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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Up: Altas Aventuras

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MensagemAssunto: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 4 EmptyQui 09 Jan 2020, 16:24

Relembrando a primeira mensagem :

Up: Altas Aventuras

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) revolucionários Tidus Belmont, Frisk Dreemurr e Helves. A qual não possui narrador definido.


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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 4 EmptyQui 13 Fev 2020, 20:40


Hero or Villain

Um plano após libertar-se dos grilhões? Não… Assim como o próprio orador tinha comentado tudo que tinham era o desejo de liberdade, o desejo de se libertar de um relacionamento abusivo se é que podia dizer. - “Talvez fosse pedir demais que tivessem planejado tantos passos a frente assim.” - Deixei escapar um riso e balancei a cabeça de forma sutil. - Hahaha, você está certo. Antes só do que mal acompanhado.  - Era difícil dizer se aquele homem sequer sabia o que estava fazendo, mas existia vontade em suas palavras e se existia vontade de mudar, tudo que restava era de um impulso inicial.

Tendo sua resposta, o sujeito também aceitou a me ensinar um pouco sobre sobre ser um orador, aparentemente Rider havia aprendido com seu pai e desde então pratica e espalhava sua palavra de forma bem convincente, atentei-me aos seus ensinamentos ao mesmo tempo em que tentava reproduzi-los, provavelmente tal habilidade me seria útil no futuro. Após o aprendizado minha garganta já estava seca assim como a de meu professor temporário. - Você leu a minha mente. - Me levantei e coloquei meu chapéu novamente, seguindo o orador em direção a taverna.

Não demorou muito para que chegássemos a uma taverna local, o local estava bem movimentado como que havia visto mais cedo, tudo aquilo era realmente bem estranho ainda mais após ouvir o que John havia me contado. - “Esses rostos sorridentes… Entendo, é o que chamam de máscara natural?” -  Percorria o local com os olhos observando com cautela para não chamar atenção. - Huuum, me traga algo quente, ainda não me acostumei a esse clima. - Comentei em um tom sarcástico. Logo em seguida um grupo de pessoas se reuniu onde estávamos, meus músculos se enrijeceram por instinto como se estivesse me preparando para revidar uma possível investida, mas felizmente tratava-se de um grupo de amigos de Rider. - É um prazer. - Relaxei os músculos, levantei o chapéu e meneei a cabeça de forma cortês, cumprimentando os rapazes.

O clima era agradável e por um breve momento até mesmo me esqueci dos problemas e dilemas que me rondavam, contudo a presença de alguns marinheiros no recinto transformou o ambiente. - “Tenentes da marinha?” - Olhei os marinheiros apenas de relance e baixei a cabeça, dando mais um gole na bebida. - “Estranho, eu só senti o clima mudar tanto assim em bares de fora da lei, ou quando um criminoso entrava em um estabelecimento comum.“ - Era difícil acreditar no que estava vendo, os marinheiros estavam recebendo um tratamento que nunca havia visto antes pessoalmente, era como se os cidadões os odiassem mas tivessem medo para fazer algo, era exatamente a mesma coisa que acontecia quando um criminoso adentrava um estabelecimento qualquer. - "Heroi e vilão são realmente duas caras da mesma moeda." - Baixei a cabeça e dei mais um gole na bebida, era melhor não chamar muita atenção das autoridades, nunca se sabe quando um esquisito ia ter um surto e me reconhecer.

Em meio a resmungos um dos integrantes do grupo comentou algo curioso. - Princesa? - Questionei arqueando uma das sobrancelhas. - Aah, entendi. - Ri de forma discreta, por um momento havia ponderado a existência de uma monarquia, mas isso era impossível, então provavelmente se tratava da tal comodoro. - Vocês já encontraram a mulher que comanda os marinheiros? Como ela é? - Uma pergunta inocente mas que para alguém em minha posição não era tão inocente assim. - Ela e Horace são próximos? - Perguntava de forma informal e mantendo um tom baixo para não chamar atenção dos marinheiros. - Ouvi dizer que é uma mulher forte, e devo admitir que tenho uma quada por mulheres fortes, hahaha. - Gargalhava tentando animar o grupo novamente, não deixaria que um grupo de marinheiro estragasse o dia de folga daquelas pessoas com sua presença indesejavel, era só ignorar - ao menos se fossem inteligentes.

As cartas estavam sobre a mesa, a marinha não parecia ser bem vista na ilha, os empregados do laboratório estavam insatisfeitos com a vida que levavam e Horace aparentemente possuía ligação com experimentos ilegais envolvendo Frisk e outras pessoas, precisava coletar informações antes de agir, os celestiais estavam em missão e seria arriscado me envolver em alguma confusão de larga escala sem apoio. Por hora apenas tentar me aproximar das cidadães da cidade e coletar informações sobre os poderes que faziam as engrenagens funcionar.


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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 4 EmptyDom 16 Fev 2020, 16:36

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A cada vez que desciam um andar o lugar se tornava mais estranho, tendo tantas coisas incríveis e bizarras ali dentro que Helves mal conseguia falar, resolvendo que era melhor ficar quieta e prosseguir. "Agora faz sentido eu estar com o Frisk aqui." As habilidades dele, assim como as de Tidus seriam essenciais naquele ponto da missão. Mas como o duque não tinha sido chamado ainda, foi preciso avançar com a ajuda das criações da celestial guiando o anjo caído pelo laboratório. E finalmente o grupo se encontrava num obstáculo complicado de se passar com as habilidades do anjinho. – Estava muito fácil até aqui. – comentava após a falha em abrir a porta para o próximo andar. O problema nem parecia tão grande assim, mas os revolucionários precisariam lidar com os cientistas e o segurança robótico. – Precisamos fazer de um modo que nenhum cientista nos veja passando. Pegar a chave mestra não parece tão complicado assim. – Helves tranquilamente caminhava pelo local, procurando ver exatamente onde estavam as coisas, além de observar se existia algo chamativo e interessante naquele andar.

A ronda do tal segurança levava os seus vinte minutos para acontecer, provavelmente existiam câmeras naquele laboratório como em todos. "Podemos dar um problema para eles." Imaginava se um dos fantasmas explosivos daria jeito nisso, arrumando uma pequena explosão num local distante da porta e da chave. Mas aí existia um problema bem grande na realidade. Sem a chave eles não passariam pelo andar e provavelmente não poderiam voltar, só que sem a levar não teriam como voltar normalmente. "É, não sou boa com essas coisas. Sozinha eu daria um jeito, mas com eles aqui eu preciso pensar mais." A garota não sabia bem como lidar com aquele problema, principalmente dentro da dimensão. No fim o plano não precisava ser tão incrível assim, pois a dimensão de bolso era algo que ninguém tinha noção. – Pegamos a chave enquanto eles não tiverem observando, passamos pela porta em um momento bom e seguimos ao próximo andar. – ela não sabia bem como definir esse momento bom, mas teria paciência ao observar a movimentação dos cientistas e do guarda robótico. Frisk poderia abrir a porta a qualquer momento, era algo que ele mesmo deveria definir quando, mas Helves ao menos observaria os outros presentes no lugar para avisar o garoto sobre qualquer movimentação diferente. Se necessário até chamaria a atenção deles com alguma explosão longe da porta usando um pequenino fantasma.

