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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Phantom Blood

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MensagemAssunto: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 9 EmptyQua 22 Jan 2020, 14:14

Relembrando a primeira mensagem :

Phantom Blood

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Kauwela Honua, Ágda Skyblazer e Masaki Rim. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 9 EmptySeg 22 Jun 2020, 20:41

 

Sky.

**CRECK!! Todos os ossos do punho de Sky foram trincados. 20 Post de descanso após o tratamento para recuperação total… O que? Tô falando sério... Tá, tá, foi só uma piada, povo sem senso de humor… u.u

>><<

- Mas quem falou pra você esquecer de algo, ou deixar algo pra trás o imundiça. - O loiro suspirava um pouco irritadiço. - Isso que dá ficar querendo meditar demais, começa a pensar coisa que não deve. - Zwluak sacudia a cabeça em negação fingindo estar emburrado, mas logo deixava escapar uma gargalhada abafada zoando de Sky. - A respiração e todo esse marasmo é essencial pra se desenvolver o início da "respiração mística". - Zwluak fazia aspas com os dedos. - Mas quando tu for braba mesmo nem vai precisar se concentrar, a energia do fogo irá fluir por seu corpo de maneira tão natural quanto respirar, e tu ainda vai poder usar todo esse ódio dentro de você pra deixar a respiração mais potente, apesar de eu particularmente sugerir que busque um psicólogo, se continuar tão carrancuda assim logo menos tu vai fica cheia de ruga na cara e cabelo branco. - Zwluak estava realmente aconselhando Sky… Apesar das palavras talvez não serem as melhores, mas seu olhar era de alguém bastante compreensivo.

**CRECK!! A gigante ruiva lentamente abria um de seus olhos, e tudo parecia exatamente igual, afastando o punho em contato com a rocha era possível enxergar uma rachadura pequena em formato estrelado com várias pontas, as ranhuras então se espalharam pela superfície rochosa como filamentos de raio retorcidos, e foram se aprofundando no cerne da pedra, até aquela rocha enorme se fragmentar caindo sobre si mesma e levantando uma nuvem empoeirada de areia com os pedregulhos caindo no chão. - COF!! COF!! COF!! Oporra! Que fumacê da peste. -

Zwluak tossia e abanava a areia que se espalhava ao redor de si, enquanto Sky não tinha os mesmo problemas afinal aquele nevoeiro mal alcançava os joelhos da gigante ruiva. - Não imaginava que fosse conseguir tão rápido piveta, você realmente me impressionou com essa. - Com a nuvem de areia se dissipando Zwluak sentava-se com as pernas cruzadas olhando para sua aluna aprendiz de baiana, ele sorria genuinamente alegre enquanto seus olhos brilhavam surpresos.

>><<

- É piveta, você passou, mas agora quero ver tu pôr em prática mas como…. - O loiro permanecia sentado dessa vez realmente meditando/pensando em algo. - JA SEI!! - Zwluak berrava de empolgação enquanto socava a palma aberta da mão esquerda com o punho fechado da direita. - Bora! Tu vai sair no braço contra os calango. - O mestre do deserto então se levantava batendo a poeira do quimono. - Mas se quiser a gente deixa pra amanhã e tu cuida dessa mão. - Zwluak esperava por uma resposta.

Era começo de tarde quando Sky conseguiu destruir a pedra, após várias e várias repetições, e sua mão não estava fraturada, então se ela quisesse deixar para outro dia a próxima etapa, Zwluak simplesmente voltaria até a praia e ficaria deitado tomando água de coco abaixo da sombra do coqueiro. E não iria mais a mente da gigante até o fim do dia.

>><<

De qualquer maneira Sky seria guiada novamente pelo mestre loiro grudento, mas dessa vez apenas os dois, e iriam seguir até o oásis onde Sky banhou-se nos últimos dias, de águas mornas que estragaram o humor dela...(vamos fingir que acreditamos)... Mas a icônica dupla de mestre e aprendiz preguiçosos seguia além da lagoa, caminhando por mais alguns minutos, logo era possível ver ossadas de diferentes animais sobre a areia, e os ossos pareciam estavam a muito tempo, pois não havia qualquer sinal de material orgânico além das ossadas.

Assim como a quantidade de lagartos aumentava, o tamanho de alguns deles era de quase 3x mais que o mestre do deserto, mas nem mesmo estes se aproximavam muito por medo da gigante, mas ficavam encarando a dupla friamente, acompanhando-os apenas com os olhos do alto de algumas dunas. - Chegamos piveta, esse é seu colega de treino, o maldito fica o dia inteiro deitado tomando banho de sol e dormindo, além de ter aprendido a respiração do fogo sozinho depois de eu ter dado uns cascudos nele por ter tentado atacar o dojo. - Zwluak apontava para frente, e ele estava um pouco zangado e parecia desprezar o indivíduo em questão pois o mesmo fica o dia inteiro deitado…

Sky poderia enxergar a sua frente um verdadeiro oásis por assim dizer, uma lagoa tão grande quanto um rio onde a gigante poderia facilmente nadar e mergulhar nele, com árvores altas com longas folhas verdes, a vegetação em volta também tinha uma coloração esverdeada bem marcante, grama alta cobrindo toda a borda do lago, a água cristalina reluzindo os raios solares. E deitado na grama, numa pose bem parecida com a de um certo loiro que usa quimono vermelho, estava um lagarto de pele verde escura, com dois chifres queratinizados saindo do topo da cabeça, braços grossos e cheios músculos como se fossem rasgar a pele, apesar de ter pernas curtinhas e até mesmo finas em comparação aos braços… Parece que até mesmo os répteis marombeiros pulam o dia de perna, e também o lagarto possuía uma longa cauda. E diversos outros lagartos de cor verde bem clara ao redor de si, provavelmente fêmeas.

Vendo a gigante se aproximar o réptil logo se colocou de pé, ficando um pouquinho mais baixo do que Sky, mas os "chifres" o faziam parecer maior, ele socava os punhos um contra o outro e parecia rugir querendo intimidar a gigante. - Divirta-se piveta se não aguentar o tranco pede arrego que eu salvo tua pele. - Zwluak estava sentado novamente com as pernas cruzadas, acenando despreocupadamente para sua aluna, enquanto os demais lagartos simplesmente o evitavam, mas não poderei dizer o mesmo sobre Sky, visto que alguns répteis menos literalmente a devoravam com os olhos.


Honua.

O dia de Honua fora bem cheio e corrido com a sirena tendo de lidar com diferentes pacientes, personalidades distintas, problemas variados, não havia uma fórmula mágica para resolver todos os problemas, mas sim inúmeros procedimentos que deveriam ser seguidos para os diferentes tratamentos serem realizado de maneira adequada.

Não havia sido um desempenho perfeito por parte da sirena que sem querer arrancava alguns gemidos doloroso e lamúrias de pacientes por "pesar" a mão em alguns momentos, mas Shizuka ficava ali o tempo todo para orientá-la, e assim maiores agravantes foram evitados, e com a prática os procedimentos se tornaram quase que automáticos e mais fáceis de se realizar.

- Não foi ruim para o primeiro. - Shizuka dizia querendo elogiar a sirena, apesar do semblante rígido permanecer congelado na face. - Você poderia trabalhar aqui como temporária, iria conseguir algum dinheiro. - A sugestão era sincera e a mulher agora olhava para Honua com um ar mais leve. - Se precisar de algo a mais ou quiser aprender outra coisa sabe onde me achar, ou te apresentar alguém mais apto a te ensinar. - A mulher iria esperar por alguma resposta antes de se virar e voltar para sua cabana.

É começo de noite a lua crescente já está subindo aos céus que por sua vezes estão mudando de azul escuro para o total negro da noite, algumas nuvens cobriam a luminosidade natural e ofuscavam as estrelas brilhantes.


Rim

Juri olhava fixamente para Rim com suas mãos apoiadas no colchão, os olhos rosados da mulher ficaram estáticos por alguns, piscaram duas vezes e… - Ngghh...PFFF!!! MWAHAHAHA MWAHAHAHA!! - Juri abraçava com força a própria barriga e parecia ter um ataque de risos, rolando de um lado para o outro com as costas apoiadas, balançando suas pernas para cima e para baixo fazendo os pés baterem no colchão algumas vezes. Após alguns segundos de gargalhadas malignas incontroláveis, Juri massageava a própria barriga, enquanto ofegava pela boca em meio às risadas, então a morena sentou-se novamente na cama enxugando algumas lágrimas abaixo dos olhos com os dedos indicadores. - Você realmente tem bolas Rinrin. - Juri se apoiava com as mãos na cama e saltava até o colchão, indo até o lado do celestial e o envolvendo pela cabeça usando o braço, fazendo Rim ficar com o rosto colado em sua cintura. - Eu adorei essa sua determinação e jeito de pensar. - E numa demonstração de carinho Juri cerrava o punho e começa sal esfregar contra o topo da cabeça de Rim, o que além de causar um pouco de dor lhe bagunçava os cabelos. - Mas é melhor você não ser só conversa, ou então vou acabar com raça. - Juri se desvencilhava dp celestial e agora sorria de maneira muito meiga com seus olhos brilhando num ar de fofura.

