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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Up: Altas Aventuras

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MensagemAssunto: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 3 EmptyQui 09 Jan 2020, 16:24

Relembrando a primeira mensagem :

Up: Altas Aventuras

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) revolucionários Tidus Belmont, Frisk Dreemurr e Helves. A qual não possui narrador definido.


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Ravenborn
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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 3 EmptyQua 29 Jan 2020, 21:54



SPRING: JOURNEY OF HEROES

Já de início, a negociação não estava dando super certo. O tal pirata pediu todas as joias que Helves estava carregando como pagamento pelas informações, e essa ideia pareceu desagradar a revolucionária. Eu não sei se ela é fissurada nesse tipo de coisa igual a Elsa-san, mas por qualquer que fosse o motivo, ela recusou a oferta do homem ali mesmo. Missu também parecia um tanto desconfortável ali, o que fez bastante sentido depois do que ela disse. Feridas emocionais levavam bastante tempo pra curar, e lembrar de gente como o Darwishi com certeza não ia ajudar agora. – Ei, aqui. – com um sorriso gentil, eu peguei na mão dela, entrelaçando nossos dedos. Não tinha como fazê-la esquecer do passado, mas podia pelo menos deixá-la saber que estava tudo bem, e que eu estava ali.

Eu espero que isso não acabe em confusão. Esse tipo de gente não costuma gostar de ser contrariado desse jeito... – assisti Helves continuar falando, pronta pra sair dali sem nem sequer olhar pra trás. Não sei se ela tinha perdido a noção do perigo ou o que, mas ficaria de olho pra caso algum dos engraçadinhos resolvesse tentar alguma coisa. Se eu sequer imaginasse que algum deles iria pra cima dela, daria um golpe de dentro da dimensão de bolso, abrindo uma porta pequena só pra que meu braço pudesse passar. Com sorte, porém, talvez a gente não tivesse que lutar ainda. – É, essa foi uma visita bem curta. Vamos dar o fora rápido também, se a gente correr dá pra passar pelo bueiro antes da Helves chegar lá! – e sorriria, arrastando Missu pela mão e chamando o Banchou pra vir correndo junto.

Quando chegássemos do lado de fora, o plano seria o mesmo de sempre: continuar seguindo a Helves sem que ela nos notasse, de dentro da dimensão de bolso. – Se bem que isso tá começando a ficar bem chato, pra ser sincero... – eu suspirei. Tinha sido bem divertido até então, mas ficar só observando o tempo inteiro, sem poder interagir, estava perdendo a graça bem rápido. Acho que já estava passando da hora de eu aparecer pra começar a fazer alguma coisa de realmente interessante, e por isso, iria atrás da revolucionária de cabelos verdes até que ela resolvesse parar em algum outro lugar - já que ela disse que o faria pra procurar o tal do laboratório secreto. – Isso faz eu me perguntar que tipo de coisa eles fazem nesse laboratório. Numa ilha dessas, eu chutaria um monte de robôs! – falei animado, apesar de ainda não saber o que esperar de um laboratório envolvido com o governo.

Depois de algum tempo, nós estaríamos assistindo a mesma cena que já tínhamos visto algumas várias vezes nesse mesmo dia - a Helves desmaiando sozinha em algum canto pra poder usar os seus poderes. – Hmm...talvez eu devesse ter trazido minha câmera. Ou umas canetas, heheh. – comentaria brincando, e depois, voltaria pra o que tinha virado rotina toda vez que ficávamos nessa situação: brincar com o Banchou e ficar jogando conversa fora com a Missu. Pegaria também algo pra comer na bolsa, se ainda tivesse sobrado, e dividiria com os dois. Mas depois de um tempinho esperando, eu resolveria que finalmente era hora de mostrar a cara e olharia em volta, pra ter certeza de que não tinha ninguém por perto no momento. E então, abriria uma portinhola no ar, passando metade do corpo pro outro lado.

Anna...quer dizer, Helves! Ei, tá acordada? – falaria num tom de sussurro, me estendendo pro lado de fora e dando uns tapinhas de leve em seu rosto, pra ver se conseguia chamar a sua atenção. Eu não fazia ideia de como trazê-la de volta daquela projeção astral, e só podia torcer pra que ela conseguisse me ouvir de algum jeito. Se a visse abrir os olhos, sorriria com um aceno, antes de explicar pra ela tudo o que tínhamos feito desde mais cedo: seguindo-a por aí de dentro da Doa Doa e a acompanhando pra caso alguma coisa desse errado. – Bem, acabou que nós ficamos mais assistindo você e comendo uns lanches...mas, esquece, não foi disso que eu vim falar. – eu sacudi a cabeça, tentando me focar no assunto – Se vai entrar no laboratório, pode ser que precise de ajuda pra passar por alguns lugares. Nós vamos seguir você por aqui, então se precisar de uma porta em algum lugar...sabe a quem pedir. – eu sorri, esbanjando confiança. Era hora de ajudar naquela operação também, das sombras!

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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 3 EmptyQui 30 Jan 2020, 12:24


Winter Season

#05




~ Helves e Frisk ~

~ Anteriormente:

Helves conseguira enfim chegar até Marshall Robbins, que ao ver as intenções da revolucionária, decidiu o preço pelas suas informações. Todavia, as joias usadas pela moça tinham um valor para ela maior do que qualquer informação, e por isso, não havia sentido nenhum em entregá-las. Sendo assim, a negociação estava terminada, e ela saia do recinto do pirata sem outros tipos de problemas.

Enquanto isso, Frisk acompanhava toda a aventura “A La Noir”de Helves, tendo a companhia d e Missu e Bancho. O clima parecia ficar um pouco mais complicado quando chegavam até Marshall, à medida que toda a luxuria dele lembrava muito os tempos esquecidos de Missu. Mesmo que o Anjo Caído a confortasse, ainda sim ela não ela conseguia apagar totalmente essas marcas, aceitando a mão do rapaz, mas seu interior ainda estava revirado. Por fim, quando a vigilante saia do local, o trio os acompanhava e agora seguiriam sua observação até a hora de revelarem-se. ~


Após a negociação falha com o pirata, Helves percebia que seria mais interessante se ela mesmo buscasse aquela informação, sua fruta permitia uma certa facilidade nessas questões de localização e seria muito difícil encontrar alguém com habilidades tão afiadas quanto as de Marshall, conforme fora pensado. Seguindo com seu miniplano, a garota só teria que explorar as possibilidades de entrar naquele local e sua missão estaria concluída de todo jeito.

Então, tentava encontrar algum banco em um local mais quente, o que facilmente era achado, e novamente tomava sua forma estral, fazendo seu corpo cair no banco adormecido. Se olhassem ela ao longo de toda essa manhã, pensaria que ela gostava de flertar com a morte, ou que, no mínimo, era anêmica. Enfim, após liberar os fantasmas, esses espalhavam-se em várias direções a fim de abranger a maior área possível.

Ao fazer isso, era que Helves tinha noção real do problema. Primeiramente, um dos fantasmas que ia para cima subia o máximo que conseguia, e lá era possível observar as montanhas geladas da ilha, mas tinha algo interessante no meio delas. Conforme sua visão ai focando entre os flocos de neve, bem, era uma visão no mínimo surpreendente. Um palácio de aço em todo seu esplendor ficava no meio de um conjunto montanhoso, o tamanho da instalação se assemelhava em certo grau à cidade, só que em uma proporção muito mais majestosa no assunto segurança. Era visível desde longe várias armas, pessoas andando nas muralhas, pessoas andando de todos os lados, bom, com certeza deveria ser a instalação mais bem segurada que a ex-pirata tinha visto na vida.

