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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Phantom Blood

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MensagemAssunto: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 10 EmptyQua Jan 22, 2020 2:14 pm

Relembrando a primeira mensagem :

Phantom Blood

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Kauwela Honua, Ágda Skyblazer e Masaki Rim. A qual não possui narrador definido.


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Johnny Bear
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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 10 EmptyDom Jul 05, 2020 6:09 pm


A Feiticeira, a Louca e a Deusa

A calmaria era notória, com todo aquele silêncio da floresta morta eu tive enfim uma noite de sono longa, ahem... cof cof eu dormi por algumas horinhas naquela bela praia também, mas o chão era um pouquinho duro, me deu até uma dorzinha nas costas, e foi por conta da bebida, tenho quase certeza… Tudo bem, a quem eu quero enganar? dormir é uma coisa boa, muito boa, ainda mais quando se acorda com um belo café da manhã esperando por você, uma garoa agradável que caia.

- Que clima agradável - Murmurei em meio ao bocejo matutino, cocei os olhos, como de costume, limpando a visão embaçada e a remela do olho, provavelmente não estaria com uma cara tão boa, podia sentir meus olhos quase como se estivessem inchados, acho que eu poderia dormir por mais uma horinha ou duas, mas o cheiro de café parecia um imã me atraindo para a mesa, junto com o pãozinho e geleia, delicia! Tomei meu lugar à mesa - Com licença. Bom dia! - Replicando a mesma educação ao me postar por lá, tomei um pedaço de pão à mão, passei a geleia e adocei meu café, três colheres para ficar bem docinho, essas coisas tendem a perder o doce quando se come com geléia, por isso não me importei se por acaso poderia adoçar demais.

- Quié? - Perguntaria desconcertada, caso a mulher me julgasse pela quantidade de açúcar - Eu não gosto da vida com sabor amargo… - Diria, puxando um gole e sentindo aquela sensação quente correr pelo corpo, revigorante e energizante - E o meu?! - Logo de manhã aparecia aquela por quem eu dava tanta falta Sebastian no sopé da mesa escondido, provavelmente com medo do olhar penetrante de Shizuka - Não precisa se esconder idiota, ela não consegue te ver daí, e sem mais café pra você, da última vez deu um baita de um estardalhaço e eu tive que me ver com a vigilância do mundo espiritual - Só de lembrar me dava dor de cabeça.

A casual conversa à mesa era bom, todo aquele clima me fazia finalmente poder relaxar e entrar em uma paz de espírito que eu vinha buscando naquele lugar já fazia algum tempo - Acho que vou voltar a cidade, preciso encontrar as meninas… Também tenho que encontrar o mestre Xinzo na floresta, já que completei meu treinamento, acredito que estou pronta para aprender essa respiração Wushu - Falava naturalmente, mas com o mesmo brilho nos olhos agora já mais despertos, as maravilhas da ilha me cativaram de uma maneira inexorável, mas não podia esconder o fato de que não fazia ideia do que iria fazer quando acabasse, talvez voltar para Baterilla? - Eu também gostaria de dar uma passadinha em Torino, fiquei sabendo da biblioteca de lá, parece ser interessante -

Ela me vinha outra vez com a proposta de emprego, não quis ser ambiciosa, era interessante a ideia de conseguir algum dinheirinho e aprender um pouco mais durante o processo, mas agora eu estava em busca de seguir alguns sonhos, ouso dizer que se essa proposta tivesse chegado um pouco antes na minha vida eu teria aceito com facilidade, mas agora outras prioridades me apareciam a frente, eu ainda tinha chegar à minha terra natal, só não fazia ideia de como, mas aquela Tritã simpática me deu uma luz, havia sim um lugar nosso, provavelmente encontraria ali as respostas para o meu passado - Desculpe, mas eu vou ter de recusar, há um lugar onde eu preciso ir, a ilha de tritões e sirenos, conheci uma em um sonho louco que tive, se é que foi um sonho, ela também estava indo para lá -

Não me leve a mal, mas aquilo significava bastante para mim, a mulher também já havia me feito muita coisa, então não é como se eu quisesse perguntar se ela sabia de algo ou pedir outro livro informativo emprestado, na verdade, eu me peguei pensando agora em uma forma interessante que pudesse recompensá-la pelos serviços,  meu pensamento interrompido pela rotina da mulher, parando para pensar agora poderia ser mesmo estressante ficar por tanto tempo cuidando dos alunos. Sorri com o olhar triste, mas aquela parecia mesmo a busca por redenção da mulher, afinal, ela tinha o coração mais mole do que aparentava.

- Uma mera farpinha? Hshshshs, deixa eu ver - Tentaria olhar por cima, analisando um pouco o “ferimento” - Xii, acho que vai ter que jogar álcool pra limpar isso isso, se não infecciona - Disse exibindo um sorriso no canto do rosto, dando uma piscadela para a Shizuka, ela adorava botar medo no pessoal, provavelmente seria uma boa piada, ou ela iria apenas olhar pra mim com a cara feia de sempre, mas eu sairia de fininho em ambos os casos.



Meu objetivo era um pouquinho distante, mas o mesmo, possivelmente, das outras. Com o passo moderado caminhei carregando minha determinação de sempre, quase como se estivesse dançando por baixo do chuviscar trespassando pelas árvores da floresta, com aquele mesmo cheiro agradável me subindo como antes na vinda - Estou terminando o que vim fazer aqui vovó, logo mais poderei mandar notícias e te contar como tudo foi… - Falei em minha mente com os olhos fechados e as mãos no peito, ela estaria lá em algum lugar para me ouvir dizer, provavelmente me assistindo de longe e orgulhosa.

Do porto que conectava as três ilhas estaria eu lá e… Olha só, simplesmente não tinha como não notar a Aggy vindo de longe - Aggy! - Gritei acenando para ela da outra extremidade, não sabendo se ela iria me escutar ou não… espera! eu sei como! - ÁÁÁÁÁÁAAAAAGGGGGGGGYYYYYYYYYYYDDDDAAAAAAAÁÁÁ - Nosso chamado em baleiês, ela iria notar com toda certeza.



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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 10 EmptySeg Jul 06, 2020 10:23 am



Treino Parte 6/5
Triunfo se alcança para os corações nobres que mantém se firme em suas próprias história almejando suas conquistas e realizações.Mesmo com todo o esforço recorrente e quedas dolorosas meu espírito se encontra finalmente em paz após realizar tamanha façanha,se é um obstáculo ou dois que me espera a frente pode vir com  impulso e desejo ou jamais irá arrebatar meu calmo temperamento que manteve me determinado e persistente para chegar ao aclamado desfecho. Confesso que em meio as subidas árduas gotas de água escorregaram do copo percorrendo meu rosto em proporções ardilosas."Uhuuuuuum...sei, a água do copo... Obviamente que isso não teve nada haver com o pranto choro recorrente de suas lágrimas lamentosas.Ahhh não... temo que estou sendo bruto,um artista como o senhor deve se sentir ofendido com palavras tão rasas,permita-me corrigir de maneira poética. Em meio a escalada para os céus o anjo perdido pelas suas próprias emoções ofuscava a si mesmo a visão em meio ao líquido sagrado que manifestava de seu corpo.Incapaz de realizar com sucesso sua missão sem a ajuda de seu bom pai misericordioso."

