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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 [LB] O Florescer de Utopia

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MensagemAssunto: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia EmptyTer 14 Jan 2020, 18:13

[LB] O Florescer de Utopia

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro Calros Lazo. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia EmptyQua 15 Jan 2020, 13:22

Sargento
Posts em Utopia - 26
Com a aprovação do único menino que havia tentado algo no pique bandeira, acabava que pelo menos um deles era aprovado e eu também. - Bem... foi interessante fazer o teste. - Diria para Helena, que acabava me promovendo para sargento e me entregando várias medalhas diferentes, um sentimento ótimo de dever cumprido finalmente me atingia.

Das medalhas, a que me chamou mais a atenção foi a Ascendence, ajudei a capturar ou matar um pirata com mais de dez milhões e menos de vinte e cinco milhões de recompensa. Se com um pirata desse eu tive tanta dificuldade a ponto de desmaiar uma vez, imagino o que aconteceria comigo se eu fosse atrás do tal Big Bang Kid, que já possuía uma recompensa de pelo menos oitenta milhões de berries, ou fosse atrás daquele capitão de cinquenta e poucos milhões...

Balançaria um pouco a cabeça retirando esses pensamentos, foco no que estava acontecendo no momento era o melhor. - Obrigado. - Diria para Helena. Ainda me parecia rápido aquela promoção, havia virado marinheiro tinha o quê? Uma semana? Acho que a maior parte do meu tempo como marinheiro passei na viagem de Micqueot para Aracne Island.

- Ainda tenho muito a melhorar. - Diria lembrando da luta que havia tido, meu corpo ainda doía daquela batalha, não sei quanto tempo a dor dela se manteria, mas não poderia permitir que ela limitasse o que eu faria, precisava ajudar a restaurar Utopia. A cidade estava um caos por completo e só consegui ajudar na prisão de um grupo pirata.

Isso me lembrava que havia chegado até Utopia pelo dirigível de um outro grupo de piratas... e ainda não tive nenhuma notícia do que esse grupo pirata poderia estar fazendo naquela ilha. Abriria a minha mochila já comentando com Helena. - Eu vim para Utopia junto de um dirigível de um grupo pirata chamado Números que eu tinha que prender em Aracne. - Com a mochila aberta pegaria a carta que havia pegado no dirigível. - Acha que consigo permissão para tentar prender esse grupo antes que eles causem ainda mais confusão? - Diria mostrando a carta. - Ainda não li a carta, mas acho que vai dar alguma noção do que estavam tentando fazer ao vir por aqui. - Diria finalmente lendo a carta que havia conseguido a tanto tempo.

Não saberia que tipo de informação teria até finalmente ler a carta, mas se houvesse algum tipo de pista importante leria para Helena e perguntaria. - Acha que podemos pelo menos investigar para ir atrás deles? Eles são os responsáveis pela morte de vários dos meus amigos. - Ela era a minha superior ali, mas o desejo de prendê-los era muito forte, então não me preocuparia tanto em realmente indicar que queria fazer aquilo. Os Números causaram a morte de Marcela, que descobri ser minha irmã, a morte de Said, talvez a do tenente Elrick. Além de não saber o que havia acontecido com Yumi, a tenente Li e o agente Crow em Aracne.

Como independente de minha indicação ela poderia mandar eu fazer qualquer coisa, até alguma coisa que sargentos precisavam fazer, acabaria por ouvir qualquer tipo de ordem nova que ela pudesse me passar.


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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia EmptyQui 16 Jan 2020, 00:06

— N A R R A Ç Ã O —

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Hmmm... — Helena pensava, levando seu indicador aos lábios e olhando para o vasto céu estrelado. — Quem decide esse tipo de coisa é a Capitã Katt. — Ainda falando, começou a andar lentamente, subindo uma escada próxima e indo até uma mureta, onde se recostou com ambos os braços, estes cruzados, e deu um longo suspiro. — É tão cansativo ser tenente... — Dizia, mudando de assunto drasticamente.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Calros a seguia, meio incerto, enquanto buscava a carta em seus pertences e a abria. Levando em consideração tudo o que havia ocorrido até ali, não era surpresa ela estar amassada e levemente rasgada em um dos cantos, mas nenhuma palavra havia sido perdida. Segue a leitura feita pelo mais recente Sargento de Utopia:

Oito,

você está atrasado! Não preciso dizer o que o líder acha disso, não é? Nem o que ele fará se você o tirar do sério, ou será que preciso? O Quatro voltou a alguns dias e não foi bem recebido pelo Mestre! Me pergunto se ele não deveria ter continuado preso em um QG qualquer… Mas divago!

Onde está o tesouro que você e o número Dez foram atrás? O número Dois se colocou em apuros para conseguir aquele mapa, não faça o trabalho dele ter sido em vão! As Moedas são essenciais para a próxima etapa do grande plano. Tivemos algumas baixas, mas já concluímos mais da metade do necessário. Basta apenas encaixarmos mais algumas peças e peões e teremos tudo pronto para que o nosso querido líder consiga obter aquilo que deseja. Mas divago!

Soube que haviam alguns marinheiros tentando atrapalhar o nosso plano. Acha que o Governo já descobriu sobre nós? Isso seria um empecilho incômodo. Nosso Mestre lidaria com eles com maestria, mas seria interessante se os evitarmos até o fim. Uma pedra a menos em nossos sapatos. Mas divago!

Assim que seu treco voador (qual o nome mesmo?) voltar à terra, me responda! O Mestre está cada vez mais impaciente e minhas massagens já não bastam! A Missão deve prosseguir! Aqueles em Utopia devem se render ao poder do nosso líder! Já temos poder e dinheiro. Com o suporte destes nós estaremos a poucos passos da nossa missão suprema! Então, se apresse a faça o seu trabalho, miserável!

