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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Phantom Blood

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MensagemAssunto: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 7 EmptyQua 22 Jan 2020 - 14:14

Relembrando a primeira mensagem :

Phantom Blood

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Kauwela Honua, Ágda Skyblazer e Masaki Rim. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 7 EmptyTer 19 Maio 2020 - 3:32

 

Sky.

Poupando-se do esforço de pisotear seu recém conhecido mestre, Sky se dirigiu até um grupinho de humanos que conversavam entre si, onde um casal de surfista acabaram de retornar e deixavam suas pranchas abaixo do braço. - As ondas nesse horário são muito violentas, Kino não sei porque você gosta tanto surfar agora. - Disse a surfista de cabelos pretos na altura dos ombros com a metade inferior descolorida. O assunto era interrompido pela tão grandiosa presença de Sky, eles ficavam um pouco surpresos por ver alguém de uma raça tão distinta na praia, mas não se incomodaram com o tamanho da ruiva, e o outro surfista mais alto que a mulher respondia a gigante. - Se chama surf, nós usamos essas pranchas para dominar as ondas. - O surfista em questão exibia sua prancha amarela com flores azuis estampadas, o questionamento da gigante fora respondido casualmente, talvez não fosse tão incomum para eles explicarem o que é surf para alguns turistas, mas a pergunta subsequente fez todos os pequenos humanos se entreolharem sem saber muito bem o que dizer. - Nunca parei pra pensar no motivo, eu gosto de surfar porque é divertido, curtir as ondas do mar em cima da prancha, eu me sinto andando sobre as águas. - O tal surfista parecia demonstrar uma boa vontade além do normal ao falar com a gigante ruiva, o que fez a outra surfista olhar torto para o jovem rapaz e de maneira nem um pouco sutil acertou as costelas dele, nitidamente fingindo que não foi proposital. Mas de qualquer maneira todos deram respostas parecidas, não havia nenhum motivo especial, eles simplesmente surfavam porque gostavam do esporte. Conversando por poucos minutos Sky descobriu também que na praia de Sand Town ocorriam torneios de surf esporadicamente, onde os melhores competiam entre si para exibirem suas habilidades.

>><<

Já em frente ao quiosque havia uma placa grande e colorida na fachada com letras chamativas. "Surf n Fish" atrás do balcão estava um homem relativamente alto em relação aos humanos, com longos cabelos negros ondulados, sem camisa deixando visível diversas tatuagens em estilo tribal que cobriam praticamente toda a extensão superior do corpo, o homem também usava um colar de ossos bem artesenal, o sujeito estava servindo coquetéis para algumas senhoritas sentadas na frente da bancada que conversavam de assuntos supérfluos como brigas de namorados e fofocas sobre a vida alheia, apesar da altura ele tinha pouco mais de ⅓ do tamanho da gigante. - Aloha! Meu nome é Kalulu Mahina, você veio lugar certo, não há ninguém que faz pranchas tão boas quantos as minhas, e sou o melhor instrutor de surf que conheço.- O homem cruzava seus braços largos em frente ao peitoral e sorria cheio de confiança em suas palavras para a gigante.


Mas então Kalulu coçou seu queixo largo isento de pelos enquanto encarava a gigante estando um pouco pensativo. -  Mas não poderei te ajudar hoje, o sol irá se pôr daqui pouco e surfar no mar escuro com ondas violentas é sinônimo de tragédias. - Ele aparentava ser mais decente que o mestre preguiçoso, e justificava seu ponto para a gigante enquanto se preocupava com o bem estar da mesma.

Nesse momento também outra gigante presença dava o ar de sua graça em frente ao quiosque, uma mulher da mesma raça de Sky, apesar desta não ter certos atributos tão desenvolvidos quanto a ruiva bronzeada, e olhos azuis da "pequena gigante" ficando pouco abaixo da linha dos ombros de Sky, a mulher tinha cabelos brancos lisos na altura dos ombros com um laço azul no topo da cabeça, ela também trazia uma prancha de surf branca abaixo do braço e trajava um maiô com a mesma cor do cabelo. - Oooh! - A gigante estava boquiaberta de surpresa por encontrar alguém da mesma raça, mas logo sacudiu a cabeça e foi falar com Kalulu.

