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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 [LB] O Florescer de Utopia

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 7 EmptyTer 14 Jan 2020, 18:13

Relembrando a primeira mensagem :

[LB] O Florescer de Utopia

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro Calros Lazo. A qual não possui narrador definido.


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Vincent
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 7 EmptySeg 17 Fev 2020, 19:17






Ao abrir os olhos podia sentir as dores em meu corpo provindas dos machucados causados por Alexander. Eu estava sentada em uma cadeira, mas não conseguia me soltar das algemas e quando alguém aparecia ali me ignorava totalmente. Algum tempo depois aparecia um marinheiro de aparência curiosa, o que complicava a minha situação ainda mais - Eh... Olá? falaria mostrando que estava confusa diante de suas palavras. Ao que parece ele havia realmente acreditado em minhas palavras e salvará a todos nós, além de ter dado a ordem para que atirassem em Alexander. Mas, ele havia descoberto a minha verdadeira identidade e pretendia me colocar em Impel Down por conta dos meus crimes.

Minha primeira reação as suas palavras seria suspirar em alívio já que eles haviam salvado os meus companheiros - Ufa, ainda bem que eles estão a salvo sorriria em seguida. Após isso teria de advogar a minha própria causa para que não acabasse indo para a prisão - Olha, eu não queria que as coisas chegassem a esse ponto faria referência a fala sobre o albino - Sei que menti, mas não poderia simplesmente deixar que aquele sujo traidor conseguisse o que queria me explicaria - Ele ainda matou pessoas inocentes! Que sequer haviam tido envolvimento com a causa até então diria em seguida. Mesmo que ele não quisesse acreditar em minhas palavras teria de prosseguir - Ele não era uma boa pessoa ou você também acha certo que um caçador tire vida de civis? perguntaria com seriedade - Você precisa acreditar em mim manteria a mesma expressão.

Ele sabia quem eu era e com toda certeza não me libertaria mesmo se insistisse diversas vezes para que fizesse tal coisa - Falo por mim mesma, confusão era a última coisa que eu queria tentaria expressar toda minha sinceridade - Nós não fizemos mal a ninguém, ainda até ajudamos a destruir aquele laboratório do Fish que estava escravizando as pessoas começaria a sentir o desespero percorrer o meu corpo. Ainda assim buscaria me manter calma “Ele não vai te soltar, para o governo você e Fish são dois criminosos e nada que você dizer poderá mudar isso” não queria acreditar em tal fato. Diante disso, eu poderia sugerir uma troca para que pudesse ao menos salvar os outros do mesmo destino que o meu - Pelo menos liberte os meus amigos então, posso fazer o que você quiser para que isso seja feito! sorriria.

Caso ele ainda se mantivesse duvidoso quanto a aceitar o que havia sugerido, teria de apelar então para o meu poder de convencimento. Usando as palavras certas, talvez conseguisse o que queria - Vamos lá, coopera comigo bonitão colocaria um sorriso em meu rosto, obviamente o que estava dizendo era uma grande mentira. Tinha de usar tudo o que fosse possível - Sabe, se você pedir posso até me tornar uma marinheira como você acabaria por falar no impulso e sem pensar muito no que estava dizendo - Basta dizer e eu vou fazer seria obrigada a sustentar minha mentira mais tarde, mas no momento estava somente pensando em ajudar os meus companheiros. Apesar disso, acreditava fielmente que ele não iria pedir para que eu entrasse na marinha já que em sua visão eu era uma criminosa.




~ Histórico ~



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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 7 EmptyTer 18 Fev 2020, 22:58



— N A R R A Ç Ã O —

Antes de sair da sala, o sargento Lazo pedia por auxílio a Capitã em relação a treinar a sua pequena aranha. A mulher pensava um pouco antes de responder: — Eu o encontrei filhote quando eu mesma ainda era muito jovem, meio que fui aprendendo conforme foi sendo necessário. Mas após resolvermos ao menos parte dessa confusão, eu posso lhe ensinar o que sei, sim, Sargento. — Tendo sua resposta, Calros agradecia e saia, por fim, acompanhado por Helena.



Já no corredor, o Ceifador Branco se adiantava e começava a dar ordens ao soldado, demonstrando sua autoridade perante os demais. O soldado ouviu com atenção, mas permaneceu de esfregão em mãos. O tenente Laith, indecoroso como era, tentou repreender o soldado antes que este pudesse sequer reagir, mas… — Soldado, você ouviu o tenente, não acho que limp—



*PAH!*

O soldado bateu continência novamente, atingindo uma bota na outra com tanta potência que o estalo ecoou pelo corredor, silenciando o tenente. Laith pôde ver, meio segundo antes da resposta, um sorriso percorrer rapidamente a expressão do soldado. — Tenente Karyo Shen, eu mesmo posso lhe informar sobre os últimos acontecimentos no QG, senhor! — Sua expressão e postura eram rígidos, assim como sua voz era alta e em bom tom. — Apesar de já ter passado algumas semanas desde o desastre em Utopia, a maioria dos marinheiros se encontram em patrulha, tentando conter a onda de crime cada vez maior nas áreas mais atingidas. De destaque, posso relatar o seguinte: Hoje mesmo, pela manhã, uma patrulha de marinheiros encontrou os corpos de duas dezenas de revolucionários. Na verdade, apenas uns 3 foram reconhecidos como revolucionários, mas a marinha acredita que os demais também sejam! Não se sabe como foram mortos.



O soldado parava brevemente para respirar e logo continuava: — Um pouco mais tarde, em uma das praias de Utopia, o Sargento Golden Afro apreendeu mais cinco revolucionários, dentre eles uma Major de nome Katherine Silverstone. — Isso respondia a pergunta do Sargento Lazo, antes mesmo dela ser feita. — O sargento a interroga nesse exato momento, salve engano. Em relação à ex-soldado Amanda... — O homem levava a mão ao queixo, olhando para baixo e parecendo tentar se lembrar da mulher. — Onde está a ex-soldado Amanda? — Dizia, ainda pensativo. — Ah… Ela está no refeitório! Se o senhor se apressar, talvez ainda a encontre por lá, senhor!



Voltando a seus afazeres, secando o chão, o soldado voltou sua voz para o ruivo. — Serpente Vermelha, senhor, o senhor, sendo um tenente, deveria saber que eu, um mero soldado, não estaria andando pelos corredores a esmo em busca de algo para fazer, como secar o chão. Se estou aqui, é porque um superior ordenou. — Apesar de não ser possível ver seu rosto, o ruivo podia ter certeza que ele ria. Isso também explicava para o tenente Shen o motivo do soldado ignorar a sua ordem de buscar por Amanda e, ao invés disso, lhe indicar o paradeiro da mesma.



Na verdade, todos os presentes, ao ouvirem o soldado citar o refeitório, perceberam que podiam comer alguma coisa naquele momento, embora nenhum sentisse fome atualmente. Mas ignorando desejos carnais, os marinheiros conversavam brevemente após ouvirem o relatório do soldado. Calros indagava Shen sobre suas propriedades físicas, podendo ou não decidir se citaria conhecer a Major para os demais ou não. Enquanto que Shen mencionava o passado da sua amiga. Enquanto isso, o soldado permanecia para cá e para lá, esfregando o chão. Calros, e apenas ele, percebia que, no momento em que Shen mencionou que Amanda era uma ex-agente, o soldado parou de limpar apenas por um segundo ou dois, voltando ao seu serviço logo em seguida.



