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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Phantom Blood

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MensagemAssunto: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 11 EmptyQua 22 Jan 2020, 14:14

Relembrando a primeira mensagem :

Phantom Blood

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Kauwela Honua, Ágda Skyblazer e Masaki Rim. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 11 EmptyQua 22 Jul 2020, 21:04



Ágda. e Honua.

É óbvio que a dupla de melhores amigas não iria economizar palavras ou fôlego para compartilharem cada detalhe de todas as aventuras vivenciadas tanto no arquipélago quanto na ilha que mais parecia um alucinação, e a não ser que Ágda e Honua tivessem tido o mesmo sonho aquele episódio havia realmente acontecido em suas vidas, e os novos acessórios da gigante loira também comprovam a realidade dos fatos. E como a técnica que elas estão aprendendo começa com respiração, não é difícil imaginar que o fôlego seria rapidamente recuperado, e o falatório insano voltaria em poucos segundos.

Mas nem todas as histórias compartilhadas eram agradáveis, e Ágda deixava absurdamente claro seu descontentamento com o meliante esmurrador de sirenas, ao longe os pássaros voaram em bando piando escandalosamente como matracas assustadas, cavalos relincharam ficando apoiados apenas nas patas traseiras e se debatiam de com susto por causa do gigantesco grito proferido por Ágda, além de algumas, não houve grandes estragos, provavelmente se houvessem casas por suas estruturas teriam sido abaladas e muito incidentes ocorreriam, imagine se alguém estivesse carregando uma pilha de pratos nesse momento… Claro que os condutores de carroças e carruagens ficaram desgostosos com a gigante, mas após acalmarem os cavalos nenhum deles reclamou, afinal a loira possuía incríveis 10 metros de altura, e facilmente os esmagaria de quisesse, eles apenas olharam feio para Ágda e seguiram viagem.

E é natural pensar que super melhores amigas se preocupam uma com a outra, tanto Ágda que cuidou de Honua durante o coma alcoólico da sereia, e agora Honua retribuía o cuidado, fazendo uma busca minuciosa por qualquer ferimento que a gigante pudesse estar escondendo, havia o olho roxo, perfeitamente visível para a sirena, porém não era o suficiente para a tão caridosa Honua. Parecia ter sido algo combinado, Ágda puxou o decote para frente e Honua mergulhou entre os montes fofinhos da gigante É inveja que fala né?, a sereia mostrava o melhor de sua raça, navegando pelas ondulações do corpo voluptuoso de Ágda, talvez seja um tipo diferente de surf, Honua deslizava pelo busto, até alcançar barriga, então descia pelo quadril deslizando em torno dele e escorregando pelas coxas de Ágda, tal esforço demonstra o quanto Honua se empenhou em buscar por qualquer machucado, apenas comprovando sua índole altruísta e generosa, afinal amigas fazem esse tipo de coisa uma pela outra não? Apenas irei recordar-me de tal magnífica cena para caso algum dia Honua decida brincar de médica… Se é que me entendem…

A diferença entre as raças, cada uma com peculiaridades tão distintas, mas é o que justamente as torna perfeitas a sua própria maneira, as escamas da sirena em conjunto com seu corpo esguio percorreram a pele resistente da gigante, e essa havia sido uma experiência agradável para ambas, as diferentes texturas pareciam ser harmonizar com aquela aproximação, que apenas mega melhores amigas que se importam muito uma com a outra poderiam ter, não havia malícia alguma por ambas as partes, mas a sensação agradável ao tato era inevitável para as duas. Se antes estávamos em um livro de romance, creio que agora seja o capítulo onde as heroínas se apaixonam? Nah...


Rim

- Tarado…! - Juri brincou quando sentou-se abraçada por Rim, ela não era do tipo que ficava muito tempo cabisbaixa, um sorriso travesso com os dentes a mostra estampou o belo rosto de Juri, sua voz soou um pouco baixa, mas ainda era divertida. - Suas mãos são tão pequeninas… Mas elas podem fazer uma grande bagunça. - Comentou Juri um pouco pensativa, ela não parecia estar envergonhada, mas após as palavras serem ditas Rim notava os dedinhos do pé da mulher se encolhendo e escondendo-se por entre o colchão, Juri aproveitava o cafuné, mas inclinava a cabeça para baixo, como se quisesse pedir carinho logo abaixo da cabeça e na nuca, e quando foi afagada ali Juri revirou brevemente seus olhos rosados e os fechou, então mulher começou a fazer carinho com o rosto no peitoral do celestial, era como lidar com o felino que apenas aceita esse tipo afago quando bem entende, e essa afirmação se comprovaria verídica com Juri gemendo baixinho como se estivesse ronronando. O celestial deixava o quarto, Juri a princípio não se movia, permanecia abraçando os joelhos mas esboçava um sorriso largo para Rim antes do celestial deixar o quarto.

Korra estava no tatame do dojo quando Rim a avistou, a mestra da montanha exercia sua função, aplicando treinamento de chutes para os alunos, parecia ser uma aula mais avançada, os chutes eram feitos em sequências repetidas até terminarem com um chute giratório com o calcanhar. - Então você vai mesmo partir coelhinha. - Ela afirmou o óbvio, mas parecia um pouco infeliz, talvez gostasse da companhia de Rim, ou era seu carinho de tutora pelos alunos falando. - Não mandei parar! - Korra chutava as costas de um aluno que relaxou após ver a mestra conversando com Rim, então os alunos logo acertaram a postura e voltavam a treinar determinados.

Korra cruzou os braços abaixo dos seus observou o discurso de despedida feito pelo celestial, era algo que valia a pena apreciar, Korra esboçava um sorriso orgulhoso pelo canto de seus lábios. - Sim, sim, eu sei que sou incrível. - Aparentemente o sorriso orgulhoso era para si própria que recebia os agradecimentos de seu pupilo, a mestra apoiava ambas as mãos na cintura e estufava o peito num ar de convencimento. - Aguardarei ansiosa por notícias suas. - O ar travesso havia de dissipado, agora o olhar agressivo de Korra estava refletindo grande apreço por Rim, Korra levou sua mão até o topo da cabeça do celestial e afagou-lhe os cabelos por alguns longos segundos. - O caminho que escolheu traçar está além das capacidades de um guerreiro, suas batalhas podem ser mais árduas do que a de qualquer outro, desejo profundamente que tenha sucesso quando passar por aquela porta, não poderei mantê-la protegida longe daqui, então use a energia tenaz das montanhas para fortalecer seu espírito. - Korra havia se inclinado, os olhos castanhos e intimidadoramente belos da mulher estavam fixados aos do celestial, sua voz soava gentilmente porém carregada de determinação, a sensação era a mesma de encarar uma tigresa, mas o olhar de Korra parecia que ela estava oferecendo os últimos cuidados a um filhote prestes a deixar a toca para aventurar-se sozinho. Era uma despedida digna de um mestre Wushu para seu discípulo.

