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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!

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ADM.Tidus
Duque Azul
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MensagemAssunto: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 10 EmptySeg 23 Dez 2019, 17:09

Relembrando a primeira mensagem :

Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) revolucionário Azura V. Pendragon. A qual não possui narrador definido.


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Pirata
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 10 EmptySex 14 Fev 2020, 03:47

A viagem até o navio foi extremamente tranquila aos meus olhos, pode apreciar a vista e ver o quanto a população ou respeita ou tem um certo medo daquilo que eles chamam de lei. Agora seria o grande momento, embarcar no navio, sim, ao mesmo tempo que a adrenalina subia, também subia o nível de diversão. Enquanto olhava a garota se insinuar para o marinheiro meio que discretamente, pensaria comigo mesmo. “Uau que legal os Revolucionários também dão oportunidades para Meretriz.” Colocaria um leve sorriso no rosto, um pequeno comentário. “- Opa, alguém vai despirocar a bagaça. Gwhahaha” já focando nos meus objetivos e curiosidade olhando as coisas ao meu redor. Bom se tivesse que ajudar a carregar as coisas no navio eu começaria a pegar os caixotes e levar o mesmo para dentro e colocaria no local indicado enquanto na minha mente já estaria reclamando. “Tantos marinheiros e eu tenho que carregar essa merda.” Mas não demonstraria isso no olhar, pois manteria um sorriso falso e iria ajudando da melhor maneira possível, apesar de não gostar eu me esforçaria bastante para fazer direito e da melhor maneira que eu conseguisse. Acreditaria eu que o pessoal iria no capitão, então eu não teria que me preocupar com isso, teria espaço para fazer outras coisas por ali.

Então andaria pelo navio com passos bem calmos e tranquilos e se pudesse tentaria fazer um golpe de vista para saber mais ou menos quantos marinheiros tinham ali. “Brincando no território inimigo .... É assim que eu gosto!” Exploraria um pouco o mundo dos soldadinhos de chumbo caso eu tenha oportunidade. “- Olá, me chamo Tommy ... Tommy Leite.” Faria uma pausa enquanto olharia em seus olhos com um olhar calmo e sereno. “- Quantas missões você já fez pela marinha?” Ouviria o que a pessoa teria a dizer e daria uma moral para ela também. “- Uau incrível, deve ser um marinheiro(a) bem respeitado(a).” Se no caso fosse a primeira missão do mesmo então diria. “- Uaaaaau, você deve ser um prodígio ... começou bem meninão (meninona). Lhe invejo por isso.” Uma coisa eu tinha em mente, eu não fazia a mínima ideia do que fazer naquele navio, mesmo assim eu tentaria me mostrar como um funcionário da Torch. “A meninona, tem planos, espero que seja bom.” Enquanto tentaria olhar também disfarçadamente para Duncan. “Parece que o garotão também tem algo em mente.” Com as coisas caminhando bem eu não teria nenhum problema, olharia um pouco para o mar ou procuraria algum lugar com uma bela vista, para me despedir da porcaria da cidade em que estávamos. Se achasse então olharia para a mesma e diria. “- Ainda bem que saímos dessa daí.” Bom então seguiria para a cozinha do navio.

Chegando lá observaria se tinha alguma cozinheira(o) e pediria algo para comer, sempre bom ter uma oportunidade de comer de graça. Sim, depender das pessoas que estão comigo vai todo mundo morrer de fome, se está maluco, nunca vi tanta gente pobre no mesmo grupo. “Acho que o nosso deveria se chamar OS MISERAVEIS.” Olharia com um tom animado enquanto pediria. “- Hey, como vai? O que temos para comer?” Não me importaria se fosse algo simples, pois dá onde eu vim, qualquer migalha é luxo. Se eu conseguisse então eu sentaria um pouco e comeria, manter-se com as energias cheia era algo extremamente importante, pois futuramente talvez eu precisaria. Independente do gosto da comida e da aparência eu mentiria. “- Isso daqui está muito bom, minha filha(o) ... é uma pessoa com um talento incrível.” Comeria tudo mesmo se fosse contra a minha vontade, sempre com um sorriso no rosto. “- Esse prato tem algum nome especial?” no caso de realmente estiver bom minhas palavras seriam sinceras demonstrando um grande afeto, agora se estivesse ruim enquanto falaria isso com sorriso no rosto eu pensaria. “O mistureba do capeta, cruz credo !!” Terminando eu agradeceria e voltaria lá para cima e olharia como estava o movimento das coisas, eu estava esperando apenas uma oportunidade ou o primeiro sinal, ficaria em local a qual eu poderia ser visto por todos.

Então quando eu observasse os gritos de fogo, então tentaria chamar a atenção para mim, para ajudar a alertar a todos. “- FOGOOOOO!!!!! O NAVIO VAI EXPLODIR !!!!” Era no mínimo engraçado, esperava pelo menos chamar a atenção de todos, para olhar para mim ao ponto de que os outros conseguisse fazer o trabalho sujo, sem ser visto pelos marinheiros, etc. “- JÁ DÁ ATÉ PARA VER OS CHIFRES DO TINHOSO ..... MEU DEUS .... VAMOS TODOS MORRER.” esperaria ver pelo menos as pessoas andando para lá e para cá, levaria as mãos no rosto, mostraria uma cara de pânico e desespero era no mínimo uma atuação diferente para um comediante. Apontaria para alguns locais, tentando fazer as pessoas olharem com a atenção. Ficaria atento para não ser pego de surpresa, caso eu veja alguém vindo na minha direção, iria fugindo me misturando com as pessoas de panico enquanto ainda continuaria gritando.
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Sagashi
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Sagashi

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 10 EmptySex 14 Fev 2020, 18:05


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Trabalhava nas cordas do navio e percebia que aquelas movimentações que machucavam minhas articulações já não existiam mais, agora eram apenas movimentos comuns sem nenhuma consequência de realizá-los. A sensação de dor linear, vinda do meu tronco inteiro verticalmente, transformava-se na sensação estranha de pele se chocando, como o encostar de duas pontas de dedo, como se meu tronco estivesse literalmente dividido ao meio e por si somente fosse dois. Balbuciava coisas que visivelmente foram ignoradas pela ruiva, levando-me a indagar sobre o que estava pensando aquela hora. "Provavelmente nos seus próximos passos... não cabe a mim ler seus pensamentos." pensava, nem um pouco aborrecido de não ter sido respondido, afinal, que problema havia? Não eram coisas importantes, nada além de sonhos de anseio. Aborrecido não estava, principalmente por responder Lenora no mesmo tom provocativo que havia me lançado anteriormente. — Você deveria experimentar pistolas e rifles alguma hora... afinal, parece que não consegue ficar com uma das suas "armas corpo a corpo" que tanto elogia. — Lembrava-me de ter tagarelado coisas inidentificáveis como resposta instintiva para orgulho ferido, mas de ter-me recomposto e respondido à altura. — Hah! É porque nenhuma delas foi digna de ser propriedade de Garfield Henryford, o arauto e campeão do Sol! Não me contento com qualquer arma. — Também lembro-me de haver feito sinal de positivo com o polegar para Hugo e assentido com a cabeça, como quem compartilhasse o momento incrível com o novo amigo que parecia ser de décadas. — Não é, Hugo? — Ele não falava muito; eu falava. Fazíamos uma dupla e tanto!

De longe então, víamos um monte de pessoas chegando, a maioria injuriadas. Terminava meu serviço com as cordas e encarava com ira a multidão, acreditando fielmente serem massas de marinheiros que viriam atacar o navio, como foi proposta a possibilidade por M-4. Fazia minhas dorsais se espremerem, a fim de parecer mais espaçoso, para intimidar meus oponentes. Não tinha armas nas mãos e não me importava não as ter: poderia lidar com cinquenta, cem, duzentos, até além do que os dedos podem contar de oponentes, com as mãos vazias. Assim que chegavam mais perto e estava pronto para bradar um grito de guerra, notava que naquela multidão estava M-2 e próxima dela, uma moça baixa, muito, mas muito bela, talvez fosse a doce, querida M-3. Corava ao vê-la, e reparava que me encontrava em uma posição de combate próximo ao brado, com as pernas afastadas, joelhos e cotovelos flexionados, me trazendo certa sensação de exposto, timidez, algo que raramente sentia. Aproveitando então minha situação e minha posição, erguia meu rosto ao céus e bradava: — EU NÃO SINTO DOR!!! — E me tirava da posição rapidamente, para parecer estar resistindo às dores como um herói, quando na verdade, realmente não estava sentindo dor. Nunca fui bom ator, então provavelmente transpareceria para as demais pessoas minha falsa resistência. Quando as pessoas começassem a entrar no navio, me afastaria da entrada, reconhecendo meu tamanho imenso e como atrapalharia se me pusessem logo na tábua de entrada. Veria o fluxo entrando, Lenora e Katie cuidando dos pacientes e um caos de ferimentos e grunhidos dentro da pobre escuna superlotada. Junto ao fluxo, ouviria a voz de Azura com minha boa audição, reconhecendo as pessoas como colegas antigos de missão e dando permissão a eles para que descansassem. Apenas mais um dia comum, afinal, não é mesmo? Claro, fora o furdúncio.

Quando tivesse a chance de se deitar, correria para a localidade de M-3, na mesma hora em que Azura estivesse proferindo seu discurso. — M-3! — Me aproximaria e olharia seu ferimento, preocupado. Se Lenora ou Katie estivessem cuidando dela na hora, evitaria de atrapalhar o tratamento e manteria distância mínima do procedimento. — Você está bem? Vai ficar melhor? Pegou no rosto?! — Diria, ininterruptamente. Aproveitaria a oportunidade do momento para lançar um dos meus maiores charmes, o charme de um verdadeiro campeão. — Nunca deixe pegar no rosto! Não no seu! — Diria. Inseguro se M-3 havia entendido o flerte, continuaria, em sequência. — Entendeu? É porque seu rosto é bonito! Foi o que eu disse, o que eu quis dizer. Foi boa, né? Eu sou bom mesmo. — Sorriria, nervoso. Então, me afastaria um pouco dela. — Pode descansar! Quero dizer, faz bem descansar. Ainda mais que... você tá com esse ferimento... não é? É... é bom descansar, mesmo... — Assentiria com a cabeça enquanto falaria, e me afastaria de vez, respirando fundo e me aliviando do nervosismo do flerte. Assim que me afastasse o suficiente para não atrapalhar o fluxo, fecharia o punho na minha frente e diria silenciosamente: — Valeu, Duncan! As dicas serviram...! — Manteria rosto de determinação, orgulhoso por ter conseguido flertar.

