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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 [LB] O Florescer de Utopia

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
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ADM.Tidus

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MensagemAssunto: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 4 EmptyTer Jan 14, 2020 2:13 pm

Relembrando a primeira mensagem :

[LB] O Florescer de Utopia

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro Calros Lazo. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Kekzy
Tenente
Tenente


Data de inscrição : 06/11/2013

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 4 EmptySab Fev 01, 2020 8:31 pm


Karyo Shen

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Alguns dias atrás, nas terras devastadas de Utopia — Incrível! Essa habilidade é realmente incrível! - comentava com Gunter — Você já a conhecia? Rokushikis? Soru? - indagaria-o. O meu treinamento com a Capitão Katt havia sido muito bem sucedido e logo eu havia pego jeito de usar tal habilidade — Se eu possuísse isso na época... apenas alguns passos a mais e seria Arloong a deitar sob a cova, sozinho, e não nós - estava abismado com as possibilidades que  o soru trazia ao meu leque de oportunidades. Ademais, havia aproveitado o ensejo para aprender novas técnicas e compreender melhor os poderes de minha Akuma no Mi.¹ Só assim podia assegurar a segurança de meu grupo, de terceiros e, sem negligenciar uma segunda vez, a minha.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Andava lado a lado com Gunter pelos corredores, após uma rigorosa sessão de treinamento do rokushiki, seguido de meus ensinamentos como mentor de Ryu — Você acha que estou sendo rigoroso demais? - indagava a Gunter; afinal, ele me conhecia melhor que ninguém. Nos últimos dias, o garoto Ryu havia tentado fugir diversas vezes de seu treinamento, mormente por achar que um esqueleto não poderia ser uma boa pessoa — Hoje ele sequer tentou, temo que possa estar bolando alguma coisa mais bem pensada, mas... talvez ele tenha cedido, mas não sei como se sente de verdade. As coisas devem ter sido difíceis - comentava, em tom pensativo — Não, não. Definitivamente não. Com certeza foram difíceis. Mais do que posso imaginar. Gunter, você sabe que ele foi abandonado quando era criança e, ainda, teve os seus pais adotivos assassinados durante o Caos? - indagava, meneando a cabeça, atônito.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Era justamente por esses motivos que eu teimava em manter Ryu na linha. Talvez estivesse sendo rígido demais; talvez fosse apenas coisa de minha cabeça, mas o fato era que sentia-me responsável pelo menino após salvá-lo das mãos dos valentões no cemitério — De toda forma, é um garoto inteligente, o qual eu tenho certeza que se dará bem na marinha, se por a carreira para frente. Ele tem tudo para alavancar-se como marinheiro, exceto... - suspirava — Paz - inevitavelmente, mais uma vez, suspirava. E Ryu não era o único. Quantos outros não tiveram ou terão seus sonhos interrompidos? Quantas oportunidades desperdiçadas? Quantos talentos sucateados? Agonizava-me pensar em tudo aquilo e já estava ansioso para terminar o meu processo de recuperação e treinamento e, por fim, voltar aos campos de batalhar. "A minha lâmina precisa ser brandida mais uma vez, em nome da justiça" - ponderava. Nenhum sentido haveria em uma segunda vida em que eu não pudesse cumprir o meu dever.

[...]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Rumaria até a sala da Capitã Katt, a qual havia me convocado após finalizarmos o treinamento — Honorável Capitã e mentora - faria uma reverência — Tenente Karyo Shen ao seu completo dispor. Infelizmente, apenas em ossos - diria, com as mãos atrás das costas. Já havíamos passado um bom tempo juntos, mas ainda que nossa relação não passasse de superior e subalterno; mentor e aprendiz; já a considerava em quase tanta estima quanto o Capitão Eric. Boa parte em razão da situação em Utopia exigir-lhe muito mais do que Lvneel, o qual era um reino relativamente tranquilo. ²

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Mesmo após aquele tempo juntos, não podia deixar de olhar cautelosamente para o seu leão, alternando o olhar entre a fera e a Capitã — Creio que tenha me convocado para encarecidamente atender ao meu pedido. Cumpri a minha palavra de que estava disposto a aprender mais e, ainda que saiba que não é o suficiente, o dever me clama e urge para que me encontre em campo o mais cedo possível, para assim realizar devidamente o meu dever - dissertava, esperando uma resposta de minha superior. Minhas palavras eram genuinamente verdadeiras e não podia esperar mais para agir em nome da égide que chamava de justiça. E, se esperasse, tinha plena convicção que, daqui a algumas semanas, meus ossos não passariam de pó.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Destarte, logo a Capitã me designasse a minha próxima missão, prestaria continência — Será uma grande honra servir essa bandeira novamente! - com o devido tom mais alto, levaria de volta o braço ao lado do corpo — Com a sua licença - abaixava um pouco o crânio, volvendo meus pés e retirando-me dali, indo em direção ao local onde poderia dar o primeiro pontapé de minha nova missão.




¹ Na aventura passada eu treinei o Rokushiki Soru com a Capitã Katt. Assim, aproveitei para explicar as novas técnicas que estão por vir e os ganhos em experiência que obtive na aventura passada.

² A última aventura parou exatamente nessa ocasião, vide último [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Citação :

Nome do Player: Karyo Shen
Nº de Posts: 01
Vantagens: Liderança; Adaptador; Voz Encantadora; Ambidestro.
Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia; Mecânica; Interrogatório e Arrombamento.
Ofício: Ferreiro.
EdC: Ceifador

Ganhos:
Perdas:

NPC's:
Extras: Utopia (30/30)









Objetivos


Spoiler:
 
Off

Let's!
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ADM.Noskire
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ADM.Noskire

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Masculino Data de inscrição : 21/02/2012
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 4 EmptyDom Fev 02, 2020 9:16 am

— N A R R A Ç Ã O —

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O queixo forte e quadrado de Kaku foi ao chão quando Calros se apresentou como o mal-falado sargento da missão! Mashi — Esperto ou medroso? —, deu dois passos para trás, saindo do caminho que separava Kaku do sargento. — E-f-g-t-j-a... — O homenzarrão gaguejava perante o pescador alto e magro, mas este apenas ria. Mashi e Ykeh suspiravam com a resposta de Calros, enquanto que Susan se adiantava e enchia seu prato, olhando desconfiada para a entrada da casa dos Shinonome.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Apesar da comida extra enviada para ele, Calros queria mais e, embora fosse visível o descontentamento dos dois soldados recém chegados, nenhum questionou. Já haviam testado sua sorte e não pretendiam testar novamente. Desamparado, Kaku respondeu: — Teríam- SENHOR! Teríamos que voltar até o QG, senhor!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A atitude do Sargento, dando seu próprio dinheiro para alimentar aqueles civis, além de se preocupar com os soldados que, há poucos minutos, falavam mal dele pelas costas, pegou todos os marinheiros desprevenidos. Kaku começou a lacrimejar enquanto recebia os berries com ambas as mãos, enquanto que Susan devolvia metade da sua comida para as panelas. — Bem, eu não estou com fome hoje... — Dizia Ykeh, sem emoção, pegando uma coxa de frango (A maior que tinha, diga-se de passagem) e se afastando, voltando ao seu posto no fim da rua.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Os dois soldados levavam o carrinho, já que precisariam trazer os mantimentos de alguma forma, e deixaram Calros a sós com Susan, a qual comia lentamente. Ao citar sua aranha, a soldado tremeu novamente da cabeça aos pés, mas acenou positivamente com a cabeça. Sendo assim, Calros voltava a casa dos Shinonome, em busca de seu animal de estimação, enquanto Susan lutava para devorar sua comida o mais rápido possível!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Distante dali, as ordens de Azura punha todo o seu grupo em movimento. Sem demora, Battos e Ramiro levavam Alexander para um dos quartos da Escuna, com Battos indicando que faria o possível para tratar seus ferimentos. Charlotte subia a rampa apressada, seguida de perto por sua Major.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Tin, já no timão e com o Log Pose no braço, gritava ordens: — Soltem as cordas, puxem a ânc*hic*cora! — Talvez animado por navegar, ou talvez apenas por medo de ser alcançado pelos perseguidores violentos, a voz do loiro soava imponente, dando ordens quase como um verdadeiro líder. As duas mulheres lutavam para seguir todas as ordens enquanto o revolucionário girava o timão com maestria, girando a proa da Escuna em direção a saída da caverna. — Estaremos em alto mar em poucos minutos, preparem-se! Não sabemos o que nos espera! — E eles, realmente, não sabiam!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Não muito longe dali, o Expresso Oceânico soava em alto e bom som, iniciando mais uma de suas viagens! Esguichos de água eram arremessados naqueles próximos da beira, trazendo sorrisos por parte de algumas crianças e resmungos por parte dos demais. A salvos do banho, Laith e Erza seguiam o sargento ranzinza, autoproclamado secretário da Capitã Katt.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A cidade de Utopia estava um Caos! No porto haviam diversos navios destruídos e/ou em chamas. As moradias e estabelecimentos estavam com diferentes graus de destruição, com quase nenhuma intacta. No rosto dos civis que passavam apressados pelo trio, só havia medo e descrença. Até mesmo Erza, veterana na GL, já acostumada com kairouseki e akuma no mi, demonstrou surpresa com o estado crítico da ilha.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Em sincronia, os ruivos indagaram sobre o que havia acontecido na ilha e o secretário deu um leve riso de escárnio. — Mais fácil dizer o que não aconteceu! — Sem mais, continuou guiando seus superiores sem parecer se importar com este fato, até o Quartel General G-18 da Marinha.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O QG estava praticamente intacto assim espero, embora quase vazio. Havia apenas um soldado na entrada e alguns poucos espalhados pelos corredores. O estado atual da ilha exigia trabalho dobrado daqueles que desejavam manter a ordem e auxiliar os civis desnorteados.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O secretário ouviu o pedido do tenente com uma leve suspeita, mas acatou seu desejo. — A capitã pediu para eu os levar à sua presença imediatamente! Mas talvez seja melhor se vocês estiverem mais apresentáveis... — Erza não ficou nem um pouco feliz com o vocês, com sua expressão dizendo muito enquanto sua boca permaneceu fechada.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Enquanto os dois tenentes se trocavam, Karyo e Günter já seguiam até a sala da Capitã. Günter ria com a pergunta do seu amigo e replicava: — Não seria você se não fosse rigoroso demais! — Após ouvir a preocupação do ceifador, voltava a falar: — Não se estresse muito com isso. Até mesmo eu tive uma certa dificuldade em reconhecer você, o novo você, como o Karyo Shen que eu conhecia. — Desviando o olhar com certo embaraço, continuou: — Nos importamos com a aparência muito mais do que deveríamos e isso não é diferente pro garoto. Apenas dê tempo ao tempo!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Chegando à sala da Capitã, Günter tomava a frente e, após bater três vezes, a abria. — Com a sua licença, Capitã Knockout! Tenente Günter se apresentando! — Karyo também se apresentava e a Capitã dava uma breve gargalhada. — Honorável… Gostei! — Ela gargalhava novamente, enquanto seu leão lambia os beiços com os olhos fixos no akumado.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Pegando uma folha e sacudindo diante dos olhos dos dois tenentes, disse: — Um dos nossos colocou a mão nesta carta. Eu mesma só a recebi ontem e não dormi desde então! — Era possível ver duas leves manchas escuras sob os olhos da mulher, comprovando a sua fala. — Recentemente descobrimos a existência de um grup—

