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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Conto I: O que Dizem as Raposas?

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Conto I: O que Dizem as Raposas?   Conto I: O que Dizem as Raposas? EmptySab 11 Jan 2020, 17:22

Conto I: O que Dizem as Raposas?

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Gale. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Conto I: O que Dizem as Raposas?   Conto I: O que Dizem as Raposas? EmptyTer 14 Jan 2020, 02:24

O Que Dizem as Raposas?
Miau?.


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Diabo, eu realmente não comecei o dia com o pé direito. Digo, sei que não deveria estar puto assim — ter sobrevivido a um naufrágio numa tempestade já foi algo tão fortuno que eu nem sequer me sentia merecedor — mas… perdi toda a grana guardada, minhas roupas e meu arco, terei que fazer um recomeço aqui praticamente. Bem, merdas acontecem, não tá na hora de bolar por isso, tá na hora arrumar um trampo e meter o pé daqui. Aliás, tocando nesse ponto… caralho, onde eu tô? Não me leva a mal, não é que eu seja uma pessoa cheia de incertezas e inquietações, mas acabei engolir seco e não senti um mísero gostinho de nicotina. Então, posso não TER essas características, mas tô certo que SINTO elas agora. “Por que me esfaqueias, abstinência?”. Uma dessas inquietações é que estou em uma ilha completamente nova, sem conhecidos ou ferramentas pra me virar, tenho que — literalmente — me defender com unhas e dentes casa dê merda ou eu precise comer. “pior que isso só com um pedaço de madeira enfiado na minha bund-”, por desencargo de consciência, passaria minhas mãos pelo corpo, só pra garantir mesmo. “S-Sei lá, vai que”.

Dando dois tapas em meu rosto com a mão direita, tentava me recompor e enfim daria uma olhada na área ao meu redor para achar um caminho até uma cidade ou vila próxima, seguindo-o caso conseguisse. Reconheço que fico um pouco… instável quando tô sem cigarros na boca — a primeira impressão com algum olheiro para trabalhos pode não ser das melhores — mas isso é só mais uma motivação para ir logo até a merda de um bar, arrumar um trampo e comprar logo 5 maços. Aliás, sinceramente? Fiquei tanto tempo contemplando a desgraça que fiz ao meter meu botezinho mixuruca em uma tempestade em alto mar que nem sequer reparei se já não estava em uma cidade.

Já estando, ou chegando apenas depois, em uma, daria uma volta pelo local, tomando uma noção do tipo de ilha que estava e já procurando o ambiente mais parecido com uma taverna. Aliás, certamente que minhas orelhas e minha cauda estão caídas feito mangote de idoso, mas eu fico mais grilado do que eu já tô se forçar elas a se levantarem. De qualquer jeito, entraria no local estipulado assim que o encontrasse e já partiria direto para o balcão, dane-se qualquer outra coisa, por hora, preciso fumar

— Faz favor e descola um maço de cigarro mais uma caixa de fósforos, valeu —

Diria meio apreensivo enquanto apoiava o cotovelo esquerdo sob o balcão e puxava 15 mil verdinhas do bolso, já colocando-as na mesa

— Isso deve dar —

No máximo, daria mais 5 mil berries a contragosto, mas definitivamente me lembraria da cara do infeliz que possuísse a coragem de extorquir um dependente em abstinência

— Sério? esquece, tá tranquilo, pega logo —

Finalmente com meus itens em mãos, puxaria uma garra em meu indicador e já abriria a embalagem de cigarros, pegaria o primeiro que visse e já o colocaria no boca. Nesse estado, meu rabo já dançava euforicamente pelo meu traseiro. Ademais, puxaria um fósforo, riscando-o na caixa, e acenderia a bituca em meus lábios, dando uma longa tragada de antemão, seguraria um pouco a fumaça em minha garganta e logo a soltaria em um tranquilo suspiro. “É, tô zen agora”.

É estranho — e até um pouco preocupante — como um negocinho desses me faz tão bem em tão pouco tempo, a indignação foi pro saco, as preocupações foram zeradas, tava mais que tranquilo para procurar trabalho agora. Bem, mais calmo, colocaria ambos os cotovelos no balcão e, apoiando-me nele, daria uma olhada de relance nos olhos do(a) sujeito que estava lá — mas logo voltava a observar o resto da taverna a procura de oportunidades —  e diria

— Então, como vai a ilha? Algo interessante acontecendo? Cheguei agora e quero algum serviço, sabe indicar alguém? —

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MensagemAssunto: Re: Conto I: O que Dizem as Raposas?   Conto I: O que Dizem as Raposas? EmptyQui 16 Jan 2020, 17:03

