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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 5º Tale: Into the Unknown

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: 5º Tale: Into the Unknown   5º Tale: Into the Unknown - Página 3 EmptyTer Jan 07, 2020 9:40 pm

Relembrando a primeira mensagem :

5º Tale: Into the Unknown

Aqui ocorrerá a aventura do(a) revolucionário Elsa Volkerbäll. A qual não possui narrador definido.


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Volker
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MensagemAssunto: Re: 5º Tale: Into the Unknown   5º Tale: Into the Unknown - Página 3 EmptyDom Jan 19, 2020 11:33 pm






- Into The Unknown -

~ Queen of Thorns ~



O almoço havia sido aproveitado em sua totalidade, com a resposta dada fazia com que Às tivesse, por hora, sanado suas curiosidades enquanto para Mindy e eu mesma, era como se conseguíssemos um tempo para avaliar aquele momento com cautela. A natureza curiosa da menina inevitavelmente implicaria em mais perguntas, o que lentamente tornaria a ideia de mantê-la deslocado dos assuntos mais delicados uma tarefa arduamente impossível. Pela observação, no canto do olhar podia notar o “agradecimento” da mulher, enquanto sorria levemente, captando e explicitando que havia recebido o gesto. - Um pouco difícil e doce até demais. - comentava entre uma garfada e outra. - Mas acho que agradará o seu paladar. - prosseguia, direcionando a alva as palavras e como esperado, ao término do prato principal a sobremesa agradava muito bem para as duas, enquanto apenas me contentava em comer cerca de um quarto daqueles pequenos blocos de açúcar antes de retirar-me da mesa. - Como prometido, lavarei a louça! - fazia questão de relembrar a promessa, realizando-a antes de sair da cozinha rumo a varanda da casa para ler um pouco.

A dedicação ao estudo da Botânica embora recente, havia me cativado ferozmente, a formação médica ajudava bastante para algumas coisas, o estudo de uma medicina alternativa pela acupuntura havia maximizado demais minhas capacidades clínicas e de combate, porém sentia uma grande perspectiva no estudo sobre as plantas para agregar ambas as vertentes. - Eu ainda possuo algumas plantas que consegui enquanto seguíamos para Chaos, mas elas são praticamente medicinais e estimulantes… - pensava entre pausas pontuais entre as leituras e anotações pelas páginas. - … eu comecei o estudo de Póllux, mas ainda preciso finalizá-la para iniciar o de Advertimus. - realizava anotações, fazia cálculos porém tudo ainda muito superficial, muitas ideias e pouca prática. - Obter qualquer planta de caráter venenoso trará suspeitas, ao menos das mais notórias embora muitas delas sejam usadas para fins estéticos em muitas casas ou jardins. De toda maneira, preciso manter algumas comigo. - imaginava algumas coisas, certos padrões que poderia seguir e que pudesse executar em caráter imediato. Fato era, havia inconscientemente passado boa parte de meu dia lendo do lado de fora da casa e a baixa luminosidade era quase um convite para que retornasse.

Descalça, caminhava pelo chão frio, deixando sobre uma mesa próxima o livro de botânica, procurava por Mindy, encontrando-a no sofá próximo a lareira, o que tornava ali o canto mais confortável da casa, ainda que o aquecedor ajudasse como um todo a manter a temperatura agradável para ela e Às. - Parece que o aquecedor da casa não anda dando conta do frio da ilha não é mesmo? - comentava ao perceber o rubor na face da mulher, enquanto sorria, deslocando o corpo sutilmente para além do cômodo. - Volto já! - diria, antes de seguir até a cozinha onde buscaria além do vinho e das taças o pote de biscoitos que havia comprado pela manhã. - Não é tão doce quanto rapadura, mas pelo menos não vai quebrar nossos dentes! - diria com certo êxtase na voz, deixando o pote de biscoito próximo de onde me sentaria, ao lado dela. Abriria o vinho e o serviria nas taças, brindando antes de dar o primeiro gole para apreciar o sabor da bebida. - O que achou? - questionaria, retirando um dos biscoitos para comer enquanto buscaria me sentar bem próximo a ela, permitindo que a mesma se apoiasse em meu corpo ou vice-versa. - Mindy… - comentaria após alguns segundos de silêncio, dos quais dedicaria a simplesmente observar as chamas da lareira e ouvir a respiração da mulher. - … desculpe pelo que ocorreu mais cedo.

Sacaria o comentário, muito pela privacidade de estar ali sozinha com ela, sabia que ela tinha notado minha mudança de postura em dado momento da brincadeira com Às pela manhã na neve, tinha observado sua expressão e sua intenção de agir caso eu não tivesse percebido. - Acho que entendo um pouco do que Tidus anda sentindo quando não há caos em nossas vidas. - comentaria com um certo amargor na voz. - Viver uma vida assim é um sonho, mas com você mesmo disse… se fosse para ter essa vida comum, teríamos ficado no North Blue. - as palavras vinham em tom suave, enquanto mantinha o olhar fixo na taça, mas contemplava absolutamente nada, como se me perdesse nos pensamentos. - Eu estive pensando… Às já possui doze anos e ela só viveu normalmente parte de sua vida e mesmo assim, ela viveu e ainda vive com uma certa inocência. - bebia do vinha, consumindo todo o líquido que estivesse na taça. - Sabe com que idade eu comecei a ser treinada por meu pai? Sete anos de idade… sete anos. - não deixava tempo para que ela respondesse, naquele momento, eu apenas falava sem processar demais as coisas. - Aos sete eu estava em um navio junto de meus irmãos mais velhos, que já estavam sendo treinados desde a mesma idade. Meu pai não era o mesmo homem pela manhã, mas era exatamente a figura que eu amava pela noite e aos poucos eu comecei a entender que não havia diferença entre um e outro, eu fui amadurecendo muito rápido para minha idade. - suspirava.

Na idade de Às, eu fui testada, na realidade não foi um teste no sentido literal. Meu pai foi ao rastro de um marinheiro corrupto, eu e meus irmãos ajudamos na captura, mas o homem possui influência suficiente para se livrar de qualquer punição. Matar ou não matar? - olharia para Mindy. - Eu fiz uma escolha naquele dia, eu sabia que se o deixasse vivo, ele voltaria a fazer pessoas sofrerem… pessoas que ele deveria proteger. - deixava a taça sobre a mesa, rindo logo em seguida, mas não de felicidade, havia um certo nervosismo. - “Todo Volkerbäll que procura paz, encontra guerra.”, era o que meu pai dizia. Temo de que ele esteja correto nisso. - faria um breve silêncio. - Mindy… nosso estilo de vida não vai permitir que Às viva para sempre desse modo, ela precisa saber se defender. Se quiser viver, se quiser ser como a pessoa que ela admira, mas eu não me sinto preparada para tomar essa decisão, muito menos questionar ela sobre isso. - tocaria-a pelas pernas, aninhando-me perto dela mais ainda como se buscasse refúgio na mulher. - Me diga sinceramente… você realmente está gostando dessa vida tranquila? Enquanto o Mundo talvez esteja em chamas lá fora?








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MensagemAssunto: Re: 5º Tale: Into the Unknown   5º Tale: Into the Unknown - Página 3 EmptyTer Jan 21, 2020 10:48 am


Narração

Céu Nublado, -28°
Noite
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Into the Unknown

Elsa Volkerbäll

Com o almoço terminado, as três haviam se separado por cantos diferentes da casa; Às, foi para o seu quarto, Mindy relaxava um pouco no sofá, enquanto aproveitava o calor da lareira e Elsa havia decidido por ler mais sobre botânica do lado de fora da casa, no livro que ela já tinha, principalmente sobre algumas plantas venenosas. Já havia terminado o estudo da Póllux e já pensava na próxima planta com qual deveria terminar o seu estudo: Advertimus. Ao estudar tal área de conhecimento, a médica logo se sentia fascinada mesmo que ela diferisse bastante da área de acupuntura, que era com certeza a especialização de Elsa, que havia tanta maestria naquela arte que já conseguia utilizar seus conhecimentos de forma brilhante até mesmo no combate. Elsa até tinha algumas plantas em sua posse, que havia trazido de Chaos, mas, nenhuma tinha o característica venenosa que a loira buscava no momento, já que limitavam-se apenas a plantas medicinais e estimulantes. A revolucionária até pensava por um instante em adquirir tais plantas venenosas, mas, logo decidia que poderia ser suspeito demais uma médica que veio de fora já começar buscando plantas venenosas pela cidade. Bom, pelo menos as mais conhecidas, já que Volkerbäll sabia que algumas plantas haviam venenos, mas, eram meramente usadas como decoração para a casa. Outro fator que poderia dificultar a compra seria o próprio clima de Karakui, que não permitia a proliferação de uma variedade de plantas significativa.