Meus dentes rangeriam,talvez pelo frio quem sabe pelo comentário suas palavras estavam ficando cada vez mais penetrantes como se estivesse afiando sua lâmina para o confronto, não se pode acreditar em tudo que ele diz.Claro que não estava chorando pelo sofrimento, era apenas uma estratégia de guerreiro para repor o líquido em minha boca pois estava sentindo sede em minha garganta. Tudo não se passou de uma encenação para tornar os acontecimentos melhor descritos para quando apresentar os relatos de minha vida eles alcançarem a pena da plateia.Estaria prestes a retruca-lo, como se fosse deixar  sua declaração passar ríspida dessa maneira porém como se retirado se propriamente dito de sua bainha de maneira rápida e ligeira sua contra reação era muito mais rápida que qualquer movimento dos meus lábios, mesmo sendo talentoso era quase impossível competir com alguém que não precisava mover músculos para se manifestar:

"Vamos cortar as desculpas e passar para a próxima etapa, infelizmente sua mentora e se não tomar cuidado representação de futura esposa parece não ter passado nenhuma lição para ser realizada após concluímos essa tarefa." Ele estava certo afinal, isso era até que um alívio brando já passei por muita coisa desde que cheguei aqui não acharia estranho encontrar algumas bolhas nos pés quando retornasse quem sabe eu poderia deitar tranquilamente em minha cama falando com minha colega de quarto sobre os acontecimentos recentes:

-Sim, isso deve ser uma boa hora para descan….Errado!!!!,a galinha decidiu pular o celeiro?erga esse peitoral como um galo está na hora de mostrar os frutos do seu treinamento ou acha que apenas por subir uma montanha te faz bom em alguma coisa!?Não estava gostando da maneira como essa conversa se encaminhava, certamente que o desfecho séria tão ruim quanto a ideia anterior o melhor a se fazer era ignora-lo. Pensava ao menos que isso séria possível mas ao momento que passaria perto de Korra e do bode ao seu lado:

-"Desafie o bode!" Mas que raios de comentário foi esse...Eu desafiar o bode..?Deixaria as palavras escaparem tampando minha boca rapidamente para que a senhora não ouvisse tal idéia obsoleta.Pegaria a espada me ajoelhando para trás conversando com ela aos sussurros.Você perdeu sua cabeça? já passei por muita coisa desde que cheguei aqui estou quase pronto para passar para a próxima etapa junto com as outras por que eu enfrentaria o bode apenas para ter uma derrota vergonhosa? Não posso deixar sequer que essa sugestão recaía nós ouvidos dela...sabe como ela se divertiria com isso não sabe!?Se fosse esse o caso engoliria minha saliva entoando o som de minha garganta e uma expressão de desespero em minha face. Enquanto a espada espossaria o melhor sorriso que ela poderia fazer, agora se imaginou uma espada fazendo isso alguém deveria buscar tratamento pois até mesmo eu que falo com ela sei que isso se trata de algo impossível.

Do contrário respiraria fundo agradecendo ao Sol pela salvação, retornando para o dormitório para ter meu descanso merecido até que uma próxima conclusão seja definida.

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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 10 EmptyQua Jul 08, 2020 9:34 pm


Ágda.

É indiscutível que Sky teria muito agregar ao dojo do deserto, com grandes, ou devo dizer gigantes aptidões que motivaram qualquer um a acompanhá-la nos treinos, além de suas idéias que deixariam o ambiente mais agradável para se viver. Porém, a tão grandiosa ruiva não poderia ficar presa em uma ilha sabendo dos objetivos e aventuras que a aguardam nos mares além do horizonte. - Ei piveta. - Zwluak parecia tão calmo quanto no dia que conheceu a ruiva, mas agora seus olhos irradiavam um brilho gentil, e mestre do deserto sorria feliz por ter tido a oportunidade de conhecer a gigante. - Não deixe de meditar. - Era uma maneira peculiar de se despedir, o loiro já não enxergava Sky como uma aluna, então logo deixou deixou a tirania e falava apenas como o preguiçoso que era.

Quando Sky decidiu guardar os pertences dentro da mochila espinhosa notava um empecilho que dificultava bastante a tarefa que deveria ser simples, pois não havia um zíper ou velcro para abrir, o acessório era totalmente costurado como uma pelúcia e parecia ser preenchida com algum material macio, provavelmente algodão, para manter a aparência estufada, talvez possa ser usado como travesseiro devido a maciez, mas não para guardar algo no interior, além do tecido usado na confecção da mochila não aparentar ser resistente o suficiente para carregar peso, ao menos não ainda. Sky pode guardar os pertences menores na troncha improvisada que lhe foi cedida e vestir o "quimono" por cima do biquíni, e colocar a prancha de surf presa entre suas costas e a mochila ou carregá-la abaixo do braço.

>><<

O desfecho de Ágda não havia como ser outro, a giganta naturalmente atrapalhada correndo a toda velocidade enquanto lia algumas páginas do diário…. Felizmente não havia destruído a propriedade de ninguém ou nem esmagado algum maldito sortudo, Ágda "chutou" o chão fazendo fazendo seu corpo pender para frente enquanto o pé ficava para trás, resultando na a loira estatelada na areia e o diário escapava de seus dedos praticamente voando acima da gigante.

Não doía, afinal Ágda já deve estar acostumada com tais acidentes, e também a pele resistente dos gigantes não seria ferida pela areia fina do deserto. Agdá rapidamente sentava-se relembrando de suas traquinagens na ilha de Zeff, quando. **POFF!** O diário que havia sido arremessado acidentalmente aos céus caía no topo de sua cabeça como um chapéu. Permitindo a gigante ter uma leitura mais tranquila dos fatos mencionados por sua outra metade, agora sem risco de mais acidentes acontecerem, e ao terminar seguia com pela trilha de transeuntes em direção a Karatê Island.


Honua.

Ainda de ressaca pós bebedeira Honua despertava com uma larica braba, varada na fome. O cheiro do café recém feito era como um despertador agradável ao olfato da sirena, mesmo com os olhos inchados devido a sonolência e desejando por mais algumas horas de sono a sereia levanta-se bem humorada, motivada principalmente por sua barriga. Shizuka que passava geléia no pão congelava por alguns segundos. - Cuidado para não ficar diabética. - A mulher ficava um tanto espantada com a quantidade de açúcar colocada em uma xícara de café, mas devido a afronta de Honua a mulher apenas continuou passando geléia no pão para comer quieta.

O crustáceo espiritual erguia sua puã na direção de Honua, fazendo um sinal de pinça pedindo apenas por um pouquinho de café, mas continuava com o restante do corpo escondido da mulher mal encarada, então abaixou sua puã deprimido depois que a Sirena malvada negou a ele só um golinho de café, e que também nos foi revelado sobre o quão complexo é o mundo dos espíritos marinhos, pelo jeito eles tem até policiamento e fiscalização… Realmente parece uma organização complexa. Em contrapartida. - Você por acaso cheirou alguma toxina ontem? Talvez devesse dormir mais. - Shizuka ficava novamente surpreendida com a sirena, mas desta vez era porque Honua conversava tão casualmente com o nada, como se houvesse alguém ali, e não era apenas preocupação, aquela atitude despertou a curiosidade do lado médico de Shizuka, que fixou seu olhar na sereia analisando-a enquanto fazia algumas suposições sobre esse comportamento de Honua, imaginando se era alguma doença genética, trauma, ou uso de substâncias tóxicas…

Honua até considerava a proposta de trabalhar na ilha, porém a sirena possuía outros planos, na verdade muitos planos, locais para viajar, bibliotecas para explorar, e claro a jornada em busca de sua origem, tais objetivos eram totalmente incompatíveis com a possibilidade de criar raízes em Leaf Town, mas isso não a impedia de fazer piadas inapropriadas com o sofrimento alheio. Sim, essa é a médica da party. Shizuka por sua vez olhou torto na direção de Honua, com a mulher mantendo sua expressão azeda durante alguns segundos, repreendendo a sirena pelo comportamento, então inspirou fundo, fechou os olhos, e expirou pelo nariz, seus lábios se curvaram minimamente num sorriso de diversão. - Acho que tudo bem deixar a amargura de lado vez ou outra. - Vendo que a situação do paciente não era grave, Shzika cedia um pouco ao humor contagiante da sirena. Enquanto a pobre vítima com a farpa presa no dedo tinha a visão de duas criaturas diabólicas gargalhando de maneira sádica perante seu infortúnio, os olhos do sujeito se esbugalharam e ficou boquiaberta, tentou gritar por sua vida mas o ar já tinha esvaído dos pulmões. E assim Honua deixava a cabana, enquanto Sebastian por sua vez esgueirava-se pelas paredes andando de lado pisando cuidadosamente com uma pata de cada vez no chão para não fazer barulho e atrair a atenção de Shizuka, enquanto tentava fugir pela porta logo atrás da sereia.

Após uma caminhada reflexiva Honua relembrava pelo o que já passou na ilha, e que faltava pouco para ela deixar o arquipélago, uma sensação confortável envolvia seu corpo, uma energia azulada a cobria, não possuía temperatura, mas de alguma forma transmitia a sensação acalentadora de um abraço materno, então essa energia dissipou-se de maneira tão repentina quanto surgiu.