Mas estamos falando da mestra que se diverte atormentando seus alunos, é óbvio que não seria uma despedida melodramática. Korra deslizou sua mão até a nuca de Rim, e apoiou com firmeza seus dedos abaixo da cabeça do celestial, enquanto a outra mão da mulher percorria as costas de Rim, até parar atrás do quadril, Korra puxou Rim para mais próximo de si. - Mas coelhinha se caso haja outras necessidades para serem atendidas, lembre-se que estas pernas não foram esculpidas apenas para chutar. - Korra sussurrou maliciosamente no pé do ouvido de Rim, a respiração calorosa da mulher era sentida na pele do celestial, seu olhar possuía um intenso ar lascivo, seus dedos aveludado acariciavam o celestial. Então Korra se desvencilhou de Rim, dando alguns passos para longe, a mulher fitou o Rim por cima dos ombros e piscou com um olho, o sorriso travesso e cômico de uma criança arteira voltava a adornar seu rosto. Talvez fosse uma piada, ou uma justificativa do porque nenhum pretendente havia conquistado o coração de Korra, a mestra da montanha talvez tenha apreço por outro gênero, este seria outro mistério volátil e flexível, mas talvez haja algo rígido no corpo do celestial neste exato momento, a espada que não se carrega na cintura. E também era uma maneira de Korra deixar sua marca. - Parem moleza! - Outro aluno recebia um chute nas costas e o treinamento no dojo da montanha prosseguia normalmente.

A neve caía vagarosa, mas não era o clima que impedia o ser alado de voar, Rim apenas aguardava paciente, as asas de coloração oposta não mais se encolhiam tanto diante o frio da montanha como no primeiro dia, mas sem sinal daquela que faria-o alcançar vôos ainda maiores, o celestial partiu um passo de cada vez, até chegar no início da colina onde um sujeito desafortunado rolou morro abaixo. - Ei! Me espera Rinrin apressado! - Ela havia demorado, mas estava lá, acima da escadaria a frente do dojo, seus cabelos penteados lembrado dois chifres, as roupas ligeiramente diferentes, um top rosa com detalhes em preto e uma calça branca com um "decote" peculiar na região pélvica, que por sinal parece ter sido desenhada por artista talentosíssimo, o clima gelado realmente não parece afetá-la.

Juri colocou as alças de sua mochila acima de um ombro e corria na direção, ela ergueu a mão para o "high-five" mas passou em branco, o braço de Juri laçou por trás do pescoço de Rim, então Juri o puxou contra seu corpo, dando um caloroso abraço, talvez caloroso demais, devido a brusquidão do gesto. - Vamos causar a maior bagunça nesse mundo. - Juri se empolgava com a as palavras de Rim sobre haver mais uma vaga no barco, mas talvez sua natureza caótica possa criar alguns empecilhos extra durante a viagem, ou então o contraste das personalidades possa fazer com que ambos brilhem mais, isto não cabe a mim dizer agora. Juri asfixiava propositalmente o rosto contra o seu corpo, ela não demonstrava mudar de comportamento após a descoberta, porém os olhos dela estavam um pouco avermelhados e fundos, como se tivesse acabado de chorar, provavelmente após uma despedida emocionante com uma certa mestra da montanha, mas Juri tentava esconder isso da maneira que podia.

O BONDE TODO CARALH#!

A sereia chorava com lágrimas de crocodilo, não era muito difícil identificar que tratava-se de puro fingimento, mas para alguém com menos maldade no coração como Ágda possa não perceber, porém o fingimento não durou muito, e Honua na verdade revela-se feliz com Sky ser a hiper melhor amiga de Rim.

O celestial por sua vez voltava pela trilha que antes quase fora congelado vivo, mas como Juri conhecia muitas pessoas em Snow City conseguir uma carona de carruagem não foi difícil, assim polpando o tempo de espera e disponibilidade de alguma embarcação para Karate Island.

O bonde das maravilhas… Trio de melhores amigas estava finalmente reunido, com agora uma nova integrante, formando assim um quarteto, ou quinteto se contar que a gigante vale por duas. As asas de Rim eram realmente um diferencial entre as pessoas mesmo com sua estatura baixa era fácil distinguí-lo após descer da condução. Sem que Ágda precisasse praticar o esporte conhecido como arremesso de sereia para encontrar Rim, imagine se alguém atrapalhada igual a gigante loira jogasse Honua para alto, as chances de algo dar muito errado são altas. - WHOOAAH! Uma gigante e uma sereia! Você não me falou que suas amigas eram tão surpreendentes. - Juri reconhecia as raças de Ágda e Honua, talvez já houvesse cruzado com um outro integrante da espécie durante a vivência no arquipélago, a mulher de cabelos negros ficava boquiaberta dizendo num tô de voz alto repleto de surpresa.



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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 11 EmptySex 24 Jul 2020, 17:08


Lindinha, Florzinha e Docinho

- Ah, ele tá machucadinho, mas nada que uma bolsa de gelo e um tapa olho não resolva em alguns minutinhos, se estiver doendo muito eu posso preparar uma pomada de ervas para adormecer a região e amenizar a dor - Falava com o indicador apontado para cima, orgulhosa de saber de todas essas coisas hehe! Eu nem mesmo tive que pesquisar em uma tecnologia rápida de ampla rede de informações para isso… ahem! Mas como eu não tinha notado aquele machucado todo? Bem na verdade considerando que a gente não parou de falar desde que chegamos colocar as informações em pauta sob a mesa era um pouco difícil, ainda mais se concentrar em tudo ao mesmo tempo, mas seguiríamos tentando absorver tudo de uma vez - Hshshshshs você ficaria parecendo uma pirata - Comentei pensando melhor na ideia do tapa olho.



- Surf? Acho que já ouvi falar, puxa que mágico! Mas você também sabe surfar ou só a Sky? Eu adoraria poder tentar, mas acho que com a minha cauda não seria muito fácil… Com as pernas pior ainda, eu mal consigo me equilibrar no chão com elas, imagina no barquinho geez, mas que bom que ela encontrou algo divertido para aprender na ilha, por um momento temi que ela pudesse ter ido embora ou mudado de ideia quanto ao treinamento, tehehe acho que julguei a grandalhona um pouco mal… - Cruzando os braços, olhava para o horizonte, ligeiramente arrependida pelas intrigas iniciais entre nós, quem sabe com o tempo poderíamos corrigir isso, ainda mais agora que tínhamos um bom motivo para estarmos todas as quatro juntas.