Claro que se Frisk estivesse querendo fazer algo um pouco diferente a garota o escutaria, seguindo seu plano por conta da experiência que ele tinha sendo um revolucionário. Não era um do mesmo estilo que Helves, mas ele sabia de muitas coisas, principalmente do que seu poder fazia e como poderia usar este por ali. Independente do resultado a celestial esperava ao menos chegar no próximo andar, seguindo com o mesmo plano de observar tudo com os fantasmas sempre que fosse possível e necessário. "Os documentos." Fora ajudar na observação e exploração, Helves também estaria sempre dando uma boa olhada em todos os possíveis locais onde tais documentos pedidos na missão estariam. Atrás de portas tão protegidas era uma boa chance de encontrar algo do tipo, querendo dar uma boa olhada em tudo antes de retornar ao seu corpo e passar todas as informações importantes aos companheiros. – Me desculpe... – diria ao deixar seu corpo nas mãos de Missu mais uma vez. Não era nada fácil largar algo tão importante nas mãos de outra pessoa, principalmente quando o trabalho duro estava sendo feito por ela ao segurar a celestial. Como era importante, talvez a garota não estivesse incomodada, mas isso não fazia nada mais fácil para jovem revolucionária.


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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 4 EmptySeg 17 Fev 2020, 00:31



SPRING: JOURNEY OF HEROES

A nossa pequena excursão pelo imenso laboratório ultra-tecnológico de Karakui estava indo bem melhor do que eu esperava. Com a ajuda dos poderes de Helves e um pouquinho de cuidado, eu consegui abrir passagens entre os andares do prédio, que nos permitiram avançar sem ser percebidos - pelo menos aparentemente. – "Esse lugar é...bem grande. Não esperava algo com tantos andares assim." – pensei, ainda surpreso com o quão avançado aquele lugar era. Tinha coisas ali que eu nem sabia que existiam na vida real, e que pareciam ter vindo diretamente de alguma história de ficção científica, mas a real surpresa veio quando nós chegamos no sexto andar. – Wow. É sério isso? – olhei em volta, boquiaberto.

Pra não ter que ficar explicando demais, o andar era literalmente uma floresta. Não uma estufa, não um viveiro, uma floresta. Dava pra ver um monte de animais e de plantas, e de repente era como se a gente nem estivesse mais dentro de uma fortaleza futurística no meio de uma ilha gelada. Missu parecia estar especialmente maravilhada com a vista, e eu sorri ao perceber: – Legal, né? Eu ainda preciso te levar em Little Garden algum dia, tem umas coisas ainda mais incríveis por lá! – comentei, animado, conforme continuávamos avançando. E as coisas só foram ficando mais estranhas: as mudanças estranhas no clima e a força ridícula do urso que encontramos no andar seguinte deixavam bem claro que eles estavam fazendo experimentos com a vida selvagem ali. O motivo, porém, eu não fazia ideia.

O importante é que depois de passar por tudo isso, nós chegamos em um andar um pouquinho diferente dos dois últimos, de volta à atmosfera científica e tecnológica. Os vidros cheios de líquido - e alguns até com pequenas formas dentro - davam um ar um pouquinho mais sinistro praquele lugar em particular, no entanto. – Ah! – eu senti minhas forças sumirem por um instante ao tocar a parede que levava pro próximo andar. Reconhecia bem a sensação: Kairouseki. – É, tava mesmo. Que diabos a gente faz agora? – aparentemente, o jeito agora era usar um daqueles cartões que tínhamos visto quando entramos no começo. A Doa Doa tinha nos deixado evitar isso até agora, mas acho que não tinha como fugir disso pra sempre.

Helves parou pra pensar um pouquinho antes de dar a sugestão mais óbvia: esperar eles se distraírem pra pegar o cartão e passar pro outro andar da mesma forma que vínhamos fazendo. Já que esse tinha uma proteção maior, era provável que tivesse algo importante do outro lado. – Parece bom. Mas se a chance não aparecer, talvez seja melhor tentar atrair a atenção deles. Acha que consegue? – a ideia era bem simples, então comandaria o grupo a colocá-la em prática imediatamente. Se tudo fosse do jeito fácil, seria só criar uma pequena abertura e discretamente surrupiar o cartão, trazendo-o pra dimensão de bolso antes de partir pra passagem. Porém, se a oportunidade não viesse, contaria com Helves pra usar seus poderes e criar alguma distração, ficando de olho pra tomar o cartão no momento em que o cientista olhasse pro outro lado - e se fosse preciso, tomando-o à força, já que não podia me dar o luxo de deixá-lo levar a nossa única chance de ir pro próximo andar.

Se desse tudo certo, eu me apressaria junto dos outros pra conseguir passar pro andar seguinte, de preferência sem uma infinidade de guardas atrás de nós. O que quer que houvesse do outro lado tinha de ser importante, então eu vasculharia o lugar em busca de documentos ou objetos com cara de que pudessem ser valiosos. E se elas não dessem certo, bem...eu só posso torcer pra que seja uma situação com a qual eu possa lidar.

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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 4 EmptySeg 17 Fev 2020, 19:07


Winter Season

#08



~ Uma hora antes da invasão ~

Um homem encontrava-se em seu escritório, o homem em si não parecia ser nada demais, na verdade, em meio aquele ambiente com  pouca iluminação, era difícil distinguir suas aparência, mas o que era bem visível era, entre a persiana que bloqueava parcialmente a luz invasiva do ambiente, havia um cenário no mínimo fantasioso. A frente do lugar onde estava havia algumas nuvens que subiam ou desciam lentamente, o sol parecia estar mais perto de alguma forma, sem contar que o chão, ao invés de terra, era algo branco parecido com nuvem.

O homem, ainda sentado, ouvia subitamente o som de algo batendo contra sua janela, estranhando, aproximava-se e abria a mesma, vendo adentrar uma espécie de coruja mecânica. O animal robótico pousava sobre sua mesa de madeira e começava a falar. – A quanto tempo senhor Ford. Te trago uma informação de graça, a pouco, uma mulher interessante veio me procurar, procurava sobre o laboratório e sobre a ilha do céu, além do mais, ela tinha um poder bem curioso. Deveria tomar cuidado, espero que isso lhe sirva de alguma coisa. Após a mensagem, a coruja parecia ter algum tipo de infarto e caia, fazendo um som estridente e depois liberando um odor de algo carbonizado.

O destinatário da mensagem olhava para a máquina quebrada e assim pegava um den den mushi, fazendo uma ligação.

~ Helves e Frisk ~

~ Anteriormente:

Depois de explorarem mais os andares do laboratório, o grupo passou por diversos ambientes, desde fábricas robóticas até simuladores de climas e florestas. Conforme podiam, avançavam usando os poderes do Anjo Caído, até chegarem ao 8 andar, aonde Frisk sentia a presença do Kairoseki na próxima porta, impedindo que avançasse e dessa forma, decidiam tomar um novo plano. ~


Inicialmente, o trio buscava por uma saída mais pacífica para aquele problema, esperavam que algum cientista se distraísse na troca de turnos, o que possibilitaria a um dos revolucionários tomar o cartão para si e logo utilizá-lo na porta, assim abrindo-a. De toda forma, sabiam que ali teriam alguns problemas, afinal, se usassem o cartão logo seriam descobertos.