Atenciosamente,

Daquele que Divaga!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ao terminar de ler, o jovem buscava a sua superior e a via ainda olhando para além do QG. Se aproximando mais um pouco, ele também poderia ver o que atraía o olhar da ruiva: O iluminado e colorido Utoporto, cercado pelo vasto mar, escuro como piche. A jovem suspirava novamente, perdida em pensamentos.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Se você quer tanto ir atrás desses caras, eu falo com a Katt-chan! Se bem que, se há um grupo cometendo atrocidades por aí, duvido que ela deixe para lá. — A mulher endireitou a sua postura e deu dois tapinhas no rosto antes de se virar para o Sargento, pedir a carta com um movimento de mão e continuar.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Mas isso é para outro dia! Descanse, Sargento. Mostrarei a carta à Capitã Katt e ela deve investigar antes de tomar qualquer providência. Sua missão de amanhã já foi decidida! — Contava, embora mantesse o teor da missão em segredo. Esperaria pela continência do Sargento antes de se afastar e se embrenhar no QG, deixando Calros à sós para decidir o que fazer a seguir.

Legendas:
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  • Marine
  • Helena

Histórico:
 

Dados sobre o Grupo 'Os Números':
 

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia EmptyQui 16 Jan 2020, 04:24

Finalmente dormir
Posts em Utopia - 27
A carta era interessante... não foi escrita pelo número dois, quarto, oito ou dez. Claramente não havia sido escrita também pelo número zero, já que a pessoa comentava sobre o líder. E duvido que fosse escrita pelo número nove que era o agente infiltrado do governo, ou essa pessoa era um ótimo agente infiltrado. De qualquer forma, a pessoa que escreveu essa carta não sabia do número nove, ou essa carta é de antes de descobrirem a traição.

Independente disso, havia uma questão que era claramente principal para mim ali. Os Números queriam grana para executar algum tipo de plano maluco deles. Afinal queriam um tesouro... mas me pergunto se o fato da palavra “Moedas” ter sido escrito com a primeira letra maiúscula significava alguma coisa ou somente eu procurando por qualquer tipo de informação onde ela não existia... Os Números também eram colocados em maiúsculo, junto de Mestre, Governo, Utopia e até mesmo o termo Divaga no final indicando a própria pessoa que escrevia a carta. O termo Moedas seria claramente uma referência a uma pessoa para mim caso não existisse a palavra Missão com a primeira letra em maiúsculo.

“As Moedas são essenciais para a próxima etapa do grande plano.” Seria esse um novo grupo aliado dos Números? Se fosse esse o caso. “A Missão deve prosseguir!” Significaria algum outro codinome, ou seria simplesmente mesmo uma missão que eles fizeram? Aí para diferenciá-las das demais colocam ela como “A Missão” e isso é o suficiente para todos saberem do que se trata? Afinal, logo em seguida do termo A Missão ele escreveu missão suprema em minúsculo.

Isso tudo deixava meu cérebro um pouco em parafuso. Quanta coisa foi escrita em código ali e quanta não foi? A pessoa claramente tinha algum vício maluco na palavra divagar, ou seria algum tipo de código também? Se fosse eu não conseguiria deduzir por agora, e sinceramente, duvido que conseguiria algum dia com essa falta de informação que eu possuía.

A tenente Helena estava perdida em seus pensamentos, pela primeira vez eu a via de forma tão frágil, mas acho que era o normal ali, a situação do dia foi tão caótica, a cidade estava totalmente destruída basicamente, havia perdido um amigo provavelmente importante. Entregaria a carta para ela e comentaria. - Eu quero prender os Números, mas é claro que não podemos deixar um grupo cometendo atrocidades por aí. - Tentaria dar um sorriso para animá-la um pouco.

Mas com a carta em mãos ela me informava que falaria com a capitã e que eu já possuía uma missão esperando por mim no dia seguinte. Bateria continência e falaria em alto e bom tom. - Sim senhora! - Falaria deixando-a partir, olharia a minha volta. - Vamos indo Gwen. - Chamaria a minha aranha para ela se aproximar e subir no meu ombro como era de costume. Como entreguei todos os peixes que pesquei para ela não precisava me preocupar com a alimentação dela.

- Preciso aprender alguns truques para te ensinar. - Falaria já começando a andar na direção do quartel general. Eu não tinha um quarto, mas não me esqueceria do secretário loiro babaca que falara que eu podia dormir em qualquer lugar, claro que não o ouviria, mas dava vontade de me meter em problemas só para jogar a culpa nele depois. Enquanto procurava por uma secretaria começava a divagar. - Se aquele cara no North Blue conseguiu treinar um lobo a dar socos eu tenho que conseguir ensinar uma aranha a fazer algumas coisas após um treinamento. - Falaria com ela, ou seja, falaria sozinho apesar dela me entender nem que fosse minimamente. - Não vou pedir para você lutar comigo, você é bem pequena, e bem frágil perto do que suas irmãs eram em Aracne. E mesmo assim, uma aranha não foi feita para lutar igual um lobo. - Ok, um lobo também não luta normalmente, mas para mim era mais fácil imaginar um quadrupede lutando do que uma aranha. - Vou só treiná-la para me ajudar a restringir meus inimigos com teias ou coisas do tipo, afinal, já percebi que estou longe de ser rápido infelizmente.