>><<

Em meio às broncas motivacionais de seu coach espiritual Rim passou alguns dias seguindo o mesmo treino, subindo e descendo montanhas cada vez maiores, seu pequeno corpo já não sofre mais tanto com as baixíssimas temperaturas, além de parecer mais fácil de se respirar ali, os músculos logo se tornaram rígidos como se estivessem sempre contraídos, e o celestial sentia seu interior e exterior se tornando cada vez mais resiliente, a cada passo dado, a cada montanha escalada, deixava Rim mais próximo de tornar-se uma montanha.

As quedas ainda aconteciam principalmente por culpa da mestre Korra que era muito criativa e parecia ter muito tempo livre para atazanar seus pobres e frágeis alunos, com travessuras e sustos para derrubá-los. Porém além de Korra o celestial havia conseguido um novo fã de suas performances em queda livre, o icônico notando o progresso do celestial passou a sabotá-lo, pulando sobre pedras, derrubando neve, tudo para depois começar a gargalhar no linguajar dos cabritos. - Béé hé hé hé! - Ele até mesmo mudava a entonação de sua risada para algo mais malicioso nas poucas vezes que conseguia sabotar o celestial de maneira efetiva.

>><<

Numa bela manhã nevada tão fria como todas as outras. - Bom dia coelhinha!! - **onomatopeia de um tapa sendo bem dado na parte interna da cocha** - Suas perninhas ainda parecem tão magricelas, desse jeito não vai sair daqui nunca. - Korra sorria perversamente e apertava com força nos dedos apenas para causar um pouco mais de dor em seu aluno, que mesmo com a resiliência adquirida ainda não era páreo para o aperto sádico da mestra da montanha. - Certo, coelhinha agora você vai subir aquelas montanhas sem usar as mãos, se precisar de ajuda posso amarrá-las bem firme nas suas costas, e não se esqueça de fazer muitos agachamentos. - Korra sorria de maneira maléfica deixando nítido que havia segundas, terceiras, e sabe se lá quantas intenções ocultas naquele comentário.




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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 9 EmptySeg 22 Jun 2020, 21:24


Uma luz azul me guia, com a firmeza e os lampejos do farol

Puff Puff … - Fiiiiu, foi um dia puxado - Secando o suor na testa com as costas da mão, parecia que eu estava em mais um dia naquele dojô, mas ao invés de quebrando os ossos eu estava ajudando a remenda-los, que ironia. A sugestão da minha nova mentora era uma boa, talvez passar alguns dias em alguma pousada ou no dojô, se Raiki permitisse, o que seria incômodo de minha parte ocupar um espaço por lá sem fazer parte da equipe de treinamento; continuar por ali e arranjar um emprego, mas eu não posso esquecer do real motivo de eu ter vindo para cá, o povo de Baterilla ainda precisava de mim.

- Acho que sim, ha… Mas aqui eles estão em boas mãos - Fitei-a querendo deixar um pouco claro de quem eu estava falando, mesmo que ela não fosse do tipo que frequentava aquele lugar com maior frequência, mas pude perceber que vez ou outra aparecia para dar uma mão ou talvez um alô - Algumas coisas me esperam em Baterilla… Ainda tenho de me encontrar com a Aggy e a Rim, não faço muita ideia de como elas estejam, talvez eu vá para o deserto amanhã de manhã -

Não haviam mais muitas coisas que me prendiam por ali, ok ok! Eu sei que fiquei dando uma bela de uma espiada ligeira naqueles livros de toxicologia, mas parecia tão errado usar misturas de plantas para o mal - Toxicologia, eu gostaria de aprender antes de partir, acha que temos tempo o bastante? Se não tiver, posso levar um daqueles livros sem problemas hshshsh - Comentei esperando um golpe na cara, talvez outro daquele peteleco na testa, as pessoas tinham apreço pelos livros de uma forma genuinamente estranha, quero dizer, eu gosto das coisas e o conhecimento que armazenam são tão igualmente magníficos, mas não acha um pouco demais alguém surtar por uma página amassada ou usar a orelha como marca-páginas?

- Tudo bem, não me importo em ficar mais um pouco e aprender, tem como fazer mais um pouco daquele chá? Adorei ele, ei deixa eu te falar, por qual motivo vive aqui tão solitária em uma floresta tão mórbida? É algum lance de família e sentimentos? Tudo bem se não quiser me contar -

Do passo distante, bem, posso dizer que seguiria a mulher caso ela concordasse em me treinar mais um pouco, ao caso que se ela me negasse e, posteriormente, indicasse um outro tão igualmente bom e habilidoso quanto, passaria a noite no dojô como uma última visita aos alunos que me recepcionaram tão… neutralmente bem, essa palavra existe?



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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 9 EmptyTer 23 Jun 2020, 02:13


Post 21 - Treino 5/5

A medida que via as rachaduras se formando não podia deixar de escapar o sorriso com dentes afiados. Comemorava no desabar da rocha, mas não gritava, gargalhava nem bradava vitoriosa, comemorava em silêncio, com um sentimento de… Alívio. Olhando pro próprio punho notei que aquela sensação “quente” havia desaparecido, não conseguia evitar de lembrar as palavras de Zwluak, talvez eu tivesse exagerado com o que falei, talvez tenha sido desnecessário, mas me sentia tão leve agora, e o que ele havia dito foi tão… Reconfortante, não preciso negar nada, estou quase chegando lá, essa sensação, preciso sentir mais uma vez antes que esqueça.

Ficava encabulada com seu elogio, percebia que era sincero, não sabia muito pra onde olhar, nem como reagir. Depois de mostrar aquela forma patética não poderia estufar o peito e falar qualquer merda arrogante. Apenas sorria genuinamente feliz. - Isso não foi nada demais… Mesmo.

***

- Contra os… Calango? - Não conseguia evitar de lembrar naquela ruiva da ilha que virava um calango estranho, escutar a palavra dava-me até vontade de rir, mas segurei afinca. Pensava um pouco na proposta, olhando pro céu e massageando o punho esquerdo. - Tudo bem, ainda tem bastante Sol. - Mostrava o punho esquerdo confiante e sorridente. - E eu ainda tenho a outra mão.

Novamente seguia o mestre baiano pelo deserto, mas antes que partíssemos, chamava sua atenção uma última vez. - Ei Zwluak… As merd@s que eu falei antes, não era sério falou? Vamos só esquecer que rolou qualquer coisa. - Continuava então em silêncio.

***

- Colega de treino né? - Estava incrédula em ver como a coisa se comportava, e isso roubaria exclusivamente minha atenção se não fosse o comentário de ele… Aprendeu a respiração do fogo sozinho?! Mas que diabos… - Não sei não, acho que ele se inspira em você. - Não podia deixar de comentar. - Talvez seja um grande fã que só quer sua atenção? - Era a única hipótese para aquele comportamento preguiçoso, não! Eu não posso aceitar que esse era o costume comum dos praticantes da respiração, eu não aceito um futuro tão deplorável!

- Talvez você devesse prestar mais atenção no pedido de arrego dele. - Confiança era a única coisa ao meu favor ali, até os lagartos melhores que encaravam como se eu já tivesse perdido, desgraçados! - Ei ei ei! Ele bateu os punhos pra mim? Filha da Pu#@!!! - “Rugia” de volta. - Vou te ensinar a não bater os punhos pra mim, você que vai ser esmagado aqui filhote de $#@$@.

Não estava brava de verdade, é claro, apenas tinha me empolgado com o prezado calor da batalha, e com a atitude do animal, imaginar Zwluak no lugar era fácil, seria a vingança por todos esses dias! Fazendo um movimento fechado com o pé sentia a areia passando pelos dedos, dava mais uma última respirada profunda e então… Partia pra cima do calango. Aproximaria-me direta e sem muita classe, um direto de esquerda mirando o focinho, já com o braço direito erguido em guarda, cobrindo o rosto e parcialmente o peito.

Após o primeiro golpe recuaria um passo, erguendo ambos braços em uma posição padrão de lutadora, braços levantados e cabeça um pouco abaixada, protegendo as mesmas duas áreas citadas antes. Não era uma tentativa de bloqueio, não não, mantinha a postura firme protegendo as regiões mais fracas do corpo, mas também expondo tanto o tronco quanto a região da testa para golpes, não pretendo me esconder atrás de defesas ou evitar golpes, vai ser uma trocação franca de porrada.

Esperaria o próximo golpe apenas para aproveitar as brechas com cruzados e diretos de esquerda, sempre aceitando os golpes mas também devolvendo-os. Quando o calango parecer se acostumar com meu padrão começaria a utilizar a direita com jabs fracos de distração, até o momento em que ele se acostumar o suficiente para que eu possa tentar socos mais fortes o braço direito igualmente ao outro.

- Tsk, nada mal! - Elogiaria o animal me afastando após alguns golpes trocados, cuspindo o acúmulo de saliva no chão e qualquer aglomerado de sangue que possa ocorrer por golpes no rosto. Estava curiosa, não com o fato de ele ter aprendido Wushu sozinho, mas mais como ele de fato usa, queria sentir seus golpes, o calor de seus punhos e absorver esse calor para o meu corpo, pegar sua técnica e replicar contra o próprio, aproveitaria essa luta para evoluir e por isso me recusei a desviar de quaisquer ataques, aceitando todos de bom grado enquanto continuaria a revidar no mesmo padrão.