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Duas batidas na porta interromperam a mulher, o que não pareceu a agradar nem um pouco. Com a porta sendo aberta, mais três pessoas adentraram na sala: Um loiro com vestes de sargento e mais dois tenentes, ambos ruivos. O ruivo era atraente, confiante e charmoso; Enquanto que a mulher era igualmente atraente, mas de expressão mais séria. — Capitã, trago-lhe Tenente Erza Scarlet e Tenente Laith Kinder!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ao olhar para trás, em busca de ver os recém chegados, Karyo atraía o olhar da ruiva, a qual recuava e, tropeçando, caía sentada com as mãos levantadas a frente do corpo. — RYOTARO YANAGI ME ACUDA!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ignorando completamente os dois tenentes, a princípio, a Capitã se dirigiu ao loiro: — Eu tinha dito IMEDIATAMENTE, maldito! Acha que eu não escuto o expresso oceânico daqui? Vá para o posto Z065 e fique lá até segunda ordem! — Karyo reconheceu aquele posto como sendo aquele em que Günter estava quando ainda era um espírito, próximo do cemitério.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Com o homem saindo, desconcertado, e fechando a porta atrás de si, a Capitã voltou sua atenção para os ruivos, com Erza já em pé. — Não tenha medo, este é o Tenente Karyo Shen, o qual deu sua vida pela organização. Literalmente... — Ainda em choque, a ruiva murmurava para si: — Tem que ser uma akuma, tem que ser uma akuma, tem que ser uma akuma...

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Novamente acenando com a carta, Katt voltava a falar: — Como estava dizendo… Recebi esta carta ontem e ela se refere a uma organização secreta, a qual descobrimos a poucas semanas e não sabemos quase nada. — O leão, até então deitado, se movia e colocava sua cabeça no colo da Capitã, a qual começava a acariciá-lo. Sua juba era espessa e grande, roçando no queixo da mulher. — Em resumo, eles se autodenominam Os Números, com cada membro do alto escalão sendo representado por um número de zero à dez.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Conforme informava os demais, tanto a voz como a expressão de Katt Knockout tornava-se cada vez mais severa. Günter e Erza ficavam tensos como uma corda de arco, com a última até mesmo se esquecendo do esqueleto quase gigante ao seu lado.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Cada líder possui seu próprio grupo e suas ações pareciam desconexas, até agora! Esta carta se refere à quatro dos números, além de mais dois que imaginamos ser o número 0 e mais alguém do seu grupo. Leiam, se quiserem. — Ela oferecia [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] primeiro para Karyo, o mais experiente dentre os quatro tenentes.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Há muitos termos vagos, mas acredito que eles estejam, de alguma forma, ligados com o que houve em Utopia... — Com um suspiro, ela esperava até que a informação se assentasse nas mentes daqueles protetores da justiça.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Enquanto os marinheiros pensavam em quantas vidas haviam sido destruídas devido a'Os Números', a escuna dos revolucionários finalmente saia da caverna. A madeira na lateral do navio estava bastante arranhada, devido a má condução do loiro embriagado, o qual atingiu as paredes da caverna com o navio inúmeras vezes. Jogada ao chão devido a última, e mais forte, colisão, Charlotte se levantava dizendo: — Finalmente o oceano! Quero ver você bater agora!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Azura, por sua vez, havia conseguido se manter em pé com bastante dificuldade. Apesar de estar acostumada com acrobacias, o brusco movimento lateral da escuna a deixou nauseada e, sem pensar, correu até o estibordo, vomitando na água salgada. Ainda levemente enjoada, percebeu como estava com fome e como seus cabelos verdes brilhavam ao sol. Sim, Katherine estava finalmente de volta!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Não, não, não! — Chorou Tin, apontando para o horizonte. Seguindo na direção indicada pelo navegador, Katherine viu dezenas de navios da marinha cercando a ilha. Ainda distantes, provavelmente nenhum havia reconhecido, ou sequer avistado, o navio revolucionário. No entanto, um ou dois minutos em direção ao cerco atrairia olhares e, talvez, fogo!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Do outro lado, dois fortes e profundos baques vieram dos quartos, onde Alexander, Battos e Ramiro estavam. Alguns segundos depois, Alexander, e apenas ele, surgiu do interior do navio, apático como sempre e com um novo hematoma na lateral esquerda do rosto, na altura da testa. Em suas mãos, o bastão do revolucionário Ramiro, provavelmente o causador do dito hematoma.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Charlotte correu até ele, preocupada. — Estamos cercados! Onde estão os outros dois? Precisamos pens— O mordomo girou o bastão e acertou a mulher no queixo com um movimento em diagonal ascendente, fazendo com que a mesma caísse como uma marionete após ter suas cordas cortadas. Tin, vendo o ocorrido do andar superior, passou a chorar ainda mais alto. — O que está acontecendo?! O que está acont*hic*tecendo?!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ainda apático, o mordomo começou a andar lentamente até Katherine. — Você é mesmo tão retardada como eu pensei a princípio. — Um leve sorriso surgiu no rosto de Alexander, enquanto ele levava sua mão direita até a sua jaqueta. — Você realmente pensou que eu era uma boa pessoa? Me pergunto como alguém honesto conseguiria aprender a ser furtivo e arrombar portas? — Seu sorriso se alargava um pouco mais.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Assim que eu lhe vi, pensei na quantidade de berries que conseguiria ao vendê-la. Uma celestial vindo até mim? Uau! Com um chifre? Isso é algo raro, não é?! — Seu sorriso se alargou ainda mais, mostrando mais emoção do que a Major jamais vira. — E essa habilidade de trocar de cabelo dá uma incrementada final no conjunto. Quando eu lhe mostrar a um tenryuubito ele me pagará dez vezes o seu peso em ouro! Talvez eu deva lhe alimentar um pouco até lá! — Uma gargalhada explodiu do loiro, em êxtase. — Vou virar a porra de um Nobre! Não vou precisar fingir nunca mais! Apenas desista, não quero lhe machucar. Talvez isso reduza o meu lucro!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Atrás do mordomo cada vez mais próximo, era possível ver Tin ainda no timão, completamente desnorteado. Da porta que levava aos quartos, Ramiro surgiu, trôpego. Estava desarmado e com a mão direita pressionava um ferimento nas costelas, o qual vertia sangue em demasia. Seus olhos brilhavam de puro ódio. Katherine via seu companheiro, mas Alexander parecia alheio a este fato.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Concomitantemente a saída da escuna pela caverna, Karin Shinonome gargalhava enquanto Gwen devorava a carne de suas mãos. A garota ainda estava com seu pijama e seu ursinho, nem um pouco incomodada por usar tais vestes no meio da rua. Susan já havia se afastado a um bom tempo, patrulhando a entrada da rua, enquanto Ykeh patrulhava próximo a casa do cientista.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Com a garota almoçando e fingindo dar comida para o seu ursinho, Calros mordiscava sua maçã e aproveitava a situação para a interrogar. — Eu fiquei estudando até tarde, mas tinha alguém fazendo muito barulho e eu não estava conseguindo me concentrar. Então me enrolei e o Sr. Urso me ajudou a dormir. — Soltando a colher, a menina levou seu ursinho até o rosto e cobriu as próprias orelhas com as mãos da pelúcia.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O sargento continuou com o seu questionamento, citando que o barulho vinha da casa da garota, para o horror da mesma. — Da m-m-m-minha casa?! — Gaguejou, olhando para a sua casa com outros olhos. — Mas só eu e Otousan moramos aí, nem animaizinhos eu tenho! — Informou, quase chorando, esquecendo até mesmo do Sr. Urso no seu colo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Enquanto Calros resolvia acalmar, ou não, a menina, Kaku e Mashi voltavam com a carroça. Nela havia comida já preparada e alguns pratos. Já sabendo do desejo de seu superior, os dois paravam a carroça ao lado da fila de civis, a qual apenas aumentava, e começavam a distribuir a comida, trazendo a tona sorrisos naquelas faces cansadas e assustadas.

