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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Phantom Blood

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MensagemAssunto: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 12 EmptyQua 22 Jan 2020, 14:14

Relembrando a primeira mensagem :

Phantom Blood

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Kauwela Honua, Ágda Skyblazer e Masaki Rim. A qual não possui narrador definido.


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Rimuru
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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 12 EmptyDom 18 Out 2020, 10:07



Manter a energia por todo o corpo...não sei dizer se bati a cabeça com muita força nas montanhas, se foi o tempo frio ou as constantes ridicularizações de bodes alpinistas e mestras sadistas, no entanto todo esse treinamento está calmo e tranquilo demais que chega a ser notavelmente suspeito...começo a entender as suspeitas que minha espada bom velho estava tendo esse tempo todo...parece que estamos tendo aula de yoga com um velho eremita tarado que esta nos proporcionando movimentos específicos para repetirmos e saciarmos seus gostos refinados por garotas elegantes. Bom não é como se eu não trabalhasse para me mostrar mas sempre achei que seria de uma maneira diferente, seria esse o famoso teste obsceno que artistas famosos realizam para garantir seu lugar a fama?

Bom, estão todas animadas e treinando de acordo com as instruções, com exceção da minha waifu o que era de se esperar levando seu gênio forte e temperamento previsível, enquanto todas as outras estiverem dispostas a fazer isso não vejo porque não continuar, já estou aqui mesmo só tenho a adquirir, visto tudo o que já passei para chegar a este patamar. Sem muitas cerimônias observaria com atenção os movimentos e ações do mestre. Passo a passo replicaria gesto por gesto, traço a traço até entender os princípios e exerção de cada um deles ao ponto de poder replicá-los naturalmente sem precisar analisar outra pessoa realizando-os.

Quando finalmente tivesse a compreensão para reproduzir retomaria os sentidos para centrar a energia em pequenas áreas específicas do corpo a cada etapa, começando pelas mãos, depois alterando para as pernas e regiões baixas e enrijecendo nas solas dos meus pés, até que a naturalidade de tais métodos viesse ao meu entorno voltando a se encaixar perfeitamente como uma rotina. Acostumado com o foco centralizado e fazendo como se fosse o simples ato de respiração tomaria a me concentrar para envolver essa mesma sensação a uma área de atuação maior do corpo, ampliando a cada atividade e costume um pouco mais até me habituar a prática e chegar a uma resolução de energia constante em volta de todo o meu ser.


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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 12 EmptyDom 18 Out 2020, 14:55


Post 28 - Treino 7/10



- Desculpe o Sol fez o que? - Per...Merar…? Uuuuugh, essas palavras do mestre só me deixaram mais confusa. - Não… Não é nada, hehe, eu me viro… Eu me viro. - Fechava os olhos novamente tentando me concentrar, talvez eu devesse ter lido o diário, Sky com certeza deve ter explicado o nosso treino, e seja lá oq o Sol fez com ela. Mas essa não era uma opção no momento, a menos que o mestre aceitasse uma falsa pausa pro banheiro pra mim ler as anotações, mas não! Essa não é uma opção no momento!

Tentava me guiar nas poucas palavras que o mestre disse, tentando reavivar a sensação de memórias que nem possuo. Meu guia supostamente é o Sol, mas como vou fazer isso numa floresta fechada e chuvosa? Voltava a me concentrar na respiração, imaginando meu próprio Sol, minha estrela guia que me aponta pras direções dessa vida. A imagem de Sky, embora imaginária, começava a se formar na minha frente, ela brigava comigo do mesmo jeito mandona de sempre.

-Ai!... - Deixava escapar uma reclamação de dor enquanto inclinava o pescoço pra esquerda. Pros outros muito provavelmente eu tô dando uma de maluca, mas na minha “meditação”, Sky teria batido em minha cabeça como punição.

- Sua tonta o que você tá fazendo? Escute bem Aggy, pra alcançar a respiração do fogo você precisa #$&#@ &$#&R$#@ [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]#@ e então #$#@... Hãn?

Por que ela tá falando engraçado?

- Arrgh! É claro que eu não consigo falar, você não leu minhas explicações, como vou te explicar algo que na sua memória você não sabe ainda? Por que você está me vendo aqui em primeiro lugar?

- Porque pra mim você é…

- Tudo bem! Não precisa dizer mais nada. - Apesar de imaginário seu rosto estava um pouquinho envergonhado. - Na verdade, não me responda mais nada, você só tá se fazendo de doida pra quem tá perto da gente. Apenas se concentre, e siga o som da minha voz enquanto respira.

Respirava profundamente apurando a concentração, era mais fácil não dispersar a mente quando eu tinha alguém me guiando, a Sky da minha imaginação não podia me ensinar o que eu não sei, mas o que ela estava fazendo era me ajudar a pensar por conta própria, e chegar ao meu próprio resultado. De fato, minha estrela guia.

- O Sol foi o começo de tudo, é tipo o despertar da respiração, você sabe que o Wushu é uma energia, e eu já fiz o trabalho pesado de liberar isso pra gente, só o que você precisa fazer agora, Aggy, é controlá-la. Não precisa se lembrar do treino, apenas sinta o resultado dele, o que mudou no nosso corpo? Se concentre nisso, não no cansaço do exercício, mas nos resultados positivos, toda essa disposição e resistência nova. O Sol foi o catalisador mas a energia vem de dentro de você.

Gentilmente Sky colocou a mão em minhas costas e pude sentir um calor que ia se espalhando dali até o resto do corpo, assim como quando expirava e sentia um ar mais denso e caloroso. Ela escutava as palavras de Xinzo e me guiava da própria maneira, enquanto eu levantava e copiava suas poses.

