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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Capítulo VI - Por onde começar?

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Capítulo VI - Por onde começar?   Capítulo VI - Por onde começar? EmptySex 27 Dez 2019, 00:37

Capítulo VI - Por onde começar?

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Ishin Murasaki. A qual não possui narrador definido.


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Ishin Murasaki
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Ishin Murasaki

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MensagemAssunto: Re: Capítulo VI - Por onde começar?   Capítulo VI - Por onde começar? EmptySab 28 Dez 2019, 03:18

O dia anterior foi marcado por sua despedida junto a Tajima e Oslo na parte de cima da velha loja de frutos do mar, Ishin caminhava pela ilha pensando em como aproveitar sua nova vida, havia tantas coisas a se fazer que mesmo ainda jovem (17 anos), uma vida, mesmo que longa, parecia curta demais.

- "Todos aqueles livros de história... Eu quero conhecer tudo!" Pensou encantado ao fechar os olhos de maneira saudosista, tentando lembrar de cada conto e cada relato que leu.

O jovem espadachim não cansava de se surpreender com a diversidade do mundo, talvez por ter perdido a memória de seus treze primeiros anos de vida, talvez por ter uma natureza curiosa, fato é que Ishin precisava começar de onde estava, e mesmo a velha Malkiham por onde viveu seus últimos quatro anos, carregava segredos que pareciam pedir para serem descobertos.

Anos atrás, durante suas leituras sobre contos locais, Murasaki esbarrou por vezes com o nome (Malkans) e como estes eram um povo recluso e territorialista, sendo supostamente os primeiros a chegar na ilha, mas a falta de informações adicionais era a regra, e seus livros não eram suficientes para saciar a curiosidade implacável do espadachim.

- "Por onde começar? Tenho que ser cauteloso... Acho que algum tipo de oferenda ou presente pode ajudar a mostrar meu respeito e intenção." Continuava imerso em seus pensamentos enquanto seguia caminhando.

Como bom beberrão que era, Ishin só conseguia pensar em um presente infalível e que, de certa forma, representava união. Uma boa garrafa de saquê.

Seu plano era chegar na zona comercial de Malkiham e procurar por alguma loja que vendesse saquê e decidiria se o mesmo deveria ser conquistado pelo ouro ou pelo sangue a depender da índole do vendedor. O gosto do saquê poderia ser prejudicado caso a energia em torno dele fosse negativa, pelo menos era nisso que o rapaz acreditava.

- "Aquele saquê das termas foi o melhor, uma pena eu não poder levar um daquele para os Malkas." Pensou lembrando da grande batalha.

Caso encontrasse algum vendedor(a) iria a princípio observá-lo por alguns instantes e analisar seu estabelecimento e possíveis atendentes tentando encontrar algum indício de escravidão, maus tratos ou coisas do tipo.

Não havendo indícios de ("injustiças"), se aproximaria:

- Olá senhor(a), quanto está a garrafa de seu melhor saquê? Perguntaria esboçando um sorriso simpático


Concomitantemente, Ishin estaria a procura de algum ferreiro que estivesse disposto a forjar uma katana em troca de algum favor, tarefa ou missão.

Oslo, mestre de Murasaki, havia lhe ensinado que o espadachim deve ser um com sua espada e que esse tipo de relação não podia ser simplesmente comprada. A espada deveria sempre ser feita para alguém, do contrário não passaria de ferro morto.

Oslo escreveu:
(- Essas espadas de loja!? Um bando de pedaços de metal sem alma! )

Caso encontrasse um ferreiro o abordaria da seguinte forma:

- Olá meu bom senhor, vejo que trabalha com espadas, posso ver algumas amostras? Perguntaria tentando se enturmar antes de revelar seu desejo.

- (...) Veja, sou um espadachim em busca de minha primeira espada, contudo, temo não ter o dinheiro necessário para conseguir uma arma que possua alma, uma lâmina forjada pelas mãos de um bom ferreiro(a) como você, não sei se consegue me entender. Diria tentando convencer a pessoa.

- Se houver algo, uma dificil tarefa, uma missão, um trabalho, algo de que precise muito... PORFAVOR!! Deixe-me ajuda-lo em troca de uma arma feita por estas mãos!! Concluiria com sua voz grave fazendo uma reverência simples e honesta ao segurar as mãos do ferreiro(a).

- Ajude a dar vida ao sonho de um espadachim!! Completaria.

Murasaki seguiria seu caminho rumo as lojas parando para pedir indicações do caminho se necessário, apesar de sua perícia em geografia.
(...)
___________________________________________________________________


Objetivos da Aventura:
 

Minhas Vantagens/Desvantagens:
 


Off: Comecei colocando duas opções, podemos começar por onde preferir
(Por ter a Perícia História eu posso considerar que já ouvi/li alguma menção sobre os Malkas né (Vide descrição da Ilha aqui no forum))?