Gale

Aquele era um dia típico primaveril, o sol brilhava sobre a praia de Dawn Island e os passarinhos passavam cantando sobre os céus. Caminhando por ali estava Gale, um jovem mink raposa que não iniciara seu dia de melhor forma já que graças as suas “habilidades” em navegação acabara por naufragar na ilha após confundir-se quanto a direção que deveria seguir. Com isso, havia perdido tudo o que estava consigo dinheiro, o arco e também suas roupas foram levadas pela tempestade que atingira sua embarcação. Sua vida ao menos estava garantida e assim poderia começar de novo a sua jornada, mas primeiro o arqueiro precisava identificar onde raios estava.  

Observando a região ao seu redor ele podia primeiramente ver alguns pescadores que puxavam seu barco depois de uma agitada noite de pescaria. Era possível perceber que eles também tinham sofrido com a tempestade, porém graças a experiência que possuíam conseguiram evitar danos maiores. Mais à frente havia uma pequena vila portuária conhecida como Fuusha, ela ficava localizada atrás de algumas montanhas com florestas que cercavam a capital do reino de Goa. Naquele dia as pessoas caminhavam alegremente pelas ruas aproveitando o belo dia, as flores dos campos seguindo a estação começavam a desabrochar transformando todo aquele cenário ainda mais.  

Gale procurava ter um pouco de noção de onde estava e em seguida passava para um rápido objetivo, nesse momento precisava de um maço de cigarros para saciar seu vício rapidamente. A taverna Chuva de Fuusha chamava a atenção por ali já que era um estabelecimento enorme composto em sua totalidade por madeira e por reunir a grande maioria dos residentes da vila. O jovem logo adentrou o local e se dirigiu até o balcão para realizar seu pedido - Olha só, não é muito comum vermos minks por aqui comentava Grimp Filip Dink, o dono do bar, ao ver o rapaz em sua frente. Ele era um homem alto e robusto de cabelos negros assim como sua barba - Aqui está rapaz ele atendia ao desejo de Gale e pegava o maço juntamente da caixa de fósforo - São 15.000 Berries o arqueiro colocava o dinheiro sobre a superfície de madeira.

Depois disso, o jovem logo puxava um dos cigarros de dentro do maço e colocava em sua boca para acender em seguida. Algo curioso acontecia dentro de todo esse processo, o rabo de Gale balançava demonstrando animação com o estado que ele estava prestes a alcançar. Após tragar e soltar a fumaça o jovem podia aceitar um trabalho - As coisas vão bem, mas poderiam estar melhores se não fossem esses malditos bandidos das montanhas disse enquanto limpava um copo - Alguns até que nos ajudam, mas outros só aparecem pra causar confusão com os moradores prosseguiu falando - Creio que a maioria dos residentes pagariam para receber proteção desses desgraçados terminou de falar e se virou para arrumar o copo numa prateleira atrás de si.


Grimp Filip Drink:
 

Miranha adverte:
 

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MensagemAssunto: Re: Conto I: O que Dizem as Raposas?   Conto I: O que Dizem as Raposas? EmptyTer 21 Jan 2020, 04:37

O Que Dizem as Raposas? 02
Miau?.


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Sem ter tido muito trabalho para encontrar uma cidade — uma vila para ser sincero, mas em que posição estou para fazer desdém dela ? — eu logo entrava na taverna mais próxima, sendo essa dona de um nome inesperadamente aconchegante e destoante do de seu proprietário. “Grl-Gui-Grimp Filip Drink... céus, é como um trava-línguas!”. Lá, não demorou até que eu conseguisse acender um de meus recém adquiridos cigarros e pudesse ficar mais despojado, dando início a uma descompromissada troca de informações — estava mais para uma doação no caso, até agora a “troca” só funcionava de mão única, não creio que isso mudará também, não é como se eu tivesse algo de interessante para dizer ao rapaz. Pelo que foi dito pelo sujeito, os mais notórios problemas do vilarejo rodeiam alguns bandidos fazendo estardalhaço, o trabalho envolta do caso é o oferecimento de minha proteção, mas… eu ainda questionava-me dá melhor maneira de fazer isso. Digo, “proteção” pode englobar diversas esferas, o termo cabe a uma simples vigília de um estabelecimento qualquer, uma escolta de um mercador assustado ou até mesmo a caçada de um desses que está causando os distúrbios. “Ora, qual a melhor maneira de eliminar um problemática senão cortando seu mal pela raíz? Er… ponderando os esforços necessários é claro”. Suposições não me levaria a canto algum, então optava por ir mais afundo, perguntando pelos possíveis contratantes e onde encontrá-los

