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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 [LB] O Florescer de Utopia

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MensagemAssunto: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 6 EmptyTer 14 Jan 2020, 18:13

Relembrando a primeira mensagem :

[LB] O Florescer de Utopia

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro Calros Lazo. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Vincent
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 6 EmptySeg 10 Fev 2020, 23:50






Eu finalmente conseguia atingir Alexander com meu ataque e também com sucesso evitava a maioria das shurikens lançadas pelo homem. Mas, minhas preocupações só aumentavam quando o navio da marinha atirava contra nossa embarcação e apesar de errar ambos os tiros de canhão acabavam por nos molhar - Mais essa agora suspiraria. Em seguida olharia para o lado - Pode falar de novo? Não consigo ouvir! questionaria o marinheiro um pouco receosa quanto as suas palavras. Obviamente pararia de atacar o albino, afinal um problema maior surgia em nossa frente e teria de resolver de imediato - Parece que nossa luta acaba por aqui diria em um tom mais baixo para que somente Alexander pudesse ouvir.

Antes de tentar conversar com o homem, iria na direção de Tin buscando deixá-lo calmo enquanto resolvia mais essa questão - Não se preocupe, vou dar um jeito da gente sair daqui sorriria ao falar. Nesse momento era essencial manter a calma para que não houvesse desconfiança por parte do marinheiro e também serviria para tomar as melhores decisões possíveis. Eu então me aproximaria da amurada para que pudesse conversar - Nós estamos tendo problemas com este homem apontaria na direção de Alexander - Ele achou que seria bom trair seus companheiros e matar todos assumiria um semblante mais sério - Mas enfim, o que traz um navio da marinha até aqui? Não quero ter mais problemas questionaria demonstrando certa curiosidade.

Spoiler:
 

Esperaria pelas respostas do homem para entender a situação e o que ele tinha para nos dizer - Entendo essa seria a minha resposta em primeiro momento. Caso o marinheiro perguntasse quem éramos eu teria de inventar alguma desculpa - Nós trabalhamos para uma empresa de segurança e estamos carregando uma carga muito importante tentaria demonstrar tranquilidade - Esse aí resolveu nos trair diria em seguida me referindo a Alexander. Me manteria atenta quanto a sua reação para que pudesse agir caso visse que ele não estava acreditando em minhas palavras - Vocês irão prendê-lo? se ele acabasse por acreditar faria uma pergunta mostrando toda minha curiosidade a respeito do assunto.

Para que fosse mais convincente utilizaria todas as minhas habilidades como atuação e lábia, se fosse necessário emularia as emoções condizentes ao momento para que nada fosse feito de forma artificial. Se isso não adiantasse de nada teria de optar pelo plano B - Tin! Vamos dar meia volta e tentar sair daqui gritaria dando a minha ordem para o loiro. Os navios da marinha obviamente tentariam nos seguir, mas não poderia fazer muito quanto a isso, talvez somente torcer para que eles não conseguissem nos atingir - Tchau! Até a próxima! acenaria para o marinheiro. Essa opção era ainda mais difícil que enganar o homem, todavia não posso deixar que minha jornada se encerre agora quando ainda tenho muitas coisas para vivenciar.




~ Histórico ~



Ganhos:
Perdas:
Posts: 10
Relações com NPC's:

~ Legenda ~


Pensamentos: Katherine - Azura
Fala (ambas)
Personalidade atual: Azura  


Objetivos:
 

Perícias, Vantagens e Desvantagens:
 

Spoiler:
 

Npcs Comigo:
 
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 6 EmptyQua 12 Fev 2020, 23:31



— N A R R A Ç Ã O —

Laith encontrava-se em uma situação delicada. Mesmo sendo uma pessoa pratica e interessada mais nos próprios interesses do que nos interesses da população em geral, ainda vestia o uniforme da marinha (não no momento) e qualquer ação contra civis seria duramente punida pela instituição. Os homens se levantavam e cercavam o marinheiro, que utilizava palavras bonitas para convencê-los de sua boa índole.



Rostos zangados o fuzilavam, cercando o cerco e obrigando o marinheiro recuar até uma parede próxima. O primeiro, e único, a falar era o bartender. — Não somos estúpidos! Sabemos que o que aconteceu em Utopia pegou todos desprevenidos, até mesmo os marinheiros. — Calando-se momentaneamente, serviu uma dose para si próprio e emborcou de uma única vez. — Não queríamos muito, apenas algumas respostas para algumas perguntas. Uma promessa de um futuro melhor. Mas a marinha apenas nos abandonou. E agora você vem com mentiras e depois nos diz que se importa? Há! — Mais uma dose no copo e logo em seguida para dentro. — Apenas vá, e não volte! Não queremos mais seu tipo aqui!



Sem nem mesmo se lembrar de cobrar o marinheiro pelo Old Fashioned da ruiva, o funcionário mandava-o embora. Os demais homens abriam espaço, apenas o suficiente para a passagem do ninja, deixando-o vulnerável a ataques furtivos. Por sorte, nenhum civil tentou ato tão vil. Atravessando a porta, apressou o passo e rumou de volta ao QG, ouvindo o careca gritar dentro do bar. — Uma dose para esquecer, por conta da casa!



A poucos passos da entrada, Laith viu quando um vulto saltou do primeiro andar do bar, caindo com impacto e quase correndo em sua direção. Ao alcançá-lo, a ruiva diminuiu a velocidade para acompanhá-lo lado a lado. — Boa distração! Consegui vasculhar rapidamente alguns quartos e achei isso. — O isso se referia a uma carta a qual a ruiva balançava ao lado do rosto de Laith. — Parece ter informações sobre o tal McCranley.



Enquanto o sargento Calros dava o seu breve relatório para a Capitã, cada vez mais impaciente, Knockout, Karyo se esforçava para se redimir com o seu amigo. Ao citar seu rancor, Günter olhou-o, confuso, ouvindo o resto enquanto olhava-o nas cavidades dos olhos. Embora só ossos, Günter conseguiu ver no rosto do ceifador toda a sua amargura e, apesar de relutar por alguns segundos, apertou a sua mão esquelética. — Também preciso pedir perdão! Finalmente me tornei mais forte e me senti ameaçado por você tomar a frente novamente… Sendo que nunca teria chegado aqui se não fosse por você, meu amigo! Perdão!



O magrelo sorria, meio envergonhado, enquanto a paz era selada. Após dar uma olhada na moeda, Karyo devolvia a moeda para Günter, o qual lhe explicava alguns fatos ocorridos anteriormente: — Enquanto Tiger era transferido para a sala, eu fiquei encostado próxima a porta da sala onde você estava e ouvi quando o tritão mencionou a moeda. Comecei a interrogar Tiger como se já soubesse de tudo e ele me contou que Arloong sempre mantinha a moeda por perto, mas que a carta que ele recebeu havia sido queimada logo após, com apenas ele lendo o conteúdo. — Após um momento de pausa para respirar, o atirador continuou: — Quando eu saí da sala após o nosso… Desentendimento. Pedi para aquele sargento ir até o necrotério do quartel e buscar pelos pertences do homem peixe. Disse que lá deveria haver uma espécie de moeda e, pelo jeito, Tiger falou a verdade.



Enquanto isso, no mar, Katherine simplesmente ignorava seu oponente e ia em direção à Tin, tranquila. Era uma ação tão inesperada que Alexander ficava olhando-a, sem acreditar. Contudo, após passar pelo albino alguns passos, o gatuno recobrou seu senso e, segurando a mulher pelos cabelos, puxou-a para si com violência, golpeando-a no estômago e na face. Com uma forte dor no estômago e um leve ardor no rosto, a Major foi jogada ao chão. Alexander aproveitou para montar na mulher, sob suas costas, puxando seus braços para trás e tentando amarrá-la com algo que tirou dos bolsos. — Até parece que vou deixá-la fugir!



Com dificuldade para prender a mulher, Alexander segurava a cabeça de Katherine e a batia contra a madeira do convés, fazendo-a ver estrelas e tornando-a mais passível. Antes de apagar por completo, Katherine ouviu disparos, um grito de dor e um forte baque em seu navio.



