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 Phantom Blood

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MensagemAssunto: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 2 EmptyQua 22 Jan 2020, 14:14

Relembrando a primeira mensagem :

Phantom Blood

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Kauwela Honua, Ágda Skyblazer e Masaki Rim. A qual não possui narrador definido.


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Johnny Bear
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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 2 EmptySeg 27 Jan 2020, 15:56


A Feiticeira, a Louca e a Deusa

- Ela te jogou também? A gente poderia juntar em cima dela com todos os peixes com quem fez isso… Peixe é melhor do que gente, Polvo o que tem a dizeeeer? - Com o olhar estático e meio rosto por fora da água, tentei falar com aquele polvo em “peixês” ou será se eles preferiam “polvonês”? De qualquer modo, entendo a indignação do octopus, se arremessado na água não é bem agradável assim, por sorte eu não perdi as minhas coisas no momento que fui arremessada, já que tinha às perdido um pouco antes. Mas o Karma meus amigos, é uma coisa que cobra!



- Agora SIM! ESTOU CONSEGUINDO VER!- Exclamei lá do alto, a vista parecia tão bonita de lá, a chuva e os pingos vinham mais lentos e por alguns instantes pude sentir o ar revirando o estômago, coisa esta que segundos depois passou a me assustar - Acho que a gente tem que ir para o NOROOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOooooooesssss - Eu estava caído? Tudo não passava de um tempo incansávelmente torturante, era como poder assistir sua própria morte de fora do corpo, sabendo que a hora vai chegar logo, mas os segundos são tão lentos quanto horas.

Acho que vi vovó do outro lado, Sebastião, uns amigos tritões que fiz pelo caminho, todos brilhantes e azulados como boas auras emitem, misturados ali haviam outros mais esbranquiçados, como detonava a presença de um espírito neutro, não pendendo para uma assombração, mas também não chegando perto de ser um familiar ou ser iluminado [...] Estando pronta para me juntar a eles, “minha hora chegou mesmo?” perguntei à vovó, mas foi então que algo me puxou de volta para o corpo, não era o momento de partir ainda, mas eu profundamente acreditei que aquele seria meu fim, claramente assustada com a adrenalina correndo, soltei aquela estática como um reflexo, sentia meu corpo quase todo dormente - Geez, zzz, eu tô… viva? Tá, certo eu tô bem, eu tô bem eu tô em eu tô bem [...] - Agora mais do que antes, considerava a proposta do polvo, gigantes eram tão arrogantes assim mesmo? -

- Eu falei não falei? Eu falei que gigantes não eram flor que se cheire não falei? Falei s… HÁ, OLHA O CABELO DELA, Parece até um pirulitão! - Sebastian dava as caras de ligeiro outra vez, agora com o sorriso malicioso no rosto esperando que eu concordasse que ele estava certo, mas veja pelo lado bom agora você sabe o caminho - Mesmo que aquele positivismo todo fosse inoportuno na maioria das vezes, agora eu tive de concordar balançando a cabeça que, pelo menos, sabíamos para onde seguir.

- Ahem! *Pigarro* Sim eu consigo fazer isso por causa da minha… parte peixe eu diria - Olhei para baixo levantando as pesadas túnicas ensopadas com água, mostrando a ela a parte inferior da cintura.

- Noroeste - Daria as instruções para a giganta, caso ainda sim minha oferta fosse recusada quanto aos pedidos para me levar junto, faria então apelo para o seu emocional, se é que havia algum, mas algo me fez lembrar do verdadeiro motivo para ela ter me ajudado antes - Pense bem, essa floresta é muito densa, vai precisar de mim para ver se o caminho é o certo, se você se perder vai fazer o que? Dar uns pulinhos e se encontrar? Subir nas árvores? - Cruzei os braços fazendo pose, como ela fez - Ainda mais, eu vi o caminho, devem haver muitos outros por aqui, mesmo se tiver sorte de encontrar algo ainda vai estar completamente perdida -

[...]

Caso ela aceitasse saltaria em felicidade pulando para agarrar suas pernas para que pudéssemos seguir em frente - E então, você é caladona assim mesma? Você podia sei lá, me contar um pouco de onde vem, o caminho é longo até lá, acho que deveríamos aproveitar isso para passar o tempo - Guiá-la-ia pelo caminho a frente, esperando que seguindo por noroeste (ou diagonal para esquerda -.-) chegaríamos logo, iria me guiar tentando encontrar a montanha ao longe ou ouvir o som do riacho.

Informações:
 






Última edição por Johnny Bear em Seg 27 Jan 2020, 17:38, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 2 EmptySeg 27 Jan 2020, 17:13


Post 3

- FILHA DA P#%@

Assim que nosso corpo respondeu virei a mão largando a sereia na areia.

- Mas que porra foi essa um raio?

Não havia percebido a origem do choque, só me assustado com aquilo, até quase me senti mal por não ter evitado o patê de sardinha. Ah não, ela tá viva... que pena, deixa pra lá. Passei a mão no cabelo e por reflexo o susto veio de imediato.

Me… Meu… AAAAAAAAH eu acho que nunca acordei numa situação tão de merda quanto hoje. Removi a coroa indo até o mar usando a água para baixar os fios novamente, a água da chuva também ajudava nisso. Uma vez satisfeita recolocava o acessório, rumo a noroeste agora.

***
Tentei andar sozinha, adentrar na floresta fechada empurrando as árvores, mas aquela coisa vinha atrás de mim, rastejando como uma cobra e tagarelando igual uma matraca. Parei me virando para trás olhando-a com um certo desprezo.

- Pelos deuses! Você parece até a Ágda falando besteira atrás de besteira. Não tem essa de próximo, se você quer alguma coisa de mim precisa ter uma troca equivalente. Tarot? Signo? Mas que porra é essa? Se quiser fazer algo por mim, me construa um barco, me forje uma arma, costure um diário.

Mais uma vez minha barriga roncava, o som neste momento poderia ser confundido com os trovões da chuva. Olhava então para minha barriga meio desanimada.

- Me cozinhe alguma merda…

Essa última frase soava até triste, a fome me deixava ainda mais temperamental. Já estava me virando para ir embora quando ela soltou o ultimato, odiava estar errada nessa, na verdade, odiava ter que admitir que uma ajuda seria bem-vinda. Não! Eu não preciso de ninguém, só eu e Aggy estamos ótimas. Só o que eu estou fazendo é usando ela.

- Sua…

Levantei a mão esquerda na altura do rosto, os dedos tremendo se fechando e formando um punho aos poucos, no fim o indicador surgia apontando para ela.

- Coloque na sua cabeça que isso é temporário.

Era minha forma de dizer sim, de forma muito aversa. Balançava a perna forte tentando soltá-la de mim.

- Credo eu não disse pra sair pulando em mim igual um animal. Larga, larga!

Por fim a pegava pelas costas das roupas, erguendo-a até meu chifre esquerdo colocando ela ali. Um erro colocar alguém que não para de falar bem do lado da minha orelha? Provavelmente sim… Eu até já me arrependo. Por que eu tenho a impressão de que isso seria como uma coletiva de imprensa?

“Você é caladona assim mesmo?”

- Sim…

“Ain me conta mais sobre você, vamos aproveitar o tempo.”

-Claro!

Simulava uma empolgação na voz.

- Aí viramos super amigas! Podemos pintar as unhas uma da outra e passar a noite falando sobre garotos bonitos.

Se ela não entendesse a ironia e se animasse com a resposta, cortaria logo em seguida.

- É claro que não… Pode me chamar de Sky, é tudo o que você precisa saber.

***

Andaria em linha reta no caminho indicado, me imprensando entre árvores e abrindo caminho como numa trilha, ignorando a maior parte das coisas que a sereia estivesse falando. Quando chegássemos em uma bifurcação ou beco sem saída jogaria ela para o auto de novo.

- E agora para que lado?

Seguiria a direção apontada.

- Beleza.