- Arremesso de sereia? Heeee acho que não, da última vez eu acabei dando um choque na Sky, foi engraçado, mas eu não tenho muito controle sobre isso, e também não quero te machucar - Sorri lembrando da cena que a gigante ruiva ficou parecendo um pirulitão.

Bom, no aguardo da Lindinha ela parecia trazer consigo uma nova integrante… MÁGICO! - Sim sim! - Concordei animada, ela parecia saber um pouco das raças, mas minha língua coçava para me apresentar um pouco mais do que isso - OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOI! - Dizia em um tom bobo e brincalhão, bem bem diferente de baleiês - Eu sou a Honua, atualmente médica e conselheira espiritual da nossa banda de Kpop - Por mais que eu quisesse muito, esperei para que Ágda pudesse apresentar por si só, mas eu ficaria mordendo a parte inferior do lábio me contendo para não explodir em emoção, mas por que eu estava tão animada mesmo? Ah sim! Todas elas vieram e bem, isso significava bastante para mim, não era só um compromisso com a lealdade entende, mas também o sentimento de saber que de alguma forma todas aprendemos algo de útil com a jornada, essa coisa de respiração e tudo mais, e eu vou parar por aqui se não eu vou chorar Snif snif! - Não se preocupem, são só lágrimas de alegria - Diria caso alguém notasse as gotas escorrendo no canto do rosto.



- Tudo bem tudo bem, feita as apresentações, temos bastante tempo para conversar no caminho senhoritas, é hora de seguir para o mestre Xinzo - Lá do alto eu até conseguia me sentir como uma líder do grupo, era divertido, mas eu não queria cortar a onda de ninguém, apenas quando todos os nimos já tivessem sido apaziguados e as apresentações devidamente feitas - Puu Puu! - Clamei pela mesma luzinha verde que tinha nos guiado antes pela floresta até o mestre, eu não sabia o nome dela ou dele, muito menos tinha uma forma humana, mas era divertido ver pulando, fazia essa barulinho então acho que é assim shshshsh - Nos leve até o mestre Xinzo porfavorzinho PuuPuu! - Entoando a empolgação, apontei o horizonte do qual tínhamos vindo da última vez, passou-se tanto tempo que eu não tinha muita certeza se sabia o caminho de volta à cachoeira.

No pior dos casos, perguntaria para Sebastian - PuuPuu não apareceu, vou ter que chamar meu outro ajudante, SEBAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAASTIAN -

- Peraeeeee, tô aqui tô aqui! Honua você tem que parar de me acordar com esses gritos, qualquer dia desses eu vou ter um infarto e acabar… -

- Morrendo? Para de ser comediante nessas horas, temos um objetivo muito importante no momento, vem aqui - Pegá-lo-ia pelo pescoço, é claro que figurativamente já que ele é um espírito, colocando-o no meu ombro direito - Você é bom de memória, um aventureiro em vidas passadas, será que poderia me ajudar a lembrar do caminho de volta? -

- Hmm, claro que eu lembro! Pode não parecer mas nós crustáceos temos memória muito boa, parentes distantes dos elefantes -

- Exactamente de que parte da fauna estamos falando? -

- Erm… Nós dois somos do Reino Animal, enfim quer encontrar o caminho ou não? -

- Você que manda - Esperando que ele tocasse o barco, seguiria passando as informações para as outras, e é claro que Sebastian nos levaria para o caminho de volta, não é como se ele fizesse parte de uma parte do meu subconsciente me informando o caminho que eu achei ter esquecido, na verdade ele tem mesmo uma memória muito boa para direção.

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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 11 EmptySeg 27 Jul 2020, 15:20


Post 26

O comentário de Honua me fazia pensar duas vezes, ficar parecida com uma pirata? É isso não parece algo bom, a Sky sempre me disse pra não criar problema com a Marinha. Balançava a cabeça em negação. - Acho melhor deixar assim mesmo, só dói se ficar tocando, jaja passa. - Ajeitava de volta a roupa.

[...]

- Eu acho que só a Sky sabe hehe, mas quem sabe o nosso corpo ainda se lembra de como faz por instinto, talvez eu seja muito boa. - Começava a imaginar a exata descrição do diário porém comigo no lugar daqueles humanos. - Se a Sky diz que vai fazer ela faz. Ela nunca falta com a própria palavra. - Inflaria as bochechas fazendo um biquinho de “hmpf” enquanto explicava. - Mas também fico feliz por ela encontrar algo divertido, a gente tem que tentar depois, talvez seja um bom treino pro seu equilíbrio, hehe.

Ficava um tanto confusa com a história de choque, também não conseguia imaginar como Honua me machucaria, mas deixa isso pra lá.

***

- Eu vejo, com meus olhinhos… - Já estava pronta pra marchar até a ilha de neve quando notei aquele par de asas de aproximando, não tinha como confundir, duas valkírias na mesma ilha? Impossible! - Rimrin! - Acenaria pra celestial se aproximando… Com uma amiga? Ótimo! quanto mais gente melhor! Sorria descontraída esfregando o indicador por cima da boca enquanto era elogiada.

- Oi oi oi! Eu sou a Ágda, qual o seu nome? - Abaixaria o rosto me aproximando dela para olhá-la bem, e se deixasse, a apanharia na palma da mão também pra erguê-la em minha altura. - Ooooh, você é bonita também, vai vir treinar e viajar com a gente? Err… Apresentações, é mesmo, sou ruim com isso… Eu piloto barcos, e acho que to aprendendo a construir também. Ah é! Eu também disse que ia proteger as duas qualquer coisa, então posso te proteger também. Eu sou meio destrambelhada mas a Sky é muito forte hehe.

***

- Certo certo, foco! Tudo bem Honua, eu lembro o caminho. - Pegaria todas as três colocando-as no ombro, cabeça, chifre ou qualquer outro local confortável. - É por aqui! - Começaria a andar na direção oposta, levando longos cinco segundos pra notar a diferença. - Ops, quis dizer por aqui! - Daria meia volta tomando o caminho correto em direção a cachoeira do Senhor Jinzo.

- Ah! O senhor sebastian tá aqui? Diz pra ele que eu mandei um oi.