— Não me surpreendo pelo problema com bandidos, são pragas onde quer que tenha-se o mínimo para ser levado —

Diria de olhos fechados e com a mão cobrindo, superficialmente, a boca ao levar lá a bituca para mais uma tragada. Erguendo mais uma vez as pálpebras, continuaria a falar enquanto apoiava os cotovelos sob a balcão novamente

— Em todo o caso, valeu, vou procurar saber mais sobre. Ah, aliás, quando você falou que pagariam para receber proteção… disse da forma literal, como um segurança ou coisa do tipo, ou foi algo mais puxado para uma caçada? Em ambos os casos, conhece algum contratante? —

Escutaria a resposta do homem enquanto daria outra olhada de leve pelo estabelecimento, mas os constantes e sutis espasmos em minhas orelhas — em conjunto com o balouçar mais acatado que meu rabo fazia — indicariam que eu recebia as informações. Tendo ele terminado o que tinha para falar, eu empurraria o cigarro para o canto da boca com a língua — ninguém merece uma baforada na cara — e estenderia minha direita a ele para um aperto em meio a um quase que imperceptível sorriso

— Valeu mesmo, eu consigo me virar por agora —

Dessarte, ia para o local indicado jogando novamente o cigarro para o centro de minha boca, puxando e contendo a fumaça por alguns segundos — soltando-a apenas quando já estivesse nas ruas. Caminharia descontraído e tomando uma vista melhor da região, a simplicidade local e o charme das construções de madeira lembravam-me um pouco de casa, nenhuma lembrança melancólica entretanto, o frescor da nostalgia retornava-me a tempos mais tranquilos. Eu saí de casa por conta própria? Saí, mas cogitar em falar que não sinto nem um pouco de saudades é até absurdo. “Que falta que dá da minha mãe… de meu pai… de meu irmão… da filha do prefeit- Err… do pessoal todo”

Chegando na pessoa indicada, jogaria o cigarro para o canto da boca e apresentaria-me antecipadamente oferecendo minha mão para um aperto, então partiria direto ao ponto, falando naturalmente

— Prazer, Gale, o taverneiro local disse-me que você busca proteção contra alguns bandidos, poderia elaborar mais? —

Esperaria pela resposta de braço cruzados enquanto levava  minha cauda de um lado para o outro ritmicamente ao som de uma canção que lembrava-me de quando era menor, tomando até certo cuidado para não distrair-me. ♪Robin e seus amigos caminham pelo bosque♪. O sujeito era um cretino mas até que tinha talento, fazer o que?”.

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MensagemAssunto: Re: Conto I: O que Dizem as Raposas?   Conto I: O que Dizem as Raposas? EmptySab 25 Jan 2020, 13:38

Gale

Após um momento de reflexão a respeito de proteção, o arqueiro optava por se aprofundar mais no assunto e realizava um comentário antes de seguir questionando o dono do estabelecimento. Gale também levou sua mão até a boca para poder dar mais uma tragada em seu cigarro, em seguida apoiou os cotovelos sobre o balcão - De forma literal respondeu inicialmente - Tá vendo aquele anãozinho barrigudo ali? Ele é um dos fazendeiros da região sem descrição nenhuma Grimp apontava na direção de um homem arrancando algumas risadas dos outros que estavam próximos dali pela forma a qual chamará um de seus clientes.

Gale arrumava o cigarro em sua boca e segurou a fumaça por alguns segundos, logo estendeu sua mão ao taverneiro para lhe agradecer pelas informações providas - Boa sorte rapaz-raposa, só tome cuidado pra não virar alimento desses bandidos apesar de ser uma brincadeira havia ali um pouco de verdade. O tal fazendeiro estava sentado numa mesa com outros homens e parecia desesperado - Eu não tenho esse dinheiro para lhes pagar agora, mas se puderem me proteger darei o suficiente ele praticamente implorava por ajuda - Nada feito velhote, a gente só aceita o serviço se você adiantar a grana dizia com um sorriso em seu rosto - Então, não vou utilizar seus serviços aquela era uma escolha difícil.

Sem entrar em um acordo, os homens se levantaram de seus lugares não falando mais nada para o fazendeiro - E agora o que eu faço? falava consigo mesmo e com as mãos em sua cabeça. O mink se aproximava tranquilamente e se apresentava - Olá rapaz, eu sou Hideki ele apertava a mão do arqueiro - Oh céus, você apareceu em boa hora se animou com a possibilidade. Logo, ele fez um sinal para que o mais jovem pudesse se sentar - Estamos em época de colheita e como deve saber há muitos bandidos por aqui que atacam as plantações da região ele explicava a situação - O que eu quero é alguém que proteja a minha até o término da colheita, então só vou poder lhe pagar quando conseguir o dinheiro disse por fim, ele estava um tanto esperançoso para ouvir a resposta do jovem.