- Levante, esticando os braços e passando essa sensação de energia até lá. - Enquanto seu toque ia passando das costas para o ombro, braço, cotovelo, e por fim mãos, eu percebia aquela sensação calorosa migrando junto, era a energia se transferindo. - Agora se concentre um pouco mais nesse movimento, das mãos, de volta ao peito, para a planta dos pés, sinta o chão se aquecendo embaixo de você. Expandindo a energia cada vez mais sempre que ela se mover de um ponto ao outro, até ao ponto em que esteja em seu corpo todo…

Sua voz foi ficando mais baixa com o tempo, enquanto sua própria imagem ia sumindo, Sky já havia cumprido seu dever.

- Viu, é fácil… Agora acompanhe o velhote e não estrague tudo.

Com o sumiço de sua imagem, eu abriria os olhos lentamente, concentrada no fluxo de energia, pronta para seguir os próximos passos do mestre.

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Inventário

Berries:
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• Diário
• Pena
• Tinta
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• "Kimono" (Top e Short)
• Prancha de Surf
• Maiô escolar e mochila de pelúcia ([Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.])
Personagem

Vantagens:

• Boa Aparência
• Ambidestro
Adaptador


Desvantagens:
• Múltipla Personalidade
• Devoção (Encontrar as Relíquias do Ragnarok)
• Fantasia (Escreve no próprio idioma)

Perícias:
• Astronomia
• Navegação
• Pilotagem

Ofício: Navegadora

Build

Dano - Habilidoso
Acerto - Normal
Pontaria - Inábil
Esquiva - Inábil
Bloqueio - Normal
Resistência - Normal
Objetivos

Encontrar os Outros
• Aprender Hamon (Wushu)
• Aprender a surfar
Comprar um diário e caneta ou pena com tinta (tamanho gigante)
• Me divertir
• Aprender costura como Ágda
Aprender Capintaria
• Compras no mercado (diário, tinta, pena , troncha e corda)
• "Kimono" (Top e Short)
• Prancha de Surf
• Perícia Carpintaria
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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 12 EmptyQua 28 Out 2020, 23:50


O treinamento relativamente calmo e simples causava diferentes duvidas no trio de beldades, enquanto uma se perguntava sobre até onde deveria expandir o fluxo da respiração em seu corpo, afinal o comprimento da cauda de uma sirena é geralmente maior se comparado às pernas de outras raças, felizmente para Honua ela só possui uma cauda, então o esforço deve ser equilibrado, certo? Acredito que sim. A outra por sua vez parecia um tanto quanto traumatizada, treinamentos exaustivos, mestra exigente, bode risonho, esses obstáculos fizeram com que Rim questionasse a falta de esforço necessária na atual etapa do treinamento, além de até mesmo criar suposições imaginando que Xinzo estivesse apenas querendo admirá-la junto de suas amigas, enquanto posam, ou talvez seria a mente da própria celestial com tendências impertinentes fazendo-a supor tais fatos, mas independente da resposta, a imagem das alunas tão aplicadas se exercitando não de maneira alguma desagradável. Por fim havia aquela que sequer lembrava-se do treino anteriormente feito, e portanto precisava mergulhar profundamente no interior de sua mente para contatar Sky, sua outra metade, pois a ruiva sim se recordava com perfeição, esta sim é uma situação no mínimo complexa… Talvez fosse mais fácil apenas ler o diário.

Liberta de preocupações Honua foi capaz de esvaziar sua mente para focar-se somente no treinamento, permitindo que a energia proveniente da respiração da chuva fluísse por seu corpo esguio, semelhante a finas gotas de chuva a energia proveniente da respiração wushu condensou-se no interior do abdome da sirena, em seguida o fluxo energético foi redirecionado pelo corpo de Honua graças aos movimentos executados pela sereia, a princípio esse deslocamento não era perfeito, a sirena apresentava dificuldade em canalizar a energia da respiração wushu até as extremidades de seu corpo, mas nada tinha haver com o fato de ser uma sirena, mas sim pela falta de concentração, pois Honua estava dividida entre espelhar os movimentos de Xinzo e manter o foco no treinamento, entretanto ao acostumar-se ela foi capaz de fazer o deslocamento energético de maneira satisfatória, e como o ciclo de um rio a respiração de Honua parecia fluir pelas artérias de seu corpo até as pontas dos dedos, da cauda, da cabeça, depois retornava através das veias até o abdome, para novamente ser canalizada, de acordo com o balançar corporal da sirena.

O celestial monocrático sentir-se inicialmente desconfortável com o fato de posar para outra pessoa, mesmo que sua especialidade seja a de justamente se mostrar para o público, o fato é que tais preocupações interrompiam a concentração de Rim, e havia outra pessoa que tornava mais complicada tarefa de esvaziar para se concentrar no treinamento. - Se esse velho caduco chegar muito perto do meu tão querido e amado filho não me segura, porque eu vou dar um chute voador giratório bem no pé do ouvido desse safado! - O falecido progenitor de Rim parecia mais vivo do que nunca, e tomava as dores de seu primogênito tendo a reação natural dos pais, que é a de proteger seus filhos, apesar do momento não muito propício. Replicando os movimentos de Xinzo o celestial pode conduzir a energia das montanhas por seu corpo, porém o fluxo parecia ser lento obrigando-o a manter-se concentrado por mais tempo, mas ao chegar nas extremidades do corpo ocorria um denso acúmulo que parecia revestir a ponta dos dedos, as solas dos pés, como se fosse uma película rígida de acordo com cada posição, tal solidez era vagarosamente espalhada ao redor dos punhos e pés como se os membros estivessem sendo petrificados pela resiliência de uma montanha.