Elsa havia ficado tão entretida com o estudo sobre botânica, que mal percebia o tempo passar enquanto estava relaxada no quintal da casa aproveitando o vento gelado do ambiente. Na verdade, só parou quando a luz do sol já não se fazia presente, dificultando a leitura do seu livro, então logo ela decidia voltar para dentro de casa. Vinha descalça como de costume, primeiramente deixando o livro de seus estudos em cima mesmo da mesa de jantar, que nada tinha antes de ter o livro colocado. Então, fora até Mindy, que se encolhia de frio próximo a lareira, enquanto se cobria com um lençol fino e branco.- Você tem razão e essa lareira pouco está fazendo algum calor.- Mindy esfregava as palmas da mão e logo após com as mãos abertas ela tentava sentir algum do pouco calor que a lareira emanava. Elsa então suavemente se deslocava para a cozinha, buscando a garrafa de vinho que havia comprado mais cedo e duas taças de vidro que se tinha na cozinha junto também dos biscoitos Palmier, que havia comprado lá no Sheik.- Com certeza.- Mindy ria e logo pegava um dos biscoitos do pote, que havia sido posicionado por Elsa no lugar próximo onde havia escolhido para sentar no sofá, próximo a Mindy.- Adoro esses biscoitos!- a moça dizia, após saborear um por inteiro.

Elsa por sua vez não perdia tempo, e enquanto Mindy comia o biscoito, logo a loira enchia as taças de vinho, entregando uma para Mindy, que logo brindava juntamente de Elsa, antes de beber um gole de maneira lenta, enquanto saboreava o gosto da bebida.- Gostei bastante. Acho que não tem pessoa melhor no mundo para escolher um vinho do que você, Elsa.- a moça sorria, logo bebendo mais um pouco do vinho. Elsa pegava um dos biscoitos, comendo-o e logo sentava-se mais próximo de Mindy, apoiando-se no ombro da espadachim. Elsa então fazia uma pequena pausa e logo após, se desculpava pelo que tinha acontecido anteriormente, na situação da guerra de bola de neve. Mindy por sua vez, respirava fundo e fazia um semblante preocupado ao escutar a mudança do tom de voz de Elsa.- Não precisa se desculpar.- a espadachim dizia, ainda com seu semblante preocupado. Elsa então prosseguia a sua fala, aproveitando do momento de privacidade que as duas tinham no momento, comentando sobre o que Tidus havia dito. O Duque Azul havia comentado que não se sentia muito bem em ambientes de paz e tranquilidade com Elsa, já que já estava tão acostumado com a guerra, a paz era algo estranho para o Duque. Elsa então prosseguia, com amargor em sua fala, falando sobre diversos assuntos enquanto olhava para a taça de vinho. Primeiramente dizia sobre a sua árdua infância, comparando a sua infância com a de Às, enquanto consumia o vinho por inteiro da taça. Falava então sobre a severidade de seu treinamento juntamente de seu pai e de seu amadurecimento precoce.

Elsa então falava sobre o dia que havia se juntado com seus irmãos e capturado um marinheiro corrupto que tinha bastante influência e poder, sobre as decisões que haviam sido tomadas naquele dia, enquanto olhava para Mindy, que claramente tinha um olhar de consternação. Elsa então deixava a taça sobre uma pequena mesa que tinha na frente da lareira, enquanto ria de nervosismo. Logo após comentava sobre Às novamente, dizendo para a espadachim que não tinha a capacidade ainda de decidir por onde começar o treinamento de Às, ao passo que isso levaria parte da infância da menina. Elsa então se aninhava ainda mais próximo de Mindy e ao fim lhe perguntava.- Bem...- a espadachim respirava profundamente.- Eu não posso dizer que não estou gostando da tranquilidade. Mas, eu sinto que tem algo em mim. Algo que me compele a voltar para a batalha. Essa sensação incomodante, que só tenho quando não estou lutando...- a espadachim terminava o vinho que tinha em sua taça.- Eu sei que não podemos ficar desse jeito para sempre, mas, até nós precisamos de descanso. E sobre Às... eu também não teria coragem de tirar essa parte da infância dela no momento. Todo filho admira a mãe, disso eu sei, mas, ela ainda precisa aproveitar um pouco do tempo que resta de sua infância. Só mais um pouco.- a espadachim então levantava os cabelos loiros de Elsa, e dava-lhe um beijo suave na testa.- Elsa, quando eu vejo você falando de sua família, eu sinto todo o peso que o seu sangue tem. Sinto um pouco disso nas palavras de Tidus também. Mas, você precisa se esquecer disso, mesmo que só por um pouco. Você tem a mim e Às agora, e nós sempre estaremos juntas para te apoiar. Esqueça o que seu pai falou sobre seu sangue, ele não muda a pessoa incrível que você é e nem te dá um destino predeterminado.- Mindy terminava sua fala sorrindo, enquanto alisava os cabelos loiros de Elsa com a mão.

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MensagemAssunto: Re: 5º Tale: Into the Unknown   5º Tale: Into the Unknown - Página 3 EmptyTer Jan 21, 2020 11:36 pm






- Into The Unknown -

~ Queen of Thorns ~



No silêncio do cômodo, Mindy servia a mim como uma égide nos momentos de mais desamparo. Destoante da Rainha dos Espinhos, que não conhece dúvidas e que se cerca de certezas havia deixado aflorar nos últimos dias um lado extremamente íntimo e de certa forma mergulhado em dilemas e receios. Talvez sob a superfície de minha personalidade, lutava bravamente para acatar o estilo de vida pacato e tranquilo, mas algo em minha essência realmente se mostrava desconfortável com a calmaria perene. - Eu consigo imaginar… - dizia, deixando os dedos passarem pelo braço de Mindy. - … encontrei um Marinheiro quando fomos comprar comida. Imediatamente, era como se estivesse pronta para lutar, uma ação de puro instinto camuflada em uma face tranquila. - comentava, não com muito orgulho. Relembrava-me assim, dos breves segundos em que tive contato com McKnight na mercearia e a maneira na qual eu havia me portado, ainda que não me permitisse a explicitar qualquer trejeito que levantasse suspeita ou ameaça.

Minha companheira continuava em suas respostas, deixando claro que assim como eu também sentia um pouco de inquietação com tamanha paz, embora também partilhasse da certeza de que era de fato necessário um período de descanso. - “As mães!” - comentava, pontuando uma alteração no discurso da mulher. - Às pode ter se afeiçoado rapidamente comigo por sempre ter me visto como uma heroína, mas nessas últimas semanas ela pode ver o quão maravilhosa você é também. - sorria sutilmente, assentindo com a cabeça em sinal de afirmação. - Tudo bem… façamos assim então. Porém, se ela demonstrar o interesse por si só, não vou questionar a vontade dela. - deixava claro com Mindy de que não forçaria uma conversa ou interesse em treinar nossa filha por enquanto, no entanto deixava claro que se a mesma desejasse treinar por livre e espontânea vontade, não caberia a nós duas questionar uma decisão livre.

Dos lábios úmidos pelo vinho, podia sentir seu beijo em minha testa no momento em que a conversa afunilava-se para a questão mais inerentemente delicada. Tratar de família complicada não era uma exclusividade de Tidus, tinha minhas próprias complicações com meu pai e irmãos, pendências das quais eu era a causadora. - Belmonts existem às dezenas, Tidus só gozava do privilégio de ser o primogênito. Volkerbälls? Além de mim, só existem quatro, bem… - estalava os dedos, enquanto observava a lareira. - … ao menos eu espero que ainda sejam quatro. Meu pai nunca foi de tipo de manter somente uma cama. - comentava com um pico de risada a respeito do comentário, mas logo retornava a uma sóbria seriedade. - Mas ai está algo do qual você possa estar errada Mindy. - olharia para ela. - Toda escolha tem uma consequência, fui ensinada a compreender o peso delas e de alguma maneira eu sinto que a vida irá me colocar contra meus irmãos. - olharia novamente para a fogueira, trazendo minhas mãos em direção a mão dela, segurando-a. - Tenho medo de que, tenhamos todos aprendido as lições que nos foram ensinadas. - tratava obviamente da promessa de que, caso em lados opostos não haveria de ambas as partes conflitantes o sentimento familiar de piedade. Temia, verdadeiramente que se esse dia chegasse, o dia em que tanto eu quanto minha família de sangue lutariamos até a morte de uma das partes.

