One Piece RPG
Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 9 XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
InícioBuscarMembrosGruposRegistrar-seConectar-se
Últimos assuntos
» [MINI- Rmz'] Renegado
Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 9 Emptypor Rmz' Hoje à(s) 21:53

» Timbre Mudo
Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 9 Emptypor Wesker Hoje à(s) 21:29

» [MINI- Kiryu] Cumprindo uma promessa.
Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 9 Emptypor Kiryu Hoje à(s) 21:17

» Capítulo I - Surgem os Eternos!
Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 9 Emptypor Ripper Hoje à(s) 20:37

» ~ Mudanças Importantes ~
Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 9 Emptypor DEV.Ryan Hoje à(s) 18:28

» [MINI - Lily Ann] Rainha das Rosas
Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 9 Emptypor Kylo Hoje à(s) 17:48

» Phantom Blood
Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 9 Emptypor Johnny Bear Hoje à(s) 12:12

» [Kit - MINK (Dramatical Murders)]
Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 9 Emptypor Blum Hoje à(s) 11:58

» [MINI-Amador Amoroso] NANANAAA
Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 9 Emptypor Kylo Hoje à(s) 04:42

» Apresentação - 2: Falência ambígua
Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 9 Emptypor love.licia Hoje à(s) 02:21

» Fogo e Sangue
Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 9 Emptypor Shroud Ontem à(s) 23:52

» [M.E.P] Rmz'
Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 9 Emptypor Kylo Ontem à(s) 23:49

» Sem rumo definido
Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 9 Emptypor PepePepi Ontem à(s) 23:13

» Deus não me ama
Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 9 Emptypor Mirutsu Ontem à(s) 20:46

» A justiça não é cega!
Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 9 Emptypor Wild Ragnar Ontem à(s) 20:00

» Stage 1 - Uma nova vida
Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 9 Emptypor Bijin Ontem à(s) 17:25

» ☆☆I'm a motherf#$%in' starboy!☆☆
Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 9 Emptypor Wild Ragnar Ontem à(s) 15:31

» Cap. 1 - Abrindo caminho
Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 9 Emptypor Bijin Ontem à(s) 14:34

» Sons of Vermillion's Blood: Gênesis
Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 9 Emptypor Hooligan Ontem à(s) 14:04

» 1° Versículo - Gadeus, os Ateus do Gadismo!
Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 9 Emptypor yaTTo Ontem à(s) 07:50



------------
- NOSSO BANNER-

------------

Naruto AkatsukiPokémon Mythology RPG
Naruto RPG: Mundo Shinobi
Conheça o Fórum NSSantuário RPG
Erilea RegionRPG V Portugal
The Blood OlympusPercy Jackson RPG BR
A Song of Ice and FireSolo Leveling RPG

------------

:: Topsites Zonkos - [Zks] ::


Compartilhe
 

 Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!

Ir em baixo 
Ir à página : Anterior  1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10  Seguinte
AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
Duque Azul
ADM.Tidus

Créditos : 73
Warn : Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 9 10010
Masculino Data de inscrição : 10/06/2011
Idade : 26
Localização : 1ª Rota - Karakui

Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 9 Empty
MensagemAssunto: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 9 EmptySeg 23 Dez 2019, 17:09

Relembrando a primeira mensagem :

Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) revolucionário Azura V. Pendragon. A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Olá Convidado, seja bem-vindo ao One Piece RPG.
Links para ajuda: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo

AutorMensagem
PepePepi
Membro
Membro


Data de inscrição : 15/03/2013

Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 9 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 9 EmptySab 08 Fev 2020, 22:56


Narração
Sensação térmica: Quente
Céu aos poucos se fechando
Localização: Loguetown

Todos estão numa quarta a tarde

Azura e Garfield
Após a fala de Garfield, o clima ali no local ficava pesado, Azura começava a falar algo, todos naquele local reagiam, pareciam preparados para pular nos dois e afastarem alguma possível briga que acabaria ocorrendo. No entanto, enquanto ouviam o discurso perceberam que a jovem não atacava, na verdade ela acabava contando para Garfield e todos ali o seu passado.

Aos poucos o povo ia reagindo ao discurso proferido por Azura, cada um com sua devida atenção, dependendo unicamente de seu passado. O que obviamente mais chamava a atenção naquele lugar, depois da própria Pendragon, era Garfield, até porque todos os outros percebiam que aquela conversa era só dos dois, o resto nem deveria escutar aquilo tudo.

O discurso ia passando por uma explicação estranha para a maioria, onde acabou por pegar todos ali de surpresa quando Azura chamou o pernas longas para ser o seu "arauto do sol". A resposta do grandão era imediata. Ele ficava até mesmo constrangido com a resposta emotiva que dava por ali. Os dois pareciam ter se ajustado com uma facilidade maior do que o povo ali imaginava.

Garfield apreciava o anel que lhe era dado enquanto Azura ia saindo para mudar suas roupas. O grandão virava-se para M-4 e se desculpava pela gritaria. Mas via a pequena acabando por sorrir para ele, com a cabeça um pouco para o lado, num simples gesto de que entendia aquilo tudo, fazendo até mesmo a voz dela soar. - Você é assim, não tem porque pedir desculpas. - Falava ela com a voz um pouco animada. - Mas vamos andando, seus amigos vão precisar do arauto do sol. - Dizia ela indicando para ele ir pegar o que fosse precisar.

Só que infelizmente para Garfield, não havia nenhum tipo de arma ou escudo naquele lugar, e os livros que ele encontrou eram simples, para alguns até mesmo fúteis:  "Como descobrir se aquela pessoa é especial?", "Você está pronto para dar o próximo passo?", "O primeiro passo para o sucesso é acreditar", "Como ser um amigo melhor".

Enquanto Garfield pegava os livros, Azura se trocava e realmente apreciava a roupa nova. E não houve muito tempo para pensarem nisso, pois M-4 já queria partir pelo visto. Além de Garfiel e Azura haviam mais algumas pessoas com a pequena. Lenora, uma outra mulher que se apresentou como Katie, um homem que se apresentou como Hugo. - Só falta o cabo Zhac... - Falou M-4 olhando para baixo olhando para todos os lados. - Mas bem que você poderia não se esconder né. - Falava ela para algum lucar no canto, que foi de onde os dois viriam um pequeno ser no chão. - Eu sou o cabo Zhac. - Falava o pequeno se aproximando. - Bem, estamos todos aqui. - Falava ela indicando que poderiam ir andando para fora do local. Derlir estava por ali também e ela parecia dar algumas instruções para ele que ficaria naquela ilha.

A ida até o navio revolucionário parecia ser tranquila, o navio não estava nas docas, estava escondido em um local isolado na ilha, com somente duas pessoas tomando conta. Um era um homem bem comum que parecia ser tanto faz tanto fez estar ali de nome Aragão. Já o outro chamava mais a atenção, pois era um coelho com tamanho de um humano e vestindo roupas. - Aragão vai ficar na ilha. - Falava ela olhando para os dois sem saber qual deles era este homem. O homem dava um passo a frente e perguntava porque, mas ela falou que foi um pedido de Jorge, o amigo dele, que também ficaria por lá. M-4 passava informações de como chegar a base e assim viam o homem partindo.

Enquanto olhavam para o navio, viam que ele estava em boas condições e tudo ali parecia bem tranquilo para uma eventual partida. - Só precisamos esperar minhas irmãs então. Quando elas chegarem com os resgatados vamos ter que fugir o mais rápido possível. - Falava ela já prevendo que a situação não seria das melhores. - É melhor vocês duas ficarem preparadas. - Falava a pequena olhando para Lenora e Katie. - Provavelmente terão que tratar diversas pessoas. - Dizia ela já imaginando uma situação ruim se desenrolando. - Zhac é o navegador. Então vocês todos precisam escutar a ordem dele quando estivermos em alto mar. - Falava a líder ali com o resto do grupo. - Quero todos preparados para lutar se for necessário. - Ordenava ela. - Zhac, o navio está pronto para zarpar? - Perguntava para o pequeno que já observava o navio. - Só me emprestar alguns grandões aí para puxar cordas que estaremos prontos em um minuto. - Falava o pequeno. - Azura e Garfield, vocês que estão se recuperando, vão lá ajudar. É melhor do que terem que lutar caso seja necessário aqui. - Falava ela apontando para entrarem no barco.

Ferimentos escreveu:
Azura
Corte cicatrizando, pode retirar os pontos em 5/6 posts
Tiros tratados, vão parar de incomodar/doer em 5/6 posts

Garfield:
Basicamente todo o tronco está enfaixado, sentindo uma dor linda. A dor passará em 5/6 posts
Fraqueza pela perda massiva de sangue, irá se recuperando aos poucos, ficando perfeito em 5/8 posts
Após a dor passar e a retirada das faixas, verá que está com uma nova cicatriz que vai do ombro esquerdo até o umbigo


Faust, Duncan e Naomi
Era no mínimo interessante como cada um ali tinha uma reação diferente. Yumi falava para colocarem os três no outro quarto ao mesmo tempo que ficava pedindo desculpas por aquilo acontecer. Só que meio que as desculpas passavam batido, já que Georg estava simplesmente roubando todos os três. E ele roubava independente do que fosse, o que acabou fazendo ele roubar itens simples, como fotos de família, um isqueiro, cigarro e alguns berries. Duncan nada falava para seu colega que roubava os civis, sendo que ele mesmo havia vasculhado os civis e pegado simplesmente crachás que de nada serviriam por possuírem imagens deles. Assim, Dellumiere simplesmente concordava com Naomi que seria uma boa seguir o plano dela.

Levar os civis para o quarto foi relativamente fácil já que não havia mais ninguém hospedado naquele andar. Duncan notava nesse meio tempo que eles possuíam mochilas, afinal, estavam para fazer uma viagem. Nelas não havia muita coisa além das roupas e objetos de higiene pessoal, bem, além de uma lista, uma simples lista que era dividida em três partes. A lista era bem simples e não possuía reais detalhes.

Yotsuba:

  • 10 espadas
  • 20 pistolas
  • 20 rifles
  • 5 das demais armas


Gecko:

  • 30 espadas
  • 10 pistolas
  • 10 rifles
  • 5 das demais armas


Dawn:

  • 40 espadas
  • 50 pistolas
  • 50 rifles
  • 10 das demais armas


Eles não possuíam nenhum tipo de coisa que realmente chamasse a atenção e por isso não havia nada que os três podiam fazer além de vestir o uniforme. Os crachás não podiam ser usados graças as fotos, ficando assim a cargo deles se virarem para realmente fazerem o que podiam no momento certo.