Pouco depois, Laith se despediu do grupo, indicando que precisava se reunir com Helena e deixando-a para trás com uma de suas finas sobrancelhas erguidas. Erza, sacudindo a cabeça em desaprovação, seguia a serpente. Distraída, escorregava e tombava para trás. Por sorte, o soldado avançava e a segurava pelo braço com a sua mão esquerda, ajudando-a a recuperar seu equilíbrio e evitar a queda. Com uma troca de sorrisos e olhares, a ruiva apressava o passo para acompanhar Laith.



Günter se aproximava de Karyo e comentava baixinho: — Se lembra de quando éramos soldados e tão bons assim? — Ria da sua própria piadinha, deixando que o esqueleto tirasse suas próprias conclusões. Calros convidava Helena para ir até o almoxarifado com ele e, terminando seu serviço, o soldado se intrometia! — Opa, eu preciso deixar isso lá! Posso acompanhá-los? — Com o balde e o esfregão na mão direita, o soldado apressava o passo para acompanhar os seus superiores. — Sargento Lazo, não é? Essa sua aranha o torna inconfundível! — Sorrindo, o homem se aproximava do Sargento e tentava acariciar Gwen. A aranha recuou a princípio, mas acabou permitindo a aproximação. Após o carinho, o homem dava dois tapas na costa do sargento, mantendo sua mão em seu ombro por alguns segundos. — O senhor não fica cansado no fim do dia após carregá-la por tanto tempo? — E, assim, o trio partia, deixando Shen e Günter para trás.



- x -

Durante o tempo em que os marinheiros conversavam, a Major era questionada pelo sargento Golden Afro! Apesar das suas insinuações, o marinheiro permanecia impassível e, o que chamou a atenção dele, foi uma menção quase que não intencional. Ou, ao menos, ele achava assim. Curvando seu corpo para frente e se apoiando na mesa, disse: — Você ajudou a destruir o laboratório do Fish? — Era possível para Azura notar um certo grau de incredulidade em sua voz, embora o mesmo passasse despercebido para a ingênua Katherine. — Me diga como!



- x -

Enquanto isso, Laith e Erza chegavam na entrada — Ou, no caso, na saída. — do QG. A chuva estava ainda mais forte, formando quase uma névoa de tão intensa. A terra ao redor estava se transformando em lama e o tamborilar da água era alto o suficiente para fazer a ruiva quase gritar: — Tem certeza que quer fazer isso agora?!


Legendas:
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  • Revolucionário
  • Helena
  • Alexander
  • Günter
  • Erza
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Vincent
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 7 EmptyQui 20 Fev 2020, 17:58






Nada do que eu dizia chamava a atenção do marinheiro e isso me deixava um tanto indignada diante de todo o seu estado impassível. Ele esboçava uma reação quando ouvia a respeito do laboratório de Fish, mas isso só estava usando para provar que não era uma pessoa ruim. Havia algo por trás dessa curiosidade e por isso me manteria quieta por alguns segundos antes de dizer qualquer coisa - Ficou curioso? sorriria fazendo uma pequena provocação - Eu até posso contar o que aconteceu, mas primeiro você vai ter que soltar os meus amigos prosseguiria e faria disso uma negociação para alcançar o que queria.  

Esperaria por sua resposta antes de prosseguir falando e é claro que esperava ele dar alguma ordem já que uma simples promessa não seria o suficiente para me convencer - É só dar a ordem que eu falo tudo manteria minha expressão sorridente. Caso o marinheiro não quisesse aceitar a minha oferta teria de insistir em convencê-lo - Eu não vou falar nada então viraria o rosto esperando que desse o braço a torcer. Se ele aceitasse diria o que sabia - Bom, eu ajudei resgatando escravos e alguns dos meus companheiros em outras partes explicaria - Quando nós deixamos o local, ele estava em frangalhos diria em seguida. Talvez isso não fosse tão útil para ele, mas poderia ser o necessário para que libertassem meus companheiros “Sabe que ele não está acreditando em você né?” mesmo que isso fosse verdade teria de arriscar “Não pode ser isso, talvez somente esteja impressionado” responderia em seguida.

Se ele realmente não acreditasse em minhas palavras precisaria pensar em outra coisa para que pudesse manter sua atenção - Pode acreditar, estou falando a verdade para você até porque você poderia acabar por descobrir isso depois diria dando com os ombros. Sempre me manteria atenta em suas reações para que pudesse utilizar ao meu favor e assim conseguir atingir meu objetivo nesse momento - Mas, se não quiser me ouvir tudo bem falaria logo após. Caso ele tentasse me enganar também buscaria passar por cima para que não ficasse em desvantagem - Isso que acabei de falar pode ser um blefe também, quem garante que será agora que direi a verdade para você continuaria “jogando” consigo para prosseguir despertando a sua curiosidade a respeito do ocorrido.

Não tinha em mente o que iria dizer, mas sabia que teria de inventar algo que chamasse sua atenção mesmo que pra isso tivesse que alterar alguns fatos reais para o meu bem próprio. Se obtivesse sucesso em minha “negociação” com o homem, o próximo passo seria arranjar alguma forma de não ir parar na prisão - Partiremos de imediato para essa Impel Down ou então vou ter de ficar mais algum tempo por aqui? demonstraria alguma curiosidade. Era óbvio que tinha de fugir dali, mas saber exatamente quanto tempo tinha seria de extrema ajuda para pensar em algum plano que me tiraria dali. Procuraria fazer isso antes de deixarmos a ilha já que não adiantaria de nada fazer isso quando estivéssemos em alto-mar.




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Ato IV: Aranhas e mais aranhas
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 7 EmptyQua 26 Fev 2020, 17:12





Às minhas ordens, o soldado se reportava, dando um excelente relatório acerca da situação de Utopia. Seu empenho e consciência dos fatos que rondavam as ações da marinha e marinheiros eram notórios. "Um soldado diferenciado..." - olhava-o de cima a baixo — Seu nome, soldado! - exclamaria, a fim de saber como poderia nomeá-lo — Seus esforços não passaram despercebidos. Talvez tenha um lugar para você ao meu lado, em tempos tão obscuros. Um marinheiro tão dedicado não deveria estar apenas esfregando o chão. Diga-me, qual o seu sonho? Quais os seus desejos? - estava pensando em convocá-lo para a missão, tal como a Capitã havia permitido; afinal, ele parecia estar mais ciente do que eu sobre o que ocorria.


Ter pessoas capazes atuando em campo era essencial — Soldado, você me teme? - questionaria. Há um tempo estava pensando em quanto a mudança em minha imagem podia influenciar os meus comandos em campo e a percepção de meus companheiros. Não podia negar que estava receoso em ser temido por minha aparência. Gunter conseguia me ver com os mesmos olhos, mas lá e cá sentia os olhares temerosos em minhas costas. Nunca havia liderado pelo medo, e sim pela honra e respeito. Independentemente da resposta, diria — Largue o esfregão e venha conosco, soldado... tenho certeza que você pode fazer mais que apenas limpar o chão - determinaria — E, posteriormente, caso haja qualquer problema com o superior que lhe deu as ordens, eu resolverei - complementaria ao receber uma recusa ou ao sinal de hesitação do marinheiro.