De volta ao quartel, Laith e Erza corriam até a sala da Capitã, deparando-se com Karyo e Günter esperando sua vez. Lá dentro, Calros finalmente terminava o seu relato. A tenente Helena havia puxado uma cadeira e se sentado nesse meio tempo, enquanto que o leão da capitã dormia em um canto. — Temos que trabalhar esse seu breve, sargento! — Levantando-se, andava apressada até a porta da sua sala. — De qualquer forma, você fez um bom trabalho, muito bem! E eu não me preocuparia com Augustus se fosse você. Ele ladra, mas não morde!



Abrindo a porta, a Capitã se deparava com os quatro tenentes à espera. — Entrem! — Ordenava, curta e grossa, voltando à sua cadeira enquanto os seis marinheiros se aglomeravam no cômodo. Helena se levantava apressada ao ver tantos tenentes reunidos, ficando mais à frente do grupo, junto à Calros. Karyo e Günter ficavam mais atrás, com o esqueleto colocando suas mãos igualmente esqueléticas nos ombros do sargento. Helena já havia escutado os boatos do ceifador, então permanecia impassível, embora seu coração estivesse batendo mais rápido do que o comum. Gwen, a pequena aranha de Calros, ao ver aqueles ossos surgindo ao seu lado, dava um pequeno guincho, pulando de susto e caindo no chão com um baque. — GWEEK! — Protestava a aranha.



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Laith e Erza entravam por último, com a espadachim fechando a porta, e se posicionavam nas laterais da sala: Laith ao lado esquerdo de Günter e Erza ao lado direito de Karyo. — Sei que este não é um local confortável para uma reunião com tantas pessoas, mas é o único local que posso afirmar ser seguro, dada nossas atuais condições. — Sentava-se, ou melhor, jogava-se na cadeira, com a mesma rangendo em processo. — Antes de começarmos… Este é o Sargento Calros, o único presente que teve contato direto com Os Números e o responsável pela carta que mostrei a vocês mais cedo. — Gesticulando para o sargento, o daria um breve momento para se apresentar, se quisesse. Desta vez realmente breve, cortando-o se dissesse mais do que duas frases.



Olhando para o sargento, diria ao gesticular para os demais presentes: — Sargento Calros, você se encontra na presença de cinco tenentes, cinco dos nossos melhores! — De voz firme e solene, a mulher deixava claro para o sargento que, mesmo estes estando a apenas uma patente acima da sua, a diferença não era irrisória. — Após a desolação que a ilha sofreu, temos pouco pessoal para incontáveis tarefas. Além de vocês, só posso designar mais um ou dois marinheiros à essa missão, se necessário, então escolham bem!



Encostando-se a sua cadeira e demonstrando uma atitude mais casual do que antes, a mulher gesticulou para Karyo, dizendo: — Mas antes de começarmos… Tenente Karyo, você tinha algo para nos dizer? — Seguindo a deixa de sua líder, Karyo dava seu relatório para os presentes, com sua voz grave ecoando pelo cômodo lotado. Complementando-o, Günter informou como interrogou o outro tritão e como obteve a moeda comentada por Karyo, dando-a para a Capitã.



Após observar a moeda atentamente durante alguns segundos, Katt jogou-a para o sargento Calros, dizendo: — Ótimo trabalho, tenentes! E você, sargento, sendo o único a combater contra esse grupo criminoso, consegue extrair mais alguma informação do que foi relatado pelos tenentes? — Após a resposta de Calros, a capitã iria se dirigir para os ruivos Laith e Erza. — E vocês dois, o que nos conseguiram?


Legendas:
  • Civil
  • Marine
  • Revolucionário
  • Helena
  • Alexander
  • Günter
  • Erza
  • Tritão
  • Capitã Katt

Histórico:
 

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Moeda:
 

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 6 EmptyQui 13 Fev 2020, 06:36





Posts em Utopia - 41

Acabava por levar uma bronca pelo meu breve resumo de tudo que havia acontecido. Apesar da bronca, ficava tranquilo ao ouvir que Augustus não faria nada contra mim. Talvez esses tais tenryubitos não fossem tão importantes assim e tudo fosse só um nobre chato se gabando, nada muito novo no mundo.

Bem, de qualquer forma, parecia no final que eu estava até certo quanto ser uma nova missão. Pouco após acabar meu resumo, a capitã Katt abria a porta e chamava os tenentes do lado de fora. Uma mão bem ossuda pousou no meu ombro e vi Gwen correndo de medo de alguma coisa. Quando olhei para meu ombro acabei percebendo que a mão realmente era feita de ossos. Meus olhos esbugalharam com aquilo, mas não cheguei a gritar, na verdade o primeiro sentimento que bateu ali foi uma simplesmente pergunta de o que diabos estava do meu lado.

Não só o esqueleto que pensara ser uma estátua se mexia, como também estava falando e se apresentando, além disso a capitã deixava uma deixa para eu me apresentar. - Bem... olá... como ela disse me chamo Calros Lazo. - Falava sem saber exatamente o que dizer além do que ela já havia dito. E até parecia o certo não falar mais nada, pois a capitã voltava a falar e citava que todos ali com exceção de mim eram tenentes. Incrível como existe gente ruiva que vira tenente... talvez eu não estivesse tão longe de virar um também. Mas a pergunta ali real era: como diabos um esqueleto é um tenente? Isso era a única coisa que se passava pela minha mente naquele momento, até pelo menos Katt citar que eles teriam informações.

Quando Karyo começou a falar percebi que eram informações realmente interessantes. Ela então indagava sobre o que eu pensava daquilo tudo que ele havia falado para mim. - Antes de mais nada capitã. - Fazia uma referência para ela. - Me desculpe porque não vou conseguir ser breve novamente. - Fazia um sinal para Gwen voltar para mim, mas não sei se ela conseguiria, já que estava assustada com o tenente Shen.

Respiraria fundo antes de começar. - Igual o tenente Shen falou, o fato de Arloong ser um grupo de onze pessoas sendo ele o líder realmente bate muito com a forma que cada número funciona individualmente. - Dizia. - Porém, não sei onde exatamente ele iria se encaixar nesse grupo. - Falando isso levantaria as minhas duas mãos na região da cintura com ambas fechadas e começaria então uma contagem.

Para começar isso, deixaria o primeiro indicador da mão esquerda exposto enquanto os outros dedos estavam fechados. - O número um lutou com a marinha logo na divisa com o Calm Belt e perto da ilha de Aracne, junto dele estavam o número três, cinco e seis. - Falava liberando outros três dedos. - O cinco era humano, os outros três eu só vi o navio, mas todos os navios afundaram na batalha, então, é até possível eles terem sobrevivido se forem tritões... - Dava uma pausa deixando claro que aquilo me parecia improvável. - Se for o caso, eu não entendo porquê eu e os outros teríamos sobrevivido, nós definitivamente não estávamos em um estado descente para continuar a luta e seria fácil nos matar e libertar o número cinco que pegamos como prisioneiro. Salvariam um aliado e ainda conseguiriam um navio da marinha sendo que eles nem navio tinham no fim da luta... - Eu dava uma pequena pausa. - Tanto que foi por isso que o agente Crow imaginou que todos estes morreram no combate, não sei se o agente chegou a vê-los propriamente dito, pois eu estava numa luta embaixo d’água enquanto o embate em cima da água ocorria. - Lançava a informação sem muita base, não sei nem se o agente ainda está vivo.

Com isso eu completava aquele grupinho pequeno, mas havia mais números. - A número nove era uma agente do governo infiltrada que foi morta. - Falava completando assim a primeira mão aberta. - Pelo que me lembro da fala de Crow, graças aos esforços dela, a número quatro foi presa, mas a carta dá a entender que de alguma forma essa pessoa fugiu. - Dizia assim colocando mais um dedo na contagem. - Os números dois e sete estavam indo para a grand line ao mesmo tempo que eu e o objetivo deles era Aracne, que era a ilha que eu fui para tentar acabar com os números. - Informava colocando mais dois dedos na lista. - Além disso, não posso afirmar do número sete, mas o dois com certeza era humano, líder de um grupo religioso fanático... - Diminuiria o ritmo enquanto falasse aquelas últimas palavras simplesmente por lembrar da cabeça de Marcela naquela caixa.

Tentaria não ficar muito tempo com aquela imagem na minha cabeça, por mais que pensar nela fosse o suficiente para eu me sentir mal. Por isso tentaria voltar ao que falava para tomar ritmo de novo. - Por último, o agente Crow havia afirmado que os números oito e dez estavam em Aracne. Não parecia uma teoria ou um chute, e sim uma afirmação. Além disso, todos que lutaram comigo no dirigível eram humanos. E a carta era direcionada ao número oito, então imagino que o grupo do Arloong não era nenhum dos dois já que eu imagino que o número oito e dez afundaram no dirigível que caiu no mar ou, igual eu, sobreviveram e estão por aqui. - Concluía assim a contagem dos dez números.