O tempo foi passando e quando desceram as escadas, Duncan ordenou que Georg devolve-se as chaves. Para a sorte dos três, viram que a velha recepcionista estava olhando para alguma coisa na rua e por isso conseguiam entregar as chaves para outro funcionário que não percebeu que eles não eram os funcionários de Torch.

Uma carroça chegava com várias caixas cheias de armas e nela havia um marinheiro musculoso com a perna enfaixada e uma espada gigantesca em suas costas. Além dele que controlava a carroça, havia outros dois marinheiros, ambos andavam a pé, um em cada lado da carroça. - Vamos indo? - Ouviram o marinheiro falando de forma mal-humorada, ele olhava para a mesma direção que a velha recepcionista olhava na rua. Quando olhassem naquela direção, todos os três veriam vários galhos de árvores crescendo de forma muito acelerada por nenhum motivo. - Aparentemente Cruzis conseguiu pegar o vagabundo. - Falava ele mais animado, mas olhava de novo para os três. - Vamos logo! Não tenho o dia todo aqui. - Dizia ele de novo querendo acelerar o processo daqueles três subirem na carroça para partirem, era quando um dos marinheiros a volta falava. - Calma senhor, os funcionários sempre checam se as armas estão como a lista manda. - Aparentemente, por sorte do destino, os três estavam olhando para um sargento que não era acostumado a guiar os funcionários da Torch, talvez estivesse fazendo aquilo naquele dia graças ao machucado de sua perna.


Legenda:
 

Histórico:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Kenshin Himura
Cabo
Cabo
Kenshin Himura

Créditos : 7
Warn : Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 9 10010
Masculino Data de inscrição : 22/04/2012
Idade : 23

Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 9 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 9 EmptyDom 09 Fev 2020, 08:53


A situação com o Garfield tinha sido resolvida, mas não era tão simples quanto parecia, tudo que tinha falado não era da boca pra fora, tinha feito algo que não fazia a tempos, expor meus verdadeiros sentimentos, e não surtaria por conta daquilo, desde que peguei naqueles anéis estava ciente que teria de mudar minha postura e colocar os pesos de uma liderança em meus ombros. E estava feliz que Garfield tinha aceitado meu convite, agora dois dos sete já foram céu e sol juntos. “Mirian achei seu sucessor!” Pensava alegre caminhando em direção do banheiro para poder me vestir, a imagem da antiga portadora do anel do sol vinha a minha frente, quase tão lunática quanto Garfield e divertida como o mesmo. - Acho que escolhi corretamente! Indagava enquanto caminhava.

Assim que me vestia, me olhava dos pés a cabeça, realmente aquelas vestes eram lindas, e não tinha dúvidas que antigamente pertencia a alguma revolucionaria. “Espero que sua antiga dona tenha feito algo grande… Bom se não fez eu farei!” Pensava comigo mesmo alisando a roupa para ficar mais “certinha” em meu corpo, olhava de relance para o anel do céu. “Precisarei do guardião da tempestade! Quer dizer Arauto!” Para a célula ir para frente como o antigo bando de minha mãe, precisava de um imediato, alguém que fosse decidido e compartilhasse da minha visão, e que tivesse culhões para me peitar caso visse que os planos fossem perigosos demais ou loucos demais, mesmo perdendo a noção do perigo, e até então apenas Duncan tinha o perfil para ter a honra de carregar o anel que um dia fora de minha mãe.

“Tivemos um início meio conturbado, mas acho que ele aceitaria, a final ele odeia os nobres tanto quanto eu e está disposto a fazer oque tem de fazer para cumprir com as missões como foi mostrado na missão da mansão!” Concluía que Duncan seria meu braço direito, bastava encontrar o garoto para podermos conversar sobre minha iniciativa. Certo estou pronta para seguir pro barco! Saia do local indo em direção da M-4, sem muita demora encontrava a pequena junta com algumas outras pessoas, reconhecia Lenora, abria um sorriso para mesma me aproximando. - Oie, pensei que estivesse junto com Duncan! Dava uma pequena pausa olhando o restante das pessoas que estavam perto, todos eles se prontificavam a se apresentar, uma garota fofinha de cabelos loiros e óculos chamada Katie e um homem robusto chamado Hugo. “Recrutas? Ou pessoas que eu não cheguei a conhecer nos outros dias?” Pensava olhando para eles, M-4 procurava um tal de Zhac, logo uma voz saia de onde não conseguia ver, me assustava quando via um homem bem pequenininho.

- Puta que pariu você é fofinho! Falaria avançando em direção ao anãozinho, ignorando a dor em meu corpo que naquele momento já era bem menos e bem suportável, com os olhos brilhando com aquela criaturinha começava a abraçá-lo sufocando o mesmo em meus peitos. - Nunca tinha visto um ser como você! Es de onde pequenino? Estava impressionada, já tinha visto gigantes, tritões e pernas longas, mas uma pessoa tão pequena assim nunca em minha vida inteira.

Após apertar o mesmo por um tempo voltaria colocar ele no chão falando. - Quem se meter com esse pequeno vai tá arranjando problema comigo! E ria em direção ao mesmo, assim que começasse a andar em direção ao barco, me aproximaria de Lenora falando. - Já deve ter percebido, mas me diverti bastante na última noite, se puder trocar os curativos e tirar os pontos para mim depois eu agradeceria, o médico que fez isso não tenho a mínima ideia de quem seja, não sei se era tão bom quanto você, mas graças a ele estou viva aqui! Terminava de falade dando uma pequena trombadinha no ombro da garota.

Logo saiamos da parte mais urbana da ilha e íamos em direção a uma parte que parecia mais isolada, oque fazia mais sentindo, já que tínhamos de sair dali sem chamar a atenção da marinha. Via que tinha duas pessoas guardando o barco sensatos, para a marinha chegar ali e confiscar a embarcação seria dois pulos, depois do que a gente tinha feito na cidade aquela semana. Um dos homens era bastante comum, já o outro era um Mink coelho, apesar do mesmo ser fofo, já tinha visto diversos na mansão dos Vermillyon geralmente cuidando de tarefas do lado de fora da casa.

M-4 informava que o tal de Aragão ficaria na ilha, o homem de aparência comum perguntava o do porque, a garota apenas informava que era desejo de um amigo, assim o rapaz saia do local indo em direção a base. Em seguida M-4 começava a dar as ordens para os que ficaram, aparentemente o baixinho era o navegador ali, e pedia ajuda com as cordas do navio, enquanto Lenora e a outra garota tinham de ficar em alerta para tratar os feridos se houvessem algum quando chegasse, escutava a loira pedindo para que ajudasse o anãozinho. - Ajudarei sim, mas estou praticamente 100% novamente! Falava colocando a mão esquerda em meu ombro e rodando o braço, as dores eram bem menores do que mais cedo no bar, e se os meus colegas estivessem em perigo estava pronta para entrar no meio para que todos conseguissem fugir.

Assim ia em direção das cordas que o anãozinho informasse e as puxaria, com cuidado, a dor era menos mas não queria estourar nenhum ponto, então faria tudo que o rapazinho pedisse, e depois ficaria na lateral do navio observando a estrada que vinha da cidade. - Quando precisar que eu lute só mandar! Falaria para M-4 enquanto aguardava nossos companheiros.
Historico:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Sempre estarão comigo:
 

Voltar ao Topo Ir em baixo
https://www.onepiecerpg.com/t33737-cla-shadows-league
Wesker
Revolucionário
Revolucionário
Wesker

Créditos : 9
Warn : Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 9 10010
Masculino Data de inscrição : 29/04/2012
Idade : 21

Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 9 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 9 EmptyDom 09 Fev 2020, 18:29


O Eclipse

We Are Revolution






Vasculhando os funcionários em busca de coisas úteis, o máximo que eu encontrava eram crachás que dificilmente seriam úteis para alguma coisa e uma lista que, apesar de simples, me chamava bastante a atenção. O carregamento iria conter um número incontável de armas dos mais variados tipos, mas não era isso o que mais me surpreendia. A quantidade delas que eram destinadas a Dawn Island era quase o triplo de qualquer uma das outras duas ilhas e, sozinha, era maior que as outras duas encomendas somadas.

Ao fazer aqueles cálculos eu cerrava meu punho direito. Em minha mente uma figura de cabelos e olhos dourados surgia, coroado e imponente. Era Faham Doroth III, o rei do Reino de Goa. Todas aquelas armas provavelmente seriam usadas para defender os nobres e ricaços da cidade alta, além de ajudarem a chefe de polícia a oprimir ainda mais os mais pobres. Neste momento, a imagem de meu pai me vinha a cabeça e uma raiva adormecida fazia meu coração acelerar “TODOS… DEVEM… MORRER...” Apertava o papel com mais força, enquanto meu punho direito fechado quase chegava a sangrar.

Respirar fundo...” Pensava me colocando na posição mais ereta possível e fazendo conforme o exercício mandava “Expirar...” e deixava o ar ir embora. Repetia o exercício algumas vezes, tentando recobrar minha concentração e por estar em um ambiente amigável isso acabava dando certo. Estando agora mais calmo, tinha uma motivação a mais para cumprir aquela missão. Não podia deixar que aquelas armas chegassem a minha terra natal, e por isso mesmo o caregamento precisaria ser roubado. Não podia deixar que oprimissem ainda mais os pobres como fizeram a vida inteira não só com minha mãe, mas com muitos outros.

Mãe...” Era então que recobrava em minha mente a imagem de minha figura maternal. Naquele momento, jurava para mim mesmo que um dia ficaria mais forte e influente. O suficiente para livrar o Reino de Goa da tirania e soberba de seus líderes. Com uma nova motivação, era hora de seguir em frente para a realização do plano e ajudar não só Loguetown como outras três ilhas do East Blue, incluindo aqui a minha terra natal.