Em segundo lugar, das visões que tinham através de seus fantasmas, outra lhe chamava muito a atenção. Uma das projeções astrais fora para baixo, e ali encontrava um sistema de esgoto que ia além de onde estava Robbins, parecia ser um longo e amplo corredor, que seguia um bom caminho até onde a visão podia permitir ver, ao mesmo tempo havia esgoto  em grande volume percorrendo por baixo de uma passarela, a direção indicava a mesma que o fantasma de cima tinha visto: o laboratório.

Ela tinha suas informações, e agora só faltava aplicar elas e seguir as ordens dadas. Mas, quando voltava ao normal, achava de imediato Frisk a sua frente, ouvia o que ele tinha a dizer sobre as aventuras até então, e quando terminava o papo, seguia seu planejamento, indo falar diretamente com seus superiores.

Após pegar o den den mushi, entrava em contato com o Comando, informando o prosseguimento da missão. – Vigilante Helves, você deve providenciar credências falsas do laboratório para você, Tidus Belmont e Frisk Dreemurr. Os três invadirão o laboratório, o comandante e sub-general estão encarregados de sua proteção e evacuação em último caso. Vigilante, sua missão é localizar e roubar os documentos que ligam Andrew Ford ao Governo Mundial. O combate direto deve ser usado como último recurso, repito, o combate direto deve ser usado como último recurso. Após as instruções a comunicação era cessada.

Frisk conseguia ouvir também as instruções dadas, e agora bastasse que ambos se organizassem e reencontrassem Tidus, quanto a credencial, havia vários jeitos de obtê-la, mas isso iria à criatividade da revolucionária.

~ Tidus ~

~ Anteriormente:

Após a revelação do Sub-General Garbs a respeito de um nefasto e maléfico plano nomeado “Lost Childrens”, Tidus Belmont revirava-se em sua raiva quando notava que no arquivo entregue pelo outro havia o nome de um conhecido – Frisk Dreemurr-. No que consistia aquele plano? Quem era o culpado? O que aconteceu com Frisk? Todas essas perguntas ainda estavam em aberto frente ao mistério que aquele documento representava. ~


Ainda sentado em uma cadeira, em seu novo navio, refletia em meio a fumaça do cigarro, deveria contar? Guardar para si? Seria egoísmo? Ou Frisk não estava pronto? Decisões como essa afetavam todo o rumo da história de uma pessoa, afetavam toda a mente daquele que guardava a informação, conseguiria o sub-general encará-lo com um sorriso enquanto na sua garganta permanecia estagnada a verdade? Será que sua justiça englobava isso também?

As questões iam aparecendo uma atrás da outra na cabeça de Tidus, até que ele ouvia algo que lhe chamava a atenção. De começo era só um ruído, mas ia aumentando, até conseguir claramente identificar um discurso. Havia alguém do lado de fora do navio, a plenos pulmões, enaltecendo palavras de ordem. - OS CIENTISTA DE HORACE VIVEM NA LUXÚRIA E NÓS, POVO TRABALHADOR, PERMANECEMOS NA POBREZA E AS CUSTAS DE UMA VIDA NA BASE DA SOBREVIVÊNCIA. Se fosse olhá-lo, o Duque azul poderia observar bem que uma certa plateia o ouvia e outros, ao ouvir sua voz, acabavam por o olhar. Espere, isso não teria acontecido com o próprio revolucionário?

O poder das palavras, essa era uma expressão quase lendária que era posta a prova na medida que aquele homem vociferava as palavras de revolução, não era atoa que, após alguns minutos, algumas pessoas começavam a se afastar do lugar, talvez por medo, e outros apoiavam a figura líder. Todavia, em um lugar onde a tirania dominava, não há espaço para essa conduta, e não por menos ouvia-se o som de um apito bem conhecido pelos revolucionários: O apito dos marinheiros.

Ouvindo esse som, a figura líder olhava ao redor procurando alguma saída, já que estava no fim do cais, era quando olhava para cima e localizava o navio de Tidus. Sem pedir nenhum tipo de permissão, ele rapidamente subia na prancha do navio de Belmont e corria pelo mesmo, escondendo-se atrás de algumas caixas no convés, o Duque Azul por sua vez poderia decidir o que fazer, entregá-lo, escondê-lo, acobertá-lo, haviam várias decisões a ser tomadas nesse meio tempo.






Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 3 EmptySab 01 Fev 2020, 19:37

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Tinha bastante sucesso em sair dos esgotos, podendo seguir em frente em busca do tal laboratório. Era um lugar complicado de se achar caso não fosse na cidade, mas as habilidades mágicas de Helves ajudariam nesse processo e em poucos minutos ela estaria caminhando até o local. Não só a possível localização do laboratório era notada, como várias outras coisas interessantes, além de Frisk aparecer no corpo original da celestial. Quando sentiu-se satisfeita com tudo visto, retornou ao corpo despertando em um susto por notar a presença do pequeno anjo na sua frente. – Eh? – recuava um pouco por puro instinto, relaxando um pouco quando notou quem realmente era, mostrando um sorriso para o garoto enquanto escutava sua explicação dos fatos até então. – Hmm, entendo... Era sua missão afinal. – comentava desviando o olhar para onde tinha visto o laboratório, conseguindo imaginar como chegaria lá. – Tudo bem, não precisa se preocupar tanto. – precisava parar a conversa para conseguir lidar com o restante da missão, ligando ao superior sobre as próximas informações da missão.

Infiltrar-se no laboratório junto de todos eles... Parecia uma missão bem complicada, na realidade Helves nem sabia como conseguiria credenciais falsas para todos. Fora fazer algumas, ela não tinha ideia, já que precisaria ao menos ver uma ou as ter em mãos para tal. Felizmente seu poder podia ajudar um pouco nisso, conseguindo ver de uma boa distância. – Parece que teremos uma missão complicada... Vou tentar aprender algo sobre falsificações e retorno para os encontrar. – falava rapidamente, imaginando que o anjo entenderia e chamaria Tidus para a localização atual onde poderiam conversar sobre a missão e como lidariam com tudo. Com o foco atual definido, Helves seguiu andando pela cidade atrás de uma biblioteca para ler um pouco mais sobre as falsificações que precisaria fazer. "Deve ter alguma coisa por aqui para me ajudar." Continuava andando até encontrar a biblioteca.
Aprendizado: Falsificação

Helves finalmente encontrava a tão sonhada biblioteca, entrando na mesma sem pensar muito por conta da pressa que aquela missão tinha. Normalmente era bem fácil se guiar em locais do tipo, conseguindo ter identificações em todas as estantes com o assunto daquela em especifico. Foi preciso só um pouco de calma em ler e buscar o livro exato que leria sobre o assunto. – Acho que esse vai servir. – diria assim que o tivesse em mãos, caminhando até um lugar isolado onde pudesse ficar por muito tempo lendo sem interrupções. "Vou conseguir fazer muitas coisas com isso... Não será somente para falsificar estas credenciais, também me ajudará em outras tarefas no futuro... Mas precisarei de material para tal." Falsificar algo não era lá tão simples de ser feito ou todos conseguiriam e estariam ricos por aí. A celestial conseguia ao menos entender isso, esta era a razão de estar gastando um bom tempo lendo sobre, além de realizar praticas básicas durante a leitura para se adaptar bem com aquela nova habilidade depois do tempo necessário para a aprender.