Legendas:
  • Civil
  • Marine
  • Revolucionário
  • Helena
  • Alexander
  • Günter
  • Erza
  • Capitã Katt

Histórico:
 

Rua dos Alfeneiros:
 

Personagens:
 

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 4 EmptyDom Fev 02, 2020 9:18 pm




L aith achava um pouco estranho como o homem falava a respeito de Utopia, “mais fácil dizer o que não aconteceu aqui”, isso não dizia muitas informações, só respondia que havia acontecido coisas ruins aqui, mas o grau, frequência, pessoas, na realidade mais trazia falta de informação do que esclarecia elas, aí estava um ponto negativo sobre o secretário, era prestativo em receber, péssimo em informar, e sinceramente, ao ver do ninja, uma pessoa assim não tinha para que estar nessa função, talvez seria melhor se estivesse lavando o chão.

S em falar mais sobre o assunto, o ninja caminhava vendo o que podia ver no cenário, apesar de só conseguir ver destruição, uma tragédia deveria ter ocorrido ali, e com certeza os livros de histórias registrariam como os dias perdidos. Apesar de toda a comoção, o ruivo não mostrava muito um olhar de tristeza, era uma expressão neutra, ao mesmo tempo que imaginava que tipo de calamidade teria promovido essa destruição, imaginava o quanto essa brecha não poderia ser positiva para si ou para a marinha. Já que momentos como esse, de desolamento, eram os melhores para as ideias falsas crescerem, esperança, justiça, ordem, todos esses dilemas falsos cresciam melhor com base no sangue, era o tipo de flor que só cresce no lodo ou no vermelho.

K inder relembrava de um dos poucos dias que tivera na Rosa Negra sem ser matando alguém, uma vez, ainda criança, se lembrava de ver em meio a um poço uma bela flor, não se lembrava porque, mas lembrava que perguntava a um dos instrutores que flor era aquela. “Lótus”, aquele era um bom nome, uma flor que em meio ao sangue de toda as pessoas mortas pela organização, ainda sim conseguia ser bela, talvez Utopia conseguisse um dia ser uma Lótus, que fosse, não fazia diferença alguma para si.

A pós ouvir o comentário do homem a respeito das vestimentas, pensava que talvez, de fato, suas vestimentas estivessem contra o regulamento, mas a respeito das de Erza..bem..isso que era ter mau gosto. Com um certo sorriso de deboche e malícia no rosto, o rapaz se aproximava um pouco da mulher, sussurrando ao ouvido dela. – Eu achei você ótima, só não pude falar porque estávamos em missão, inclusive, adoraria ver você assim a noite. Ok, isso era uma ação totalmente cafajeste do homem, ainda mais considerando que a moça não poderia agredi-lo ali, mas era exatamente por isso que fazia, o prazer de ganhar uma aposta e de ser superior a ela.

Depois que trocasse, sairia para encontrar a tenente, esperando que talvez Erza já esquecesse a brincadeira de antes, e atenderia ao chamado, entrando na sala e encontrando uma incomum surpresa.

“Mas que merda é essa?” Era a primeira reação que tinha, na verdade tinha duas, o pensamento era um, o outro era o seu claro sorriso, uma mistura de sorriso simpático forçado com nervosismo, afinal, quem veria um esqueleto falante e ficaria tranquilo? Nenhum assassino recebia treinamento para isso, ainda mais se não estivesse em combate. Por fim, acabava por acostumar-se um pouco com a ideia de que, através das akumas no mi, isso pudesse existir, aliás, só aceitava, por mais que racionalmente ainda não conseguisse processar a informação.

V endo Erza ao chão, oferecia a mão para ajudá-la a se levantar e começava a ouvir a respeito das informações. Como tinha imaginado, cidades destruídas eram ótimas para que o submundo pudesse crescer, assim como a marinha e as instituições de falsas esperanças, a tragédia e o sofrimento eram muito lucrativos para o crime, ainda mais quando a ordem falhava em se estabelecer. “Os números”, Laith se perguntava se talvez eles fossem algo parecido com “A Corte”, ou se tivessem alguma relação, rivais, parceiros? Membros de uma mesma associação? Não dava para saber, e dificilmente ficariam sabendo a não ser que caçassem algum membro.

“Na situação atual, podemos dizer que não sabemos nada, bom, pelo menos temos dois monstros no grupo, isso é uma vantagem não importa de que ângulo olhe.”

- Com licença tenente mons...coff...Kayro Shen. Dizia fingindo uma tosse pela falha de comunicação. – Devo assumir que o senhor também está vendo sobre essa informação pela primeira vez? Depois disso, virava para a capitã, tentando falar com a mesma com um olhar de seriedade, e uma expressão mais confiante, esquecendo por um momento da figura ímpar ao seu lado. – Capitã, se me permite, tive que lidar algumas vezes com a organização “A Corte”, não conheço o modus operando dos “Números”, mas em todo caso, acredito que conversar com alguém que tenha tido mais contato com ela, mesmo em batalha, pode ser mais proveitoso no primeiro momento do que só irmos atrás aleatoriamente deles, assim podemos absorver algum padrão. Me desculpe a intromissão, mas existe algum marinheiro ou civil nessa ilha que possa ter tido esse tipo de contato com eles?

L aith dava uma leve pausa esperando um momento em que pudesse falar. – Além disso, seu secretário, bem...quando eu a tenente Erza perguntamos sobre o que aconteceu em Utopia para ficar nesse estado, ele não foi muito assertivo. Peço perdão por me retratar dele dessa forma, mas eu gostaria de entender o que aconteceu, já que os Números, se estão interessados aqui, devem estar aproveitando esse momento. Você não concorda, Erza? No final olharia para a moça, dando uma ligeira, a mais rápida que conseguisse, piscadela de olho para a ruiva, de forma a quem sabe provocar ela ou fazer ela perder a postura ali.




~ Histórico ~

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 4 EmptyDom Fev 02, 2020 11:32 pm

Partiu acusar

Posts em Utopia - 37
Era um pouco engraçado ver a reação de Susan e Ykeh quanto a comida pelo que eu disse, mas falaria bem firme. - Vocês estão trabalhando aqui a mais tempo que eu, tenham certeza de comer direitinho, essa refeição foi feita para gente, eu estou pagando pela comida dos outros de qualquer forma. - Deixaria bem claro aquilo, não queria que eles se sentissem mal por comerem algo que eu iria compartilhar depois.

A situação do almoço estava resolvida, mas outro problema acabava surgindo. - Calma, calma. - Falaria apressado para Karin quando ela parecesse assustada com o que falara. - Se você não viu nada com certeza foi só um engano dos vizinhos. - Diria querendo acalmá-la um pouco, não que fosse muito necessário, uma criança que aceitara Gwen rápido dessa forma acabaria ignorando isso em poucos instantes.