Chegando na ponte Honua tocava o berrante chamava por sua melhor amiga do mundo inteiro com um grito tão intenso que a fazia ofegar logo em seguida. Ao longe podemos vê-la. Oh! Yes! Look at this angle! Agora sem nada para se distrair Ágda vinha correndo pela ponte evitando as carroças e perdestes que devido ao horário estavam em menor quantidade em relação a alguns dias atrás. O sol refletindo em sua pele alva logo dava espaço a um fino chuvisco que a fazia brilhar graças a água refletindo os raios solares, seu corpo balançando num ritmo quase hipnótico, as vestimenta justa realçando o generoso contorno de suas curvas voliptuosas que balançavam de um lado para outro a cada passo da corrida era quase como se o mundo ficasse em câmera lenta nesse momento para poder apreciar a visão da loira gigante que aproximava. Um pobre condutor de charrete muito descuidadado se esticou demais para frente forçando sua visão, e acabou caindo da condução por querer olhar demais. Bem feito seu tarado!


Rim

A Espada/falecido pai/Coach motivacional possuía uma sede infinita por desafios, escalar montanhas jamais seria suficiente para saciar aquele que desafiava a própria morte e retornava do além para prender seu espírito em uma espada, o clássico símbolo dos guerreiros, como poderia alguém tão feroz só contentar com algo além do mais genuíno combate. - BEEEEH! - O bode berrava surpreso pela audácia do celestial ao propor um desafio. Mas antes que Rim tivesse tempo de reagir a sola do pé de Korra ia de encontro as suas costas, fazendo-o cair na neve. - Por acaso bateu a cabeça muitas vezes na montanha? Ou seria o frio? Se quiser eu conheço uma maneira infalível de colocar os parafusos de volta no lugar, ou te deixar maluca de vez… - Korra na verdade não demonstrava insegurança ou medo de piorar a insanidade, na verdade a motivação perversa da mestra da montanha era bem simples, chutar seu aluno pelo prazer de implicar, ela inclusive era bem persuasiva continuando a pisar no celestial o afundando mais na neve, com um lindo, porém maligno sorriso nos lábios.

- BEEEH! BEEH! BEEEH! - O bode não recuava perante o desafio de Rim, agora o animal ficava arrastando o casco dianteiro e simulando chifradas no ar, mesmo que suas palavras não possam ser compreendidas, seu comportamento estava claramente dizendo, "vem na mão". - Se não quiser buchada é melhor tirar os olhos da minha presa, digo, aluna. - Bastava apenas que Korra move-se lentamente seus olhos na direção do animal, e o mesmo tinha a sensação iminente de morte, vendo toda sua vida caprina passar como um filme diante dos olhos, de um valente e territorialista bode se tornava um cordeirinho amedrontado que saía saltitando as pressas pela neve e desaparecia por entre os montanhas como se tentasse esconder sua existência do local.

- Onde eu está, ah verdade, se está achando pouco coelhinha, porque não treina comigo, adoraria ver o quanto progrediu. - Korra finalmente retirava seu pé das costas do celestial permitindo o mesmo a se levantar enquanto a mulher se afastava alguns passos e ficava ligeiramente curvada na direção de Rim, seus braços estavam abaixados deixando o rosto e restante do corpo propositalmente desprotegidos. - Pode bater forte, se não for assim será muito chato. - Ela lambia os lábios num sorriso intenso e seus olhos pareciam com os de uma tigresa prestes a atacar uma coelha fujona. - Tudo bem eu começo. - Se Rim demonstrasse qualquer receio em atacar Korra avançaria tão rápido que num piscar de olhos já estaria chutando a barriga do celestial com a calena, a sensação era a mesma de ser acertado por uma coluna grossa de pedra mas não o incapacitava, os músculos das coxas torneadas de Korra se contraiam e eram realçados pelas calças justas de seu quimono.

- Você é muito chata e malvada coelhinha bleeh! - Se Rim continuasse a resistir com a idéia de não lutar, Korra logo perderia o interesse ficando emburrada e mostrando a língua para o celestial enquanto cruzava os braços fazendo pirraça por causa do Rim ranzinza arruinar a sua principal diversão como mestra.

Mas a mestra vingativa naot iria deixar barato, quando Rim passasse por ela em direção ao dojo Korra lhe daria outro chute, desta vez bem mais fraco e mirando nos tornozos fazendo o celestial tropeçar
nos próprios pés e novamente cair. - Eu irei fechar o dojo, se continuar dormindo na neve irá ficar do lado de fora. - Então Korra iria simplesmente desfilar despreocupada com os dedos das mãos entrelaçados atrás da cabeça e assobiando como se não tivesse feito nada, mas de uma maneira nada convincente ou discreta, visto que era possível escutar algumas risadas abafadas e seus ombros tremendo, ela não teria pressa alguma para andar, era apenas mais uma de suas travessura para importunar os alunos.

>><<

Na manhã seguinte se Rim voltasse para o dojo teria sido acordado com incômodos em sua asa, na verdade identificaria ser a ponta de um dedo acertando de maneira indelicada as plumas de sua asa alva, essas cutucadas aumentaria a frequência toda vez que a asa se mechesse. - Bom dia Rin-rin, elas são de verdade? - Outra cutucada, ao abrir os olhos os celestial veria Júri com a mesma ausência de vestimentas da noite em que se conheceram e os cabelos escorridos na frente do rosto, a morena estaria sentada com as pernas dobradas tocando as solas do pés uma na outra, seus olhos rosados piscaram algumas vezes e ela teria aparentado ser um gato inconveniente brincando com o que não deve, mas de alguma maneira era divertido ver a asa se mechendo e reagindo ao toque. - A Korra aniuê falou ontem que você terminou o treinamento dela, então você vai embora? - Juri cruzava os braços e uma de suas bochechas se encheram de ar, seus olhos emitiam um ar de chateamento.



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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 10 EmptyQua Jul 08, 2020 11:25 pm


A Feiticeira, a Louca e a Deusa

- Uhm acho que eu … - Pausando a conversa por conta do olhar estranho da mestra, tive que dar aquele sorriso envergonhado recorrente quando me pegavam fazendo esse tipo de coisa - HShshs Ah… Não eu só tava falando com...com… uma umaaa BARATA! - BARATA?! - Minha… barata do mar de… de estimação - OLHA AQUI! ELES TAMBÉM SÃO CRUSTÁCEOS, MAS A GENTE NÃO SE PARECE - Seu primo teobaldo não era uma barata do mar? - Sim, mas ele era do interior -



Com direito à clássica cena de reencontro no porto, ei isso até parece que foi planejado, no entreposto entre duas ilhas de climas um tanto distintos, nossa gloriosa cena se formava, e aqui que nós podemos encher com vários adjetivos fofinhos para o nosso reencontro “haha melhores amigas, irmã de outra mãe, mais do que amigas, somos friends” e tudo aquilo mais - Aggy! Aggy Aggy! Você não vai acreditar no que aconteceu meu! Como você tá? Tá  bem? Conseguiu fazer o treino do mestre Zululu? ( Era zululu o nome dele? ) … Onde conseguiu essas roupas lindas? E essa mochila? Ah! Nem te conto, você também teve um sonho muito louco em um paraíso paradisíaco? Você estava lá, ai tinha também uma tritã, ai do nada BOOOOOOM! Apareceu uma outra gigante e vocês duas PUSH POW POW Começaram a lutar um negócio chamado Keijo, tinham várias outras pessoas também e o cara de lá até me deu esse bikini super fofo e uma viseira - Demonstraria puxando as roupas e… Pera onde eu coloquei minhas roupas? NÃÃÃÃÃÃÃaaaaaaaaoooooo eu esqueci no casebre mórbido da senhorita Shizuka - Eu esqueci na casa da Senhorita Shizuka, ela é uma mulher bem legal, mas é meio amarga e azeda igual um limão… Ah sim o sonho, eu não lembro muito bem o que aconteceu depois, eu acho que acabei dormindo um pouco antes de você começar a lutar com a irmãzinha da tritã na cabeça, foi pufff LOUCURA hihihihi! Perdão te interromper eu estou um pouco agitada, eu preciso respirar, uf tá um calorzão aqui heim? - Arfava me abanando com a mão jogando o cabelo para trás, ficava sem ar depois de tanto falar sem nenhuma pausa, eram muitas novidades para contar e ouvir, mas receio agora que devemos fazer isso um pouco de cada vez, e isso é a voz da verdade interna de Honua falando.