Assim que tudo estivesse terminado, Helves seguiria para fora da biblioteca, buscando se juntar aos companheiros agora que provavelmente tinha a habilidade em criar as tais credenciais. – Ahn... Eu vou precisar ao menos ver uma para poder criar as nossas, provavelmente precisarei de materiais parecidos com os usados nas deles... Acho que teremos de ir lá dar uma olhada antes de iniciarmos a infiltração. – não estava muita certa do que fariam naquele momento. Ir sozinha e fazer tudo por si só parecia bem mais fácil do que ter duas pessoas tão superiores a acompanhando por proteção. "Quer dizer que é o tipo de missão suicida... Se eu fosse uma qualquer eles provavelmente nem ligariam de me mandar sozinha." Sabendo da localização do laboratório seria necessário ir até o lugar observar as coisas de longe, ou talvez de perto se Frisk estivesse querendo usar de seus poderes. Não importava muito, pois se fosse necessário Helves liberaria os fantasmas deixando seu corpo nas mãos dos companheiros enquanto ela iria atrás das informações que faltavam. Uma boa visão do que precisaria ser falsificado, além dos uniformes se houvessem e dar mais uma olhada naqueles tuneis por serem uma possível entrada.


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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 3 EmptyDom 02 Fev 2020, 01:59


Strange

Enquanto me perdia em meus próprios dilemas um som vindo do lado de fora do navio me chamou a atenção, a um primeiro momento não parecia passar de um murmuro ou quem sabe o inicio de alguma baderna? - “Francamente, logo cedo e estão fazendo uma baderna na rua? O pessoal da ilha realmente não trabalha.” - Cocei a cabeça e com mão esquerda e me levantei, primeiro procuraria pelo lixo para jogar a bituca de cigarro fora e então caminharia até o lado de fora. No convés percebi que não se tratava de uma confusão qualquer, na verdade era um único homem que estava discursando algo para uma plateia que aos poucos começava a se crescer à sua volta. - “Mas veja só o que temos aqui.” - Apoiei os cotovelos na lateral do navio e me prestei a ouvir o que tinha a dizer, suas palavras possuíam convicção e transmitiam confiança, seu discurso soava como a de um verdadeiro revolucionário apesar de duvidar de este ser o caso e provavelmente não passava de um trabalhador revoltado.

O discurso do cidadão infelizmente foi interrompido com o soar de um apito bem familiar. - “Isso soa tão nostálgico.” - Permaneci parado na borda do navio apenas observando o desenrolar da situação, para minha surpresa o fugitivo que ao ouvir o apito correu mais rápido do que o vento e decidiu se esconder justamente onde meu navio estava parado. - “Ei, ei, ei, você...” - Olhei na direção do homem incrédulo com a situação, um fugitivo da marinha veio se esconder justamente onde eu - outro fugitivo - estava? Quais as chances disso acontecer? Certo que desde o inicio não pretendia deixar que o levasse preso ou que fizessem algo ainda pior, mas a coincidência era realmente irônica.

Permaneceria observando a rua por mais algum tempo, se algum marinheiro passasse por perto e me perguntasse a respeito do paradeiro do rapaz levaria a mão direita até o queixo um pouco pensativo. - Huuum, acho que eu vi um rapaz fazendo barulho por aqui mais cedo, mas quando ouviu o apito saiu correndo e se enfiou em algum lugar por lá. - Apontaria para outra direção ou para algum beco distante que afastasse os perseguidores do rapaz. Se os marinheiros fossem para outro lugar levaria as mãos até os bolsos e caminharia em direção ao interior do navio. - Você pode sair agora, eles já foram. - Comentaria sem precisar olhar em sua direção. - Venha fiquei interessado no que você estava falando, quero ouvir mais se possível. - Pararia próximo ao batente da porta antes de retornar ao interior do navio. - Não vou te forçar a nada, se quiser ir embora está livre para fazê-lo, mas os marinheiros podem estar patrulhando. - Deixaria um riso discreto escapar. - Não se preocupe sei bem como é ser caçado apenas por pensar de maneira diferente. - Concluiria antes de retornar a cozinha.

Já na cozinha puxaria uma cadeira e me sentaria à mesa, se o rapaz me seguisse até o interior me apresentaria de forma amigável. - Eu sou Jecht Wolfsong, é um prazer. - Utilizaria o pseudônimo adotado anteriormente. - Estava ouvindo seu discurso mais cedo e achei no mínimo curioso, digo estou nessa ilha a pouco tempo mas as coisas parecem funcionar muito bem a uma primeira vista, como um forasteiro sequer pude notar que existia algum de ruim acontecendo com os moradores. - Uma meia verdade, mas parecia uma oportunidade interessante para se conseguir informações a respeito da ilha e da exploração que era feita por debaixo dos panos.



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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 3 EmptyTer 04 Fev 2020, 23:43



SPRING: JOURNEY OF HEROES

Depois de finalmente me encontrar pessoalmente com a Helves, eu contei a ela sobre como tínhamos passado a manhã em seu encalço, seguindo-a pra lá e pra cá enquanto ela tentava descobrir mais sobre o laboratório e a ilha do céu. No fim, ela fez uma ligação pra alguém do exército, aparentemente pra conseguir mais algumas informações sobre a missão - o que de alguma forma terminou com ela saindo pra aprender mais sobre falsificações, o que me deixou meio confuso naquele momento, mas eu concordei em esperar.

Pelo menos agora a gente tá do lado de fora. É mais frio aqui, mas poder ver a cidade sem os tons de verde é sempre bom também. – comentei com Missu e Banchou, procurando algum lugar onde a gente pudesse se sentar enquanto esperávamos pela Helves. Se tivesse alguma taverna ou mesmo uma vendinha ali por perto, eu não hesitaria em ir buscar alguma comida ou bebida quentinha pra gente não ter que ficar esperando no frio - desde que não tivesse que ir longe demais, é claro, pra não acabar me perdendo dali.

E então, até que ela voltasse, eu ficaria no de sempre: jogando conversa fora, brincando com o Banchou, e quem sabe até mesmo me divertindo um pouco com a neve, se tivesse o suficiente pra usar por ali. Já que eu não sabia por quanto tempo exatamente a gente ia ter que esperar, não via motivo pra não tentar me distrair enquanto isso. Mas assim que ela chegasse, eu me juntaria a ela pra ouvir um pouquinho mais sobre os planos. – Então vamos precisar dessas credenciais pra entrarmos disfarçados depois, hm...? Acho que umas roupas seriam uma boa ideia também... – parei pra pensar por um tempinho. Eu duvidava que fôssemos conseguir entrar pela porta da frente, mas uma vez lá dentro, seria bem importante termos como nos disfarçar como parte dos funcionários do laboratório, com uniformes e tudo.

Já sei! Você tem um Den Den Mushi, certo, Helves? – perguntaria, mostrando também o meu Baby que vinha carregando já há algum tempo – Eu consigo entrar lá sem ser notado com os meus poderes, mas não vou ter como saber pra onde ir se o lugar for grande. É aí que você entra com a sua projeção astral, e me ajuda me guiando pelo laboratório. – expliquei, apontando para os pequenos caracóis, que serviriam para a comunicação – Desse jeito eu posso pegar uns uniformes pra gente, e talvez até alguma dessas credenciais que você falou, se for te ajudar a fabricar as outras mais fácil. – era mais fácil falar do que fazer, é claro, mas com a ajuda da dimensão de bolso e do poder de abrir portas em qualquer superfície, não existiam muitos lugares em que eu não conseguisse entrar se quisesse.

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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 3 EmptyQua 05 Fev 2020, 11:37


Winter Season

#06





~ Helves e Frisk ~

~ Anteriormente:

Helves após receber sua nova missão, decidira ir para a biblioteca, a fim de aprimorar suas habilidades e facilitar o desenvolvimento da infiltração, afinal, se tivessem um crachá com autorizações com certeza seria mais fácil do que arrombar todo o local. Depois de chegar na biblioteca, a garota procurava material sobre isso e logo encontrava um livro que explicava sobre falsificações em obras de artes, era material o suficiente.