Quando chegasse na secretaria comum do quartel general, e não para aquele secretário exclusivo da capitã Katt, perguntaria. - Olá, eu sou marinheiro Calros Lazo. - Diria mostrando as minhas medalhas para a pessoa que estivesse por ali para demonstrar que era da marinha. - Acabei de realizar meu teste de sargento com a tenente Helena e participei de uma missão mais cedo com a capitã Katt... - Diria explicando um pouco da minha situação. - Eu não tenho um quarto, como vou ficar por aqui acho que vou acabar precisando de um. Podem me arranjar? - Pediria, torcendo para não receber o quarto que pertencia a Noxus, isso seria para acabar de vez com meu dia.

Com um quarto, iria para ele com alguma possível indicação de como chegar lá pelo(a) secretário(a). Se ao abrir o quarto visse que era um cômodo individual ou que somente eu acabaria por dormir nele, não pensaria duas vezes, fecharia a porta, a trancaria e simplesmente desmaiaria na cama de cansaço. No entanto, se houvesse outra pessoa nele, começaria de forma educada, se a pessoa estivesse acordada é claro. - Olá, me chamo Calros. Serei seu novo colega de quarto. - Diria procurando pelo que seria a minha cama. - Não precisa se preocupar com Gwen. - Falaria apontando para a minha aranha. - Ela está muito bem alimentada, e não acho que seria capaz de te machucar de qualquer forma. - Lembraria um pouco de quando conheci Said, quem sabe não surgiria uma boa amizade disso também. De qualquer forma, indicaria que iria dormir, estava morto de cansaço com aquele dia, no começo do dia eu estava no dirigível vindo de Aracne. Não sabia que um dia podia ser tão longo.

Quando acordasse no dia seguinte, iria procurar por algum banheiro onde poderia tomar um banho, precisaria comprar escovas de dentes também se é que não existisse algum kit que era distribuído por aí no quartel general da marinha. Iria deixar Gwen no meu quarto quando fosse tomar meu café da manhã, pois lembro que ela não chamou as atenções de forma positiva quando fui ao cômodo restaurante no dia anterior, e depois de tudo, já tendo ido pegar Gwen de volta, procuraria por Helena ou pela capitã Katt, quem achasse primeiro. - Bom dia. - Diria. - Imagino que temos muitas coisas que precisam ser feitas. - Diria indicando que gostaria de receber a minha próxima missão.


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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia EmptyQui 16 Jan 2020, 22:27

— N A R R A Ç Ã O —

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Calros se perdia em pensamentos — Ou, assim como o autor da carta, divagava! — sobre as informações adquiridas. Muitas das suas suposições eram corretas, mas não todas! E, obviamente, ele só conseguiria descobrir onde havia acertado com o passar do tempo, conforme a sua busca prosseguisse rumo ao fim daquela organização criminosa. Ou ao seu fim...

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Cansado, escolheu encerrar aquele dia ao invés de aproveitá-lo mais um pouco, passando rapidamente pela secretaria do quartel antes de se dirigir a um quarto com duas beliches, destinado aos sargentos. Para a sorte do marinheiro, ele era o primeiro Sargento alocado ali e, portanto, o quarto seria só dele, por enquanto. Escolhendo a sua cama, jogou-se nela e apagou logo em seguida, enquanto Gwen usava de suas teias para se mover até outra cama e dormir confortavelmente naquela imensidão branca, toda para si.

Gwen:
 

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A noite foi curta e turbulenta, com o marinheiro tendo sonhos conturbados após tantos ocorridos em apenas um dia em Utopia. Acordou com os primeiros raios de sol que atravessaram a grande janela, acertando a região dos seus olhos como se fosse algo proposital da arquitetura daquele quarto. Se ao menos tivesse fechado as cortinas...

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Gwen, por outro lado, parecia confortável com o leve calor que a cobria e permaneceu imóvel e sossegada enquanto o jovem Lazo se preocupava com suas higienes e sua refeição matinal. Depois, com o marinheiro alimentado e a aranha fazendo um furo de alguns milímetros no seu uniforme — talvez como uma reprimenda por seu dono não ter lhe trazido comida! —, a dupla seguiu em busca de um superior, encontrando Helena — e quase se esbarrando na mesma! — a alguns metros da sala da capitã Katt.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ohhh! — Exclamou, colocando as mãos no peito do marine, como que por impulso, impedindo que o choque entre eles ocorresse de fato. — Malditos corredores em noventa graus! — Ralhou baixinho, enquanto abaixava as mãos e se afastava um passo de Calros, levemente ruborizada. — Acabei de sair da sala da capitã, estava a sua procura mesmo!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Com uma voz suave, alisando uma mão com a outra e olhando para baixo ocasionalmente, mal dava para notar que já era uma Tenente em exercício! — Sua missão é a Proteção da Rua dos Alfeneiros. Você terá dois soldados para lhe auxiliar, os quais já estão lá desde o raiar do sol.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Com um movimento de mão, a mulher indicava para que Calros a seguisse e se dirigia as escadas, indo até o telhado do QG, onde tinham uma visão privilegiada da cidade de Utopia. Apontando para o subúrbio leste da cidade, dizia: — Vê aquela casa destruída? — Embora pequena devido a distância, era possível ver uma casa de dois andares em péssimo estado. Na verdade, no momento era possível a considerar como uma casa de um andar e meio.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Durante as últimas semanas, houve muita confusão aqui em Utopia e, boa parte das casas daquela rua foram destruídas. A maioria dos moradores culpam a marinha, alegando que não fizemos nosso trabalho direito e tal. — Suspirando, se apoiava no muro, olhando para baixo, onde algumas dezenas de marinheiros treinavam seus corpos com corridas e demais exercícios aeróbicos.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Além disso, tivemos relatos de ferramentas e materiais de construção desaparecendo. Um morador culpou outro no meio da rua e uma confusão começou. Agora, além de nos culparem, eles estão se voltando contra eles mesmo e a Katt-chan tem medo disso se tornar algo incontrolável. — Deixando de olhar para aqueles que treinavam, a tenente se virou e voltou a olhar o sargento nos olhos.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Resumindo, se conseguir prender o ladrão, ótimo. Mas sua real missão é acalmar os moradores e evitar que algo pior aconteça. Você ficará lá até o anoitecer. Ao voltar, me procure, estarei esperando por um relatório sobre tudo o que julgar importante e sobre quais devem ser nossas próximas ações, na sua opinião. — Após um segundo calada, disparou: — E só use a força em último caso, pelo amor de Yanagi!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Sem mais, a mulher atravessou o espaço aberto e chegou a porta que levava de volta as escadas. Antes da porta fechar, a ruiva a parou com a mão e voltou a olhar para o sargento. — Aliás, nunca vi a Katt-chan tão animada como quando a entreguei aquela carta mais cedo. — Sua expressão era um misto de incerteza e espanto. — Aquele sorriso que ela deu... — Tremendo de frio — Ou seria outra coisa? —, a ruiva deu de ombros e entrou no QG, deixando a porta bater às suas costas.