Após o ocorrido, veria o sinal de M-4 para o aproximo. — Quando todos embarcarem nós partiremos. Não será o melhor cenário para as duas tratarem os feridos, mas não podemos ficar aqui esperando a marinha nos achar. — Olhava concentrado para M-4, mas haviam ainda resquícios de memória do flerte. "Será que funcionou? Ela deve estar caidinha por mim..." pensaria, enquanto olharia fixamente para M-4, tentando prestar atenção. — Quando partirmos, vocês podem ficar a cargo de vigiar os arredores no mar? Precisamos encontrar o navio que Duncan e os outros invadiram para pegarmos as armas e partir para a Grand Line. — Ouvia o nome de Duncan, seguindo de "os outros", e perdia totalmente os pensamentos do flerte. Me contentava em saber que realmente estávamos indo nos reencontrar com nossos colegas. — Sim, senhora! Estamos à disposição! — Dizia, estufando o peito e olhando para o horizonte. Era barrado por Azura logo depois de ter a ordem passada pela superior. — Garfield você poderia ficar na popa do navio, assim você pode olhar a situação da retaguarda e arredores, ficarei na proa, assim poderei ver a dianteira e arredores, assim que encontrarmos algo gritaremos avisando. Certo!? — Mantinha-me em um semblante de confusão. Afinal, o que era uma popa? Como estaria eu observando a situação da retaguarda, se eu sequer sabia onde era frente e trás do navio? Não tinha problema: o grandioso Sol me guiaria nessa missão. — Certo! Eu estou na popa. Sim! Irei imediatamente para a popa do navio... é na retaguarda! Sim. — Olharia para os dois lados e teria uma ideia brilhante. Ora, se Azura ficaria na dianteira, a direção oposta à dianteira seria a retaguarda! Então, tudo o que eu precisava fazer era enrolar até que a ruiva fosse para sua posição, assim eu saberia exatamente onde era meu lugar. "Eu sou iluminado!" pensaria comigo mesmo, em uma expressão visível de arrogância no olhar. — O restante que estiver bem poderia ficar a bombordo e a estibordo observando as laterais, se puder encontrar essas pessoas e delegar essas funções poderemos cobrir um raio bem maior de visão! — Colocava os dedos no queixo e franzia a testa. Fazia sentido, no fim de contas, não havia por que M-4 dizer não àquilo. Depois de dito, me aproximaria de M-4. — Escute-me. — Chamaria sua atenção e sussurraria para ela. — Acha melhor a gente pedir para Lenora e Katie darem prioridade à M-2? Ela está... — Encararia o chão, sem terminar a frase, esperando que M-4 interpretasse por conta própria. Se a resposta fosse positiva, correria para Lenora ou a moça do ponto escuro na boca, chamaria sua atenção e diria: — Precisamos dar prioridade à M-2. Está gravemente ferida! Ordem de M-4. — Depois, independente da resposta, caminharia para minha posição de guarda, antes olhando para a posição de Azura, assim identificando a minha. Se a resposta de M-4 fosse negativa, respeitaria sua decisão e tomaria a atitude anterior de ir para minha posição.

Então, nesse momento, estaria na popa do navio, em pé. Olharia para o mar e tentaria ver meu reflexo nele. Caso conseguisse vê-lo, abriria os botões da camisa social e revelaria minhas cicatrizes, usando a água de espelho, para ver se já estavam melhores, se o ponto havia fechado e se energia solar estivesse escapando do interior do meu corpo. Visto isso, fecharia a camisa e continuaria olhando para o horizonte, usando minha audição aguçada para identificar possíveis invasões pela área por mim vigiada. Caso alguém hostil aparecesse e desse de cara comigo, olharia diretamente em seus olhos e diria, friamente: — Volte. Para. A. Água. — Preparado para pegar no seu pescoço. — Imediatamente. — Ainda preparado. Tentaria pôr medo no indivíduo. Caso não recuasse, ou fosse mais de um, pegaria o mais próximo pelo pescoço e o ergueria no ar, e, devido à minha fraqueza, arremessaria-o de volta para a água o quanto antes, em vez de sufocá-lo até a morte. Viraria para o outro e faria o mesmo, pegando em qualquer parte de seu corpo, em vez de somente o pescoço, a fim de literalmente jogá-lo de volta para o mar, em vez de assassiná-lo. Se não houvessem conflitos ou se a coisa piorasse no ponto de conseguirem me pegar pelas costas, gritaria: — INVASÃO! AZURA!! — E me defenderia de possíveis ataques vindo deles, usando minhas mãos limpas para bloqueá-los.

O navio sem confrontos teria navegado normalmente até encontrar o outro, como dito por nossa superior. Naturalmente, sem conflitos, não mediria esforços para me colocar em posição de batalha. O som da água sendo rasgada pelo movimento do navio seria música para meus ouvidos, um agrado vindo da natureza criada e abençoada pelo grandioso, uma orquestra recompensatória pelos meus esforços. — Ah... os mares... — Fecharia meus olhos, sorriria com os lábios fechados, abriria os braços para sentir o vento e inspiraria fundo, sentindo todo vento possível dentro e fora de mim. Havia muito tempo que não viajava, sentir aquilo de vez em quando fazia bem para saúde. Quando abrisse os olhos, buscaria com os olhos pelo navio assaltado pelos meus companheiros. Ouviria, se fosse real, Azura avistando o navio e relatando à M-4, usando minha bela audição, não tão bela quanto M-3. Então, empolgado, abandonaria meu posto e correria para a lateral mais próxima do navio aliado, tentando enxergar seus integrantes nele. Caso enxergasse um companheiro, acenaria com a mão e bradaria: Ahoy, marujo! Hahah! Yarr, é como dizem! — Sorrindo com os dentes à mostra. Entretanto, caso fosse Duncan, bradaria: — ECLIPSE! VEJA, ESTOU AQUI! ECLIPSE! EI! — Contente, balançaria os braços, mesmo ainda fraco, tentando chamar a maior atenção que conseguisse do meu velho amigo. Caso avistasse um homem vestido de palhaço, estaria prestes a pular e chamar atenção, mas interrompiria a mim mesmo. Viraria para M-4 e diria: — Erhm... nossos aliados são do circo? — Com a testa franzida. Caso avistasse uma moça pequena, também me viraria para M-4. — É sua irmã? Quantas irmãs você tem, afinal? — E riria, acreditando fielmente que a outra pequena seria realmente sua irmã.

Em todos os casos, ouviria coisas como "Fogo!" vindo do outro navio. Após minha apresentação que variaria de acordo com a personalidade encontrada, abaixaria os braços e me perguntaria: "Fogo...?" franzindo a testa e tentando raciocinar o contexto. Assumindo que o navio realmente estivesse pegando fogo, bradaria para o terceiro anteriormente encontrado: — Não se preocupem!! Vocês estão no mar!! Ora, não existem pessoas que morrem queimadas na água, que bobagem! — Riria de pena da pobre ignorância dos tripulantes do navio. Me viraria para quem quer que estivesse atrás de mim, ainda sorrindo. — Não é verdade? — Perguntaria para este. Em todos os casos, me prepararia para segurar alguém no ar caso fosse pular do navio para o outro, também me prepararia para eventuais combates, resistindo inicialmente aos primeiros golpes.

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Historico:
 
Facilitando a vida do narrador:
 
Objetivos escreveu:

— Aumentar a recompensa.
— Aprimorar meu escudo ou encontrar um que dê atributos.
— Completar uma missão.

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PepePepi
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 10 EmptySeg 17 Fev 2020, 02:33


Narração
Sensação térmica: Quente
Céu aos poucos se fechando
Localização: Loguetown

Todos estão numa quarta a tarde

Azura e Garfield
Após terem arrumado o navio, finalmente viram o povo resgatado chegando. Ali, o olhar de cada um focava em algumas coisas que interessavam mais para eles mesmos, como provavelmente é o padrão para qualquer ser humano. Azura, não só notava os homens que acabou abandonando sem querer por um erro de julgamento, como também notava que os colegas de M-3 e M-2 não estavam por ali. Já o Garfield, bem, seu gosto estranho e nojento continuava estranho e nojento. Não que a imagem de M-3 não fosse bela, só que a ideia de um homem com seus mais de trinta anos de idade gostar tanto de uma pessoa que aparenta ter pouco mais de dez era extremamente estranha.

E essa estranheza ficava basicamente perceptível para todos ali quando Henryford se aproximava e indagava para a pequena M-3 como ela estava e frisava de forma realmente doentia o tanto que era vital que ela não machucasse o rosto que possuía. Aquilo fez a pequena dar uns passos para trás num claro ato de defesa própria, além de pela primeira vez, Azura e Garfield, além de provavelmente quase todos os outros ali, ouvirem a voz dela num tom diferente do animado e feliz de sempre. - Eu pensava que anteontem você estava só atuando... - A pequena falava enquanto já fazia um gesto de defesa pessoal contra o pernas longas. E provavelmente a situação iria piorar se M-4 não aparecesse por ali. - Garfield! - A voz dela era tão séria que chamou a atenção de todos que estavam por ali. - Você sabe a minha idade, mas não sabe a dela. - Falava a líder ali num misto de raiva com algo diferente que ainda era difícil de descobrir. No entanto, algo no tom de voz dela indicava que a sua irmã era sim maior de idade igual ela. -  Você é uma boa pessoa, mas pense bem no que você está fazendo agora. - Já nessa frase seguinte o diferente acabava ficando mais explícito, a voz de M-4 parecia sentir nojo, ela sentia nojo de simplesmente ter que falar aquilo, independente da idade de M-3, o Arauto do Sol estava flertando com alguém que aparentava ter seus onze anos de idade.

Não só o nojo, Azura, que possuí um pouco mais de senso que o grandão, percebia também o olhar vidrado que M-4 dava, um olhar que parecia até animalesco para alguém como a comandante. O olhar de uma mãe que quer defender seu filhote. Não era difícil de imaginar M-4 atacando o Garfield se ele continuasse naquele papo com M-3. Percebendo o clima pesado que havia ali, quem acabou agindo rápido foi Hugo, que havia percebido a empatia que o pernas longas possuía com ele sem razão alguma. O homem aos poucos guiava Henryford para longe delas.

Por isso, todos acabaram se ajeitando no navio e M-4 passava ordens para que os dois vigiassem os arredores, provavelmente temendo que Garfield sem uma tarefa acabasse por ir na direção de sua irmã. Não só isso, a comandante ao ver a divisão e a proposta que Azura fazia, acabava por colocar suas irmãs na mesma ponta que a Pendragon, para elas ficarem o mais distante possível de Henryford naquele momento. Além de colocar Hugo a estibordo e ela mesma ficar a bombordo observando.

Durante toda a confusão anterior, Azura fora se desculpar com seus soldados que acabara abandonando em batalha. Eles até aceitavam a desculpa, mas era nítida a falta de vontade deles em querer continuar conversando com a ex-líder deles ali. Todos estavam bem machucados e a revolucionária poderia considerar um milagre ver que não estava certa, pois aparentavam estarem mortos de tão machucados.

Assim, viam o tempo passando lentamente e o sol aos poucos descendo.

Ferimentos escreveu:
Garfield:
Fraqueza pela perda massiva de sangue, irá se recuperando aos poucos, ficando perfeito em 7/8 posts


Faust, Duncan e Naomi
Após ouvir a fala do marinheiro, Yumi logo mudava sua forma de falar e cantando o marinheiro ali. Os outros dois marinheiros e os dois colegas da menina achavam aquilo no mínimo intrigante. O marinheiro abria a boa soltando algumas sílabas aleatórias antes de realmente respondê-la. - Você com certeza é uma criança bonita, mas tem que envelhecer alguns anos. Não sei nem como Torch empregou uma adolescente. - Falava ele já levantando as duas mãos em um gesto de rendição, querendo só paz ali. Aquilo acabava gerando uma risada do outro marinheiro de menor patente, além de uma piada que vinha de Georg.

Por isso, o clima era calmo até chegarem no navio, cada um pensava em suas próprias coisas independente de todos os outros que estavam por ali. Tanto, que cada um se preocupou de uma maneira específica quando notaram o capitão do barco ali. Yumi logo foi na direção deste e se apresentou para o homem, citando o nome de Susan e como todos ali eram simples novatos contratados para aquela viagem específica por causa de uma urgência.