Agda por sua vez atingia um nível tão alto de concentração a ponto de encontrar-se com sua outra metade, este ocorrido a princípio não era muito benéfico, pois a loira ainda possuía dúvidas dentro de si, dúvidas estas que Sky não podia responder, porém não havia necessidade de uma resposta, pois Ágda a solução dentro de si, o encontro com a ruiva fornecia a confiança para que a gigante loira pudesse seguir em frente e superar os obstáculos que lhe eram impostos, iluminada pelo brilho ardente de sua estrela guia, Ágda pôde sentir como se uma pequena chama fosse acesa nas profundezas de seu busto, tal fagulha rapidamente se tornava uma labareda flamejante no meio da floresta chuvosa, o calor se propagou uniformemente do interior até a superfície corporal da gigante, que sentia a temperatura aumentar, além da ardência que se deslocava de um membro para outro e medida que a posição de corpo era trocada, era uma sensação aconchegante e não uma queimação incômoda, no fim Agda não estragou tudo.

Atrás do trio o som de uma palma era escutada Xinzo estava de pé dando alguns passos em direção às belíssimas senhoritas antes de parar. - Jovens aprendizes, vocês fizeram o suficiente por hoje, vão até o mestre da floresta, ele irá hospedá-las, mas retornem amanhã ao nascer do sol. - A voz de Xinzo soava com a típica calmaria, sem que percebessem a lua já brilhava no céu, indicando que o primeiro dia de treinamento com Xinzo era encerrado.

Da floresta Honua não teria problemas em guiar suas melhores amigas até o dojo da floresta onde Raiki estaria presente para recebê-las, o dojo estaria exatamente igual como a sirena podia se lembrar, com um exceção de um “pequeno detalhe gigante” um tenda havia sido erguida no pátio do dojo, grande o suficiente para comportar Ágda, em seu interior haveria uma cama improvisada com diversos colchões junto de um lençol, o chão da tenda parecia ser feito de tatame, e atrás da barraca seria possível enxergar quatros paredes de madeira chegando na altura dos ombros de Ágda, com o formato um retângulo em seu interior era encontrado uma bacia gigante com água quente e um balde. - Achei que eles não iam conseguir a tempo. - Raiki coçava abaixo do nariz com seu dedo indicador, apesar de suas palavras de desânimo ele estaria bem feliz por seus escravos alunos terem erguido um cômodo minimamente habitável para Ágda residir, enquanto haveriam muitas pessoas exaustas caídas no chão após terem sido “gentilmente” incentivadas a erguer a tenda, alguns indivíduos nem sequer usavam quimonos e outros possuíam o uniforme da guarda local, talvez fossem ex-alunos de Raiki, no dojo seria oferecido o suficiente para que o trio pudesse manter suas necessidades básicas, Juri por sua vez optou por dormir também na cabana para que a gigante loira não ficasse só, e Rim talvez possa se incomodar com a diferença estrutural pois o dojo da montanha possuía acomodações mais confortáveis para seus alunos.

No dia seguinte Juri ficaria no dojo de Raiki, “ajudando” os alunos a treinarem, com a desculpa de que se eles enfrentassem oponentes com outro estilo seria bom para o aprendizado, pois a verdade era bastante simples, foi formado um acordo de que se Juri ajudasse a treinar os alunos de Raiki ela poderia comer de graça no restaurante.

Com o trio se deslocando até a cachoeira de manhã, elas poderiam ver 3 tábuas longas e finas proporcional ao tamanho de cada uma delas, e 3 troncos compridos. - Agora que a respiração Wushu fora despertada em cada elemento, vocês serão testadas a manterem a concentração para produzirem a mesma energia de ontem, enquanto enfrentam situações adversas. - Xinzo então explicava qual era a próxima etapa, que na verdade seria bastante parecido com as duas últimas etapas, elas precisam meditar e se concentrar para deixar que a energia elemental wushu seja produzida através da respiração, porém, agora haveriam certos empecilhos que iria dificultá-las a manter o foco, o primeiro deles seria que as três deveriam colocar a tábua de madeira acima do tronco de árvore deitado no chão tendo que se equilibrarem sem fazer a tábua balançar ou perder o foco na meditação, o segundo ponto, elas deveriam fazer isso próximo a cachoeira cujo o barulho ensurdecedor a ponto delas precisarem gritarem um com a outra, caso desejem ser escutadas mesmo que estejam próximas, o terceiro ponto era uma pequena punição, toda vez que uma delas falhasse as três seriam obrigadas seriam repreendidas, Rim teria que correr até Leaf Town e voltar sem opção de pausa, Ágda também deveria correr da floresta até a cidade, entretanto teria que fazer isso 10 vezes, afinal a raça guerreira dos gigantes possui mais estamina se comparada a um humano normal, enquanto Honua seria encaminhada até um rio próximo a cachoeira com cerca de 3 metros de largura e tão longo a ponto de ser impossível enxergar a extensão do comprimento da posição que a sirena estava, sua punição era a de nadar de uma ponta a outra do rio, nesta etapa Ágada, Honua e Rim precisam lidar com as diferentes adversidades além da fadiga para manterem o foco durante a meditação, que antes era feita em condições favoráveis. - Jamais se esqueça, todas as respostas estão na respiração… - Xinzo terminava sua fala como se estivesse cantando um mantra, alongando a última sílaba de forma melódica, se fosse perguntado Xinzo responderia que os exercícios tinham a finalidade de aumentar o folêgo para que assim elas pudessem absorver maiores quantidades de ar.