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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 10 EmptyQui Jul 09, 2020 2:31 am


Post 24

Era impossível não escutar aquele sublime chamado por mim em baleiês, parava de correr baixando um pouco a vista e lá estava ela! Um pouco diferente da festa, acordada! Aquela bela e simpática sereia moreninha também conhecida como minha melhor amiga do mundo todo. Inflava os pulmões, tomando fôlega para o não grito, mas sim meu próprio chamado em baleiês ecoante nos ouvidos próximos. - HÔÔÔÔOOOOOOONUUUUUUAAAAAAAAA!!!!!!!!!!!!!!!!

Tornava a correr, de olhos lacrimejantes ficava aliviada dela ter acordado do coma alcoólico e ter aparecido bem ali na nossa frente. E a cada passo pesado minha mente se agitava cada vez mais.

“Honua Honua Honua! Ela tá bem! Opa, cuidado pra não pisar. Que alívio eu não poderia ter a morte de outra pessoa por causa de bebida na consciência… Pera, esquece que eu disso isso, melhor não entrar em detalhes… Parando pra pensar, eu já não tô pensando a tempo demais?...





COMO É QUE EU TO CORRENDO EM CÂMERA LENTA?!!!”


***

- Honua! eu tava te procurando fiquei preocu… - Tentava falar assim que nos aproximávamos, mas apesar do meu ânimo o dela parecia ser maior hehehe… Eram muitas palavras, ficava difícil acompanhar e muito menos entender. Respondia com a voz fraca e ofuscada pela artilharia de perguntas. - Eu me sinto bem… Eh? O treino? Eu acho que o nome dele é Zuluka… Eu acordei assim, não sei daon… Mochila? Onde? - Ficava tentando ver minhas costas tentando por ambos os lados como um cachorrinho atrás do rabo. - Ah, a ilha, era um… Push… Pow pow? Um limão chamado Shizuka? - Era cada vez mais difícil de acompanhar, figurativamente dava pra notar fumaça saindo dos meus ouvidos enquanto meu cérebro movido a lenha tentava acompanhar todas aquelas perguntas.

- Hummmmm… - Esperava a cabeça parar de girar antes de mais nada, sentando no chão de pernas cruzadas pegaria a sereia na palma da mão para ela conversar na minha altura. - Quem bom te ver de novo hehehe. - Tinha um sorriso bobo na cara, não tinha processado metade das coisas que ela disse, mas estava feliz em encontrá-la de novo. - Mas eu tive o mesmo sonho! Na verdade não foi um sonho, parecia tão real, e olha! - Mostraria a pelúcia junto do maiô. - Se fosse um sonho essas coisas não eram pra existir… Eu acho… Né? Mas aconteceu tanta coisa! A Shaanti e a Emily eram suuuper legais! E tinha também a Karelina, a Sky não gostou dela mas ela me pareceu super simpática e carinhosa a partida de Keijo foi muito legal inclusive depois eu lutei com uma ruiva e continuei invicta mas aí você desmaiou e eu não sabia se foi a bebida um boa noite cinderela ou só cansaço porque você também tava treinando né então também devia tá cansada, na primeira noite a gente dormiu na arquibancada e depois você ficou o dia todo lá ressecando no Sol meu deus eu sou uma amiga horrível devia ter feito algo antes mas aí depoi te levei prum quarto e você ficou lá até o final do evento. - (Grande pausa pra respirar profundamente) - E então teve mais dois dias de festas eu conheci muita gente tinha o homem das carnes voadoras ele parecia ser importante mas foi embora e logo depois eu conheci o Vince ele foi tão legal e daí a Rimrim apareceu, jogamos cartas com a Shaanti a Emily a Kare e o Pokkyun e desde então a Sky e a Rimrin são super ultra mega hyper amigas, ah mas não se preocupe eu Ágda ainda sou a sua melhor amiga do mundo todo a Rimrin pode ser a melhor amiga do mundo todo da Sky assim fica todo mundo feliz né?

Muito muito mas muito ofegante terminava de falar, quase num ritmo tão rápido quanto Honua, talvez essa fosse uma mania contagiante, a de falar sem parar. - Mas é isso… E agora que o treino acabou eu vim aqui ver se você tava bem.

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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 10 EmptyQui Jul 09, 2020 12:01 pm



Eu pensava que Korra iria me forçar a enfrentar o bode mas parece que ele compreendeu cada palavra proferida por si só, animais são capazes de entender a nossa linguagem ou seria esse apenas um instinto selvagem que se mostrasse ativo ao mínimo sinal de desafio prestado? Droga que situação mais complicada que eu fui me meter, pensar que meu pai me causaria mais problemas após a morte do que durante a vida, preciso acabar com esse mal entendido o quanto antes mesmo que cause uma impressão ruim em minha reputação recusando um desafio imposto por mim mesmo, formas de conflito deveriam ser evitadas antes ser visto como um covarde que ganhar fama de brigão ganhando mais e mais convites para confrontos. Quando estava prestes a levantar  uma barreira nesse mal entendido um chute parecia fazer o papel todo e logo eu era imobilizado com uma das pisadas mais fortes que já senti até o presente momento, mesmo com o cabrito demonstrando força de espírito até mesmo a intimidação de um monstro como esse era capaz de persuadi-lo eu mesmo estava me encolhendo todo ao chão conforme a força em seu pé intensificava-se desejando estar na pele dessa criatura quadrúpede fugindo balançando as nádegas contra o vento.  

A prisão parecia ser temporária e em alguns instantes ela me soltava seus comentários pareciam rancorosos como se tivesse cutucado o orgulho de um dragão de conto de fadas ou invadido a toca de um urso durante a hibernação, ela não parecia demonstrar nenhuma resistência e incentivava eu a atacar seu corpo galante e exposto. Poderia dizer duas coisas a respeito disso a primeira é que me nego totalmente a participar de um ato de violência sem sentido, a segunda é que mesmo se me importasse com isso pouco teria chances diante tamanha fachada, posso me direcionar para atacá-la é o desfecho muito provavelmente seria o mesmo com minha cara atirada ao asfalto cuspindo neve para fora. Se em ambas as conclusões eu teria de sofrer que fosse mantendo meus ideais intactos e mantendo minhas opiniões e ambições rígidas como uma pedra:

-Desculpe desapontá-la mas eu não irei lutarAbandonando completamente a existência de qualquer postura ou comportamento hostil mantendo se neutro e vulnerável para o que pudesse vir a decorrer. Então tudo começou e sem conseguir acompanhar minha barriga sentia uma forte perturbação em sua carne segurando assim a vontade iminente de vomitar, mantendo qualquer coisa que residiria em meu interior para dentro apesar da pancada dura como sempre, começaria a falar com intervalos grotescos e pausas para recuperar fôlego proferindo o que conseguisse sem nenhuma cerimônia. Independente do que aconteça eu não irei lutar... A indiferença para a porradaria aparentava despertar um comportamento infantil na senhora que logo me derrubava novamente abandonando me ao frio com uma ameaça severa conforme afastava-se mantendo a deslumbrância.Até que uma esposa assim para te manter na linha não me parece tão ruim no final das contas.Comentava a espada quebrando o silêncio proporcionado pela cena. Viraria o corpo segurando a para que minha cabeça ficasse olhando para cima proferindo as poucas e sinceras expressões do meu amado coração que haviam de ser ditas.Apenas cale a boca….Quando conseguisse me levantar procuraria erguer-me de forma a ficar ajoelhado sobre a terra e assim avançar para o próximo passo ficando inteiramente de pé mas sem me forçar muito até que possa me arrastar totalmente para dentro e não ficar de fora nesse ambiente trágico e hostil tateando me até meu quarto deitando completamente de bruços sem me preocupar com nenhuma desavença posterior.

~~~~~~~

O sonho de todo homem era ser acordado por uma bonita mulher, mas diante das condições do meu corpo esperava sinceramente que fosse com um travesseiro de coxas é não cutucado como um guaxinim morto para seu próprio entretenimento, queria dizer que estava zangado ou até mesmo incomodado duas coisas impossíveis observando minha colega que não parecia que seria capaz de engolir a dura verdade de minha partida. Queria ver um sorriso em seu rosto ou ao menos acabar suas mágoas em memórias reconfortantes então optei simplesmente por responder sua primeira curiosidade antes de chegar a ovelha negra da conversa, tatearia minhas mãos sobre minhas asas retirando os prolongadores revelando as pequenas e sempre presentes asas de colorações distintas acariciando lhe as pontas pegaria em sua palma com a esquerda e posicionaria em cima de minha plumagem como se ensinando alguém a afagar um gato:

É quase como um enchimento, esse é o tamanho verdadeiro delas mas são reais e consigo sentir cada toque de seus dedos sobre ela além de ser um pouco sensível naquele sentido se entende o que esteja falando. Comentaria corando um pouco deixando escapar um suave e repetido riso apassionando a situação para algo mais agradável, posicionaria meu indicador direito sobre a base de sua sola deslizando suavemente por toda a sua base até  a ponta de seu dedão me sentando deliberadamente colocando seus pés ao meu colo.Você tem se esforçado bastante me permita fazê-la relaxar um pouco os nervos enquanto conversamos.

Gesticularia os polegares sobre a sua superfície esbelta de sua carne,massageando a área exposta na região do tarso acariciando com gentileza conforme meus dedos deslizam pela extremidade.Observaria a sua reação e quando demonstrasse se tornar agradável entraria ao tópico primeiramente rejeitado, dando início tanto ao desfecho que me aguarda assim como planos futuros e opiniões próprias deixando aflorar o que sinto e como desejaria que as coisas fossem e não deixassem de ser."Acredito que meu treinamento por aqui tenha chegado a um ponto que seguir adiante seria o melhor para meu próprio desenvolvimento, não é como se eu não tivesse mais o que aprender apenas que adquiri o suficiente para continuar.Tenho outros lugares para ir e outras lições para me aprofundar."Apalparia seu calcanhar esquentando lhe e começaria a apertar com certa força mais controlada sobre sola por sola para sentirem pressão nos músculos. Soltaria os voltando a deitar para trás deixando os onde estão espreguiçando me com o máximo que meus braços permitiriam abrindo o jogo de forma honesta:

Talvez seja imprudente de minha parte jogar tantas verdades de uma só vez para que possa absorver mas seria pior ainda partir sem nem ao menos dizer, não sei nem por onde começar...Bom primeiramente eu menti… eu tenho um certo interesse pela coisa e achei os seus particularmente um dos mais bonitos que já vi, gosto de você é não queria te deixar mas tão pouco posso pedir para que abandone tudo para seguir comigo apesar de imaginar que seria  divertido pois não consigo ver o que estaria recebendo igualmente para isso... Também não sou mulher apesar de muitas vezes ser confundindo do gênero oposto, mas não tenho costume de deixar evidente ou não preferindo que a dúvida permaneça no ar. Espero que alcance seus objetivos e desejo o melhor para você e se está irritada comigo pode descontar a seu bem prazer... independente do que venha a fazer não irei resistir. Deixaria me exposto e vulnerável de olhos fechados com certa insegurança pendente por todo meu suor frio, espero pelo melhor dos acontecimentos mas acredito na possibilidade do pior mas estou preparado para arcar com o que pudesse a acontecer querendo apenas deixar esse encontro pessoal que poderia ser o último ser um momento para que palavras e ações não tenham sido deixadas ao vento com dúvidas e incertezas do que poderia ter acontecido com um comportamento diferente embora não seja sincero a todo tempo e seja bom em iludir as pessoas e criar ilusões recebendo até mesmo para isso excessões devem ser colocadas a mostra para pessoas e ocasiões especiais para si mesmo.

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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 10 EmptyTer Jul 14, 2020 2:53 am



Ágda. e Honua.


O reencontro das super, mega, hyper, blaster melhores amigas de todo o mundo inteiro não poderia ter sido de outra maneira, elas estavam bastante ansiosas pelo reencontro além de muito felizes por saberem que ambas estavam a salvo.

A empolgação da sirena era tanta que a mesma mal conseguia terminar de dizer uma palavra, e já começava a pronunciar outra, e mais outra, bombardeando Ágda com diversas perguntas e antes que a gigante pudesse responder, Honua mudava rapidamente de assunto, continuando com o falatório frenético, resultando num extenso monólogo enriquecido por onomatopeias sonoras ilustrando certos acontecimentos daquele sonho que Honua e Ágda compartilharam.

A gigante loira por sua vez era contagiada pelo ritmo intenso de sua mais do que melhor amiga do mundo todinho, e começava a responder todas aquelas perguntas enquanto mantinha Honua na palma de sua mão próximo ao rosto, Ágda compartilhava suas experiências naquele evento fantasioso que desafiava a realidade, ou ao menos parte de suas experiências, e também não media esforços para expressar o quanto estava feliz ao ver Honua recuperada do coma alcoólico.

Mas esperem! Uma revelação bombástica era feita pela loira, Sky e Rimrin também se tornaram melhores amigas do mundo todo, mas a Sky é a Agda, e a Agda é a Sky, esse triângulo de amizades se tornou muito complexo de uma hora para outro, ou seria quarteto de amizades… Droga, não sei.

Mas fato é que aquelas duas pareciam estar determinadas a quebrar o recorde de maior quantidade de palavras ditas em um minuto, e se Honua e Ágda não forem as retentores deste recorde elas definitivamente chegaram bem perto. Ambas agora ofegavam com as bochechas avermelhadas, as respirações aceleradas pareciam estar em sincronia, enquanto uma olhava profundamente nos olhos da outra, Honua então jogava os cabelos esvoaçantes para trás e se abanava tentando amenizar todo o calor que ela e Ágda produziram, suas bocas agora estavam secas praticamente pedindo por algo para beber… E pensar que elas ficaram assim apenas conversando…


Rim

O falecido progenitor de Rim, possuía um apreço peculiar para escolher noras, bom, seu filho havia acabado de ser chutado no sentido literal, e a espada considerava tal atitude como algo a se exaltar, mas não acho que seja plausível julgá-lo, afinal Korra possui vários admiradores por toda Takwon Island, e provavelmente também nas outras ilhas do arquipélago, e na mesma proporção foi a responsável por partir vários corações apaixonados além dos ossos… Mas não é como se alguém pudesse simplesmente ir contrariar os dois argumentos torneados que a mestra da montanha ostenta. Porém tal assunto era rapidamente encerrado com Rim demonstrando toda vossa calma e plenitude mandando o próprio pai calar a boca. Esses jovens mal educados dos dias de hoje.

>><<