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Inventário

Berries:
50.000

Personagem

Vantagens:

• Boa Aparência
• Ambidestro
Adaptador


Desvantagens:
• Múltipla Personalidade
• Devoção (Encontrar as Relíquias do Ragnarok)
• Fantasia (Escreve no próprio idioma / Estou usando a Cifra de César de 3)

Perícias:
• Astrologia
• Navegação
• Pilotagem

Ofício: Navegadora

Build

Dano - Habilidoso
Acerto - Normal
Pontaria - Inábil
Esquiva - Inábil
Bloqueio - Normal
Resistência - Normal
Objetivos

• Encontrar os Outros
• Aprender Hamon (Fazer a quest)
• Comprar um diário e caneta (tamanho gigante)
• Conseguir um barco
• Me divertir





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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 2 EmptyTer 28 Jan 2020, 07:51


A arte certamente abre uma estrada de tijolos dourados para aqueles que desejam realizar seus desejos e ambições. Posso não estar querendo retornar para casa, procurar um coração ou adquirir coragem,porém aceito conhecimento que possa nutrir minhas sublimes obras e reconfortar as emoções com positividade e glamour para com meus olheiros. Um artista aposentado por um destino cruel que o impedia de dar claridade ao seus desejos e transmitir seus sentimentos como outrora realizava aos quatro ventos.

Cantar?Tocar?Dançar? Um ilusionista como eu de fato e incapaz de realizar isso, porém existe algo que faço e isso exerço muito bem sendo mestre na artimanhas de tornar o impossível uma mera questão de percepção. É mentiras são apenas mentiras enquanto elas não se tornam verdades e uma pequena e calculada palavra em função de um bem maior capaz de ser mudado pelas alterações do tempo e esforço são relevantes ao ponto de serem completamente desconsideradas como um ato oportunista e de minha conveniência:

Assim que me deparar com esse mencionado Toby, poderia eu reavivar essas paredes com minha voz e melodia dando um semblante de profunda nostalgia causada pelas recordações de um louvado violão. Digam me meus amigos onde posso me encontrar com esse sujeito brilhante para que consiga a inspiração necessária para seguir adiante com suas provações?

Isso nada mais era do que um pedido de localização para que eu pudesse enfim encontrar um irmão de profissão, a qual pudesse me ensinar os caminhos que ainda me faltavam percorrer. O público é exigente e suas exigências precisam ser atendidas para que o espetáculo continue na ausência de companhia que tampe os buracos que sou atualmente incapaz de fechar com meus próprios dons.

Aguardaria pelas informações e com um sorriso travesso no rosto procuraria me caminhar para a saída da pousada pedindo educadamente para meu anfitrião e admirador:

Será que teria um guarda chuva para emprestar a uma jovem donzela? Gostaria de me espreitar pelas ruas e pagar uma visita para uma figura interessante. Assim que retornar espero que tenha reunido uma boa platéia, mas acredito que os números aumentaram conforme eu atinja ritmos mais elevados. Agradeço por confiarem em mim e está anja não irá decepcioná-los.

Iria rumo a residência do proclamado velho com minhas penas arrepiadas em tamanho entusiasmo, coberto pela proteção recém adquirida ou meu próprio agasalho pegando a rota mais segura e coberta possível para evitar pingos de chuva e doenças transmissíveis pelo seu excesso. Não poderia me dar por vencido a perdas de raciocínio ou tomar caminhos ou percursos errados visto que dificilmente me esbarraria em alguma alma solidária que pudesse me auxiliar caso me encontre perdido por essas ruas.

Fico pensando se teria uma loja de roupas, estar preparado para visitar os outros ambientes deixá por ser uma precaução extra muito bem vinda, além de que preciso estocar minhas ferramentas e utensílios ou irei realizar apenas truques amadores e pouco sofisticados, tá aí uma boa pergunta para com o velho Toby, ele deve conhecer uma ou duas pessoas para me recomendar:

Esse sujeito deve ter uma ótima história, vamos ouvi-la juntos, dificilmente ela será tão boa quantas as que me contava durante a noite mas cada uma delas abriga um pedaço da alma de seu narrador e gostaria de conhecer um pouco melhor esse ancião e que tipos de incidente o levaram a essa tragédia. Comentava para a lâmina que até então ainda não demonstrara resposta não me deixando saber se ele estava apenas me ignorando ou dormindo. Espero que meu progenitor logo venha a dialogar comigo, Deixaria a lâmina perfeitamente alojada ao corpo para que não se molhe ou seja prejudicada.


Inicio aprendizado Perícia Canto

Quando chegasse ao ambiente indicado bateria sobre a porta esperando o aclamado, será que serei bem atendido ou seu humor tornará se volátil devido às provações a que tivera que passar:

Olá, tem alguém em casa, meu nome é Rim sou de terras distantes além mar, me falaram que aqui vive um conhecido músico e com ele gostaria de aprender a cantar.

Esperaria ser atendido e se aceito com ele aprenderia dando forças as minhas cordas vocais e prática aos meus pulmões exercitando minhas rimas e orando minhas falas, praticando aquilo que era me ensinado da maneira que me era contado.

Faria pausas quando me fosse permitido e retornaria às práticas sempre que necessário. Tentaria melodias diferentes apassionando meu tom de voz para me aperfeiçoar a cada tipo de situação ou sentimento que deseja demonstrar,seja uma canção feliz, triste ou rítmica para danças involuntárias proporcionar, ficando por todo o tempo necessário que levaria a precisar.

Fim aprendizado Perícia Canto
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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 2 EmptyQui 30 Jan 2020, 14:23




- XUUU, XUUU. - O polvo parecia concordar em partes com Honua, afinal para ele somente os dois já poderiam dar uma lição e tanto naquela brutamontes. Talvez aquela giganta tenha que tomar cuidado nos próximos dias ou poderá ser alvo de um atentado polvorista.

>><<

Talvez seja isso que pode ser chamado de "mergulho espiritual"? Está sensação de queda, a visão dos entes queridos, aquele momento em que sua vida passa lentamente a frente dos seus olhos? Essa talvez pudesse ter sido uma experiência aterrorizante para muitos, mas teria a Honua sido o mesmo? Ainda que talvez possa ter sido uma jornada espiritual ela não deixava de ser assustadora.


Sim… estava viva, mas mais uma vez foi atirada na areia. Cada vez mais o polvo parecia estar coberto de razão. O chão tremia, mas Honua não conseguia ver exatamente o porquê visto que estava atordoada pelas duas quedas consecutivas. Seu quadril doida afinal esta era na verdade seu terceiro tombo do dia. O dia não parecia estar bom para nenhuma das duas.

Enquanto isso Sky ajoelhava-se próximo a água do mar para arrumar o cabelo pirulitão vermelho. Chuva e a água do mar e certa dose de paciência começou a tornar seu cabelo mais uma vez aceitável até que quando estava próxima do término sentiu uma espetada na cabeça. - XUU, XUUU. - O polvo a atacava, mas era completamente inefetivo com a lança rija em seu tentáculo, talvez fosse pequena de mais para penetrar Sky.

Honua se recuperava mais ou menos nesse momento podendo observar possivelmente um polvo astronauta pouco antes de Sky começar a retornar com seus passos mais uma vez causando tremores na terra.


Sem lhe dar muito tempo Sky começava a avançar floresta a dentro com a sirena em seu encalço. Honua teve inicialmente um pouco de dificuldade em alcançar a giganta, mas conforma adentravam mais e mais na mata a situação logo se inverteu com as árvores tornando-se cada vez mais grossas e fortes os galhos começaram agora a prejudicar o avanço de Sky enquanto no solo Honua conseguia seguir com facilidade pela trilha que os passos da giganta criavam.

Ambas não pareciam estar muitos satisfeitas, a sirena incomodava-se com o egoísmo da giganta enquanto do outro lado está quase surtava com a tagarelice da primeira.

Comida? Bom, talvez na praia pudesse ter sido providenciado takoyaki, mas ali? Agora? E com aquela chuva? Bom, na verdade começava a parar de chover, mas a floresta já estava de qualquer forma completamente encharcada. Folhas haviam se prendido nas roupas de ambas e também em seus cabelos a cada passo da ruiva a terra tremia fazendo com que uma nova enxurrada de pingos caísse das altas copas das árvores que nesse momento já ultrapassaram em bons 5m a altura da giganta.