Assim, dirigiria-me ao Sargento Calros — Fui uma criança levada e um adolescente mais levado ainda - faria uma breve pausa, rememorando a minha doce infância, quando ainda podia encarar o brilho nos olhos de meu finado pai — E o peso de meus falecidos entes queridos, de meus honrosos companheiros e do símbolo em meu peito amadureceram tudo que germinou em mim quando ainda era jovem. Sou a última criação de um ferreiro cansado, a qual não pode hesitar, sob o risco de ver tudo desmoronar. Essa é a essência que a minha espirituosidade encontrou na Liderança¹ - falaria ao Sargento Calros², erguendo a cabeça e caminhando em direção ao refeitório.


Pararia. Não fosse suficiente o primeiro questionamento, o Sargento se mostrava um indivíduo bastante curioso. Não temia se dirigir a mim e, tampouco, se arriscar em indagações mais profundas. Mais uma vez menearia a cabeça em sua direção; esse tipo de resposta precisava ser feita olho a olho, de modo que alternaria entre o Tenente Laith e o Sargento — Não sei que mistérios me cingem, mas dizem que é em razão de uma Akuma no Mi. De toda forma, eu não pretendia permanecer morto com tantos absurdos acontecendo à minha volta - viraria, seguindo em frente — Tenho certeza que será um ótimo médico - complementaria, de costas. "Quantos jovens promissores..." - abriria a mandíbula, no esboço de um sorriso — Tenho certeza que éramos! - riria junto a Gunter.


Rumo ao refeitório, abriria as portas e adentraria o recinto ao chegar ao local. Não pretendia procurar por Amanda. Com a minha estatura e quão chamativo estava, tinha convicção que isso era o suficiente para que ela me avistasse. Limitaria-me a procurar-lhe com os olhos e, ao encontrá-la gesticularia com a cabeça para o corredor, chamando-a. Destarte, ela saberia que o assunto era sério — É um prazer revê-la, minha boa amiga - faria uma reverência à mulher — Já faz um tempo que não nos encontramos. Você ganhou uma promoção? ? - perguntaria — Mais do que na hora! - comemoraria junto a ela, ao ao obter uma resposta positiva — Temos uma missão, acredito que suas habilidades sejam extremamente necessárias - contaria — Gunter, quer ter as honras? - daria espaço para o meu amigo falar. Como o homem feito que havia se tornado, não tinha dúvidas que necessitava de espaço para respirar.


Uma vez que Amanda estivesse atualizada da situação, voltaria a indagar — Podemos contar com o seu apoio? - ansiava pela resposta, a qual desejava profundamente que tivesse algum acalento. Parte de mim clamava para reviver aquela fagulha dos velhos tempos. Neste momento, apenas Gunter e Amanda poderiam fazer isso por mim — Devo ser sincero... Não vejo a hora de nos juntarmos novamente. Não enxergo um caminho sem os meus companheiros. Os laços que me unem a vocês estão além da vida e da morte - confessaria, no bom e claro tom que me era inerente³.


Com ou sem o apoio de Amanda, atualizaria os meus contatos de Den Den Mushi com eles e rumaria em direção às salas de interrogatório — Major Katherine Silverstone. Você conhece esse nome? - indagava à Amanda — Soube que o Sargento Golden Afro foi responsável por sua apreensão. Vocês sabem me dizer que tipo de homem ele é? - indagaria, à caminho das salas. Chegando lá, perguntaria educadamente a quem estava de guarda — Gostaria de acompanhar o interrogatório da Major, se não for um inconveniente. Se possível, após, desejo fazê-la algumas perguntas. Acredito que ela possa ter algo a colaborar a respeito de uma missão da qual estou encarregado - solicitaria aos guardas, esperando que transmitissem à mensagem ao próprio interrogador ou diretamente para ele. A depender da resposta, apenas esperaria do lado de fora pela minha vez de interrogar.





¹ Faz um tempo que não tive a oportunidade, foi muito tiro e bomba pra todo lado, mas a princípio, o Karyo é alguém espirituoso e, apesar de não ter um vasto conhecimento, seja técnico, seja científico, é alguém que é/buscar sabedoria por meio da reflexão.

2 Toda essa resposta é uma alusão a como o Karyo desenvolveu a Vantagem Liderança, como consta em sua História. E, também, como ele a amadureceu, referindo-se às aventuras passadas.

³ Recorrendo à apelativa Voz Encantadora.

OBS: Correção, a Amanda foi introduzida no final dessa aventura: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]. No posts passado coloquei que foi em outra aventura, engano meu.




~ Histórico ~



Nome do Player: Karyo Shen
Nº de Posts: 08
Vantagens: Liderança; Adaptador; Voz Encantadora; Ambidestro.
Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia; Mecânica; Interrogatório e Arrombamento.
Ofício: Ferreiro.
EdC: Ceifador

Ganhos:
Perdas:

NPC's: Tenente Erza Scarlet; Tenente Helena; Sargento Golden Afro.
Players Tenente Laith Kinder; Sargento Calros
Extras: Utopia (30/30)







Objetivos


Spoiler:
 


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Última edição por GM.Kekzy em Qui 27 Fev 2020, 08:21, editado 4 vez(es)
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GM.Midnight
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 7 EmptyQua 26 Fev 2020, 21:11





Ok, talvez aquele soldado tivesse um grande desejo de morte ou no mínimo estava com o nariz empinado demais, a vontade era, de fato, de dar um belo corretivo nele. Mas o que conseguiria naquela situação? Intriga? Desconfiança? Não valia a pena queimar sua imagem naquele momento para isso, ainda mais que tinha uma missão como essa na sua cola. De todo modo, esperava por ouvir a resposta do tenente Shen sobre o seu estado atual, o ninja levantava uma sobrancelha ao ouvir as palavras desse a respeito do seu passado e o restante, até que ponto ele poderia ser louco.


“Um esqueleto e poeta, ótimo. Pelo menos agora sabemos que ele tem relação com as akuma no mi, realmente essas frutas tem um poder em tanto, já não bastou o exame no trem, até aqui..acho que isso vai começara ser mais frequente de agora em diante.”


Acabava por seguir caminho até a saída do QG, quando era “bem recebido” por uma forte chuva que não dava sinais de melhoras, o que fazia o tenente, por sua vez, parar frente ao muro que dividia a rua do Quartel e encostar suavemente a mão. Ao ouvir a pergunta da ruiva, acabava por refletir um pouco, e de fato, talvez seguir com o plano nesse momento fosse suicídio.


- Nós dois somos novos aqui, seguir nessa situação seria o mesmo que pedir para nos perder. Além do mais, quero sua opinião tenente Erza, sobre os marinheiros que estão conosco, o que achou deles? Em especial do Sargento Calros.


O assassino começava a levantar seus dedos e batê-los suavemente contra a parede, um a um, de forma alternada, como se estivesse tocando uma música, mas na verdade tentava refletir sobre as informações conseguidas até então, não só isso, questionava-se sobre seus aliados e seus inimigos, como isso tudo se interligava. Seria possível que a moeda estivesse ligada com essa propaganda? Será que essas organizações criminosas estavam realmente se ajudando, e se tivessem, o que desejavam? Desestabilizar o Governo local?