Enquanto isso, Frisk, Missu e Bancho pensavam na melhor estratégia de como irem para a ação, o objetivo era bem óbvio, adentrar no laboratório, mas havia x maneiras de fazer isso. Todavia, na cabeça do pequeno, a ideia de conseguirem identidades falsas parecia mais interessante, só que Helves iria precisar do modelo, e esse era o trabalho do Anjo Caído. ~


Depois que a celestial terminava sua leitura, lendo principalmente sobre as características de uma peça original contra a falsa, assim como as técnicas mais famosas de falsificação, ela já partia, com seu novo conhecimento, atrás de Frisk. Não demorava muito para encontrá-lo, na verdade encontrava primeiro Missu.

Enquanto o trio brincava de pegar o graveto e jogar com Bancho, ao ouvir os passos da espiã, Missu virava-se para Helves agitando a mão, chamando-a de longe. Pouco tempo depois, Anna chegava mais perto do grupo, e ouvia o proposto por Dreemurr.

O plano não era ruim, e como a garota já tinha visto anteriormente através de seus fantasmas, o melhor caminho era entrar por baixo. Sendo assim, todos voltavam ao esgoto, em que segundo a visão de Helves, havia uma entrada mais a frente de onde Marshall estava. O grupo caminhava por onde estavam, e ao passar pela porta em que Marshall estava, surpreendiam-se ao ver que o ambiente(com a porta aberta) estava totalmente vazio, talvez fosse assim que o homem nunca tinha sido pego pela marinha, conseguia fazer uma remoção rápida de um local a outro. Enfim, seguindo seu plano inicial, a trupe ia mais fundo nas galerias, até que começavam a ouvir um barulho mais forte de água, pelo que Helves lembrava, havia mais a frente uma espécie de barreira de contenção, que liberava parte da água rejeitada do laboratório.

Caminhavam mais alguns minutos, até que o barulho de água ficava mais forte e logo chegavam até onde queriam. Apesar de ter visto no fantasma, quando chegavam mais perto era um local um tanto inusitado. – Incrível. Dizia Missu ao ver pela primeira vez, Bancho, em compensação, ficava mais acuado ao ver toda a quantidade de água que podia respingar nele. O local em si era uma grande barreira de aço, de cerca de 20m, com várias lâmpadas iluminando-a ao longo de sua extensão vertical. Ao mesmo tempo, do topo, havia uma grande comporta que liberava uma quantidade grandiosa de água, formando uma espécie de cachoeira, que atingia um pequeno lago artificial de 3m de diâmetro criado ali para receber essa água. Circundando ele havia a continuação da passarela, e estranhamente não havia portas ali para o lado de fora. Apenas na parede a pintura de um quadrado de cor laranja escrito “03” ao lado. Era como Tidus tinha descoberto, e como o grupo descobriria no futuro inevitavelmente, o laboratório era mais que só um simples laboratório.

- Parece que não tem portas, mas você consegue dar um jeito nisso né Frisk? Falava Missu em um tom animado, com um certo sorriso, enquanto grudava no ombro do revolucionário.

Helves, caso desejasse usar sua fruta, poderia adentrar ao outro lado, agora podendo ver mais para dentro da instalação, já que antes seu raio limite a impedia. Dessa vez, a primeira impressão que teria era quase um choque, o interior do laboratório era totalmente diferente de onde estavam, lá dentro parecia até um livro de ficção científica, monitores que eram projetados em superfícies,  cabos grossos que passavam pelo teto, superfícies totalmente lisas sem nenhum botão, não havia nenhum tipo de regulador, e mais importante: Não haviam portas do lado de fora dos corredores.

Continuando a observar, ela poderia notar que em determinados pontos havia portas grossas que ao lado, tinham um pequeno painel com um símbolo de cartão, esses cartões, por sua vez tinham uma cor. Esse padrão se repetia em alguns dos andares que os fantasmas conseguiam explorar, e até onde podia ver, as cores iam do vermelho (mais acima) até o verde claro (mais abaixo).

Demorava um pouco, mas a vigilante finalmente conseguia ver uma pessoa, e incrivelmente era um cientista, o homem andava por ali, carregando um sanduíche e ao chegar em certo ponto na parede, encostava seu cartão nela. Demorava uns dois segundos, até que uma porção da parede literalmente recuava, e deslizava para o lado, permitindo a entrada do homem no recinto, de fato, o local era bem avançado tecnologicamente.

Depois de certo tempo de observação, ela poderia notar que os andares que tinha explorado até agora, pareciam só ter laboratórios de componentes eletrônicos e plantas, não havia nada ali parecendo com uma central de controle ou com um arquivo. Além disso, naqueles andares havia dois tipos de pessoas, cientistas, que não costumavam sair do laboratório, só saiam em momentos como banheiro ou comida, mas com horários certos. E ao mesmo tempo tinha seguranças nos andares, esses usavam terno e carregavam armas consigo. Ambas as classes tinham crachás, alguns com cores de andares mais abaixo, outros com cores respectivas aos seus andares. Finalmente, a única outra informação que a vigilante conseguia captar era que com certeza havia mais andares para baixo, mas sua habilidade ainda não permita que infiltrasse neles. De todo jeito, havia várias alternativas para o grupo se infiltrar ali, bastasse que planejassem a melhor.

~ Tidus ~


~ Anteriormente:

Após a conversa com Garbs, Tidus teve a surpresa de encontrar com um grito de ordem na rua, um homem que gritava em relação as injustiças da ilha, lembrando o Duque Azul dos seus velhos tempos. Todavia, a marinha logo ia em direção do aspirante a revolução, de modo que o mesmo, sem opções, decidia invadir o navio de Belmont, escondendo-se na embarcação.

Vendo isso, o revolucionário falava, sob disfarce, com os marinheiros, ludibriando-os e indicando uma direção aleatória, levando-os a crer na falsa direção. Após isso, perguntando sobre o então fugitivo, o sub-general convidava-o para conversar, e sem muitas opções, a nova figura aceitava.
~


Ao entrarem na cozinha, o homem aproximava-se da cadeira, primeiramente sentando com certa rigidez, era claro a tensão dele pensando que talvez tivesse caído na armadilha de algum agente do governo ou coisa assim, e por alguns instantes ficava parado, até que via a mão de Tidus, cumprimentando-o com certa cautela. – John Rider, é um prazer. Depois de ouvir a respeito da curiosidade de Jecht, o homem parecia ainda mais apreensivo, abaixava um pouco a cabeça, pensava, mas depois dava de ombros. – De todo jeito, você me salvou, não acho que me salvaria só para me matar depois. Ele dava uma pausa, ajeitando-se melhor na cadeira. – Bom, como você ouviu, há uma certa diferença de tratamento entre os trabalhadores dessa ilha. Não sei se você sabe, mas, essa ilha é regida pelo Horace, que é o cientista chefe do laboratório K. No geral, toda a economia daqui gira em torno do laboratório, o comércio é para abastecimento interno e todos que vivem outra trabalham para Horace, ou então suprem a cidade e a instalação com itens de necessidade.

- Em todo caso, Horace trata diferente os seus cientistas de nós. Eu e muitas pessoas que moramos nessa cidade, Awakino, não somos cientistas, somos mecânicos, faxineiros, cozinheiros, enfim, não somos as cabeças. E exatamente por isso, vivemos nessa cidade. É verdade que a vida aqui não é ruim, mas só quem trabalha no laboratório sabe a verdade.


Depois de falar isso, o homem tensionava mais as mãos, cruzando uma com a outra vigorosamente.