Se Sky bisbilhotasse a conversa dos dois teria escutado Kalululu chamar a gigante de Hild, e que a mesma havia quebrado e danificando os "lemes" de sua prancha enquanto surfava numa encosta onde as ondas são maiores e por consequências mais desafiadoras, então Hild foi até o Surf n Fish para ter sua prancha consertada. - Você continua surfando naquela praia de pedregulho, mesmo comigo te avisando para não ir lá. - Kalulu estava visivelmente irritado com Hild, mas não negava ajuda, afinal ele não queria privar a mulher de surfar, e ao menos era a prancha quebrada e não a gigante. Hild por sua vez somente coçava as costas da cabeça enquanto sorria sem graça sem conseguir pensar numa desculpa, pois provavelmente já inventou todas que podia para continuar a se aventurar naquelas ondas.

O sol agora começava a descer no horizonte deixando céu com uma coloração vermelho alaranjada, o número de surfista no mar havia reduzido bastante, ficando somente os mais experientes e audaciosos para navegarem sobre as ondas altas e ferozes do final da tarde.

Quantidade aleatória (1,10) :
2
1 ou 10 Você escolhe. 2-5 Sky. 6-9 Ágda.


Honua.

A alegria contagiante da sirena de fato tirava a concentração dos alunos que estavam mais próximos, eles se assustaram um pouco pelo grito repentino e se atrapalharam, mas nada grave, Raiki por sua vez vendo que sua tão estimada aluna forçava-se a conter toda a empolgação, dava a ela um tapa com os dedos abertos nas costas da sereia entre os ombros, a região acertada ardia um pouco e o gesto fez soar um estalo alto, mas não chegava a doer de fato. - Você conseguiu mesmo. - O gesto havia sido um reflexo involuntário por parte de Raiki, uma mania brusca talvez de demonstrar que ficou feliz pelo progresso de Honua, e também como se quisesse dar um empurrãozinho para ela não ficar tão preocupada com a exaltação, tanto que em seguida ele colocou os punhos cerrados sob a cintura e soltou uma gargalhada abafada. - Tudo bem extravasar um pouco do ânimo Kishishishishi…! - Com os olhos fechados o mestre da floresta parecia até mais infantil enquanto ria naquele momento, era como se ele estivesse olhando para si próprio na época onde ainda era apenas um aprendiz.

>><<

A sirena que havia entrado num estado introspectivo de reflexão desenvolveu uma linha raciocínio para lidar contra o novo obstáculo, a teoria poderia ser apropriada mas colocá-la em prática até atingir a perfeição ou ao menos o necessário para fatiar o bambu necessitou de mais repetições, as árvores flexíveis apenas bambearam um pouco nos primeiros golpes que recebiam, a medida que a sirena limpava sua mente e focava-se mais na respiração, a árvore aumentava a angulação de seu balançar, chegando a envergar a ponta para baixo, mas logo retornava para a posição inicial se mantendo intacta.

O afunilamento presumido pela sereia começava a ser exercido após algumas horas de repetições, o reflexo deste acúmulo da respiração ainda não controlada perfeitamente era visível no bambu que aumentou consideravelmente a envergadura para amortecer os ataques cada vez mais efetivos que recebia, e como se de fato estivesse a debochar de Honua o bambu também começava a ranger. **NHIEEN! NHIEEN!** Estes rangidos ficavam mais altos assim como balançar sinuoso evidentemente maior, e esse ruído era repetido incansavelmente pela árvore que resistia a Honua.

