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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 [LB] O Florescer de Utopia

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 5 EmptyTer 14 Jan 2020, 18:13

Relembrando a primeira mensagem :

[LB] O Florescer de Utopia

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro Calros Lazo. A qual não possui narrador definido.


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Kekzy
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 5 EmptyQua 05 Fev 2020, 23:33


Karyo Shen

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]"A pior realidade" - rememorava as palavras da Capitã. Sob a sua voz e entonação, conseguia sentir a situação terrível em Utopia sob meus ossos. Ainda, novas informações eram juntadas àquela colcha de retalhos que era entender o que havia acontecido na ilha. A minha sugestão ia por água a baixo ao saber que a carta, na verdade, vinha do zepelim e que ele já havia sido investigado, sem sinal de nenhum dos números. Ao que parecia, teríamos que lutar muito para conseguir informações a respeito deles. "E isso exigirá um esforço horroroso..." - concluía, com pesar.

[...]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]De toda forma, já estava atuando junto a Gunter, em busca das tão imprescindíveis informações. Quem sabe os tritões que enfrentamos não tivessem algo a dizer a respeito. Eles conheciam a Midnight Shine e não queriam problemas com eles¹, mostrando que, ao menos, eles sabiam algo sobre uma das organizações que atuavam na ilha - e, quem sabe, não saberiam mais sobre outras — Tragam o da boca da grande para uma sala isolada. Depois, levem Tiger junto a Gunter para outra sala. Tomem cuidado e não deixem eles fazerem graça nenhuma. O Arloong controlava a água, não os subestimem, apesar de serem os seus subordinados - despachava-os. Deixaria o da boca grande comigo, ao qual não me recordava o nome, pois não havia lutado diretamente contra ele. Entretanto, comparado a Tiger, que era o braço direito de Arloong, tal tritão não estava a par dele e, sendo o marinheiro ruim, tinha esperança que ele cedesse mais facilmente em dar informações.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]De tal maneira, levaria-o a uma sala com os demais marinheiros, instruindo-os a aprendê-lo em uma cadeira, com as algemas colocadas para trás e presas às suas pernas — Certifiquem-se que ele não irá se soltar - assim, observaria se ele estava bem preso e começaria — Você sabe quem eu sou? - indagaria — Você não se lembra de mim? - estaria o arrodeando à medida que falava — Pois eu te direi como me chamam - iria para a sua frente, colocando-o os meus profundos olhos negros frentes ao seu — Meu nome é Karyo Shen. O homem que matou Arloong. O homem que voltou à vida para cobrar o seu débito - intimidaria-o², erguendo a minha mão e contorcendo os meus dedos á sua frente. Sabia que aquela visão era poderosa; afinal, todos haviam se assustado comigo até então, sem fazer o mínimo esforço - e, fazendo, esperava render bons resultados.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Mas posso aliviar tal débito... - voltaria à posição ereta — Se você cooperar comigo - sugeriria, esperando a sua reação — Diga-me! Quais foram os seus crimes?! Diga-os na minha frente! Olhando nos meus olhos! - mudaria a postura rapidamente, vociferando as palavras em tom imperativo, encurtando a distância entre nós — Não há salvação para você - sabia que ele havia matado inocentes, pois testemunhei com meus próprios olhos, mas prosseguiria — Entretanto, posso garantir, ao menos, uma vida mais amena aqui dentro, caso você me conte tudo o que sabe sobre Os Números - dizia — Note que não estará traindo o seu antigo Capitão. Não pergunto nada sobre ele, e sim sobre essa organização. Apresse-se! Diga o que sabe! Ou me certificarei que os vermes que comeram a minha carne sejam os mesmos que comerão a sua ao apodrecer aqui dentro - colocaria o meu crânio frente ao dele novamente, esperando que desembuchasse tudo que sabia.³

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Não esperava conseguir muito, mas qualquer informação e pista a mais era extremamente valiosa naquela situação em que estava quase às cegas. À noite, o homem que a Capitã havia indicado como o único que lutara contra Os Números chegaria ao quartel, de forma que poderíamos angariar mais um pouco de indícios; mas a noite demoraria e, até lá, pretendia me esforçar ao máximo para reunir o máximo de informação possível. Depender apenas de um homem que havia lutado contra eles, permanecendo inerte, não era o meu feitio. "Justiça!" - era tudo que o me movia nessa nova vida.





¹ Em um dos meus primeiros posts da aventura passada tive a estratégia de fazê-los cair em uma teia de aranha e guiá-los para a base da Midnight Shine, a fim de conseguir ajuda, mas eles não caíram e demonstraram que de forma alguma se aproximariam dali. Então, fiz essa suposição baseada nisso.

² Usando a perícia Intimidação.

³ Utilizando a perícia Interrogatório, após muito tempo!

Citação :

Nome do Player: Karyo Shen
Nº de Posts: 03
Vantagens: Liderança; Adaptador; Voz Encantadora; Ambidestro.
Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia; Mecânica; Interrogatório e Arrombamento.
Ofício: Ferreiro.
EdC: Ceifador

Ganhos:
Perdas:

NPC's: Tenente Erza Scarlet
Players Tenente Laith Kinder
Extras: Utopia (30/30)













Objetivos




Spoiler:
 
Off



Let's!


Última edição por GM.Kekzy em Dom 09 Fev 2020, 01:18, editado 1 vez(es)
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ADM.Noskire
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 5 EmptySab 08 Fev 2020, 00:02

— N A R R A Ç Ã O —

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Laith convidava Erza para uma missão, quase como se a convidasse para um passeio à dois. A ruiva pensava um pouco, olhando para Karyo que dobrava à esquerda no fim do corredor, e dava de ombros. — Não tenho nada melhor a fazer, então posso lhe acompanhar para evitar que faça mais besteiras!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A dupla seguia até o almoxarifado e trocavam de roupa sob o protesto da ruiva. — Quantas vezes vou precisar me trocar hoje? — Com Laith vestindo uma calça cáqui e uma camisa branca e Erza trajando um simples vestido negro até o seu joelho, foram até a secretaria, onde Laith pegou um baby den den mushi para si, guardando-o dentro da camisa. — Eu também queria um, mas não tenho onde o pôr… E sair por aí com um no braço não seria muito discreto. — Lamentou.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Hm… Que eu me lembre, nenhum local como este ficou de pé após os últimos acontecimentos. — O marine responsável pelo local respondeu ao tenente, levando uma mão ao queixo e olhando para o alto, pensando. — Talvez no Utoporto você consiga algo? — Respondeu perguntando, completamente perdido no tópico. — Agora, para beber, o melhor lugar era, e ainda é, o Pelicano! — Animado, lambeu os próprios lábios. — Bem, é um dos únicos que sobrou, então mesmo que fosse o pior você não teria muitas opções...