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• Aprender a surfar
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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 11 EmptySab 01 Ago 2020, 19:00



Queria parar para contradizer que minha mente estava entretida demais com sua aparência e companhia para me lembrar de mencionar a diferença racial de minhas colegas, até mesmo por ter conhecido ambas recentemente e não ter me acostumado com a surpresa das pessoas ao se deparar com seres de diferentes anatomias, podemos ser diferentes em aparência mas isso não nos torna divergentes em nosso interior. Acho no entanto que falar isso apenas iria causar uma impressão ainda maior dos meus interesses pessoais de forma atirada e ao momento prefiro que as coisas caminham tranquilamente em nossa relação.- Eu também não comentei para elas do meu segredinho então de certa forma você continua sabendo mais coisas sobre mim do que outros ao meu redor.Sussurarava de forma liberal e intencionalmente baixa aos ouvidos de Juri deixando seu entusiasmo correr livremente para conversar com as demais e dar abertura para as apresentações que estariam por vir.

~~

Pensei que íamos fazer uma pausa para comer ou conversar antes do próximo treinamento, afinal fazem dias que não nos vemos e mesmo assim estão tão determinadas e  entusiasmadas para dar continuidade, acho que não me resta escolhas senão acompanhar o seus ritmos.Mexia o braço para apalpar a mão de Juri segurando a contra a minha esperando calorosamente para que Sky recolha a gente.-Se possível tomar a decisão gostaria de ficar sobre os ombros amiga. Era uma questão de princípios além de ter testemunhado inúmeras vezes movimentos repentinos da cabeça da garota principalmente durante as transições de personalidade para achar que seria um lugar seguro apesar de confortável, era melhor uma área mais macia ao corpo e que apesar do perigo de queda eu poderia simplesmente planar como havia feito durante os treinos antes de ser restringido de tal ato.


Agora quanto a Honua, não fazia ideia de com quem ela estava conversando, talvez ela tenha perdido alguns parafusos na cabeça ou tenha levado pancadas demais para começar a falar sozinha, não sei ao certo o porque mais me parece uma situação bastante familiar. - Com quem você acha que ela está conversando pai?Confuso em pensamentos buscava auxílio de uma pessoa com anos a frente de experiência para me serem passados adiante.Ela tem cérebro de peixe, talvez esteja alucinando com miragens pela falta de água ou tenha moluscos nos ouvidos, não é como se sereias não pudessem usar animais marítimos como acessórios. Por via das dúvidas, mantenha certa distância até reconhecer seu grau de sanidade.Acenava com a cabeça perante as instruções apoiando meu corpo sobre a garota Juri ao meu lado.Obrigado por vir.

Deixava o silêncio penhorar por algum tempo me deixando levar pela giganta apesar de incerto sobre seu senso de localização, seja como for mesmo se nós perdermos podemos simplesmente pedir por informação. - Talvez seja uma viagem grande, alguém quer ouvir uma canção? estou aberto a sugestões de temas. Retrucava retirando o instrumento dos meus pertences, não sabia usa-lo e tão pouco o faria sem conhecimento, usando-o apenas para chamar atenção enquanto realizava sua manutenção habitual.

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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 11 EmptyTer 04 Ago 2020, 07:25


A turminha do barulho agora com um nova integrante estava mais serelepe do que nunca, reunidas para vivenciarem grandes aventuras e causarem a maior bagunça no arquipélago Wushu. Assista agora na sessão da tarde. - OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO - *Pausa para respirar.* - OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOI. - Juri era contagiada de maneira instantânea pela empolgação de Honua, resultando em duas senhoritas gritando uma para a outra a fim de se cumprimentarem, Juri no entanto parecia levar aquilo como uma competição de grito, usando todo o ar dos pulmões para fazer o "OOO...OI" proferido soar mais alto em relação ao da sirena. - Você tem mesmo fôlego. - A morena expressava um sorriso largo nos lábios, já gostando de cara da sereia. - Eu me chamo Juri, eu sei chutar os outros, se tiver algum conselho pra me fazer ganhar um briga serei toda ouvidos. - Ela comentava estufando o peito orgulhosa de ser uma exímia lutadora.

- Honua! Honua! Honua! - Sebastian estava pentelhando sua amiga sirena querendo chamar atenção. - Diz pra Ágda que eu também mandei um oi. Sebastian estava bastante animado ao usar a sereia de pombo correio, feliz até demais, aquela felicidade excessiva que você sabe que a pessoa tem outras intenções. - E também pergunta se ela conhece alguma lagosta espiritual gigante solteira por esses mares. - Sebastian falava sussurrando com a poã na frente da boca para esconder esconder sua boca e evitar que alguém fizesse leitura labial. Errr… O que poderíamos esperar desse crustáceo.

Ainda alguns metros distantes Rim cochicava no ouvido algo no ouvido da morena, que prontamente parava para escutar, então Juri envolvia seu braço ao redor do pescoço do celestial o trazendo para bem próximo de si. - Seu segredo tá bem guardado comigo, mas se você tentar alguma gracinha vou te encher de chute até você gostar e pedir por mais. - Os lábios de Juri estavam bem próximos aos pequenos ouvidos do celestial, e a voz dela soava num tom sádico e ardente, no que deveria ser uma ameaça, por querer evitar que as outras tenham a mesma surpresa, ou seria apenas ciúmes… Ficava no ar mais um mistério para o celestial monocrático desvendar.

Em seguida Juri não se importava ao ser erguida pela gigante loira, na verdade ela achava aquilo muito legal, pois podia ver ter uma visão privilegiada lá de cima. - Fica tranquila, eu sei me cuidar muito bem, e seria muiiito chato se você ficasse com toda a diversão. - Juri dizia em resposta a oferta feita por Ágda sobre também proteger a morena, afinal ela havia dito que faria o mesmo por Honua e Rim, mas Juri não parecia ser do tipo que precisava de proteção, ou o mais correto seria dizer que ela não queria proteção.

Com as apresentações devidamente feitas o grupo deleitava-se com uma conversa casual, algo totalmente comum e rotineiro no dia a dia, uma sirena-enguia dialogando com o espírito caranguejo que usa cartola, um celestial com asas de cores diferentes questionava seu falecido pai que atualmente é uma espada, a gigante que tratava a si mesma no plural como se fosse duas pessoas… Definitivamente é o tipo de coisa que se vê todo os dias, como alguém poderia ficar surpreendido com algo tão corriqueiro? - Será que todas bateram forte a cabeça? - Juri coçava o queixo apoiando o cotovelo direito no braço esquerdo abraçando a própria cintura. - Será que outra pancada conserta? - Ela inclinava a cabeça para o lado analisando o contexto geral da situação, fazendo um zumbido pensativo com a testa enrugada. - ESPERA! PORQUE EU COMECEI A FALAR SOZINHA DO NADA? - Ela exclamou.ao perceber que fazia o mesmo do que o restante da trupe, parecia ser uma reação contagiosa, ou era de fato uma atitude extremamente casual feita por qualquer pessoa.