No momento que Rim fazia a revelação duvidosa, se é que me entendem, os olhinhos de Juri brilharam de empolgação e um sorriso maléfico formou-se forçosamente nos lábios rosados da morena, mesmo que ela tentasse esconder era bem perceptível que Juri havia tido uma idéia um tanto questionável. - Então se eu fizer assim! - Ela rapidamente colocou suas mãos em cada uma das asas, e começou acariciá-las, percorrendo a nervura superior das asas com a palma macia de suas mãos, e então apertou com um pouquinho mais de força em seus dedos, tomada pela curiosidade de saber qual reação o aperto causaria no celestial, mas não durava muito, afinal era apenas uma maneira de Juri demonstrar afeto, implicando com as pessoas que gosta.

- Ei! - Juri se assustou por um instante ficando com seus olhos rosados bem atentos e contraindo a musculatura da perna ao mesmo tempo encolheu os dedos do pé quando celestial os tocou de maneira repentina, mas ela não desgostava, apenas fora surpreendida, logo o toque gentil das pequenas falanges de Rim fazia Juri relaxar, esticando as pernas e afastou o quadril ficando quase deitada na cama com uma das mãos apoiada no colchão. Quando o dedo indicador de Rim percorria toda a sola Júri parecia ter um arrepio com seus ombros "saltando" e ela perdendo a respiração após inspirar e lentamente soltou o ar. Ao contrário do que poderia se imaginar a região podálica de Juri era bem macia e lisa, indicando que a morena cuida bem deles mesmo com o treinamento intenso de chutes, e também aquele local parecia ser sensível a toques sutis, já que a pouca força que Rim exercia a fazia cravar os dedos no lençol e contrair os tarsos, enquanto mordia o dedo indicador da outra mão que estava dobrado à frente da boca. Na verdade a reclamação de Juri veio apenas depois, quando Rim a soltou, ela não dizia nada, mas suas bochechas haviam ficado rosadas e seu olhar semicerrado com um ligeiro ar de desapontamento em direção ao celestial aparentava que ela estivesse perguntando "por que parou?", Juri desviou seu olhar e recolheu suas pernas as cruzando, porém seus dedos se moviam inquietos.

Naquela manhã haviam muitas revelações sendo feitas por parte do celestial, Juri ficava alguns segundos imóvel processando tanta informação recebida, e sua reação não era racional. - Rinrin pervertido! - Como um reflexo instintivo Juri cobriu o busto abraçando o próprio tórax e chutou Rim com ambos os pés, não era bem chute, ela havia usado a ponta dos pés para empurrar o peitoral de Rim e fazê-lo cair deitado no colchão, Juri parecia zangada, virando o rosto para o lado e encarando Rim com o canto de seus olhos afiados.

Juri ficou calada e ficou apenas buffando irritada enquanto ia na direção do guarda roupa se inclinando um pouco para o interior do móvel e ficando equilibrada apenas pelo pé direito, enquanto apoiava o joelho esquerdo na gaveta do guarda roupas deixando a sola do pé esquerdo visível. - Você devia ter me contado antes Rinrin tarado. - Ela ainda reclamava irritada, e apanhou um top preto curto deixando sua barriga segunda exposta. Juri então voltava a sentar no colchão com os bracos cruzados. - Acho bom você não mentir pra mim de novo, da próxima vou tirar cada pena das suas asas. - Ela o ameaçava com os dedos em formato de pinça, a raiva momentânea havia passado, agora a morena ficava ressentida por seu amigo não ter falo a verdade. - Só não deixa a Aniuê descobrir, se não é capaz dela te chutar daqui até pra fora do arquipélago. - Mesmo que aquelas palavras parecessem um exagero, era realmente assustador visto que Juri falava sem sarcasmo ou implicância, afinal por muito menos a mestra da montanha chutava pessoas montanha abaixo, ela apenas iria precisar de muitos chutes, o que para Korra talvez fosse um incentivo.

- Na verdade a Aniuê já me falou que eu deveria deixar o dojo, e aprender mais sobre o mundo além dos mares do Sul, ela disse até que haveriam pessoas muiiiito mais fortes do que ela, mas a Aniuê é a mais forte de todas, eu apenas gosto daqui é tipo minha casa, mas também gostaria de conhecer o mundo fora do arquipélago a Korra-aniuê disse também que eu tenho muito mais a aprender fora daqui do que ela pode me ensinar além do que já sei. - Juri dobrou os joelhos ficando com as solas do pé no colchão e abraçou as pernas apoiando seu queixo acima dos joelhos, ela estava um pouco triste e confusa sobre o que deveria fazer, estando diante um dilema, a mágoa causada por Rim havia exposto esse lado mais frágil de sua personalidade.



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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 10 EmptySex Jul 17, 2020 11:05 pm


A Feiticeira, a Louca e a Deusa

Para aqueles que não prestaram atenção ao lance, vamos mostrá-lo novamente com a magia do replay imediato:

“Ei, essa cena de nós duas correndo em câmera lenta no pier me lembra até um livro de romance”

...

Ouví-la falar com tanto entusiasmo quanto o meu me deixava só mais agitada, como dar doce para uma criança energética, simulava pulinhos tímidos enquanto ouvia maravilhada ela falar sobre a festa na praia e como tudo não tinha sido só uma alucinação da minha cabeça, ela também aparentava ter aparecido com um das coisas que ganhou naquele lugar, só deixando mais certo de que se tratou, através de alguma forma, uma grande confraternização com pessoas do mundo, mas qual seria o critério para a seleção daquelas pessoas? Hmm…

- Que demais! Então foi, foi tudo verdade MESMO?! Puxa vida, eu deveria ter aproveitado mais o evento, mas fiiiiu, eu fiquei tão cansada de ficar batendo em madeira e bambu por vários dias, teve até uma vez que eu acordei no meio da noite e soquei a parede do dormitório de tão alucinada que eu fiquei, mas ai mestre Raiki sempre foi muito gentil e não tão rabugento na hora de me ensinar, eu também aprendi uma coisa boa de primeiros socorros! Falando nisso você tem alguma feridinha por aí, algo que queria enfaixar? Não fique tão acuada, pode me falar o que quiser - Diria analisando, sem pedir muita licença, usando meu corpo esguio para me enrolar nela e passar por entre as dobras de seu corpo procurando por algum ferimento, provavelmente não teria nenhum ali - Puxa, a pele de vocês gigantes é resistente mesmo, eu fiquei cheia de machucados na mão e no peito depois que eu lutei com um carinha no dojô, era engraçado hihihihi que ele lutava kung fu no dojô de karatê, achei bem estranho no começo, mas deve ser por que ele é gringo ou algo assim - Só uma simples analogia como quem quer dizer “ele não é daqui” - Aí eu mostrei meus ferimentos no peito pro mestre Raiki e ele me levou até a casinha da Mestra que me ensinou algumas coisas com uns livros - Era pouco tempo para reagir para muita informação, mas faria o possível por fazê-lo na mesma velocidade que Ágda levou, ou ainda mais rápido - Que legal! Então agora todas podemos andar juntas sem nenhum problema! Agora a Sky pode conversar com alguém e… e… se divertirem e… - Forçava um choro triste a medida que falava - Fazerem coisas de melhores amigas quando você não estiver aqui - Escondia o rosto secando algumas lágrimas falsas, esperando que ela fosse ficar preocupada ou algo do tipo - É brincadeira! Vou sentir a sua falta, mas eu também gosto dela - Tentei agarrá-la no rosto para abraçar sua bochecha - Você encontrou a Rim na festa não é? Ela disse que estava terminando o treino ou algo assim? Quer esperar mais um pouco antes de ir lá ver? - Tentei procurá-la no horizonte daquela ilha, o que seria bem mais difícil já que ela era bem pequenininha, mas as asas seriam deveras incomuns e seria uma característica boa para destacá-la da multidão - A propósito, obrigada por cuidar de mim lá na praia, eu queria mesmo ter curtido mais um pouco…

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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 10 EmptySab Jul 18, 2020 4:26 pm


Post 25


Ficava calada um tiquinho recuperando o fôlego, mas pouxa! Eu não conseguia falar isso tudo antes, eu acho que a Sky treinou mesmo a respiração hehehe. Eu sabia que ela tiraria de letra. Ficava abobalhada observando a sereia na palma de minha mão enquanto continuava a escutar ela falar, dessa vez num ritmo mais atencioso era mais fácil de entender. - Poxa pra falar a verdade eu não sei, a Sky fez o treino todo eu acho, eu acordei agorinha agorinha mesmo, nem lembro de conhecer o mestre hehe… Aí meu Pai de todos! Será que vai dar problema a Sky ter treinado no meu lugar? Eu nunca consegui antes mas eu acho que a gente pode tentar trocar de lugar… Rápido me desmaia! Me bate forte na cabeça! Rapidinho dói menos.

[...]

- Hmmm, não acho que me machuquei não. - Começava a checar nosso corpo, braço, perna, abria o kimono no estilo de arrebentar botões com os seios saltando pra fora pra ver se tinha algo na barriga… Nada. - É eu acho que não, mas to sentindo o olho meio estranho, olha pra mim? - Pegaria a sereia escalando meu corpo colocando-a de volta na palma da mão e aproximando do olho estranho. - Ai! Dói um pouquinho quando você toca.

[...]