Manteria o ritmo e trocação frenética enquanto minha resistência permitir. Focando não só na respiração de fogo do calando mas na minha própria, tentaria relembrar o que senti quando soquei aquela pedra, enquanto associava a mesma sensação com a técnica usada contra mim. Uma vez que me sentisse confiante para replicar o feito daria um basta na luta.

- Se liga só lagartão. - Após tanto tempo no mesmo ritmo, quebraria a rotina surpreendendo o calango com uma joelhada esquerda na barriga. - Eu não pulei o dia de perna. - No entanto ao invés de deixar que ele simplesmente caía ou recue para trás, com a mão direita agarraria seu chifre puxando-o em nossa direção, enquanto o punho esquerdo já completaria o movimento com um gancho no mesmo lugar da joelhada. Tentava criar a janela necessária pra acabar as coisas, dessa vez soltando o chifre do animal e deixando ele cambalear para trás, concentraria todo os esforços do treino até aqui em meu punho direito, relembrando a sensação de antes poderia sentir, mesmo que em uma intensidade mais fraca, a sensação de mormaço de antes, meu corpo fervia levando a um último direto de direita mirando a fuça do animal.

Gifzin:
 

- Ei! Acho que já basta não? - Olhava pra Zwluak de relance. - Eu não to afim de matar o seu maior fã.
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• Múltipla Personalidade
• Devoção (Encontrar as Relíquias do Ragnarok)
• Fantasia (Escreve no próprio idioma)

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• Astronomia
• Navegação
• Pilotagem

Ofício: Navegadora

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Dano - Habilidoso
Acerto - Normal
Pontaria - Inábil
Esquiva - Inábil
Bloqueio - Normal
Resistência - Normal
Objetivos

Encontrar os Outros
• Aprender Hamon (Wushu)
• Aprender a surfar
Comprar um diário e caneta ou pena com tinta (tamanho gigante)
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• Aprender costura como Ágda
Aprender Capintaria
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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 9 EmptyTer 23 Jun 2020, 22:56



Treino 4/5
Nunca cheguei a questionar que as coisas poderiam ficar mais difíceis, vindo de uma mestra com desejos e intenções claras como a minha era de se esperar que minha estadia aqui seria como um adorável poema de um artista amado se aventurando cada vez mais pelos círculos do inferno. A história seria ainda mais bem recebida pelo público se houvesse uma ou mais heroínas para enriquecer o conto mas a realidade às vezes se prova tão fria quanto as cordilheiras que escalo, com seus bodes traiçoeiros e quedas perante o abismo afundando seu corpo em meio a neve com risadas de deboche e satisfação percorrendo seus ouvidos.

Esperava pelo menos que  o tempo de uma mudança para a outra fosse relativamente maior para poder me adaptar com aquilo que já aperfeiçoei. “Vai ficar se lamentando nesse monólogo mental ou vamos direto para a parte que interessa? Não sei porque esta se doendo todo, eu estou subindo com você e sequer tenho membros!” Gostaria de deixar evidente o fato de que eu o estava carregando esse tempo todo, mas em respeito ao meu pai decidi apenas deixar de lado e aceitar sem me aprofundar tanto em pensamentos.
 
Se eu usasse as mãos mesmo por um instante ou inconscientemente com certeza ela manteria a ameaça e amarraria elas sem piedade, isso me deixaria em maus lençóis pois me impossibilitaria de usar outras partes que não foram completamente riscadas da lista. Acho que ela vai ficar irritada com a gente quando conseguirmos, embora não venha a ser nada fácil. Sentia certa solidariedade vinda da bainha como se leves tapinhas fossem emanados.

“Espero que leve isso como lição e venha a se casar logo” Que estranha reviravolta era essa. Paaii!???. Era evidente seu deboche e um quanto tanto inesperado. “Se demorar para encontrar seu par vai ter que se decidir por uma genialidade como sua mestra, acha que as garotas tradicionais não são pegas em sua plena juventude?. Ainda assim não sei se estamos na idade certa para falar dessas coisas ainda tenho muitas coisas em mente para fazer e casamentos geralmente acabam em acomodações e não estou preparado para parar antes mesmo de acreditar ter começado.

Visando mudar subitamente de assunto não me restava nada além de me dedicar tanto ao ponto de suas palavras se tornem inaudíveis, começaria alongando meu corpo novamente, com foco nas pernas, braços e ombros. Alterando um pouquinho minha rotina em comparação as anteriores, forçando a escalada usando os pés e usando as asas para chegar em lugares mais altos através de saltos, planando suavemente durante a queda para apoiar me nas próximas extremidades, possibilitando minha escalada. Com as coxas forçaria o restante do corpo para cima até que novamente meus pés sejam minha base de sustentação, indo devagar e sempre adiante evitando de utilizar as mãos mesmo em situações de pânico no pior dos casos me entregando a queda amortecendo a de forma habitual, não caindo no desespero total.


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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 9 EmptySex 26 Jun 2020, 05:34




Sky.

Zwluak havia apenas "abanado" o ar despreocupadamente em sinal de negação para Sky quando a gigante parecia se desculpar pelas possivelmente grosseiras ditas anteriormente. - Esquenta com isso não piveta. - O loiro não levava como ofensa ou ficava ressentido, isso porque a reação de Sky não foi tão ruim quanto as de alguns de seus alunos que o tentavam desafiar movidos pela raiva, apenas para levarem alguns cascudos e perceberem a imensa diferença de força.

>><<

Ei, alguém me trás uma escova e sabão, em tamanho extra grande por favor, tem uma certa gigante que precisa melhorar o palavreado aqui!! De alguma maneira o "lagartão" compreendia os impropérios ditos por Sky, e começava a apontar o dedo para a ruiva e logo em seguida socava os punhos com mais força. - SKEESSH! SKEESSH! SKE#@&%!!! - O que? Esse réptil abusado falou isso mesmo da Sky? Meeeee, eu não deixava.

Piadas à parte, a gigante boca suja levantava uma pequena cortina de areia arrastando partindo em disparada contra o réptil, o lagarto por sua vez fazia o mesmo, porém a distância percorrida era menor devido ao tamanho reduzido de suas pernas. A primeira troca de golpes das feras gigantes ocorria com os punhos de ambos se acertando, o direto de esquerda feito por Sky colidia contra o jab de direita do réptil. Sky conseguia empurrar o braço direito do lagarto, porém o réptil logo mirava um direto de esquerda, que era bloqueado pelo braço direito da gigante em guarda. Contudo o réptil fazia seu terceiro movimento, um soco giratório, trazendo o braço direito por trás do corpo enquanto girava em torno dos pés, acertando parcialmente o lado direito do rosto de Sky, mas a força do soco era reduzida por também colidir contra o braço da gigante que permanecia erguido, porém havia um outro detalhe, a cauda do réptil chicoteava acertando a parte inferior da barriga de Sky, não chegava a cortar a pele apenas uma listra avermelhada se formava na lateral da barriga e ardia muito. Tal movimento por parte do réptil o deixava exposto por tempo suficiente para Sky acertar um direto de esquerda na face do lagarto.

- SKESH SKESH! - Mesmo após levar um soco no rosto o lagartão parecia sorrir, e fazia questão de retribuir com outro soco mirando também o rosto da gigante, com força suficiente para empurrar o braço em guarda de Sky contra o próprio rosto. O combate gigantesco ocorria com ambos lutadores assumindo uma "estratégia" semelhante, bater com força, e depois se importar com a defesa, não eram lutadores de velocidade, mas seus golpes eram pesados, e chegavam a atravessar as defesas um do outro.

Sky realmente planejava algo, um pouco arriscada demais talvez, mas funcionava, seguindo uma tendência mais masoquista a gigante ruiva recebia boa parte dos socos, e podia sentir a pele queratinizada do réptil se aquecendo durante do decorrer da batalha, e em algumas vezes era quente a ponto de queimar, deixando os braços, barriga e um pouco do rosto da gigante superficialmente chamuscados, mas não chegando a causar uma queimadura grave devido a pele resistente. A energia do fogo contida nos socos do lagartão logo se dissipou ao entrar em contato com o corpo da bronzeada, tornando inviável a absorção da energia presentes neles.

O lagartão mesmo que soubesse como lutar boxing, e possuísse alguma técnica, ainda sim era uma fera de sangue frio, logo sendo tomado pelo instinto primitivo, dando socos pesados assumindo uma postura totalmente ofensiva, ele cerrava os dentes e grunhia por algumas vezes. As fintas de Sky eram dispensáveis, visto que seu oponente havia perdido a pouca racionalidade possuída e agia apenas pelo instinto. - SKEEERRRSH!! - O lagartão grunhia de dor fazendo um pouco de saliva ser expulsa da boca devido a joelhada da gigante, ele cerrou pela última vez seu punho direito, fazendo algumas veias saltarem, enquanto era preso pelo chifre, e assim o ocorreu o climax do combate, uma última troca de socos, o lagarto esmurrava o olho esquerdo de Sky, enquanto recebia um soco pesado em seu "abdômen". Ambos eram empurrados para trás, o chifre do lagarto se quebrou ficando na mão da gigante ruiva.