Fechava os olhos e respirava por alguns segundos, enquanto podia sentir o toque de Mindy em meus cabelos. - Mas você tem razão. - ajeitava-me, colocando-me lado a lado com ela, a altura de sua face. - Vocês são minha família agora! São tudo o que eu preciso no momento. - aproximava-me de Mindy, reduzindo o tom de voz. - Mas neste momento, neste exato momento tudo o que eu quero é você. - avançaria, buscando um beijo, um longo e demorado, repleto de paixão. Morderia sutilmente os lábios da mulher, deixando minha mão passear por seu corpo, acariciando sua face, depois seu colo até alcançar suas pernas. - Seu beijo tem gosto de fruta. - faria um comentário em tom sórdido, movendo meus dedos em estímulo a Mindy. - Já que concordamos que paz é uma realidade limitada, vamos aproveitar ao máximo dela. - beijaria as bochechas da mulher, depois seu pescoço até mordiscar sua orelha antes de voltar a beijá-la. Mas ainda era cedo demais para diversão e se ela não buscasse parar, faria isso eu mesma com um sorriso malicioso. - Ainda não é hora de brincarmos, se nós últimos dias você tomou as rédeas por eu estar me recuperando, saiba que eu me sinto plena para retomar o controle. - diria em tom de brincadeira.

Levantia do sofá, enchendo a taça e pegando dois biscoitos para comer. - Vou ver se Às precisa de alguma coisa ou se ela está com fome. - beberia um pouco do vinho. - Te vejo no quarto então? - diria com um sorriso, antes de indicar a garrafa de bebida. - Pode deixar eu eu levo, quando for. - diria, lentamente saindo do local em direção ao quarto de Às, onde bateria na porta antes de entrar. - Filha… está com fome? Está trancada nesse quarto a um bom tempo não acha? - diria alegremente.








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~The winter has come
The blood and soul has aceepted their fate
The young viper, now mature, put their children in the hunt
They want to hunt by your lead
Their dreams, liberty and fate
Winter calls with your voice and only the phalanx can survive it!~


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MensagemAssunto: Re: 5º Tale: Into the Unknown   5º Tale: Into the Unknown - Página 3 EmptyQua Jan 22, 2020 10:41 am


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Into the Unknown

Elsa Volkerbäll

Elsa apoiava-se ainda mais no corpo de Mindy, enquanto fazia uma pequena e simples reflexão. No campo de batalha, onde era a Rainha dos Espinhos, era obstinada e inflexível, sempre com certezas e nunca com dúvidas. Entretanto, quando se estava com Mindy, Elsa realmente conseguia expressar o que tinha dentro de seu coração, revelando diversas dúvidas e receios para a espadachim. E como Mindy, Elsa sentia-se ainda incomodada com a calmaria, assim como Tidus havia dito anteriormente. Provável que esse sentimento se alastrasse por todos os membros da Seasons, essa sensação de incômodo. Como se fossem veteranos que após terminam a guerra, ainda a vivem constantemente em suas próprias mentes, como se gostassem daquilo. Na batalha, era Rainha dos Espinhos, gloriosa, forte e imponente. Mas, numa casa vivendo em paz, cuidando de uma filha, tendo algum tipo de plantação, fazendo afazeres comuns... onde está a glória e reconhecimento nisso?

Elsa continuava a conversa falando com seu encontro, ou melhor, esbarrão contra um sargento da Marinha, senhor McKnight. Naquele momento, Elsa estava pronta para atacar, ainda que o homem não pudesse reconhecer a mesma, por sua falta de visão.- Eu entendo, acho que também agiria assim, Elsa. Já é algo que nós não conseguimos controlar.- a espadachim dizia com a voz gentil.

Elsa então falava sobre o discurso de Mindy, sobre o descanso que era necessário para recarregar as energias e baixar a poeira de vez em quando. Volkerbäll também havia comentado sobre o treinamento de Às, em resposta a Mindy, que por sua vez ria.- Do jeito que ela é, rapidinho ela vai perguntar onde ela consegue uma akuma no mi para poder lutar ou onde consegue uma espada que nem a minha.- a expressão da moça exibia agora um sorriso brilhante.

Elsa respondia o comentário de Mindy sobre a família de Tidus e a sua própria, sobre os laços de sangue e força que ambos os sangues poderiam ter. Dizia as diferenças entre os Belmonts e os Volkerbäll, enquanto estralava os dedos. Dizia sobre o mau costume que Till Volkerbäll tinha de se relacionar com várias mulheres, em tom cômico, ao passo que ria da situação, mas, logo voltava a falar com seriedade, ao lembrar-se da promessa que fizera com seus irmãos, algo que lhe dava medo de que realmente fosse acontecer.- Não posso mentir, você tem razão nessa parte. Eu só espero que isso nunca tenha que acontecer, Elsa.- Mindy segurava a mão de Elsa, passando seu calor para ela e talvez até mesmo um sentimento de segurança, para Elsa, como se estivesse pronta para enfrentar o que fosse pela loira.

Subitamente, a revolucionária mudava seu semblante novamente, para agora uma expressão de felicidade enérgica, que pegava a espadachim de surpresa, uma boa surpresa na realidade. Elsa continuava a se aproximar de Mindy, onde sentia a respiração pesada da garota, ao passo que ambas ficaram frente a frente, onde Volkerbäll conseguia também sentir o cheiro doce que emanava de Mindy, que corava bastante, como se já soubesse o que Elsa iria fazer e quando Elsa aproximou-se para o beijo, a espadachim já estava de olhos fechados esperando. As duas então se entrelaçavam, enquanto Elsa começava a acariciar Mindy no rosto e logo após suas pernas, Mindy fazia algo parecido, ao passar a mão pela nuca da revolucionária e logo descendo a mão como uma serpente, percorrendo as costas da loira. Ao passar os dedos para estimular, Mindy, a moça soltava um leve gemido e quase que inconscientemente, a espadachim levava sua mão ao seio direito de Elsa. A Rainha continuava estimulando a espadachim, beijando as bochechas rosadas de Mindy e sua orelha, que fazia a mesma se arrepiar por completo antes de voltar a beija-la. De supetão, Elsa parava a sua diversão com Mindy, que parecia surpresa ao ver a ação da loira, com a expressão de "continua" estampada em seu rosto.- Acho que podemos revesar, sobre a questão do controle.- a moça dizia em tom malicioso, enquanto esboçava um sorriso parecido com o de Elsa.

Elsa levantava-se, enchendo a taça de vinho e pegando um dos biscoitos Palmier, indicando para Mindy que iria ver como Às estava. Então em resposta a proposta de Elsa, Mindy soltava um riso e logo levantava-se também.- Estarei lá.- A moça dizia, ajeitando-se para ir para o quarto. Elsa então decidia por ir ao quarto de Às, onde não houve a necessidade de abrir, a porta visto que ela só estava um pouco escorada. A menina estava deitada em sua cama, olhando para a janela, enquanto via as estrelas surgirem no céu noturno.- Ah, mamãe! Nem tinha percebido você.- a menina dizia, se aproximando de Elsa e partindo para um abraço.- Não tô com fome não... ainda não deu a hora da janta, acabou de anoitecer!- a menina dizia enérgica.

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MensagemAssunto: Re: 5º Tale: Into the Unknown   5º Tale: Into the Unknown - Página 3 EmptyQui Jan 23, 2020 8:45 am






- Into The Unknown -

~ Queen of Thorns ~



Não poderia ter desejado melhor coisa do que aquele beijo. Cada segundo daquele momento era um verdadeiro deleite, cada carícia trocada, cada estímulo. Envolva em despudor, podia sentir o atrevimento de Mindy arrancar-me um murmúrio de prazer conforme ela sutilmente devolvia meu carinho manual. - Você está ficando muito melhor nisso! - disparava ao pé de seu ouvido, percebendo sua face corada. Talvez a lareira não fosse tão quente quanto a mulher agora, pois sentia mesmo com o meu toque frio seu calor. As preocupações, por alguns instantes era plenamente irrelevantes, poderia tratar das mesmas em outro momento. A vontade real era entregar-me ali, naquele exato momento de ter Mindy por inteira e atravessar aquela noite aos beijos como alguém que tivesse descoberto o melhor da paixão. Inesperadamente cessava todo o meu avanço, deixando minha companheira como uma expressão que clamava pela continuação daquilo.