E com todos os passageiros a bordo o expresso Ágda marchava bravamente na direção da cachoeira em busca de Xinzo… Espera… Aonde ela tá indo…? O MULHER VOLTA AQUI, ESSE É O CAMINHO ERRADO! ...Urfa, ela percebeu, só demorou longos 5 segundos. Agora sim, o grupo prosseguia em busca do último mestre para ensiná-las a masterizar a respiração Wushu, o percurso tinha tudo para para ser animado, pois o celestial artista até mesmo se oferecia para agraciar os ouvidos de suas bests com uma canção, fazendo inclusive uma certa morena pessoa se empolgar com a idéia, Juri que estava sentada no chifre da tiara de Ágda encarava Rim Rim com os olhos brilhantes. - Eu conheço uma, coloca esse violão pra funcionar e me acompanha… Esse meu jeito de viver TANANAN! Ninguéém nunca fooi iguaaal. TAANANAN!... -- Não era uma canção afinada, mas ela se divertia, e fazia até mesmo os efeitos sonoros com a boca.

Dessa vez a luzinha cintilante batizada de Puupuu por ninguém menos do que Honua não aparecia para purpurinar o céu nublado de Karatê Island, e com Ágda carregando o grupo de k-pop nas costas elas chegaram bem rápido no local de destino. A gigantesca cachoeira caía e o barulho produzido pela intensa queda de água pela floresta, e calmamente sentado numa rocha abaixo da cachoeira com dezenas de metros estava Xinzo. - Percebo que encontraram o terceiro elemento. - Ele permanecia de olhos fechados sentado em posição de lótus mas falava com o grupo, a voz era calma e serena apesar de grave, e mesmo a o barulho da queda de água não ofuscava suas palavras, na verdade o som produzido pela cachoeira era semelhante a um mantra relaxante.

E ali haviam diversos Puupuus brilhantes e fazendo barulhinhos de guizo, ao menos era o que a sereia era capaz de ver e escutar, a frente de Xinzo estava uma pequena lagoa formada cachoeira, era possível escutar ao longe o canto dos pássaros, porém não havia barulho de insetos e outros animais nas proximidades, mas não era porque os animais estavam longe, eles na verdade estavam ali, era possível até mesmo ver um filhote de cervo bebendo água na lagoa, tucanos em cima dos galhos de árvore, os animais ali estavam apenas calmos, como se toda a floresta estivesse na mesma sintonia.

- Sentem-se jovens crianças, fechem os olhos e concentrem-se em sua respiração, esvaziem suas mentes e respirem, lembrem-se da energia dos elementos que adentrou em suas essências, e agora vocês deverão se concentrar em produzir a energia elemental através da respiração. - Xinzo ficava imóvel, apenas instruindo suas aprendizes, provavelmente não era o que elas esperavam com a última parte do treinamento, mas era o que elas deveriam fazer, ao invés de usar a energia da natureza deveriam ser suas próprias fontes energéticas e isso seria aprendido através da respiração. Só não podem ficar igual um certo mestre louro que só pensa em meditar.


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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 11 EmptySab 15 Ago 2020, 18:33


Treino Wushu, Parte II (1/5)

- Qualquer melodia seria ótimo para acompanhar a viagem - Menos Legião Urbana, pelo amor dos deuses não toca Faroeste Caboclo ou Eduardo e Mônica na rodinha de amigas - Aggy o Sebastian mandou um oi, e perguntou se você não conhecia algum camarão para que ele possa xavecar -

- Você não esquece mesmo essa história, eu já falei que tava escuro e talvez eu estivesse um pouquinho bêbado… - Comentava acerca de um certo ocorrido na vida do crustáceo, no mínimo… marcante e até engraçado - Hshshshshshsh -



- s-SIM! Senhor Xinzo, fizemos como pediu e encontramos uma nova integrante… bem e outra também, mas isso é bom, eu acho… - Eu não conseguia conter muito bem minha animação e talvez isso pudesse ser o mais incômodo no lugar tão silencioso e calmo, mas como bem aprendido durante toda essa jornada, o importante era manter a boa e velha respiração para acalmar os ânimos, era interessante ver que estávamos todas aqui outra vez.

“Conseguimos vovó, agora, supostamente é a parte mais fácil, esperei bastante por esse momento então deve ser a mais fácil e recompensadora”

Eu, com o corpo esguio e ágil, seria a primeira a tomar posição, ou tentaria ao menos, como uma criança enérgica que voa para cima de um doce de festa, eu saltava por cima de alguma rocha ao sopé daquele lago e/ou cachoeira. A concentração era uma peça fundamental, limpar a minha mente foi de longe uma das tarefas mais difíceis e bem… não é como se eu pudesse me acostumar com isso, não ao menos tão sucintamente. O breve bom tempo que tive com as meninas foi o suficiente para encher novamente a cabeça de memórias e conversas que eu gostaria de estender.

“Sebestian, até mais breve” Me despedia do colega fechando os olhos e posicionando um palmo em vertical na altura do seio, já o outro permanecia na horizontal um pouco abaixo, condicionando minha posição inicial para meditação. O processo dessa vez, no entanto, era um pouco mais direcional, esvaziar a mente não era um interruptor que se desliga de uma hora para outra, mas uma correnteza que você calmamente deve conduzir até o ponto onde ela se torna quase imóvel.

Sentir o ambiente era como um canalizador, e de que forma isso é possível? Bem, ao passo em que você não se concentra em calar as memórias e apenas deixa que essas coisas saiam por livre e espontânea vontade, você aflora um pouco dos outros sentidos como o tato, o olfato e a audição, a visão privada servido como um outro agente para suprir a mente e tornar essa canalização ainda mais difícil e gradual, com o tempo se percebe as mudança, o ar é mais fresco, tem cheiro distante, carrega um aroma longínquo, o vento é quase como uma extensão de seu próprio corpo.

Canalizar a água era algo no mínimo familiar para mim, eu estava grande parte do tempo dentro dela, afinal eu vim de lá, sabia como usar a livre manipulação para controlá-la pré-existente no ambiente, mas pelo que bem me lembro do que mestre Xinzo falara, queria este que produzíssemos a partir de nossa própria energia.