Hideki:
 

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Última edição por Vincentão em Qua 29 Jan 2020, 23:40, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Conto I: O que Dizem as Raposas?   Conto I: O que Dizem as Raposas? EmptySeg 27 Jan 2020, 02:19

O Que Dizem as Raposas? 03
Au Au?.


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Tive plena certeza que o contratante seria um ricaço, dono de uma mansão imensa, já estava até aguardando ser recebido pelo seu mordomo com um chá ou coisa do tipo, mas… não foi exatamente assim. Bem, não há de que reclamar, trabalho é trabalho e dinheiro é dinheiro, não é como se eu estivesse em posição de pedir por muito. Aliás, tô até falando cedo demais, vai que o sujeito é o empregado de um barão ou coisa do tipo? Em todo caso, eu logo aproximava-me dele pronto para discutir os negócios, mas o rapaz parecia já estar resolvendo-se com outras pessoas. Nessa hora, estava crente que ia perder minha oportunidade. “Ah, sério? Já me passaram para trás?”.

Ao menos era o que pensava, mas observando a cena um pouco mais, pude perceber que o fazendeiro não conseguia fechar o acordo, sendo o motivo para isso uma coisa que dava-me arrepios. “~Sigh~ ele não tem dinheiro…”. Bem, é claro que eu estava decepcionado, se eu conseguisse descolar um pagamento antecipado poderia comprar alguns equipamentos legais, mas de nada adiantava reclamar, era minha única opção no momento. Visto isso, eu de fato fui ao encontro de… Hideki aparentemente. O sujeito logo contou-me de seus problemas, mas não entrou muito em detalhes, então tentaria buscar mais algumas informações posteriormente, mas antes, ia direto para a pechincharia.

— Oh… sem dinheiro? Isso é um problema. Digo, não quero lhe extorquir como aqueles rapazes, mas é custoso trabalhar sem garantia, entende? —

Parava então de falar por alguns segundos e levaria minha mão direita até o queixo, fechando os olhos e inclinando a cabeça um pouco para cima, como se estivesse árduamente pensando em algo. A real é que não estava, era só encenação mesmo, eu já estava mais do que certo quanto ao que falar, só restava que o caipira caísse em minha lábia. “Deus, soei como um estelionatário”.

— Ah, Já sei! —

Diria batendo o punho fechado em perpendicular contra minha palma esquerda aberta para cima, tentando soar como alguém elucidado após muita indagação. Então continuaria, dessa vez colocando um sorriso em meu rosto e gesticulando — quase como um mercador animado que tentava vender seu espúrio produto —  com a mão direita enquanto a esquerda repousava sob minha cintura

— Faremos o seguinte então, adiante-me 55 mil berries do pagamento para eu comprar alguns itens e nem sequer tocarei no assunto dinheiro até que o trabalho seja concluído, o que me diz? —

Caso o sujeitinho negasse, eu suspiraria decepcionado e faria minha última contraoferta enquanto levantaria ambas as mãos com as palmas viradas para cima até a altura de meu peito, olhando para o lado com uma expressão de fadiga

— ~Sigh~ Certo, certo, a situação deve estar bem apertada com esses bandidos não é? Eu compreendo, acredite. Mesmo assim… é preciso de uma garantia para meu trabalho, 30 mil berries então, ok? Pegar ou largar —

Caso recebesse mais uma resposta negativa, não tardaria e daria de ombros, dando as costas para o caipira e seguindo até a porta. Daria chances para ele se arrepender, eu nem sequer iria embora na verdade, a cena era só um joguinho para impressioná-lo, e talvez, até minha cauda — que dançava de um lado para o outro de modo quase que mefistófelico — pudesse denunciar tal contuda. Por fim, se Hideki realmente caísse em meus gracejos, não tardaria e viraria para ele — dando um aperto com ambas as minhas mãos e sorrindo de olhos cerrados — dizendo

— Que bom que você pôde entender, senhor Hideki. Garanto que não se arrependerá de sua decisão! —

Agora, caso o rapaz realmente mantivesse-se firme em suas escolhas, eu pararia minha caminhada uma pouco antes da saída da taverna, quando daria um suspiro de derrota e viraria apenas o rosto — esse o qual era enfeitado por um sorriso forçado — para o fazendeiro, dizendo as seguintes palavras em um tom conformativo

— Certo, certo, você venceu, vovô, és realmente firme em tuas escolhas. Ficarei com o pagamento atrasado —

“Tsc, ele realmente é cabeça dura”.

