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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Up: Altas Aventuras

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MensagemAssunto: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 6 EmptyQui 09 Jan 2020, 16:24

Relembrando a primeira mensagem :

Up: Altas Aventuras

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) revolucionários Tidus Belmont, Frisk Dreemurr e Helves. A qual não possui narrador definido.


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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 6 EmptySex 13 Mar 2020, 15:21


Together Again

Com o auxílio de Frisk encontrar a localização do grupo de infiltrados se tornava uma tarefa mais fácil, sentia-me aliviado em saber que todos tinham conseguido escapar a tempo, meu coração ficava até mesmo mais leve como se uma lâmina tivesse sido removida do meu peito. - “Vocês ainda não me matar de susto.” - Suspirei em meio a um sorriso de alívio. Infelizmente nem tudo eram flores e o local para o qual escaparam não podia ser mais desagradável. - “Não se pode ter tudo na vida…” - Cobri os nariz e retorci o rosto levemente em resposta ao odor desagradável.

Com certo esforço finalmente os alcançava nos esgotos, de longe acenei com a mão livre enquanto a outra carregava a espada imbuída pelo armamento. - Mas que bela lambança vocês arrumaram dessa vez. - Comentava em meio a um riso. - Vamos dar o fora daqui, tem uma galera bem eufórica lá em cima. -  Apontava para cima com o polegar. - Alguém está nos esperando. - Pairava o olhar sobre Helves por um breve momento, talvez a garota soubesse de quem se tratava, mas ainda era melhor guardar a surpresa. Com o balançar da lâmina negra algumas plataformas foram criadas e em seguida utilizadas para nos guiar para casa.

Em pouco tempo chegávamos ao esconderijo, havia acontecido tanta coisa naquele dia que nunca pensei que me sentiria aliviado em ver aquele lugar novamente. - Lar doce lar. - Baixava as plataformas até o solo para que todos pudessem descer.  Do lado de dentro a sirena nos esperava com uma mesa preparada, mas antes de comemorar suas palavras me fizeram parar e coçar a cabeça um pouco incomodado. - Eeer, na verdade espero que isso não nos traga problemas. - Suspirei passando uma das mãos no rosto, só de lembrar de todo trabalho que o sub-general Garbs tinha tido para no fim simplesmente destruirmos o lugar não me parecia certo, quer dizer, no fim tínhamos conseguido o que queríamos e o ataque não ficaria atrelado aos revolucionários já que a garota mascarada ainda era tratada como pirata, mas ainda sim era difícil dizer se aquilo havia sido algum tipo de vitória. - Bem, eu vou tomar um banho e trocar essas roupas, acho que vocês devem ter coisas para conversar. - Assenti com a cabeça olhando para Aya, aparentemente a mulher ainda parecia um pouco intimidada, um momento a sós com Anna talvez lhes fizesse bem.

Deixando os outros um pouco a sós, fui até o quarto onde havia deixado a roupa de meus disfarce e logo depois para o banheiro do quarto, onde tomaria um longo e relaxante banho. - “Essa foi a decisão correta?” - Não podia deixar de lembrar de Rider e dos outros funcionários do laboratório, aquele ataque lhes traria mais problemas ou algum benefício? Nossas ações estavam impactando em muitas outras vidas, nosso objetivo era olhar por aqueles que a justiça era incapaz de ajudar, mas será que realmente estávamos fazendo isso da maneira correta? - “As coisas eram mais fáceis quando nossa única preocupação era o ataque de exército de tritões raivosos.” - Suspirei enquanto terminava de enxaguar o corpo. Assim que terminasse o banho retornaria a sala vestindo o disfarce de outrora, me sentaria a mesa e pegaria um copo de bebida quente, precisa me esquentar. - E ai, como o dia terminou com um laboratório em chamas e marinheiros por toda parte? - Questionaria de forma bem informal e relaxada quando todos retornassem - ou pelo menos alguém que pudesse me responder isso, mas no fundo estava realmente curioso em como as coisas tinham terminado daquela forma.



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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 6 EmptyDom 15 Mar 2020, 15:26

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A pequena reunião do grupo era recheada de abraços, ao menos o cheiro não atrapalhava tanto nisso, já que até Tidus abraçava Frisk enquanto Missu fazia o mesmo com Helves. A celestial sorria, retribuindo tal abraço e aproximando sua boca do pescoço da loira. Sua mente não se imaginava mordendo algo sujo ou fedendo, mas seus instintos a levavam a fazer isso mesmo assim. Helves morderia suavemente o pescoço ou alguma outra parte acessível naquela posição de Missu enquanto a abraçava, só notando a situação alguns instantes depois. Obviamente ela se afastaria se a loira o fizesse, parando de morder assim que notou o que estava fazendo. – Ehrm... – olhava um pouco preocupada com a situação. – É o costume, me desculpa. – ainda preocupada ela se aproximava, querendo ver se tinha mordido com muita força ou algo assim, já que foi um movimento não muito bem pensado. "Sei que não é muito normal, mas... Eu estava precisando." Por hora era melhor deixar isso assim, só fazendo algo se a garota estivesse mesmo ferida depois daquilo. Com a presença de Tidus ali a fuga acontecia bem mais fácil, podendo então seguir ao esconderijo usando dos poderes do duque. – Exagerei um pouco na quantidade de poder, não foi a intenção, mas acho que eles merecem esse tipo de destruição. – sorria ao dizer isto, satisfeita com sua força atual.

As palavras do duque eram intrigantes, pois a garota estava mesmo esperando alguém. "Talvez..." Seria algo bem rápido e estranha, mas mesmo que não fosse o caso as coisas continuariam felizes naquela noite. Nada poderia piorar o clima depois de tantos resultados bons, alguns tristes, mas ainda era uma vitória que seria lembrada por muito tempo. A viagem até o esconderijo foi simples, voando até chegarem lá, entrando de imediato sem se preocupar muito com a questão da sujeira. "Vou ter q jogar essas roupas fora, depois me preocupo com outros lugares sujos." A maior surpresa ao retornar para casa, mesmo sabendo que existia alguém os esperando, foi que realmente era Aya. Tudo parecia um pouco diferente nela, seja sua forma de falar, mover ou simplesmente de se vestir. "A ver com roupas é bem estranho." Era o tipo de coisa que ela precisaria melhorar se quisesse ser aceita pelos revolucionários, mas Helves simplesmente não ligava para essas mudanças enquanto a sirena estivesse ao seu lado. Os olhares até se encontravam, mas Aya não parecia exatamente focada em encontrar a celestial. A distância criada pela separação estava presente, mesmo que Helves não conseguisse parar de pensar nela durante todos os dias que estiveram longe, parecia que a sirena havia sofrido mais. Todos de confiança haviam abandonado ela, não era estranho esse tipo de coisa acontecer.

Os problemas no laboratório eram grandes, mas pouco importava para os revolucionários. – Imagino que vão jogar a culpa toda em mim já que me mostrei e derrotei a Comodoro, devem colocar a culpa na pirata Helves. – qualquer preocupação que tinham só poderia ser reforçada caso Frisk tivesse sido visto por alguém ou por alguma câmera, pois a situação era claramente um problema pirata aos olhos da marinha/governo. A celestial estava extremamente feliz de ver Aya até que bem, mas não conseguia simplesmente ignorar que era a primeira vez a encontrando, mesmo que estivesse no meio de tantos superiores ela não podia esconder quem realmente era. Conversar sozinha com sua companheira era bem melhor, imaginando que Tidus, Frisk e Missu sairiam da sala para ficarem sozinhas ali. – Eu estou precisando de um banho. – comentava com os olhos ainda focados na sirena, sorrindo um pouco só de poder estar com ela naquele instante. – Senti saudades... Não foi minha escolha te deixar sozinha, nunca faria isso por mim mesma. – o olhar no rosto de Helves poderia parecer triste, mas ela estava realmente feliz naquele momento, sua única tristeza real era ter deixado sua única companheira para trás mesmo com ordens contra isto.