Vou pensar no seu caso. - comentava, repleta de ardil enquanto mordia os lábios antes de mais uma série de beijos, estes rápidos no entanto. - Quem sabe se me surpreender? - brincava com a mulher, enquanto dedicava meu paladar a mais um gole do vinho. - Mal posso esperar. - comentava, observando as curvas da mulher com um olhar lascivo. - Até mais então. - partia em direção ao quarto de Às. Embora tivesse muita liberdade para decidir o que fazer e quando fazer, precisava ser responsável com a menina que havia pego para criar, negligenciar ainda que minimamente minha filha soava praticamente como uma afronta a minha pessoa e por isso, poderia delongar meus desejos mais íntimos. - Sim… acabou de anoitecer. - comentava em meio a um sorriso, enquanto a apertava contra mim. Delicadamente, brincava com seus cabelos, ajeitando-os em sua face. - Estava observando as estrelas? - tecia uma observação em forma de questionamento, pautada na primeira vista que tinha da garota dentro do quarto.

Gostaria de brincar de alguma coisa? Comentaria com a garota, com um olhar de animação. - Estive pensando aqui… - deixava a taça de vinho vazia em um local alto, enquanto caminhava em direção ao centro do quarto, junto dela. - … eu quero uma revanche! Você me atropelou mais cedo lá fora, acho que mereço uma oportunidade de tentar outra vez. - procurava o travesseiro. - O que me diz? - se a menina topasse, não perderia tempo em dar-lhe um golpe com a almofada, sinalizando logo após uma segunda a qual ela poderia utilizar para ‘lutar’ também. - Você não me escapa agora! - diria, desta vez não me preocupando em deixar ou não de acertá-la. Sempre que ela me acertasse, eu faria o mesmo, correndo pelo quarto entre um desvio e outro, deixaria o tempo assim passar, em um confronto épico de travesseiros para se guardar na história, até que ela já não tivesse forças para continuar. - Temos um empate então? - diria, sentando-me no chão. - Venha, vamos comer algo! - diria após algumas horas com Às, levando-a comigo até a cozinha, onde procuraria pães, leite, frutas ou sucos para que pudéssemos consumir. - Não coma demais, agora a noite. - diria, deixando perto dela dois bloquinhos de rapadura.

Sentar-me-ia junto da garota para comer também, observando-a. - Sabia que você foi a melhor coisa que me aconteceu nos últimos meses? - diria, deixando escapar um sorriso no rosto. - Por isso eu quero reafirmar minha promessa feita em Pindorama. - esticaria meu dedo mindinho a garota. - A de que você é minha filha e que eu nunca vou permitir que alguém lhe faça mal outra vez. - assim que a garota correspondesse o gesto, eu voltaria a dizer. - Eu prometo! - sorriria, antes de ir até ela para abraçá-la. - Vamos para o quarto… - diria ao fim da refeição. - … o que acha de lermos algo? Nós duas, juntas. - faria o convite e casa a menina quisesse, iria até o quarto dela, deixando-a sobre a cama enquanto eu permaneceria sentada em uma cadeira próxima. Buscaria um livro que estivesse disponível pela casa, ou caso não houvesse usaria um dos meus, de preferência o livro cerne do uso de acupuntura. O livro do Imperador Amarelo era extremamente grande, mas muito de seu início era dedicado a história do homem que criou tal estilo alternativo de medicina e poderia muito bem ser explicado de forma lúdica para que Às não achasse aquilo um completo tédio. Contaria histórias, aceitaria novas brincadeiras até que o sono vencesse a energia da jovem.
Spoiler:
 








Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: 5º Tale: Into the Unknown   5º Tale: Into the Unknown - Página 3 EmptyQui Jan 23, 2020 10:27 am


Narração

Céu pouco Nublado, -28°
Noite
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Into the Unknown

Elsa Volkerbäll

Em meio a troca de provocações e olhares maliciosos com Mindy, Elsa havia se deslocado para o quarto de Às, afinal, não poderiam continuar a sua "diversão" sem antes pôr a menina para dormir e se alimentar, duas coisas que ela ainda não tinha feito, pelo fato de ainda ser um pouco cedo da noite. Elsa se matinha no quarto de Às, acariciando seus cabelos negros enquanto fazia algumas perguntas para a garota, ao passo que colocava a sua taça de vidro em cima de uma prateleira de madeira que se tinha no quarto da menina.- Uhum!- a menina apontava para a janela, em reposta a pergunta da loira. Então a revolucionária logo fazia menção a uma segunda batalha contra Às, dessa vez não uma guerra na neve, e sim uma guerra de travesseiros, e já tinha o seu em mãos.- Tudo bem, mas, não pense que eu vou pegar leve!- a garota respondia e logo já era "atacada" por Elsa com um "golpe" com o travesseiro, mas, que obviamente não fazia nenhuma dor, apenas desequilibrava a pequena por alguns instantes.- Ei, não se ataca um oponente indefeso! Pera aí que eu irei buscar o meu!- A menina corria até próximo da cama, claramente tentando demonstrar raiva, mas, que na verdade era uma alegria disfarçada e quando chegava ao lado da cama, retirava outro travesseiro.- Atacar!- e logo ela começava a trocar "golpes" com Elsa, em meio a gargalhadas e sorrisos.

Após bastante tempo, correndo de um lado para o outro, trocando "golpes" incessantemente e rindo bastante, Às deitava-se no chã, largando o seu travesseiro e colocando-o de lado. A menina ofegava, antes de sinalizar com a mão , balançando-a de um lado para o outro como se dissesse "chega" para Elsa , que permanecia sentada ao lado da garota.- Empate.- a respiração da garota era pesada e a mesma estava claramente cansada. Elsa então chamava a garota para comer alguma coisa, aproveitando o tempo que já tinha passado, a garota já deveria estar com fome.- Ótimo, eu já estava pensando em lhe perguntar a mesma coisa!- a menina levantava-se, colocando os dois travesseiros em cima da sua cama e mãe e filha saíam do quarto.

Chegando então na cozinha, Elsa pegava alguns alimentos, mais leves desta vez, afinal na janta não se come bastante. Pegou algumas maçãs, uvas e morangos que se tinha por lá e enchia um copo de vidro com um leite engarrafado que tinha lá também. Por fim, levava alguns pães e dois bloquinhos de rapadura, para fazer um agrado a Às. Elsa e Às então começavam a sua refeição, comendo majoritariamente frutas, sentadas uma ao lado da outra, antes de Elsa começar a falar com a menina, enquanto observava ela comendo um pequeno morango.- Vocês duas também foram a melhor coisa que já aconteceu para mim!- Às dizia, logo após terminar de mastigar o morango, claramente se referindo a Elsa e Mindy, dando um sorriso sincero logo após, em resposta ao sorriso de Elsa. A loira esticava a sua mão para a menina, ao falar da sua promessa em Pindorama, e logo esticava o dedo mindindo para a menina, quem em resposta, conectava também com o dedo mindinho ao de Elsa.- Está prometido então, mais uma vez!- Mãe e filha se abraçavam, ambas sorrindo carinhosamente.

Ao fim da leve refeição, Elsa fazia a proposta para Mindy, sobre ler alguma coisa com a menina, no quarto.- Claro, vamos lá agora!- a menina dizia, puxando a mão de Elsa levemente e logo as duas iam para o quarto de Às. Chegando lá, a menina deitava-se na cama e Elsa puxava um banquinho de madeira que se tinha no quarto, ao lado da cama da menina, sentando-se, já com um livro que trouxera da sala, sobre o uso da acupuntura, que podia assustar a criança pelo seu tamanho, mas, que Elsa tinha em mente uma abordagem mais lúdica, para não torna-lo desinteressante para a menina.- Legal!- a menina comentava aos primeiros trechos da história contada do livro do Imperador Amarelo. Aos poucos, a menina se tornava sonolenta ao passo que Elsa continuava a contar a história, e quando a revolucionária percebeu que ela estava muito quieta, a menina já aparentava estar num sono profundo.

Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: 5º Tale: Into the Unknown   5º Tale: Into the Unknown - Página 3 EmptyQui Jan 23, 2020 11:53 pm






- Into The Unknown -

~ Queen of Thorns ~



As horas haviam passado como se fossem minutos, curiosamente nunca tinha sentido a rápida passagem de tempo em situações tão cotidianas. A simplicidade de um momento de afeto me desconectou da realidade e fez-me concentrar exclusivamente em Às durante as centenas de minutos nos quais havíamos passados juntas, perceber seu sono profundo durante a leitura não era de forma alguma algo a se reclamar, de certa maneira observá-la dormindo era algo mais que satisfatório para acalentar um coração. - Parece um anjo. - pensava comigo mesma, enquanto fechava o livro e levantava da cadeira. - Boa Noite. - sussurrava, movendo o cobertor para ter certeza de que a menina não passaria frio durante a noite arduamente congelante de Karakui. - Eu te amo! - beijava-a na testa, antes de sair do cômodo, levando comigo também a taça de vinho que havia deixado na estante. Fecharia a porta e caminharia tranquilamente até a cozinha, para deixar sobre a mesa o livro que havia lido para a menina.

Acho que ninguém mais irá vir para cá. - pensava, andando de um lado para o outro, desligando as luzes e garantindo de que as luzes estavam apagadas, as janelas e portas trancadas e cortinas em seus devidos lugares. Após trancar a casa, andaria rumo ao quarto parando bem na porta. - Hmmm… - fecharia os olhos, a fim de sentir a presença de Mindy lá dentro antes de entrar no cômodo. - Espero não tê-la feito esperar demais. - comentaria, observando o local e de preferência a mulher. - Espere um momento. - diria, caminhando em direção a janela para abrir as cortinas e permitir que a luz noturna entrasse no quarto antes de apagar as luzes, trocando a iluminação quente por tons mais frios. A observaria por um tempo, deixando a taça de vinho em qualquer superfície próxima. - Você está ainda mais linda assim. - diria com um sorriso besta no rosto, despindo-me do casaco. - No entanto, acho que está com muita roupa… - dispararia sem rodeios, caso a mesma ainda estivesse com suas vestes.

Tema Elsa e Mindy:
 

Caminharia em direção a Mindy, despindo-me das vestes que me sobravam. - … seus lábios estavam deliciosos mais cedo, estou louca para prová-los de novo. - diria de maneira ardilosa, abaixando-me próximo da cama onde buscaria alcançar os pés da mulher e puxá-la para mim. - Deite-se, você terá sua vez. - sorriria para a mulher, beijando seus pés, enquanto percorria seu corpo com minhas mãos, lentamente buscaria estimulá-la, beijando suas pernas, apertando suas coxas até encontrar o que de fato procurava. - Esqueça o vinho. - diria entre o estímulo de beijos. - Aqui é sempre muito mais saboroso. - aumentaria o ritmo do movimento, deslocando meus braços como se fizesse uma armadilha, pronta para trazê-la de volta a mim caso recuasse com a satisfação. Permaneceria assim por alguns bons minutos, até sentir as contorções da mulher ficarem ainda mais abruptas, Mindy era uma pessoa especial demais para ser tratada como qualquer pessoa com a qual eu já me relacionei nesse nível de intimidade, queria fazer com ela o mesmo que qualquer mulher gostaria que fizessem nela, não era prazer pelo prazer, era muito mais do que palavras poderiam descrever.

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Ao fim daquela preliminar, subiria na cama, avançando como uma felina em direção ao seu torso, beijando-a por inteiro e usando meus lábios para retribuir o carinho que ela havia feito em mim mais cedo antes de alcançar sua face. - Eu sei que você gosta deste tipo de vulnerabilidade. - brincaria com ela antes de um ardente beijo, do tipo que não havia feito nem mesmo com Raymond em Pindorama ou Marco em Micqueot. Deixaria-me envolver completamente naquela dança de amor, até separar meus lábios dos dela, plenamente ofegante. - Acho que é sua vez de retribuir. - diria, virando-me para deitar na cama, enquanto segurava a mão de Mindy como se conduzisse ela para fazer o que eu havia feito. - Acho que você já conhece aquele ponto, só não vá com tanta sede ao pote. - diria, levando um dedo a boca, entre risinhos de cumplicidade. - Aaarh… - suspiraria, deixando meu corpo reagir ao carinho de Mindy, envolvendo-me com seu amor e seus lábios frutuosos

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Daria a Mindy tempo e quando alcançasse o ápice de meu júbilo riria de felicidade. - Isso foi bem melhor do que eu imaginava. - olharia para ela, chamando-a para mim com o dedo, mas parando-a na metade do caminho. - Antes de continuarmos a experimentar novas coisas, eu quero que você fique onde está e sente no meu colo. - diria e caso questionada apenas a olharia fixamente. - Confia em mim? - após tê-la onde queria, aproveitaria a vista, mesmo que isso pudesse a deixasse encabulada, esperava o momento certo para surpreendê-la. - Isso vai ser um pouco frio, mas acho que você poderá gostar. - diria antes de abruptamente mover meu quadril de baixo para cima, aproveitando do impulso da cama para dar a mulher algo inesperado. - Eu não lhe disse que minha akuma é bem versátil ?! - comentaria, rindo com a possível reação da mulher, mas logo desfazendo o que havia feito. - Quer continuar? - a partir daquele instante, estaria plenamente a mercê de Mindy, de seus desejos e fantasias. Sob a luz do luar em quarto envolto em calmaria, tínhamos muito tempo para aquilo, tínhamos muito o que partilhar. Poderia ser uma mulher de gelo, mas nunca havia me sentido tão aquecida quanto agora.

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Se em dado momento, chegássemos ao limite de nosso fôlego, sentaria com as costas na cabeceira da cama, esperando que Mindy pudesse pegar o vinho. As taças não haviam mais necessidade de serem usadas, beberíamos da mesma garrafa, juntas e felizes como qualquer casal apaixonado, no ápice de sua relação.







Histórico:
 






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MensagemAssunto: Re: 5º Tale: Into the Unknown   5º Tale: Into the Unknown - Página 3 EmptySex Jan 24, 2020 3:36 am


Narração

Céu pouco Nublado, -28°
Noite
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Into the Unknown

Elsa Volkerbäll

Ao ver sua filha em estado de sono profundo, Elsa percebia o quão rápido o tempo passara naqueles momentos onde se dedicara somente a sua filha, algo não tão comum para atos tão rotineiros como estes que realizara pela noite com Às, e ver a menina dormindo na cama, fazia o coração de Elsa esquentar, que se sentia satisfeita com o tempo que tivera com a menina. A loira fechava o livro e se levantava da cadeira, cobrindo a pequena com os edredons que se tinham na cama, obviamente para a mesma não passar frio. Com um beijo, Elsa despedia-se da menina, que mexia um pouco após ser beijada na testa, parecia fazer um sorriso sem mostrar os dentes, provavelmente estava sonhando com algo bom.

Elsa fechava a porta e saia do cômodo, mas, não antes de levar a taça de vinho e o livro consigo para a cozinha, onde deixara o último em cima da mesa de jantar. A loira continuava então para a sala, onde resolvia por apagar toda e qualquer iluminação. Verificava se as portas estavam trancadas, fechava algumas janelas que estavam abertas e por último fechava as cortinas, que agora deixavam apenas um pouco da luminosidade da lua adentrar na casa. Tendo feito todo esse procedimento, Volkerbäll não perdia tempo e ia direto para o quarto de casal, local onde Mindy prometera que estaria, na espera de Elsa. Dito e feito. Ao fechar os olhos e utilizar o Haki da Observação, Elsa sentia a presença de Mindy dentro do quarto, e o formato de sua aura indicava que a mesma estava deitada, já que se apresentava na horizontal. Ao entrar no quarto, Elsa notava as roupas de Mindy já jogadas ao lado da cama e espadachim já encontrava-se enrolada em lençóis finos, onde era perceptível todas as curvas de seu corpo esbelto.- O destino recompensa os que são pacientes.- A moça dizia, já com um sorriso malicioso e ousado, atitude que só se tem em meio a quatro paredes, e Elsa por sua vez abria as cortinas, fazendo a luz do luar invadir o quarto, refletindo na pele branca como neve de ambas as revolucionárias. Elsa olhava para Mindy, estonteada com a beleza da mulher, enquanto fazia um sorriso besta, que por sua vez foi respondida apenas por um gesto de Mindy, que retirava os lençóis de cima de seu corpo desnudo, onde Elsa podia ter uma visão privilegiada de todas as linhas e curvas da espadachim.- Acho que assim fica ainda melhor, não é?- a espadachim mordia os lábios levemente, em provocação a Elsa.