Em todos os casos — Inclusive no qual ele, que Deus queira, aceitou pagar a maior quantia de antemão — eu prosseguiria inquirindo mais algumas questões quanto à problemática do fazendeiro

— Agora que já determinamos o pagamento, creio que mais algumas informações seriam pertinentes para meu trabalho. Quero saber se há históricos de ataques em sua propriedade, qual o tamanho do grupo que os realizava e o que eles portavam, caso não tenha, informações de terceiros também servem. Ademais, diga-me onde é sua fazenda e qual o período que você deseja que eu faça a guarda. Por último, mas não menos importante, é interessante que me diga qual será o pagamento pelo serviço —

Diria enquanto jogaria meu cigarro em algum lixeiro — ou por alguma abertura da taverna se não houvesse nenhum — e acenderia outro, logo pondo-o na boca e pensando um pouco sobre minha atual situação. “Putz, me esforcei tanto já e nem sequer perguntei quanto receberia. Se ele vier de miséria eu tô fora”. Não mentia, se o valor ofertado por Hideki fosse inferior a 1.500.000 berries eu simplesmente sairia de perto dele e procuraria alguns cartazes de procurados pelo local.

— Ehhh? Foi mal, vovô, tenho minhas contas pagar, não vai dar mesmo. Vou caçar algum procurado, se der sorte, talvez possa ser até o sujeito que lhe importuna —

Partiria então frente a alguma tábua de procurados ou coisa do tipo, murmurando uma canção e balançando o rabo ao ritmo dela, colocaria então minha mão direita ao queixo e vislumbraria-me com as opções apresentadas. ♪Hum, hum, hum♪. Vejamos qual será o sortudo".

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MensagemAssunto: Re: Conto I: O que Dizem as Raposas?   Conto I: O que Dizem as Raposas? EmptyQua 29 Jan 2020, 23:37

Gale


Gale imaginava que seu contratante seria um homem rico, mas a realidade se mostrava outra para o Mink. Hideki era um exemplo claro dos fazendeiros da região, um homem que não detinha tantas riquezas, assim sua estabilidade e a da família dependiam de uma boa colheita. Após ouvir a situação do homem, o jovem falava a respeito de dinheiro - Não há nada que eu possa fazer em troca para lhe dar essa garantia? questionou demonstrando uma visível preocupação.

Um silêncio se instaurou na conversa, fazendo com que o homem ficasse apreensivo com cada movimento realizado pelo rapaz. Sua mão direita estava no rosto, em uma expressão pensativa que era apenas pura encenação de sua parte e quando enfim resolveu falar bateu seu punho contra a mesa - Tudo bem, se for apenas isso por enquanto irei lhe dar ele então finalmente cedeu - Tome, isso é realmente tudo o que posso lhe dar agora com um pouco de esforço ele encontrará as notas dentro de seus bolsos.  

Com essa parte da negociação resolvida, o rapaz pedia mais informações ao homem para que o trabalho pudesse ser realizado - Foi há algum tempo quando atacaram minha fazenda, meu prejuízo foi grande lamentou-se - Eles geralmente andam em grupos de 3~5 pessoas, as armas variam conforme o grupo e o dinheiro que possuem para poder se armar realizou sua explicação - As mais comuns são espadas ou pistolas disse por fim. O pagamento total e o endereço da fazenda eram as últimas coisas a serem tratadas naquele momento - Eu posso lhe oferecer B$ 2.000.000 e nada mais começou a falar novamente - Irei precisar de seus serviços por um dia, mas não se preocupe irei prover tudo o que você precisar disse em seguida.

Não demorou muito para que o fazendeiro pegasse um pedaço de papel e um lápis para que pudesse anotar tudo corretamente - Você não deve ter dificuldades para encontrar, mas lhe darei isto para que as coisas fiquem mais fáceis falou com um sorriso em seu rosto. Logo, Hideki se levantou da cadeira onde estava - Como você irá ainda comprar o que precisa, sairei na frente para preparar as coisas para o início da colheita seguiu até a porta - Até mais! fora a última coisa que o homem dissera na taverna. Agora, Gale estava com um novo cigarro em seus lábios e também com um trabalho para realizar em suas mãos.


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MensagemAssunto: Re: Conto I: O que Dizem as Raposas?   Conto I: O que Dizem as Raposas? EmptySex 07 Fev 2020, 23:00

O Que Dizem as Raposas? 04
Au Au?.