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Enquanto saíam do quartel, Laith explicou superficialmente para Erza o que pretendia fazer. A princípio, foi o suficiente para a ruiva, que andava um pouco mais atrás do que o Gatuno e murmurou em concordância. — Humpf… É bom que me pague algo mesmo. Algo forte para poder continuar lhe aturando! — E, sem qualquer indício ou explicação, aplicou um forte chute nas costas do ruivo, jogando-o em uma poça de lama. Tentando esconder um largo sorriso de deboche, sem muito sucesso, informou: — Desde que chegamos em Utopia, ainda não vi nenhum homem com as roupas tão limpas.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Com Laith tentando se recuperar de tal ato depreciativo para a sua beleza, Calros gritava a plenos pulmões, requisitando o auxílios dos seus subalternos. Abriu a porta e se deparou com o interior pomposo daquela casa: Os pilares eram redondos e de ouro (banhado ou maciço, o jovem não sabia); as paredes eram decoradas com um papel de parede púrpura, contrastando com o ouro dos pilares; o corredor visível pelo marinheiro tinha uns trinta metros de comprimento e não possuía menos do que 20 quadros de arte, quase todos abstratos e de moldura dispendiosa.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Além de todo o background, ainda havia diversos móveis estreitos, cada qual com um vaso ou pequena escultura. Augustus encontrava-se, no momento em que o marine abriu a porta, derrubando o primeiro móvel, com o vaso de cerâmica espatifando-se em incontáveis cacos, e deu um leve gritinho antes de voltar a correr.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Calros pulou o obstáculo com facilidade e, ameaçando o nobre a apenas alguns passos de distância, o homem se jogou de joelhos, chorando profusamente. — Euh soe qufu n herdjakro! — Gaguejou entre soluços, totalmente initeligível.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Susan atravessou a porta primeiro, de rifle em punhos, com Mashi e Kaku aparecendo alguns segundos depois, meio desorientados com a situação. Quando Calros já terminava de amarrar o nobre, que ainda chorava, é que Ykeh apareceu, vindo pela porta traseira. — Pelo jeito não foi necessário cercar a casa. Corri desnecessariamente... — Lamentou, com uma gota de suor escorrendo pela sua testa.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Com o larápio sob custódia, Mashi e Kaku começaram sua longa caminhada até o QG, com Augustus amarrado e sentado na pequena carroça, cercado de panelas sujas. Recomposto — Se é que essa palavra poderia ser usada para ele —, gritava para o sargento enquanto era levado: — Eu vou me vingar! Você será rebaixado para soldado e passará o resto dos seus dias limpando o chão de alguma base esquecido por Yanagi, seu maldito! Tomarei o que é daquele maldito Shinonome para mim e acabarei com a sua vida, verme!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Susan dava tchauzinho para o nobre enquanto Ykeh observava desinteressado como sempre. Karin, ainda com Gwen, não sabia bem como reagir, apertando o seu ursinho contra o peito enquanto a aranha achava e comia um pedaço de carne deixado para trás. Os pacientes de Okabe observavam curiosos, enquanto o cientista gargalhava alto, como um louco! Os pedreiros, por outro lado, pareciam desanimados. Jorge, o mais velho do trio, comentava com os outros dois: — Mais um dia perdido… Desculpem esse velho sem sorte que só consegue trabalhos desprezíveis, meus filhos! — O loiro, neto do senhor, se aproximava e apertava o ombro do velho, tentando consolá-lo, enquanto Pedro dizia: — Não fale assim pai, amanhã conseguiremos algo! Algo bom! — Apesar das palavras, seguia desanimado, junto do seu pai e do seu filho, para a casa de Augustus, onde iam pegar suas ferramentas antes de voltar para casa.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Com Calros vendo as consequências — Não todas boas! — de suas boas ações, Katherine digladiava contra seu ex-companheiro. Confiando em Tin para manejar a escuna e nivelar seu piso, a mulher não levou em consideração a inclinação do navio. Inclinação essa que aumentou ainda mais antes do navegador embriagado finalmente desencalhar o navio e voltar para o mar.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ramiro e Charlotte giraram e foram arremessados ao mar, com Katherine quase sofrendo do mesmo destino, parando bruscamente na murada à bombordo do navio. Alexander precisou se jogar ao chão e usar suas armas como garras para se manter próximo ao centro do navio.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Quando a escuna finalmente voltou a horizontal, um forte baque da madeira na água sacudiu os tripulantes, derrubando o navegador e a Major, enquanto o traíra, já no chão, mal sofreu com a manobra. Levantando-se, comentou: — Pensei que o Cabo era o que me daria mais trabalho, por isso que comecei com ele. Mas esse inábil está se tornando uma pedra no meu sapato!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Tin também se levantava, tentando se ocultar do ninja atrás do mastro e tremendo nas bases. Katherine, por sua vez, ainda estava agarrada à murada do navio, a única coisa que a impedira de ser jogada ao mar, como seus companheiros. Podia ver, distante a sua direita, que um dos navios da marinha havia se separado do cerco e vinha em sua direção, provavelmente atraído pelo movimento caótico da escuna. Alexander olhava de um revolucionário para outro, tentando decidir quem matar primeiro.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O último do inusitado quarteto, Karyo, ía até uma sala de interrogação e esperava que os sargentos aprontassem o tritão para o que estava por vir. A sala era simples, pequena, quadrada e pintada de branco. Havia apenas uma mesa de metal e duas cadeiras, onde em uma o tritão foi acorrentado. Um dos marinheiros, antes de sair, cochichou para o tenente que um terceiro sargento estaria à porta, no lado de fora, caso necessitasse. Após a informação, os dois saíram e foram preparar o outro tritão para Günter.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O tritão, a princípio, pareceu curioso em relação ao esqueleto vivo, mas nada falou. Por fim, quando finalmente acorrentado à cadeira, sequer olhava para o marinheiro. Talvez, em sua vida de pirataria, já tivesse se deparado com outros akumados e se acostumado com a bizarrice causada por aquelas frutas. Ignorou o marinheiro com competência durante boa parte de seu discurso inicial, mas, quando finalmente reconheceu aquele ser surreal como aquele morto por seu líder, em seu último ato de resistência...

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]YYAAHHHH! — Tentando recuar, sem poder, caiu com um forte baque, com a cadeira de metal e seu próprio peso imprensando o seu braço direito no solo frio. Após um grito de dor, vociferou: — MALDITO! — E cuspiu, errando o crânio do marinheiro por milímetros e acertando o teto da pequena sala, deixando uma marca.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Karyo continuava o seu interrogatório, enquanto o tritão se remexia como uma minhoca na areia quente, tentando se soltar, sem sucesso. A ameaça do marinheiro mexia com o homem-peixe e, embora este não acreditasse 100% no esqueleto, a dúvida havia sido plantada e era possível ver no rosto do tritão que sua mente estava dividida.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Karyo terminou sua fala e esperou durante quase um minuto em uma pose bem extravagante, para manter seu rosto próximo do tritão, ainda caído. Por fim, o homem-peixe cedeu. — Arloong recebeu uma carta e junto veio uma espécie de moeda. Foi isso que nos trouxe aqui. — O silêncio voltou por mais alguns segundos enquanto o tritão olhava para o chão, evitando os olhos — Ou melhor, cavidades! — do marinheiro a sua frente. — Isso é tudo o que sei, não questionávamos o nosso capitão. Ele quis vir e viemos, e isso bastava para nós. Até você e os seus aparecerem! — O tritão dava indícios de que cuspiria no esqueleto novamente, mas por fim desistia e deixava a cabeça cair, voltando a olhar para o chão. — Dá para me levantar agora? — Pedia.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Enquanto Karyo decidia se ajudava ou não o pirata, Laith finalmente chegava ao bar com lama seca em suas roupas e um pouco em seu cabelo ruivo. Erza permanecia linda e limpa, abrindo um sorriso sempre que olhava para o seu par. Entraram no Pelicano e seguiram até o balcão, onde um homem bem vestido e careca se aproximou. — Um old fashioned, pode pôr na conta deste cavalheiro! — O careca fazia uma leve reverência e se voltava para Laith. — E o senhor?

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Sua voz era nítida, mas havia um traço de desânimo. Antes, aquele era considerado o bar mais alegre da cidade, frequentado por marinheiros e agentes de toda a ilha. Mas, agora, tudo estava diferente! Os marinheiros deram lugar à civis maltrapilhos, o ambiente alegre se tornou soturno e as conversas altas e animadas dos embriagados se transformaram em cochichos dos amargurados. Um jazz triste soava de um dos cantos do bar, tocado por um saxofonista solo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Já do lado de fora, o sol estava cada vez mais baixo, indicando o entardecer. Nuvens pesadas surgiam no horizonte, indicando uma possível pancada de chuva ao anoitecer ou durante a madrugada. Os civis, de forma geral, viam o presságio e buscavam abrigo de antemão, diminuindo o movimento nas ruas. Calros, por sinal, poderia notar que o número de doentes e feridos que buscavam atendimento na casa de Okabe diminuía rapidamente, com a fila indo de nove para três rapidamente.

Legendas:
  • Civil
  • Marine
  • Revolucionário
  • Helena
  • Alexander
  • Günter
  • Erza
  • Tritão
  • Capitã Katt

Histórico:
 

Rua dos Alfeneiros:
 

Personagens:
 

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 5 EmptySab 08 Fev 2020, 11:33





Pelo jeito Utopia parecia ter ido pela via contrária do seu nome, esse lugar, pelos relatos e destroços deve ter sido um local promissor, enquanto hoje não passava de um grande lixão de destroços e lamentações. Não era atoa que quando chegavam ao bar, o local parecia um bar da terceira-idade, havia apenas poucas pessoas ali, uma música triste, e uma falta de animação geral. Não era por menos, era compreensível o ponto de vista deles, afinal o sonho tinha sido destruído por uma força ímpar em instantes, poderia se esperar que furassem o lodo da realidade com esperança?