- PFFFF! - Zwluak cobria a boca e chorava de tanto de rir da ruiva que virava para se gabar. Ele ficava incapaz de falar por alguns minutos, ele apenas conseguiria apontar o dedo em direção a face da ruiva e dizer. - Se-seu o… PFFF!!!- E logo voltava a miseravelmente conter o riso. Enquanto Zwluak parecia rir sem motivo os outros lagartos menores estavam com a boca salivando, e todos imediatamente iniciaram uma corrida desenfreada na direção da gigante, abrindo e fechando a boca como se mordendo o vento e "rugindo" querendo intimidar uns aos outros. E então o primeiro se aproximou, abriu a boca próximo a panturrilha da gigante e… NHAC! Ele passou direto… E começou a abocanhar a cauda do lagartão, que ficava ali "saltitando" na areia, enquanto era possível ver o calango gigante fugindo ao longe sobre suas quatro patas, enquanto o "toquinho" de onde deveria estar cauda ficava balançando.

O sol começava a descer no céu alaranjado, indicando que a tarde daquele dia logo se encerraria.

Sky ganhou um belo de um olho roxo inchado: 5 Posts pra passar, o inchaço passa depois que tratar.


Honua.

- Poupe-me de bajulações. - Shizuka respondia grosseiramente o elogio de Honua a respeito do chá, dando de ombros e virando o rosto para o lado oposto da sirena, talvez para esconder um pequeno sorriso tímido. - Se eu contar você para com as perguntas? - De qualquer maneira era uma retórica, e ela simplesmente começou a andar de volta para sua residência esperando Honua seguí-la.

Shizuka suspirou fundo, e olhos fecharam parcialmente, sentindo uma amargura lhe descendo pela garganta. - Não tem haver com família, e sim com meu antigo trabalho. - Os ombros da mulher encolhiam com Shizuka apertando o próprio pulso com força deixando-o marcado pelas unhas. - Eu era uma marinheira, minha especialidade eram explosivos e armas de destruição em área, alguns me chamavam de Bombardeio Suicida, agindo insanamente movida pelo calor do campo de guerra, invadindo o QG apenas para explodir tudo que podia, já fui dada como morta algumas vezes, mas a morte de fato não parece gostar de mim, sobrevivendo abaixo de escombros por alguns dias até ser resgatada. - Shizuka não chorava mas era bem nítido sua tristeza, os olhos sem brilho ficavam mais ofuscados, e explicava pausadamente dizendo com calma, tendo um pouco de dificuldade para contar a história integralmente e "se engasgando" algumas vezes. - Durante uma batalha contra alguns piratas no mar do leste, uma granada defeituosa explodiu acidentalmente, levando alguns de meus colegas, assim como minha carreira, meus olhos nunca mais foram os mesmos, alguns estilhaços ficaram presos, mesmo com a cirurgia eles foram contaminados pelo metal, e é uma questão de tempo até eu perder completamente a visão. - Nesse ponto da conversa a voz da mulher deixava de soar com tristeza, e era apenas calma, quase que relaxante.

- Com cegueira iminente eu fui exilada da marinha, abandonar as guerras era o mesmo que morrer para mim, então comecei uma busca incansável para curar meus olhos, mas apenas sou capaz de prorrogar o inevitável, durante o tempo que fiquei longe do campo de batalha as lembranças caóticas de meu passado caótico vieram me assombrar, foi quando percebi que a justiça em minhas costas era apenas uma desculpa para cometer atrocidades. - Shizuka respirou fundo, olhou para o céu noturno e suspirou. - Então escolhi fugir para esse arquipélago, longe de armas, guerras, ou qualquer coisa que trouxesse minhas memórias de volta, mas aquele mestre maldito não para de trazer crianças machucadas, e eu não consigo ignorá-los, talvez seja minha maneira de buscar redenção. - Talvez seja apenas impressão ou toda essa história deixou a mulher frígida um pouco mais sentimental, a ponto de entonar a voz com mais carinho ao falar de Raiki e seus alunos. - Quando cheguei aqui, aquela floresta era normal, com árvores verdes e vívidas, mas depois de alguns anos começaram a mover, minha suspeita é que a algo no solo matando a vegetação, talvez algum fungo, eu poderia ter mais tempo de descobrir, mas tenho que tratar de crianças machucadas quase todos os dias… - E Shizuka estava de volta, sem sentimentalismos, apenas reclamando zangada, com o semblante rígido e frio.

>><<

Shizuka novamente fazia um bule de chá, enquanto levava Honua até o quarto que ficava em frente ao banheiro, onde vários livros estavam abertos e praticamente jogados em cima de uma escrivaninha, cheios de marcações, sublinhados, anotações, todos envolvidos com venenos e toxinas, e a maioria era sobre como tratar doenças e feridas causadas por venenos, também haviam livros que ensinavam sobre antídotos, no canto da escrivaninha também havia um óculos de grau com lentes grossas. - Pode dormir aqui, tenho alguns colchões que uso como maca, a noite será longa, então espero que não esteja cansada. - Shizuka retornava com uma bandeja metálica o bule com chá e dois copos, deixando a bandeja em cima da escrivaninha. Então ela ia até um armário e o abria, o móvel tinha algumas estantes com frascos, potes, contendo líquidos, folhas, ferrões, espinhos. - Estes são alguns exemplares venenosos, são poucos em comparação a quantidade de toxinas existentes mas com esses livros deve ser suficiente para te ensinar. -


Rim

Errr…. Como um debate sobre escalar montanhas termina com alguém planejando se casar e constituir família? - Beeh? - Até mesmo o bode traiçoeiro parava confuso, inclinando a cabeça em diagonal para olhar o pequeno celestial falando sobre planejamento familiar com seu espirituoso pai.

Rim terminava seu alongamento e retornava para a escalada, desta vez o treinamento exigia mais do que o dobro de dedicação, técnica, força, tenacidade, a dificuldade havia aumentado drasticamente. Durante as primeiras tentativas de escalar somente com as pernas o celestial mal conseguia equilibrar-se, os pés não se firmavam e os dedos escorregavam nas pedras cobertas por neve, e as montanhas escaladas eram maiores e mais distantes do dojo, com alguns galhos saindo por frestas da montanha, tornando a escalada naturalmente mais difícil.

E como tudo que é ruim pode piorar, no primeiro salto de fé feito pelo celestial que planou por alguns segundos antes de pisar em falso e cair de costas neve. - Nada de asas coelhinha, mas se preferir posso deixá-las bem amarradinhas também. - Korra comentava de maneira bem maldosa, até porque sem elas Rim iria cair sem nada para tornar a queda mais leve, e bom, Korra definitivamente vai se divertir com isso. E por simples prazer de atazanar os alunos Korra pisava no centro do tórax de Rim, afundando-o alguns centímetros na neve. - Apenas tome cuidado para não congelar ficando deitado na neve o dia todo. - Um sorriso travesso formou-se nos lábios da mestra da montanha que acenava de maneira empolgada enquanto se afastava.

Agora dependendo somente das pernas Rim contava com a força de suas coxas para projetar o corpo montanha acima, aos poucos o celestial conseguia superar a dificuldade de se equilibrar apenas com os pés, forçando-os contra as pedras sem escorregar muito, e apoiando o ombro contra as paredes da montanha evitando que o corpo pendesse para trás. A sensação era a mesma de fazer centenas de agachamentos, os músculos das pernas ardiam após serem forçados continuamente por um longo período, o que fez o celestial cair algumas vezes devido à fadiga.

Durante o final do dia Rim já estava muito melhor em relação ao começo, a dificuldade de equilíbrio era mínima, e quando prestes a escorregar o celestial conseguia saltar de um pedra até outra sem necessidade de planar, e os músculos das pernas demoravam mais tempo até falharem.

Contudo às vezes a vida nos prega peças apenas para mostrar-nos o quanto podemos nos enganar, e este havia sido um desses momentos. Durante um dos saltos feitos por Rim, a espada escorregava devido a movimentação brusca e caía da metade da montanha até o chão, mas acabou ficando presa pela guarda num galho em formato de forquilha, a queda foi suficiente para fazer o galho envergar e arremessar o pai de Rim para cima, que rodopiou várias vezes no ar como se fosse um salto carpado e aterrissou no topo da montanha com o cabo apontado em diagonal para baixo, como se o pai estivesse observando o próprio filho do alto da montanha após a "escalada" sem braços e pernas.

