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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 [LB] O Florescer de Utopia

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AutorMensagem
ADM.Tidus
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MensagemAssunto: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 8 EmptyTer 14 Jan 2020, 18:13

Relembrando a primeira mensagem :

[LB] O Florescer de Utopia

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro Calros Lazo. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Kekzy
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Tenente


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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 8 EmptyQua 04 Mar 2020, 21:06





"É como se me visse em um espelho" - não obstante as notórias diferenças em nossas aparências, o espírito que o soldado emanava era algo que relembrava os meus mais bravos sonhos — Soldado Ishisaki... é um senhor difícil de alcançar. Gostaria de conversar com você em outro momento. Afinal, a hierarquia é uma distinção, muitas vezes injusta... temo que você tenha que andar por um caminho solitário, se busca que cessem todas as distinções. No mais, é um sonho honrável. Um sonho justo. E, se é justo, também é o meu, pois um caminho lídimo é tudo que busco nessa vida - pontuava — Vejo que o tempo o marcou com austeras cicatrizes. Espero que sejam marcas de justiça ou, senão, que ao menos o lembre disso. Um dia, farei parte destes grandes generais que guiarão a marinha para uma nova época de justiça. Posso dizer que também espero contar com um soldado tão dedicado quando a hora chegar - daria as minhas últimas palavras.


[...]

Minha chegada ao refeitório era marcada por um gracioso reencontro. Tal como a bandeja que caíra, os meus braços cediam ao lado do corpo, molengas como ferro quente, que me trazia uma sensação calorosa, a qual sequer conseguia entender como era possível senti-la. Ergui as minhas mãos timidamente, colocando-as nas costas de Amanda e, em seguida, lentamente a envolvi em meus braços. "O meu lugar. Aqui é realmente onde pertenço" - pensava — Vocês... não vejo como poderia seguir em frente sem vocês - abaixava a cabeça, estendendo o braço para Gunter, a fim de que ele pudesse participar daquele momento familiar — As coisas estavam bastante agitadas, Sargento Amanda... Mas eu também senti a sua falta - trazia a sua cabeça para mais perto de meus ossos, reconhendo que havia falhado como amigo, mas mal havia tido tempo para respirar desde o meu regresso. Utopia estava uma loucura, tal como a minha vida - ou melhor, segunda vida.


Com a minha segunda família reunida novamente, seguia rumo às salas de interrogatório, caminhando pelos estreitos corredores do Quartel General — Mais um reencontro de muitos, eu espero - comentaria ao ver novamente os meus novos companheiros. Sentia um impasse, mas logo adiantaria — Possuo a técnica necessária para interrogar um apenado, se me permitirem - não conhecia as habilidades dos marinheiros que havia conhecido há pouco, mas podia confiar na minha — A Sargento Amanda também possuem experiência, tal como o Tenente Gunter - acrescentava; afinal, Amanda havia sido uma agente do Governo Mundial e Gunter saíra de um bem sucedido interrogatório há pouco.


Esperava com isso, obter o consentimento dos demais para interrogar a revolucionária. Assim, também aguardava boas notícias - as quais não vinham — Sargento Calros! - chamaria a sua atenção — O que está sugerindo?! - apesar da ponderação entre as palavras, o que o Sargento dizia era grave. A acusação podia ser velada, mas ainda era grande — Sargento Calros, confiarei em sua intuição, diante dos elementos expostos... - suas palavras eram como um balde de água fria. Havia sentido que o Soldado Ishisaki era especial, mas não dessa maneira. Após depositar tantas expectativas nele, a última coisa que desejava era que fosse um traidor — Amanda... Gunter, vocês já tinham visto um soldado com duas grandes cicatrizes no rosto e com o cabelo na altura da cintura? Posso dizer que é possível que a maior parte do tempo ele esteja de boné, escondendo o cabelo volumoso - indagaria aos meus companheiros. Se a resposta fosse negativa, meu temor aumentaria ainda mais — Sargento Amanda... Sei que a chamei para outro assunto, mas não vejo alguém mais capaz do que você para isso, levando em conta sua história - daria uma breve pausa para absorver as informações — Preciso que descubra o paradeiro do Soldado Ishisaki e se ele está tramando alguma coisa. Essa é uma missão oficial da marinha. Reporto que ele foi visto pela última vez próximo à sala da Capitã Katt. Temo que ele já possa estar do lado de fora, mas temo mais ainda se estiver do lado de dentro - designaria a missão para a minha confiável amiga. O trabalho de um Tenente ia além de atuação em campo, era preciso gerir os subordinados, uma aptidão que havia conhecido bem em Lvneel¹.


Ademais, as palavras do domador de aranhas haviam me chamado a atenção. "Conhece a revolucionária Katherine Silvertone, hum...". Pretendia passar aquela história a limpo no futuro. Por enquanto, apenas me manteria atento até que me situasse após o interrogatório da revolucionária. Sabia que o mar era uma loucura e seria hipócrita de minha parte ser tão precoce, visto que um de meus melhores amigos - Kurai Hoshiken - se tornou um pirata. A vida era uma caixa de surpresas e, na verdade, estava curioso em saber como era a relação de ambos, visto que minha primeira impressão do Sargento havia sido de um homem íntegro e compromissado com a marinha, como demonstrava ser ao observar as estranhas ações do Soldado Ishisaki - ao menos, assim esperava.