Prosseguiram assim por quase cinco minutos até que completamente irritada Sky virou-se dando um chute no chão que fez com que todas as árvores derramassem água sobre elas. O sarcasmo veio forte em suas palavras seguintes deixando bastante claro que ela não queria nenhuma amiga, nem uma boa companhia, nem um papo motivacional. Se não pudesse lhe dar algo que para si fosse útil você não era melhor que as folhas decompostas naquela floresta de merda, mas ainda assim Honua parecia conseguir vencer a giganta que se viu mordida em raiva por ter de dar razão para aquele "peixe" serelepe.

Nesse momento finalmente haviam entrado em um acordo o que rendeu para a sirena uma carona nos chifres da giganta... Embora talvez ela devesse ter optado por serpentear pela mata.

Talvez a gigante também fosse uma daquelas pessoas que é afetada por uma doença misteriosa conhecida como "alergia a fofura", pois parecia ser completamente avessa a este tipo de "relação" feliz.

O progresso pela mata era realmente lento. Honua começou a encontrar um pouco de dificuldade agora que ganhava sua carona, os chifres da gigante batiam com frequência os galhos de muitas árvores ao redor e ela precisava constantemente tentar se esquivar, também havia um certo balanço toda vez que Sky se movia para conseguir passar por alguns galhos mais baixos.

Enquanto caminhavam a jovem era capaz de identificar algumas das utilidades daquela floresta, vistas por entre os espaços das árvores. Encontrou em seu campo de visão algumas folhas comestíveis que até onde sabia possuíam alguma utilidade em reduzir dores, também viu a alguma distância arbustos com amoras selvagens. Duas árvores que sabia possuir tubérculos comestíveis em suas raízes parecidas com nabos.

Poderia pedir a giganta ir buscar, ou apenas decidir seguir o caminho este que parecia estar seguro devido a maioria dos animais estarem fugindo aos sentir os tremores causados pelo deslocamento da dupla. Macacos pulavam e gritavam se afastando do king kong ruivo, estes estariam certamente chincando impróprerios.

- Puuu… puuu - Após mais de 30 minutos de caminhada um som teria despertado a atenção de Honua, Sky por outro lado estava tendo de nesse momento se defender da agressão de um grupo de macacos que atirava nela cascas de frutas, algumas que também eram atiradas na direção da sirena presa ao corno.

A direita de Honua, em direção ao que lembrava ser a montanha uma pequena luzinha verde brilhando "quicava" no ar emitindo o som ouvido a cada "salto" . - Puuu….Puuuu - Começou a se afastar enquanto continuava a emitir estes sons.


>><<

Talvez aquilo fosse algo que meros mortais não eram capazes de acompanhar, seriam todos os artistas assim? Os velhos gostavam de Rim, mas tinham uma real dificuldade de compreender a totalidade das palavras da jovem. - Hahahaha, essa linguagem dos jovens. - comentou Victor e logo em seguida recebia a concordância dos dois velhos que ali estavam sentados, mas então seu semblante tornou-se subitamente mais sério e pela primeira vez no dia ele estava realmente parecendo um homem de negócios. - Eu terei que primeiro ouvi-la tocar Rim-chan, seria ruim para meus negócios seu eu simplesmente saísse anunciando que alguém vai tocar e o resultado final não for bom. Não que eu duvide de suas capacidades, mas música nenhuma é melhor que música ruim. - ele debruçou-se sobre o balcão colocando ambas as mãos entrelaçadas abaixo do queixo enquanto olhava para a jovem com um olhar penetrante, mas momentos depois essa "pessoa" simplesmente desapareceria e ele estaria mais uma vez sorrindo como um bobo enquanto corria para entregar para a celestial um guarda-chuva.

Depois de receber as direções a jovem descobriu que o velho morava fora dos muros da cidade, pois ele parecia ser um tanto quanto excêntrico.

A chuva havia diminuído em partes, mas ainda era constante. Conforme caminha o jovem podia perceber que as ruas eram todas largas e que também não eram retas sendo o centro da avenida arredondado e mais alto o que fazia com que toda a água da chuva escorresse para as laterais, já as laterais possuam todas canaletas cavadas com quase um metro de profundidade que permitia que a água escorresse por ali, as casas estavam em sua maioria sobre pilastras que as elevaram um pouco do nível da rua e possuíam em suas portas rampas de madeira que cruzavam por cima das canaletas.

Crianças brincavam na rua sem qualquer proteção, pareciam estar soltando barquinhos feitos de papel ou madeira nas correntezas de água para depois saírem correndo atrás dos mesmos rua abaixo. Em alguns pontos as canaletas mudavam virando um quadrado escavado onde havia um desencontro da canaleta que ali chegava para a que prosseguia. Essa arquitetura se melhor observada seria notado que tinha a função de reduzir a velocidade da água corrente.

O coaxar de sapos também era uma presença constante, junto ao som dos sapatos de solado duro das outras pessoas que por ali caminhavam. No portão da cidade, a jovem poderia pedir novas indicações e pelos guardas ali seria informada de como deveria fazer para alcançar a residência do velho que procurava.

No meio da mata aos arredores da cidade em uma cabana de madeira cercada de vegetação com plantas nascendo no teto um fio de fumaça se eleva da chaminé.

- QUEM ESTÁ AI? - Gritou uma voz velha de dentro da casa antes mesmo de Rim ter a oportunidade de bater na porta, ele logo apareceu chutando a porta que abriu-se de supetão para o lado de fora. - QUEM É VOCÊ? - a voz não era agressiva e sim apenas exaltada e curiosa. O velho vestia-se de verde e mascava um pedaço de bambu.

- CANTAAAR? - berrou em resposta a resposta do garoto. - Um franguinho que nem você? Cantar? - um dos olhos dele se estreitou enquanto encarava Rim a sua porta sem fazer menção em deixá-lo entrar. Se observa-se o jovem poderia notar que o velho não tinha os dedos em uma das mãos e esse era  o provável motivo dele não poder mais tocar. - Porque não. - por fim ele deu os ombros. - Não é como se eu tivesse algo melhor pra fazer, hahahahahahaha. - entrou rindo em casa deixando a porta aberta.

- Sente-se onde quiser. - O velho mesmo chutou um monte de livros que estavam em um sofá e se atirou lá antes de olhar novamente para Rim. - Cante, vá, me mostra o que sabe. - disse com claro ar de superioridade.

Ali junto a orquestra de sapos o velho esperaria para ouvir Rim. Era um homem estranho que falava alto, que era implicante e também certamente grosseiro. Muitas vezes durante aquele tempo teria mandado Rim calar a boca enquanto fazia correções também teria jogado no garoto papéis nos quais estavam escritas letras de música.

- Até que você aprende rápido. AGORA ESSE. - e atirou outro livro na jovem.

Realmente para a felicidade de Rim ele tinha realmente talento para pegar as coisas rápidas não importando muito o quão antiquado o professor pudesse parecer e assim ao final de algumas horas o velho estaria relaxadamente sentado em seu sofá apreciando enquanto a garota cantava… Ele na verdade continuava a fingir por um tempo que Masaki ainda tinha coisas a aprender apenas para que ele pudesse continuar tendo música em sua casa. - Agora tente aquele. - Apontou para outro livro onde havia outra letra de música. - Sim, sim esse mesmo. Adoro essa musica. - Caso questionado sobre a ainda necessidade de lições ele seria bastante honesto. - Você já está bem, mas esse é meu pagamento. Agora cante e eu talvez lhe ensine outra coisa. Hahahahaha.





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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 2 EmptySex 31 Jan 2020, 15:53


A Feiticeira, a Louca e a Deusa



Pobre colega polvo, eu o vingaria em definitivo por todas as atrocidades da grandalhona, fazê-la POLVAR de seu próprio veneno [...] Ela seguia em frente, de enxerida, a seguia já que deveríamos estar indo para o mesmo lugar: em busca de civilização, mas os objetivos da grandalhona ainda eram ambíguos, não gostava de conversar, parecia preferir ficar sozinha, mas precisava da companhia das pessoas para ajudá-la a prosseguir, vê-la empurrar as árvores machucava meu coração com o som das raízes rígidas desenterrando-se do solo.