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia EmptySex 17 Jan 2020, 03:18

Primeira missão como sargento
Posts em Utopia - 28
Consegui dormir finalmente, não fora a melhor das noites dormidas, acho que era impossível depois de tudo que ocorrera naquele dia, mas só de dormir já era um grande avanço. Meu corpo precisava do descanso e agora parecia pronto para mais uma rodada de o que quer que Utopia jogasse contra mim. Bom, torcia para que sim, meta do dia era não desmaiar, isso parecia ocorrer bastante ultimamente.

E o começo do dia passou tranquilo, conseguia me higienizar, comer, ver Gwen reclamar que eu não havia dado comida para ela. - Mas e todo o peixe que eu te dei ontem? - Indagaria quando visse que a aranha furasse minha blusa, não era possível que ela realmente havia devorado aquilo tudo durante uma noite. - Depois tento achar algo para você. - Falaria ainda em caminho do escritório de Katt.

Nesse caminho acabei trombando com Helena. Quem diria que seria tão fácil? Agora que a situação era bem diferente da do dia anterior, começava a enxergá-la com olhos diferentes, ela parecia bem mais frágil que ontem. Bem, eu estava todo detonado, certeza que qualquer um parecia mais forte ontem do que realmente era... aquele pirata mesmo nem parecia desse mundo.

A tenente me levava para o telhado e apontava para o meu objetivo enquanto explicava tudo que eu deveria fazer. Não era de admirar que a marinha estivesse em xeque, a ilha estava um caos, havia muita coisa a ser feita e qualquer ação pequena que eu conseguisse realizar já ajudaria no trabalho da marinha. - Farei o possível para resolver isso hoje. - Falaria, indicando que tentaria sim resolver aquele mistério do ladrão. E para tranquilizar um pouco Helena comentaria também. - Meu corpo precisa de descanso, não quero nem pensar em ter que usar força. - Minhas mãos iriam para cima um pouco, como se houvesse sido pego em algum crime.

Enquanto ela se despedia me informava também que a capitã Katt parecia feliz com o conteúdo da carta. Parecia algo interessante, isso atiçava a minha mente querendo ir até a capitã e indagar sobre como poderia ajudar a prender aqueles piratas, mas sacudiria a cabeça, precisava me focar na missão, menor, ok, mas ainda importante que precisava cumprir no momento.

Desceria as escadas e partiria em direção à Rua dos Alfeneiros, tentaria seguir o máximo que fosse possível com a minha memória da cidade vista de cima. Caso conseguisse assim chegar até a rua, ótimo, caso não, acabaria perguntando para qualquer pessoa que passasse por perto. - Com licença, saberia me informar o caminho para a Rua dos Alfeneiros? - E perguntaria isso quantas vezes fosse necessário até realmente achar a rua. Afinal, digamos que estava me acostumando com pessoas correndo de mim por ter uma aranha maior que a minha cabeça em cima do meu ombro, provavelmente teria que perguntar para várias pessoas até alguma responder.

Quando chegasse na tal rua que meu trabalho realmente começava. Uma coisa interessante é que eu não possuía nenhuma indicação de que era sargento, então não sei como os recrutas iriam me tratar, mas fazer o quê se só havia pensado nisso naquele momento.

A primeira coisa que me vinha a mente era o controle da situação. Já existiam dois marinheiros por ali, procuraria pelos dois por toda a rua. Se algum civil tentasse me parar e não fosse algum tipo de urgência, comentaria da forma mais educada que fosse possível. - Daqui a pouco eu irei checar, acabei de chegar, preciso me informar com os dois marinheiros antes de começar qualquer investigação. - E então seguiria na minha busca. Caso fosse uma urgência, bem, dependeria da urgência para eu saber o que fazer.

Ao encontrar os marinheiros observaria como eram, que tipos de armas possuíam e então me apresentaria. - Olá, sou o sargento Calros. Não cheguei a mudar a minha vestimenta ainda ou qualquer coisa do tipo, então vou ter que pedir que confiem na minha palavra por enquanto. - Só de falar isso já soaria estranho para mim, não parecia nada confiável. - Estou encarregado de cuidar dessa rua junto de vocês e se possível resolvermos o mistério do tal ladrão. Então apresentem-se por favor. - Completaria. Eu não era muito de liderar, mas era algo que acabaria fazendo de qualquer forma, então era bom que pelo menos tentasse me acostumar com a situação.