O marinheiro, ao sentar-se na mesa, esperava o garçom atender ao pedido de Erza e na sequência pedia o mesmo que a moça. Durante a espera pela volta do homem, Laith passava os dedos pelo que sobrara de lama seca em seu cabelo, lembrando um pouco da cena anterior.


Quando tinha notado, após sua cantada – parcialmente falha-  já estava de encontro ao chão, tinha se esquecido da força real da ruiva, mesmo que quisesse seria muito difícil esquivar-se daquilo, afinal não esperava isso vindo dela, talvez ela estivesse mostrando as garras agora? O ninja não era a pessoa que mais ligava verdadeiramente para aparência, só a usava a seu favor nas missões e objetivos, mas pessoalmente não se importava muito. Todavia, ser tratado como um lacaio ao ser jogado na lama, isso era demais. O rapaz, então, colocava a mão sobre a mesa e olhava para a garota, a recompensando com um sorriso de soslaio.


“ Vou ter meu tempo para me vingar de você Erza, vamos ver quem vai rolar na lama e quem vai pedir perdão para quem, monstro.”


Assim que o garçom chegasse com as bebidas, agradeceria primeiramente e iria partir para as perguntas. – Com licença, fiquei sabendo da tragédia em Utopia, então meus pêsames. Dizia com uma pausa, em seguida oferecendo um aperto de mão para o homem. – Me chamo César, sou um jornalista, e estou tentando conduzir uma reportagem a respeito das memórias dessa cidade. Se puder ceder um pouco do seu tempo, por que não nos fala de como era a sua visão essa cidade antes dos acontecimentos? E poderia nos contar como a vê agora? Se não for demais é claro.


Se o homem decidisse contar sobre isso, ouviria atentamente as palavras dele, agradecendo-o novamente após o pequeno relato, e, na sequência, olharia para a tenente, com um sutil sorriso no rosto, e dando um gole da bebida. – Então, princesa, quais são as suas impressões dessa cidade até agora? No fundo Kinder sabia que usar um termo como esse para ela era uma forma de tortura, talvez pela antipatia momentânea dela contra a pessoa, ou então por reduzir uma personalidade tão forte para algo tão dócil. No mundo existiam várias formas de tortura, e o assassino conhecia algumas delas, mas não há dor pior do que ter que suportar algum desgosto ao seu lado.






~ Histórico ~

Ganhos:
-> Uniforme de tenente { Sapato social preto, Calça social preto, Camisa social branca }
Perdas:
Posts: 04
Relações com personagens:
Spoiler:
 

~ Legenda ~

Fala: #DEB887
Pensamentos: #D2691E


objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 5 EmptyDom 09 Fev 2020, 01:11

Voltando
Posts em Utopia - 39
Com o homem preso e indo para o quartel general, não havia mais nada a fazer além de observar o tempo passar. Ele falou algo meio difícil de entender, seria “eu só queria herdar”? Não... “Eu só quero o herdeiro?” parecia mais para isso, mas não parecia soar como uma frase lógica ainda para mim. Não que me importasse realmente com isso tudo, se fosse algo importante alguém iria indagá-lo sobre o motivo preso e poderíamos descobrir depois.

Assim, via ele sendo levado a gritos sobre eu ser rebaixado, mas bem, não havia nada que eu pudesse fazer quanto a isso se fosse verdade sobre aquele homem ter todo esse poder. Não só isso, aparentemente os três pedreiros agora ficavam desempregados, era uma infelicidade, não me sentiria realmente culpado por isso, já que o chefe deles era um criminoso, além do detalhe principal, a cidade estava em pedaços, não seria nada complicado para eles encontrarem um emprego novo rapidamente.

Com isso, me aproximaria de Karin e de Gwen, onde indicaria para a aranha voltar para o meu ombro. - Desculpe por ver uma cena como essas, mas pelo menos descobrimos quem estava invadindo as casas por aí. - Falava para a pequena tentando acalmá-la um pouco sobre ver um homem sendo preso. - Vamos lá escrever o recado para o seu pai? - Diria apontando para a casa dela. - Onde você acha que é bom deixar ele? Onde o seu pai com certeza iria olhar assim que chegasse em casa? - Perguntaria para ela.

Já dentro da casa, iria retirar o papel que possuía e a caneta e escreveria um simples recado para o pai da garota.
Olá senhor Shinonome,

Sou o sargento Calros Lazo da marinha, gostaria de informar que a sua filha está bem, a levei para o quartel general da marinha por motivos de segurança, pois nas últimas noites ocorreram diversas invasões de domicílios em sua rua. Ela não havia se machucado ou percebido as invasões, que ocorreram até mesmo em sua casa, mas preferi levá-la para prevenir qualquer possível perigo futuro.

Com o recado escrito, iria então coloca-lo onde Karin indicasse, se ela não soubesse, deixaria na cama do quarto da menina, que imagino ser o lugar que o pai dela iria procurar quando estivesse procurando por ela, deixaria algum peso qualquer que houvesse dentro da própria casa para que assim o papel não saísse voando e o pai dela ficasse desesperado.

O resto da tarde passou tranquilo e o anoitecer estava chegando. Então estava chegando a minha hora de partir. - Karin-chan, o que você quer levar para o quartel general? - Perguntava para a menina e já ouvindo a resposta. - Vai lá pegando as coisas e colocando numa mochila que eu levo para você. - Falava para ela. Quando a menina saísse iria olhar em volta e ir na direção de Ykeh.

Quando me aproximasse dele, indagaria. - Eu recebi ordens para ficar até o anoitecer, mas não me falaram nada quanto a vocês dois. Vocês receberam algum tipo de ordem antes? Ou estão simplesmente esperando alguma coisa acontecer por aqui? - Caso a resposta fosse que eles poderiam voltar com a gente eu só concordaria com a cabeça. - Beleza, mas vamos voltar por caminhos diferentes para Susan não ter algum ataque do coração por causa de Gwen. - Diria já sorrindo. Se ele não soubesse falaria. - Quando eu chegar lá falarei com a capitã ou com a tenente para vocês serem rendidos, não deve nem mesmo ser bom ficar tanto tempo em guarda. - Com aquilo concluído, iria até a casa do senhor Shinonome ver se Karin já havia arrumado tudo.

- Está tudo pronto por aqui? - Perguntaria para a pequena quando chegasse na casa. - Vamos só esperar anoitecer por completo e já iremos. - Falaria caso ela indicasse que sim. Caso houvesse alguma coisa que ela não conseguisse pegar, ou precisava de ajuda, iria ajudar sem pensar muito. - Você tem uma chave da sua casa? - Indagaria quando saíssemos, precisávamos trancar a casa antes de sair, era o mínimo ali.

Assim, esperaria a noite chegar e se não houvesse nenhum contratempo que me fizesse ficar na rua, sairia com Karin na direção do quartel general, levando comigo a mochila dela também. Antes me despediria de Okabe. - Bom trabalho hoje, é sempre bom ver alguém ajudando os outros. - Diria animado para ele enquanto partisse. - Provavelmente encontro vocês dois no quartel general? - Diria para Ykeh e Susan se eles não fossem naquele momento, ou fossem, mas não comigo por causa do medo da soldado.

Se no meio do caminho ela se cansasse, daria cavalinho para ela e a levaria comigo, provavelmente Gwen teria que ficar em outra posição comigo, ou em cima da própria menina nessa situação, mas não acho que seria um problema.