Pouco mais de um dia se passou com as árvores elásticas caçoando da sirena. **NHIEEEN! NHIEEEN!** Neste ponto era como se as mãos de Honua estivessem fluindo com mais leveza, semelhantes a um leve chuvisco, porém os ataques feitos por ela estavam inversamente mais pesados e impactantes, o bambu provocativo resistia bravamente, porém Honua após praticar inúmeras vezes o mesmo movimento junto da respiração sentia como se houvesse algo envolto de sua mão, não era palpável ou visível, mas como se uma fina camada energética a envolvesse, o ar que fluía pelos pulmões percorria todo o interior do corpo como uma cascata de água, e parecia acumular-se em suas mãos.

O golpe seguinte havia comprovado a teoria da sirena, que foi capaz de acumular toda a força da respiração num ponto pequeno, apesar de ter sido principalmente com as falanges médias e distais, e desta vez ela pode sentir seus dedos atravessando o fino tronco da árvore como se fosse uma lâmina de água. Mas desta vez nada acontecia com bambú, ele ainda estava ali, mas desta vez imóvel, sem o típico balançar, ao menos foi assim por um instante, logo um fino corte abria-se na árvore, que escorregava sobre o próprio tronco e tombava para trás. **FUOoon** Um barulho oco e abafado fora escutado pela sirena, e a árvore agora estava caída diante seus olhos. Neste momento Raiki que estava sentado com as pernas cruzadas em cima de uma pedra observava a sereia a alguns metros de distância e ficou com o olhar surpreso por mais esse progresso de sua aluna, então o mestre da floresta caminhou até ela e afagou-lhe os cabelos, deixando eles um pouquinho bagunçados. - Parabéns Honua. - Os olhos de Raiki brilhavam de alegria e estranhamente de tristeza também, afinal ele sabia que logo menos perderia uma aluna muito esforçada.

>><<

- Agora você precisa por em prática o que aprendeu até agora, mas se não conseguir terá de começar tudo do zero. - Raiki dizia se fingindo de malvado, mas falhando miseravelmente, apesar dele não ter tentado de fato ser intimidador. - ...espero que não consiga tão rápido…- Dizendo a última parte em um sussurro quase inaudível, mesmo que na verdade ele deseje o sucesso da sereia, ele ainda gostaria de ter a companhia agradável da sirena por mais algum tempo.

Honua então seria acompanhada por Raiki de volta ao dojo, e lá teria algumas horas para se recompor, repor as energias e descansar, enquanto isso o mestre da floresta organizava uma espécie de partida de graduação. Os alunos de quimono branco estavam sentados sobre os joelhos formando um círculo ao redor do tatame, Honua deveria ter uma partida treino com um dos alunos, este que por sua vez era duas cabeças maior do que ela, porém mais magro, deixando a diferença de pesos menos problemática, além do tal aluno não ser das turmas mais avançadas.

Com os dois adversários de frente Raiki daria início ao combate, onde o próprio estava no papel de juiz, para monitorar o desempenho de ambos e principalmente interferir na luta caso se torne uma briga violentamente excessiva. E acreditem em mim, ninguém ali vai querer a interferência de Raiki.


Rim

Hana não negava a aproximação um tanto impertinente do ser alado que dava indícios do motivo de sua queda do reino do céus. - Você tem razão. - As pupilas da jovem se dilataram ao ver e escutar Rim tão próxima de si, ela inclusive trazia o celestial para mais perto de si para mantê-lo mais confortável durante a cantoria, percorrendo com a mão pelas costas de Rim e apertando sutilmente a cintura dele com a mão, enquanto afagava-lhe a plumagem esbranquiçada.

A tão sugestiva melodia chegava aos ouvidos daquela jovem ruiva, que estranhamente demonstrava dificuldade em se manter focada no garoto sentado em seu colo, as bochechas ficaram ruborizadas mas não por timidez, enquanto ela apertava suas coxas uma contra a outra e firmava os dedos com um pouco mais de força, na ilha coberta por neve havia um foco incêndio, mas este ardia no interior da ruiva.

