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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 2 EmptyTer 14 Jan 2020, 18:13

Relembrando a primeira mensagem :

[LB] O Florescer de Utopia

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro Calros Lazo. A qual não possui narrador definido.


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PepePepi
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 2 EmptyDom 19 Jan 2020, 01:33

Ilha dos tritões?
Posts em Utopia - 30
Sorrindo com a resposta da menina, responderia. - Leões são tão mais assustadores e fortes que nem precisam de veneno. - Mas depois de um tempo ouvi do soldado Ykeh que Susan tinha medo de aranhas. Ignorando o babaca do rico ali, respondia rapidamente. - Eu também sou do North Blue, podemos conversar mais depois que resolvermos o problema por aqui.

Os pedreiros pareciam legais, uma família unida no trabalho, lembrava um pouco a minha. E como poderia ser a minha futura família também... não precisava pensar nisso agora. Já o rico, bem não era só rico, era um descendente daqueles tais tenryubitos. Reis do mundo, coisa do tipo né? Não lembro direito quem eles eram, mas pelo visto são bem exibidos para um oitavo descendente se achar só por ser um oitavo descendente.

Independente disso, acabava entendendo que realmente eram itens de construção, provando um pouco o meu ponto, mas precisava de um pouco mais de informação. Indo até os pedreiros era xingado pelo Jorge, mas não me importava muito, deixaria a garrafa com eles de qualquer forma e traria mais depois. Já Augustus comentava mais da situação. Ele até ajudava no ponto que eu tinha imaginado quanto a material de construção.

Só que esse pensamento simplesmente sumia da minha mente por um instante quando Augustus comentou uma ilha em particular, ilha dos tritões. Eu acho que já tinha ouvido falar dela, como uma lenda, talvez? Não sei, poderia ser a minha mente tentando pregar peças nela mesma. Independente disso, era uma informação interessante lembrar dela ou descobrir que havia uma. Sentia um arrepio percorrendo meu corpo, qual era a chance de Himeriko estar por lá? A capitã Katt não sabia dele e nunca na verdade havia ouvido falar dele, pelo jeito que o babaca do Augustus falou, a ilha dos tritões parecia algo de difícil acesso, talvez por isso que não possuíamos informação dessa ilha. Era algo tão óbvio pensar que um meio-tritão poderia ir para a ilha dos tritões que me sentia um retardado pela simples falta de informação que me afligia a todo o momento na Grand Line. Teria que passar vários dias simplesmente lendo jornais para me atualizar.

Só que isso teria que ficar para o futuro, pois no momento precisava resolver aquele caso estranho da areia que provavelmente custara mais do que meus pais viram a vida toda. Augustus acusava um cara que sinceramente não fazia o menor sentido de acusar pelo que eu percebia. E digo isso mesmo sem ter conhecido a pessoa ainda, o vizinho estava com a casa basicamente intacta. Roubar isso para quê? Só por inveja? Bom, não vou falar que era impossível, mas era uma opção bem estranha.

Por isso, no primeiro momento seguia com meu plano e ia a procura da fonte do barulho, o que resultou numa busca bem chata e fácil. A casa dessa pessoa estava ainda mais intacta do que a do vizinho acusado e aquele homem tentava simplesmente pregar um quadro. Ykeh me passava a informação daquela pessoa e isso me parecia uma situação interessante. Bateria com os nós dos dedos na superfície mais próxima para chamar sua atenção. - Olá. Okabe, não é? - Diria demonstrando que já “o conhecia” e estava ali por algum motivo oficial. - Sou o Sargento Lazo e este é o soldado Ykeh. - Diria me apresentando com meu sobrenome, nunca tinha pensado nisso, mas Susan já me conhecia por esse nome, então imagino que seja o mais normal.

Quando Okabe olhasse para gente ou desse qualquer sinal de que estava nos ouvindo, faria um sinal para o soldado Ykhe pegar o quadro e pediria com gestos o martelo dele, sinalizando que eu pregá-lo-ia na parede para ele. - Estou investigando o sumiço de material de construção aqui na rua dos Alfeneiros. - Diria pregando o quadro na parede no ponto que o civil desejava - Gostaria de saber se você sabe de alguma coisa sobre esse infortúnio. - Falaria devolvendo o martelo para ele. Um homem que é “quase como se ele nem existisse” era perfeito para ver alguma coisa sem que os outros soubessem. Ou fazer alguma coisa sem que os outros soubessem, mas preferia pensar que a primeira opção era mais possível. Quer ele fosse de alguma ajuda ou não, falaria. - Bem, muito obrigado de qualquer forma. Nós estaremos na rua o dia inteiro, se lembrar de alguma coisa informe por favor. - Diria, sinalizando para Ykhe para irmos embora, antes daria uma olhada no quadro pregado, para ver se havia ficado bom onde o colocamos.

Saindo de perto da casa, continuava andando, agora na direção do vizinho de Augustus. No meio do caminho conversaria um pouco com o soldado. - Você é de onde lá do North blue? Eu sou de Micqueot, em Budou Island. - Diria ficando um pouco nostálgico. Após ele responder, acabaria comentando. - Não era muito de dar ordens lá, então ainda não estou muito acostumado a dá-las. - E realmente era estranho ser o homem em comando ali. - Então sinta-se à vontade de falar alguma coisa se lhe parecer completamente maluquice minha. - Complementaria, eu gostava de ter liberdade para ir contra algumas ordens, no mar isso poderia me salvar, então havia me acostumado a isso.

Quando chegasse na casa do vizinho, perguntaria o nome dele para o Ykeh antes de bater na porta. Após a resposta, bateria na porta e esperaria a pessoa aparecer. - Olá. Sou o sargento Lazo. - Diria para a pessoa. - Sei que você já deve saber o motivo de eu estar batendo, meio que burocracia. - Eu respiraria fundo e soltaria o ar quase todo de uma vez, demonstrando que não queria falar aquilo. - Nós podemos entrar - nome da pessoa -? Se eu checar a sua casa, por mais desconfortável que seja, podemos mostrar para Augustus que ele está errado. - Jogaria verde, como a pessoa aparentemente não gostava do descendente de tenryubito, a bem da verdade eu também não fui muito fã, e assim me parecia o meio mais fácil de acalmar os ânimos de Augustus e poder então concentrar em outros possíveis candidatos.


