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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 5º Tale: Into the Unknown

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MensagemAssunto: 5º Tale: Into the Unknown   5º Tale: Into the Unknown EmptyTer 07 Jan 2020, 21:40

5º Tale: Into the Unknown

Aqui ocorrerá a aventura do(a) revolucionário Elsa Volkerbäll. A qual não possui narrador definido.


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Volker
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MensagemAssunto: Re: 5º Tale: Into the Unknown   5º Tale: Into the Unknown EmptyQua 08 Jan 2020, 14:44






- The Long Night -

~ Queen of Thorns ~



Finalmente, a paz que havia sido prometida estava se cumprindo. Não era um motivo de pleno alívio, uma vez que tal ‘recompensa’ vinha de uma vitória importante, mas não resoluta. Derrotar Ross havia sido para mim, o fechamento de um ciclo extremamente íntimo e nocivo que apesar de conciliar a busca por vingança com a causa revolucionária, como membro do exército compreendia inteiramente a realidade de que ainda era um pequeno passo rumo ao maior objetivo de todos, a queda do Governo Mundial. Então, porque paz se ainda havia muitas guerras a serem vencidas? A resposta não se encontrava em meu grupo, mas em mim mesma. Poderia lutar estando perdida? Poderia de fato lutar ao lado de Tidus, Frisk, Helves ou Axell sem estar plenamente integrada a causa? Havia começado uma jornada tão cheia de certezas no North Blue, mas agora parecia estar repleta de dúvidas. Certeza no entanto, havia somente no fato presente, de que estava com Mindy e com Às junto de mim, de que havia sido norteada pela sensação de família e no tanto que aquilo me fazia bem.

Sob o disfarce de uma família pouco usual, havíamos deixado nossas identidades assim que chegamos a Karakui. Não era mais Elsa, mas sim Llyz e Mindy era agora Aisha. Pseudônimos que eram nossos passaportes para essa paz momentânea, o inverso do que fora em Chaos. Deixei guardado em uma caixa no subsolo da casa, a figura da Rainha dos Espinhos e voltava a ser apenas uma mulher simples, uma médica talentosa, uma alma gentil para aqueles humildes e mais do que tudo, uma mãe em construção de sua identidade. Karakui não seria o fim, buscava no redescobrimento de minha essência a motivação para continuar a lutar, uma nova razão. Mas para isso, não tinha pressa, deixasse que os dias corressem e a neve da ilha empilhar-se nas ruas, estava feliz ali por enquanto.

Receio de que o vinho esteja acabando. - comentava de forma despreocupada, caminhando sob pés descalços no interior da casa a busca de Mindy. Em mãos, tinha duas taças com o que havia restado da garrafa do Expresso Oceânico. - Tome. - entregaria uma das taças enquanto procuraria um local para me sentar, preferencialmente próximo dela. - Esses dias têm sido bons não é mesmo? - comentaria, segurando a taça com as duas mãos enquanto permanecia relaxada em um posição confortável. Haviam sido duas semanas ótimas de se viver, dedicada exclusivamente a aproveitar ao máximo da presença das duas, seja nas conversas de fim de noite com Mindy ou nas brincadeiras com Às durante as manhãs na neve. Pude compartilhar com ambas muito mais carinho e atenção desde as grandes coisas até as mais simples, como contar uma história ou dividir uma caneca de chocolate quente, inevitavelmente uma hora seria preciso abandonar a clausura da residência e continuar a manter o contato com o lado externo.

Precisamos comprar algumas coisas para o jantar. - comentaria com Mindy, um assunto trivial, se é que algum dia pudesse imaginar estar tratando de algo do tipo. - Acho que vou levar Às comigo ao mercado da ilha. Se importa de limpar os quartos hoje? Prometo que lavarei a louça em compensação. - diria em tom cômico, levantando-me para dar a mulher um beijo repentino antes de um sorriso. Tomaria o resto daquele vinho e andaria pela casa em busca de Às. - Raposinha! - chamaria por ela. - Onde está você? - procuraria pela menina, cobrindo-a de beijos e abraços assim que a encontrasse. - Quais os seus planos para hoje? - perguntaria.






Histórico:
 






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MensagemAssunto: Re: 5º Tale: Into the Unknown   5º Tale: Into the Unknown EmptyQua 08 Jan 2020, 23:01


Narração

Céu Nublado, -25°
Manhã
Localização: Karakui - Grand Line



Into the Unknown

Elsa Volkerbäll

Era inegável a nostalgia sentida por Elsa, por estar numa ilha que lembrava bastante a sua casa. A energia que aquele local passava, era quase a mesma a que a revolucionária lembrava de sentir quando estava em Minion Island, local de sua criação, o que dava um gostinho especial para a Rainha dos Espinhos ao estar em Karakui. Além disso, tinha a sua família reunida nessa ocasião especial: Às e Mindy, ambas utilizando um sobrenome escolhido por Elsa: As três formavam a família Arendelle. Pelo menos por agora. No entanto, só se houve a necessidade de mudar o primeiro nome de Elsa e de Mindy, que viraram Aisha Arendelle e Llyz Arendelle.

A oportunidade era aproveitada ao máximo para o descanso das três, que vinham de uma carga de stress bastante grande, afinal, devido os últimos acontecimentos, um descanso era muito merecido. A Seasons estava separada momentaneamente, cada um resolvendo seus desejos e/ou obrigações pessoais e individuais. Apesar disso, Elsa não havia esquecido o restante de seus companheiros, de forma melancólica. Tinha dúvidas pairando sobre sua mente como uma nuvem densa e escura que anunciava a chuva. Incertezas sobre as guerras e os conflitos que estavam por vir no futuro deixavam a mulher de gelo apreensiva. Era a hora de descansar? Bom, apesar de ser forte, Elsa certamente precisava desse momento de paz. Agora era o momento de aproveitar o máximo que pudesse com sua família. Para tal, Elsa deixara guardado por enquanto a figura de Rainha dos Espinhos, como se fosse um alter-ego. Essa alcunha era o que havia trazido a guerra enquanto a moça estava na ilha de Chaos. O nome Llyz, por sua vez, era o que lhe traria a paz, mesmo que momentaneamente, então, Elsa não se importava de ser Llyz por enquanto, aceitando o nome de bom grado.