Com o término das apresentações poderíamos passar para a próxima etapa. - O que podem me informar do tal ladrão e dos moradores da rua? - Perguntaria olhando para o estado da rua, tentando ver como os moradores estavam andando e se portando. Se os marinheiros estavam indicando alguma região específica ou alguma pessoa específica. Não é como se eles estivessem lá a muito mais tempo que eu, mas seria bom pegar qualquer informação com eles antes de ir falar com os civis por conta própria.

Quando eles terminassem, iria me aproximar dos civis e chamar os dois que haviam iniciado a discussão de acusado e acusador. - Vamos lá, fiquei sabendo que um de vocês acusou outro de ter roubado ferramentas. Poderiam os dois virem aqui por favor. - E então esperaria algum sinal de quem era quem. Olharia para o acusador na ocasião. - Vamos começar com você. O que sumiu? Como sumiu? Que horas? E por que você acha que foi ele(a)? - Indagaria e ouviria tudo indicando com a mão para o(a) outro(a) civil não ficar exaltado com a situação e esperar o acusador terminar. - E qual a defesa? - Perguntaria no tom mais calmo possível, deixando claro que não achava que a pessoa era realmente culpada naquele momento.

Basicamente precisava de informação para realmente começar a busca pelo culpado, sem informação seria quase que um tiro no escuro, talvez um jogo de blefes bem pensado durante o dia, mas para isso precisava observar um pouco os civis ali e ver como tudo ia se desenrolar nesse começo.

Claro que isso tudo não seria feito se caso eu chegasse lá estivesse ocorrendo algum tipo de ataque de um civil contra outro, onde logo tentaria separá-los. Veria quem estava atacando quem, ou se os dois lados estivessem atacando, quem estava na vantagem e tentaria segurar o atacante a força e levá-lo para longe do outro civil.


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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia EmptySex 17 Jan 2020, 23:35

— N A R R A Ç Ã O —

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O Sargento andava pelas ruas de Utopia e, apesar do caos recente, tudo parecia tranquilo. Ainda que tenha acordado a uma hora ou mais, era bem cedo e a maioria das pessoas dormiam, os comércios ainda estavam fechados e os poucos transeuntes ainda estavam sonolentos a ponto de sequer reparar na pequena Gwen.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O céu possuía poucas nuvens, mas a temperatura era amena, com uma brisa suave dando uma sensação térmica mais baixa. Durante sua caminhada, o sargento viu meia dúzia de desabrigados encolhidos em becos escuros, cobertos com mantos pútridos e rasgados, tentando evitar o frio matutino da melhor forma que podiam.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Quando próximo ao seu destino, começou a ouvir um som de batida, algo como um martelo em um prego ou similar. Um mendigo velho, grisalho, barbudo e fedorento passou pelo marinheiro, se afastando do barulho e resmungando baixinho.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A rua possuía dez casas, cinco de cada lado, e, embora todas estivessem danificadas em diferentes graus, era óbvio, até mesmo para o inocente pescador, que pessoas ricas moravam ali. As casas não eram apenas grandes, mas cada uma possuía uma espécie de tema diferente, com cores bem vivas e detalhes suntuosos. Em três delas, aquelas com as paredes destruídas, era possível ver móveis e utensílios que brilhavam, mesmo com a tênue luz matinal. Madeira de qualidade, metal de qualidade, tecido de qualidade…

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Na casa mais destruída, que por sinal era a indicada por Helena, haviam três homens magros, mas de músculos bem definidos. Um deles usava uma pá para preparar uma massa viscosa e acinzentada, enquanto outro carregava pedras e parte dessa massa para um terceiro, que reconstruía a parede externa do primeiro andar. Um quarto homem, ricamente vestido, vistoriava a obra.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Além destes, haviam os dois soldados citados por Helena: Um homem portando uma lança e uma mulher portando um rifle, cada qual num extremo da rua. Ambos deveriam ter cerca de vinte anos e pareciam conversar entre si através de gestos com as mãos. Calros chegou à rua pelo lado em que a mulher estava. Ela ria quando o outro marinheiro, uns 100m além, gesticulou para que ela olhasse para trás.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O Sargento ainda usava as vestes de Soldado e pensou que os dois soldados desconhecidos não o reconheceriam. No entanto, suas quatro medalhas atraíram o olhar da atiradora, que conseguiu deduzir o resto antes mesmo do boxeador abrir sua boca, batendo continência antes de dizer:

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Oh! Sargento Lazo! Prazer em conh—HWAAAH! — Finalmente tirando os olhos das medalhas e vendo Gwen, a mulher dava um pulo para trás, de olhos esbugalhados, girando seu rifle nas mãos em direção ao inofensivo animal. — CUIDADO, UM MONSTRO! — Talvez devido ao susto, o pesado rifle escorregou de suas mãos e caiu, girando inofensivamente até os pés do Sargento.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Haw! — Cumprimentou o animal. A mulher, horrorizada, correu gritando em puro desespero. Nesse momento, todos os demais presentes já haviam notado a aparição nada discreta do sargento e de sua fiel escudeira, embora parecessem indecisos se deveriam se aproximar ou fugir. O outro soldado corria em auxílio à sua companheira, de lança em punhos.

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia EmptySab 18 Jan 2020, 16:57

Rua de rico
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Aquilo me divertia. Eu gostei de ser reconhecido de alguma forma, mas a reação da marinheira era engraçada. Faria um sinal de pare com a mão deles e falaria em alto e bom tom. - Gwen é minha amiga. - Eu daria uma pausa sorrindo um pouco. - Sério, a capitã Katt anda com um leão por aí e vocês se espantam com uma aranha no meu ombro? - Indagaria tentando imaginar como aquilo era possível, o leão era absurdamente mais assustador que Gwen.

