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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 [LB] O Florescer de Utopia

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MensagemAssunto: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 3 EmptyTer 14 Jan 2020, 18:13

Relembrando a primeira mensagem :

[LB] O Florescer de Utopia

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro Calros Lazo. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 3 EmptySex 24 Jan 2020, 22:04

— N A R R A Ç Ã O —

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Azura logo deu uma ordem e seu grupo seguiu rapidamente para as laterais das ruas, costurando entre os agrupamentos de pessoas em frente a lojas ou barraquinhas de peixes e aquelas que atravessavam as ruas de Utoporto com pressa.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Isso não acaba?! — Comentou um dos seus seguidores, mais atrás. Utoporto realmente cobria uma vasta área e precisaram conter o nervosismo durante vários minutos. Por sorte, viram apenas mais um grupo de marinheiros, metros à esquerda, distraídos enquanto observavam um grande navio pirata completamente destruído, com alguns leves focos de incêndio ainda resistindo à umidade e ao vento.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Com mais três minutos de caminhada, o Utoporto finalmente chegava ao seu fim e as aglomerações tornavam-se mais escassas. As ruas com odor de sangue, sal e peixe deram lugar a ruas que cheiravam apenas a destruição, fogo e morte! Em silêncio, o grupo prosseguiu com a sua pequena jornada.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Voltando para a rua dos Alfeneiros, Calros se movia no intuito de ocultar do penetra a visão da areia, mas Augustus ouvia sua pergunta com cada vez mais impaciência.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Você é cego? — Gritou! — Não está vendo essa areia aos seus pés?

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Sem poder confirmar se o nobre mentia ou não, o sargento seguia o rastro, saindo do campo de visão de Augustus e de Ykeh, que recuperava a sua lança. A porta estava destrancada e, ao abri-la, Calros se deparava com uma escada que descia até desaparecer na escuridão. Mais areia podia ser vista nos degraus, em pequenos montes, embora o monte do primeiro degrau parecesse diferente... mexido.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Logo a frente havia uma lâmpada com uma cordinha pendurada, a qual a acionava e a acendia, iluminando parcamente o espaço. Mesmo com a pouca iluminação, era possível ver um monte de areia ao fim da escada, bem no meio do cômodo, além de algumas ferramentas e uma escada. Após observar por alguns segundos, o sargento voltou a entrada da casa.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]E aí, viu? Será que você é tão inútil a ponto de não procurar no porão da casa? Será que eu tenho que fazer tudo sozinho?! — Esbravejou o nobre, levando as mãos para o céu. — Nem preciso olhar, eu sei que o que me foi roubado está lá! Digo isso desde o início! — Impaciente, Augustus esperava com o impassível marinheiro por Ykeh retornar com um dos construtores.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Já do outro lado da cidade, Kather— Ou melhor, Azura! —, chegava à caverna prometida com o resto do seu grupo. Na verdade, por pouco não passaram reto pela entrada bem camuflada com os arredores. Tin que, no último momento, ainda olhando para os lados desconfiado, avistou algo estranho e alertou os demais, imaginando ser algo que pudesse trazer perigo ao grupo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Apenas após todos rastejarem para dentro da caverna, pois era a única forma de passarem pela minúscula entrada, os revolucionários puderam respirar aliviados. O espaço de terra era curto, suportando no máximo umas trinta pessoas. E, nesse espaço, haviam cerca de cinco caixotes e três barris próximos à parede de pedra que circulava e cobria toda a área.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Já na água, havia uma escuna com o mastro principal quase roçando no teto pedregoso da caverna. A água calma seguia e desaparecia em uma curva para a direita, que deveria levar até o mar.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Enquanto Azura observava os arredores, Tin caia em prantos, indo até uma das paredes e se sentando, escondendo o rosto entre os joelhos. — Pensei que seríamos descobertos! — Murmurou entre lágrimas, mal sendo compreendido pelos demais. — Não quero acabar como o Coronel!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ramiro estalava a língua em desaprovação e ia até os barris, curioso, tentando abrí-los com as mãos nuas. Battos e Charlotte pareciam indecisos sobre como agir, olhando para a Major em busca de instruções. Não havia mais ninguém na caverna e o pequeno navio também parecia vazio.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ao passo que a ruiva pensava no que fazer, Ykeh trazia consigo o loiro, Matheus, que parecia meio indeciso de como proceder. — Ahn… Ela é… estranha. Muito leve, mas muito boa. Branca feito sal! — O nobre ria da comparação feita pelo pedreiro, comentando com uma voz cheia de escárnio: — Esses plebeus!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ignorando o nobre, o loiro continuava: — Lá da obra sumiu apenas uma escada, que eu me lembre. — Com uma ordem, o sargento levava-o até a porta do porão e apontava para os itens ao fim da escada. Matheus, ao ver a areia e as ferramentas, pareceu genuinamente surpreso.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Wow! O senhor Augustus estava realmente falando a verdade! — Nem o pedreiro e nem o sargento precisaram olhar para trás para sentir o nobre fuzilando o civil com os olhos. — Merda! Ah, que seja, não queria trabalhar para ele mesmo! — Matheus comentava baixinho para Calros.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ykeh, por sua vez, observava curioso por cima do ombro do sargento e complementava com sua voz enfadonha: — Olha, o martelo da casa nº 2, a serra da casa nº 7, a corda da casa nº8, a pá da casa nº… 4? Acho que foi a 4! E a janela da casa nº 9. Ahh… A janela está quebrada!

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 3 EmptySeg 27 Jan 2020, 04:16

E agora?
Posts em Utopia - 34
Bem, como suspeitava depois de ver a areia, aparentemente o ladrão realmente trouxe tudo para cá. Mas quem será que era esse ladrão? A menina nem deveria conseguir carregar aquelas coisas, se ela conseguisse também nem me surpreenderia muito, Grand Line está aí para fazer tudo ao contrário do que eu penso mesmo. De qualquer forma, o mais interessante ali era que achamos os itens, de forma bem absurda, afinal, uma janela foi roubada, quem rouba uma janela?

- Bem, vamos levar esses itens para seus donos... - Falava. - A areia posso deixar ao encargo de vocês? - Indagaria para Matheus, talvez fazendo Augustus não punir o menino pelo que ele havia dito mais cedo sem querer.

Pegaria todos os itens que fosse possível e os colocaria na mochila. Depois, com as mãos livres pegaria a escada de Augustus, para acalmá-lo e assim conseguir demonstrar que ele estava recebendo seu item de volta. - Ykeh, por mais que confiemos nos pedreiros, acho que por burocracia não podemos deixá-los sozinho indo e vindo na casa de um homem que não está aqui. Então “vigie” eles enquanto pegam a areia, ok? - Diria para o soldado antes de sair, tentaria falar da forma mais burocrática possível, para Matheus perceber que não suspeitava deles ou algo do tipo.