E com isso, as informações que Karin me passava não ajudavam em nada. - Ei Karin-chan, você sabe quando que seu pai volta? - Se fosse um tempo considerável, ou se ela falasse que ele já deveria estar de volta, perguntaria para ela. - Depois da confusão que ocorreu na cidade, o que acha de esperar pelo seu pai lá no quartel general da marinha? - Quando perguntasse, esperaria uns instantes para ver a reação dela e continuaria. - Nós deixaríamos um aviso para o seu pai, que dado os ataques na ilha achamos mais seguro levá-la conosco para o quartel general. - Com aquilo já dito, voltaria a me concentrar no meu real problema naquela rua.

Acho que nunca havia me encontrado em uma situação como essas. Eu possuía bastante informação, mas sentia que por algum motivo básico era minha culpa não resolver aquele mistério. Bom, verdade seja dita, eu não era exatamente acostumado a resolver mistérios, o primeiro que tive que tentar resolver não resultou em nada lá em Micqueot. E o mais importante... eu não sou exatamente bom lendo o que as pessoas estão pensando. Até porque se fosse eu teria prevenido a maioria dos ataques que levávamos ao resgatar piratas no North Blue. Então imaginar o que o possível criminoso estava fazendo não era algo tão simples.

Só que com isso em mente, acabaria pensando de maneira mais prática, pessoas podem ser más simplesmente por serem más, exatamente o contrário de Mona que era um anjo no planeta que era boa por simplesmente ser boa. Na Grand Line mesmo eu acabei esbarrando com diversos tipos de pessoas, claro, que igual a maioria que já havia conhecido, elas não eram totalmente boas ou más. Porém mostravam vários pontos de vista diferentes de algo que eu mesmo já havia visto. Isso inclusive que me fez ficar mais curioso com tudo que me cerca, eu simplesmente não era bom enxergando o que estava ocorrendo no mundo.

Respiraria fundo e recomeçaria a organizar meus pensamentos, precisava atacar outra vertente daquele problema. A pessoa que havia roubado os itens os levara para a casa do senhor Shinonome e lá fizera um barulho ensurdecedor para aparentemente simplesmente causar barulho e chamar a atenção. Não sei como simplesmente nenhum vizinho foi até o local reclamar já que eram tão mimados quanto possível, afinal, isso seria o mínimo que eu faria. O senhor Shinonome estava viajando e de todos os vizinhos o único que realmente o acusou foi Augustus, que também era o único que não parecia estar sonolento. Ele chamava o homem de canalha e queria realmente que o pai de Karin-chan se ferrasse sem nunca me dar uma explicação disso.

Olharia para a casa de Augustus, realmente curioso com aquilo tudo. Seria possível ele ser simplesmente o culpado e tentar culpar o senhor Shinonome? Se esse fosse o caso, como exatamente ele faria isso sem tipo... estranhar que invadiu a casa do homem e fez barulho dentro dela e ninguém da casa foi verificar o que era? Afinal, ele não sabia que seu vizinho estava viajando.

Levantando-me após terminar de comer a maçã e as uvas, iria perguntar para Karin. - Quer ficar com Gwen enquanto eu converso com o senhor Augustus? - Com a pergunta feita, se a resposta fosse positiva. Indicaria para Gwen ficar do lado da pequena. - Você vai proteger a Karin de qualquer coisa que aparecer por aqui, não é? - Falaria com a voz animada, tentando fazer a aranha entender alguma coisa, apesar de achar que não é realmente possível ainda. Caso a resposta fosse negativa, só seguiria na direção da casa de Augustus.

Ao chegar, indicaria para os pedreiros com o polegar para o local onde Kaku e Mashi estariam servindo a comida. - Lá tem um pouco de comida a mais se quiserem, mandei comprar para vocês também. - Mas já imaginava até mesmo o velho reclamando e se fosse o caso, retrucaria bem-humorado. - Não estou te obrigando a ir lá comer, só te ofereci uma opção. - Diria continuando e indo na direção da porta da casa, onde bateria e esperaria pelo tal descendente de tenryubito aparecer.

Quando Augustus aparecesse, acabaria sendo mais incisivo em minhas falas. - Senhor Augustus, realmente está difícil a situação já que o senhor não colabora. - Diria de forma rápida, ele pensar era um problema ali. - Você acusou um homem que não está por aqui. E depois de perguntar para os vizinhos, fiquei sabendo que você também não contou nem mesmo todos os detalhes do problema, todos os outros alertaram sobre um barulho ensurdecedor na casa do senhor Shinonome, até mesmo a pequena Karin falou que realmente teve barulho. Além de todos pareciam cansados já que tiveram sua noite de sono atrapalhada por este barulho. - Diria dando uma pequena pausa para respirar, não muito longa, não daria tempo para ele falar. - Isso era um ótimo argumento para você o acusar, mas você não usou isso de argumento, você simplesmente acusou ele cegamente. - Eu daria um leve instante para ele pensar no que eu falaria. - Como você está bem, imagino que não teve o seu sono atrapalhado, ou seja, você não estava dormindo no momento. O que me deixa com poucas opções aqui, e não me venha com tampões de ouvido ou algo do tipo, a rua toda ouviu o barulho, você precisaria ser surdo para não ouvir. Então, ou você estava na cena onde o barulho ocorria e por isso preferiu não mencioná-lo, imaginando que poderia dar mais detalhes do que queria sem querer, ou você viu que quem estava fazendo o barulho não era o senhor Shinonome e contando sobre isso não poderia acusá-lo do crime. De qualquer forma, ou você estaria encobrindo o criminoso, ou seria o próprio criminoso. Que tal me contar a verdade para variar um pouco? - A minha acusação estava feita, precisava ver agora como ele reagiria aquilo tudo. Porque sinceramente, eu estava curioso quanto a reação dele agora e mais importante, estava realmente me indagando se poderia acusar alguém desta forma.


Histórico:
 

Ficha para ajudar:
 

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Gwen - Pet Normal:
 

Quem dera fosse npc acompanhante:
 

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 4 EmptySeg Fev 03, 2020 4:29 pm






Mesmo claramente bêbado a voz de Tin saía um tanto imponente, dessa vez ele estava agindo como alguém de respeito e não um idiota chorão. Apesar disso, a sua condução era terrível por justamente estar alcoolizado e isso fazia com que o navio se chocasse contra as paredes da caverna “Não se pode realmente confiar em idiotas” era o que se passava em minha mente nesse momento. Todo esse balanço fazia com que meu estômago se revirasse dentro de mim e assim tinha de vomitar no mar, aos poucos sentiria o afastar das vozes o que significava que minha estadia nesse corpo estava chegando ao seu fim.

O meu retorno se dava em uma situação de grande dificuldade, a primeiro momento havia um cerco de embarcações se formando ao redor da ilha e bastou alguns minutos para que eles percebessem nossa presença ali.  Somente com esse cenário a nossa situação era desesperadora, mas o que vinha a seguir era ainda mais doloroso que sequer poderia mensurar. Quando se deposita sua confiança em alguém é porque acredita-se que essa pessoa de nenhuma maneira tentará te decepcionar de propósito, porém em minha frente estava um autêntico traidor de cabelos brancos - O que está fazendo? perguntaria assustada quando o via bater em Charlotte.

Sentia a raiva percorrer o meu corpo enquanto ouvia suas palavras, ele demonstrava pela primeira vez emoções verdadeiras como um sorriso. Além da ira, sentia certo nojo pelas suas atitudes até ali - Sabe, eu me orgulho de ser assim falaria primeiramente - Não preciso ficar fingindo ser alguém que não sou e não me importo se suas habilidades te tornam alguém honesto ou não faria uma pequena pausa para respirar profundamente - São suas atitudes que determinam a sua bondade diria em seguida. Antes de continuar a conversar com ele, me viraria na direção de Tin - Procure se concentrar em nos fazer evitar os marinheiros, eu sei que você consegue sorriria em sua direção.

Spoiler:
 


Não tinha certeza do que faria, mas começava a imaginar algo para ensinar a Alexander como as coisas realmente eram - Bem, você me chama de retardada e tudo mais voltaria a falar - Mas, você é muito idiota por se meter justamente com Katherine Silverstone recuaria alguns passos em seguida. Ramiro estava ali e poderia ser útil caso quisesse desacordar o traidor - Acha mesmo que vai ser fácil me derrotar? faria um sinal para que Ramiro se aproximasse de nós. Prosseguia distraindo-o já que não tínhamos muito tempo para perder - Se tivesse descoberto isso antes, poderia ter deixado você para trás com os marinheiros daria outro sinal para que Ramiro o agarrasse. Se ele fosse bem sucedido em sua ação, chegaria mais perto para chutar o bastão de sua mão - Parece que você perdeu faria uma careta para ele e sorriria em seguida - Vamos amarrá-lo começaria a procurar por uma corda.  