Se estiverem achando muito fácil, não se preocupem, porque não acabou, pois quando ambas pudessem ficar concentradas sem fazer a tábua balançar por cerca de meia hora Xinzo iria instruí-las a se equilibrar com apenas um pé, no caso de Honua, a sirena precisaria ficar apoiada apenas com a ponta da cauda na tábua. A boa notícia? Não ha limite de tempo, enquanto estiverem a treinar com Xinzo o mestre da floresta irá sustentá-las.
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Johnny Bear
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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 12 EmptySeg 16 Nov 2020, 15:42


Treino Wushu,  Parte II (3/5)

Passavam coisas pela minha cabeça no começo, muitas coisas, até mesmo uma certa insegurança de prosseguir, e quando digo isso é realmente no início de tudo, desde o treinamento com o mestre Raiki até aqui consegui balancear um pouco mais as ideias na cabeça, mas onde eu quero chegar com tudo isso? Bom, me peguei pensando um pouco depois do treino naquela noite brilhante como, às vezes, essa total euforia me pega de surpresa e dificultou essa caminhada até aqui. Compreender as duas metades do treino, dividindo a atenção entre se concentrar em manter uma circulação tão boa quanto antes e seguir os movimentos do novo mestre, um pouco mais austero com relação a todo esse aprendizado, é diferente de quando se está na presença de alguém mais apreensivo, você sabe que ele está lá para administrar seus erros, mas com o mestre Xinzo, parecia que aos olhos daquele, uma mínima falha era inadmissível.

Depois de um determinado momento os movimentos passaram a ficar automáticos, era inclusive uma boa sensação, como uma viagem prazerosa ao longo de uma estrada interminável, mas que abruptamente se interrompeu, já era noite, o cansaço veio de imediato, como um balde de água fria, todo aquele êxtase vai por fim de exaurindo, eu já conseguia sentir o fluxo lentamente parando enquanto guiava as meninas caminho adentro na floresta em direção ao Dojo do Mestre Raiki, o que era curioso, já que eu não esperava voltar para lá tão breve, mas aparentemente eles já sabiam que estávamos à caminho.

- Impressionante! Fizeram tudo isso em quanto tempo?! - Comentei impressionada, não era do dia para a noite que as pessoas conseguem resolver um problema de moradia para uma gigante, mas aparentemente aqueles alunos tinha conseguido em uma só tarde, imagino o quanto trabalhoso foi só de ver que alguns deles ali nem mesmo pareciam pertencer ao dojo - Teve uma mãozinha extra, vocês são mesmo receptivos, eu nem sei como agradecer toda a hospitalidade que nos deu mestre Raiki - Retribuí-lo-ia com um abraço, é claro que uma simples demonstração de afeto não poderia se equiparar a um esforço tão grande por acomodar meras desconhecidas - Obrigada a todos vocês também, na verdade, esse lugar é tão incrível que me faz querer ficar ainda mais… uh! - Encarei Ágda, apreensiva, eu sabia que ainda tínhamos o tempo de terminar o treinamento, mas ela tinha outras coisas para fazer, tesouros para procurar, e não poderíamos atrasar tudo isso só pela minha melancolia, snif… meus olhos começaram a suar do nada…

- Espero poder voltar algum dia… snif… Vamos Aggy, temos que descansar para o dia de amanhã… -

Voltamos então à noite clara pelo brilho da lua, meus pensamentos novamente à mil, repousada num canto próxima à gigante, provavelmente dormiríamos todas juntas naquela noite, mas a fadiga não era tamanha a ponto de me fazer desmaiar em qualquer canto daquele quartinho improvisado, na verdade, eu tomava um pouco do tempo restante naquela madrugada para conectar com o lado espiritual uma outra vez. Não era vovó, mas um amigo conhecido, diferente de Sebastian, este era sensato e um pouco menos divertido.

- Está sendo difícil, mas acho que com o tempo e o treinamento de amanhã devo me acostumar melhor com essa respiração -

- Isso é ótimo, acho que aprendeu bastante coisa desde que chegou aqui, eu vi que você conseguiu se juntar com um pessoal, pretende seguir com elas agora? -

- De certa forma todas estamos indo para o mesmo lugar, mas sinto que tenho mais coisas para aprender e ver antes de querer chegar naquela ilha… Minha casa… -



A manhã chegou muito breve, logo era hora de partir, não esperei para me despedir dos demais, com toda certeza teríamos que voltar ali caso o treinamento não fosse concluído nesse dia, ainda mais que deveríamos buscar Juri de qualquer jeito - Vamos indo, até mais breve pessoal! - Iria esperar pelas meninas, mas iria um pouco na frente, gostaria de passar mais uma vez por aquela floresta silenciosa que permanecia na frente do Dojo, ficaria alguns minutinhos ali, sentindo um pouco da energia pesada do local, a quietude era quase apavorante.

Vamos combinar que a minha situação era um pouco injusta nesse treinamento, meu coração palpitava muito forte ouvindo todas aquelas instruções, é claro que de certo modo toda aquela punição era um motivo a mais para não errarmos, e nada parecia convincentemente suficiente para me ausentar de uma parte daquele treino, não é como se me faltasse confiança, mas se equilibrar em uma tábua por cima de um tronco com as pernas que eu mal havia começado a usar me fez engolir seco imbuído de pavor.

“ Minha nossa senhora da bicicletinha como que eu vou manter o equilíbrio com essas coisas… “ Eu poderia começar com a cauda certo, mas não senti que fosse justo o bastante ficar ali enquanto as outras duas faziam, em tese, o que era mais difícil, mas não quis me deixar abalar ao ponto de parecer tão nítida minha preocupação. Bom, era hora de começar, sem reclamação, e antes de mais nada o certo seria tentar encontrar um ponto de equilíbrio naquele troço. Se eu já não tivesse caído no primeiro minuto em uma tentativa frustrada de me manter de pé na tábua e conseguir, efetivamente, ficar de pé usando PERNAS!

Achar o ponto certo seria a primeira coisa a se fazer, até o instante em que parasse de tremer, tomei como um norte então o que o próprio mestre Xinzo disse, respiração, isto ligado à calma para conseguir lidar com toda aquela tremedeira, com suavidez e sem afobação, eu sabia que quanto mais força aplicasse naquela coisa, mais desequilibrada eu ficaria, então me restava ficar cada vez mais calma a ponto de ajustar o peso com meros esforços, e mesmo que com uma grande dificuldade, tentaria ajustar esses pequenos detalhes de desequilíbrio momentâneo com a ajuda da energia, concentrando-a mais forte no pontos específicos e reduzindo o fluxo em outros, até encontrar, de fato, uma circulação que mantivesse um completo equilíbrio.