Concentrando o fluxo, tentaria começar energizando os palmos como fiz outra vez, concentrando um grande volume para que, posteriormente pudesse servir como canalizador, mas com calma jovem gafanhoto, um passo de cada vez, a princípio, me foco em controlar aquela forma genuína de essência vital, transformá-la em energia elemental poderia ser falho na primeira tentativa, mas continuaria tentando até a próxima instrução ou mínimo sinal de avanço.

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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 11 EmptyQui 20 Ago 2020, 21:34


Post 27 - Treino 6/10



Escutando a resposta de Juri sobre eu ficar com toda a diversão fechava o rosto em uma expressão neutra. - Certo… - Que egoísmo o meu! Eu devia ter levado os sentimentos dos outros em consideração. - A gente divide então! - Abria um sorriso com a resposta mais idiota e clara. - Sessenta trinta. - Sessenta pra Juri e trinta pra mim é claro, se ela gosta tanto de lutar eu tenho que agradar a amiga de uma amiga.

*Gasp

Espera! Será que isso torna a Juri minha amiga também? Não é o que dizem? “O amigo do meu amigo é meu inimigo?” Não, não era isso… Aaahr! O que?  hn? tá faltando dez por cento na minha divisão? Como assim? Aaah esses cálculos são muito confusos. Nossos olhinhos já estavam virando espirais de tanto pensar coisas complicadas.

- Música? Eu não conheço muitas. Seria ótimo! - Bateria na prancha sob nosso braço ritmicamente tentando acompanhar a melodia de Juri, em algum momento me perceberia dançando usando a prancha de surf como um violão imaginário tentando copiar os movimentos de Rim. Claro, tentava não balançar muito pra deixar a viagem desconfortável para as outras, apenas mantendo um gingado na caminhada como se estivesse numa dança, talvez isso torne o caminho mais lento mas com certeza era uma viagem muito mais divertida. Somos tipo uma caravana dançante e cantante!

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- Camarão? - Respondia quanto a pergunta do Senhor Sebastian. - Hmmm... Eu acho que não, depois eu pergunto pra Sky. Mas uma vez uma lula gigante tentou comer nosso barco! O jantar foi bom naquela noite hehehe.

***

Estufava o peito e fechava os olhos orgulhosa enquanto Honua falava nossa missão bem sucedida de encontrar não só o terceiro mas também um quarto elemento! Isso não durava muito pois meu nervosismo aumentava em perceber que o treinamento ia começar e eu não sei de nada. Será que não dá tempo de estudar aqueles 15 minutos antes da prova? Me prepararia pra pegar o diário e ler mas via Honua tomando ação. Meio hesitante tentava copiá-la, tomando uma posição de… Meditação? Deitaria-me de lado usando o braço de apoio pra cabeça enquanto o outro por cima da perna como se estivesse deitada na praia.

“Por que essa posição me é tão familiar e confortável?”

- Ah não é assim? Foi mal foi mal, subconscientemente me parecia o certo a fazer. - Imitaria então a posição de Honua, com os braços tortos mas por algum motivo conseguia sustentar meu próprio peso muito melhor agora.

“Okay, foco na respiração automática, fogo fogo fogo… Ah não pera, esvaziar a mente, isso, esvaziar…”

[...]

[...]

[...]

[...]

[...]

Que foi? Como é que eu vou comentar de mente vazia? É até meio fácil pra mim sabe? Eu sou meio cabeça de vento mesmo hehe. Mas tem um jeito certo de fazer isso? Sinto que só ficar parada aqui não vai ajudar muito.

- Err… Mestre? - Abria um dos olhos discretamente procurando pelo vovô Xinzo. - Será que não rola tipo, uma orientação de reforço? Talvez um guia rápido sobre essa parada de energia elemental… Eu fiz o treino! - Me exaltaria um instante só pra voltar há uma pose mais discreta e envergonhada, tocando as pontas dos indicadores. - É só que… Eu não me lembro muito.

Spoiler:
 

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Vantagens:

• Boa Aparência
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Desvantagens:
• Múltipla Personalidade
• Devoção (Encontrar as Relíquias do Ragnarok)
• Fantasia (Escreve no próprio idioma)

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• Astronomia
• Navegação
• Pilotagem

Ofício: Navegadora

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Resistência - Normal
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Encontrar os Outros
• Aprender Hamon (Wushu)
• Aprender a surfar
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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 11 EmptyDom 23 Ago 2020, 10:50



Com esse tipo de incentivo emocional torna se difícil negar me a tocar embora não possua experiência alguma, lamento pelo senhor que me presenteara com esse instrumento musical, estava inicialmente querendo deixá-los em mãos de um parceiro(a) de viagens que pudesse tocá-lo em meu lugar, mas entre amigos e colegas mesmo que não saia uma melodia agradável o simples fato de estarmos aproveitando esse momento juntos torna a música um momento proveitoso de nossas vidas, deixando as indiferenças e o profissionalismo de lado para tocar mediante a voz de Juri acompanhando lhe as palavras cantando as letras musicais dessa canção nostálgica, gargalhando ao menor sinal de críticas referentes a minha falta de maestria com os dedos:“Não é como se eu fosse bom em todas as coisas que se referem ao ramo artístico, mas sou uma pessoa muito prática nas artes ilusórias e me parece que meu grande truque para o momento é fazer minha vergonha desaparecer.

Este comentário levantava o bom humor de minha figura paterna que ouvia a tudo atentamente contente em sua forma imóvel para justificar a sua ausência de participações em horas constrangedoras como agora, para uma lâmina falante ele sabe se comportar muito bem como espada quando a hora bem lhe atende. O ambiente de nosso objetivo era bem sereno, digno de um palco para a conclusão  de um treinamento como se fossem a imagem de uma profunda ilusão utópica e majestosa, acabei me empolgando muito em estar fazendo tudo isso apesar de agora me parecer ser algo que não irá agregar em nada em minha carreira profissionalista, irei lidar com tudo isso como um momento de férias de trabalho, até mesmo estrelas em ascensão merecem aproveitar seu dia a dia com atividades inusitadas.