A Rainha despia-se também e partia para a cama, jogando as suas vestimentas para o lado e caminhava até a cama, os olhos de Mindy brilhavam ao ver o corpo branco como a neve de Elsa e lindo como um diamante e sua respiração se tornava pesada.- Eu também estou louca para provar os seus.- Mindy respondia com olhos maliciosos, enquanto Elsa chegava em frente a cama e puxava-a pelos tornozelos, trazendo a espadachim mais para perto. Bem perto. Com um sorriso malicioso em seu semblante, beijando os pés macios e delicados de Mindy, enquanto percorria com as mãos as curvas dos quadris da mulher e acariciava suas coxas, continuando com uma enxurrada de beijos nas suas pernas, ao passo que escolhia uma abordagem mais agressiva, apertando as coxas macias e carnudas de Mindy, que observava a cena com um sorriso no rosto, sentindo um arrepio ao sentir os lábios de Elsa tocarem suas pernas. Como um caçador ou pirata que buscava o X no mapa, Elsa encontrava o tesouro de Mindy, onde começava a estimular o que por tanto ansiava com beijos, firmando os braços em volta das pernas da espadachim, para que não houvesse escapatória de seu avanço impiedoso, apesar de que Mindy parecia não querer sair de tal armadilha, pois havia trançado suas pernas em volta do corpo de Elsa, trazendo-a mais próximo ainda de seu tesouro. Mindy então reagia com gemidos leves e arrepios, em êxtase, ao passo que os lábios macios como neve de Elsa lhe tocavam. A espadachim olhava para o teto, conseguindo ver estrelas, ao ser atacada impiedosamente pelos lábios da revolucionária, ataque esse que durou alguns minutos, mas, que para Mindy pareciam uma eternidade de prazer. Os lençóis e o rosto de Elsa ao fim da aventura pelo local do tesouro, já se encontravam úmidos.

Ao fim dos beijos de Elsa, a loira prosseguia subindo, para cama, e também subindo o alvo de seus beijos no corpo de Mindy, pelo seu torso e além das montanhas brancas com picos rosados, enquanto Mindy ainda se recuperava da primeira investida de Elsa, ofegante.- É impossível não ficar vulnerável quanto você me ataca desse jeito.- a moça fechava os olhos lançando seus lábios ao encontro dos de Elsa, com um beijo caloroso, que demorou bastante. Ao fim do beijo, ambas as mulheres se encontravam ofegantes, e Mindy por sua vez estava com seu rosto completamente rosado.- Irei te servir com prazer, Rainha.- A espadachim tecia um comentário de duplo sentido com uma malícia estampada em seu semblante, enquanto Elsa virava-se enquanto procurava uma posição mais adequada, conduzindo a mão de Mindy até o seu próprio tesouro.- Claro que conheço.- a espadachim demonstrava saber o ponto X, pois, logo baixava a sua cabeça e beijava-o. Com as suas mãos livres percorrendo o corpo de Elsa como uma serpente, Mindy alcançava as montanhas nevadas, tocando com os dedos os picos rosados, enquanto ela beijava incessantemente o seu tão merecido tesouro. A Rainha sentia os beijos de Mindy macios como algodão doce, e cada um deles era como se fosse uma pontada que lhe fazia um arrepio subir as costas, enquanto suspirava envolta de prazer.

Após alguns minutos, Elsa atingia o seu ápice, revirando os seus olhos e logo após rindo de felicidade, enquanto Mindy ajeitava-se levantando o seu corpo.- Fico feliz que tenha gostado de meus serviços.- Mindy se aproximava, lentamente como se esperasse dar um bote em Elsa, que chamava a espadachim com um gesto com dedo, parando a espadachim no meio do caminho.- Sentar no seu colo? Ok, então- a espadachim ficara surpresa por um segundo, mas, acatava o pedido de Elsa, sentando-se no colo da Rainha.- Se você diz, então provavelmente eu irei gostar mesmo.- Mindy dizia, ainda que um pouco confusa. Elsa então, movimentava os seus quadris abruptamente, de baixo para cima. Uma montanha de gelo agora surgia no local do tesouro. Em resposta ao surgimento tão abrupto de tal montanha, Mindy soltava um gemido, que agora era um pouco mais alto, logo após perdendo momentaneamente as forças, abraçando Elsa como reação, que por sua vez desfazia o seu truque de mágica.- U-uau... eu realmente não esperava por isso...- a espadachim fazia uma pequena pausa, ofegante.- Mas, não posso dizer que não gostei desse novo truque.- novamente ela trazia aquele sorriso cheio de malícia em seu rosto.

- Claro que quero continuar.- ainda sentada no colo de Elsa, Mindy descia as suas mãos suavemente pelas costas da revolucionária, enquanto havia o encontro de montanhas de neve na região frontal das duas.- Também tem coisas novas que quero testar.- as mãos de Mindy alcançavam novas terras, ainda que geladas, eram bastante abundantes.

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MensagemAssunto: Re: 5º Tale: Into the Unknown   5º Tale: Into the Unknown - Página 3 EmptySab Jan 25, 2020 12:27 am





- Into The Unknown -

~ Queen of Thorns ~



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Acalorar um sentimento tão intenso possui seus riscos, era um convite a uma vivência a milésima potência, era aflorar os instintos, maximizar as percepções, era provocar mais sede e gerar apetite, era como não pôr rédeas em um cavalo arredio, poderia ser um aposta certeira no paraíso ou um flerte com o perigo, significava tudo na mesma proporção que parecia ser loucamente irrelevante. Mindy havia ido ao quarto com somente um intuito e uma infinita cartilha da qual poderia utilizar em seu favor, no entanto a mulher decidiu por colocar suas melhores cartas sobre a mesa, ou seria mais justo dizer que havia posto sobre a cama? Fato era, de que dentre tantas possibilidades, a mulher arriscou-se, envolvida pela intimidade e um desejo sórdido de provocação. Ela havia conseguido o que queria, quebrou a banca, atingiu o jackpot, norteou-me com sua beleza estonteante o suficiente para aumentar meu ritmo cardíaco. - O destino então é muito melhor do que imaginei. - tecia um comentário, despida das vestes e também do pudor, momentos antes de entregar-me nos braços, ou pernas, de Mindy.

Tema 2:
 

Vislumbra-la tão de perto era sempre um fascínio imensurável, cada extensão de seu corpo era a mim um deleite conforme percorria sua pele macia como sede. Nada poderia ser tão macio quanto, nada era tão quente quanto nem mesmo nada poderia ser mais saboroso, ter seu controle através de meus lábios era a melhor experiência que poderia ter e se pensei em colocá-la em uma armadilha, fui tomada pela surpresa de ter suas pernas ao meu redor, prendendo-me. - Sorte a minha que encontrei a fechadura desse tipo de cadeado. - sussurrava antes de sorver-me de seu néctar mais doce, enquanto sentia em minhas mãos o contorcer de seu corpo e os murmúrios abruptos que escapavam de seus lábios. - Acho que fiz uma bagunça aqui. - brincava, acariciando-a no local. - Deixe-me pelo menos organizar as coisas. - voltava ao encontro de sua fruta, massageando-a até sentir que havia colocado tudo nos eixos antes de avançar para um beijo apaixonado que fazia meu corpo arrepiar conforme ouvia sua resposta a minha provocação.

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A situação se invertia em caráter momentâneo, ela não era a única que merecia apostar alto e embora soubesse que de uma forma ou outra conseguiria meu prêmio, precisava reconhecer que a alva não havia estado comigo a tanto tempo se não me conhecesse na palma da mão ou na ponta da língua. Praticamente três semanas em Karakui, quase vinte e um dias em um ambiente gelado em posse de uma fruta que me permitia ser o gelo em sua forma primordial e absoluta e somente com Mindy conseguia transpirar como outrora, conforme corava em meio a seu carinho podia sentir a respiração mais pesada e aos poucos o suor a deslizar por minha pele, era como se ficasse a centímetros de um vulcão prestes a entrar em erupção, os segundos se passavam em uma percepção extremamente lenta enquanto sentia minha atenção destoar fortemente, obrigando-me a mudar o foco de meu olhar, abria meus lábios, puxando ar como se tivesse minhas respiração roubada e aos poucos sentia meu corpo fora de controle. - Você pode ir mais rápido se quiser. - disse, se bem que talvez sequer tivesse dito com intensidade o suficiente para ser ouvida. Puxava os lençóis abruptamente, como se me segurasse para não ser puxada por uma forte correnteza, a visão tornou-se turva o sentimento de perda de ar se atenuou, suspirei longamente por cerca de alguns segundos antes de explodir em risos.

