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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Phantom Blood

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 6 EmptyQua 22 Jan 2020, 14:14

Relembrando a primeira mensagem :

Phantom Blood

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Kauwela Honua, Ágda Skyblazer e Masaki Rim. A qual não possui narrador definido.


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Johnny Bear
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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 6 EmptySeg 04 Maio 2020, 22:53


A Feiticeira, a Louca e a Deusa - Treino Parte 1 (1/5) Posts

Falar sobre aqueles eventos talvez fosse complicado, eu não conseguia talvez entender muito bem a carga pesada que isso poderia trazer aos moradores, mas aparentemente por Raiki eu conseguia perceber que aquela fama não era algo com qual se orgulham nem com mil anos - Ahm … Desculpe, não quis ofender em me expressar dessa forma [...] Esse reconhecimento deve ser horrível para vocês - Calei-me não me prolongando muito já que não era preciso, deixai-vos que as florestas lhe contem como eram sombrios estes tempos, inclusive eu poderia estar ali, posta no pé de alguma árvore consternado essa história, mas eu tinha um treinamento mais importante adiante.



- Hum, sem problemas! Mas eu poderia pegar um deles qualquer hora? Queria levar de lembrancinha [...] e também acho que me fariam parecer uma mestra - Comentei, a última frase bem baixinho sobre os Kimono, feliz de não precisar trocar de roupas, mas talvez não tenha sido a melhor das ideias, meu linho já estava todo molhado e transparente depois de tanta chuva, espero que ninguém ali se importe em ver os seios de uma sereia.

- Karatê?! Vocês também ensinam Karatê? Tipo quebrar madeiras com a testa e UUUUÍÍÍÍÍÁ tipo aquele cara bem famoso, o Bruno Lee? - Disse encenando aqueles movimentos de Karatê genéricos que se via por aí e alguns charlatões tendem a replicar para mostrar que sabem alguma coisa sobre luta, mas se bem que eu sabia um pouquinho mais do estilo do tempo que aprendi com o senhor Bruno.

Devo dizer que meu desejo por aprender aquela arte marcial fora um pouco precoce, pouco antes eu estava imitando uns golpes despretensiosos para quebrar madeira e agora … bem … eu tinha que partir ao meio um tronco de árvore só para começar. Simplesmente eu seguiria as instruções do mestre, golpeando sempre que preciso e efetuando um respiro apropriado para o treinamento, continuaria até que conseguisse romper o tronco [...]

Ao menos eu queria que fosse tão fácil assim, eu estava determinada a levar aquele treinamento adiante, mas não conseguiria sem, de fato, a ajuda do atencioso mestre Raiki, meu preparamento mental para aquele desafio fora tardio, eu não estava de fato acreditando na natureza deste, era realmente de cortar árvores com as mãos e não apenas uma estória para botar medo naqueles com coração frágil, quero dizer, o meu é forte e cheio de determinação, mas como diabos eu vou conseguir cortar uma árvore com a palma da mão? Eu nunca nem sequer consegui quebrar um galho maior do que o meu pulso.

Bom, ele tinha me dito para primeiramente alinhar a postura, então tornando da calda um par de pernas ajoelhei-me na costumeira posição para meditar, dali seria o melhor começo, ouvir a voz do mestre de fundo deixando os ouvidos focados no decair suave da chuva, sobre a respiração? Bem e controlada apesar de eu ter de ativar o modo manual de respiração - assim como você pode estar fazendo agora - como um começo ideal, eram práticas até que frequentes minha, a entrada para conectar com o espiritual era quase da mesma forma, horas meditando ao passo que toda aquela energia canalizada uma hora vem até você, vovó costumava dizer que esvaziar a mente era um ponto chave, já que não estaríamos ocupados com nenhum pensamento impertinente e, consequentemente, abertos como receptores para os emissores do outro mundo.

Essas partes teóricas são uma maravilha, já que quem geralmente fala consegue sentir, mas nunca para quem está começando e [...]

O suspiro veio como um alívio para mim, a risada fraca da minha ingenuidade era inconfundível, vovó! Meus pensamentos eram inquietos e toda vez vinham estas palavras, instruções e passo a passo do que fazer, quase não deixando espaço para as claras explicações de Raiki.

- Não posso te ajudar dessa vez - Disse ela, distante, praticamente lendo meus pensamentos, me comunicava com ela através deles naquele momento, então se não tinha como me ajudar, o que eu deveria fazer? - Talvez devesse apenas seguir o que o mestre mandou você fazer, e não pensar em milhares de coisas que deveria fazer - Interessante [...] A vovó sempre aparecia com excelentes conselhos.

Inspirar e Expirar. Meditar pode trazer um frescor no corpo, é o oxigênio circulando em maior abundância no seu sistema sanguíneo, atravessando desde o coração até as pontas do corpo segundo após segundo. Que a chuva caía era pleonasmo, mas ele me pedia para sentir as gotas? Então passei a contá-las, uma, duas, ao ponto que perdi-me naquela, se eram vinte, cinquenta ou cem delas caindo no corpo, eu só podia notar que continuavam caindo, em cantos diferentes, mas eu podia sentí-las, até mesmo um pouco antes do suspiro gélido que estas carregavam invadir meu corpo.

- Você ainda está muito … tensa, ainda não acredita totalmente em si? - - Eu estive pensando em uma canção, aquela que eu cantava para você quando ainda era uma menininha, se lembra dela? - Acompanhava aquela música na cabeça, cantarolando sua melodia enquanto a vovó cantava a letra, com um toque doce na alma, ela me lembrava de casa, por algum motivo.

O mestre Raiki ajudava com uns conselhos, de fundo conseguia ainda ouví-lo me dizendo quando estava tensa demais ou precisava ajustar a postura, respiração pesada? Eu precisava regular, mas ainda aspectos psicológicos me impedia de tentar o primeiro golpe, e se eu falhar? E se eu me machucar? Eram todos pensamentos e por logo, deveria me desfazer deles, se eram positivos ou não faziam pouca diferença, a minha voz interior me instruiu para tentar, mas meu corpo em alerta queria se afastar, tremendo com o gotejar da chuva.



Sem pensamentos! Tecendo a coragem e o punho fechado, centralizando e canalizando o poder, toda aquela respiração me trazia o frescor, então conduzi-a até os limites do corpo - Use a água - O Karatê Tritão? Seria uma resposta? Com toda aquela chuva e o lago, será que eu poderia golpear usando aquela força? Não com muito a se pensar, parti para desferir o primeiro golpe já tão demorado, se aquele impacto não fosse o suficiente, teria o bastante para ouvir o que mestre Raiki teria a dizer, do contrário, seria tempo para uma pergunta oportuna - Respiração é a chave? - Questionei-o quase parecendo algo óbvio, já que não se chamaria respiração wushu se não fosse por isso, mas diferente de querer me sentir a dona da razão, se tudo aquilo fosse verdade, então não se resumiria apenas a puxar e soltar o ar, mas como também sentir e controlar ele por dentro do corpo.


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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 6 EmptyTer 05 Maio 2020, 10:52


Post 13

- Kyaaaa!

*Espreguiça

- Como é bom estar de volta.

Aproveitava a sensação calorosa do Sol me secando para me espreguiçar de alívio, finalmente um pouco de paz…

- Hã? É o que que você disse? Quer morrer maldito?!

Berrava de volta às formigas reclamando comigo.

- Tsk, foi o que eu pensei.

Enfim, finalmente um pouco de paz. Desprendia o rabo de cavalo soltando o cabelo para que secasse mais rápido. Colocava o prendedor no pulso.

A areia por si só não incomodava, pelo contrário era uma sensação boa o vento batendo nas canelas, e com certeza muito melhor do que as folhas da floresta grudando em nosso corpo. Só sinto pena dos olhos das pessoas que recebem areia sempre que mexo as pernas. Oh, isso foi uma ironia, pra falar a verdade chega a ser engraçado. Gyahahaha.

Sand Town era no mínimo… Vívida… Demais!

“Fiquem longe de mim selvagens!”

- Hâ? É natural [...] É-é claro que não seu idiota

Não estava acostumada com pessoas se aproximando assim. Mas que diabos? Isso não é o que geralmente acontece, é como se eu fosse a Ágda por um instante. Respondia a maioria das perguntas por reflexo, algumas falando bem baixinho de… Embaraçamento? Claro que não! Só não tinha motivo pra eles saberem algo sobre mim, isso! Por isso disse baixo.

***

- Tia? [...]

Eu… Acenava de volta para o garoto? Geez ainda estou um pouco confusa, deve ser algum efeito colateral de ter trocado com a Ágda há tão pouco tempo. Volte a si mesmo Sky! Maldita sereia e maldito cozinheiro que me fizeram vir até aqui.

***

Certo, a este ponto já estava “acostumada” o suficiente pra agir normal na Rua da Feira. Por sorte Ágda já havia enchido nosso estômago, só não sei quanto nos custou mas já o suficiente para ignorar todas essas barracas de comida. O lance com essas feiras de rua não é tão complicado, existem dois tipos de loja: Aquelas locais com poucos produtos e extremamente caras para turistas. E tem os mercadores viajantes.

Esses sim são os melhores, não por causa do preço, mas sim porque seus produtos ao invés de pura manufatura vêm de trocas pelo mundo e alguns até mesmo se aventuram caçando tesouros. Sim, uma das poucas vezes que me juntei a grupos foram com mercadores assim.

“E para encontrá-los, vejamos…”

Procurava por uma tenda talvez um pouco mais acabada da viagem, sem esbanjar muitos produtos mas com mercadorias exóticas e um olhar confiante no vendedor. Meu foco principal era encontrar um diário de bordo, claro, não precisa ser um livro especificamente para o meu tamanho, já vi humanos carregarem livro de um metro e meio, um desses deve bastar por enquanto.

***

“Achei!”

Quando encontrasse alguma loja de meu interesse me aproximaria com cuidado, me agachando de cócoras e observando a mercadoria.

- O que você tem de interessante por aí?

Apesar de já ter um objetivo em mente e o meu claro estado mental de “foda-se”. Talvez ele pudesse me oferecer algo que eu não esteja procurando porém preciso muito.

- É, na verdade eu preciso de um diário de bordo pra escrever. Um que eu consiga escrever, com ou sem linhas tanto faz, não precisa nem ser um diário de bordo. Um livro com páginas em branco já é o bastante.

[...]

- Também vou precisar de tinta, a maior que você tiver. E a pena de um pássaro grande, que eu consiga usar.


Tendo os materiais de escrita já fico satisfeita, porém também procuraria mais algumas coisas. Ainda temos muito o que repor dos bens perdidos no naufrágio.