Diante da nova informação, assentiria com a cabeça para o Sargento Calros — Se você acha que é capaz, confiarei em você. Abdicarei do interrogatório e irei investigar essa situação - determinaria. Volveria meu olhar para Gunter, olhando em frente ao corredor — Vamos nos separar e procurar vestígios - dizia — Contate-me por Den Den Mushi, qualquer coisa. Continuo com o mesmo amiguinho - informaria, dando meia volta e seguindo corredor adentro. "Quem mais poderia saber algo sobre o Soldado Ishisaki?!" - se ele era um homem que ocultava sua identidade, seria difícil que qualquer soldado comum o percebesse. "Alguém que não seja facilmente percebido, mas perceptivo... alguém que não atrairia tanto interesse..." - ponderaria, agitando as mãos, enervado. "Ryu! O pequeno Ryu! Quem mais poderia passar despercebido?!" - sentia como se tivesse tido um pensamento brilhante, alternando a cabeça entre os caminhos dos corredores. "Onde achá-lo!? Nesse horário, se a Amanda estava no refeitório, por que não alguém mais jovem e com mais necessidades e desejo de crescer?" - a este momento, voltaria para o refeitório, em busca do pequeno Ryu.


"Se ele não souber, ao menos poderá ser mais um olho e ouvidos..." - pensava. Frustrada a minha tentativa de localizá-lo, iria até o pátio do QG, onde treinávamos; senão, em uma possível biblioteca, onde era calmo e um garotinho podia fugir do clima tenso do quartel. O ponto é que vasculharia todos os locais que achava provável, a fim de encontrá-lo — Pequeno Ryu, este velho esqueleto precisa de sua ajuda. Você viu ou escutou algo estranho recentemente? - faria minha primeira indagação, começando por algo genérico, a fim de não perturbar sua percepção — E sobre um homem com cicatrizes no rosto e cabelo grande? - perguntaria, nem tão esperançoso com a resposta — Soldado Ishisaki... Ishisaki... Será que ele está relacionado com Os Números? Como? - falaria em voz alta para mim mesmo, com a mão apoiada em alguma superfície próxima, pensativo — Alguma notícia? - pegaria o meu Den Den Mushi e procuraria manter o contato com Amanda e Gunter, falando baixo, a fim de não atrapalhar uma possível perseguição.





¹ Na aventura [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] eu gerenciei o QG junto da NPC Elena - que consta em minha ficha, creio que na área de players, porque era a personagem do Van - e do Capitão Eric, pois alguns marinheiros de alta patente haviam sido excomungados após a revelação de um esquema de corrupção.





~ Histórico ~



Nome do Player: Karyo Shen
Nº de Posts: 09
Vantagens: Liderança; Adaptador; Voz Encantadora; Ambidestro.
Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia; Mecânica; Interrogatório e Arrombamento.
Ofício: Ferreiro.
EdC: Ceifador

Ganhos:
Perdas:

NPC's: Tenente Erza Scarlet; Tenente Helena; Sargento Golden Afro; Soldado Ishisaki.
Players Tenente Laith Kinder; Sargento Calros; Katherine Silverstone.
Extras: Utopia (30/30)







Objetivos


Spoiler:
 

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ADM.Noskire
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 8 EmptySex 06 Mar 2020, 21:23



— N A R R A Ç Ã O —

Katherine tentava atrair a atenção das vozes no fim do corredor, sem conseguir compreender bem o contexto da situação. — Shh! Vai atraí-los! — A mulher procurava por algum objeto para fazer barulho, mas não havia nenhum na cela. E ao procurar em si própria, percebeu que todos os seus pertences haviam sido confiscados pela marinha, muito provavelmente antes de acordar na sala de interrogação. Sem objetos, gritou. — Calada, vadia! — Gritou outra voz, embora soasse similar a primeira. Mesmo assim, ninguém surgiu a frente da mulher.



A Major podia ouvir uma espécie de chiado, seguido de um leve estrondo, repetidas vezes. O som era baixo e abafado, vindo do mesmo local que as vozes, com a voz do homem mais estressado apressando o outro. — Ainda falta muito tempo? — Após mais um chiado e um estrondo, o segundo respondeu: — Você sabe que eu preciso parar para falar, não é? — Apesar da resposta atrevida, seu tom era… leve, como se tivesse medo de contrariar o dono da outra voz.



Enquanto isso, no corredor, Calros notava o desaparecimento do soldado e comentava suas suspeitas com os demais. Enquanto Laith dava de ombros e andava até o Golden Afro, Erza olhava para o lado e indagava: — Oi? — Ela olhava para a parede durante alguns segundos antes de olhar para trás, girando em torno de si mesma. Parecia procurar algo, ou alguém, mas sem ninguém ao seu redor, a ruiva também deu de ombros e foi até Laith.



Gunter e Amanda negavam sobre conhecer um soldado com as características informadas pelo ceifador. Sendo assim, e seguindo a intuição do Sargento, Karyo não demorava a dar uma missão para a sua companheira. A mulher ria, a princípio, comentando: — Tsk… Tsk… Você não mudou nada... — Após bater continência, ainda com um leve sorriso no rosto, a mulher correu, desaparecendo pouco depois ao subir uma escada para o andar superior.



Após a partida da ex-agente, os demais puderam ouvir o relato do Golden Afro para o tenente Laith: — Sim, senhor! — Disse, antes de começar seu relatório: — Eu era um dos encarregados do cerco da ilha. Vimos uma escuna beirando a ilha, muito próxima da costa e sem seguir um rumo constante. Pensamos ser um navio a deriva e o navio em que eu estava foi o escolhido para investigar. — Parou por um momento, umedecendo os lábios com a língua. — Ao nos aproximarmos, vi algumas pessoas serem jogadas ao mar enquanto duas pessoas lutavam no convés. Eu pulei ao mar para salvá-los e ordenei que meus subalternos invadissem o navio e apreendessem o homem, o qual espancava uma mulher aparentemente indefesa.