Enquanto descíamos eu me esforçava para decorar o nome dos funcionários que havíamos prendido e Faust entregava as chaves sem nenhum problema, o que era um alívio. Não demorou para que uma carroça com o carregamento chegasse assim que alcançávamos o lado de fora do hotel. Eram três marinheiros na escolta, sendo que aquele que guiava a carroça tinha uma presença muito forte para ignorar, talvez isso se devesse a espada gigantesca que levava consigo. A perna enfaixada pouco fazia para mudar essa sensação. Ainda assim, a nova motivação havia me dado coragem e disposição extras, mesmo para lidar com aquele brutamontes. O homem era tão mal humorado quanto sua carranca indicava, mas sua atenção estava claramente em outro lugar.

O que… Que droga é aquela?” Várias raízes cresciam em meio a cidade de forma nada natural. Os marinheiros entretanto, não pareciam estar nem um pouco assustados com aquilo e eu não demorava a descobrir o por que “Cruzis...” E por fim, tudo estava explicado. Lembrava-me de ter ouvido em nossa base que o capitão daquela ilha tinha algum poder estranho, forte demais para que qualquer um de nós pudesse enfrentá-lo “Então isso é uma akuma no mi...” Era uma sensação totalmente nova. Repentinamente eu entendia ainda melhor o que Delrir queria dizer ao afirmar que aquele homem era um monstro. O marinheiro da espada era uma coisa, mas aquele homem… Eu sequer havia visto seu rosto e ainda assim nunca em minha vida havia tido tanta certeza de que não poderia derrotar alguém. Seja lá quem fosse sua vítima, era um pobre coitado…

Ah, não...” E como em um estalo eu me dava conta de quem era o pobre coitado que havia acabado de se tornar a mais nova vítima de Cruzis. Seshiro havia recebido exatamente essa missão, havíamos com certeza condenado o major a morte “Droga...” Rangia os dentes com a culpa. Repentinamente me obrigava a voltar a postura, tinha que me manter firme para que o sacrifício do major não fosse em vão e para que o grupo continuasse na missão. Teria tempo para luto quando tudo aquilo tivesse acabado e nunca me esqueceria da coragem daquele homem em ter aceitado uma missão como aquela.

- Ah, me desculpe! Não é todo dia que vemos o capitão em ação! Aposto que depois da notícia dos Vermyllion isso vai ajudar a manter a população se sentindo segura! - Sorria em uma atuação que provavelmente seria ignorada pelo grandão mal-humorado, mas dificilmente pelos outros dois marinheiros. Minha maior preocupação no momento era com Yumi, esperava que ela não percebesse quem era a vítima do capitão da marinha, mas sabia que ela provavelmente era esperta o suficiente para perceber. Seria então o momento da recruta provar sua força e se manter de pé, seguindo com a missão para que o sacrifício do major não fosse em vão.

Um dos funcionários então contestava a exigência do superior e, sem querer, ajudava bastante em minha atuação. Então os funcionários checavam as armas do carregamento, aquilo era perfeito. Apesar disso, naquele momento também tornava-se claro que escolta não era algo que o grandão fazia no dia-a-dia - Claro, iremos checar bem rápido - Dizia já pegando a lista que havia encontrado no quarto - Não se preocupe senhor, será bem rápido!

Dizendo isso, seguiria à frente do grupo para checar a quantidade de armas. Tentaria na medida do possível fazer realmente esse trabalho, ou ao menos fingir que fazia. Gastaria apenas tempo o suficiente para que acreditassem que eu de fato estava checando tudo, a menos que percebesse algo gritante em falta. Tentaria me atentar principalmente a uma lança (uma alabarda preferencialmente), conhecia o suficiente esse tipo de arma para saber qual teria a melhor qualidade e havia usado várias ótimas enquanto vivia em Dawn Island. Ao encontrar a melhor, eu diria - Espera aí... - Pegaria a lança e fingiria que a estava olhando de perto, para então dizer - Ah, foi impressão minha. Peço desculpas! - Dito isso, voltaria a guardar a arma mas em uma posição estratégica acima de todas as outras, para que pudesse pegá-la mais tarde.

Agora, declarando como encerrada a checagem, subiria na carroça e seguiria junto do grupo na direção que fôssemos levados. Me manteria atento ao caminho, para o caso de entrarmos em algum local muito estranho ou uma armadilha muito óbvia. Estaria a disposição para ajudar com carregamentos, descarregamentos ou o que fosse pedido. Em suma, tentaria me comportar como um funcionário da Torch. Caso meu nome fosse perguntado, me apresentaria como Rudolf, e se questionado usaria a desculpa de que estávamos de última hora substituindo os outros funcionários, de quem falaria o nome por ter decorado ainda no hotel.

[/b]


Post: 014~ Rename: -X- ~ Location: Polestar Island - East Blue

Notes: •Ganhos:  40 Mil Berries
Peruca - Preta
Lentes de Contato (Pretas)
Todas as dores da aventura anterior curadas

•Perdas: 248 mil berries

Legenda: Falas
"Pensamentos"

Thanks, Lollipop @ Sugaravatars


Historico (Geral):
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

Em homenagem aos que se foram::
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Punk
Pirata
Pirata
Punk

Créditos : 13
Warn : Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 9 10010
Masculino Data de inscrição : 01/07/2013
Idade : 28
Localização : No barco

Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 9 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 9 EmptySeg 10 Fev 2020, 09:02

Eu não sabia se achava cômico ou estranho aquela garota pedindo desculpas aos nossos inimigos. “Esse povo do exército Revolucionário é estranho mesmo.” Eu conseguia um isqueiro, cigarros, alguns trocados e o mais engraçado era as fotos de família a qual eu olhava e já diria. “- É sua irmã? Se for apresenta!” Apesar de estar amordaçado eu provocaria assim mesmo. “- Agora se for a mamãe, a coroa está bem em!” Uma coisa era certa as coisas estavam ficando cada vez mais malucas, porém estava dando certo e isso era que importava para mim. Olhava para os marinheiros que chegavam para nos levar eram completamente estranhos, tinha um cara musculoso, com uma baita espada. Manteria minha calma e uma expressão séria enquanto passávamos por tudo aqui, mas por dentro eu estava com um pensamento para lá de zombador. “BIRLLLLLLLL, está saindo da jaula o monstro. Gwhahahahahaha” Então minha risada era cortada por um “Cruzis? Que porra de nome é esse? Cruzis Credo. Gwhahahahahahahahahahahahah” Eu queria muito dá uma gargalhada longa, porém eu me seguraria e muito, meus pensamentos iam além do que as pessoas poderiam imaginar, sim eu até tinha uma imaginação meio doida também. “Será que quando ele nasceu, a mãe dele olhou para ele, fez aquela cara de decepção, do tipo, não é possível que essa coisa saiu de mim..... Cruzis Credo ... é esse é um bom nome para essa coisa. Cruzis. Gwhahahahahahahaahahahahahahahahahahahahaha” Duncan parecia um pouco estranho, bom, sinceramente eu não era a melhor pessoa para ajudá-lo, mas poderia respeitar por ele ser um bom tonto.

Então enquanto Duncan parecia fazer o check list , eu puxaria um assunto rápido com o grandão mal-humorado, mantendo o máximo minha atuação. “- Foi promovido? Não costuma fazer a escolta, se, sim parabéns, olhando para você, vejo que não teremos problemas nenhum.” Bajulava um pouco o comédia, só para manter um bom relacionamento, tentando enfraquecer uma vista grossa com a gente. Ou seja, minha voz era calma, na qual eu tentaria passar muita confiança ao falar, meu olhar era diretamente nos olhos do mesmo, não sorriria, minha expressão era séria, mas não de raiva e sim uma seriedade do tipo de amigável. Andaria e olharia um pouco de longe o cabo, por minha curiosidade, sim, queria ver também o que ele estava fazendo, observaria e tentaria aprender algo com aquilo, para uma próxima. Querendo ou não era uma boa experiencia, para uma próxima. Sabe ser um agente dos rebeldes tem que ter um sangue frio do caramba. “Pena que não tem botas ... apesar que eu consigo usar qualquer arma ... hmm... uma arma de fogo seria legal, ia ser ... divertido.” Estava pensando me sentindo um bandidão se eu andasse com uma arma pendurada na cintura, as pessoas me vendo com um poderoso chefão. Esperava que tudo desse certo e andasse logo para a embarcação.

Estando tudo certo, então embarcaria e seguiria o caminho, sentado olharia as coisas ao meu redor, pessoas, casas, prédios tudo pelo trajeto. Também estranharia se não estivéssemos indo para um local muito estranho, então já começaria a me preparar olhando para qual dos marinheiros aparentava estar mais próximo de mim, se os outros também carregavam algum tipo de arma. Chegando ao local me colocaria a disposição para ajudar a carregar e descarregar os caixotes. Enquanto faria isso eu iria reparando no comportamento dos membros da Torch para poder não fazer nada de estranho, pois de estranho já bastava eu. Faria o possível para me comportar de maneira correta e não causar problemas possíveis, observaria também detalhadamente como era o navio, também andaria pelo mesmo como se estivesse explorando de maneira sigilosa, andaria como se fosse alguém apenas querendo que o tempo passasse de maneira rápida. Seria simpático com as pessoas e se me pedissem ajuda me colocaria a disposição. No caso de perguntarem meu nome então eu responderia. “- Meu nome é Tommy Leite.” Colocaria um leve sorriso no rosto quando me apresenta-se e depois ainda usando da minha atuação e falaria com um tom cômico, esperando que riam de mim. “-Minha mãe fez isso, por causa da tonalidade da minha pele.” Abria as duas mãos como se estivesse querendo dizer “fazer o que?” Eu era um zombeteiro e em todos os momentos da minha vida, esse era um dos maiores prazeres que eu tinha. “- Feliz daqueles que sabem deixar uma marca bonita na alma dos outros.” Diria isso em um tom bem baixo, com um leve sorriso.