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Seus serviços foram… - respirava lentamente. - … mais que impressionante! - Notava sua tentativa de surpreender-me, mas desta vez eu havia me antecipado, conduzindo-a para algo inesperado. Não podia conter um sorriso malicioso, mas também não podia ocultar uma certa expectativa. - Segure minhas mãos. - buscava as mãos da mulher, entrelaçando nossos dedos enquanto mantinha o contato visual passando a língua em meus lábios, em um princípio de euforia. Então aconteceu, inesperadamente até mesmo para mim, Mindy soltava um murmúrio alto e pareceu perder as forças, aquilo me desarmou por alguns segundos do momento e fez-me mover meu torso em sua direção como se a acudisse. - Está tudo bem?! - questionava, realmente preocupada ainda que ofegante. Sua resposta voltou a fazer-me sorrir. - É… normalmente as pessoas falam isso de mim. - dizia em tom cômico, levando minha mão até a face dela em um carinho sincero. - Então presumo que queira continuar? - fazia a pergunta, ainda que desnecessária, pois conduzia meus minhas mãos até seus quadris e depois até sua alcofa, conduzindo o movimento a partir dali enquanto ela tocava-me na região do torso.

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Intensidade nunca foi um problema para nós duas não é? - comentaria, enquanto encostava minha face junto a dela, antes de avançar rumo ao beijo. - Embora isso seja uma novidade, preciso admitir que é estranho estar neste tipo de função. - brincaria. - Mas entendo porque gostam tanto. - relaxaria meu tronco, deixando-me cair sobre a cama, parando a condução e deixando Mindy aproveitar o momento. - Você fica ainda mais linda assim. - não continha muito das palavras, talvez por não ser nem mesmo capaz de conter meus impulsos. Levaria minha mão novamente ao rosto dela, esticando meu dedo até seus lábios, sentindo sua maciez. Entre palavras sacanas e pequenos gestos de carinho, conduziria Mindy outra vez ao pináculo de seus sentimentos, desfazendo o que havia feito no princípio de tudo aquilo e deixando-a ceder em meus braços caso ela quisesse. - Foi bom? - demonstraria preocupação, queria vê-la bem, realizada e feliz no fim das contas. Beijaria-a se tivesse a resposta positiva. - Você queria testar coisas novas não queria? - diria sorrindo, entrelaçando minhas pernas com as dela, sugestionando algo particular entre nós. - Estou sem jogadas, a menos que você queira fazer de novo só que de bruços, mas estou aberta a sugestões se você quiser conduzir as coisas. - não reprimiria Mindy, deixaria ela experimentar o que quer fosse. - Isso foi legal, mas prefiro estar do lado oposto. - diria ao pé de seu ouvido antes de entregar-me plenamente aos desejos da mulher.

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Faria o que tinha de fazer, seguiria as ordens, as dicas, brincaria e acharia graça, beijaria e deixar-me-ia ser beijada, estava tudo muito bom afinal de contas. Ao fim de tudo, permaneceria deitada com Mindy junto de mim, ainda acordada apesar de cansada. Beberia o vinho se ainda tivesse, ou simplesmente aceitaria o silêncio de uma noite feliz por alguns minutos enquanto mantinha-me de mãos dadas com a mulher. - Está acordada? - diria em um sussurro, verificando se a mulher já não havia se deixado vencer pelo cansaço.
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~The winter has come
The blood and soul has aceepted their fate
The young viper, now mature, put their children in the hunt
They want to hunt by your lead
Their dreams, liberty and fate
Winter calls with your voice and only the phalanx can survive it!~


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GM.Mirutsu
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MensagemAssunto: Re: 5º Tale: Into the Unknown   5º Tale: Into the Unknown - Página 3 EmptyDom Jan 26, 2020 6:05 pm


Narração

Céu pouco Nublado, -28°
Noite
Localização: Karakui - Grand Line



Into the Unknown

Elsa Volkerbäll

A noite estava sendo mágica para ambas as mulheres que ali estavam, cada uma sentindo-se nos céus aos toques, carícias e mãos bobas. Deleitavam-se com a companhia uma da outra, enquanto continuavam a suas carícias luxuriosas, embebidas de êxtase e uma malícia que aparecia em ambos os semblantes de Elsa e Mindy. Uma respondia a provocação da outra, e em cada resposta pareciam querer dar mais e mais prazer, como se fosse um tipo de competição entre as duas. Não que isso seja algo ruim, a competitividade naquele momento era a melhor coisa do mundo. Em alguns momentos, Elsa conduzia aquela dança e em outros Mindy era quem comandava o ritmo.

Tanto Elsa como Mindy já se sentiam o suor frio correndo pelas curvas de seus corpos, exalando uma fragrância que na realidade era doce, como se fossem pétalas de rosas, ao passo que se entrelaçavam ainda mais em beijos, abraços e toques. Elsa segurava as mãos de Mindy, aproximando a sua face, sentindo a respiração forte e seu cheiro irresistível. Seus olhos azuis eram como duas safiras brilhantes e sua face rosada era hipnotizadora, colocando Elsa num feitiço inescapável. Logo Mindy percebia a intenção de Elsa, naturalmente fechando os seus olhos e inclinando a sua cabeça para chegar aos lábios da loira, culminando num beijo cheio de paixão por ambas as partes.- Eu estou gostando que esteja nesse tipo de função. Parece que você já entende bem do assunto.- Dizia Mindy após o beijo, logo após dando mais alguns no pescoço de Elsa, ainda em seu colo. Elsa por sua vez, deitava-se na cama, deixando Mindy livre para realizar os seus movimentos, ao bel prazer da espadachim. Volkerbäll tinha uma visão completa do busto da moça, até suas partes mais preciosas, assim como ela tinha a visão das montanhas geladas e o corpo macio como neve de Elsa, e assim se aproveitava da situação, passando a mão desde a cintura de Elsa, até as suas montanhas, acariciando os topos rosados gentilmente e de vez em quando, apertando-os sem muita força, apenas para provocar ainda mais a loira, sem dizer nada, apenas com um sorriso malicioso em seu rosto. Elsa levava então sua mão até o queixo da moça, esticando o seu dedo polegar para sentir a maciez dos lábios da espadachim, que deixava-o invadir a boca e brincava com sua língua por ele, dando leves mordiscadas também. Enquanto isso, nas terras distantes onde habitavam os tesouros mais secretos de Mindy e Elsa, o trabalho continuava, já que Elsa decidia por prosseguir o seu truque de mágica novo, e possivelmente o favorito que poderia se ter com a Hie Hie no Mi naquela situação em específico. A resposta de Mindy por sua vez, era remexer os seus quadris, de um lado para o outro, de frente e para trás, num ritmo lento, mas, com certeza prazeroso para a moça, que olhava para os olhos de Elsa, enquanto suas mãos e quadris conduziam uma sincronia perfeita, que parecia enlouquecer tanto Elsa, quanto Mindy, que se esforçava para segurar a voz, deixando leves gemidos escaparem de vez em quando. E assim a moça continuou por alguns, até chegar novamente no ponto pináculo de seu prazer, dessa vez não conseguindo segurar a sua voz, soltando um gemido um pouco mais alto, recheado de êxtase. Uma leve chuva surgia na montanha congelada.

A espadachim se debruçava levemente por cima de Elsa, claramente cansada, fazendo novamente a junção de montanhas de neve, que se tocavam, macias e belas.- Não foi bom, isso foi simplesmente incrível.- a moça aproximava o rosto que demonstrava um sorriso de satisfação encostando-o levemente suas bochechas no rosto de Elsa, onde novamente as duas beijavam-se calorosamente naquela noite fria.- Ah, sim, fez bem em me lembrar disso.- Mindy deixava-se ser entrelaçada pelas pernas de Elsa, que eram como teias de aranha que se enrolavam pelas curvas da moça firmemente.- Eu tenho algumas ideias sim...- a moça dizia, sorrindo, e em resposta a provocação de Elsa, a moça beijava-lhe a bochecha, após a loira falar-lhe próximo ao seu ouvido.- Na verdade, eu quero que você fique de bruços.- a moça dizia, levantando-se um pouco, somente o suficiente para que Elsa se mexesse e realizasse o movimento, ficando de costas para Mindy dessa vez.- Eu acho que você vai gostar.- dizia a espadachim com um sorriso malicioso.