~~

Então...depois de passar por provações estranhas com desafios sobre humanos que vão além da compressão  de uma sádica mentora, quase morrer de hipotermia e quedas exageradas de picos altos com vista gloriosa para cabras demoníacas rindo desenfreadamente de sua cara a etapa final e meditar em busca da paz interior que existe no interior de cada um de nós? Bom...isso é meio poético... nada mal já estava na hora de um pouco de paz de espírito para livrar a mente dos acontecimentos recentes que assolam meu corpo,com exceção obviamente de espadas paranóicas."Não confio nele,quando mais concentrados estivermos ele irá sacar um bambu místico de suas costas e acertar nossas cabeças como toupeiras no subsolo, eu sinto essa sensação estranha na ponta de meu nariz"Estou começando a questionar como funciona a anatomia de espadas,vou perguntar para um ferreiro em uma visita futura, não é a primeira vez que eu retruco sua falta de órgãos e partes físicas comuns e ele volta a especificá-las como se realmente tivesse ou sentisse cada uma delas, fico me perguntando exatamente qual parte do seu corpo eu devo estar pegando quando o seguro com carinho, acredito que para algumas respostas a falta de informações é uma benção.

Para realizar essa atividade com precisão não restava dúvidas do que haveria de ser feito sentando me de joelhos contra o chão abraçando minhas energias na posição que mais traria concentração para os descendentes de minha família, com o peito estufado para uma melhor circulação de ar e as mãos completamente esticadas em um V para o alto e avante louvando a grande estrela da manhã que acaricia nossos dias de forma recorrente e acolhedora.Praaaaaiiiissseeeee the Sun! Exclamava em alto e uníssono de forma melodiosa, relaxante, devagar  e natural sem me atentar direito com o que acabei de fazer ou a reação que isso iria me causar ao redor. Eu agora seria apenas um com o solo enrijecendo me como a montanha que me aventurei concentrando minha integridade em repassar a energia que ela me passara em cada uma de suas escaladas, recriando  a mesma sensação e ritmo causado pela atmosfera de picos elevados, mantendo um fluxo pesado e intervalos longos e duradouros entre cada inspiração e expiração deixando meus pulmões ditarem os ritmos para alcançar o elemento terra que existe dentro de mim.

“Venere o sol como seu criador e siga suas palavras de paz e harmonia para uma melhor reflexão de seus objetivos garoto”Acenava a espada com orgulho de me recordar dos ritos passados de geração em geração e optar em utilizá-lo em um momento importante para me concentrar,“E se possivel de uma bisbilhotada na garota, ela deve estar bem bonita transportando a energia dentro de si mesma”Retrucou o velho ainda com a ideia de me aproximar de alguém para me tornar um casal, embora seja alguém de determinação forte, confesso que meus olhos devem ter se aberto ligeiramente e bisbilhotado para os lados para ver como ela estava em pequenos intervalos, mas por hora o treino era importante e deveria me abster de distrações tentadoras enrijecendo minha mentalidade por um outro foco original.

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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 11 EmptyTer 01 Set 2020, 17:56


A amiga da amiga de Ágda que segundo o ditado é sua inimiga, acenava em afirmação com um sorriso satisfeito. - Boa! As outras duas ficam com os 10 - Dizia obstinada sobre a divisão dos oponentes, provavelmente a morena gostaria de uma porção maior, mas também queria que suas amigas aproveitassem as batalhas divertidas. Apesar da gigante loira ter ficado deveras confusos a ponto de seus olhos azulados girarem em círculos, mas quem poderia julgá-la, tendo de lidar com um cálculo matemático extremamente complexo.

A música para animar a viagem de fato cumpria seu papel, apesar de que uma certa sirena tinha suas limitações a respeito do repertório que poderia apreciar, enquanto a gigante loira fazia a melodia ser sentida na pele das outras, literalmente, o chacoalhar de seu corpo além de fazer as gigantescas montanhas fofinhas balançarem num ritmo um tanto alegre, também obrigava as demais garotas requebrarem a ponto precisarem se segurar para não acabar caindo diante a poderosa música tocada no violão imaginário de Ágda.

- Uma lula? Todas aquelas 6 pernas maravilhosas… Mas as ventosas são um perigo. - Sebastian devaneava com a possibilidade de xavecar uma lula, porém com um certo receio de ser abraçado por tentáculos espirituais, talvez a diferença de filos ainda seja um tanto problema mesmo em âmbito místico-espiritual.

A empolgação do grupo com a última parte do treinamento era inegável, Honua mal conseguia conter as palavras animadas dentro de si, que apesar da tonalidade elevada não era o suficiente para perturbar a pacificidade do ambiente, e como um espelho a gigante loira imitava a pose de sua melhor amiga de todas ao sentir-se. Entretanto… Havia aquele que por tanto ter guerreado retornava da morte em forma de espada, e nem mesmo tal aparência limitante restringia seu olfato afiado para as ações ardilosas e atitudes suspeita, e como se a vida quisesse provar que o progenitor de Rim estava correto com a desconfiança excessiva Xinzo levou calmamente uma de suas mãos em direção às costas. - É Agora! Ele vai sacar o bambú místico, vá meu amado filho, ataque quanto a tempo! - Com uma fala que só não era mais rápida do que seu pensamento afiado, a espada já sabia como prosseguir diante tal situação adversa. Mas… Xinzo apenas coçava as costas e retornava sua mão para a posição original, quebrando toda a expectativa da espada. - Não abaixe a guarda, esse ancião é muito sorrateiro, e está tentando nos enganar… - As palavras seguintes eram ouvidas pelo celestial com menos ímpeto que o normal, talvez o progenitor não queria admitir que havia se equivocado.

O trio de malucas jovens senhoritas muito serenas seguiam as instruções, cada uma a sua maneira, a sirena se deixava guiar por sua natureza marinha deixando que a respiração fluísse por seu corpo como a chuva até se acumular como um lago em suas mãos, a gigante por sua vez demonstrava fortes tendências piromaníacas, enquanto o celestial de asas multicoloridas rogava ao "Deus Sol" por uma benção a fortalecer seu corpo como uma montanha, nesse momento a espada era envolta por uma luz dourada ao mesmo tempo que um coral angelical cantarolava uma melodia que poderia ser descrita como divina, o progenitor Rim era agraciado por tal benção parecendo ficar mais vivido do que quando ainda possuía um corpo de carne e osso, mas tal milagre apenas era testemunhado pelos olhos e ouvidos do celestial.

Xinzo abria um dos olhos confuso ao questionamento da aprendiz loira, permanecendo alguns instantes em silêncio para processar a informação incomum, era como se ele pudesse sentir a verdade nas palavras de Ágda, mas não compreendia como ela poderia ter se "esquecido". - Jovem Chama, em seu treinamento o calor do sol permeou em seu corpo em conjunto do treinamento para que você fosse capaz de fazer uso da respiração do fogo, agora você precisa produzir essa mesma energia com sua própria respiração. - Xinzo manteve sua voz serena como um paciente professor que sanava as dúvidas de seus alunos com dedicação, não compreendendo por completo o problema de Ágda o ancião explicou como podia a dúvida da loira, esperando que apesar da memória ausente a mesma pudesse replicar o que já aprendeu até então.

