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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: Phantom Blood   Phantom Blood EmptyQua 22 Jan 2020, 14:14

Phantom Blood

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Kauwela Honua, Ágda Skyblazer e Masaki Rim. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood EmptyQua 22 Jan 2020, 14:18


A Feiticeira, a Louca e a Deusa





- Certo… - Murmurei abrindo o Livrete, com os olhos agitados seguindo pelas linhas lendo apenas superficialmente buscando por algo em específico - Não deve estar aqui - fechei-o e então parti para um outro exemplar, agora mais grosso que o anterior e com informações detalhadas assim como gravuras, curvada sob a luz, trouxe o livro para mais perto querendo facilitar mais a leitura - Não, não, não… - Conforme folheava as páginas vendo as ilustrações e os esquemas daquelas plantas, nada batia com o que procurava, nem mesmo era incomum ou muito diferente do que havia em Baterilla.

- Impossível! -Exclamei desta vez colocando as mãos na cabeça entrando em desespero - Pense pense, você o pegou deve estar aqui, colocou em algum lugar Honua mas onde?... - Tentei recordar daquela manhã que sai de casa para ir em busca de algum barco que pudesse me levar até Wushu, já havia lido o guia algumas vezes, em especial, fora aquela última onde pude verificar alguns dos serviços e guias espirituais que despertou o interesse de ir até lá, era mais como um mapa mostrando vários pontos específicos onde os visitantes poderiam buscar conhecimento, desde bibliotecas com livros mais aprofundados até templos antigos com monges e os ensinamentos que podiam oferecer por todo o Arquipélago.

Como bem me lembro, um guia completo, mas que eu não estava achando de jeito nenhum entre os outros exemplares que levei comigo para estudo da botânica local ou me distrair durante a viagem - Tem certeza de que não o deixou em casa? - Disse a mulher sentada na cama ali perto com uma voz rouca enquanto me via ir de lado à lado pelo assoalho da cabine, histérica - E-ee-eu lembro te ter pego, eu peguei ele e coloquei na bolsa junto com esses, ele estava… estava na escrivaninha do lado da cama, ou será que eu esqueci ele depois que tranquei a porta?! -

Revirava os travesseiros mais uma vez, as gavetas provisórias e até mesmo despejava todos os itens da bolsa sobre a cama, querendo acreditar que ele tinha simplesmente sumido e magicamente iria reaparecer em algum lugar incomum - Talvez você tenha esquecido, o que tinha de tão importante nele pra te deixar… assim? - Perguntou ela com a mesma calma de antes, o corpo sentado na cama como se o tempo não fosse nada, o que de fato não era, já que para eles, a vida não era algo bem… para se preocupar - Ti-tinha um guia, é um guia para Wushu sabe? Ele mostrava alguns lugares de interesse, onde eu poderia achar o, o templo e o que eu buscava aqui, alguns livros, tinha a localização das bibliotecas, agora eu não sei mais o caminho, eu estou perdida sem ele, droga droga droga, eu vim para em uma ilha completamente desconhecida, vou me perder sem saber o caminho de volta... São Longuinho São Longuinho, se me ajudar a achar o livro eu dou três pulinho… Tá calor aqui dentro não é? Minha pressão! Um saco, preciso respirar, me dá um saco! -

O espírito dela até tentou segurar a sacola de papel amassada que tinha ali do lado, mas essa trespassou seu “corpo”, claro, era um espírito como haveria de poder pegar alguma coisa? Eu estava tão preocupada que havia até mesmo esquecido disso, a senhora me olhava com apreensão querendo rir da minha ingenuidade - Querida, não tem com o que se preocupar, se vai estar em Wushu poderia tentar achar um desses guias quando chegar lá, deve haver vários ou se não, só precisa pedir informações - A solução parecia boa, na verdade era excelente, eu quase havia esquecido que podia contar com os espíritos também, mesmo naquele exato instante já conversando com uma - Hehe - Sorri desconcertada, parece que eu tinha criado toda aquela confusão por besteira- Desculpa vovó, acho que estou um pouquinho ansiosa demais com a viagem. Sabe o quanto isso significa pra mim, planejei isso por tanto tempo e acho que estou perdendo o controle com qualquer coisinha saindo do lugar, ainda bem que tenho a você para ajudar a me guiar - Sorri contente por tê-la em minha presença, era uma mulher incrível que só tinha me dado bons conselhos com o passar dos anos.

Já fazia alguns anos que conseguia vê-la, tinha sido minha protetora, era uma mulher muito calma e racional em qualquer situação, quase que o total oposto a mim nesses casos - Obrigada… - Indaguei abraçando-a, podia sentir sua energia embora seu corpo não fosse físico, era quente como um afago materno.



O espírito da vovó sumiria assim que o badalar das sinetas soasse, anunciando a chegada da embarcação a Wushu, não necessariamente sinos, mas se até mesmo um dos tripulantes viesse a minha cabine para anunciar a chegada seria o bastante, ela iria sumir entendendo que era hora de me deixar explorar novos ares por conta própria - Te vejo de noite pra praticar mais? - Perguntei ainda sob as duas pernas humanas, já fazia alguns dias que eu vinha treinando andar usando-as, mas minha experiência com aquelas coisas era tão pouca que eu mal conseguia dar dois passos sem começar a tremer como se estivesse andando num zarapatel.

- Claro, sempre que tiver tempo - Sorriu aquela sumindo como névoa soprada pelo vento, sua coloração azul neon - Hora de ir então - Depois de usar o tempo que me fosse livre até chegar em Wushu para treinar, apaguei o incenso que tinha levado para energizar o ambiente, não me sobrando muita coisa para carregar senão meus pertences básicos e minha bolsa, do lado de fora seguiria até o capitão para agradecê-lo pela viagem - Obrigada por me deixar aqui, acha que consegue vir me buscar daqui alguns dias? - O certo é que eu não sabia quanto tempo levaria naquela ilha, podiam ser semanas ou até meses, mas gostaria de estar certa sobre minha passagem de volta à Baterilla - Poderia me dar um cronograma das próximas vezes que passar aqui ou quanto tempo pretende ficar - Deixaria o resto das minhas coisas por ali mesmo, não havia muito motivo para levá-las comigo, aquelas anotações e os exemplares que nem eram meus - Gostaria que devolvesse os livros na cama para a senhorita da biblioteca se puder… Por favoooorr, não quero ter que entregá-los com atraso, ela sempre me deixa pegar um ou dois a mais por devolvê-los todos em dia - Agradecendo-o aceitando devolver os livros ou não, iria para fora da embarcação e enfim pisar no porto de Wushu.