Spoiler:
 


Caso Ramiro não conseguisse agarrá-lo ou então ele descobrisse o nosso plano, o jeito mesmo era lhe dar uma bela surra. Me colocando em posição, logo avançaria em sua direção para resolver aquilo para então podermos nos concentrar nos marinheiros. Assim que estivesse a uma distância considerável de Alexander realizaria um chute alto na direção da lateral de sua cabeça forçando um possível bloqueio, quando ele fizesse tal movimento teria de recolher minha perna o mais rápido que pudesse. Em seguida puxaria a sua cabeça para aproximá-lo de mim e posicionar o seu tronco para conseguir então encaixar uma joelhada em seu plexo solar visando desestabilizá-lo. Se ele tentasse uma esquiva procuraria lhe dar uma rasteira para impedir sua ação. Caso fosse bem sucedida buscaria aplicar um chute em seu rosto como uma espécie de um golpe final.

Se estivesse em uma situação defensiva, a minha intenção era me manter distante dele para não ser atingida pelos golpes com o bastão. Caso Alexander conseguisse uma aproximação e tentasse um ataque vindo da diagonal, movimentaria meu corpo parcialmente para o lado contrário. Se, no entanto, fosse um ataque vindo na vertical jogaria o meu corpo também visando o flanco, completaria o movimento ainda realizando um rolamento para que pudesse ter mais êxito. Caso fosse um ataque na horizontal, eu me abaixaria e buscaria lhe passar uma rasteira para interromper suas ações ou então apenas para retarda-las por um período curto de tempo. Também manteria minha atenção em sua mão que estava na jaqueta entre os meus ataques, afinal Ramiro havia sido cortado com algo. Se conseguisse perceber alguma lâmina procuraria de forma imediata recuar antes de tomar a ofensiva novamente já que não poderia correr risco de lhe ceder vantagem nesse momento. Mesmo que não houvesse nada ali, sua movimentação ainda era muito suspeita.





~ Histórico ~



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~ Legenda ~


Pensamentos: Katherine - Azura
Fala (ambas)
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Perícias, Vantagens e Desvantagens:
 

Spoiler:
 

Npcs Comigo:
 

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Ato IV: Aranhas e mais aranhas
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 4 EmptyTer Fev 04, 2020 12:48 pm


Karyo Shen

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Logo entrava no escritório da Capitã, ela começava uma narrativa envolvente e misteriosa acerca de uma carta que acabou nas mãos da marinha. "Uma carta... isso está bem parecendo um dos contos de mistério que o Gunter me contou outro dia" - e isso não soava nada bem. "E eu não gosto nem um pouco de mistérios" - ponderava. Não era algo que agradava o meu espírito. Era um homem simples e direto; preferia a linha de combate mais do que tudo e tais trabalhos mentais ficavam ao encargo do fortuitamente inteligente Gunter.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A Capitã prosseguia a história com bastante euforia, quando era interrompida por um bater na porta. "Antes de receberem a permissão... quanta falta de modos" - observava a entrada abrupta dos marinheiros. Olhei para trás, encarando os ingressantes com minhas profundas cavidades negras — Receio que o Almirante Ryotaro não possa a ajudar - responderia as preces daquela que era nomeada como Tenente Erza Scarlet — Afinal, estamos do mesmo lado - complementaria, em tom complacente, fazendo uma breve reverência aos dois Tenentes — Karyo Shen - corrigiria a pronúncia do Tenente Laith Kinder — É um prazer conhecê-los - voltaria a minha atenção à Capitã novamente. "Se eu falasse mais um pouco, tenho certeza que ela me mandaria para outro lugar, também" - me calava tão logo podia.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]E meus temores se confirmavam tão logo a narrativa era retomada. "Organizações misteriosas..." - como eu as detestava! Havia tido uma péssima experiência com a famigerada Midnight Shine, a qual o Capitão Beethoven, de Wonderful, havia-me designado para investigar. Esse não era o papel que eu gostava de exercer. A vontade que eu tinha era de não ler a carta e deixar tudo nas mãos dos "cabeças", mas o dever me coagia a optar pelo procedimento correto — Com a sua licença... - estenderia a mão óssea, solicitando a carta. Uma vez que me fosse passada, leria-a em voz alta, para que todos escutassem:

Carta escreveu:
Oito,

você está atrasado! Não preciso dizer o que o líder acha disso, não é? Nem o que ele fará se você o tirar do sério, ou será que preciso? O Quatro voltou a alguns dias e não foi bem recebido pelo Mestre! Me pergunto se ele não deveria ter continuado preso em um QG qualquer… Mas divago!

Onde está o tesouro que você e o número Dez foram atrás? O número Dois se colocou em apuros para conseguir aquele mapa, não faça o trabalho dele ter sido em vão! As Moedas são essenciais para a próxima etapa do grande plano. Tivemos algumas baixas, mas já concluímos mais da metade do necessário. Basta apenas encaixarmos mais algumas peças e peões e teremos tudo pronto para que o nosso querido líder consiga obter aquilo que deseja. Mas divago!

Soube que haviam alguns marinheiros tentando atrapalhar o nosso plano. Acha que o Governo já descobriu sobre nós? Isso seria um empecilho incômodo. Nosso Mestre lidaria com eles com maestria, mas seria interessante se os evitarmos até o fim. Uma pedra a menos em nossos sapatos. Mas divago!

Assim que seu treco voador (qual o nome mesmo?) voltar à terra, me responda! O Mestre está cada vez mais impaciente e minhas massagens já não bastam! A Missão deve prosseguir! Aqueles em Utopia devem se render ao poder do nosso líder! Já temos poder e dinheiro. Com o suporte destes nós estaremos a poucos passos da nossa missão suprema! Então, se apresse a faça o seu trabalho, miserável!

Atenciosamente,

Daquele que Divaga!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Em seguida, terminada a minha leitura, a ofereceria para quem quisesse realizar uma leitura silenciosa — Eu não acredito que há mais uma organização, além da Midnight Shine e o Fish atuando em Utopia - resmungava, raspando os dedos no crânio — Isso te lembra alguma coisa, Gunter? - indagava, pois, no momento, não tinha nenhum indício ao que a carta fazia menção — Há alguma outra informação? - questionaria à Capitã — Sei que temos um zepelim chegando na ilha, se não já chegou. Creio que um bom passo seja interceptá-lo, pois não é fácil esconder um daqueles - e isso podia dizer com propriedade, pois havia chegado em Utopia via um zepelim da Midnight Shine — Se ele não tiver chegado, creio que nos dará quase tudo que precisamos. E, se tiver, o encontraremos - sugeria, mas com certo tom assertivo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Após toda a história contada, não tinha muitas esperanças em ter novas informações sobre o ocorrido. Destarte, cabia a nós arranjar os nossos próprios meios — A sugestão do Tenente Laith Kinder seria um ponto certeiro se for possível. Tenentes, vocês possuem contato de... Den Den Mushi? - não sabia ao certo como falar, mas se tivesse algum acalento, guardaria o contato de meus novos companheiros de equipe para que pudéssemos nos comunicar melhor — Dando continuidade às investigações, eu tenho uma pequena visita a fazer. Uma visita ao grupo pirata do finado tritão que tirou a minha vida. Talvez eles possam saber de algo a respeito, visto que já estavam aqui em Utopia muito antes de minha chegada, no auge do conflito - informava.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Dessa maneira, tal como Gunter havia me avisado anteriormente¹, iria em direção à prisão, onde poderia ter um agradável encontro com os meus carrascos — É hora de por em prática o que aprendi em Lvneel com o Agente Matty Tuudus. Gunter, queira me acompanhar² - convocava o meu fiel companheiro, que havia participado da ocasião comigo e lembrava muito bem de nossos oponentes. "Tiger e Kraaby... vocês terão uma infortuna visita" - imaginava o nosso reencontro.





¹ Na aventura passada eu procurei saber se os tritões que lutei estavam presos no QG, tendo resposta positiva.

² Eu aprendi a perícia Interrogatório em Lvneel, realizando um interrogatório junto ao referido NPC Agente, a fim de desvendar o esquema ilícito da Tenente Elena Eisenberg.

Citação :

Nome do Player: Karyo Shen
Nº de Posts: 02
Vantagens: Liderança; Adaptador; Voz Encantadora; Ambidestro.
Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia; Mecânica; Interrogatório e Arrombamento.
Ofício: Ferreiro.
EdC: Ceifador

Ganhos:
Perdas:

NPC's: Tenente Erza Scarlet
Players Tenente Laith Kinder
Extras: Utopia (30/30)











Objetivos



Spoiler:
 
Off


Let's!