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Vício:
 


Objetivos:
 


- Fala        
- "Pensamento"
(Adendos/Explicações)


Última edição por Ishin Murasaki em Sex 10 Jan 2020, 08:09, editado 2 vez(es)
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CrowKuro
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MensagemAssunto: Re: Capítulo VI - Por onde começar?   Capítulo VI - Por onde começar? EmptyQua 01 Jan 2020, 16:17

Capítulo VI - Por onde começar?
Ishin se via bastante curioso com tudo o que tinha a sua volta, o rapaz parecia encantado com tudo o que encontrava, e sua cabeça não parava de pensar no presente que ele poderia levar para os Malkans, o jovem seguia andando enquanto se via perdido em pensamentos sobre o assunto até que em certo momento, um lampejo de luz surgia em sua mente e uma ideia aparece, uma garrafa de saquê, esse parecia ser o presente perfeito, já que bebendo juntos, duas pessoas podiam quase que se tornar familiares.

O garoto caminhava tão perdido em seus próprios pensamentos que praticamente não notava nada a sua volta, a pequena área de vendas que existia a sua volta, com lojas de peixes, que tinha seu vendedor entusiasmado chamando seus fregueses, lojas de bijuteria que tinham suas vendedoras e vendedores tentando vender a todo custo seus produtos que não pareciam ser tão originais assim, mais a frente um homem, mais calmo e de aparência um pouco mais simples, onde com uma pequena barraquinha mais simples, vendia saquês artesanais, feitos pelo mesmo por uma receita antiga de sua família, o jovem podia perceber o quão diferente era a bebida, até mesmo sua garrafa era bem adornada e bonita, e caso o jovem quisesse provar um pequeno gole antes de comprar, ele poderia fazê-lo, bastava pedir ao homem que o mostrasse mais sobre seu produto.

-Olá meu jovem, pode se aproximar, prove um pouco do meu saquê e me diga o que acha, se gostar e quiser levar, custará apenas dez mil berries, meu jovem.

Após o jovem ter feito o que deveria, comprando ou não o saquê para dar como presente, o mesmo continuava seguindo seu caminho, um espadachim que tanto precisava de uma alma para se tornar completo, esse era o objetivo do rapaz, seu pensamento era correto, de fato um espadachim precisa de uma katana, não ter uma era como se sua alma não existisse e sua vida não fizesse sentido, o jovem se aproximava do artesão com toda a cortesia possível, assim como curiosidade sobre a arma forjada pelo homem, suas palavras deixavam o ferreiro um tanto envergonhado mas logo de imediato o respondia em um tom áspero e ríspido, assim como um verdadeiro ferreiro, seu semblante sério que demonstrava uma certa idade avançada, barba por fazer em seus pelos brancos, um cabelo grisalho, longo que estava preso como rabo de cavalo, seu rosto tinha um pequeno corte na área do seu nariz, que vinha de próximo de um dos olhos indo até o olho seguinte, bem ao meio de sua face, acima do nariz.
"Ferreiro"

-Olá rapaz, se é uma espada que você quer, eu posso ajudá-lo, e bom, se o problema é o dinheiro, talvez eu precise de uma pequena ajuda com algumas coisas, se puder fazê-las por mim, acho que posso lhe ajudar com o que quer… Está disposto a fazer o que eu pedir para conseguir aquilo o que deseja?

A pergunta do homem parecia carregada com algo a mais do que um simples favor a ser feito em troca de algo, por sua postura e a forma como manuseava as armas que forjava, parecia que tinha bastante habilidade com as mesmas, como se fosse um usuário, além de forjador, o homem então o olhava diretamente em seus olhos esperando uma resposta vinda do rapaz, e o que viesse como resposta poderia determinar se ele aceitaria ou não a ajuda do jovem em troca de lhe fornecer uma das katanas que ele tanto queria, parecia que o homem queria algo mais do rapaz, como saber seu verdadeiro motivo para possuir tal arma por exemplo, talvez ele fosse um espadachim também? Ou um samurai? Isso ainda não havia sido revelado, mas o que podemos dizer sobre essas pessoas é que são totalmente fiéis aquilo que acreditam e carregam como certo e errado, tudo dependerá da resposta dada por Ishin naquele momento.

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Ishin Murasaki
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MensagemAssunto: Re: Capítulo VI - Por onde começar?   Capítulo VI - Por onde começar? EmptyQui 02 Jan 2020, 01:43

O tempo parecia passar de uma maneira diferente na mente do jovem espadachim de cabelos longos e negros, Ishin sentia o tempo passar de forma lenta e não cadenciada em seus pensamentos.