Isso nunca mais vai acontecer, eu falei isso da última vez... Precisávamos de poder, pois só assim ninguém poderia nos separar. – se aproximaria mais um pouco dela, abrindo sua mão direita na frente do corpo para criar um pequeno fantasmas com orelhinhas de gato. – Tenho poder o suficiente para te manter comigo eternamente. Você também parece mais forte, mudou muito... Ficou mais bonita e até usa roupas agora. – tudo que Helves queria era poder tocar Aya, morder mas não queria arriscar a sujar, até mesmo erguendo sua mão esquerda, mas parando antes de encostar no rosto da sirena. O pequeno fantasma rodearia as duas até retornar ao corpo de sua criadora, desaparecendo. – Quero muito ter um tempo só nosso, só preciso me lavar antes... Tudo bem? – aguardaria alguma resposta dela um pouco preocupada, imaginando como Aya se sentia naquele momento depois de tanto tempo separadas. A garota só seguiria para algum banheiro quando a sirena estivesse ok com isso, seja seguindo ao banheiro juntas ou apenas indo para algum dos banheiros livres da casa sozinha. Como os meninos poderiam estar usando todos os banheiros daquela casa, Helves talvez tivesse que ir até a casa do lado, usando a passagem subterrânea que ligava ambas as casas, podendo usar algum dos banheiros livres na casa em que Elsa estava vivendo.

Seu quarto ficava na casa das mulheres, obviamente fazia mais sentido tomar banho lá para não acabar encontrando alguma surpresa no meio do caminho. Com bastante tranquilidade o banho seria tomado, retirando todas as vestes sujas, jogando-as em algum canto isolado onde pudesse pegar mais tarde para jogar no subterrâneo. Helves seria cuidadosa na limpeza, aproveitando para dar uma limpada em suas joias, querendo tirar o cheiro não só do seu corpo, com também de tudo que pudesse ter ficado cheirando mal e sujo. "Aparecer assim no reencontro com Aya foi horrível, preciso melhorar essa situação." Passaria um bom tempo se limpando, cuidando do cabelo e do corpo para quando estivesse realmente terminado, seguir ao quarto onde poderia trocar as roupas e colocar as joias novamente. Por não ter ideia de como se disfarçar naquele momento, Helves simplesmente colocou uma roupa bege que tinha, além de meias para proteger os pés do frio, guardando as joias apenas para poder ficar na casa, podendo procurar alguma outra roupa no subterrâneo. – Talvez pintar esse cabelo... – dizia enquanto se arrumava. Assim que estivesse completamente vestida e pronta, ela seguiria para fora do quarto com as roupas sujas, descendo onde os disfarces e roupas antes foram encontrados na intenção de procurar tintas para o cabelo, perucas, lentes para os olhos e qualquer outra coisa que pudesse alterar a aparência quase que por completo já que apenas maquiagem não resolveria esse problema. As roupas sujas seriam jogadas em algum canto especifico para elas, deixando para lavar ou apenas largando no lixo.

O importante para ela era saber que existiam coisas assim, pois na realidade não sairia da casa sem antes conversar com os outros. Helves retornaria já limpa e bem vestida aos companheiros, sentando-se no sofá perto de Aya enquanto sorria. – Hoje foi um bom dia. – observava os companheiros, além de puxar Aya para perto em um abraço que esteve esperando por muito tempo. "Estava sentindo falta de ter ela nos meus braços." Com muito gosto uma mordida seria dada no pescoço da sirena, sem a intenção de machucar ela, apenas aproveitando aquele momento que não tinha a muito tempo. Helves se afastaria após algum tempo, dando um breve beijo na testa de sua companheira, procurando agora explicar melhor a situação para Tidus. – Era pra ser uma missão simples de infiltração, mas as coisas eram bem mais complicadas do que esperávamos. – pausava um pouco, pegando um dos copos com bebida que estivessem na mesa, bebendo um pouco antes de voltar a falar. – Descobrimos coisas e isso acabou me deixando irritada... Como era algo importante para o Frisk, resolvi que era melhor ele procurar por mais informações enquanto eu cuidava dos problemas. – lembrar a fazia ficar um pouco mais séria. – O contato que eu ia usar para entrarmos no laboratório me vendeu, então a marinha ficou sabendo da minha presença lá dentro... E isso trouxe a Comodoro Amber para me caçar. – Helves sentia que ela ainda estava viva, era improvável uma pessoa tão forte morrer no meio daquilo. – Deixei meu corpo com Missu e Frisk, eles fugiram enquanto eu lutava com a marinheira. Ganhei a luta, mas não acho que matei ela ainda... Acabei explodindo mais do que apenas minha oponente, por isso as coisas ficaram daquele jeito. Só achei que era melhor me esforçar ao máximo contra uma oponente tão forte. – não era um problema tão grande assim, tudo aquilo seria dito como um ataque pirata e assim eles poderiam seguir em frente.


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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 6 EmptyDom 15 Mar 2020, 22:43



SPRING: JOURNEY OF HEROES

Depois de muitas desventuras dentro do enorme laboratório da ilha - e de encontrar muitos mistérios que ainda precisávamos dar um jeito de solucionar - nós finalmente conseguimos dar o fora daquele maldito lugar, ainda que meio que sem querer. O canal de esgoto nos levou até o esconderijo perfeito pra esperar pelo resgate, e de quebra a gente ainda conseguiu aproveitar uma bela vista do céu estrelado. Acho que todo mundo acabou ficando um pouquinho mais emocional do que o esperado, porque os abraços foram muitos - mas mesmo em meio a tudo isso, eu não estava preparado pra o que veio logo a seguir.

Logo depois que eu dei um abraço em Tidus-san de propósito, pra que ele sentisse de perto o mau-cheiro da água do canal de antes, eu me virei pra Missu e Helves apenas pra testemunhar uma cena que me deixou no mínimo confuso. A princípio foi só um abraço, mas de repente, Helves deu uma mordida - ainda que de leve - no pescoço de Missu. – Ah...! – eu corei quase que instantaneamente, levando os olhos de uma pra outra sem entender direito o motivo daquilo me deixar tão envergonhado. Helves tentou se desculpar e a situação ficou meio estranha por um momento, mas no fim não demorou muito para subirmos numa plataforma e sairmos voando dali. No caminho de volta pra casa, eu ainda sentia o rosto meio quente enquanto tentava me decidir entre olhar pra Helves, Missu ou o laboratório destruído e em chamas abaixo de nós. – Foi um estrago e tanto... – disse, sentado na borda do rochedo.

Enfim, a chegada até a casa que o exército tinha preparado pra nós acalmava um pouco o meu coração. No começo, eu tinha resolvido seguir a Helves só pra mudar um pouquinho a rotina de ficar fazendo bonecos de neve do lado de fora, e não fazia a menor ideia de que as coisas iam ficar daquele jeito. – Depois de uma dessas, acho que vou ficar bem feliz em fazer bonecos de neve por mais um tempo. – eu comentei com Missu, sorrindo e abrindo a passagem pra fora da dimensão de bolso, agora que estávamos num canto mais seguro. Do lado de dentro da casa, as luzes acesas indicavam que tinha alguém lá dentro - provavelmente a pessoa que Tidus-san disse estar nos esperando. Lá dentro, fomos recebidos uma moça muito bonita, que só momentos depois eu percebi se tratar de uma sirena. – Que bonita. – Missu falou, impressionada, e eu só pude concordar com a cabeça.

