dar algum conselho e corrigir algum erro que ainda estivesse cometendo. Mesmo já tendo treinado antes, somente a prática constante poderia tornar nosso herói realmente apto a se tornar um usuário de espadas.

Assim que chegassem na cidade e estivessem se aproximando do castelo da família Zeraff, Red guardaria sua espada na cintura e tentaria se manter o mais inofensivo possível, pois se alguém ali fosse capaz de lhe reconhecer como um “selvagem” apenas pelo tipo de suas vestes, então ele teria que encarar mais uma vez olhares e cochichos de preconceito ao seu respeito. Até mesmo para alguém confiante que acredita ser O Herói Que Foi Prometido poderia se sentir desconfortável ou quem sabe assustado dependendo do comportamento das pessoas ao seu redor, e por isso precisava acreditar que Jon e os demais que o acompanhavam iriam lhe proteger de grandes ameaças.

Red não sabia que tipo de pessoa era o rei de Minion Island e como ele seria tratado por este no momento que adentrasse seu castelo trazendo um tratado que pedia a permissão de seu povo para permanecer nas terras do norte da ilha em um acordo de paz. Sim, o vinteriano estava com medo, tremendo de nervoso e ansiedade, pois se falhasse aqui tudo iria por água abaixo e todo o esforço dele e seu povo teria sido em vão. Tamanho era o stress do rapaz que ele sequer conseguiu prestar muita atenção nas construções de Wintercall e acabariam passando batido mesmo que tivessem um estilo diferenciado.

Completamente perdido e sem saber o que fazer ou por onde começar, Red estaria completamente dependente de que Jon ou algum outro minioniano lhe passasse algum tipo de instrução ou mesmo dica que pudesse elevar sua confiança, caso contrário permaneceria travado diante da presença imponente de um rei. Isso, é claro, se o tal rei realmente estivesse presente para que o contato entre eles pudesse ser efetuado, pois se não estivesse, tudo que Red poderia fazer é esperar pelo seu retorno no local que lhe fosse indicado.

Independente de como fosse, quando a hora de ser colocado em frente ao rei chegasse, o vinteriano fecharia os olhos, respiraria fundo para manter a calma, recuperar parte da confiança e então diria:

- Rei de Minion Island, meu nome é Red Albarn, venho de Vinterion Island, e tenho uma mensagem para entregar a voc... ao senhor. - E então ao terminar de dizer isso, olharia para Jon e os demais para saber se tinha feito tudo certo. Se percebesse então que deveria ser ainda mais formal e fazer algo como se ajoelhar, Red iria se apressar de maneira desajeitada para levar os joelhos ao chão e se curvar perante ao rei. Levando as mãos aos bolsos, o garoto procuraria pelo pergaminho que tinha o tratado assinado e ainda lacrado pelo Lorde Comandante da Patrulha do Norte, e se conseguisse encontrá-lo - e é bom que encontre - o vinteriano ergueria o braço para dar o papel ao próprio rei ou então um representante dele que se aproximasse para pegar no lugar dele. - Isso me foi dado pelo próprio Lorde Mormota, ele me pediu para não violar o selo, e pode ver que eu não o fiz. Sei que isso pode parecer estranho ou até mesmo inadmissível para o senhor, mas gostaria que se possível ouvisse também o que eu tenho a dizer, caso não concorde com o que está escrito aí.

E agora, tudo que o vinteriano tinha que fazer é esperar quais palavras seriam dadas a ele pelo rei de Minion Island, pois no pior dos casos será preciso usar de seu carisma para conseguir convencê-lo de que o acordo entre os dois povos é benéfico para todos.

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