Respirava fundo por um instante juntando mais informações em minha mente. - Algumas hipóteses que eu consigo imaginar. - Continuaria, já que era isso que a capitã queria desde o começo. - A primeira é que este tritão Arloong era um dos números um, três ou seis e simplesmente fugiu quando podia ter ajudado o número cinco, me parece improvável, mas não impossível principalmente porque ele tem uma moeda e na carta existe o termo Moedas. Imagino, que seguir o plano do número zero mostre algum tipo de lealdade, o que contrasta com ele ter simplesmente deixado o número cinco a pura sorte. - Complementaria explicando o motivo que me fazia pensar que essa hipótese era difícil de ser realista.

Com aquela hipótese concluída podia continuar. - Outra hipótese é que com quem eu lutei não era o número oito e sim o tal “aquele que divaga” que escreveu a carta e estava em Aracne para entregar a carta para o número oito. Isso faria ser possível o número oito ou dez serem um grupo de tritões... só não explicaria como eles teriam chegado em Utopia tão rápido. - Falava mostrando um dos pontos negativos daquela teoria, mas dado como eu mesmo chegara rápido, não daria para descartar por completo aquilo. - Mais provável... mas ainda me soa estranho.

Respiraria fundo mais uma vez e deixaria meus ombros descerem um pouco, expressando um pouco de cansaço com aquela situação. - A terceira hipótese, é que o Arloong que recebeu essa moeda estava sendo avaliado pelo número zero para virar um possível novo número. Aí na carta as Moedas são os possíveis novos candidatos. Acho essa hipótese boa. - Daria uma pequena pausa para ver se eles haviam entendido o motivo disso. Independente disso, explicaria o ponto de vista. - Já que mesmo na época da carta já era certeza que pelo menos o número quatro e nove ele já havia perdido. Talvez já soubesse até da possível perda dos números um, três, cinco e seis, mas não posso afirmar isso, porque da luta contra esses piratas e eu encontrar a carta não foram nem mesmo dois dias direito.

Passaria então para a última alternativa que eu havia pensado. - A última hipótese que consigo pensar, e acho que é a que mais me dá medo, é que as Moedas sejam só vários aliados dos números mesmo que temporariamente que foram chamados. - Diria olhando então para o senhor esqueleto e para o outro tenente. - Talvez até mesmo um outro grupo maior ou a parte dos números... se Arloong e o tal número zero fizerem parte deste mesmo grupo, o número zero pode ter incitado todos os outros membros deste grupo a vir para a ilha, onde o símbolo para o chamado é uma moeda... - Daria uma pausa pensando no tamanho das consequências disso. - Os números por si só já são um grande problema, mas se esse povo das Moedas não forem parte deles, significa que temos mais de um grupo criminoso forte se aliando aqui em Utopia. - Isso realmente não me agradava muito. - Sobre a moeda em si. - Diria analisando ela um pouco melhor. - Nada me vem à mente no momento. Só consigo me lembrar que os números oito e dez estavam em Aracne por causa de um tesouro, mas pela carta não parece que eles já tinham conseguido achá-lo... então não acho que esta moeda tenha relação com ele. - Concluíria a ideia por trás disso tudo, porém outra ideia acabava surgindo.

Olharia para a capitã. - Como não sei se o Arloong estava sendo recrutado, seria bom tentar confirmar mortes. Não sei se é possível confirmar a morte do um, três e seis... mas do cinco talvez seja possível. - Começaria assim a expor o meu ponto. - Perdi o contato com o tenente Elrick, que estava com o número cinco em Aracne, depois que um caranguejo gigante apareceu na ilha e lutou com aranhas gigantes, um homem touro e uma gosma. - Falaria divagando um pouco do assunto principal e por isso voltaria para o que desejava perguntar e descobrir. - Se conseguirmos nos comunicar com o povo que ficou na ilha de Aracne. Seja o tenente Elrick ou o agente Crow, podemos não só saber a situação atual do número cinco, como também talvez descobrir novas possíveis informações do oito e do dez que o agente havia afirmado que estavam na ilha.

Faria um sinal de que havia acabado de falar, onde a capitã então parecia passar para os outros dois tenentes ruivos. No máximo comentando caso alguém perguntasse se não era possível então o Arloong já não ser o próprio número zero onde acabaria falando. - Bem improvável. Pela estrutura era o número zero comanda do número um ao dez e cada um desses comanda mais um grupo de dez pessoas. Sendo que Arloong já comandava dez, esses dez teriam que ser os próprios números que eu acabei de listar. A não ser que eles tenham modificado totalmente a estrutura deles, aí a maior parte das informações que passei aqui são basicamente inúteis.  - Acho que não havia mais nada que poderia falar além disso para ir contra aquele pensamento.



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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 6 EmptyQui 13 Fev 2020, 12:56





Aparentemente os civis dali tinham uma rixa muito maior com a marinha do que imaginava, talvez pela falha de comunicação entre a marinha local e a população esse tipo de abismo tinha sido criado, ainda que houvesse um pouco de respeito deles, ou temor, Laith conseguia sair daquele lugar quase sendo publicamente linchado, todavia questionava-se até quando aquele temor iria se manter.


Dessa forma, acabava por sair do bar a passos mais apressados e logo começava a correr, indo em direção do Quartel General, até que ouvia um som e percebia uma certa sombra que passava por cima de sua cabeça, possível de ser vista graças a luz da taverna, inicialmente o homem recuava e já pousava a mão sobre uma das ninjakens. Só que na sequência via que se tratava exatamente da pequena “monstrinha”.


- Ótimo trabalho lá. Dizia o ruivo em um tom jocoso, vendo-a dizer a respeito de possíveis informações, pelo menos não voltariam para a capitã de mãos vazias.


Depois de retornar e estar devidamente apresentável, o ninja acelerava entre as escadas do quartel general e ao chegar na escada que levava a sala da capitã, notava que havia um grupo de pessoas ali esperando, dos quais três eram figuras já conhecidas por Laith. Talvez agora entendesse o porquê da “urgência” do assunto, não seria fácil juntar tantos oficiais de uma vez só, ainda mais com a ilha naquela situação.


Assim, todos entravam na sala, e ao entrar nessa reparava que já estavam na sala duas pessoas, ou melhor, duas pessoas e um inseto. O olhar do assassino imediatamente ia para uma aranha no ombro de um outro quase ruivo ali. A aranha em si, não teria nada de incomum se não fosse por seu tamanho, e pelo fato de não estar devorando o pescoço daquele cara nesse instante, dócil? Duvidava. Domada? Talvez fosse.


“Parece que soltaram o circo de aberrações nessa cidade, agora entendi o que Dohko quis dizer quando falou que essa cidade precisava de ajuda imediata, somente a marinha aqui já é mais perigosa que A Corte.”


O tenente acabava por se colocar ereto em uma das laterais, entrando em fila com os demais oficiais, dessa forma, começava a ouvir o que o sargento Calros Lazo tinha a dizer, era exatamente ele a quem tinha pedido anteriormente, alguém que tinha experiencia com os tais números, com certeza ele auxiliaria nesse processo todo e nos pouparia  muito tempo de busca, talvez se estivesse antes sequer teria que ter passado por aquele problema todo na taverna. Sentia-se um pouco humilhado por aquilo, o que no fundo dava ao marinheiro certa raiva, quem sabe no futuro não tivesse a oportunidade de descontar em Erza ou em alguma patente inferior, mas agora tinha que se contentar com as migalhas de respeito dadas pela capitã.


“ Então, os números são mais complexos do que eu pensava. Cada um carrega um codinome e possui uma forma de se comunicarem entre si, além disso, parte deles parece se conhecerem ou então só sabem reconhecer-se. “


A Serpente ia ouvindo o que era dito pelo sargento, mais absorvendo do que refletindo, afinal pouco sabia sobre os números e qualquer informação ali seria de grande uso, de fato aquele ruivo a sua frente era uma peça fundamental no quebra cabeça e sendo sincero, mais preferia ele do que o morto-vivo ambulante no time, não pela falta de empatia(que na verdade não tinha nenhuma mesmo), mas sim pela utilidade dele em contraste com a do esqueleto.