- Ahm, você poderia [...] - Pausei não querendo ser muito regra, aquele poderia ser um pedido um tanto incômodo, tentei até mesmo me calar e continuar seguindo, mas vê-la fazer tamanha força para derrubar os troncos foi a gota d’água - ARGH! PARE DE TORTURAR A NATUREZA! - A indignação me escapou com um grito, era duro demais para conseguir segurar, mas assim que fosse dito, tapei minha boca como quem não quisesse tê-lo feito, fingida, olharia para os lados buscando uma “origem da voz” caso Sky me olhasse torto - Xiiu meus amores, vocês ficarão bem - Tentaria, em todo caso, tentar acalmar seus espíritos tristes, em vão, tentando repô-las ao solo.

[...]

- Ágda? Quem é Ágda? Ora não conhece Tarot? É um jogo de cartas, até onde eu sei, elas revelam os anseios da sua alma já os signos, como você pode não saber sobre eles? É Astrologia, mas não sei o bastante pra te explicar sobre isso, só sei que eles dizem bastante com nossa personalidade, sabe como é? De acordo com a hora e o dia que você nasceu e tals - Empolgada com o assunto, eu poderia conversar sobre isso por horas, mas não me surpreenderia se ela me deixasse para trás falando sozinha, seguiria-a explicando pelo caminho sem problemas já que ela continuava a matar pedaços de mim, digo, da natureza.

- Garotos? suponho não conhecer nenhum da sua estatura HSHSHSHSHSHS! MAs eu poderia pintar suas unhas se quiser, eu sei receitas para fazer esmalte natural, também sei outras coisas de maquiavel, eu trouxe algumas comigo na viagem mas aquela serpente no mar comeu todas elas quando tentava me matar HSHSHSHSHS - Disse mostrando-lhe minha bolsa rasgada, porque eu ainda estava com isso mesmo? Tanto faz, atirei-a para longe já que não me serviria mais - Você está com fome né? Tem um punhado de plantas ali se quiser, poderia parar pelo caminho que eu posso fazer um chá… ou talvez uma sopa? -

Pediria que ela parasse algumas vezes pelo caminho, não me importando muito se ela não quisesse fazê-lo, afinal, era ela quem estava com bastante fome e eu talvez pudesse ajudar, mesmo não sendo muito merecedora de tal tratamento, mas meus favores eram em grande maioria por livre e espontânea vontade, não como certas pessoas que esperavam uma ação vinda do próximo ¬¬’  

As ervas e tubérculos seriam postos dentro da minha túnica, sendo até então o único recipiente propício para guardar alguma coisa, deveríamos encontrar uma grande porção se quiséssemos preencher o rombo enorme que era o estômago daquela mulher, mas um punhado de alimentos ricos em vitaminas vindas de fontes naturais iria ajudar a manter energia até acharmos a cidade - Não seja idiota, é melhor comer folhas e raízes do que passar fome… Ou então capture um daqueles macacos ali para fazermos um guisado - Tehehe, disse em um tom descontraído, esperando que ela não levasse mesmo essa hipótese a sério.

Percebendo a fúria dos primatas quanto a giganta vinha lhes perturbar com seus passos pesados, eu poderia ajudar ou fazer alguma coisa, mas estava atarefada demais tentando me segurar nos chifres e desviar a cabeça das folhas e galhos pelo caminho - Ai meu cabeeeelo! - Diria caso enganchasse em algum lugar, querendo evitar mais dessa experiência terrível, iria amarrá-lo e jogar o capuz por cima.

- Você ainda não desistiu dessa mulher? - Sebastian aparecia bem na minha frente, seu brilho neon azulado me impedia de ver o caminho e as frutas vindo em nossa direção, ele estava bem quanto a isso, seu corpo era intangível, já não posso dizer o mesmo do meu - Ai! Sai da frente Sebastian, ela está nos levando até a cidade, ou o porto que seja, o que importar é que UIA O QUE É AQUILO?! - Era uma luzinha verde e brilhante? O dever nos chama! Provavelmente seria um bom espírito querendo nos mostrar o caminho para alguma coisa, mas não conseguiria ter certeza até que conseguisse chegar mais perto.

- Sebastian não perde ele de vista - Dando as ordens para o caranguejo serelepe manter os olhos fixos na coisa, faria uma leve mudança de rota, como Sky estaria ocupada lidando com os macacos provavelmente precisaria de ajuda para saber a direção em que seguir, por isso, puxava seu cabelo indicando se deveria seguir para esquerda ou para a direita ( semelhante ao Remy comandando o Linguini em Ratatouille ) - Vamos entrar em perseguição? Adoro perseguições, se bem que a minha última com vida não foi lá muito divertida heh, nem acabou bem [...] Vamos lá! -

- Vamos vamos, mais depressa, temos que alcançar [...] - Pensando alto enquanto não tirava os olhos daquele brilho, só conseguia imaginar para onde estaria nos levando, quem sabe uma boa e bem vinda ajuda que nos guiasse pelo caminho, de qualquer forma tentaria manter contato, desviando de alguns galhos, sendo atingida por outros - Ei! Espera! -

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Última edição por Johnny Bear em Qua 05 Fev 2020, 17:43, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 2 EmptySeg 03 Fev 2020, 20:00


Uma canção por uma lição? Será que me foi ensinado apenas melodia ou meus ouvidos estão interpretando errado ao intuito de falarmos a mesma língua? Parece ao todo que chegamos a um relacionamento amigável entre pupilo e mestre, devo me aprofundar nisso e aprender o que tiver ao alcance antes que decida partir novamente embora venha a levar alguns dias ou meses levando meu apreço por este maravilhoso recinto. Esticaria meus braços dando umas leves estaladas para relaxar o corpo da fadiga, acariciando os ossos das asas e deslizando minha mão até o pescoço massageando o para descansá-lo e prepará-lo para o que estava por vir:

Consigo formar uma música agora mesmo em meus pensamentos, se está interessado em ouvir meus sentimentos espero que esteja com os tímpanos em dia ou irá perder alguns tons únicos para a ocasião.

Trabalho meu cérebro a todo o vapor, lembranças e conhecimentos passam e repassam como recordações agradáveis e essas memórias me ajudam a encaixá-las como a um rolo de um filme.Imagino os cenários, isso mesmo aquela doce manhã que me trás alegria. Meu prato favorito de todo dia, coisas positivas e emoções repentinas com fragrância amável como uma tigela de mel. Começo a transformar em palavras, suaves como o vento e ardilosas como o mar, transmitindo paz e conforto, uma música para se acomodar:

Abra me os olhos quero te ver
Todos os dias, sem nada a perder
Sonhando acordado com esse doce amor
Contigo sem rumo pela estrada da dor.

Meu coração é seu e a paixão floresceu
Um espírito inquieto por ti renasceu
Iluminado por este sorriso a brilhar
Com seus lábios divinos a me encantar

Um conto de fadas a se criar
Volume de um livro sem nunca acabar
Uma história pura a celebrar
Majestosa fábula de moral a contar.

Sentimentos floridos de um adorável jardim
Com pétalas diversas a se espalhar por assim
Um vento forte de mudança a tomar
Plantando sementes por onde passar

Cresça junto a mim
Batalhe por mim
Só não diga que esse é o fim

Contigo desejo o mundo tocar
Com minha voz a todos um dia alcançar
As simples palavras que quero dizer
E a todos os ouvintes irei de prover

Eu te amo,eu te amo, eu te amo X2
Eu te amo,eu te amo, eu te amo X2
Mas como eu te amo.


Como esperei poder dizer isso para ela novamente e agora sou capaz de dizer em um novo sentido e maneira eloquente.Seja onde estiver meu próprio sol, estou a seu aguardo para proferir aquilo que pronunciarei ao mundo. Soltaria um sorriso satisfatório é deixaria que o senhor manifestasse a si próprio. Uma opinião sincera era bem vinda embora tudo em excesso seja ruim de mais. Admiro a vista do lado de fora um pouco tentando imaginar o que podia estar acontecendo  e então retomaria a atenção novamente para meu mentor:

Sabe, ficaria lisonjeado em me ensinar outra coisa,inclusive tenho algo em mente mas poderia me falar um pouco mais sobre esses artistas residentes da ilha nevada? Ouviria a tudo com atenção e paciência soltando a deixa para minha verdadeira intenção. Poderia me dar uma carta de recomendação para que eu possa ir a eles com o menor dos problemas?
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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 2 EmptyQua 05 Fev 2020, 17:12


Post 4

- Há! - Chega até a ser engraçado as coisas que esse peixe diz. - Nós conhecemos bem astrologia e posso afirmar que a única coisa que as estrelas guiam é o caminho e não a alma. Tem certeza de que seu cérebro não ficou defeituoso com o raio de antes?