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Caindo feito uma pato em minha conversa, Hideki dava-me todo o dinheiro que pedi por garantia. Mas se bem que… eu não sei o que é mais triste, o pobre fazendeiro ter sido “enganado” pela picareta — mas bela — raposa, ou eu ter enrolado tanto apenas para descolar uma mixaria dessas. “É só uma fase...”. Bem — além de minhas lamentações financeiras — a conversa continuava, levando-me a descobrir um pouco mais sobre a situação do senhor com os bandidos, sobre o pagamento e o período do trabalho. “2.000.000 por um dia de serviço é realmente uma boa quantia, mas levando em conta os riscos e a quantidade habitual de criminosos… Parece arriscado”. Eu então coçava atrás de minha orelha direita — inclinando a cabeça para a mesma direção — e ia um pouco mais afundo em meus pensamentos, já antecipando a cena de um possível combate. “Mas… tratando-se de uma fazenda, tenho certeza que há mais lugares que o suficiente para armar uma emboscada e levar 2 ou 3 de uma vez, além de que tenho a vantagem do alcance, até chegarem mim as baixas já serão enormes. Ademais, é justo lembrar qu-... Nah, esqueeece, não tô afim de esquentar a cabeça agora ♪”.

Hideki então finalmente dizia-me o local de sua residência, já anotando essa informação e as outras em um pequeno papel entregando a mim antes de despedir-se

— Até —

Eu proferia ainda distraído por estar lendo o escrito em mãos, até mesmo minha cauda tinha sua dança reprimida para não gerar muita distração. Guardando o lugar em mente, colocaria a nota em meu bolso e, levantando-me com as duas mãos apoiadas na mesa que lá estava, sairia sem fazer muito estardalhaço até uma loja de armas.

Bem, eu não sei ao certo onde tem um estabelecimento como esse por aqui, mas já viajei demais, lugares como esse provavelmente não se afastam muito do centro de comércio de uma cidade, e, por estar saindo de uma taverna, tenho quase certeza que estou em uma área como essa. Dito isso, procuraria pelo lugar sem buscar auxílio externo. Com a camisa aberta, caminharia pelas ruas dando eventuais coçadas na barriga e soltando alguns bocejos até que achasse o lugar. “Deus, vou tentar dar um cochilo até a hora da vigília, não dormi nada depois do naufrágio...”.

Não esperava achar muitas dificuldades para encontrar o local, ainda mais em uma vila pacata como essa, mas mesmo que demorasse na busca, não desanimaria, caminhar nunca fez mal a ninguém e, como dito antes, o ambiente do lugarzinho era bem agradável.

Enfim encontrando, entraria sem pestanejar e já iria atrás das armas, caso pudesse vê-las em algum balcão ou penduradas pela parede, tomaria em mãos as que fossem de meu agrado e levaria-as até o vendedor. Caso não estivessem livres para manejo público, simplesmente faria meu pedido para quem quer estivesse atendendo, mexendo a cauda em um ritmo que claramente denotava meu tédio por ter que estar fazendo novamente uma atividade tão mundana como essa. “O mar levou minha grana, minhas armas, minhas roupas… minha dignidade… levou a porra toda!”.

— Eae, consegue arranjar pra mim algumas armas? Tô falando de um arco longo, uma besta de mão e um pacote de flechas e virotes, a aljava e o coldre saem na conta, né? Descola essa... —

Diria meio cabisbaixo coçando atrás da orelha direita. Com os itens em mãos, realizaria o pagamento — algo perto de 60.000 berries se me lembro bem — e guardaria os itens. O Arco ia para o ombro e a besta para o coldre, eu realmente estava afim desses itens, por isso ofereceria — ainda que cabisbaixo e inconformado —  meus serviços caso o valor total ficasse além do que possuo agora

— ~Sigh~ Por que tenho a impressão que todo mundo dessa vila tenta me extorquir… me ajuda nessa, companheiro, eu quebro um galho teu. Tem devedor para cobrar? uma moça pra conquistar? Carregamentos para carregar? Eu dou uma mão em qualquer caso, acredite —

É complicado ter que humilhar a fazer trabalhos tão mundanos pra cobrar uma possível diferença de preço, mas é a vida, tô na miséria, sem grana mesmo. De qualquer modo, se minha oferta fosse recusada e os itens realmente tivessem um valor extra, pagaria apenas pelo arco e pelas flechas, saindo então do estabelecimento com um olhar meio ranzinza mas sem soltar mais nenhuma palavra.