>><<

Na manhã seguinte. - Bom diiia coelhinha!! - Dessa vez um chute acertava atrás das coxas de Rim que logo começavam a doer e arder. - Hm? - Korra se agachava cutucando as coxas com o dedo indicador no lugar onde acabou de chutar fazendo doer um pouco mais. - Unhum! - Ela acenou de forma positiva com a cabeça enquanto sorria satisfeita. - Suas pernas ficaram mais durinhas, mas ainda precisa de mais treinamento. - Korra ia até o refeitório/cozinha do dojo e voltava com um copo cheio (mas não até a borda) de água. - Suba a montanha sem deixar a água cair, quando conseguir você não terá problema algum em manter a estabilidade e também vai fazer você exercitar as pernas por mais tempo, mas se quiser um desafio intenso equilibre o copo na cabeça. - Korra então iria chutar a região pélvica de Rim quando o mesmo pegasse o copo. - Mas sem trapacear dessa vez, não vai ter um terceiro aviso, e não se esqueça de enxugar o tatame, o treino nem começou e você já deixou a água cair. - Comentava sobre o fato do celestial ter usado asas, enquanto sorria de maneira muito suspeita, provavelmente desejando secretamente que Rim planasse para poder repreendê-lo.

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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 9 EmptySeg 29 Jun 2020, 04:00


Post 22

- Tsk. - Cuspi no chão com um gosto ruim na boca, enquanto observava os lagartos menores correrem atrás do perdedor como cães do velho oeste. - Era só um animal no fim das contas. - Comentei decepcionada pela perda de postura do calango ao final do combate, ele já havia perdido no momento em que mirou os olhos em mim, mas aquilo foi sua ruína. Apenas fincava o chifre quebrado no chão arenoso sem dar muito importância ao feito, não havia conseguido a mesma sensação dessa vez, a de quando quebrei a rocha, mas podia sentir que não faltava muito.

- O-o que foi? Qual é a graça? - Ficava confusa com a zombaria de Zwluak, só poderia estar rindo do lagarto mas apontava para mim? Sentindo a dormência no olho levava a mão para tocá-lo, foi quando notei o inchaço. - Seu… - Não tinha nem tempo de ficar com raiva do mestre preguiçoso, estava ocupada demais tendo um ataque de vergonha por tão vermelho que nosso rosto estava, mostrar essa forma patética… - Urgh! - Enquanto fazia uma franja com o cabelo, escondendo o olho inchado, deixava o lugar a passos pesados. - Eu vejo vocês mais tarde no dojô. - Avisava emburrada enquanto iria até o Oásis no fim do treino como de costume.

***

Mais tarde no dojô evitaria contato com qualquer um, apenas sentada no meu canto me recuperando da dor dos golpes ao mesmo que colocava uma compressa no olho, um pano molhado na água gelada provavelmente é o único recurso que essa ilha poderia oferecer. Pelos próximos dias teria de manter um penteado cobrindo o olho roxo. É um saco usar basicamente um olho só, se perde toda a noção de profundidade. Antes de dormir, escreveria para Ágda como de costume.

Sky escreveu:
Sאבה Aטטय, הन הदधאपא णהडदאडדढ दה पढגê धהपה א दढथधה דה טनאथדאथ אद टהठבथאडçאद והटלबהद דה डढददא “גאदא”, णढथतनה הन डãढ, אद पהबהद ठה टהठבथढ דה पढגê גढठהडधאडדढ, אद थהוהלçõהद הठ טथनणढ, אद डढלधהद डא וढטनהלथא, גढडधאडדढ ילदधóथלאद… Mאद दó ढ तनה ठה पהठ à ठהडधה दãढ ढद धथהלडאठהडधढद धढथधनढदढद ה א וढथठא तनה डढद אבאडדढडאथאठ. Eन दלडגהथאठהडधה डãढ दהל दה पढגê थהאटठהडधה दה टהठבथא ढन दनא ठהडधה אגאבढन לडपהडधאडדढ לददढ धनדढ, ठאद הन אגיढ तनה גढडदלטढ לठאטלडאथ ढ दהडधלठהडधढ दאבה? Dה नठא גאदא… Uठ टनטאथ णथא דढथठלथ גढठ णהददढא דה גढडולאडçא, ה तनה धה אגढटיהठ לडדהणהडדהडधה דה तनהठ पढגê दהקא…


Nãढ אגיढ तनה पאठढद ולגאथ אतनל णढथ ठनלधढ धהठणढ, धאटपהब पढגê डהठ धהडיא א גיאडגה דה הडגढडधथאथ ढ ठהदधथה णथהטनלçढदढ ה दהनद דלदגíणनटढद באלאडढद, तनה णהडא… Oन धאटपהब डãढ, גढडदלטढ ואגלटठהडधה धה לठאטלडאथ דהלधאדא הठבאלफढ דה नठ גढतनהלथढ दó גनथधלडדढ ढ पהडधढ דא णथאלא. Mאद אגיढ तनה ढ धथהלडढ डãढ पאל דनथאथ ठनלधढ ठאלद, יढקה הन धלपה, הददא दהडदאçãढ दאבה? Cאटढथढदढ, וढथधה, ठאद גढठ नठא גהथधא धथאडतनלटלדאדה, तनה ठה הडपढटपלא. Pהटढ पלदधढ א थהदणלथאçãढ ठáטלגא डãढ הथא दó בהदधהלथא דढद टनडáधלגढद דהददא לटיא, אלडדא डãढ दהל גढठढ דהולडלथ גढठढ é ठאद… Aגיढ तनה पढגê הदधאपא גהथधא דהददא पהब.
Tradução:
 

Na próxima manhã acordaria mais cedo o usual toque de levantar, okay okay… Talvez estivesse um pouco mais acostumada com o lugar, e com… Um pouco menos de mau humor esperava pelos gritos de Zwluak, indo eu mesma acordá-lo se ele se atrasasse. - Vamos o que que houve com o pique dos outros dias? Tô pronta pro treino de hoje. Vai ser o que? Mais rochas? - Dava soquinhos no ar, inconscientemente tinha um sorriso empolgado no rosto. - Talvez um calango maior? Dou conta de qualquer coisa!

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• Devoção (Encontrar as Relíquias do Ragnarok)
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Encontrar os Outros
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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 9 EmptySeg 29 Jun 2020, 12:50



Treino 5/5

Eu estava tentando entender o que aconteceu mais quando me dei conta já era tarde demais e apenas escutava os gritos animados do meu pai retornando montanha acima e para o alto e avante encarando me de cima como uma lâmina afiada como se me repreendendo por incompetência juvenil. “Parece ter se descuidado, olha o que me aconteceu eu fui arremessado, me senti inseguro e perdido por um instante o que seria de mim um pai negligenciado pela própria cria, abandonado nesse pico glorioso do mundo repleto pelo esquecimento onde o sol jamais ira de brilhar novamente.''Suas lágrimas de falsidade eram frias e completamente inexistentes apesar de um deboche completamente real e inusitado, mesmo com essa pressão sarcástica em seu tom humorado preocupação me batia o peito colocando as devidas engrenagens para fazer meu cérebro e corpo voltar a ativa:

-Não saia daí eu estou indo te buscar!! Enrijecia as pernas do corpo novamente dando meia volta e retornando a escalada habitual com o objetivo de resgatá-lo tomando o devido cuidado para não deslizar por pressa ou criar obstáculos novos pela minha própria concepção. “Está esperando que eu crie pernas ou asas e corra de você? Se eu conseguisse me mover por conta própria teria acelerado seu treinamento com umas batidas estratégicas na sua cabeça, não se preocupe posso ficar aqui o dia todo”.