No caminho para a saída da casa perguntaria para Augustus. - Com licença Augustus, você estava, obviamente certo quanto aos itens estarem aqui. - Diria tentando não ser irônico, precisava deixar ele mais animado com aquilo tudo. - Mas o pai da pequena Shinonome não está na ilha de acordo com ela, então, por que você suspeita dele? - Indagaria enquanto subia as escadas e levava a escada.

Com ou sem resposta útil, acompanharia Augustus até sua casa e deixaria a escada com os pedreiros, quando também falaria. - Olá, achamos a areia roubada... está aqui na casa vizinha, vocês podem ir lá pegar ela. - Informava. - Matheus e Ikeh estão por lá esperando, provavelmente vão precisar de pás e um carrinho de mão, a areia está em um porão. - Indicava também para facilitar o trabalho deles.

Após isso tudo feito, era hora de passar pelas outras casas. Começaria pela casa número dois. Era o martelo, simples e direto, iria até a casa, só que desta vez, pouco antes de bater na porta pararia. - Vamos lá Gwen. - Diria para a aranha, ela não estava feliz por causa do que aconteceu antes. Colocaria a mão na parede. - Isso aqui é uma parede e você sabe disso. - Falaria. - Agora, vá para a parede e fique lá em cima. - Diria apontando para cima e esperaria a aranha realmente seguir isso antes de bater na porta.

- Olá, sou o sargento Lazo, estou encarregado de vigiar a rua por hoje. Acredito que isso aqui te pertence. - Falaria mostrando o martelo e com alguma confirmação da pessoa passaria o item. - E gostaria de fazer uma pergunta. Fiquei sabendo que o senhor Shinonome está de viagem. Você viu alguém entrando em sua casa ultimamente? - Independente da resposta, falaria. - Bem, obrigado por tudo, que hoje tenhamos um dia mais tranquilo que ontem. - Quando a pessoa fechasse a porta, indicaria para Gwen que ela podia voltar para o meu ombro.

Repetiria esse processo para todos os itens que Ykeh havia falado. Sempre levaria Gwen comigo e repetiria o processo de mandá-la esperar na parede em algum local que a pessoa que abrisse a porta não a visse, aquela rua claramente tinha um problema com aranhas.

Como os itens eram simples de decorar, aproveitaria para passar pelas casas de uma forma ordenada. Começaria pela pá na casa quatro, que era logo ao lado, depois passaria para a casa número oito que ainda estava mais próxima para passar a corda. Depois atravessaria a rua e falaria com o povo que teve literalmente uma janela roubada na casa nove. Por fim, passaria na casa número sete e entregaria a serra. Quando todos os itens houvessem sido entregues, voltaria para a casa número cinco e olharia se já haviam pegado toda a areia de volta.

Caso ninguém houvesse visto ninguém indo e vindo pela casa, acabaria sentindo falta pela primeira vez de ter um mini den den mushi, ou alguma coisa parecida, para falar com o quartel general da marinha. Queria realmente saber o processo legal para levar a pequena para lá, pelo que percebia ela estava em iminente perigo ali. Sozinha naquela ilha que ocorrera basicamente um apocalipse, já era milagre o suficiente ela ter sobrevivido. Além disso, o pai que viajou e não deixou ninguém na casa com ela. Para fechar a conta ainda havia um ladrão que estava usando da casa como base para estocar seus itens roubados. De forma alguma que deixaria aquela pequena sozinha naquele lugar.


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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 3 EmptySeg 27 Jan 2020, 16:50

Caverna
   
Não tivemos problemas na chegada a caverna, os marinheiros pareciam estar distraídos com outras coisas para a nossa sorte. Havia algumas caixas e barris ali além da escuna, Ramiro logo tentava abri-las sem o auxílio de nenhuma ferramenta. Tin começava a me dar nos nervos graças a sua atitude, o configurando como um verdadeiro covarde naquele momento - Ei idiota! Vai ficar ai choramingando até quando!? questionaria demonstrando minha irritação - Vá logo ajudar o Ramiro e pare de perder tempo! lhe daria uma ordem.  Os outros esperavam por mim para lhes dizer o que teriam de fazer a seguir - Battos, vá lá fora um pouco e verifique se os outros já estão chegando respirava fundo - Charlotte, você vai me ajudar a dar uma olha nesse navio diria por fim.  

Spoiler:
 

Faria um sinal para que ela me seguisse até a embarcação para observar o seu estado tanto interno quanto externo. Passaria meus olhos atentamente pelo navio - Não acho que vamos ter problemas, mas por via das dúvidas é melhor vermos bem as coisas por aqui falaria com ela. A possibilidade de alguém ter passado por essa caverna não era lá tão grandes, afinal teriam levado a escuna se fosse o caso, mas também poderia ter desistido de levá-la diante de alguma dificuldade e somente a sabotaram. De toda forma, não gastaria muito tempo com isso por agora mesmo um tanto desconfiada, talvez alguém que entendesse mais sobre a estrutura de um navio pudesse nos ajudar mais tarde. Após isso iria até onde estava Ramiro para olhar o que ele tinha achado dentro dos Barris - Há algo de interessante ou perigoso por aí? o questionaria.

Quando Battos retornasse eu estaria esperando que ele estivesse acompanhado do restante do grupo, mas se este não fosse o caso seriamos forçados a esperar por mais algum tempo - Eu espero que cheguem logo, estamos em risco com tantos marinheiros pela região diria ao rapaz. Abandoná-los chegaria a ser uma opção viável, mas acabaria por ser um tiro em nosso pé já que nosso próximo destino era até então desconhecido para nós e assim quanto mais pessoas tivesse a disposição para ajudar seria melhor. Caso Battos voltasse com todos já poderíamos então sair da ilha - Eu sou Azura, vou liderá-los na ausência da Katherine me apresentaria a todos ali que ainda não tinham visto a minha transformação para que não estranhassem a ausência da esverdeada. A idiota por sinal esquecera de confirmar a presença de um navegador entre nós - Há algum navegador entre vocês? questionaria.  