- Me acordem quando for a hora do jantar. - Júri bocejava preguiçosamente colocando a palma aberta na frente da boca e se deitava na grama usando a mochila de travesseiro, ela não demonstrava o interesse no treinamento e aproveitava do ambiente para tirar uma soneca.

Essa parte do treinamento se mostrou menos árdua, porém talvez pela natureza elétrica das praticantes esvaziar a mente não era a mais simples das tarefas, mas apesar das dificuldades os resultados foram satisfatórios, como finas gotas a chuva formou pequenas poças, e as poças se interligaram dando origem um pequeno lago, tal sensação era sentida no interior de Honua a medida que respirava. Ao inspirar e expirar o celestial sentia a superfície de seu corpo ficando mais e mais rígida como uma fina camada rochosa o envolvendo. O calor natural do ar preenchendo os pulmões de Ágda era elevado aos poucos, até uma pequena brasa ser originada, e está brasa espelhava-se até uma chama arder.

Algumas horas se passaram até o trio ser capaz de manter a respectiva energia sem dissipá-la por distração e comemorações precoces, exigindo bastante paciência e concentração da trupe. - Agora jovens aprendizes, vocês precisam fazer a energia da respiração Wushu fluir por seus corpos, canalizando-a por diferentes regiões, até serem capazes de mantê-la por todo o corpo. - Xinzo erguia-se ficando de pé e lentamente se alongava, esperando que as alunas o copiassem, por vezes erguendo as mãos, depois as pernas, e ficando estático em uma posição, até alterá-la lentamente. O foco ali era para que as três pudessem fazer a resolução fluir pelo corpo, e assim poderiam rapidamente fortalecer seus braços e pernas com a energia produzida em seus interiores, fazendo-a fluir desde o centro de gravidade até às extremidades, e ali se acumular para de fato serem fortalecidas.


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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 11 EmptySex 04 Set 2020, 13:05


Treino Wushu,  Parte II (2/5)

“Com todo corpo ele quer dizer… tooooooodo mesmo?” Questionei-me em meio a concentração, se é que já não a havia quebrado com essa ligeira dúvida, é que bem, meu corpo era um pouco… alongado demais, obviamente não ao ponto de Aggy, ali sim deveria haver uma energia descomunal para fluir, embora fosse mais lógico as medidas serem bem proporcionais, ela tinha bastante fôlego, mas o tanto que fez os cozinheiros trabalharem no restaurante do mestre deveriam justificar de onde vinha tamanha disposição.

Tanto o pingar suave da chuva quanto aquele novo ritmo de respiração não me eram abruptos, com toda aquela canalização em uma pequena parte do corpo me servindo como um balde para captar toda a água, diferentemente se eu fosse fazê-lo sem um preparo anterior, talvez fosse o mesmo impacto do que tentar captar água do mesmo rio com uma peneira.

Replicar os movimentos do mestre nãos eram apenas ligaduras automáticas, afinal seríamos apenas espelhos, refletindo sem propósito, é claro que a parte de levantar as pernas era um pouco mais fácil para mim, mas não deixava de me fazer questionar ou sequer imaginar como faria para conseguir pulsar aquela energia até a extremidade mais longínqua da cauda.

Como me portei até então, replicaria as ações deixando interagir apenas aquela energia, se fossem nos primeiros movimentos e então se replicassem, tornaria a fechar os olhos para me concentrar já sabendo a ordem de repetição das ações, tomando cuidado para fazê-las de modo incisivo, supondo que não demoraria muito para que eu pudesse perceber e denotar os padrões, uma vez com a mente limpa de quaisquer outras distrações.

Supus então que o fluxo de energia seria igual a tentar se balançar, no qual o impulso inicial com os pés é exatamente o que fizemos agora há pouco, mas então, como continuar o movimento sem precisarmos toda vez reiniciar esse mesmo ciclo? Bem, seguindo a vibração, para frente e para trás, os primeiros impulsos sempre desconexos e fora de ritmo, mas com o tempo, iam se ajustando, tanto o impulso próprio do corpo, quanto ao movimento do balanço, tais lógicas se referindo ao ponto de impulsão da energia, tentaria conduzir aquele grande ponto de foco com o uso do fluxo já existente do corpo, sem tentar controlá-lo, a princípio, mas alinhando aquela grande energia com a do resto do corpo, mais especificamente, por onde ela iria percorrer e por onde já havia passado.

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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 11 EmptyDom 18 Out 2020, 10:07



Manter a energia por todo o corpo...não sei dizer se bati a cabeça com muita força nas montanhas, se foi o tempo frio ou as constantes ridicularizações de bodes alpinistas e mestras sadistas, no entanto todo esse treinamento está calmo e tranquilo demais que chega a ser notavelmente suspeito...começo a entender as suspeitas que minha espada bom velho estava tendo esse tempo todo...parece que estamos tendo aula de yoga com um velho eremita tarado que esta nos proporcionando movimentos específicos para repetirmos e saciarmos seus gostos refinados por garotas elegantes. Bom não é como se eu não trabalhasse para me mostrar mas sempre achei que seria de uma maneira diferente, seria esse o famoso teste obsceno que artistas famosos realizam para garantir seu lugar a fama?

Bom, estão todas animadas e treinando de acordo com as instruções, com exceção da minha waifu o que era de se esperar levando seu gênio forte e temperamento previsível, enquanto todas as outras estiverem dispostas a fazer isso não vejo porque não continuar, já estou aqui mesmo só tenho a adquirir, visto tudo o que já passei para chegar a este patamar. Sem muitas cerimônias observaria com atenção os movimentos e ações do mestre. Passo a passo replicaria gesto por gesto, traço a traço até entender os princípios e exerção de cada um deles ao ponto de poder replicá-los naturalmente sem precisar analisar outra pessoa realizando-os.

Quando finalmente tivesse a compreensão para reproduzir retomaria os sentidos para centrar a energia em pequenas áreas específicas do corpo a cada etapa, começando pelas mãos, depois alterando para as pernas e regiões baixas e enrijecendo nas solas dos meus pés, até que a naturalidade de tais métodos viesse ao meu entorno voltando a se encaixar perfeitamente como uma rotina. Acostumado com o foco centralizado e fazendo como se fosse o simples ato de respiração tomaria a me concentrar para envolver essa mesma sensação a uma área de atuação maior do corpo, ampliando a cada atividade e costume um pouco mais até me habituar a prática e chegar a uma resolução de energia constante em volta de todo o meu ser.


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