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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 2 EmptySeg 20 Jan 2020, 23:08

— N A R R A Ç Ã O —

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ao ouvir que "Leões são tão mais assustadores e fortes" do que aranhas, Gwen levou mais um pedaço do ombro direito do uniforme do marine, desta vez alguns centímetros, enquanto grunhiu baixinho em reprovação! Ykeh, por outro lado, pareceu levemente surpreso ao saber que tinha vindo do mesmo mar do seu superior.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Dali, o sargento recuou até o início da rua, vendo o cientista e batendo algumas vezes na sua cerca de madeira, pintada de branco e sem nenhum arranhão. O tal do Okabe parou sua tentativa inútil de pregar o prego e olhou para trás, observando os marinheiros com interesse, mas sem dizer uma palavra. Após um gesto do sargento Lazo, ambos marinheiros atravessaram o portão de madeira e seguiram por um curto caminho de pedras entre a verdissima grama bem aparada do jardim à frente da casa. Enquanto o soldado pegava o quadro e o sargento quase tomava o martelo do cientista, este os saudou com:

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Não me lembro de ter dado permissão para vocês entrarem. É um procedimento novo da marinha, o qual nunca ouvi falar? Falta de bom senso de um sargento? Ou você apenas acha que pode fazer o que quiser por ser um oficial da lei? OU! OU! Talvez você não seja um marinheiro e, portanto, não sabe se portar como um? — Lazo, por sua vez, conseguia pregar o fino prego na primeira batida e Okabe mudava sua atitude brevemente, enquanto o soldado colocava o quadro no lugar. O quadro, por sua vez, nada mais era do que o Bastão de Asclépio, preto em um fundo branco.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]WOW! Você é forte! Aliás, quer me vender essa aranha? Pensei em uns experimentos interessantes... — A pobre Gwen grunhia baixinho e se movia para as costas de seu dono, tentando se esconder da visão daquele cientista maluco. Okabe apenas dava de ombros, respondendo a pergunta do sargento. — Não sei quem roubou quem. Por mim, você pode prender a todos, seria um alívio!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Enquanto Calros mudava mais uma vez seu foco e ia em busca de outro civil, Okabe se sentava em uma cadeira na varanda, abaixo do quadro, e esperava. — Deixe o portão aberto. — Dizia antes do soldado fechar o mesmo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Eu vim de Minion Island, provavelmente a ilha mais entediante de todos os blues! — Um longo suspiro sucedeu a fala do marine enquanto a dupla andava pela rua. Apesar da temperatura estar mais amena com o sol se aproximando do topo da abóbada celeste, a rua ainda estava deserta. Ao longe, era possível ouvir o som das pessoas trabalhando, conversando e se locomovendo das mais diversas formas pelas ruas de Utopia. Mas, ali, todos ainda pareciam dormir tranquilamente. — E eu não era acostumado a ver pessoas, vivendo no meio de um deserto de gelo. Acho que você está no lucro! — Concluiu o soldado. Apesar de sua fala conter um teor sarcástico, sua voz estava tão enfadonha como sempre.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Já em frente a casa, o soldado pensou por uns segundos antes de responder. — Senhor Shinonome, tenho quase certeza. — Lazo bateu na porta, mas não houve resposta. Bateu novamente e de novo, com o soldado dando de ombro. Quando estavam prestes a desistir, a porta se abriu lentamente e uma menina surgiu em meio às sombras. Tudo indicava que ela havia acordado com as batidas do sargento.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Quem é? — Sua voz era suave e infantil, além de estar arrastada devido ao sono. Uma pequena lágrima surgiu em seu olho enquanto ela bocejava durante vários segundos. Tinha um bichinho de pelúcia no braço e não deveria ter mais do que oito anos.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Otousan precisou viajar a negócios. Mas se v-v-v-v-v-v-v-v... — Os olhos da garota se arregalaram enquanto ela tremia da cabeça aos pés, apontando para o ombro do sargento. — ...v-v-v-v-v-v-v-v...

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 2 EmptyTer 21 Jan 2020, 00:07

Recomeço
   

Até o momento eu estava vivendo minha vida de maneira intensa e não me arrependia de cada decisão que fora tomada por mim antes de deixar Wars Island. Mesmo as discussões com Azura não me impediram de seguir o que acredito, afinal conseguira ajudar algumas pessoas durante a minha trajetória até Utopia. Estava até então fazendo justiça ao modo dos revolucionários, não negligenciando aqueles que precisavam da minha ajuda. Houve um momento que eu poderia cogitar sair da trilha que estava seguindo, quando Calros me convidara para fazer parte da Marinha. Eu rejeitara de imediato, afinal tínhamos uma visão diferente a respeito de justiça e com isso não me sujeitaria a uma organização a qual sequer compartilhava ideais.

Ser Marinheira representava defender o sórdido Governo Mundial, a qual já havia até mesmo visto cometer atos que contrariavam seus próprios preceitos. Claro, existem pessoas más até mesmo dentro da revolução que optam por tomar atitudes consideradas erradas, mas ainda assim preferia aproveitar também o estado de liberdade que havia conquistado até agora. Era uma decisão que não só envolveria a mim também, Scarmander e Capullo haviam morrido pela causa com isso depositavam suas esperanças em minhas mãos. Além disso, tinham ainda os meus companheiros atuais e os que deixei para trás, não poderia simplesmente dar as costas para eles os decepcionando.  