O homem fez mais uma pausa, esta mais longa, novamente umedecendo os lábios e demonstrando nervosismo. — Infelizmente as aparências me enganaram, senhor! — Afirmou, baixando a cabeça levemente como forma de desculpas. — Os jogados ao mar eram revolucionários, assim como a mulher que apanhava! O homem que a espancava era um Caçador de Recompensa e levou um tiro devido as minhas ordens. Peço perdão novamente, senhor! — E, mais uma vez, ele baixava a cabeça, com seu Afro balançando suavemente à frente do tenente Laith. — Os revolucionários capturados são apenas escória. Um deles é um Cabo, mas está em coma, no momento. E outra é uma Major, a tal Katherine. A interroguei a pouco, mas não consegui tirar nenhuma informação útil da mesma, senhor! — E, outra vez, ele baixava a cabeça. Seu nervosismo era crescente e seus olhos pulavam de um tenente para outro. Era provável que o Sargento nunca tenha se visto diante de tantos superiores ao mesmo tempo, ainda mais tendo de explicar uma — ou algumas — de suas falhas para eles.



O Sargento Calros indagava o seu igual sobre o paradeiro de Katherine e sobre Alexander. Golden Afro respondia a primeira pergunta de imediato, pensando um pouco antes de responder a segunda. — A Major está presa no subsolo. Na sétima cela à esquerda do último corredor. Sobre esse tal Alexander… Não capturamos nenhum revolucionário com este nome, apesar de que alguns foram encontrados mortos na cidade e ainda não foram reconhecidos.



Calros explicava para os presentes que conhecia a Major e como isto havia acontecido. Karyo, o qual anteriormente desejava interrogar a mulher, abdicou dado os argumentos do sargento, e resolveu auxiliar Amanda na tentativa de encontrar o soldado perdido. Gunter fez o mesmo, seguindo seus próprios instintos. Laith, Erza, Helena e Calros permaneceram para trás, com o Sargento Golden Afro, desesperadamente querendo sair dali, e o soldado que o acompanhava, neutro. O soldado, portando um molho de chaves, informou: — Se quiserem, eu posso os levar até a prisioneira.



Enquanto isso, o esqueleto gigante errava pelos corredores do QG. Primeiro o refeitório, ainda cheio, mas não tão lotado. Depois o pátio, onde uma chuva torrencial castigava o solo de pedra. A seguir, a biblioteca, com uns três marinheiros aproveitando o tempo ameno e o som da chuva para se perder em algum livro. Saindo da biblioteca e pensando onde mais poderia ir, se esbarrou com o garoto no cruzamento de dois corredores.



O garoto começava a se desculpar, recuando alguns passos devido a trombada que levou, buscando entender em quem havia batido e, lentamente, elevando os seus olhos até alcançar os buracos negros a mais de dois metros e meio do chão, no crânio do esqueleto à sua frente. A expressão do garoto se transformou em um misto de medo e desprezo, desistindo de desculpar-se e dando a volta no akumado antes de ser percebido. Sua estratégia não foi muito efetiva.



Parando no meio do passo, o garoto ouvia o ceifador se dirigir a si, estalando a língua em reprovação e respondendo de imediato: — Se eu vi ou ouvi algo estranho? Serve você?! — Virava-se para o tenente, sabendo que não havia mais como fugir, e ouvia a segunda pergunta. — Pensei que você iria me obrigar a treinar de novo! Responder umas perguntas estranhas soam um pouco melhor… — Seu tom enquanto falava dava a entender que o garoto estava na dúvida se aquela situação seria realmente melhor do que treinar. — Bem, não vi ninguém assim. Por que? — O tenente ignorava a pergunta do garoto e fazia uma ele próprio. — Quem? Relacionado com o quê? — Ryu parecia atordoado, e ficou ainda mais quando o esqueleto o deu as costas e pegou seu baby den den mushi, falando com alguém e ignorando completamente o garoto. — Mas que porra?!



Do outro lado da linha, Amanda respondeu: — Fui… ado e bus… nas red... um... tário na chuv… segu... — Sua voz era cortada constantemente por chiados e, quando audível, era abafada pelo som da chuva. Além disso, ela parecia falar mais baixo do que o normal, dificultando ainda mais o entendimento da sua fala. Por fim, a ligação foi cortada. A seguir, o ceifador ligava para Gunter e ouvia como resposta: — Nada, e você?



Não tão distante de onde Karyo estava, Katherine ouvia novamente as vozes do fim do corredor. Desta vez, era uma terceira e nova voz, discutindo com a voz masculina mais grossa e ríspida, a mesma que havia mandado a Major se calar. — Mano, porque não convidamos a mulher para escapar com a gente? — A voz mal era audível por Katherine e a mesma precisaria fazer o total silêncio para conseguir compreender a conversa. — Enlouqueceu? — Ingadou a voz ríspida. — Pensa bem, ela é inimiga da marinha, assim como nós! — A voz ríspida respondia quase de imediato: — E daí? Não precisamos da ajuda de humanos! — E a outra voz voltava a argumentar: — E se ela não foi humana? — Um breve silêncio se seguiu, com o argumentador voltando a falar: — Se ela for uma de nós, ajudaremos uns aos outros. Se não, sairemos daqui com uma escrava! — Gargalhadas foram ouvidas e seguidas por mais um momento de silêncio, antes da voz mais ríspida gritar: — Mulher, o que você é?!


Legendas:
  • Civil
  • Marine
  • Revolucionário
  • Helena
  • Alexander
  • Günter
  • Amanda
  • Erza
  • Tritão
  • Capitã Katt

Histórico:
 

Personagens:
 

Moeda:
 

OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 8 EmptySab 07 Mar 2020, 07:49





Posts em Utopia - 45

Uma dupla de tenentes acabou por ignorar a minha teoria, porém, Karyo pareceu realmente levar a sério a minha acusação. Até porque ele desistia até mesmo de conversar com Katherine para procurar pelo soldado, enquanto eu, e pelo visto, Laith, Erza e Helena iríamos até a revolucionária. - Por favor. - Diria quando o sargento Golden Afro perguntasse sobre querermos ir até o local, indicando com uma mão para ele mostrar o caminho.