Minha aventura dali começava, contemplaria o horizonte com as belezas naturais que aquele lugar poderia oferecer, sentir o cheiro e a energia eram coisas primordiais a se fazer num local tão prestigiado como aquele - Wushu… nem acredito que finalmente estou aqui - Orgulhosa de mim, depois de tantos anos dentro daquela caverna e só visitando aquelas cidades mais costeiras não era nada comparada às dimensões do vasto mundo que tinha por aí a se explorar.

Seguiria até algum morador ou guarda local para pedir informações - Com licença, sabe me dizer onde posso encontrar um mapa daqui ou alguma biblioteca? - Diria já me sentindo um pouco mais a vontade.

Informações:
 







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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood EmptyQui 23 Jan 2020, 21:26

,
Pouco tempo percorrerá se desde minha chegada inusitada nesse ambiente desigual cuja curiosidade recheou meu âmago coração de entusiasmo brilhante para uma nova realização. Está ilha ou arquipélago como se pronuncia a maneira correta recheia meus olhos com profunda alegria com diversos locais de diferentes proporções e estruturas dos mais adversos climas. As condições são quase semelhantes ao meu amado lar, será que como o sol abençoou nosso povo essas regiões foram dádivas de crenças distintas?

Conhecimento melódico para meus ouvidos e astuto para meus envolvidos, um espetáculo ilusório que demonstrasse mudanças geográficas em seu ambiente natural seria fabuloso,popular e o que mais abençoou me ousar a  dizer "misterioso", a maior das apresentações sempre será aquela que julgam inexplicável ou até mesmo impossível de realização. Tornar o improvável uma escolha e demonstrá-la abertamente como se fosse uma atividade casual e uma renda de aplausos fabulosos e gera a importante recompensa reconhecida como alegria distribuída pelos rostos dos atingidos pela beleza denominada arte.

Uma função digna de minha serventia e responsável pela minha estadia. A proposta de emprego me fora entregue e aqui estou para analisá-la atentamente, detalhes poderiam ser enviados estritamente mas a graça está em perceber pessoalmente, infelizmente o encontro se tardou e tive que esperar por alguns dias a qual desfrutei nessa humilde instalação alugada, as despesas já foram previamente pagas e o atendimento é excelente e hora ou outra recebo um súbito entusiasmo que me incentiva a sair e explorar os arredores,tal sentimento percorre minhas veias nesse exato instante.

Caminho sem rumo sem saber para onde vou ou onde estarei a ir, analisaria atentamente cada canto e recanto com admiração, culturas diferentes são um manjar para  se esculpir, minha mente monta e desmonta cada cenário perceptível, supondo e retratando inimaginavelmente as diversas opções que possa deduzir sobre suas utilizações e beleza tanto em campo de atuação de tarefas como para um palco de apresentações em base do improviso.

Chego e me aproximaria de uma figura distinta, os lábios me inquietam se remexendo sobre minha boca, insinuando que o silêncio penhorara se e dominará por tempo demais, interações são importantes quando se deseja reconhecimento e transmitir seu espírito indomável aquecendo jovens almas para um leve réquiem. Muito pode ser dito mas pouco entendido por isso minha escolha de palavras era precisa e até mesmo objetiva sem esquecer me dê transmitir um certo charme com aquela jogada de corpo estrutural e não forçada que aquece os músculos com hormônios proibidos:

Com licença, lamento o incómodo mas agradeço lhe a companhia, uma figura como você supostamente era tudo o que queria, com seu auxílio obviamente conseguirei me localizar, poderia humildemente me contar um pouco sobre este lugar?Sejam eles os principais pontos turísticos e regiões de seu palpite? Sua opinião própria e um orgulho e seria melhor aproveitada sendo proferida.

Aguardaria respostas e agradeceria com uma referência de saia como uma bela dama assim como minha mãe havia lesionado é como toda informação é preciosa mas possui pontos de vista diferentes era óbvio que perguntar para um único indivíduo talvez não rendesse totalmente todos os frutos necessários para minha colheita e passaria pelas ruas me acobertando sobre os edifícios caso esteja chovendo sobre a região de Karatê Island até me aventurar com um novo rosto comentando com devoção e critério em minha vontade:

Um momento de sua atenção para auxiliar uma pobre jovem em seu momento de desespero, poderia me agradar com sua companhia me dizendo gentilmente alguns detalhes para mim desconhecidos e para si um dilema constante? Tende a me acompanhar o raciocínio, sou uma humilde artista em busca de companheiros ou companheiras e gostaria de saber se alguns grupos ou indivíduos atuam nessa região para que eu possa me deparar com eles durante minha trajetória. Acenaria com a cabeça conforme o desfecho da conversa partindo dali a passos curtos e hipnóticos como uma borboleta a se desfilar pelas flores.

Com ambas as informações procuraria um recanto para me apoiar e deixar que minha cabeça trabalhasse e chegasse a uma conclusão do que gostaria de fazer ou como realizaria essa atividade:

Parece que teremos um dia daqueles para ser relembrados momentaneamente, fico feliz que esteja ao meu lado para isso pai. Comentários a serem proferidos olhando para o que já fora uma espada sem nenhuma resposta aparente, acariciando lhe a base com carinho e observando o céus em deleite.
Informações:
 

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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood EmptySex 24 Jan 2020, 02:31


Post 1

- Porra que dor de cabeça…

Abri os olhos lentamente, estava zonza, um pouco enjoada e definitivamente… Molhada. A última coisa de que me lembro? Estava na Grand Line, Alabasta acho que era o nome da ilha, nunca mais quero ir pra aquela merda de lugar, tem areia, areia, e deixa eu ver se esqueci algo… Areia. Sério, mais uma vez foi uma perda de tempo. Só o que conseguimos foi uma pequena pista sobre outra pista que talvez levasse ao Skíðblaðnir…

- Aaaah eu preciso bater em alguém!

Socava o chão de desgosto pela situação de merda em que estávamos. Procurei nos arredores, sem sinal do meu barco, sem sinal dos meu mantimentos, sem sinal nem da meerda do meu diário.

- Mas que merda Aggy onde diabos você meteu a gente?

Lembro-me de ler no diário à caminho da Reverse Mountain que estávamos indo para o South Blue, que talvez o barco lendário estivesse lá. Skíðblaðnir… Um navio que cabia dezenas de guerreiros, navegava por qualquer mar e ainda cabia no bolso. Por Frey, eu quero… Quero muito, não! Nós precisamos, afinal de contas aparentemente não temos mais embarcação nenhuma! Após isso adormeci por semanas, só algumas semanas de folga e olha a merda que aquela loira burra faz...

Finalmente me levantei esticando o corpo e tirando areia dos cabelos ruivos. Nem minhas roupas tinha direito, só um biquíni, minha tiara, mochila e alguns trocados. Parece até a porra de um recomeço.