Apesar da missão, minha prioridade ali era a proteção da coitada. Desde que está comigo a coitada não fez mal nem mesmo a uma mosca, mas o povo parece tem um medo absurdo mesmo assim. Se alguém atacasse ela, tentaria me colocar entre o golpe de qualquer forma. - Pode ir parando por aí. - Não me importaria com o dano que tomaria, ninguém poderia bater em Gwen.

Imagino que alguma hora o povo pararia com aquele medo retardado, o medo mais instintivo, e finalmente poderiam se aproximar para conversar. Enquanto isso observaria a rua. Ela era curta, o que provavelmente facilitava o serviço? Esperava que sim, mas pelo tamanho das casas percebia que também não era tão simples quanto poderia parecer. Claramente o povo ali era rico e não conseguia imaginar porque pessoas ricas ficariam tão bravas com material de construção roubado e algumas ferramentas roubadas. Ferramentas são coisas tão simples de se conseguir que até mesmo os soldados da marinha conseguiriam comprar com o salário que recebiam.

Bem, independente disso, ainda era um crime roubar qualquer coisa, então obviamente que precisava resolver aquilo tudo. - Bem, sou o sargento Lazo como ela falou. Mas poderiam se apresentar por favor? - Falaria para o lanceiro principalmente, que parecia nesse começo bem mais calmo que a atiradora.

Após as apresentações acabaria por perguntar o que já queria saber. - E então, o que podem me contar do caso todo que está ocorrendo aqui?   - Perguntaria para o lanceiro principalmente se a menina não houvesse se acalmado. Esperando algo como nomes ou pelo menos apontadas de dedos para as casas dos civis que começaram a discussão em escala maior. Isso sem contar que algo ali não me soava normal na história toda.

Quando eles terminassem, eu indagaria. - Eles só falaram de roubo de ferramentas e materiais... mesmo possuindo casas desse tamanho? Mais nada foi roubado? - Isso me parecia muito impossível. - Tudo bem que provavelmente vários pertences foram destruídos durante toda a confusão na ilha, mas a pessoa está literalmente roubando só as ferramentas e materiais? - Era aquela pergunta mais de confirmação, que não necessariamente eles precisariam responder.

Com a resposta da primeira pergunta olharia para os civis construtores e paras as casas que os possíveis dedos foram apontados. Após isso, voltaria a atenção para os trabalhadores vendo como estavam, se estavam nervosos, muito cansados ou qualquer coisa do tipo. Se estivessem claramente cansados, me aproximaria, quando qualquer um deles olhasse para mim, indicaria e jogaria a minha garrafa de água para eles. - Depois eu trago mais para vocês. - Falaria num tom mais amistoso, não só por pena pela situação em que se encontravam, provavelmente tiveram as próprias casas destruídas também, como por imaginar alguma coisa simples provinda do mais puro preconceito. Se só material de construção foi roubado, provavelmente isso era oriundo de uma boa pessoa que no momento do desespero não possuía alternativa além de roubar de seu patrão para reconstruir a própria casa. E isso claro, fazia o óbvio surgir a minha mente. No entanto, não sairia imediatamente, mas já tinha uma ideia de como andariam os próximos passos que daria. - E o senhor? O que pode me contar da situação na rua? - Falaria de forma educada e animada, mas imagino que a resposta viria de forma bem má educada pelo jeito que Helena havia comentado que estava a situação.

Se ele fosse bem mal-educado, eu o interromperia. - Sabe que você não vai ganhar nada comigo sendo mal-educado dessa forma, não é? - O modo de falar seria bem irônico, ele sendo grosseiro sem motivo faria com que o visse mais de forma vilanesca do que como um mero civil. - Melhor assim, não acha? - Diria se ele acalmasse o tom de voz e começasse a falar de forma mais calma.

Caso ele fosse educado, ou ficasse educado, ouviria o que ele tinha a dizer. - Sabe me dizer se só os materiais de construção e ferramentas que foram roubados? - Precisava me certificar que o meu pensamento inicial havia sido correto.  - Obrigado pelas informações. - Diria já me afastando dele e voltando para o lado dos soldados.

- Nome dos dois marinheiros continuem vigiando por alguns minutos, que tive uma ideia. - Falaria num tom mais baixo para eles. Começaria a me afastar da rua pela mesma direção de onde havia vindo.

Voltaria para onde vira o mendigo. Ouvira o barulho de batidas, como pregos, mas não havia ninguém fazendo isso na rua. Quando chegasse no ponto onde poderia ouvir, procuraria por ambos, a fonte do som e o mendigo, dando prioridade para a fonte do som. Seria assim tão fácil o caso, ou eu estava sendo muito ingênuo?


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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia EmptySab 18 Jan 2020, 23:09

— N A R R A Ç Ã O —

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O lanceiro parava a cerca de vinte metros do sargento, indeciso sobre como agir, enquanto a mulher se escondia atrás dele. Calros se comparava a Capitã Katt e a mulher prontamente respondia:

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]É igualzinho! Tenho certeza que deve haver 30 espécies diferentes de leões venenosos! — Gritou, tremendo dos pés a cabeça. O boxeador podia começar a notar que o medo da mulher talvez fosse algo mais intrínseco, como uma fobia ou algo do gênero.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Nesse momento, os demais presentes já tinham uma ideia melhor do que havia ocorrido e se aproximavam para falar com o líder daquela missão. O soldado segurava a sua lança apontada para o céu, sem nenhum indício de agressividade. A mulher foi a única que manteve distância, olhando ocasionalmente para o seu rifle aos pés do sargento e tremendo sempre que olhava para Gwen. A aranha, por sua vez, permanecia em paz no ombro do pescador.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Hmpf… Esses são os marinheiros que deveriam nos proteger? — Bufou o homem ricamente vestido, falando baixinho para os construtores ouvirem, mas o sargento não. Uma pena que ele também ouviu!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Prazer, senhor! Sou Ykeh, vim do North Blue e cheguei em Utopia a poucos dias, prazer em conhecê-lo. — Apesar da apresentação bem elaborada, sua voz era monótona, como se estivesse repetindo um texto decorado, completamente sem emoção. — Perdoe à Susan, ela tem medo de aranhas.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Sério?! — Bufou o nobre, rindo de desdém. — Ainda bem que ela tem medo de aranhas, e não de piratas, não é mesmo? Ou estariamos perdidos! — Riu mais uma vez, levando às costas das mãos a boca, como que para esconder o sorriso.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Os trabalhadores não pareciam contentes com o nobre e ignoraram seus comentários completamente. Houve uma rápida troca de olhares entre o mais forte, com a pá, e o baixinho de expressão irritada, com um leve aceno do segundo antes do primeiro começar a falar.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Prazer, sargento Lazo. Sou Pedro e estes são Jorge, meu pai, e Matheus, meu filho. Somos meros construtores. — Apesar de seu tamanho e porte físico, sua voz era carismática. Por fim, apontou para o nobre e, após uma breve careta de desprezo, concluiu: — E este é Augustus.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Augustus Kira Clover XIII, descendente em oitavo grau do tenryuubito Chaerles, o Grande! — Corrigiu o nobre, estufando a sua Grande barriga em orgulho, pois não conseguia estufar o peito!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ao se dirigir ao soldado, os construtores humildemente voltavam aos seus serviços, enquanto que o nobre resmungava baixinho, desta vez de forma inaudível para o sargento, e se afastava. Ykeh esperava que os demais se afastassem antes de começar seu breve relatório.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Augustus foi quem começou essa confusão, acusando seu vizinho de roubar materiais da sua obra. — O dedo do soldado apontou a casa à direita, coincidentemente uma das menos destruída das dez. Uma olhada rápida permitiu ao sargento ver apenas dois furos de bala e uma janela quebrada. — Depois disso, outros começaram a reportar furtos em suas residências, apontando culpados, mas sem nenhuma prova. Um disse-me-disse sem sentido! — Desabafou, embora sua voz permanecesse tão maçante quanto antes.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Sim, principalmente itens relacionados à obras. Areia, pedras, uma pá, uma escada, cordas... — Enumerou de olhos baixos, tentando buscar em sua memória todas as reclamações e acusações feitas pelos moradores.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Calros mudava o seu foco, indo até os civis e os observando. Pai e filho pareciam contentes, até, apesar do trabalho árduo. O velho, mal humorado, reconstruía a parede sem ânimo. O sargento, tentando realizar uma boa ação, arremessava sua garrafa d'água para o velho. O que ele não imaginava era a indignação do velho ao receber aquilo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Desgraçado! Está pensando que sou um velho indefeso? Que preciso da sua boa vontade par— Tampando a boca do seu avô, Matheus o levava para dentro da casa e para longe do marine, sorrindo sem jeito. Enquanto isso, o velho esperneava nos braços fortes do seu neto, tentando em vão se soltar para conseguir respirar reclamar ainda mais.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Depois do fiasco, Lazo mudava seu foco para o nobre, que bufava em desaprovação. — Para quantos mais vou precisar dizer? Este patife... — Disse apontando para a mesma casa apontada pelo soldado anteriormente. — Roubou minha escada! E depois minha areia! — Lazo tentava confirmar a natureza dos furtos e o nobre se indignava: — Só? Só? Sabe quantos milhões de berries custou um carregamento de areia vindo direto da ilha dos tritões… Garoto? — Apesar do adjetivo comum, havia tanto desdém na voz do nobre que a palavra soou quase como um insulto. — Ele roubou de pura inveja! Inveja, eu digo!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Após ouvir o nobre, o recém promovido sargento resolvia tomar uma última ação. Ykeh batia continência, pegando o rifle da mulher e levando até ela. Os dois conversavam brevemente e trocavam de postos, com a mulher se afastando o máximo possível da inofensiva — ou talvez, nem tanto! — Gwen.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Quando já no fim da rua, com Ykeh a poucos passos para trás, o barulho de metal soou novamente e atraiu a atenção do marine. A primeira casa da rua, à esquerda, estava completamente intacta, sem sequer um arranhão em sua estrutura. Até mesmo o jardim à frente estava em perfeitas condições. Na varanda da casa havia um homem magrelo de vestes brancas, tentando pregar um prego ao lado da porta de entrada. Aos seus pés, um quadro e um martelo menor. Seu esforço parecia infrutífero.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Este é Okabe, um cientista. Ele não relatou nenhum furto e nenhum dos nobres o acusou. É quase como se ele nem existisse... — Ykeh comentou baixinho.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Com isto o Sargento teria todas as informações à disposição ou seria apenas o início de uma enigmática investigação?

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Construtor 1:
 

Construtor 2:
 

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia   [LB] O Florescer de Utopia EmptyDom 19 Jan 2020, 01:33

Ilha dos tritões?
Posts em Utopia - 30
Sorrindo com a resposta da menina, responderia. - Leões são tão mais assustadores e fortes que nem precisam de veneno. - Mas depois de um tempo ouvi do soldado Ykeh que Susan tinha medo de aranhas. Ignorando o babaca do rico ali, respondia rapidamente. - Eu também sou do North Blue, podemos conversar mais depois que resolvermos o problema por aqui.