“A hipótese de os números contarem com aliados, ou então contratarem um segundo grupo para auxiliar não é tão impossível assim, na verdade vai depender muito do modo com que Os Números trabalham, afinal, se eles não se importarem tanto com a discrição deles. De todo modo, posso considerar que eles são bem descuidados, para permitir que haja uma ligação entre esse tal Aarlong, sem contar a carta, e não enterrar tudo isso...que patetas.”


A fala do ruivo terminava, e assim, a superior dava o sinal para que a dupla vermelha falasse, na verdade queria de verdade era roubar o crédito pelos feitos que em boa parte tinham sido de Erza, tanto que ao sinal da capitã, tomava o lugar de fala. – Capitã! Dizia dando uma breve pausa para atrair a atenção dela. – Inicialmente gostaria de pedir desculpas tanto em nome da tenente Erza como em meu nome, acabamos por tomar um plano de disfarce e fomos sem farda até um local de movimentação aqui, o Pelicano. Enfim, chegando lá, consegui falar com um bartender e extrair a opinião dele sobre a movimentação na cidade e se havia algo incomum.

 
O homem parava brevemente para respirar e logo continuava. – Acabou que de começo não obtivemos nada, mas em certo momento nossa identidade foi descoberta. Estranhei quando os civis dali mostraram irritação para com os marinheiros, não só isso, parecia que foram desacreditados, só que de uma forma que como posso dizer..não natural. Acredito que há alguma mente por trás desse movimento de propaganda danosa para a marinha, talvez não seja o mesmo alvo que estamos procurando, mas ainda sim é relevante para que a capitã tenha conhecimento disso. Em um último momento, graças a esse incidente, a tenente Erza conseguiu se infiltrar dentro do estabelecimento e obteve documentos que carregam informações notáveis. O rapaz então olhava para a ruiva, dava uma rápida piscada para essa, sabendo que ali ela não teria como revidar.


- Agora, a respeito do que foi dito pelo sargento, fiquei mais intrigado sobre essa moeda. Como os números são uma organização secreta, duvido muito que seu líder deixaria vazar informações pessoais de cada membro tão facilmente, assim ficaria muito fácil para rastrear. Posso estar errado, mas a moeda talvez seja um meio que identifica que aquela pessoa é um número. Vamos supor que alguém dessa sala queria criar um grupo assim, se assumirmos que nos conhecemos pessoalmente, ficaria muito fácil de desmantelar o grupo, agora, se o que determinasse nossa ligação fosse essas moedas, nem mesmo o líder precisaria conhecer pessoalmente os membros, ele só precisaria que a pessoa tivesse em posse de instrumento para reconhece-la como um ator dos seus planos. A pessoa que estivesse atrás da moeda já teria ciência disso, afinal, não teria por que ter gasto tempo e recurso indo atrás disso se fosse apenas pela aparência dela.


Dava mais uma pausa, esperando o grupo absorver as hipóteses levantadas. – Pois bem, Erza, será que poderia ler a carta para nós? Acho que se as informações podem ajudar a elucidar alguma coisa das ditas por aqui.







~ Histórico ~

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 6 EmptySex 14 Fev 2020, 10:35


Karyo Shen

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Por toda graça que me era concedida, conseguia fazer as pazes com Gunter. Não saberia mais o que fazer se ele resolvesse não aceitar o meu pedido de desculpas — É... as coisas mudam bastante - observava. De fato, Gunter havia crescido e se tornado mais forte - e não só isso, mas independente — E eu não teria chegado aqui sem você - complementava, após selarmos as pazes — E você continua muito sagaz, como sempre - havia me surpreendido com a recuperação da moeda. Tinha certeza de que ela poderia nos acrescentar muito em nossas investigações.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Já na sala, sequer havia notado a aranha nos ombros do Sargento Calros. Não tinha medo do animal, mas seu susto também me assustara e, por um momento, recuei a mão rapidamente ao notá-la pulando — Já vi muitas coisas... mas isso me surpreendeu - diria ao Sargento — Não esperava que ela estivesse em seu ombro, apesar... apesar do tamanho - havia negligenciado a possibilidade e apenas me atentado à Capitã. Cumprindo as formalidades, assentiria o crânio em direção à Calros, falando baixo em um intervalo de silêncio — É um prazer conhecê-lo. Assim como a senhorita - também me dirigiria à Tenente Helena.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ainda no escritório da Capitão Knockout, tive a oportunidade de escutar todo o relato do Sargento Calros, o qual prestava informações valiosas acerca da organização criminosa denominada Os Números. "Todos os integrantes da facção já foram identificados, exceto o zero, mas é incompatível que ele seja Arloong, como o Sargento bem explicou... Talvez, ele realmente seja um dos que foram notados no barco que afundou e não foi ao resgate de seus companheiros" - ponderava — A respeito do senso de lealdade dos tritões, posso afirmar que o grupo de Arloong só age por interesse. Nunca vi tamanha maldade, desonra e falta de honestidade, mesmo em um grupo criminoso... Os tritões, entre si, são leais ao seu superior, mas duvido que leais aos humanos, visto que desprezavam a nossa raça - acrescentava — Assim, creio que não seria difícil eles abandonarem um de seus companheiros em determinadas circunstâncias - corroborava com a fala de Calros.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Além do Sargento, estava na presença do Tenente Laith e da Tenente Erza, aos quais já havia cumprimentado anteriormente. Assim como eu e Gunter, eles não haviam ficado inertes e foram em busca de pistas que pudessem elucidar o caso — Estou ansioso para conhecer as suas descobertas - comentaria, antes que ele começasse a revelar o que havia encontrado. "Então é assim... Não seria estranho que diversas forças estivessem atuando em Utopia, nesse momento" - dava o devido crédito em relação às ponderações a respeito da possível existência de uma segunda organização criminosa, mas acreditava não haver indícios suficientes para que tomássemos isso como uma base concreta.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Assim, restava-me esperar pelo relato da Tenente Erza, a qual havia encontrado um documento que atiçava a curiosidade. "Propaganda contra a marinha?!" - só de pensar na possibilidade, reconhecia que seria um plano muito ardiloso de seu autor, se de fato fosse verdade. E, sendo, não estaríamos lidando apenas com alguns delinquentes, mas com um projeto em larga escala e a longo prazo - podia supor. "Um mal desses precisa ser cortado pela raiz" - ponderava, fitando a Tenente com um olhar curioso.






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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 6 EmptySex 14 Fev 2020, 23:06






Havia tomado uma atitude errada e isso rapidamente trouxe uma dolorosa reação por parte de Alexander. Mesmo ficando imóvel por algum tempo, o albino logo reagiu puxando meus cabelos e com uma série de agressões que me fizeram perder a consciência nesse instante. Por fim, eu ainda podia escutar os sons de disparo, grito e de um forte baque na madeira da embarcação. Essa fato complicava totalmente a minha situação já que poderia ter sido tanto pelo traidor quanto pelos marinheiros que provavelmente utilizariam a distração dele comigo para tentar pegar dois coelhos em uma cajadada só.

Quando acordasse a primeira coisa que faria seria verificar o meu estado no momento para que então pudesse avaliar o que acontecera até ali. Procuraria ver também se permanecia em nosso navio já que poderia estar em algum cômodo diferente ou então no navio da marinha. Assim que estivesse ciente eu poderia fazer algo a respeito, isto é, caso fosse necessário - Vejamos... diria pensativa enquanto buscava olhar os arredores com atenção. Caso estivesse presa em uma cela da marinha eu procuraria chamar a atenção de alguém de qualquer jeito que pudesse e assim tentaria persuadir quem aparecesse para que este(a) me libertasse - Ei, acho que vocês pegaram a pessoa errada falaria de forma chorosa fingindo certo desespero - Eu não sou nenhuma criminosa, faço parte de um grupo de exploradores, mas acabamos sendo traídos porque um dos nossos queria um tesouro só para si inventaria uma explicação mantendo o mesmo tom.