Hana que fora conduzida a ficar mais confortável no colchão, se encontrava um pouco receosa e confusa, mas o interesse e curiosidade a fez mover sua mão até o local ocultado por Rim, e numa sintonia oposta as espadas eram escondidas e expostas. A ruiva por sua vez também se expôs ao ter o segredo de Rim descoberto, Hana agora havia libertado-se das incertezas e receios que pairavam sua mente, por um segundo ela cogitou repreender o anjinho inocente pela travessura, mas isso poderia esperar, afinal ela apreciava a idéia de ser salva por um celestial tão atraente.

A jovem mulher de cabelos avermelhados envolvia o rosto de Rim com as mãos e o trazia para mais perto de si, deixando que seus lábios ligeiramente vermelhos pudessem ser tomados com mais intensidade, e com a outra mão Hana apertava com firmeza o motivo de perdido o receio e se certificava de percorrê-lo prazerosamente de cima a baixo, então as vestes foram sendo tiradas uma a uma.

Com o as mãos do celestial travesso demonstrando tanta piedade em satisfazer a jovem ruiva, a mesma demonstrava estar muito receptiva para a atitude tão benevolente do diabinho em pele de anjo. A noite prosseguia com a ruiva mantendo o celestial laçado no quente aconchego de suas coxas, Rim poderia sentir os dedos das mãos delicadas da ruiva se estreitando contra os ombros, e involuntariamente alguns arranhões eram feitos, enquanto Rim era puxado contra aquela labareda, os pés da ruiva se dobravam e retorciam ao mesmo tempo enquanto ela se libertava do incêndio num gemido agudo e prolongado, mas para extinguir por completo as chamas da ruiva foi necessário que Rim demonstrasse suas generosidade mais uma vez, até ambos se darem por satisfeitos.

A ruiva se aninhava no peitoral de Rim e recebia carícias no cabelos avermelhados enquanto abraçava o celestial tocando as asas dele com as pontas dos dedos. - É o que dizem, os bonitos com rostinho inocente são os piores. - O adjetivo pior era utilizado como sinônimo de libidinoso pela ruiva, que apesar de parecer estar reclamando na verdade sorria de maneira meiga, e pressionava o rosto com um pouquinho mais de afeto contra Rim.

>><<

A manhã seguinte chegava com o cantar alegre dos passarinhos brancos na janela do quarto onde Rim estava hospedado, os raios de sol iluminavam o local, a caneleira avermelhada ainda estava deitada sob o corpo do celestial, Hana sem querer acordava o anjinho impertinente enquanto passeava com o dedo pela asa enegrecida que cobria parte das costas da mulher. - Bom dia dorminhoco. - Dizia ela num tom leve e brincalhão, fechando seus olhos e lábios a espera de um cumprimento mais caloroso. - Ôh! Eu nem perguntei seu nome… - Hana pensaria alto no momento em que ambos estivessem se vestindo para deixar o quarto, então a face dela ficou subitamente mais vermelha do que um tomate.

[spoiler="Personagens Importantes, (Ou não)"]
Kalulu:
 


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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 7 EmptyQua 20 Maio 2020 - 23:31


A Lutadora, a Surfista e a Pegadora - Treino Parte 1 (4/5) Posts

Dentre os grunhidos caóticos do Bambu, encontrei a paciência de uma maneira aliada, tanto os minutos quanto as horas passavam, enquanto ele continuava a dançar diante dos meus olhos, seguindo seu próprio ritmo, com toda certeza rindo da minha cara. O entardecer me deixava paranóica com aquele som, eu ouvia os outros tentando o mesmo, mas não me atrevia a olhar para os lados, só conseguia me perguntar, vezes entre as distrações, como diabos todo aquele som podia ser suportável.

Mal consegui passar a noite naquele treinamento, era um teste para mais do que respiração, se concentrar com todo aquele barulho irritante era mesmo complicado, mas não daria a Raiki a oportunidade de me ver posta grosseira diante de um mero pedaço IMBECIL DE BAMBU! Mas socá-los mais forte não faria diferença, não podia nem me dar ao luxo de irritar como do comum e dar um soco forte naquele maldito, desisti da ideia quando vi um outro fazer isso, mal pude conter-me posta em vê-lo sendo atingindo em cheio no nariz pelo bambu.