- Certo, agora veja algo pra eu poder carregar isso tudo, algum pano grande e corda pra nós amarrarmos na cintura ou algo do tipo. E se você tiver talvez roupas que me sirvam ou quem sabe um tecido grande que dê pra usar de túnica.

Estava abusando um pouco da sorte? É, com certeza, mas se fosse um mercador viajado o suficiente talvez ele já tenha trocado com alguns gigantes.

Caso não encontrasse um dos itens na loja em específico pediria indicação de onde conseguir ali no mercado. Ao pagar tiraria a bolsinha de dinheiro escondida no biquíni jogando-a em frente ao vendedor. Mandaria-o contar o dinheiro em minha frente para ter certeza de que não seria roubada na contagem.

***

Uma vez que conseguisse tudo, caso encontre algo. O próximo passo seria seguir as pessoas de roupa de banho até a praia mais movimentada. Precisava fazer essa porcaria de treinamento logo.

***

- O que são essa tábuas de madeira que eles tão carregando?

[...]

- Zwluak é? [...] Qual desses será ele?


Deixava escapar em voz alta.

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Inventário

Berries:
41.000

Personagem

Vantagens:

• Boa Aparência
• Ambidestro
Adaptador


Desvantagens:
• Múltipla Personalidade
• Devoção (Encontrar as Relíquias do Ragnarok)
• Fantasia (Escreve no próprio idioma)

Perícias:
• Astronomia
• Navegação
• Pilotagem

Ofício: Navegadora

Build

Dano - Habilidoso
Acerto - Normal
Pontaria - Inábil
Esquiva - Inábil
Bloqueio - Normal
Resistência - Normal
Objetivos

Encontrar os Outros
• Aprender Hamon (Wushu)
• Aprender a surfar
• Comprar um diário e caneta ou pena com tinta (tamanho gigante)
• Me divertir
• Aprender costura como Ágda
• Aprender Capintaria


• 9k Berries


____________________________________________________

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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 6 EmptySex 08 Maio 2020, 21:38



Sky.

As formigas abaixo de Sky não chegavam a ficar com medo da gigante mas também não se atreviam a refutá-la, pois vai saber o que a fúria da ruiva poderia desencadear principalmente com as mercadorias que levavam, mas para infelicidade de Sky a grande maioria daquelas pessoinhas eram mais do que acostumadas a lidar com a área voando em seus rostos, então o simples fato dela levantar área enquanto caminha era praticamente indiferente para aquela população.

Como poderia ser diferente para a gigante tsundere acostumada com o calor das batalhas e outros seres a evitando lidar com as pessoas tão receptivas do deserto, e meio a esses moradores intrometidos Sky caminhou pouco até encontrar o que procurava, uma tenda que não se destacava por seu tamanho, mas sim por uma variedade de produtos específicos, parecendo uma pequena exposição de antiguidades, a maioria dos objetos sendo de comum, como vasos, relógios, bússolas, livros, mapas, penas… Mas o que chamava atenção era que não havia nenhum utensílio igual, as manufaturas eram diferentes assim como os materiais de origem, era de fato uma tenda de mercadores viajantes que conseguiam os produtos de outros locais e pessoas para revender na ilha.

- Vejo que tem bom gosto jovenzinha, na minha tenda tenho produtos dos quatros mares, e você pode adquiri-los, mas claro se pagar o preço certo kishishishi. - A vendedora era uma adulta de meia idade que usava um véu azul claro sobre os cabelos negros. [color=brown]- Ikaika querido, mova essa bunda preguiçosa e pega aquela coisa enorme. A vendedora elevou o tom de voz para chamar a atenção de uma formiga não tão pequena, então um homem com braços largos e uma barriga avantajada retirava da carroça onde transportam as mercadorias um caderno pouco menor do que seu tamanho e o transportava com relativa facilidade acima da cabeça até a frente da tenda, ele não se importava com a maneira "delicada" da mulher ao chamá-lo e parecia estar sempre sorrindo amigavelmente com os olhos fechados, ele de pé era apenas três vezes menor do que Sky. - Esse é maior caderno que tenho, mas deve te servir para escrever. - O objeto em questão era um pouco maior do que a palma da mão da gigante, estava mais para uma pequena agenda de capa preta do que para um diário de bordo, Ikaika também trazia uma pena tão branca que antes fora vermelha, mas o tempo fez com que ela desbotasse ficando quase que totalmente branca apenas com algumas manchas rosadas, a pena era apenas meio metro maior do que o caderno. - Estes produtos foram realmente difíceis de se conseguir até, a pena era de uma ave exótica muito perigosa da grand line e esse caderno pertencia a um pirata meio gigante temido no West Blue. - A vendedora esticava o braço para dar alguns tapinhas no ombro de Ikaika como maneira de agradecê-lo, enquanto fazia a propaganda de suas mercadorias, ela não demonstrava estar mentindo, mas por ter andado junto de mercadores talvez tivesse aprendido a reconhecer suas estratégias de venda.

Se Sky não tentar negociar a vendedora cobraria 45k bellys, pelo caderno, pena e um frasco de vidro com tinta de polvo proporcional ao tamanho da pena e também teria cedido um pano quadricular remendado, com uns quatros metros em cada lado para ela guardar as coisas, e uma corda grande o suficiente apenas para fazer um laço em torno do pano que serviria como uma pequena bolsa. Tanto o livro quanto a pena apresentavam alguns amassados e lascas faltando, provavelmente por terem ficado guardados por muito tempo, mas não afetava em nada a funcionalidade. A comerciante também não tentaria afanar nenhuma moeda, talvez por seguir algum fodido ético de mercadores.


>><<

Deixando a feira e seguindo as poucas pessoas com trajes de banho, a gigante chegou até a praia, está que por sua vez estava bem movimentada, com diversos grupinhos de pessoas espalhados pela areia enquanto observavam o mar, ondas se formavam uma após a outra, e haviam várias formiguinhas sentados nas "tábuas de madeira" flutuando sob as águas do mar após as ondas se quebrarem, as ondas atingiam mais da metade do corpo de Sky em altura, e a maioria das pessoas começava a bater as pernas e braços indo na direção dessas ondas, e usavam as tábuas de madeira para navegar sob elas sem nem usarem as mãos para se apoiarem. Então eis que uma onda relativamente grande formava-se, ultrapassando o tamanho da gigante, nesse momento os aglomerados de pessoas ficavam agitados e alguns dos que estavam sentados nas tábuas flutuantes de madeira começaram a ir de encontro a desta onda, batendo rapidamente seus braços e pernas deitados sob as tábua...

- ZWLUAK SEU MALDITO PREGUIÇOSO, JÁ ESTOU CHEIO DE VOCÊ VAGABUNDEANDO NESSA PRAIA, SE NÃO QUER CUIDAR DO DOJO EU ÁBE A MÁQUINA DE MATAR, TE DESAFIO PELO CONTROLE DO DOJO DO DESERTO!! - A voz vinha de um humano careca com pouco mais de dois metros de altura, de cabelo raspado e com o corpo todo musculoso que deixava seu quimono vermelho apertado, as palavras de raiva eram dirigidas para um sujeito largado em cima de uma canga estrategicamente posicionada abaixo da sombra de um coqueiro. - Osh pivete, fica na moral, aproveita que tá aqui e toma uma aguinha de côco. - Zwluak estava deitado segurando o rosto com uma das mãos enquanto terminava de beber a água de um côco e o jogava dentro de uma lixeira atrás de si cheia de côcos, e ele não dava a mínima pro carinha pistola, ele limpava uma de suas narinas com o dedo mindinho e coçava o sa.. a barra do quimono vermelho.

Na verdade Zwluak estava deitado a pouco menos de dois metros de Sky, e ele acabou notado a presença da gigante. - Ô mina, você pode dar dois passos pro lado aí na boa, o sol vai bater aqui daqui a pouco, e to só a preguiça de levantar. - Zwluak com seus cabelos loiros falava de um jeito desmotivado, apenas querendo relaxar, enquanto o outro sujeito teria se descabelado se pudesse, enquanto outros dois alunos tentavam inutilmente conter o grandalhão em miniatura.


Honua.

- Claro, na verdade seria muito apropriado se você também usasse os kimonos Honua. - Raiki desafinada um pouco e seu tom de voz se elevou desnecessariamente, apesar de parecer muito feliz com a iniciativa da sereia, não somente por assim ela parecer mais uma de suas alunas, como também bom… Ele ainda era um humano, apesar de esconder muito bem a vergonha, ainda era nítido que seu olhar estava preso aos olhos da sirena se recusando a descer. E mesmo com aquelas vestes finas semitransparentes nenhum dos alunos que também fazia o treinamento de Honua prestava muita atenção nela, afinal as madeiras não se cortariam sozinhas.

- O que mais se esperaria de uma ilha que leva Karatê em seu nome? - Raiki não se irritava com a ilustração da sirena ao encenar os movimentos genéricos da arte, na verdade ele até se empolgou um pouco demais e repetiu um deles, com a palma aberta desferindo um golpe vertical na direção do solo com a "faca" da mão, a sirena apenas via um borrão enquanto sentia uma pequena lufada de vento fazer seus cabelos esvoaçarem, quando Raiki moveu seus braço antes de parar com os dedos alguns centímetros do solo . - … Vamos continuar. - Ele se recompunha após tossir algumas com as bochechas vermelhas e olhando pro lado como se nada tivesse acontecido. Talvez fosse ignorado mas um corte com mais de 10cm havia sido feito na grama que se projetava em direções opostas nas extremidades onde fora cortada.


>><<

Apesar da tão atraente potencial distração quando se tratava de treinamento Raiki ignorava certos atributos da sirena, enxergando-a apenas como uma aluna dedicada em aprender, tendo que analisá-la atentamente para poder corrigir os menores erros. Após o demorado primeiro golpe no instante inicial Honua não sentia nada, e pouquíssimos momentos depois uma pontada intensa de dor aguda era sentida em sua mão, propagando-se pelo braço, até percorrer todo o corpo como um chocante arrepio. A falha inicial não deixava Raiki alarmado, afinal era o mais comum de se acontecer, ele incentivava Honua a repetir quantas vezes forem necessárias.

Como diria o lendário Bruno Lee. "Treine 5000 golpes uma vez e você será um medíocre, mas treine um golpe 5000 vezes e você será um mestre." E não fora tão diferente para a Honua, que precisou fazer inúmeras repetições sem sucesso aparente. Mas aos poucos pequenas mudanças aconteciam como pequenas gotas caindo e formando uma poça, pequenas poças se unindo e formando uma lagoa, quanto mais Honua se desprendia das preocupações maior era sua percepção sensorial, o som da chuva que caía sobre si, parecia lavar toda a negatividade da sirena, o fluxo do ar percorrendo os pulmões começava a se assemelhar ao ritmo dos pingos de água vindo dos céus. E eis que. CRACK! Um osso quebrado? Não, não. Era o que eu chamaria de meio sucesso talvez.