O homem a olhava meio de lado, pensando se acreditava ou não nas palavras daquela menina. - Estranho o Torch não ter avisado sobre esse tipo de coisa. - Falava ele ponderando sobre algo tipo: vou lá perguntar ou não? Porém, vendo os outros dois homens trabalhando para descarregar aquilo no navio, além de um dos marinheiros ter ido comentar que eles já haviam checado a carga como era de costume. O capitão então, com os olhos ainda curiosos e focados nos três, acabava por dar de ombros, aceitando aquilo.

Com aquilo, aos poucos acabavam colocando todo o carregamento de armas para dentro do navio e em pouco tempo o navio partia. Assim, cada um deles aos poucos ia interpretando um personagem criado por eles mesmos. Enquanto Yumi e Duncan forçavam-se a pensar em coisas diferentes e aos poucos irem conversando sobre qualquer merda, como o tempo, como era o dia, como estava tudo. Georg era infinitamente mais autêntico, sendo basicamente ele mesmo e realmente curioso com a situação a sua volta.

Indiferentemente disso tudo, todos ali notavam que além dos três que levaram a carga com eles, que haviam cinco outros marinheiros, já incluso o cozinheiro. Então, contando com o capitão, eram potencialmente novo inimigos dentro daquele barco, isso para três pessoas. Isso, sem contar que o homem com aquela espada enorme nas costas provavelmente deveria contar por dois ou três.

Como o tempo ia passando e iam se aproximando aos poucos da noite.  Já ganhando distância da cidade, ficava mais fácil para Yumi de realmente seguir o plano que havia bolado, pois aquilo estava entediante demais. A menina falou que ia dormir e logo se retirou do convés do navio. Já Duncan aos poucos foi atuando para fingir-se de estar passando mal.

A caminho da cozinha, Faust ia indagando sobre a quantidade de missões que eles haviam feitos, e constatou que a maioria dos marinheiros ali eram simplesmente novatos, em sua primeira ou segunda missão pela marinha. Isso justificava não só o rosto jovem da maioria, como também o nervosismo que possuíam por uma missão que parecia importante para eles. Ao chegar na cozinha, constatou que a janta estava sendo feita, um prato simples, composto por arroz, carne e vegetais, mas ainda assim apetitoso.

Todo aquele teatro de Georg realmente ajudava aos marinheiros relaxarem e por isso os soldados não prestavam tanta atenção em Duncan e Yumi que já estavam no local de armas e com várias capsulas de pólvoras vazias já havia armado tudo para tacar fogo no barco. O cabo ali em serviço saía para ter certeza que ninguém entraria no local enquanto Naomi tacasse fogo no barco. Aquilo foi bem tranquilo de se fazer. Com o passar do tempo era simples notar que o mar ia ficando mais agitado conforme a noite ia chegando e seria difícil dela, mexendo em sua besta, acabasse por chamar mais atenção do que desejasse. Por isso, em poucos instante a pequena revolucionária acabava por conseguir acender a pólvora e via um fogo se iniciando ali.



Finalmente
Azura, Duncan, Faust, Garfield e Naomi

Azura, após horas entediantes, acabava por ver um pequeno ponto no horizonte, esse ponto aos poucos ia aumentando e para a surpresa dela, via que o barco estava em chamas. Ela gritava avisando M-4 e seus colegas. Um clima pesado de tensão atingia o ar naquele momento. - Eles não sabem que somos inimigos. Então relaxem e se preparem. Somos civis que vão ajudar a marinha. - Falava M-4 lembrando-lhes daquele fator importante, talvez Azura e Garfield acabariam sendo reconhecidos pelos cartazes, talvez não, era difícil saber, mas fingir ser civil era uma boa pedida.

Já no navio da marinha, uma bagunça havia começado com Yumi aparecendo fingindo-se de sufocada pela fumaça do fogo. Todos os marinheiros ali começavam a se agitar correndo para o convés com baldes e panelas, querendo pegar água para apagar aquele fogo. Já com o plano todo feito, Duncan conseguia as armas que havia recebido e quebrava o leme do navio enquanto o capitão vigiava a situação.

Aquela "parada" no leme era nítida para o navio dos revolucionários, pois o navio da marinha parecia mudar o rumo e ir aos poucos para outro lado. Afinal, as velas ainda estavam levantadas e o barco ainda possuía velocidade, agora só estava andando desgovernado por onde os ventos e as ondas mandassem, algo bem imprudente realizado pelo cabo. Tanto que Duncan, Yumi e Faust ouviam a voz do sargento ali, ela era uma mistura de raiva com curiosidade. - O que vocês pensam que estão fazendo? - Ao mesmo tempo que ele perguntava, outro marinheiro apontava para o navio dos revolucionários.

Azura e Garfield conseguiam então, ver o sargento lá, já com a espada grande em mãos encarando ninguém mais ninguém menos que Duncan, este um pouco diferente, com uma cor de cabelo mais escura. Foi então que o pernas longas simplesmente decidiu gritar chamando por seu amigo Eclipse. Assim, não só acabando com qualquer possível disfarce que poderiam ter, como também fazendo o marinheiro olhar levemente para o lado, ver o Garfield gritando e assim indagar para Duncan. - O revolucionário Eclipse? Interessante. - Naquele momento a raiva já era totalmente presente na voz daquele marinheiro que provavelmente partiria na direção do cabo. E infelizmente para Duncan, ele havia deixado a alabarda no arsenal.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 10 EmptySeg 17 Fev 2020, 13:37


O Eclipse

We Are Revolution






As coisas no navio pareciam correr bem. As palavras de Yumi, seja lá quais foram, pareciam servir para tirar de nós a atenção do capitão. No momento da sabotagem, graças a Faust, as coisas ocorriam bem tranquilas e por fim eu saia da parte de baixo do navio para chamar a atenção de todos no andar de cima. Minha atuação era bem convincente, e por isso mesmo eu conseguia segurar todos os marinheiros ali por tempo o suficiente para que Yumi executasse seu plano.

Logo os primeiros gritos anunciando as chamas eram dados por Yumi e Faust, os marinheiros de prontidão pegava baldes com água e iam apagar o incêndio, aquele seria o momento ideal para que eu desse cabo do leme do navio. Era surpreendente como tudo parecia dar certo até que eu percebia os efeitos do plano. O navio repentinamente começava a se mover para outra direção e, definitivamente não era assim que eu imaginava que as coisas funcionariam. Não demorou para que o marinheiro com a grande espada também percebesse o que estava acontecendo e nos questionasse.

- Ops... - Dizia de forma meio irônica, já sabendo que não teria um modo de explicar aquilo. Naquele momento outro dos marinheiros apontava para o navio que estava se aproximando, uma súbita e momentânea calma me alcançava, sabendo que só poderiam ser meus companheiros no outro navio. Talvez pudesse enrolar até que a abordagem fosse feita? Enganar o sargento de alguma forma? Ironicamente, naquele momento a voz de Garfield me alcançava novamente, estragando quaisquer chances que restavam de manter o disfarce “Ah, grandão!” Não era a primeira vez que tinha esse mesmo pensamento naquela semana, mas agora o sentimento de descrença durava bem pouco se comparado com a última vez.

Um sorriso de canto de boca surgia sem que eu conseguisse conter. Aquele era meu grande amigo Garfield Henryford, e eu não poderia culpá-lo por ser quem era. Acenava para o braços longos agora com um sorriso estampado em meu rosto, e logo ouvia a voz rancorosa do marinheiro voltada para mim. A cena havia acabado, mas ainda não era o momento de parar de atuar - Eu mesmo. O que foi? É do meu Fã clube? - Questionava o marinheiro de forma bastante irônica, com um sorriso desafiador em meu rosto - Eu sei, esse disfarce não destacou os meus olhos, vou levar isso em conta no próximo!

A intenção ali era deixar o marinheiro com raiva, atrair sua atenção para mim enquanto meus companheiros cuidavam do resto - Desculpe a interrupção - Diria pegando duas das adagas que havia usado para a sabotagem do leme - Mas era Garfield Henryford, o Campeão do Sol. Sabe como é né? Amigos se empolgam quando se veem depois de muito tempo - Dava de ombros, esperava que nesse momento o marinheiro no mínimo já estivesse vindo em minha direção. Aproveitaria esse momento para jogar uma das adagas em sua direção - Para trás, eu não dou autógrafos! Não adianta insistir! - Eu sabia que jamais acertaria o alvo, nem era essa a real intenção. Apenas queria devolver a adaga para o andar de baixo do navio para que meus companheiros pudessem usá-la caso precisassem de ajuda com as velas - Você tem amigos marinheiro? - Indagava de forma maldosa.

Segurava firme a segunda adaga e a colocava à frente do corpo. Não fazia a mínima ideia de como se usava aquilo de forma eficiente, mas sabia atuar bem o suficiente para que o sargento não suspeitasse disso e tomasse cuidado com a arma durante todo o combate. Desarmado eu provavelmente não teria chances contra aquele homem, mas por isso mesmo um combate direto não fazia parte de meus planos.

Estaria pronto para uma batalha de provocações, recuos e esquivas. Tentaria sempre me manter afastado do sargento o suficiente para que sua espada não me alcançasse, mas me manteria atento ainda assim sabendo que com uma arma daquelas seria difícil ficar fora de alcance por muito tempo. Quando o marinheiro finalmente conseguisse executar um ataque eu tentaria esquivar-me para um dos lados caso de golpes verticais ou estocadas e para trás, me abaixando ao mesmo tempo em caso de ataques horizontais. Manteria-me atento às bordas do navio, tomando cuidado para não cair deste em nenhuma esquiva ao mesmo tempo em que tomaria cuidado com as escadas, evitando-as o máximo possível mas podendo descer caso fosse realmente necessário.

- Essa espada desse tamanho… Está tentando compensar alguma coisa, marinheiro? - Provocaria com um sorriso ironico após ter evitado o primeiro golpe. Manteria o mesmo padrão de esquivar, podendo é claro variar os lados de acordo com a necessidade. Vez ou outra, faria outras provocações e brincadeiras para o inimigo - Isso aí se pega no olho é um perigo! - Tem certeza que você sabe usar essa coisa? - Tem certeza de que não precisa de óculos? - Durante todo esse tempo, o sorriso confiante e desafiador não sairia de meu rosto, ajudando a provocar o inimigo.

Durante o combate, caso acabasse passando por algum objeto que pudesse usar como arma, faria sem pensar duas vezes (caso houvesse espaço o suficiente para tal). Chutaria barris ou caixotes no meio do caminho, de preferência na direção do marinheiro para atrasar sua chegada, pegaria pedaços de pau e tentaria quebrá-los na perna ou no cabeça do marinheiro após a esquiva ou mesmo de longe caso fossem maiores que a própria espada que o adversário carregava, as possibilidades dadas pelo meu conhecimento de luta de rua eram diversos e eu usaria todos da melhor forma possível desde que não me expusesse ao perigo.

O grandalhão não era o único marinheiro no navio, por isso mesmo, durante todo o tempo eu me manteria atento para ataques vindos de fora do local de batalha. Em caso de disparos eu tentaria me mover para uma das laterais a fim de esquivar-me deste, dando preferência a mesma lateral que me afastasse ainda mais do grandalhão e, quem sabe, fizesse com que o disparo atingisse o próprio sargento. Em caso de golpes com armas corpo-a-corpo ou com o próprio corpo, eu tentaria girar em 180 graus, me movendo para a lateral a fim de desviar do ataque ao mesmo tempo que usaria a palma da mão para desviar a trajetória do ataque em um bloqueio (colocando a mão na parte sem corte de uma possível lâmina). Tendo tido sucesso nisso, agora provavelmente estaria numa posição favorável para lançar o inimigo recém chegado na direção do grandalhão, e assim o faria pouco antes de voltar a me afastar e fazer as provocações - Olha por onde anda! - Gritaria. No caso de um ataque horizontal, entretanto, que não pudesse ser desviado com um giro indo para a lateral do adversário, eu primeiramente usaria a palma da mão para desviar a trajetória do golpe da maneira explicada antes e só depois me moveria para trás do marinheiro novato afim de fazer o arremesso.