Havíamos adotado a estratégia de nos separar em dois grupos para seguir até o navio que o Coronel tinha nos deixado a noroeste. Assim, poderíamos caminhar com um pouco mais de discrição e também segurança já que um número menor de pessoas chamaria menos atenção do que 20 indivíduos andando em conjunto. Jaya era o nosso destino final, mas antes passaríamos em Utoporto que estava localizada a oeste do Quartel onde nos encontrávamos atualmente. Alexander lideraria a outra metade dos revolucionários e eu tinha plena confiança em sua capacidade para realizar tal trabalho, não colocando aqueles que ficariam consigo em risco de vida ”É você quem vai colocar em perigo os seus subordinados” ela aparecia para tentar me irritar ”Eu farei bem meu trabalho" era somente o que diria.

Com tudo pronto para partirmos faria então um sinal para que todos os que fossem comigo me seguissem - Boa sorte a vocês, espero que todos cheguem em segurança diria de forma sorridente olhando para todos os que estavam ali. Manteria Battos ao meu lado para que este pudesse me auxiliar durante o trajeto até a caverna para que nada fora do esperado ocorresse - Se precisarmos, vou utilizar você pra ir verificar as coisas mais a frente o alertaria sobre minha decisão. Eu certamente estaria empolgada para chegar em Jaya, conhecer uma nova ilha seria um tanto interessante já que não sabia o que iriamos encontrar pela frente ”O desconhecido é terrivelmente perigoso” lá estava ela para tentar acabar com a graça ”Surpresas sempre são interessantes, ainda mais quando são coisas boas” diria em resposta a Azura.

Histórico:
 


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Spoiler:
 


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Ato IV: Aranhas e mais aranhas
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 2 EmptyTer 21 Jan 2020, 02:41

Uma criança
Posts em Utopia - 31
Gwen não gostava da minha fala, por mais que fosse verdade, era interessante como estávamos aos poucos entrando numa sinergia maior. O que provavelmente aumentaria ainda mais quando fosse capaz de treiná-la. Coisa que no momento não podia fazer e por isso precisava cuidar da pequena, principalmente quando homens como Okabe aparentemente queriam ficar com ela. Eu até concordo com ele que foi rude de minha parte entrar sem permissão, acabei não pensando muito já que sou da marinha, e bem, eu não faria mal nenhum a ninguém sem motivo, acabava só ajudando o civil naturalmente.

Okabe infelizmente não sabia nada, apesar de nutrir algum tipo de ódio pelos vizinhos que eu poderia descobrir a razão depois. O foco ali era resolver logo aquele mistério e por isso partia na direção da casa do vizinho. No caminho Ykeh me contava que era da fria ilha de Minion. Realmente, ele viveu num lugar bem pior do que eu, não era muito acostumado com o frio, mas isso ficava para outro momento.

Bati na porta algumas vezes e quando estava prestes a desistir quando uma pequena menina abria a porta e respondia que seu pai não estava em casa. E tudo ia bem, até, como sempre, ela botar seus olhos em Gwen e literalmente paralisar. Oh god, por que todo mundo tem fobias de aranhas? Nem para ser uma daquelas criancinhas que ama biologia. - Gwen, suba na parede e tome distância por favor. - Diria para minha aranha em alto e bom tom para que a criança ouvisse também. Apontaria para a linha divisória da parede com o telhado enquanto falasse, onde poderia vê-la ainda, mas que ela com certeza estaria longe demais para fazer qualquer mal para a pequena.

Com a aranha partindo me agacharia para me aproximar da menina. - Calma. Viu que a aranha me obedeceu? Ela não lhe faria mal algum. - Diria com a voz tranquila tentando acalmar a pequena. - Gwen é tranquila. - Complementaria, salientando que ela possuía um nome, talvez ela se acalmasse um pouco mais, afinal, um nome acabava por “humanizar” um pouco a aranha. - Como pode ver somos da marinha. - Diria colocando a minha mão esquerda no meu peito, sinalizando todo o meu uniforme com movimentos de minha mão para mostrar o uniforme, com a mão direita apontaria para o uniforme de Ykeh. - Você disse que seu pai está viajando? - Perguntaria, não só para confirmar, como para fazê-la voltar para a conversa com uma informação que ela já havia passado, isso provavelmente a acalmaria um pouco mais.

Sendo a resposta positiva era compelido a perguntar. - E qual adulto que está cuidando de você aqui? - Afinal, quão estranho poderia ser uma pequena criança sozinha naquela casa? Se ela falasse algum nome, prosseguiria a pergunta. - E onde está essa nome da pessoa? - Não conseguia ver aquilo de forma boa. A ilha havia sido atacada de forma pesada, estaria aquela criança sozinha? Era algo que estava torcendo para não ser o caso, até porque ela parecia bem tranquila, a chance de isso ser possível eram mínimas.

Com a resposta sobre o paradeiro da pessoa, me levantaria e perguntaria para Ykeh com a voz um pouco mais baixa. - Sabe onde é? - Ainda precisaria confirmar com Augustus se era dessa pessoa que ele estava falando ou se era do pai da pequena, e para isso ainda precisaria de mais informações.

Voltaria a me agachar para ficar na altura da menina. - Ainda não sei o seu nome. Como se chama? - Diria no tom mais agradável que pudesse fazer, não era tão acostumado a falar com crianças. - Então, nome da pequena-chan quanto tempo faz que seu pai viajou? - Indagaria, imaginando que era possível até mesmo ele ter morrido nos ataques da ilha e que a pessoa que cuidava dela ter falado que o pai havia “viajado”.

Independente das respostas, parecia que o caso havia complicado um pouco. Não só a casa estava intacta, como o suspeito número um não estava nem mesmo na ilha. A minha ideia inicial de quem roubou o lugar não dera em nada, tudo bem que ainda poderia investigar poque Okabe possuía tanto raiva de seus vizinhos, mas não parecia tão promissor.