Horas se passaram com Honua sendo orientada não somente por Raiki mas também os sábios conselhos de sua avó, e claro o principalmente, toda a concentração e dedicação, fez com que Honua finalmente abrisse um corte profundo até metade da tora de madeira, tendo também pequenas rachaduras devido aos golpes anteriores. Esse progresso havia cobrado um preço, a mão da sirena estava dolorida com alguns hematomas e pequenos ferimentos. E antes que pudesse prosseguir Honua sentia em seu ombro um aperto gentil. - Por hoje está bom, descansar para recuperar o corpo também é parte do treino. - Ele estava com os olhos felizes, e um sorriso de satisfação no rosto.

O sol já havia se posto a algumas horas, Raiki oferecia o dojo para Honua poder dormir durante o período de treino, junto de alguns outros alunos e alunas que não tinham casas para retornar, não era de fato um local de conforto, ela iria deitar-se em um saco de dormir, e tomar banho junto das outras alunas no vestiário, também teria a comida do restaurante, mas não seria tão gostosa quanto a preparada na hora. E na manhã seguinte o mesmo treino recomeçar ia.


Rim


A paranóia preocupação do celestial se provava desnecessária, não era como se aqueles fossem ingredientes raros no arquipélago,o bartender informava que o chá 500 bellys, a diária por sua vez seria o mais caro sendo 30k o quarto com cama de casal e 35k o quarto com duas camas, e o quarto com uma cama de solteiro custaria 20k. O bartender apanhava as moedas referentes ao preço do chá, enquanto observava o pequeno ser alado a sua frente com uma das sobrancelhas erguidas, achando no mínimo curioso o comportamento de Rim. - Receio que não enriqueceria vendendo chá senhorita. - Ele parecia tirar sarro da situação como um todo, não soava ofensivo, aos olhos do bartender era apenas cômico, mas este não ria, e com um lenço branco começava a polir alguns copos de que claramente já estavam limpos. - Mas peço perdão por ter lhe causado essa impressão. -


- Se for um bom entretenimento não vejo motivos para recusar, mas sem conhecer suas capacidades não tenho interesse em contratá-la, pode ser péssimo para os negócios se os clientes ficarem aborrecidos. - A recusa do bartender era feita sem alteração em sua voz, ele somente zelava pelo bom funcionamento do estabelecimento, e agora polia o balcão com uma flanela. - Está na hora. - Cerca de vinte minutos haviam se passado desde o retorno do bartender e novamente ele entrava na cozinha, mas dessa vez retornava com uma tigela com ensopado de aves. - Essa sopa custa 1500 bellys jovem senhorita. - Dizia novamente querendo fazer uma piada com toda a desconfiança do celestial.

- Outros artistas… Alguns moradores fazem isso como hobby, não creio que eles iriam se aventurar a deixar Taekwon Island. - Agora polindo alguns talheres com um terceiro pano Watari desviava sua atenção de Rim pensando um pouco mas pessoas que conhece. - A senhorita Hinata talvez fique empolgada com essa atividade, mas receio que ela traria consigo alguns problemas dentro do arquipélago. - Watari voltava sua atenção para Rim ao falar, então olhava por dentro do monóculo satisfeito para uma colher prateada brilhando após o polimento.


>><<

Quando Rim acabasse de comer e decidisse ir até o quarto alugado o bartender chamaria uma das garçonetes que passava próximo da dupla. - Hana, por favor guia essa jovem senhorita até o quarto. - A garçonete em questão tinha longos cabelos castanhos avermelhados e sardas dispostas nas bochechas. - Tudo bem Sr. Watari. - Hana tinha um sorriso simpático e falava demonstrando entusiasmo e boa vontade, com olhos verde claro ela ficava de pé com as mãos juntas na frente do corpo aguardando pelo pequeno celestial.

Hana seguia alguns passos à frente de Rim, e o guiava por uma escada na parede esquerda do estabelecimento até o segundo andar, até chegarem ao seguimento do segundo andar, um corredor pequeno se comparado ao de um hotel com menos de dez quartos, a mulher caminhava até parar em frente uma das portas. - Este é seu quarto senhorita. - Dizia educadamente enquanto estendia sua palma na direção do quarto, aguardando Rim adentrar. - Suas asas, elas são muito bonitas, nunca vi nada assim antes. - Aproveitando que estavam sozinho se atrevia a elogiar o celestial, os olhos dela brilhavam um pouco enquanto piscavam algumas vezes, era um elogio sincero. - Mas não conte nada pro velho, ele provavelmente vai me repreender se descobrir que fiquei ocupando uma cliente com bobagens tehe. - Ela soltava uma risada divertida apesar de ficar visivelmente sem graça.

Independente do quarto escolhido, este estaria limpo com roupas de cama trocadas sem poeira, uma janela ampla com visão da cidade, uma pequena mesa redonda com duas cadeiras e uma escrivaninha, tendo também uma porta para o banheiro com água aquecida, a temperatura ambiente beirando os 20°C com as janelas fechadas, e uma coberta grossa de lã dobrada sob a cama.


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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 6 EmptyDom 10 Maio 2020, 13:47


Post 14

- Oh ho!

Sabia que esse cacheiros viajantes seriam os melhores, quem liga pra roupas? Todo o essêncial consegui encontrar no mesmo lugar.

- Perfeito! Isso vai servir.

Neste momento, mesmo que inconscientemente, não conseguia evitar de mostrar os dentes afiados num sorriso diabólico, o diário é nosso primeiro passo para restaurar a glória. Entreguei o dinheiro sem pestanejar amarrando o tecido e a corda à minha cintura deixando para o lado da coxa esquerda, parece até uma algibeira, e o preço foi bem justo, barato até demais eu diria.

Sem mais o que fazer no mercado seguia logo para fora dali, o som dos mercadores frenéticos gritando já estava começando a me irritar, e o cara do pastel ainda ecoa a voz na minha cabeça de tão alto. Antes de chegar a praia, parei num lugar um pouco mais reservado, precisava escrever para Ágda o quanto antes.

Sky escreveu:
Eל Aggy, גढडदהטनל नठ डढपढ דלáथלढ, הडधãढ धथאधה דה הदגथהपהथ धनדढ ה डãढ ואबהथ डהडיनठא בढבאטהठ הडतनאडधढ הन הदधלपהथ टढडטה… Eददאद… Pהददढאद तनה पढגê גढडיהגהन, णढथ तनה दהठणथה धãढ לथथלधאडधהद? Gההब! Nãढ दה णथהढגनणה डãढ ठה टלपथהל דהटאद, הन לא! Mאद אतनהटה ठאटדלधढ גढबלडיהלथढ डãढ दאבה ठאडधהथ א בढגא והגיאדא. Pढथ לददढ דהגלדל तनה पאठढद ואबהथ הददא דथढטא דה धथהלडאठהडधढ, הडधãढ दה पढגê אददनठלथ डढ ठהלढ דढ धथהלडढ הन אגיढ בढठ डãढ ולגאथ पאדלאडדढ ה टהपאथ לददढ א दéथלढ! Pढथतनה הन דלददה तनה גढठणटהधאथלא धãढ थáणלדढ तनאडधढ डלडטनéठ אडधהद ढ והब.

[...]

Vढגê é थהאटठהडधה לडदלदधהडधה दאבלא? Fאबלא धהठणढ तनה डãढ दה קनडधאपא גढठ नठ טथनणढ, णהडदהל तनה धלडיא דהदלदधלדढ… Aגיא ठהदठढ धãढ दढटלधáथלढ אददלठ? Óधלठढ! VढגÊ पהडגהन דהददא पהब, ठאद दאלבא तनה é दó הडतनאडधढ הददא णढथגאथלא דה Wनदיन הदधלपהथ थढटאडדढ. A णथढणóदלधढ ढ डढठה דढ डढददढ “ठהदधथה” णהटढ पלदधढ é Zभटनאम ढन אटטढ דढ धלणढ, הदधאठढद לडדढ הडגढडधथá-टढ डא णथאלא.

[...]

E Aggy, डãढ दה णथהढגनणה גढठ אद גढלदאद णהथדלדאद, ढन णढथ डãढ धהथ डהडיनठא थהटíतनלא אतनל, पढגê डãढ הदधथאטא डאדא ढम? Nãढ णथהגלदא दה גनटणאथ, הन पढन גढटढגאथ א טהडधה דה पढटधא डढ धढणढ, ה पאठढद पढटधאथ णאथא Eटבאו....

Tradução:
 

- Mas que … Diabos...!

“O que esses humanos tão fazendo?! Eles estão andando na água? Não, deslizando?!”

Esfregava os olhos e forçava um pouco a vista para ver com detalhes.

- São… Pequenos barcos? Eles tão só… Curtindo?

Era algo realmente muito estranho, mas como uma navegadora e timoneira eu até que compartilho o prazer e sentimento em desafiar o mar, controlar as ondas.

“Hmpf, isso não é nada demais, tenho certeza que esses boçais nunca comandaram uma embarcação antes.”

Olhava com um tanto de desejo para aqueles pequenos pedaços de madeira tentando disfarçar externamente.

- Hrmm… Se… Será que tem alguma que eu possa tentar?

***

Ouvir alguém gritar pelo nome que estava procurando me acordou do sonho acordada. Deixando de encarar o horizonte e reparando a confusão abaixo de mim percebi que meu mestre é… um baiano preguiçoso?

- Hã?...

“Mas o que há com o povo dessa ilha? Esse jeito de falar tão desleixado com qualquer um e… Não quer levantar? Hã?!”

Atônita com a situação acabei dando os dois passo pro lado puramente como resposta automática, ficando bem entre o careca gritando e o vagabundo deitado. Eu realmente não sei como interagir com essa gente daqui.

- Errr… Então você é o Zwluak? Sabe? O mestre do fogo e blá… Blá… Blá.

*Ar-hem! - limpa a garganta.

- Ceeerto… Eu acho que… Supostamente eu deveria treinar com você? O mestre, Xinzo me mandou aqui…

Na minha cabeça a cena seria completamente diferente quando o encontrasse, talvez ele estaria dando uma aula na praia ou qualquer merda assim, eu chegaria de peito estufado e orgulhosa com ele praticamente me implorando para me ensinar. Mas… Como seguir nessa linha de raciocínio com essa figura que encontrei?

***

Do jeito preguiçoso que ele aparenta ser eu não duvidaria que me mandasse embora de primeiro momento. Daria um grande suspiro de desapontamento, falso, obviamente.