Elsa caminhava pela casa fria, de pés descalços, procurando Mindy pela residência, enquanto trazia consigo duas taças de vinho frio, que foi o que sobrou da garrafa do Expresso Oceânico. Acabara por encontrar a sua companheira próximo a uma janela, observando os flocos de neve que caíam do céu, enquanto estava sentada numa cadeira acolchoada, que era simples, mas, confortável. Quando notou a aproximação de Elsa, Mindy esboçou um sorriso tímido e estendendo o braço, ela pegava a taça oferecida por sua companheira.- Obrigada.- a moça dizia sorrindo, enquanto bebia um pouco do vinho.- Esses dias com certeza são uns dos melhores que já tive em minha vida.- Mindy dava um pequeno riso, após responder o comentário de Elsa e logo após, a espadachim bebia mais um pouco do vinho.

Elsa expressava a sua vontade de caminhar pela a cidade de Karakui, para comprar alguma coisa para comer no mais tardar do dia e que levaria Às junto com ela, o que significava que Mindy ficaria sozinha por um tempo.- Ah. Tudo bem então, acho que posso ficar um tempo sozinha por aqui e enfrentar alguns pratos no processo.- a moça dizia num tom cômico assim como Elsa, mas, logo era surpreendida por um beijo da loira, que tinha o sabor do vinho, que parecia ainda mais adocicado pelos lábios da revolucionária.- Não demore.- Mindy respondia, com um sorriso no rosto, acentuado pelas suas bochechas que estavam coradas.

Volkerbäll continuava a andar pela casa, chamando a sua filha Às, para que ambas pudessem sair pelas ruas de Karakui. Não demorava para que a garota surgisse, vindo numa disparada enérgica em direção de Elsa.- Tô aqui, mamãe!- Às então se abraça junto de Elsa, que por sua vez cobria a garota de carinho, em forma de beijos e de seu abraço aconchegante. A garota estava coberta pelas roupas de frio que Elsa havia lhe dado para vestir, como se já esperasse que fossem lhe chamar para sair.- Hoje eu quero fazer um boneco de neve! Ah e fazer um anjinho na neve também!- a menina dizia agitada, com os olhos brilhantes e um sorriso largo estampado no rosto.

Legenda:
 


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MensagemAssunto: Re: 5º Tale: Into the Unknown   5º Tale: Into the Unknown EmptyQui 09 Jan 2020, 17:01






- Into The Unknown -

~ Queen of Thorns ~



Não pretendo demorar mais que o necessário. - respondia a Mindy com um sorriso no rosto, enquanto jogava a ela uma piscadela. Caminhava pela casa, ainda sentindo nos lábios o gosto daquele beijo até ser surpreendida por Ás, que energicamente corria em minha direção. - Parece que alguém acordou disposta hoje não é mesmo? - comentava em meios aos abraços e afagos nos cabelos negros da menina, antes de abaixar-me levemente para conversar com a mesma, olho no olho. - Ahh é mesmo? Quem sabe dessa vez nosso boneco de neve não crie vida e fale conosco? - comentava em tom cômico, enquanto observava as vestimentas dela, mas especificamente as mãos da menina, removendo as luvas para observar suas mãos. - Suas mãos parecem bem melhores. Ainda sente um incômodo nelas? - questionava, coberta de zelo para com a menina. Ainda em Pindorama, quando a mesma havia sofrido as queimaduras, havia pessoalmente tratado dela a ponto de livrá-la da possibilidade de amputação e apesar de boa parte das cicatrizes ter sumido devido ao tratamento, a prioridade era recompor o movimento de seus dedos o que não havia sido um problema em ambientes quentes, mas em Karakui, com o frio e a necessidade de luvas para afastar o frio, havia frequentemente estimulado ela a trabalhos manuais durante o tempo em que estivesse em casa.

Sabe que se sentir qualquer coisa pode falar comigo, prometo que não vou fazer um remédio com gosto de fígado. - brincava, apertando a ponta do nariz dela com os dedos antes de comentar sobre nosso passeio. - O que acha de antes de brincar na neve, você me ajudar a comprar algumas coisas no mercado? - fazia uma expressão analítica, observando como ela reagia a aquilo, antes de reforçar o convite. - Estive pensando em fazer hoje aquele chocolate quente com especiarias. Se tivermos sorte, quem sabe não encontramos alguém que venda bolos? - esperava pela resposta de Às, carregando-a comigo caso a mesma fosse positiva. - Vá dar um beijo em sua mãe e avisar que está indo comigo. - comentava com a garota, esperando que retornasse para assim sairmos. - Não se afaste demais, esteja sempre perto de mim ok? - conversaria com ela assim que chegasse ao lado externo da casa, sentindo o ambiente frio no rosto e respirando o ar congelante. De mãos dadas com a menina, seguiria até o mercado da cidade, ao sul de onde estávamos.

Caminharia a passos despreocupados com Às, embora a menina tivesse pouca idade, tal como Frisk ela já havia passado por situações suficientes para agir de forma inteligente se bem orientada, logo não me preocupava com a possibilidade dela me chamar pelo nome verdadeiro. Pelas ruas de Awakino, tentar encontrar o mercado observando com atenção as pessoas e a estrutura local, até mesmo como a segurança funcionava por ali, mas tudo sem levantar muitas suspeitas. Se encontrasse algo apetitoso para comer ou beber por ali, chamaria por Às. - Filha! - mostraria para ela e caso ela desejasse, compraria o alimento para que pudéssemos dividir durante o passeio. Deixaria a menina livre para falar o que quisesse e me perguntasse o que quisesse e assim eu responderia durante nossa caminhada em busca de alimentos básicos e algumas guloseimas. - Bom dia! - diria de forma amigável sempre que me dirigisse a algum comerciante. - Estou a procura de algumas coisas, poderia me ajudar? - afável eu procuraria informações a respeito de frutos do mar, carnes e legumes, enquanto comprasse as coisas eu aproveitaria para puxar assunto. - Não esperava que fosse fazer tanto frio hoje. - diria rindo, esfregando um pouco as mãos. - E olha que sou acostumada ao frio. - brincaria, especialmente pelo fato de estar bem menos agasalhada do que Às.