No caminho comentaria. - Você falou que não capturou nenhum revolucionário com esse nome. - Começaria. - Mas ele pode ter se passado por civil por ser de baixa patente, talvez até mentido o nome, todos eles mentiram o nome para mim quando nos conhecemos. - Diria tentando mostrar que talvez ele conhecesse sim Alexander, pois é muito estranho imaginar que ele não estaria com Katherine. Além disso, não queria acreditar que ele morreu mais cedo, minha mente se negava a acreditar que o homem que me salvara e eu salvara depois morrera. Ele é um pouco mais baixo do que eu. O cabelo é branco e tem uma franja bem grande. - Diria tentando ver se ele reconhecia essa imagem seja entre os sobreviventes, seja entre as vítimas, se ele reconhecesse e o sargento demonstrasse que o Alexander estava vivo, eu falaria. - Não sei o que ele te falou, mas esse é o Alexander e ele com certeza é revolucionário. Estava na base deles quando me sequestraram na ilha de Aracne. - Comentaria demonstrando que o homem provavelmente soube mentir para o oficial da marinha. O que provavelmente era fácil lembrando de como Alexander sempre ficava apático a tudo, com certeza é um ótimo mentiroso.

Caso chegássemos e estivesse tudo tranquilo, iria até a cela que o sargento indicou e ao chegar lá falaria. - Olá. Não pensei que te veria presa tão cedo. - Brincaria enquanto olharia para o estado dela, afinal, aconteceu um massacre, ela provavelmente não estava bem. Se ela estivesse bem machucada, eu perguntaria me aproximando um pouco das grades. - E então, quem foram os malucos que fizeram isso com vocês? - Meu tom seria amistoso, não que eu não soubesse que eles eram criminosos, mas havia percebido que eles não eram pessoas ruins.

E isso me faria pensar que era uma situação inusitada. Eles serem massacrados era bem estranho. Os únicos que eu vi cometendo um massacre como o descrito foi Himeriko e sua tripulação com a minha própria família e amigos. Tudo bem que este é um pensamento errado, afinal, aqui em Utopia houve um massacre, mas não cheguei a ver alguém matando várias pessoas, vi escravos, vi cadáveres, vi machucados, e haviam várias pessoas que fizeram isso tudo ocorrer, mas não vi quem fez isso tudo basicamente. Conheci o quê? Duas pessoas do grupo responsável?

Caso quando chegássemos no local onde Katherine estava, acabasse por a ouvir berrando que havia alguém tentando fugir, meu primeiro pensamento seria um simples quem diria. Quem diria que a revolucionária iria dedurar alguém. Olharia para os tenentes esperando ver o que eles como oficiais de maior patente ordenariam. - Vamos ter que cuidar disso antes imagino. - Falaria caso nenhum deles agisse ou falasse coisa alguma rapidamente. Se mesmo assim não fizessem anda, perguntaria em voz alta, se estivesse longe dela, caso não soubesse de quem Katherine estivesse falando exatamente. - Quem?

Se fosse óbvio o lugar que ela estivesse falando, partiria rapidamente na direção e tentaria ver o que os presos estavam fazendo para ela acusar os prisioneiros. Se os presos já estivessem até mesmo fora das celas, indicaria a bons metros de distância deles. - Que tal vocês se renderem para não termos que lutar? Vocês já foram presos uma vez. Temos pelo menos três tenentes aqui, vocês não vão conseguir fugir. - Aquela situação realmente seria uma novidade na minha cabeça, o meu tom seria irônico por puramente serem criminosos, mas esse tipo de fala parecia uma negociação justamente para pouparmos tempo e esforços desnecessários lutando, por isso não me agradava muito falar isso.

Não começaria uma luta naquele momento a não ser que me fosse ordenado. Ficaria preparado para lutar se fosse necessário, mas não acho que seria realmente algo desejado ali. Se eles estavam presos provavelmente não devem estar com toda sua força e provavelmente sem armas, mas era melhor analisar antes de partir para cima de quem quer que seja, afinal, como alguém foge de mãos vazias?

Caso a ordem fosse para lutar e eles estivessem basicamente livres no corredor, falaria rapidamente para Gwen. - Fique aqui atrás. - Indicaria para a aranha simplesmente ficar atrás na prisão, provavelmente no corredor ou no teto. E partiria na direção dos presos, como não havia muito tempo para um plano, iria tentar acertá-los antes mesmo deles sacarem qualquer tipo de arma que houvesse por ali para fugirem. Tentaria me aproximar o mais rápido possível, não me importaria muito com levar um soco ou algum tipo de golpe, o importante era eu acertar, por isso, avançaria sem medo e daria um uppercut no plexo solar ou no queixo de meu adversário mais próximo, dependendo unicamente de sua altura, ou seja, qual dos alvos fosse mais próximo de minha mão.



Histórico:
 

Ficha para ajudar:
 

Inventário Atual:
 

Objetivos:
 

Gwen - Pet Normal:
 

Quem dera fosse npc acompanhante:
 

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 8 EmptySab 07 Mar 2020, 15:20





O sargento Afro rapidamente dava seu relatório para os superiores ali presente, e apesar de não ter nenhuma informação detalhada, já era o suficiente para o ninja, o mesmo ao término do relato, simplesmente tocava no ombro do homem e fazia uma expressão de talvez compaixão, tentando diminuir um pouco da tensão presente no mesmo.