Por fim, caso em algum momento após uma esquiva a espada do marinheiro ficasse presa na estrutura do navio (por ser muito pesada dificilmente ele conseguiria parar ou mudar sua trajetória depois de começar o ataque), eu me aproveitaria da oportunidade para chutar sua perna ferida quantas vezes fossem possíveis - Tá preso aí, camarada? - Zombaria. Caso este acabasse ficando com a arma presa na borda do navio, eu chutaria sua perna machucada e logo depois tentaria aproveitar-me de seu desequilíbrio para dar-lhe um tronco, tentando empurrá-lo para fora do navio - Ei, sua mãe não ensinou que não pode nadar depois do almoço? - Zombaria uma vez mais caso tivesse conseguido tirá-lo dali.

Quando o combate e toda aquela situação tivessem sido controlados, agora seria o momento de lidar com o problema do cálculo mal feito na hora de botar fogo no navio. O que era para ser um pequeno foco de incêndio havia crescido muito mais que o esperado e agora todo o sucesso da missão estava em risco graças ao nosso erro. Percebia naquele momento que muito disso se devia ao fato da falta de conhecimento que tínhamos sobre navios, até mesmo a sabotagem do leme havia saído de maneira imprevisível e por isso mesmo decidia que seria necessário aumentar a vastidão de conhecimentos em nosso grupo.

Em todo caso, naquele momento ordenaria para que os soldados do exército que já estivessem a bordo amarrassem todos os marinheiros, nem que fosse com suas próprias roupas, e que tomassem um cuidado especial com relação ao grandalhão. Dadas as ordens, pegaria um balde d’água e chamaria mais duas pessoas para irem comigo ao lado de dentro. Instruiria, é claro, que todos cobrissem o nariz com alguma peça de roupa primeiro. Lá dentro tentaria dar cobertura para quem estivesse comigo, jogando água nas chamas que estivessem se aproximando de nós ou de algo explosivo. Quando estivesse sem água, tentaria ajudar no carregamento com o que fosse possível levar sem soltar o balde, então levaria a carga para o navio dos aliados e repetiria o mesmo processo quantas vezes fossem necessárias. Ainda assim, designaria alguns soldados para que ficassem por conta de conter as chamas enquanto os outros se preocupavam com os carregamentos. Se não conseguíssemos salvar o carregamento a tempo, apenas iria para o navio dos aliados e me sentaria no deck, encarando o céu.



Post: 016~ Rename: -X- ~ Location: Polestar Island - East Blue

Notes: •Ganhos: 40 Mil Berries
Peruca - Preta
Lentes de Contato (Pretas)
Todas as dores da aventura anterior curadas

•Perdas: 248 mil berries

Legenda: Falas
"Pensamentos"

Thanks, Lollipop @ Sugaravatars


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Última edição por Wesker em Ter 18 Fev 2020, 20:10, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 10 EmptySeg 17 Fev 2020, 16:31

Mais uma vez confundiam-me com uma criança. Sei que minha aparência é mais jovial, mas chega a ser irritante a incapacidade de perceberem que era uma adulta. Apenas dava de ombros, como se me desse por satisfeita, mas mentalmente guardava aquilo. Essa informação ainda me teria serventia.


O primeiro obstáculo havia sido render os funcionários da Torch. O segundo havia sido passar dos marinheiros. E o terceiro também era rompido, ao enganarmos o capitão. E tudo transcorria da mais perfeita forma, com os nossos alvos aceitando a nossa presença como parte deles. Perfeito até demais. Após tomar o cuidado de manipular os oponentes para que pudesse estar a sós no interior do navio, preparei um pequeno incêndio para que suas atenções pudessem estar distraídas. Calculara quanta pólvora usaria para atingir o meu intuito. Mas calculara errado. O incêndio começou a se alastrar mais rápido e de maneira mais agressiva do que previa. A minha ideia era fingir estar sufocada, mas nem precisei me esforçar muito. A fumaça realmente começou a ficar maior do que poderíamos controlar facilmente. No instante em que Duncan destruía o leme, começávamos a ser impulsionados para o outro lado, já sem rumo.


Percebendo o significado daquilo, imediatamente retirei a besta e puxei dois dardos em minha mão. Eu não entendia muito de navios, mas era fácil ver que se a corda que sustentava a vela fosse rompida, o navio perderia a força de movimento. Assim sendo, aproveitei-me da visibilidade que o clarão do fogo trazia para fazer uma mira rápida, porém precisa, e atirar. Não sabia se acertaria ou não, mas achava bem possível. Havia praticado bastante e minha mira era um tanto quanto boa. Além disso, havia lembrado-me da máxima: sempre prever o desvio causado por mudanças súbitas de posição do alvo e pelo vento. Dessa forma, apesar de atirar o mais rapidamente possível, permiti-me entender o movimento do navio antes de fazê-lo. Assim, maximizaria minhas chances de acerto.


— Quem não quiser receber um tiro é melhor se jogar no mar ou voltar para dentro do navio!


Falaria, após o primeiro disparo, já colocando o segundo dardo na besta e mirando em um dos outros marines que estavam na parte externa. Meu alvo preferencial seria o babaca que me chamara de criança mais cedo, mas, se não o visse rapidamente, atiraria no que tivesse mais possibilidade de acertar. Os marines poderiam estar em maior número, mas a confusão era nossa aliada e normalmente as pessoas perdiam a coragem ao ver o primeiro bobo recebendo um dardo no corpo.


— Alguém quer outra? Então toma!


Diria, recarregando minha besta e atirando em mais algum alvo que estivesse disponível. Sempre o faria buscando recuar e encontrar a posição mais segura para meus disparos, ao mesmo tempo que procuraria dar cobertura a Duncan. Se visse que possuía um bom disparo possível contra alguém que o ameaçava, seria meu alvo preferencial, mas, do contrário, procuraria apenas atirar em quem estivesse mais fácil.


— Vamos lá, Yotsuba não quer matar ninguém! Se forem bonzinhos, vão viver!


Pretendia fazer com que todos os marines procurassem abrigo na parte interna do navio, então se notasse a qualquer momento que algum dos oponentes que estavam na parte de dentro tentasse sair, atiraria na direção da porta, servindo tanto como aviso quanto como uma ameaça. Procuraria desencorajar os outros de sair, assim, dessa forma, poderia ganhar um tempo extra para nossos reforços chegarem.


No caso de conseguirmos dominar a situação, diria:



— Quem está dentro do navio, saia um por um, seguindo minhas ordens, com as mãos para cima devagar. Vamos amarrar vocês e depois apagar o fogo do navio. Desobedeçam ou enrolem e o navio queimará, matando a todos vocês!


A ideia era simples: com todos os nossos oponentes desarmados e incapacitados de lutar, poderíamos usar os nossos reforços para controlarmos as chamas, coordenando a quantidade de água que jogávamos ao mesmo tempo, abafando o fogo.


Entretanto, se por algum motivo, até conseguirmos controlar a situação, o fogo ficasse forte demais para ser apagado, chamaria Faust e Duncan para me ajudar. Precisaríamos entrar lá o mais rapidamente possível, pegar os baús e correr para fora novamente.




— QUEBREM AS PAREDES E CRIEM ESPAÇO, JÁ VOLTAMOS!


Pediria, enquanto tirava a camisa e amarrava-a sobre meu nariz e boca. Não era de grande ajuda, mas ao menos diminuiria a quantidade inalada de fumaça. Aguardaria por Duncan e Faust, para que nós três fôssemos juntos e saíssemos juntos. O tempo estaria contra a gente.


Na pior hipótese possível, de vermos que não conseguiríamos adentrar o local, apenas recuaria, pedindo desculpas por ter deixado o fogo forte demais.


É claro que, a todo momento, estaria preocupada com possíveis ataques, principalmente porque, na confusão, era possível que houvéssemos esquecido de algum membro da tripulação. Dessa forma, ficaria sempre atenta aos meus arredores, procurando sempre esquivar-me e tomar distância para o local mais seguro possível.



Citação :

Contagem

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 10 EmptySeg 17 Fev 2020, 18:53


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Notava que M-3 se encolhia a medida em que me aproximava, achava até um pouco estranho que resistisse ao glamour de um campeão, então concluia que bastava me aproximar cada vez mais, até que ela criasse olhos para mim. Parecia muito simples de antemão, imaginei que estivesse dando certo, até ouvir sair de sua boca: — Eu pensava que anteontem você estava só atuando... — Franzia minha testa. "Espera, somente fazem dois dias que saímos da fortaleza Vermillyon? Nossa..." Olhava nesse momento para cima e punha a mão no queixo, lembrando das chicotadas e recuando um pouco de M-3 por um momento. Nessa hora, ouvia um grito de M-4. — Garfield! — Rapidamente me retirava do local e andava rápido par a direção da comandante, imaginando que estivesse em perigo ou algo semelhante. Preocupado, respondia instintivamente: — Você está bem?! O que houve?! — E a resposta me era garantida, porém fora do esperado. — Você sabe a minha idade, mas não sabe a dela. — Surgia agora uma mescla de preocupação com confusão. — E-eu... ãhn? — A que se referia M-4? Afinal, por que levei uma bronca ao chamar sua irmã M-3 de bela? Olhava para os dois lados, buscando encontrar uma reação semelhante à minha, mas aparentemente não encontrava nenhuma, apenas eu não estava entendendo o ocorrido. M-4 me olhava com raiva, e ao que tudo indicava, nojo, também. — Você é uma boa pessoa, mas pense bem no que você está fazendo agora. — Me corroía por dentro o encarar da loira: havia alguma coisa de errado com o que eu estava fazendo, principalmente para alguém como ela, que há pouco me confortava com palavras.

Não somente isso, mas me encarava por muito tempo, também, com raiva, um olhar de batalha. Não queria brigar, portanto não me fazia resiliente desta vez, apenas olhava em seus olhos com expressão de confusão, buscando raciocinar o que aconteceu, enquanto Hugo me guiava para longe dali. Enquanto estava sendo guiado por Hugo, perguntava a ele: — Hugo, quê que eu fiz? — Não esperava por uma resposta curta, então esquematizava o cenário na minha cabeça novamente, para entender melhor. "M-3 é a irmã de M-4. Paquerei M-3, chamei-a de bela..." Olhava para baixo, pensativo, escutaria ainda a resposta de Hugo, caso houvesse uma. "... M-4 não gostou nem um pouco. Disse que eu sabia a idade dela, mas não da sua irmã..." Prosseguia para a conclusão. "Saber a idade é um detalhe íntimo... sábio papai na bigorna sempre dizia que é falta de educação perguntar a uma dama sua idade... portanto...!" Encarava o Sol morrendo no horizonte, em uma epifania temporária. "... M-4 está com ciúme! M-4 não quis que eu desse em cima da irmã dela, queria que desse em cima dela! O Duncan estava certo o tempo todo! Além do mais, deixou claro que papai estava errado: não perguntar a idade antes de conhecer a pessoa que é a falta de educação! Ora, todos querem ser ouvidos, querem ter fama por serem jovens ou anciões. Mas é claro! Como não pensei nisso antes?! Após pensar, esticava o pescoço para olhar M-4, Azura e os demais posicionamentos no navio. Eu não sou nenhum tolo, era óbvio que as irmãs de M-4 foram manejadas para a minha direção oposta, enquanto a loira estava mais próxima. Estava mais que provada minha tese, e cabia a mim jamais dar em cima das irmãs de M-4 novamente, pelo menos, não se M-4 estivesse por perto, como forma de respeito à ela e à sua paixão reprimida por mim, na qual infelizmente não era recíproca.