Se a menina estivesse sozinha em casa, eu balançaria a cabeça positivamente bem devagar e falaria. - Pode voltar a dormir nome da pequena-chan. Obrigado pela ajuda. - Diria ainda com o tom mais agradável que pudesse. Me levantaria e esperaria ela fechar a porta para indicar para Gwen que ela poderia voltar. - Agora nós com certeza precisamos vigiar essa rua com máximo de atenção. - Se ela houvesse indicado que estava sozinha, como por exemplo falando que a pessoa que cuida dela não morava ali, eu falaria enquanto começava a andar para me distanciar da casa. - Bem, Ykeh, peça para Susan ir checar essa outra pessoa naquele lugar que a pequena falou, fale para ela tentar descobrir se o pai dela está vivo ou não. - Eu daria uma pausa. - Quando passar a ordem para ela pode ficar vigiando por lá por um tempo, vou fazer algumas perguntas para Augustus e ficar vigiando esse lado depois enquanto penso em algumas hipóteses. - Diria esperando algum sinal de que ele havia entendido tudo que havia dito.


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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 2 EmptyTer 21 Jan 2020, 20:45

— N A R R A Ç Ã O —

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Enquanto o Sargento Lazo iniciava o seu diálogo com a menina loira e levemente acordada, não muito distante dali, Katherine e seus camaradas se preparavam para atravessar Utopia, em busca do navio prometido pelo seu falecido Coronel.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]De alguma forma, um grupo de vinte pessoas se dividiram em dois e a Major Silverstone, a mais graduada de todos presentes, acabou com apenas 5 membros em seu grupo, contando com a própria! Talvez o restante do grupo tivesse mais confiança no seu mordomo apático, Alexander. Talvez eles fossem apenas machistas e não quisessem seguir uma mulher. Ou, talvez, a jovem mulher de cabelos verdes não passasse a impressão de ser uma pessoa sábia ou competente.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]De uma forma ou de outra, os dois grupos se dividiram, saindo do esconderijo e seguindo por ruas distintas. Em meio ao ambiente pedregoso e desértico próximo à antiga base dos revolucionários, o grupo do Alex, três vezes maior, destoava se comparado ao grupo da Kat.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Um curva ao fim da rua levou Katherine e seus quatro camaradas para a direita e logo não viam mais o outro grupo. Conforme andavam, o burburinho do Utoporto aumentava, indicando que o próprio estava bem movimentado, como sempre. Battos, ao seu lado, comentou timidamente:

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Companheira, você não acha melhor se disfarçar um pouco? — Terminou a frase apontando para o rosto da mulher, mais especificamente o seu chifre. — Não devemos chamar atenção. — Completava o Cabo. Charlotte, mais atrás, indagava: — E como devemos agir quando chegarmos no Utoporto? — Ela parecia amedrontada, enquanto que Tin não parava de olhar para os lados, como se marinheiros fossem pular dos arbustos ao lado da rua a qualquer momento. Ramiro era o único que parecia tranquilo, andando calmamente sem dizer uma única palavra.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Voltando ao inábil Sargento Lazo, o mesmo tentava comandar Gwen a subir até o telhado da casa, apontando para cima. A pobre aranha, confusa com as ordens de seu dono, deduziu que deveria pular e, saltando com suas diversas pernas, caiu em frente a garota com um sonoro baque e um — Weeeek!

A menina:
 

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Indiferente, o soldado respirava bem fundo e comentava: — Vish!

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 2 EmptyQua 22 Jan 2020, 01:30

E lá vamos nós...
Posts em Utopia - 32
- Sério Gwen? - Falava olhando para a aranha. - Eu falei parede, apontei para ela e você me pula em cima da menina? - Diria repreendendo a aranha. - Vamos, sobe aqui de novo, agora já dá na mesma. - Complementaria falando para ela subir no meu ombro. Após isso viraria para Ykeh. - Bem, eu carregar a menina com uma aranha no ombro é pedir para ter outro acidente. Pode carregá-la por favor? - Falaria já indo até a pequena e aos poucos pegando-a no colo para passá-la para o soldado. - Ou quer que Gwen vá no seu ombro? - Indagaria antes de entregar a menina, para mim tanto faz, era até bom para o soldado se acostumar e ver que a aranha não era perigosa também.

Independente de Ykeh ou eu carregarmos a menina, iria entrar na casa, falando para ele o porquê de estar fazendo isso. - Qual a lógica de só uma menina pequena estar sozinha em casa nesse horário? - Perguntaria, esperando alguma ideia. - Vocês estavam aqui desde o sol raiar, viu alguém saindo dessa casa? - Ela estava tranquila, então imaginava que não estava sozinha na cidade, então por que ela abriu a porta? - De qualquer forma vamos achar o quarto dela para deixá-la dormir em paz... se é que ela vai conseguir depois do susto que Gwen deu nela. - Diria já olhando a minha volta a procura de onde seria o quarto da pequena. Claro que ficaria de olho também em qualquer possível material de construção que poderia existir por ali, afinal, não sabia quando o pai da menina havia viajado.

Tendo andado poucos metros adentro perguntaria para Ykeh. - Alguma ideia de onde pode ser o quarto dela? - Demonstrando a ideia de que não queria simplesmente invadir a casa alheia. Se ele não soubesse, iria começar a procurar começando com o segundo andar, acho mais comum um quarto no segundo andar que no primeiro. Se fosse fácil encontrar o quarto, deixaria a menina na cama ou indicaria para Ykeh a deixar lá. Já se não fosse fácil, simplesmente andaria pela casa toda, abriria todas as portas, não me importaria se isso acordasse alguém, afinal, porque a criança estava indo abrir a porta e a pessoa não. Claro, havia a hipótese de existir uma criança ainda menor na casa, e aí sim eu ficaria preocupado se não achasse nenhum adulto por ali.

Caso a pequena acordasse no meio da procura e estivesse no meu colo, iria perguntar com calma parando e deixando ela ver que estava em casa. - Vou te levar para sua cama, onde que seu quarto fica? Pode dormir tranquila. - Com a indicação dela, deixaria a pequena na cama e sairia tentando não fazer barulho. No entanto, se eu estivesse com Gwen e a pequena acordasse no colo de Ykeh, rapidamente colocaria a aranha dentro da minha camisa, por mais idiota que parecesse a ação, só para o ínfimo caso dela ter chance de ver a aranha.