Muito prazer! Llyz Arendelle! - continuaria a conversa caso tivesse oportunidade de prosseguir. - Essa é minha filha, Às. Viemos passar um tempo em Karakui, ficar um pouco afastada do trabalho. - se questionada sobre o que fazia no North Blue, seguiria o roteiro já estabelecido. - Minha família era comerciante de ervas medicinais, embora eu tenha me formado como médica, precisei assumir os negócios muito cedo, não somos muito famosos ainda. Mas depois de anos trabalhando pude tirar um tempo para mim e minha família, deixei meus parentes cuidado das coisas por lá. - diria sorrindo, sem deixar de observar ou analisar qualquer coisa de diferente no local. - Se precisar de alguma ajuda, sei fazer alguns remédios naturais. - me mostraria prestativa, uma pessoa claramente interessada em ser amigável. - Se me permite uma pergunta. Como é viver em Karakui? Digo, minha ilha passou por um longo período sofrendo com piratas, imaginei que na Grand Line esse problema fosse pior, mas aqui é extremamente calmo. - diria com ar de dúvida, esperando por uma resposta e por eventuais perguntas dos comerciantes com quem pudesse conversar até ter comprado tudo. Ao fim, assim que tivesse comprado a comida, questionaria a respeito de um possível bar ou taverna, um local onde pudesse comprar bebida. - Sabe onde posso comprar vinho a um bom preço?






Histórico:
 






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MensagemAssunto: Re: 5º Tale: Into the Unknown   5º Tale: Into the Unknown EmptySex 10 Jan 2020, 09:36


Narração

Céu Nublado, -25°
Manhã
Localização: Karakui - Grand Line



Into the Unknown

Elsa Volkerbäll

Mãe e filha se abraçavam fortemente, ao mesmo tempo que com carinho, demonstrando a forte ligação que se tinha entre as duas, mesmo que as mesmas não compartilhassem do mesmo sangue. Na verdade, apenas o sentimento importava. As duas sabiam disso. O sorriso de Volkerbäll era brilhante, assim como um diamante de gelo. Sua filha também se equiparava, demonstrando um sorriso mais energético, mas, equiparavelmente bonito.- Seria tão legal ter um boneco de neve desse!- a menina batia palmas de animação, que eram abafadas pelas luvas de lã que a mesma usava. Volkerbäll retirava então as luvas de Às, para observar o estado das mãos da garota e seus ferimentos pareciam estar em uma condição bem melhor. O instinto maternal que agora habitava a alma de Elsa fez a mesma agir de tal maneira, mesmo que com a melhora das mãos da garota, a revolucionária não deixava de se preocupar com o estado da garota, como toda boa mãe faria com o seu filho. Não é de se espantar o comportamento da Rainha dos Espinhos, ao imaginar por todos os horrores que a sua filha havia passado em Pindorama, onde foi livrada da possibilidade de perder as suas mãos devido os conhecimentos médicos de Elsa. Às por sua vez, movia os dedos, abrindo e fechando a mão, para demonstrar para sua mãe como eles estavam.- Não estou sentindo incômodo algum. Nadinha de nada, veja!- então, a menina começava a aumentar a velocidade com que movimentava seus dedos, dando um sorriso enquanto olhava para os olhos azuis de Elsa, em resposta a pergunta da loira.

Elsa então levantava a questão sobre as compras, perguntando para Às sobre o passeio até o mercado de Karakui, mas, não antes de apertar o nariz da pequena com os dedos, de forma carinhosa.- Sim, é claro que eu te ajudo mãe!- a garota colocava novamente suas luvas de lã em suas mãos, enquanto escutava Elsa comentar sobre o chocolate quente com especiarias e sobre o bolo, o que fazia garota levar as mãos até o queixo, enquanto levantava a cabeça com os olhos fechados, como se estivesse imaginando algo.- Hmmm... eu mal posso esperar!- a garota dizia, já pensando nas guloseimas que sua mãe havia comentado.

Elsa pedia para a menina se despedir de Mindy e logo ela atendia sem dizer nada, correndo até os braços da sua outra mãe para lhe dar um abraço demorado e forte, mesmo que Mindy não tivesse se levantado da cadeira onde estava, onde Elsa conseguia observar toda a cena.- Tome cuidado, ok?- Mindy dizia, antes de dar um beijo na testa de Às, demonstrando um sorriso tênue logo após. Às então rapidamente voltava para Elsa, dando-lhe a mão.- Tudo bem mãe, eu estou pronta.- a menina falava olhando para Elsa, esperando a mesma começar a se mover.

Logo mãe e filha saíam da residência, adentrando o ambiente aberto e esbranquiçado de Karakui, coberto de neve e de gelo. Poucas pessoas caminhavam pelas ruas, as que andavam, sempre trajando algum casaco, normalmente de pele de animais que habitam os climas mais gelados; ursos, raposas, guaxinins e etc. Era possível notar também que a maioria dos habitantes da ilha possuíam uma estatura um pouco mais alta que a média, normalmente tinham olhos claros, assim como seus olhos, normalmente variando entre tons de azul, típico de pessoas naturais de lugares frios. As casas em sua maioria eram de pedra, com poucas sendo completamente de madeira no estilo oriental. A ação dos marinheiros era escassa por enquanto, Elsa apenas notando alguns de longe, fazendo uma patrulha preguiçosa. Deveria ser o frio.

Elsa procurava então por uma loja onde pudesse comprar os alimentos que desejava, e logo via um estabelecimento de madeira, com as portas fechadas. Na parte de fora, tinha uma plaquinha com o nome "Aberto". Um letreiro se encontrava mais acima, onde estava escrito "Mercearia do Sheik". Elsa então decide adentrar para conferir a loja por dentro, juntamente de Às. Dentro do estabelecimento, encontravam-se uma diversidade de doces e salgadinhos. Rosquinhas com cobertura, biscoitos, chips de batata e diversos outros.- Mãe, eu quero esse!- Às apontava para uns pequenos bloquinhos quadrados, um doce que incomum nunca visto por Elsa.- Ah, então a moça gostaria de provar uma rapadura não, é?- uma voz masculina surgia ao fundo.

Elsa então olhava para o fundo da loja, e ela notava um homem atrás do balcão de madeira, trajando roupas de frio. Ele tinha a pele morena, cabelos negros e bagunçados e olhos escuros, tendo uma constituição magra e utilizava brincos pretos. Ele não parecia ser nativo de Karakui.- Eu lhe garanto que você não vai se arrepender de comprar esse doce, pequena. Ele é típico de minha terra natal, Alabasta!