- Eu era um faxineiro, o chefe deles para ser mais preciso, sempre fui a favor de proteger os meus iguais. Os cientistas vivem no luxo dentro do laboratório K, enquanto nós temos que viver apenas por sobreviver. Veja, eu tenho filhos, mas nenhum deles pode ter um futuro em que possam sair daqui o futuro das pessoas que vivem aqui é trabalhar no laboratório ou para o laboratório, todos nós terceirizados caímos no conto de fadas de que um dia ascenderíamos.

- Mas, o pior de tudo é o que temos que aturar lá dentro. Veja bem, Horace é um homem extremamente inteligente, talvez o mais inteligente do mundo, mas ao mesmo tempo é o mais imoral também. Tudo o que ele lida lá dentro é segundo as regras dele, e muitas coisas não são tão agradáveis. Por exemplo, você deve ter reparado que a ilha em si não tem muitos animais, e os que tem geralmente são parcialmente robóticos, não é à toa.

- Nós da ralé não temos acesso a tudo, mas cuidamos da limpeza dos experimentos menores e bem, só isso já é perturbador o suficiente. Não sei muito bem, mas já ouvi rumores de experimentos piores, até experimentos com pessoas, mas não sei se é verdade, se bem que vindo daquele louco eu não duvido. Por isso eu levanto a voz para tentar acordar as pessoas, nós não precisamos nos submeter a isso, podemos ser inferiores a eles, mas juntos podemos pressioná-lo e quem sabe mudar esse ciclo de gerações.


O homem por fim parecia relaxar um pouco, respirava profundamente e então soltava todo o ar, como se estivesse preso em um transe perturbador, mas logo relaxava mais na cadeira, voltando para sua postura na sequência. Mesmo que emocionalmente alterado, suas palavras tinham peso, o suficiente para nesse pouco tempo atingir Tidus, seja pela proximidade de ideias ou pelas habilidades daquele homem, seja o que, ele tinha algo de especial.

- E você Jecht, o que te trouxe a uma ilha como Karakui ?



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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 3 EmptySex 07 Fev 2020, 16:53


Empathy

Mesmo com certo receio o rapaz que outrora estava escondido atrás das caixas fugindo da marinha aceitou meu convite e se sentou à mesa, bem não era como se ele tivesse muitas opções. Felizmente o sujeito era bem comunicativo e não foi preciso muito para que começasse a me contar melhor a respeito da situação da ilha e de seus trabalhadores. - “Horace, é o maniaco por trás dos experimentos.” - Me inclinei um pouco para frente e apoiei os cotovelos sobre a mesa, apoiando o queixo sobre as mãos. - “Então basicamente toda a vida e comércio da ilha é movimentava pelo laboratório.” - Era uma situação complicada, o cientista chefe claramente estava abusando de sua autoridade e praticamente escravizando os moradores, mas ao mesmo tempo acabar com o cabeça ou até mesmo com seu laboratório não salvaria aquelas pessoas.

Karakui que parecia uma cidade pacífica e tranquila a primeira vista escondia uma enorme escuridão, quanto mais John me contava mais ficava claro que algo precisava ser feito, mas o que? O que eu poderia fazer para ajudar aquelas pessoas e não piorar ainda mais a situação da população? Pelo que Rider contava todos estavam insatisfeitos com a vida que levavam mas ao mesmo tempo presos a isso por ser sua única opção, mas se essa opção deixasse de existir então o que lhes restaria? Me senti impotente diante a situação, mas algo que o faxineiro disse me fez arregalar um pouco os olhos. - “Mesmo não tendo outra opção ele pretende lutar?” - Aquelas eram palavras de um homem determinado a escapar de suas amarras, alguém que estava farto de ser explorado e utilizado como capacho, não era exatamente por esse tipo de pessoas que os revolucionários lutavam?

Respirei fundo e logo em seguida um leve sorriso se formou em meu rosto, como se tivesse me lembrado de algo que há muito havia me esquecido. - “Acho que no fim somos mais do que soldados, precisamos ser mais.” - Removi o chapéu que estava utilizando e o deixei sobre a mesa. - Eu estou aqui apenas de passagem, assim como passei por diversos outros lugares com problemas similares. - Devido a vida que levava não podia me dar o luxo de ficar muito tempo em um mesmo lugar, era perigoso e existiam muitos outros lugares para visitar. - Vou te fazer uma pergunta hipotética. Se porventura vocês fossem capazes de se livrar do laboratório ou do cientista por trás de toda essa exploração e experimentos nefastos, o que fariam depois? Pelo que me disse todo o comércio e a vida em si roda em torno do laboratório, se alguém fosse capazes de libertá-los da tirania o que fariam depois? - Perguntava em um tom sério, era a única dúvida que me fazia hesitar, Elsa havia me dito para ter empatia pelas pessoas das ilhas por onde passávamos e aquele sujeito havia me feito entender o que a Rainha dos Espinhos queria dizer.

Aguardaria a resposta de Rider, meus próximos passos dependerão do seu posicionamento, existia um plano de vida pós-laboratório? Estava apenas agindo pela emoção? Independente de sua resposta algo precisava ser feito, a grande questão era: o que? Seja qual fosse sua resposta ainda existia algo que queria lhe perguntar, na verdade era mais um pedido particular. - Pude notar que você é bom com as palavras, para juntar tanta gente em tão pouco tempo é preciso talento. Diga-me, você me ensinaria a como ser um orador assim como você? As vezes sinto que me falta algo para conseguir ser tão convincente em frente a multidões. - Perguntaria em um tom amigável e um pouco sem jeito, afinal de contas ainda eramos completos estranhos um para o outro e assim como eu estava omitindo certos aspectos sobre a minha vida o rapaz podia estar fazendo o mesmo.



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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 3 EmptySab 08 Fev 2020, 14:34

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Levou algum tempo, mas Helves logo sentiu que fazia muito sentido aprender aquelas coisas enquanto estava livre para tal. Sentia-se um pouco cansada após ler tanto, além de manter-se em uma mesma posição para a leitura. Logo que terminou, levantou-se esticando todo o corpo e voltou para onde os companheiros estavam esperando, avistando Missu a chamando de longe. "Heh, ela é tão animada." Sorria, aproximando-se de onde os três a aguardavam. – Sim, algumas roupas... Eu acredito que tenha uma forma de fazermos isso sem nos revelar, mas não quero arriscar estar sem o uniforme e as credenciais caso seja necessário. – com os poderes dos dois seria bem fácil lidar com a parte de entrar e observar o local. A única parte que poderia atrapalhar isso acabava sendo trombar com alguém, precisando mostrar as credenciais e estar vestindo o uniforme do local. "Deve ser bem tranquilo fazer boa parte da missão usando os poderes, esses recursos extras vão servir de garantia." Nada mais que isto. – Tenho um sim. – mostrava o pequeno animalzinho para Frisk, lembrando-se que tinha pego da esposa de Gokudera. "Eu só precisava para aquela missão, mas é tão bonitinho..." Todo o plano parecia aceitável, pois Helves não tinha muita ideia de como iria conseguir essas coisas se estivesse sozinha.