Prazer, moça. Eu sou Frisk Dreemurr. – eu me apresentei, ainda sem saber o seu nome. Quase cheguei mais perto pra cumprimentá-la, mas me lembrei de que eu devia estar fedendo mais que alguém que não tomava banho há um mês, e me contive. – Bem, os apertos de mão podem ficar pra depois que eu não estiver parecendo que saí de bueiro, haha. – sorriria pra ela e me contentaria com um aceno com a cabeça antes de puxar Missu pela mão, seguindo para tomar um bom banho. Escolheria o que tivesse a maior banheira, já que não se tratava só de me limpar e tirar o odor de esgoto - apesar de não querer admitir, eu ainda estava abalado e meio com tudo o que tinha encontrado naquele laboratório, e confuso como nunca por não conseguir me lembrar de nada daquilo. Queria tirar um tempo só pra relaxar e pôr a cabeça no lugar também, já que naquela hora estava ocupado demais tentando fugir. – "Além do mais, numa banheira grande a gente consegue dar um banho no Banchou também, o coitado tá todo sujo." – sorriria, jogando as roupas pro alto e indo direto pra água.

Depois de aproveitar um bom e longo banho, eu iria até o quarto pra me trocar, colocando as roupas de sempre outra vez - pelo menos por enquanto, não precisava me disfarçar, e além do mais, toda aquela roupa ia ficar fedendo por um bom tempo. Ao chegar na sala, junto de Missu, pegaria Helves já no meio da explicação. – Foi mal a demora. – sorriria pra todo mundo e arranjaria um canto pra me sentar também, ouvindo o restante da história. – Então aquela aura que eu senti foi da Comodoro. Pra você ter conseguido ganhar dela, esses seus poderes não são brincadeira mesmo. – comentaria um pouco animado, já que agora entendia um pouco melhor como funcionavam as projeções astrais dela. Pegaria algo para comer e beber também, oferecendo a Missu e enchendo uma vasilha pro Banchou também. – Pelo menos tá todo mundo bem...é o que eu queria dizer, mas pra ser sincero, eu ainda quero descobrir o que de verdade eles fizeram ali. Os documentos que eu achei não explicavam muita coisa. – eu olhei pra baixo, com o semblante sério. – Nós temos que achar esse tal de Horace.

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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 6 EmptyTer 17 Mar 2020, 18:28


Winter Season

#13




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~ Anteriormente:

Depois de fugirem do ambiente do laboratório em segurança, apesar de toda bagunça que haviam feito, chegavam até a residência do grupo e lá, a amada Aya encontrava-se à espera dos revolucionários. Entre Raven e Tidus havia apenas horas de distância, mas entre a Sirena e Helves havia anos, noites, um mar de pensamentos e emoções a separando, Helves ainda parecia estar próxima dela, mas o contrário era verdadeiro?  ~


- Meu nome é Aya, o prazer é todo meu Comandante. Dizia a moça em resposta ao Anjo Caído com um leve sorriso. Assim, cada um tomava seu rumo naquela casa, Tidus decidia ir para seu quarto a fim de banhar-se, tal como Frisk, Missu e Bancho andavam para outro cômodo, deixando no ambiente (o maior climão) os dois “pombinhos”.

A pirata aproximava-se da mulher, pensando por um momento tocá-la, mas sentia que não estava a altura dela naquele momento, ou que talvez estivesse deixando ela impura, Aya, por sua vez, desviava o olhar da moça, cruzando suas mãos a frente, olhando hora para o chão, hora para as vestimentas da vigilante.- Tudo bem..nos falamos depois. A resposta era bem clara. Com certeza havia algumas emoções novas na cabeça da habitante do mar, todavia, esses conflitos poderiam esperar por um bom banho e dessa forma Helves saia dali indo para outro banheiro.

O grupo acabava por se arrumar, e na volta Aya já tinha enchido dois copos, um para Tidus, a qual ela tinha ouvido falar da fama de apreciador de álcool, e outro copo para ela, algo que poderia até ser uma certa surpresa. Helves, ao chegar no ambiente, aproximava-se e abraçava a moça dando-lhe uma leve mordida, que fazia a garota se arrepiar, mas não se distanciava, assim, quando a pirata começava a relatar os acontecimentos, Aya tomava um gole da bebida e colocava o copo de volta a mesa. – Vocês poderiam me emprestar os documentos que pegaram lá? O Quartel General me disse que foram enviados para lá atrás deles, são peça importante para uma coisa. Dito isso, ela retirava de dentro das vestes mais alguns papeis, esses com várias coordenadas marcadas ali, rabiscada em cada um dos lados, acompanhada de palavras em um idioma desconhecido para todos.

- Comandante Dreemurr, me disseram que você é hábil com arqueologia, esse papel aqui contém as coordenadas de Stanford, a ilha do céu. Todavia, as instruções de como ler estão em um idioma estranho, acho que foi desenvolvido para impedir que qualquer um lesse, mas no meio dos papeis de lá deveria haver algum que relacionasse tudo isso.

Missu, então, logo fazia uma cara de surpresa e ânimo, como se fosse uma lâmpada recém acessa, a garota dava um pulo pelo sofá e corria até o quarto de cima, voltando com uma série de quatro papéis que quando juntos formavam uma série para tradução. – Aqui!
- Você poderia desvendar esses documentos?

A moça perguntava, e logo levantava-se, terminando sua bebida em um gole. – Estou me sentindo um pouco cansada, talvez seja o clima, se importam se eu me retirar? Dito isso, ela esperava e caminhava até o quarto de hóspedes, indo no mesmo e se sentava sobre a cama, imaginava que logo Helves viria ao seu encontro, por mais tenebrosa que fosse a ideia.

Caso a pirata decidisse por fazer isso, poderia, ao entrar, ver a moça sentada(não me pergunte como) sobre a cama, olhando para as costas da mão, cabisbaixa. – Helves..me perdoe. Dizia ela lamentando-se um pouco, como se remoesse algo. – Eu não sei nem por onde começar, muita coisa aconteceu, muita coisa. Ela subia um pouco a mão, arrumando suas madeixas por um instante. – Eu não sou mais aquela garota ingênua e pura,  o sangue do major está nas minhas mãos, junto com o de vários outros revolucionários e amigos, tudo isso fruto da minha falta de maturidade e poder. Ela parava por um tempo, dando um longo suspiro e fechando os olhos. – Eu passei por um longo e árduo treinamento com os Generais, eu tive que deixar de ser aquela pessoa. A marinha também não nos ajudou, era matar ou ser morta, eu sei que você queria que eu continuasse para sempre como aquela Aya, mas, por favor não me odeie agora. Nisso, a sirena instintivamente olhava para Helves, os olhos levemente lacrimejando, talvez finalmente livrando um peso que carregava a muito tempo.


Legenda:
 

Tradução:
 

Ao avaliador:
 

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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 6 EmptySex 20 Mar 2020, 22:28


Sky Island

Após um merecido banho depois de um dia bem incomum - se é que podia chamar assim - estávamos finalmente reunidos na sala de estar, Helves era a primeira a se pronunciar explicando o que tinha acontecido no laboratório. - A comodoro? - Olhei um pouco surpreso, a evolução da revolucionária era surpreendente, mas seu feito não era o que mais me chamava a atenção e sim o motivo que a levou a tomar essa decisão. - ‘’Descobriram algo?’’ - Me virei na direção de Frisk, me perguntava se eles tinham descoberto algo mais sobre o que Garbs havia me contado mais cedo. A resposta vindo do celestial confirmava minha suspeitava, aparentemente ele tinha descoberto algo sobre o caso, mas talvez não mais do que eu. - Huuuum, entendo. - Me inclinei um pouco para trás e peguei um cigarro no bolso do casaco, colocando-o na boca e o acedendo com o isqueiro.