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Akuma Nikaido
Pirata
Pirata
Akuma Nikaido

Créditos : Zero
Warn : Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 9 10010
Data de inscrição : 03/08/2012

Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 9 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 9 EmptySeg 10 Fev 2020, 23:41

Confesso que meus olhos se arregalaram ao observar Duncan e Faust roubando os pobres homens. Eu realmente não conseguia entender o porquê de estarem fazendo isso e, mentalmente, anotava a dúvida para perguntar-lhes depois. Não via como saltearem os bens alheios poderia ajudar o exército, mas algum motivo deveriam ter. E, de fato, ao menos uma coisa boa havia saído disso: pegávamos uma lista de armas que permitiria inventarmos o que estaríamos pilhando e aumentar nosso poder de convencimento de que éramos realmente os funcionários da Torch. Da melhor forma que podíamos, nos arrumávamos e partíamos para a real missão. Observávamos três marinheiros que seriam os homens da nossa escolta. O líder, aparentemente, era alguém que havia se machucado havia pouco tempo. E, pensando nisso, associava imediatamente com a invasão dos Vermylion anteriormente. Talvez esse marine estivesse lá e pudesse reconhecer Duncan. Pensando nisso, fui surpreendida pela fala do homem sobre Cruzis pegar alguém e, imediatamente, me virei:


— Doido daquele que tenta ameaçar a paz quando temos Cruzis-sama e Torch-sama aqui na ilha!


Dizia, convencida de que essa era a resposta correta. Naquele momento sequer pensei em quem poderia ser o infortunado que fora pego pelo marine. Minha preocupação recaía sobre nossos disfarces. Com o coração acelerado, ouvia a fala do outro marine, o que aumentava minha preocupação: se esse homem não estava acostumado a escoltar, era bem possível que só o estava fazendo por estar machucado. E isso poderia ser muito problemático. Por outro lado, eu tinha certeza que eu não o havia visto anteriormente, pois certamente uma pessoa daquele porte com uma perna machucada chamaria minha atenção.


Posicionaria-me à frente dele, de modo a atrair sua atenção. Quanto menos tempo ficasse olhando para Duncan, menor a chance de reconhecê-lo, caso realmente houvesse participado naquele dia.


— Pode deixar que isso é bem rapidinho, viu? Já estamos acostumados com o processo! E logo partiremos!


Olhava para o homem com um genuíno sorriso no rosto. O efeito tranquilizante de alguém amigável talvez o relaxasse, mas não era o bastante. A ideia era distraí-lo e, para isso, continuava a falar:


— Vocês já foram para Yotsuba, Geck ou Dawn antes? Eu conheço muito pouco desses locais, já que nunca fui para lá sem ser a trabalho. Morro de curiosidade de conhecer mais as maravilhas desse nosso Blues...


Soltaria um breve suspiro no final, como de alguém que estava sonhando acordada. Tentava criar uma brecha para que começassem a conversar, quebrando o gelo e criando a distração que precisávamos. Sabia que, em uma missão como essa, eles ficariam tensos o tempo todo. Eu mesma também estava. E, se não os fizéssemos relaxar, a chance de conseguirmos nosso objetivo seria cada vez menor.


~ Tomem cuidado, rapazes...


Pensava, torcendo para meu plano dar certo. Não sabia se Duncan havia entendido que ele poderia ser reconhecido, e Faust por si só era alguém muito extravagante. Logo mais partiríamos e o perigo diminuiria após embarcarmos. Mas, até lá, a cada novo momento poderíamos ser descobertos e pegos por Cruzis ou por Torch.


Por isso mesmo, apesar de receptiva e prestar atenção nas falas dos marines, não deixaria de observar o ambiente a meu redor, sempre dissimulando a observação como se estivesse apenas curtindo o passeio, afinal, não queria dar a entender que estava nervosa. Se surgisse alguém em nosso caminho e interagisse conosco, cumprimentaria educadamente, mas sem chamar muita atenção, buscando apenas representar meu papel de funcionária. Entretanto, se notasse que havíamos sido reconhecidos, inicialmente tentaria manter-me no papel, mas, se percebesse que não havia mais como disfarçar, simplesmente procuraria correr com todas as minhas forças para longe, sinalizando para que Duncan e Faust fizessem o mesmo. Enquanto não estivéssemos em auto-mar, não poderíamos arriscar uma briga ou luta, pois logo estaríamos em total desvantagem.

Por outro lado, se tudo corresse bem e chegássemos ao navio, ajudaria a embarcar com a carga e aguardaria meus comandos, fosse por parte de Duncan, fosse por parte dos marines. Nosso plano avançava e, a cada segundo, estaríamos mais perto de nossos objetivos.



Citação :

Contagem

Posts: 13
Ganhos: Arma de fogo
Perdas: 30.000 berries
Relações: Seshiro: em construção
Zhac: em construção
Derlir: em construção
Torch: em construção
Duncan: em construção
Faust: em construção


____________________________________________________


[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Sagashi
Revolucionário
Revolucionário
Sagashi

Créditos : 3
Warn : Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 9 3010
Masculino Data de inscrição : 17/01/2014
Idade : 18

Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 9 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 9 EmptyTer 11 Fev 2020, 00:33


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Acabava de me desculpar com a mocinha, atitude muito difícil de se tomar até para pessoas comuns, só não para mim, que sou o melhor até mesmo em ser humilde. A resposta que eu recebia porém era completamente inesperada, e apenas alguém com o temperamento muito bem trabalhado poderia dar em uma situação como aquela. M-4 dizia que estava tudo bem, pois não havia mal em estar sendo quem eu sempre fui. Intitulando-me de novo arauto, abria um sorriso esperançoso para minha superior e me sentia no dever moral de respondê-la. — Sábias palavras! — Contente, então, busco por meus equipamentos. Já não sentia mais a dor do luto de Creg, as coisas haviam aliviado bastante depois de bravejar contra Azura, me sentia emocionalmente honesto e livre, pronto para seguir em frente e deixar as más memórias de lado. Pensar no motivo da resposta de M-4 ser tão apassivadora me levava a acreditar que a pequena realmente se importava comigo, o que aquecia meu coração e me dava a sensação de ser desejado por perto. Para alguém que sempre esteve no topo, tão solitário no topo, tão acima do mundo mortal, ser querido é uma virtude, o luxo que a realidade comum não traz.

Felizmente para meus futuros inimigos, não encontrei nem um escudo, nem uma árma bárbara. Mesmo sabendo que não precisava de armas para sozinho derrubar exércitos apenas com meu tamanho e minha fé, indaguei-me ao Sol o motivo de não ser presenteado pelos meus esforços. A resposta veio quase imediatamente, quando achei os livros espalhados e os coletei. Pareciam fúteis para outras pessoas, mas para mim, valiam ouro, principalmente depois de ter lido um livro tão formal e objetivo quanto o último sobre engenharia mecânica. Um dos livros em especial me chamava atenção: "Como ser um amigo melhor", não me importava de onde tinha sido publicado, quem o escrevera, só sabia que era recomendação do Sol e portanto não havia de ser negligenciada, com exceção do "Você está pronto para dar o próximo passo?", no qual colocaria de volta no lugar que achei, afinal, nasci preparado, não preciso de vários papéis com tinta me amaldiçoando com incertezas. O restante, levava dentro dos bolsos da camisa social, ou no lugar da roupa onde caberiam melhor — lugar este não deve ser difícil de encontrar, pelo menos não para alguém que usa roupas do tamanho GG. GG para Garfield Henryford.

Voltava às ordens de M-4 e não pude deixar de olhar duas vezes em um rosto muito familiar. Os cabelos, as luvas, as armas... ó, covardes armas... eu sabia muito bem quem era, ora, era Lenora! Vinha-me em mente as memórias de Lenora, nas quais atirava repetidas vezes contra meu braço em uma simulação de batalha. Por que comprar briga com um campeão, se no fim, sequer têm coragem de se aproximar e lutar como um homem? Armas de fogo foram um erro da humanidade. Da mesma forma, não pude deixar minha finíssima educação de lado, fui direto ao cumprimento com a médica. — Saudações, velha companheira! — Aproximava-me e a abraçaria, caso permitisse. Tentava ser simpático ao puxar uma conversa, mas não conseguia evitar de chegar ao ponto que me incomodava. — Como vão as aventuras, Lenora? Você continua com aquelas armas, lá? De fogo? Ou decidiu... talvez, eu não sei... usar uma arma corpo-a-corpo...? — Dava meu melhor para parecer espontâneo, mas é claro que seria uma tentativa falha. Desviava o olhar para outro indivíduo, parecia ser uma mulher, tinha cabelos dourados e olhos azuis, uma moça muito bonita, realmente. Ao perceber que era bonita, imaginava imediatamente como Duncan reagiria à cena, e riria baixo, de forma que apenas eu ouvisse. Entretanto, o sorriso pós-risada continuaria estampado no rosto.

Olhando fixo em seu rosto, pude reparar algo muito incomum na moça. Ela tinha algo abaixo de seus lábios, era um ponto de escuridão, tão negro quanto minhas marcas de nascença que maculam meu corpo. Me aproximava mais de seu rosto, cada vez mais perto, até que sentisse sua respiração atingindo meu nariz e boca. Depois disso, diria: — Fique parada! Deixe-me ver. — Minha mão se dirigiria à sua boca, depois disso, manteria ereto apenas meu dedo indicador, que escorregaria para seu ponto preto estranho. Cutucaria o ponto preto algumas vezes, e se conseguisse cutucar sem que a moça se movesse, me afastaria dela. — Afinal, você nasceu com isso? — Perguntaria preocupado. Independente da resposta, diria: — É curioso, não? Veja só, eu também tenho! — Abriria os botões da camisa social e mostraria o peitoral, as costas, as mãos e parte do pescoço completamente desprovidos de roupa. Caso os livros caíssem nessa hora, recuperaria-os do chão e os guardaria de volta no lugar onde estavam no meu corpo, abotoando a camisa novamente.  — Muito bem, devo me apresentar corretamente. Eu sou... — Abaixaria o rosto, olharia para o chão e daria a pausa para que prestasse completa atenção no que eu diria a seguir. Então, ergueria o queixo para cima, em direção à luz do céu. — ... o ARAUTO E CAMPEÃO DO SOL, o EMISSÁRIO DA LUZ, o PESADELO DAS TREVAS, o SALVADOR DO PECADO E DO UNIVERSO CORRUPTO QUE NOS AFRONTA! GARFIELD HENRYFORD, O PRIMEIRO DE SEU NOME, O ANCESTRAL DE FUTUROS LÍDERES DO MUNDO MORTAL! — Apontaria o indicador para cima. — LOUVADO SEJA O SOL! — Meu indicador logo abaixaria, com o braço reto, em direção ao homem que se chamaria Hugo. — VOCÊ, HUGO! — Apontando para seu rosto, diria: — Você é forte, alto e me parece muito parrudo. O formato ideal de um guerreiro! — Abaixaria o dedo e caminharia na sua direção. Mostraria a palma da mão à ele, esperando que ele a apertasse, em um cumprimento de mãos. — Minhas honras. É um prazer te conhecer. — Minhas sobrancelhas e meus olhos se ajustariam para um semblante determinado de um fogo recém aceso. Meus ferimentos já não doíam mais, então sentia completa liberdade para movimentar minhas articulações há tempos sem uso, sem que sofresse as consequências de utilizá-las.