Dessa forma, começavam a aguardar por algum momento, o trabalho ali parecia um tanto monótono, os cientistas trocavam seus turnos, o segurança passava de tempo em tempo, até que achavam a brecha que necessitavam. Subitamente, as paredes do andar começavam a tremer violentamente, assim como o chão, talvez por estarem na dimensão do bolso não sentiam o tremor, mas dava para imaginar algo próximo a um terremoto,  o cientista, por sua vez, não estranhava o movimento, mas olhava o relógio no pulso e arqueava uma das sobrancelhas. O tremor em si demorava cerca de 10 segundos, e incrivelmente nada mudava dentro do laboratório, nenhuma agitação, nada.

O cientista da sala de controle levantava-se após o cessar da vibração e caminhava pelo corredor como se estivesse procurando alguém, de todo modo, era a brecha que precisavam. Em um ágil movimento, Frisk abria uma pequena air door, colocando sua mão para fora e pegando a chave mestra, sem demora o grupo voltava para a porta do próximo andar e assim usavam a chave passando o crachá por um dispositivo de leitura que fazia na sequência a porta abrir.

O grupo sabia que nesse momento sua segurança estava comprometida, já que em breve a segurança perceberia a falta da chave mestra no local onde deveria estar. Sendo assim, a fim de ganhar tempo, Helves ao adentrar no local pedia para Missu que segurasse seu corpo, sendo atendida logo que entrava para o plano astral. – Por que será que ela sempre desmaia assim? Perguntava Missu olhando para Frisk enquanto Helves já começava a vasculhar o local com fantasmas.

Diferente dos andares anteriores que eram extremamente avançados tecnologicamente, esse parecia um tanto abandonado, na verdade parecia que um dia fora tão bem cuidado como os outros, mas hoje era totalmente diferente. Através dos seus fantasmas, o que impressionava Helves era a existência de algo que parecia ser uma grande creche, havia vários brinquedos para crianças, 8 berçários, mesas, desenhos espalhados. Os desenhos em si não continham nada concreto, mas todos possuíam figuras abstratas em tons escuros, o preto e o vermelho eram visíveis em todos os desenhos, sem contar que no chão dominavam brinquedos quebrados, lápis, como se as pessoas tivessem saído dali as pressas.

Havia também alguns cabos soltos, paredes com marcas de garras, de luta, o que quer que tivesse acontecido ali já fazia tempo, mas não fora algo pacífico. Conforme os outros fantasmas iam avançando, Helves podia ver marcas de sangue já endurecidas pelo chão, algumas na parede e elas seguiam até uma pequena sala com um grande monitor. O monitor em si parecia estar desligado, sem energia, assim como notava que boa parte daquele nível não tinha energia. A única coisa que havia naquele andar eram diversos papeis jogados no chão.

Conforme ia avançando sobre aqueles papeis uma coisa a chocava, havia uma fotografia jogada entre alguns relatórios, a fotografia em si era de várias crianças e dentre elas uma em especial segurava um bebê. O bebê já fora visto por Helves em algum lugar, mas onde fora? Aos poucos sua memória entregava que aquele bebê tinha sido visto em uma foto em que sua família estava. Não só isso, a criança que segurava o pequeno a princípio não era reconhecida, mas depois de alguns segundos observando podia-se notar uma semelhança forte dela com Frisk. Além disso, todas as crianças possuíam números em seus uniformes brancos, sendo que Frisk recebia o número 8052 e o que segurava 8053.

Ao redor da foto, encontravam-se diversos papeis escritos “Lost Children” no título, e procurando pelas informações que ligavam aquela bizarrice à Stanford, Helves não localizava exatamente Andrew Ford, mas encontrava entre os papeis o seguinte relatório:

Citação :
- Projeto Lost Children –
- Ano XXXX-
Viabilização: Governo Mundial e Andrew Ford
Objetivo: Formulação do Soro G para Madeleine Ford.
Saúde atual do alvo: O agente Harry relata que a questão avança rapidamente sobre Madeleine.
Situação atual do experimento: As 8 cobaias foram escolhidas, passam pelas baterias de exame, cobaias 8052 e 8053 mostram resultados promissores.

Por mais que a Máscara da Morte desejasse continuar a procurar informações, era possível ouvir sons vindo do outro lado do andar, ou melhor, do outro lado da porta, talvez já tivessem sido descobertos e agora, restaria para o grupo a decisão do que levar e de como sair dali, afinal, a missão já estava feita, bastava decidirem o quanto queriam mergulhar naquele mistério.

~ Tidus ~

~ Anteriormente:

Após ter chego a uma das tavernas de Awakino junto de Rider e encontrado alguns de seus amigos, Tidus reparava uma cena estranha lá, a marinha, ao contrário da maioria dos lugares, era recebia com uma atmosfera intimidadora por John, seus comparsas e parte da taverna, instigado sobre isso, o Duque Azul questionava sobre a marinha e seu comandante ali. ~


- A comodoro? Bem ela não é o tipo de mulher que possa se apaixonar, não é feia, mas sabe como é, antes de você pensar em qualquer coisa assim provavelmente você já vai estar beijando o chão. Dizia um dos homens entre um gole e outro da bebida e com algumas risadas, os homens que acompanhavam um dos amigos, assim como o próprio John, pareciam divertir-se com a ideia de imaginar alguém apegando-se à Amber. – Olha Jecth, nada contra você, mas se você me entende, ela é areia demais pro seu barco, na verdade, se juntasse o barco de todo mundo, ainda sim faltaria um montão HAHAHAHA. John em especial parecia divertir-se com todos ali, os homens ordenavam mais um pouco de cerveja e logo voltavam a beber.

- Ela não aparece muito em público, na verdade fica mais perto do laboratório, não é por menos, afinal qualquer problema lá deve valer a cabeça dela. Sobre o Horace, pra ser sincero, nem mesmo a gente vê muito ele, o cara fica lá no laboratório e aparece pra fora sei lá, uma vez a cada ano, só a comodoro e um punhado de cientistas que tem mais contato com ele, e estou bem assim, o cara não deve bater bem da cabeça. Dizia o eloquente, com certa cara de desgosto ao referir-se do cientista.

Paralelamente, um dos marinheiros sacava um cigarro e colocava-o na boca acendendo e impregnando o ambiente com o cheiro da nicotina, Tidus, que por sua vez era propenso a substância, sentia que uma vontade de fumar começava a coçar seus dedos, ainda não era forte, mas era viva e estava lá, uma hora chegaria a comê-lo de uma vez só.

- E sobre você Wolfsong, o que faz da vida? Perguntava um dos homens da mesa que pareciam animados em conhecer mais sobre o rapaz. Nesse momento, o som de um den den mushi era audível ali, mas felizmente não era o do revolucionário e sim da dupla de marines, esses levantavam-se e com pressa saiam do local, talvez não precisassem atender o telefonema para saber do que se tratava. – Opa, acho que daqui a pouco vai ser a gente, tô vendo que deve ter dado algum problema no laboratório, algum experimento ou coisa assim. Dizia Rider tomando em um só gole o resto da sua bebida.
Passava-se cerca de meia hora depois da saída dos marines e agora Tidus sentia seu den den mushi começar a vibrar, os homens que bebiam paravam e olhavam o homem, mas não pareciam desconfiados, na verdade só esperavam que ele decidisse se iria sair ou não dali ou se atenderia no lugar mesmo.