Andar por essa floresta não é tão fácil quanto parece quando cada caminho parece mais apertado do que pegar carona no depósito de um navio. Esse nem é o menor dos problemas, quem foi o idiota que falhou em matar e predecessor dos tritões durante o Ragnarok? Aposto que foi alguém fraco e franzino como Frey, por culpa disso eu tenho que aguentar esse auto falante sem botão de desligar.

- Sopa? … Precisaria de pelo menos uns três bois para saciar nossa fome…

Parava de qualquer forma, não que a salada mística fosse me ajudar, pensando bem talvez seja melhor ficar longe da comida dessa louca… Pode me deixar como ela. Mas avançar rapidamente na floresta só faria as árvores me travarem ainda mais, logo não tem motivos para ter pressa. Eu tenho todo o tempo do mundo, sob nenhuma circunstância este dia consegue ficar pior…

Mas apesar da constante humilhação recebida o dia todo, se tem uma coisa imperdoável eram aqueles primatas achando que são alguma merda jogando coisas em mim.

- ROOOOAAAAAAR!

Em uma explosão de raiva batemos com toda a força na árvore mais próxima e com macacos. Não se desespere, não perdi o controle ainda, só queria me livrar dos animais assustando eles, esmagando um ou dois se tivesse sorte.

- Não seja estúpida esses bichos têm doenças. Seria pior do que comer suas plantas mágicas.

***

- Huf *Suspiro* … Vamos em frente.

Tudo que eu quero é chegar na cidade e me separar dessa maluca. Na verdade me deixa ansiosa pensar se nós ao menos vamos conseguir alguma coisa lá com nosso tamanho, só espero que a Aggy não apareça agora, se essas duas se darem bem vai ser um pé no saco me livrar desse estorvo… Hãn? Ela tá falando sozinha?

***

- Sebastian? Com quem você tá… Aí sua desgraçada!

Levava a mão rapidamente no primeiro puxão de cabelo, o reflexo era de dar um tapa como o que se faz quando sente um mosquito, mas dessa vez, SÓ DESSA VEZ, talvez por pura sorte dessa sereia, a razão retornou um pouco mais rápido que o normal, e ao invés de batê-la a peguei colocando-a em meu campo de visão novamente.

- Mas que diabos o que foi isso? Da próxima vez que você puxar meu cabelo eu vou arrancar toda essa peruca tá me ouvindo?

A ameaça era séria, sua atenção no entanto parecia distorcida.

- O que? O que foi achou alguma coisa?

Sua utilidade já era questionável desde o início, estava a um passo de abandoná-la com os macacos e continuar sozinha. Eu sou a droga de uma navegadora pelo amor de Odin, ninguém deveria estar me mostrando caminho algum.

- Eu mereço… Segura aí, acho bom ser alguma coisa útil e não alguma alucinação da sua cabeça.

Dessa vez colocando aquele peixe escorregadio entre os seios, onde poderia usar meu biquíni para se segurar e definitivamente não puxar mais nenhum cabelo meu, segui a direção apontada, com pressa e brutalidade, quebrando galhos, árvores e atropelando macacos como se nem estivessem ali, tentando abrir caminho na mais pura força e o mais rápido que desse.

- E então? O que é que você viu que te deixou assim? E quer parar de gritar por esse Sebastian?! Não tem mais ninguém aqui.

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Inventário

Berries:
50.000

Personagem

Vantagens:

• Boa Aparência
• Ambidestro
Adaptador


Desvantagens:
• Múltipla Personalidade
• Devoção (Encontrar as Relíquias do Ragnarok)
• Fantasia (Escreve no próprio idioma / Estou usando a Cifra de César de 3)

Perícias:
• Astrologia
• Navegação
• Pilotagem

Ofício: Navegadora

Build

Dano - Habilidoso
Acerto - Normal
Pontaria - Inábil
Esquiva - Inábil
Bloqueio - Normal
Resistência - Normal
Objetivos

• Encontrar os Outros
• Aprender Hamon (Fazer a quest)
• Comprar um diário e caneta (tamanho gigante)
• Conseguir um barco
• Me divertir
• Peixe Irritante

• Paciência


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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 2 EmptySex 07 Fev 2020, 17:25




A chuva era de fato algo curioso, pois podia ser tanto a portadora da vida como da morte, poderia trazer a alegria, mas também a melancolia. Muitas pessoas quando tristes olham para o céu chuvoso e pensam que este está acompanhando a sua melancolia.

E este eram um desses dias chuvosos que despertavam em alguns o presságio de um dia problemático, a dificuldade de se estar na chuva em uma ilha desconhecida que ficava em contraponto a alegria das crianças juvenis que simplesmente aproveitavam-se da situação para inventarem novas brincadeiras.

Senhoras olhavam para fora enquanto praguejavam em suas mentes pedindo que a chuva parasse e assim pudessem estender suas roupas nos varais. Melancolia, alegria, vida e morte, todas essas eram facetas de uma mesma coisa e assim também eram as canções. Uma mesma letra que continha infinitos significados. Assim como diferentes pessoas que olhavam para chuva eram as pessoas que ouviam as canções, pois nada era certo a não ser a certeza que cada um sentir-se-ia tocado de maneira diferente. Uns não dariam bola, já outros poderiam achar graça enquanto alguns se compadeceriam pela triste história e outros porém buscariam nas letras significados muito mais profundos que remetem a acontecimentos de suas próprias vidas.

Como saber que pessoa era quem? Havia realmente forma segura de saber disso? Ou apenas poderia o músico observar a sua plateia da mesma forma que está lhe observava podendo assim ele também assistir um espetáculo que mais ninguém era capaz de ver.

O velho tinha os olhos marejados enquanto observava Rim fixamente, em sua mente havia apenas a canção e nesta canção um significado profundo para alguém que a muito havia perdido o seu verdadeiro amor, um músico sem música. Foi na metade da canção que a primeira lágrima rolou pela pele enrugada da bochecha do ancião e seu rosto transformava-se em algo belo de assistir onde um dueto cantava a alegria e a tristeza e então veio o silêncio.

Era um silêncio profundo, mas certamente não era incômodo e durante ele tudo que Rim se atreveu a fazer foi assistir o espetáculo de emoções a sua frente. - Uma… - a voz estava diferente da anteriormente empregada pelo velho, era muito mais calma e muito mais firme não havia o anterior agudo desafinado estridente de quando ele gritava animadamente, era agora uma voz muito mais bonita e profunda. - … boa musica. Bela letra. - viu então o homem enchendo o peito em uma respiração profunda que após exalada foi como se o homem que agora a pouco estava ali nunca houvesse existido. - HAHAHA, maravilha, maravilha. Certo, certo. Chá? Você quer chá? Eu vou fazer um chá… Certo, certo, um chá vai ser bom. - seu timbre era mais uma vez agudo demais e desafinado.


Ali naquela cabana no meio da mata houve naquele dia dois espetáculos e ambos haviam sido apenas para uma plateia muito reduzida de uma dupla felizarda.

Se possui curiosidade em saber… O chá era ruim, não tinha açúcar e o gosto das ervas tinha um desaconselhável sabor de terra, mas o velho parecia extremamente feliz em tomá-lo enquanto falava para Rim sobre os artistas do lado nevado. Durante a conversa o jovem iria descobrir que aquela parte da ilha era muito melhor em termos de poder aquisitivo e por isso a maioria dos artistas se concentrava lá. Também aprenderia que não era certo o que estava fazendo sucesso por lá naquele momento, pois infelizmente fazia alguns anos que o senhor a sua frente estava um tanto quanto recluso. Mas soube que os nobres que lá viviam eram muito adeptos a moda, que gostavam de quadros e esculturas, mas que isso dependia profundamente do que estaria na moda. Havia muito mais bares do lado de lá e por isso muito mais espaço para se apresentar, mas por fim o senhor também tinha um último conselho.