Não esperava passar de primeira, então, nos momentos de punição, tentaria continuar praticando aquela circulação enérgica, até mesmo para poupar um pouco de energia durante todo o percurso pelo imenso rio, de ponta à ponta, isso de certa forma me faria considerar reter um pouco mais de esforços durante a prática no tronco, afinal, ninguém ali queria passar o dia todo sendo punido e se frustrar ainda mais com isso.

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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 12 EmptyQua 18 Nov 2020, 16:30


Post 29 - Treino 8/10

Heh! Definitivamente mais fácil do que ler o diário. Sabia que a Sky me ajudaria quando eu precisasse, mesmo que não seja exatamente ela e sim sua versão na minha cabeça, em outras palavras outra versão de mim mesma… Errrr, mas a gente já não é isso? Ai chega! Isso tudo é muito confuso pra minha cabecinha, o importante é que deu certo! A palma do velho despertava meu pseudo transe me arregalando os olhos no susto. Desabava no chão sem piedade de tremores, sentando-me para descansar, quem diria que apenas respirar seria tão exaustivo, só se passaram poucos…

- Hãããã!!! Já é de noite? - Nem tinha percebido o tempo passar, e talvez isso explicasse o cansaço, ficar de pé o dia todo, certamente nada relacionado à gastar energia espiritual ou coisa assim, pff nada a ver. - Poxa eu acho que quase não consegui, como foi com vocês? - Perguntaria às outras, só então reparando nosso elemento extra em um looongo longo cochilo. - Eeei! A Juri dormiu o dia inteiro! Isso é injusto.

***

Colocaria todas em seus respectivos lugares de viagem, e com a prancha em mãos, seguiria as orientações de Honua para o dojo, apesar de que ao menos até a cidade eu ainda me lembrava de pra onde ir.

- Vocês construíram isso tudo, pra mim? - Enxugava o canto do olho discretamente mas claramente visível à todos. - N-Eu não to chorando, é que não para de chover nessa ilha… Obrigada pessoal, ninguém nunca fez algo assim pra mim antes. Vou tentar não tropeçar e destruir tudo. - Me mantinha cabisbaixa lembrando de outros momentos inoportunos que me fizeram expulsa de muitas cidadezinhas. - Hmm? Ficar? [...] Ah, certo certo, vamos dormir.

Estava animada não só pela barraca, mas principalmente pela companhia durante a noite, não é algo muito comum pra mim, mas com certeza é algo que amaria me acostumar. Se tivesse ainda um pouco de luz começaria lendo todas as páginas do diário, mesmo as mais complicadas com toda a explicação de carpintaria, estava determinada a entender tudo que Sky tentasse me ensinar, como sempre. Por fim escreveria meu próprio dia, contando sobre o treino, e agradecendo por ter mantido minha promessa, nada muito melodramático porque sei que ela não gosta, apenas um ढבथלטאדא (obrigada). Se me faltasse luz no momento, tentaria acordar mais cedo no dia seguinte para gastar o comecinho da manhã nisso, é importante pra mim.

***

Escutar as especificações do treino diário me deixariam nervosa, não porque parece super exaustante ou difícil, mas porque eu teria a certeza de que todos as punições seriam culpa do meu jeito desastrado. - Gente… Me desculpa adiantado. - Preferia não dizer o porquê, mas imagino que todos já sabiam. Silenciosamente posicionava meu tronco de treino em um ângulo em que eu não esmagasse ninguém ao cair.

Minha quietude viria da determinação de manter uma concentração extrema para não cair e fazer as outras pagarem o preço. Faria os movimentos com cuidado e sem me afobar, sempre concentrando na respiração como indicado, sentindo o fluxo de energia e tentando expandi-lo pelo corpo inteiro. A parte mais difícil seria a súbita transição, depois de me acostumar, de duas pernas para uma só, com certeza cairia no mesmo instante.

- AAah-haaa!! - *Slam - Descuuuulpaaaa… - Diria num tom choroso e elevado para que a cachoeira não bloqueasse.

Quanto às punições, às faria sem problema, interpretando mais como uma outra parte do treino do que uma sentença em si. - Heh! Isso aqui não é nada comparado a correr no deserto escaldante. - Agora com o conhecimento do diário, com a ajuda de Sky eu me sentia mais confiante, já estava familiarizada com a energia estranha, agora tentaria mantê-la forte e fluente durante todo o dia e noite se necessário.

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Inventário

Berries:
816.000

• Diário
• Pena
• Tinta
• Corda
• Troncha
• "Kimono" (Top e Short)
• Prancha de Surf
• Maiô escolar e mochila de pelúcia ([Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.])
Personagem

Vantagens:

• Boa Aparência
• Ambidestro
Adaptador


Desvantagens:
• Múltipla Personalidade
• Devoção (Encontrar as Relíquias do Ragnarok)
• Fantasia (Escreve no próprio idioma)

Perícias:
• Astronomia
• Navegação
• Pilotagem

Ofício: Navegadora

Build

Dano - Habilidoso
Acerto - Normal
Pontaria - Inábil
Esquiva - Inábil
Bloqueio - Normal
Resistência - Normal
Objetivos

Encontrar os Outros
• Aprender Hamon (Wushu)
• Aprender a surfar
Comprar um diário e caneta ou pena com tinta (tamanho gigante)
• Me divertir
• Aprender costura como Ágda
Aprender Capintaria
• Compras no mercado (diário, tinta, pena , troncha e corda)
• "Kimono" (Top e Short)
• Prancha de Surf
• Perícia Carpintaria
• Maiô escolar e mochila de pelúcia ([Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.])
• 234k Berries