Vendedores e comerciantes dos mais diversos tipos de produtos seguiam fazendo suas barganhas e anunciando suas criações com gritos e cartazes no plano de fundo enquanto Murasaki buscava um bom saquê para utilizar como oferenda em sua incursão para Malka Forest.

Não demorou muito para que Ishin avistasse uma pequena tenda de aparência modesta anunciando um saquê artesanal envasado em belas garrafas adornadas.
O jovem espadachim inspirou fundo sentindo o cheiro adocicado da bebida impregnar suas narinas e sua boca salivar, já fazia algumas boas horas desde sua ultima dose e seu corpo já começava a achar prudente beber alguma coisa.

- "Este cheiro não mente!! Este coração não pode ser enganado! Oque temos naquela tenta é o que eu costumo chamar de (...)". Pensou com sua coluna arqueada levemente para trás, repousando sua mão direita sobre o seu rosto e apontando com o indicador da esquerda em direção ao estabelecimento em uma pose quase dramática.

- Um bom Saquê. Completou como se terminasse uma peça teatral.

Após os três segundos essenciais de pausa dramática, Ishin entrou pedindo licença e logo foi atendido por um homem que aparentava ser o dono.

- Olá meu jovem, pode se aproximar, prove um pouco do meu saquê e me diga o que acha, se gostar e quiser levar, custará apenas dez mil berries, meu jovem.

- Senhor, se este fosse o meu ultimo dia de vida eu faria questão de provar seu saquê antes de partir (...) Imagina hoje que, aparentemente, só tenho motivos para comemorar? Por favor me sirva uma boa dose e me prepare uma dessas suas belas garrafas para viagem! Respondeu Ishin com sua voz grave porem num tom amigável.

Após escolher a opção de consumir a dose quente, Ishin conversaria com o homem perguntando um pouco da história da receita familiar e da própria vendinha, realmente interessado em todo o processo envolvido para a produção daquilo que tanto amava.

Passado a curiosidade quanto ao seu vício, Murasaki seguiria bebendo a dose com pequenos goles, parando entre um e outro para assoprar, e abordaria um tema diferente antes de seguir sua jornada.

- Se me permite perguntar... Você e sua família parecem ter uma longa história, posso sentir pelo gosto deste belo saquê.

- Por acaso você sabe algo sobre a Malka Forest e a tribo que vive nela? Nunca ouviu algum rumor sobre eles? Concluiria perguntando, já sentindo o álcool ruborizar suas bochechas.

A conversa seguiria antes de partir rumo ao próximo objetivo em sua lista mental, não sem antes agradecer pela bebida e prometer voltar antes de ir embora de Malkiham para tomar mais uma.

Depois de tudo resolvido na loja de saquê, Ishin seguiu pela rua carregando sua garrafa e esboçando um largo sorriso enquanto buscava algum ferreiro disposto a ajudar.

- "Perfeito, mal vejo a hora de ver qual será a reação deles... Será que eles já beberam saquê alguma vez?" Seguia enquanto se perguntava essa e uma série de outras coisas.

Pouco depois achou um homem alto e com longos cabelos brancos, presos com um rabo de cavalo. Depois de conversarem um pouco Ishin fez seu pedido deixando o homem um pouco sem graça, mas o ferreiro respondeu:

- Olá rapaz, se é uma espada que você quer, eu posso ajudá-lo, e bom, se o problema é o dinheiro, talvez eu precise de uma pequena ajuda com algumas coisas, se puder fazê-las por mim, acho que posso lhe ajudar com o que quer… Está disposto a fazer o que eu pedir para conseguir aquilo o que deseja? Disse o homem.

Como dois espadachins lutando com as laminas de suas mentes, Murasaki sabia que o ferreiro estava o testando e conhecia o preço do erro. Se afastar de seus objetivos.

Antes de responder Ishin se apresentou e perguntou o nome do Ferreiro para saber com quem tratava.

- "Bom, seja lá o que for não quero conquistar minha katana partindo de uma mentira" Pensou antes de responder.

- Não quero lhe enganar meu bom homem, se a tarefa necessitar que fracos e miseráveis derramem lagrimas ou sangue, sinto não poder lhe ajudar (...) Eu poderia ter tudo oque sempre quis, mas nunca mais seria capaz de sentir a doçura suave de um bom saquê ou mesmo dormir tão bem quanto costumo dormir. Diria fazendo sua clássica reverência,simples e honesta.