- Mais cedo me encontrei com um sub-general do exército revolucionário, aparentemente ele era o responsável por essa ilha até chegarmos. - Dei uma longa tragada e soltei a fumaça para cima. - Ele também estava investigando Horace e o seu laboratório, infelizmente não foi capaz de conseguir muitas informações. - Me inclinei um pouco para frente apoiando os braços nos joelhos e olhando na direção de Frisk. - Lost Children, esse é o nome de um dos projetos que ele estava investigando. Não sei dos detalhes nem do que se trata ao certo, mas o seu nome estava nele. - Não sabia ao certo quanto Frisk sabia sobre o caso, mas era melhor dizê-lo de uma vez. - Aparentemente você escapou ou se perdeu em algum momento. Cobaia 8052, Frisk Dreemurr, e uma segunda também escapou, cobaia 8053… - Fazia uma pequena pausa, dando uma tragada no cigarro. - Essa dada como morta. - Me levantei de onde estava sentado e fui até a janela, onde soltei um pouco da fumaça para fora.

Não sabia bem o que pensar sobre o caso, os números próximos poderiam indicar algum tipo de parentesco entre os dois ou apenas um número aleatório, no fundo não queria pensar muito a respeito, mas já era tarde demais para voltar atrás, aquelas questões não podiam ser deixadas em abertas, se isso já me incomodava não podia nem imaginar como o celestial estava se sentindo. - Vamos encontrar Horace e descobrir o que ele anda fazendo. - Comentava dando outra tragada no cigarro. A essa altura Aya começava a investigar os papéis encontrados, confirmando a lenda urbana sobre uma ilha do céu. - Entendo, então acho que vamos precisar fazer uma visitinha a nossos amigos lá de cima. - Viraria de costas para a janela e me encostei no batente. - Isso me lembra, o sub-general também nos deixou um presente! Um navio incrível, vocês vão adorar. - Comentava em alto astral tentando animar um pouco depois daquele clima estranho do ultimo assunto.

Já fazia um tempo desde que nossos dias tinham sido tão agitados, será que estávamos voltando as noites em claro? Talvez, mas nem todos eram acostumados a essa rotina maluca. - Certo, já está tarde e a ilha do céu não vai a lugar nenhum mesmo, é melhor descansarmos. - Daria mais um trago no cigarro e soltaria a fumaça para fora. - A ilha está uma loucura agora, é melhor esperar a poeira baixar. - Se o cigarro tivesse chegado ao fim pegaria a bituca e a jogaria no lixo, no caminho pegaria um copo com bebida. - Não pense muito nisso, vamos descobrir o que aconteceu, certo? - Colocaria a mão sobre o ombro de Frisk e lhe olharia com um sorriso no rosto. - Vá descansar, vocês tiveram um dia cheio hoje. - Levaria o copo comigo e caminharia até meu quarto.

Me sentaria na cama e tomaria um gole da bebida, estava um pouco preocupado com toda a movimentação da marinha, seria impossível nos seguirem até o esconderijo, mas e se houvesse uma mínima possibilidade de nos encontrarem? - ‘’Tsc, numa hora dessas o que Elsa está fazendo?’’ - Me perguntava se Volkerball sequer estava sabendo dos acontecimentos. Fazer uma ligação agora era arriscado, as chances de sermos rastreados era grande dado o alerta máximo em que a marinha se encontrava, talvez eu lhe fizesse uma visita outra, quer dizer, ela estava literalmente do outro lado da rua. De qualquer forma dar mais mais uma volta pela casa, uma ronda simples pelos cômodos abertos verificando se tudo estava bem. Se após algumas horas tudo estivesse nos conformes retornaria para o quarto onde teria descansar um pouco.


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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 6 EmptySab 21 Mar 2020, 03:13

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O clima entre Aya e Helves estava um pouco estranho, algo claramente estava diferente na sirena, uma situação que não agradava muito a celestial durante as poucas interações que tinha com a companheira. "Esquisito... Ela mal consegue falar comigo." A conversa entre o grupo se desenvolvia bem, apresentando as informações necessárias e explicando cada coisa perguntada. Derrotar uma marinheira tão forte parecia incrível até mesmo para quem tinha conseguido este feito, sorrindo sem nem notar ao falar sobre. – Sou meio invencível enquanto meu corpo verdadeiro estiver em segurança, provei isso nesta luta. – Helves estava adorando aquele poder, conseguia fazer tantas coisas que poderia ajudar um grupo tão completo como a Seasons. As informações importantes continuavam sendo passadas, deixando todos por dentro da situação atual, assim como o próximo objetivo que tinham assim que estivessem prontos para tal. – Só paro quando o encontrarmos. – claro, era uma missão, mas para a garota aquilo acabava sendo maior do que isto. Seus olhos brilhavam de raiva, alterando o semblante feliz e alegre de antes em algo sério e levemente irritado. Frisk e muitos outros celestiais pareciam estar envolvidos naquele problema, lidar com isso era um dos deveres dela.

A verdade importava, mas mesmo sem ela Helves conseguia julgar tranquilamente o lado certo e errado. Se fosse preciso ela explodiria aquela ilha inteira para conseguir uma resposta e livrar seus companheiros de raça das mãos desses seres cruéis. "Estou viva e livre, não é justo que pessoas poderosas os prendam por serem diferentes... Por sermos diferentes." Pensar demais sobre os experimentos a incomodava, deixando isso um pouco guardado para focar na felicidade daquele momento, voltando a sorrir ao escutar sobre o tal navio. – Sério? Eu estava sentindo falta de ter um navio só nosso. – barcos sempre a faziam lembrar da época como pirata, viajando o mundo com Asken, Kryn, Aya e Bruce. "Espero que eles estejam bem e livres, como sempre queríamos ser." Se lembrar que seu irmão provavelmente tinha sido preso a incomodava, mas não era possível que alguém conseguiu o conter normalmente. Se fosse sua escolha, não existia motivo para ela tentar algo, mas se em algum momento a situação de Asken fosse dada como uma prisão normal, as coisas complicariam. Helves largaria toda sua vida para conseguir ficar com as pessoas que ama, principalmente agora que tinha poder para isto.

Ehrm... – tentava falar algo para impedir Aya, mas resolvia parar antes de estragar o clima. Helves não podia mais controlar as ações da sirena, não existia mais essa necessidade e desta forma parecia melhor. Por hora ela deixou que sua companheira fosse descansar, resolvendo beber um pouco mais para relaxar e tomar coragem. – Amanhã vamos lidar com essas questões e resolver a situação no geral. – se ergueria, dando uma última olhada em Frisk e Tidus. – Durmam bem, vamos precisar de muita energia para essa missão. – levaria sua mão direita até os cabelos de Frisk, sorrindo enquanto se movia para o quarto onde Aya estava. "Não vou conseguir dormir sem falar com ela." Respirava profundamente, reunindo forças durante sua caminhada até abrir a porta do quarto, fechando-a assim que passava por ela. Helves olhava a única pessoa restante de sua vida passada, sorria minimamente em sua aproximação até a cama onde ela sentava-se. – Te perdoar? – dizia um tanto surpresa com as palavras da amiga. Era impossível aquela sirena ter feito algo ruim o bastante para pedir perdão, estava bem longe disso, ela era perfeita demais aos olhos da celestial. Mas ouvir aquilo a deixava preocupada, desaparecendo com o sorriso de seu rosto.