Todavia, caso meus serviços fossem aceitos, aguardaria saber o que teria que fazer exatamente, só assim diria as seguintes palavras e sairia do local

— Huh, certo... seguinte, tô com um trampo pra fazer e só me liberam amanhã de manhã, é tranquilo eu voltar esse horário pra discutirmos melhor esse lance? Tenho que sair urgente mesmo, valeu —

Dessarte — independente dos equipamentos que conseguisse — enfim iria até o fazenda de Hideki pelo caminho me dito, reservando um tempo do trajeto para refletir acerca de minha própria persona enquanto fumava o cigarro fixo em meus dentes. “Diabo, eu pareço um turista que comprou armas como um souvenir… depois do serviço compro algumas roupas”. Pô, eu não tava exagerando, pelo menos de onde venho, não é lá muito comum ver alguém de camisa e calções de praia portando tanto armamento.

Ao alcançar a chácara do sujeito — eu realmente queria que fosse como uma… — acenaria com a mão direita para o alto anunciando minha chegada, soltando também um nem tão alto grito só para garantir que não passasse batido por ninguém

— Hideki, Cheguei! —

Sendo recepcionado, daria um “alô” com um aceno, proferindo assim mais algumas palavras

— Tudo certo por enquanto? Pô, acho que seria legal tu me mostrar a propriedade pra eu ficar mais bem situado no caso de qualquer ataque. E, falando nisso, quer eu comece a vigília agora ou só de noite —

Assim, acataria ao que senhor dissesse, desde que entrasse nessas duas suposições previstas por mim é claro.

Todavia, caso ninguém aparecesse na hora, não mostraria muito incômodo, sentaria-me perto dos muros, da cerca, da grade — o que quer que fosse — local e esperaria de olhos fechadas enquanto tragava meu cigarro, sempre com as orelhas atentas a qualquer barulho de passos, visto que, escutando-os, apresentaria-me da mesma forma que a supracitada.

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Última edição por Ghast em Qua 12 Fev 2020, 23:30, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Conto I: O que Dizem as Raposas?   Conto I: O que Dizem as Raposas? EmptyDom 09 Fev 2020, 21:50



Gustaf Karlsefni
O que dizem as Raposas?
Legendas
FALAS PENSAMENTOS Tecnicas


A caminhada era longa demais para alguém ferido como Gustaf. Seus ferimentos sangravam constantemente e a força que era seu ponto forte restava praticamente nenhuma. Não como negar, o grupo tentou descer o morro e chegar até a vila, mas o bárbaro caiu diversas vezes, Nereu também não estava em condições de fugir dali, era difícil admitir, mas os garotos estavam certos em suas reclamações – Vamos voltar então – respondia Gustaf, ofegante, com uma careta em seu rosto pelos espinhos e galhos que espetavam seus braços e pernas.

A subida da derrota era pior, o joelho dobrou no chão não foi uma nem duas vezes, o corto robusto dificultava e o trio de jovens não tinham força suficiente para levantar Gustaf ou Nereu, por isso, o grande desafio era chegar até a clareira. Não foi fácil, o suor escorria pelo corpo de todos quanto finalmente viam a fumaça indicando a caverna. Fausto corria na frente e gritava para subirem com pressa, como se aquilo fosse possível. Por fim, chegaram no local, exausto, fedendo a sangue e suor, encoberto de folhagem e sujeira.

Os médicos da marinha vinham com pressa, podiam ser fracos, mas não podia ignorar a habilidade que eles tinham em cuidar de ferimentos. Logo o corpo de Gustaf ficava encoberto por faixas brancas, algo gelado, um tipo de gel cobria os locais onde havia cortes de espadas, a sensação era estranha, mas não ousaria reclamar. Observaria a movimentação deles na caverna, entravam em grupo e com cuidado – Covardes – sussurraria, rindo da situação, não importaria dos outros ouvindo, era hora de partir – Vamos partir – diria para o trio abobado, que parecia argumentar algo com um dos marinheiros, que olhava desconfiado. Por sorte, eles pareciam homens honesto, pelo menos, talvez a façanha do grupo de Gustaf se espalhe pela ilha, eles haviam massacrado o grupo do Elfo Pestilento para sempre, a promessa fora cumprida.

- Fausto, nos mostre um bar mais próximo – diria sem entusiasmo, ainda sentindo as pontadas em suas costas – Amanhã iremos pagar Cath e procurar um outro rumo brahaha – finalizaria, descontraindo um pouco a situação. Gustaf seguiria o garoto até o bar que ele levasse. No caminho, não diria muita coisa, evitaria fazer algum esforço maior, não podia deixar a dor que sentia transparecer, uma boa bebedeira e uma noite de sono faria tudo melhorar. Quando finalmente vissem o lugar que Fausto os levaria, um sorriso apareceria no rosto do loiro – CERVEJA BRAHAHAH – ignorando seus ferimentos, correria para entrar no local primeiro que os outros, indo direto até o balcão – QUERO UM BARRIL DE CERVEJA – gritaria, enquanto batia suas mãos na bancada, caso tivesse uma.