Na minha visão a vida como revolucionária se demonstrara um tanto arriscada demais até o momento, afinal estávamos em uma ilha que era dominada por marinheiros e iríamos para outra da qual só sabíamos o nome. Não saber direito para onde se está indo pode ser muito perigoso já que informações da região proporcionam uma viagem mais segura e pronta para lidar com adversidades que aparecem no meio do caminho. Jaya, por exemplo, pode ser uma ilha que tem um litoral que apresenta grandes riscos aos viajantes que querem aportar na região e isso claramente me deixava pensativa quanto a nossa segurança enquanto navegávamos “Era tão mais fácil escolher uma carreira sem muitas incógnitas, mas a idiota prefere escolher a rota mais perigosa sempre” suspiraria comigo mesma demonstrando mais uma vez desaprovação quanto as atitudes de Katherine.

 

Histórico:
 


Objetivos:
 


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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 3 EmptyTer 28 Jan 2020, 00:15

— N A R R A Ç Ã O —

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Enquanto Calros pegava alguns dos itens e dava algumas ordens para o soldado Ykeh e para o ajudante Matheus, Augustus sorria mais e mais. — Esse será o fim desse canalha! HAHAHA! — Contudo, ao ouvir a pergunta do sargento, o sorriso do nobre murchou como uma bela flor com a chegada do inverno. — Não está… Se ele viajou ontem, então como ele será culpado?! — Apesar de responder com outra pergunta, Augustus não esperou resposta e, dando as costas para o marinheiro, voltou andando para a sua casa, murmurando consigo mesmo, em descrença.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ao sair da casa e seguir o nobre, Calros pôde ver uma pequena fila na casa do cientista Okabe. Eram, no total, cinco pessoas: Dois homens, uma mulher e duas crianças entre 3 e 5 anos. Okabe conversava com uma sexta pessoa, uma idosa de cabelos brancos, na entrada da sua casa. Todos os seis pareciam desabrigados, pois estavam sujos e mal vestidos. Também era visível alguns ferimentos em alguns deles, inclusive em uma das crianças. O sargento deixou de ver o grupo ao entrar na casa de Augustus e avisar os construtores sobre seu achado.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Já na caverna, Azura gritava com os seus subordinados, fazendo com que Tin engolisse o choro, embora tremesse mais do que vara verde em tempestade! Battos e Charlotte pareciam indecisos, mas acataram as ordens da Major e nada comentaram.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]As duas mulheres analisaram o navio por fora e por dentro e, aparentemente, estava tudo ok. Ao lado do timão havia um Log Pose já sincronizado e apontando fixamente para a próxima ilha, bastava apenas um navegador e poderiam sair daquele buraco. No convés não havia caixas ou barris, e uma das portas abaixo da área superior levava a três pequenos quartos com dois beliches cada. Havia ainda um porão com apenas dois canhões, um de cada lado. Por fim, havia uma última porta, esta que levava ao quarto do capitão. Infelizmente, a mesma estava trancada.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Descendo do navio, a Major foi chamada por Ramiro, o único que parecia curtir sua nova personalidade. — Venha ver, acho que vai gostar! — Lá chegando, Azura se deparou com três barris de rum, um caixote com carne salgada e outras provisões, e quatro caixotes com cinco rifles em cada. Uma pena que ninguém ali sabia atirar.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Não demorava até Battos colocar a cabeça pela pequena passagem e informar: — Ninguém até agora! — Azura pensava em abandonar os revolucionários restantes e sondava seu grupo em busca de algum navegador. Os presentes se olhavam até que um deles, timidamente, levantou a mão: Tin. O loiro já havia tomado algumas canecas do rum, talvez tentando superar a bronca de sua superior, e já parecia levemente embriagado. — Devo voltar e esperar mais um pouco? — Indagava Battos, com mais uma vez o grupo esperando pelas ordens de sua líder.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Enquanto isso, o sargento batia na casa Nº 2, com Gwen lá no topo, observando-o. A porta era aberta, cerca de um palmo apenas, e meia cabeça aparecia. Um homem bem vestido, com roupas negras e um — Um, pois o outro estava oculto pela porta. — belo olho verde olhava para o marinheiro de cima a baixo, indagando logo em seguida: — Pois não, soldado?

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Calros o corrigiu, indicando a sua real patente antes de dizer o seu nome, mas o homem não pareceu se importar. Após pegar o martelo, quase como se sentisse nojo, respondeu: — Isso é do plebeu que contratei, mas ele não trabalhará hoje. Sobre ver alguém… Não, não vi! Mas ouvi muito barulho vindo de lá ontem a noite, é por isto que estou com essas olheiras terríveis nos meus olhos! Precisarei passar o dia utilizando os meus cremes faciais para tentar amenizar essa atrocidade cometida contra a minha pessoa! Você sabia que eu preciso dormir, pelo menos, 12 horas por dia? E que eu dormi apenas 10h? O horror!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Após seu desabafo, o nobre voltou a sua casa e o sargento seguiu até a próxima, com Gwen passando de parede para ombro e de ombro para parede. Todos que lhe atenderam deram, em resumo, a mesma resposta: Não viram ninguém, mas ouviram muito barulho. Quem havia sentido falta do item desaparecido havia sido seu empregado, mordomo, construtor… E a maioria não trabalhava naquele dia.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Voltando para a casa nº 5, pertencente a família Shinonome, o sargento processava as informações adquiridas enquanto via Matheus sair da casa com um carrinho cheio de areia. — Ainda há um pouco espalhado pelos degraus, mas este foi o último. — Indicou Ykeh. Susan ainda patrulhava o extremo da rua, tendo se afastado uns bons 50m quando Calros foi até a casa nº 2. — Acredito que nosso almoço chegará em breve... — Comentou o soldado, pela primeira vez dando um leve indício de emoção em sua voz.

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 3 EmptyTer 28 Jan 2020, 15:22

Investigando
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Bem, várias informações novas para pensar no que poderia fazer. Ao ouvir a fala de todos aqueles nobres e ver Okabe cuidando dos moradores de rua acabei entendendo o motivo do povo daquele local não gostar dele, provavelmente o único ser humano que morava na rua e que ajudava alguém por simplesmente ajudar.

Pelas falas de todos ali, me surpreendia a menina ter conseguido dormir tranquilamente naquela noite. Talvez não tivesse... queria muito fazer várias perguntas para a pequena, mas ela havia desmaiado com a presença de Gwen, então teria que ser algo mais tranquilo quando fosse abordá-la.

Já na casa dela, ouvia a resposta de Ykeh e concordava lentamente com a cabeça. - A pequena deu algum sinal de acordar? - Indagaria, se ela não tivesse acordado ou nem dado sinais disso, demonstrava que ela tinha pelo menos sono bem pesado. Independente da resposta, falaria para o soldado. - Bem, quando o almoço chegar me chame, vou ver se acho algo diferente nesse porão. - Falava já descendo as escadas.