Minha mão já não estava mais tão dolorida, mas podia facilmente evidenciar os roxos na mão pelas pancadas no bambu, vez ou outra acertar com tamanha precisão acabava movimento um pouquinho pra cima ou pro lado, isso quando não acertava de mal jeito algum osso e deixava dolorido por alguns segundos, era algo latente, conseguindo ainda ser tão incômodo quando bater o punho fechado em uma tora com as mãos nuas.



Ah claro! Eu deveria estar falando do meu treinamento! Mas não tem mais muito do que eu possa dizer, vocês precisam sentir, e não é bem assim tão fácil descrever uma evolução interior, mas posso dizer que é verdadeiramente libertador poder olhar para todos aqueles feitos e saber que você mesma o fez, dava quase para duvidar, eu até mesmo fazia isso às vezes, mas os hematomas na mão me ajudavam a lembrar de todo o trabalho duro, o que me faz pensar se as outras garotas estavam tendo um trabalho tão árduo quanto o meu - Imagino que as outras também estão dando duro mestre Raiki - Disse olhando para ele, seus olhos brilhantes cheios de alegria, eu m-ma-mal conseguia encarar ele - N-não me o-olhe a-a-assim mestre Raiki se não eu vou chorar - Era de alegria, mas aquele olhar de orgulho me traziam boas memórias, mas mais do que isso, me deixavam também orgulhosa de mim mesma.

Secando as lágrimas com as costas da mão, enfim tive mais um tempo para descanso, era escasso naquele lugar, qualquer minuto deveria ser mais aproveitado - ÉEEh?! Do zero?! - Ele não soava intimidador, mas era apavorante ter que pensar em cortar madeira e bambu com as mãos novamente, mesmo que eu já tivesse conseguido antes - Sei… Você apenas quer que eu fique mais tempo aqui, mas como disse antes, vou acabar o treinamento antes da outras Tehehe! Falando nisso senhor Raiki, acha que elas vão se sair bem? Quero dizer, as outras regiões devem ter desafios bem diferentes … - Fico pensando o que a anjinha estava fazendo, neve, hmm, coitada deve estar tendo que enfrentar as temperaturas baixíssimas como prova do treinamento, e nem me fale do treinamento do deserto e ter que suportar aquele calor fumegante.

Fá-lo-ia, meu descanso, em um lugar incomum, depois da janta e do banho que eram rotina em horários específicos, pûs-me deitada sob o futon para observar as estrelas, era bom poder ver a imensidão azul e se imaginar um pouco nadando naquilo, ou o que quer que havia no meio de tamanha imensidão, mas um passatempo divertido era de procurar as constelações, talvez eu pudesse fazer isso com o mestre Raiki depois de terminar o treinamento, se o tempo nos permitisse, era bom passar um tempo no dojo, as pessoas eram gentis e bem focadas, muito diferente da movimentação na ilha da qual eu vim.



- Tá legal! Ô pessoal, pessoal! Animação, acorda pra cuspir! Deus ajuda quem cedo madruga! - Uma voz incômoda me acordava logo cedo, bem a tempo de ir treinar juntamente com os outros alunos, por sorte, ninguém mais ali parecia ouvir aquele som estridente de gongo tocando logo de manhã, mas fiquei por alguns minutos me perguntando por que diabos aquela lagartixa falante veio me acordar, provavelmente só mais um espírito zombeteiro zanzando por aí, ou quem sabe ele tivesse alguma ligação com aquele templo muito antes de eu sequer existir, em todo caso, ele se parecia com uma daquelas estátuas de guardião do templo.

Meu último teste enfim chegou, para minha surpresa, um tanto negativa, era um confronto com outro aluno do Dojô, provavelmente tão iniciante quanto eu, mas minha vontade era um tanto pequena, não era muito fã de lutas - Temos mesmo que fazer isso? Não sou muito de brigar - As provocações, se é que fosse ter alguma, seria o pior dos problemas, eu só não era muito adepta com a ideia, mas uma coisa insignificantes me fez mudar de ideia.