Hm, acredito que consigo te ajudar nessa parte sim. Só precisarei que Missu olhe meu corpo, posso parecer meio morta quando não estou nele. – dizia preocupada com a situação. Ela já tinha usado bastante o poder e não sentia nada, mas aquilo não era algo natural que uma simples magia poderia permitir. Helves sentia-se bem mesmo após tudo, talvez por isto continuasse usando a fruta. Com o plano feito e já sabendo como chegar mais fácil ao laboratório, Helves guiou todos até os esgotos, onde poderiam pensar melhor em como prosseguir de lá por conta do alcance de suas criações. "Ele é um homem interessante, mas não é pro meu estilo... Quer coisas que não podemos dar." Pensava ao observar a sala vazia onde tinha encontrado Marshal, imaginando se ele fazia isto todas as vezes em lugares diferentes. – Água? – perguntou-se, aproximando-se do som conforme seguiam mais a fundo pelos túneis. – É... Vendo pessoalmente parece incrível mesmo. – comentava após escutar as palavras da loira, continuando a caminhar para mais perto do laboratório. Frisk tinha a habilidade de os fazer passar pelo lugar que não tinha portas, mas não era exatamente a melhor forma de atravessar, ao menos não antes de saber onde chegariam e quem poderia estar do outro lado.

Vou dar uma olhada antes... – dizia, aproximando-se de Missu, confiando que ela cuidaria de seu corpo enquanto estivesse realizando o reconhecimento do local. Assim que a garota estivesse pronta para segurar o corpo da celestial ela liberaria os pequeninos fantasmas e lançaria sua consciência até eles, adentrando no território inimigo com as pequenas criaturas que estavam em um tamanho bom para não serem vistas normalmente por qualquer pessoa que estivesse do outro lado. Helves observou todos os lugares onde sua magia alcançava, era óbvio que a garota ainda precisava melhorar em muitos aspectos daquele poder, mas não tinha tanto tempo assim para trabalhar ele e estava no meio de uma missão. "Isso fica pra depois." Por hora a celestial apenas via tudo que podia no laboratório e não parava de se impressionar. A construção era incrível por si só, mas seu interior chamava muito mais atenção pelo nível tecnológico presente em todos os cantos. "Isso é muito mais avançado do eu imaginava..." Impressionada com a visão, aprofundou-se ainda mais nas informações que poderia adquirir vendo ou ouvindo. Poucas pessoas eram vistas, mas ainda tinha informação o bastante para conseguir entrar no lugar e explorar com cautela enquanto desciam os andares para chegar no possível objetivo.

Helves resolveu voltar ao seu corpo assim que observou tudo que conseguia, sabendo que seu poder não poderia alcançar nada mais. – Ahn... – abria os olhos assim que retornava com os fantasmas, acordando por completo com tudo já gravado em sua mente. – Muito obrigada. – lentamente a garota se ajeitaria sozinha, agradecendo os três por terem observado seu corpo. – Bem, como eu posso dizer... Esse lugar é incrível por dentro. – existiam muitas coisas para serem ditas, mas todos precisavam estar preparados para o que veriam e a celestial esperava passar isso em suas palavras. Com bastante calma ela passaria toda as informações que tinha adquirido em sua volta pelo laboratório, procurando não deixar nada de fora, contando tudo nos mínimos detalhes até que Frisk e Missu estivessem satisfeitos com as informações recolhidas pela celestial. – Normalmente precisaríamos dos cartões, mas não é o nosso caso. Acredito que eles são importantes de alguma forma, só que teríamos de ter um para cada andar e isso não é simples de conseguir. – na realidade aquela missão tinha ficado um pouco mais complicada, pois se existiam tantas coisas avançadas naquele lugar acabava sendo possível existir câmeras e formas de detectar a identidade de alguém. – Imagino que somente credenciais e uniformes não vão bastar... É uma construção do governo, eles devem conseguir nos identificar de alguma forma. Com esse rosto eu devo conseguir passar normalmente, mas é melhor tomarmos cuidado com nossos próximos passos. – como o poder de atravessar as coisas era do pequeno anjo, Helves apenas escutaria como ele gostaria de abordar o restante da invasão, auxiliando no que fosse possível com sua visão privilegiada.


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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 3 EmptyTer 11 Fev 2020, 01:14



SPRING: JOURNEY OF HEROES

Eu passei o tempo brincando junto de Missu e Banchou enquanto Helves ia resolver algumas coisas, e eu consegui parar pra apreciar de novo o friozinho do clima da ilha e o branco da neve que cobria tudo até onde a vista alcançava. Karakui podia ser um lugar bem estranho, mas aqueles dias ainda estavam sendo alguns dos mais divertidos que eu já tinha passado com Missu, especialmente agora que tínhamos um cachorro pra nos acompanhar onde quer que a gente fosse. – "Seria bom ter mais dias assim...mas acho que até eu já tô ansioso por um pouquinho de ação também. Espero que dê mesmo pra ir pra ilha do céu." – pensei, vendo Helves finalmente chegando e me reunindo com ela pra falarmos do plano.

E daí, com tudo combinado, nós partimos em direção ao laboratório da ilha, seguindo pelos esgotos, assim como Helves tinha feito mais cedo pra encontrar aquele pirata com pinta de sultão de antes. Os túneis subterrâneos se estendiam pelo que parecia ser uma eternidade, mas o barulho forte de água caindo - como em uma cachoeira - foi o sinal de que eu precisava pra saber que estávamos chegando perto. A vista da grande parede de metal era algo a se admirar, e não foi surpresa Missu ter ficado de boca aberta. – Caramba, essa coisa é imensa. – era só um lugar que eles usavam pra colocar aquela água pra fora, mas ainda era bem impressionante olhando dali. O que mais me chamou a atenção depois disso, porém, foi o "03" desenhado na barreira. Será que tinham mais daquelas espalhadas por aí?

Missu parecia animada pra saber o que tinha do outro lado, e eu retribuí sua animação com um sorriso confiante. – Isso aí! Desde que não seja feito de Kairouseki, eu posso abrir uma passagem pro outro lado num segundo. – eu me gabei, pronto pra abrir uma entrada pra gente, mas Helves foi mais cautelosa. Como não dava pra saber o que tinha do outro lado, era perigoso simplesmente abrir uma porta logo de cara. – Vou dar uma olhada antes... – ela disse, deixando o seu corpo nas mãos de Missu. Pra não ficar só olhando pro nada enquanto ela dava uma olhada lá dentro, eu fui ver o estranho lago que tinha se formado ali do lado por causa do derramamento de toda aquela água. Até dava vontade de dar um pulinho, mas pensar no que podia ter naquela água bastava pra me fazer mudar de ideia.

Pra ter uma coisa desse tamanho só pra jogar água pra fora...isso com certeza não é qualquer laboratório. Quão grande será que é o prédio inteiro? – comentei, olhando pro alto da parede de aço. Um tempinho depois, Helves voltou com algumas notícias, e pelo visto o lugar era ainda mais impressionante do lado de dentro. Infelizmente isso também atrapalhava um pouquinho os nossos planos, já que se infiltrar lá não ia ser uma tarefa nem um pouquinho fácil, mesmo com os uniformes. – Bem, eu acho que ainda vale a viagem. Antes ter o crachá e as roupas do que não ter nada, e talvez a gente ainda encontre alguma coisa interessante no meio do caminho. – tipo pistas de como chegar na ilha do céu, por exemplo, ou quem sabe alguma informação importante. Grande do jeito que aquele laboratório era, não seria tão surpreendente assim se a gente esbarrasse em alguma coisa inesperada.

E então, contando com a ajuda de Helves pra não acabar abrindo uma porta direto na cara de algum cientista ou guarda desavisado, eu abriria a nossa primeira passagem, pra que pudéssemos começar a dar uma olhada por dentro do prédio. Pra evitar ficar saindo e entrando da dimensão de bolso, o método seria o mais simples: eu abriria uma pequena Air Door apenas para tocar a superfície que fosse atravessar, tentando abrir uma porta pequena o suficiente pra não chamar muita atenção, mas grande o suficiente pra passarmos. Com a porta aberta do lado de lá, não teríamos problemas pra passar pela abertura mesmo de dentro da dimensão de bolso. – Ooh, é bem chique mesmo. – comentaria – Beleza, vamos seguir desse jeito. Quantos andares será que esse lugar tem? Talvez vá demorar um pouquinho... – eu também teria que ter cuidado com câmeras ou qualquer olhar atento que pudesse estar por perto antes de ir abrindo as portas. Por hora a gente tinha que descobrir mais sobre aquele lugar, então eu não perderia tempo pra começar a explorar!