Queria eu ter essa mesma constituição mas diferente dele o problema estava que eu não conseguiria aguentar o dia todo e voltar para baixo sem o mesmo estava fora de questão, me manteria firme e determinado retornando a subir independente do número de quedas que pudessem ocorrer indo direto para a cama sem soltá-lo o resto do dia após concluído minha  meta.

~~~~~

Descansei o melhor que podia e já era recebido com um belo chute como todas as manhãs, não sei se devo ficar feliz ou apavorado mas parece que estou me acostumando a isso sem tanto a criticar ou incomodar por tamanha façanha, nem me queixei pelo seu novo método de tortura volátil e encantador, se era para ser dessa forma que assim seja estou me queimando nas chamas ardentes do seu domínio infernal por tempo demais para saber que sempre haverá um rumo mais árduo e cruel me esperando embora o termo queimar seja totalmente contraditório visto que o frio me parece mais perigoso do que qualquer labareda perdida que possa me provocar agora. Bastava apenas respirar com calma e não deixar aborrecimentos florescerem que até mesmo o mais cruel dos problemas poderia ser superado. Colocaria o copo de água ao canto da mesa e tomaria meu café da manhã em primeira mão, dessa vez eu queria me abastecer bem pois uma boa alimentação seria necessária para esta nova missão.

“Que cara séria essa! Nem parece o mesmo moleque de ontem, Pai não se preocupe eu vou te resgatar! Por favor tome cuidado! Ohhhh não não me deixe! O que eu poderia fazer sem você!”Com uma expressão fechada em meu rosto eu tentava pôr um fim a voz eminente tateando com minhas mãos pela sua superfície sem sucesso aparentemente afinal como se calava um indivíduo que não possuía boca pra começo de conversa?

-Não fale como se eu não pudesse viver sem você só não queria te perder de novo. Levantaria me alongando e pegando o copo sobre a mesa pensando sutilmente em como faria para não derrubá-lo. Como se acreditasse ter ido longe demais uma tentativa de reconciliação parecia se tornar pendente no ar.“Deixe me dar uma mãozinha para você, seria melhor se fizermos isso juntos.”Seu entusiasmo parecia enorme e tão pouco compreendi o que ele queria dizer com isso. “ Me coloque na boca e eu equilibro o copo para você vai ser divertido, se não conseguirmos ao menos tentamos algo juntos no final faz quanto tempo desde a última vez?”

Não podia deixar de soltar uma felicidade exagerada do meu rosto, suspirando com palavras de que poderia vir a me arrepender disso, estavamos no entanto em um ambiente de treinamento a falha só levaria a uma nova tentativa e podemos repetir isso pelo tempo que levar até se concluir. Colocaria o sobre minha boca equilibrando o copo sobre sua bainha até encontrar uma área que possibilitasse a espreitada, levando as ações que me levaram ate aqui em conta para subir novamente a montanha tentando derrubar nenhuma gota.

Caso no entanto se prove muito além do possível com várias falhas repentinas, apenas resmungaria que foi uma ideia péssima e colocaria o copo finalmente a cabeça para novas tentativas de escalada até o sucesso, porém contente por ter feito algo familiar ao seu lado mesmo que é estranho e pouco conveniente.


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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 9 EmptySeg 29 Jun 2020, 23:55


Aprendizado de Perícia - Toxicologia

Puxa… Então ela era mesmo… quer dizer bem… eu… me encolhi um pouco ouvindo sua história, para mim, era mais apavorante do que sentimental, afinal ela me fez pensar naquele campo de batalhas repleto de explosões e luz… até mesmo o insuportável toque das labaredas das chamas, realmente uma sensação… intensa, e sim é claro que eu não pude deixar de sentir empatia pelas suas perdas - Wow! - Foi a minha forma de dizer “lamento” ou “sinto muito” se bem que pela pose agressiva dela não parecia ser muito do tipo que queria ouvir algo assim, ainda mais em uma hora como aquela.

Bem que eu disse, o treino em Wushu nunca termina, na verdade eu não lembro de ter dito isso… desculpe é que eu ainda estou meio cansada do dia puxado no hospital, e pra piorar, aquela mulher sádica tinha me levado pro cativeiro erm ahem! digo quartinho de estudos, isso mesmo, um lugar reservado ao qual nós duas passaríamos uma LOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOONGA noite mergulhadas em livros e teorias sobre misturas naturais para aflorar a letalidade, parece fascinante não é?

- Cansada? Eu? * Voz de Bocejo* eu não tô cansada não - Cocei os olhos piscando e os arregalando cada vez mais, não deixando aquelas pálpebras serelepes se tocarem por muito mais tempo, ela tinha levado a sério a ideia do chá, tinha um gosto bom, mas supostamente essa bebida não ajudava a nos deixar mais calmos? Só espero que não seja de camomila - Obrigada! - Agradeci como uma boa aluna e convidada, inclusive era um estranho fator, naquele lugar, não haviam tantas perturbações assim com os espíritos, quero dizer, fora aquelas pobres almas perdidas e lamuriosas, não vi mais a presença de Sebastian, da Vovó ou qualquer outro para me aperriar.

Estranho… Muito Muito estranho.


… Começo do Aprendizado da Perícia ...


Desculpem garotos e também garotas, mas dessa vez o meu aprendizado não vai ter bem uma parte prática de aplicação por um motivo bem simples, não é como se andando por aí pela ilha possamos achar algum voluntário disposto a nos ceder o corpo para testes e experimentos com TOXINAS muitas delas letais, e também não é todo idiota ou despercebido que acaba sendo picado por algo venenoso… não é? *Risos envergonhados* Ahem! O que eu quero dizer é que o principal motivo para ficarmos apenas nos livros e nos frascos era esse ( e também tem o fator de uma certa gigante já não estar mais enrolando para matar lagartixas no deserto e tomando água de coco falando que é um treinamento, nossa querida angelical por outro lado já também está no fim, portanto está na hora de unir nosso grupo de Kpop de novo).

O que eu encontrei para me entreter naquele meio? Letras, como da última vez, e lamentavelmente vou ter que dizer que dessa vez esse foi um aprendizado clichê. Estive mergulhada com os olhos cravados naquelas coisas por horas, mas por sorte haviam algumas outras coisas para me entreter além de pura teoria, eram as pequenas amostras da Mestra, venenos de animais conservados nos frascos, a rotina era prática e óbvia, pegar uma certa quantidade aqui, misturar com outra substância ali e voilà! Temos uma toxina, sendo ela líquida ou por meio de efeito de alguma outra reação, gasosa.

Fiz a primeira, me senti orgulhosa e a seriedade da mulher me roubou aquele momento de êxtase, fazendo perder menos tempo comemorando e mais tempo trabalhando no próximo objetivo… Fiz a segunda, uma terceira e acho que desabei entre a penúltima e a última, já que quando pisquei por uma segunda vez, me vi deitada no colchão e não mais na mesa que era onde eu estava, só espero que com meu jeito meio desastrado eu não tenha me ferido com nenhum dos venenos, mas assim que acordasse, procuraria pela mestra.

- Erm, desculpe! Acho que acabei caindo no sono, onde estávamos? - Perguntei, sem muita noção se tinha acabado ou não, não sei, vai que ela gostaria de me mostrar mais alguma coisa além de livros e frascos em conserva, como foi da última vez com os Primeiros Socorros.

… Término do Aprendizado da Perícia (Parte Prática)...


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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 9 EmptySex 03 Jul 2020, 07:05



Sky.

Ei! Alguém traz o vinho sangue de boi, o mais barato que tiver, e bora marcar de virar a noite no cemitério ouvindo aquela banda de metal pesado Metal Donzela, porque temos uma nova membro no clube dos emos!!

Sky deixava o espólio de sua batalha contra o grande réptil cravado na areia e logo notava o motivo de Zwluak estar gargalhando até perder o ar, o que fazia a gigante logo adotar um novo visual a fim de esconder a marca do confronto que seu orgulho. - Tá boun! - Zwluak ainda se recuperava da crise de risos, ficando com as bochechas tentando prender a gargalhada, enquanto algumas lágrimas escorriam por baixo dos olhos, acenando de maneira positiva com a cabeça. - Nãum dá… Pff… Zhwululululu! Zhwululululu! - Sem forças para se conter o loiro novamente caía na gargalhada.

No dojo Sky conseguia uma gigante troncha de gelo para fazer compressa no olho inchado, e após mais de meia hora mantendo o gelo apoiado no olho, o inchaço diminuiu, porém ainda permanecendo com o hematoma roxo como se houvesse exagerado na maquiagem, e também doendo quando tocado.

A lua estava no céu completamente negro, enquanto a gigante emo ruiva escrevia seus relatos trágicos de um passado doloroso, contando apenas com si mesma para seguir em frente, e concluir sua vingança contra os traidores de sua própria raça, acredito que não à melhores palavras para descrever que a ambição final da ruiva é "matar um certo alguém" mas provavelmente ainda "falta ódio" para ela, desabafando com seu diário a gigante questionava a si mesma sobre as memórias felizes cogitando ter sido apenas um sonho ou imaginação, a gigante emo começava a entender os pequenos prazeres de se conviver em sociedade.

>><<