Helves achava estranho Aya estar daquele jeito e tudo isso foi devidamente sendo mostrado conforme ela explicava, ficando bem clara a razão da transformação. – Eu não esperava por isso... Depois de tudo que vivemos juntas... – lentamente ela iria se aproximar, agachando-se na sua frente. – Você realmente pensou que eu te odiaria? – lágrimas se formavam nos olhos da celestial e ela erguia ambas as mãos para segurar o rosto de Aya enquanto limpava qualquer lágrima que pudesse surgir por ali. – Todos sofremos, perdemos muita gente, eu tive que viver sem você por tanto tempo e a única coisa que me fez seguir em frente foi saber que um dia te teria de volta em meus braços. – um sorriso surgia nos lábios da garoto, conseguindo finalmente se reunir com quem tanto amava. Sua última companheira da época de pirata. – Sei que sofreu, eu nunca deixaria você ir para longe novamente. Foi um erro, mas eu sinto que você está mais forte... Cresceu, mudou e mesmo não sendo a mesma Aya que eu conheci, ainda te amarei. – desta vez as lágrimas escorriam, Helves estava feliz demais para segurar-se naquele instante, chorar era algo que ela só fazia na frente da sirena como sempre. – Aya, eu só tenho você... Todos os outros se foram, não me restou mais nada de importante nessa vida... Acho que sem você nem existiria eu, depois de tudo que aconteceu. – assim ela seguraria as mãos da seria com as suas, apertando firme enquanto os olhos permaneciam focados na face dela. – Por isso não se preocupe, vamos ficar juntas para sempre, pois eu não conseguiria viver sem você... – a garota continuava sorrindo, deixando as lágrimas caírem naquele momento tranquilo, aceitando que aquela era a única pessoa que poderia ver os piores lados que possuía.

A celestial ficaria um tempo agachada até conseguir fazer a sirena se acalmar e relaxar um pouco. O momento estava bom, Helves tinha conseguido expressar tudo que imaginava em palavras, esperando que Aya conseguisse entender bem e ficar tranquila, pois não existia ódio algum. A inocência das duas sempre foi algo bom, mas isso não atrapalharia em nada. O amor dela era real, ainda que nem mesmo ela soubesse dizer claramente que tipo de amor era este. A vida de Helves estava bem na sua frente, era estranho dizer isso, como se depois de falar tais coisas não tivesse como viver sem ela. "Sim, não tem como." A evolução da sereia era obviamente muito maior do que a da celestial, pois mesmo sofrendo muito e tendo que lutar por sua vida Helves não deixou seu lado bom desaparecer. Nada disso tinha alterado a forma de sentir a vida, de amar alguém ou ver sua companheira de maneira diferente. – Sei que ainda temos muito para falar e compartilhar, estou aqui para te escutar se quiser me dizer algo... Mas podemos deitar um pouco? O dia de hoje foi cansativo. – Helves esperava deitar na cama junto de Aya, abraçar ela ou simplesmente relaxar se fosse do desejo da mesma. – Eu senti falta de ter alguém do meu lado em noites complicadas. – o dia tinha sido longo, cansativo e incrível. Mas aquele era o momento de relaxar, preparando-se para o próximo dia e ter alguém do seu lado ajudava nisso. – Vou para uma ilha do céu, algo que não faço faz anos... E farei isso com a melhor companhia. – após dizer isso, olharia a sereia com um sorriso, aproveitando os poucos momentos que teria ali antes de descansar caso não houvessem muito mais a ser feito. Traria Aya para perto quando fosse realmente hora de dormir, abraçando-a enquanto fechava os olhos sorrindo. O dia seguinte seria agitado, todos precisavam de um descanso e pela forma como era naturalmente Helves não acordaria primeiro. Dormir demais sempre foi uma característica normal dela, por isso confiava que seria acordada por sua companheira de cama ou por algum dos outros revolucionários.



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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 6 EmptySeg 23 Mar 2020, 13:32



SPRING: JOURNEY OF HEROES

Terminando o meu banho, eu me reuni com o restante do pessoal na sala, para discutirmos o que fazer depois daquele dia maluco. Eu e Helves falamos a Tidus-san sobre o que tínhamos encontrado lá dentro - mais especificamente sobre o andar abandonado e assustador, em que encontramos todos aqueles documentos sobre os experimentos. E então, quando chegou a vez do Duque Azul de contar como tinha sido o seu dia, eu fiquei surpreso em descobrir que ele também tinha ouvido falar do projeto, ainda mais vindo de outro sub-general. – Sim, nós achamos um monte de papéis sobre isso naquele andar do laboratório... – eu me lembrei do lugar que mais parecia uma creche pós-apocalíptica, e me arrepiei por um segundo – Mas fora isso que você disse, também não tinha muita coisa. Ou eles se livraram do resto, ou não mantinham os outros documentos ali. – eu disse, entrelaçando os dedos. Com um suspiro, eu me recostei na cadeira, levando os olhos pro teto. – O que diabos aconteceu lá...?

A voz saía quase que como um sussurro, e no fim das contas, talvez aquela fosse a minha maior dúvida no momento. Eu nunca tinha parado pra pensar muito a respeito do meu passado - o passado antes da mansão Dreemurr - mas parte de mim sempre teve essa vontade de visitar uma ilha do céu, tentar descobrir mais um pouquinho sobre o lugar de onde eu tinha vindo. Tudo bem que isso era completamente diferente de tudo o que eu esperava. E tudo bem que eu ainda estava confuso com a ideia de ter sido um rato de laboratório. Mas agora, eu estava mais perto da verdade do que nunca. Eu não podia e nem pretendia ficar pra baixo com aquilo o resto do dia, mas queria descobrir o que aconteceu de verdade.

Vamos encontrar Horace e descobrir o que ele anda fazendo. – Tidus-san disse, talvez pra tentar me confortar. Eu sorri com confiança em resposta, assentindo com a cabeça. Nessa hora Aya - que era como se chamava a moça que conhecemos mais cedo - começou a falar dos documentos do laboratório, e de alguns papéis que supostamente nos ajudariam a chegar na ilha do céu. Missu pareceu se lembrar de algo e, levantando rápido, correu até o quarto e voltou com alguns dos papéis que tínhamos trazido do laboratório. – Oooh, legal! Acho que eu não tinha prestado atenção nesses. – eu comentei com os olhos brilhando, ao ver os vários símbolos e suas traduções. – Pode deixar com a gente! – eu respondi animado ao pedido de Aya. Esse tipo de segredo era sempre divertido de tentar desvendar.

Eu então juntaria os papéis com as traduções e os documentos que precisava traduzir, separando-os num canto da mesa por enquanto. – Se quiser me ajudar, eu devo começar depois que todo mundo for deitar. – diria baixinho pra Missu, ansioso pela noite de mistérios que vinha pela frente. Eu me levantei da mesa pra ir buscar um pouquinho de café, já que sabia que iria precisar, e logo quando ia voltando, ouvi Tidus-san falar de um presente. – Um navio, e só nosso!? Legal! Quanto tempo já faz que a gente só pega carona nos Expressos? Vai ser ótimo viajar sem ter que ficar preso na dimensão de bolso. – disse, voltando a me sentar. Não muito tempo depois, então, todo mundo começou a se recolher, e eu aceitei de bom grado os afagos de Tidus-san e de Helves. – Boa noite pra vocês também. – e olhando de relance para Missu, com um sorriso de cumplicidade, eu colocaria meu plano em ação.