Caso decidisse atender, o revolucionário já poderia ouvir a voz que designava missões para todos. – Tidus Belmont, a major Aya encontra-se a caminho de Karakui, você deve encontrá-la e garantir sua segurança em outro esconderijo até que possa fazer contato com a vigilante Helves. Na sequência a voz cessava sua comunicação, e dessa forma as ordens estavam dadas, talvez seria bom para que reencontrasse uma figura do passado, e quem talvez ficasse mais feliz seria Anna, ainda sim, tinha o que fazer nesse momento.



Legenda:
 

Ryoma e Raven:
 

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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 4 EmptyTer 18 Fev 2020, 19:34


New Mission

Quando a comodoro foi mencionada na conversa de forma sarcástica o bom humor retornou, um dos homens sentados à mesa retrucou jogando minhas chances na lama, um comentário que era reforçado por Rider. - Hahaha, acho que você pode estar certo, mas o que posso dizer? Uma mulher de farda mexe comigo. - Dei outra golada na bebida entre gargalhadas, a marinha estava repleta de mulheres bonitas que corriam atrás de mim - infelizmente de uma maneira pouco conveniente se é que podia dizer. Mas deixando o humor um pouco de lado algumas informações interessantes foram ditas, como o fato da comodoro ser um grude com o laboratório, provavelmente uma aproximação descuidada ou hostil terminaria atraindo sua ilustre presença. - “Isso pode ser um problema.” - Me inclinei um pouco  para trás e liberei um profundo suspiro. - Entendo, uma mulher casada com o trabalho, respeito isso.

Conversa foi e conversa veio, até que um aroma familiar chegou aos meu alcance, olhando na direção dos marinheiros ficava bem claro o motivo. - “Esses caras realmente não tem escrúpulos.” - Balancei a cabeça em negação enquanto tentava me conter, o aroma me atiçava para compartilhar do mesmo hábito, mas ainda me restava um pouco de educação mesmo sendo um criminoso. - O que eu faço? - Enquanto me corroía pela vontade a pergunta de um dos amigos de Rider me fazia cair na real. Mas antes que pudesse responder o som de um den den mushi interrompeu a linha de raciocínio. - “Salvo pelo gongo?” - Meus olhos acompanharam a saída dos marinheiros que pareciam com pressa. - “Será que algo aconteceu com Helves e Frisk?” - Um pensamento súbito que foi reforçado com o comentário de John.

Com a saída dos marinheiros voltamos a ter um ambiente mais leve. - Bem, onde estamos mesmo? - Comentava de forma descontraída. - Ah sim, estava perguntando sobre o que faço. - Uma pergunta simples, mas que poderia custar o disfarce se respondida de forma leviana. - Digamos que sou um mercante viajante que atende clientes bem específicos. Esse trabalho me força a viver viajando pela Grand Line para atender os pedidos mais inusitados possíveis. - Deixava escapar um riso apenas de lembrar de algumas situações. - Isso já me levou a lugares bem diferentes e estranhos, já estive em um deserto tão quente quanto aqui é frio, em florestas tão altas que sequer era possível ver o céu, vilas suspensas em árvores, fauna e floras que não podia imaginar que existiam nem em meus sonhos mais loucos. - Me empolgava com a história, mas sem deixar escapar nomes ou detalhes demais que pudessem me comprometer. - É um trabalho cansativo, mas não posso dizer que odeio.

Enquanto jogava conversa fora outro den den mushi tocou, dessa vez era o meu. - Oh, falando em trabalho. - Comentava puxando o comunicador do bolso. - Se me dão licença vou atender, acho que minhas férias estão chegando ao fim também. - Dito isso me levantava da mesa e ia pro lado de fora, procurando um lugar mais afastado para só então atender. - Entendo, vou me encarregar da tarefa. - Concordava com os termos e então desligava o comunicador sem me prolongar muito. - “Aya, é a garota que Helves havia mencionado?” - Tentava puxar da memória o episódio, mas podia apenas ser coisa da minha cabeça.

Após guardar o den den mushi no bolso retornei para o interior do bar para me despedir dos trabalhadores. - Bem, o dever chama, eu me diverti bastante e espero que possamos repetir a dose qualquer hora dessas. - Coloquei o chapéu novamente, ajeitando os fios de cabelo para que não caíssem na frente do rosto. - Acredito que algum dia encontrará o que procura, John Rider, suas palavras me tocaram e tenho certeza que tocarão muitos outros. - Finalizava virando de costas e saindo do bar. No fundo preferia continuar no bar bebendo e jogando conversa fora, mas já havia ficado encostado tempo demais, voltar a ativa podia ser difícil mas necessário. Com novas instruções agora rumaria até o local de encontro, durante o caminho puxaria um filtro de cigarro do bolso e acenderia com o isqueiro. - Huuum, bem melhor. - Realizava um longo e profundo trago preenchendo os pulmões de fumaça tóxica, isso que era vida.


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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 4 EmptyTer 18 Fev 2020, 22:37

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Foi bem mais simples do que a garota imaginou. A situação dos cientistas era tão tranquila e indiferente que provavelmente demorariam até notar a falta da chave, dando tempo para que o trio conseguisse lidar com o restante da missão. "Vamos com calma..." Largar novamente seu corpo era uma pena, dando uma boa olhada no lugar inteiro antes de retornar. Aquela área inteira chamava muito a atenção de Helves, destacando e muito a questão das crianças que pareciam ter vivido ali. "Eles faziam experimentos até em crianças?" A situação ali era tão estranha, não fazia muito sentido na cabeça da celestial, que resolveu apenas continuar fuçando em tudo que tinha direito. A luta no lugar tinha sido insana, mas fazia um bom tempo e já não parecia importante... Ao menos era isto que a garota pensava. "Frisk?" Perguntou-se ao ver a foto, deixando seu olhar pousado nela por mais alguns segundos. A raiva que sentia ao ver aquilo era imensa. Helves não esperava que o pequeno anjo tinha sofrido algo daquele nível, era absurdo que fizeram experimentos com alguém do seu próprio grupo... Com outras crianças e ainda mais com celestiais.

O resto das coisas eram vistas rapidamente, retornando ao seu corpo com ódio no olhar. – Vamos... Encontrei algumas coisas que você precisa ver. – dizia com a voz trêmula, guiando os outros até onde tinha encontrado tais documentos e a foto. Helves até sentia um pouco de medo do que tal revelação poderia causar no anjo, mas era o tipo de coisa que ela gostaria de saber se estivesse na mesma situação que ele. – Essa era a missão. – falava ainda com raiva, querendo socar o tal Ford e todos do governo que trabalharam em algo tão desumano com crianças. A celestial esperava que Frisk ao menos conseguisse abrir uma passagem para pegarem todos os documentos, fotos e qualquer outra coisa importante no meio daquele cenário bizarro. – Eles estão vindo aqui agora, sei que é complicado, mas precisamos decidir se vamos ao fundo disso ou iremos sair daqui agora. – Helves tentava dizer isso ao aproximar-se do garoto um pouco mais, tocando em seu ombro enquanto olhava na direção onde tinha escutado os sons. O estado de seu superior naquele momento era a questão mais importante, podendo decidir se seguiria até o fim do laboratório ou apenas sairia de lá agora.