- Aquele cozinheiro de merda. Me enganou dizendo que seria um desafio impossível concluir o treino, que piada.

Tornaria a olhar para o oceano.

- Acho que vou ver o que esses humanos estão fazendo então.

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Inventário

Berries:
996.000

•Diário
•Pena
•Tinta
•Corda
•Troncha
Personagem

Vantagens:

• Boa Aparência
• Ambidestro
Adaptador


Desvantagens:
• Múltipla Personalidade
• Devoção (Encontrar as Relíquias do Ragnarok)
• Fantasia (Escreve no próprio idioma)

Perícias:
• Astronomia
• Navegação
• Pilotagem

Ofício: Navegadora

Build

Dano - Habilidoso
Acerto - Normal
Pontaria - Inábil
Esquiva - Inábil
Bloqueio - Normal
Resistência - Normal
Objetivos

Encontrar os Outros
• Aprender Hamon (Wushu)
• Aprender a surfar
Comprar um diário e caneta ou pena com tinta (tamanho gigante)
• Me divertir
• Aprender costura como Ágda
• Aprender Capintaria
• Compras no mercado (diário, tinta, pena , troncha e corda)

• 54k Berries


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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 6 EmptyDom 10 Maio 2020, 15:35


Senhorita Hinata me parece um nome familiar, espero que seja por motivos bons se ela é a única candidata possível para me acompanhar, irei procurar saber onde ela se encontra para realizar uma entrevista, no pior dos casos não é como se eu fosse obrigado a aceitá-la não é mesmo? A refeição estava saborosa, o atendente pareceu se divertir tirando sarro da minha cara, tanto que nem sei se é o fato de um ser alado como eu está comendo ensopado de pássaros seria mais uma de suas sátiras de duplo sentido, seja como for apesar do preço um pouco salgado acredito ter encontrado um ótimo ambiente para me estabelecer na região, vamos dar uma olhada nas acomodações.

Sinalizaria com as mãos que estava pronto para ir, certificando-me que nenhum desperdício se encontrava em meu prato e que os talheres estivessem ajustados para fácil remoção e facilitação do serviço dos funcionários na limpeza e conservação do local para o próximo cliente que se servisse naquele lugar. Uma pessoa um quanto que chamativa sinceramente tenho que dizer, era requisitada para me mostrar o caminho, ruivas me deixam meio apreensivo por já ter um histórico mal desenvolvido com garotas semelhantes mas julgar sempre será o caminho mais curto, espero poder conhece-la melhor antes de tomar minhas opiniões criticas.

A passos curtos e sem muita pressa eu dirigia-me até o segundo andar, será que sou o único ao momento ou todos os outros também estão ocupados? Talvez eu demonstre minha hospitalidade com meus vizinhos temporários e lhes ofereça uma apresentação cordial. Meu quarto era indiscutível, estou muito satisfeito com seus detalhes pela vista que tenho da porta para dentro, Hana parecia me bajular e apesar de estar gostando de ter meu eco alimentado por uma garota fofa procurei manter a calma para não parecer desesperado, todo artista tem fãs e seria bom receber seus elogios de forma discreta e respondendo de forma agradável para rechear suas admirações ainda mais aos poucos:

Não se preocupe, esse será um segredo nosso, não vejo porque lhe causar problemas, alias se tiver o interesse pode acariciá-las se for de seu agrado, apenas seja gentil pois é uma área um pouco sensível, podemos fazer isso dentro do quarto para não incomodar ninguém. Mexeria as asas como se elas estivessem concordando com a situação de forma positiva, acariciaria as mãos da jovem beijando o canto esquerdo do seu rosto e me afastando suavemente para trás com um sorriso no rosto:

Aliás, isso é só algo característico dos meus ancestrais, não é como se eu fosse algo especial, agora você é uma beldade única em meio a tantas pessoas de aparências diferentes, me atrevo a falar até que uma das mais deslumbrantes que já vi pessoalmente em toda minha carreira, deveria ficar admirada com seu próprio encanto também ao invés de apenas admirar os dos outros, se isso for difícil pode deixa comigo, tenho certeza que meus pensamentos referentes a você são o suficiente para dar todos os elogios necessários que alguém tão especial merece.

Daria uma risadinha suave, adentrando no meu recinto, se fosse da vontade dela deixaria que brincasse com minhas asas por um tempo mas não tanto que perturbasse seu expediente e levasse a ganhar uma bronca do chefe:

Se ele perguntar basta dizer que fiquei te perguntando com muitas dúvidas sobre se estava tudo bem em eu utilizar as coisas aqui do quarto, tenho certeza que ele não irá desconfiar, quando tiver uma brecha e estar presente por aqui sinta se bem vinda a me pagar uma visita, irei lhe conceder uma canção própria se retornar.

Seja como for, assim que ela se despedisse, fecharia a porta (com tranca se tivesse a opção) e iria me dirigir ao banheiro, deixaria a água aquecer enquanto me despia deixando as roupas separada para serem reutilizadas, lavaria cada parte do meu corpo para tirar todo suor ou odor acumulado da viagem assim como aproveitar a oportunidade para relaxar e descansar corpo e espírito. Momentos de lazer são necessários para se ter melhor resultado de seus afazeres futuros. Quando terminasse sentaria na cadeira levando a para perto da janela se fosse necessário, para ter uma vista privilegiada do lado de fora admirando a paisagem enquanto descanso um pouco:

Logo após isso irei procurar Hinata para saber a seu respeito e iniciar o treinamento da respiração como me foi instruído além de procurar trabalho, minhas finanças estão quase acabando. Comentaria baixinho para não ser ouvido quase que cantarolando.


Informações:
 

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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 6 EmptySeg 11 Maio 2020, 13:56


A Feiticeira, a Louca e a Deusa - Treino Parte 1 (2/5) Posts

A sensação era prazerosa mas a um custo bem particular, todo aquele foco tinha me desgastado bastante, era como se todo aquele treinamento esgotasse ainda mais do que simples levantes de peso ou prática de movimentos particulares de combate, se sentia acabada física e mentalmente. Deixei esboçar aquele sorriso fraco ao ver a tora partida “Consegui?!” pensei com o fio de esperança vindo que logo se esvai, não, a tora ainda estava lá, só que agora pela metade, não tinha nem mesmo esforço para ficar decepcionada, era preciso continuar tentando sem deixar me abalar por isso, apenas esperei que o mestre Raiki colocasse uma nova em substituta da outra, mas senti o seu toque no meu ombro um pouco antes de voltar a meditar.

- Certo … - Comentei um pouco surpresa, tinha em mente que ele me faria golpear aquela coisa por mais algumas horas, mas não pude deixar de ficar mais estarrecida quando percebi o crepúsculo - entardecer, não o livro do nosferatu que brilha no sol. Sem ter para onde ir, Mestre Raiki gentilmente me ofereceu uma estadia no Dojô, dentre muitas coisas no meu planejamento em vir para Wushu, em nenhum deles tinha verba ou sequer uma menção honrosa a algum lugar para passar todas aquelas noites - O-obrigada - Comentei afagando o punho dolorido entre os seios, agora podendo sentir os hematomas, coisa que até então me passara despercebido no meio do treino.

Tomava meu banho um pouco distante, não fisicamente, mas sentia a água gelada cair no corpo lavando um pouco daquela sensação de fadiga, o bastante para me deixar acordada por mais algum tempo e conseguir comer no restaurante junto dos outros, não procurava me enturmar no primeiro dia, isso dada minha falta de sucesso, mesmo com o mestre Raiki se mostrando orgulhoso, aquilo ainda parecia estar distante das capacidades de um verdadeiro mestre, me chateava não poder ficar ali tempo o bastante - Poderia me dar uma bacia com água gelada por favor? - Pediria ao pessoal da cantina, pretendia deixar a mão em uma compressa por alguns instantes, aliviar aquela lesão a tempo da alvorada - Obrigada -

Vovó disse, certa vez, que as compressas geladas eram ideais para esse tipo de hematoma, aquela dor latejante se acalmava por um pouco enquanto com a canhota trêmula tentava comer minha janta com os Hashi.

~ Hasta Mañana ~

O primeiro dia é sempre o pior, até tornar aquilo uma rotina, não sei dizer ao certo em que momento que apaguei, se foi na mesa de jantar ou consegui ter esforço o bastante para caminhar até o Futon e desabar de cansaço, mas eu estava lá, deitada de bruços com a mão porcamente enfaixada e alguns grãos de arroz na boca - Hmmmm? Já é hora? - aquele horário novo certamente me era esquisito, mas não posso dizer que não tive tempo para descansar, junto dos demais alunos, levantei-me, arrumei a cama e vesti o Kimono, sim eu estava usando um agora já que tive de tirar as roupas molhadas e colocar algo seco, provavelmente nunca mais as veria novamente.




- Avise-me quando puder começar … - Diria para o mestre Raiki enquanto amarrava minha faixa, não esperei que tivesse de continuar a golpear a mesma lasca de madeira que ontem, portanto, todo o esforço que fiz no dia anterior teria de ser dobrado, e eu não falava somente de mais concentração ou qualquer porcaria desse tipo, mas alguma coisa ali deveria ter mais atenção, talvez na forma com que eu golpeie ou na respiração. De todo modo, estaria mais confiante no segundo dia, embora os resultados do primeiro não me tragam um profundo sentimento de satisfação, eu podia contar com o fato de que houve sim o progresso com a ajuda da vovó.

“Não espere que isso seja um treinamento fácil, preciso conseguir sozinha” Comentei com ela esperando que já não fosse mesmo aparecer, quis afastá-la de fato no momento, mesmo que suas palavras sejam reconfortantes e inspiradoras, elas me distraiam e tornavam um treinamento individual menos eficaz, agora por si só faria aquela respiração sem pensar em mais nada … Focando em sentir a água, se não aquela que caia do céu, seria a da lagoa ao nosso redor, ela também podia emitir ondas e movimento, o vento influenciava no seu correr e cada vez que o fazia tentava, ainda mais, sentir o ondular de uma ponta a outra.

Inspirar e Espirar

Daria o primeiro golpe, temendo que a dor fosse intensa ainda pelo hematoma de ontem, mas não seria o bastante para me abalar, nem que precisasse socar aquele pedaço de madeira até meus ossos ficarem expostos - Então concentração é a chave, mas concentrar-se no que basicamente? Bem, eu diria que estou me focando em fazer nada, não pensar ou sentir emoções, só olhar para aquele pedaço, respirar e socar. Sem temer não conseguir na primeira o na segunda, de nada adianta também golpear mais forte, mas dado um momento você consegue se abrir para as influências externas, não era sobre se focar em sentir o movimento da água, mas sim deixar ela fluir sobre você, ser um catalisador, um grande receptor de energia, já que naturalmente, estamos rodeados por ela.