- Hmm?

Um certo desconforto no seio esquerdo, algo me espetando? Revirei para ver o que era e se tratava de uma única folha remanescente do diário. Aggy ao menos se deu ao trabalho de me deixar uma pista. Boa garota.

Ágda escreveu:
ilqdophqwh dwudyhvvdprv d uhyhuvh olqh txdvh edwl qd mrupxjdqgu ghvvd yhc dv slvwdv dsrqwdp sud zxvkx lvodqg d pdghlud gr qdylr udqjh wdoyhc vhmd erp xpd pdqxwhqfdr qd suralpd yhc pdv whqkr fhuwhcd txh d vnb ydl wrpdu d ghflvdr fhuwd

”tradução”:
 

- Bla bla bla... Reverse Line… Jormugandr… As pistas apontam pra Wushu Island… Vou naufragar o navio porque a madeira tá fraca.

O ânimo de encontrar o papel se esvaiu no momento em que traduzi aquela escrita doente. Nem mesmo uma informação útil.

- E Wushu é um arquipélago sua loira burra.

Amassei o papel com raiva jogando-o ao vento. Quando ficamos sem o diário eu e Aggy conversamos por arranhões na pele até encontrar um novo. Usei a unha do indicador para marcar meu braço esquerdo:

*Fuck you

Ensinei a ela que isso quer dizer “Eu te amo”, só pra quando eu realmente preciso xingá-la sem magoá-la. Definitivamente não é uma boa ideia fazer ela parar de falar comigo.

Apalpando a cintura percebia que mesmo minha arma já não estava mais lá… Nenhuma delas. Nem mesmo meu machado favorito, eu sempre soube que a Aggy não gostava muito dele, ficava reclamando de peso, mas nunca imaginei que o jogaria fora, maldita! Espere só até o seu próximo namorado, eu vou fazer com ele o que você fez com meu machado. Possuía apenas a roupa do corpo e um punhado de moedas humanas.

*Respira

- Tudo bem tudo bem, é como um novo recomeço… De novo.

Andava alguns metros ilha adentro.

- Acho bom as pistas estarem certas dessa vez, porque a gente precisa mesmo de um barco.

Utilizava de nossa altura para olhar a terra um pouco mais de cima onde a visão alcançasse, procurando algum rastro de civilização, trilhas ou mesmo algum ser consciente. Precisava antes de tudo me garantir que estávamos no lugar certo antes de começar a caça pela relíquia. Caminharia por fim em direção ao resultado que melhor me apresentasse chances de uma conversa normal ou algum caminho para a civilização… Se é que ela existe aqui.

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Inventário

Berries:
50.000

Personagem

Vantagens:

• Boa Aparência
• Ambidestro
Adaptador


Desvantagens:
• Múltipla Personalidade
• Devoção (Encontrar as Relíquias do Ragnarok)
• Fantasia (Escreve no próprio idioma / Estou usando a Cifra de César de 3)

Perícias:
• Astrologia
• Navegação
• Pilotagem

Ofício: Navegadora

Build

Dano - Habilidoso
Acerto - Normal
Pontaria - Inábil
Esquiva - Inábil
Bloqueio - Normal
Resistência - Normal
Objetivos

• Encontrar os Outros
• Aprender Hamon (Fazer a quest)
• Comprar um diário e caneta (tamanho gigante)
• Conseguir um barco
• Me divertir





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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood EmptySex 24 Jan 2020, 19:05




O navio subia e descia ao ritmo das ondas de modo que era até mesmo difícil para aquela jovem sirena manter-se em pé no cabine que haviam lhe arrumado, mesmo os livros que havia trazido teimava em permanecer sobre a pequena mesa pregada à parede. Sons de homens correndo no convés eram amplamente ouvidos visto que seu quarto ficava no piso inferior.

Do lado de fora chovia, era visto pela pequena escotilha em seu quarto. O céu completamente cinza era uma visão que alternava-se conforme o barco balançava. Horas o céu era visto, horas o mar revolto.

Não muito longe um pequeno anjo delgado e serelepe encontrava  um aperto não muito familiar, pois se sua terra fosse então abençoada pelo sol este novo lugar certamente seria pela chuva, neste dia em especial a mesma parecia muito pior. A chuva já era de alguma forma uma companhia constante, pois era certo que quase todo dia chovesse ali naquele lugar, mas desta vez parecia diferente, como se alguém houvesse realmente irritado os deuses.

Descia as escadas com um tap tap tap tocando a cada um dos seus saltos, os últimos 5 degraus foram todos saltados terminando com o jovem caindo com ambos os pés firmemente apoiados e com os braços abertos um pra cada lado exibindo-se em sua fantástica aterrissagem.

- MA-SA-KI-CHANNNNN - Como um raio o dono da hospedaria surgiu a frente do jovem, sua freada brusca chegou a deixar marcas no chão.

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- O-LHA O QUE EU RE-CE-BI HO-JE CE-DO. - ele estava muito, muito alegre enquanto sacudia a frente do rosto um telegrama e então saltou para trás rodopiando com um bailarino enquanto esticava a carta para o alto.

- É UMA CARTA DA MINHA ESPOSA COM FO-TI-NHOS DA NOSSA FILHINHA. - então ele volta correndo mostrando para Rim as fotos contidas no envelope.

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- EI, EI, EI. ELA NÃO E FOFA MA-SA-KI-CHAN? VOCÊ TAMBÉM É FOFA MASAKI-CHAM, MAS A EMI É MAIS FOFA.
Do bar dois senhores que bebiam o café estavam olhando para o senhorio todo empolgado enquanto riam. - CUIDADO COM ELE GAROTA, HAHAHAHAHAHAHAHA. NÃO DEIXE ESSE PERVERTIDO ENGANAR VOCÊ.   - gritou o mais velho do bar.

- VÃO PRO INFERNO. - o dono virou-se abruptamente para a dupla e então voltou-se para Rim novamente, mas falando em tom mais serio agora. - Não ligue pra eles Masaki-chan, eles apenas tem inveja da minha linda esposa da da minha fofa filhinha.

- AH, cale a boca e nos sirva mais café. - embora a rudeza nas palavras de ambos era bastante claro que eram bons amigos. - Ei garota, junte-se a esses dois velhos aqui e ilumine o nossa vida nesse dia tão sombrio. - o senhor acenou. - QUE MERDA DE PERVERTIDO É VOCÊ? HENTAI.