Quando todo mundo estivesse fora de vista, atacaria a cozinha e levaria pro quarto tudo o que achasse que fosse precisar - um pouco mais de café, água, umas coisinhas pra comer e até a vasilha do Banchou pra caso ele resolvesse ficar acordado com a gente. Não sabia quanto tempo ia demorar, então era melhor me preparar pra passar bastante tempo ali. – Heheh, tudo pronto. – olharia em volta com satisfação, vendo o quarto "organizado" de uma maneira meio bagunçada, com os papéis espalhados pelo chão, um caderno pronto pra todas as anotações que eu fosse fazer e a comida e bebida que tinha trazido repousando em cima do criado mudo. – Beleza, vamos começar, Missu! – e assim, sentado no chão, trataria de começar a traduzir cada um dos documentos, contando com a ajuda de Missu - e talvez do Banchou - pra achar os símbolos no papel da tradução, passando tudo pro caderninho.

Aquela noite seria longa, mas também seria divertida à beça!

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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 6 EmptyTer 24 Mar 2020, 12:22


Winter Season

#14




~Todos~

~ Anteriormente:

Reencontros nem sempre eram os mais felizes possíveis, apesar de uma missão com êxito, Aya parecia carregar mágoas e cicatrizes do passado e procurava em Helves  o perdão de um pecado que sequer existia. Enquanto isso, Frisk recebera da sirena um papel com as instruções de tradução de uma língua desconhecida, mas que possivelmente carregariam o segredo do acesso à Stanford.  ~


A noite ia calmamente passando, diferentemente do cenário do laboratório, tudo ali parecia um pouco calmo demais, talvez porque boa parte dos marinheiros estivessem ocupados com a bagunça deixada pelos revolucionários e os civis com medo demais para botarem os pés nas ruas.

O documento decifrado por Frisk começava a dar suas caras, primeiro Missu começava a dar uma olhada na tradução e ia filtrando os documentos, procurando algo que parecesse ser com instruções, assim ela ia copiando os caracteres pouco a pouco em outra folha, enquanto que o Anjo Caído ia cuidando de estudar aquela língua de forma a decorar os símbolos e tentar entender como era formada a gramática e outras estruturas sintáticas.

Em meio a esse processo, a manhã começava a raiar e logo Missu, com certa exaustão e já tendo comido alguns biscoitos, aproximava-se de Frisk com um papel com alguns caracteres dispostos em ordem. – O máximo que eu consegui foi isso, me desculpe, vou descansar. Era quase que robótico esse comentário, de forma que ela só virava e caia sobre a cama, pegando no sono e em exaustão. Bancho fora o primeiro a dormir, horas atrás na verdade, já que para ele aquilo parecia ser o tédio máximo, ao contrário do arqueólogo, que agora conseguia aplicar todo o seu conhecimento naquele último documento que deveria ser a síntese das instruções.

Tidus e Helves ainda dormiam, todavia Aya era a primeira a acordar ouvindo um som estranho, assim ela balançava com certa pressa a revolucionária. – Helves, acorde! Dito isso, o Duque Azul era o segundo a acordar ao ouvir um barulho forte contra a janela da sala de estar. Então, poderiam ouvir um barulho agudo, como se algo estivesse arranhando o vidro.
Quando descessem poderiam ver que uma coruja estava em meio a sala de estar, mas ao prestarem atenção veriam claramente que não era uma coruja comum, mas sim mecânica, muito similar a qual Helves observara na primeira vez que encontrara Marshall.

- Bom dia, Seasons. Dizia a voz a qual claramente era identificável para as que conheciam, era Marshall D. Robins pelo outro lado da comunicação. – Não fiquem apreensivos, não vim aqui para brigar com vocês, na verdade para agradecer e dar-lhes um presente. Eu já tinha alguns problemas com o velho Horace e seu laboratório a algum tempo, por isso a bagunça que a pirata Helves e o Anjo Caído fizeram foi exemplar, e com isso consegui recuperar algumas coisas que queria.

- Vocês devem estar se perguntando como eu sei que são vocês? Bom, deixe-me explicar. Primeiro, é de se imaginar que o laboratório K tivesse várias câmeras, é de se imaginar que eu tivesse acesso a maioria delas. Nisso, Helves conseguia memorar de quando encontrara o homem, os vários monitores atrás desse.
– Além disso, foi possível ver uma habilidade peculiar de um de vocês, a capacidade de abrir portais, Doa Doa no Mi. Somado a isso, a busca incessante por documentos do Lost Children e um garoto buscando eles junto a outra garota, Frisk Dreemurr era um palpite bem plausível a partir daí. Então, um certo civil foi capturado e bem..fortemente interrogado pela marinha, um tal de Jhon Rider, que depois de algumas porradas abriu o bico para os marinheiros que viu um tal de Jecht Wolfsong receber uma sirena e que ela deveria de alguma forma estar ligada aos revolucionários. Depois disso foi só ver algumas câmeras da área externa e ver que alguém era capaz de fazer coisas levitarem.

- Doa Doa no Mi, Fuwa Fuwa no mi. Duque Azul e o Anjo Caído. A minha surpresa foi perceber que de alguma forma uma pirata novata estaria junto de vocês, mas vendo o estrago que ela fez é bem entendível.

- De toda forma, eu não vou relatar isso para a marinha, na verdade eles já devem ter percebido. E agora vem o meu presente para vocês. Existe um certo homem na marinha, um vice-almirante, que é bem conhecido por atuar no fim da 1° Rota, ele é alguém que nunca perdeu uma missão e nem deixou oponentes vivos, dizem que seu poder vai além da imaginação e que a própria Amber reconhece a superioridade dele. Acredito que ele está a caminho dessa ilha. Além disso, Horace não se encontra em Karakui, mas sim em Stanford, talvez ele tenha recebido alguma informação.  Por isso, recomendo que saiam daqui enquanto ainda tem tempo de viverem.

- Helves, se você ainda quiser repensar sobre as joias em troca de informações, sabe onde me encontrar.


A comunicação vinda da coruja cessava e assim o animal mecânico continuava sua rotina como se fosse apenas uma coruja e ia para a janela, tentando iniciar seu voo.  As coisas pareciam que iriam apertar dali para frente, Frisk por sua vez, estava na fase final da tradução, Elsa parecia que ainda estava livre da ameaça, mas o restante, parecia ter recebido seu ultimato naquela ilha.


Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 6 EmptySab 28 Mar 2020, 17:30


Over the clouds

Uma noite de sono tranquila, queria dizer que esse havia sido o caso mas sentir meu pescoço em perigo após tanto tempo fora dos holofotes gerava uma sensação estranha, não sabia ao certo se era uma sensação boa ou ruim, era apenas estranho. Tal sensação desapareceu quando um som estranho chegou aos meus ouvidos. - “Mas o que?!” - Me levantei assustado, olhando para os lados e percebendo que já era de manhã.  - Hum? - O som estranho se mantinha, era como se alguém estivesse arranhando vidro com as unhas. - Aaarg, mas que barulheira é essa logo cedo?! - Exclamava me levando e apanhando pela bainha a espada lendária que repousava ao lado da cabeceira da cama.

Ao chegar na sala uma surpresa. - Uma coruja robô? - Curioso arqueei uma das sobrancelhas. - Malditos animais robôs. - Resmunguei enquanto levava uma das mãos até os olhos e bocejava. Estava prestes a me virar de costas quando uma voz estranha chegou aos meus ouvidos. - Uhn? - A coruja robô estava… Falando?! - O que tinha naquela bebida? - Olharia na direção dos outros e apontaria com o polegar na direção da coruja esquisita. - Ei, vocês estão ouvindo isso também, não é? - Mesmo sem uma resposta, estranhamente algumas coisas começavam a fazer sentido - tirando o fato da coruja estava falando, sério, uma coruja robô estava na minha janela falando um monte de baboseira, eu não podia estar ficando tão louco a esse ponto, se ela estivesse cantando poderia cogitar a ideia de uma alucinação.