Então para que se esforçar em reunir e gerar ela por si só, quando tudo ao nosso redor nos emite isso?


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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 6 EmptyQui 14 Maio 2020, 15:48



Sky.


Após um sorriso afiadamente amigável por parte de Sky, a gigante ruiva deixava uma mensagem para a outra parte de si, com o conteúdo fofo…? Eu realmente li certo? Não, não, deve ser erro de tradução por conta do idioma peculiar.

>><<

Como uma amante de navegação e por apreciar o sentimento cortar as ondas marítimas pilotando embarcações era realmente complicado para Sky esconder o desejo por aquele entretenimento praticado por humanos tão minúsculos, e naturalmente que a gigante bronzeada acreditava que poderia superá-los em habilidade, mas tal motivação calorosa fora bruscamente esfriada quando Sky retornava de seu sonho acordado.

Zwluak levantava-se relutantemente com os olhos fundos de sono, a ponto de bocejar e se espreguiçar, já o careca raivoso estava com uma veia na testa quase estourando de ódio pela presunção do loiro, Ábe empurrava para o lado os outros dois alunos um para cada lado e seguia bravamente em direção a seu mestre, enquanto bufava pelas marinas e passou por entre as pernas da gigante, estando muito irado para conseguir notar a descortesia que acabou de cometer.

Zwluak por sua vez tirava a remela dos olhos fitando o careca sem dar muita importância. - Vem afobado assim não. - Com a mão que estava a coçar os olhos o loiro aparava um cruzado direita feito por Ábe, e avançava meio passo acertando um gancho com a mão livre no queixo do careca, algumas fagulhas se espalharam pelo ar, e o careca por sua vez fora arremessado aos pés da gigante, arrastando com as costas na areia, após aterrissar o nariz de Ábe começou a sangrar e ele perdia sua consciência estranhamente sorrindo. - Vem tranquilo, vem tranquilo… Tsc. - Após notar que seu aluno não tinha condições de lutar o loiro então começava a bater a canga de praia no ar, estando um tanto emburrado. - Sujou o bagulho tudo de areia. - Ao terminar de tirar a areia do tecido, o loiro novamente estendeu a canga na areia abaixo da sombra do coqueiro, e sentou sobre ela com as pernas e braços cruzando encarando a gigante com seriedade.

- Hmmmmmmmm….. - Ele não desgrudava os olhos da gigante enquanto parecia refletir profundamente a respeito das palavras sobre o treinamento. - Tô muito ocupado agora, volte amanhã. - Ele acenava de qualquer jeito e voltava a deitar na canga em sua pose de sereia dando as costas para Sky. - Acabou meu último côco, mas o quiosque tá lonjão - O loiro descaradamente voltava sua atenção para Sky, observando-a por cima dos ombros. - O guria, faz a boa pra nois e pega mais uns côco pra mim, na humilda. - E como todo bom cara de pau, Zwluak tinha um belo sorriso, que facilmente enganaria qualquer um que não o conheça. O loiro então apontava para o "quiosque distante" que na verdade estava a menos de dez metros dele…Porra Zwluak!


Como imaginado pela gigante bronzeada Zwluak a dispensava nesse primeiro momento, e como ela não se interessava pelo motivo o mesmo não demonstrava a mínima preocupação em querer se justificar, enquanto isso os dois alunos de kimono vermelho carregavam o careca ainda desacordado nos ombros com o aviso do próprio Zwluak de que eles precisavam treinar mais cem anos para tentar desafiá-lo. E se Sky ignorasse o pedido preguiçoso do loiro, ele apenas ficaria tristonho por estar tão perto mas tão "longe" dos côcos.

>><<

Os banhistas não se importavam com aquele confronto, talvez fosse algo bem comum naquela praia, eles apenas continuavam a observar os surfistas e se empolgando com as manobras, mas nada muito extravagante, a única movimentação diferente de antes, era algumas pessoas que deixavam o mar com as pranchas abaixo do braço e iam até um quiosque próximo para devolvê-las, o quiosque em questão era a maior construção na praia que a gigante conseguia enxergar, e estava há uns quinze metros dela, no local em questão havia mais exemplares desta embarcação desconhecida por Sky, com diferentes tamanhos, estampas, colorações, mas nenhuma a princípio serviria para a gigante, e não dava para ver direito o interior de onde a ruiva estava, por causa das formiguinhas aglomeradas ao redor da construção.


Honua.

Apesar do progresso com menos de um dia de treino a Sirena não sentia-se satisfeita ou se dava por vencida, e estava determinada prosseguir com o treino, sua primeira noite foi relativamente tranquila, os alunos não se aproximavam dela, por simplesmente estarem muito cansados e só querendo dormir, mas uma mulher cerca de quinze centímetros mais alta que Honua, magra e com longos cabelos pretos via a dificuldade da sereia em enfaixar a mão, e se dispôs a ajudar. - Com apenas uma mão é difícil fazer isso. - A mulher sentava sobre os joelhos e usava algumas ataduras para enrolar na mão da sereia. - Não vai fazer milagre, mas deve diminuir a dor. - O curativo apesar de simples era bem feito, não que a mulher fosse uma profissional era apenas algo que provavelmente ela já viu alguém fazendo e também fez até perder as contas, ela também entregava uma bolsa de gelo (na verdade uma sacola com cubos de gelo) para deixar sob a mão machucada. Após ajudar Honua a mulher iria dormir sem puxar conversa.

Para infelicidade de alguns a sereia agora trajava o kimono branco, que apesar da cor não ficaria transparente devido ao tecido que é feito, apenas iria ficar mais justo no corpo quando molhado, apesar de também não ser uma visão desagradável… Na manhã seguinte Honua não encontraria o mestre Raiki no dojo, por ele estar cuidado do restaurante naquele horário, mas se imitasse alguns alunos ou perguntava para alguns do que lideravam pequenos grupos de treino, seria instruída a repetir o mesmo processo do dia anterior, a lenha estava empilhada atrás do dojo, era só pegar uma tora e cortar.

>><<

Seguindo com o treino no momento que desejasse, Honua não iria demorar tanto para atingir o mesmo resultado de ontem, mas tendo de aplicar mas dois ou três golpes para cortar a madeira completamente, apesar de corte ficar bem irregular, com a madeira apresentando rachaduras e pedaços quebrados, a dor na mão não seria um incômodo a ponto de fazê-la interromper o treino, mas ainda seria desconfortável.

No início da tarde Raiki chegava ao dojo, mas a sereia não teria a exclusividade dele, visto que o mesmo também era solicitado pelos outros alunos, principalmente os iniciantes, e como um bom e dedicado mestre (ao contrário de alguns baianos preguiçosos de kimono vermelho) ele se dispunha a orientar cada um. E vendo como a sirena progredia o mestre da floresta notava que Honua não precisava de tanta atenção naquele momento, mas ainda sim acompanhava o treinamento dela durante quinze a trinta minutos em intervalos distintos.

Com o passar do tempo a energia que aparentemente emanava por cada parte da floresta fluía pelos canais espirituais e enérgicos da sereia, apesar de ainda não poder controlar ou acumular tal poder, era como se sua respiração trouxesse mais vigor para o corpo de Honua, tornando os pulmões ligeiramente mais potentes e eficientes. Tal carga extra de estamina também era refletida em seu progresso ao cortar a madeira, precisando de uma quantidade cada vez menor de golpes para cortá-la, até o ponto da sirena poder dividir a tora em duas apenas com um golpe, não somente uma vez mas tendo de realizar o mesmo feito por inúmeras vezes consecutivas. Tudo ao custo de muito esforço e com o passar dos dias treinando, repetidamente a mesma coisa, ao ponto das mãos quase não doerem.

>><<

Vendo o quanto sua aluna havia progredido naquele período Raiki coçava abaixo do nariz com o dedo indicador, muito satisfeito com os feitos da sirena. - Certo! Acho que você tá pronta para a próxima etapa Honua. - Ele sorria simpaticamente como o habitual, mas tendo um pequeno brilho a mais no olhar, feliz pela sirena.

Raiki agora a guiava pela floresta, contornando a cachoeira e caminhando por poucos minutos até chegarem em outra região mais aberta, com grandes árvores de bambu verde estendendo-se a dezenas de metros acima, e agora um grupo mais alunos se encontravam no local, a maioria deles já cansados, e visualmente estressados tanto física quanto mentalmente, estes alunos que eram visualmente mais fortes que a sirena, com braços grossos e cheios de músculos davam golpes nos finos bambus, que simplesmente balançavam de um lado para o outro e retornavam para posição inicial, como se nunca tivessem sido tocados.

- Este é seu próximo desafio, se cortar um destes você estará pronta para avançar até a próxima etapa de meu treinamento. - A madeira do bambu era fofa, e meio mole, sendo bem flexível, dificilmente machucaria as mãos da sirena, além disso eles eram mais finos que as toras de madeira que Honua cortou até agora, além de ocos. - Pode parecer fácil devido às características, mas a verdade é que essa árvore é a mais complicada de se cortar, ela não absorver o impacto com rigidez, ao contrário, o bambu recebe o golpe e se adapta a ele, sendo muito elástico e dissipando o ataque recebido enquanto balança. - Raiki explicava falava com bastante seriedade tanto na expressão quanto na voz, era como se ele cobrasse a atenção de Honua apenas encarando-a. - Você deve golpeá-los em diagonal entre os nós, e fazer isso concentrando toda sua força em só ponto, o golpe precisa ser rápido antes que o bambu consiga se flexionar para dissipar o impacto. - Raiki apontava na região da árvore onde Honua devia cortar, e também "desenhava" uma linha imaginária com o dedo. - E não se esqueça, a respiração da chuva é baseada em paciência e calma. - Ele então voltava a sorrir amigavelmente, e acompanharia boa parte do treino de Honua no dia em questão, novamente estando ali para fazer correções mínimas na postura da sirena, e também golpeando fraquinho o topo da cabeça da sirena usando a faca mão, no caso dela demonstrar sinais de ansiedade. - Você está muito nervosa sem motivo, relaxe um pouco sua mente. -


Rim


As bochechas de Hana logo ficaram avermelhadas semelhante a seus cabelos, graças às palavras escolhidas propositalmente (ou não) pelo artista celestial, e pelo atrevimento do mesmo ao tomar as bochechas ovaladas da ruiva com um beijo, ela enrolava uma mecha de cabelo nos dedos enquanto movia uns dos pés fazendo semicírculos no chão. -Se eu não tivesse no meio do expediente. - A jovem ruiva não escondia o interesse que possuía na oferta feita por Rim, apesar de estar um tanto receosa por medo de levar alguma bronca do chefe. Mas com a desculpa que o celestial propôs os olhos ficando boquiaberta de alegria. - Boa idéia tehe. - Com uma risada travessa Hana aproximou-se de Rim, tendo de se inclinar um pouco para ficarem na mesma altura, o decote no uniforme destacava as curvas da jovem, que mesmo não sendo voluptuosa eram bem firmes e empinados, ficando bem visíveis para Rim, com uma pequena pinta bem no fundo sendo possível enxergar somente por causa da angulação específica, Hana por sua vez não demonstrava qualquer sinal de desconforto.