A revolucionária então, se aproximava do balcão juntamente de Às e logo pedia as informações sobre alimentos dos mais diversos tipos, como carnes, peixes e legumes. O vendedor por sua vez, parecia se animar com a pergunta da loira.- E-eu tenho algumas coisas que a senhora vai adorar. Vou dar um pulinho no estoque!- o homem de Alabasta, rapidamente virava o corpos e corria para adentrar uma porta, que se tinha atrás dele. Não demorava muito e o rapaz trazia os alimentos que foram indicados por Elsa; carne vermelha vermelha congelada, uma sacola cheia de legumes e vegetais diversificados e um peixe inteiro. O homem colocava uma tábua de madeira por cima do balcão, onde ele colocou por cima a carne vermelha e o peixe.- Bacalhau e filé mignon, a senhora irá adorar.- o homem apontava para a sacola com os legumes e verduras com o dedo indicador da mão direita.- Ali tem cebola, tomate, alho, cenoura, salsinha, batata, repolho, alface e beterraba. É um kit que eu faço, espere que a senhora goste.- o homem então sorria, ao ouvir o comentário de Elsa, sobre o frio que estava fazendo.- Realmente, está mais frio que o normal aqui em Awakino.

Elsa havia percebido a oportunidade de prolongar a conversa, visto que o homem nitidamente estava deslumbrado com a aparência da moça, principalmente pelo fato de andar com bem menos roupa do que o adequado numa ilha de inverno.- Eu me chamo Sheik Al-Sameid, prazer em conhece-la, Llyz.- o homem fazia uma reverência cortês.- Como é morar em Karakui?- o homem fez um semblante pensativo antes de dar a resposta.- Bom, se em Alabasta o calor incomodava, aqui é o frio. Mas, eu gosto daqui. É um local pacato, mas, eu consigo vender bem até. Eu vim para morar aqui junto de minha esposa, ela é daqui de Karakui.- o homem prosseguia. Então, Elsa começava a desembolsar alguns berries, para pagar o comerciante.- É 80.000 no total, incluindo aquele pote com as rapaduras.- o homem dizia, ansioso pelo pagamento.- Muito obrigado!- o homem recolhia os berries e os guardava em seu bolso, colocando uma sacola para o peixe e uma para a carne. Quando indagado sobre onde vendia algum vinho de qualidade o homem novamente fazia uma expressão pensativa.- Hmmm.... acho que a senhora deveria procurar o Red's Drinks, é pertinho daqui, só seguir ao sul e dobrar na terceira rua a direita. Fica no final da rua, logo a senhora irá perceber.- dizia Sheik, entregando os produtos comprados para a loira.- Voltem sempre!- o homem dizia, enquanto Às e Elsa começavam a se dirigir até a porta da loja, mas, não antes da garota pegar o pote com as rapaduras e provar uma delas.- É bom!- a garota falava após comer um bloquinho daquele doce esquisito.

Antes de Volkerbäll e Às saírem pela porta, elas escutariam a mesma se abrindo e o ambiente se tornando mais frio. Um homem que utilizava óculos escuro e roupas da marinha, estilizada para o ambiente frio adentraria a loja. Era alto e galego, tinha também uma constituição musculosa. Ao seu lado, segurando a sua mão, tinha um pequeno garoto, de olhos azuis claros e cabelos loiros, que vestia roupas de frio assim como o marinheiro. O homem andaria em direção ao balcão juntamente com o garoto que aparentava ter seus 11 ou 12 anos, até que ele esbarraria levemente no ombro de Elsa.- Opa, desculpe-me.- o homem abaixaria um pouco a cabeça para se desculpar e a revolucionária perceberia que seus olhos eram completamente brancos.- Vamos, James, me leve até o balcão.- o homem prosseguiria sua caminhada, sendo guiado pelo menino.

Sheik:
 

Marinheiro:
 

Legenda:
 


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Última edição por Mirutsu em Sab 11 Jan 2020, 01:50, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: 5º Tale: Into the Unknown   5º Tale: Into the Unknown EmptySex 10 Jan 2020, 18:19





- Into The Unknown -

~ Queen of Thorns ~



A passos tranquilos, seguia junto de Às pelas ruas de Karakui, rumo a Awakino, a principal cidade da ilha. Olhos atentos em contraste aos passos despreocupados, por instantes até mesmo esquecia que precisava minimamente manter-me atenta ao frio, especialmente pela menina. - Venha! - dizia de forma amorosa, puxando carinhosamente para perto de mim, deixando de andar de mãos dadas para tê-la junto a mim em um gesto de preocupação com a possibilidade da mesma estar sentindo frio. O ambiente tranquilo era um convite a baixar a guarda e aproveitar o passeio sem preocupações exacerbadas ou paranóias, afinal de contas, com a temperatura que parecia estar pairando na cidade mesmo os marinheiros evitavam estar pelas ruas o que se mostrou nas poucas patrulhas ou soldados pelo local até então. - A maioria deve estar preferindo aquecer-se em bares. - pensava, observando os casacos e as pessoas, estas especialmente pois, ainda que me preocupasse com nossas identidades, era ali muito semelhante aos nativos.

Sheik? - sussurrava em tom de estranhamento. - Vamos dar uma olhada? - comentava com minha filha, já abrindo a porta para adentrar ao estabelecimento. Embora grande parte da cidade tivesse suas construções feitas de pedra, poucas ainda usavam madeira e a mercearia na qual estávamos era uma delas. Imediatamente, podia identificar o mais trivial, os doces e petiscos nas prateleiras, iguarias extremamente atraentes para a menina, que rapidamente encontrava algo que lhe interessasse. - Esse aqui? - indicava o pote com os pequenos blocos amarronzados, até ser surpreendida com uma voz masculina, levemente distante. - Rapadura? - repetia o nome do doce, observando Às no processo, esperando o óbvio, sua confirmação. - Aparentemente sim. - diria, observando então para o dono daquelas palavras.

Imediatamente, observava além das roupas de frio, notava sua aparência claramente destoante da maioria das pessoas com as quais havia passado até então pelas ruas. Seu porte e suas feições não remetiam a uma ilha de inverno, muito pelo contrário, ele parecia um típico habitante de uma ilha de verão e o estranhamento foi inevitável, como se de alguma maneira pudesse supor sua origem, embora não pudesse ser exata em uma possível previsão. - Ouh! - abria um leve sorriso ou ouvir a menção sobre Alabasta. - Algo em você certamente me era familiar, já fiz negócios com algumas pessoas de Alabasta, vocês são bem singulares em questão de aparência. - comentava, soltando um riso em meios a gesticulações. - Digo… eerr, é coisa minha sabe?! Ficar observando as feições e identificar traços de uma região específica. Alabasta me parece um ótimo lugar, dá pra perceber pela simpatia de seu povo. - comentava um pouco encabulada, mas sempre tentando manter a cortesia para com o vendedor. - Eu vi as notícias de lá a pouco tempo. Parece que a Rainha está passando por alguns perrengues. - comentava, ao mesmo tempo que no íntimo não conseguia me fazer indiferente para com a regente. - Espero que Ísis esteja bem. - deixava o olhar correr pelo chão em uma expressão curtíssima de preocupação.