- Você não precisa espancar o cara até a morte! É apenas um combate tranquilo de técnicas, como dois alunos civilizados - Sebestian finalmente aparecia para dizer alguma coisa sensata - Hmm… Você tem razão, não pensei na ideia de lutar com ele apenas como um modo de treinamento, é que eu não sou muito para confrontos, mas acho que vai ser interessante - ... - Você me chamou de insignificante?! - Xiiu! Concentração, era a chave para todo aquele treinamento então seria bom mantê-la mais um pouco, era hora de afastar as distrações da cabeça.

Certo! Então ninguém aqui sairia na pior ou de maca? Ao menos eu espero que não, odiaria ter que ficar com peso na consciência por causa disso, mas sou tão desacostumada a lutar que nem ao menos conhecia algum rito de batalha, apenas as poses de iniciação do Karatê Tritão, na verdade … eu conheço um Haka! -  Kapa o pango kia whakawhenua au i ahau! Hi aue, hi! - Se há alguma forma de sentir energia nas palavras, bem, é notório que dessa vez me fizera transbordar mais confiança, a continuação daquele rito continuava em minha cabeça, ao passo, que podia sentir uma chama ardente no peito.

Partiria para cima dele sem esperar um avanço, mas também considerando que este pudesse fazê-lo, em ambos os casos meu objetivo seria o mesmo, ir para frente serpenteando o caminho com a longa cauda, tentando manter o tronco o mais rente possível ao chão, mantendo as mãos livres e prontas para projetar um ataque, sempre visando golpeá-lo durante um momento de distração ou contragolpe, estes os quais manteria os ensinamentos acirrados acerca do treinamento, embora agora fosse ainda mais difícil encontrar um momento de concentração, como diabos eu conseguiria não pensar em nada com um alvo agora móvel e que raciocina? Bem, o esforço teria que agir, e nada melhor do que um desafio mais do que complicado para isso. Iria abrir esses instante usando a cauda, querendo fazê-lo tropeçar ou perder a passada nos golpes, mas sempre a uma distância pequena, não querendo dar chance para que este pegasse distância ou impulso para armar um golpe.

Tentando manter a mente mais limpa, pensei apenas em movimentos simples, sem muitas surpresas, para esquivas tentaria me manter bem próxima a ele, alvos grandes eram mais fáceis de se golpear, mas eu estava contando com meu caráter esguio para sair da margem de ataque, serpentear a cauda para forçar o corpo a se contrair para uma direção diferente dos golpes, também iria tentar empurrar o chão usando a cauda, jogando o corpo para os lados e/ou para frente somado com as curvas duvidosas. Não seria uma tarefa fácil, ainda mais pelo motivo de eu não estar focada em calcular direções, mas sempre que possível, iria me esquivar indo para cima, isso abriria alguma brecha em sua defesa e então seria hora de dar-lhe algum golpe em cheio, carregado num só ponto usando também a umidade ao meu favor.

Para meu movimento principal, iria em direção àquele com intuito de envolvê-lo em minha cauda para restringir seus movimentos, primeiramente as pernas, para que não pudesse escapar, já entendendo que eu poderia ser focada nesses instantes em que demoraria até que eu conseguisse restringir o resto do corpo, moveria meu tronco para as costas dele, em um ponto onde não pudesse me golpear tão fácil e ficasse mais propenso a receber mais dos meus socos energizados pelo treinamento do mestre Raiki. Assim que o tivesse completamente envolto e restrito, daria margem para o movimento final, com os braços livres, agora proferia certas palavras … - Votre âme l'âme boa - Estas quais, me trazia a um impulso tal como o de uma breve possessão, despertando a descarga elétrica, a mesma da qual acabei acertando a gigante quando nos encontramos pela primeira vez, eu conseguia causar essas descargas quando submetida a grandes impulsos espirituais, seja cair de uma grande altura e ter uma experiência de quase morte ou experimentar breves instantes do controle doutro espírito me faziam ter essa espécie de “efeito colateral”. É claro que o golpe não seria forte o suficiente para machucar o rapaz, mas seria o bastante para deixá-lo um pouco desnorteado considerando isso no MELHOR dos casos.