Com um pouco de receio inicial, Hana tocava primeiro a asa negra com a ponta do dedo indicador. - Não doi? - e somente após não notar que estava machucado Rim ela ousava tocar a asa com a palma da mão, percorrendo a nervura superior gentilmente com os as pontas delicadas dos dedos tateando as plumas, como se as penteasse. - É tão macio. - Hana dizia baixinho como um sussurro ao lado do rosto de Rim, que podia escutar a ruiva suspirando. Agora com menos pudor Hana tocava ambas as asas com uma mão em cada, afagando a plumagem com seus dedos finos sem esconder o sorriso de satisfação, parecendo estar em transe por aquelas asas. - Eu poderia ficar assim a noite toda. - Ela falava meio que sem pensar, apenas tendo Rim cuidadosamente em torno de seus dedos gentis.

Hana ficou por pouco mais de um minuto ali, antes de se levantar. - O meu expediente termina em algumas, se você não estiver dormindo eu volto aqui depois pra escutar a canção. - a jovem de cabelos castanhos avermelhados sorria sentindo-se mais leve e acenava para Rim antes de descer as escadas. Enquanto o pequeno celestial pode adentrar no conforto do quarto alugado para desfrutar de um banho quente na banheira e também realizando os preparativos para o próximo dia que aparentava ser muito atarefado.


>><<

Passando-se cerca de uma hora e meia, era começo da noite com a lua podendo ser vista em intervalos variados na janela do quarto, devido as nuvens, Hana voltava para o quarto batendo na porta de madeira algumas vezes, as batidas não eram silenciosas ou discretas, mas se repetiram duas vezes em intervalos pequenos, antes de cessarem por completo.

Caso Rim abrisse a porta encontraria Hana ainda uniformizada, mas com os cabelos volumosos soltos formando pequenos cachos nas pontas e uma mochila lilas que a jovem ruiva carregava com somente uma alça nos ombros. - Te acordei? - Dizia ele um pouco tímida com medo da resposta, se fosse convidada para entrar ela iria perguntar se poderia sentar na cama.



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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 6 EmptyQui 14 Maio 2020, 23:11


A Feiticeira, a Louca e a Deusa - Treino Parte 1 (3/5) Posts

- Obrigada - Comentei aceitando a ajuda daquela mulher, não se fez muito tempo com uma mão amiga, me poupou um esforço danado e ainda conseguiu me arranjar um pouco de gelo, o ideal para fazer aquela dor cessar por hora.



A rotina em quebrar madeira era no mínimo estranha para mim, tão acostumada a ler livros diferentes ou praticar atividades de botânica na floresta me vi presa em um loop imenso cujo progresso era lento, mas gratificante, a cada golpe dado naquele pedaço de madeira tornava-se mais revigorante, eu mal podia contá-los, quantas vezes golpeei, se foram, cem ou mil, a medida em que o tempo passava eu só conseguia me concentrar em fazer uma só coisa, romper aquela tora.

Deve ser fácil se perguntar se isso não nos tornava apenas zumbis sedentos por quebrar madeiras, mas posso dizer por mim mesma que a experiência fora mais vívida do que o esperado. Nunca estive tão perto de contato com o espiritual dessa maneira, era só eu, um pedaço de madeira a ser quebrado e muita paciência e calma na hora de agir, as dores não se tornam insignificantes por si só, mas sim pelas coisas que fui descobrindo e sentindo além pelo caminho, o ar tinha um cheiro diferente tal como fluía mais vívido em meus pulmões, tive uma grande pausa nas atividades com os seres do outro mundo, de todo esse tempo que eu não via Vovó, meus tios ou até mesmo Sebastian, eu me focava em aprender e continuar golpeando, comer, tomar banho e acordar no dia seguinte para mais algumas pancadas.

Bem como também não é só de flores que vivemos, Raiki era um mestre atencioso, mas tão como eu, outros muitos precisavam aprender, sua presença de fato não era algo que eu conseguia parar e prestar atenção, sequer notar, eu entendia seu ponto de precisar ajudar os outros alunos e que o meu era apenas ficar parada ali e quebrar aquela maldita tora de madeira, seus elogiar me confortaram, como um afago doce. Das quais lembranças ruins consigo me lembrar era sempre dos primeiros golpes, eles armazenavam a dor de um dia inteiro, mesmo depois de um tempo não conseguindo sentir mais nada ao golpear, era sempre um momento claro de concentração e confiança me preparar para o primeiro golpe. A repetição me tornou paranóica nos primeiros dias, lembro-me de acordar nas madrugadas de algum sonho estranho, aquele som da madeira sendo golpeada ainda na minha cabeça e *Tum* acordava depois de socar a parede.



- Ayaya! - Eu consegui?! Cortei a tora?! - Meeeeeeeeeeeeeeestre Raiki EU CONSEGU… - Acho que a concentração demasiada me deixou um pouco confusa, demorei alguns segundos para me dar conta de que tinha cortado a madeira em um só golpe, esse pequeno instante foi o necessário para que todo aquele papo de limpar a mente e foco fosse pro espaço, eu mal podia contar minha felicidade, mas ele estava… bem ao meu lado e viu tudo, não tinha motivos para o estardalhaço - Oh! Não o vi aí, desculpe! - Curvei-me não só para ele, mas também para os outros alunos caso eu tivesse atrapalhado no treinamento.

Então a próxima etapa Hu?! Nem ao menos preciso dizer que esse lugar não para de me surpreender não é? Estava esperando uma tora ainda maior e mais grossa como segunda parte do treinamento, mas aparentemente era algo ainda mais lúdico, ver os fortões se atrapalharem com o bambu me fez soltar a risadinha de porco, mas tentei disfarçar - Hm … Devo dizer que estou novamente surpresa, mas acho que entendi o que devo fazer - Força física de nada me adiantaria naquele momento, pois se fosse, os marombados ali já deveriam ter cortado uma floresta inteira desses bambus, parecia estar centrado na ideia de ter que golpear com ainda mais daquela respiração.

Como habitual, sentei-me “ajoelhada” sobre a cauda com as mãos para frente, tudo aquilo fazia parte do meu processo de preparação, era como uma pose para meditação, mas servia para afastar todos os pensamentos alheios da cabeça, eu tentava imaginá-los como meras fumaças na cabeça, que iam se esvaindo e espalhando para forma conforme o inspirar e o espirar da respiração Wushu, aos poucos, consegui deixar de lado a imagem e as dores do outro treinamento, era difícil naquele instante poder me concentrar totalmente, meu coração estava a mil e posso dizer facilmente que se assemelhava com a primeira vez, quando estava em tamanha empolgação que mal podia me conter em um só lugar.

Lidando com a emoção, passava a controlar os batimentos, não manualmente dhur! Mas quero dizer em reduzir toda aquela euforia apenas com a respiração, o sangue não circulava mais tão rápido e minha cabeça pouco se lembrava do que tinha acontecido anteriormente, apesar do novo feito, de nada me adiantaria a força bruta que usei anteriormente, segundo o senhor Raiki, esse momento se baseava mais no uso da técnica.

Meu conceito para contornar esse teste fora o óbvio, se força bruta não funciona então por tudo isso que passei se baseara num afunilar. Partir ao meio uma tora de madeira me ensinara a usar aquela respiração, mas não a controlar completamente, sendo não só um golpe agora carregado de potência, a energia deveria ser controlada de modo ainda mais específico para lidar com o novo problema. É lindo pensar na teoria e ver a si mesmo falhar miseravelmente na prática, mas os conceitos estavam ali e eu deveria aplicá-los, tentar coordenar toda aquela respiração para um só ponto, primeiramente, iria escolher a falange proximal, era a área de contato então me senti mais segura tentando focar, inicialmente, por ali, só o tempo diria se precisaria tornar esse ponto ainda menor, e claro, não me deixando aos nervos por, após cada golpe, ter que ver e esperar o bambu para de se mover para frente e para trás, como se estivesse caçoando dos meus golpes.


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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 6 EmptySex 15 Maio 2020, 00:18


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- Hmmm…

Até que ele não é de jogar fora, embora o mérito de derrotar esse restolho careca não seja muito grande. Talvez seja até um demérito, visto que é um de seus alunos. Não deu tempo de medir sua força.

“Não é possível que poucas faíscas sejam o limite dessa respiração.”

*Tsk

Esse cara deve ser bom, para um humano.

“Mas essa atitude…”

***

Coçava a nuca em desânimo, aproveitando para prender novamente o cabelo já seco. Não é hoje que meu treinamento vai começar, se sinceramente, por mim…

- De boa. - Respondi despreocupadamente, no momento estava me importando tanto quanto ele, na verdade, talvez eu tivesse me irritado de imediato, insistido pouco mais, porém outra coisa já havia me tomado a atençã…

“O que esse desgraçado preguiçoso disse?”

Ardia de raiva com seu pedido, olhando para trás por cima do ombro pensando se valeria a pena voltar ou não.

“Sky!... Você não pode esmagar seu mestre no primeiro dia!”

Isso é o que a Ágda diria. Felizmente eu não sou a Ágda, mas também…

“Criatura patética.”

Não valia nem um pouco a pena, e como venho dizendo, hoje eu estou de bom humor, apenas virei as costas dando-lhe de ombros.

- Claro! Amanhã eu trago. Tô ocupada agora.

Seguia então para a cabana onde os humanos se aglomeravam, dando apenas uma pequena pausa rápida para escrever.

Sky escreveu:
הडגढडधथהל ढ Zभटनאम… Dהולडלधלपאठהडधה डãढ é ढ तनה הदणהथאपא, הटה डãढ é וथאגढ ठאद… ה नठ णथהטनלçढदढ. דלददה तनה ढ धथהלडढ יढקה डãढ לא थढटאथ, धאठבéठ डãढ णथढגनथהל दאधלदואçãढ, אठאडיã धהडधאठढद דה डढपढ. אי, दה पढגê וढथ डढ ठהन टनטאथ, डãढ दה הदतनהçא דה टהपאथ नठ גढגढ.

[...]