Caso a tarefa não fosse contra seus ideais, Ishin ouviria com atenção e, passado as negociações e detalhes, faria mais algumas perguntas. Do contrário continuaria procurando por mais algumas horas abordando outros ferreiros como da ultima vez e se não encontrasse seguiria para Malka Forest, tentando conseguir pelo caminho alguma indicação de moradores e comerciantes mais velhos sobre algum ponto específico da floresta Malka que possa abrigar uma tribo, ou um ponto em que mais ocorrências foram notadas pela população.
(...)
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Objetivos Atualizados:
 



Ganhos&Perdas:
 



Off: Zerei o post sem Álcool na Assinatura

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Objetivos:
 


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MensagemAssunto: Re: Capítulo VI - Por onde começar?   Capítulo VI - Por onde começar? EmptySeg 13 Jan 2020, 15:04

Ao termino da compra da sua garrafa de saquê, o jovem Ishin Murasaki resolve, após um breve comentário sobre o saquê, perguntar ao vendedor se ele já ouviu algum rumor sobre a floresta e a tribo Malkan da qual ele tanto almeja encontrar -Bem, meu jovem, eu não sei o motivo de você estar interessado nessa tribo, mas eu posso te contar algumas coisas que eu ouvi falar sobre essa tribo. São tantos boatos que circulam sobre ela, que dependendo de quem você perguntar sobre, sempre terá uma resposta diferente da anterior. Dizem por aí que eles são uma tribo canibal que matam uns aos outros em um ritual sangrento, dizem também que eles matam crianças que nasceram com deficiência física ou mental, pois eles acham que é uma criança amaldiçoada. Além disso tudo, dizem também que eles são a única tribo que já conseguiram domar os assustadores tigres gigantes que protegem a floresta. Bem, são apenas rumores, então eu não vou afirmar para você que é uma verdade, você é que decide se vai acreditar ou não.- terminou o vendedor, que logo se despediu do jovem enquanto vinha um outro cliente comprar um saquê. Recebendo a resposta da sua pergunta, Ishin resolve prosseguir rumo ao seu outro objetivo, conseguir uma espada.

Encontrando um ferreiro, Ishin pôde se ver próximo de conseguir uma espada, porém, em seu caminho ainda se encontrava um obstaculo, o que o ferreiro pediria em troca de uma espada? Do jeito que o ferreiro perguntava e tendo em vista a sua expressão de sério, Ishin percebia-se que teria altas chances de ser algo que ia contra a sua personalidade. Prosseguindo a conversa, o jovem resolve perguntar ao ferreiro o nome dele para saber com quem ele estava falando -Meu nome é Walter, sou ferreiro desta ilha já faz algumas décadas.-. Ishin visando cortar logo qualquer oferta que iria contra o que ele acreditava, dizia para Walter que não faria nada que iria contra seus ideais, independente do que quer que ele ganhasse em troca disso. O ferreiro logo se sentava em uma cadeira que tinha ali por perto e então falava para o jovem com um tom sério -Não, meu caro jovem. Na verdade é apenas alguns pequenos favores...- o homem dava uma pausa para respirar e então continuava -... Eu normalmente não faria esses pedidos para um cliente meu, porém eu ouvi falar algumas coisas boas sobre você, e também soube que você é bom em furtividade, então eu resolvi pedir, eis a coisa que eu quero que você faça em troca de uma espada minha, eu quero que você pegue de volta algo que foi roubado da minha família por um grupo de ladrões, não peço que você mate eles, apenas que pegue de volta utilizando-se de sua furtividade, o que foi roubado foi um talismã que é passado de geração em geração pela minha família, esse talismã representa a sorte, e quem utiliza-la conseguirá grande fortuna para ajudar aos necessitados da família, e os amigos da família. Melhor do que explicar como ela é, é mostrar, então...- o homem tira uma cópia falsa do talismã do bolso e mostra para o jovem -É assim que se parece o talismã, os ladrões deixaram está cópia para trás para que nós não desconfiarmos que fomos roubados. Nós não sabemos muito sobre o esconderijo deles, apenas que fica na cidade de Terrescura, uma cidade que fica distante da nossa cidade (Berrymount).-

Terminando de falar tudo que queria, o ferreiro visivelmente estava abalado emocionalmente, apesar de ser apenas um talismã, aquilo era muito importante para ele e a sua família. O que aconteceria naquele momento, se Ishin aceitaria ou não, apenas ele poderia decidir.


Ilha:
 

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MensagemAssunto: Re: Capítulo VI - Por onde começar?   Capítulo VI - Por onde começar? EmptySeg 13 Jan 2020, 23:41


Malkiham Island
e os ventos do começo!




Prefácio


Amigo leitor, busco-te os ouvidos pelas portas do coração. Senta-te aqui por um instante. Convido-te a mergulhar neste mar vasto, que é a jornada sublime, de um jovem ninja, imaginativo e persistente, que à maneira dos egrégios viajores que roteiam as estradas mais inóspitas, desbravará os vastos mares do mundo, apenas pelo doce néctar que apenas as aventuras e sonhos de se tornar um grande pirata podem proporcionar.