- Precisamos tirar algumas hipóteses da nossa frente, não sabemos se essa propaganda existe, e se ela existe, quem está produzindo isso. A nossa sorte, é que temos uma revolucionária a nossa disposição para dar informações. Dizia olhando de soslaio para Erza.


A Serpente Vermelha perguntaria para algum marinheiro onde ficava as salas de interrogatório, e começaria a se deslocar pelo corredor seguindo as instruções. “ Se conseguir descobrir se os revolucionários estavam planejando algo aqui ou não, já é meio caminho andando, há uma boa possibilidade que essa ideia esteja correta, mas também que esteja errada, de todo modo, o pior cenário é que esses Números possam estar correlacionados ao Exército Revolucionário. Merda, essa missão vai ser mais trabalhosa do que eu pensava!”


Chegando, então, no local onde os “colegas” estariam, Laith caso encontrasse o sargento ruivo, instrui-lo-ia. – Sargento Calros, mudança de plano, vamos juntos participar do interrogatório da revolucionária Katherine. Tenho algumas perguntas para ela, além disso, gostaria de interrogar algum outro revolucionário que tenha vindo junto com ela também. Assim, caminharia junto com o marine em direção da sala de interrogatório. – Poderia me elucidar também quanto a sua relação com ela? Gostaria de saber a respeito disso..


Já na sala, pediria a um soldado que informasse o sargento Golden Afro que o tenente Laith Kinder desejava fazer algumas perguntas a capturada e assim, quando entrasse, olharia para a detenta analisando-a de cima para baixo, observando sua ficha. – Katherine Silverstone ? Perguntaria em tom ríspido, aproximando-se um pouco da mesa e cruzando os braços enquanto olhava diretamente nos olhos dessa. – Sargento Golden Afro, poderia fazer o favor de relatar como encontrou essa mulher junto com seus amigos? Gostaria de ouvir o fracasso dela para eu entender tudo antes das minhas perguntas.






~ Histórico ~

Ganhos:
-> Uniforme de tenente { Sapato social preto, Calça social preto, Camisa social branca }
-> Baby den den mushi
-> Disfarce (camisa branca de linho e calça preta comum)
Perdas:
Posts: 08
Relações com personagens:
Spoiler:
 

~ Legenda ~

Fala: #DEB887
Pensamentos: #D2691E


objetivos:
 

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PepePepi
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 7 EmptyQui 27 Fev 2020, 10:53





Posts em Utopia - 43

Eu esperava uma resposta mais profunda sobre como aquilo era possível, mas acabei recebendo uma resposta simples citando akumas no mi. Nunca tive um contato real com algum usuário delas... digo, teve um homem que roubou cinquenta mil berries de mim e falou que me daria prêmios se eu tentasse, era um poder bem impressionante o dele, mas agora parecia por algum motivo mais real. O evento anterior parecia um sonho criado pela minha mente para justificar eu ter perdido cinquenta mil preciosos berries, enquanto ver um esqueleto andando; falando; enxergando; e etc, parecia muito mais demonstrar o real potencial daquelas tais akumas no mi.

Bom, com essa resposta ou não, o que chamava a atenção no meio daquela confusão toda era o soldado que respondia o que Karyo perguntava brilhantemente. E com isso recebia uma informação bem inusitada. Katherine havia sido presa. Não sabia exatamente como me sentir com isso, principalmente com duas dezenas de revolucionários mortos... será que Alexander estava entre eles? E quem teria cometido um ato tão vil? Por mais que fossem contra a marinha aquele povo claramente não merecia um destino tão cruel?

Com essas perguntas em minha mente via o soldado respondendo e me fazendo sorrir com a resposta que dava para o tenente Laith. Aquilo simplesmente estava soando perfeito demais, o homem sabia todas as informações e parecia não se importar muito em se impor até para um tenente. E como tudo nele era intrigante, gostei dele se oferecer para ir com a gente, pois minha curiosidade aumentava a cada instante, principalmente porque Gwen não gostou dele e eu nunca vi ela não gostando de alguém. - Nada, ela é levinha. - Respondia a pergunta dele.

Esperaria ver se ele ia ter alguma reação a minha resposta, mas provavelmente nada chamativo. - Então nome dele como você se mantém tão informado? Parece conhecer todo mundo e até mesmo a peculiaridades de cada um. - Eu não havia falado meu nome e mesmo assim ele me reconhecera, além disso, ele chamara o tenente Laith de Serpente Vermelha... o que exatamente é para ser isso? Alguma forma diferente de chamar o tenente? Não tinha um termo melhor não? Sei lá, era tanta informação que ele parecia ter que eu só me perguntava como ele sabia aquilo tudo.

Quando chegássemos no almoxarifado, viraria para a pessoa que estivesse no local e informaria. - A capitã Katt mandou eu, sargento Calros Lazo, e a tenente Helena pegarmos dois baby den den mushi para a nossa missão atual. - Informaria para receber os objetos e quando fosse feito iria entregar um para a tenente.

Guardaria o baby den den mushi no bolso e falaria. - Acho que agora eu gostaria de ir conversar com a revolucionária e entender exatamente o que aconteceu. - Diria para a tenente, vendo se ela tinha alguma oposição a essa ideia. Ela havia conhecido Katherine naquele dia no lixão, por mais que elas não houvessem falado qualquer palavra uma para a outra, eu imagino que Helena ainda entendesse a minha situação para desejar ir lá desvendar o que havia realmente acontecido.

Por isso, após o soldado ter entregado todos os itens que deveria, pediria para ele. - Pode nos levar até onde o tal sargento Golden Afro e a revolucionária estão? Gostaria de averiguar a situação e ver se existe relação com o nosso caso. - O que era uma verdade... mas também não era? Eu estava curioso e principalmente desejando saber se estava tudo bem com Alexander, o homem que salvara minha vida e que consegui “pagar” a minha dívida por pouco. Porém também conseguia imaginar facilmente os Números executando um massacre como o que foi descrito pelo soldado, então era possível uma relação existir.

Caso o soldado pudesse nos levar, indicaria com a mão para ele ir na frente. Se Helena não quisesse ou não pudesse ir ver a situação da Katherine, eu entenderia, até porque ela não tinha nenhuma ideia de quem era essa revolucionária, bem, sendo sincero, nem eu tinha, mas ainda era triste saber que vinte pessoas que ajudaram a salvar escravos morreram. No entanto, se o soldado não pudesse nos levar, pediria para ele a direção que teria que ir para chegar ao local.

Independente do meio, quando chegasse lá, tentaria ver ou ouvir como estava a situação, quem estava interrogando-a no momento e o que já haviam descoberto até então. Se algum desconhecido me perguntasse o motivo de estar por lá, eu falaria abertamente. - Eu conheço a revolucionária Katherine, então fiquei curioso para entender o que aconteceu.



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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 7 EmptySex 28 Fev 2020, 22:22



— N A R R A Ç Ã O —

O marinheiro levantava a sobrancelha e pensava por um momento antes de responder a Major. — A maioria deve sair livre, de qualquer forma, mas posso assegurar a liberdade deles, se for necessário. Mas em relação ao Cabo, não posso prometer nada. — Não tinha como Katherine saber, mas Battos era o que estava em piores condições, passar alguns meses na enfermaria do QG, mesmo se acabasse preso depois, acabaria lhe fazendo mais bem do que mal.