ठאלद לठणढथधאडधה तनה לददढ! הडגढडधथהל नठא גढלदא לडגथíपהट! ढद יनठאडढद דאतनל नदאठ धáבनאद דה ठאדהלथא णאथא डאपהטאथ दढबלडיढद णהटאद ढडדאद, णאथהגה אटטढ ठनלधढ णथאबהथढदढ. ה डãढ é डאדא גढठढ नठ באथגढ, הटהद धêठ धढधאट גढडधथढटה דאद ढडדאद. הदधढन לडדढ אטढथא पהथ גढठढ ואबהठ.

Tradução:
 

- Ei! O que é isso que vocês estão fazendo? - Apontava para os humanos no mar.

Me aproximei de qualquer humano que tenha um “barco” estranho desses, pelo visto todos dessa ilha agem da mesma forma estranha, então meio que tanto faz. Meio que comecei a me acostumar.

[...]

- Surf? Interessante… E por que vocês fazem isso?

Uma pergunta tola, era óbvio não? Sim, não há sentimento como ter controle sobre o incontrolável, desafiar as próprias leis naturais. Ainda assim queria ouvir a resposta deles.

[...]

- E o que são essas coisas que vocês usam? Deixa eu ver.

Pegava o objeto enquanto ouvia a resposta.

- Prancha… Parando pra olhar ela é meio curva, e aqui embaixo… Um leme, mas sem timão ou qualquer alavanca… - Neste momento balbuciava comigo mesma, estudando o objeto. - Ei!

Tornava o olhar rapidamente ao mar para confirmar minhas suspeitas, ver o tipo de movimento que os humanos faziam.

- Vai me dizer que vocês controlam essas coisas só com o balanço do corpo? Incrível!

“A Ágda com certeza iria se atrapalhar toda. Ishishi.”

Devolvia a prancha com cuidado. Com dentes afiados ostentava um sorriso empolgado.

- Certo, me decidi! Ei vocês, eu nunca vi essas coisas fora da ilha, vocês que devem fazer as próprias pranchas certo? Me levem pro cara que faz elas, eu vou conseguir a minha própria.

***

Esperava ser levada para a pessoa que faz as pranchas, que o chamassem ou ao menos que apontassem a direção. Não deve ser longe da praia, me apresentava muito mais empolgada do quando falei com Zwluak.

- Yoo! Meu nome é Ágda Skyblazer, eu soube que você é bom fazendo essas pranchas. Eu também, quero dominar as ondas como vocês.

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Inventário

Berries:
996.000

• Diário
• Pena
• Tinta
• Corda
• Troncha
Personagem

Vantagens:

• Boa Aparência
• Ambidestro
Adaptador


Desvantagens:
• Múltipla Personalidade
• Devoção (Encontrar as Relíquias do Ragnarok)
• Fantasia (Escreve no próprio idioma)

Perícias:
• Astronomia
• Navegação
• Pilotagem

Ofício: Navegadora

Build

Dano - Habilidoso
Acerto - Normal
Pontaria - Inábil
Esquiva - Inábil
Bloqueio - Normal
Resistência - Normal
Objetivos

Encontrar os Outros
• Aprender Hamon (Wushu)
• Aprender a surfar
Comprar um diário e caneta ou pena com tinta (tamanho gigante)
• Me divertir
• Aprender costura como Ágda
• Aprender Capintaria
• Compras no mercado (diário, tinta, pena , troncha e corda)

• 54k Berries


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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 6 EmptySab 16 Maio 2020, 12:52


-Nem cheguei a tentar, como se eu fosse conseguir dormir sabendo que teria uma visita especial para esta noite, se me acordaste é sua dúvida eu diria que sim, mas você não abriu meus olhos e sim meu coração. Piscaria suavemente os olhos abrindo os braços recebendo a de bom grato.Sinta se a vontade para se acomodar, seria desconfortável permanecer em pé para ouvir o espetáculo, mas logo lhe digo que fiz exclusivamente para você então gostaria que não espalhasse essa musica por ai.

Mexeria as asas de forma provocativa, sinalizando que talvez ela pudesse ganhar alguma coisa se chegasse a se comportar, sentaria ao seu colo me deixando em posição vulnerável ao toque sussurrando próximo ao seus ouvidos dando leves sopros de ar:

-Acho que assim fica mais fácil de me ouvir você não acha?Diria de forma inocente ocultando minha travessura, acariciaria-lhe o pescoço e com um movimento sutil da cabeça demonstrava que estava prestes a começar, assobiando suavemente com a junção dos meus lábios desenvolvendo um ritmo amoroso e sutil para se encaixar a música.

~Aqui estou,um anjo caído e perdido
De rumo inopino e futuro imprevisto
Com as asas geladas em constante arrepio
dos ventos gelados de um impiedoso destino

~~Eis que surge um brilho de esperança
Uma grande chama aquecendo a confiança
De cabelos ardentes e beleza calorosa
Aquecendo meu espírito com sua postura graciosa

~~~ Seria eu digno do paraíso?
Vejo aqui um enorme benefício
uma vida repleta de puro encantamento
Vivendo com uma deusa de constante deleito

~~~~Abriria as portas do Éden de fato
Sem medo ou assombro
Confiante do que faço

~~~~~Assim como me foi dado um presente digno
Uma visão gloriosa para guardar em meu peito
Retribuição darei para aumentar lhe o ímpeto
Concedendo minha benção de anjo
Uma lembrança para eternizar-se com o tempo


(a seguir segue uma sequência de ações marcadas pela quantidade de ~ representando os movimentos e tentativas do personagem em cada verso da canção).

~Moveria asas de maneira hipnótica deixando a confortável com a visão do meu corpo concentrando a em mim e apenas em mim,dispersando-se do cenário, agraciando a com minha aparência deixando um gostinho de pena sobre minhas palavras.

~~Essa pena seria consolada com agradecimento,ela era supostamente a garota que me salvará  do lamento, sutilmente iria acariciar lhe os cabelos, deslizando meus dedos por trás dos seus ouvidos inclinando seu corpo gentilmente para a cama,cobrindo a espada que era meu pai sobre os lençóis pois seria estranho fazer qualquer coisa indecente com o mesmo observando aos fundos como uma coruja ardilosa.

~~~ Deixaria um retoque e entonação na primeira frase, deslizando meus dedos sobre seu corpo, se não houvesse relutância e sim aprovação retiraria seu uniforme acariciando a superfície exposta, movendo suas mãos para as minhas costas para que sentisse o conforto das minhas plumas, do contrário apenas pararia por aqui mesmo.

~~~~ Seguraria suas coxas e abriria suas pernas passando meus dedos de forma circular, sem me segurar almejando contribuir com grande satisfação, deixando a se sentir bem e alcançar um mundo completamente diferente em sua profunda imaginação.

~~~~~ Subiria em seu corpo e ao final da música beijaria seus lábios , o que estava agora para acontecer era censurado de fato, a noite seria artística e repleta de apresentações e se a fã desejasse por um bis repetiria até os pontos de minhas limitações. Se não se incomodasse poderia passar a noite comigo abraçado com um cafuné em sua cabeça e se tivesse que partir entenderia com um aceno de cabeça, beijando a em uma despedida sutil, esperando pelo amanhã dormindo serenamente em ambas as opções,deixando a espada em um lugar seguro para que não viesse a sofrer lesões.
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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 6 EmptyTer 19 Maio 2020, 03:32

 

Sky.

Poupando-se do esforço de pisotear seu recém conhecido mestre, Sky se dirigiu até um grupinho de humanos que conversavam entre si, onde um casal de surfista acabaram de retornar e deixavam suas pranchas abaixo do braço. - As ondas nesse horário são muito violentas, Kino não sei porque você gosta tanto surfar agora. - Disse a surfista de cabelos pretos na altura dos ombros com a metade inferior descolorida. O assunto era interrompido pela tão grandiosa presença de Sky, eles ficavam um pouco surpresos por ver alguém de uma raça tão distinta na praia, mas não se incomodaram com o tamanho da ruiva, e o outro surfista mais alto que a mulher respondia a gigante. - Se chama surf, nós usamos essas pranchas para dominar as ondas. - O surfista em questão exibia sua prancha amarela com flores azuis estampadas, o questionamento da gigante fora respondido casualmente, talvez não fosse tão incomum para eles explicarem o que é surf para alguns turistas, mas a pergunta subsequente fez todos os pequenos humanos se entreolharem sem saber muito bem o que dizer. - Nunca parei pra pensar no motivo, eu gosto de surfar porque é divertido, curtir as ondas do mar em cima da prancha, eu me sinto andando sobre as águas. - O tal surfista parecia demonstrar uma boa vontade além do normal ao falar com a gigante ruiva, o que fez a outra surfista olhar torto para o jovem rapaz e de maneira nem um pouco sutil acertou as costelas dele, nitidamente fingindo que não foi proposital. Mas de qualquer maneira todos deram respostas parecidas, não havia nenhum motivo especial, eles simplesmente surfavam porque gostavam do esporte. Conversando por poucos minutos Sky descobriu também que na praia de Sand Town ocorriam torneios de surf esporadicamente, onde os melhores competiam entre si para exibirem suas habilidades.

>><<

Já em frente ao quiosque havia uma placa grande e colorida na fachada com letras chamativas. "Surf n Fish" atrás do balcão estava um homem relativamente alto em relação aos humanos, com longos cabelos negros ondulados, sem camisa deixando visível diversas tatuagens em estilo tribal que cobriam praticamente toda a extensão superior do corpo, o homem também usava um colar de ossos bem artesenal, o sujeito estava servindo coquetéis para algumas senhoritas sentadas na frente da bancada que conversavam de assuntos supérfluos como brigas de namorados e fofocas sobre a vida alheia, apesar da altura ele tinha pouco mais de ⅓ do tamanho da gigante. - Aloha! Meu nome é Kalulu Mahina, você veio lugar certo, não há ninguém que faz pranchas tão boas quantos as minhas, e sou o melhor instrutor de surf que conheço.- O homem cruzava seus braços largos em frente ao peitoral e sorria cheio de confiança em suas palavras para a gigante.


Mas então Kalulu coçou seu queixo largo isento de pelos enquanto encarava a gigante estando um pouco pensativo. -  Mas não poderei te ajudar hoje, o sol irá se pôr daqui pouco e surfar no mar escuro com ondas violentas é sinônimo de tragédias. - Ele aparentava ser mais decente que o mestre preguiçoso, e justificava seu ponto para a gigante enquanto se preocupava com o bem estar da mesma.

Nesse momento também outra gigante presença dava o ar de sua graça em frente ao quiosque, uma mulher da mesma raça de Sky, apesar desta não ter certos atributos tão desenvolvidos quanto a ruiva bronzeada, e olhos azuis da "pequena gigante" ficando pouco abaixo da linha dos ombros de Sky, a mulher tinha cabelos brancos lisos na altura dos ombros com um laço azul no topo da cabeça, ela também trazia uma prancha de surf branca abaixo do braço e trajava um maiô com a mesma cor do cabelo. - Oooh! - A gigante estava boquiaberta de surpresa por encontrar alguém da mesma raça, mas logo sacudiu a cabeça e foi falar com Kalulu.