Já na praia a situação era muito diferente. Onda atrás de onda empurrava a areia para locais ainda mais…*hun**hun* quero dizer. Ali deitada na areia havia uma das maiores belezas do mundo e bem… eu não estou brincando, pois ela é realmente grande senhores, mas tomem cuidado, pois ela é como um roseiral de grande beleza, mas onde você pode sempre se espetar.

A dona dos maiores airbags do mundo, a grande, a toda poderosa, a guerreira abençoada em sua jornada fantástica…. SSSSSSKKKKKYYYYYYYY BLAZERRR. [a plateia vibrou].


Bom, esse era de fato um sonho estranho, mas quem nunca sonhou em estar entrando no ring do campeonato mundial de Keijo? (Esse não é o nome do esporte, mas do anime, mas n achei o nome do esporte.)

Fosse o que fosse um soco tremeu o chão quando a brava guerreira finalmente despertou do que talvez ela julgasse ser um pesadelo. Ali naquela praia estava à sua frente uma densa floresta e sobre sua cabeça um terrível temporal, sua roupa colada ao corpo e em suas pernas água escorria banhando um pequeno invertebrado que parecia muito animado.

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Este ser agarrava-se nas belas e torneadas pernas daquela deusa guerreira e não parecia muito interessado em soltar, mas nada pode fazer quando foi arrancado e atirado.

*xingou, xingou, socou, esbravejou e irritou-se* *Soprou, soprou, mas a casa de tijolo do último porquinho não tombou*.

As árvores a sua frente formavam realmente um paredão, para direita e para a esquerda havia a zona costeira, mas a praia não seguia mais do que dezenas de metros em ambas as direções. Ali as árvores superaram até mesmo a sua altura, não desde o início visto que as árvores próximas a praia eram menores, mas a alguns metros adiante elas tornavam-se grossas e altas o suficiente para bloquear a visão de Sky, ainda que dali também conseguisse enxergar uma montanha sem muitos detalhes já que a chuva prejudicava a sua visibilidade.

>><<

- Não vamos conseguir atracar. - o homem era o intendente do navio, havia sido com ele que Honua havia negociado sua passagem até ali, ela agora vinha informar a jovem que até o momento que a tempestade parece eles não conseguiriam se aproximar da ilha, pois parecia ter algo errado próximo a costa.

O temporal acabava afastando o navio da linha do porto, as ondas fortes o empurravam lateralmente de modo que os homens do lado de fora estavam tendo muito trabalho para evitar que o navio não fosse arrastado até alguma encosta rochosa próximo a ilha.

Nesses momento da conversa houve um forte solavanco. - Acho que vamos ter que recuar inclusive.

No entanto Honua não estava muito disposta a voltar ou mesmo esperar. Estava na verdade muito aflita para chegar rapidamente a ilha e felizmente para ela não era de fato um impedimento a situação do navio.

- Passamos por aqui uma vez por semana, o dia não é certo porque depende do clima. Mas você pode deixar no escritório do porto onde vai estar hospedada que peço que alguém vá lhe buscar.

O sujeito explicou enquanto ajudava Honua a caminhar pelos corredores. Ali eles se desequilibraram trombando algumas vezes contra a parede e bem… talvez o sujeito estivesse aproveitando para tirar uma casquinha? Não o julgue, quem não faria o mesmo? Afinal, quantas chances se pode ter na vida em tirar uma casquinha de uma bela sereia?

No convés o homem perguntou: - Você tem certeza disso mesmo? - Ela pretendia nadar.

>><<

O nado não foi tão tranquilo quanto ela imaginou, pois abaixo do mar revolto havia uma grande serpente, ainda assim, mesmo com esta dificuldade ela chegou à praia, mas não no ponto pretendido.

A fuga durante o nado no entanto facilitou a vida para as pessoas no navio que acabaram sendo bonificados quando a criatura deixou de atacar o navio e começou a perseguir a sereia até a praia, durante a terrível caçada o monstro foi capaz de morder a bolsa da jovem arrancando dela um generoso pedaço, mas ao menos havia sido apenas a bolsa.

Ofegante chegou a praia. A alguns metros da ilha a grande serpente havia desistido de persegui-la aceitando o fato que não era páreo para uma sereia dentro do mar, ondas a empurraram para a areia.

*Essa passou perto.* Um siri que colocou momentaneamente a cabeça para fora de sua toca comentou com a jovem. Bom… Não que ele houvesse de fato falado, mas pareceu ser este o barulho feito por suas pinças. Após o comentário ele voltou a se enterrar.

Sky que olhava para a linha das árvores e pensava o que deveria fazer encontrava-se agora em uma situação inusitada olhando para uma pequena e bela jovem esbaforida jogada na areia a não mais de 10m de onde estava.

>><<

Enquanto isso Rim havia sido presenteado com um chocolate quente pelo sorridente dono da hospedaria enquanto os dois anciões lhe falavam sobre a ilha. A fumaça subia do copo encorpado espantando o frio daquele dia tempestuoso.

Os velhos eram atenciosos e explicam com grande paciência tudo que sua sabedoria milenar da ilha lhes permitia. Não falaram apenas sobre a cidade onde estavam, mas também contaram a Rim muito dos segredos das outras ilhas do arquipelago enquanto também entravam em uma discussão sobre qual era o melhor mestre de dojo. Aparentemente cada um deles possuía uma opinião diferente e assim com o passar de uma hora a jovem estaria verdadeiramente bem informada sobre o local. (Basicamente eles vão te contar tudo que está no tópico da ilha, exceto o que constar como ''secreto'' ou que não pareça ser de conhecimento público.)

- Artistas….Acho que aqui em Leaf Town… vai ser dificil mocinha.. Snow Town talvez? O povo de lá é mais cheio desse negócio de Pompa, então talvez lá? - Ele olhou pros seus companheiros e estes parecem finalmente concordar em alguma coisa.




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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood EmptySab 25 Jan 2020, 21:07


A ilha floresce em três distintos climas como a história lhe convém, informações fluentes do mais sábios e velhos eremitas do conhecimento que jamais sonhei. Com uma possível divindade em cada uma delas para se bem beneficiar, com suas bênçãos distintas de chuva,neve e areia a circular. Como o Sol me ensinara o caminho pacífico e da redenção, possivelmente isso explica os protestos de armamentos até então. Armas são proibidas a pedido de Wushuya a Unificadora, que a tempos deixará de existir com seus ensinamentos a passar. Criando uma federação de territórios pacíficos que penalizam mortes tanto quanto agressões desnecessárias como estou sujeito a concordar.

Que paraíso eu encontrei nessas terras longínquas de minha natalidade, tão similar e ainda assim tão distinta com sua própria personalidade e características únicas e povo aberto e acolhedor. Aqui me sinto acolhido e em casa com um cheiro tranquilo e saboroso de lar. Quando estiver apto a cantar, melodias irei compor sobre este lugar. Assim que aprender a dançar, com o ritmo das artes marciais irei me espreitar. Conforme atuarei a um palco em minha obra, histórias irei representar sobre suas origens desse amado e adorável arquipélago Wushu.