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Última edição por GM.Kekzy em Qua Fev 05, 2020 7:20 pm, editado 2 vez(es) (Razão : Essa porcaria de code meu)
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 4 EmptyTer Fev 04, 2020 8:10 pm

— N A R R A Ç Ã O —

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O primeiro a falar era Laith. A Capitã ponderava alguns segundos antes de responder: — A Corte... Já ouvi esse nome, mas admito que preciso me atualizar antes de tirar conclusões. Contudo, quem quer que tenha escrito esta carta se referiu a um segundo grupo, pedirei para alguns marinheiros cruzarem informações sobre estes grupos. Em relação aos Números, sim, há um marinheiro que enfrentou esse grupo. Ele deve voltar no início da noite e reunirei vocês novamente.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O ruivo fazia mais uma pergunta e a mulher dava um leve riso de deboche. — Secretário? — Balançava negativamente a cabeça, ainda acariciando seu leão. Depois de respirar bem fundo, deu de ombros e respondeu: — Bem, primeiramente eu peço perdão. Prometo enviar alguém competente da próxima vez. — Após respirar fundo mais uma vez, continuou: — Utopia era uma ilha poderosa e abastada. Até que, a algumas semanas, incontáveis portais surgiram no céu e, deles, um chuva de raios e destroços caíram na ilha. Quase tudo foi destruído, de barracos à mansões, incluindo a Cúpula Mundial, onde ocorriam os Reveries. O QG foi uma das poucas estruturas poupadas, não sabemos o porquê. Simultaneamente, o ex-shichibukai de nome Fish tentava fugir após a decisão da marinha de banir os shichibukais e, em meio a sua fuga, infectou centenas de pessoas com um alucinógeno, tornando-as extremamente agressivas. — Um longo suspiro, desta vez. — Mas o pior não foi isso… O pior foi o caos após tanta destruição. Roubos, mortes, estupros, fome… Utopia se transformou… HA! Utopia se transformou na pior realidade! — Com sua própria comparação, a mulher deu um sorriso triste, demonstrando em seus olhos e postura todo o cansaço, físico e mental, adquirido no decorrer das últimas semanas.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O próximo a falar foi Karyo, mencionando o zepelim citado na carta. Katt acenou negativamente, antes de informar: — Esta carta foi encontrada no zepelim enquanto este se dirigia para Utopia. O dirigível caiu próximo a praia e o marinheiro que havia se infiltrado nele conseguiu encontrar a carta antes de fugir dos destroços. Até mandei três soldados em busca de mais algo de valor, mas nada foi encontrado. — A capitã observava Karyo indagar sobre os den den mushis dos outros tenentes e todos os demais negarem ter um. Isso mostrava a sua ideia inicial do esqueleto ser o marinheiro mais experiente do grupo. — Vão na secretaria, lá cada um pode pegar um baby den den mushi. Só não esqueçam de devolver antes de saírem da ilha ou será cobrado no seu contracheque! — A mulher gargalhava, sem deixar explícito se havia falado sério ou contado uma piada. — Dispensados!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Com a autorização da Capitã, Karyo e Günter seguiam rumo a prisão. — Só para lhe lembrar, eu tenho o mesmo cargo que você agora, mandão! — Apesar da reprimenda, o atirador ria e dava um leve soco no ombro do esqueleto. Ainda em frente a sala da Capitã Katt, Erza observava os dois se afastarem, com Laith ao seu lado. — Que bizarro...

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Já no mar, Katherine corria o risco de ser capturada e transformada em uma escrava. Seu grupo de revolucionários se esvaia rapidamente e os perigos apenas aumentavam. Com a sua nova — Ou seria velha? — personalidade, Tin sentia-se mais seguro, focando-se em guiar a escuna e beirar a ilha de Utopia em busca de algum furo no bloqueio marítimo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Katherine seguiu tentando atrair a atenção do mordomo enquanto que Ramiro avançava, trôpego, com sangue escorrendo de seu tronco e, agora, de sua boca também. Seu ferimento, apesar de coberto com a mão, deveria ser bem grave. — Se tivesse descoberto isso antes, poderia ter deixado você para trás com os marinheiros — Dizia a Major, e o traíra logo retrucava: — Que marinheiros? Pff… Você ainda acha que foram os marinheiros que mataram seus companheiros? HIAHIAHIA!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Tin, mantendo a escuna mais próxima do que deveria, atingia uma área rasa à direita e o navio inclinava perigosamente, com o estibordo se elevando e o bombordo afundando alguns centímetros. Katherine, de costas para a proa, e Alexander conseguiam manter o equilíbrio. Ramiro perdia o equilíbrio, mas, já próximo do mordomo, se arremessava em sua direção e o segurava com ambos os braços na altura do cotovelo. — Você vai comigo, desgraçado!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Juntando as mãos, o revolucionário apertava cada vez mais, transformando o sorriso do loiro em uma expressão de espanto e, pouco depois, dor. Ao ver a aproximação da Major, Alexander tirava três shurikens de sua roupa e os arremessava na mulher com um rápido movimento de mão. Os três se perderam no mar, mas, antes, um marcou seu caminho na bochecha esquerda da mulher.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A hesitação devido ao ataque inesperado, permitiu que o loiro desse uma espécie de mortal, se livrando do aperto e caindo atrás de Ramiro, o qual caiu sozinho, sem forças. Com mais um rápido movimento de mãos, uma shuriken foi atirada em direção a Tin, atingindo o timão e fazendo-o gritar em pânico.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O navio estava entalhado no início de uma das praias de Utopia, com Katherine e Alexander a cerca de seis metros de distância um do outro, ambos precisando usar de seu equilíbrio para permanecer em pé e não deslizar até o bombordo da escuna e, em seguida, no mar. Ramiro estava caído com uma poça de sangue se formando ao seu redor, provavelmente desacordado. Alexander voltava a colocar as mãos, desta vez as duas, dentro de sua jaqueta e, desta vez, tirava três shurikens com cada mão.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Enquanto as coisas esquentavam no litoral de Utopia, Calros marchava até a casa nº 3 na rua dos Alfeneiros, pertencente ao nobre Augustus Kira Clover XIII! Gwen havia ficado para trás com a pequena Karin — A qual havia aceito a proposta de passar alguns dias hospedada no QG da marinha, sem saber quando o seu pai retornaria para casa. —, permitindo ao sargento uma conversa a sós com o nobre. Os pedreiros também se retiraram, com Matheus praticamente carregando o seu avô em direção à carroça com comida, enquanto Pedro suspirava e os seguia.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Era preciso bater diversas vezes até que o nobre finalmente abrisse a porta. Sua expressão não era nem um pouco amigável e este observava o marinheiro de cima — Ou melhor, tentava, já que os 1,92 metros do sargento dificultavam tal ato! —, com desdém. — Tch! Você irá precisar investigar por quantos dias até resolver prender aquele maldito?!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ignorando a sua pergunta, o sargento disparava informações e acusações, deixando o nobre cada vez mais acuado. Com o decorrer do monólogo do sargento, o nobre foi perdendo sua cor e se encolhendo cada vez mais, perdendo sua postura e transformando o desdém anterior em pura incredulidade. Por fim, veio a oportunidade de responder a acusações tão infames e o nobre, reunindo a pouca dignidade que lhe restava, disse: — Oh, merda!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A porta foi batida com força, lançando uma leve brisa no rosto do sargento. O nobre corria do outro lado.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]De volta ao QG, Karyo e Günter paravam diante de uma cela escura. O metal da grade era reforçado, as paredes eram maciças e não havia janelas. Havia um sargento de cada lado, ambos armados com lanças, em uma distância segura de dois metros da cela. Lá de dentro, dois seres vis observavam a dupla de marinheiros. — Quê diabos é isso? — Perguntava o de pele azulada, olhando para o esqueleto a sua frente.

Legendas:
  • Civil
  • Marine
  • Revolucionário
  • Helena
  • Alexander
  • Günter
  • Erza
  • Tritão
  • Capitã Katt

Histórico:
 

Rua dos Alfeneiros:
 

Personagens:
 

Tritões:
 

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 4 EmptyQua Fev 05, 2020 8:24 am





A história continuava a piorar, em primeiro lugar bastava que tivesse um esqueleto vivo falando por ai e usando uniforme da marinha, agora, portais do céu? O que tinha acontecido com Utopia para viver esse inferno? Nem mesmo o ruivo acreditava que tinha tanto karma acumulado a ponto de enfrentar uma desgraça dessas. De toda forma, mesmo que a capitã demonstrava seu pesar em relação a situação, Laith tentava, fingidamente, mostrar-se empático a isso, com uma certa expressão de lamentação no rosto.

N o primeiro momento, a capitã Katt parecia alguém forte, seja por ter um leão como bicho de estimação, ou por conseguir imprimir sua autoridade sem nem usar sua força, suas palavras eram fortes e sua postura pesada, tudo isso construía uma imagem de pilar da justiça e ordem que a marinha adorava, não era atoa que ela tinha esse posto, agora se tudo isso era imagem ou realidade, só o tempo diria, mais do que isso, para Laith, toda essa história de bonzinhos e maldosos era um grande conto de fadas, Erza e Katt eram duas ingênuas que tinham caído nesse conto, fortes, porém ingênuas, o que até facilitava para manipulá-las no futuro.