- As pessoas aqui também precisam de uma boa música. - Era tanto um conselho, quanto um apelo.

>><<

Nabos? Era algo parecido, cerejas e também algumas amoras. Achou também um pau de canela e incrivelmente algumas cebolas. Se arrumassem um veado e um pouco de sal poderiam realmente fazer um bom guisado já que a proposta de utilizar os macacos raivosos havia sido prontamente descartada.

Por falar neles… Não haviam se assustado nem um pouco com o grito da gigante, mas haviam fugido de seu alcance enquanto riam e atiravam com ainda mais entusiasmo as coisas nela.

E assim a estranha dupla enfrentavam suas dificuldades ambas com suas loucuras e sem capacidade de entender as loucuras da outra até o momento que um evento inesperado mudou essa dinâmica entre elas.

Sebastian correu a frente batendo as suas pinças enquanto saltitava por entre as raízes da mata. De lá ele gritava chamando por Honua, mas esta estava um pouco ocupada no momento sendo cruelmente ameaçada por uma giganta muito provalecida.

Por fim Sky cedeu e começaram a seguir na nova direção que na verdade era indiretamente oposta a direção onde a estrada primeiramente vista estava. O terreno pouco a pouco foi se transformando, as árvores começaram a ficar mais distante umas das outras o chão já não era mais de terra pura e sim possuía muitas rochas.

O terreno então começou a subir e por mais de uma hora caminharam naquela direção. Durante este meio tempo o Espirito Caranguejado chamado Sebastian seguia em frente enquanto gritava: "É por aqui, É por aqui." Muito embora a própria Honua ainda pudesse ver a luzinha pulsante sem que Sebastian a ajudasse.

O som da água se fez ouvido algum tempo depois, ou melhor dizendo era o rebolar de uma grande queda d'água com mais de 100m de altura. A frente deles haviam um planalto extremamente alto, ao qual parecia ser possível acessar por uma trilha estreita na escarpada da rocha. Várias outras pedras cinzentas estavam espalhadas pela região. Algumas eram menores e redondas presas ao chão já outras pareciam enormes pepinos que erguiam-se em direção ao céu sendo eles da altura de Sky.

A 40m de onde estavam uma cachoeira despenca das alturas com seu som ensurdecedor preenchendo o ambiente. Um rio largo se seguia à frente da cachoeira. A chuva prosseguia e isso fazia aumentar ainda mais o volume de água já anormalmente grande daquele rio.

Naquele momento tanto Sebastian quanto a luzinha haviam sumido, na verdade Honua podia sentir algo ali, mas certamente nenhum espírito, era algo mais denso e profundo com grande energia e talvez por isso os espíritos menores não conseguem habitar a região.

De dentro dos seios Honua então finalmente pode ver por entre a nuvem de água criada pela queda d'água, havia lá um homem sentado abaixo da brutal cachoeira em uma pedra cinza.

Quantidade aleatória (1,10) :
6

Legenda do Rand: 1 a 4 Sky, 5 a 8 Agda, 9 e 10 você escolhe a personalidade.






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Última edição por GM.Furry em Sex 07 Fev 2020, 17:39, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 2 EmptyDom 09 Fev 2020, 11:27


A Feiticeira, a Louca e a Deusa

- Nããããão - Dada a situação eu não estava muito lá em posição de explicar exatamente do que se tratava, já que como um assunto tão novo para ela quanto para mim, Astrologia foi uma das poucas coisas que conheci conversando alguns espíritos ao longo da vida, mas ainda estava certa de que um dia conseguiria entender melhor essa […] Ciência? - Isso é Astronomia, eu estou falando de Astrologia, você consegue prestar atenção em alguma coisa que não seja si mesma? - Já estava começando a ficar irritada com aquela giganta mocoronga.

- B-bo-bo-bois? - Ela queria comer … Animais? Pobre animaizinhos? Essas não eram minha especializações culinárias, já que eu conhecia apenas como fazer um bom caldo com plantas e outras misturas, também não que todas fossem boas assim, mas era meu dever tentar mudar essa alimentação já! - Olha eu não acho uma boa ideia co… - Interrompida pelo grito, tive também de tapar os ouvidos se não quisesse ficar surda *Sigh* Era melhor então deixar isso para lá por hora, quem sabe quando encontrássemos essa tal de Ágda conseguiria convencê-la a fazer Sky me ouvir, só rezo para que ela não fosse igualmente cabeça dura.



- Sim, sim certo, agora cadê ela [...] - Desinteressada com as ameaças, sabendo que tudo aquilo não passava de um exagero, buscava pela luzinha olhando ao redor, na verdade, aquela coisa curiosa tinha captado tanta minha atenção que nem fazia de propósito, era só a grande animação que sempre me circundava quando ficava diante de um contato espiritual novo, talvez fosse algo que nos revelasse bastante sobre a história da ilha ou coisa parecida, só seguindo-a para saber.

Sebastian me era bastante útil pelo caminho, mesmo que de dentre os peitos confortáveis da gigante eu conseguisse vê-la lá de cima, o crustáceo se esforçava para me manter no caminho e continuar seguindo aquela coisa, afinal, ele também não seria tão entusiasta se sentisse uma energia negativa partindo dali, não é? [...] Talvez fosse melhor por hora não revelar para ela quem exatamente era Sebastian, mesmo ele querendo ter sido apresentado desde o início, as impressões não era muito boas quando eu dizia logo de cara para as pessoas que conseguia ver os espíritos de criaturas vivas e/ou já falecidas, demorava um pouco para se acostumarem e, em raros casos, acreditarem na verdade daquele outro lado, talvez algo que nunca me ajudou nesses assuntos foi o fato de não conseguir explicar exatamente o que era aquilo que conseguia fazer, alguns nomes desconexos me vinham à mente, Dom Espiritual (?) Clarividência (?) Mas nenhum parecia tão certo para designar o que era aquela coisa, já que no fim das contas, eu nem sabia a definição desses nomes por inteiro.

- Achei… quer dizer, eu acho que achei - Segurando na roupa, torcendo para que meu peso não puxasse o Top para baixo e viesse mais uma salva de ameaças com aqueles seios enormes caindo para fora - Eu vi [...] Aquilo ali! - Disse enquanto comia tempo para esperar aparecer, assim que o barulho distante da cachoeira começasse daria minha resposta apontando para frente, provavelmente dali isso despertaria seu interesse em querer continuar, tínhamos chego no tal rio, ou então no ponto em que ele “começava” não necessariamente a nascente.

- Sebastian é meu, digamos que conselheiro, existe mas não é como se você pudesse vê-lo [...] ao menos não com esse seu ceticismo - De longe eu podia ver o caranguejo se gabando pela sua posição, como se nem mesmo ele acreditasse ser tão importante tanto quanto um conselheiro.

- Disse o que? - Perguntei mudando um pouco a entonação entusiasmada, outro alguém apareceu por ali?! Estava tão focada em seguir Sebastian pelo caminho que poderia facilmente ter deixado escapar algum detalhe importante, mas não contente, pude sentir outra vez aquela força puxar para baixo, mesmo que dessa vez menor, não pude deixar de me agarrar, por reflexo, à roupa com toda força possível, por pouco não revirando o estômago no processo - Gezzz, Ainda [...] viva? Como assim quem sou eu? Honua Kawela, quem esteve com você por todo o caminho ? [...] -

Ou o raio estava com algum efeito retardatário ou ela estava caçoando a minha cara - Está tudo bem, há algum problema com as memórias? Posso fazer um chá de Alecrim com Biloba, só preciso de um pouco de Alecrim ou Ginseng, mas não acho que nasça por aqui - Preocupada com a saúde mental da giganta, vi que talvez a coisa fosse ainda mais séria já que se apresentava com outro nome Ag Á Áaaagda EI! Espera então era aquela a tão famosa Ágda de quem Sky falava? Isso podia explicar muita coisa, mas ainda deixava outras muitas em aberto, como o fato da cor dos seus cabelos ter mudado de repente, talvez fosse algum tipo de manifestação? Uma processão ao vivo assim? Poucas vezes que tive a oportunidade de ver, mas não sabia que eram capazes de mudar características físicas como a cor do cabelo.