Se algum adulto aparecesse lá dentro, afinal, estávamos entrando na casa deles sem permissão, iria falar. - Olá, sou o sargento Lazo. Batemos na porta, a pequena atendeu, mas desmaiou por causa de Gwen. - Diria apontando para a aranha que estaria em meu ombro ou com Ykeh. E já esperaria algum tipo de grito ou qualquer coisa do tipo, aparentemente o povo em Utopia viu o apocalipse caindo dos céus no dia anterior, mas morria de medo de uma aranha de meio metro, esperaria então a pessoa se acalmar um pouco. - Bom, vamos começar então, qual seu nome senhor(a)? - Perguntaria num tom calmo. - Estávamos investigando o sumiço dos materiais do Augustus. Ele falou que foi o povo dessa casa, mas o pai da pequena está viajando de acordo com ela. - Diria, deixando no ar o questionamento de quem essa pessoa era, principalmente se fosse um homem. - Bem, o que poderia nos dizer do sumiço dos materiais? - Indagaria e já emendaria. - Eu estou fazendo isso por pura burocracia, então se me permitir olhar a casa para afirmar para o homem que não achei nada. - Diria num tom mais entediado.

Na hipótese onde deixasse a menina e nenhum adulto parecesse existir por ali, tentaria notar o estado da casa por dentro, se estava limpa ou não, se parecia haver a existência de um adulto pelas redondezas, ou se o pai da menina foi viajar e a deixara sozinha naquela ilha. Caso fosse perceptível que a criança estava sozinha naquela casa, iria perguntar para Ykeh, só para ter outra opinião. - É impressão minha ou a menina está sozinha aqui? Se for o caso compensa depois levá-la para o quartel general e deixar um bilhete falando que a levamos para deixá-la segura. - Diria, afinal, até ontem teve um apocalipse naquela ilha, era melhor deixa-la segura em algum lugar.

Se não houvesse ninguém e a conversa lá dentro não existisse, sairia da casa se não notasse nada de material de construção nos cômodos pelo qual passei e me dirigiria para a casa de Augustus. - Pode ficar vigiando a rua, vou só conversar com o descendente dos tenryubitos. - Diria já me dirigindo para a casa do homem.


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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 2 EmptyQua 22 Jan 2020, 23:47

Utoporto
   

Finalmente podíamos deixar Utopia, os dois grupos começavam a caminhar por ruas distintas naquele ambiente desértico e repleto de pedras. Nesse momento estaria demonstrando animação, afinal as coisas estavam se encaminhando e assim conseguiríamos chegar até a caverna sem muita dificuldade. Uma curva a direita decretava a perca de visão dos revolucionários que estavam com Alexander, a partir daí só me restava confiar em suas habilidades para manter as coisas sob o seu controle. Utoporto estava movimentado e isso fazia com que Battos me fizesse uma sugestão a respeito de nos disfarçarmos para não chamar atenção por causa do meu chifre.

Charlotte também aproveitava para me perguntar como deveríamos agir quando chegássemos e Tin olhava para os lados assustado como se algo fosse ocorrer naquele momento. A primeiro momento buscaria tranquilizá-los com um sorriso - Pessoal, fiquem calmos só ajam naturalmente para que ninguém venha desconfiar de nós faria um gesto pedindo calma. Em seguida falaria com Battos - E como eu deveria esconder isto? estaria pensativa nesse instante - Tem alguma capa por aí? perguntaria já imaginando uma possibilidade de fazer tal feito. Não havia tido tantos problemas quanto a isso recentemente, mas prevenir é sempre melhor que remediar ”Não adianta tentar esconder, você com sua idiotice vai arranjar algum jeito de estragar tudo” otimista como sempre ”Se não for ajudar em nada, é melhor calar a boca” diria de forma direta.

Caso houvesse alguma forma de esconder o meu chifre, prontamente o faria para não causar problemas desnecessários a nós. Quando chegássemos a Utoporto procuraria manter a tranquilidade e esboçaria um sorriso para os transeuntes numa forma de ajudar todo o grupo a seguir os meus passos - Vamos lá, sorriam e acenem pessoal falaria em um tom para que somente eles pudessem ouvir. Com o chifre devidamente escondido não precisaria ocultar nossa presença e assim caminharíamos em meio as pessoas para nos misturar, assim poderíamos sair dali sem que notassem nossa presença. Ainda assim, manteria minha atenção quanto ao que acontecia ao nosso redor buscando evitar o perigo de sermos descobertos ali pela Marinha. Dando tudo certo chegaríamos na caverna sem muita dificuldade pela frente, assim esperaríamos pelos outros ou então partiríamos de uma vez se já estivessem no navio - Próxima parada: Jaya! diria de forma empolgada.  

Spoiler:
 

Se não tivesse como esconder o chifre teríamos de adotar uma outra estratégia para passar por Utoporto sem chamar tanta atenção. Procuraria fazer com que todos andassem por becos e também evitar partes com muitas aglomerações de pessoas - Fiquem longe da multidão abaixaria o tom da voz na hora de falar. Caso algo viesse a dar errado e tivéssemos que lutar ou então recuar, faria um sinal para que todos recuassem alguns passos para trás - Só se movimentem quando eu mandar diria seriamente. Não tomaria nenhuma ação enquanto tivesse incertezas sobre a nossa situação tanto de luta quanto de fuga. Se conseguíssemos chegar até o navio, mas o outro grupo estivesse desaparecido esperaria por um tempo até que realmente ficasse preocupada com eles. Apesar disso, acreditava que a situação correria de forma tranquila para nós sem muitas reviravoltas.  
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 2 EmptyQui 23 Jan 2020, 21:02