Histórico:
 

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Inventário Atual:
 

Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 5 EmptyDom 09 Fev 2020, 01:17


Karyo Shen

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O tritão acabava por ir ao chão e, após um intenso embate de espíritos, a minha vontade prevalecia. Estava tão focado em meu dever que, se tivesse olhos, eles se arregalariam à confissão do tritão. "A carta... a carta falava no Mestre e... em dez números! Onze! Eram onze piratas! A moeda! Eles são os números?! Não, não... não há como ser isso... As informações batem, mas... improvável, muito improvável" - raciocinava. As informações eram compatíveis, mas sabia que eles não poderiam ser os números, pois outros marinheiros já haviam confrontado eles. "Mas, com certeza, parte deles" - concluía, ainda olhando para o tritão com minhas profundas cavidades.¹

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Em um momento tão delicado quanto um interrogatório, o levantaria com cautela, checando se ele ainda estava devidamente preso. Se havia derrotado seu líder, ele não seria problema, mas não podia subestimar um cárcere — O seu braço está machucado? - indagaria, após levantar a cadeira e o tritão — Mandarei alguém para tratá-lo caso tenha se machucado - dizia, com bondade, checando eu mesmo o ferimento. Mesmo que estivesse preso, essa era a sua sentença e agressão nenhuma era justificada a alguém indefeso — Mas diga-me. Conte-me detalhes. Você já viu essa moeda? Como ela é? Onde Arloong a levava? Onde a guardava? Ele estava com ela quando lutamos? Você já escutou alguma conversa sobre algo suspeito em relação a isso? Nem que seja um trecho? - faria as minhas perguntas, após dar-lhe um tempo para se recuperar do baque — Com a sua cooperação, manterei a minha promessa - complementava.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Após escutar as suas alegações finais, deixaria a sala — Fiquem de olho nele. Não baixem a guarda - diria aos marinheiros que ficassem de sentinela ali. Assim, iria até a outra sala, onde poderia encontrar Gunter. Entraria nela repentinamente, abrindo a porta com tudo e indo em direção à Tiger, o braço direito de Arloong — Das cinzas eu me ergui, e agora estou aqui - pararia em frente a ele, estendendo a mão em direção à sua cabeça, fitando-o nos olhos a fim de intimidá-lo — Derrotei-o uma vez, Tiger - e, com ele, havia sido pessoalmente — Creio que se recorde de seu velho oponente - diria em um tom lúgubre — Sosen - intimidaria, repetindo o nome da técnica que havia-lhe cortado do umbigo até o ombro esquerdo, em nossa ardil batalha. Acreditava que o nome da técnica que ele havia escutado naquele fatídico dia o trouxessem más lembranças e lhe dessem o impacto que eu precisava ao descobrir quem era o esqueleto à sua frente.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Logo, prosseguiria — Agora me conte, me conte tudo! Eu já sei sobre a moeda! Já sei sobre Os Números! Desembuche! - seguraria a sua cabeça, adotando a mesma técnica em fixar o meu olhar ao dele. "Veremos se você resiste às profundezas da morte" - não entregava o jogo, pois se eu falasse o que sabia, ele poderia limitar ou não ceder as informações — Acredite! Será melhor para você! - intimidaria — Se não irá colaborar sobre o seu Capitão, me conte sobre Os Números! - diria, caso ele se recusasse veemente a falar no que dissesse respeito à Arloong, em razão de sua lealdade - apesar que duvidava que tritões como eles pudessem ter tais características tão nobres. Dessa maneira, esperava conseguir, ao menos, algumas informações a mais.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Quando acabasse o interrogatório, guiaria Tiger e o outro tritão - sendo um por vez - junto aos demais marinheiros para as suas respectivas celas. Estaria atento aos seus movimentos e às algemas, assim como a presença de água nas redondezas, parando o grupo ou alertando caso nos encontrássemos em situação semelhante. "Arloong não era nada confiável, e assim não são os seus subordinados!" - me lembrava de todas as vezes que, naquelas lutas de um contra um, o líder pirata interferira com sua manipulação de água, chegando até mesmo a quase matar Gunter.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Após, retornaria para o escritório da Capitã Katt, batendo na porta levemente três vezes — Tenente Karyo Shen se apresentando novamente. Creio ter novas informações a compartilhar - anunciaria. Quando a minha entrada fosse franqueada, prosseguiria, com as mãos atadas atrás das costas e a postura ereta que tanto prezava, cheia de dignidade — Excelentíssima, por se tratar de uma situação urgente, passei o resto do dia interrogando os prisioneiros da ocasião em que... faleci - informaria — Apesar de não ter avisado com a devida antecedência. Peço perdão pelas minhas ações - me curvaria brevemente — Porém, creio ter obtido mais informações para complementar esse confuso quebra-cabeças. Veja, Capitã, o bando de Arloong era formado por onze piratas. Um dos prisioneiros narrou que o líder deles estava em Utopia em razão de uma Moeda. Isso soa familiar? Dez piratas. Um líder. Uma moeda... Acredito que as informações são extremamente compatíveis com as da carta, mas temo que eles não sejam aqueles a que ela se refere, mas apenas parte deles, visto que outros marinheiros já combateram os integrantes dessa facção, como a senhora pôde expor e tive a oportunidade de presenciar - complementaria com a narração dos fatos expostos por Tiger, caso ele tivesse cooperado com as investigações — É o que tenho a relatar de minhas diligências à serviço da marinha. Aguardo por novas ordens - finalizaria.




¹ Na minha [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] eu lutei contra esses piratas que estão sendo interrogados e haviam de onze deles. A Bijin chegou a narrar de 11 a 15, mas no final das contas foram onze mesmo. Diante de tal coincidência, surgiu esse pensamento! Basta jogar "onze" no Crtl + F para checar a informação.

² Eu lutei diretamente contra ele, deixando um corte do umbigo ao ombro esquerdo, como se poder ver ao final desse [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.].

Citação :

Nome do Player: Karyo Shen
Nº de Posts: 04
Vantagens: Liderança; Adaptador; Voz Encantadora; Ambidestro.
Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia; Mecânica; Interrogatório e Arrombamento.
Ofício: Ferreiro.
EdC: Ceifador

Ganhos:
Perdas:

NPC's: Tenente Erza Scarlet
Players Tenente Laith Kinder
Extras: Utopia (30/30)













Objetivos




Spoiler:
 
Off



Let's!

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Vincent
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 5 EmptyDom 09 Fev 2020, 18:56




Nesse momento poderia estar no fundo do mar por conta de um deslize já que Charlotte e Ramiro haviam enfrentado tal destino. A situação se tornava cada vez mais triste, afinal estava perdendo meus companheiros um a um e não estava conseguindo fazer nada para que isso fosse evitado. Minha raiva direcionada a Alexander permanecia intacta, mas começava a sentir um ligeiro sentimento de impotência “Tenho que resolver isso de uma vez” balançaria a cabeça para afastar sentimentos ruins enquanto segurava na amurada da embarcação. Eu realmente merecia estar nessa situação? O universo estava trabalhando contra mim? Não poderia afirmar isso já que não estou vivendo em um mundo de fantasia ou algo do tipo onde todas as coisas dão certo, em algum momento da minha vida acabaria passando por uma situação de grande dificuldade como esta.

Não ficaria muito mais tempo por ali viajando em meus devaneios, logo forçaria minhas mãos para conseguir apoiar os pés no navio e assim conseguiria subir. Quando estivesse de volta no convés olharia mais uma vez na direção de Tin - Não ligue para o que ele fala, procure se concentrar apenas em nos tirar dessa situação sorriria para ele. Evitaria distrair o loiro para que ele se mantivesse focado no controle do navio “Você vai acabar se arrependendo se confiar demais nesse idiota” como sempre não a ouviria “Eu não irei deixar ninguém para trás, além disso em quem mais confiaria para a navegação?” faria mais esse questionamento a ela. Voltaria a minha atenção a Alexander novamente, precisava resolver isso o mais rápido que pudesse afim de evitar mais situações ruins de acontecerem.

Spoiler:
 

A nossa saída de Utopia estava sendo horrível, nem mesmo nos piores casos cogitaria perder quase todos os meus companheiros, ser traída por alguém de confiança e de quebra um cerco da marinha. Respiraria fundo antes de começar a falar - Você é quem está sendo uma pedra em nosso sapato faria um comentário e olharia para os lados em seguida. Caso viesse a aproximação de um dos navios da Marinha olharia novamente para o rapaz - Parece que teremos de resolver isso logo, afinal os marinheiros vão chegar aqui a qualquer momento apontaria para o navio que tinha avistado nos arredores. Dito isso, não perderia tempo para começar a minha movimentação - Aqui vou eu! falaria de forma energética.

Dessa vez, correria em linha reta para forçar o lançamento das shurikens por parte de Alexander e ficaria atenta a ação de suas mãos. Usaria minha noção do tempo para calcular o momento exato para um salto lateral, ou seja, após ele jogar a estrela eu realizaria a minha movimentação. Quando estivesse a uma distância considerável faria um chute na altura do tronco visando atingir a costela com minha perna direita em seu flanco e em seguida puxaria sua cabeça para perto buscando uma joelhada em seu maxilar. O objetivo era atingir pontos que iriam lhe nocautear mesmo que pra isso precisasse realizar suscetíveis golpes, caso após os meus dois ataques ele não fosse ao chão faria mais um movimento. Recuando alguns passos para trás realizaria um giro acompanhado de um pequeno salto para poder erguer minha perna e acertá-lo na área entre a bochecha e seu maxilar.