Estava pronto para pedir desculpas, então. Saía do meu posto e caminharia neste momento em direção à comandante, esperando uma reação hostil, aceitando-a como forma de justiça, caso quisesse exercê-la. Ao chegar perto o suficiente, curvaria-me um joelho e olharia para seu rosto, que provavelmente estaria na altura do meu essa hora. Assim que feito, abaixaria a cabeça e colocaria um punho no chão. — Sinceras desculpas! — Olharia para seu rosto. — Sinceras desculpas, M-4. Peço à M-3 também. — Colocaria um semblante determinado. — Há do Sol me punir, caso eu deixe de perguntar a idade de uma moça algum dia novamente! — Abaixaria minha cabeça novamente. — Pois não me tema; não deixe que me temam, todos aqui nesta escuna, sobretudo você. Sou fiel a minha palavra, e jurei lealdade a você e sua causa! — A partir daí, me levantaria. — Como prova de honestidade, deixarei que toque minha trança! Fará o que bem quiser com ela. — Mostraria minha trança branca bem feita na qual tanto me orgulho e deixaria que fizesse o que bem entendesse com ela. — Voltarei ao meu posto, como um verdadeiro campeão! — E voltaria para meu posto, disposto a esperar horas e horas pela chegada do navio.

Ouvia tempos depois Azura bradar a chegada do navio marinheiro. Empolgado, caminhava para a lateral do navio. As ordens de M-4 eram claras: manter-nos-íamos calmos, pois não sabiam que éramos inimigos. — Oh! — Dizia, ao entender que não nos reconheciam como inimigos. Como sou ótimo em atuar, agi como um mero civil agiria e dei "oi" para meu velho amigo eclipse, companheiro de muitas aventuras! Veria-o acenar de volta e sorriria, empolgado. Caso estivesse perto de Azura, puxaria o pano do ombro da sua roupa repetidas vezes. — Ali, Azura, veja! É ele mesmo! Olha só! É o... espera... tem outro... mas quem...?! — Forçava um pouco mais a visão e via uma silhueta deveras conhecida. Meus olhos se arregalavam: era o espadachim negro, próximo a Duncan. Parecia com raiva pelo seu navio pegar fogo ou algo semelhante, e, com minha audição aguçada, ouviria suas palavras para o Eclipse, também ouviria suas palavras de troco."Há! Muito bom, Eclipse! Faça-o provar do veneno da provocação! Faça... o... grr!" Meu punho se fecharia e meus dentes também. Forçaria uma expressão de calma e felicidade, quando visivelmente não estaria calmo, olharia para os lados e diria para qualquer pessoa que estivesse ao meu redor. — É o Eclipse. Ele vai cuidar disso... ele vai cuidar dele, sim... ele... vai...!! — Bateria as duas mãos com força na lateral do navio, agora estando muito menos fraco do que antes estava durante meu período de descanso. Minhas pupílas se encolheriam, minhas veias do pescoço e braços ficariam a mostra e meus cabelos se arrepiariam. — ESPADACHIM NEGRO!! — Bradaria, inconscientemente babando ao proferi-lo. — SUA BRIGA É COMIGO, MONTE DE ESTRUME!! — Nessa hora, perceberia que o cabelo de Duncan estava mais escuro. "O espadachim está o corrompendo com sombras!" Pensaria, me enfurecendo. Veria, se possivel, Duncan segurando uma adaga e apontando para o homem. "Ele costuma usar lanças! Ele sequer está armado apropriadamente!" Notaria. Ficaria ainda mais nervoso ao notar que a luta era injusta, e que Duncan estava apenas fingindo saber lutar com aquilo, conhecendo-o bem. Frustrado por não estar no cenário, banhado a ódio, bateria repetidas vezes na beirada da escuna. — COVARDE! COVARDE! URRAAAAAAH! — Em um tiro de frieza súbito após meu esbravejar, pensaria com calma em alguns segundos, me contendo os nervos e os canalizando para a escuna. — ONDE ESTÁ O NAVEGADOR?! EMPURRA O NAVIO PARA LÁ, QUERO MOÊ-LO NA PORRADA!! CASO CONTRÁRIO, IREI NADANDO!! — Com os olhos, procuraria por uma tábua ou qualquer coisa que pudesse me dar apoio para ir ao outro navio. Respiraria ofegante a todo tempo, até que alguém me pedisse para manter a calma.

Caso o navio se aproximasse de fato, numa distância boa o suficiente para que eu pudesse adentrar o outro navio sem muito esforço, bradaria: — MORRA IMEDIATAMENTE!! — E correria para dentro, especificamente na direção do espadachim negro. Estava sem minhas armas, porém pouco importava no momento, assassinaria-o com as minhas próprias mãos. Com os olhos, buscaria por algo que servisse fácil como escudo, a fim de facilitar meu combate. Pularia para perto do escudo e com sorte o teria em mãos, assim investindo contra o espadachim. Qualquer marinheiro que estivesse no meu caminho seria completamente ignorado, apenas daria o gosto de acertá-los com força usando os dois braços, empurrando-os para fora do meu campo de visão como se fossem meros peões. O navio pegava fogo e provavelmente seus cacos cairiam no mar, o que por um momento me deixaria tenso, com certo medo de cair na água e não saber nadar. Por outro lado, o espadachim poderia ser tão pesado quanto eu, então talvez também não soubesse lidar com água. Caso conseguisse me aproximar dele com o escudo em mãos, poria o escudo em minha frente como quem bloqueasse uma estocada, sorriria com raiva e bradaria: — CUIDADO COM AS PERNAS, GALINHO! — E pisaria perto de suas pernas, imaginando que ele fosse esperar um golpe nas pernas. Nessa hora, curvaria meu corpo para frente, faria tremenda força nos ombros e nos bíceps, para que, no fim, eu acertasse meu escudo em cheio no seu queixo, de baixo para cima. Com o sucesso, meu escudo estaria na linha de seu rosto: com a outra mão livre, rapidamente, apertaria seu pescoço exposto e espremeria-o até que sufocasse até a morte. Em caso de relutância por parte dele, usaria meu escudo para atingir seu rosto diversas vezes, assim ele passaria a dar menos enfoque no pescoço e mais nas regiões do rosto, enfraquecendo sua própria pegada. Caso me aproximasse dele sem um escudo, a princípio, manteria distância curtíssima corpo-a-corpo e abraçaria-o pela barriga. Assim feito, imagino que não pudesse ter distância o suficiente para me acertar com a espada. Em seguida, faria força nas pernas e no tronco para erguê-lo aos ares. Com tudo dando certo, olharia ao meu redor e veria qual estava mais perto: fogo ou água. No caso do mar estar mais próximo, isto é, fosse mais fácil arremessá-lo para fora do navio, chegaria perto da borda dele e o arremessaria, esperando que com todos os seus equipamentos pesados não fosse apto a nadar. No caso do fogo que o navio pegava estar mais próximo que a beirada dele, bradaria: — SINTA O PODER DO CALOR VERDADEIRO! — E o arremessaria contra o fogo. Sabendo que poderia facilmente se levantar, olharia ao meu redor e tentaria encontrar algo como um barril ou uma outra arma, para arremessar contra ele caso tentasse se levantar.

Nesse período, sabia que o foco de Duncan estava sendo o sargento, mas compraria a briga somente a mim, era uma questão de honra derrotá-lo com mãos vazias. Caso não o derrotasse, repetiria as ações anteriores até que dessem certo, me debatendo com os braços a cada tentativa falha. Com sua derrota, respiraria ofegante e procuraria Duncan e Azura com os olhos. — CAMARADAS!! — Veria seus focos. O navio pegava fogo e não tínhamos muito tempo para combates mais longos, então rapidamente agiria de acordo com a necessidade da minha equipe, seja carregando equipamentos, caixas, utensílios, fazendo trabalhos braçais diversos ou os ajudando a se livrar de marinheiros incômodos. Assim que tudo estivesse feito, pularia de volta para a escuna, pelo mesmo lugar usado para adentrar o navio, mas antes, me certificando de que todos os meus camaradas e novos aliados tivessem entrado primeiro. Nesse momento, caso conseguisse entrar no navio, correria para M-4. — Às ordens! — E esperaria suas próximas ordens. Caso eu caísse no mar, junto com o espadachim negro, enforcaria-o até seu último suspiro e tentaria me manter sempre na superfície para que não me afogasse. Esperaria o resgate do meu corpo na água ou, se possível, me apoiaria em uma tábua para me erguer ao navio novamente. Em todo caso, usaria minha audição aguçada para bloquear ataques com o escudo ou com os braços e me prevenir de golpes surpresa.
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Facilitando a vida do narrador:
 
Objetivos escreveu:

— Aumentar a recompensa.
— Aprimorar meu escudo ou encontrar um que dê atributos.
— Completar uma missão.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 10 EmptyTer 18 Fev 2020, 19:01

Bom eu podia notar que a maioria dos marinheiros eram novatos, bom, só que eu também era um iniciante no exército Revolucionário o que deixava as coisas meio que na mesma. Os outros dois pareciam ter um ótimo plano e esperava que eles conseguissem executar da melhor maneira possível, enquanto eu ia ajudando da maneira que eu podia. “Bom, parece que fomos descobertos.” Eu colocaria um largo sorriso no rosto mediante a fala do sargento com sua espada gigantesca. Aquela situação toda era completamente engraçada e ao mesmo tempo incrível. “Ainda bem que Duncan vai ficar com o grandalhão, vou torcer muito para ele Gwhahaha.” Bom alguém precisava dar um jeito nas velas, para que o outro navio conseguisse se aproximar da maneira correta, ficava animado com essa situação vendo que o camarada conhecia o cabo, então em minha cabeça o mesmo deveria ser alguém forte o que seria de grande ajuda. Observaria as coisas bem atentamente e meu primeiro foco era pegar a adaga que o meu companheiro jogou no chão, não era um expert mas me virava bem com todos os tipos de arma. Então caminharia cuidadosamente para pega-la de maneira bem rápida. “- Talvez isso sirva.” Meus passos seriam cuidadosos e usaria da minha agilidade, tomando cuidado para não ser pego desprevenido. Assim que estivesse com a mesma na mão eu faria um pequeno corte no meu polegar e passaria pela minha boca, fazendo minha maquiagem de sorriso de palhaço com meu sangue. Seria um corte bem simples, enquanto faria o mesmo eu daria um “-Ha Ha Ha Ha.” Na sequência seguiria para o meu objetivo.