Quanta alegria remete meu coração, sobre todas essas figuras que me propuseram solução, uma troca e mais do que justa e seus sorrisos seria um ótimo pagamento para eles, com uma possível remuneração adicional para meus bolsos se for uma ótima ilusão. Aproveitarei que aqui estou e com a ausência de artistas para lhes entreter para espalhar um pouco de minha arte e emoções lhe prover.

Levantaria me dê maneira elegante com uma referência pomposa com as asas a enfeitar,meu pequeno corpo e proporções como um anjo a  abençoar, reviraria os olhos casualmente avistando meu alvo, um dono de estalagem curioso de fato, com um tom de voz fofo e agradável comentaria como uma filha para seu pai encantado:

Senhor, gostaria de me ajudar em um espetáculo? Será breve e espontâneo para conquistar seus convidados, vocês mencionaram que é uma profissão difícil de estar ao seu lado. Então proporei lhes uma atividade admirável.

Com seu consentimento colocaria ele sentado sobre a cadeira e revelando minhas asas em sua total potencialidade, branco no preto. Preto no branco um equilíbrio perfeito uma obra de nascença e um fenómeno raro:

Observe minhas asas atentamente, foque sua visão em mim, nada além. Estalaria meus dedos ao final de cada sentença e balanço minhas asas gentilmente e de maneira devagar e rítmica. Seus olhos estão pendendo,o cansaço lhe atrai, suas pálpebras dilatam e areias lhe recaem. Aumento sutilmente meu tom de voz deixando a mais agradável como uma cantiga de ninar. Docemente você cede suas energias aos braços de morfeu, acomodando se sobre os reinos dos sonhos e caindo em sono ao estalar dos meus dedos,até o momento que eu estalar meus dedos novamente.Um,Dois, Três. Estalaria os dedos para que ele descansasse.

Quando ele caísse no sono demonstraria que nada era capaz de acordá-lo, cutucando, massageando e mexendo em seus cabelos fazendo formatos engraçados entretendo as pessoas com a vulnerabilidade do seu anfitrião. Arrumaria todas as coisas como se nada tivesse acontecido então sussuraria de maneira que todos pudessem ouvir:

Agora quando você acordar,terá uma súbita vontade de oferecer um copo de graça de bebida a gosto para cada um dos seus hóspedes pois se lembrará que é uma data especial para sua filha e gostaria que todos pudessem celebrar, aliás pedirá para mim servir as bebidas, em três,dois,um. Estalaria os dedos para que ele acordasse.

Caso ele pedisse para mim agraciar a multidão com drinques iria até o balcão colocando canecas amostra e as garrafas com os conteúdos a serem consumidos totalmente lacradas, retiraria o agasalho de meu corpo e cobriria os fora de vista por alguns instantes e em três estalos sincronizados dos meus dedos retiraria para revelar as canecas cheias até a borda e a garrafa ainda fechada colocando o agasalho novamente ao corpo. Pegaria uma por uma é entregaria para todos como uma garçonete com um sorriso amável no rosto estando feliz em poder fazer algo comovente:

 Olha pai, isso não é fabuloso a arte reúne as pessoas e as tornam unidas como os raios de sol, você estaria orgulhoso.Exclareceria para a lâmina sem ocultar meu desabafo e comoção, pegando um pano limpo após terminado meu serviço e sentando me de canto limpando a por completo para que não fique empoeirada pelos movimentos que realizei e aferindo se está nas condições habituais.
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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood EmptySab 25 Jan 2020, 21:23


A Feiticeira, a Louca e a Deusa






O tempo tempestuoso me fazia questionar um pouco mais sobre o que poderia ser do decorrer do dia - Chuva, isso não é lá um bom presságio - Disse para ninguém em especial, mas conforme cruzava o corredor ouvia as ondas quebrando no casco bem como os uivos que vinham de fora, o gentil homem ainda me ajudava a andar sem tombar para os lados como se me levar até ali já não fosse o bastante, o povo daquela vila tinha me acolhido de uma maneira especial nos últimos meses.

- Tudo bem, acho que consigo prosseguir daqui, nos vemos em alguns dias então, não pretendo ficar aqui por muito tempo já que eu tenho de passar em outro lugar depois - Já algum tempo eu tinha planejado essa pequena jornada pelo South, eram poucas as ilhas que conhecia por ali, mas tempo o bastante se passou desde que cheguei até Baterilla, consegui juntar um bom dinheiro e estava pronta para explorar um pouco mais do mundo antes de seguir o desejo de ir até Fishman Island.

- Consigo prosseguir daqui nadando, você e seus homens podem voltar e esperar o tempo passar! - Se fosse muito difícil conversar do lado de fora, puxá-lo-ia para mais perto - Absoluta certeza disso senhor! - Bradei com orgulho e fazendo um sinal positivo com o polegar, não era um problema ir até lá a nado, talvez se fosse o caminho todo eu teria uma grande dificuldade, mas não levaria alguns minutos até a costa com a minha velocidade debaixo d’água, também me sentia mais confortável por lá, o mar era repleto de peixes com quem eu poderia contar e conversar [...]

- PERAÍ PERAÍ E AQUELE PAPO DE QUE PEIXES SÃO AMIGOS E NÃO COMIDA? - Ok, talvez o mar não seja assim um lugar tão convidativo. Mas por que diabos aquela serpente estaria tentando me comer?! “Calma Honua, é apenas uma pobre alma sem capacidade racional, é isso, nós amamos todos o seres por igual não é? Mesmo que alguns sejam difíceis e bem PERSISTENTES” Repeti as palavras na mente enquanto seguia frenética pela água.



Agora fora da água agitada pela fuga, arregalei os olhos ao ver o pedaço da minha bolsa que tinha sido arrancado com a mordida do animal - Sim… Muito pouco - Olhei por baixo, tudo foi por goela abaixo, meu rível, minhas ervas e meus incensos, ao menos aquela serpente estaria bem energizada por dentro, iria ter uma fragrância de cânfora - Awn, ele levou até minhas bijuterias! - Só me restando o colar no pescoço, por sorte a única que me tinha realmente um valor sentimental pesado.