- HÁ! VOCÊ TAMBÉM FALA BALEIÊS? MEEEEEEEEEUUUUUUOOOO NOOOOOOOMMIIIIIIÉE HÔÔONUUUÁA - Sebastian assistia de longe e bem… era o Sebastian de sempre com o mesmo olhar de escárnio e o sorriso malicioso.
- Sereiês? Esse eu não conheço, mas eu também sei falar peixês, olha: BLUB BLUBLUBLUB BLUB! - Reproduzia os sons fazendo biquinho de peixe.

- Sim! Quer dizer, não, sim e não, HSHSHSHS Eu estava falando com a Sky até então, acho que vocês já conhecem, ela falou bastante de você, mas não achei que fosse ser… ela mesma, ou quase isso Heh! - Tentava falar a medida em que meus pensamentos vinham à tona, embaraçados, ainda tentando entender o fenômeno por trás daquilo, mas sim, eu estaria quase atropelando as palavras e provavelmente ela não conseguiria acompanhar minha linha de raciocínio, mal conseguia acompanhar eu mesma.

[...]

Depois daquela explicação um pouco embaraçosa, dava para ter uma noção breve de que as duas eram próximas e dividiam o mesmo corpo, porém, não as mesmas lembranças, talvez um caso muito específico de possessão e - ALÔ? PERDEU O CAMINHO, AS DUAS RESOLVERAM BATER PAPO AGORA?! - De longe aquele caranguejo vinha importunar, apressado, provavelmente não feliz por ver nós duas nos dando bem.

- Fuck you quer dizer “Eu te Amo?” Uau! - Contato com línguas estrangeiras eu diria, vivendo e aprendendo, talvez eu pudesse usar isso e deixar uma mensagem para os meus familiares do outro plano em uma próxima ocasião - Hehe, eu ajudei ela com o caminho depois de arranjar briga com um polvo lá na praia, sem mim a Sky estaria perdida [...] Amiga? Claro, toca aqui parceira! Estamos indo naquela direção, Vamos Sebastian - [Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]




Energia pesada, era só eu que estava sentindo ou Sebast… Pera para onde foi ele? E a tal luz também? Aquilo nos levava até aquele homem debaixo da enorme cachoeira, suportando uma queda d’água daquela, talvez fosse aquela a origem de tanta pressão no lugar, os espíritos com força maior tendiam a oprimir uns de força menor, mas eu nunca tinha visto algo como aquilo antes, era esmagador e apesar do frio na barriga, estava curiosa ao mesmo tempo impressionada.

- Acho que era ele que a tal luz, ahem, o caminho leva - Antes que ela pudesse esbravejar por aquela jornada não ter nos levado a lugar algum ou, como sempre, visse o lado negativo da coisa, tentaria fazê-la ver com outros olhos - Espera, ele pode nos ajudar, talvez mostrar o caminho, quem sabe eu deveria ir lá, você é meio HU! Sacou? e eu sou mais Hehei! -

Assim que tivesse a oportunidade, saltaria dos peitos da Gigante, embora isso não fosse o que a maioria das pessoas faria, em direção a água assim que visse uma direção segura, ou ela mesma estivesse imersa dentro do lago caso não conseguisse avançar pela trilha estreita, sem falar que eu conseguiria chegar mais rápido seguindo pela água, indo por dentro até chegar perto da cachoeira, se preciso, passando por baixo já que sua queda poderia causar um belo estrago na minha cabeça que já não era lá essas coisas.

- Com licença senhor, Ahem, Senhor, SENHOR?!- Continuaria chamando aumentando o tom de voz caso ele não respondesse nos primeiros instantes, mas se não funcionasse de qualquer forma, tentaria chegar mais perto e tocá-lo - Ih, ahm, Oi eu sou Honua [...] Minha amiga ali estava querendo saber o caminho até uma vila ou cidade que tenha por aqui - Caso ele perguntasse, ou não já que eu diria de qualquer jeito, como havia chego ali - Uma luz me trouxe até aqui, é um lugar impressionante e bonito, tem uma aura intensa, o que faz aqui sozinho se me permite perguntar? -

Informações:
 


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Última edição por Johnny Bear em Qua 12 Fev 2020, 20:52, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 2 EmptyTer 11 Fev 2020, 11:54


Post 5

“Achei… quer dizer, eu acho que achei”

A chuva abafava meus ouvidos assim como atrapalhava um pouco a visão, os sentidos estavam um pouco estranhos, meio difusos, como se tivesse acordado de um longo sonho. Não era algo que chegava a preocupar, em fato se trata de uma sensação muito familiar. E a medida que nosso cabelo e pele ia clareando, os sentidos e pensamentos de nosso corpo tornavam ao meu controle.

Apesar de familiar, ainda assim era uma sensação meio desagradável, como uma noite de bebedeira sem se lembrar o que aconteceu. Você acorda em lugares estranhos, com pessoas estranhas, uma puta dor de cabeça e a confusão de o que estava fazendo antes de apagar ou acordar. Nós já tínhamos um procedimento padrão pra quando isso acontece, na verdade uma série de protocolos que a Sky inventou só pra ter certeza de que eu não matasse a gente ou desviasse do caminho, hehe.

Regra número um: Veja se está com armas em mãos ou sendo atacada, se sim, mate quem estiver na sua frente sem perguntar duas vezes… Eu meio que acho essa radical demais, mas já salvou nossa pele algumas muitas vezes.

”Arma na mão… Uncheck… Inimigo perto… Uncheck”

Ótimo, não havia acordado em uma batalha, isso já era um alívio. Regra número dois: Cheque no diário pelo o que aconteceu, leia a última página primeiro, e quando tiver tempo se atualize do resto. E por último porém menos importante, regra número três: Não foda com o plano. Embora eu tenho o pressentimento de que essa é especial só pra mim.

A mão ia de encontro a cintura procurar pelo diário, enquanto inconscientemente continuava a andar para frente em um ritmo bem lento, encarando o nada não prestando muita atenção na paisagem. Não estava lá, nosso diário.

”Sumiu! … Sumiu! O que eu faço agora?”

Como eu vou seguir a regra três se eu nem ao menos sei qual é o plano?! Shit, isso me lembra que uma tempestade me pegou próximo a ilha… Wushu?

”A Sky não deve ter tido muito tempo depois disso… Ela não me deixou nada? Isso não é do feitio dela.”

Apesar da péssima sensação no corpo, com a água da chuva me molhando toda e o que pareciam ser folhas grudadas em mim, duas coisas chamavam mais atenção do que o resto, um leve ardor no braço esquerdo, e alguma coisa escorregadia e escamosa nos meus seios. Dando mais importância ao braço era justamente o que eu esperava, uma mensagem da Sky.

- Fck u…

Ownt que fofa, ela realmente gosta de mim…

- MAS ISSO NÃO AJUDA EM NADA!

Gritando pelo calor da emoção bati o pé com força no chão, quando a voz que eu primeiro ouvi quando acordei, dessa vez já não tão mais embasada assim falou comigo de novo, me acordando desse monólogo de pensamento.

“Sebastian é meu, digamos que conselheiro [...]”

- Quem disse isso?!

De volta a mim mesma comecei a olhar pra cima, pra baixo, atrás de mim, girei, meu pé virou, comecei a desequilibrar.

- Hãn? O que? Aonde? AAA… Aaa…

*SLAAAM

- Ai… Como eu sou desastrada.

Caí com tudo de bunda no chão, fazendo meus olhos finalmente encontrarem a criatura falante.

- Ahá! Você tava aí embaixo esse tempo todo. Quem é você?

Enfiava a mão entre os peitos, pegando a criatura por baixo cuidadosamente usando minha mão como plataforma para aproximá-la de minha visão.

*Gasp!

- Uma sereia… Que linda. Meu nome é Ágda, qual é o seu? Entende minha língua? Devo falar em baleiês? MOOOU NOOUME ÁAAIGDAAA… Ou seria sereiês?

Estava empolgada e maravilhada pelo encontro, de olhos brilhando, ombros erguidos e perna tremendo de empolgação. Sky tomou o controle durante toda a viagem na ilha dos tritões, eu não pude ver uma paisagem sequer, apenas o vislumbre do que ela escreveu em nosso diário. Agora sentada no chão, cruzava as pernas em postura aberta dando total atenção a sereia.