Queria deixar o navio mais estável, mas lembrei que não sabia nada de navegação isso era tão engraçado. Então com um tom irônico e ao mesmo tempo me divertindo com todo aquele caos no navio eu cortaria a corda das velas. “Não sei se isso é realmente o certo, mas espero que ajude. Gwhahaha” Cortaria a corda de todas as velas. “- Do Jeito que o navio está indo vamos todos morrer.” Falaria com um sorriso largo no rosto e por mais incrível que parece não era uma brincadeira pois na minha mente estávamos seguindo reto sem freio e sem capitão. Bom esse momento de adrenalina era necessário para que a vida fosse bela, não só isso para que também ela tivesse um pouco de graça. Me certificaria de ter conseguido cortar ambas as cordas e verificaria se o navio estava realmente ficando mais estável, no caso de não dá certo, então usaria a faca no caso de possível para rasgar as velas, assim querendo ou não a mesma iria perder totalmente sua eficiência, porém talvez eu não alcançaria a parte lá de cima da mesma e isso seria um enorme problema então observaria se tinha algum lugar para subir, fazendo isso eu cravaria a adaga na vela e desceria pulando com a adaga cravada rasgando a mesma de cima abaixo, antes certificaria se a posição que eu cairia era dentro do navio. “- La la La la” cantarolaria animadamente enquanto rasgava a mesma e desceria fazendo o rasgo. Usaria da minha acrobacia para tentar cair em pé, mas se não fosse possível eu independente da dor iria da uma enorme gargalhada. “- Gwahahahahahahahahahah como isso é divertido !!!!” Me levantaria rapidamente e olharia a situação atual do local onde eu estava.

No caso de alguém tentasse me impedir de fazer as coisas que eu tinha em mente, desde cortar a corda das velas primeiro eu falaria. “- Você me lembra um cara que conheci a pouco tempo na cidade.” Caso ele perguntasse quem, ou não perguntasse nada também eu responderia do mesmo jeito. “- Um outro babaca sem humor, igual a você!” Então usaria da minha esquiva e também acrobacia em caso de possíveis golpes, sendo um golpe na altura da minha cabeça com as mãos eu usaria uma guarda de boxe e me esquivaria por baixo do soco do mesmo, sendo com a esquerda eu sairia para esquerda também, para ele não ter chance de me golpear por baixo com a mão direita, sendo com a mão direita eu sairia para a direita para ele não me golpear por baixo com a mão esquerda e na sequencia cortaria a corda da vela. Sendo um chute na altura da minha cabeça eu usaria minha perna para pisar no joelho da perna que fica no chão, a mesma estando reta, assim desequilibrando o mesmo e tirando força do chute ou derrubando, não sei se teria força para quebrar, mesmo assim levaria a mão as duas uma tampando o rosto mas não a minha visão e a outra a lateral da cabeça fazendo uma defesa. Sendo golpes na linha do peito, tanto soco ou chutes, sendo com a mão ou chute da direita eu sairia com a esquiva para direita para ele não me atacar com a esquerda e golpearia com uma joelhada na costela, faria a mesma coisa no caso fosse com a esquerda. Na sequência daria continuidade com meu plano. “- Ai essa sua ideia foi uma piada de matar. Gwhahaha”

Mas no caso de golpes na linha das minhas pernas eu saltaria com uma joelhada voadora no queixo do adversário, porém meu adversário sendo espadachim eu então apenas iria esquivando para trás, digamos que dando voltas do navio enquanto ele vinha para cima, até eu chegar próximo da onde eu queria, ficava próximo da corda, quando ele fosse me golpear me esquivaria fazendo a espada dele corta a corda da vela. “- Ohhhh muito obrigado, você é muito util Gehhahahahaah.” E continuaria fugindo do mesmo pelo navio sempre atento para não ser pego de surpresa, para pular usaria minha acrobacia se fosse preciso e dando risada o tempo todo.

Dando tudo certo observaria se meus companheiros precisariam de ajuda e se algum deles pedissem faria meu melhor para ajuda-los da maneira correta. Teria que carregar os baús novamente e isso era chato pra caramba, isso se nós conseguíssemos apagar o fogo. Usaria balde de água para tentar apagar o mesmo, eu vendo que não dá, então falaria. “- O que é o que é, três pontinhos preto que estão prestes a ficar tostado? Gwhahahaha”. Em todo caso o outro navio encostando acho que a tendência era passar para o próximo navio já que esse aparentemente iria explodir, então eu faria isso, assim que ele encostasse, caso eu veja a garota que estava conosco então eu a cumprimentaria. “- Eae porteira de maquete!!!!! Sentiu saudades!!! Se ela falasse que não então eu responderia. “- Nossa é assim que diz oi para o seu novo escolhido Gwhahahaha.” Então passaria para o navio, mas se não fosse para trocar de navio eu ficaria aguardando as ordens para cumprir animadamente. No caso dos outros Revolucionários passassem para o navio em que nós estávamos eu observaria as caras novas detalhadamente. Se Duncan ainda estivesse lutando com o cara do espadão então eu daria meu “Apoio Moral” Olharia com um enorme sorriso no rosto. “- Ah Eu sou Duncan.” (Mais ou menos como no video abaixo, só que com sorriso no rosto.)

Ah eu sou Duncan:
 

Se tudo desse errado e eu não conseguisse deixar as velas mais estáveis eu me dirigira para a cabine do capitão e procuraria algum botão de parar, se não tivesse eu meteria a faca em todos os botões, se for um navio antigo só com o leme e tals eu procuraria a ancora do navio e caminhando até a mesma eu a jogaria no mar.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 10 EmptyQua 19 Fev 2020, 11:41


A situação de Garfield e M-4 ficavam um tanto desconfortável, realmente não sabia oque passava na cabeça do grandalhão, mas não tínhamos tempo de pensar naquilo, precisávamos tomar nossas posições e encontrar o navio que estavam os outros. Me juntava com as irmãs da M-4 na proa do navio, de imediato não tinha nada no horizonte. “Parece que vai ser uma tarde longa!” Pensava olhando para a imensidão azul.

Me encostava em um dos cantos ali da proa, e não tirava os olhos do local aonde deveria ficar de vigia, mas algo me incomodava, não o lance do Garfield com as crianças, mas sim com os antigos membros do meu pequeno esquadrão de invasão. “Infelizmente estava crua demais para liderar eles, e não os conhecia tão bem para deixá-los sozinhos.” O peso da liderança caia aos poucos em minha consciência, aquelas semanas no East Blue estavam abrindo meus olhos a um nível que não esperava. “Mostrarei que estou diferente, e que vale a pena me seguirem na revolução” Pensava olhando a fundo ao grande mar enquanto estralava meus dedos, estava ficando ansiosa com a chegada do pessoal para que enfim pudéssemos sair dali.

O tempo passava, e ficava cada vez mais entediada, quando olhando mais ao fundo via um pequeno ponto a nossa frente. - Parece que tem alguma coisa ali! Soltava descorando de onde estava me aproximando mais da proa, fixava o olhar na direção do ponto, quando estavam mais perto via o barco em chamas a nossa frente, rapidamente gritava para M-4. Quando a embarcação se aproximava conseguia ver algo interessante, o sargento da noite anterior já com sua grande espada em mãos. “Duro na queda, gosto assim!” Pensava olhando para o mesmo, um pequeno sorriso de canto de rosto podia ser visto, ao olhar mais ao lado via que o mesmo apontava sua grande espada para Duncan, estava com uma aparência diferente, mas certamente era o Almofadinha, minha mão direita apertava rapidamente, a situação parecia bem complicada no navio, não sabia se o mesmo conseguiria lidar com o espadachim, mas talvez desse para contornar por conta de sua nova aparência o homem não deve saber quem realmente ele era.

Mas tudo ia por água a baixo quando Garfield sabe se lá porque grita a alcunha de Duncan para um navio da MARINHA. - Mas que merda! Soltava colocando minha mão esquerda em meu rosto desaprovando a atitude do então guardião do sol. Olhava de volta para o barco e infelizmente o marinheiro tinha escutado e ligado os pontos, olhava enfurecido para Duncan, o mesmo olhar que tinha me dado a noite anterior, e isso era bastante perigoso, Duncan poderia sair dali bem machucado.

Com toda aquela situação escutava Garfield pedir pelas ordens da garotinha. “Não dá tempo de esperar as ordens da M-4!” Pensava colocando meu escudo de volta no braço. -Garfield não da tempo de esperar ordens elaboradas, nossos amigos precisam de ajuda, vamos mostrar as asas da liberdade para esse bando de filho da puta! Terminaria de falar esperando a oportunidade perfeita quando as duas embarcações estivessem próximas o suficiente para que pudesse abordar. - Vou dar um fim nisso agora, vou te ajudar Duncan! Falava para mim mesma, a situação era delicada, tinha de ajudar Duncan e os outros a saírem dali, vivos.



Assim que os barcos estivesse próximos, usando minha acrobacia pularia para o barco, pousaria flexionando os joelhos para não ter muita dor, olhava minha voltar para saber como estava a situação. Olharia na direção do homem para ver mais ou menos a distância do mesmo, ficando atenta em volta para não ser atacada de surpresa, se ocorresse, o tentaria erguer meu escudo na altura do golpe a fim de aparar o golpe e contra atacaria com um gancho de esquerda. Analisava o espadachim, que estaria focado em Duncan no momento, e em seguida partiria para o ataque aproveitando que o mesmo não esperava a interrupção ali, correria usando toda a minha velocidade em zigue zague para evitar que outros marinheiros intervissem em minha investida, com a minha vantagem de aceleração atingiria a minha velocidade máxima em pouquíssimo tempo e quando estivesse a dois metros do homem daria um impulso para frente e daria uma voadora baixa mirando o joelho direito do marinheiro, esticaria a minha perna esquerda e encolhia a direita indo como um míssil usando toda a minha velocidade e daria um chute usando toda a força que tinha no joelho do oponente, a sua intensão era quebrá-lo para dificultar ainda mais a mobilidade do mesmo além também de causar uma imensa dor.

Caso realizasse o chute com sucesso, mesmo se não quebrasse o joelho do inimigo, com certeza teria causado bastante dor e possivelmente limitaria os movimentos do oponente além de fazer com que o mesmo se inclinasse um pouco para frente por causa da dor. Após realizar o chute, daria uma pequena cambalhota para a esquerda e assim que tocasse os pés no chão, correria para trás do adversário e daria um pulo para fica na altura das costas do oponente e logo depois daria um giro de 360º para pegar um pequeno impulso e assim desferir um poderoso chute nas costas visando tentar de "terminar" de derrubá-lo. Correria pelo corpo do oponente e daria uma pequena cambalhota para frente pra pegar mais impulso e força e assim acertaria a parte de trás da cabeça do marinheiro com o seu calcanhar usando toda a minha força. Em seguida daria um salto por cima do outro lado, e assim que tivesse na lateral do mesmo daria um pulo maior até chegar da altura da cabeça do mesmo e daria mais um giro de 360º para pegar mais força e acertaria a parte de trás da cabeça do marinheiro usando o meu cotovelo. Se não alcançasse a altura que desejava apenas com um salto, daria mais pulos usando o peso do homem para assim executar as suas ações.

Se enquanto o corresse em direção aos oponentes na primeira ação e percebesse que algum marinheiro no local tentassem qualquer tipo de movimento ofensivo, o procuraria arquear meu braço direito com o escudo afim de aparar o golpe, caso notasse que não dava para bloquear, a única opção seria prosseguir com a corrido e assim passar entre as pernas do oponente e assim se conseguisse desviar daquilo daria o mesmo movimento que era girar o corpo em 360º e acertar o joelho do marinheiro com o meu calcanhar e usando toda a força e assim dar continuidade com  a estratégia anterior, e sempre se mantendo bem alerta a "terceiros" que possam atrapalhar, priorizando sempre a defesa. Após realizar os meus movimentos, me manteria bem atenta a tudo em minha volta com uma posição defensiva e esperava ataque de qualquer lado, pronto para levantar o escudo para o primeiro golpe que viesse ou me esquivar pro melhor lado possível e assim contra-atacar como desse.