- Honua, eu tenho uma nova escuta só, o que é um pontinho verde no… Xí é uma gigante! Corre Honua [...] - Como sempre num momento inconveniente aparecia Sebastião, era um caranguejo comediante na vida passada que acabou não dando muito certo, acabou sendo comido depois de contar uma péssima piada para uns tubarões barra pesada, desde então vinha levando a pós vida me importunando já que eu havia o ajudado a falar com sua família - Eu não tenho pernas idiota! E além do mais, é só uma gigante -

Sebastião se escondia atrás de mim com o corpo trêmulo, era fato que estava assustado e com medo daquela mulher - Olha pra ela, tão bonitinha e sozinha… Vamos ficar com ela! -

- HONUA TÁ MALUCA?! Ela é uma gigante, eles comem peixes como nós [...] - Fitei-o com um olhar de desdém, já que se era esse o motivo de tanto medo, não fazia sentido já que estava morto - Mas ela pode ficar do nosso lado, a gente ter uma gigante por perto pode não ser uma má ideia - Tentando convencê-lo de que ela não era bem um problema ali, quer dizer, não parecia tanto assim uma selvagem- Claro claro… - Engrenando-se nos meus cabelos, o crustáceo ficava só à espreita com os olhos nervosos olhando para cima - Espero que ela não nos ouça, me dá medo, olha o tamanho daquelas pernas! EI! consegue nos ouvir? -

- Xiiiu! Deixa que eu resolvo isso [...] AHEM! Ola, você é mesmo uma gigante? É incrível poder ver uma pela primeira vez [Risada de nervosismo] Eu sou Honua muito prazer -

- Me apresenta, me apresenta também! - Dei-lhe um tapa com as costas da mão, arremessando-o para que calasse a boca, ainda um pouco sem graça imaginando se ela conseguia vê-lo ou não.

- Entende o meu idioma, fala minha língua?! É tipo, HOooooNúuA - Disse apontando para mim - Heh! Essa vai ser divertida - Sebastião observava de longe minhas primeiras tentativas de contato com aquela raça diferente - Pode me ajudar? AJUDAR! Preciso achar - Ainda gesticulando, não tinha ideia do que fazer para simbolizar isso, talvez me imitar usando uma lupa? Eles usavam lupas? - o POOOOOOOOrtOOOOOOOOOOOOO - A voz falhava quando percebia já estar em queda, mesmo com a tritão me pegando por baixo eu não tinha parado de falar, Sebastião havia me alertado sobre o perigo e agora estava rindo de mim.




Cuspindo água da boca, olhei para cima séria, ela tinha acabado de me jogar de voltar ao mar e pedia minha ajuda? - Então você fala minha língua… (Que sujeitinha mais mal educada) [...] Estamos em Wushu - Sebastião continuava a rolar na areia - Então, poderia nos… ahem me ajudar? Acabei perdendo a direção do porto, será que daí de cima você não consegue ver alguma coisa? - Curiosa sobre a direção, ela devia ser quase do nível das árvores, mas dali com toda certeza conseguiria se orientar ou ao menos ver um sinal distante de civilização - Bem, isso pode ajudar - Ela encontrando ou não, arrastar-me-ia para mais perto dela - Acha que consegue me levantar bem altão? Eu posso ver daí de cima se encontro alguma coisa -

- Ali, vamos por aquela direção - Diria caso visse alguma coisa, do contrário, iria indicar que continuássemos seguindo pela costa, direção da qual ela já vinha vindo, já que uma hora iríamos chegar ao porto.



- Você só ajuda as pessoas pensando em receber algo em troca? Que coisa feia, nós devemos nos ajudar pelo bem do próximo e esperar que os bons espíritos nos encha lavando nossa alma - Toque poético de harpa ao fundo para essa pequena lição espiritual - Mas eu posso te fazer algumas coisinhas, o que você quer? Eu sei Tarot, posso ler sua mão e o seu futuro… Quer que eu leia seus signos? Você deve ser Leonina, é a cada de vocês esse tipo de coisa, orgulhosos demais [...] Eu sei búzios também, posso falar com algum parente distante seu que já morreu, ei falando nisso você vem de onde? Ainda não me disse seu nome - Metralhava-a com perguntas seguindo me arrastando pela costa querendo ela ou não.



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Última edição por Johnny Bear em Seg 27 Jan 2020, 12:43, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood EmptySeg 27 Jan 2020, 12:04


Post 2

- Porcaria de polvo pervertido.

*Arranca o bixo e joga no fundo do mar

Tsk, aposto que ele adoraria estar no meu sonho também, garotas de biquíni de digladiando até a mor… Quero dizer, até jogar uma para fora da área… Não que eu tenha sonhado esmagando uma ou duas, mas aquelas perdedoras não tinham chance contra os meus…

- Mas o que diabos seriam airbags?

A chuva ao menos ajudava a limpar meu corpo da areia, sabe a dificuldade pra um gigante se limpar? No mínimo temos que achar uma cachoeira ou uma tempestade muito pesada. Colocava a mão direita dentro do biquíni, ajeitando e mexendo nele para tirar a areia que entrou. Já a esquerda ia até a barriga, roncando e causando tremores na terra (hipérbole).

- A quanto tempo a gente não come? Que fome, comeria até um tritão agor…

Talvez fossem nossos olhos nos pregando peças, mas aquilo é um peixe gigante? No shit!

Andava até a coisa onde pegaria ela pelo rabo de ponta cabeça mesmo e ergueria até a altura de meu rosto para enxergar melhor. Mas que porra isso tá falando? E que diabos é esse dialeto que parece uma baleia? Oh, perai um instante… É só uma sereia (desânimo total). Dizem que sereias são bonitas mas também ouvi que elas tem um gosto péssimo.

*Jogo a coisa de volta no mar raso, continuando a andar mais alguns passos.

"Peixe burro."


Espera um instante… Talvez ela saiba de algo. Mas pedir ajuda a alguém? Que merda… É pra esses momentos que a Aggy é extremamente útil, primeiro eu deixo ela fazer as amizades, depois tiro o máximo de proveito e em seguida saio partindo corações, não tem esquema melhor do que esse. Mas ela não tá aqui agora né… Certo Sky, se até aquela idiota consegue isso não é nada pra você.

Nos aproximamos novamente do peixe falante, digo, da sereia. Braços cruzados (posuda), olhando pra baixo e com um gentil sorriso (Mostrando na verdade os caninos afiados em uma cara diabólica). Ótimo, agora fale com uma voz doce e educada.

- Oe! Que ilha é essa? (Atualmente soando como uma delinquente)

Nós poderíamos ter dito diretamente o nome da ilha que estamos? Sim, mas não quero que ela apenas concorde por livre e espontânea pressão.

- Arquipélago Wushu é? Como eu pensei…

Mas essa inútil não sabe nem pra onde fica a cidade?

- Muito bem, eu te ajudo a encontrar o porto.