Uma vez lá embaixo começaria um monólogo, caso ele estivesse lá para ouvir seria interessante ter uma segunda opinião, mas não o chamei para descer comigo. - Basicamente todos os moradores da rua reclamaram que houve muito barulho aqui nessa última madrugada... - Falava começando a formular minha linha de pensamento olhando tudo a minha volta naquele porão. - O “apocalipse” foi ontem e ontem mesmo os trabalhadores de todos da rua já notaram a falta de materiais nas casas que trabalhavam. - Daria uma pausa tentando ouvir qualquer barulho diferente do comum por ali. Foram roubados um martelo, uma serra, uma corda, uma pá... estranho demais alguém roubar isso, levar para a casa de um homem que não estava na rua e ainda ouvirem um barulho irritante de noite.

Procuraria por alguma sala secreta ou coisa do tipo naquele porão, bateria meus nós dos dedos nas paredes, se fossem de madeira, procurando algum sinal de que haviam criado uma parede a pouco tempo e por isso pegaram a serra. Olharia se havia algum sinal de um cimento de cor diferente, mais novo, e que por isso teriam pegado a areia. Qualquer sinal de onde teriam utilizado aqueles materiais que roubaram.

Caso em qualquer momento ouvisse que a menina havia acordado, olharia para Gwen. - Você vai ficar aqui. Quietinha hein. - Diria com a voz mais compreensiva que poderia para a aranha, olhando para o porão e indicando que ela ficasse. Iria então subir as escadas e procurar pela pequena. Chegando até ela, daria uma volta mostrando que Gwen não estava comigo, me agacharia me aproximando dela e perguntaria. - Olá de novo. Agora como pôde ver, Gwen não está comigo. Só quero saber para onde seu pai foi. Ou onde está o adulto que deveria cuidar de você. - Afinal, havia notado algo estranho ali agora. Todos, bem, quase todos os moradores daquela rua possuíam um funcionário, tudo bem que por causa do “apocalipse” hoje não estavam por aqui. Como o pai dela não deveria ter falado nada, provavelmente o funcionário da família Shinonome estava responsável por ela, mas não havia ninguém naquela casa.

Na hipótese de não achar nada e a menina não acordar, acabaria saindo da casa e esperaria pelo almoço, onde nesse processo, me aproximaria da casa de Okabe novamente. - Olá. - Diria para as pessoas que estavam fazendo fila na casa dele. - Vocês viram alguém entrando na casa do senhor Shinonome ontem à noite? - Indagaria com a voz bem inocente apontando para a casa dele, afinal, não tinha motivo algum para qualquer um ali ser minimamente suspeito.


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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 3 EmptyTer 28 Jan 2020, 18:24

Momentos antes da partida
Tin parecia realmente que não tinha jeito, mesmo tendo parado de chorar permanecia tremendo “Esse covarde não tem solução mesmo” era o que vinha em minha mente naquele momento ao observá-lo. As coisas continuavam a correr de maneira satisfatória, nenhum grande problema surgia em nossa frente e esperava que as coias continuassem dessa maneira. Havíamos encontrado provisões e armas de fogo dentro de todos aqueles recipientes - Temos coisas interessantes por aqui diria enquanto olhava tudo - Certo, vocês três vão colocar isso dentro do navio falaria e em seguida apontaria para todos menos Battos - Tomem cuidado para não fazer idiotices avisaria já imaginando uma possível tragédia.  

Até o momento ninguém aparecia para que pudéssemos iniciar a viagem e me manteria esperando Alexander com os outros “É nessa hora que você deveria ir atrás deles, afinal os marinheiros podem ter os capturado!” as ideias de Katherine certamente eram loucas “Tinha que ser a idiota mesmo, faço isso e coloco todo mundo em risco, meus parabéns para você” respondia de maneira irônica. Uma escolha errada e nós estaríamos correndo risco de vida - Battos, fique por mais um tempo do lado de fora, se ver alguma movimentação suspeita venha logo me informar daria a ordem a ele para que voltasse - Toda ajuda será necessária, não podemos nos dar o luxo de deixar membros da revolução nesse momento completaria minha fala.  

Para a minha surpresa, Tin não era um total inútil e seria aquele quem controlaria o navio - Você não vai comandar o navio nesse estado né? perguntaria com desconfiança já que para afogar as suas mágoas após a minha bronca ele resolvia beber o rum do barril - E nem tente me convencer! falaria em seguida caso ele tentasse argumentar. Não queria tomar tantas precauções para no fim acabar morrendo afogada por conta de um idiota que sequer soube como navegar corretamente “Não fique desmerecendo meus companheiros!” ela parecia estar irritada com minhas palavras “Vai defender ele mesmo sem ter motivos para tal? Ele está bêbado Katherine, faça-me o favor!” diria demonstrando minha indignação com ela.  

Conforme o tempo se passasse mais a minha paciência se diminuiria e já começava a cogitar na possibilidade de que eles haviam sido capturados. Como não poderia precisar essa informação daria uma ordem a Battos - Ande por aí e verifique os arredores, mas tome cuidado para não ser pego ou qualquer coisa do tipo faria um sinal para que ele fosse depressa. Se ele retornasse ainda sem notícias, esperaria até a noitecer e então daria a ordem para sair da ilha - Não podemos ficar aqui esperando eternamente, embarquem todos! exclamaria para que todos entendessem. Caso o grupo aparecesse as coisas seriam mais fáceis para nós - Já era a hora de chegarem diria em um tom de impaciência. Era bem possível que se assustassem com a mudança súbita de pessoa no controle deste corpo e por isso me apresentaria - Eu sou Azura, estarei no comando das coisas na ausência de Katherine não perderia tempo - Agora, peço que todos embarquem na escuna falaria por fim.