Prólogo


   O mundo não lhe parecia tão grande, tão vasto, portentoso e belo, desde que ultrapassara os limiares de sua terra natal. Em nenhuma das aventuras que teve como novato junto aos Samurais de Wano pode sentir essa estranha e genuína sensação que seria começar a trilhar o próprio caminho. Nunca, nunca as costas de Zounisha lhe pareceram tão pequenas. Seus olhos, lúcidos e serenos, rutilavam como um par de sóis lilases, dada a expectativa do inusitado que florescia à sua frente. Um sorriso encantador se desenhava em seus lábios ao primeiro vislumbre da nova ilha no horizonte. Seu coração palpitava em extrema expectação e júbilo, ao fitar os tênues raios de sol da fria manhã abraçarem a neve que caía num bailar suave, bordando as superfícies de uma brancura tal qual vira na região de Ringo, no País de Wano.

"Gorororo! Esse clima me lembra os amigos do Clã Shimotsuki..."

   Ensaiando os primeiros passos sobre a tábua de arrimo, o seu coração batia em descompasso, ao fitar com os seus olhos ametistas, uma cultura e um povo tão diferentes. "Gorororo! Nos encontramos no Novo Mundo!" Dizia ao se despedir de sua antiga embarcação ante o último gole de Sakê com seus antigos Nakamas. Agora, cheio de esperanças no futuro, o jovem Mink utilizaria de todos os seus aguçados sentidos para experienciar todas as cores, texturas, cheiros e sons que a ilha poderia lhe oferecer, para assim decidir para onde trilhar.

- Nin! Nin! Nin! Como vai amigo? Quer ser meu Nakama?! - Indagaria fortuitamente para qualquer felizardo na rua que simpatizasse ou achasse exótico, ensaiando saltos acrobáticos e selos de mão. Não se importando pelo quanto aquilo pudesse ser esquisito e inesperado.

Caminharia despretensiosamente, atravessando as ruas  observando tudo com uma curiosidade quase infantil. Para onde a sorte lhe guiasse, rumaria animado, por vezes furtivo e apressado para ocultar-se de possíveis retaliações por conta de sua raça ou comportamento.




© AnimaDaph


Atributos, Vantagens e Desvantagens, Perícias e Objetivos:
 

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Última edição por Lancelot em Ter 14 Jan 2020, 08:40, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Capítulo VI - Por onde começar?   Capítulo VI - Por onde começar? EmptyTer 14 Jan 2020, 05:10

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Estava frio do lado de fora da pequena forja de Walter enquanto Ishin ouvia com atenção o pedido do homem. A fumaça da forja subia em espirais pela estreita chaminé e se perdia, branca, em meio aos flocos de neve que caiam das nuvens naquela manhã.

O ferreiro, profissional com dez anos de serviço em Malkiham, disse que se tratava de uma missão furtiva: Recuperar um amuleto da família que havia sido roubado por bandidos de uma cidade próxima e para a sorte de Walter, Murasaki tinha anos de experiência em fugir furtivamente de seu mestre e do velho pescador que o havia acolhido.

- "Acho que todas aquelas vezes que eu tentei fugir do serviço irão me servir daqui para frente" Pensou não conseguindo conter um sorriso nostálgico.

- Ah, o incidente nas termas? Espero que não seja preciso tanto zeahahaha! (...) Mas mudando de assunto, realmente parece ser um item de grande importância para sua família, esses ratos não saberiam identificar o valor de uma bela história como essa. Respondeu adotando uma postura mais séria no fim. - Certo! Eu irei para Terrescura recuperar a sorte de sua família enquanto você forja uma lâmina que tenha alma para mim. Tentarei conseguir mais informações pelo caminho. Terminou já se dirigindo para a saída.

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Ishin se retirou da forja e por alguns segundos apreciou aquele tempo frio que tanto gostava. Enquanto a neve caía, Berrymount parecia aos poucos ser pintada com um branco brilhante que se acumulava nos telhados e escorria pelas ruas, refrescando sua pele que havia ficado avermelhada pelo calor na loja de Walter.

- "Aposto que o velho Oslo deve ter começado fazendo coisas assim também... Saindo de Malkiham preciso encontrar companheiros para criar aquele bando que venho imaginando... Quem sabe não acabo conhecendo um tritão, ou melhor... Um gigante! Não, seria pedir demais... Uma linda sereia!?!? Seria possível??" Seguia perdido em sua imaginação enquanto procurava o caminho para a outra cidade.

- Como faço para chegar em Terrescura. Perguntaria a qualquer transeunte que encontrasse caso estivesse perdido.

Chegando na suposta cidade dos bandidos, Ishin caminharia pelas ruas atento a movimentações em becos suspeitos e conversas a respeito de crimes e(ou) um possível mercado negro local que estivesse vendendo a peça. Procuraria também algum bar ou boteco para pedir informações adicionais ao atendente ou dono(a) e quem sabe beber algo para aquecer o estômago antes da missão.