Logo Mindy sentava nas costas de Elsa, massageando-a levemente pelos ombros com as mãos, seguindo com alguns beijos, que faziam Elsa se arrepiar completamente. Lentamente a espadachim beijava-a desde a nuca, passando pelo pescoço e seguindo por toda extensão das costas de Elsa, até chegar em suas partes mais carnudas e macias, onde também beijava-lhe bastante.- Sabe... eu sempre fui muito curiosa sobre esse local.- dizia a moça rindo, ao acariciar levemente a carne macia e volumosa.- Espero que você não ache estranho.- a moça dizia, dessa vez, deixando os seus dedos trabalharem em lugares inexplorados e no tesouro de Elsa, passando-os gentilmente de um lugar para o outro, antes de começar a dedilhar como se estivesse tocando um instrumento de cordas, ao passo que esticava o rosto para alcançar a orelha de Elsa, deitando-se de lado, enquanto beijava-lhe suavemente. Mindy aumentava o ritmo, tocando os locais mais preciosos do tesouro de Elsa, que se tremia um pouco com a sensação do toque dos dedos de Mindy. Enquanto sobre os locais novos descobertos por Mindy... até que ela conseguia sentir uma sensação boa e prazerosa com aquilo, ainda que fosse algo novo e não estivesse tão acostumada com tal investida. E a espadachim continuou por alguns minutos repetindo o seu movimento, até Elsa atingir o máximo de prazer, tendo uma sensação como se uma corrente elétrica passasse por toda extensão de seu corpo, com a combinação de estímulos.

Após isso, a mão de Mindy já se encontrava molhada com as gotas de chuva que tinham caído no lugar do tesouro, mas, não se importava muito, sorrindo ao ver a mão encharcada.- O gelo estava derretendo um pouco.- a moça dizia, em tom cômico e malicioso, virando a loira para que se deita-se de costas, antes de dar-lhe mais um beijo caloroso e deitar-se ao seu lado, segurando a mão da Rainha e não soltando-a.- Estou. Exausta, mas, estou.- Mindy dizia respondendo a pergunta, sorrindo para Elsa.

Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: 5º Tale: Into the Unknown   5º Tale: Into the Unknown - Página 3 EmptySeg Jan 27, 2020 12:54 am





- Into The Unknown -

~ Queen of Thorns ~



Nenhum grande momento deveria ser finalizado de forma simples, observando a situação era até mesmo curioso constatar minha imensa vontade de permanecer naquilo, ainda que o corpo estivesse sendo lentamente conduzindo a um grau de exaustão o prazer parecia servir como um combustível mais que eficiente para manter-me inteiramente imersa no ato. - Você é mais sacana… aarf… do que eu… eu…  imaginava. - respondia a Mindy entre pausas, suspirando a cada beijo seu dado em meu pescoço. Deitar na cama e deixar o ritmo daquilo seguir naturalmente havia sido uma escolha acertada, o esforço era o mínimo que podia fazer naquele instante, embora o ímpeto me fizesse agarrar seu busto com força, como se respondesse aos seus movimentos de quadril. Podia sentir através de meu toque o calor do corpo da mulher aumentando gradativamente e por instantes era como se pudesse ter em minhas mãos o controle de seu coração até o momento do segundo ápice, transformando todo o calor e palpitações em chuva e suspiros. O ocorrido era uma novidade, talvez para ela e para nossa relação, pois sabia exatamente que aquilo era de certa maneira um excelente sinal.

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Foi tão bom assim? - comentava em meio a risos enquanto sentia as tremulações de seu corpo enquanto ela se mantinha em cima de mim. Puxei o lençol de encontro a nossos corpos, como se ocultasse toda a bagunça feita, mas o calor já havia se tornado incêndio a muito tempo e ainda tínhamos lenha para queimar. Entre beijos apaixonados, conduzia meus lábios até sua orelha, beijando-a, mordiscando-a entre sussurros maliciosos impossíveis de serem proferidos. Flertava novamente com o destino, crendo ser capaz de prever Mindy como se fosse um ambiente de combate, mas nenhum combate me colocava em tão baixa guarda quanto a ocasião e a resposta da alva causava um misto de surpresa e curiosidade. - O que pretende? - questionava e uma certa lembrança do passado colocava-me a espreita de algumas possibilidades. Não era razão para temer coisa alguma, pois movia-me quase que instintivamente, aceitando o comando. - Seja gentil.

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Vivenciar o paraíso era uma experiência ótima, ter a sensação de viver de forma constante ainda que por longos e poucos segundos era algo insano de se mensurar, tal como a sutileza do toque e a gentileza de Mindy pela qual havia ardilosamente sussurrado. Não houve um minuto sequer naquilo, no qual havia encontrado brecha para falar normalmente, sentia-me subitamente presa ao toque de seus dedos e a maciez de sua língua, trocando por sons indecifráveis a fala, agarrava-me aos lençóis com toda a força que tinha, sentia o controle sobre meu corpo falhar e uma tremedeira irracional me percorria conforme sentia o ritmo aumentar. Meu corpo se retraia em êxtase enquanto mordia o lençol, numa tentativa em vão de abafar meu grito. - Desgraçada… - dizia, sem forças mas com um sorriso no rosto. - Acho que ainda está derretendo. - explodia em uma longa gargalhada, antes de beijar a mulher novamente enquanto permanecemos de mãos dadas.

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Durante alguns segundos, como se recuperasse as forças, a observava com um olhar mais atento, seus cabelos molhados, suas pele ruborizada pelo calor do momento, todos os seus detalhes visíveis. Engolia a seco, fechando os olhos para sentir seu cheiro, ela era como um vinho do mais alto valor, havia complexidade em seus sabores, podia sentir especiarias e frutas, podia sentir o gosto de grãos nobres, podia mensurar sua potência e até mesmo o tempo que podia sentir seus gosto em minha boca. Mas como qualquer grande vinho, havia muito antes de alto valor, um processo pouco notado e percebido. Mindy era uma razão determinante para minha permanência na Grand Line, lentamente ela havia se tornado meu Norte, deixou de ser uma estadia para alguém acostumada a viver em múltiplas casas, encontrei em seu coração um abrigo tão resoluto quanto qualquer fortaleza, sentia segurança, apreço e sinceridade. Via seus defeitos e suas virtudes, via que era capaz de esquecer de si para pensar em mim e naquela ocasião eu tive a certeza de que faria o mesmo por ela, ou até mais. Havíamos construído uma relação real que ia além de um par de anéis trocados em sinal de comprometimento, havíamos trocado nossas almas e estávamos em um patamar muito mais além do que a relação carnal. O que havia até então ocorrido entre essas quatro paredes, era uma espécie de transbordamento de amor, uma forma prática e manual de dizer “Eu te amo”.

Eu te amo. - dizia, ao constatar que Mindy ainda estava acordada. - Está com fome? - me levantei, cobrindo-me com um lençol enquanto caminharia até a porta. - Vou buscar algo para comer. - diria, caminhando até a cozinha onde procuraria morangos, colocando todos eles em um recipiente repleto de açúcar antes de retornar ao quarto. - Desculpe a demora. - diria, deixando o recipiente próximo ao rosto da mulher. Deixaria que Mindy virasse na cama para comer os morangos antes de subir na cama, sobre ela. - Aquilo foi um golpe baixo. - comentaria em meio a risinhos, pegando um morango cheio de açúcar para comer, levando logo em seguida meus dedos repletos de açúcar ao lábios dela, antes de servi-la com um dos morangos deixando o fruta em sua boca. Levaria minhas mãos de encontro as dela, segurando-a com firmeza. - Mas isso apenas nos colocou em um empate… eu odiaria ficar nessa indecisão. Sorte que ainda temos fôlego para um desempate não é mesmo? - diria ao pé de seu ouvido, entre mordidas e risos. - Isso me deu um dupla motivação para fazer o que estive pensando. - movia-me, cheia de ardil enquanto deixa Mindy perceber algo que a poucos momentos atrás havia sido inédito, mas com um certo reforço. - Você está sem saída e eu vou usar todas as minhas opções de uma só vez. - diria, antes de chegar ao pé de seu ouvido. - Afinal de contas, você sabe que minha especialidade é surpreender pela retaguarda. - moveria os quadris, replicando em Mindy o que ela havia feito, conduzindo a um último passeio pelo paraíso antes de ceder na cama.

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Não tenho mais forças para nada. - diria, em meio a suspiros. - Se continuarmos assim… - olharia para ela. - … vamos precisar de mais morangos. - sorriria, deixando o momento enfim para conversar ou simplesmente nos deixarmos perder meio ao silêncio. Havia sido uma noite produtiva no final das contas, mas no íntimo tinha a certeza de que os próximos dias seriam bem mais agitados. Havia chegado em uma decisão, a qual poderia contar para Mindy caso ela questionasse ainda no quarto.









Histórico:
 





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