No fundo a garota queria realmente seguir até o último andar para checar o que existia lá, com quem estavam fazendo os experimentos e se realmente envolviam celestiais da tal ilha do céu nesses assuntos. "Minha vontade é destruir esse lugar inteiro... Mas a ideia de pararmos nessa ilha era para todos terem alguns momentos de paz. Algo que é impossível para mim agora." Helves não forçaria Frisk a nada, acompanhando-o se a escolha fosse apenas sair com a missão completa, auxiliando em tudo que o mesmo estivesse precisando até chegarem do lado de fora. Os fantasmas seriam usados para conseguir alguma informação e então guiar todos para fora do laboratório de uma vez. A outra forma de os usar poderia ser para avançar ainda mais pela construção, avistando perigos para alertar os companheiros antes de seguirem em frente. Se necessário Helves até mesmo chamaria a atenção de guardas e cientistas para longe de onde estavam com as criações explosivas, mandando-os para um ponto distante onde criaria tal explosão enquanto seguiam o caminho. Não existiam palavras que ela poderia dizer ao pequeno que ajudariam ele estando bem ou não. A celestial só queria estar ali caso Frisk fosse precisar, queria o manter em segurança e com a cabeça no lugar. Tidus tinha que ser alertado, ele e Elsa saberiam lidar melhor com isso.


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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 4 EmptySex 21 Fev 2020, 23:00



SPRING: JOURNEY OF HEROES

Passar para o andar seguinte acabou não sendo muito complicado, apesar de nós devermos a facilidade de tudo aquilo aos poderes da Doa Doa. Ela conseguia ser estupidamente útil em situações assim. Eu não sabia o que tinha sido aquele tremor misterioso de antes, mas foi o que nos deu a oportunidade perfeita pra agarrar o cartão e abrir a passagem pro outro lado. Sem demora, Helves deixou o seu corpo nas mãos de Missu pra começar a explorar o lugar, que pra ser sincero, me deu arrepios no momento em que eu entrei. – Eu não sei como exatamente funciona, mas acho que ela precisa mandar a consciência pros fantasminhas se quiser enxergar por eles. – respondi a Missu, vendo as projeções se espalharem pelo andar.

Ao olhar em volta, observando o ambiente, eu senti um calafrio me subir a espinha outra vez. Era completamente diferente dos andares anteriores, como se de repente nós tivéssemos entrado dentro de um livro de mistério ou terror. E mais do que isso, tinha alguma coisa naquele lugar que me fazia estremecer do fundo da minha alma, algo de muito errado. – Eu não sei, Missu...esse lugar, é como se...ugh, eu só quero sair logo daqui. – eu me sentei, sentindo o chão gelado, mesmo que a temperatura não tivesse mudado dentro da dimensão de bolso. Pra ser honesto, se eu não estivesse junto da Missu e do Banchou ali, não sei se teria coragem de ficar por muito mais tempo naquele lugar. Sem saber bem o que viria a seguir, eu simplesmente esperei sentado, torcendo pra que a Helves voltasse o mais rápido possível.

Depois de um tempo, ela abriu os olhos, voltando a si nos braços de Missu. Seu olhar não parecia nem um pouco feliz. – Tá legal, vamos. – eu engoli em seco, mas me levantei e segui atrás dela, fazendo um sinal com a cabeça para que Missu e Banchou viessem também. O lugar era ainda mais assustador do que eu tinha imaginado, com um cenário bizarro que parecia ter pertencido a uma espécie de creche muito tempo atrás. Quanto mais eu via, pior ia ficando aquela sensação estranha que eu tive no momento em que entrei. Mas foi quando chegamos na sala de que Helves tinha falado que as coisas pioraram de verdade. Depois de abrir a porta, me deparei com vários papéis espalhados, mas principalmente com alguns documentos e uma foto. E olhar pra eles me fez sentir um arrepio terrível.

Esse na foto...se são todas crianças, então esse lugar é...mas eu não...cobaias...? – as peças começaram a se juntar na minha cabeça, e eu finalmente compreendi a realidade assustadora daquele lugar. Mas a pior parte era me ver, bem ali naquela foto, sem conseguir lembrar de nada daquilo. Eu senti uma ânsia de vômito forte tomar conta de mim, ainda sem conseguir entender direito o que tudo aquilo significava. Tinham feito experimentos comigo? Era por isso que eu não conseguia me lembrar de nada? Eu senti a minha vista escurecendo, mas uma voz me trouxe de volta. – "Não vai inventar de cair agora, Frisk. Seja o que for tudo isso, você tem que ficar de pé e ver até o fim." – Chara tinha passado um bom tempo calado ultimamente, mas pelo jeito, ele ainda não ia me deixar desmaiar ali, de graça.

Respirando fundo, eu dei um forte tapa em meu próprio rosto, com as duas mãos. – Desculpa, pessoal. Eu ainda não sei bem o que tá acontecendo, mas me desesperar aqui não vai ajudar em nada. – respirei fundo de novo, antes de sorrir pra elas. – Isso tudo me fez lembrar de uma coisa. Deixa só eu... – eu coloquei minha bolsa numa das mesas, revirando-a até achar o que queria: o pingente que tinha encontrado em Chaos, pouco depois da luta contra o Roy. – Esse pingente, a foto dele...eu não tenho certeza quanto ao bebê, mas esses cabelos verdes me lembraram os seus. – eu o entreguei a Helves, mostrando a [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]. Antes que ela pudesse dar algum tipo de resposta, porém, os barulhos vindo do lado de fora nos alertaram de que tinham dado falta do cartão, e que deviam estar vindo atrás de nós.

Pode ser perigoso, mas eu quero descobrir o resto da história. E se parecer que eu não vou conseguir aguentar...conto com vocês duas, heh. – daria um sorriso cansado, olhando pro lado de fora da sala. Ainda havia lugares ali dentro que nós não tínhamos visto, e eu não queria sair dali e acabar deixando informação importante pra trás. – Além do mais...talvez eu esteja com um pouquinho de raiva depois de ver isso tudo. Se algum deles aparecer, acho que não vou ser tão gentil. – sorriria, e continuaria a explorar o lugar com os outros.

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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 4 EmptySab 22 Fev 2020, 23:21


Winter Season

#09




~ Helves e Frisk ~

~ Anteriormente:

Depois de avançarem próximos ao final do laboratório, o grupo de exploradores descobriu um infeliz segredo, apesar de todo o avanço tecnológico daquele lugar, o mesmo guardava um segredo estarrecedor, crianças tinham sido parte de um experimento, algo maior chamado de “Lost Childrens” que envolviam autoridades no mundo e além dessas envolviam ninguém menos que um dos revolucionários, o celestial Frisk Dreemurr. Decididos a descobrir mais sobre a verdade, o grupo apostava no risco e começava a buscar opções ali dentro. ~


A decisão tinha sido tomada, o grupo decidira enfrentar os inimigos e buscar afundo a verdade a respeito da ligação entre Frisk e aquele terrível experimento, talvez tentando entender mais sobre isso, o Anjo Caído revelava ao grupo uma foto e um pingente, a foto trazia alguém que Helves conhecia bem, todavia o bebe nela não era totalmente reconhecível, tinha traços bem fortes de semelhança com Frisk e com o bebe da foto das cobaias, todavia não dava para afirmar com certeza quem seria.