- HÃ?! COMO ASSIM ELE TE SOCOU NO PEITO? - Gritava escandalizando de forma a chegar nos ouvidos de qualquer um perto. - Acusa logo quem é que eu vou esmagar ele! Ninguém bate na minha melhor amiga! - Dava soquinhos no ar imaginando o que faria com o meliante. - Ah tá, era só um treino, me empolguei hehehe [...] Aaaah, não fica assim, você pode ser amiga da Sky também! E eu vou tá sempre sempre sempre por perto juntinha de todas vocês.

[...]

- A Rimrin? Encontrei sim, mas não cheguei a conversar muito com ela, como eu disse foi mais a Sky. - Colocava a mão na boca com aquela carinha envergonha de “eu shippo”. - Ela não falou nada de treino… Se quiser eu te jogo lá no alto pra tu dar uma olhada. Ou a gente pode ir lá na mestra dela, não deve ser longe né? Isso! Vamos lá fazer uma visita! - Começava a me levantar já carregando Honua. - E não precisa agradecer, você faria o mesmo por mim hehe. Ah e não precisa se preocupar, a Sky escreveu uma praia muito legal no diário, lá tem esse esporte sabe? Acho que o nome é Surf, que os humano ficam deslizando na água com barquinhos menores aprece super divertido! Quero ir lá depois, olha! - Mostrava com ânimo a tal "prancha". - Foi a Sky que fez, não ficou incrível? As runas entalhadas são melhores ainda, conta uma história do nosso povo... Foi o melhor presente de quando acordei!

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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 10 EmptyDom Jul 19, 2020 12:44 pm



Vocabulário me faltava assim como certezas, agir agora parecia ser uma deixa para manipular a mente da garota desolada a se mover conforme meus próprios interesses, minhas palavras proferidas seriam apenas um trampolim para direcioná-la em um rumo pré definido daquilo que acredito ser certo, se quero que ela tenha liberdade de expressão preciso deixar que uma escolha seja travada a sua própria margem de pensamentos...Aproximaria me dela de maneira calma, com movimentos serenos e sem demonstrar hostilidade parando a sinais de olhares hostis ou repulsa porém sem desistir da minha decisão, quando estivesse na distância perfeita realizaria um cafuné em sua cabeça até se acalmar puxando a para um abraço apertado e silencioso por alguns minutos, deixando que as cigarras e grilos reinasse por assim dizer sem um único suspiro emanar pela minha mal falada língua.

Retiraria me então para a porta do quarto, com meus pertences em posse e pai amado, punhos cerrados contra a parede para evitar olha para trás:

irei me despedir de Korra, se quiser falar comigo novamente, esperarei mais um pouco em frente a escadaria que levam os espíritos fortes a adentrar esse recinto…Com esse “Estou dando um tempo para pensar” deixaria meus passos me guiarem para fora sem pressa, observando calmamente os arredores e as lembranças que esse lugar me proporcionou, era triste dizer adeus mas tão pouco lamentável partir, demonstrava que havia sucedido em meu objetivo, embora desejasse ter adquirido alguma renda nesse meio tempo para aliviar minha carteira vazia.

Procuraria por Korra, provavelmente ela estaria dando sermões nos alunos então a área de treinamento seria o primeiro e sensato ambiente que procuraria indo em canto a canto nos próximos cômodos se sucedesse ao fracasso até que meus olhos avistassem a dito cujo mentora, Curvaria me respeitosamente diante sua presença demonstrando minha cordialidade e respeito pela aquela que tratara de emprestar uma parte do seu cotidiano para passar seu conhecimento adiante, queria que tivesse sido de maneira menos dolorosas e insana, mas um treinamento continua sendo um treinamento independente dos métodos e ações utilizadas:

Agradeço pela dedicação e disposição pela minha pessoa e pelos cuidados impostos a mim em relação a um lugar para dormir e comida para saciar a fome, estarei partindo para continuar minha jornada se não for de sua desaprovação talvez eu venha a ler escrever para falar sobre meus futuros resultados.

Aguardaria a resposta e o possível chute que viria em parceria a ela, como era o último encontro duvido é muito que ela não se aproveitaria de deixar a sua marca, ou se divertir com meu ser de espírito saco de pancadas como ela havia batizado através dos seus gestos em me amaciar de maneira brusca sempre que possível. Deixaria nada passar despercebido ou em vão permitindo me ficar o suficiente para perder os minutos sem parecer sucessivamente estranho e então me dirigindo a escadaria onde avistara um corpo rolando morro abaixo a primeira vez, me pergunto se ele pretende voltar para uma nova abordagem ou se algum dia ele seria bem sucedido, a vida é repleta de mistérios cada um deles mais volátil e flexível que o último

Sentaria me ao primeiro degrau esperando, a neve era traiçoeira mas também uma ótima maneira de se contabilizar o tempo,quando sentisse que estivesse cobrido o maximo de minha capacidade se ela ainda não houvesse de aparecer levaria isso como o desfecho partindo. Do contrário olharia para ela se aproximando dando uma relação pre definida de reação de acordo com suas medidas tomadas, não como se não tivesse ensaiado tudo enquanto esperava mais já queria estar preparado para o pior ou o melhor da situação.

-Acho que aqui que nossos caminhos se separam então…Com uma expressão cabisbaixa era o que me restaria se a despedida fosse o rumo determinado, puxaria-a para um último abraço e se a oportunidade aparecesse selaria meus lábios de encontro aos seus.Sem arrependimentos.Concluiria correndo degraus abaixo para me encontrar com as outras no ponto de encontro, erguendo me o braço em sinal de aceno tardio, cantarolando baixo para espantar as mágoas.

-Sempre tem espaço para mais um nesse barco. Ironizava se seu desejo fosse se juntar nessa aventura sem rumo, erguendo a palma de minha mão a sua frente para um high-five,envolvendo seus ombros com meus braços enquanto descíamos juntos apontando para todo o horizonte com brilho emotivo.Você vai ficar maravilhada com o mundo a fora, ja estive em tudo que é canto vou te mostrar uns lugares interessantes, tenho apenas que me juntar às outras para terminamos o treinamento.

Dessa vez iria de barco, ao menos se estivesse em meu orçamento ou não fosse taxado pela viagem, atravessar aquela ponte novamente parecia para mim suicídio dado a situação em que me deparei sem nem ao menos chegar nessa ilha sozinho. Traçaria meu rumo até onde pudesse avista-las e com convicção e entusiasmo levantaria o folego brado vendo que era a atrasada da vez e a última da chamada a se apresentar:

Oi!Vejo que estão todas aqui!Desculpa o atraso,vamos logo para a próxima etapa!

Informações:
 

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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 10 EmptyQua Jul 22, 2020 9:04 pm



Ágda. e Honua.

É óbvio que a dupla de melhores amigas não iria economizar palavras ou fôlego para compartilharem cada detalhe de todas as aventuras vivenciadas tanto no arquipélago quanto na ilha que mais parecia um alucinação, e a não ser que Ágda e Honua tivessem tido o mesmo sonho aquele episódio havia realmente acontecido em suas vidas, e os novos acessórios da gigante loira também comprovam a realidade dos fatos. E como a técnica que elas estão aprendendo começa com respiração, não é difícil imaginar que o fôlego seria rapidamente recuperado, e o falatório insano voltaria em poucos segundos.

Mas nem todas as histórias compartilhadas eram agradáveis, e Ágda deixava absurdamente claro seu descontentamento com o meliante esmurrador de sirenas, ao longe os pássaros voaram em bando piando escandalosamente como matracas assustadas, cavalos relincharam ficando apoiados apenas nas patas traseiras e se debatiam de com susto por causa do gigantesco grito proferido por Ágda, além de algumas, não houve grandes estragos, provavelmente se houvessem casas por suas estruturas teriam sido abaladas e muito incidentes ocorreriam, imagine se alguém estivesse carregando uma pilha de pratos nesse momento… Claro que os condutores de carroças e carruagens ficaram desgostosos com a gigante, mas após acalmarem os cavalos nenhum deles reclamou, afinal a loira possuía incríveis 10 metros de altura, e facilmente os esmagaria de quisesse, eles apenas olharam feio para Ágda e seguiram viagem.

E é natural pensar que super melhores amigas se preocupam uma com a outra, tanto Ágda que cuidou de Honua durante o coma alcoólico da sereia, e agora Honua retribuía o cuidado, fazendo uma busca minuciosa por qualquer ferimento que a gigante pudesse estar escondendo, havia o olho roxo, perfeitamente visível para a sirena, porém não era o suficiente para a tão caridosa Honua. Parecia ter sido algo combinado, Ágda puxou o decote para frente e Honua mergulhou entre os montes fofinhos da gigante É inveja que fala né?, a sereia mostrava o melhor de sua raça, navegando pelas ondulações do corpo voluptuoso de Ágda, talvez seja um tipo diferente de surf, Honua deslizava pelo busto, até alcançar barriga, então descia pelo quadril deslizando em torno dele e escorregando pelas coxas de Ágda, tal esforço demonstra o quanto Honua se empenhou em buscar por qualquer machucado, apenas comprovando sua índole altruísta e generosa, afinal amigas fazem esse tipo de coisa uma pela outra não? Apenas irei recordar-me de tal magnífica cena para caso algum dia Honua decida brincar de médica… Se é que me entendem…