Caso estivesse presa por causa de Alexander a minha situação seria um pouco mais difícil e por isso eu primeiramente buscaria por algo que pudesse me soltar. Eu também tentaria chocar o que estava entre as minhas mãos contra algum objeto para que se quebrasse ou rompesse após um golpe bem dado. Não tinha muito o que fazer e por isso aguardaria até que Alexander aparecesse novamente para que eu tentasse realizar algo contra ele - Você vai me pagar! esboçaria raiva contra ele e escutaria o que tinha a dizer. Quando por um momento ele se descuidasse lhe passaria uma rasteira e então iria pra cima dele para que pudesse dar uma joelhada em seu rosto - Isso é por tudo o que me fez até agora! esbravejaria.

Não importava o lugar em que acordasse, a verdade é uma fuga seria muito difícil e por conta dos recentes acontecimentos sequer poderia ter certeza se iria conseguir voltar ao navio. Mesmo diante de uma situação complicada eu não poderia perder a esperança de que as coisas dariam certo e utilizaria meus pensamentos favoráveis como combustível para seguir em frente “Pensa bem nas besteiras que está dizendo! Pra começo de conversa, você não estaria nessa situação se fosse um pouquinho mais esperta e finalizasse seu oponente antes de dar as costas pra ele!” ela estava verdadeiramente irritada “Ele poderia ter parado por causa dos marinheiros” diria em resposta “Idiota! Nunca dê as costas para um oponente no meio de uma luta, é esse tipo de brecha que ele fica esperando” a essa altura não poderia mais mudar seus pensamentos.




~ Histórico ~



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Ato IV: Aranhas e mais aranhas
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 6 EmptySab 15 Fev 2020, 19:16



— N A R R A Ç Ã O —

O sargento repassava o máximo de informações que havia conseguido adquirir em suas últimas aventuras e os tenentes absorviam o máximo possível, debatendo alguns tópicos e tentando deduzir o significado daquela moeda misteriosa nas mãos de Arloong: Novo membro? Prova de ser um Número? Sinal de uma possível aliança?



A princípio, a Capitã Katt apenas ouvia, quieta, mas apreensiva. Algumas rugas eram visíveis em sua testa, demonstrando a sua concentração naquele assunto. Seu leão brincou um pouco com Gwen, dando-lhe uma patada brincalhona que lhe jogou quase um metro de distância. Gwen correu para os pés de Calros, amedrontada, procurando abrigo entre o esqueleto e o leão. O leão, solitário, retornou para a sua mestra, apoiando seu focinho em seu colo e dando um baixo rugido ao sentir sua inquietude.



Por fim chegou a vez de Erza relatar suas descobertas. Laith, olhando para a espadachim, pôde notar o quão tensa ela estava, mesmo do outro lado da sala. Ela tirou a carta do envelope e a releu rapidamente, calada, antes de passar a língua pelos lábios algumas vezes e, finalmente, dizer: — Eh… *cof* Hm… No envelope tem o nome William McCranley, o dono do Pelicano. Seu… O bartender disse que ele estava desaparecido desde o incidente que houve aqui. A carta… Seu remetente marcou uma reunião com William no distrito Shinjuku, para o dia seguinte. — A ruiva se calava por um momento, tirando seus olhos da carta e olhando para Katt. Pouco depois, notou que havia esquecido de mencionar algo importante e voltou a olhar para o papel em suas mãos, adicionando de forma apressada: — A carta foi datada, um dia antes do incidente.



Erza, ao terminar seu relato, fuzilava Laith com os olhos, antes de desviar sua atenção para o chão. — Perdão, Capitã Knockout. Parece que esta carta não vai ser útil para nós!



A capitã continuou calada por mais uns segundos, imóvel, deixando que a tensão preenchesse o ambiente da sala. Movendo-se em sua cadeira, curvou seu corpo e abriu a última gaveta de sua mesa, tirando de lá uma carteira de cigarros e um isqueiro. Colocando um fino cigarro em sua boca, usou uma das mãos para acendê-lo com o isqueiro. Com um gesto, indicou que seus subalternos poderiam pegar alguns dos seus cigarros, se quisessem, e deixou a carteira e o isqueiro sobre a sua mesa. Apenas após respirar e soltar a fumaça, lentamente, é que a capitã voltou a falar:



Eu tinha as minhas próprias conclusões, mas quis ouvir vocês antes para que as minhas ideias não limitassem as suas. — Mais uma longa baforada, tirando o cigarro da boca com a mão esquerda e soprando o ar esbranquiçado para cima, enquanto acariciava o seu leão com sua mão direita. — "As Moedas são essenciais para a próxima etapa do grande plano." Supondo que esta seja uma dessas "Moedas", não vejo como eles usariam para se identificar, já que foram adquiridas depois. "Já concluímos mais da metade do necessário", ele disse.



A carta não estava nas mãos da Capitã, mas ela citava os trechos com exatidão, demonstrando uma memória fotográfica. Ou, talvez, ela apenas tivesse a lido tantas vezes que havia impresso aquela mensagem enigmática em sua cabeça. Mas continuando… — Sobre o tritão ser um dos Números… Se ele tivesse participado do combate marítimo, e levando em consideração o que o Tenente Shen nos disse: "Os tritões desprezavam a nossa raça", não apenas ele, mas todos os membros em seu navio seria de homens peixes. Ele e os seus poderiam ter dizimado os marinheiros em questões de minutos. — Um longo suspiro, não deveria ser fácil para a Capitã admitir a força dos tritões frente a tantos subordinados. Mais uma tragada, com o cigarro passando um pouco da metade.



Por fim, a minha hipótese é a mesma que a sua, Sargento. — Dado os presentes, não era necessário especificar qual. — Os portadores dessas moedas, pois acredito que esta não é a única, serem aliados dos Números, ou, ao menos, do líder deles. — Atrás da Capitã, uma leve garoa começava a cair, açoitando levemente as paredes externas do QG. A luz do sol já havia diminuído a quase nada, tornando parte do céu avermelhado, enquanto o resto estava negro como o breu, coberto de nuvens pesadas.



"Aqueles em Utopia devem se render ao poder do nosso líder! … Com o suporte destes nós estaremos a poucos passos da nossa missão suprema!" — Mais uma tragada, a última, antes de esmagar o resto do cigarro na própria mesa de madeira. — Se esses Números convocaram aliados para Utopia e tiverem alguma relação com essa propaganda negativa, informada pelo tenente Kinder, e com o incidente que nos destruiu... — A mulher deixava o resto em aberto, levando sua mão esquerda ao rosto e apertando aquele ponto entre o nariz e a testa, indicando o início de uma longa dor de cabeça.



Se o que a Capitã dizia era verdade, aquilo poderia significar algo a mais para o tenente Shen: Os Números, ao convocarem Arloong como aliado, tornaram-se responsáveis pelos atos que levaram a sua morte, mesmo que esta não tenha sido a intenção inicial. Enquanto o ceifador poderia ter pedido a vida devido à este grupo criminoso, o sargento Lazo já havia perdido sua companheira e marinheira Marcela. Além deles, o Comodoro Dorian Black também havia desaparecido durante o incidente que houve em Utopia e, se tal incidente também havia sido planejado pelos números, a Capitã havia perdido seu estimado líder. Aquilo estava se tornando pessoal...



Enquanto guardava os cigarros e o isqueiro de volta a última gaveta, a capitã voltou a falar: — Precisamos descobrir mais sobre esses Números e cortar o mal pela raiz! — Afirmou, condizente com o pensamento do Ceifador Branco. — Também é necessário nos informarmos melhor sobre essa tal propaganda negativa para com a marinha. Primeiro, se é real; Em segundo lugar, quem são os responsáveis; Em terceiro, se estão relacionados com os Números ou não; E, por fim, apreender todos os responsáveis. Não necessariamente nesta ordem. — Após uma leve pausa, jogando as cinzas da mesa para o chão e cruzando as mãos sobre o móvel, continuou: — Também temos o possível paradeiro do nobre William McCranley. O mais provável é que ele esteja morto, mas se o encontrássemos vivo, seus contatos e seu dinheiro poderiam nos ajudar a reconstruir Utopia.



Dadas as três missões disponíveis, restava associar os marinheiros a cada uma. — Acabar com essa organização denominada Números é a minha prioridade e, portanto, Tenentes Shen, Günter, Aakre e Sargento Lazo, vocês serão os responsáveis por tal missão. Se já não tiverem pego um baby den den mushi, peguem alguns no almoxarifado, quero relatórios constantes. — E voltando a sua atenção para Calros, decretou: — E breves!