Novamente ergueriamos a sereia, colocando-a na palma da mão e estendendo o braço sobre minha cabeça?

- Consegue ver alguma coisa?

Caso a resposta dela fosse negativa a jogaria o mais alto que conseguisse.

- E AGORA?!

Gritaria perguntando com ela ainda em ar, esperando o momento certo para apanha-lá de novo antes que o plano original se suceda e eu tenha um patê de sardinha.

Caso ela conseguisse ver algum porto ou cidade, a deixaria largada no mesmo canto onde encontrei, dando prosseguimento a civilização.

- Valeu!

Faria o mesmo caso não tivéssemos resultado algum, exceto que andaria pela costa em busca do porto como ela havia dito.

- Hãn? E o que eu ganho com isso? Eu já te ajudei agora se vira. Você tem pern… Tenho certeza de que você consegue se arrastar por aí. - Responderia caso ela reclamasse que eu estava partindo ou me pedisse para levá-la junto.

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Inventário

Berries:
50.000

Personagem

Vantagens:

• Boa Aparência
• Ambidestro
Adaptador


Desvantagens:
• Múltipla Personalidade
• Devoção (Encontrar as Relíquias do Ragnarok)
• Fantasia (Escreve no próprio idioma / Estou usando a Cifra de César de 3)

Perícias:
• Astrologia
• Navegação
• Pilotagem

Ofício: Navegadora

Build

Dano - Habilidoso
Acerto - Normal
Pontaria - Inábil
Esquiva - Inábil
Bloqueio - Normal
Resistência - Normal
Objetivos

• Encontrar os Outros
• Aprender Hamon (Fazer a quest)
• Comprar um diário e caneta (tamanho gigante)
• Conseguir um barco
• Me divertir





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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood EmptySeg 27 Jan 2020, 12:42




Os homens não puderam de estar levemente confusos com as palavras de Masaki visto sua forma peculiar de se expressar. Um dos velhos até mesmo olhou para o outro, o primeiro dando os ombros enquanto o segundo meio incerto dizia. - Acho que ela disse que vai fazer um show para nos agradecer e que não temos muito isso aqui. - O segundo concordou, enquanto o dono da estalagem sorriu acertando o punho fechado na palma da outra mão em súbita compreensão. - AHHH, é claro que sim sem problemas, pode contar comigo. - Novamente ele pareceu excessivamente empolgado.

- Hiiii, vai ser um prazer. - Respondeu o dono ao ser-lhe pedido que focasse sua visão. - EI, EI, EI SEU PERVERTIDO. - os dois velhos riram, mas o dono ainda lhes ignorou e manteve seus olhos concentrados nas asas da anja a sua frente, pois afinal como ele poderia não obedecer tal graciosa criatura que era quase tão adorável quanto a sua maravilhosa filinha.

Tomado em sua concentração tudo que ele ouvia era a voz da fofa garota que nesse momento permeia-se pelo seu subconsciente nas braças de sua alma. Os velhos mantiveram-se atentos a Victor, o dono do lugar que começava nesse momento a piscas e bocejar.

*Clap*

Uma bolha imediatamente formou-se no nariz, a cabeça de Victor caiu para trás e um leve chiado começou a ser imitido por sua respiração que inflava e murchava a bolha.

- Ei, ei… Ele dormiu mesmo. Hahahahahaha. - o velho 1 cutucou o dois enquanto ria. - Hahahaha, tem que ter uma mente muito fraca pra cair numa dessas. - O comentário não era uma critica quanto as habilidades da pequena garota e o velho rapidamente buscou evitar esse mal entendido. - Não me entenda errado. Só quero dizer que tenho certeza que não importa a sua habilidade eu certamente não adormecerei. - ele estava de braços cruzados acenando para si mesmo em plena confiança.


- Hahaha, isso. Faz ele parecer uma cacatua. - comentou o velho dois ao ver Rim bagunçando o cabelo de Victor.

As palavras seguintes de Rim não puderam deixar os velhos mais contentes, estes sorriram cumpliçamente para a jovem.


- CARAMBA. - O dono levantou-se e parecia muito assustando e até mesmo aflito. - DESCULPE MASAKI-CHAN PARECE QUE EU ACABEI PEGANDO NO SONO E NÃO VI SUA APRESENTAÇÃO… ME DESCULPE POR FAVOR.

Ele sentou-se novamente parecendo atordoado. - Não achei que tava tão cansado. - Lamentou. - Você se importa de servir um café para nós Masaki-Chan? Esse fica por conta da casa como pedido de desculpas por ter estragado o show.

Os dois velhos se olhavam e riam enquanto Rim ia para o outro lado do balcão para servir os cafés. - O que vocês estão rindo tanto? - Victor perguntou confuso. - Hahaha, nada. Não se preocupe com isso. Ei mocinha, coloque um pouco de rum no meu. - No meu também. - Disseram os velhos.

- Você sabe por acaso tocar e cantar? Esse lugar aqui bem que anda precisando de uma música pra atrair mais gente.

- Seria bom mesmo, tem vindo cada vez menos gente beber a noite. - reclamou o dono, mas que agora parecia ter perdido um pouco do bom humor devido ter perdido o truque de Rim.

Após a quase certa negativa de Rim o velho dois diria. - O Velho Toby ainda tem aquele violão velho não tem?

Eles começaram a conversar entre eles e durante isso Rim foi capaz de descobrir que havia um velho músico vivendo na vila, mas que depois de ter perdido a mão em um incidente ele não foi mais capaz de tocar, mas talvez estivesse disposto a ensinar a jovem e talvez vender/emprestar o instrumento.

>><<

Distraidamente a sinera deliberava com o caranguejo, fato este que chamava a atenção da gigante ali perto para a sua existência. Sky podia ver claramente, mesmo com a chuva, que a sirena parecia falar com alguém, mas não conseguia distinguir as palavras na distância que se encontravam. Aproximou-se…. Bom, talvez isso seja um eufemismo afinal… Ela deu 2 passos.

Já com a gigante próxima a sirena começava a se aproximar, mas no momento em que estava terminando foi capturada pela mulher colossal e igualmente a um peixe foi arrematada por sua cauda o que lhe fez alongar o Prazeeeeeeeeeer enquanto sentia um frio na barriga ao seu posta de cabeça para baixo frente a frente aos olhos da guerreira de Elbaf.

Mas…. por mais que Honua tentasse a sua ouvindo continuava a apenas lhe olhas com um semblante intrigado o que só contribuia para aumentar o nervosismo do pequeno caranguejo que já começava a gritar se despedindo…. Ou talvez fosse apenas outra piada ruim.