- Bom trabalho sargento, mesmo que tenhamos tido a baixa do caçador, saiba que a justiça foi feita, além disso, sacrifícios as vezes são necessários por um bem maior. Perdemos um defensor da ordem, mas conseguimos eliminar também revolucionários, de certa forma ganhamos. Não se preocupe com tais falhas, pense sempre no bem maior.


Se alguém que conhecesse Laith pessoalmente ouvisse isso com certeza estaria gargalhando o máximo possível, um maníaco extremamente individualista falar de justiça? Bem maior? Nem mesmo o melhor ator conseguiria ser tão sínico quanto o assassino dessa vez. Afinal, quantas vidas já tinha terminado? Marinheiros, revolucionários, agentes, tanto faz, o sangue de todos é vermelho, essa é a linha de pensamento que regia a cabeça da Serpente, presas são presas, e o predador é quem comanda elas, pessoas sem utilidades no caminho são pifeis e caso percam sua vida, é apenas uma consequência de um jogo maior.


“Aparentemente o Exército Revolucionário está fora da jogada, então a propaganda, se existe, está sendo feita para um plano maior, talvez uma etapa de virar a população contra a ordem, e criar a brecha que eles precisem pro objetivo final, de todo modo, seria interessante saber o que os revolucionários estariam fazendo aqui, ainda mais com essa chuva atrapalhando a investigação.”


- Agora, se puder nos instruir o caminho e nos acompanhar. O tenente respondia à sugestão do sargento e ao pedido de Calros, inclusive, perguntava-se como Helena estaria reagindo a toda essa história da revolucionária, afinal, se tivesse a mente feita pela corporação, ter um subalterno com relações íntimas com uma revolucionária de alta patente seria no mínimo duvidoso, colocando até mesmo sua reputação em risco.


Assim, o ruivo aproximava-se um pouco de Helena e acabava sussurrando em um tom mais baixo. – Tenente Helena, você conhece o sargento Calros a muito tempo? Desde que ele tem esse envolvimento com os revolucionários? Esperava ela responder, ou não, até que chegasse na área da prisão.


Chegando no local, caso ouvisse barulhos em excesso, ou então um grito de fuga ou algo parecido, imediatamente ordenaria. – Sargento Afro! Entre em contato com o tenente Shen e a capitã, informe a situação, rápido! Dessa forma, sacaria uma de suas ninjakens e a colocaria em posição de guarda, deixaria um leve sorriso escapar de seu rosto, afinal quem diria que estaria em uma situação de fuga de um QG como aquele? Da última vez só enfrentara um outro assassino de elite, do qual ainda queria uma revanche, dessa vez não teria mais dificuldades.


- Prisioneiros, vocês têm mais utilidade para nós vivos do que mortos, por isso colaborem, assim posso garantir suas vidas.


Caso os fugitivos optassem por entregar-se, ordenaria que o sargento Calros prendesse os mesmos, caso contrário, olharia para os presentes e com certa animação diria. – Parece que temos execuções para fazer.


Inicialmente, não avançaria, buscaria uma brecha nas ações dos marinheiros a frente para atacar, caso algum inimigo bloqueasse um golpe deles, ou desviasse, aproveitaria esse tempo para com velocidade correr e tentar desferir um golpe letal na lateral do corpo ou acertando a garganta, buscando debilitar o inimigo o máximo possível.


Agora, se não houvesse nenhuma fuga, acompanharia o sargento Calros em direção de Khaterine, mas no momento não faria nenhuma pergunta, apenas ouviria o que ela diria.





~ Histórico ~

Ganhos:
-> Uniforme de tenente { Sapato social preto, Calça social preto, Camisa social branca }
-> Baby den den mushi
-> Disfarce (camisa branca de linho e calça preta comum)
Perdas:
Posts: 10
Relações com personagens:
Spoiler:
 

~ Legenda ~

Fala: #DEB887
Pensamentos: #D2691E


objetivos:
 

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"Pague o preço do seu karma e aceite-o."
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Vincent
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 8 EmptyDom 08 Mar 2020, 16:23





Ninguém vinha me ajudar e a única coisa que diziam para mim era pra que calasse a boca, uma das vozes ainda me chamava de vadia. Ficar irritada com tais palavras era praticamente inevitável, afinal havia sido ofendida por eles “E você queria o que? Qualquer um que visse uma mulher gritar como uma louca a mandaria se calar, como sempre agindo como uma idiota” Azura também queria retirar minha paciência. Após isso, era possível ouvir alguns estrondos “O que será que eles estão fazendo?” pensava enquanto olhava pelas grades de forma curiosa tentando visualizar algo, talvez estivessem explodindo a cela. Depois de um tempo, os indivíduos voltavam a conversar e discutiam a possibilidade de me ajudar, isto é, se eu fosse uma de sua raça.

Ficaria pensativa por alguns segundos, eu obviamente não era humana apesar de parecer uma, o problema dessa questão era não saber o que eles eram. Mesmo diante desse impasse não optaria pela mentira já que poderia acabar em uma situação ruim - Eu sou uma celestial diria sem muito rodeio. Não existiam motivos para tentar uma troca parecida com a que havia sugerido ao marinheiro, afinal eles não poderiam me assegurar com toda certeza que sairíamos dali - Há algum problema quanto a isso? questionaria. Ainda estava um tanto irritada com eles e por isso se novamente voltassem a falar de me ter como escrava, mais uma vez gritaria desta vez denunciando sua possível fuga para os marinheiros - Ei marinha! Eles tão fugindo aqui! exclamaria - Vocês marinheiros vão deixar isso acontecer!? questionaria como se estivesse os provocando. Isso provavelmente despertaria a fúria dos fugitivos, mas nesse momento não estaria me importando muito com isso “No fim, você só vai estar ajudando seus inimigos” ela tentava contrariar meu plano “Fazendo isso, eles podem me soltar por ter um bom comportamento”  defenderia a minha ideia.