Caso Duncan e Garfield tivessem atacado e em trio tivéssemos conseguido finalizar o inimigo, me levantaria sorrindo para ambos e falaria. - Que ódio nunca deixam uma garota terminar… Obviamente a palavra era de duplo sentido, mas não era tempo de ficar de conversa ali, tínhamos de sair o mais rápido. - Duncan a missão é sua, oque temos de fazer!? Caso o mesmo não respondesse apenas seguiria e pegaria oque tivesse de pegar, e tentaria voltar para o barco original a final aquele que estaríamos agora era um trem desgovernado.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 10 EmptySex 28 Fev 2020, 08:20


Narração
Sensação térmica: Quente
Céu aos poucos se fechando
Localização: Loguetown

Todos estão numa quarta a tarde


Ferimentos escreveu:
Garfield:
Fraqueza pela perda massiva de sangue, irá se recuperando aos poucos, ficando perfeito em 8/8 posts

Azura, Duncan, Faust, Garfield e Naomi
Garfield não entendia porque estava errado, mas estava sendo afastado por isso mesmo assim. Hugo o olhou sem acreditar realmente que o homem não sabia o que estava fazendo, afinal, ele não conhecia o arauto do sol, então naquele momento o pernas longas só parecia um cara com um gosto totalmente doentio. Nem mesmo ao pedir desculpas viu qualquer tipo de pensamento positivo vindo de M-4 e suas irmãs, talvez pelas falas dele, afinal, o que exatamente tocar na trança dele teria a ver com honestidade ou qualquer coisa do tipo?

Independente disso o tempo passou e um novo cenário havia surgido. A situação era extremamente caótica, mas era o que tinha no momento. Garfield vivendo em uma ilusão e Azura nada podiam fazer além de esperar o barco se aproximar de onde queriam. Já, por outro lado, os três que estavam no outro barco possuíam várias opções do que fazer, sendo a maioria basicamente tentar sobreviver aquela situação.

O ponto mais problemático nesse outro barco era claramente o de Duncan, que encarava o sargento. Além disso, a forma que ele pensava em afrontar o homem era interessante, o jovem começava a provocar seu inimigo, algo bem insensato de se fazer naquele momento. Por mais que houvesse um motivo lógico em sua mente insana para fazer isso. Bem, o plano era um sucesso, o marinheiro estava totalmente focado no Eclipse, que por acaso não estava nem mesmo com uma arma que soubesse utilizar minimamente. Por isso, a única ideia que vinha a mente do revolucionário era jogar uma das adagas? A ideia original somente trouxe a informação que o homem conseguia bloquear golpes com aquela espada gigantesca, pois foi o que ele fez com facilidade.

Ao ver aquilo, o primeiro a agir foi Georg que logo ia com calma na direção da adaga. Como o barco estava totalmente desgovernado porque Duncan havia quebrado o leme, logo o palhaço decidia que seria uma boa cortar as cordas das velas principais para diminuir a velocidade do navio e assim conseguirem parar. Ao mesmo tempo, Naomi estava preparando para lutar, pois a jovem já havia atirado na vela e errado infelizmente. Pois, mesmo com toda a concentração que a pequena mulher havia feito, o fato do barco ter se mexido demais e a sua pontaria não ser tão boa quanto imaginara acabaram impossibilitando o tiro como desejava. Vira a corda intacta após o disparo de seu dardo, no entanto, percebera que Faust tivera a mesma ideia e assim Yumi pôde se preocupar com outras coisas.

Já no lado de Duncan era interessante ver que ele tentava desviar dos golpes do sargento, pois ele nunca foi perito nisso, sendo simplesmente uma pessoa normal tentando se esquivar de golpes de um marinheiro claramente melhor treinado que o usual. Por isso, logo no primeiro golpe sentiu o ferro da espada acertando sua pele e cortando suas roupas. Começava aos poucos a sangrar, mesmo que ainda tivesse sorte do ferimento não ser tão profundo quanto poderia. Porém, percebia que não poderia continuar brincando contra aquele homem. Ou não, afinal Duncan decidiu continuar provocando o marinheiro. Assim, viu o sargento realizando um golpe vertical que milagrosamente conseguia desviar como desejava. Parando assim perigosamente perto da borda do navio.

Georg se aproveitava do fato de Naomi servir como isca após ter atirado em um marinheiro, coincidentemente o mesmo que a chamara de criança, e assim conseguia facilmente chegar até as velas para cortar suas cordas. Yumi via que os marinheiros não estavam tão assustados quanto ela queria. Na verdade, seguindo o humor do sargento, ao perceberem que tudo aquilo era claramente forjado pelos três, ao invés de medo, o que surgia ali era raiva.

Azura percebia facilmente, junto de todos no navio em que estava, quando as cordas do navio da marinha foram cortadas e assim as velas foram desinfladas. Rapidamente o barco perdia velocidade e era só uma questão de alguns minutos para finalmente chegarem até a embarcação que possuía o carregamento de armas e seus companheiros. Tanto ela quanto Garfield se preparavam para pular no navio inimigo, precisavam ajudar Duncan, pois sabiam que o seu adversário não era qualquer coisa.

Apesar de estar numa posição um pouco favorável para se esquivar, Duncan sentiu mais uma vez seu sangue saindo com o outro golpe do sargento. Com isso sua situação só ficava cada vez mais precária, precisava agira rápido, porém não havia nenhum sinal de armas ou qualquer coisa que pudesse servir como arma além da própria adaga que possuía em mãos.

Naomi percebia que suas ameaças não estavam surtindo tanto efeito quanto desejava. Apesar de já ter tirado em mais de um marinheiro, mas não o matara, e até mesmo na porta que levava para o andar inferior. Via outro soldado saindo do local, afinal lá dentro estava cheio de fumaça, não havia motivo para ficar lá dentro, era melhor arriscar-se contra os malditos revolucionários do lado de fora do que ficar morrendo sufocado do lado de dentro. E pelo canto do olho ela conseguia perceber que Georg já estava cercado, porém aparentemente os soldados estavam com um pouco de medo do palhaço, pois sua boca estava cheia de sangue, este vinha dele mesmo apesar de não saberem. O medo não duraria para sempre, e eles estavam armados, então era perigosa aquela situação.

Com isso, o cenário no barco era claro quando finalmente o contato com a segunda embarcação ocorreu. Duncan encarava sozinho o sargento, enquanto Naomi percebia que pelo menos quatro homens haviam saído da parte inferior do barco, e para a sua infelicidade, eles simplesmente pegaram pistolas do carregamento, estavam todos armados, além deles outros três cercavam Faust, esses já com outras armas, dois com espadas e um com pistola. O encontro entre as embarcações não foi tão bonito ou simples quanto poderia se imaginar. Um forte baque fez com que todos em ambas as embarcações tremessem um pouco. Isso salvou a vida de Duncan que por pouco não teve o pescoço cortado para fora no momento que os dois navios se chocaram. O jovem queria chutar a perna do sargento, mas não estava em condições nem mesmo de desviar direito, perder um tempo chutando-o com certeza resultaria em sua morte.

E, na verdade, falar todos foi um erro, Azura e Garfield pularam para outra embarcação antes mesmo do baque, e por isso estavam no ar quando este ocorreu. Assim, andavam tranquilamente pela embarcação inimiga indo na direção do sargento e Duncan enquanto todos os outros simplesmente perdiam tempo tentando se equilibrar. A mulher era várias vezes mais rápida que o pernas longas e por isso chegava nos dois muito mais cedo do que Henryford. Com o adversário focado totalmente em Dellumiere, sua tarefa fora realmente simples. Pendragon acertava um forte chute focando-se na perna do marinheiro, ela acertava. E para a surpresa dela, ou nem tanto, ele não demonstrava tantas dores quanto queria. Se ela havia sido tratada e já estava cem porcento melhor, ninguém diria que o mesmo não poderia ocorrer com ele, só não havia retirado as bandagens.

Garfield vivia no mesmo mundo de imaginação linda que Duncan, um queria uma arma do nada, o outro queria um escudo do nada, obviamente ele não encontrou e por isso teve que ir até o sargento com as mãos vazias. Pelo menos ele já possuía um plano formado em sua mente para essa situação. O plano obviamente não era dos melhores, no dia anterior havia visto a força do marinheiro, mas achava que conseguiria realizar aquele ato. Para realizar seu plano precisou olhar qual era o estado do fogo, logo percebeu que era impossível determinar no momento. Com o choque entre ambos os navios todo mundo estava alucinadamente correndo entre os conveses, M-4 e M-3 já haviam invadido a embarcação inimiga e estavam tentando apoiar Naomi que estava cercada. Parecia que ninguém mais se importava com o fogo e por isso ele simplesmente aumentava cada vez mais.

Hugo até tentava ir até Georg, mas esse simplesmente estava frito cercado por três inimigos. E na verdade, o próprio Hugo não deveria se preocupar com Faust, pois finalmente um homem fazia seu movimento. O capitão, que até então não havia dado sinal algum por ali caía lá de cima das velas e acertava o revolucionário desmaiando-o no mesmo instante. Todos ali podiam ver que as velas, mesmo as que o palhaço havia cortado, estavam guardadas. O capitão olhava aquela confusão e parecia especialmente raivoso.

Garfield chegava no sargento para tentar o agarrar, mas esse já havia visto seu movimento por causa do chute que Azura havia dado. Porém, ter que se preocupar com o pernas longas fez com que a Pendragon realizasse o movimento que desejava com facilidade. O marinheiro ia ao chão com o poderoso chute que havia levado. Nisso tudo, Duncan parecia um mero espectador da luta e por isso via o capitão da embarcação indo na direção deles rápido, pois ele percebia que o sargento era seu principal aliado e precisava de ajuda. Não sabia a força daquele capitão, mas via o homem (Hugo) caído no chão, uma clara obra daquele sujeito.

Naomi sentia os tiros acertando-a, eles não eram bons de mira e estavam preocupados com M-4 e M-3 que haviam vindo em seu apoio. Infelizmente, viram também quando Georg cercado era cortado em seu peito, rasgando a roupa e fazendo-o sangrar um pouco. Do navio dos revolucionários ouviram um som de tiro soando, Lenora atirava nos três que cercavam Faust, percebia que ele era o que estava em maior desvantagem. Os cabos Zhac, Katie e Snowflake invadiam a embarcação inimiga também. Os dois homens iam na direção de Georg, enquanto Katie ia na direção de Yumi ajudar M-4 e M-3, além é claro da própria Naomi.

Enquanto o fogo ia ficando cada vez mais intenso, Garfield havia feito sua escolha, por mais tentador que o fogo fosse, a borda do navio estava logo ali, Duncan havia tentado fugir pelas beiradas do navio e todos ali estavam perigosamente perto da borda. Aproveitava o sargento estar no chão para agarrá-lo, só que aquele homem era simplesmente forte demais, igual já havia sentido no dia anterior, quando ambos estavam no chão e ele havia perdido. Só que o interessante de Henryford conseguir fazer isso, é que Azura havia pensado em um combo para realizar no marinheiro, e ela não o completara por causa da interferência do capitão. Antes de chutar o sargento mais uma vez, sentiu um soco vindo simplesmente de onde não imaginava, por mais que estivesse preparada mentalmente e atenta aos arredores, a velocidade do capitão superava a dela e se via acertada, caindo no chão ao lado de Duncan.