Mas como um click, voltava a esboçar um sorriso e seguia em direção ao balcão para solicitar o que queria comprar. Enquanto aguardava pelo retorno, observaria o balcão e, se encontrasse um biscoito, indicaria para que Às o pegasse. - Às, me dê o pote de rapadura e pegue aquele ali. - diria a menina, apontando para um biscoito Palmier, feito de massa folhada, açúcar e canela. Se houvesse algo do tipo no estabelecimento, adicionaria-o as comprar, pagando o valor devido a ele também. Com o retorno de Sheik, vinha também uma série de alimentos que ele fazia questão de mostrar e explicar, embora eu não fosse uma expert na área da cozinha, me fazia interessada em ouvir e observar a qualidade dos produtos. - Acho que você está certo, eu gostei mesmo! - respondia sorrindo, antes de questioná-lo sobre o clima do dia além de me apresentar formalmente.

É um prazer conhecê-lo então Al-Sameid. - retribui a reverência. - Jura? Estão juntos a quanto tempo? - corava um pouco, antes de justificar a pergunta. - Desculpe a pergunta tão direta, mas é que estou casada a pouco tempo. Nessa vida de comércio, vivemos em função do trabalho, sei que me entende. Até o momento, posso afirmar que estão sendo os melhores dias da minha vida. - comentava com Al-Sameid, enquanto retirava os Berries para o pagamento. - Também levarei esses biscoitos. - Indicaria, caso houvesse os biscoitos que queria. Após o pagamento, questionei a respeito de um local para comprar bebidas e o destino indicado era um local chamado Red’s Drinks, o comerciante inclusive, gentilmente indicou o caminho a ser seguido. - Obrigada! Se eu precisar de mais alguma coisa, eu retorno! - esticava a mão para um aperto antes de sair da loja. Ainda no interior da mesma, Às puxava uma das rapaduras para provar, imediatamente exaltando o quanto havia gostado do doce. - Deixe-me provar uma delas então! - buscava com a mão um dos blocos, mordendo-o em seguida. - Um pouco difícil de morder não? - comentava com certo estranhamento, embora mantivesse o ar cômico. - Mas você parece não ter problemas com isso.

Após provar o bloquinho, fazia uma leve careta, embora não desgostasse, achava a rapadura doce demais para meu gosto. - Muito doce! - comentava em tom de brincadeira. - Não coma demais! Senão vai te dar dor de barriga e você não vai querer jantar! - comentava com Às, antes de esbarrar em uma figura que adentrava o estabelecimento. - Desculpe… - comentava até perceber o símbolo na marinha nas vestes do homem. O olhar correu até os do homem, notando-o de imediato sua cegueira. - … não precisa se preocupar, eu devia ter prestado atenção. - mantinha o tom de sobriedade, disfarçando e deixando o homem seguir o caminho com o rapaz que o guiava. Saia da mercearia, observando-o pelas costas por breves segundos. Uma vez do lado de fora, continuaria a caminhar sem hesitações. - Temos mais um lugar para ir antes de voltarmos. - comentaria com Às, dando a ela a metade da rapadura que havia comido. Assim seguiria o caminho estipulado rumo ao Red’s Drinks, observando o local pelo lado externo por alguns segundos, até mesmo usando o Haki para analisar o interior do local. - Vamos evitar um pouco de baderna desnecessária. - pensava, enquanto falava com Às. - Fique perto, ok?

Adentraria ao local, observando os arredores enquanto caminhava até o balcão. - Olá! - diria, caso fosse atendida de imediato. - O dono da mercearia me falou que aqui é um bom lugar para comprar bebida. Vocês por acaso tem vinho tinto, vinho branco e um Bourbon para vender? - se o atendente confirmasse as bebidas para a venda, pediria algo para beber, enquanto ele buscasse os pedidos. - Uma dose de conhaque por favor… sem gelo!








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MensagemAssunto: Re: 5º Tale: Into the Unknown   5º Tale: Into the Unknown EmptySab 11 Jan 2020, 02:32


Narração

Céu Nublado, -25°
Manhã
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Into the Unknown

Elsa Volkerbäll

Elsa então fazia as últimas compras na Mercearia do Sheik, antes de ir atrás da loja de bebidas indicada pelo nativo de Alabasta. Vokerbäll e Às adicionaram um delicioso biscoito para os produtos que iam comprar, conhecido como biscoito Palmier, que se tinha próximo aos outros doces que eram separados numa prateleira própria. O biscoito era feita de massa folhada, açúcar e canela, certamente era algo mais fácil de comer do que a rapadura escolhida por Às, e era tão deliciosa quanto a guloseima de Alabasta. Então, logo a revolucionária pegava um pacote dos biscoitos, visto que a venda dos mesmos separadamente não era possível. A loira se aproximava juntamente de Às, para pagar pelo o último produto, enquanto Elsa fazia perguntas sobre o relacionamento de Sheik com sua esposa e sobre o seu local de origem, as terras desérticas da ilha de Alabasta.- O estilo de Alabasta é um tanto excêntrico, mas, de uma maneira boa. Bom, ainda tem pessoas que me olham com estranheza, devido ao meu tipo físico diferente do comum aqui em Karakui, mas, nunca tive problemas por causa disso. Creio que isso seja normal.- o homem dava um pequeno riso.- Não tenho visto muitas notícias de Alabasta recentemente, acho que depois eu vou pegar algum jornal para ler mais a fundo como estão as coisas por lá. Esse ano eu pretendo fazer uma viagem para lá, para visitar os familiares.- comentava Sheik sobre a situação atual de sua terra natal.- Ah, a conheci quando ela estava de viagem em Alabasta, já fazem 4 anos. Foi amor à primeira vista, nós nos encontramos numa noite de lua cheia andando pelo deserto. Foi maravilhoso.- o homem mantinha um sorriso bobo em seu semblante, ao falar como conheceu sua esposa.- Ah, a senhora se casou recentemente? Meus parabéns!.- o homem dava um sorriso, mostrando dentes brilhantes e brancos. Quando Sheik nota Elsa desembolsando os berries para pagar os biscoitos que tinha pegado, o homem fica mais agitado.- Não precisa pagar por esses, é por conta da casa.- o homem dizia, ainda mantendo uma expressão feliz e logo estendia sua mão, para apertar a mão da revolucionária disfarçada. Elsa respondia o homem com um aperto de mão firme e logo, cumprimentava-o de maneira cortês e o Sheik retribuía na mesma moeda.- Eu que lhe agradeço, senhora. E também a você, pequenina!- o homem então acenava para Às, que devolvia acenando de volta para Sheik.- Tchau, seu Sheik!- a menina dizia, enquanto virava-se para sair da loja, enquanto pegava um bloquinho de rapadura do pote que estava com ela. Realmente era um doce muito bom, como Às havia dito, mas, também difícil de se morder.- É verdade, é difícil mesmo de comer, mas, ainda é bastante gostoso!- Às dizia para Elsa, ao ver sua mãe comendo um dos bloquinhos de rapadura. Apesar de achar muito bom, Elsa também achava-o enjoativo, por ser doce demais, então apenas um era suficiente para a revolucionária, que aproveitava e comentava para Às não comer demais do doce, para não ter uma dor de barriga.- Tem razão, mãe. Vamos guardar para Aisha também!- como esperado, a menina estava prestando bastante atenção ao disfarce, assim como Elsa.