Objetivos:
 
Ponto-Situação do Personagem:
 
Técnicas:
 
NPC Acompanhante:
 


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MensagemAssunto: Re: Conto I: O que Dizem as Raposas?   Conto I: O que Dizem as Raposas? EmptyQui 13 Fev 2020, 23:57

Gale




Após chegar a um acordo com o homem, Gale entrou em um estado de reflexão e assim que saiu do “transe” guardou o papel em seu bolso. Depois de deixar a taverna, o rapaz caminhava despreocupadamente pelas ruas em busca de uma loja de armas e assim que avistou uma logo entrou no estabelecimento sem perca de tempo. O local não era tão espaçoso, mas possuía uma interessante variedade de armas expostas em prateleiras para que os clientes as observassem - Se quer algo venha até aqui, estas são apenas para mostruário uma voz surgia atrás do rapaz - Seja bem-vindo assim que o mink se virou pode ver o rosto do dono com um sorriso nos lábios, este estava localizado atrás de um balcão.

Ele tinha uma presença marcante já que era um homem alto e corpulento, seus cabelos eram negros formando um grande topete de formato curioso. Estava utilizando uma espécie de armadura verde que cobria todo o seu tronco, por baixo havia uma camiseta preta - E então, o que vai querer? questionou mantendo sua expressão sorridente. O homem escutava tudo atentamente e assim que o arqueiro terminava de falar, logo atendia a todos os pedidos feitos pelo rapaz - Aqui está colocou as armas em cima do balcão e estendeu a mão para Gale - São B$60.000 por tudo disse por fim requerendo o dinheiro.

Depois de entregar o dinheiro ao homem, o mink deixou o local em direção a fazenda de Hideki com um cigarro na boca e refletindo sobre a sua situação durante o trajeto. Não demorou muito para que o jovem pudesse encontrar a propriedade de Hideki, aquela era uma área um pouco mais afastada da vila Fuusha e um pouco próxima da cadeia de montanhas que cercava a região. Havia um portão relativamente grande feito de metal, ele logo gritou na frente do portão chamando pelo homem - Já estou indo! pode se ouvir a voz do fazendeiro não muito distante dali. A porta foi aberta alguns minutos depois revelando toda a plantação de Hideki - Bom, precisarei de você imediatamente já que a colheita está começando ele explicava a situação - Venha, vou lhe mostrar o que temos por aqui fez um sinal para que o jovem se aproximasse. Ao fundo estava a residência do homem e mais à esquerda estava um celeiro onde todos os equipamentos da fazenda eram guardados.

Gustaf havia passado por uma situação complicada, seus ferimentos haviam impedido uma grande progressão em sua caminhada e com muito esforço conseguiram chegar até a clareira. Aqueles que estavam consigo pediam por ajuda e logo os marinheiros surgiam para ajudar o loiro juntamente de Nereu que também estava em uma situação precária. O tratamento durou por algum tempo e assim os dois estavam prontos para uma próxima aventura. Com sua situação resolvida o grupo então poderia partir da caverna e deixar os homens do governo para trás - Bora beber caralho! Fausto seguiu na frente do grupo para encontrar uma Taverna - Some de vista não Porra! Nero gritou -  Geral aqui quer tomar um litrão pra descontrair! Claudius completou a frase do outro.

A caminhada durou um bom tempo, mas logo eles chegavam nas ruas de Fuusha em um horário próximo ao almoço momento em que a única Taverna da região estava praticamente lotada. A chuva de Fuusha, um local feito de madeira em sua totalidade e com um ambiente divertido regado das melhores bebidas da região. Grimp Filip Dink se esforçava para manter as coisas dentro dos trilhos e suas grandes habilidades sociais tornavam as coisas bem mais fáceis - Quanta animação hein bonitão? disse com um sorriso em seu rosto. O dono era um homem grande, não tão alto quanto o bárbaro, mas ainda assim maior que a grande maioria que estava por ali - Pode descer o litrão Fausto também pedia por bebida. Grimp não perdia tempo e servia o grupo - Aproveitem a melhor cerveja da ilha! disse entregando tudo o que havia sido pedido.



Fazenda:
 


Grimp Filip Dink:
 

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Cubo S2:
 


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