Caso acabasse errando algum ataque, eu acabaria por recuar e tentaria outra movimentação como uma rasteira ou então um chute em sua perna visando atingir sua coxa. Isso tudo dependeria de como ele reagisse as minhas ações ou então na forma que fizesse seus movimentos.  Se ele acabasse por ser derrotado teria motivos para uma comemoração momentânea erguendo meus braços repetidas vezes - É isso aí! exclamaria de forma empolgada com um sorriso nos lábios. Mas, logo assumiria um tom sério para dar as ordens seguintes - Tin, tem alguma forma de evitarmos os marinheiros? faria um questionamento antes - Caso tenha, execute essa manobra de forma imediata diria em seguida.

Para me esquivar de seus ataques procuraria abusar de saltos e rolamentos para ter mais sucesso na hora de evitar com sucesso. Caso ele se mantivesse jogando shurikens começaria com corridas em ziguezague ou ao redor do albino, além disso executaria saltos laterais e até mesmo frontais se ele tentasse de alguma forma antecipar meus movimentos. Usaria sempre minha noção do tempo para calcular o intervalo de suas ações e assim saber quase que exatamente a hora de agir saltando ou apenas correndo. Se ele tivesse alguma outra arma para me atacar eu então teria de estar preparada, caso fosse tentado um ataque vindo da diagonal jogaria todo o meu corpo para o lado num rolamento e dessa forma também tentaria aplicar uma rasteira como forma de contra-atacar. Caso fosse um ataque vindo na horizontal, usaria de giros para os lados acompanhados de minhas movimentações simples com os pés. Se fosse um ataque vindo da vertical apenas recuaria e usaria de saltos laterais para conseguir evitar tudo com sucesso.





~ Histórico ~



Ganhos:
Perdas:
Posts: 09
Relações com NPC's:

~ Legenda ~


Pensamentos: Katherine - Azura
Fala (ambas)
Personalidade atual: Azura  


Objetivos:
 

Perícias, Vantagens e Desvantagens:
 

Spoiler:
 

Npcs Comigo:
 

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Ato IV: Aranhas e mais aranhas
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Última edição por Vincentão em Dom 09 Fev 2020, 22:39, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 5 EmptyDom 09 Fev 2020, 22:34



— N A R R A Ç Ã O —

Sem resposta, o garçom focava em fazer e entregar a bebida da bela ruiva à sua frente, ignorando aquele cara imundo que havia lhe ignorado. Com o vestido negro contrastando com sua pele alva e seus cabelos rubros, a mulher atraía alguns olhares dos marmanjos presentes no bar, mas nenhum ousava lhe cantar. Talvez por medo, talvez simplesmente por ainda estarem abalados devido a acontecimentos tão trágicos, tão recentes.



Não demorava até o garçom entregar a bebida solicitada: O copo de vidro era simples, baixo e liso, contendo um líquido alaranjado com algumas pedra de gelo, uma fatia de laranja, uma cereja e um pau de canela. A mulher agradecia o atendente com um sorriso e se afastava, indo até uma mesa onde dois homens e uma mulher, a única além de Erza no estabelecimento, jogavam cartas. Laith era deixado à sós com o bartender e resolvia se apresentar como um jornalista, tentando adquirir mais informações sobre o ocorrido em Utopia.



Após um longo suspiro, o homem dizia baixinho: — Eu não podia ser interrogado por ela? — Indagava, para ninguém em particular, amaldiçoando a sua sorte. — O que posso lhe dizer é que a morte e a destruição tomaram conta da cidade. Nosso chefe, senhor McCranley, está desaparecido, por sinal. A boa parte dos sobreviventes se transformaram em ladrõezinhos em busca de abrigo e comida. Foram poucos os locais que resistiram ao caos. Os mais importantes foram o Utoporto, o QG da marinha e o Pelicano aqui. — O homem servia um bourbon a si próprio e engolia tudo de uma vez. — Aqui vivia lotado de marinheiros e agentes… Onde eles estão agora? Hmpf...



Conforme Laith ouvia o desabafo do funcionário, Calros se preparava para partir. — Ah, sim! Em breve deve chegar mais dois soldados para ficarem em nosso lugar até o amanhecer. — Ykeh lhe informava. — Esta rua foi uma das poucas onde todas as casas ficaram em pé, apesar dos danos. Sem contar que todos os moradores são nobres ou ricos e da confusão causada por Augustus. A capitã quer manter esta rua sob controle e expandir aos poucos até voltarmos a controlar a ilha inteira. — Apesar de sua fala monótona, o soldado deu um sorriso debochado antes de continuar: — Acho que precisaremos de alguns anos para isso, mas fazer o quê? — Um longo suspiro escapou de seus lábios, indicando como se sentia em relação à isso. — Pode ir na frente, não se preocupe com a gente.



Com o bilhete deixado em sua cama, uma pequena mochila em suas costas e a porta trancada, Karin seguia o Sargento em direção ao quartel. Havia trocado seu pijama por uma roupa mais formal, com direito a gravata e tudo. Contudo, a roupa era grande demais para a pequena e arrastava no chão, cobrindo e escondendo seus pés.



Ao passar pela casa de Okabe, Calros pôde ver ele atendendo um paciente e apenas mais um aguardando, sentando em uma cadeira na varanda do homem. O cientista acenou de volta e gritou, animado: — Eu lhe agradeço por levar ao menos um dos meus vizinhos, volte sempre! E quando se cansar dessa espécie no seu ombro, lembre-se de mim, pagarei bem! — Gwen grunhia em reprovação e se movia pelas costas do marinheiro, tentando se equilibrar em seu ombro e manter-se oculta da visão do cientista. Após as despedidas, Calros e Karin seguiam seu caminho.



Enquanto isso, Karyo levantava o tritão, momentaneamente preocupado com a sua saúde. O homem-peixe ria de escárnio, se remexendo para se livrar das mãos do marinheiro e quase voltando ao chão novamente. — Ele guardava em seu bolso, não cheguei a vê-la de perto. Só sei disso, agora me deixe em paz! — Sem nada mais a acrescentar, Karyo deixava o tritão à sós com seus pensamentos. Seus pensamentos e um sargento a lhe observar.



Determinado, seguiu até outra sala próxima com o mesmo propósito, onde outro sargento estava de prontidão na entrada. Sem se anunciar ou pedir permissão, adentrou na sala como um touro e começou a questionar Tiger. Günter o fuzilou com os olhos enquanto o tritão gargalhava. — Este é o tenente que voltou dos mortos para salvar Utopia e o mundo? Bah! Ele não parece ter a mesma confiança em você, garot—! Furioso, Günter o calou com um direto, jogando a cabeça do pirata para trás. O ataque fez o homem peixe gargalhar ainda mais!



Depois de fuzilar Karyo com os olhos mais uma vez, seu amigo saiu da sala tão abruptamente quanto Karyo entrou. O interrogatório seguiu, mas o tritão nada disse, apenas rindo do esqueleto à sua frente. Desistindo de conseguir mais informações, o ceifador também saiu da sala, encontrando seu amigo no lugar do sargento que lá estava, enquanto o sargento havia desaparecido.



Com um dedo apontado para o seu rosto, Karyo ouviu Günter berrar: — Deveria ter dado aquele soco em você! — Tiger gargalhou novamente, com sua risada atravessando as frestas da porta e chegando aos marinheiros. Com um estalar de língua, Günter baixou um pouco sua voz antes de continuar: — Eu fiquei mais forte, sabia? Acha que eu fiquei lhe esperando esse tempo todo, sem fazer nada? — Sem esperar resposta, o atirador passou por Karyo, esbarrando em seu ombro, e foi até a sala ao lado, informar ao sargento que os prisioneiros deveriam ser levados de volta às suas celas.



Ao passo que os amigos discutiam sua relação, Katherine tentava sobreviver aquela traição. Após ouvir as ordens da Major, Tin tentava se recompor e voltava sua atenção ao timão, tentando se colocar a favor do vento e aumentar a distância do navio da marinha, cada vez mais próximo. Alexander resolvia matar o loiro primeiro e se virava em sua direção, enquanto que Katherine partia para cima com tudo o que tinha!