Reconhecimento de cena:
 

Me perdendo no discurso, esqueço que M-4 mencionara a existência de mais um. — Espera... ainda há outro... — Olharia preocupado para os arredores. — Mas... onde...? — Começaria a ponderar relatar o sumiço para M-4, mas aparentemente ele estava sim presente. — Eu sou o cabo Zhac. — Então, abaixaria a cabeça e viria uma bola preta cheia de pelos. Deveria ser sua cabeça, talvez. Me afastava um pouco, o suficiente para ajoelhar e olhar diretamente para o seu rosto. Em vez de dar a mão para ele, daria apenas um dedo, o mindinho. — Não existe tamanho ideal para um aperto de mãos! É um prazer, senhor cabo Zhac! — Após me cumprimentar, se é que fosse, levaria minha mão para a testa, fazendo sinal de "sentido", como forma de respeito com o pequenininho. Me levantaria novamente, então, erguendo um membro de cada vez e ficando ligeiramente ofegante ao levantar, devido à minha fraqueza. Saíamos do lugar, apresentados, então.

Nos dirigíamos a um local bem menos movimentado, com apenas dois indivíduos fazendo a guarda, possivelmente para que o navio não fosse eventualmente confiscado em uma patrulha marinheira. Olhava para o rosto de um, este era humano, não ia muito com a cara dele, então não fazia questão de me apresentar. Parecia fraco, sem futuro, sem perspectiva de liderança. Por outro lado, o grande humanoide coelho me chamava muita atenção, tanto é que M-4 conversava alguma coisa com o humano que não teria ouvido, não por falta de som, mas por falta de atenção. Observava o coelho de baixo para cima, via seus pelos em vez de pele, via sua fisionomia de animal e me interessava bastante. Pensava duas vezes antes de tomar alguma atitude absurda, portanto mantinha-me atrás da minha superior, pois caso não me mantivesse naquele momento, teria inevitavelmente me rendido a vontade de afagar seus pelos.

Ouvia M-4 dando uma prévia dos acontecimentos e me mantinha forte mentalmente, para que assim não me abalasse com futuros furdúncios no navio e na ilha. — Zhac é o navegador. Então vocês todos precisam escutar a ordem dele quando estivermos em alto mar. — Ao ouvi-lo, sorriria animado e ergueria a mão direita com a palma aberta, chamando atenção. — Eu! Eu tenho a audição muito boa! — Abaixaria a mão e não conseguiria conter meus ânimos. Sorriria discretamente com os dentes à mostra, fecharia os dois punhos e os colocaria em frente ao peito, com pequenas flexões nas longas pernas, aparentando serem pulinhos. A pequena prosseguia. — Quero todos preparados para lutar se for necessário. — Minha postura logo se alinharia, cheia de orgulho e imponência. Sequer precisava proferir, todos naturalmente entenderiam o recado. Nossa superior perguntava se o navio já estava pronto para zarpar, e ouvia uma voz miúda ecoar nos meus ouvidos. — Só me emprestar alguns grandões aí para puxar cordas que estaremos prontos em um minuto. — A postura de orgulho se abalaria um pouco com o choque, mas se revitalizaria com mais força ainda depois de processar a informação. Determinado, atiraria um olhar para Hugo, dando a entender que seríamos nós dois quem cuidaríamos do trabalho braçal. Assentiria com a cabeça enquanto olhava para ele, esperando que ele indiretamente concordasse com as condições do serviço assentindo de volta. Entretanto, ouviria as próximas palavras de M-4. — Azura e Garfield, vocês que estão se recuperando, vão lá ajudar. É melhor do que terem que lutar caso seja necessário aqui.

Estava pronto para caminhar junto com Hugo, até mesmo daria um passo em direção ao navio, mas interrompiria o movimento no segundo passo. — A... Azura? Mas... — Franziria a testa, mostrando evidente frustração em não ter Hugo como companheiro de músculos. Recuperaria a postura e a seriedade facial quando me desse conta de que todos haviam percebido a frustração, limparia a garganta com um som levemente alto. — Sim, tem razão! Então vamos, Azura! — Após dito, ficaria às ordens do pequenino Zhac. Minha audição aguçada captaria suas ordens e, por acreditar que sua voz não seria tão forte quanto deveria ser, por ser muito menor do que a grande maioria dos indivíduos, além do fato da minha voz ser muito bela, repetiria todas as suas ordens em voz alta para que todos no navio pudessem ouvir, desta forma, todos poderiam executar as ações ordenadas por Zhac de maneira clara e concisa. Enquanto lidaria com as cordas, olharia para meu mais novo anel o máximo de tempo que conseguisse enquanto puxasse. Momentos depois, antes de um suposto conflito acontecer, viraria o rosto para Azura e perguntaria: — Azura, quando será que vamos rever o Duncan? A Lenora está aqui, mas sem indício dele... — Abaixaria o olhar por uns segundos. Depois, voltaria a olhar em seus olhos. — A M-4 disse que ele tem parceiros novos. Consegue imaginar como eles são? Seriam altos? Fortes? Armados? Confiantes? — Diria, empolgado. — Só vendo para saber... não é? — Deixaria um sorriso de lábios estampado no rosto, mostrando visível felicidade na hipótese de reencontrar o velho amigo e conhecer novos.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Historico:
 
Facilitando a vida do narrador:
 
Objetivos escreveu:

— Aumentar a recompensa.
— Aprimorar meu escudo ou encontrar um que dê atributos.
— Completar uma missão.

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

Meu amor:
 


Última edição por Sagashi em Qui 13 Fev 2020, 17:46, editado 1 vez(es)
Voltar ao Topo Ir em baixo
PepePepi
Membro
Membro
PepePepi

Créditos : 101
Warn : Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 9 10010
Data de inscrição : 15/03/2013
Localização : Utopia - 7ª rota

Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 9 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 9 EmptyQua 12 Fev 2020, 07:12


Narração
Sensação térmica: Quente
Céu aos poucos se fechando
Localização: Loguetown

Todos estão numa quarta a tarde

Azura e Garfield
Os dois ali se interessavam conversavam com Lenora e a moça respondia animada suas perguntas. Ela não pôde sair numa missão pois haviam feridos demais na base, mas agora a situação já havia se estabilizado e ela e Katie poderiam partir. Além de mencionar para Garfield que ela não desistiria de suas armas, e inclusive ouvia a mulher falando. - Você deveria experimentar pistolas e rifles alguma hora... afinal, parece que não consegue ficar com uma das suas "armas corpo a corpo" que tanto elogia. - O tom era provocativo, sabia que o pernas longas nunca aceitaria aquele tipo de proposta, mas sempre era bom fazer o homem tagarelar para dar uma sensação de paz naquele local, pois o povo estava tenso.

Com a ida para o navio, M-4 explicava a situação para todos ali e se viam então divididos para arrumarem o navio. Garfield estava triste de trabalhar com a mulher que até a pouco tempo atrás havia convencido-o a virar um arauto. Não que o problema fosse a Azura, mas o pernas longas havia se aficionado com Hugo que não havia feito literalmente nada ali além de existir. Puxavam algumas cordas, amarravam outras, e deixavam tudo pronto para saírem, só precisavam desfazer um nó, ver as velas caírem e aí poderiam partir bem rápido daquele local se fosse necessário.

Para a sorte deles, não foi necessário fugir, a situação estava tranquila, bom, dentro do possível. Todos viram no horizonte surgirem aos poucos algumas pessoas. Algumas eram reconhecidas facilmente, como M-2 e M-3. Outras Azura poderia forçar um pouco a memória e lembrar da invasão que fizeram a dois dias, inclusive, via o seu pelotão ali, todos eles bem machucados e enfaixados, e mesmo assim, eles eram de longe os no melhor estado ali. - Precisamos de ajuda para levá-los para o navio o mais rápido possível. - Ouviram Lenora falando.

O navio por si só era bem simples, uma escuna bonita que não tinha lá muitos recursos alimentícios. Possuía na sua parte logo abaixo do quarto uma cozinha e quartos feitos para caberem muitas pessoas. Mesmo assim, era impossível de se imaginar que ele caberia todas aquelas pessoas sem ficar desconfortável. Não que conforto fosse importante para eles naquele momento. Na melhor das situações o barco caberia umas quinze pessoas de maneira talvez confortável, com umas sete ou oito pessoas em cada um dos quartos. Mas ali eles estavam numerando facilmente os vinte e cinco. Só na comitiva que veio com Azura e Garfield já numeravam boa parte do espaço que seria disponível com Azura, Garfield, Lenora, M-4, Katie, Hugo, Snowflake. Com a chegada de quase vinte feridos então a situação ficava crítica.

M-3 era a menos ferida de todos, na verdade ela estava com um simples arranhão no braço e por isso foi prontamente ignorada por Lenora e Katie que já analisavam o estado dos outros. O fato deles terem conseguido andar até lá fora considerado pelas médicas um fator muito positivo, apesar de todos estarem ensaguentados e com diversos hematomas.

Azura e Garfield viam então um sinal de M-4 para se aproximarem. - Quando todos embarcarem nós partiremos. Não será o melhor cenário para as duas tratarem os feridos, mas não podemos ficar aqui esperando a marinha nos achar. - Falava a loira olhando para o estado de todos ali e focando principalmente no estado de M-2, a irmã da comandante estava sangrando pela cabeça e por um longo corte que machucou o braço esquerdo dela. Foi quando Azura notou que todos os resgatados ali pareciam ser revolucionários e que os ajudantes de M-2 e M-3 pareciam simplesmente não existirem ali. Será que todos haviam sido sacrificados pelo salvamento dos revolucionários? Teriam se separado para partir com seu próprio navio? Era difícil para ela saber e provavelmente não era o momento ideal para perguntar. - Quando partirmos, vocês podem ficar a cargo de vigiar os arredores no mar? Precisamos encontrar o navio que Duncan e os outros invadiram para pegarmos as armas e partir para a Grand Line. - Falava a moça já indicando o que teriam que fazer.