Caso eles realmente resolvessem me ajudar teria de agradecer pelo auxílio primeiramente - Muito obrigada diria de forma sorridente, ignoraria a raiva que estava sentindo momentos antes. Depois que saíssemos daquele lugar eu teria o meu acerto de contas com eles, mas por enquanto os ajudaria no que estivessem precisando para que nossa escapada fosse um sucesso - O que posso fazer? perguntaria me disponibilizando. Talvez não pudesse ser tão útil para o que eles estavam querendo naquele momento, mas poderia pelo menos agilizar a situação para que as coisas andassem de uma maneira rápida.

Se os marinheiros aparecessem com os meus gritos eu estaria praticamente matando dois coelhos com uma única cajadada, mesmo que os donos das vozes parassem o que estavam fazendo eu ainda havia conseguido chamar a atenção. Utilizaria isso com toda certeza ao meu favor - Parece que me enganei então sorriria fingindo que tudo aquilo fora um mal-entendido que eu havia causado - Mas, já que estão aqui podem me ajudar com uma coisa? perguntaria mantendo o sorriso no rosto. Ficaria em silêncio por alguns segundos para ouvir a resposta, se fosse positiva prosseguiria falando - Podem chamar até aqui o marinheiro Calros? ainda esperava que eles me ajudassem. Caso obtivesse uma resposta negativa tentaria outra forma, com isso buscaria convencê-los - Tenho algumas coisas para dizer a ele, além disso vou contar mais coisas sobre o interrogatório anterior que o outro marinheiro estava fazendo usaria todo o meu poder de convencimento para conseguir chegar na onde queria.

Quando o ruivo finalmente chegasse até mim esperaria pelo o que ele tinha a dizer para mim e então diria a minha resposta - Olá, eu também não imaginei que veria essa situação tão cedo até então as coisas só corriam de maneira insatisfatória - Alexander nos traiu... ainda sentia raiva dos atos do albino e tristeza pelas coisas que tinham ocorrido com meus companheiros, afinal tudo isso que acontecerá poderia ter sido contornado. Respiraria profundamente antes de continuar conversando com ele - Ele se revelou como uma pessoa ruim no fim das contas e decidiu por exterminar a grande maioria dos que estavam conosco diria de maneira pesarosa - No fim, um de seus companheiros deu a ordem para que ele fosse morto não ocultaria nada - É claro que Alexander era um caçador de recompensa e não estava fazendo nada ilegal ao tentar me capturar, mas eu simplesmente sequer poderia pensar em não resistir falaria em seguida - Eu menti, porém estava em um momento de desespero e ninguém mais poderia me ajudar, você sabe que não sou uma pessoa ruim diria por fim.





~ Histórico ~



Ganhos:
Perdas:
Posts: 15
Relações com NPC's:

~ Legenda ~


Pensamentos: Katherine - Azura
Fala (ambas)
Personalidade atual: Katherine  


Objetivos:
 

Perícias, Vantagens e Desvantagens:
 

Spoiler:
 

Npcs Comigo:
 

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Ato IV: Aranhas e mais aranhas
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Kekzy
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 8 EmptyDom 08 Mar 2020, 23:01





Refeitório. Pátio. Biblioteca. "Onde diabos este garoto pode ter se meti-?!". Como uma boa ironia do destino, o encontrava quando eu não sabia mais onde procurar — Ryu! - exclamaria — Espero que não tenha se machucado - estendia o meu braço em direção ao seu ombro, mas logo recuava diante da represália. "O que há com o garoto hoje?! Está tão grosso! E parece nada contente com os treinamentos... O que devo fazer? Há uma questão urgente para resolver! Não posso lidar com isso agora..." - não sabia que bicho o mordera; o tempo corria contra mim, mas o meu dever era claro — Conversaremos depois, após retomarmos o seu treinamento! - responderia, dispensando-o e seguindo o meu caminho.¹


Já no Den Den Mushi, entrava em contato com Amanda. "O que há com essa mensagem?! A chuva está tão forte assim?! Por que logo agora?!" - resmungava, apertando o caracol entre meus dedos. "Fui... ado? Emboscado? Não, não faz sentido... Ao telhado? Fui ao telhado... Amanda estava indo ao andar superior, então foi ao telhado! - desvendava a primeira frase daquela ligação interrompida. Tal informação já era útil, uma vez que tinha ciência da localização de minha companheira. "... 'E... bus... nas red..'. isso é... E buscando nas redondezas... Então, ela viu algo nas redondezas!" - a frase começava a fazer sentido. "'um... tário na chuv… segu...' Mas o que isso significa?! Um solitário... na chuva... me seguindo? Não, ela que deve estar seguindo alguém!" - não conseguia desvendar o restante, mas ao menos tinha uma noção do que estava acontecendo.


"Será que tem haver com o Ishisaki? Preciso tirar a contraprova agora!" - ponderava. Destarte, iria em direção ao escritório da Capitã Katt, batendo em sua porta três vezes, de modo educado — Tenente Karyo Shen, requisito um breve momento com a nobre Sra. - ao ser me concedida a entrada, indagaria — Peço permissão para acessar o registro de marinheiros listados neste Quartel General, se há um, ou indagar se conhece o Soldado Ishisaki. Talvez um soldado com duas notáveis cicatrizes no rosto e o cabelo grande, na altura da cintura? - perguntaria. Sendo-me concedido o acesso à dita lista, procuraria pelo nome do aludido soldado. "Ishisaki... Ishisaki... - passaria o dedo pela lista, em busca de seu nome. Após, tiraria as minhas próprias conclusões quando tomasse ciência dessas informações.