- Para uma lata velha você fala demais. - Já tinha ouvido demais e aparentemente algo grande estava para acontecer como de costume. - Agradeço o aviso Sra. Coruja-intrometida. Como cortesia permita-me lhe agradecer igualmente. - Me curvei levemente de forma cortês, como quem tira uma dama para dançar. - Você não deveria ser tão presunçoso com seu anfitrião, meus ouvidos podem estar me enganando mas senti como se estivesse nos ameaçando. - Ergui a cabeça com um olhar tão afiado quanto a lâmina que carregava comigo. - Fico feliz que saiba quem somos, deste modo deve saber que não está lidando com os peões com os quais está acostumado. - Com um piscar de olhos a lâmina que carregava comigo rasgava o ar, indo em direção a coruja como uma flecha banhada pela escuridão. - Você não vai nos entregar porque um vice-almirante seria o menor dos seus problemas se o fizesse. - A essa altura concluiria o movimento, tentando destruir completamente a ave metálica com a espada voadora.

Em meio a um suspiro me virei para os outros revolucionários, com as mãos na cintura e um pouco pensativo. - Huuuum, Stanford, parece que agora temos um nome. - A espada que havia sido utilizada para atacar a coruja retornava, parando na vertical ao meu lado. - Certo, quem aí está curioso para ver o que existe sobre as nuvens? - Comentava com um largo sorriso no rosto, por mais que Anna e Frisk fossem habitantes das lendárias ilhas aladas não podia deixar de me animar com a ideia! Uma ilha acima das nuvens? Nunca em minha vida havia cogitado pisar em tal lugar e não podia deixar de me animar com a ideia. - Peguem apenas o necessário e não deixem pistas de que estivemos aqui. - Apanhava a espada flutuante e a colocava presa na cintura. - Frisk, tudo que possa nos ligar a esse lugar e não for necessário, jogue para dentro da dimensão de bolso, é um bom esconderijo. - Dito isso retornaria ao meu quarto onde estavam as minhas coisas.

No quarto vestia meu disfarce e apanhava as armas e equipamentos, dobrava o uniforme e o colocava embaixo do braço. Assim que recolhesse tudo voltaria até a sala onde buscaria um papel e uma caneta para escrever um breve bilhete: Marinha a caminho. Céu. Celestiais. Voltamos em breve. Dobraria o papel, caminharia até o subsolo que conectava as duas casas e passaria o papel por baixo da abertura que dava na casa de Elsa, assim que voltasse pelo caminho ergueria um pouco de terra com o poder da leveza para tampar a passagem para o subsolo, deste modo apenas seria acessível pela casa de Elsa ou se alguém removesse toda a terra. Como Volkerball ainda não tinha sido comprometido não precisávamos traga-la para dentro daquela confusão, mas quando o momento chegasse precisávamos dela pronta.

De volta a sala principal aguardaria com que todos se reunissem enquanto esticava os tapetes de Alabasta. - Todos prontos? - Aguardaria uma confirmação. - Faça as honras, Frisk. - Assim que a porta para a dimensão de bolso fosse aberta comandaria os tapetes para o seu interior carregando os revolucionários e indo logo atrás. - Vamos encontrar com o navio primeiro. - Pelo céu de Karakui flutuaria junto aos tapetes, indo em direção ao navio. Ao avistar a embarcação desceria até o convés e observaria se estava seguro, adentraria o refeitório e só então assentiria com a cabeça na direção do celestial para que abrisse uma porta. - Aqui estamos, vocês podem deixar suas coisas em algum lugar, assim que estiverem prontos vamos subir.


 
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Última edição por ADM.Tidus em Dom 05 Abr 2020, 23:54, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 6 EmptySeg 30 Mar 2020, 01:13

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Não tinha sido uma noite perfeita. Helves conseguiu dizer tudo que gostaria para Aya e sua companheira não pareceu achar muito problema nisso, permanecendo na cama para descansarem juntas como já tinham feito muitas vezes. O descanso era muito mais do que necessário, dando toda a energia que o grupo usaria no dia seguinte, prontos para iniciar a missão em Stanford. Algo natural acontecia, principalmente agora que tinha alguém importante ao seu lado, a celestial simplesmente dormia muito bem. Uma situação não muito vista nos últimos tempos, sentindo-se tão pressionada e perdida sem sua amada. Como se algo estivesse faltando. Ter Aya tão perto, sentir o calor de seu corpo, sua pele suave ao toque e o cheiro da sirena atraiam Helves. Alguém tão perfeita quanto ela se tornava o alvo mais delicioso para as mordidas da jovem deitada ao lado. O barulho do lado de fora do quarto nem mesmo incomodava a garota, continuando dormindo, só sentindo mesmo que era hora de acordar quando a linda sereia ao seu lado usou da força para balançar a donzela adormecida.

Já vou... – falou baixinho, esfregando os olhos enquanto um sorriso se abria no rosto da mesma, tendo plena noção de que veria algo lindo ao abrir os olhos. Aya estava lá, mas o barulho do lado de fora era o real problema ali. – Problemas... Eu só queria dormir com você um pouco mais. – comentava chateada, esfregando o rosto e jogando as madeixas verdes para trás. Rapidamente ela se erguia da cama, auxiliando a sirena para irem checar o problema o mais rápido que conseguia. A situação lá era um pouco inesperada, algo dentro da pirata a fez imaginar que o imbecil do Marshal faria algum movimento contra eles depois de terem sucesso no laboratório. – Marshal... Não consegue me deixar em paz? Já neguei sua ajuda. – dava alguns passos até a coruja, mas resolvia apenas ignorar, sabendo que Tidus era quem dava as ordens ali. A celestial só conseguia segurar uma das mãos de Aya, como se quisesse proteger ela mesmo não vendo perigo. "Ele quer nos tirar daqui por algum motivo. Lidar com o problema seria bom, ele é uma ponta solta que é melhor destruir." Infelizmente o encontrar era um grande problema, por conta disso a garota apenas descartava essa opção. Suas joias nunca iriam parar nas mãos de um verme como ele, isso Helves faria questão de impedir.

Com o pequeno problema fora da cena, seja com Tidus lidando com ele ou apenas a coruja voando para longe, as coisas poderiam então voltar ao normal. – Quero muito ver uma outra ilha do céu. Faz muito tempo que fui ao céu, vai ser interessante. – dizia com um sorriso animado, ainda segurando a mão de Aya, mas nesse momento já relaxava um pouco por conta do clima não ser tão pesado quanto antes. O objetivo era se divertir de certa forma, mesmo que estivessem indo em uma missão. O esconderijo estava comprometido, era hora de se livrarem de qualquer coisa que os ligava ao lugar, pois não podiam imaginar quando Marshal decidiria que os entregar para a marinha o dava vantagem. – Vou cuidar de mudar essa aparência, a ilha toda deve estar me procurando depois daquilo... – matar uma comodoro e destruir a construção mais importante da ilha pareciam coisas que fariam a marinha inteira caçar Helves pelo tempo que ela estivesse ali. Anna aparecer só traria problemas e entregaria de vez quem ela era, por isso mudar completamente o estilo parecia uma opção mais viável.