A Rainha dos Espinhos terminava de conversar com a filha ao se esbarrar com o marinheiro, Elsa desculpava-se de maneira cortês, mas, com um pouco de medo, afinal era um marinheiro. Apesar disso, ela não havia sentindo nenhuma intenção de ataque vinda daquele homem. Afinal, por ser cego, ficaria ainda mais difícil de descobrir o disfarce de Elsa. Essa situação poderia fazer a mesma refletir: até mesmo marinheiros e talvez até agentes do temível governo poderiam ter suas próprias famílias para cuidar. Antes de sair completamente da loja, Elsa escuta o marinheiro conversando um pouco com Sheik.- Bom dia, Sheik. Tudo bem com você, meu rapaz?- o marinheiro dizia num tom mais animado.- Bom dia, sargento McKnight. Tudo bem comigo sim, e com o senhor? Como está a recuperação dos seus olhos?- Sheik dizia, mostrando uma expressão apreensiva.- Ah, sobre isso, infelizmente, não vou conseguir enxergar novamente. A luta contra os piratas deixou a sequela permanente. Mas, mesmo que eu não consiga ver, graças a Deus eu ainda estou vivo. Ainda posso aproveitar a companhia de meu filho e esposa.- e essas foram as últimas palavras que Elsa escutou antes de sair pela porta e voltar para as ruas de Awakino.

A loira comentava com a filha que ainda faltava um lugar para ir antes de voltar e Às parecia ter muita energia de sobra ainda.- Então vamos lá!- a menina permanecia energética. Seguindo as coordenadas que foram dadas por Sheik, rapidamente Volkerbäll e Às chegavam ao destino: Red's Drinks, local de venda de bebidas que foi indicado por Sheik. A loira logo notava a loja de madeira, parecida com a frente da mercearia de Sheik, mas, com algumas ilustrações de garrafas de vinho, uísque, cerveja e vodka. Utilizando de seu Haki, Elsa analisava o interior do local e não sentia nada de diferente, apenas uma presença dentro do local. A médica dava algumas instruções para a menina, que pela primeira vez naquele dia fazia uma expressão mais séria.- Ok.

Aproximando-se do local, Elsa notava escrito na porta de entrada, a mesma plaquinha que havia observado na mercearia de Sheik, que sinalizava que o estabelecimento estava aberto. Abrindo a porta, Elsa observava o local que tinha diversas prateleiras por trás do balcão de madeira, com várias garrafas de vidro das mais diversas bebidas. A única coisa que se tinha na frente do balcão, eram algumas mesas e cadeiras de madeira, cada uma com 4 taças de vidro dispostas. No meio, havia uma mesa de bilhar, completamente limpa, com 4 tacos de madeira postos sobre ela.

A figura que Elsa havia observado por ali estava; era um rapaz loiro e alto, com o corpo esguio, tinha olhos verdes e vestia trajes estilizados de bartender. Encontrava-se atrás do balcão, preparando alguns coquetéis, até Elsa vir falar com o mesmo.- Olá, senhora.- o homem respondia de maneira refinada.- Ah, o senhor Sheik indicou a minha loja? Que gentileza a dele, nós nem nos falamos muito.- o bartender dizia, dando um sorriso.- Temos sim senhora, a gente faz fabricação caseira aqui na Red's Drinks.- o homem logo iria buscar as bebidas para Elsa, até que a mesma pedia uma dose de conhaque repentinamente.- Uma dose de conhaque sem gelo saindo para a senhora imediatamente.- o rapaz então pegava uma garrafa da bebida alcoólica e depositava no copo, voltando para o balcão, onde colocava a dose para Elsa.- Aqui está, senhora. Uma dose de conhaque sem gelo.- o homem sorria, mas, logo voltava a procura das outras bebidas que Elsa tinha pedido de maneira veloz.
Bartender:
 

Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: 5º Tale: Into the Unknown   5º Tale: Into the Unknown EmptySab 11 Jan 2020, 17:41






- Into The Unknown -

~ Queen of Thorns ~



Parece que as coisas não andam fáceis para ambos os lados. - o pensamento levemente austero surgia no breve espaço de tempo em que tive contato com o marinheiro que havia passado pela mercearia. Embora não mais no local, ira inevitável deixar de pensar a respeito das circunstâncias. - É como Tidus falou, o Mundo ainda continua girando. - permanecia em minhas divagações. Embora em lado oposto ao da Sargento na luta por justiça, não podia deixar de compadecer com sua situação e a maneira positiva com a qual ele tratava sua perda de visão. Nisso talvez houvesse algo de comum entre nós, ainda que marinha e revolução caminhassem em lados opostos, nossos intenções eram as mesmas se observássemos a essência, proteger e libertar. Talvez por isso, nutrisse um sentimento de respeito para com aqueles marinheiros que de fato eram corretos em suas condutas e porque não, manter uma certa desconfiança de piratas, uma vez que fui criada em meio a marinheiros no passado. - Esqueça isso Elsa, você tem outras prioridades. - movia a face em uma expressão negativa, ignorando o prosseguimento do pensamento para focar-me no agora.