A manhã seguinte chegava com os primeiros raios de sol percorrendo as paredes do dojo do deserto, era um amanhecer bem tranquilo a ponto de que poderia se ouvir os sons dos pássaros, se houvesse algum naquela região inóspita, em contra um certo mestre louro demorava a chegar, permitindo Sky poder acordar sem a gritaria matinal, apenas quando o sol já estava quente quase no final da manhã Zwluak dava o ar de sua graça, vagando como um morto vivo, arrastando os pés pela areia e com uma bolha de sono no nariz, era possível escutar seu ronco enquanto caminhava ainda dormindo, e tomando goles de água do coco que carregava em uma das mãos, então voltava a se arrastar até chegar em frente ao dojo, momento em que a bolha de sono estourava, fazendo o louro bocejar e Zwluak coçar os olhos com a mão livre, se espreguiçando lentamente. - Bom dia piveta, você ainda tá aqui é. - Sua voz estava mais sonolenta e devagar do que o habitual, e seus olhos quase fechados totalmente ainda se acostumando com a luminosidade. - Tu já aprendeu o que tinha que aprender, agora pode picar a mula, dar linha na pipa, raxar fora, ou fazer o que quiser. - Respondia ele a respeito do treinamento. - A não ser que queira ficar aqui e virar minha discípula por tempo integral, se não vai encontrar com o velhote caduco na cachoeira. - Aos poucos Zwluak se mostrava mais atento, como se o corpo estivesse finalmente despertando. - Mas se bem que com esse tamanho todo, ia me poupar um baita trampo de carregar as tralhas e reformar o dojo. - Zwluak coçava as costas realmente considerando manter a gigante como aluna-escrava do dojo.

Assim Sky poderia sair deixar o dojo do deserto para prosseguir com seu objetivo trevoso de vingança, e felizmente ela não é tão atrapalhada quanto a outra de si mesma, então caminhar contando com apenas a visão de um olho sem noção de profundidade não será um problema, ou seria isso que gostaria de dizer…

No próximo post Ágda volta a dar o ar de sua graça nessa aventura, mas a Sky ainda tem tempo de se despedir.


Honua.

As reações de Honua, ou seria mais apropriado dizer a falta delas em relação ao passado apavorante de Shizuka de fato não incomodava a ex-marinheira, na verdade era como se a mulher pudesse tirar um peso dos ombros por simplesmente contar uma versão resumida de seu passado, sentindo-se até mesmo mais leve e se permitindo suspirar mais relaxada.

>><<

Após uma longa noite compartilhada com Shizuka no cativeiro, aprendendo novas técnicas e fazendo descobertas de caráter duvidoso, claro que estou falando sobre o estudo de toxinas, afinal por qual razão alguém iria se interessar por produzi-las se não fosse para uso bélico… Honua que estava com uma fina coberta cobrindo-a até os ombros despertava com o cheiro de café recém feito, o sol bem fraco iluminava a manhã nublada com um sutil chuvisco caindo das nuvens.

O café da manhã estava posto a mesa para que a sirena pudesse fazer o desjejum, a refeição era simples, pão caseiro, geléia de morango e o café fumegando de tão quente, além de um pote com açúcar e colher, apenas para o caso da sirena não apreciar tomar café forte sem um pingo de açúcar ficando extremamente amargo. - Bom dia, pode se servir. - Apesar do temperatura frígido Shizuka demonstrava ter alguma educação, apesar de não ter esperado a bela sereia adormecida para comer.

- Então, o que pretende fazer agora? - Shizuka parecia conversar casualmente, se não fosse por seu olhar rígido como se estivesse sempre irritada. - A proposta provisória de emprego ainda está de pé, na verdade seria ótimo ter alguém para cuidar dursnte algumas horas dos alunos lesionados que chegam aqui quase todo dia. - Honua poderia sentir uma sensação de cansaço naquelas palavras, mas Shizuka não demonstrava fadiga física, talvez fosse algo mais psicológico.

E como se fosse uma premonição, alguém batia na porta da cabana. - Não! Eu não quero, já tô curado, juro, AARRGH! - Antes da porta ser aberta era possível escutar as lamentações de um dos alunos desesperado por não querer receber o tratamento. - Arrff… Começou cedo. - Shizuka arfou cansada e logo foi abrir a porta. Era um jovem adulto medindo por volta de metros, que estava com os olhos cheios de água e escondia a mão nas costas fingindo não ter nada, Shizuka por sua vez apenas arqueou uma sombrancelha deixando claro que ela percebia, então o sujeito estendeu a mão e aos poucos foi abrindo os dedos revelando uma pequena farpa presa no indicador. - Fez dodói. - A mão grande do rapaz tremia, e ele virava o rosto para longe não querendo olhar. A farpa era rapidamente removida e agora ele iria receber outros cuidados devido a lesões mais pertinentes em suas mãos e braços.

Se Honua for atenta se lembraria do que vem a seguir durante o tratamento doloso de Shizuka, sendo uma ótima deixa para sair do local, ou se preferir ficar por ali caso queira trabalhar para a mulher.


Rim

Sniff… Sniff…. Bravo, bravo, bravíssimo! Perdoe-me pela empolgação, apenas deixei-me levar pelo poético monólogo do falecido porém vivo de espírito progenitor de Rim, ele é alguém que sabe realmente como se aproveitar da vida em família, ou pós-vida nesse caso… De fato o falecido pai do celestial não iria a lugar algum, talvez ele pudesse simplesmente cair com o tempo graças ao vento, mas antes disso Rim iniciava a operação "Resgate do Soldado Espada", talvez fosse a inquietação ou ansiedade mas a escalada havia sido bem dramática, com o celestial pisando em falso, as pedras se soltavam, tornando o resgate mais dramático do que deveria ter sido considerando o progresso de Rim no treinamento, e somente quando começou a anoitecer e após uma incansável jornada até o topo, pai e filho finalmente se reuniam e puderam descer a montanha, permitindo Rim adormecer com a espada praticamente presa a si.

>><<

O treinamento no dia seguinte havia alcançado um novo nível de dificuldade com a proposta do progenitor do celestial em treinar junto com seu filho, a própria Korra sentou-se com as pernas em posição de lótus em frente a montanha vendo aquele desafio auto imposto por Rim, e diferente do habitual ela não tentou sabotar seu aluno ou pregar travessuras, apenas ficou ali como quem assiste um filme. - Eu deveria ter trazido a pipoca. - - BÉÉH BÉÉH - O bode também sentava-se, ficando ao lado da mestra da montanhas com seus "braços" e "pernas" cruzados, ele acenava com a cabeça parecendo concordar com Korra.

Era como um festival de quedas, no começo havia sido complicado até mesmo equilibrar o copo na espada, e quando conseguia Rim precisava escalar, logo nos primeiros passos montanha, o copo de desesquilibrava, mas havia algum progresso sendo feito, o copo já não caia mais tantas vezes, porém não posso dizer o mesmo sobre o líquido no interior que esvaziava cara vez mais, até o menor instabilidade derrubar o copo e fazer Rim ter de começar tudo de novo. Talvez até mesmo para um praticante de santoryu está tarefa seria realmente difícil, felizmente Rim só lidava com risadas esporádicas por parte de Korra e do bode, "coincidentemente" eles apenas riam quando o celestial conseguia escalar até mais da metade da montanha e o copo escorregava pela lâmina quebrada, justamente nos momentos de maior frustração.

E bom, ocorria um outro agravante que fez o celestial abandonar totalmente a idéia, era o fato de Rim não ter grande resistência para prender continuamente o cabo da espada na boca, o que acabou fazendo-o derrubar seu próprio progenitor dursnte a escalada, a idéia era realmente boa, tanto do ponto de vista de diversão familiar quanto para agregar ao treinamento, porém poderia ter sido mais eficaz após mais tempo para se aprimorar.

Em contrapartida quando Rim usou sua mão para estabilizar o copo a escalada parecia ridiculamente mais fácil, graças a firmeza das mãos o copo não caía, apesar de ainda derrubar um pouco de água durante o processo chegando ao topo pela primeira vez com pouco menos da metade da quantidade original. E assim iniciou-se outro ciclo que durava alguns dias, e o resultado era satisfatório, Rim agora possuía uma incrível estabilidade para escalar aquelas montanhas, corpo e mente haviam se fortalecido durante o intenso contato com a montanha congelante, e mesmo que seja contraditório o frio ali queimava, deixando marcas avermelhadas de queimadura graças ao gelo nas pedras que o celestial era praticamente obrigado a manter contato, mas agora nem mesmo as regiões mais escorradias da montanha abalavam a estabilidade que Rim conquistava em conjunto com a maior resistência física graças a energia sólida que a respiração da montanha fornecia, permitindo a Rim finalmente realizar a escalada sem derramar a água no interior do corpo.


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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 9 EmptySab 04 Jul 2020, 15:00


Post 23

- Hãn? Como assim eu ainda tô aqui? - Depois de tantos dias praguejando o local e querendo ir embora logo, perceber que o treino estava concluído e eu poderia ir de consciência limpa, é estranho, e logo agora que eu finalmente consegui algum resultado. - Entendo… - A proposta de ficar ali estava de pé, não vou me mentir e dizer que já não estava acostumada com o local, e realmente uma reforma seria boa, um quarto maior e mais apropriado só pra mim seria bom, talvez um chuveiro!

- Kek! Você bem que precisaria da minha ajuda mesmo, eu botaria seus alunos preguiçosos no eixo em questão de dias. - Mas sinto muito mestre (sarcasm), nosso objetivo é importante demais pra parar por aqui. - Mas esse mar não é digno da minha grandeza, eu vou voltar pro topo do mundo.

Apanharia meus pertences, colocando tudo na mochila, tirando a prancha da areia levando-a sob meu braço, estava pronta para ir, mas parava na frente do dojo, dando uma última olhada. - Ei Zwluak! - Como de costume desviava o olhar pra areia, coçando a cabeça meio sem jeito e sem muito saber o que dizer. - Eu já estava me acostumando ao lugar… Quero dizer… - Olhando agora diretamente pra ele e mostrando os caninos num sorriso raro e genuíno, continuei. - Eu não desgostei tanto, minha estadia aqui. - Virando-me de costas, iria embora de vez em direção a cidade.