Se Sky bisbilhotasse a conversa dos dois teria escutado Kalululu chamar a gigante de Hild, e que a mesma havia quebrado e danificando os "lemes" de sua prancha enquanto surfava numa encosta onde as ondas são maiores e por consequências mais desafiadoras, então Hild foi até o Surf n Fish para ter sua prancha consertada. - Você continua surfando naquela praia de pedregulho, mesmo comigo te avisando para não ir lá. - Kalulu estava visivelmente irritado com Hild, mas não negava ajuda, afinal ele não queria privar a mulher de surfar, e ao menos era a prancha quebrada e não a gigante. Hild por sua vez somente coçava as costas da cabeça enquanto sorria sem graça sem conseguir pensar numa desculpa, pois provavelmente já inventou todas que podia para continuar a se aventurar naquelas ondas.

O sol agora começava a descer no horizonte deixando céu com uma coloração vermelho alaranjada, o número de surfista no mar havia reduzido bastante, ficando somente os mais experientes e audaciosos para navegarem sobre as ondas altas e ferozes do final da tarde.

Quantidade aleatória (1,10) :
2
1 ou 10 Você escolhe. 2-5 Sky. 6-9 Ágda.


Honua.

A alegria contagiante da sirena de fato tirava a concentração dos alunos que estavam mais próximos, eles se assustaram um pouco pelo grito repentino e se atrapalharam, mas nada grave, Raiki por sua vez vendo que sua tão estimada aluna forçava-se a conter toda a empolgação, dava a ela um tapa com os dedos abertos nas costas da sereia entre os ombros, a região acertada ardia um pouco e o gesto fez soar um estalo alto, mas não chegava a doer de fato. - Você conseguiu mesmo. - O gesto havia sido um reflexo involuntário por parte de Raiki, uma mania brusca talvez de demonstrar que ficou feliz pelo progresso de Honua, e também como se quisesse dar um empurrãozinho para ela não ficar tão preocupada com a exaltação, tanto que em seguida ele colocou os punhos cerrados sob a cintura e soltou uma gargalhada abafada. - Tudo bem extravasar um pouco do ânimo Kishishishishi…! - Com os olhos fechados o mestre da floresta parecia até mais infantil enquanto ria naquele momento, era como se ele estivesse olhando para si próprio na época onde ainda era apenas um aprendiz.

>><<

A sirena que havia entrado num estado introspectivo de reflexão desenvolveu uma linha raciocínio para lidar contra o novo obstáculo, a teoria poderia ser apropriada mas colocá-la em prática até atingir a perfeição ou ao menos o necessário para fatiar o bambu necessitou de mais repetições, as árvores flexíveis apenas bambearam um pouco nos primeiros golpes que recebiam, a medida que a sirena limpava sua mente e focava-se mais na respiração, a árvore aumentava a angulação de seu balançar, chegando a envergar a ponta para baixo, mas logo retornava para a posição inicial se mantendo intacta.

O afunilamento presumido pela sereia começava a ser exercido após algumas horas de repetições, o reflexo deste acúmulo da respiração ainda não controlada perfeitamente era visível no bambu que aumentou consideravelmente a envergadura para amortecer os ataques cada vez mais efetivos que recebia, e como se de fato estivesse a debochar de Honua o bambu também começava a ranger. **NHIEEN! NHIEEN!** Estes rangidos ficavam mais altos assim como balançar sinuoso evidentemente maior, e esse ruído era repetido incansavelmente pela árvore que resistia a Honua.

Pouco mais de um dia se passou com as árvores elásticas caçoando da sirena. **NHIEEEN! NHIEEEN!** Neste ponto era como se as mãos de Honua estivessem fluindo com mais leveza, semelhantes a um leve chuvisco, porém os ataques feitos por ela estavam inversamente mais pesados e impactantes, o bambu provocativo resistia bravamente, porém Honua após praticar inúmeras vezes o mesmo movimento junto da respiração sentia como se houvesse algo envolto de sua mão, não era palpável ou visível, mas como se uma fina camada energética a envolvesse, o ar que fluía pelos pulmões percorria todo o interior do corpo como uma cascata de água, e parecia acumular-se em suas mãos.

O golpe seguinte havia comprovado a teoria da sirena, que foi capaz de acumular toda a força da respiração num ponto pequeno, apesar de ter sido principalmente com as falanges médias e distais, e desta vez ela pode sentir seus dedos atravessando o fino tronco da árvore como se fosse uma lâmina de água. Mas desta vez nada acontecia com bambú, ele ainda estava ali, mas desta vez imóvel, sem o típico balançar, ao menos foi assim por um instante, logo um fino corte abria-se na árvore, que escorregava sobre o próprio tronco e tombava para trás. **FUOoon** Um barulho oco e abafado fora escutado pela sirena, e a árvore agora estava caída diante seus olhos. Neste momento Raiki que estava sentado com as pernas cruzadas em cima de uma pedra observava a sereia a alguns metros de distância e ficou com o olhar surpreso por mais esse progresso de sua aluna, então o mestre da floresta caminhou até ela e afagou-lhe os cabelos, deixando eles um pouquinho bagunçados. - Parabéns Honua. - Os olhos de Raiki brilhavam de alegria e estranhamente de tristeza também, afinal ele sabia que logo menos perderia uma aluna muito esforçada.

>><<

- Agora você precisa por em prática o que aprendeu até agora, mas se não conseguir terá de começar tudo do zero. - Raiki dizia se fingindo de malvado, mas falhando miseravelmente, apesar dele não ter tentado de fato ser intimidador. - ...espero que não consiga tão rápido…- Dizendo a última parte em um sussurro quase inaudível, mesmo que na verdade ele deseje o sucesso da sereia, ele ainda gostaria de ter a companhia agradável da sirena por mais algum tempo.

Honua então seria acompanhada por Raiki de volta ao dojo, e lá teria algumas horas para se recompor, repor as energias e descansar, enquanto isso o mestre da floresta organizava uma espécie de partida de graduação. Os alunos de quimono branco estavam sentados sobre os joelhos formando um círculo ao redor do tatame, Honua deveria ter uma partida treino com um dos alunos, este que por sua vez era duas cabeças maior do que ela, porém mais magro, deixando a diferença de pesos menos problemática, além do tal aluno não ser das turmas mais avançadas.

Com os dois adversários de frente Raiki daria início ao combate, onde o próprio estava no papel de juiz, para monitorar o desempenho de ambos e principalmente interferir na luta caso se torne uma briga violentamente excessiva. E acreditem em mim, ninguém ali vai querer a interferência de Raiki.


Rim

Hana não negava a aproximação um tanto impertinente do ser alado que dava indícios do motivo de sua queda do reino do céus. - Você tem razão. - As pupilas da jovem se dilataram ao ver e escutar Rim tão próxima de si, ela inclusive trazia o celestial para mais perto de si para mantê-lo mais confortável durante a cantoria, percorrendo com a mão pelas costas de Rim e apertando sutilmente a cintura dele com a mão, enquanto afagava-lhe a plumagem esbranquiçada.

A tão sugestiva melodia chegava aos ouvidos daquela jovem ruiva, que estranhamente demonstrava dificuldade em se manter focada no garoto sentado em seu colo, as bochechas ficaram ruborizadas mas não por timidez, enquanto ela apertava suas coxas uma contra a outra e firmava os dedos com um pouco mais de força, na ilha coberta por neve havia um foco incêndio, mas este ardia no interior da ruiva.

Hana que fora conduzida a ficar mais confortável no colchão, se encontrava um pouco receosa e confusa, mas o interesse e curiosidade a fez mover sua mão até o local ocultado por Rim, e numa sintonia oposta as espadas eram escondidas e expostas. A ruiva por sua vez também se expôs ao ter o segredo de Rim descoberto, Hana agora havia libertado-se das incertezas e receios que pairavam sua mente, por um segundo ela cogitou repreender o anjinho inocente pela travessura, mas isso poderia esperar, afinal ela apreciava a idéia de ser salva por um celestial tão atraente.

A jovem mulher de cabelos avermelhados envolvia o rosto de Rim com as mãos e o trazia para mais perto de si, deixando que seus lábios ligeiramente vermelhos pudessem ser tomados com mais intensidade, e com a outra mão Hana apertava com firmeza o motivo de perdido o receio e se certificava de percorrê-lo prazerosamente de cima a baixo, então as vestes foram sendo tiradas uma a uma.

Com o as mãos do celestial travesso demonstrando tanta piedade em satisfazer a jovem ruiva, a mesma demonstrava estar muito receptiva para a atitude tão benevolente do diabinho em pele de anjo. A noite prosseguia com a ruiva mantendo o celestial laçado no quente aconchego de suas coxas, Rim poderia sentir os dedos das mãos delicadas da ruiva se estreitando contra os ombros, e involuntariamente alguns arranhões eram feitos, enquanto Rim era puxado contra aquela labareda, os pés da ruiva se dobravam e retorciam ao mesmo tempo enquanto ela se libertava do incêndio num gemido agudo e prolongado, mas para extinguir por completo as chamas da ruiva foi necessário que Rim demonstrasse suas generosidade mais uma vez, até ambos se darem por satisfeitos.

A ruiva se aninhava no peitoral de Rim e recebia carícias no cabelos avermelhados enquanto abraçava o celestial tocando as asas dele com as pontas dos dedos. - É o que dizem, os bonitos com rostinho inocente são os piores. - O adjetivo pior era utilizado como sinônimo de libidinoso pela ruiva, que apesar de parecer estar reclamando na verdade sorria de maneira meiga, e pressionava o rosto com um pouquinho mais de afeto contra Rim.

>><<

A manhã seguinte chegava com o cantar alegre dos passarinhos brancos na janela do quarto onde Rim estava hospedado, os raios de sol iluminavam o local, a caneleira avermelhada ainda estava deitada sob o corpo do celestial, Hana sem querer acordava o anjinho impertinente enquanto passeava com o dedo pela asa enegrecida que cobria parte das costas da mulher. - Bom dia dorminhoco. - Dizia ela num tom leve e brincalhão, fechando seus olhos e lábios a espera de um cumprimento mais caloroso. - Ôh! Eu nem perguntei seu nome… - Hana pensaria alto no momento em que ambos estivessem se vestindo para deixar o quarto, então a face dela ficou subitamente mais vermelha do que um tomate.

[spoiler="Personagens Importantes, (Ou não)"]
Kalulu:
 



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