- Bom dia senhor(a), Uma dose de saquê por favor! (...) Se me permite perguntar, já ouviu falar de alguma gangue local que pratica furtos/roubos em Berrymount? Perguntaria se aproximando da pessoa e tentando falar mais baixo para não chamar muita atenção.

O foco de Ishin era descobrir a localização do esconderijo dos bandidos, podendo ser através da perseguição de possíveis trombadinhas que avistasse no flagra, por meio da negociação se descobrisse algum "mercador negro", focando em perguntar se o mesmo ouviu algum anúncio de algum talismã dourado. Ou por fim, com a informação vinda de comerciantes (baristas) locais.

Murasaki precisava completar a tarefa do ferreiro, mas seu sonho era conhecer mais sobre todas as raças e culturas do mundo, sendo assim, se encontrasse algum tritão, mink, celestial, gigante ou sireno durante sua jornada, pararia imediatamente oque estivesse fazendo e avançaria em direção ao mesmo, o mais rápido e silencioso que pudesse ser para não espantar/perdê-lo de vista, parando bem ao lado da figura tentando reparar em cada detalhe/característica da raça.

- Não acredito! Um (insira a raça aqui)!! Incrível, os livros realmente não mostram tudo.  Diria genuinamente encantado com aquele ser.

- Ei! Calma aí, só estou curioso. Completaria caso o mesmo o atacasse por reflexo ou se ofendesse de alguma forma, tentando esquivar com um pulo para trás e com as mãos para cima, indicando estar desarmado. - Prazer, me chamo Ishin Murasaki! Completaria fazendo uma reverência simples e honesta ao cumprimentá-lo(a).

Caso seja o Raijin e ele tenha dito o que esta no post, responderia:

- Nakama? Parece que o destino está puxando algumas cordas e acelerando o passo da história!  Zeahahahaha!! Estava hoje mesmo pensando algo que não sai de minha cabeça... Não esperava encontrar alguém como você logo aqui em Malkiham... Diria com um largo sorriso de excitação.- Faz tempo que sonho em dar a volta ao mundo para conhecer todos os povos e culturas, mas sempre soube que precisaria de companheiros valorosos para concluir essa meta... É claro que eu aceito ser seu amigo! Infelizmente estou no meio de uma tarefa importante, mas saindo de Malkiham junte-se a mim nessa grande aventura e me permita te ajudar a alcançar seus objetivos pelo caminho! Concluiria demonstrando sinceridade.

- A proposito, oque você está fazendo por aqui? Indagaria no fim enquanto reparava os gestos estranhos e movimentos acrobáticos do mink. - "Seria ele um ninja lendário como aqueles daquelas historias? Silenciosos e mortais!?" Se perguntou comicamente espantado.  
(...)

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Off:
 

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MensagemAssunto: Re: Capítulo VI - Por onde começar?   Capítulo VI - Por onde começar? EmptyQui 16 Jan 2020, 11:29

Ishin Murasaki

Ao termino do falatório do Walter, o jovem Ishin aceitara a proposta do ferreiro Walter, e então prosseguia até Terrescura. Pelo caminho, Ishin conseguia encontrar diversas raças indo para Terrescura; havia minks, muitos tritões e pessoas com membros longos. Vendo a expressão de tristeza e de raiva no semblante deles, dava-se para perceber que provavelmente eles estariam indo para Terrescura, pois em outros lugares eles sofriam preconceitos por suas características, e lá em Terrescura assim como o jovem Ishin já ouviu falar, pode se encontrar basicamente todo tipo de pessoa que vê no mercado negro, a única possibilidade de viver uma vida sem preconceitos.

Mesmo vendo o semblante daquelas pessoas, Ishin não se manteria quieto ou coisa do tipo, sempre chegando perto de cada uma das raças para ver as características de cada uma, e todas as vezes acabava sendo ignorado, pois nenhum deles mostravam alguma reação para o que o jovem Ishin estivesse fazendo. Ishin continuava se surpreendendo cada vez mais e mais com cada raça que encontrava, até que um mink pequeno trajando uma roupa colada e que tampava o seu rosto, chegava perto do jovem e perguntara para ele se ele quisesse ser o seu nakama.

Recebendo a proposta de já se tornar um companheiro de alguém, a resposta do jovem não poderia ser outra. Ishin aceitou a proposta do pequeno mink e enquanto esboçava um largo sorriso, conversava com o mesmo falando o seu objetivo e o que ele precisava para concluir, porém, como ele ainda estava em uma missão, acabou se afastando temporariamente do seu novo companheiro, ao menos até ele conseguir concluir a sua missão.