Com Às junto de mim, entrávamos no Red’s Drinks, após alguns segundos de aguardo no lado de fora, para ter certeza de que não havia nada de hostil no interior do estabelecimento. A passos sutilmente mais firmes, caminhava em direção ao balcão, observando o local em seus detalhes, desde as prateleiras e bebidas até a mesa de bilhar. Ao chegar ao balcão, era atendida rapidamente pelo bartender. - Ah, então trate de conversar mais com ele! Especialmente se for pra agradecer por ter sido indicado. - brincava com o rapaz, enquanto ele me explicava a respeito da produção artesanal das bebidas dali. - Ahh, então acho que estou no lugar certo. Pessoalmente eu prefiro muito os produtos artesanais. - comentava. - Deve ser um costume já, uma vez que a boa parte do North Blue era abastecida com vinhos artesanais de Lvneel. Você conseguiu me deixar realmente ansiosa agora. - apoiava um dos braços no balcão, ajeitando o cabelo com a outra mão, enquanto mantinha o olhar em Às.

Enquanto o homem buscava minhas bebidas, ele servia-me a dose de conhaque, a qual eu prontamente colocava em minhas mãos antes de sentir seu aroma. - Hmmm… - por alguns instantes, apenas apreciava a bebida, sentindo as notas de baunilha e nozes que nela havia antes de dar um primeiro gole. - É, definitivamente é um ótimo conhaque! - diria, assim que o homem retornasse com as bebidas. - Desculpe a pergunta, mas é que sou nova na ilha, vim passar alguns meses com minha família. Mas notei que aqui por Awakino, há muitos poucos marinheiros em patrulha. Normalmente uma ilha com um Quartel General se mostraria mais presente nas ruas, embora o ambiente tranquilo seja um dos fatores para haver tão poucos por aqui. Sabe me dizer se há um motivo para tal? - questionaria o rapaz de forma sutil e tranquila, esperando sua resposta para então comentar. - Entendo. - suspiraria. - Então? Quanto eu devo? - após o homem avisar-me do preço, lhe pagaria o valor estipulado antes de recolher as garrafas. - Eu não sei se há um posto médico próximo daqui, mas se servir de informação útil. Tenho formação em medicina, se alguém estiver precisando eu posso ajudar com consultas e tratamentos simples. - diria, demonstrando proatividade para com a comunidade de moradores. - A propósito, me chamo Llyz. - diria, antes de me despedir do barman, indicando com o dedo para que Às me seguisse.

Parece que temos tudo aqui. - comentaria com a garota, enquanto caminhava junto dele em direção a nossa casa. Chegando ao local, puxaria a garrafa de Bourbon, dando a ela. - Façamos o seguinte. Leve essa garrafa para Tidus enquanto eu entro com as compras e falo com Mindy. Quando entregar, vamos esperar pelo almoço fazendo uma guerra de bolas de neve. O que acha? - diria a menina, beijando-a na testa. Assim deixaria que ela levasse o Whisky, enquanto eu entraria na casa. - Aisha! Voltamos! - chamaria por minha companheira, caminhando em direção a cozinha. - Demoramos demais?








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MensagemAssunto: Re: 5º Tale: Into the Unknown   5º Tale: Into the Unknown EmptySeg 13 Jan 2020, 01:42


Narração

Céu Nublado, -25°
Manhã
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Into the Unknown

Elsa Volkerbäll

Elsa continuava a conversação com o bartender da Red's Drinks, que demonstrava uma rapidez na realização do seu trabalho, que sorria ao escutar o comentário da revolucionária, sobre o relacionamento do mesmo com Sheik.- Com certeza agradecerei o senhor Al-Sameid, pela indicação.- o rapaz sorria enquanto voltava com as garrafas de vinho tinto e vinho branco, uma em cada mão, e logo após proferia suas palavras com ética cortesã, que era uma característica marcante do mesmo. Então o jovem de cabelos loiros colocou as garrafas sobre o balcão, próximo onde Elsa estava sentada, uma ao lado da outra, ambas geladas.- Só um momento, senhora. Irei trazer o seu Bourbon- o jovem bartender virava-se, indo a passos rápidos até uma das prateleiras de madeira que tinha das mais diversas bebidas, e de lá tirava o Bourbon pedido por Elsa. Colocando-o na mesa, ao lado dos vinhos, o rapaz apontava para o rótulo que se tinha em todas as garrafas, que tinha uma forma estilizada de uma rosa dourada, que dentro era é possível ver o nome Red's Drinks escrito em branco.- A senhora estava falando que gostava de produtos artesanais não é mesmo?- o rapaz batia levemente com o dedo no rótulo da garrafa.- Então, é assim que a gente identifica nossos produtos, com esse rótulo.- o rapaz terminava a explicação, dando um sorriso logo após escutar o comentário de Elsa sobre o North Blue.- North Blue? Dizem que lá possuem um ótimo vinho, na cidade de Micqueot, em Budou Island. Pessoalmente eu nunca provei, mas, um dia gostaria de averiguar a qualidade do mesmo.- o rapaz mostrava um sorriso leve, começando logo a limpar as mãos com um lenço branco.

Elsa observava Às, que parecia um pouco entediada ao ver a sua mãe falando sobre bebida alcoólica. Certamente é um assunto que não atrai muito a atenção de uma criança, então a garota se limitava a esperar a sua mãe terminar de realizar o seus assuntos, enquanto apoiava-se no balcão com os dois braços, levando as mãos aos queixos.

Elsa então voltava a atenção para a sua bebida, mais especificamente o conhaque, sentindo o aroma doce que emanava do copo. Após beber, sentia uma explosão de sabores vinda da bebida destilada, e logo elogiava a mesma, o que fazia o bartender loiro realizar uma reverência para Elsa.- Fico feliz que a senhora tenha gostado de nossa bebida.- o rapaz terminava a reverência, levantando novamente a cabeça. Elsa então puxava o assunto sobre a atuação da Marinha na cidade de Awakino, visto que estranhava a falta de patrulhas mais ativas pela cidade gélida.- Sério? Nunca suspeitaria que a senhora fosse de outro lugar.- o rapaz fazia uma expressão de surpresa, seguido de uma pequena pausa.- Bom, a cidade de Awakino não tem uma população muito grande e a criminalidade também não é alta por aqui. Na verdade, até os bandidos devem preferir não atuar nesse enorme frio que está fazendo. Ah, felizmente nós também temos a Comodoro Amber Himmelstein, que é bastante forte. Ela impõe muito medo aos criminosos.- o rapaz prosseguiu, terminando a explicação. Escutando a pergunta de Volkerbäll sobre os preços, o rapaz falava como sempre em tom calmo.- 90.000 berries é o valor total senhora.- Elsa então entregava o dinheiro ao rapaz, que recolhia-o rapidamente.- Obrigado.