“ Então, parece que temos menos pistas ainda do que eu previa, apesar de termos alguém que enfrentou eles. Não sei o quanto esses números são fortes, mas é melhor eu ficar esperto, se eu for de cara assim posso me dar mal. Talvez seja uma boa investigar um pouco sob algum disfarce. “

D epois que recebia o comando de dispensa, o ruivo fazia uma contingência para a superior e esperava que Karyo saísse do ambiente, em seguida saindo do escritório da capitã, ficando ele e Erza do lado de fora. – Sim, uma cidade destruída por portais e um esqueleto falante, bem que ele pode virar o mascote da marinha algum dia. Laith falava com um tom jocoso, na realidade era uma ideia aceitável, e o humor dessa vez era verdadeiro, mais preferia ver um esqueleto a um animal fofo, a morte era a face mais verdadeira da marinha, nada mais justo que um semi-vivo para representá-la.

- Erza, eu ainda tenho alguns assuntos para resolver na cidade, do que restou dela na verdade, além disso, acho que vai ser mais útil se investigarmos os Numeros de dentro do submundo, mas para isso vamos precisar de disfarces. Podemos aproveitar que nossos rostos não são conhecidos aqui, assim podemos perguntar mais facilmente sobre as coisas que acontecem por aí. Você me acompanha, princesa?

S e ela decidisse seguir caminho com Laith, ótimo, mas se não, o marinheiro continuaria seu plano temporariamente sozinho. Em primeiro lugar, passaria no almoxarifado da base, lá perguntaria se havia alguma roupa para disfarce para ele, e Erza caso essa estivesse junto, o disfarce era bem simples, roupas comuns nada chamativas, mas o suficiente para não serem tratados como esfarrapados. É verdade que o rapaz não era dominante da arte dos disfarces, ainda sim, não precisaria se infiltrar em nenhum lugar por enquanto, e isso já bastava.

E m seguida, com a resposta quanto ao disfarce, possivelmente se trocaria, seguindo para a secretaria, onde requisitaria o baby den den mushi. Depois de pegar o item, procuraria o primeiro marinheiro que encontrasse por ali. – Com licença, onde posso encontrar uma loja de roupas ou um alfaiate, além disso, onde fica a principal taverna da cidade? Ou onde o pessoal se reúne agora para beber.

A ssim, tinha seu trajeto pensado, seguiria então para a loja de roupas, em que lá, caso chegasse requisitaria para o vendedor uma encomenda, um colete de roupa social e um sobretudo personalizado, contendo o símbolo de tenente da marinha no ombro, pensava nisso já que era hora de se destacar dos marinheiros ordinários, e a liberdade de acessórios era uma boa. Logo após a compra, sairia do estabelecimento, e olharia para Erza, caso estivesse lá. – Bom, o plano é ficarmos no bar de tocaia, ouvindo as conversas alheias, vamos nos espalhar e com sorte podemos ouvir algo a respeito dos Números ou alguma movimentação suspeita que pareça com isso. Em qualquer caso, você pode me chamar. Só que, antes de começarmos a missão, não aceita que eu pague uma bebida para você? Podia ser uma missão, mas toda oportunidade era plausível de ser feita, ainda mais se fosse para uma dama como Erza, afinal, em breve ela poderia se apaixonar por alguém daquela ilha, e que fosse, mas o ruivo queria ter o troféu de ter sido o primeiro a tocá-la.

T odavia, se não conseguissem achar a loja, ou ela não existisse mais, iria direto para o Bar, tentando executar o mesmo plano de ficar de tocaia. Só não executaria o mesmo se não arranjasse o disfarce, e nessa hipótese, ficaria no Quartel General a espera do chamado do tenente esqueleto.





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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 4 EmptyQua Fev 05, 2020 11:23 am

Pega ladrão
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Karin-chan aceitava minha proposta de passar um tempo no quartel general, o melhor, aquela rua não era muito segura já que aparentemente invadir a casa era algo simples pelo número de roubos que estavam ocorrendo. Mas aquele nem era o assunto que eu precisava resolver na rua dos Alfineiros, por isso acabava me dirigindo na direção da casa do nobre Augustus para acusá-lo de algumas coisas.

E sinceramente, nunca imaginei que a reação seria tão óbvia. Quando o vento batia na minha cara por causa da porta fechada não hesitaria duas vezes. Logo abriria a porta e partiria na direção dele, afinal, ele não teve exatamente tempo para trancá-la. Ao mesmo tempo que abrisse a porta já gritaria para todos os soldados lá. - O SENHOR AUGUSTUS É O CULPADO! CERQUEM A CASA! ME AJUDEM A PRENDÊ-LO! - E entraria na casa já o seguindo se ele ainda estivesse em um lugar que eu conseguisse vê-lo.

Se não fosse possível vê-lo, eu esperaria e tentaria ouvir algum ruído a minha volta que o denunciasse. Caso não houvesse barulho, ele provavelmente teria se escondido em algum lugar, o que faria eu chamar por ele. - Senhor Augustus! Você sabe que é inútil tentar fugir! - Diria em alto e bom som por ali. - Você não está nem mesmo se ajudando assim. - Diria agora num tom mais controlado e cansado, pensar que aquele homem arrogante agora estava fugindo era algo engraçado, ao mesmo tempo algo inútil. Já na hipótese de ser possível ouvi-lo, tentaria seguir seu som para novamente encontrá-lo e segui-lo.

Sendo possível vê-lo já começaria a correr em sua direção. - Augustus! Não me faça atirar em você para pará-lo! - Ameaçaria, como eu já havia percebido na Grand Line que não era a pessoa mais rápida do mundo, não me admiraria que eu fosse até mesmo incapaz de pegar um nobre mimado numa corrida. Com isso a hipótese de ter que atirar acabava existindo, realmente tinha uma pistola, mas não estava nem mesmo com ela em mãos, inclusive, precisava pegar um coldre depois para deixá-la com um acesso mais fácil. Em minha perseguição pularia qualquer obstáculo que ele jogasse em minha direção e veria se com o tempo estava realmente chegando até ele ou se a distância aumentava ou se mantinha constante. Claro que não iria realmente atirar naquele homem, mas se percebesse que ele não iria parar, retiraria a arma de minha mochila para ameaçá-lo com mais veemência.

Se não conseguisse vê-lo, ele não fizesse barulho, começaria a procurar pela casa do nobre, abriria todas as portas, armários onde um humano coubesse, e assim indo. Quando os soldados chegassem falaria. - Me ajudem a procurar por Augustus para prendê-lo.

Em alguma situação em que ele me atacasse após se render, eu aceitaria o golpe e aproveitaria para tentar segurá-lo. - Sério? - Perguntaria independente de quão eficiente houvesse sido o golpe daquele homem em mim. Me seguraria para não o socar, aceitando seus golpes até que fosse possível realmente segurar o civil.

Caso Augustus simplesmente parasse de correr ou aparecesse após ter se escondido, olharia para ele sério, enquanto retiraria minha corda da mochila e faria um sinal para ele se virar. Não possuía algemas, isso era algo que só pensava naquele momento, mas pelo menos possuía aquela corda. O amarraria e daria um nó. Começaria a guiar o nobre para a rua esperando que algum dos soldados aparecesse, se é que já não houvessem aparecido.

- Kaku e Mashi podem ficar encarregados de levá-lo quando voltarem para o quartel general? - Perguntaria para eles quando todos estivessem reunidos comigo. - Apesar de prendê-lo precisamos ficar vigiando pelo resto do dia para termos certeza que nada mais ocorrerá, até mesmo porque não sabemos se ele tem algum cumplice. - Falaria introduzindo uma possiblidade, afinal, imaginar o nobre invadindo casas não me parecia muito realista. Mas também era difícil imaginar que alguém realmente queria algo naquela rua agora, já que o único problema que houve nela foi formado por aquele homem.

Se me perguntassem o motivo que me fez suspeitar dele ou algo do tipo, responderia. - O senhor Augustus aparentemente roubou os itens para incriminar o senhor Shinonome. Quando vim indagá-lo ele se denunciou e começou a correr. - Meu tom era bastante incriminatório. O homem foi tão precipitado que nem percebeu que eu não possuía provas contra ele, mas como ele havia se denunciado por completo ao correr já não havia mais dúvidas quanto a sua culpa.


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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 4 EmptyQua Fev 05, 2020 3:09 pm






A raiva que estava dentro de mim aumentava ainda mais quando o ouvia falar sobre a morte de nossos companheiros que tinham sido deixados por Azura - Então você os matou certo? Isso só piora a sua situação era o que diria naquele momento. Apesar de Ramiro conseguir agarrar Alexander depois do navio se inclinar, o albino conseguia se soltar realizando um mortal e assim o brutamontes caía ao chão desacordado. No fim de tudo, a embarcação acabava por ficar encalhada - Tin, procure se acalmar! Tente resolver isso, se não conseguir teremos de arranjar um novo navio olharia em sua direção, novamente com um sorriso nos lábios.