***

Mais um capítulo concluído, ótimo! Agora só preciso ir até o velho e concluir o treinamento antes que aquelas duas apareçam. - Apesar de que… - Sentia como uma lança afiada espetando minha nuca quando me lembrava da aposta do jogo de cartas. - Eu resolvo isso depois. - Enquanto andasse pelo deserto, aproveitaria para escrever brevemente no diário.

Sky escreveu:
Cढडגटनí א णथלठהלथא णאथधה דढ धथהלडढ, אטढथא दó לथठढद אध…

----------

Concluí a primeira parte do treino, agora é só irmos até…

Nem dava tempo de escrever tudo o que queria, em um piscar de olhos trocava de lugar com Ágda, que com o jeito desastrado, olho tampado e andando distraída com um caderno na mão, não poderia esperar mais nenhum outro resultado… Do que a Ágda tropeçando e caindo nos literalmente primeiros segundos.

*SLAM (Okay okay, talvez a areia tenha amortecido um pouco)

- Ai ai ai… - Sentaria de pernas cruzadas olhando os arredores, a última lembrança que tinha em mente? Um beijo… - Mas onde é que a gente tá? - Me lembro de ver uma ilha desértica quando ainda estava com Honua e Rimrin, e como um salvador vindo dos céus, lá estava nosso novo diário! Caído na areia já aberto pra mim. - “Concluí a primeira parte…” Isso! - Não podia deixar de me empolgar com a fate de Sky ter me ajudado nessa, folhearia as páginas anteriores, lendo por cima o que havia acontecido.

- Surf… Caramba, eu quero testar muito essa prancha nova! E carpintaria, essa parte é importante, tenho que ler com atenção depois… Treino, treino, xingamentos... - Ficava em silêncio e prestando atenção nos momentos de desabafo de Sky, seria muito raro pra mim ler aquelas palavras, e não poderia deixar de ter um sutil sorriso enquanto lia tudo, feliz, por ela finalmente ter desabafado todas essas coisas comigo. - Você tem razão, é o nosso recomeço. - Fechava o livro sem ler tudo. - Eu leio tudo com carinho mais tarde, antes de tudo… - Levantaria de vez, batendo a poeira e arrumando cabelo desarrumado em nosso penteado usual, sentia o olho meio dormente, mas não dava muita bola. - Precisamos voltar pra Honua!

Dispararia uma corrida, utilizando as anotações e orientações de Sky, em direção a ilha chuvosa. Precisava encontrar aquela sereia minha melhor amiga do mundo todo! Estava preocupada, a última vez que a vi tinha desmaiado por dois dias inteiros, e se ainda estiver dormindo? E se ela entrou em um coma. - Rápido Ágda rápido!

Correria até a paisagem de antes, onde era possível ver as três ilhas com o pequeno porto no centro. Talvez ela ela estivesse ali, esperando no ponto combinado. Mas seria apenas uma passagem rápida, caso não encontrasse nenhum rosto conhecido por ali apenas andaria às pressas até o restaurante do Mestre Raiki, tomando cuidado já dentro da cidade para não cair em cima das pessoas.

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Inventário

Berries:
816.000

• Diário
• Pena
• Tinta
• Corda
• Troncha
• "Kimono" (Top e Short)
• Prancha de Surf
• Maiô escolar e mochila de pelúcia ([Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.])
Personagem

Vantagens:

• Boa Aparência
• Ambidestro
Adaptador


Desvantagens:
• Múltipla Personalidade
• Devoção (Encontrar as Relíquias do Ragnarok)
• Fantasia (Escreve no próprio idioma)

Perícias:
• Astronomia
• Navegação
• Pilotagem

Ofício: Navegadora

Build

Dano - Habilidoso
Acerto - Normal
Pontaria - Inábil
Esquiva - Inábil
Bloqueio - Normal
Resistência - Normal
Objetivos

Encontrar os Outros
• Aprender Hamon (Wushu)
• Aprender a surfar
Comprar um diário e caneta ou pena com tinta (tamanho gigante)
• Me divertir
• Aprender costura como Ágda
Aprender Capintaria
• Compras no mercado (diário, tinta, pena , troncha e corda)
• "Kimono" (Top e Short)
• Prancha de Surf
• Perícia Carpintaria
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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 9 EmptyDom 05 Jul 2020, 18:09


A Feiticeira, a Louca e a Deusa

A calmaria era notória, com todo aquele silêncio da floresta morta eu tive enfim uma noite de sono longa, ahem... cof cof eu dormi por algumas horinhas naquela bela praia também, mas o chão era um pouquinho duro, me deu até uma dorzinha nas costas, e foi por conta da bebida, tenho quase certeza… Tudo bem, a quem eu quero enganar? dormir é uma coisa boa, muito boa, ainda mais quando se acorda com um belo café da manhã esperando por você, uma garoa agradável que caia.

- Que clima agradável - Murmurei em meio ao bocejo matutino, cocei os olhos, como de costume, limpando a visão embaçada e a remela do olho, provavelmente não estaria com uma cara tão boa, podia sentir meus olhos quase como se estivessem inchados, acho que eu poderia dormir por mais uma horinha ou duas, mas o cheiro de café parecia um imã me atraindo para a mesa, junto com o pãozinho e geleia, delicia! Tomei meu lugar à mesa - Com licença. Bom dia! - Replicando a mesma educação ao me postar por lá, tomei um pedaço de pão à mão, passei a geleia e adocei meu café, três colheres para ficar bem docinho, essas coisas tendem a perder o doce quando se come com geléia, por isso não me importei se por acaso poderia adoçar demais.

- Quié? - Perguntaria desconcertada, caso a mulher me julgasse pela quantidade de açúcar - Eu não gosto da vida com sabor amargo… - Diria, puxando um gole e sentindo aquela sensação quente correr pelo corpo, revigorante e energizante - E o meu?! - Logo de manhã aparecia aquela por quem eu dava tanta falta Sebastian no sopé da mesa escondido, provavelmente com medo do olhar penetrante de Shizuka - Não precisa se esconder idiota, ela não consegue te ver daí, e sem mais café pra você, da última vez deu um baita de um estardalhaço e eu tive que me ver com a vigilância do mundo espiritual - Só de lembrar me dava dor de cabeça.

A casual conversa à mesa era bom, todo aquele clima me fazia finalmente poder relaxar e entrar em uma paz de espírito que eu vinha buscando naquele lugar já fazia algum tempo - Acho que vou voltar a cidade, preciso encontrar as meninas… Também tenho que encontrar o mestre Xinzo na floresta, já que completei meu treinamento, acredito que estou pronta para aprender essa respiração Wushu - Falava naturalmente, mas com o mesmo brilho nos olhos agora já mais despertos, as maravilhas da ilha me cativaram de uma maneira inexorável, mas não podia esconder o fato de que não fazia ideia do que iria fazer quando acabasse, talvez voltar para Baterilla? - Eu também gostaria de dar uma passadinha em Torino, fiquei sabendo da biblioteca de lá, parece ser interessante -

Ela me vinha outra vez com a proposta de emprego, não quis ser ambiciosa, era interessante a ideia de conseguir algum dinheirinho e aprender um pouco mais durante o processo, mas agora eu estava em busca de seguir alguns sonhos, ouso dizer que se essa proposta tivesse chegado um pouco antes na minha vida eu teria aceito com facilidade, mas agora outras prioridades me apareciam a frente, eu ainda tinha chegar à minha terra natal, só não fazia ideia de como, mas aquela Tritã simpática me deu uma luz, havia sim um lugar nosso, provavelmente encontraria ali as respostas para o meu passado - Desculpe, mas eu vou ter de recusar, há um lugar onde eu preciso ir, a ilha de tritões e sirenos, conheci uma em um sonho louco que tive, se é que foi um sonho, ela também estava indo para lá -

Não me leve a mal, mas aquilo significava bastante para mim, a mulher também já havia me feito muita coisa, então não é como se eu quisesse perguntar se ela sabia de algo ou pedir outro livro informativo emprestado, na verdade, eu me peguei pensando agora em uma forma interessante que pudesse recompensá-la pelos serviços,  meu pensamento interrompido pela rotina da mulher, parando para pensar agora poderia ser mesmo estressante ficar por tanto tempo cuidando dos alunos. Sorri com o olhar triste, mas aquela parecia mesmo a busca por redenção da mulher, afinal, ela tinha o coração mais mole do que aparentava.

- Uma mera farpinha? Hshshshs, deixa eu ver - Tentaria olhar por cima, analisando um pouco o “ferimento” - Xii, acho que vai ter que jogar álcool pra limpar isso isso, se não infecciona - Disse exibindo um sorriso no canto do rosto, dando uma piscadela para a Shizuka, ela adorava botar medo no pessoal, provavelmente seria uma boa piada, ou ela iria apenas olhar pra mim com a cara feia de sempre, mas eu sairia de fininho em ambos os casos.



Meu objetivo era um pouquinho distante, mas o mesmo, possivelmente, das outras. Com o passo moderado caminhei carregando minha determinação de sempre, quase como se estivesse dançando por baixo do chuviscar trespassando pelas árvores da floresta, com aquele mesmo cheiro agradável me subindo como antes na vinda - Estou terminando o que vim fazer aqui vovó, logo mais poderei mandar notícias e te contar como tudo foi… - Falei em minha mente com os olhos fechados e as mãos no peito, ela estaria lá em algum lugar para me ouvir dizer, provavelmente me assistindo de longe e orgulhosa.

Do porto que conectava as três ilhas estaria eu lá e… Olha só, simplesmente não tinha como não notar a Aggy vindo de longe - Aggy! - Gritei acenando para ela da outra extremidade, não sabendo se ela iria me escutar ou não… espera! eu sei como! - ÁÁÁÁÁÁAAAAAGGGGGGGGYYYYYYYYYYYDDDDAAAAAAAÁÁÁ - Nosso chamado em baleiês, ela iria notar com toda certeza.



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