Desta vez olhando para Laith e Erza, disse: — Como vocês vieram com as informações sobre os boatos e sobre William, deixarei que decidam o que desejam. — A mulher, conforme informava sua decisão, começava a sorrir, dando uma leve gargalhada. — Quem diria… Um tenente escolhendo sua missão... — Dizia, meio que para si própria, embora audível para todos os presentes. Contudo, não era de se surpreender, dado o escasso número de marinheiros relativo a quantidade de missões necessárias naquela ilha em ruínas.



Após a decisão dos ruivos, a Capitã informaria: — Entrarei em contato com Aracne e os informarei mais tarde sobre o que eu descobrir. Dispensados, tenentes… Sargento! — Nesse meio tempo, a chuva havia se intensificado e o som das gotas no telhado começavam a abafar os demais sons, fazendo com que a Capitã tivesse de falar mais alto do que o normal. Com Erza abrindo a porta e os marinheiros saindo de sua sala, Katt indicava para Helena, a última, a deixar a porta aberta e se recostava em sua cadeira, demonstrando cansaço.



No corredor e fora da visão da Capitã, Erza dava um forte soco no ombro de Laith. — POR QUE DIabos você disse que eu tinha algo referente à missão? — Havia começado a frase quase gritando, mas diminuiu o tom de voz pouco depois, talvez por medo da Capitã ouvir. — Comparado com os Números, o paradeiro desse nobre é algo irrelevante. — E, no caso de Laith ter escolhido encontrar o nobre como missão: — E por que diabos você escolheu encontrar esse cara?



Mais atrás, Karyo e Günter observavam a discussão dos ruivos, enquanto Calros e Helena os seguiam. Gwen havia voltado para o ombro do sargento, fitando o esqueleto com desconfiança. A frente do grupo, um marinheiro limpava o chão. As janelas do corredor estavam todas fechadas, mas parecia que não havia sido este o caso no início da chuva e, portanto, o soldado solitário secava o solo com um esfregão. — Oh… Tenentes! — Dizia, parando sua tarefa para saudá-los com uma continência. — Cuidado, o chão está úmido. Ainda não consegui secar tudo! — Informava, de esfregão em mãos e ao lado de um balde pela metade com água. Laith Kinder era o mais próximo do soldado, podendo aproveitar o momento para aliviar sua raiva anterior. Contudo, apesar da proximidade, não conseguia ver com clareza as feições do soldado devido ao boné que ele usava.



- x -

Não muito longe dali, Katherine abria os olhos com dificuldade. Ainda sentia dores no estômago e no rosto, mas com intensidade menor do que antes de apagar. Sua visão estava turva e seus outros sentidos tão inaptos quanto o primeiro. Precisou de um bom tempo, talvez uns três minutos, até recobrar melhor os sentidos e se situar.



Estava em uma sala simples, pequena, quadrada e pintada de branco. Havia apenas uma mesa de metal e duas cadeiras. Também havia algo no teto… Um buraco? Não, não chegava a atravessar a estrutura. Era como se tivessem batido com muita força ali com um porrete ou algo do tipo. A Major, por sinal, estava sentada em uma das cadeiras, de frente a porta. Algemada! Tentou se soltar puxando a algema da cadeira, sem sucesso. Mas o som fez com que a porta se abrisse pouco depois.



Katherine lamentava, indicando ser inocente, mas a cabeça que a olhou rapidamente sumiu e fechou a porta atrás de si. Vozes abafadas, passos e silêncio, um longo silêncio, sucedeu aquele momento. Enquanto esperava, a revolucionária percebeu que seus ferimentos haviam sido tratados e algumas bandagens cobriam os cortes causados por Alexander. Também era possível notar que o ambiente era estável, ou seja, não estava em alto mar. Quase quinze minutos depois, a porta tornou a ser aberta e um marinheiro entrou na sala, só, fechando a porta e sentando-se em frente a Major.



Seu uniforme da marinha estava impecável e seu cabelo estava úmido, talvez após um banho. Sua expressão era séria, mas sua voz era aveludada, quase como se falasse com uma amiga. — Boa noite. — Com sua primeira frase, o marinheiro já dava uma informação a Major, pois quando ela desmaiou, ainda estava no meio da tarde. — Antes de mais nada, saiba que eu salvei os seus companheiros: Um de olhos azuis na cabine; um careca e uma ruiva no mar. Eles estavam feridos, principalmente os dois primeiros, mas foram tratados e passam bem. O navegador, Tin, não é? Também está a salvo.



Após as informações dadas, o homem se calava e permanecia assim por quase cinco minutos, esperando. Por fim, independente do que a mulher dissesse, ele confessaria: — No início, pensei que você era a vítima e fiz o possível para salvar você e seus aliados. Mas seu… Sua aparência, chamou a minha atenção e, imagine a minha surpresa, quando o Jonas-san me contou que você era uma revolucionária! Precisei confirmar com o QG antes de sequer acreditar! Sabia que eu posso perder meu cargo por ter dado a ordem que resultou em um Caçador tomando um tiro? — Com um leve sorriso de descrença no rosto e sacudindo a cabeça negativamente, o homem indagou: — Agora me diga, Major Katherine Silverstone, por que eu não devo lhe enviar para Impel Down e deixá-la apodrecer por seus crimes?


Legendas:
  • Civil
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  • Revolucionário
  • Helena
  • Alexander
  • Günter
  • Erza
  • Tritão
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 6 EmptyDom 16 Fev 2020, 14:18


Karyo Shen

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]"Uh..." - decepcionava-me um tanto com o relatório da Tenente Erza. Parecia que ambos não estavam na mesma página, gerando em mim um olhar estranho que pesava sobre eles, sem entender o que estava acontecendo. "Deve ter acontecido algum desentendimento..." - de toda forma, a Capitã havia nos passado uma missão e, como era de praxe, uma missão dada era uma missão cumprida. "Gunter, Aakre e Lazo..." - olhava para os presentes, ponderando bem. "Não deixarei Amanda¹ de fora dessa. Já faz um tempo que não nos encontramos" - decidia. Sentia falta de trabalhar com a minha equipe e a mulher não podia ficar de fora. Era na hora de realmente voltar à ativa — Será um prazer diligenciar lado a lado com marinheiros tão dedicados - falaria para a Tenente Helena e o Sargento Calros.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Após tantas reflexões acerca das Moedas, não obstante os relatos que dávamos, não conseguíamos chegar a nenhuma conclusão. A situação era mais obscura e infindável do que imaginávamos. Todavia, a Capitã, capaz como era, também auxiliava a descartar certas hipóteses e filtrar as ideias, de forma a nos dar um norte a seguir. "Então, esse seria o pior cenário que consigo imaginar... duas organizações criminosas atuando em conjunto, não bastasse uma..." - lembrava da imagem da moeda, associando-as com os números. "Se a moeda me pode informar algo, é que haveria oito deles - fazia uma suposição infundada, levando em consideração o design da moeda e o que ela podia representar para o grupo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Assim, pegaria o contato direto da Capitã, para poder ligá-la via Den Den Mushi e transmitir os meus relatórios. Esses que eram de fundamental importância para coordenamos as nossas ações. "Em falar em relatório..." - com a minha recente volta do além, ainda havia muita coisa que eu precisava me atualizar sobre as condições de Utopia, de modo que não podia deixar de me manter atento ao que ocorria — Soldado! Precisarei de seus bons esforços para que traga um relatório de todas as atividades realizadas hoje e ontem à noite para mim. Quero saber tudo que está acontecendo! Ainda, transmita a ordem para um segundo soldado, se não puder fazer por si mesmo, para avisar à ex-soldado Amanda, pois já não sei mais em que patente ela se encontra, mas provavelmente Sargento ou mesmo Tenente, que o Tenente Karyo Shen está a intimando para uma importante missão! Dispensado! - diria para o soldado mais próximo e em menor atividade que encontrasse. Tinha certeza que Amanda não estava de folga, mas que faria o possível para se juntar a nós, caso pudesse.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Antes de partir para o campo, precisava me atualizar do que estava ocorrendo, a fim de tomar a melhor decisão. O mesmo valia para os meus companheiros e, assim que o soldado voltasse com o relatório, captaria e transmitiria as informações para meus companheiros próximos — Há algo em especial que alguém deseje fazer antes de procedermos com a missão? - indagaria — Vocês ouviram a Capitã: "É necessário nos informarmos melhor sobre essa tal propaganda negativa para com a marinha. Primeiro, se é real; Em segundo lugar, quem são os responsáveis; Em terceiro, se estão relacionados com os Números ou não; E, por fim, apreender todos os responsáveis. - repetiria suas palavras, as quais estavam bem fixadas em minha mente — Convoquei uma antiga amiga, ex-Agente do Governo Mundial. Tenho convicção que suas habilidades nos poderão ser úteis. Espero que possamos contar com a sua força - informaria.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Destarte, restava esperar o relatório e pela resposta de Amanda para dar o próximo passo adiante — Acredito que investigar a situação a respeito da propaganda enganosa seja o nosso primeiro passo. Com algo sério assim, quanto antes determos isso, melhor. Se esperarmos, pode chegar ao ponto irreversível no qual a imagem da organização estará tão manchada que será impossível contarmos com qualquer apoio popular e, pior, os próprios cidadãos atrapalharão o nosso trabalho. Temos uma das Moedas em mãos. Os Números não conseguirão completar o seu plano sem todas, pelo que sabemos. Enfim, ainda é possível que ao acharmos os responsáveis pela difamação, tenhamos informações suficientes para prosseguir com a erradicação da organização - colocaria o meu plano em pauta.