Chegando em Terrescura, Ishin podia sentir em todos os lugares, um odor desagradável, acompanhado de vários corpos mortos na rua, corpos esses que enquanto alguns já estivessem ali por um tempo, outros parecem terem sido mortos recentemente, descartando-se assim uma hipótese de guerra de gangue ou coisa do tipo. Enquanto caminhava pela cidade que apesar de fedorenta, ainda sim mantinha uma pequena beleza, beleza esta que é a neve, que já caiu tanto que já está quase enterrando os defuntos debaixo dela, Ishin poderia ver pessoas brigando na rua, porém apesar de a cidade parecer ter apenas arruaceiros, o jovem pôde ver também pessoas que se escondiam dentro da sua casa com medo de serem mortas.

O jovem, procurando por informações e alguma bebida, resolve entrar em um bar que está aberto por ali. Apesar de por fora parecer que o bar está acabado, por dentro pode-se ver um chão limpo, pinturas e desenhos na parede que parecem terem sido feitos por um artista, e bancos e mesas com aparência de novos. Chegando perto do barista, Ishin pergunta baixinho se tem alguma gangue local que pratique roubos e furtos e de quebra pede também uma dose de saquê. O barista pega um pequeno copo com saquê e entrega para o jovem -Não sei quem é você, garoto, mas mesmo assim, eu te dou uma dica, não se meta com essa gangue que esta procurando...- o homem dava uma pausa esperando o jovem se retirar, mas vendo que ele não iria sair dali sem a informação, o homem resolver dar continuidade -... É, sabia que você iria continuar. Bem, já que você quer saber tanto, eu acho que posso te contar algumas coisas sem trazer problema pra mim. Ok, tem uma gangue aqui chamada "Darth" que recentemente passou a entrar em guerra com outras gangues por territórios e coisas do tipo, porém, vendo que eles precisavam de mais armas e não tinham tanto dinheiro para comprar mais, eles começaram a roubar coisas valiosas de cidades vizinhas. O esconderijo deles ficam à norte daqui, em uma cabana de madeira, mas que dentro dela tem uma passagem subterrânea... Bem, garoto, já te contei tudo o que eu sei, não conte para ninguém que fui eu quem disse isso. Agora saia daqui, mas antes me pague.- terminava de falar o barista, que logo saia do balcão e entrava em uma porta que estava atrás dele.
Gorousagi Raijin

Ao sul da cidade de Terrescura, no mar, via-se um navio de piratas consideravelmente famosos pelo mundo, e dentro dele, havia uma tripulação que estava prestes a perder um membro, membro esse que é o jovem Raijin, um mink coelho que treina a arte do ninja. As ondas batiam levemente na lateral do seu navio enquanto que o vento frio daquela ilha nevada, batia nos corpos de cada membro do navio, porém que não causava tanto frio ao mink, que graças aos seus pelos e a sua roupa, não sentia quase que frio nenhum vindo da ilha.

Com o coração pulsando rapidamente e o mink ficando muito animado, ele logo se despede de seus companheiros sem antes tomar um pouco de saquê, e então chega à ilha em que ele começará a sua nova aventura. Uma nova cultura e povo, era tudo o que o jovem queria encontrar e descobrir sobre, e mesmo que não visse uma cidade tão linda em sua frente, ele ainda sim podia encontrar cada tipo de raça curiosa naquele local.

Enquanto se movimentava procurando um bom local para ir, o jovem Raijin começa a pedir para diversas pessoas se tornarem o seu nakama, por vezes ele era ignorado, ou então simplesmente levava um não como resposta. E assim continuou até que enquanto ele seguia para fora daquela cidade fedorenta, indo rumo à Berrymount, Raijin pôde ver um jovem humano que ficava chegando perto em cada tipo de raça curioso sobre a mesma. Raijin logo chegou até o jovem humano e perguntou-o se queria ser o companheiro dele, o humano rapidamente abriu um largo sorriso e aceitou a proposta do mink, porém acabou dizendo que por enquanto eles não poderiam ficar juntos, pois ele tinha uma missão para cumprir antes de voltar para Berrymount.

Raijin mal havia chegado na ilha, e logo se via com sorte, até aquele momento ninguém havia olhado para ele com olhar de curiosidade ou preconceito, fora aquele humano que se tornou o novo nakama do jovem Raijin. Raijin estava animado com tudo aquilo que estava acontecendo com ele, ele sentia uma grande animação, pois aquilo era o inicio de sua aventura própria, sem precisar ficar com seus antigos companheiros para defende-lo ou fazer algo do tipo. Raijin chegando em Berrymount, se movendo pelo cheiro de comida fresca e metal queimando, se via rodeado por diversas lojas diferentes, algumas vendendo comidas de qualquer tipo, outras vendendo armamentos, outras simplesmente vendendo coisas do dia a dia como por exemplo uma mochila.