Com parte da sua demanda assegurada, a mulher resumia parcamente o ocorrido e, ao se calar, o marinheiro permanecia impassível, esperando pelo resto da história, a qual nunca veio. Apenas uns 30 segundos depois é que o marinheiro percebeu que o relato havia acabado, fechando sua expressão e dando um forte tapa na mesa de metal. — Só isso, sério? — Balançando a cabeça, se levantou e se dirigiu até a porta, indignado. — Admirei a sua beleza; a sua ousadia em tentar negociar mesmo estando em desvantagem; por ter negociado pela liberdade dos seus aliados ao invés da sua própria; mas se acha que essa informação vai lhe ser útil para algo... — Com duas batidas na porta, a mesma se abriu e outro marinheiro entrou. Katherine pôde reconhecê-lo como sendo a cabeça que surgiu pouco depois dela acordar. — Leve-a! — Ordenou o marinheiro com afro e o outro, após uma continência, foi até a mulher, soltando-a e escoltando-a, junto ao outro marine, até uma cela.



Enquanto isso, o soldado tentava ir com Calros e Helena, mas com a ordem e a autoridade do Tenente Karyo, não lhe restava opção a não ser retornar. Mas antes, ele entregava o balde e o esfregão para Helena, pedindo: — Me desculpe por lhe pedir isso, senhorita, mas você pode levar isso para mim, por favor? — A tenente pegava os objetos sem se importar e o soldado agradecia antes de se dirigir até o esqueleto.



O tenente o fazia algumas perguntas, sem dar muito tempo para uma resposta entre elas, e o soldado ria. Tirando o seu boné, o que resultava em seu longo e sedoso cabelo caindo em cascata até a altura da cintura, suas feições finalmente eram visíveis. O que mais se destacava, além do seu cabelo comprido, eram duas cicatrizes que percorriam seu rosto quase que inteiro. Ele batia continência mais uma vez antes de se apresentar. — Me perdoe por meu esquecimento. Soldado Ishisaki se apresentando, senhor! — Diferentemente das outras vezes, sua voz saiu mais baixa, sem a entonação carismática de outrora. Tossindo brevemente, como que para recuperar sua voz, continuou: — Temo que meu sonho seja inalcançável, senhor! Meu desejo é fazer as pessoas perceberem que somos apenas um, sem distinção de raça, classe, cor ou o que quer que seja.



Com a pergunta seguinte do Tenente, o soldado quase gargalhou, evitando os olhos do esqueleto voltando seu rosto para o chão. — Temer o senhor? Nunca! — Após tal resposta e uma breve conversa entre os demais marinheiro, o grupo finalmente se separava, com Karyo e os seus indo até o refeitório e Calros e os seus indo até o almoxarifado.



Enquanto isso, na entrada do QG, Laith e Erza discutiam à sós sobre os outros marinheiros conhecidos na breve reunião. Com sua opinião sendo solicitada, a ruiva levava sua destra ao queixo, apoiando o cotovelo no braço oposto, cruzado à frente do corpo e realçando seu busto, sem que ela percebesse. Após alguns segundos de consideração, a mesma começou a falar: — Vejamos… O Günter é bonitinho, mas meio calado. O esqueleto parece ser bem autoritário, tipo aquele marinheiro perfeito, onde honra e ordem importam mais do que tudo. A ruiva com o Sargento… Ela chegou a falar algo? Não me lembro! — Dando ênfase a sua fala, a mulher semicerrava os olhos, como se tentasse ver através da parede a resposta a sua pergunta.



Desistindo, voltava ao tópico. — Já o Sargento, ele é muito prolixo pro meu gosto, apesar de nos ter dado uma quantidade considerável de informações sobre esse grupo, Os Números. — A mulher esboçava brevemente uma expressão de nojo ao citar o nome do grupo, indicando o que achava sobre eles. Pouco depois complementava: — E o que diabos faz ele carregar uma aranha daquele tamanho por aí? Quer afastar todas as mulheres num raio de 2km? Será que ele é gay? — Indagava, indignada.



Após a breve conversa entre a dupla e com a chuva não dando sinais de que passaria em breve, os dois ruivos voltavam para o calor no interior do QG, indo em busca da Major citada pelo soldado anteriormente. Concomitantemente a este fato, Karyo Shen entrava no refeitório, com o odor das opções no cardápio atiçando seu olfato e paladar. Havia um burburinho no ambiente, o qual diminuía consideravelmente com a chegada do esqueleto. Um som ríspido de metal chamava a atenção do ceifador e, buscando a fonte do barulho, se deparava com Amanda encarando-o incrédula, sua bandeja no chão.



Com um sinal, o tenente saía do recinto e esperava no corredor até a mulher atravessar as grandes portas de vai-e-vem. — É um prazer rev— Um forte tapa ecoava pelo corredor, jogando o rosto do ceifador para a direita e causando um estalo entre seus ossos da mandíbula. Günter normalmente interviria no caso de alguém atacar Karyo, mas desta vez ele apenas deu três passos para trás, com sua boca curvada num 'O' de surpresa. — Ouvi falarem que o honrado Ceifador Branco havia voltado dos mortos. Lembro que espanquei um soldado por brincar com seu nome, mesmo ele me jurando ser verdade! — Enquanto falava, enfiava seu dedo esguio nas costelas do esqueleto, acertando seus ossos na altura do peito com sua unha. — Impossível, eu pensei, o mínimo que ele faria seria me avisar ao voltar da porra do inferno! — Gritava as últimas palavras, indignada, ao mesmo tempo em que algumas lágrimas surgiam nos seus olhos. — Babaca! — Dizia, ficando na ponta dos pés para conseguir abraçar o esqueleto. — Senti a sua falta!



Após alguns segundos, a mulher soltava o tenente e se virava para Günter. — Você também é culpado, deveria ter me procurado e me avisado! — O homem abria e fechava a boca como um peixe, tentando arrumar alguma desculpa, mas sem conseguir pensar em nada. Enxugando suas lágrimas, a mulher voltava a sua atenção para Karyo. — Sou Sargento Amanda, agora, e da próxima vez que você voltar dos mortos e não me avisar, eu te mato! — Com seu dedo novamente apontado para o tronco do esqueleto, sua expressão era fria e sua voz firme e séria.



Ao mesmo tempo Katherine era levada por corredores mal iluminados até uma cela vazia e estreita. Não viu nenhum outro prisioneiro pelo caminho, mas havia outras celas mais a frente. O soldado levou-a até estarem ambos dentro da cela, enquanto o marinheiro de afro permaneceu pouco antes da porta. Após soltar as algemas da Major, o soldado saiu e trancou a porta, verificando-a antes de se retirar, com o outro marine à sua frente. — Até amanhã! — Disse o marinheiro com o afro.



A cela era algo próximo à um cubo, com 2m de lado. Havia apenas uma cama em péssimo estado e um balde de metal para suas necessidades, nada mais. Mesmo sem uma janela, ouvia uma forte chuva caindo, ainda que de forma abafada, e estimava ser em torno de 18h30. Sentia uma fome leve, e uma sede razoável, mas não havia nada comestível ou bebível ao seu alcance. Após alguns minutos na cela, ouviu uma voz, de forma quase inaudível, meio encoberto pelo som abafado da chuva, vindo do fim do corredor. — Conseguiu? Ótimo! Mais alguns e podemos dar o fora.