Ouvindo seus passos, Alexander foi forçado a mudar seu alvo e disparou três shurikens em direção a mulher, que as evitou com um salto para o lado. Mais três seguiram, cada uma rasgando as roupas da Major e rasgando seu corpo, mas nenhum ferimento grave. Ignorando a dor, a mulher prosseguia e dava um forte chute no tronco do oponente, fazendo-o se curvar levemente.



A algumas milhas dali, um soldado se equilibrava na proa de um navio que cortava velozmente o mar. Com o auxílio de uma luneta, observava a movimentação suspeita de um navio civil próximo. — Duas pessoas estão se enfrentando… Uma mulher e um homem… Vejo mais um no timão, guiando a escuna… A mulher acertou um chute no homem. E agora uma joelhada. Ele jogou algo nela! — Reportava ao sargento ao seu lado. Seu superior ouvia atentamente, observando com seus próprios olhos, quando, inesperadamente correu e se jogou ao mar, gritando enquanto caia: — Há pessoas no mar, prenda o homem!



Katherine acertava a joelhada, desestabilizando o homem. Mas ao recuar, Alexander arremessava mais shurikens. Com sangue escorrendo de sua boca e uma expressão zangada, o albino continuava arremessando suas armas, enquanto que Katherine se movia da forma mais aleatória que conseguia, evitando todas. — Mas o que diabos você comeu no café da manhã?!



*BOOM* … *BOOM*

O navio da marinha, mais próximo agora, disparava duas vezes, errando o navio, mas causando uma chuva d'água nos três presentes. Algum marinheiro, na proa, gritava para a Major e o ninja, mas sua voz era levada pelo vento forte. Tin voltava a choramingar, tentando desesperadamente escapar do navio da marinha, sem sucesso.



Conforme a celestial prosseguia com sua batalha mortal, Calros chegava ao quartel. Helena lhe esperava, parecia ansiosa. — Olá! Me chamo Helena, acho que ainda não nos conhecemos! — Se apresentava a Karin, sorridente. Após ouvir um resumo do ocorrido, ordenava que uma soldado próxima levasse Karin até um quarto e a auxiliasse como possível. Quando a garota já estava distante, a ruiva se dirigiu ao sargento: — Katt-chan quer lhe ver. Agora!



Calros precisava quase correr para acompanhar Helena. Concomitantemente, o baby den den mushi de Laith tocava e, ao atendê-lo, uma voz sóbria saía do pequeno animal: — Tenente Laith Kinder, a Capitã Knockout solicita sua presença e a presença da Tenente Erza Scarlet, urgentemente! *Katcha!* — O barman, tendo ouvindo tudo, encarava o "jornalista", não muito animado. — Jornalista, ein? — Os outros presentes no bar voltavam sua atenção para Laith, com alguns até mesmo se levantando, enquanto a música parava de ser tocada e um longo silêncio surgia no recinto. No limite de sua visão, Laith pôde ver Erza se esgueirando por uma porta traseira do bar, despercebida pelos demais.



Karyo e Günter chegava a sala de Katt, mas a Capitã os cortava antes de qualquer palavra. — Esperem do lado de fora, os chamarei em breve! — Sua voz não deixava espaço para contestamento e os tenentes obedeceram. Após a passagem de menos de um minuto, dois marinheiros surgiram, correndo, da escada no fim do corredor e se aproximaram. Um homem e uma mulher, ambos bonitos, altos, ruivos e de olhos verdes. A diferença entre eles era que o homem possuía uma pele mais bronzeada pelo sol, enquanto a pele da mulher era mais alva.



Calros passou por um marinheiro baixinho, igualmente ruivo, mas de feições levemente afeminadas. Ele não parecia muito feliz. Ao seu lado havia a estátua de um esqueleto gigante. Vai entender… Após a permissão da Capitã, Helena entrou na sala seguida por Calros, puxando-o pelo braço e fechando a porta em seguida. — Tenente Helena e Sargento Calros se apresentando! — A capitã olhava-o de cima a baixo, com seu leão ao seu lado, fazendo o mesmo com Gwen! — Apenas por burocracia, dê seu relatório sobre a sua missão. E seja breve, não temos tempo!



Do lado de fora, um sargento se aproximava de Karyo e Günter. O ceifador o reconheceu como aquele que estava na porta da sala onde Tiger foi interrogado. — Desculpe a demora, tenente Günter. Estava de fato onde o senhor disse! Aqui está! — O sargento entregava algo para o homem e, após bater continência, voltava ao seu posto. Sem olhar para Karyo, o atirador lhe arremessava algo cintilante. Ao pegar, poderia ver uma moeda estranha, mas tão bem confeccionada que poderia ser considerada como uma peça de arte. — Eu também quero trazer a paz e a justiça de volta e não ficarei parado até conseguir... Isso também é pessoal para mim!


Legendas:
  • Civil
  • Marine
  • Revolucionário
  • Helena
  • Alexander
  • Günter
  • Erza
  • Tritão
  • Capitã Katt

Histórico:
 

Personagens:
 

Moeda do Arloong:
 

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 5 EmptySeg 10 Fev 2020, 01:53





Posts em Utopia - 40

Ykeh ria da situação com Susan, mas era bom saber que seriam rendidos. Como todo os preparativos estavam feitos e Karin estava pronta, acabávamos por partir. Okabe parecia feliz com a prisão de Augustus, não o culpo por isso, mas não tocaria nesse assunto, respondendo bem humorado. - É... então você terá que esperar bastante. Não estou nem perto de cansar dela. - E com aquela despedida via-me cada vez mais próximo do quartel general.

Já nesse me encontrava com Helena rapidamente. - Boa noite tenente. - Diria fazendo a famosa pose com a mão na testa. - A pequena aqui é Karin-chan. O pai dela está viajando, como estão ocorrendo invasões nas casas da rua, pensei ser melhor trazê-la para cá por motivos de segurança, a pequena aceitou. - Falaria para a tenente num tom calmo por não querer preocupar a garota com o fato de ter invasões ocorrendo na rua. Além disso, não queria dar o resumo completo da missão na frente dela, então era melhor resolver aquilo primeiro. Porém, a tenente demonstrava porque estava num cargo acima e rapidamente resolvia aquela situação, ordenando uma soldado próxima a levar Karin para um quarto. - Até mais tarde Karin-chan. - Diria indicando que tentaria vê-la mais tarde, era bom ver depois se ela estava confortável no quartel ou não.

Quando a Karin sumia eu ia começar a fazer o relatório para ela, mas Helena parecia esquecer isso e falava que a capitã Katt queria falar comigo urgentemente. Eu ia respondê-la, mas não daria tempo, pois ela acelerou e tive que basicamente correr para alcançá-la. Perto da porta passava por um tenente e uma estátua de esqueleto que não lembro de ter visto na última vez que passara por lá. E era um esqueleto gigante, o que estava se passando na cabeça da capitã era difícil de se imaginar, mas não sei se seria uma boa deixar Karin ver um esqueleto, preciso me atentar em não a deixar passar por aqui depois.

Já na sala, sem ter tido tempo para pensar, via a capitã, já bem melhor que na última vez que a vira. O leão também estava ali e bem, então ouvia ela falando algo sobre burocracia e querer ouvir o resumo da situação de forma rápida. - Boa noite capitã. - Falava em continência. - Ao chegar na rua vi, além dos soldados, um único civil e seus trabalhadores que consertavam sua casa. Perguntei para este civil, de nome Augustus, sobre quem ele imaginava ser o culpado. Este afirmou ser o seu vizinho, o senhor Shinonome de acordo com o soldado Ykeh que estava de vigia na rua. - Falaria situando um pouco mais a capitã antes de continuar. - Após isso, fiz uma pequena olhada em um local próximo, mas não descobri nada. Preferi então partir para casa do próprio Shinonome, mas descobri por sua filha que o homem sequer estava em casa, seu pai estava viajando. - Daria outra pausa. - Infelizmente a criança se assustou com Gwen e acabou desmaiando de medo. - Diria com um sorriso meio sem graça.