De todo modo, agora não era a melhor hora para isso, até porque Dreemurr, depois de revelar os detalhes sobre o objeto guardado, sentia um frio percorrer sua espinha e subitamente era como se tudo tivesse ficado escuro, não conseguia ver, mas conseguia sentir com todo seu corpo, conseguia sentir vindo de trás de si, a uma distância de 20m uma aura forte, o seu Haki tinha ativado e pelo jeito era por sentir uma outra presença forte, talvez pelo medo ou inquietação sentida pelos eventos recentes naquele andar, seu instinto de sobrevivência tinha sido ativado inconscientemente, o que levou a acusar essa presença que se aproximava.

Por outro lado, Helves decidia tomar uma estratégia mais agressiva, usava novamente o fruto agora para criar pequenas assombrações explosivas que eram levadas para algumas direções. Algumas delas explodiam em lugares mais distante, fazendo com que [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], com isso, era possível sentir um pouco de vibração vindo do andar de cima, causada provavelmente pelos passos apressados de cientistas que deveriam estar controlando a explosão. Outra explosão acontecia naquele mesmo andar, uns 15 metros a frente do grupo, mas que explodia a porta para o próximo andar, mostrando que, diferentemente dos anteriores o 10° andar na verdade era bem menos protegido, seja lá qual fosse o motivo.

Ainda havia alguns papeis para serem recolhidos ali, apesar de que não daria tempo para serem analisados. Se o grupo decidisse parar para olhar os papeis, Frisk sentiria aquela presença próxima, de forma que antes que pudesse falar, a porta de entrada para o andar seria aberta liberando uma intensa fumaça que preencheria todo o ambiente, assim uma única sombra era possível de se ver, apesar de não ser possível detalha-la naquelas situações, conseguiriam ver que a mesma possuía um sobretudo. Whoosh. No instante seguinte após o som do ar sendo cortado por algo, a única coisa que podiam ver era um objeto que se estendia da mão daquela sombra e que avançava em uma velocidade assustadora em direção do grupo, literalmente cortando a poeira como se fosse manteiga e com certeza se acertasse poderia cortar os revolucionários com a mesma velocidade.

Agora, se decidissem apenas seguir para o próximo andar sem analisarem os documentos, o Anjo Caído ainda poderia sentir a presença ameaçadora daquela aura, apesar de estarem a uma distância segura. Todavia, o andar dessa vez era bem mais desanimador do que o anterior, trava-se na verdade de uma espécie de corredor circular de cerca de 20m de diâmetro, todavia seu centro, em um raio de 10m era aberto, não só isso, o teto daquele centro era aparentemente controlável, de forma que podia ser aberto ou não. No fundo dele, havia areia, qual estava revolvida, mostrando que alguém recentemente esteve ali, não só isso, olhando com mais atenção era perceptível a diferença de cores entre os corredores dos dois andares, revelando que o andar de baixo era semelhante ou igual ao que estavam, seja lá para que servissem ambos os andares.

Nos corredores haviam diversas portas, mas não dava para saber se estavam abertas (não que isso fosse um problema para o usuário da Doa Doa), mas ainda assim, tinham risco em ficar ali, todavia, ali poderia conter mais informações, ou talvez o que pudessem descobrir naquela instalação já tivesse acabado.

~ Tidus ~

~ Anteriormente:

Mesmo vendo que o futuro ainda aguardava muitas coisas para o grupo de admiradores da revolução, Tidus conseguia estabelecer certa ligação com eles, conseguia entender o desejo de Rider e formar certa empatia por eles, não só isso, conversava com eles como iguais e após ver a deixa dos marinheiros, seu dever o chamava, e então ele era fisgado de volta para a sua realidade, havia uma missão a ser feita.  ~


Depois de tragar o seu cigarro lentamente, o Sub-General sentia-se pronto para a missão e dessa forma partia para o local de encontro designado para receber Aya. Uma coisa interessante que notava no caminho para o porto era que muitos marinheiros pareciam correr em direção à Awakino, outros por sua vez pareciam ir para o porto, outros para mais locais. Ou seja, a sensação transmitida era que a cidade estava começando a ficar mais vigiada para os marinheiros, seja o que tivesse acontecido, não era algo muito simples, talvez estivesse ligado a seus amigos ou não, mas de toda forma teria de ficar atento daqui em diante. Outra coisa interessante era que o sol já ia se pondo em Karakui, de forma que, talvez pela localização geográfica da ilha, parecia que a luz solar ia se esvaindo mais rápido, até que cerca de 10 minutos depois já era noite na ilha, dando origem a um céu estrelado digno de uma pintura.

O lado bom de seu disfarce, e da prioridade da situação, era que os marines nem se importavam de olhar ou checar o homem enquanto ele caminhava em direção do local, pareciam muito mais desesperados em cumprir suas ordens do que outra coisa. Assim, bastava alguns minutos de caminhada até que o homem chegava a uma área a cerca de 15m do porto, era uma pequena cabana perto da proximidade da orla de Karakui, a cabana em si abandonada mas a área tinha pouca iluminação e era afastada e fria o suficiente para que ninguém ficasse se atrevendo a xeretar, provavelmente essa informação fosse fruto de Garbs com seu conhecimento da ilha.

De todo modo, ao chegar lá, primeiramente o homem ficava parado por alguns minutos até que via uma luz ser acessa a cerca de 10 m a sua frente na água, rapidamente se apagava e segundos depois era possível ver a água se agitar, não só isso, já na beira da água ia surgindo uma sombra que se levantava da água e conforme se aproximava era possível distinguir ser uma pessoa, ou melhor uma quase pessoa, sua aparência do tronco para cima parecia ser uma princesa de um conto de fadas de um pais distante, mesmo no escuro seu rosto recebia a iluminação provinda do reflexo da luz lunar nas escamas da cauda, do tronco para baixo, havia uma cauda azul celeste, adornada com alguns detalhes como correntes de prata, pequenos adereços de tecido e outros que transmitiam beleza. Talvez Tidus não se apaixonasse por ela, não por personalidade, mas a beleza ele mesmo teria de admitir que era estonteante, talvez fosse dela que os marujos contassem a respeito da lenda das sereias mais belas do mundo.

A beldade aproximava-se de Belmont, dando pequenos pulinhos com a calda, mas que ao não afetavam a postura e beleza dela, na verdade a impressão era quase como andar, talvez pelo ritmo, o que fazia até o revolucionário se perguntar como ela poderia estar na superfície apenas estando molhada. Então, ao chegar na distância adequada, ela liberava um certo sorriso encantador e fazia uma curta reverencia ao superior do exército. – Sub-General, ou melhor, Jecht Wolfsong, é um prazer conhecer-lhe. Sou a major Aya.

Depois que o Duque Azul a cumprimentasse, ele conseguiria sentir, através do seu Haki uma presença a cerca de 10m deles, não era uma aura assustadora, mas ainda sim era algo, ela só parecia estar ali parada, talvez observando de longe, ou não, mas de toda forma, não estavam sozinhos naquele lugar, ainda mais considerando a situação atual da ilha.