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MensagemAssunto: Re: Capítulo VI - Por onde começar?   Capítulo VI - Por onde começar? EmptyQui 16 Jan 2020, 20:06

O caminho para Terrescura foi repleto de boas descobertas, e apesar das pessoas não terem sido muito receptivas, Ishin conseguiu dar uma boa olhada na fisionomia de tritões, minks e até mesmo humanos de braços/pernas longas, todos muito diferentes e incríveis a sua maneira, mas aparentavam estar sempre tristes ou irritados.

- "Oque foi feito de errado para terem que viver sempre nas sombras? Quem decidiu isso?" Se perguntava após perceber a situação dos "não-humanos" na ilha.

Foi então que cruzou caminho com um pequeno mink que possuía traços de algum roedor, trajando uma indumentaria ninja bem chamativa e que, coincidentemente, estava em busca de "nakamas" para se aventurar pelo mar. Como se este encontro estivesse de alguma forma predestinado, os dois jovens concordaram em se tornar amigos logo de cara, mas deixaram para selar a união depois que resolvessem algumas pendências.

- Berrymount fica por alí, na zona comercial você vai passar por uma pequena forja de armas, o nome do ferreiro é Walter, podemos nos encontrar lá depois que conseguirmos algum equipamento. Se despediu de Raijin indicando o caminho.

Murasaki mal podia imaginar que apenas um dia depois de sair de casa já encontraria seu primeiro nakama, tudo aconteceu tão rápido que ambos nem tiveram tempo de conversar, seus espíritos jovens pareciam não se conter frente a grandiosa jornada que teriam pela frente.

A medida que Terrescura se aproximava, o cheiro esquisito e característico do local se acentuava. Era uma cidade completamente diferente de Berrymount e mesmo vivendo por quatro anos em Malkiham, Ishin não havia andado muito por aquelas bandas. Ao menos havia bares por ali e foi num deles que o rapaz entrou para colher informações e beber um pouco.

O saquê não estava dos melhores, mas o senhor que atendia o balcão acabou se mostrando útil ao informar a localização do esconderijo da gangue e até mesmo demonstrando certa preocupação com relação a segurança de Ishin.

- Passagem subterrânea né... Obrigado pelo saquê senhor e não se preocupe, estava apenas curioso. Disse retribuindo a informação com um toque na aba do chapéu e uma gorjeta de 50b$ no balcão.

A neve ainda caía enquanto Murasaki saia do bar rumo ao local informado enquanto em sua mente alguns planos começavam a tomar forma. Sem dúvida a passagem secreta mencionada parecia promissora.

Ishin tentaria se aproximar o mais discretamente possível, tentando evitar olhares curiosos, aumentando o cuidado quanto mais próximo estivesse da cabana, mas pararia a cerca de 100m de distância para buscar uma possível saída/estrada para a passagem subterrânea.

Caso fosse de alguma forma surpreendido/questionado durante sua busca, Ishin tentaria enganar o(s) bandidos dizendo querer se juntar a eles para baixar a guarda dos mesmos e criar uma chance de atacar posteriormente de uma posição mais vantajosa.

A busca seria feita em círculos cada vez menores ao redor do perímetro, tentando sempre que possível se esconder atras de alguma arvore, pedra, moita ou muro caso avistasse algum bandido de guarda, e se  este não se retirasse em três minutos tentaria desacordá-lo furtivamente se aproximando por trás e aplicando um golpe com as duas mãos na nuca do sujeito, ou com alguma pedra ou galho se houvesse por perto.

- Shhhhh! Faria o som com o indicador esquerdo em frente a boca para o corpo inerte.

Se o alvo não desmaiasse tentaria desarmá-lo com um chute em sua mão e recuaria com um salto para trás caso não fosse uma arma de fogo para aguardar alguma outra brecha de ataque, ou completaria com um direto, pedrada ou madeirada na direção da cabeça do bandido se fosse o caso de arma de fogo.

Não havendo guardas ou tendo sucesso em sua investida contra ele, tentaria arrastar o corpo para algum lugar mais escondido, pegando emprestado sua arma se fosse alguma lâmina ou jogaria longe se fosse diferente. Prosseguiria a busca pela passagem secreta e caso a encontrasse estudaria a porta por alguns instantes em busca de alguma armadilha e(ou) alarme, bem como verificando se a mesma estava trancada.

- "O problema de passagens secretas é que elas podem se tornar um poderoso atalho para invasores" Pensaria frente a entrada.
Se a entrada estivesse trancada tentaria arrombar a mesma com alguma pedra em seu cadeado/trinca, ou fazendo uma alavanca se houvesse alguma barra de ferro ou coisa parecida por perto e avançaria o mais silenciosamente possível tentando perceber algum som de conversa ou movimentação a frente.



(...)

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