Tá só o Mickey a coitada:
 

 

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 3 EmptyTer 28 Jan 2020, 20:33

— N A R R A Ç Ã O —

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Azura estava impaciente e louca para sair daquela ilha, mas relutava em deixar para trás seus camaradas. O grupo que havia lhe acompanhado observava tal hesitação com bons olhos, imaginando que, mesmo com sua personalidade explosiva, a mulher ainda se importava com seus subalternos.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Obedientes, Charlotte e Ramiro começavam a carregar a escuna, enquanto Tin cambaleava atrás deles, quase caindo da rampa. Battos, por sua vez, voltava às ruas de Utopia, patrulhando em busca dos demais revolucionários.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Em menos de quinze minutos o navio já estava pronto para partir. Tin se encontrava sentado ao lado do timão, com o Log Pose em mãos; Charlotte foi para um dos quartos e se deitou, apesar de não dormir; Ramiro bebia rum, caneca atrás de caneca, mas o álcool não parecia afetá-lo de forma alguma. Azura, ainda do lado de fora do navio, observava a pequena entrada, com o pé subindo e descendo, demonstrando a sua impaciência.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]EI, MAJOR! — Gritava Ramiro, se encostando na amurada da escuna e acenando para Azura com duas canecas cheias de rum nas mãos. Seu sorriso ia de orelha a orelha. — Com todo o respeito, mas fuzilar a parede com os olhos não vai fazer o buraco ficar maior ou aqueles perdedores chegarem mais cedo! Que tal um gole para… afrouxar o esqueleto? HIAHIAHIA!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Enquanto Azura ponderava sobre beber ou não, Calros ponderava sobre o que diabos estava acontecendo naquela rua! Descendo as escadas e falando só, o sargento observava o porão da casa com Gwen em seu ombro.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O porão era vasto, tão largo e comprido quanto a casa em si, feito de pedra escura do chão ao teto. De madeira havia apenas a escada, a porta na entrada e os móveis no ambiente. A esquerda da escada havia uma adega que ia de parede a parede, com cerca de 60% dos seus espaços preenchidos por vinhos de diferentes sabores e nacionalidades. Do outro lado havia uma poltrona que deveria valer uma vida de trabalho do pobre sargento, de couro negro com detalhes feitos com fios de ouro trançados e dois grandes rubis dando destaque na frente dos braços da mesma. Também havia um balcão e um móvel com algumas poucas bebidas mais fortes e diversos quadros e pinturas espalhados pelas paredes.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Não havia nada que indicasse reformas no porão, como o uso da areia, de cimento ou da serra. Na verdade, os objetos jogados ali embaixo mais pareciam uma pilha de entulho, como se o ladrão tivesse apenas jogado tudo do topo da escada, sem sequer se dar o trabalho de descer os degraus para guardar o seu furto.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ykeh o avisou sobre a garota ter acordado e o sargento ia até o seu quarto, com o soldado o acompanhando e parando à porta. Gwen havia ficado sozinha no porão escuro, embora não parecesse se importar com isso.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Hm… Otousan precisou viajar a negócios. — Repetia a menina, ainda sonolenta, sentada na cama grande demais para ela, com seu ursinho no braço e o lençol cobrindo suas pernas. Fechou os olhos e não os tornou a abrir, dando, por um momento, a impressão de que havia voltado a dormir. Contudo, logo voltou a falar, de forma arrastada devido ao sono. — Ele precisa viajar sempre e eu fico sozinha, já sou crescida e sei me cuidar! — Afirmou, ainda de olhos fechados e com a voz cada vez mais arrastada. — E a aranha-chan é até bonitinha. Não sabia que dava para criar uns bichinhos estranhos assim, talvez eu peça uma para o Otousan quando ele voltar...

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A garota se calava, oscilando levemente para frente e para trás, dormindo ou quase. Um som de metal no metal soava na rua e o soldado prontamente informava: — O almoço chegou! Já estava faminto! — Disse animado e saiu, deixando seu superior para trás.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ao chegar na rua, se deparou com dois soldados desconhecidos. Eles estavam bem no centro da rua, em frente a casa dos Shinonome. Haviam trazido com eles uma espécie de carroça, mas puxada pelos próprios ao invés de usarem animais. Montavam uma larga mesa de madeira e, ainda na carroça, haviam várias panelas.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Olá, Kaku, Mashi! — Cumprimentava Ykeh, animado, com os dois soldados respondendo de acordo, primeiro o mais forte e depois o mais gorducho. Ykeh se voltava em direção a Susan, no fim da rua, e começava a fazer gestos com as mãos, enquanto a mulher respondia de mesma forma. Os dois novatos, no entanto, não estavam nem um pouco felizes em estar ali!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Mas que droga! — Reclamava Kaku. — Como se já não bastasse carregar essa carroça como um animal, ainda precisam nos mandar pros quintos do inferno com todo esse peso?!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Mashi concordava, alisando as costas enquanto seu companheiro terminava de montar a mesa. — Ouvi falar que haveria um sargento aqui e que a Capitã estava contente com o seu trabalho, por isso mandaram tanta comida e a mesa. Se fosse apenas nós aqui, duvido que mandariam sequer metade disso. E ainda teríamos de comer no chão! — Ao falar nós, o marine gesticulou incluindo todos os marinheiros ali, inclusive Calros.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Sargento, pfft! Um título, uma roupa diferente… Até parece que isso o torna melhor do que nós! Quero só ver esse sargento e toda a sua glória que nos fez vir até esse fim do mundo! — Mashi ainda balançava a cabeça, concordando, enquanto ambos começavam a carregar e dispor panelas e pratos (três, mais precisamente) na mesa.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Enquanto isso, Ykeh gesticulava freneticamente para os dois soldados alheios ao sargento ouvindo tudo, sem sucesso. Susan se aproximou nesse meio tempo, embora ainda estivesse uns vinte metros do sargento. Olhava desconfiada para Calros, aproximando-se passo a passo, bem lentamente. Rifle em mãos, mas apontado para baixo. — Onde está aquele... bicho?! — Terminava sua fala com um leve tremelique, com os dois recém chegados olhando-a sem entenderem nada.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Oh, e aí novato! — Dizia Kaku, só agora o notando. — Hm… Acho que esqueceram de mandar seu prato, visse? — Comentava após fazer alguns cálculos.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Próximo dali, os construtores estavam sentados na sombra do muro, quase pronto. Cada um possuía em mãos uma pequeníssima vasilha de cerâmica, provavelmente o almoço trazido de casa. Matheus observava os marinheiros, sedento, até que Pedro, seu pai, deu um forte soco descendente em seu capacete, fazendo-o se curvar com o impacto. Emburrado, o loiro voltou sua atenção para sua parca comida, assim como os outros dois faziam.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Do outro lado, os civis em frente a casa do cientista (agora oito no total), observavam ávidos enquanto os marinheiros abriam as panelas e o doce aroma da comida bem temperada viajava pelo ar. Não havia nenhum Pedro ali para repreendê-los, então eles permaneceram olhando, como cachorros pidões.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Já comemos, então sirvam-se à vontade. — Mashi informava, gesticulando para a mesa montada. Com um olhar rápido, Calros podia estimar que havia comida o suficiente para os três (Calros, Susan e Ykeh) se alimentarem super bem, ficando todos cheios, mas sem sobrar nenhuma comida.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Concomitantemente, na caverna, os revolucionários mastigavam a carne dura e salgada que os nutriria nos próximos dias, ou assim esperavam. A major foi a primeira a notar sons de passos. Correndo, se aproximando. Ramiro foi o próximo, dando um longo e fino assobio, fazendo com que os demais fossem até o estibordo do navio, todos observando com atenção.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Um som de queda? Alguém se rastejando pelo buraco. Não, não uma, mas duas pessoas se rastejando! O primeiro a surgir foi Battos, com sangue em sua camisa. — Me ajudem! — Clamou, se atirando de volta ao buraco. Tin começou a murmurar baixinho lá da escuna, provavelmente temendo um ataque, desaparecendo da vista da Major. Ramiro e Charlotte correram para ajudar.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Após alguns segundos de confusão, o trio puxou Alexander do buraco e, ao verem seu estado, se afastaram em sobressalto. Battos foi o único que permaneceu próximo do mordomo, ajudando-o a se sentar encostado na parede próxima. — Mas o que diabos aconteceu? — Gemeu Charlotte.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Alexander possuía incontáveis hematomas pelo seu corpo, suas roupas estavam em frangalhos e seu olho direito, o único visível, estava inchado. Sangue escorria de alguns dos ferimentos e ficava claro, agora, de quem era o sangue nas roupas do Cabo. — Fomos cercados… *cof* *cof*... foi um massacre... — Disse, de voz frágil.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Eu o encontrei num beco próximo. — Confirmou Battos. — Haviam mais seis dos nossos, todos mortos! — Lamentou, com Charlotte se levantando e se afastando, cobrindo os olhos com as mãos. Ramiro permaneceu impassível com o relato, embora sua expressão estivesse séria. — Imagino que os outros fugiram e os marinheiros foram atrás. Talvez tenham deixado Alex-san para trás por pensarem que ele estava morto. Eu mesmo pensei que ele estava, ao vê-lo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Após olhar para o mordomo por alguns segundos, com este tossindo novamente, Battos indagou: — O que faremos agora, Major?