Alguns corredores dali, Calros pegava um Baby Den Den Mushi para si e outro para Helena, enquanto esta entregava o balde e o esfregão para um soldado inseguro. — Tem certeza que isso é daqui? — Indagava pela terceira vez, olhando dos materiais para a sua prancheta e vice-versa. Dando de ombros, guardava os materiais. Antes que pudesse indicar o caminho, Helena intervia dizendo: — Eu sei o caminho, obrigado.



Tomando a dianteira, a mulher conduzia Calros por alguns corredores. Coincidentemente, Laith e Karyo, assim como os seus aliados, tinham a mesma ideia e todos seguiam para o mesmo destino. Num cruzamento de quatro corredores, quatro grupos de pessoas se encontravam e, indecisos, observavam um ao outro sem saber quem tinha preferência ali.



De um dos corredores, vinha Laith e Erza. Do corredor à esquerda deste, vinha Karyo Shen, Günter e Amanda. Do corredor à direita, vinha Helena na dianteira e Calros mais atrás. E, do corredor à frente, vinha dois marinheiros, sendo um soldado e um sargento com um afro loiro bem chamativo. Sua aparência era o suficiente para que os demais marinheiros o reconhecessem. Percebendo que a maioria ali eram tenentes, o Sargento Golden Afro batia continência e se movia até a parede, liberando a passagem para os seus veteranos.



Vendo o sargento ali, era fácil deduzir que o interrogatório havia acabado. E embora os grupos estivessem interessados em interrogar a Major capturada, aquele marinheiro poderia conter algumas informações importantes, principalmente para Laith Kinder, que já pretendia falar com o sargento de qualquer forma, embora num contexto diferente. Mas antes que qualquer um dirigisse a palavra para o marinheiro, Helena fez uma pergunta ao Tenente Karyo Shen: — Onde está o soldado? Pensei que ele estivesse com você. — E, se Karyo olhasse para trás, veria Günter fazer o mesmo, ao mesmo tempo em que Amanda indagava: — Que soldado?


Legendas:
  • Civil
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  • Helena
  • Alexander
  • Günter
  • Amanda
  • Erza
  • Tritão
  • Capitã Katt

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 7 EmptySab 29 Fev 2020, 13:10





Erza tinha algumas opiniões interessantes sobre eles, mas o tenente preocupava-se em pensar se as informações eram o que ele queria saber, em parte ela parecia mais pensativa sobre a aparência deles ou sobre as possíveis chances dela se atracar com um deles. A única feliz exceção era com o tenente Shen, já que o mesmo era um esqueleto, e as chances dela procurar aparência nele eram..baixas. De todo modo, o marinheiro ouvia as opiniões da ruiva sobre o grupo com um semblante de interessado, mas no seu interior já a estava chamando de burra pela terceira vez.


Aproveitando que a lutadora havia concordado com seu plano, seguiam então rumo ao local de interrogatório, e para sua surpresa acabavam por encontrar-se com o mesmo grupo de antes, talvez tivesse sido uma decisão mais sábia ter encarado a chuva e não o circo de aberrações ali, mas mesmo em todo pesadelo há uma salvação, e a salvação dali era Helena, a qual Laith aproveitava para dar uma olhada nela e presenteá-la com um simpático sorriso. – Ora, parece que nos encontramos novamente. Dizia para todos os presentes em um tom animado(falso).


”Então, todos os gênios aqui tiveram a mesma ideia, parece que eles não são ingênuos igual eu pensava, em especial o tenente esqueleto, como a Erza disse, o cara é a representação da justiça pós morte, daria um ótimo mascote para uma versão obscena da marinha.”


Vendo que não obteria muitas respostas se ficassem todos dentro de um mesmo interrogatório com uma só capturada, o ruivo seguia então para encarar o sargento Golden Afro e retirar dele as respostas que queria, mas era quando os presentes questionavam sobre um soldado. Essa pergunta fazia Laith parar por um instante e pensar em que soldado estariam falando, havia encontrado vários soldados naquele dia, inclusive um que erroneamente havia tentado atiçar uma cobra. – Com que objetivo iriam trazer um soldado até aqui? Afinal, isso era mais importante, a missão era fechada apenas para os oficiais e poucos escolhidos a dedos, não havia espaço para vazamento de informações, ainda mais se tratando de organizações criminosas.


Ignorando o resto do grupo, o Kinder direcionar-se-ia, então, para o sargento Afro, aproximando-se um pouco mais dele e mantendo as mãos atrás das costas, criando uma certa postura de seriedade, querendo que o subordinado entendesse que estava em uma situação mais delicada ou no mínimo tensa. – Sargento, relate para mim o que aconteceu nessa manhã e como que foi a captura da revolucionária Katherine e de seus amigos, quero que me diga também em detalhes o que descobriu até agora.


”Tudo o que preciso agora é descobrir sobre eles, conseguir algumas informações, e avançar sobre essa organização, posso até aproveitar e ver se eles tem alguma relação com Kaze, preciso de mais inteligência sobre essa sombra, ou pode ser que ocorra igual ao trem, um homem sem falar nada porque sofria de ataques de pânico só pelo nome de um fantasma...talvez eu devesse apresenta-lo ao tenente Shen, ai sim ele sofreria de pânico por algo concreto.”


Depois da resposta do subordinado, adentraria na sala de interrogatório, mas não falaria nada, esperaria primeiro os “colegas” entrarem e fazerem suas perguntas para que pudesse mudar a conversa para a sua missão.






~ Histórico ~

Ganhos:
-> Uniforme de tenente { Sapato social preto, Calça social preto, Camisa social branca }
-> Baby den den mushi
-> Disfarce (camisa branca de linho e calça preta comum)
Perdas:
Posts: 09
Relações com personagens:
Spoiler:
 

~ Legenda ~

Fala: #DEB887
Pensamentos: #D2691E


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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 7 EmptySab 29 Fev 2020, 23:39





Posts em Utopia - 44

O soldado acabava não indo comigo porque o tenente Karyo se interessou por ele também e acabou o levando consigo. Pelo menos eu não era o único curioso com como um soldado poderia saber tudo aquilo... ou assim pelo menos havia pensado até nos encontrarmos com todos eles numa encruzilhada e vermos que o homem havia desaparecido.

Aquilo acabava ligando o meu desconfiômetro e por isso não poderia ficar quieto. - Senhores, acho que nós acabamos de perder alguém importante de vista. - Falava tentando chamar a atenção para mim, já que percebia que o tenente Laith não se importava realmente com o sumiço daquele soldado. - Eu já estava achando estranho um mero soldado saber tudo tão prontamente igual ele sabia. Afinal... uma ou outra coisa tudo bem, mas ele soube te informar tudo, até mesmo a posição da Amanda. - Diria subindo um pouco a minha mão direita com a palma para cima apontando para a mulher que estava com Karyo e Gunter, imagino que seja ela, finalmente uma pessoa que não havia se espantado com Gwen.