A diferença entre as raças, cada uma com peculiaridades tão distintas, mas é o que justamente as torna perfeitas a sua própria maneira, as escamas da sirena em conjunto com seu corpo esguio percorreram a pele resistente da gigante, e essa havia sido uma experiência agradável para ambas, as diferentes texturas pareciam ser harmonizar com aquela aproximação, que apenas mega melhores amigas que se importam muito uma com a outra poderiam ter, não havia malícia alguma por ambas as partes, mas a sensação agradável ao tato era inevitável para as duas. Se antes estávamos em um livro de romance, creio que agora seja o capítulo onde as heroínas se apaixonam? Nah...


Rim

- Tarado…! - Juri brincou quando sentou-se abraçada por Rim, ela não era do tipo que ficava muito tempo cabisbaixa, um sorriso travesso com os dentes a mostra estampou o belo rosto de Juri, sua voz soou um pouco baixa, mas ainda era divertida. - Suas mãos são tão pequeninas… Mas elas podem fazer uma grande bagunça. - Comentou Juri um pouco pensativa, ela não parecia estar envergonhada, mas após as palavras serem ditas Rim notava os dedinhos do pé da mulher se encolhendo e escondendo-se por entre o colchão, Juri aproveitava o cafuné, mas inclinava a cabeça para baixo, como se quisesse pedir carinho logo abaixo da cabeça e na nuca, e quando foi afagada ali Juri revirou brevemente seus olhos rosados e os fechou, então mulher começou a fazer carinho com o rosto no peitoral do celestial, era como lidar com o felino que apenas aceita esse tipo afago quando bem entende, e essa afirmação se comprovaria verídica com Juri gemendo baixinho como se estivesse ronronando. O celestial deixava o quarto, Juri a princípio não se movia, permanecia abraçando os joelhos mas esboçava um sorriso largo para Rim antes do celestial deixar o quarto.

Korra estava no tatame do dojo quando Rim a avistou, a mestra da montanha exercia sua função, aplicando treinamento de chutes para os alunos, parecia ser uma aula mais avançada, os chutes eram feitos em sequências repetidas até terminarem com um chute giratório com o calcanhar. - Então você vai mesmo partir coelhinha. - Ela afirmou o óbvio, mas parecia um pouco infeliz, talvez gostasse da companhia de Rim, ou era seu carinho de tutora pelos alunos falando. - Não mandei parar! - Korra chutava as costas de um aluno que relaxou após ver a mestra conversando com Rim, então os alunos logo acertaram a postura e voltavam a treinar determinados.

Korra cruzou os braços abaixo dos seus observou o discurso de despedida feito pelo celestial, era algo que valia a pena apreciar, Korra esboçava um sorriso orgulhoso pelo canto de seus lábios. - Sim, sim, eu sei que sou incrível. - Aparentemente o sorriso orgulhoso era para si própria que recebia os agradecimentos de seu pupilo, a mestra apoiava ambas as mãos na cintura e estufava o peito num ar de convencimento. - Aguardarei ansiosa por notícias suas. - O ar travesso havia de dissipado, agora o olhar agressivo de Korra estava refletindo grande apreço por Rim, Korra levou sua mão até o topo da cabeça do celestial e afagou-lhe os cabelos por alguns longos segundos. - O caminho que escolheu traçar está além das capacidades de um guerreiro, suas batalhas podem ser mais árduas do que a de qualquer outro, desejo profundamente que tenha sucesso quando passar por aquela porta, não poderei mantê-la protegida longe daqui, então use a energia tenaz das montanhas para fortalecer seu espírito. - Korra havia se inclinado, os olhos castanhos e intimidadoramente belos da mulher estavam fixados aos do celestial, sua voz soava gentilmente porém carregada de determinação, a sensação era a mesma de encarar uma tigresa, mas o olhar de Korra parecia que ela estava oferecendo os últimos cuidados a um filhote prestes a deixar a toca para aventurar-se sozinho. Era uma despedida digna de um mestre Wushu para seu discípulo.

Mas estamos falando da mestra que se diverte atormentando seus alunos, é óbvio que não seria uma despedida melodramática. Korra deslizou sua mão até a nuca de Rim, e apoiou com firmeza seus dedos abaixo da cabeça do celestial, enquanto a outra mão da mulher percorria as costas de Rim, até parar atrás do quadril, Korra puxou Rim para mais próximo de si. - Mas coelhinha se caso haja outras necessidades para serem atendidas, lembre-se que estas pernas não foram esculpidas apenas para chutar. - Korra sussurrou maliciosamente no pé do ouvido de Rim, a respiração calorosa da mulher era sentida na pele do celestial, seu olhar possuía um intenso ar lascivo, seus dedos aveludado acariciavam o celestial. Então Korra se desvencilhou de Rim, dando alguns passos para longe, a mulher fitou o Rim por cima dos ombros e piscou com um olho, o sorriso travesso e cômico de uma criança arteira voltava a adornar seu rosto. Talvez fosse uma piada, ou uma justificativa do porque nenhum pretendente havia conquistado o coração de Korra, a mestra da montanha talvez tenha apreço por outro gênero, este seria outro mistério volátil e flexível, mas talvez haja algo rígido no corpo do celestial neste exato momento, a espada que não se carrega na cintura. E também era uma maneira de Korra deixar sua marca. - Parem moleza! - Outro aluno recebia um chute nas costas e o treinamento no dojo da montanha prosseguia normalmente.

A neve caía vagarosa, mas não era o clima que impedia o ser alado de voar, Rim apenas aguardava paciente, as asas de coloração oposta não mais se encolhiam tanto diante o frio da montanha como no primeiro dia, mas sem sinal daquela que faria-o alcançar vôos ainda maiores, o celestial partiu um passo de cada vez, até chegar no início da colina onde um sujeito desafortunado rolou morro abaixo. - Ei! Me espera Rinrin apressado! - Ela havia demorado, mas estava lá, acima da escadaria a frente do dojo, seus cabelos penteados lembrado dois chifres, as roupas ligeiramente diferentes, um top rosa com detalhes em preto e uma calça branca com um "decote" peculiar na região pélvica, que por sinal parece ter sido desenhada por artista talentosíssimo, o clima gelado realmente não parece afetá-la.

Juri colocou as alças de sua mochila acima de um ombro e corria na direção, ela ergueu a mão para o "high-five" mas passou em branco, o braço de Juri laçou por trás do pescoço de Rim, então Juri o puxou contra seu corpo, dando um caloroso abraço, talvez caloroso demais, devido a brusquidão do gesto. - Vamos causar a maior bagunça nesse mundo. - Juri se empolgava com a as palavras de Rim sobre haver mais uma vaga no barco, mas talvez sua natureza caótica possa criar alguns empecilhos extra durante a viagem, ou então o contraste das personalidades possa fazer com que ambos brilhem mais, isto não cabe a mim dizer agora. Juri asfixiava propositalmente o rosto contra o seu corpo, ela não demonstrava mudar de comportamento após a descoberta, porém os olhos dela estavam um pouco avermelhados e fundos, como se tivesse acabado de chorar, provavelmente após uma despedida emocionante com uma certa mestra da montanha, mas Juri tentava esconder isso da maneira que podia.

O BONDE TODO CARALH#!

A sereia chorava com lágrimas de crocodilo, não era muito difícil identificar que tratava-se de puro fingimento, mas para alguém com menos maldade no coração como Ágda possa não perceber, porém o fingimento não durou muito, e Honua na verdade revela-se feliz com Sky ser a hiper melhor amiga de Rim.

O celestial por sua vez voltava pela trilha que antes quase fora congelado vivo, mas como Juri conhecia muitas pessoas em Snow City conseguir uma carona de carruagem não foi difícil, assim polpando o tempo de espera e disponibilidade de alguma embarcação para Karate Island.

O bonde das maravilhas… Trio de melhores amigas estava finalmente reunido, com agora uma nova integrante, formando assim um quarteto, ou quinteto se contar que a gigante vale por duas. As asas de Rim eram realmente um diferencial entre as pessoas mesmo com sua estatura baixa era fácil distinguí-lo após descer da condução. Sem que Ágda precisasse praticar o esporte conhecido como arremesso de sereia para encontrar Rim, imagine se alguém atrapalhada igual a gigante loira jogasse Honua para alto, as chances de algo dar muito errado são altas. - WHOOAAH! Uma gigante e uma sereia! Você não me falou que suas amigas eram tão surpreendentes. - Juri reconhecia as raças de Ágda e Honua, talvez já houvesse cruzado com um outro integrante da espécie durante a vivência no arquipélago, a mulher de cabelos negros ficava boquiaberta dizendo num tô de voz alto repleto de surpresa.



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