— N A R R A Ç Ã O —

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Cabisbaixa (?), a aranha voltava ao ombro do seu dono estranho, que dava comandos incompreensíveis pelo pobre animal e a culpava pela reação desmedida dos presentes. "Humanos são mesmo bizarros!", pensou Gwen, desamparada.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ykeh parecia incomodado em carregar a garota, mas ainda mais incomodado em carregar o artrópode, optando pela primeira e deixando um longo suspiro escapar dos seus lábios. Deixou a lança encostada ao lado da porta e pegou a garota nos braços, completamente sem jeito. Provavelmente carregaria um saco de batata com mais facilidade. Com a cabeça pendurada para fora dos braços do soldado, os dois marinheiros começaram a andar pela grande casa, subindo as escadas em busca do quarto da garota.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Enquanto isso, o próprio Battos tirava sua jaqueta e a emprestava para Katherine. Havia um capuz de algodão que poderia ser puxado por sobre a sua cabeça, embora o volume do chifre ainda pudesse ver visto devido ao material ser leve. Por fora, a major parecia leve e despreocupada, passando até mesmo uma maior tranquilidade ao seu grupo, embora mentalmente houvesse a constante disputa entre ela e sua rival. Charlotte parou de roer as unhas e Tin passou a manter a cabeça baixa, olhando para os lados discretamente, o que já era uma conquista.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Chegaram ao Utoporto logo em seguida, com o movimento de civis aumentando drasticamente. Alguns marinheiros passavam próximos do grupo vez ou outra, mas sem dar uma segunda olhada para nenhum deles. Uma garota na faixa dos cinco anos, de vestido rosa claro e andando de mão dada com o pai, enquanto na outra mão tinha um grande e colorido pirulito, não tirou os olhos do volume no capuz de Katherine, com a boca formando um 'o' de surpresa ao ver o chifre da mulher, mas sem dizer nenhuma palavra ou causar alarde.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Já haviam atravessado boa parte do Utoporto quando um homem, provavelmente um pescador, passou ao lado do grupo carregando um, aparentemente, pesado caixote de madeira e deu de ombro com a líder. Apesar do esbarrão, era um bom homem e se virou para pedir desculpas, enquanto o capuz escorregava e descobria a face e o chifre da revolucionária. Um rápido movimento de mão da própria mulher trouxe o capuz de volta e logo o grupo andava novamente, desta vez num ritmo mais rápido.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Apesar do peso, o homem permaneceu parado, observando o quinteto que se afastava. Seria apenas impressão sua ou o cabelo daquela mulher mudou de verde para vermelho? — Talvez eu deva mesmo tirar umas férias... — Murmurou para si mesmo, enquanto sacudia a cabeça e voltava a trabalhar.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Calros, por sua vez, já havia deixado a garota em sua cama e estava de volta ao primeiro andar. O tapete macio na escada abafava seus passos, como se descesse por uma encosta coberta de grama. Não havia visto mais nenhum adulto na casa até voltar para o térreo e ver Augustus na entrada, com os pés no lado de fora, mas a cabeça no lado de dentro.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A segunda coisa que atraiu a visão do Sargento foi um caminho de areia, branca como a neve. Ela parecia vir dos fundos da casa e levava até uma porta afastada, a qual estava fechada e, portanto, não era possível saber o que havia além dela. Engraçado como aquilo havia passado despercebido quando ele entrou na casa anteriormente. Augustus apenas observava o Sargento, com as mãos para trás, ansioso. Alheio a tudo isso, o soldado respondia a pergunta do seu superior sobre levar a garota para o QG ou não.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Se você fosse o pai dela, um nobre esnobe qualquer, voltasse para casa e visse um bilhete dizendo que ela agora é uma hóspede da marinha, o que faria? — Com suas mãos desocupadas, o soldado fez o sinal de aspas com ambas enquanto falava a palavra hóspede. Sua lança ainda estava ao lado da porta, próxima ao autoproclamado primo distante dos Tenryuubitos. Mesmo assim, o soldado parecia nem sequer ter percebido o nobre, olhando para o Sargento enquanto esperava por uma resposta, ambos na base da escada.

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 2 EmptySex 24 Jan 2020, 18:07

O Retorno
   
Para o nosso prosseguimento, Battos me emprestava sua jaqueta e assim podia ocultar com o capuz meu chifre mesmo que o volume ainda pudesse ser percebido. Minha forma tranquila de agir ajudava a tranquilizar Tin e Charlotte o que era bom para que não houvesse desespero entre nós.  O movimento em Utoporto era alto e alguns marinheiros passavam por ali, mas nada que fosse preocupante a primeiro momento - Shiuu... colocaria um dedo a frente da minha boca sinalizando para que a menina se mantivesse quieta, sorriria em seguida antes de perdê-la de vista. Durante o trajeto eu acabava por me trombar com um homem que aparecera em meu caminho e isso trazia uma reação um tanto que desagradável. Voltaria a sentir provavelmente a mesma sensação característica que outrora havia experimentado, a cabeça girando por causa da tontura e os sons ao meu redor cada vez mais distantes, para a minha infelicidade Azura estaria de volta.  

Era bom estar de volta ao meu corpo depois de deixar a idiota o controlar por algum tempo, agora finalmente poderia fazer as coisas do meu jeito - Olá, sentiram a minha falta? questionaria de forma irônica. A situação atual na qual nos encontrávamos era um tanto arriscada mesmo que o chifre estivesse escondido situações parecidas com a da menina poderiam ocorrer a qualquer momento e desta vez com algum adulto idiota escandaloso. Com isso me viraria para os que estavam comigo - Procurem por áreas menos movimentadas daria uma primeira a ordem a eles. A melhor forma de evitar qualquer situação desnecessária seria não andar em meio a muitas pessoas e é claro que pra isso deveríamos agir com tranquilidade para que não viéssemos a despertar a atenção de nenhum marinheiro ou qualquer outro transeunte “Espero que não façam nenhuma idiotice” pensava comigo mesma.