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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 7 EmptyQui 21 Maio 2020 - 17:46


Post 16

Então eles surfam pelo momento, a sensação de controle e liberdade, como imaginei.

“Bom, eu suponho que raramente alguém pergunta sobre coisas auto reflexivas assim, não foi uma má resposta.”

***

Sorria de volta frente a confiança de “Kalulu Mahina”, seria bom se o falastrão de fato seja o homem de que tanto se orgulha.

- Não me incomodo em não ir pro mar hoje. Mas dúvido que tenha uma prancha dessas que me sirva não? Não é possível construir uma no pouco sol que resta? Ou é um processo demorado? Eu mesma farei, só preciso das instru- [...]

A exclamação surpresa por trás de meus ombros me tomava a atenção, e enquanto a outra parecia boquiaberta em me ver, minha reação era quase oposta, de lábios selados e dentes forçando-se uns contra os outros. Avistar uma outra gigante em um lugar tão distante me trazia péssimas lembranças. Não tinha como saber se ela era um exilada como eu, ou uma traidora ao lado de Elbaf. Por isso, ficava extremamente desconfortável.

Ouvindo a bronca que ela levava, minha mão esquerda ia até meu ombro, alisando-o e estendendo o ato até as costas da nuca num gesto pacificador. Desconforto é uma palavra banal para descrever, estava em fato nervosa, sem saber o que fazer a seguir.

- N-na verdade me lembrei de outra coisa que tenho que fazer. - Dizia à Kalulu. - Voltarei amanhã.

E assim num tom esquisito e um tanto evasiva tentava me afastar do quiosque, de minha “parentesca”.

***

Voltaria ao local de antes, procurando de vista se o mestre baiano preguiçoso ainda estava no mesmo lugar. Se estivesse andaria até ele, parando no quiosque entre o caminho e pegando um coco.

- Coloca na conta dele. - Apontaria para Zwluak caso reclamassem.

Sentava ao seu lado com peso, talvez ele me notasse antes, mas quem sabe o tremor no chão confirmasse isso, colocava o coco em sua frente.

- Não confunda as coisas, só estava no meu caminho e por isso eu trouxe.

Diria num tom emburrado, juntando os joelhos envolvidos com ambos os braços para então apoiar o queixo neles. Com olhar fixo no oceano seguia o trajeto das ondas. Muitas das memórias de Elbaf não me eram agradáveis, e isso mexia comigo. Ágda teve sorte, provavelmente tem as partes boas como lembrança, esse não é o meu caso. E pensar que haveria uma deles aqui, surfando casualmente como se o resto não importasse.

- O que tem de tão ocupado em ficar aqui deitado? [...] Sei… [...] Ei, já que eu te trouxe o coco, dá pra gente fingir que já é amanhã e você me fizer o que eu tenho que fazer pra você começar a me treinar? - Soltava um sorriso meio dissimulado propositalmente, talvez pra mexer com ele? Ou quem sabe como distração própria, tentando afastar os pensamentos ruins que vieram com as memórias desagradáveis.

- Não é que eu precise mesmo disso. É meio que uma promessa sabe? Por mais que você queira que eu volte no dia seguinte, e de novo, e de novo, eu não posso voltar atrás.

***

Caso novamente fosse recusada ou apenas não o encontrasse mais ali, se é que o homem teve força de vontade pra levantar mais de uma vez da sua canga no dia, procuraria um local mais isolado na praia, onde esperaria o anoitecer, lendo os mapas que chamam de estrelas até adormecer com fome.