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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 3 EmptyTer 11 Fev 2020, 17:25


Winter Season

#07





~ Helves e Frisk ~

~ Anteriormente:

Após chegarem na barragem que dava vazão a parte do esgoto do laboratório, os revolucionários pensavam em um plano de entrar no local sem que comprometessem sua identidade secreta, dessa forma, Helves optava por usar seu podem a fim de analisar os lugares. De início, ficava impactada com o avanço tecnológico do lugar e conseguia analisar até onde poderia ver através da sua habilidade. Depois de voltar ao seu corpo e informar o companheiro sobre as instalações internas, Frisk analisava o que era melhor fazer e optava por ir pelo lugar através das suas portas. ~


Ao tocar na barragem, Frisk facilmente conseguia abrir uma porta levando ao outro lado, dessa forma tanto ele quanto Helves, Missu e o cachorro Bancho adentravam no “portal” indo para o outro lado da fortaleza. Após isso, o plano era simples, continuarem na dimensão de bolso até quando puderem e assim evitar problemas maiores, o que, de fato, era um bom plano.

Através dessa “sacada de gênio” do Anjo Caído, o grupo começava a avançar pelos andares sem demais dificuldades. – Isso aqui parece uma coisa de livro, nem consigo imaginar uma ilha de gelo aqui. Comentava Missu em um dos andares ao observar toda a complexidade e tecnologia do local, portas que não precisavam de dobraduras, que eram embutidas na parede, câmeras espalhadas, monitores por todos os lados, mais parecia com uma obra de ficção científica daquelas bem feitas do que um laboratório, seja pelo motivo que fosse, a mente mestre por trás do laboratório K não era chamado de melhor cientista do mundo atoa.

O grupo ia avançando pelos andares e começava a olhar diversos tipos de laboratórios de partes robóticas, mais componentes mecânicos, entre outros. Todavia, o cenário tinha uma drástica mudança a partir do 6 andar, esse em si parecia mais uma floresta, ou melhor, era uma floresta artificial criada dentro daquele ambiente. Havia ali diversos espécimes de plantas e inseto que coexistiam naquele lugar, alguns animais de pequeno porte, em especial aves existiam por ali, alguns organismos 100% biológicos, outras com claro sinais de intervenção robótica, tornando-se ciborgues ou tentativas. Tal paisagem fazia Missu olhar estarrecida para o local, como se fosse a primeira vez que tivesse visto uma floresta (obviamente não). Ao mesmo tempo, Bancho parecia ficar mais agitado com tantos animais e começava a latir na dimensão de bolso, olhando para os diversos animais, em certo momento até levantava a pata traseira imaginando que talvez conseguisse marcar território dali, mas era previamente censurado por Missu que chamava o animal para continuar a viagem. Mais do que isso, conforme iam explorando esse andar reparavam que havia vários micro-climas simulados, havia florestas com neve, chovendo, seca, construções rochosas, enfim, inúmeras variáveis sendo testadas ali.

O 7° andar, por sua vez, tinha uma ideia bem parecida com o andar anterior, era outro clima simulado, mas dessa vez focado em animais de médio e grande porte, savanas, florestas, e outros climas. – Olha, um urso! Dizia Missu apontando para a criatura peluda em meio a um dos climas, mas diferentemente de um urso comum, o mesmo tinha algumas marcas brancas em sua pelagem e possuía um brinco em sua orelha, provavelmente um tipo de identificação pelos cientistas, o mais surpreendente era que o animal parecia estar irritado com uma rocha que havia caído entre o caminho que desejava passar, e dessa forma, ao invés de buscar outra rocha, avançou contra a pedra, e incrivelmente partira a mesma apenas com as suas garras, em outras palavras, não era um urso normal.

Outras estranhices podiam ser vistas por ali, jacarés gigantes, aves parecendo quase dinossauros, entre outros animais exóticos.

Por fim, quando olhassem o 8 andar, notariam que esse em si era estranho, parecia literalmente um laboratório de livro, vários tubos preenchidos com líquidos transparentes preenchiam o lugar, devia ter ao todo 100 deles, boa parte deles estava vazio, mas alguns pareciam ter fetos em formação ou pequenos espécimes que eram analisados por cientistas. Pelo jeito ali deveria ser onde alteravam a genética dos animais vistos anteriormente. Além disso, havia apenas duas salas naquele andar, uma sala de controle, que deveria administrar todos os computadores por trás das incubadores, e uma sala de descanso dos cientistas. Os cientistas em si eram apenas três naquele momento, dois estavam na sala de controle e um deles, ainda acordado, na sala de descanso.

Aparentemente, a cada 10 min os cientistas iam se alternando nos postos, de modo que um sempre ficava na sala de controle e um sempre ficava na sala de descanso, o outro acabava alternando entre os dois locais. Quanto a segurança, havia apenas um segurança naquele lugar, uma máquina na realidade, que ia passando lentamente de um posto a outro, levando em torno de 20 min para fazer o percurso completo entre sala de descanso e controle e incubadoras.

Ao tentar ir para o 9° andar, Frisk tinha uma surpresa, ao tocar na porta não conseguia usar sua habilidade, ou seja, a mesma deveria ser revestida por Kairoseki. O que por um lado tinha um lado bom, se aquele lugar era tão protegido a ponto de ser revestido contra akumados, as informações buscadas pelo Exército revolucionário provavelmente estavam próximas. A porta seguia o esquema de cores percebido anteriormente, e entre os cientistas, havia apenas um: o homem que ficava na sala de controles, e mesmo que alternasse entre os cientistas, o crachá sempre ficava lá, ou seja, ele não pertencia a uma pessoa, mas sim ao andar, portanto, só havia uma chave mestra para aquele andar. Restava ao grupo, dessa vez, decidir como fariam sua estratégia de infiltração.



~ Tidus ~

~ Anteriormente:

Após ter salvado a pele de Rider, Tidus questionava o homem por trás das suas motivações em suas palavras e ações e ouvia do mesmo um discurso sobre a mudança e a quebra do ciclo de sofrimento, algo que o memorava bastante de seus tempos no início do exército revolucionário. Mas, diferentemente de quando era apenas um garoto ingênuo, o Duque Azul entendia que a revolução era muito mais do que só tirar alguém do poder, mas sim a continuidade de um projeto maior. ~


- Bom, não temos um plano em mente. Mas, é como se fosse a quebra de um casamento não? Você se separa, mas mesmo não sabendo o que vai vir a seguir, você continua o seu caminho. Digo, nós podemos pensar em outras atividades, podemos transformar Awakino em sei lá, um resort paradisíaco, isso ajudaria a economia não? Dizia o homem com um leve sorriso e uma risada quanto a parte do resort, de fato ele não fazia ideia do que viria a seguir para aquele povo após a ruptura com Horace, mas havia confiança em suas palavras, e talvez isso fosse o suficiente para o Sub-General, ou não.

Após ouvir o pedido do revolucionário, John dava outro sorriso tenro e dava um leve tapa sobre a mesa, fazendo-a tremer por instantes. – Mas é claro!