Caso acabássemos por entrar em uma situação arriscada, a opção “lutar” estaria descartada a primeiro momento já que a primeiro momento teria de verificar o número de inimigos e também quem estava contra nós. Para esses momentos habilidades sociais serviriam para ao menos distrair o oponente - Olá, algum problema? perguntaria fingindo estar desentendida - Somos apenas pessoas comuns indo a uma festa manteria a tranquilidade ao inventar uma desculpa. Se fosse questionada a respeito do chifre pensaria em uma outra coisa - Oras, é uma festa a fantasia, não está óbvio? diria como se fosse a coisa mais evidente possível - Isso aqui não é nada mais que um chifre falso diria por fim. Precisaria também de alguma alternativa caso Tin e Charlotte voltassem a agir como dois gatos medrosos - Não há nada com eles, é só que eles gostam de marinheiros e querem um autógrafo faria uma brincadeira e riria em seguida.

Se tudo desse certo só nos restaria chegar até o barco e esperar até que os outros estivessem lá para que pudéssemos seguir em frente. Teria de acreditar que Alexander não era um idiota como Katherine e que chegaria ali sem muitos problemas, afinal nossa segurança seria maior quanto mais pessoas estivessem conosco. Garantir que as coisas correriam bem para o nosso lado seria bem mais fácil dessa forma já que acredito que a verdadeira força está nos números.

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Última edição por Vincentão em Seg 27 Jan 2020, 16:27, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 2 EmptySex 24 Jan 2020, 18:08

Curiosidade

Posts em Utopia - 33
- Bem, se eu viajo e deixo a minha filha desse tamanho sozinha em casa... não sei nem se eu me importo muito sinceramente. - Diria demonstrando que eu realmente não gostara de ver a casa vazia, principalmente por aparentemente ninguém ter saído da casa mais cedo. Só não condenava por completo a situação porque uma alternativa pipocava rapidamente em minha mente. - Agora, se ele deixou antes mesmo dos ataques massivos que a cidade levou, com certeza ficaria aliviado de saber que a marinha está cuidando dela no quartel general. - Eu até iria prosseguir mais com a ideia, mas vi que Augustus estava ali olhando a casa pelo lado de fora.

Bom, a minha vontade naquele momento era só falar algo como “o seu vizinho nem está aqui e você está acusando-o”, mas a realidade não ajudava e eu acabava por ver uma trilha de areia. - Olá senhor Augustus. Saberia me informar onde está o dono da casa? A filha dele disse que ele viajou. - Diria parando ainda dentro da casa e tampando um pouco da visão do descendente de tenryubito para a casa alheia. Depois da resposta, independente de qual fosse, perguntaria. - A areia que lhe foi roubada, ela é como? A cidade toda está em reforma após os ataques de ontem. Você disse que ela é especial por vir da Ilha dos Tritões, isso é visualmente perceptível? - A voz seria uma mescla de curiosidade e seriedade nesse momento, afinal, não necessariamente a areia branca que via era a de Augustus.

No caso dele descrever exatamente a areia branca, de duas uma, ou ele estava mentindo para ficar com aquela areia que eu vi, ou algo estava errado. - Bom, eu já estou aqui dentro mesmo. Ykeh, fique com Augustus aqui na porta enquanto eu vou checar se existe algum indício dos materiais estarem nessa casa. - Diria já me afastando e indo na direção da areia que eu havia visto para chegar naquela porta fechada.

Antes de abrir, pararia e tentaria ouvir se existia alguém se aproximando, como por exemplo o Augustus ou outra pessoa, se o ladrão havia levado as coisas para aquela casa talvez estivesse por ali ainda, mas como a pequena não teria visto ele nesse caso? Bem, abriria a porta se ela não estivesse trancada e olharia bem o que havia por ali dentro. Se era só mais um monte de areia ou se havia também algumas ferramentas. Caso a porta estivesse trancada, olharia a minha volta se havia algum tipo de chave ou chaveiro em algum lugar. Se não houvesse chave alguma por perto, chutaria a porta com toda a minha força, não que fosse muita infelizmente, já percebera que era bem fraco para os padrões da Grand Line.

Se ao abrir visse realmente mais areia e várias ferramentas, voltaria para a porta principal da casa. - Senhor Augustus venha comigo. Ykeh, por favor, chame algum dos pedreiros de Augustus para cá. - Diria guiando o descendente de tenryubito para o local. - São essas ferramentas que foram roubadas? - Perguntaria mostrando para o nobre os itens no mesmo local que os achei, e indicaria para ele também não tocar em nada. E indicaria para ele voltar comigo para a entrada da casa onde esperaríamos os outros.

Quando o pedreiro, seja lá qual deles fosse, e Ykeh chegassem, pararia eles antes que realmente chegassem onde estávamos. - Olá, você que está trabalhando na obra provavelmente pode me responder algumas simples perguntas. Essa areia que veio da ilha dos tritões, ela se difere como de uma areia convencional? - Perguntaria, só o testemunho de Augustus não era o suficiente. - E poderia me informar quais ferramentas sumiram também? - Perguntaria, já fazendo uma comparação mental entre as ferramentas encontradas e as faladas. - Ok... venha comigo. - Diria entrando na casa e mostrando então para o pedreiro indagaria. - Você pode afirmar que são esses itens? - Se ele confirmasse também, a única palavra que se passaria em minha cabeça seria “interessante”.

O caso apesar de “solucionado” não estava realmente perto de uma conclusão, a não ser que a criança houvesse roubado tudo, mas para confirmar esse tipo de hipótese absurda teria que esperar a menina acordar.

Na hipótese de eu abrir aquela porta e não haver mais areia ou ferramentas, tentaria entender exatamente o que havia acontecido ali naquele local para existir areia. Algum parquinho que fizeram para a pequena? Algum indicativo que ela fora levada para outro lugar depois daquilo ainda? Por causa disso, acabaria olhando a casa inteira, de cima a baixo, a procura de ferramentas, da areia, ou até mesmo indícios que um adulto passara por ali a pouco tempo.