Legenda:
 


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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 4 EmptyDom 23 Fev 2020, 23:40

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O pequeno anjo não estava bem. Helves conseguia sentir uma sensação estranha após o mostrar tudo isso, só conseguindo pensar se tinha feito a escolha correta naquele momento. "Foi o melhor que pude fazer..." Mesmo depois de toda a situação, Frisk ainda parecia um pouco abalado, fazendo a preocupação da celestial aumentar ainda mais naquele momento. Sua raiva permanecia no topo, queria destruir o laboratório com todas as suas forças, mas não podia sair do lado do garoto... Seria muito ruim o abandonar naquela situação. Todos os documentos e imagens naquela sala incomodavam Helves, faziam ela sentir um ódio imenso sem nem mesmo conseguir segurar-se, mas algo que Frisk a mostrou pareceu diferente. Os olhos dela focaram tanto na criança que estava sendo segurada que até mesmo demorou alguns segundos para perceber quem estava ali, uma pessoa que tinha perdido fazia tanto tempo e quase não lembrava de seu rosto.

Mãe... – falou baixinho, segurando firme o pingente junto da foto de Rethra e a criança. Lágrimas escorriam dos olhos da garota que afastou a imagem das lágrimas que caiam, não querendo danificar a única imagem que tinha de sua mãe. – Sim... Ela é minha mãe, mas... Esse bebê eu não conheço. – dizia para Frisk, respirando fundo para recuperar-se daquela situação triste. Seu peito apertava, era como se Helves tivesse esquecido completamente de sua antiga família, do povo de sua ilha. A imagem de sua mãe liberava isto. Um sorriso aparecia em seus lábios, apreciando a imagem e lembranças trazidas. "Preciso encontrar os outros... Tenho que saber tudo que aconteceu depois da minha partida e também quem é essa criança." Com a manga do casaco ela resolveu enxugar as lágrimas, acalmando-se lentamente de todo o choro para conseguir ao menos apoiar seu companheiro no restante da jornada que tinham dentro do laboratório.

Eu também quero saber de tudo, preciso decidir se vou ou não acabar com esse lugar. Minha raiva é enorme no momento. – sem dizer mais nada ela iniciou o que poderia ser um atraso nos outros, preparando-se para pegar qualquer documento pelo caminho que pudesse ser importante para descobrir mais ou até mesmo ajudar na missão até aquele ponto. Existia uma forma de resolver qualquer problema sobre a segurança do local. Helves tinha noção que seus poderes seriam bem úteis nessa situação, mas nunca pensou em os usar em outro combate. – Parece a melhor opção. – murmurou enquanto olhava as luzes do alarme, imaginando que todas as forças do laboratório iriam atrás deles. – Hm... Eu vou segurar eles, mas preciso que cuidem muito bem do meu corpo. Use seu poder e continue procurando tudo que for necessário enquanto eu cuido de quem estiver nos procurando. – dizia convicta de que daria muito certo. Sua força na forma espectral era incrivelmente superior, podendo atacar sem ninguém conseguir acessar o corpo original já que Frisk estava ali.

Os documentos e fotos seriam guardados muito bem em sua mochila, aproximando-se de Missu assim que estivesse pronta para começar. – Cuidem bem do meu corpo, só podem me ferir por ele. – falava com um sorriso no rosto, fechando os olhos quase que imediatamente para iniciar a saída de seu corpo. Com alguns instantes de concentração a garota conseguiria liberar seu espirito, saindo com a mesma aparência, porém um pouco menor para que Frisk não precisasse abrir uma porta muito grande caso estivesse dentro da dimensão ainda. – Acho que é isso então. – dizia, aguardando que a porta fosse aberta ou apenas que os companheiros seguissem em frente para o interior do laboratório. Seu corpo não seria algo tão minúsculo assim. Aquela magia precisava ser vista nas mãos de Helves, assim não poderiam ligar ela com a Máscara da Morte. Somente os aliados tinham visto tal força, não importava quem estava surgiria ali para a enfrentar, pois a celestial tinha noção que era basicamente invencível naquela forma.

O foco ali era impedir que qualquer pessoa pudesse avançar para os próximos andares. Helves usaria de fantasmas explosivos dos mais variados tamanhos, destruindo tudo que estivesse ao seu alcance, além de atacar quem viesse tentar atravessar o local. Seu espectro estaria flutuando não muito longe do chão, querendo que todos pudessem a ver. Ela até mesmo prepararia algumas criações escondidas perto das entradas, imaginando que poderia pegar algumas pessoas de surpresa com o combo de um fantasma intangível e logo em seguida o explosivo em algum ponto vital exposto. – Estavam me procurando? – perguntaria, observando a sala onde estava lutando, sabendo que mais e mais guardas surgiriam para resolver a situação. Mas isso pouco importava, era óbvio que Helves teria de lutar até o fim com suas bombinhas e negatividade nos alvos. Se existisse alguma forma de destruir as passagens para os próximos andares ela o faria, pois isso impediria qualquer pessoa de chegar em seus companheiros. Um sacrifico necessário, tendo noção que escapar era tão fácil quanto os atacar assim que conseguisse ganhar tempo suficiente para Frisk.


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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 4 EmptySeg 24 Fev 2020, 20:14


Silent Night

As ruas pacíficas de outrora agora estavam tomadas por marinheiros que pareciam ocupados e preocupados com alguma coisa, não podia deixar de pensar que existia uma relação com a missão que Frisk e Helves saíram para resolver pela manhã, me afligia não saber o que estava acontecendo, mas eu precisava confiar neles. - “Acho que estou me preocupando demais, por enquanto esses marinheiros parecem apenas em alerta, se algo já tivesse acontecido provavelmente já teria ouvido alguma explosão ou coisa do gênero.” - Deixei escapar um riso ao mesmo tempo em que um pouco de fumaça escapava entre os lábios do finzinho do cigarro.

Após algum tempo caminhando finalmente cheguei ao local combinado, era um lugarzinho bem isolado e frio para variar, a iluminação era pífia e minha única companhia era a luz das estrelas - da qual não podia reclamar diga-se de passagem. - “Francamente, parece que esse lugar está ficando ainda mais frio, ou talvez seja apenas coisa da minha cabeça.” - Esfreguei as mãos contra os bíceps e logo em seguida juntei as mãos em frente ao rosto, baforando para tentar aquecê-las mesmo que um pouco. Felizmente minha espera foi logo recompensada, o sinal foi dado e nesse momento dei um passo para frente, forcei a vista para tentar observar o que estava acontecendo. - “Pulou na água?” - Ainda não conseguia ver bem do que se tratava mas estava se aproximando, tal ação me fez ficar em alerta por instinto, mesmo que a leitura de sua aura não indicasse perigo.