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Rimuru
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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 12 EmptyDom 22 Nov 2020, 11:16




É reconfortante ver meu pai optando por me proteger mas ao mesmo tempo muito estranho ver esse lado agressivo visto que a melhor sugestão de nosso povo foi sempre encaminhar os obstáculos para o desfecho mais pacifico possível. Estive pensando nisso recentemente mas a personalidade de alguém pode mudar de acordo com o objeto cuja a alma tenha sido transferida? Uma espada pode não ter sido o objeto mais adequado, gostaria de pergunta o que fez ele tomar essa decisão quando veio falar comigo novamente pela primeira vez após sua morte, mas bem me parece ser uma pergunta um quanto tanto indelicada portanto irei me abster de proferi-la ao menos até as coisas estarem em melhor comodidade em seu espírito. Acreditei que seria fácil todo esse treinamento, de longe estava fisicamente menos exaustivo do que qualquer outra atividade dessa semana mas com uma mente pesada fez todo o caráter psicológico me levar ao descuido deixando me exausto ao ponto de acreditar ter negligenciado seu verdadeiro propósito. Agradeço que a noite tenha surgido e que nosso mestre não é um louco insano proporcionando treinamentos de trinta dias seguidos sem dormir ou comer. Debruço as asas esticando as para aliviar a exaustão livrando me suavemente do cansaço temporariamente com um bocejo sereno e com sono em minha reivindicação:

Me sinto duro como uma pedra completamente desconfortável com toda essa rigidez, tirando isso o treinamento não fora de todo ruim, acho que podemos nos empenhar melhor amanhã. Me aproximando da garota pra que ela pudesse nos levar de volta, deixando escapar um leve sorriso bobo e uma risada sarcástica por entre meus lábios ao seu devido comentário.“Ela nunca disse que iria participar do treinamento da respiração com a gente, deveria reclamar menos e ficar grata pela companhia, são poucas as pessoas que iriam aceitar ficar do nosso lado pra não fazer nada o dia inteiro, ela ate aguentou mais tempo do que eu esperava. Mostraria a lingua para Juri com uma piscadela brincalhona mordendo suavemente a ponta de forma travessa.

***

Quanto trabalho eles tiveram para erguer algo desse tamanho? Não, não preciso saber seus corpos caídos já são uma resposta mais do que suficiente, a gigante parece feliz com o gesto parece que demonstrações assim são muito raras de acontecer ou essa personalidade é muito dócil, seja como for tenho que me lembrar de ser mas receptiva com a mesma, se apenas isso e capaz de proferir lágrimas de felicidade sua vida não me parece ter sido tão alegre como a minha. Fico meio sem graça por não saber ao certo o que dizer para eles visto que todos os sentimentos certos já foram proferidos pela pessoa a quem a ação se dirige, desde que minha voz pode não alcança-los talvez meus gestos sejam mais do que suficientes.

Agradeço a todos pelo seus esforços, noto que se dedicaram bem estou completamente agradecida. Ajudaria um a um a se levantar dando um beijinho no rosto de agradecimento e procuraria levantar seus humores cantarolando uma música sem letras apenas ritmo e exercendo truques simples de ilusionismo como fazer moedas desaparecer e aparecer novamente, indo até a cozinha  questionar se havia alguma forma de poder ajudar a servi-los e me deliciar de uma ótima refeição em grupo enquanto minhas amigas dormiam. Quando estivessem finalmente relaxados após toda sua dedicação com Agda, iria me despedir com acenos e referências indo até onde a giganta estava, já tive muitas noites diferentes desde acompanhadas de uma garota calorosa na cama, em um ambiente severo além de muitas outras para querer se sentir apenas bem recebido ao lado de uma figura amigável. Se Juri estivesse lá procuraria não me aproximar muito de Agda visto que agora que ela sabe meu verdadeiro gênero isso poderia proporcionar suspeitas ruins, mantendo uma distância razoável para um memorável repouso.

***

Indiferente de todas as manhãs, antes da partida fazia questão de me despedir de todas as pessoas antes de sair para ver como elas estão depois da noite passada, para minha surpresa Juri parece que não irá conosco dessa vez, algo um tanto chato mas visto que ela não estará lá para eu me distrair com sua beleza exorbitante talvez eu venha a me sair melhor no treino, só sinto pena pelos que ficam:

Sei que treinamos duro, mas tente não exagerar com eles, não são todas as pessoas que chutam tão bem quanto você e aguentam escalar montanhas de gelo como se não fossem nada antes do café da manhã. Garanto que eles vão querer se levantar sem sentir dores nas costas. Daria um soquinho de leve em seu ombro, sinalizando que já estava de partida, deixando uma leve piada sobre o ar.“Qualquer coisa que vier a fazer na nossa ausência espero que seja interessante, quem sabe eu faça uma música a respeito dos seus feitos se forem interessantes de se escutar”.

***

A primeira coisa que eu podia dizer para meu velho após ouvir as explicações do treinamento do mestre e observar de um lado para o outro as minhas companheiras e subitamente para seu corpo de metal foram três curtas e bem estruturadas palavras:

Eu te invejo….Era bem óbvio que não apenas uma mas supostamente nós três não seríamos capazes de cumprir de primeira e muito provavelmente iríamos ser punidas por isso parte da minha súbita queda de entusiasmo veio do fato da garota estar se desculpando previamente como se já soubesse o que viria acontecer  e ao longo de todas as quatro pessoas aqui presente a única que não iria ter esforço nenhum em correr de lá para cá seria ironicamente a única presença que não possui pernas para tanto. Droga...quase consigo imaginar ele se aproveitando da situação para tirar sarro da minha cara, em virtude de impedir que isso aconteça e levar ambas ao sofrimento comigo acredito que seja melhor eu não deixar que essas visões de um futuro triste se tornem realidade e acalmar minha mente para não retomar os erros de ontem. Procuraria sentir  o fluxo da respiração para que essa energia fluísse remanescente para o restante dos meus músculos buscando retomar o equilíbrio que havia praticado nas montanhas com copos de águas em escaladas ridículas sem os usos das mãos visando usar pouca da minha energia e tornar essa prática algo mais como um dever simples e constante, além de preservar para as possíveis corridas que iria ter de percorrer.