Daria uma pausa para eles perceberem que realmente deveria ser estranho isso, nem mesmo colegas sabem o nome e onde todos estão por aí. - Ele conhecia todos nós, conhecia o local onde ela estava, mas mais importante, ele estava limpando o chão com um item que nem mesmo estava registrado no almoxarifado. - Diria olhando para Helena dessa vez. - Nós fomos lá pegar os nossos baby den den mushis e entregar os itens igual ele havia pedido, mas o homem responsável pelo local parecia ter quase certeza que aqueles itens não eram daqui, ele checou a lista de materiais mais de uma vez para averiguar isso. - Daria outra pausa para os tenentes ali entenderem quão estranha era a situação. - Aí além disso tudo, ele misteriosamente some mesmo após um tenente ordenar que o seguisse? - Diria completando a minha hipótese. Tudo bem que poderia ter uma justificativa para tudo, mas eu achava aquela situação estranha demais para ser verdade, perdia até mesmo um pouco do foco em Katherine.

Mesmo com aquilo tudo dito, eu não poderia fazer nada ali sem ordens, a minha missão era com relação aos números, como havia pensado no pretexto de Katherine saber alguma coisa, iria esperar o sargento Golden Afro falar o relatório que o tenente havia pedido. Quando ele acabasse eu indagaria. - E onde ela está agora? Já que o interrogatório já acabou. - E quando ele respondesse, se no relatório não houvesse o nome de Alexander eu iria perguntar. - E você sabe o que aconteceu com o revolucionário Alexander que andava com ela? - Demonstrando para todos ali que eu conhecia Katherine.

Se alguém me perguntasse como eu sabia disso, falaria. - Ele salvou a minha vida e eles estavam no lixão com a gente no dia daquela confusão que destruiu a ilha. Ajudaram, de certa forma, a acabar com o local do pirata Prosinek. - E com isso informado perguntaria para os tenentes ali. - Posso falar com Katherine? Acho que eu posso ter mais chance de retirar alguma informação dela do que algum completo desconhecido. - Diria isso, mas a confiança não era muita, afinal... temos um esqueleto falante, imagino que se ele perguntar alguma coisa para qualquer um provavelmente vai acabar conseguindo o que quer.

Dito isso, esperaria ver qual seria a reação do povo, tanto quanto a minha acusação ao soldado desaparecido, como a minha fala de Katherine. Minha vontade era de tentar resolver ambas as coisas ao mesmo tempo, mas infelizmente eu era só um, e aparentemente resolver a situação com os revolucionários poderia ser mais fácil no momento.



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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 7 EmptyTer 03 Mar 2020, 22:29






Ouvir ao menos uma notícia boa era realmente gratificante, mesmo que ela não fosse totalmente animadora. Ele não poderia garantir a liberdade de Battos e isso me deixava curiosa para saber a situação do Cabo, mas não houve tempo para que eu pudesse questioná-lo já que imediatamente mandou que um homem me levasse para uma cela. Apesar de não ter dado uma informação tão útil para ele, havia cumprido a minha parte do acordo e esperava que fizesse o mesmo - Eu espero que você tenha palavra, se não nós depois acertaremos as contas diria quando o visse pela última vez. O local era estreito e estava em um estado precário, apesar de não buscar um conforto em uma cela isso ainda era algo consideravelmente ruim.

A minha situação até o momento só havia piorado e com toda teria de começar a pensar em algo que me ajudasse a sair de tudo isso. A voz que tinha ouvido no fim do corredor poderia me ajudar, isto é, se não fosse algum marinheiro - Ei você! chamaria quem estivesse por ali. Procuraria também provocar um barulho batendo contra as grades da cela, talvez um objeto que estivesse por ali ou comigo fosse de alguma ajuda para poder fazer isso. Caso a pessoa não viesse até a cela eu teria de pensar em uma outra alternativa e apelaria para a generalização, ou seja, gritaria buscando chamar a atenção de qualquer um - Tem alguém ai!? exclamaria enquanto bateria contra as grades. Se a pessoa aparecesse iria pedir por ajuda - Olá, tudo bem?   colocaria um sorriso em meu rosto - Eu estou encrencada aqui, tem como me ajudar? perguntaria em seguida - Olha, posso te ajudar em alguma outra coisa me disponibilizaria para fazer mais uma troca.

Caso algum marinheiro aparecesse por ali, pensaria em alguma coisa por um tempo para que pudesse dizer - Eu acabei de me lembrar de algo, mas dessa vez eu gostaria de falar com outra pessoa e não com aquele outro de cabelo amarelo diria primeiramente - Há alguém aqui que se chama Calros Lazo? era disso que havia recordado, então a minha primeira afirmação não era totalmente uma mentira. Se não conseguisse escolher a pessoa com quem falaria ou então o ruivo não estivesse por lá teria de aceitar os fatos - Tudo bem então já que não tenho escolha mesmo suspiraria demonstrando estar desanimada com essa possibilidade. Seguindo nessa possibilidade teria de inventar mais alguma coisa para dizer - Olha, o que lembrei agora é algo realmente importante faria um pequeno suspense - Então, você tem algo interessante para oferecer em troca? continuaria com o suspense e inventaria uma história absurda, se fosse preciso, para conseguir chegar onde queria.

Se conseguisse me encontrar com Calros pensaria em uma coisa diferente para dizer a ele, talvez pedir alguma ajuda para que me libertassem - Olá, quanto tempo né? faria uma brincadeira com um sorriso no rosto. Ficaria em silêncio para ouvir sua resposta - Então, você pode me dar uma forcinha aqui? mudaria o tom do assunto ficaria momentaneamente séria - Você sabe que eu não sou uma pessoa ruim, não é? perguntaria em seguida e novamente ficaria quieta para escutar o que ele tinha a dizer - Sabe, o Alexander tentou me capturar e entregar diria em seguida. Esperaria algum tempo antes de falar - A única coisa que fiz foi me defender e quando estávamos numa situação só pedi por ajuda, afinal ele tentou me matar os meus amigos! acabaria me exaltando um pouco - Sei que estou em um grupo criminoso, mas por favor me ajuda! falaria por fim. Esperava a ajuda de Calros, porém se isso não funcionasse teria de pensar em alguma outra coisa.




~ Histórico ~



Ganhos:
Perdas:
Posts: 14
Relações com NPC's:

~ Legenda ~


Pensamentos: Katherine - Azura
Fala (ambas)
Personalidade atual: Katherine  


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Perícias, Vantagens e Desvantagens:
 

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Npcs Comigo:
 

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Ato IV: Aranhas e mais aranhas
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Última edição por Vincentão em Sex 06 Mar 2020, 00:02, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 7 EmptyQua 04 Mar 2020, 21:06





"É como se me visse em um espelho" - não obstante as notórias diferenças em nossas aparências, o espírito que o soldado emanava era algo que relembrava os meus mais bravos sonhos — Soldado Ishisaki... é um senhor difícil de alcançar. Gostaria de conversar com você em outro momento. Afinal, a hierarquia é uma distinção, muitas vezes injusta... temo que você tenha que andar por um caminho solitário, se busca que cessem todas as distinções. No mais, é um sonho honrável. Um sonho justo. E, se é justo, também é o meu, pois um caminho lídimo é tudo que busco nessa vida - pontuava — Vejo que o tempo o marcou com austeras cicatrizes. Espero que sejam marcas de justiça ou, senão, que ao menos o lembre disso. Um dia, farei parte destes grandes generais que guiarão a marinha para uma nova época de justiça. Posso dizer que também espero contar com um soldado tão dedicado quando a hora chegar - daria as minhas últimas palavras.