Por fim minha espera chegava ao fim, do fundo do mar emergia uma das criaturas mais belas e cobiçadas do mundo, era a primeira vez que via uma pessoalmente já que até então elas não passavam de de um mito, uma história de pescadores encantados pela beleza de criaturas marinhas. - “Uma… Sereia… ” - Arregalei os olhos ficando sem reação de imediato, a beleza da criatura me desnorteou por um momento e só voltei a mim quando se apresentou. - Oh, sim. - Ajeitei o chapéu sobre a cabeça tentando disfarçar o momento de devaneio. - É um prazer, Srta. Aya. - Inclinei a cabeça levemente para frente, segurando o chapéu com uma das mãos. - Isso foi rápido. - Murmurei, nesse momento senti uma fraca presença ao longe, como se alguém estivesse parado observando. - Se me da licença parece que temos um convidado indesejado. - Removi o chapéu da cabeça e coloquei sobre a cabeça da sirena. - Eu já volto. - E batendo o pé no chão ergui uma fina cortina de neve com auxílio da minha akuma no mi ao mesmo tempo em que utilizava o Soru para avançar na horizontal, diagonal e depois horizontal novamente, com intuito de parar nas costas de quem quer que estivesse nos observando.


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- Nunca disseram que é falta de educação ficar bisbilhotando? - Tentaria identificar a figura misteriosa, se fosse um marinheiro ou agente puxaria minha espada rapidamente e tentaria golpear sua nuca com o cabo da arma, apenas com intuito para desmaiá-lo. - Hoje estou de bom humor. - Mas se fosse uma figura familiar ou até mesmo outro revolucionário lhe questionaria antes de tomar alguma atitude. - O que faz aqui a essa hora? - Observaria com cuidado antes de tomar uma atitude, se notasse alguma hostilidade por sua parte seja quem fosse revidaria erguendo parte do solo sob nossos pés, fazendo com que algumas colunas de terra e gelo subissem pelo corpo da pessoa, prendendo-o até a altura dos ombros, se fosse preciso desviar de algum possível ataque me inclinaria para o lado mais propicio ou até mesmo daria alguns passos para trás.

Se porventura a situação com o bisbilhoteiro fosse resolvido retornaria até onde Aya estava. - Vemos, temos um lugar para ficar, acredito que Anna estará de volta em breve também. - Abriria um leve sorriso e removeria o sobretudo. - Tome, é melhor não chamarmos muita atenção, as ruas estão tomadas por marinheiros. - Com o sobretudo esperava que a sirena fosse capaz de esconder mesmo que um pouco sua cauda. De qualquer forma, se fosse possível retornaria ao esconderijo pegando o caminho mais seguro e afastado do centro da cidade, seria melhor evitar um tumulto, durante o caminho também tomaria cuidado com possíveis perseguidores, manteria meu haki sempre alerta e se notasse alguma aproximação realizaria um desvio, me esconderia para então tomar alguma atitude antes de continuar o caminho.


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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 4 EmptyQua 26 Fev 2020, 23:05



SPRING: JOURNEY OF HEROES

O nono andar tinha nos recebido com um ar bizarro e amedrontador, mas nem mesmo num ambiente daqueles eu esperaria fazer o tipo de descoberta que tinha feito - ainda mais a respeito de mim mesmo. Apesar do choque inicial ter passado, eu ainda não sabia como ia digerir tudo aquilo. Experimentos em crianças? Não, em crianças celestiais? Eu sabia que o Governo fazia todo tipo de coisa terrível por aí, mas a ideia de ter sido uma espécie de rato de laboratório sem nem mesmo conseguir me lembrar era particularmente assustadora.

Mãe? Então...essa é a sua mãe? – eu olhei de novo pra imagem no pingente, e as duas eram realmente bem parecidas, ambas belas e com longos cabelos esverdeados. Helves começou a chorar depois disso, e eu meio que conseguia entender a sensação - se visse uma foto do papai e do pessoal da mansão depois de tanto tempo assim, seria bem difícil de controlar as lágrimas. Nesse momento, porém, eu senti uma aura ameaçadora e poderosa se aproximando, fazendo meu corpo inteiro se arrepiar num instante. Pelo visto, eles não tinham só um monte de seguranças qualquer por ali. – Droga. Tem alguém vindo pra cá, e pela aura, parece ser bem problemático! – avisei às duas, com um tom de urgência. A Doa Doa tinha nos deixado invadir o lugar sem muitos problemas, mas agora que tinham notado, as coisas iam ficar meio complicadas. Além disso, ainda tinha muita coisa que eu queria ver ali.

Nessa hora, porém, Helves tomou a iniciativa e contou o seu plano: – Hm... Eu vou segurar eles, mas preciso que cuidem muito bem do meu corpo. Use seu poder e continue procurando tudo que for necessário enquanto eu cuido de quem estiver nos procurando. – ela disse, confiante. Eu ainda abri a boca pra contestar e dizer que era perigoso fazer isso sozinha, mas a verdade é que desde que a gente mantivesse o corpo dela a salvo, ela não teria problema nenhum. – Tá legal, mas não vá fazer nenhuma loucura em? Missu, me ajuda com essas coisas! Papéis, documentos, fotos, qualquer coisa que parecer importante serve! – pediria, pegando eu mesmo aqueles que já tinha lido e colocando dentro da bolsa, antes de me virar pra garota de cabelos verdes. – Boa sorte, Helves. Conto com você. – daria o meu melhor sorriso de confiança pra ela, mesmo que ainda estivesse meio abalado com o desenrolar das coisas.

Com Helves nos comprando um pouquinho de tempo, eu focaria em cuidar das coisas ali o mais rápido possível, já que não sabia até quando ela conseguiria dar conta. Começaria abrindo uma passagem pra dimensão de bolso, onde repousaria o corpo caído dela. – Vai você pra dentro também, Banchou, é mais seguro lá. – e deixaria os dois lá dentro, seguros, enquanto seguia na busca junto com Missu. Antes disso, porém, pegaria o Baby Den Den Mushi que vinha carregando comigo. – Continua procurando, Missu. Vou fazer uma ligação. – e ligaria pro Tidus-san, vasculhando as mesas próximas por documentos importantes enquanto ele não atendia. Quando ouvisse sua voz, seria rápido: – Tidus-san! Eu sei que vai parecer confuso, mas eu, a Missu e a Helves estamos no laboratório da ilha. É uma construção bem grande por detrás das montanhas, e...nós descobrimos umas coisas bem desagradáveis aqui. Sobre o governo e sobre...mim, eu acho. – engoliria em seco, já que ainda era uma verdade difícil de aceitar. – Bem, uma mãozinha cairia super bem agora que eles nos descobriram. As coisas vão ficar bem barulhentas por aqui. – sorriria, explicando.

Feito isso, só restava confiar em Helves e continuar revirando aquela sala - e outras salas próximas também, se conseguisse encontrar alguma coisa por lá. Com a ajuda de Missu, não devia demorar muito pra pegarmos tudo que fosse relevante por ali, mas eu também não correria demais: era importante ao menos dar uma olhada nas fotos e nos documentos que encontrasse, pra não sair enfiando qualquer coisa na bolsa. Talvez me desse conta de alguma coisa sobre o meu passado também, então não queria deixar passar nada. Se fôssemos mudar de sala, faria tudo por dentro da dimensão de bolso, até porque precisava levar o corpo da Helves também. E se as buscas acabassem nos levando pra o próximo andar, eu não hesitaria em abrir as portas com os meus poderes e continuar procurando. Se desse tudo certo, Tidus-san já estaria a caminho, e eu poderia descobrir o que diabos tinham feito comigo no passado.

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