- Ah, você fala normal. Gyahahahaha… Desculpa, eu sou meio cabeça oca.

Dava soquinhos na cabeça.

- Agindo estranha? Eu não sei do que você tá falando… Já nos conhecemos?

Demorei a associar que poderia estar falando da Sky. Mas como isso era meramente possível? Eu nunca soube da Sky se juntando ou carregando alguém por aí.

- Espera, quer dizer que você já estava andando comigo esse tempo todo? Desde a praia? Sem chance. [...] Você deve ter conhecido a Sky. Ela não sou eu, eu sou eu, a Ágda, ela é minha outra eu, mas não sou eu. Entendeu?

Arrrg… Eu odeio ter que explicar as coisas, sou tão atrapalhada pra isso.

- A Sky é como minha irmã gêmea, só que no mesmo corpo sabe? As vezes eu sou eu e as vezes eu sou ela, mas nós somos completamente diferente. Até nosso cabelo tem outra cor pelo que eu soube. Entendeu?

Escutando ela comentar sobre como Sky é meio chata e rabugenta me incomodou bastante, talvez ela só esteja em um dia ruim, mas isso não é motivo pra falar mal dos outros assim.

- Isso não é verdade! A Sky pode ser um pouco dura as vezes, talvez você não saiba disso, mas a Sky também cresceu sem pai. ela na verdade é muito legal e amável se você pegar o melhor lado dela. Olha!

Mostrei o braço arranhado.

- Fuck you. Foi a primeira coisa que ela escreveu pra mim na ilha, quer dizer eu te amo. Isso não é adorável? Ela é uma pessoa legal… Só não sabe como se expressar. O que me faz pensar… Como diabos você convenceu ela a te carregar? A Sky não se junta com ninguém, você deve ser incrível mesmo

Mas se nem mesmo a Sky afastou ela, isso pode significar que…

- Já sei! Quer ser a minha amiga? Eu continuo ajudando no que quer que vocês duas estavam fazendo.

Meio ansiosa pela resposta, talvez com um pouco de medo de ser rejeitada. Mas imediatamente pulei de pé em comemoração por uma nova companheira. Erguendo-a por um instante como se fosse uma nova insígnia pokémon.

- Isso! Eu nunca tive uma de verdade, obrigado.

Aproximava-a novamente de meu rosto.

- E então? O que vocês estavam fazendo? [...] Ah, certo o lago.

***

Andava em direção ao lago deixando Honua para saltar em um mergulho olímpico. *Sugoi* Apenas para que eu fosse logo atrás, em linha reta em direção ao homenzinho, andando caso fosse um lago “raso” ou nadando mesmo se for muito profundo. Próximas da cachoeira abaixaria a cabeça próxima a Honua cochichando para ela.

- Esse é o tal Sebastian?

Claro que um cochicho meu poderia ser como um grito humano, mas ainda assim eu dei meu melhor. *Hmpf* Não parecia ser o caso, aquele não era Sebastian. Vendo a sereia chamá-lo sem êxito me despertaria a vontade de ajudar minha nova amiga, enchendo os pulmões de ar gritaria como uma exímia gigante.

- SENHOOOR!!!!!!!!

Sorria e acenava caso alguém olhasse para mim, deixando Honua tomar a frente da conversa como ela pediu e ouvindo atenciosamente.

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Inventário

Berries:
50.000

Personagem

Vantagens:

• Boa Aparência
• Ambidestro
Adaptador


Desvantagens:
• Múltipla Personalidade
• Devoção (Encontrar as Relíquias do Ragnarok)
• Fantasia (Escreve no próprio idioma / Estou usando a Cifra de César de 3)

Perícias:
• Astrologia
• Navegação
• Pilotagem

Ofício: Navegadora

Build

Dano - Habilidoso
Acerto - Normal
Pontaria - Inábil
Esquiva - Inábil
Bloqueio - Normal
Resistência - Normal
Objetivos

• Encontrar os Outros
• Aprender Hamon (Fazer a quest)
• Comprar um diário e caneta (tamanho gigante)
• Conseguir um barco
• Me divertir
• Nova Amiga

• Genialidade
• Mau Humor

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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 2 EmptyQua 12 Fev 2020, 19:54


A indireta era tentadora porém de apertar o coração, minhas asas são livres é meu espírito se encontra em uma jornada cujo o rumo não selou seu destino final e dizer que ficaria sobre esses domínios alegrando os constantemente seria o mesmo que bajulá-los com mentiras de apresentadores amadores com cifrões nas órbitas oculares. Taekwon Island, especificamente falando em Snow City me parece um ambiente promissor para buscar pessoas dispostas a ficar em meu lugar, se eu ao menos convencê-las em um diálogo amistoso entre  irmãos de profissão.

O chá não era agradável,mas meu paladar já conhecerá coisas mais grotescas e medonhas para não conseguir apreciá-lo sobre os cuidados deste velho senhor, viraria em pequenas coladas para não provocar meu estômago e procuraria petiscar alguma coisa se houvesse essa possibilidade:

Acredito que sim, por isso tenho que passar por lá para resolver umas coisas,garanto que no final será benéfico a todos.Aliás dizem que você sabia tocar,por acaso ainda teria esse instrumento em sua posse?Gostaria de dar a ele uma nova jornada gloriosa se me permitir levá-lo e fazer jus a suas expectativas para que não venha a se arrepender Terminaria com uma última golada suave limpando os cantos dos lábios com um guardanapo ou papel tendo que me contentar com a língua na ausência dos demais erguendo meu corpo com um leve enrijecer das pernas referenciando em profundo agradecimento orando minhas palavras de forma melodiosa:

Agradeço pelos cuidados irei me encaminhar para um alfaiate, preciso de roupas quentes e aconchegantes para combater a diferença de temperatura que estará prestes a me advertir. Aceito recomendações se tiver uma em mente pouparia me é muito de uma longa caminhada.Escutaria o que pudesse e acenaria com a informação alisando minha bainha com carinho ao sair porta afora tendo todo o cuidado para ela não bater na trajetória.

Atravessaria novamente por essa estrada aconchegante procurando por um estabelecimento que agradasse meus gostos visuais, seguindo a recomendação se houvesse se pronunciado me destacando por vestimentas grossas e bem agasalhadas em um conjunto completo desde uma sutil touca até um moletom bem formado de pele quentinha ou algodão almofadado. As roupas podiam ser simples mas não muito casuais para não ser vítima de olhares revoltosos dos nobres residentes cuja personalidade não analisará.Um artista deve sempre causar uma primeira impressão destacável pois muitas vezes ela é que definirá todo o resto.

Adentraria o recinto de maneira suave, se houvesse um mostruário ou os trajes estivessem a disposição para serem analisados pegaria os um por um vendo os tamanho e proporções para saber qual melhor se destacaria com meu corpo e não ser ofuscado totalmente pelas minhas asas angelicais.Ficaria palpitando ali é aqui separando uma pilha para que pudesse escolher entre as melhores aguardando ser atendido como um bom samaritano:

Prazer, pode me chamar de Rim é sim gostaria de ajuda, estou a visita na ilha com o meu Pai e estamos procurando umas roupas que melhor se adequam ao clima nervoso e gelado de Snow City e seja ao mesmo tempo requintado a um preço acessível.Deslizaria o indicador por toda a extremidade da bainha começando a falar com ela espontaneamente:

Estou certo que encontraremos as roupas aqui pai,não precisa se preocupar.Hmmmm,algo que simboliza o sol?Parece interessante,você sempre tem as melhores ideias, mas talvez eles não tenham esse tipo de adorno ou bordado….Cor? Interessante acho que assim podemos chegar a algo.Voltaria minha atenção ao atendente procurando parecer fofo e carinhoso:

Meu pai acredita que um visual radiante seria a melhor opção, por acaso teria algo com essas definições em estoque? Analisaria todas as opções,caso fossem poucas levaria um conjunto que melhor se destacasse do contrário ficaria um pouco mais para discutir a respeito da transação e preços assim como negociar serviços adicionais em troca da seda é averiguar se outros produtos também eram vendidos no recinto ao ponto de serem igualmente úteis para meu deleite.
Informações:
 

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