Ferimentos escreveu:
Azura
Corte cicatrizando, pode retirar os pontos em 6/6 posts
Tiros tratados, vão parar de incomodar/doer em 6/6 posts

Garfield:
Basicamente todo o tronco está enfaixado, sentindo uma dor linda. A dor passará em 6/6 posts
Fraqueza pela perda massiva de sangue, irá se recuperando aos poucos, ficando perfeito em 6/8 posts
Após a dor passar e a retirada das faixas, verá que está com uma nova cicatriz que vai do ombro esquerdo até o umbigo


Faust, Duncan e Naomi
Cada um dos três pensava em alguma coisa específica. O único que pensava na hipótese da isca estar sendo atacada por Cruzis era Duncan, um alívio para ele, pois tinha medo da possível reação que Yumi teria se pensasse naquilo. Esta, junto de Faust, estavam bem mais interessados no marinheiro machucado. Uma preocupada com o possível conhecimento que este poderia ter de Duncan, o outro simplesmente curioso como sempre indagava algo besta para o homem. Via o marinheiro olhando-o com uma vontade clara de talvez socar aquele civil. - Isso seria tudo, menos uma promoção. - Reclamou em tom claro o homem. - Me machuquei ontem num ataque idiota que teve nas docas e por isso agora o capitão achou melhor eu viajar e relaxar um pouco para esquecer. - Falava o homem explicando orgulhoso que aquilo não era algo comum e nem viraria rotina dele. Com aquela fala, Naomi poderia relaxar um pouco, pois não fora no ataque que Duncan participou que aquele marinheiro havia se machucado. Até mesmo porque se fosse, provavelmente ele não estaria tão calmo em sua atuação, ele prontamente falava que iria examinar as armas para ver se tudo estava certo por ali.

Eram tantas armas que ficava até mesmo difícil de averiguar os números delas. Principalmente com os marinheiros falando por ali com a jovem Yumi. - Nunca fui para nenhuma dessas ilhas. - Respondia o marinheiro no mesmo instante que Duncan avistava uma alabarda. - Falando nisso... o que aconteceu com o povo que geralmente faz essa viagem? - Perguntava o marinheiro enquanto eles iam acelerando para ir para as docas. Naquele momento o líder ali da missão agia rapidamente falando o nome dos três que ele havia amarrado e visto nos crachás, falando que estavam substituindo eles de última hora. - Uma pena, a senhorita Susan é tão bela. - Falava o marinheiro triste, retomando assim a imagem da mulher que haviam amarrado a mente dos três. Nenhum dos três descreveria aquela mulher como bela, não que  fosse feia, mas estava longe de ser algo destacável.

Com isso, a caminhada até o porto acabou se passando de forma calma. O marinheiro parecia ser respeitado por ali e por isso o povo na rua sempre abria espaço com muita facilidade antes mesmo dele falar qualquer coisa ou dar qualquer sinal. O problema vinha no que ele havia falado mais cedo, "viajar", ele iria sair com eles? Aquilo ficara claro quando chegaram no porto. O navio que iam ficar tinha o símbolo da loja dos Torch. Um homem que parecia o capitão do barco olhava para todos os três com um certo olhar de curiosidade, mas não falava nada ainda, talvez fosse perguntar num tom não muito incriminatório daqui a pouco, ou talvez fosse simplesmente mandar os marinheiros atacarem aqueles farsantes. Além do capitão havia mais um homem por ali que estava com um mapa e uma bussola em suas mãos. Os dois soldados iam aos poucos descendo as caixas para levá-las ao navio, no que Duncan aceitara ajudar.

Além do marinheiro da espada grande, que não perguntaram o nome, perceberam que havia outros marinheiros chegando, provavelmente para escoltarem o navio com eles. O navio não era muito grande, além do convés possuía um único piso logo abaixo que era onde as armas estavam sendo colocadas. Ali havia também um pequeno armazém para a comida e um quarto com diversas camas onde provavelmente todos dormiriam nos dias de viagens. O capitão do barco a cada instante prestava mais atenção aos três que estavam com o uniforme da loja de armas, parecia realmente interessado em falar alguma coisa, precisavam pensar e agir depressa ali.


off:
 

Legenda:
 

Histórico:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


Voltar ao Topo Ir em baixo
Kenshin Himura
Cabo
Cabo
Kenshin Himura

Créditos : 7
Warn : Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 9 10010
Masculino Data de inscrição : 22/04/2012
Idade : 23

Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 9 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 9 EmptyQua 12 Fev 2020, 17:19


Andávamos em direção ao barco, me encontrava lado a lado de Lenora junto com Garfield, a mesma respondia nossas indagações, aparentemente as baixas da missão na mansão tinham sido bem maiores do que eu tinha imaginado. Em seguida a mesma respondia Garfield sobre suas armas, fora uma patada bem-dada que fazia eu soltar um pequeno riso.

Já no barco, nos restava fazer oque tinha sido pedido pela M-4 preparar o barco para que pudéssemos sair dali antes que a marinha nos encontrasse. Assim tentava fazer tudo que o pequenino mandava, amarrando e guardando as coisas, e sem muitas demoras conseguíamos preparar tudo para uma rápida retirada. “Pronto agora só esperar o povo!” Pensava me aproximando de onde estava M-4, olhava atentamente na direção que tínhamos vindo, quando menos esperava uma pequena massa de pessoas se aproximavam do barco, olhando mais atento via as duas garotas que lembravam a M-4, junto delas via mais algumas pessoas familiares meu antigo pelotão de invasão, naquele momento me sentia um pouco mais aliviada. “Que bom que estão todos bem!” Pensava olhando para os mesmos, a última vez que tinha os vistos fora quando tinha de decidir em salvar eles ou Garfield e Duncan.

Assim que eles estivessem dentro do barco iria em suas direções falando. - Desculpa por ter abandonado vocês, aquela família me tira do sério a ponto de me deixar louca! Dava uma pequena pausa. - Mas agora estão todos bem, podem ir descansar! Falaria dando um pequeno sorriso para o grupo e então voltando para a entrada do navio, olhava a quantidade de pessoas que as garotas haviam conseguido resgatar, fizeram realmente um belo serviço, estava bastante impressionada. “Mas esse tanto de gente vai caber aqui? O navio não é tão grande, ainda tem o Duncan que parece estar com alguns recrutas!” Pensava analisando a embarcação, aquela lotação poderia ser algo bastante prejudicial em meio ao mar, mas não podíamos deixar aquelas pessoas machucadas naquela ilha.

M-4 informava oque tínhamos de fazer enquanto as médicas cuidavam das pessoas, via que a garota estava concentrada em suas irmãs, oque me fazia perceber que aquelas pessoas que havia encontrado junto delas na mansão não estavam ali. “Posso estar enganada, mas como eu falei. Estamos em uma constante guerra, infelizmente sempre teremos perdas!” Pensava olhando na mesma direção da pequena loira, mas o lado bom que as garotas tinham conseguido resgatar muita gente.

Por fim, a pequena líder passava a próxima tarefa, assim que o último resgatado entrasse poderíamos tomar algum posto do navio para ficar de olho. - Garfield você poderia ficar na popa do navio, assim você pode olhar a situação da retaguarda e arredores, ficarei na proa, assim poderei ver a dianteira e arredores, assim que encontrarmos algo gritaremos avisando. Certo!? Falava olhando para o grandão esperando que o mesmo atendesse o pedido. - O restante que estiver bem poderia ficar a bombordo e a estibordo observando as laterais, se puder encontrar essas pessoas e delegar essas funções poderemos cobrir um raio bem maior de visão! Terminaria de falar olhando para M-4, e assim sairia em direção a pro me posicionando em um lugar bom para poder enxergar tudo.

Assim que encontrasse algo gritaria para M-4 que havia encontrado o tal navio, mas caso contrário continuaria prestando bastante atenção, caso o navio fosse avistado em algum outro ponto do barco e avisassem, correria em direção do ponto em questão e em seguida olharia para M-4 esperando as próximas ordens da garota.
Historico:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Sempre estarão comigo:
 

Voltar ao Topo Ir em baixo
https://www.onepiecerpg.com/t33737-cla-shadows-league
Akuma Nikaido
Pirata
Pirata
Akuma Nikaido

Créditos : Zero
Warn : Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 9 10010
Data de inscrição : 03/08/2012

Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 9 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 9 EmptyQui 13 Fev 2020, 22:26

Apesar de não demonstrar, suspirava internamente ao saber que o marinheiro fora ferido nas docas. Isso implicava que ele não participara do mesmo ato que Duncan e, portanto, nossas chances de sairmos ilesos aumentavam. Cada um a seu modo, continuávamos a interpretar os nossos personagens, mas às vezes me perguntava seriamente se Faust gostava de bancar o retardado ou se realmente faltavam parafusos naquela cachola.


— Doido daquele que tenta ameaçar a paz quando temos Cruzis-sama e Torch-sama aqui na ilha!


Como esperávamos, eles acabavam por indagar dos funcionários da Torch, mas Duncan prosseguiu com maestria ao nosso plano e mantivemos nossas identidades. Por outro lado, eu ficava um tanto quanto furiosa por ver que o cara considerava Susan mais bonita do que eu. Entretanto, apenas fazia um beicinho ao dizer:


— Quer dizer que não me acha bonita, marine-san? Aliás, quais o seu nome, bonitão?


Dava um sorriso travesso ao final da minha fala, mostrando que não estava ofendida e era apenas brincadeira. Por fim chegávamos ao porto, e, sem deixar à mostra, começava a observar todos os arredores e os membros da escolta, especialmente o capitão. Por ser um funcionário presumidamente importante da Torch, ele talvez fosse o nosso maior obstáculo. Teríamos de engabelá-lo se quiséssemos avançar. Enquanto Duncan auxiliava no carregamento, aproveitava para me aproximar do capitão com um sorriso no rosto, fazendo uma breve reverência ao dizer a ele:


— Um prazer trabalhar com o senhor, capitão. Sou Yotsuba! E estes são Rudolf e Tommy, mas eu gosto de chamá-lo de Debbie haha. Estamos substituindo Susan e os outros de última hora! Se precisar de algo, pode contar comigo!