¹ Amanda foi uma NPC introduzida em [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]. Ela faz parte do time do Karyo, junto a Gunter. Quando se conheceram, ela era uma Soldado, mas era mais forte que o próprio Karyo, pois antes era uma Agente, que decidiu seguir o caminho da marinha e começar do zero. Isso antes da morte dele. Depois disso eles não se viram. Ela lutou junto a ele contra Arloong e foi fundamental na batalha, também estando presente no enterro dele e auxiliando no plano para salvar Unmei. Não tenho informações sobre a patente atualizada dela.

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 6 EmptySeg 17 Fev 2020, 04:05





Posts em Utopia - 42

Eu passava todas as informações que podia sobre os números. Não só isso, acabava por ouvir algumas coisas do tenente Laith também, até iria falar que duvidava que fosse aquilo que ele propôs. Se fosse o caso, a número nove provavelmente teria informado para a marinha antes de morrer já que ela conseguiu até mesmo prender outro número, isso seria uma informação bem básica e simples de se passar e que ajudaria até mesmo a marinha a identificar outros números.

Não sei se só por causa disso, mas a capitã também comentou que duvidava da hipótese de Kinder e concordava com a minha hipótese de ser possivelmente mais um grupo aliado aos Números... ou seja, a pior situação que eu havia imaginado, claro. Graças a isso, nem me importei muito com a falta de comunicação entre os dois tenentes que aparentemente não haviam trazido uma informação útil para a discussão. Aparentemente alguém importante da cidade havia desaparecido e alguém estava fazendo propaganda contra a marinha na cidade.

Não deveria me importar, afinal, a minha missão era sobre os números e não sobre esse cara, mas minha mente começava a indagar sobre a possibilidade de ambos os casos não estarem conectados no final das contas. Independente de estarem ou não, a capitã falava que eu, Helena, o tenente Karyo e Gunter iríamos cuidar dos números. Após a resposta do tenente Laith sobre a questão, Katt ainda falava que iria procurar por informações sobre o povo em Aracne. Faria uma reverência enquanto falava. - Obrigado capitã. E se me for permitido, queria te fazer uma pergunta, não chega a envolver os números. - Falava demonstrando que era algo mais off-topic da situação, se ela mandasse eu continuar, começaria a falar e agora me forçaria a ser breve. - Como você sabe, eu tenho uma aranha que domei em Aracne. - Diria apontando para Gwen. - Mas ainda não a instrui corretamente e isso até mesmo prejudicou um pouco no andamento de minha missão no dia de hoje. Percebo que seu leão parece muito bem treinado. Gostaria de saber quem te ensinou a treinar animais, ou se você poderia me ensinar num futuro, pois acho que isso irá me ajudar muito. - Deixava claro que não havia necessidade alguma daquilo ser naquele momento, mas pelo menos queria que houvesse o vislumbre disso ocorrer no futuro.

Independente da resposta eu agradeceria antes de sair e seguir com a tenente Helena e os demais. Acabava vendo mais uma discussão entre Erza e Laith, mas não havia nada para eu falar por ali e por isso só segui andando até chegarmos numa área onde um simples soldado limpava o chão. Precisava pegar um baby den den mushi também, nunca tive um, então sinceramente nem sabia como funcionava, mas isso ficava para depois, pois no momento eu via o tenente dando várias ordens para o soldado com uma naturalidade absurda.

Quando este saísse eu acabaria comentando. - Você realmente é acostumado a mandar... - E assim, chamando um pouco a atenção para mim provavelmente, indagaria para o tenente. - Eu quero é fazer um tanto de pergunta sobre você em específico. - Meu tom de voz deixaria clara a minha curiosidade quanto ao fato dele ser simplesmente um esqueleto andante. Nada nele fazia sentido. Eu havia estudo anatomia humana a não muito tempo e ver um ser sem músculos se mexendo já seria estranho, mas ele não tinha nada além de ossos e mesmo assim mexia, falava, ouvia, via, provavelmente sentiria cheiros também.  - Não quero ser rude ou qualquer coisa do tipo... mas você poderia me explicar como você é possível? - Diria descendo e subindo a mão mostrando o corpo todo do tenente. - Não sou médico ainda, apesar de querer ser um, e nada em você faz o menor sentido para mim. - A curiosidade estava realmente me pegando.

Com uma possível resposta ou não, falaria para ele quando o soldado voltasse com o relatório de informações. - Você poderia ter perguntado isso antes de mandá-lo pegar o relatório, teria poupado o tempo dele. - Diria quase que repreendendo o tenente por simplesmente não pensar um pouco no bem estar do soldado que teria que fazer alguma coisa para depois fazer outra coisa provavelmente igual. Mesmo quando eu dei ordens para os soldados fazerem mais almoço, foi por uma boa causa, não era uma simples perda de tempo que teria que ocorrer de novo.

Independente da perda de tempo, acabaria falando. - De qualquer forma. Eu gostaria de uma informação simples. Eu “conheço” uma revolucionária que está na ilha. Ela se chama Katherine, possui um chifre em sua testa, e é bem bonita. Obviamente vai chamar bastante a atenção por aí. A marinha sabe onde ela está? - Indagaria para o soldado que houvesse feito o relatório para Karyo. E caso qualquer um ali perguntasse o porquê disso tudo, eu falaria. - Bem, nós estamos falando de um possível grupo aliado aos números e de alguém que faz propaganda contra a marinha. Mesmo que os revolucionários não sejam os culpados... - Diria indicando que eu realmente não acreditava naquela hipótese. - Eles podem conhecer quem saiba ou até mesmo saber quem é o culpado. E eu acho que consigo descobrir isso se conversar com ela. - Com o término da minha explicação eu pensava então no baby den den mushi.

Viraria para Helena. - Vamos juntos para o almoxarifado pegar os baby’s den den mushi? Eu não sei onde fica. - Indagaria para ela, ou ela provavelmente acabaria delegando para o soldado fazer isso também, o que ela provavelmente faria. Caso ela não mandasse, falaria rapidamente que já voltaríamos e iria com a tenente em busca dos den den mushi’s.

Já com os baby’s den den mushi’s em mão, esperaria o relatório do pobre soldado novamente, pois aquilo era um passo importante para a nossa situação andar. Já que ou teria que partir com base no relatório dele, ou partir com base na direção que eles tomaram no lixão quando nos separamos.




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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 6 EmptySeg 17 Fev 2020, 13:17





De certa forma, sua vingança estava parcialmente feita, tinha achado o “tendão de Aquiles” de Erza, falar em público, ainda mais, falar em público perante as autoridades. Aquela expressão de nervosismo dela, somado a falta de eloquência faziam Laith quase ter um orgasmo nos seus pensamentos ao pensar que ela estava perdendo aquela postura rígida, e no seu exterior, só conseguia reagir com um leve sorriso enquanto na mente era como se estivesse predado a ruiva.


- Ótimo relatório. Sussurrava depois que a mulher tivesse falado, mas antes de outra reação, a capitã tomava a palavra e por protocolo, os demais subalternos calavam-se, ouvindo as observações, pensamentos e proposições da superior. Inclusive, por isso, o ruivo impressionava-se com a capitã e pela primeira vez observava-a como mulher e não como uma figura de poder, desse modo, conseguia ver que havia uma beleza entre o cigarro e a tensão dela, talvez ela fosse uma boa presa para abater na surdina? Talvez, mas não era essa a hora, tinha que aguardar pacientemente, se quisesse que ela caísse em sua armadilha.