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Inventário

Berries:
996.000

• Diário
• Pena
• Tinta
• Corda
• Troncha
Personagem

Vantagens:

• Boa Aparência
• Ambidestro
Adaptador


Desvantagens:
• Múltipla Personalidade
• Devoção (Encontrar as Relíquias do Ragnarok)
• Fantasia (Escreve no próprio idioma)

Perícias:
• Astronomia
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Comprar um diário e caneta ou pena com tinta (tamanho gigante)
• Me divertir
• Aprender costura como Ágda
• Aprender Capintaria
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Rimuru
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Rimuru

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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 7 EmptyQui 21 Maio 2020 - 20:09


Selaria meus lábios em contraste com a boca da ruiva demonstrando a paixão ardente em meu corpo, recebendo a com um bom dia aconchegante, traçando o movimento das minhas mãos para segurar a volumosidade de suas montanhas, provocando lhe as pontas. Logo ela terá de ir trabalhar e eu igualmente terei de partir sem saber quando irei retornar ou se terei adquirido finanças suficientes para continuar com meu quarto para mais uma noite sonhadora. Incerto daquilo que ainda não fora escrito em minha história decidi não me importar, se a algo que posso fazer irei fazê-lo agora e isso seria dar-lá um ótimo ânimo matinal para despertar com bastante entusiasmo. Já tive diversão suficiente meu foco seria inteiramente em seu prazer, acariciando a maciez de sua barriga, apertando-lhe o traseiro massageando o volume de suas coxas, deslizando sutilmente pelas cobertas beijando sua superfície como se trilhando uma rota até o canteiro de rosas.

Usaria meus dedos para contornar as bordas e gentilmente lamberia seu interior, focando em seu ponto de maior estímulo para receber uma resposta maior ao ato, até que fosse alcançado o ápice dos meus objetivos, relaxaria seus ombros com um sutil cafuné após realizado com satisfação, acariciando lhe as mãos e os pés tratando á como uma realeza. Quando não pudéssemos mais adiar o inevitável, ajudaria a se vestir admirando cada canto demonstrando que até mesmo com o uso de vestuários eu sentia encanto e admiração pela sua pessoa, concluído com a arrumação beijaria a novamente e sussuraria em seu ouvido de forma melodiosa:

Quanto mais eu te vejo mais bela se torna….ahhhh meu nome é Rim, Masaki Rim, espero que tenha um ótimo expediente, irei pegar alguma coisa para comer depois de fazer alguns preparativos para sair, tenho que ganhar dinheiro para pagar as diárias se optar por ficar mais alguns dias, além de precisar realizar um treino de respiração que me indicaram...se souber de algum lugar onde possa trabalhar ficaria agradecido. Beijaria-a após a resposta dando um leve tapa em suas nadegas quando fosse se retirar, demonstrando uma leve piscadinha ao olho esquerdo caso ela retribuisse o olhar.

Antes de sair pegaria meu pai para fazer os cuidados diários assim como o instrumento musical que me foi presenteado, daria a ambos uma ótima higienização e realizaria todas as precauções necessárias para uma melhor qualidade de vida útil , tomaria novamente um banho para  retirar o cheiro das atividades noturnas e voltaria a me vestir com os trajes de inverno pegando todos os meus pertences, descendo as escadas para tomar café.Sentaria me em algum canto não muito movimentando procurando pelo bartender que me atendera anteriormente:

Bom dia, gostaria de alguma coisa para comer, garanto que tenha uma sugestão para essa manhã, ficarei com ela para me abastecer. Entonaria com uma voz apaixonante como se nada desse dia pudesse me desanimar agora depositando os trocados exigidos para pagar a comida saboreando-a lentamente conforme fosse conversando.Aliás sabe qual caminho devo seguir para encontrar a mestre Korra, fui recomendado a treinar com ela quando chegasse aqui, que tipo de pessoa ela é? Recolheria informações para não me encontrar totalmente desprevenido, quando a hora chegasse.Terminando de comer arrumaria os pratos e talheres para facilitar a limpeza e iria me dirigir para a saída para ir até onde Korra estava, dando um leve sorriso acolhedor para Hana seguido de um gesto de até logo caso nos deparámos, levando em conta qualquer sugestão que ela possa ter me dado para ganhar alguma renda ao longo do caminho.
Informações:
 

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