[...]

Minha chegada ao refeitório era marcada por um gracioso reencontro. Tal como a bandeja que caíra, os meus braços cediam ao lado do corpo, molengas como ferro quente, que me trazia uma sensação calorosa, a qual sequer conseguia entender como era possível senti-la. Ergui as minhas mãos timidamente, colocando-as nas costas de Amanda e, em seguida, lentamente a envolvi em meus braços. "O meu lugar. Aqui é realmente onde pertenço" - pensava — Vocês... não vejo como poderia seguir em frente sem vocês - abaixava a cabeça, estendendo o braço para Gunter, a fim de que ele pudesse participar daquele momento familiar — As coisas estavam bastante agitadas, Sargento Amanda... Mas eu também senti a sua falta - trazia a sua cabeça para mais perto de meus ossos, reconhendo que havia falhado como amigo, mas mal havia tido tempo para respirar desde o meu regresso. Utopia estava uma loucura, tal como a minha vida - ou melhor, segunda vida.


Com a minha segunda família reunida novamente, seguia rumo às salas de interrogatório, caminhando pelos estreitos corredores do Quartel General — Mais um reencontro de muitos, eu espero - comentaria ao ver novamente os meus novos companheiros. Sentia um impasse, mas logo adiantaria — Possuo a técnica necessária para interrogar um apenado, se me permitirem - não conhecia as habilidades dos marinheiros que havia conhecido há pouco, mas podia confiar na minha — A Sargento Amanda também possuem experiência, tal como o Tenente Gunter - acrescentava; afinal, Amanda havia sido uma agente do Governo Mundial e Gunter saíra de um bem sucedido interrogatório há pouco.


Esperava com isso, obter o consentimento dos demais para interrogar a revolucionária. Assim, também aguardava boas notícias - as quais não vinham — Sargento Calros! - chamaria a sua atenção — O que está sugerindo?! - apesar da ponderação entre as palavras, o que o Sargento dizia era grave. A acusação podia ser velada, mas ainda era grande — Sargento Calros, confiarei em sua intuição, diante dos elementos expostos... - suas palavras eram como um balde de água fria. Havia sentido que o Soldado Ishisaki era especial, mas não dessa maneira. Após depositar tantas expectativas nele, a última coisa que desejava era que fosse um traidor — Amanda... Gunter, vocês já tinham visto um soldado com duas grandes cicatrizes no rosto e com o cabelo na altura da cintura? Posso dizer que é possível que a maior parte do tempo ele esteja de boné, escondendo o cabelo volumoso - indagaria aos meus companheiros. Se a resposta fosse negativa, meu temor aumentaria ainda mais — Sargento Amanda... Sei que a chamei para outro assunto, mas não vejo alguém mais capaz do que você para isso, levando em conta sua história - daria uma breve pausa para absorver as informações — Preciso que descubra o paradeiro do Soldado Ishisaki e se ele está tramando alguma coisa. Essa é uma missão oficial da marinha. Reporto que ele foi visto pela última vez próximo à sala da Capitã Katt. Temo que ele já possa estar do lado de fora, mas temo mais ainda se estiver do lado de dentro - designaria a missão para a minha confiável amiga. O trabalho de um Tenente ia além de atuação em campo, era preciso gerir os subordinados, uma aptidão que havia conhecido bem em Lvneel¹.


Ademais, as palavras do domador de aranhas haviam me chamado a atenção. "Conhece a revolucionária Katherine Silvertone, hum...". Pretendia passar aquela história a limpo no futuro. Por enquanto, apenas me manteria atento até que me situasse após o interrogatório da revolucionária. Sabia que o mar era uma loucura e seria hipócrita de minha parte ser tão precoce, visto que um de meus melhores amigos - Kurai Hoshiken - se tornou um pirata. A vida era uma caixa de surpresas e, na verdade, estava curioso em saber como era a relação de ambos, visto que minha primeira impressão do Sargento havia sido de um homem íntegro e compromissado com a marinha, como demonstrava ser ao observar as estranhas ações do Soldado Ishisaki - ao menos, assim esperava.


Diante da nova informação, assentiria com a cabeça para o Sargento Calros — Se você acha que é capaz, confiarei em você. Abdicarei do interrogatório e irei investigar essa situação - determinaria. Volveria meu olhar para Gunter, olhando em frente ao corredor — Vamos nos separar e procurar vestígios - dizia — Contate-me por Den Den Mushi, qualquer coisa. Continuo com o mesmo amiguinho - informaria, dando meia volta e seguindo corredor adentro. "Quem mais poderia saber algo sobre o Soldado Ishisaki?!" - se ele era um homem que ocultava sua identidade, seria difícil que qualquer soldado comum o percebesse. "Alguém que não seja facilmente percebido, mas perceptivo... alguém que não atrairia tanto interesse..." - ponderaria, agitando as mãos, enervado. "Ryu! O pequeno Ryu! Quem mais poderia passar despercebido?!" - sentia como se tivesse tido um pensamento brilhante, alternando a cabeça entre os caminhos dos corredores. "Onde achá-lo!? Nesse horário, se a Amanda estava no refeitório, por que não alguém mais jovem e com mais necessidades e desejo de crescer?" - a este momento, voltaria para o refeitório, em busca do pequeno Ryu.


"Se ele não souber, ao menos poderá ser mais um olho e ouvidos..." - pensava. Frustrada a minha tentativa de localizá-lo, iria até o pátio do QG, onde treinávamos; senão, em uma possível biblioteca, onde era calmo e um garotinho podia fugir do clima tenso do quartel. O ponto é que vasculharia todos os locais que achava provável, a fim de encontrá-lo — Pequeno Ryu, este velho esqueleto precisa de sua ajuda. Você viu ou escutou algo estranho recentemente? - faria minha primeira indagação, começando por algo genérico, a fim de não perturbar sua percepção — E sobre um homem com cicatrizes no rosto e cabelo grande? - perguntaria, nem tão esperançoso com a resposta — Soldado Ishisaki... Ishisaki... Será que ele está relacionado com Os Números? Como? - falaria em voz alta para mim mesmo, com a mão apoiada em alguma superfície próxima, pensativo — Alguma notícia? - pegaria o meu Den Den Mushi e procuraria manter o contato com Amanda e Gunter, falando baixo, a fim de não atrapalhar uma possível perseguição.





¹ Na aventura [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] eu gerenciei o QG junto da NPC Elena - que consta em minha ficha, creio que na área de players, porque era a personagem do Van - e do Capitão Eric, pois alguns marinheiros de alta patente haviam sido excomungados após a revelação de um esquema de corrupção.





~ Histórico ~



Nome do Player: Karyo Shen
Nº de Posts: 09
Vantagens: Liderança; Adaptador; Voz Encantadora; Ambidestro.
Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia; Mecânica; Interrogatório e Arrombamento.
Ofício: Ferreiro.
EdC: Ceifador

Ganhos:
Perdas:

NPC's: Tenente Erza Scarlet; Tenente Helena; Sargento Golden Afro; Soldado Ishisaki.
Players Tenente Laith Kinder; Sargento Calros; Katherine Silverstone.
Extras: Utopia (30/30)







Objetivos


Spoiler:
 


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