~ Início da Aprendizagem( Oratória )~

- Bom, eu aprendi isso com o meu pai, falar ao público é como tomar a voz daqueles que não conseguem expressá-la, transformar isso nas palavras certas e imprimir os seus sentimentos naquelas pessoas. Não é sobre o que você quer falar, mas é sobre o que elas já falaram com o coração e olhos delas. É verdade que tem um pouco de técnica, mas sem emoção não serve de nada.

O homem, então, fazia um exercício, pedia para que o rapaz se levantasse e assim, primariamente, ensinava-o sobre a postura durante a fala, a postura tinha um grande papel, pessoas com posturas frágeis transmitiam uma imagem frágil, já uma postura imponente tinha poder de atrair um pouco de atenção, mesmo que as pessoas não estivessem ali para ouvir o que você tinha a falar.

Passava então para abordar a voz, a voz em si tinha diversos detalhes, dentre eles o tom que você usava, as respirações que fazia, pausas, ênfases. Tudo isso colaborava para dar um melhor discurso para os que o ouvissem. Começava a dar diversos exemplos, usava tons fracos, com pouca ênfase nas palavras de ordem e tudo rápido, o qual pouco cativava Tidus, mas na sequencia mudava da água para o vinho e trazia um discurso como o visto anteriormente, era uma grande mudança, de forma que até mesmo sabendo que era um exercício, o Duque Azul acabava aceitando um pouco as palavras dele, ou no mínimo sentia-se contagiado, e testemunhava o poder da fala.

Rider continuava falando, agora compartilhando experiencias e casos que presenciou ou ouviu falar também, repassando ao rapaz algumas dicas e observações, até que enfim, entendia que tinha ensinado o suficiente.

~ Fim do Aprendizado ~

Após a aprendizagem, o loiro sorria e levantava-se mais uma vez. – Estou com a garganta seca, não quer me acompanhar para tomar uma? Dizia o mesmo com um sorriso, parecia com um convite amigável e aparentemente John Rider, pelo menos para Belmont, era inofensivo, agora restava a decisão ao outro.

Caso decidisse por seguir o homem, sairiam do navio e iriam até para uma taverna que não estava muito longe dali, acabaria por se sentar em uma mesa junto de Rider, o homem pedia uma dose de whisky. – Wolfsong, o que vai querer? Após o pedido do revolucionário, alguns homens aproximavam-se amigavelmente da mesa e logo Rider os reconhecia, cumprimentando-os como “companheiros de trabalho”, e assim apresentava-os ao Duque. – Esse é Jecht Wolfsong, gente boa, me salvou dos arruma sujeira. Os homens cumprimentavam também Tidus, e após isso começavam a beber.

A festa parecia ser boa, mas o clima durava apenas alguns minutos, de forma que uns 10 min depois, adentravam no recinto dois marinheiros, exibindo no ombro uma patente de tenente, ao ver os dois, o clima parecia morrer um pouco, os homens festivos de Rider paravam com todo o entusiasmo e encaravam as autoridades, que por sua vez sentavam em uma mesa afastada, não se importando com o restante. – Parece que a princesa deles deu folga, bando de masoquista, tem que limpar a bagunça do Horace todo santo dia e continuam a engolir sapo daquela mulher. Um dos homens resmungava, olhando para John, que concordava com uma leve risada e tomava um pouco da sua bebida.




Legenda:
 

Ryoma e Raven:
 

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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 3 EmptyQui 13 Fev 2020, 20:40


Hero or Villain

Um plano após libertar-se dos grilhões? Não… Assim como o próprio orador tinha comentado tudo que tinham era o desejo de liberdade, o desejo de se libertar de um relacionamento abusivo se é que podia dizer. - “Talvez fosse pedir demais que tivessem planejado tantos passos a frente assim.” - Deixei escapar um riso e balancei a cabeça de forma sutil. - Hahaha, você está certo. Antes só do que mal acompanhado.  - Era difícil dizer se aquele homem sequer sabia o que estava fazendo, mas existia vontade em suas palavras e se existia vontade de mudar, tudo que restava era de um impulso inicial.

Tendo sua resposta, o sujeito também aceitou a me ensinar um pouco sobre sobre ser um orador, aparentemente Rider havia aprendido com seu pai e desde então pratica e espalhava sua palavra de forma bem convincente, atentei-me aos seus ensinamentos ao mesmo tempo em que tentava reproduzi-los, provavelmente tal habilidade me seria útil no futuro. Após o aprendizado minha garganta já estava seca assim como a de meu professor temporário. - Você leu a minha mente. - Me levantei e coloquei meu chapéu novamente, seguindo o orador em direção a taverna.

Não demorou muito para que chegássemos a uma taverna local, o local estava bem movimentado como que havia visto mais cedo, tudo aquilo era realmente bem estranho ainda mais após ouvir o que John havia me contado. - “Esses rostos sorridentes… Entendo, é o que chamam de máscara natural?” -  Percorria o local com os olhos observando com cautela para não chamar atenção. - Huuum, me traga algo quente, ainda não me acostumei a esse clima. - Comentei em um tom sarcástico. Logo em seguida um grupo de pessoas se reuniu onde estávamos, meus músculos se enrijeceram por instinto como se estivesse me preparando para revidar uma possível investida, mas felizmente tratava-se de um grupo de amigos de Rider. - É um prazer. - Relaxei os músculos, levantei o chapéu e meneei a cabeça de forma cortês, cumprimentando os rapazes.

O clima era agradável e por um breve momento até mesmo me esqueci dos problemas e dilemas que me rondavam, contudo a presença de alguns marinheiros no recinto transformou o ambiente. - “Tenentes da marinha?” - Olhei os marinheiros apenas de relance e baixei a cabeça, dando mais um gole na bebida. - “Estranho, eu só senti o clima mudar tanto assim em bares de fora da lei, ou quando um criminoso entrava em um estabelecimento comum.“ - Era difícil acreditar no que estava vendo, os marinheiros estavam recebendo um tratamento que nunca havia visto antes pessoalmente, era como se os cidadões os odiassem mas tivessem medo para fazer algo, era exatamente a mesma coisa que acontecia quando um criminoso adentrava um estabelecimento qualquer. - "Heroi e vilão são realmente duas caras da mesma moeda." - Baixei a cabeça e dei mais um gole na bebida, era melhor não chamar muita atenção das autoridades, nunca se sabe quando um esquisito ia ter um surto e me reconhecer.

Em meio a resmungos um dos integrantes do grupo comentou algo curioso. - Princesa? - Questionei arqueando uma das sobrancelhas. - Aah, entendi. - Ri de forma discreta, por um momento havia ponderado a existência de uma monarquia, mas isso era impossível, então provavelmente se tratava da tal comodoro. - Vocês já encontraram a mulher que comanda os marinheiros? Como ela é? - Uma pergunta inocente mas que para alguém em minha posição não era tão inocente assim. - Ela e Horace são próximos? - Perguntava de forma informal e mantendo um tom baixo para não chamar atenção dos marinheiros. - Ouvi dizer que é uma mulher forte, e devo admitir que tenho uma quada por mulheres fortes, hahaha. - Gargalhava tentando animar o grupo novamente, não deixaria que um grupo de marinheiro estragasse o dia de folga daquelas pessoas com sua presença indesejavel, era só ignorar - ao menos se fossem inteligentes.

As cartas estavam sobre a mesa, a marinha não parecia ser bem vista na ilha, os empregados do laboratório estavam insatisfeitos com a vida que levavam e Horace aparentemente possuía ligação com experimentos ilegais envolvendo Frisk e outras pessoas, precisava coletar informações antes de agir, os celestiais estavam em missão e seria arriscado me envolver em alguma confusão de larga escala sem apoio. Por hora apenas tentar me aproximar das cidadães da cidade e coletar informações sobre os poderes que faziam as engrenagens funcionar.


Histórico:
 

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