Os pedreiros pareciam legais, uma família unida no trabalho, lembrava um pouco a minha. E como poderia ser a minha futura família também... não precisava pensar nisso agora. Já o rico, bem não era só rico, era um descendente daqueles tais tenryubitos. Reis do mundo, coisa do tipo né? Não lembro direito quem eles eram, mas pelo visto são bem exibidos para um oitavo descendente se achar só por ser um oitavo descendente.

Independente disso, acabava entendendo que realmente eram itens de construção, provando um pouco o meu ponto, mas precisava de um pouco mais de informação. Indo até os pedreiros era xingado pelo Jorge, mas não me importava muito, deixaria a garrafa com eles de qualquer forma e traria mais depois. Já Augustus comentava mais da situação. Ele até ajudava no ponto que eu tinha imaginado quanto a material de construção.

Só que esse pensamento simplesmente sumia da minha mente por um instante quando Augustus comentou uma ilha em particular, ilha dos tritões. Eu acho que já tinha ouvido falar dela, como uma lenda, talvez? Não sei, poderia ser a minha mente tentando pregar peças nela mesma. Independente disso, era uma informação interessante lembrar dela ou descobrir que havia uma. Sentia um arrepio percorrendo meu corpo, qual era a chance de Himeriko estar por lá? A capitã Katt não sabia dele e nunca na verdade havia ouvido falar dele, pelo jeito que o babaca do Augustus falou, a ilha dos tritões parecia algo de difícil acesso, talvez por isso que não possuíamos informação dessa ilha. Era algo tão óbvio pensar que um meio-tritão poderia ir para a ilha dos tritões que me sentia um retardado pela simples falta de informação que me afligia a todo o momento na Grand Line. Teria que passar vários dias simplesmente lendo jornais para me atualizar.

Só que isso teria que ficar para o futuro, pois no momento precisava resolver aquele caso estranho da areia que provavelmente custara mais do que meus pais viram a vida toda. Augustus acusava um cara que sinceramente não fazia o menor sentido de acusar pelo que eu percebia. E digo isso mesmo sem ter conhecido a pessoa ainda, o vizinho estava com a casa basicamente intacta. Roubar isso para quê? Só por inveja? Bom, não vou falar que era impossível, mas era uma opção bem estranha.

Por isso, no primeiro momento seguia com meu plano e ia a procura da fonte do barulho, o que resultou numa busca bem chata e fácil. A casa dessa pessoa estava ainda mais intacta do que a do vizinho acusado e aquele homem tentava simplesmente pregar um quadro. Ykeh me passava a informação daquela pessoa e isso me parecia uma situação interessante. Bateria com os nós dos dedos na superfície mais próxima para chamar sua atenção. - Olá. Okabe, não é? - Diria demonstrando que já “o conhecia” e estava ali por algum motivo oficial. - Sou o Sargento Lazo e este é o soldado Ykeh. - Diria me apresentando com meu sobrenome, nunca tinha pensado nisso, mas Susan já me conhecia por esse nome, então imagino que seja o mais normal.

Quando Okabe olhasse para gente ou desse qualquer sinal de que estava nos ouvindo, faria um sinal para o soldado Ykhe pegar o quadro e pediria com gestos o martelo dele, sinalizando que eu pregá-lo-ia na parede para ele. - Estou investigando o sumiço de material de construção aqui na rua dos Alfeneiros. - Diria pregando o quadro na parede no ponto que o civil desejava - Gostaria de saber se você sabe de alguma coisa sobre esse infortúnio. - Falaria devolvendo o martelo para ele. Um homem que é “quase como se ele nem existisse” era perfeito para ver alguma coisa sem que os outros soubessem. Ou fazer alguma coisa sem que os outros soubessem, mas preferia pensar que a primeira opção era mais possível. Quer ele fosse de alguma ajuda ou não, falaria. - Bem, muito obrigado de qualquer forma. Nós estaremos na rua o dia inteiro, se lembrar de alguma coisa informe por favor. - Diria, sinalizando para Ykhe para irmos embora, antes daria uma olhada no quadro pregado, para ver se havia ficado bom onde o colocamos.

Saindo de perto da casa, continuava andando, agora na direção do vizinho de Augustus. No meio do caminho conversaria um pouco com o soldado. - Você é de onde lá do North blue? Eu sou de Micqueot, em Budou Island. - Diria ficando um pouco nostálgico. Após ele responder, acabaria comentando. - Não era muito de dar ordens lá, então ainda não estou muito acostumado a dá-las. - E realmente era estranho ser o homem em comando ali. - Então sinta-se à vontade de falar alguma coisa se lhe parecer completamente maluquice minha. - Complementaria, eu gostava de ter liberdade para ir contra algumas ordens, no mar isso poderia me salvar, então havia me acostumado a isso.

Quando chegasse na casa do vizinho, perguntaria o nome dele para o Ykeh antes de bater na porta. Após a resposta, bateria na porta e esperaria a pessoa aparecer. - Olá. Sou o sargento Lazo. - Diria para a pessoa. - Sei que você já deve saber o motivo de eu estar batendo, meio que burocracia. - Eu respiraria fundo e soltaria o ar quase todo de uma vez, demonstrando que não queria falar aquilo. - Nós podemos entrar - nome da pessoa -? Se eu checar a sua casa, por mais desconfortável que seja, podemos mostrar para Augustus que ele está errado. - Jogaria verde, como a pessoa aparentemente não gostava do descendente de tenryubito, a bem da verdade eu também não fui muito fã, e assim me parecia o meio mais fácil de acalmar os ânimos de Augustus e poder então concentrar em outros possíveis candidatos.


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