Não só ela, enquanto Katt falava, era quando conseguia observar melhor os presentes na sala, o sargento caolho com a aranha esquisita, o monstro Erza, o tenente esqueleto, o enigmático tenente Gunter e ah sim, um diamante em meio a selva, tenente Helena.


“ Por que será que ela anda com esse sargento, são namorados? Ou será que ela só gosta de dar ordens no esquisitão?”


De todo modo, a reunião praticamente estava terminada, as ordens já tinham sido dadas e dessa vez, o privilégio era do ruivo, algo que para ele na verdade era como um direito herdado, algo esperado de sua boa atuação, poderia escolher a qual missão teria que servir. Após a ordem de dispensa, aos poucos os oficiais e o sargento iam saindo dali, até que subitamente Laith sentia um forte soco no seu ombro, fazendo-o levar a mão imediatamente ao local, como se esperasse segurar uma parte do seu corpo a cair. Virava o rosto e obviamente via Erza, é claro, ela não perderia a chance, e assim o ciclo de vingança voltava.


- Você disse que tinha uma carta não tinha? Afinal você saiu da cena e foi atrás disso, no mínimo tinha que ser importante para estar guardada lá. Além disso, princesa, vamos atrás do nobre e dessa propaganda. A razão? Simples. Dizia se aproximando mais dela. – Primeiro que nobres sempre sabem dos podres das cidades, não é de se esperar que Willian, se estiver vivo, vai ter muita informação valiosa, o que poupa nosso tempo de ficar procurando por ai. Além disso, quando essa missão for sucedida, quem sabe você não me recompense com algo melhor.


Após a última fala, o tenente recuava, evitando que a ruiva tentasse o atingir, já sabendo que possivelmente ela tentaria algo, mas no fundo acreditava que não, já que o local e a situação não eram propícios.


Por fim, após esse pequeno diálogo, acabava por ouvir o tenente Shen conversar com o soldado mais próximo, que no caso era o que limpava o chão ali mesmo que durante uma chuva. – Soldado, você ouviu o tenente, não acho que limpar o chão agora seja mais útil do que acatar as ordens dele, vá! Dessa forma, o ninja continuava em meio ao grupo, deixando de segurar o ombro, era melhor esperar o retorno do tal relatório ou ao menos algumas outras informações.  Não só isso, o sargento Calros na sequência questionava o tenente esqueleto sobre as suas características peculiares.


- É verdade, adoraria saber como temos um esqueleto andando pela marinha. Assim, esperaria pelas respostas e pela volta do relatório, ouvindo as indagações sobre o relatório por parte do grupo.


“Então, parece que temos mais peças nesse tabuleiro, uma revolucionária, um soldado poderoso, além do circo de monstros que temos aqui, Utopia parece ser quase uma brincadeira com o próprio nome.”


- Talvez essa revolucionária seja algo interessante de saber em relação a propaganda. Como foi dito pela capitã, eu e a tenente Erza ficaremos responsáveis pela missão da propaganda e do paradeiro do nobre Willian. Vocês podem se decidir sobre o resto.


- Além disso, Sargento, não acho que você está em lugar de repreender um tenente. Se você está tão interessado nessa Katherine, caso entre em contato com ela, deve me informar imediatamente pelo den den mushi, é uma ordem.  Tenente Helena, gostaria de conversar em particular com você, por favor, após o meu retorno entrarei em contato.


Sem falar mais com o grupo, Laith retirava-se do ambiente em que estavam, a Serpente Vermelha começava a caminhar pelos corredores, o motivo da bronca em Calros? Simples, em primeiro lugar, Shen parecia ser alguém que gostava bastante da ordem, dessa forma, se aproximaria um pouco mais assim, somado a isso, ao desafiar o sargento conseguiria ver a reação de Helena e ver o quão próximo eles estivessem.


- Vamos para o Utoporto, dessa vez fardados mesmo, quero ver o quão fundo conseguimos ir enquanto marinheiros. Falaria para Erza essas palavras, assim caminhando em direção ao objetivo.


Ao chegar lá, em primeiro lugar observaria a situação do local, tentando identificar o quão destruído estava, não só isso, buscaria em meio dos comerciantes restante alguém que cuidasse de roupas e uniformes, para que pudesse fazer sua encomenda e interrogá-la.






~ Histórico ~

Ganhos:
-> Uniforme de tenente { Sapato social preto, Calça social preto, Camisa social branca }
-> Baby den den mushi
-> Disfarce (camisa branca de linho e calça preta comum)
Perdas:
Posts: 07
Relações com personagens:
Spoiler:
 

~ Legenda ~

Fala: #DEB887
Pensamentos: #D2691E


objetivos:
 

Mini-ficha:
 

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 6 EmptySeg 17 Fev 2020, 19:17






Ao abrir os olhos podia sentir as dores em meu corpo provindas dos machucados causados por Alexander. Eu estava sentada em uma cadeira, mas não conseguia me soltar das algemas e quando alguém aparecia ali me ignorava totalmente. Algum tempo depois aparecia um marinheiro de aparência curiosa, o que complicava a minha situação ainda mais - Eh... Olá? falaria mostrando que estava confusa diante de suas palavras. Ao que parece ele havia realmente acreditado em minhas palavras e salvará a todos nós, além de ter dado a ordem para que atirassem em Alexander. Mas, ele havia descoberto a minha verdadeira identidade e pretendia me colocar em Impel Down por conta dos meus crimes.

Minha primeira reação as suas palavras seria suspirar em alívio já que eles haviam salvado os meus companheiros - Ufa, ainda bem que eles estão a salvo sorriria em seguida. Após isso teria de advogar a minha própria causa para que não acabasse indo para a prisão - Olha, eu não queria que as coisas chegassem a esse ponto faria referência a fala sobre o albino - Sei que menti, mas não poderia simplesmente deixar que aquele sujo traidor conseguisse o que queria me explicaria - Ele ainda matou pessoas inocentes! Que sequer haviam tido envolvimento com a causa até então diria em seguida. Mesmo que ele não quisesse acreditar em minhas palavras teria de prosseguir - Ele não era uma boa pessoa ou você também acha certo que um caçador tire vida de civis? perguntaria com seriedade - Você precisa acreditar em mim manteria a mesma expressão.

Ele sabia quem eu era e com toda certeza não me libertaria mesmo se insistisse diversas vezes para que fizesse tal coisa - Falo por mim mesma, confusão era a última coisa que eu queria tentaria expressar toda minha sinceridade - Nós não fizemos mal a ninguém, ainda até ajudamos a destruir aquele laboratório do Fish que estava escravizando as pessoas começaria a sentir o desespero percorrer o meu corpo. Ainda assim buscaria me manter calma “Ele não vai te soltar, para o governo você e Fish são dois criminosos e nada que você dizer poderá mudar isso” não queria acreditar em tal fato. Diante disso, eu poderia sugerir uma troca para que pudesse ao menos salvar os outros do mesmo destino que o meu - Pelo menos liberte os meus amigos então, posso fazer o que você quiser para que isso seja feito! sorriria.

Caso ele ainda se mantivesse duvidoso quanto a aceitar o que havia sugerido, teria de apelar então para o meu poder de convencimento. Usando as palavras certas, talvez conseguisse o que queria - Vamos lá, coopera comigo bonitão colocaria um sorriso em meu rosto, obviamente o que estava dizendo era uma grande mentira. Tinha de usar tudo o que fosse possível - Sabe, se você pedir posso até me tornar uma marinheira como você acabaria por falar no impulso e sem pensar muito no que estava dizendo - Basta dizer e eu vou fazer seria obrigada a sustentar minha mentira mais tarde, mas no momento estava somente pensando em ajudar os meus companheiros. Apesar disso, acreditava fielmente que ele não iria pedir para que eu entrasse na marinha já que em sua visão eu era uma criminosa.




~ Histórico ~



Ganhos:
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Posts: 12
Relações com NPC's:

~ Legenda ~


Pensamentos: Katherine - Azura
Fala (ambas)
Personalidade atual: Katherine  


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Perícias, Vantagens e Desvantagens:
 

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Ato IV: Aranhas e mais aranhas
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