Caso desde o começo Augustus falasse que a areia não batia com a descrição, ou seja, branca como a neve, eu falaria. - Bem, até existe areia dentro da casa, mas não é como a que você falou. Além de você ter acusado um homem que não está na ilha... - Naquele momento eu pararia de falar por um instante, ganharia um pouco de confiança - Ok. Você não falou nome, você apontou para cá e gritou que era ele o culpado. Que tal agora, com mais calma, você me falar o nome e algum motivo mais plausível que simplesmente inveja? Se não fica realmente difícil de resolver esse mistério. - Diria meio cansado, afinal, eu queria resolver aquilo e eu imagino que Augustus também.


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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia - Página 2 EmptySex 24 Jan 2020, 22:04

— N A R R A Ç Ã O —

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Azura logo deu uma ordem e seu grupo seguiu rapidamente para as laterais das ruas, costurando entre os agrupamentos de pessoas em frente a lojas ou barraquinhas de peixes e aquelas que atravessavam as ruas de Utoporto com pressa.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Isso não acaba?! — Comentou um dos seus seguidores, mais atrás. Utoporto realmente cobria uma vasta área e precisaram conter o nervosismo durante vários minutos. Por sorte, viram apenas mais um grupo de marinheiros, metros à esquerda, distraídos enquanto observavam um grande navio pirata completamente destruído, com alguns leves focos de incêndio ainda resistindo à umidade e ao vento.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Com mais três minutos de caminhada, o Utoporto finalmente chegava ao seu fim e as aglomerações tornavam-se mais escassas. As ruas com odor de sangue, sal e peixe deram lugar a ruas que cheiravam apenas a destruição, fogo e morte! Em silêncio, o grupo prosseguiu com a sua pequena jornada.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Voltando para a rua dos Alfeneiros, Calros se movia no intuito de ocultar do penetra a visão da areia, mas Augustus ouvia sua pergunta com cada vez mais impaciência.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Você é cego? — Gritou! — Não está vendo essa areia aos seus pés?

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Sem poder confirmar se o nobre mentia ou não, o sargento seguia o rastro, saindo do campo de visão de Augustus e de Ykeh, que recuperava a sua lança. A porta estava destrancada e, ao abri-la, Calros se deparava com uma escada que descia até desaparecer na escuridão. Mais areia podia ser vista nos degraus, em pequenos montes, embora o monte do primeiro degrau parecesse diferente... mexido.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Logo a frente havia uma lâmpada com uma cordinha pendurada, a qual a acionava e a acendia, iluminando parcamente o espaço. Mesmo com a pouca iluminação, era possível ver um monte de areia ao fim da escada, bem no meio do cômodo, além de algumas ferramentas e uma escada. Após observar por alguns segundos, o sargento voltou a entrada da casa.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]E aí, viu? Será que você é tão inútil a ponto de não procurar no porão da casa? Será que eu tenho que fazer tudo sozinho?! — Esbravejou o nobre, levando as mãos para o céu. — Nem preciso olhar, eu sei que o que me foi roubado está lá! Digo isso desde o início! — Impaciente, Augustus esperava com o impassível marinheiro por Ykeh retornar com um dos construtores.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Já do outro lado da cidade, Kather— Ou melhor, Azura! —, chegava à caverna prometida com o resto do seu grupo. Na verdade, por pouco não passaram reto pela entrada bem camuflada com os arredores. Tin que, no último momento, ainda olhando para os lados desconfiado, avistou algo estranho e alertou os demais, imaginando ser algo que pudesse trazer perigo ao grupo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Apenas após todos rastejarem para dentro da caverna, pois era a única forma de passarem pela minúscula entrada, os revolucionários puderam respirar aliviados. O espaço de terra era curto, suportando no máximo umas trinta pessoas. E, nesse espaço, haviam cerca de cinco caixotes e três barris próximos à parede de pedra que circulava e cobria toda a área.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Já na água, havia uma escuna com o mastro principal quase roçando no teto pedregoso da caverna. A água calma seguia e desaparecia em uma curva para a direita, que deveria levar até o mar.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Enquanto Azura observava os arredores, Tin caia em prantos, indo até uma das paredes e se sentando, escondendo o rosto entre os joelhos. — Pensei que seríamos descobertos! — Murmurou entre lágrimas, mal sendo compreendido pelos demais. — Não quero acabar como o Coronel!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ramiro estalava a língua em desaprovação e ia até os barris, curioso, tentando abrí-los com as mãos nuas. Battos e Charlotte pareciam indecisos sobre como agir, olhando para a Major em busca de instruções. Não havia mais ninguém na caverna e o pequeno navio também parecia vazio.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ao passo que a ruiva pensava no que fazer, Ykeh trazia consigo o loiro, Matheus, que parecia meio indeciso de como proceder. — Ahn… Ela é… estranha. Muito leve, mas muito boa. Branca feito sal! — O nobre ria da comparação feita pelo pedreiro, comentando com uma voz cheia de escárnio: — Esses plebeus!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ignorando o nobre, o loiro continuava: — Lá da obra sumiu apenas uma escada, que eu me lembre. — Com uma ordem, o sargento levava-o até a porta do porão e apontava para os itens ao fim da escada. Matheus, ao ver a areia e as ferramentas, pareceu genuinamente surpreso.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Wow! O senhor Augustus estava realmente falando a verdade! — Nem o pedreiro e nem o sargento precisaram olhar para trás para sentir o nobre fuzilando o civil com os olhos. — Merda! Ah, que seja, não queria trabalhar para ele mesmo! — Matheus comentava baixinho para Calros.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ykeh, por sua vez, observava curioso por cima do ombro do sargento e complementava com sua voz enfadonha: — Olha, o martelo da casa nº 2, a serra da casa nº 7, a corda da casa nº8, a pá da casa nº… 4? Acho que foi a 4! E a janela da casa nº 9. Ahh… A janela está quebrada!

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