Independentemente do resultado, com os passos pesados e apressados, rumaria até a entrada principal do QG, onde esperava ter um contato melhor. "Soldado Ishisaki ou não, Amanda encontrou um ponto de interesse! - pegaria novamente o Den Den Mushi — Final não compreendido. Espero novas informações" - sussurraria ao aparelho, no aguardo de uma resposta. Tomaria cuidado para não comprometer as investigações de Amanda, não me comprometendo a falar mais.  Esperaria algum tempo, no aguardo de sua resposta — Amanda está no telhado e encontrou algo. Não sei o quê, a ligação estava cortada e caiu - ligaria para Gunter, no caso de uma negativa e, do contrário, repassaria para ele o que Amanda me informara.


Sem êxito em minha campana, faria meu caminho de volta às salas de interrogatório, a fim de acompanhar e descobrir se a tal revolucionária havia aberto o bico. "Espero que esteja tudo interligado... Seria um grande problema lidar com Os Números, As Moedas e, de quebra, Os Revolucionários... - só de pensar sentia uma leve dor de cabeça. "Malditos sejam!" - era a primeira vez que sentia tal sensação. Andava para lá e para cá, sem grandes avanços, como se estivesse vendado e tudo se movesse ao redor de mim. Cada vez mais sentia a pressão sobre meus ombros — Olhos abertos. Estou com uma péssima sensação... Gunter, você pode deixar algum de seus homens vigiando a sala da Capitã? A Moeda, você entende... certo? Afinal, ela ficou com a moeda? - tínhamos algo que Os Números queriam e tinha total ciência de que, hora ou outra, eles viriam até nós. Entretanto, não recordava, quem havia ficado com a maldita moeda?





¹ Deixo a nota para o Avaliador, caso conheça a obra, que essa relação é tipo a do Tenzei com a Korra, de Avatar, a lenda de... Korra. Eu sou o tutor do Ryu, meio que a contra gosto dele - na verdade, dela - mas que isso surgiu diante de uma necessidade, visto que a encontrei sendo agredida e judiada por uns valentões, tomando conhecimento que ela tem sonhos (não sei quais), mas não tem a força necessária para alcançá-los ou protegê-los, assim como para as pessoas que ama ou amava (seus pais, que não sei o que aconteceu com eles). Então, foi tipo a Korra reclamando do treinamento pra aprender a dominar o ar e o Tenzei indo resolver as paradas da Cidade República.





~ Histórico ~



Nome do Player: Karyo Shen
Nº de Posts: 10
Vantagens: Liderança; Adaptador; Voz Encantadora; Ambidestro.
Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia; Mecânica; Interrogatório e Arrombamento.
Ofício: Ferreiro.
EdC: Ceifador

Ganhos:
Perdas:

NPC's: Tenente Erza Scarlet; Tenente Helena; Sargento Golden Afro; Soldado Ishisaki.
Players Tenente Laith Kinder; Sargento Calros; Katherine Silverstone.
Extras: Utopia (30/30)







Objetivos


Spoiler:
 


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ADM.Noskire
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 8 EmptyDom 22 Mar 2020, 21:15



— N A R R A Ç Ã O —

O Sargento Golden Afro ficava ainda mais tenso quando o Tenente entendia erroneamente que o Caçador havia sido morto. O tiro havia atingido a sua perna, mas no fim não tinha sido nada grave. Indeciso entre corrigir ou não seu superior, após palavras tão gentis, o sargento permaneceu calado e liderou o caminho de volta a Katherine.



No caminho, o sargento Calros comentava com o outro sargento sobre o revolucionário Alexander e citava, inocentemente, a sua aparência. Golden Afro brecava no caminho e se virava lentamente, suando como um porco e de olhos arregalados. — Você acabou de descrever o caçador Jonas! — Murmurando algo, o marinheiro levava a mão ao rosto, incrédulo. — Eu o deixei ir sem verificar, já que a sua história casou tão bem com o ocorrido! Mas que merda! A revolucionário ainda falou sobre um traidor, mas eu não entendi e, pra ser sincero, sequer acreditei nela. Merda! — Xingava novamente, andando de um lado para outro, perdido. — Eu preciso avisar os demais sobre meu erro, talvez ainda consigamos prendê-lo antes que ele fuja de Utopia! — Com isso, o sargento batia uma rápida continência e corria, deixando os quatro superiores nas mãos do soldado que o acompanhava. Tossindo, meio sem jeito, o soldado indagava: — Vamos?



Laith Kinder aproveitava a caminhada pelos corredores para se aproximar da tenente Helena e indagar sobre o sargento. — O conheço a poucos dias e admito que a sua associação com os revolucionários me incomodou. Mas tal associação foi inesperada e sob circunstâncias… complexas. O Sargento também não cometeu nenhum crime ou realizou nenhum ato que comprometesse a sua fidelidade à organização, então não tenho nenhum problema com isso. — Sua voz era suave e, tão logo respondeu o tenente, apressou seu passo para se afastar do mesmo, aproximando-se do soldado guia e comentando algo com ele.



Alguns andares acima, Karyo Shen batia à porta da Capitã e adentrava após um breve sinal da mesma. A mulher estava sentada, curvada sobre diversos papéis sobre a sua mesa, enquanto seu leão dormia ali no canto. — Acabo de falar com o tenente Elrick, como requisitado pelo sargento Lazo. O corpo do Número 5 não foi encontrado e os Números 8 e 10, vistos na ilha, sumiram como se nunca tivessem sequer existido! — Bateu com o punho sobre a mesa, estressada, causando um leve sobressalto em seu animal, o qual não demorou a voltar a dormir.