Legendas:
  • Civil
  • Marine
  • Revolucionário
  • Helena

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Rua dos Alfeneiros:
 

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 3 EmptyQua 29 Jan 2020, 02:44

Hora do almoço
Posts em Utopia - 36
Nada no porão e nada de novo de acordo com a pequena que eu simplesmente esquecera de perguntar o nome, mas concordaria com ela quando ela comentasse sobre Gwen. - Ela é ótima, não te faria mal algum. - O tom de voz animado com a melhora da criança sobre aquele ser que possuía, já se mostrava mais valente que Susan.

De qualquer forma, ela realmente era acostumada a ficar sozinha naquela casa, meio triste eu diria. Independente disso, quando descia, logo em seguida emendava e via que o almoço havia chegado. Dois novos soldados iam aos poucos falando e notava muito de como eram com o pouco que falavam. Era divertido como eles não percebiam que eu era o sargento, sendo justo, eu também não notaria, uniformes em geral eu só conhecia porque as pessoas me eram apresentadas com eles e com sua patente em voz alta geralmente, nunca notava as medalhas que possuíam igual Susan fizera comigo.

Pensando nela, ela também aparecia por ali, com medo de Gwen, não acreditava muito que Susan ainda estava com medo da pequena. - Aquele “bicho” está no porão e daqui a pouco vou trazê-la para comer também, só queria ver se estava tudo certo por aqui também antes de fazer isso. - Diria explicando para a soldada. - Até a menina que se assustou já começou a falar que Gwen é bonitinha. Você bem que poderia tentar superar seu medo. Medos irracionais não são bons para ninguém. - Falava com um tom de voz gentil, não queria zoar dela, medos realmente precisavam ser superados por mais difícil que fosse.

Com isso, ouvia a fala de Kaku sobre terem esquecido de me trazer um prato, mas eu sacudiria a cabeça. - Não esqueceram não. Eu sou o sargento, só não mudei o uniforme, até porque não tem muita diferença. - Diria sorrindo e dando de ombros, provavelmente até riria um pouco da possível reação deles. - Mas não se preocupem com o que falaram não, eu não vejo isso tudo muito diferente de vocês não. Igual falei para Ykeh, ainda não sou nem mesmo acostumado a mandar em ninguém. - Falava querendo relaxá-los naquela situação como um todo.

Enquanto falasse, notava como recebíamos diversos olhares tanto dos pedreiros quanto daqueles pobres coitados que Okabe estava tratando. Olhava para a minha comida e pensava no tanto que aquela tarefa estava sendo fácil. Basicamente só andara e percebera que não havia como tudo acabar ali de maneira simples. - Kaku e Mashi. Onde ficaria o ponto mais próximo para vocês reabastecerem as panelas e fazerem mais comida? - Indagaria. - Depois da confusão que ocorreu ontem, acho que eles mereçam algum alimento em suas barrigas. - Diria apontando com a cabeça para os mendigos que o médico tratava.

Essa era a minha primeira ideia, afinal, não havia como eu forçar Ykeh e Susan a não comerem seus almoços, e só a minha parte dividida por oito pessoas não serviria nem mesmo para tapar os buracos dos dentes deles. Se eles argumentassem que teriam que voltar até o quartel general, eu balançaria a cabeça negativamente. - Estou falando do supermercado mais próximo ou qualquer coisa do tipo, eles estão famintos e vocês não precisam carregar esse peso todo por toda a ilha novamente. - Falaria sorrindo principalmente lembrando como eles estavam reclamando de carregarem aquele carrinho por toda parte. Colocaria a mão nos bolsos e retiraria cento e cinquenta mil berries. - Eu já passei fome no North Blue... bem, quando já estávamos enjoados de só comer peixe todo dia, toda hora, mas acho que nunca no nível de um morador de rua. Então se puderem comprar algo para fazê-los comerem seria uma boa. Vamos incluir os pedreiros, apesar de eu imaginar aquele velho reclamando se eu os oferecer comida. - E complementaria. - Podem fazer isso enquanto nós almoçamos? Nós vamos vigiar seu carrinho aqui sem problemas, já temos que vigiar a rua mesmo. - Concluiria.

Quando os dois saíssem, se é que saíssem, vai que só ouviam ordens da capitã, viraria para Susan e observaria se ela já estava acabando. - Posso trazer Gwen, ou você precisa terminar de comer? - Perguntaria e se a resposta é que poderia trazer a aranha, iria até o porão daquela casa e iria até o porão. Caso a resposta fosse negativa, simplesmente esperaria ela terminar de comer para me levantar e ir buscar a aranha.