Só me restava confiar em suas habilidades como navegador enquanto resolveria o nosso problema que estava em minha frente - Chegou a hora de eu acabar com você diria antes de me preparar novamente para lutar. Antes de qualquer coisa, eu teria de me preocupar com as shurikens que estavam em suas mãos já que estas poderiam interromper o meu avanço contra ele. Tendo isso em mente, recuaria alguns passos para trás e começaria a correr em ziguezague em uma tentativa de evitar ser atingida enquanto corria. Mas, para evitar que ele tentasse prever a minha movimentação eu aleatoriamente me manteria correndo em linha reta por alguns instantes e faria ao inverso se o rapaz também usasse isso ao seu favor.  

Se obtivesse êxito em minha corrida, quando estivesse a uma distância considerável dele colocaria minha perna esquerda na frente da direita. Em seguida, realizaria um salto seguido de um giro para executar um chute com o pé destro de cima para baixo visando atingir o topo de sua cabeça com toda a força. Independente de conseguir acertá-lo ou não, assim que voltasse ao chão andaria alguns passos para trás e realizaria um novo avanço na intenção de não o deixar contra-atacar ou fazer qualquer escapada. Assim que estivesse em sua frente buscaria um chute alto erguendo a minha perna na altura do seu rosto visando atingir a clavícula juntamente do pescoço para desequilibrá-lo. Por fim, me aproximaria ainda mais para dar o golpe que poderia levá-lo ao chão enfim, uma joelhada em seu maxilar buscando o seu nocaute - Toma essa! faria uma pequena comemoração ao vê-lo sobre o solo.

Caso não conseguisse executar minha corrida da maneira que desejava e fosse atingida pela shuriken de Alexander ou qualquer coisa do tipo, teria que avaliar a situação em que estava antes de voltar a agir. Se com isso ele viesse em minha direção procuraria jogar todo o meu corpo para a lateral e fazer um rolamento em seguida para sair da trajetória de seus movimentos. Logo, tentaria ficar de pé o mais rápido que pudesse buscando fazer mais uma ação, iria em sua direção e fingiria na hora de atacar com um chute lateral quando na verdade lhe passaria uma rasteira. Com ele no chão poderia chutar seu rosto e tronco à vontade até que me cansasse Toma essa! E mais essa! era o que repetiria enquanto o golpeava com “gosto”. Obviamente ficaria atenta caso ele tentasse segurar minha perna, recuaria alguns passos e antes que ele pudesse se levantar novamente voltaria com os chutes para novamente derrubá-lo.

Quando estivesse uma situação em que precisasse me esquivar, primeiro verificaria com o que ele faria isso. Caso ele se mantivesse jogando shurikens contra mim, começaria a correr ao redor dele o mais rápido que pudesse para dificultar os seus lançamentos e em alguns momentos me aproximaria para tentar derrubá-lo com uma rasteira ou um chute alto em seu peito. Se ele estivesse com alguma outra arma de lâmina consigo e tentasse primeiramente uma estocada contra mim realizaria saltos para trás, se fosse necessário também movimentaria parcialmente o corpo para sair da direção do ataque. Caso fosse um golpe vindo da diagonal, recuaria alguns passos e realizaria quase que em seguida um mortal inclinando o corpo para ir até o flanco do meu oponente visando ficar em uma posição confortável para um possível contra-ataque. Se ele tentasse um golpe vindo na horizontal realizaria um giro juntamente de alguns passos que me tirariam do lugar. Novamente a minha intenção era ir para o seu lado e assim conseguir evitar da melhor forma o seu ataque.




~ Histórico ~



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Posts: 08
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Última edição por Vincentão em Qui Fev 06, 2020 1:28 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 4 EmptyQua Fev 05, 2020 7:33 pm


Karyo Shen

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]"A pior realidade" - rememorava as palavras da Capitã. Sob a sua voz e entonação, conseguia sentir a situação terrível em Utopia sob meus ossos. Ainda, novas informações eram juntadas àquela colcha de retalhos que era entender o que havia acontecido na ilha. A minha sugestão ia por água a baixo ao saber que a carta, na verdade, vinha do zepelim e que ele já havia sido investigado, sem sinal de nenhum dos números. Ao que parecia, teríamos que lutar muito para conseguir informações a respeito deles. "E isso exigirá um esforço horroroso..." - concluía, com pesar.

[...]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]De toda forma, já estava atuando junto a Gunter, em busca das tão imprescindíveis informações. Quem sabe os tritões que enfrentamos não tivessem algo a dizer a respeito. Eles conheciam a Midnight Shine e não queriam problemas com eles¹, mostrando que, ao menos, eles sabiam algo sobre uma das organizações que atuavam na ilha - e, quem sabe, não saberiam mais sobre outras — Tragam o da boca da grande para uma sala isolada. Depois, levem Tiger junto a Gunter para outra sala. Tomem cuidado e não deixem eles fazerem graça nenhuma. O Arloong controlava a água, não os subestimem, apesar de serem os seus subordinados - despachava-os. Deixaria o da boca grande comigo, ao qual não me recordava o nome, pois não havia lutado diretamente contra ele. Entretanto, comparado a Tiger, que era o braço direito de Arloong, tal tritão não estava a par dele e, sendo o marinheiro ruim, tinha esperança que ele cedesse mais facilmente em dar informações.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]De tal maneira, levaria-o a uma sala com os demais marinheiros, instruindo-os a aprendê-lo em uma cadeira, com as algemas colocadas para trás e presas às suas pernas — Certifiquem-se que ele não irá se soltar - assim, observaria se ele estava bem preso e começaria — Você sabe quem eu sou? - indagaria — Você não se lembra de mim? - estaria o arrodeando à medida que falava — Pois eu te direi como me chamam - iria para a sua frente, colocando-o os meus profundos olhos negros frentes ao seu — Meu nome é Karyo Shen. O homem que matou Arloong. O homem que voltou à vida para cobrar o seu débito - intimidaria-o², erguendo a minha mão e contorcendo os meus dedos á sua frente. Sabia que aquela visão era poderosa; afinal, todos haviam se assustado comigo até então, sem fazer o mínimo esforço - e, fazendo, esperava render bons resultados.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Mas posso aliviar tal débito... - voltaria à posição ereta — Se você cooperar comigo - sugeriria, esperando a sua reação — Diga-me! Quais foram os seus crimes?! Diga-os na minha frente! Olhando nos meus olhos! - mudaria a postura rapidamente, vociferando as palavras em tom imperativo, encurtando a distância entre nós — Não há salvação para você - sabia que ele havia matado inocentes, pois testemunhei com meus próprios olhos, mas prosseguiria — Entretanto, posso garantir, ao menos, uma vida mais amena aqui dentro, caso você me conte tudo o que sabe sobre Os Números - dizia — Note que não estará traindo o seu antigo Capitão. Não pergunto nada sobre ele, e sim sobre essa organização. Apresse-se! Diga o que sabe! Ou me certificarei que os vermes que comeram a minha carne sejam os mesmos que comerão a sua ao apodrecer aqui dentro - colocaria o meu crânio frente ao dele novamente, esperando que desembuchasse tudo que sabia.³

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Não esperava conseguir muito, mas qualquer informação e pista a mais era extremamente valiosa naquela situação em que estava quase às cegas. À noite, o homem que a Capitã havia indicado como o único que lutara contra Os Números chegaria ao quartel, de forma que poderíamos angariar mais um pouco de indícios; mas a noite demoraria e, até lá, pretendia me esforçar ao máximo para reunir o máximo de informação possível. Depender apenas de um homem que havia lutado contra eles, permanecendo inerte, não era o meu feitio. "Justiça!" - era tudo que o me movia nessa nova vida.





¹ Em um dos meus primeiros posts da aventura passada tive a estratégia de fazê-los cair em uma teia de aranha e guiá-los para a base da Midnight Shine, a fim de conseguir ajuda, mas eles não caíram e demonstraram que de forma alguma se aproximariam dali. Então, fiz essa suposição baseada nisso.

² Usando a perícia Intimidação.

³ Utilizando a perícia Interrogatório, após muito tempo!

Citação :

Nome do Player: Karyo Shen
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Vantagens: Liderança; Adaptador; Voz Encantadora; Ambidestro.
Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia; Mecânica; Interrogatório e Arrombamento.
Ofício: Ferreiro.
EdC: Ceifador

Ganhos:
Perdas:

NPC's: Tenente Erza Scarlet
Players Tenente Laith Kinder
Extras: Utopia (30/30)













Objetivos




Spoiler:
 
Off



Let's!

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Última edição por GM.Kekzy em Sab Fev 08, 2020 9:18 pm, editado 1 vez(es)
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