Assim, com o fogo aumentando e a fumaça também, várias frontes de batalha existiam. Azura, Duncan e Garfield estavam contra o capitão e o sargento. Naomi, M-4, M-3 e provavelmente Katie estariam contra os quatro marinheiros com pistolas, sendo que um deles era o que Yumi havia acertado com um de seus dardos. Já Georg estava cercado pelos dois espadachins, um deles levava um tiro de Lenora e o último marinheiro com a pistola atirava na direção dos cabos Snowflake e Zhac que iam na direção dele.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 10 EmptyQua 11 Mar 2020, 00:51


A Situação no barco da marinha estava ficando complicada, conseguia chegar a tempo ao encontro de Duncan com o sargento, conseguia desferir alguns golpes o desconcentrando, o sorriso em meu rosto era nítido, apesar da situação preocupante estava empolgada para dar uma boa surra naquele filho da puta. “Vai se arrepender de ter entrado no meu caminho!” Pensava focando diretamente nos olhos do sargento, assim seguia correndo em direção do mesmo tentando desferir uma sequência de golpes já que o sargento estava meio “abalado”.

Desferia alguns golpes mas antes que pudesse concluir sentia um peso em meu rosto, em seguida meu corpo começava se deslocar e ser jogada para longe, estava incrédula do que acontecia sentia o corpo indo em câmera lenta para longe do sargento, meu olho olhava de canto de rosto vendo um outro homem ao lado do espadachim. “Droga!” meu corpo batia no de Duncan, a situação que já era complicada começava a ficar um pouco mais intensas, escorava meu braço para levantar meu corpo com um olhar fixo no novo oponente, sentia aquela chama dentro do meu corpo começar a crescer apertava o punho a raiva começava a tomar conta. “Como não consegui ver ele chegando?” Era a dúvida que mais martelava em minha cabeça.

- Duncan, Garfield! Chamava a atenção dos meus aliados enquanto me levantava. - Vou cuidar desse idiota! Cuidem do outro ali que tenta compensar algo com aquela espada gigante! Apontava para o sargento, não sabia a força do novo inimigo mas tinha certeza que Duncan e Garfield daria conta de lidar com o espadachim. - Depois se eu não tiver acabado com esse escroto venham me ajudar! Terminava de falar fixando meus pés novamente no chão. - Vamos concluir essa missão e dar o fora daqui, não estou para brincadeira. Vamos!

Sentia meu corpo tremer de excitação, tudo que estava acontecendo estava somando em um êxtase e em uma adrenalina. Assim corria o mais rápido que conseguia em direção ao homem, caso o mesmo tentasse desferir algum golpe em minha investida levantaria meu escudo na altura do golpe do homem afim de bloquear. Tentaria ficar atenta com qualquer outro marinheiro me atacando a fim não era porque tinha mandado os rapazes cuidando do espadachim não significava que ele deixaria eu lutar sozinha com seu salvador, se viesse golpes de terceiros tentaria bloquear da maneira mais eficiente possível. Assim que tivesse em uma distância mínima entre eu e o outro marinheiro me abaixaria tentando esquivar de algum golpe que o mesmo poderia ou não fazer independente das ações do homem seguiria com o plano, em seguida tentaria dar uma rasteira esticando minha perna e movimentando ela da esquerda para a direita.

Caso o mesmo desviasse do ataque ou algum outro marinheiro tentasse me acertar eu rapidamente daria algumas cambalhotas para trás afim de ficar em uma distancia segura, sempre tomando cuidado para não tropeçar em algum obstáculo. Após voltaria ao meu ataque ainda focando o marinheiro correndo em zig zag para me aproximar, assim que tivesse em uma distância boa me abaixaria novamente provavelmente o mesmo pensaria que iria tentar mais uma rasteira, mas pelo contrário com minha perna esquerda como base apoiando no chão junto com meu braço direito, assim executaria um chute de baixo para cima em direção a cabeça do homem. Mas caso ele ou outro agente tentasse me atacar no processo tentaria colocar meu braço direito na frente com o escudo segurando com as duas mãos para absorver o golpe sem ser jogada para trás.

Daria algumas cambalhotas para saber a situação total da batalha, mas caso o homem ainda estivesse de pé corria o mais rápido que conseguia em direção ao mesmo, chegando em uma distância considerável do mesmo, faria força contra o solo a fim de impulsionar para um pulo, executando em seguida pulando em direção ao marinheiro, fazendo força com minha perna direita visando chutar seu rosto na horizontal da direita para esquerda, afim de tentar lançá-lo como uma bola, caso o mesmo defendesse usaria o encontro de sua defesa para me impulsionar para trás em uma acrobacia posando no chão logo em seguida, sempre visando evitar golpes de terceiros tentando me esquivar para o lado contrário ao golpe ou se mais fácil arquear meu escudo para bloquear.

Logo em seguida voltaria a partir para cima do inimigo tentaria repetir o mesmo início, indo em sua direção ficando em uma distância boa, fária força com as pernas contra o solo e pularia em sua direção mas no lugar de um chute horizontal tentaria fazer algumas cambalhotas em sua direção no ar, esticaria minha perna direita a fim de desferir um chute de cima para baixo na vertical a fim de atingir sua cabeça para desnorteá-lo para que seus movimentos comecem a ficar um pouco mais lento, acertando ou o homem bloqueando tentaria dar alguns saltos para trás, sempre tomando cuidado com obstáculos ou com possíveis ataques dos outros marinheiros.

Caso a batalha tenha terminado, olharia em volta para saber a situação atual que me encontrava, caso todos estivessem bem e prontos para fugir gritaria. - Bater em retirada pessoal! Peguem oque vieram pegar e vamos sair dessa porra! Assim começaria a correr ajudando Duncan a pegar oque tivesse de ser pego e voltando ao barco de origem.
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 10 EmptySex 13 Mar 2020, 23:08



O povo parecia já estar bem decidido a lutar, enquanto eu me divertia com toda aquela confusão. Em minha mente minha a primeira coisa que vinha em minha cabeça e que eu não tive uma primeira boa ideia, porém era a mais engraçada de todas então não custava nada tentar. “Parece que Duncan vai ter um bom adversário pela frente.” Ficava extremamente contente pelo fato de ter conseguido e aparentemente as coisas darem certo ou pelo menos se caminharem para darem. Então eu conseguia observar duas pessoas pulando da outra embarcação para ajudar eu logo pensaria. “Nossa como são precoces.” Então eu era golpeado por um homem que demonstrava ser alguém forte minha primeira reação foi me levantar e dar uma boa gargalhada. “- Gwhahahahahahahah” Passaria a mão sobre o rosto, como se estivesse limpando o mesmo e ajeitaria minhas roupas enquanto falaria em um tom debochado. “- Caramba, que fracote, minha avó, para isso com a testa.” Colocaria um largo sorriso enquanto olharia toda a situação em que nos se encontrávamos, então olhava o cara novo tentando agarrar o sargento que estava no chão. Mano eu achava isso muito hilário, meu sorriso era super sincero, pois aquele cara era muito comedia. “- Caraca Jose, meu Deus do céu, o cara está agarrando o outro na minha frente ........ Gwhahahahahahahahaah” O fogo aumentava, assim como a tenção de todos ali no navio, parece que todo mundo estava pronto para o combate e eu faria meu melhor. “Espadachins, isso está muito confuso, pois, quanto tempo esse navio vai aguentar desse jeito.” Ao mesmo tempo que aumentaria minha diversão com a situação eu também aumentaria minha adrenalina devido a situação da embarcação.

Primeiramente me atentaria a possibilidade ao ataque dos homens armados, para esse caso ficaria em guarda para suas espadas pois essa era a prioridade no momento, deixando que meus olhos acompanhassem a arma branca a todo instante, então tomaria cuidado com o avanço dos soldados da marinha. Meu cuidado era grande para ambos, lutaria com toda minha força e selvageria, porem em minha expressão facial não tiraria o sorriso do rosto, pois também tentaria me divertir com essa situação que me encontrava. “Eles estão vindo com tudo.” Dessa vez eu também atacaria ao invés de só fugir e assistir o circo pegar fogo. Sendo um corte frontal eu me esquivaria para o lado, iria para o lado em que não estivesse o segundo marinheiro para não ser pego durante minha esquiva, ou seja se o segundo homem da lei estivesse a esquerda do primeiro ataque, logo usaria minha esquiva para a direita assim saindo do golpe frontal e fincando longe do alcance da espada do segundo cara e logo após eu me esquivar rapidamente golpearia com um chute na dobra do joelho do rapaz. Tomando muito cuidado para não ser pego pela a espada do mesmo, mas o intuito era tirar o equilíbrio, do mesmo e aproveitando para que o outro não me golpeie pela minha posição para não acertar o seu companheiro então após meu golpe eu empurraria o soldado da marinha em cima do seu parceiro de trabalho. Assim ganhando distância e aplicaria uma joelhada voadora acertando o da frente e derrubando os dois. “- Toma essa seus comedias.” Porem em todos os momentos tomaria cuidado com a lâmina da arma branca do meu oponente. “Essa porra, deve estar mais afiada que língua de cobra.”

No caso o primeiro marinheiro me der uma espadada na horizontal na altura da cabeça ou cintura para cima. Então usaria uma estratégia chamada, quebra nozes, na verdade eu estava inventando isso agora, mas para a situação seria útil. Seria da seguinte maneira, no momento do golpe do adversário eu usaria minha acrobacia para fazer uma abertura zero, assim esquivando da lâmina, rapidamente no mesmo momento em que fizesse esse movimento eu já subiria minha mão com um ganho acertando as partes intimas do meu adversário. “- Quebrando Nozes Gwhahahahhaha.” Rapidamente me colocaria de pé e chutaria meu adversário, na altura da cabeça aproveitando o momento de dor dele. “- Fica tranquilo você nem usa mesmo.” E claro que eu debocharia do meu adversário, era algo que eu fazia com muita frequência, independente do poder dele.
estrategia que usei acima.:
 

Não podendo focar só no primeiro ainda aproveitaria a dor que ele estaria sentindo e partiria para cima do meu segundo oponente. Por mais que eu queria aproveitar a situação para pôr fim em pelo menos um, não poderia dar chance para o azar. “Mano não posso dar chance para o azar, pior que preciso dar um jeito rápido na situação.” Então manteria uma certa distância para não ser pego de surpresa e rapidamente aplicaria um chute na altura da perna do mesmo, no pé de preferência, onde seria bem difícil para ele defender com a espada, assim que ele esquivasse eu continuaria meu golpe, com a acrobacia aplicando o chute na cabeça.

golpe que usei acima:
 

Me colocaria em posição de combate manteria distancia, sempre indo para local próximo a saída daquele navio para o outro, enquanto falaria. “- Que Outra? se quiser outra eu vou dar outra? Huahuahauha”  

Se alguém me ajudasse eu agradeceria de maneira educada, ao mesmo tempo independente da dor que eu estivesse sentindo eu estaria com um sorriso no rosto, demonstrando uma enorme felicidade. No caso eu estivesse sido cortado eu iria falar mentalmente enquanto estaria sorrindo. “Parceiro, isso daqui está doendo pra um caralho, acho que vou morrer ... um médico por favor.” mas por fora com meu sorriso eu diria. “- Tudo ótimo por aqui, mas um medico para primeiros socorros.” Eu percebia, na verdade já vinha percebendo que eu estava no meio de revolucionários fortes, então eu precisaria correr atrás disso e ficar mais forte, para ajudar de maneira melhor. Tendo a oportunidade evacuaria o navio em chamas junto com os outros membros da organização rebelde.

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