No entanto, após entrar na casa para buscar Gwen, outra ideia me surgia em mente e eu iria para o segundo andar. Acordaria a menina e perguntaria. - Olá, nós estamos com almoço pronto, quer almoçar com a gente? Parece que está delicioso. - Perguntaria. - Deixo você alimentar Gwen. - Falaria tentando animá-la com a situação e acordá-la um pouco. Ela estar tão sonolenta era justamente o que me fazia pensar naquilo tudo. Se ela aceitasse a sugestão desceria com ela, perguntando. - E como devo te chamar? Ainda não sei o seu nome. - Iria para a porta do porão. - Bora Gwen, está na hora do almoço e parece bem apetitoso. - Falaria esperando a coitada se manifestar. Ela parecia viver para comer, então não era muito difícil imaginar que ela adoraria ouvir aquilo.

Voltaria para o local onde poderia almoçar, se Susan estivesse ali, iria andar bem devagar para não a assustar, pegaria um pouco de carne e daria para a menina se ela estivesse comigo. - Gwen não vai te machucar. - Diria falando para ela dar a comida para a aranha. Serviria o que seria o meu prato para a criança. Pegaria minha maçã e meu cacho de uvas para comer.

Enquanto isso, pensaria em tudo que havia conseguido até o momento. A única pessoa gente boa na rua falava que poderia prender todos ali, o único acusado não estava na ilha e todos basicamente ouviram alguma coisa na noite anterior vindo da casa do senhor Shinonome. O único que não reclamara do barulho foi o que acusou o homem, então imaginava que fosse por isso que ele havia acusado o homem, mas ele foi pego completamente de surpresa com a notícia de que seu vizinho não estava por ali.

Se a menina estivesse almoçando com a gente, perguntaria. - Então nome da menina-chan, por que você está com tanto sono? Não conseguiu dormir direito hoje à noite? - Perguntaria, já imaginando a resposta como positiva, e se fosse o caso, continuaria. - E por que isso? - Se ela citasse o barulho todo, chegaria onde queria. - E você chegou a ver o que ou quem estava fazendo todo esse barulho na sua casa? - Chegando finalmente ao ponto que eu queria. Ela seria a melhor testemunha naquele lugar e provavelmente a única que eu realmente confiaria naquela rua.

Caso em algum momento os marinheiros voltassem com os mantimentos para fazer mais comida, deixaria eles a vontade para fazerem a comida enquanto iria até os civis que estavam na fila. - Olá. Eu falei para os soldados fazerem mais comida para todos vocês. Enquanto fica pronto, adoraria saber, vocês viram algo aqui pela rua ontem à noite? Algum homem estranho andando por aí, algum grupo andando por aí? - Perguntaria sério. - Ajudaria muito se algum de vocês soubesse alguma coisa.


Consumíveis:
 

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Ficha para ajudar:
 

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Gwen - Pet Normal:
 

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 3 EmptyQua 29 Jan 2020, 19:38

Sacrifício

Vendo minha situação de impaciência, Ramiro me oferecia uma caneca de rum para que pudesse “afrouxar" o esqueleto - Eu não quero responderia de forma áspera. O que vinha a seguir era um tanto revoltante, Battos aparecia depois de realizar a tarefa que tinha lhe dado com as roupas sujas do sangue de um machucado Alexander. Os malditos marinheiros os cercaram, promovendo uma verdadeira carnificina deixando 6 revolucionários mortos, além dos outros que enquanto conversávamos poderiam ter sido pegos. Sair da ilha virara nesse momento a minha prioridade máxima “Você tem que ir atrás dos outros, se não eles irão morrer também!” ela se mostrava preocupada “Não vou arriscar perder todos os que estão comigo, os que ficarem serão usados como sacrifício pela revolução” responderia confiante em minha decisão.

Antes de sair dali, precisávamos primeiro colocar Alexander à bordo e também tratar de seus ferimentos de alguma forma - Battos e Ramiro, levem o Alexander para o navio daria a ordem a dupla - Quem souber primeiros socorros, o ajude! não podíamos perder mais tempo naquela caverna. Em pouco tempo nossa situação se tornara desfavorável, iríamos para Jaya com apenas 6 pessoas “O que resta é esperar que as coisas voltem a dar certo" pensava ao olhar para todos - Estamos com tudo pronto!? Se sim, vamos logo navegar! gritaria para que todos pudessem me ouvir falando. Essa era uma decisão difícil e eu estava pensando na sobrevivência dos que estavam comigo, não queria que nossa jornada se encerrasse por ali de maneira precoce.

Esperava que alguém pudesse ajudar Alexander já que ele poderia nos oferecer mais informações do que havia acontecido. Esperaria até que ele acordasse depois de descansar para poder realizar meus questionamentos a ele - Pode me contar com mais detalhes sobre o que aconteceu? perguntaria mostrando um pouco de raiva - Não houve como reagir? perguntaria em seguida - Entendo era o que diria após suas respostas. A marinha acabava por frustrar meus planos e só conseguia sentir raiva já que todos os que faziam parte do grupo original seriam necessários em Jaya. Os tais defensores da justiça deveriam rever os seus conceitos para ver se estavam mesmo fazendo o que era certo ou se apenas tinham usado a violência exacerbada para punir os mais fracos. É por este motivo que odeio profundamente o combate como forma de resolver as coisas, além de não levar a lugar algum poderia acabar com pessoas mortas.
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 3 EmptySab 01 Fev 2020, 22:01




O incidente no expresso oceânico tinha sido inusitado na vida do ninja, Akuma no Mi, Kairoseki, tudo isso era novidade para o ruivo. Quer dizer, assim como a maioria das pessoas que viviam no mundo dos mares, já tinha ouvido boatos, mas presenciado nunca. O interessante era essa variedade de poderes conforme Dohko instruíra, mas ao mesmo tempo preocupava o marinho quando pensava que enfrentaria poderes desconhecidos.

“Será que Kaze possui esse tipo de poder? Por isso que ele é tão temido no submundo? Além disso, não sei se nenhum Kinder conseguiu esse poder desde o acidente. “

O  rapaz dizia isso nos momentos finais antes de chegar na estação. Quando descia, encontrava o secretário da capitã em exercícios que recebia o recém tentente Laith e a tenente Leona na estação, após apresentações, recebia as medalhas de seus serviços e era direcionado para o quartel general, enquanto aproveitava a caminhada, o ninja olharia ao redor para observar o estado da cidade, Dohko disse que a cidade estava em ruínas, e seria bom verificar isso, afinal, cidades em ruínas são ótimas para que as organizações criminosas crescessem, então, não seria estranho achar alguém da Corte nesse lugar.