Assim que encontrasse a posição correta e a frequência exata para que meus pulmões trabalharem em ritmo com a tarefa procuraria mantê-la, essa era uma ideia um quanto nova, desde que aprendi sobre música é o dever mais básico de um ilusionista e na prática de truques por que não fazer um para fazer meus problemas desaparecem? assim como cada música possui sua escala, a respiração não é tão diferente e memorizando a reação é contra reação dos meus órgãos e o ar inspirando e expirando para fora transformaria esses movimentos em notas a serem seguidas como uma receita de um bolo, mantendo a rigidez e o controle e ao levantar minha perna ficando apenas sobre uma procurar restabelecer a mesma sensação de quando estava com as duas.Quando fosse realizar as corridas, procuraria gravar em minha cabeça cada oscilação da minha respiração ao correr, visto que as punições eram quase inevitáveis buscar aprender com elas seria a melhor opção procurando aperfeiçoar ainda mais meu controle sobre ela e percepção para utilizar na situação real do teste.


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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 12 EmptyOntem à(s) 09:45


O celestial com asas de coloração distinta mal podia reconhecer seu progenitor que agia enraivecido contra as perversão de Xinzo, mas a racionalidade talvez não fosse aplicada naquela situação, se tratava do mais puro instinto primitivo de uma mãe protegendo seus filhotes contra ameaças da natureza, mas nesse caso era o pai de Rim, que na verdade é uma espada… Alguém chame um terapeuta familiar, urgente!

Já Ágda por sua vez estava com sua longa cabeleira dourada soltando fumaça ao ser aflingida por uma crise de identidade, pois Sky que na verdade não era Sky, mas a Sky na cabeça de Ágda havia ajudado sua outra metade, sendo que ambas são a mesma metade mas ao mesmo tempo a versão total das duas em uma só e… Espera, aonde eu tava mesmo? Vamos continuar com a trama.

Enquanto suas melhores amigas lidavam com complicações psicológicas Honua manteve seu foco no treinamento, mas acabava sendo levada em jornada introspectiva onde sua trajetória até o presente era revivida em forma de pensamentos, insegurança, preocupação, o medo de falhar, sendo capaz de enxergar suas próprias fraquezas a Sirena conseguia contorná-las. A sereia vegana que conversa com espíritos enfrentava os problemas mais "normais" do trio, inusitado eu diria.

O repentino surpreendia o trio de beldades, pois parecia tão pouco tempo que haviam ficado alí mas a lua parcialmente coberta por nuvens alegava incontestavelmente que horas se passaram, mas este também era um claro sinal que aquela parte do treinamento havia sido concluída adequadamente, pois todas foram capazes de manter a concentração initerrupta por um longo período de meditação.

A recém ingressada no trio quarteto de senhoritas belíssimas era motivo de grande indignação por parte da gigante loira. - Eeeeeeh!? Nem vem, eu já fiz esse treino, não vou repetir! - Os olhinhos rosados e sonolentos foram arregalados subitamente, despertando para a cruel realidade, ela se escondia atrás de uma árvore expondo apenas parte de seu rosto, Júri simplesmente tinha aversão aquele treinamento, pois ela enxergava como uma tortura ficar parada por tanto tempo tendo que esvaziar a mente.

Felizmente era possível contar com a irreverência do celestial arteiro para tornar a atmosfera novamente leve. - Todo duro? Hmmmm… - Júri pinçava seu queixo com o polegar e, o dedo indicador ela encarava Rim com seus olhos reluzindo impertinência e um sorriso malicioso, era bem difícil resistir ao espírito da quinta série por causa do comentário feito pelo celestial.

De volta ao dojo da floresta. - Queria ter colocado uma melhor, mas Xinzo avisou em cima da hora. - Raiki não estava totalmente feliz com o resultado, desejava ter feito mais, pois ao contrário de um certo loiro preguiçoso o mestre da floresta não era do tipo que poupava esforços. - Nã-não há de que. - Raiki gaguejou ao se ver repentinamente envolvido nos braços, seu corpo se enrijeceu e as bochechas ficaram um tantinho avermelhadas, talvez ele não seja do tipo que saiba lidar com o gênero oposto, mas passado a surpresa Raiki afagou os cabelos de Honua retribuindo o gentil abraço.

Por um instante os humanos ali presentes esqueceram que estavam cansados, as palavras emocionantes de Ágda os fizeram se levantar sacudindo a poeira, fingindo estarem perfeitamente bem, enquanto trocavam sorrisos entre si, o esforço deles havia sido recompensado com a gratidão da gigante loira, ainda tiveram seus ouvidos agraciados com a encantadora melodia cantada pelo celestial, o grupo se despedia daquelas senhoritas tão doces com largos sorrisos em suas faces e acenos chamativos.

O céu nublado de Karatê Island ofuscava o brilho dos corpos celestes, o que teria tornado a visibilidade bem ruim nos arredores do dojo se não fossem por algumas lamparinas de óleo presas nas paredes externas da construção permitindo que a gigante loira e pudesse ler o diário além de expressar seus sentimentos adocicados para a tsundere Sky.