Questionado sobre a localização do posto médico de Awakino, o rapaz primeiramente guardava o dinheiro numa gaveta do balcão.- É só seguir até o quartel da Marinha e a senhora encontrará um posto médico por lá. Algumas moças fazem o atendimento e temos até médicos e enfermeiros por aqui... na verdade, o que está em falta são pacientes. Acho que nós de Awakino já conseguimos até mesmo desenvolver imunidade a resfriado.- o rapaz dizia em tom cômico.- Mas, sempre é bom ter médicos em qualquer lugar. A senhora sempre será bem vinda por causa de seus dons, disso eu tenho certeza.- o rapaz continuava a sua fala com um sorriso brilhante.- Me chamo Kim, senhora Llyz. Foi um prazer atender a senhora.- novamente, o rapaz fazia uma reverência.

- Ok, vamos para casa então!- a menina respondia o comentário de Elsa, demonstrando novamente animação. Elsa saía da taverna juntamente de Às, enquanto menina fazia alguns comentários sobre o local e sobre Kim.- Aquele moço é bastante educado não é? Tão educado que chegava a ser estranho. E aquele local me dava tédio.- dizia a menina, enquanto caminhava com sua mãe. Logo as duas chegavam em frente da casa onde por enquanto moravam, onde Elsa fazia um pedido para Às, que assentia com a cabeça ao pedido da sua mãe, que por sua vez beijava a menina na testa.- Tudo bem. Passe ele para mim. Mas, nem pense que eu irei esquecer a guerra de bolas de neve.- a revolucionária entregava o Bourbon para Às, que segurava-o abraçado.- Que frio! Tenho que ir logo!- a menina rapidamente se deslocava até a casa de Tidus, que ficava ao lado da casa de Elsa, enquanto sua mãe abria a porta e adentrava a sua própria residência.

- Eu tô aqui na cozinha!- Mindy respondia o chamado de Elsa. Caminhando até a cozinha, Elsa via Mindy fazendo uma ação bem rotineira: estava bebendo um pequeno copo d'água, após terminar de limpar os pratos. A moça terminava de beber a água, colocando o copo na pia.- Até que foi bem rápido...- a moça fazia uma expressão confusa, olhando em direção a Elsa.- Errr... cadê a Às?- a expressão de confusão de Mindy se acentuava ainda mais.

Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: 5º Tale: Into the Unknown   5º Tale: Into the Unknown EmptySeg 13 Jan 2020, 21:44






- Into The Unknown -

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Compreendo… - sutilmente soltava uma resposta contida as informações pescadas, entre um pequeno gole e outro do conhaque. - Então aqui funciona como uma espécie de zona segura, onde a maioria opta por se manter neutra em assuntos dos quais normalmente tomariam uma posição. Talvez por isso tenhamos sido mandados para cá. - silenciosamente, pensava a respeito do assunto, especialmente a saber da Comodoro. - Uma figura de comando como ela deve ser capaz de contornar ameaças e aparentemente, ela administra bem a ilha, não há sinais de nada abusivo até agora. - durante o devaneio, observava Às não muito animada por ali, o que era bem esperado para uma criança de sua idade. - O prazer foi todo meu Kim. - respondia ao homem antes de sair do estabelecimento em direção a casa. No caminho de volta, minha filha tomava uma postura mais falante, não deixando de comentar a respeito do barman e de sua estranha educação. - Hahaha… eu também sentia tédio nesses lugares quando eu ia com meu pai. - repentinamente ficava muda ao fim das palavras, como se tivesse dito algo proibido e imediatamente, procurava contornar o assunto. - Cordialidade em excesso realmente parece estranho, mas talvez seja apenas uma exigência do local, ser sempre bem educado com os clientes. - comentava com a menina.

Na chegada, pedia para que a mesma levasse a casa de Tidus e os demais uma garrafa de Whisky, pedido este que era aceito, apesar da reclamação dela a respeito do frio. - Não reclame do frio se quer uma guerra de bolas de neve! - dizia em tom jocoso, enquanto a observava andar em direção a residência, antes de eu mesma entrar em casa. Onde era recebida por Mindy, que imediatamente percebia a ausência da menina. - Às foi levar uma coisa que comprei para os Tidus e Helves, para que eles se lembrem de que estamos aqui. - dizia em meio a risos suaves, como se brincasse com a situação. - A ilha está uma calmaria só, não se preocupe tanto. - caminhava na direção da mulher, deixando sobre a mesa da cozinha as compras e puxando as garrafas de vinho recém compradas. - Fui chamada para uma guerra de bolas de neve. Ninguém sabe como eu posso voltar desse conflito, mas até lá temos um pouco de tempo, se quiser aproveitar! - dizia de forma maliciosa, flertando com a mulher.

Após o breve momento de malícia, caso prolongado ou não por Mindy, comentaria com a mulher em tom casual a respeito das coisas de casa. - Agora que passamos esse tempo nos recuperando, acho que seria bom voltar ao meus projetos. Lembra-se da estufa que encontrei em meus pertences? Acho que vou retomar meus estudos em botânica e fármacos. - fazia uma leve pausa, atenuando o tom casual e conduzindo para algo levemente mais sério. - Também queria conversar a respeito de algumas coisas da revolução. Algumas coisas que vem atormentando minha mente recentemente. - dizia aquilo com as mãos a apertar minha cintura antes de juntá-las em um claro sinal de que, o assunto pedia um momento particular entre nós duas. - Bom! Tendo dito isso, o que acha de acompanhar a minha batalha, antes de almoçarmos?! - comentava com um sorriso no rosto, já puxando-a para vir comigo até a frente da casa. Onde caminharia sozinha até o quintal coberto pela neve, onde faria uma bola enquanto esperava pela volta de Às, caso a menina ainda não estivesse por lá. Independente, surpreenderia minha filha, arremessando a bola contra sua cabeça de maneira bem suave.

Em uma Guerra de Bolas de Neve, deve-se estar sempre atenta! -
bradaria, abaixando-me para pegar uma outra bola. - Me mostre o que você tem!








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