Daria um sorriso simpático, demonstrando a confiança de quem deveria estar ali.


~ Se esperássemos ele perguntar quem somos, a desconfiança só iria aumentar. É importante tomar a iniciativa nesses casos.


Raciocinava, esperando para que colasse. Se tudo corresse bem e embarcássemos, seguiria as ordens do capitão inicialmente, além de buscar interagir com todos, tendo conversas banais e procurando ser o mais simpática possível. Mostraria-me empolgada em viajar de barco pela primeira vez, indo para diferentes pontos do convés e observando tudo, maravilhada.


Por trás disso, entretanto, estava na verdade observando nossas condições. Procuraria por sinais de outros navios ao longe, mas, principalmente, observaria nosso afastamento da costa e, quando estivéssemos finalmente em alto-mar, já distante de tudo, começaria a demonstrar vagarosamente um pouco de tédio e, por fim, bocejaria dizendo que ia descansar um pouco.


Ao entrar para a parte interna, procuraria visualizar se havia mais alguém comigo ou se estava sozinha. Não estando com marines ou o capitão por perto, começaria a procurar por projéteis entre as armas de mais cedo. O faria com todo o cuidado, para não ser pega em uma atividade altamente suspeita, mas esperava que não demorasse muito para que Duncan também descesse e me auxiliasse. O ideal era que alguém vigiasse a entrada, assim como fizéramos no corredor, para dar mais liberdade na seguinte parte do plano. Pois, uma vez que encontrasse os projéteis, abriria os envelopes da cápsula, expondo a pólvora e juntaria-a em um canto. Assim que o fizesse, me afastaria do local e sinalizaria a Duncan para que subisse e distraísse a todos com algum barulho alto, pedindo para que contasse até dez após sair antes de o fazer. Nesse meio-tempo, retiraria minha besta de seu esconderijo e, munida com um dardo, sincronizaria com o barulho, disparando um pouco antes. O barulho do impacto, bem como o pequeno barulho de pólvora estourando seriam abafados pelo quarto fechado e pelo barulho que Duncan faria.


Dessa forma, o fogo se iniciaria sem que notassem. Rapidamente guardaria minha besta novamente em segurança, assim como as adagas, e me deitaria na cama, fingindo estar dormindo, para o caso de alguém chegar. Se ninguém chegasse, entretanto, levantaria após notar que o fogo já estava razoavelmente forte, mas ainda controlável. Nisso, soltaria um enorme grito e sairia correndo para fora, com meu cabelo propositalmente bagunçado e uma cara de pânico no rosto.



— FO-FO-FOGOOOOOOOOOO!!!!


Gritaria, caindo ofegante no chão, como se estivesse intoxicada. Nesse momento provavelmente um caos seria formado, e esperava que Rudolf e "Debbie" me auxiliassem em perpetuá-lo. O capitão provavelmente pararia de navegar por um momento, focando em salvar seu bem mais precioso: o navio. E, quando todos entrassem para o cabine para ver o fogo e auxiliar no combate as chamas, provavelmente pegando água do mar e jogando lá dentro, sinalizaria para Duncan, lançando as adagas que pegara para ele. Mostrava, silenciosamente, o leme, indicando para que criasse algum dano nele. Assim o navio ficaria estagnado e não poderia mais navegar. Mesmo que nossos companheiros ainda não estivessem completamente a postos, ficaríamos a deriva, facilitando de sermos alcançados e interceptados pelo nosso grupo.


Entretanto, se em algum momento não pudéssemos embarcar, fosse por qualquer motivo, me prepararia para encenar em cima do imprevisto, tentando manter o disfarce. Se notasse não ser possível, estaria pronta para dar no pé ou para lutar, conforme fosse a necessidade.



Citação :

Contagem

Posts: 14
Ganhos: Arma de fogo
Perdas: 30.000 berries
Relações: Seshiro: em construção
Zhac: em construção
Derlir: em construção
Torch: em construção
Duncan: em construção
Faust: em construção


____________________________________________________


[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Wesker
Revolucionário
Revolucionário
Wesker

Créditos : 9
Warn : Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 9 10010
Masculino Data de inscrição : 29/04/2012
Idade : 21

Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 9 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 9 EmptySex 14 Fev 2020, 02:11


O Eclipse

We Are Revolution






Por sorte ter decorado o nome dos verdadeiros funcionários da Torch fora realmente uma boa ideia e eu não demorei para poder usar este conhecimento para dar mais veracidade a nossa história e afastar suspeitas daqueles marinheiros. Ainda assim, sabia que o homem com a espada seria um problema mais cedo ou mais tarde, ainda que estivesse machucado. Não era qualquer um que tinha força o bastante para carregar uma arma daquele tamanho e eu sabia muito bem daquilo.

Ao menos aquela altura tinha o alívio dos marinheiros terem comprado nossa história e de Yumi não ter pensado, ou aparentado pensar, na mesma possibilidade que eu sobre a vítima de Cruzis. A conversa puxada por Naomi acabava sendo conveniente para me distrair da possível perda de Seshiro, mas confesso que o que mais me assustava em tudo aquilo não era o fato do marinheiro ver alguma beleza na funcionária, mas sim a reação que a recruta tinha a isso.

O queeeee?” A cena era no mínimo cômica e naquele mesmo instante eu olhava para a cara de Faust esperando algum comentário do palhaço. Admito, talvez eu tenha tido uma reação muito forte a isso, mas é que esse tipo de atitude simplesmente não me parece vir de alguém com uma aparência como a de Yumi. Imagine só se M-4 começasse a fazer a mesma coisa… Seria estranho.

Era bem fácil reparar no caminho em como os civis gostam e respeitam aquele marinheiro, era praticamente uma celebridade local. Pensar que mesmo com aquela carranca ele poderia ser uma boa pessoa fazia com que eu sentisse certo remorso por planejar me livrar dele assim que possível para evitar problemas, mas me parecia inevitável em uma situação como aquela. Fato é que eu não tinha problema algum com os marinheiros, acreditava fielmente que muitos naquela organização poderiam ser pessoas boas que simplesmente lutavam pelo lado errado. Infelizmente, entretanto, havia entrado em uma guerra no momento em que me alistei no exército revolucionário e, assim como eles, estava disposto a matar ou morrer em prol de nossa causa.

Respirava fundo. Sem muito sucesso planejando como me livrar do marinheiro, acabava optando por continuar praticando os exercícios de respiração enquanto estava na carroça. A verdade é que eu não sabia se aquilo seria realmente útil quando o momento chegasse, mas àquela altura qualquer tentativa era válida. Por fim, chegavamos ao navio  de Torch. Ao menos era um alívio ver que ninguém ali parecia ser o dono da loja, os marinheiros provavelmente o reverenciariam ou coisa assim.

Enquanto carregava as caixas para o navio reparava em um homem com um mapa e uma bússola, provavelmente o navegador e um segundo sujeito que não tirava os olhos de nós, seu olhar tinha uma clara curiosidade “ O capitão...” Concluía. Não era difícil perceber que aquele homem seria um problema, provavelmente trabalhava para Torch já a mais tempo e poderia conhecer a maioria dos funcionários.

Eram realmente muitos marinheiros a bordo, mesmo estando mais forte do que nunca eu não tinha certeza se poderia lidar com tantos inimigos. A atuação seria uma arma essencial ali, amedrontá-los para que ficassem mais vulneráveis e confiar que os recrutas também fariam sua parte. De qualquer forma, o navio primeiramente deveria ser sabotado para que nossos aliados nos alcançassem, aí sim a desvantagem numérica se tornaria menos significativa e a vitória seria nossa. Por fim, ficava aliviado ao ver Yumi tomar a iniciativa para conversar com o capitão do navio. Confiava na atuação e na aparência inofensiva da garota para resolver aquela questão, e apenas daria um aceno e um sorriso para o capitão quando fosse apontado pela garota.

Seguiria então as ordens do capitão para começarmos a viagem. Buscaria passar o tempo livre explorando o navio mas, ainda assim, atuando como se estivesse apenas agindo como um funcionário normal esperando a viagem massante acabar. Paqueraria alguma marinheira bonita que pudesse estar por ali, puxaria assuntos sobre o tempo com outros marinheiros, nada muito duradouro. Tentaria ainda observar os arredores em busca do navio aliado se aproximando, mas não faria nenhuma cena quando este aparecesse a menos que os marinheiros reagissem a isso primeiro. Aí sim, deveria pensar em uma atuação para continuar fingindo ser um funcionário. Esses, obviamente, seriam planos para o futuro.

Via que Yumi alegava estar cansada e com isso deduzia que a garota já tinha um plano em mente. Na verdade, era bem conveniente, eu havia atuado como um marinheiro entediado até então e dormir seria a desculpa perfeita para ir para o andar debaixo onde poderíamos fazer melhor um planejamento -  Droga… Realmente não fui feito para viajar de navio - Fingiria começar a ter náusea enquanto colocava a mão direita sobre a barriga. Aquilo era dito para ninguém em especial, mas para que as pessoas pudessem ouvir e não questionassem quando eu tentasse ir para a parte interior do navio.

Ao entrar iria imediatamente para onde as armas estavam guardadas, esperava encontrar Yumi por ali. Caso estivesse sendo acompanhado por algum marinheiro e este questionasse o motivo de eu estar indo para o arsenal e não para o quarto, eu responderia -  Meu senso de dever me diz que tenho que conferir as armas de novo… Achei ter visto uma lança quebrada quando cheguei na carroça mas era só impressão. Sabe quando você tem um mal pressentimento? Talvez seja a náusea - Diria fingindo ainda estar passando mal.

Já havia dito para Yumi e Faust que confiaria neles para que o navio fosse sabotado e eu não pretendia voltar atrás com isso, confiava que a garota sabia o que estava fazendo. Por isso, no arsenal, pegaria a alabarda que havia reservado antes para então segui-la, vigiando o local para que ela fizesse seja lá o que decidisse fazer. O fato de estar carregando uma arma não era simplesmente para que me sentisse mais confortável, mas porque aquela altura não poderiam haver erros e não tínhamos tempo a perder.