- Com licença, mas o que aconteceu nessa cidade para ficar no estado atual? Perguntaria o rapaz em um tom calmo, fingindo gotas de simpatia e empatia em seu sorriso tênue. A informação era importante, mas na realidade não se importava com o povo dali, ou com justiça, tudo isso era besteira na visão do assassino.

Q uando chegassem ao Quartel General, ou o que sobrou dele, o marinheiro iria perguntar aonde poderia arranjar um novo uniforme, já que suas vestes estavam gastas e não correspondiam mais ao traje de sua patente. Após achar o local e pegar o novo uniforme, se trocaria, retirando o boné, enquanto deixava os itens obrigatórios do uniforme. Olhando para sua aparência, talvez algumas joias lhe caíssem bem, e quem sabe comprar uma dessas aqui não faria o comércio da ilha se movimentar um pouco, saciaria sua ganância e ajudaria os coitados dali, desde quando era tão benevolente assim? Acabava por dar uma risada e logo sairia do ambiente, deixando seus pertences guardados onde pudesse e perguntaria para algum soldado onde ficaria a sala dos oficiais, chegando lá bateria na porta e se apresentaria formalmente. – Tentente Laith Kinder se apresentando.

A gora, se não conseguisse as roupas, ou localizar algum local, seguiria o secretário até onde levasse e esperaria as novas instruções.
.



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Perdas:
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 3 EmptyDom 02 Fev 2020, 00:31


Karyo Shen

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Alguns dias atrás, nas terras devastadas de Utopia — Incrível! Essa habilidade é realmente incrível! - comentava com Gunter — Você já a conhecia? Rokushikis? Soru? - indagaria-o. O meu treinamento com a Capitão Katt havia sido muito bem sucedido e logo eu havia pego jeito de usar tal habilidade — Se eu possuísse isso na época... apenas alguns passos a mais e seria Arloong a deitar sob a cova, sozinho, e não nós - estava abismado com as possibilidades que  o soru trazia ao meu leque de oportunidades. Ademais, havia aproveitado o ensejo para aprender novas técnicas e compreender melhor os poderes de minha Akuma no Mi.¹ Só assim podia assegurar a segurança de meu grupo, de terceiros e, sem negligenciar uma segunda vez, a minha.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Andava lado a lado com Gunter pelos corredores, após uma rigorosa sessão de treinamento do rokushiki, seguido de meus ensinamentos como mentor de Ryu — Você acha que estou sendo rigoroso demais? - indagava a Gunter; afinal, ele me conhecia melhor que ninguém. Nos últimos dias, o garoto Ryu havia tentado fugir diversas vezes de seu treinamento, mormente por achar que um esqueleto não poderia ser uma boa pessoa — Hoje ele sequer tentou, temo que possa estar bolando alguma coisa mais bem pensada, mas... talvez ele tenha cedido, mas não sei como se sente de verdade. As coisas devem ter sido difíceis - comentava, em tom pensativo — Não, não. Definitivamente não. Com certeza foram difíceis. Mais do que posso imaginar. Gunter, você sabe que ele foi abandonado quando era criança e, ainda, teve os seus pais adotivos assassinados durante o Caos? - indagava, meneando a cabeça, atônito.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Era justamente por esses motivos que eu teimava em manter Ryu na linha. Talvez estivesse sendo rígido demais; talvez fosse apenas coisa de minha cabeça, mas o fato era que sentia-me responsável pelo menino após salvá-lo das mãos dos valentões no cemitério — De toda forma, é um garoto inteligente, o qual eu tenho certeza que se dará bem na marinha, se por a carreira para frente. Ele tem tudo para alavancar-se como marinheiro, exceto... - suspirava — Paz - inevitavelmente, mais uma vez, suspirava. E Ryu não era o único. Quantos outros não tiveram ou terão seus sonhos interrompidos? Quantas oportunidades desperdiçadas? Quantos talentos sucateados? Agonizava-me pensar em tudo aquilo e já estava ansioso para terminar o meu processo de recuperação e treinamento e, por fim, voltar aos campos de batalhar. "A minha lâmina precisa ser brandida mais uma vez, em nome da justiça" - ponderava. Nenhum sentido haveria em uma segunda vida em que eu não pudesse cumprir o meu dever.

[...]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Rumaria até a sala da Capitã Katt, a qual havia me convocado após finalizarmos o treinamento — Honorável Capitã e mentora - faria uma reverência — Tenente Karyo Shen ao seu completo dispor. Infelizmente, apenas em ossos - diria, com as mãos atrás das costas. Já havíamos passado um bom tempo juntos, mas ainda que nossa relação não passasse de superior e subalterno; mentor e aprendiz; já a considerava em quase tanta estima quanto o Capitão Eric. Boa parte em razão da situação em Utopia exigir-lhe muito mais do que Lvneel, o qual era um reino relativamente tranquilo. ²

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Mesmo após aquele tempo juntos, não podia deixar de olhar cautelosamente para o seu leão, alternando o olhar entre a fera e a Capitã — Creio que tenha me convocado para encarecidamente atender ao meu pedido. Cumpri a minha palavra de que estava disposto a aprender mais e, ainda que saiba que não é o suficiente, o dever me clama e urge para que me encontre em campo o mais cedo possível, para assim realizar devidamente o meu dever - dissertava, esperando uma resposta de minha superior. Minhas palavras eram genuinamente verdadeiras e não podia esperar mais para agir em nome da égide que chamava de justiça. E, se esperasse, tinha plena convicção que, daqui a algumas semanas, meus ossos não passariam de pó.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Destarte, logo a Capitã me designasse a minha próxima missão, prestaria continência — Será uma grande honra servir essa bandeira novamente! - com o devido tom mais alto, levaria de volta o braço ao lado do corpo — Com a sua licença - abaixava um pouco o crânio, volvendo meus pés e retirando-me dali, indo em direção ao local onde poderia dar o primeiro pontapé de minha nova missão.




¹ Na aventura passada eu treinei o Rokushiki Soru com a Capitã Katt. Assim, aproveitei para explicar as novas técnicas que estão por vir e os ganhos em experiência que obtive na aventura passada.

² A última aventura parou exatamente nessa ocasião, vide último [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Citação :

Nome do Player: Karyo Shen
Nº de Posts: 01
Vantagens: Liderança; Adaptador; Voz Encantadora; Ambidestro.
Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia; Mecânica; Interrogatório e Arrombamento.
Ofício: Ferreiro.
EdC: Ceifador

Ganhos:
Perdas:

NPC's:
Extras: Utopia (30/30)









Objetivos


Spoiler:
 
Off

Let's!

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