Enquanto isso a sirena a pacificidade noturna para conectar-se com o plano espiritual, trazendo agora a ilustre presença ainda sem nome, ou aparência descrita, por tal motivo vamos chamá-lx carinhosamente de Voz da Razão, o que combina bastante com sua personalidade sensata, Voz da Razão um dos amigos espirituais (que pelo visto são muitos) de Honua fazia a sirena refletir sobre seu futuro e sobre os diversos conhecimentos a serem estudados antes de chegar até aquela ilha.

Enquanto isso Rim dormia tranquilamente tendo sonhos adoráveis sonhos, até que… PUFF! Sua nova e extremamente delicada companheira de quarto, vulgo Júri é do tipo que não consegue ficar muito tempo parada nem mesmo quando está dormindo, a morena havia chutado a barriga do celestial enquanto resmungava. - Você não vai fugir. - Sua voz sonolenta soou baixo enquanto dormia profundamente, o golpe não chegava a realmente doer mas era suficiente para fazer Rim acordar assustado, os dedinhos do pé bem próximo ao peitoral do celestial se contraíram algumas vezes antes de ficarem novamente relaxados, após esse breve incidente Júri ficou mais quieta permitindo que o celestial pudesse retornar a dormir pacificamente.

Na manhã seguinte. - Tá tudo bem Rin-Rin eles não tão molengas assim. - Júri fazia joinha com a mão demonstrando confiança para o celestial que se preocupava com o bem estar dos alunos de Raiki. - Até porque seria muito chato… - Essa última parte foi cochichar enquanto a morena tentava disfarçar muito mal o seu lado perverso desviando seus olhos rosados para o canto enquanto fazia beicinho.

Antes de qualquer coisa Ágda pedia desculpas a suas confederadas mesmo que a gigante nem sequer houvesse tentado realizar o treinamento, afinal ela se conhecia o suficiente para reconhecer suas dificuldades, e mesmo assim seu altruísmo a fazia preocupar-se com o restante do grupo.

E assim o previsível desfecho ocorria com a gigante caindo com todo seu peso no chão, mas felizmente a loira era responsável por ostentar um amortecedor muito bem esculpido, firme e ao mesmo tempo fofinho, por tal razão Ágda ficava ilesa sem nem mesmo um único arranhão. Claro que estou falando da pele resistente possuída pela raça dos gigantes, o que mais poderia ser… Em seguida o grito choroso vencia a cachoeira anunciando para Rim e Honua sua falha.

Correr até a cidade uma ou dez vezes, nadar todo o comprimento de um rio, isso nem sequer poderia se chamar de treino considerando as competências do ilustre trio, afinal os conhecimentos adquiridos até o presente momento fez com que Ágda, Honua e Rim pudesse realizar a punição enquanto guardavam energia graças a respiração muito bem administrada.

Porém isso ocorria numa frequência bastante alta, não porque as alunas eram ineficazes, mas sim pelo fato de que o menor dos descuidos era considerado um fracasso, o final do dia chegou e o progresso não poderia ser chamado de bom, a três passaram mais tempo correndo e nadando do que se equilibrando nas tábuas, a etapa do treinamento mostrava suas verdadeiras presas, colocando a celestial, a gigante e a sereia em uma situação de fadiga corporal e psicológica, não bastava somente manter a respiração o trio de alunas estonteantes precisavam lidar com o provável sentimento de frustração após repetidas falhas, para se manterem totalmente concentrada próximas a cachoeira ensurdecedora, felizmente o treinamento seria continuado independente das dificuldades desde que o trio permaneça interessado.
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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 12 EmptyOntem à(s) 16:50


Treino Wushu,  Parte II (4/5)

- Foi bem difícil no começo, mas acho que isso é algo normal, contanto que estejamos sempre tentando - Disse em resposta ao comentário de Aggy, desde o começo fora assim e só talvez fosse ser até o final, a repentina frase do mestre Xinzo martelava em minha cabeça, algo como a respiração ser a resposta para tudo, será que existia algum significado metafórico por trás disso? Não sei, definitivamente não sei, minha mente está muito cansada para esse tipo de questionamento.



Tantas e tantas falhas em certos momentos lhe faz querer desistir, mas antes que eu possa começar a dar uma aula de coach dizendo como é importante manter a concentração e a perseverança, gostaria de dizer que eu não sairia dessa ilha até completar esse treinamento, não foi à toa que eu quase quebrei minha mão batendo em tronco ou quase fiquei lesada - mais ainda! - (gritou Sebastian de algum recanto espiritual) de tanto levar bambuzada na cabeça. Se todo aquele castigo estava me ensinando alguma coisa era em manter a respiração, ficava cada vez mais fácil percorrer aquela distância tão grande, na verdade, ela parecia encurtar cada vez mais em cada ida.

A adaptação é algo impressionante, mas com ela, ficamos mais resistentes com a experiência, aprendendo a poupar mais energia durante o percurso ou somente um atalho, um caminho mais fácil. Continuei naquele treinamento com a mesma determinação de sempre, olhando para frente e tentando manter a cabeça esvaziada dos problemas, até mesmo das inseguranças, era apavorante sequer pensar na ideia de que eu poderia passar anos ali sem nenhum resultado ou avanço, mas talvez esse fosse o maior motivo de eu falhar.

Tentaria aplicar quesitos do próprio treinamento durante o castigo, manter o foco no caminho, sem me distrair com a comunicação de peixes ao redor ou o bagulho dentro da água, somente a profunda respiração, me manteria focada apenas em deixar entrar e sair o ar… dentro da água. Quanto ao equilíbrio, bem, não existiam formas específicas de trabalhar isso enquanto nadava, tudo o que eu conseguia pensar era em me mover menos, gastar menos energia ao passo que aumentava minha velocidade, menos proeza, mais concentração em somente percorrer todo o trajeto e voltar com a mentalidade de que alguma coisa em todo aquele percurso iria me ajudar.

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