Não poderia me manter sorrindo por muito tempo, então logo voltaria para o relatório. - Junto do soldado Ykeh entramos na casa do senhor Shinonome para colocar a pequena em sua cama, não poderia deixá-la no chão na entrada de sua casa. - Diria justificando minhas ações. - Só que ao entrar na casa e deixar a menina vimos os itens roubados estavam realmente na casa do senhor Shinonome. Até pensei por um instante se seria possível a pequena roubar aquilo tudo para chamar a atenção por estar sozinha, mas era realmente impossível pelos objetos que foram roubados. - Falava. - Algo que me chamou a atenção foi o civil Augustus ter aparecido na casa demonstrando um real interesse na prisão do homem que sequer estava na ilha. E quando eu passei essa informação para ele, ele pareceu bem surpreso. - Faria uma pausa para pegar mais ar. - Nesse momento decidi interrogar as outras pessoas das ruas e todas afirmaram que houve um barulho muito alto vindo da casa do senhor Shinonome que impediu que eles dormissem em paz. Assim acabei percebendo que o único que não mencionou esse fato crucial para uma possível acusação ao senhor Shinonome foi o próprio Augustus. Quando fui indagar sobre isso, este acabou se demonstrando culpado por tudo tentando fugir de mim. - Falaria concluindo a história. - Pedi para os dois soldados que levaram o almoço, Mashi e Kaku, trazerem o Augustus para o quartel general. O civil estava ainda ameaçando o meu cargo e trabalho como marinheiro por aparentemente ter muito poder já que se diz ser um descendente direto dos Tenryubitos. - Assim, terminando a minha fala finalmente, comentaria com um pouco mais de humor. - Acho que isso é tudo, desculpe não ter conseguido resumir mais. - Falaria tentando não sorrir, eu sempre admirei quem realmente conseguia falar pouco e de forma direta, mas nunca consegui fazer o mesmo.

Com aquilo concluído, indagaria então para a capitã algumas coisas. - Eu não sei quem são os tenryubitos e quão poderosos eles são para ele realmente fazer esse tipo de coisa, mas imagino que como fiquei o resto da tarde por lá e ele não apareceu, que provavelmente era algum blefe. - Naquele momento provavelmente ela me falaria algo sobre esses tais Tenryubitos e meu cargo realmente estar em perigo ou não. Quando ela terminasse, falaria ainda. - Algo que esqueci de mencionar no relatório, mas por ser algo de difícil interpretação. Enquanto eu o prendia, ele balbuciava algumas palavras de difícil interpretação. Eu imaginei algo como “eu só queria herdar” ou “eu só quero o herdeiro” ... seja o que for, se envolve ele e o senhor Shinonome, ou somente o senhor Shinonome, seria bom alguém interrogar Augustus impedirmos algum outro possível golpe ou atentado ao senhor Shinonome. - Então sim, concluiria o que havia descoberto.

Além disso, imagino que como ela estava com pressa, provavelmente outra missão já seria passada, provavelmente com aquele tenente que estava do lado de fora da sala dela ou com a própria Helena. Queria investigar os números, mas por ser a menor patente ali, esperaria ela chamar o marinheiro e então ouviria o que ele e ela houvessem a dizer antes de me pronunciar se fosse requisitado.





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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 5 EmptySeg 10 Fev 2020, 12:51





O desabafo do garçom só confirmava os pensamentos do ninja, aparentemente a calamidade caída sobre Utopia tinha, ironicamente, arrancado pela força o sonho daquela cidade, seu nome agora devia estar mais para mausoléu, do que um lugar que um dia fora próspero. A falta de pessoas em locais que deveriam estar cheios, os destroços presentes na cidade, e a música melancólica tocando naquela taverna, tudo isso colaborava para essa atmosfera. Ao mínimo, Laith tinha conseguido algumas informações úteis, aparentemente o Utoporto era o único lugar que tinha sobrevivido a tragédia, dessa forma, se fosse para ser o centro de operações de alguma organização, teria que ser lá, e outra coisa, pelo jeito a força policial não tinha conseguido imprimir sua presença sobre a cidade.


Subitamente, ouvia um barulho que cortava sua linha de raciocínio, o ruivo olhava então para o baby den den mushi, vendo que ele tocava, e ao atendê-lo, o que era um erro naquela situação, mas advindo da ignorância de Laith quanto ao uso do aparelho. Desse modo, ouvia em tom alto e claro uma voz sóbria, que denunciava a verdadeira identidade do rapaz para os restantes do recinto, não era atoa que depois de ouvir a mensagem, o próprio garçom questionava o marinheiro e alguns homens dali começavam a se levantar, não parecendo tão dispostos a proposta. Erza, por sua vez, tinha sido a primeira a sumir dali, fazendo o homem se questionar se a verdadeira serpente não era a ruiva, de todo jeito, era um monstro mesmo.


“Eu ainda vou pegar essa desgraçada...Mas agora eu tenho um problema maior, preciso chegar ao QG antes que eu me pegue em problemas, aquela capitã não parecia ser a mais das simpáticas. Só que não posso também sair batendo em todo mundo desse lugar, vai gastar muito tempo, e vai queimar mais a imagem da marinha aqui, além disso eu sou um oficial agora, isso só iria complicar.”


- Cavalheiros, eu entendo a raiva de vocês, acreditem quando digo isso. Mas entendam que nós marinheiros, agora, não podemos sair por aí revelando nossas verdadeiras identidades. Sou o tenente Laith Kinder, enviado para ajudar Utopia. Então, me deixe ajudar vocês, quero ouvir quais as suas preocupações, mas agora preciso de tempo, como os senhores ouviram, estou sendo convocado com urgência, e assim que puder retornarei aqui com boas notícias.


Agora era esperar a reação do público, se eles aceitassem as palavras, ou permitissem a passagem do tenente, esse sairia do lugar indo com pressa em direção ao Quartel general. Chegando lá, rapidamente pegaria seu uniforme, passaria no banheiro tomando o famoso “banho de gato” apenas para tirar a lama, e colocaria a vestimenta, indo em direção da sala da capitã, ainda com o cabelo levemente molhado. Chegando lá, pediria para que fosse anunciado, caso houvesse alguém, e se não tivesse, bateria na porta, esperando a permissão de entrar. Já dentro, bateria continência. – Tenente Laith apresentando-se, peço desculpas pela demora capitã, tive algumas intercorrências no caminho.


Todavia, se o público não  o deixasse sair dali, só restaria uma opção mais furtiva, dessa forma, se algum desses tentasse ir para cima, a Serpente vermelha usaria de uma esquiva para o lado oposto ao adversário, na sequencia aproveitando a brecha para tentar correr em direção da mesma saída que Erza, a fim de fugir dali e rumar para o QG de Utopia. Mas, se não conseguisse desviar, tentaria de um contra-ataque, primeiro olharia para o golpe e tentaria abaixar-se, na sequência batendo contra a parte debaixo do cotovelo do inimigo, buscando desarmá-lo rudimentarmente, ainda que socos e chutes não fossem a maestria de Laith, usar uma lâmina contra eles seria bem problemático nesse momento, portanto, a priori, seria mais inteligente usar somente os punhos.







~ Histórico ~

Ganhos:
-> Uniforme de tenente { Sapato social preto, Calça social preto, Camisa social branca }
-> Baby den den mushi
-> Disfarce (camisa branca de linho e calça preta comum)
Perdas:
Posts: 05
Relações com personagens:
Spoiler:
 

~ Legenda ~

Fala: #DEB887
Pensamentos: #D2691E


objetivos:
 

Mini-ficha:
 

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 5 EmptySeg 10 Fev 2020, 20:19