E talvez fosse um final previsível e felizmente para ela a serpente já não estava mais ali, mas em sua queda acabou aterrisando próximo a um polvo que parecia igualmente indignado… Na verdade o polvo estava segurando em seus tentáculos uma pedra que parecia muito com uma faca enquanto fazia sinais agressivos na direção da gigante que começava a caminhar para longe.

Talvez fosse aquela história de uma mão lava a outra, eu te ajudo aqui, você me ajuda dali que eu te ajudo daqui, mas fosse o que fosse agora tinhamos uma estátua da liberdade mais sexy que ao invés de uma tocha sustentava uma sereia… Em minha humilde opinião isto era de fato muito melhor.

Novamente para infelicidade de Honua tudo que ela era capaz de enxergar, mesmo quando erguida era apenas árvores que conseguia ver. Havia um pequeno agrupamento de rochas a direita enquanto a esquerda parecia haver árvores e nada mais. A frente a visão era igualmente assim a não ser por uma montanha que conseguia enxergar a sua diagonal esquerda e assim de forma inocente acabou negando para a giganta, afirmando que não via nada de mais.

E AGORA? - Vocês já viram um peixe voar? Naquele dia chuvoso era exatamente isso que estava acontecendo e qualquer um que estivesse assistindo iria provavelmente duvidar de seus olhos.

Tirando o susto, o inconveniente, a roupa sexysamente colada no corpo ela finalmente podia ver algo. Também ao lado diagonal esquerdo, na direção da montanha parecia haver um rio e ao lado deste rio o que parecia ser uma estrada de terra.

Mas como tudo que sobe uma hora desce não poderia ser diferente para nossa aeromoça de cauda. Ao cair Honua foi prontamente apanhada pela gigante, mas o susto junto ao impacto a fez descarregar sua energia. Bom…. não que isso possa realmente ferir em demasia uma giganta, mas… Sabe? Água do mar, maresia, choque e cabelos? Não é uma boa combinação e por isso ao final do golpe elétrico o cabelo de Sky ficou parecido com uma peruca de palhaço. Era realmente um incrível black power rubro.


Após um período mínimo de "paralisia" a BlackPowerRubra Sky largou a sereia de volta na areia de onde a juntou.


Por fim sabiam aproximadamente por qual direção devem ir, mas não havia realmente um caminha para chegar até lá que não fosse por dentro da floresta densa, mas ainda encontravam-se em um impasse na formação desta dupla….Dupla? Talvez Trio? Certo, ou talvez Honua começasse a considerar a proposta to polvo e sua faca de pedra.



















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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood EmptySeg 27 Jan 2020, 15:56


A Feiticeira, a Louca e a Deusa

- Ela te jogou também? A gente poderia juntar em cima dela com todos os peixes com quem fez isso… Peixe é melhor do que gente, Polvo o que tem a dizeeeer? - Com o olhar estático e meio rosto por fora da água, tentei falar com aquele polvo em “peixês” ou será se eles preferiam “polvonês”? De qualquer modo, entendo a indignação do octopus, se arremessado na água não é bem agradável assim, por sorte eu não perdi as minhas coisas no momento que fui arremessada, já que tinha às perdido um pouco antes. Mas o Karma meus amigos, é uma coisa que cobra!



- Agora SIM! ESTOU CONSEGUINDO VER!- Exclamei lá do alto, a vista parecia tão bonita de lá, a chuva e os pingos vinham mais lentos e por alguns instantes pude sentir o ar revirando o estômago, coisa esta que segundos depois passou a me assustar - Acho que a gente tem que ir para o NOROOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOooooooesssss - Eu estava caído? Tudo não passava de um tempo incansávelmente torturante, era como poder assistir sua própria morte de fora do corpo, sabendo que a hora vai chegar logo, mas os segundos são tão lentos quanto horas.

Acho que vi vovó do outro lado, Sebastião, uns amigos tritões que fiz pelo caminho, todos brilhantes e azulados como boas auras emitem, misturados ali haviam outros mais esbranquiçados, como detonava a presença de um espírito neutro, não pendendo para uma assombração, mas também não chegando perto de ser um familiar ou ser iluminado [...] Estando pronta para me juntar a eles, “minha hora chegou mesmo?” perguntei à vovó, mas foi então que algo me puxou de volta para o corpo, não era o momento de partir ainda, mas eu profundamente acreditei que aquele seria meu fim, claramente assustada com a adrenalina correndo, soltei aquela estática como um reflexo, sentia meu corpo quase todo dormente - Geez, zzz, eu tô… viva? Tá, certo eu tô bem, eu tô bem eu tô em eu tô bem [...] - Agora mais do que antes, considerava a proposta do polvo, gigantes eram tão arrogantes assim mesmo? -

- Eu falei não falei? Eu falei que gigantes não eram flor que se cheire não falei? Falei s… HÁ, OLHA O CABELO DELA, Parece até um pirulitão! - Sebastian dava as caras de ligeiro outra vez, agora com o sorriso malicioso no rosto esperando que eu concordasse que ele estava certo, mas veja pelo lado bom agora você sabe o caminho - Mesmo que aquele positivismo todo fosse inoportuno na maioria das vezes, agora eu tive de concordar balançando a cabeça que, pelo menos, sabíamos para onde seguir.

- Ahem! *Pigarro* Sim eu consigo fazer isso por causa da minha… parte peixe eu diria - Olhei para baixo levantando as pesadas túnicas ensopadas com água, mostrando a ela a parte inferior da cintura.

- Noroeste - Daria as instruções para a giganta, caso ainda sim minha oferta fosse recusada quanto aos pedidos para me levar junto, faria então apelo para o seu emocional, se é que havia algum, mas algo me fez lembrar do verdadeiro motivo para ela ter me ajudado antes - Pense bem, essa floresta é muito densa, vai precisar de mim para ver se o caminho é o certo, se você se perder vai fazer o que? Dar uns pulinhos e se encontrar? Subir nas árvores? - Cruzei os braços fazendo pose, como ela fez - Ainda mais, eu vi o caminho, devem haver muitos outros por aqui, mesmo se tiver sorte de encontrar algo ainda vai estar completamente perdida -

[...]

Caso ela aceitasse saltaria em felicidade pulando para agarrar suas pernas para que pudéssemos seguir em frente - E então, você é caladona assim mesma? Você podia sei lá, me contar um pouco de onde vem, o caminho é longo até lá, acho que deveríamos aproveitar isso para passar o tempo - Guiá-la-ia pelo caminho a frente, esperando que seguindo por noroeste (ou diagonal para esquerda -.-) chegaríamos logo, iria me guiar tentando encontrar a montanha ao longe ou ouvir o som do riacho.

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Última edição por Johnny Bear em Seg 27 Jan 2020, 17:38, editado 1 vez(es)
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