Descendo até o subsolo onde os disfarces estavam, procuraria tintas fáceis de aplicar e retirar do cabelo se necessário, ou apenas alguma peruca muito bem feita. Cuidadosamente a celestial cuidaria de pintar completamente seu cabelo para um rosa claro, ou simplesmente usar uma peruca se as tinturas fossem do tipo complicado de aplicar e retirar depois. Com o cabelo arrumado, Helves pegaria duas lentes vermelhas e colocaria nos olhos perfeitamente, partindo então para a parte complicada ali, que se mostrava a maquiagem. Não adiantava manter as mesmas linhas do rosto e maquiagem, Helves buscaria mudar seu rosto com a pura magia do seu kit de maquiagens. usando dos diversos pinceis que tinha para criar algo que estaria longe do seu eu natural. "Só o cabelo já resolve o maior problema." Terminaria aquilo com um batom rosado bem leve, além das roupas, brincos dourados e um colar completaria seu [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] totalmente. Guardando todas as outras joias que normalmente usava como a pirata Helves, precisando largar tudo isso em sua mochila para mais tarde.

As vestes eram perfeitas para o frio de Karakui, mas não tinha como saber se em Stanford aquilo se manteria. Qualquer problema quanto a isto poderia ser facilmente resolvido com a retirada de algumas roupas, algo fácil para a garota naquele momento. Helves seguiria então para o quarto onde estava ficando. Lidando com os lixos que havia jogado lá e qualquer coisa que pudesse ligar aquela casa com ela e o grupo. Tudo isso seria deixado dentro da dimensão de Frisk, pois não havia tempo de arrumar um lixo para despejar aqueles itens. O resto obviamente eram os pertences da garota, colocados cuidadosamente na maleta e mochila que tinha, enfiando a maleta dentro da mochila para conseguir carregar tudo de uma forma só. "Acho que vou precisar de mais tintas... Não sei se agora, mas sim no futuro." Passaria mais uma vez onde tinha pego as tintas para o cabelo, recolhendo um kit básico para suas missões futuras que pudessem precisar de uma mudança no visual. Só faria isto se ainda estivesse restando algo lá, seguindo finalmente ao encontro de todos na sala.

Voaria com todos até o tal barco, aguardando ansiosamente a chance de navegar mais uma vez com um grupo grande. Viagens de barco sempre se tornavam divertidas, tendo muita festa em todas que Helves participou. Os bons tempos do bando dos dragões, algo que provavelmente não voltaria nunca. Ao menos Aya tinha mudado de lado e agora era a companheira de Helves, não de Asken. "É um tipo de roubo, mas eu sempre fui muito próxima dela." O negro nem tinha como cuidar da sirena, estava longe fazia muito tempo e com seu paradeiro desconhecido ficava ainda mais complicado o trazer junto. – Aya... Você ouviu algo sobre o Asken depois que nos separamos? – questionaria tranquilamente, aproveitando se já estivessem na embarcação para isolar-se um pouco e conversar com ela sobre isto. – Sinto que preciso ter certeza da segurança dele e dos outros... Não quero passar como uma insensível que ignorou os companheiros e seguiu seu próprio caminho sozinha. – isto a preocupava de verdade, resolvendo caminhar até algum dos quartos vagos do navio onde pudesse guardar a mochila por hora e ficar mais livre na embarcação junto da sirena e dos outros.



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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 6 EmptyTer 31 Mar 2020, 14:49



SPRING: JOURNEY OF HEROES

Hmmm...acho que isso é um pouquinho mais complicado do que eu imaginava. – a ideia de virar a noite decifrando aqueles documentos tinha parecido bem divertida a princípio, mas a essa altura, eu já estava considerando de verdade desistir e ir tirar um cochilo. Banchou foi o primeiro a se retirar, o que não era surpresa nenhuma: não devia haver muitos cachorros por aí que se interessavam por arqueologia e traduções de línguas estranhas. Mas depois de algumas horas trabalhando, Missu me deu seu boa noite e foi dormir também, me deixando sozinho numa luta pra entender do que diabos aqueles papéis falavam.

Eu já tinha descoberto algumas coisas importantes sobre aquele alfabeto, e entendia que a tradução não era direta - eu precisava dar meus pulos pra entender as mensagens, mesmo depois de decifrar os símbolos, o que fez com que aquilo tomasse bem mais tempo do que eu gostaria. E com a manhã já raiando, eu coloquei mais um gole de café pra dentro, observando os inúmeros documentos e anotações que eu tinha espalhado pelo chão do quarto durante todo o processo. Foi nesse momento, olhando pra coisa como um todo, que eu reparei em um papel em específico que tinha passado despercebido. Meus olhos brilharam.

Eu o peguei do chão com as duas mãos, lendo atentamente. Se tudo o que eu já tinha descoberto até agora estava certo, então aquilo devia ser...sem perder tempo, eu peguei uma folha do meu caderno de anotações, e com a caneta em mãos, comecei a transcrever a mensagem. Eu já tinha pegado o jeito da maioria dos símbolos àquela altura, mas contei com uma ajudinha do papel com as traduções pra ter certeza. – Vamos ver, começa com um A...B...O... – eu fui anotando cuidadosamente cada uma das letras no caderno, os olhos indo e voltando do documento e das traduções. – ...U...não, V? E também um E...ABOVE? – eu sentia que estava no caminho certo, e assim, continuei com a tradução até escrever tudo.

"ABOVE CLOUD THERE ARE GREAT RICH NORTH AND LEFT". A tradução final tinha ficado um pouquinho confusa, mas a ideia era bem clara. Eu senti um sorriso tomar o meu rosto, e por mais que ainda estivesse morrendo de sono, definitivamente não queria simplesmente parar e dormir agora. Aquilo nos ajudaria a chegar na ilha do céu, e quem sabe até a encontrar algum tipo de tesouro lá em cima! – Tem dizendo algo como riquezas aqui, afinal. – eu sorri, esquecendo o cansaço por um momento. Nisso, já fazia um tempinho que eu tinha ouvido algum tipo de comoção vindo da sala de estar, e corri até lá pra encontrar o restante do pessoal. De fato, Tidus-san e Helves estavam ali, mas não parecia que eles tinham simplesmente acordado pra tomar café da manhã. – É...aconteceu alguma coisa?

Quando ficasse por dentro da situação, me apressaria pra ajudá-los nas preparações - era meio triste abandonar aquele esconderijo assim, de repente, mas era a nossa melhor opção por enquanto. – Tá legal, eu vou acordar a Missu! – diria, correndo de volta pro quarto. Dava um pouco de pena de tirá-la da cama assim, já que devia estar quase tão cansada quanto eu, mas a gente podia dormir no navio se precisasse. Seguindo a dica de Tidus-san, eu abriria uma porta no ar no meio da sala de estar, mantendo-a aberta para que todo mundo pudesse jogar pra dentro o que precisássemos esconder. – Talvez seja bom esconder a passagem subterrânea também. Alguém coloca um móvel por cima! – antes disso, porém, pegaria algumas roupas e outras coisas pra usar de disfarce depois, se viesse a calhar.

Por fim, com tudo pronto, eu abriria a passagem pros tapetes voadores - ou a gente poderia usar a que estava no meio da sala, tanto faz - e nós estaríamos prontos pra partir. No caminho, mostraria pro restante do pessoal os resultados de todo o trabalho da madrugada: – Eu não sei do que exatamente isso tá falando, mas parece interessante. Essa parte aqui, norte e esquerda, principalmente. Isso seria...noroeste, então? – talvez fosse algum mapa do tesouro, ou simplesmente uma indicação das direções da ilha. Mas o "acima das nuvens" não deixava dúvidas de que era daquilo que estávamos atrás. A ilha do céu, Stanford!

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