Karyo Shen

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Encontrava-me em frente à sala da Capitã Katt, após ter sido ordenado que esperasse. Ao que parecia, haviam assuntos mais urgentes a serem tratados. "Quem seriam?" - me indagava a respeito da identidade dos marinheiros que passaram. "Eles não se assustaram comigo... impressionante" - era digno de tomar nota. Se fosse o que pensava, eles haviam sido os primeiros a me ignorar completamente, tratando-me com tamanha naturalidade. "Dignos" - me sentia até um pouco mais... humano.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]De toda forma, o interrogatório com Tiger não havia sido bem sucedido. Era de se esperar que o braço direito de Arloong fosse aquele com a maior lealdade. "A determinação de um tubarão tigre"  - isso não podia negar. Tanto era como a possuía. "Um oponente formidável" - lembrava de nosso embate. De todos os oponentes que havia enfrentado, ele era o terceiro mais forte; diretamente, o segundo, ficando apenas atrás de seu Capitão. Era por causa deles que os tritões eram criaturas tão temerosas para mim.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]E o pior de tudo... parecia que eu estava em termos ruins em relação a Gunter. Mantinha-me ao seu lado, próximo à entrada do escritório da Capitã, em um silêncio constrangedor, até esperar a porta bater por completo — Gunter... - o chamaria pelo nome, a fim de receber a sua atenção — Eu vejo... eu vejo como você ficou forte. Senti em primeira mão. Aquele soco doeu¹ - dizia — Perdoe-me por ter agido como agi. Não era a intenção desrespeitar ou passar por cima de sua autoridade. E não dê ouvidos ao tritão, você bem sabe o quão vis aqueles são. Só querem uma oportunidade para nos jogar contra o outro. Se não confiasse em você, por que o deixaria logo com o Tiger? - indagaria; afinal, havia-o deixado com a maior da incumbências. O perigo que este representa estava longe de ser o mesmo do outro tritão interrogado.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Daria um tempo para que ele pudesse absorver os meus dizeres, para então complementar — Mas lhe dou toda a razão. Posso confiar em você, mas passei por cima de sua autoridade. Fui rude. Sem modos - admitiria — E não consigo encontrar razão que não certo rancor que há mim... - abriria os braços, deixando-os em evidência — Veja. Veja o que me tornei - a voz melancólica tomaria conta de minha fauce — Não estou contente. Me sinto... me sinto um monstro! Os soldados não olham mais para mim como antes. Tampouco os civis. Como posso protegê-los se eles temem mais a mim do que a quem devem temer?! - exclamaria a minha indagação — E tudo isso... tudo isso é fruto dos atos sórdidos de Arloong e seus companheiros! - cerraria os punhos — Esse rancor... creio que me deixei levar demais e fui absorvido por esses sentimentos ruins - complementaria — Estava frustado. Com raiva - faria uma breve pausa, estendendo a minha mão para o meu companheiro — Me perdoe. Eu preciso de você. É quase tudo que me restou - com o aperto de mãos, selaria a paz com meu íntimo amigo, reafirmando a nossa parceria.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Logo terminamos a conversa, um soldado se aproximou e atirou um objeto ao ar. Movi o meu braço como um chicote, envolvendo-a em meu punho em pleno ar. Abri os dedos e vi o objeto reluzente — Isso é... - levantaria o olhar para Gunter — Você é realmente um grande marinheiro. Nunca tive dúvidas, meu amigo - a fecharia em meu punho, estendendo a mão para ele — Apresente-a você mesmo. É seu achado - diria, dando a peça para o meu companheiro. Não tinha a mínima intenção de roubar os seus crédito — Aliás, quem era aquele espirituoso marinheiro? - perguntaria, olhando para trás, por onde ele havia ido embora.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Destarte, quando a Capitã Knockout nos convocasse, entraria na sala, aproximando-me dos outros dois marinheiros se eles ainda estivessem ali — É um prazer conhecê-los - falaria, ao me colocar logo atrás deles, com as mãos sobre seus ombros — Permitam-me compartilhar o que descobri. Creio ter pego o prato inicial. Após, o Tenente Gunter tem algo muito interessante a mostrar e, sem dúvidas, o prato principal - solicitaria, levando a mão ao peito e, após, meneando-a em direção ao meu companheiro, respectivamente — E quem seriam os nobres justiceiros? - procuraria saber os nomes daqueles que lutavam ao meu lado; afinal, éramos irmãos de guerra.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Assim que me fosse concedida a voz pela Capitã, me apresentaria aos marinheiros desconhecidos — Tenente Karyo Shen se apresentando novamente - com as mãos para trás e a postura ereta, repleta de dignidade, prosseguiria —
Excelentíssima, por se tratar de uma situação urgente, passei o resto do dia interrogando os prisioneiros da ocasião em que... faleci - informaria — Apesar de não ter avisado com a devida antecedência. Peço perdão pelas minhas ações - me curvaria brevemente — Porém, creio ter obtido importantes pistas para complementar esse confuso quebra-cabeças. Veja, Capitã, o bando de Arloong era formado por onze piratas. Um dos prisioneiros narrou que o líder deles estava em Utopia em razão de uma Moeda. Isso soa familiar? Dez piratas. Um líder. Uma moeda... Acredito que as informações são extremamente compatíveis com as da carta, mas temo que eles não sejam aqueles a que ela se refere, mas apenas parte deles, visto que outros marinheiros já combateram os integrantes dessa facção, como a senhora pôde expor e tive a oportunidade de presenciar - complementaria com a narração dos fatos expostos por Tiger, caso ele tivesse cooperado com as investigações — É o que tenho a relatar de minhas diligências à serviço da marinha. Agora, creio que o Tenente Gunter possua algo de inestimável valor para aqueles que perseguimos - finalizaria, me colocando de lado para que meu conterrâneo estrasse em cena.





¹ Na aventura passada, após renascer, eu me encontrei com Gunter e ele não acreditou que eu era eu. Acabamos em uma troca franca de socos, até que ele reconhecesse que realmente era o seu amigo.

Citação :

Nome do Player: Karyo Shen
Nº de Posts: 05
Vantagens: Liderança; Adaptador; Voz Encantadora; Ambidestro.
Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia; Mecânica; Interrogatório e Arrombamento.
Ofício: Ferreiro.
EdC: Ceifador

Ganhos:
Perdas:

NPC's: Tenente Erza Scarlet
Players Tenente Laith Kinder
Extras: Utopia (30/30)







Objetivos




Spoiler:
 
Off

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Vincent
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 5 EmptySeg 10 Fev 2020, 23:50






Eu finalmente conseguia atingir Alexander com meu ataque e também com sucesso evitava a maioria das shurikens lançadas pelo homem. Mas, minhas preocupações só aumentavam quando o navio da marinha atirava contra nossa embarcação e apesar de errar ambos os tiros de canhão acabavam por nos molhar - Mais essa agora suspiraria. Em seguida olharia para o lado - Pode falar de novo? Não consigo ouvir! questionaria o marinheiro um pouco receosa quanto as suas palavras. Obviamente pararia de atacar o albino, afinal um problema maior surgia em nossa frente e teria de resolver de imediato - Parece que nossa luta acaba por aqui diria em um tom mais baixo para que somente Alexander pudesse ouvir.

Antes de tentar conversar com o homem, iria na direção de Tin buscando deixá-lo calmo enquanto resolvia mais essa questão - Não se preocupe, vou dar um jeito da gente sair daqui sorriria ao falar. Nesse momento era essencial manter a calma para que não houvesse desconfiança por parte do marinheiro e também serviria para tomar as melhores decisões possíveis. Eu então me aproximaria da amurada para que pudesse conversar - Nós estamos tendo problemas com este homem apontaria na direção de Alexander - Ele achou que seria bom trair seus companheiros e matar todos assumiria um semblante mais sério - Mas enfim, o que traz um navio da marinha até aqui? Não quero ter mais problemas questionaria demonstrando certa curiosidade.

Spoiler:
 

Esperaria pelas respostas do homem para entender a situação e o que ele tinha para nos dizer - Entendo essa seria a minha resposta em primeiro momento. Caso o marinheiro perguntasse quem éramos eu teria de inventar alguma desculpa - Nós trabalhamos para uma empresa de segurança e estamos carregando uma carga muito importante tentaria demonstrar tranquilidade - Esse aí resolveu nos trair diria em seguida me referindo a Alexander. Me manteria atenta quanto a sua reação para que pudesse agir caso visse que ele não estava acreditando em minhas palavras - Vocês irão prendê-lo? se ele acabasse por acreditar faria uma pergunta mostrando toda minha curiosidade a respeito do assunto.

Para que fosse mais convincente utilizaria todas as minhas habilidades como atuação e lábia, se fosse necessário emularia as emoções condizentes ao momento para que nada fosse feito de forma artificial. Se isso não adiantasse de nada teria de optar pelo plano B - Tin! Vamos dar meia volta e tentar sair daqui gritaria dando a minha ordem para o loiro. Os navios da marinha obviamente tentariam nos seguir, mas não poderia fazer muito quanto a isso, talvez somente torcer para que eles não conseguissem nos atingir - Tchau! Até a próxima! acenaria para o marinheiro. Essa opção era ainda mais difícil que enganar o homem, todavia não posso deixar que minha jornada se encerre agora quando ainda tenho muitas coisas para vivenciar.




~ Histórico ~



Ganhos:
Perdas:
Posts: 10
Relações com NPC's:

~ Legenda ~


Pensamentos: Katherine - Azura
Fala (ambas)
Personalidade atual: Azura  


Objetivos:
 

Perícias, Vantagens e Desvantagens:
 

Spoiler:
 

Npcs Comigo:
 

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Ato IV: Aranhas e mais aranhas
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