O ceifador ouvia a capitã e logo fazia o seu pedido. Ao mencionar o nome do soldado, a mulher levantava seu rosto e encarava o tenente com espanto. — Ishisaki? — Sua voz saiu quase num sussurro, trêmula. — Impossível! Ishisaki era um Agente Superior, temido quando vivo e uma lenda após sua morte em combate. Se algum marinheiro se alistasse ou chegasse a Utopia com esse nome, eu saberia. — Após um momento calada, a mulher murmurou para si mesma: — Ainda mais tão similar à ele... — Sem mais, o tenente saia da sala, passando pelo sargento Golden Afro que freava bruscamente em frente à sala da capitã e adentrava, ofegante. Karyo conseguia ouvir, antes de se afastar: — Capitã, me perdoe, mas cometi um erro!



Já no subsolo, na prisão do QG, Katherine respondia os tritões, indicando sua raça, e um longo silêncio seguia, com os homens peixe ponderando sobre as implicações daquilo. Impaciente, a mulher gritava novamente, sendo respondida pela voz mais rude do grupo: — Calada, vadia! Vivendo tão longe do mar você não serviria nem de escrava! — Os outros riam da resposta do seu líder e o mesmo cuspia, demonstrando todo o seu apreço pela mulher. Katherine, por sua vez, voltava a gritar, denunciando o plano dos tritões, que começavam a bater nas grades e gritavam em resposta. — Vou te matar, desgraçada!



Passos ecoavam do início do corredor e passavam apressados pela cela da Major, seguindo até a última e mais reforçada cela, a qual continha os tritões algemados e encarcerados. A cela era escura, o metal da grade era reforçado, as paredes eram maciças e não havia janelas. Deveria haver um sargento de cada lado, ambos armados com lanças, em uma distância segura de dois metros da cela. No entanto, os dois homens estavam caídos no chão, vivos, mas inconscientes. Um deles estava a dois metros da cela, como se tivesse dormido em seu posto, já o outro estava próximo da cela, com sua lança partida em dois ao seu lado.



Os dois tritões se encontravam sentados e encostados na parede mais afastada das grades e, apesar dos marinheiros se prepararem para o combate, os homens peixes sequer esboçaram reação. O tritão mais musculoso demonstrava um sorriso malicioso e comentava: — E pensar que fomos capturados por vocês… Um caiu no sono em pleno serviço e o outro tropeçou e caiu de cabeça, apagando sozinho! — O outro tritão, mais magro e de focinho comprido, tentava suprimir uma gargalhada, sem muito sucesso.



A tenente Helena era a primeira a falar, ordenando ao soldado que os acompanhava: — Leve o mais ferido à enfermaria e avise a Capitã sobre o ocorrido. Eu ficarei como vigia até alocarem outros marinheiros para cá. Um tenente, no mínimo! — Informava a mulher. Erza também dava um passo à frente, apontando para o canto da cela de forma quase imperceptível e sussurrando. — Há um terceiro ali! — E, caso olhassem na direção apontada, veriam um brilho destoando da escuridão da cela, tal brilho devido a oleosidade da pele do terceiro tritão, oculto nas sombras salvo tal detalhe. — Ficaremos aqui, por enquanto. Sargento Lazo e Tenente Kinder, terminem o interrogatório por nós, por favor.



Os dois marinheiros voltavam até a cela da Major, com Katherine reconhecendo o Sargento Lazo. Os dois conversavam quase como amigos, ignorando as grades que haviam entre eles e a rixa — para se dizer o mínimo — que havia entre as suas organizações. Laith Kinder permanecia impassível, mais atrás, apenas escutando no momento. A revolucionário resumia o que havia ocorrido e citava a traição do loiro para Calros, embora desse a entender que o mesmo havia morrido, o que não foi o caso.



Já na entrada do QG, com a chuva torrencial à sua frente, Karyo Shen tentava a sorte mais uma vez, ligando novamente para Amanda em busca de informações. A ligação era atendida, mas o único som que vinha do pequeno caramujo era da chuva. Quando estava prestes a desligar, era que a voz da sargento finalmente era ouvida. — Karyo… — Sua voz estava fraca, quase inaudível. — Socorro...



Legendas:


  • Civil
  • Marine
  • Revolucionário
  • Helena
  • Alexander
  • Günter
  • Amanda
  • Erza
  • Tritão
  • Capitã Katt


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Avaliação florescer

— Pepe —


Perdas:
● Carta misteriosa Ok
● Garrafa com água 7/10 Ok
● 150.000 berries Ok
● Um cacho de uva e uma maçã Ok
● Corda. Ok

Ganhos:
● 1 Missão Concluída (Proteção de pequena área [rua]) Ok
● 60.000 berries (Missão, cair no banco) Ok
● Moeda (Pátina de Cobre) [Quest] Ok
● Baby Den Den Mushi Ok

Relação de personagens:
● Ele mesmo fará!

Exp:11xp
EdC: 11xp


— Vincent —


Perdas:
● Todo o seu Inventário e Armas (Confiscado pela Marinha) Ok

Ganhos:
● - x -

Relação de personagens:
● Ele mesmo fará!

Exp: 9 xp
EdC: 9 xp


— Midnight —


Perdas:
● - x -

Ganhos:
● Baby Den Den Mushi Ok

Relação de personagens:
● Ele mesmo fará!

Exp: 7 xp
EdC: 7 xp

— Kekzy —


Perdas:
● - x -

Ganhos:
● - x -

Relação de personagens:
● Ele mesmo fará!

Exp: 7 xp
EdC:  7 xp
Akuma:[b] 4 xp
[b]Rokushiki:
4 xp


Localização: 3º Ilha — 7º Rota — Utopia

Quantidade de posts do(s) Narrador(es): Noskire: 20 post ( 4 créditos)

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