Caso chegasse algum bisbilhoteiro eu iria até ele antes que ele viesse até mim, e expressaria preocupação em meu olhar -  Ei, me ajuda a ver isso aqui! Eu acho que essa lança tá quebrada… O Torch vai ficar uma fera! - Dizia tentando parecer leigo quando se trata de lanças e bem preocupado se tratando do Torch. Forçaria minha aproximação na direção do alvo mesmo que ele não se aproximasse de mim. Daqui, as possibilidades seriam duas. Caso o marinheiro não estivesse mostrando muita disposição em ajudar e quisesse ir para o quarto de qualquer maneira, quando ele estivesse distraído eu levaria a ponta da alabarda em um movimento súbito até sua garganta, visando perfurá-la e impedir que façam maiores barulhos. Se estavam naquele navio, estavam apostando sua vida para defender a mercadoria, e eu apostava a minha para roubá-la. Era isso que me convencia de que não teria mal em matar as pessoas ali. Faria a mesma atuação e o mesmo movimento caso um marinheiro tivesse me seguido até o arsenal no momento que desci para a parte debaixo do navio. Com o alvo morto eu jogaria seu corpo dentro de uma sala/quarto vazio ou apenas com Yumi para que ficasse escondido ali, e repetiria o processo quando necessário. O sangue da alabarda eu limparia nas próprias roupas da vítima.

Caso, entretanto, fossem dois ou mais bisbilhoteiros ou o alvo mostrasse disposição em ajudar com o problema da lança, matar silenciosamente não seria mais uma opção a menos que tivesse a ajuda de Yumi ou de Faust. Por isso mesmo eu seguiria com a mesma atuação anterior e esperaria que meus companheiros me auxiliassem com ela, dando prosseguimento a atuação. A intenção no fim das contas era ganhar tempo para Yumi e por isso mesmo eu perguntaria diversas vezes, parecendo bem desesperado. Ao fim, diria aos bisbilhoteiros -  É… Não tem nada de errado mesmo. Me desculpe... Essa promoção foi muito inesperada pra mim. Não quero fazer feio. - Diria demonstrando preocupação.

Por fim, recebia um sinal de Yumi para distrair a todos no andar de cima com algum barulho. Jogaria a Alabarda de volta novamente no arsenal e rapidamente iria para o andar de cima. Encarnaria o papel de alguém que estava passando muito mal. Caminharia lentamente, com as duas mãos sobre a barriga  e um claro semblante de quem está sentindo dores internas - Ahh... - Dando o tempo combinado, eu cairia o mais próximo possível do marinheiro que mais tivesse se mostrado aberto para interagir comigo durante o momento de exploração, ou do sargento caso nenhum deles tivesse demonstrado interesse. Não pouparia esforços na atuação na hora de cair, o objetivo era fazer o máximo de barulho possível e por isso mesmo o único lugar que eu evitaria bater durante a queda seria a cabeça, ainda assim da melhor forma possível para que o desmaio parecesse bem verídico.

Esperava que com isso fosse atrair a atenção de todos os marinheiros para o civil passando mal e, quando percebesse que o primeiro deles estava muito próximo, eu fingiria acordar. Estava bem fraco, essa era a atuação, e com certeza passando muito mal. Fingiria ter vontade de vomitar, faria o máximo para atrair a atenção de todos ali. Quando Yumi finalmente chegasse, eu fingiria estar demorando para entender o que acontecia - Fo... Fogo? - Arregalaria os olhos. Seguiria o plano e ajudaria a gerar o pânico -  Ai, droga... O Torch vai ficar uma fera - Sem gritar, tentaria gerar medo nos que estivessem próximos. Me aproveitaria da comoção gerada pela garota para pegar as adagas jogadas por ela e ir até o leme. Seria bem repentino em minha movimentação e tentaria enfiar as pequenas facas em quaisquer frestas que visse a fim de parar o navio. Se necessário tentaria arrancá-lo ou quebrá-lo com força bruta, ao menos o suficiente para que o navio não pudesse se mover sem um breve reparo. Manteria-me atento também a possibilidade de usar algum objeto disponível ali em cima para sabotar o leme, como pedaços de madeira ou ferro que pudessem ser usados como alavanca para tentar arrancá-lo ou pará-lo ou quaisquer cosias do tipo. Tendo feito isso, caso não tivesse chamado a atenção de ninguém com a sabotagem, desceria e voltaria para minha posição original.

Caso fosse atacado a qualquer momento eu tentaria me aproveitar de rápidas esquivas para as laterais em caso de golpes verticais ou estocadas ou para traz em caso de ataques horizontais ou diagonais. Num primeiro momento manteria-me esquivando e me afastando do adversário logo depois, até poder averiguar melhor a situação para que pudesse montar um bom plano de batalha.



Post: 014~ Rename: -X- ~ Location: Polestar Island - East Blue

Notes: •Ganhos:  40 Mil Berries
Peruca - Preta
Lentes de Contato (Pretas)
Todas as dores da aventura anterior curadas

•Perdas: 248 mil berries

Legenda: Falas
"Pensamentos"

Thanks, Lollipop @ Sugaravatars


Historico (Geral):
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

Em homenagem aos que se foram::
 


Última edição por Wesker em Sab 15 Fev 2020, 15:06, editado 2 vez(es)
Voltar ao Topo Ir em baixo
Punk
Pirata
Pirata
Punk

Créditos : 13
Warn : Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 9 10010
Masculino Data de inscrição : 01/07/2013
Idade : 28
Localização : No barco

Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 9 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 9 EmptySex 14 Fev 2020, 03:47

A viagem até o navio foi extremamente tranquila aos meus olhos, pode apreciar a vista e ver o quanto a população ou respeita ou tem um certo medo daquilo que eles chamam de lei. Agora seria o grande momento, embarcar no navio, sim, ao mesmo tempo que a adrenalina subia, também subia o nível de diversão. Enquanto olhava a garota se insinuar para o marinheiro meio que discretamente, pensaria comigo mesmo. “Uau que legal os Revolucionários também dão oportunidades para Meretriz.” Colocaria um leve sorriso no rosto, um pequeno comentário. “- Opa, alguém vai despirocar a bagaça. Gwhahaha” já focando nos meus objetivos e curiosidade olhando as coisas ao meu redor. Bom se tivesse que ajudar a carregar as coisas no navio eu começaria a pegar os caixotes e levar o mesmo para dentro e colocaria no local indicado enquanto na minha mente já estaria reclamando. “Tantos marinheiros e eu tenho que carregar essa merda.” Mas não demonstraria isso no olhar, pois manteria um sorriso falso e iria ajudando da melhor maneira possível, apesar de não gostar eu me esforçaria bastante para fazer direito e da melhor maneira que eu conseguisse. Acreditaria eu que o pessoal iria no capitão, então eu não teria que me preocupar com isso, teria espaço para fazer outras coisas por ali.

Então andaria pelo navio com passos bem calmos e tranquilos e se pudesse tentaria fazer um golpe de vista para saber mais ou menos quantos marinheiros tinham ali. “Brincando no território inimigo .... É assim que eu gosto!” Exploraria um pouco o mundo dos soldadinhos de chumbo caso eu tenha oportunidade. “- Olá, me chamo Tommy ... Tommy Leite.” Faria uma pausa enquanto olharia em seus olhos com um olhar calmo e sereno. “- Quantas missões você já fez pela marinha?” Ouviria o que a pessoa teria a dizer e daria uma moral para ela também. “- Uau incrível, deve ser um marinheiro(a) bem respeitado(a).” Se no caso fosse a primeira missão do mesmo então diria. “- Uaaaaau, você deve ser um prodígio ... começou bem meninão (meninona). Lhe invejo por isso.” Uma coisa eu tinha em mente, eu não fazia a mínima ideia do que fazer naquele navio, mesmo assim eu tentaria me mostrar como um funcionário da Torch. “A meninona, tem planos, espero que seja bom.” Enquanto tentaria olhar também disfarçadamente para Duncan. “Parece que o garotão também tem algo em mente.” Com as coisas caminhando bem eu não teria nenhum problema, olharia um pouco para o mar ou procuraria algum lugar com uma bela vista, para me despedir da porcaria da cidade em que estávamos. Se achasse então olharia para a mesma e diria. “- Ainda bem que saímos dessa daí.” Bom então seguiria para a cozinha do navio.

Chegando lá observaria se tinha alguma cozinheira(o) e pediria algo para comer, sempre bom ter uma oportunidade de comer de graça. Sim, depender das pessoas que estão comigo vai todo mundo morrer de fome, se está maluco, nunca vi tanta gente pobre no mesmo grupo. “Acho que o nosso deveria se chamar OS MISERAVEIS.” Olharia com um tom animado enquanto pediria. “- Hey, como vai? O que temos para comer?” Não me importaria se fosse algo simples, pois dá onde eu vim, qualquer migalha é luxo. Se eu conseguisse então eu sentaria um pouco e comeria, manter-se com as energias cheia era algo extremamente importante, pois futuramente talvez eu precisaria. Independente do gosto da comida e da aparência eu mentiria. “- Isso daqui está muito bom, minha filha(o) ... é uma pessoa com um talento incrível.” Comeria tudo mesmo se fosse contra a minha vontade, sempre com um sorriso no rosto. “- Esse prato tem algum nome especial?” no caso de realmente estiver bom minhas palavras seriam sinceras demonstrando um grande afeto, agora se estivesse ruim enquanto falaria isso com sorriso no rosto eu pensaria. “O mistureba do capeta, cruz credo !!” Terminando eu agradeceria e voltaria lá para cima e olharia como estava o movimento das coisas, eu estava esperando apenas uma oportunidade ou o primeiro sinal, ficaria em local a qual eu poderia ser visto por todos.

Então quando eu observasse os gritos de fogo, então tentaria chamar a atenção para mim, para ajudar a alertar a todos. “- FOGOOOOO!!!!! O NAVIO VAI EXPLODIR !!!!” Era no mínimo engraçado, esperava pelo menos chamar a atenção de todos, para olhar para mim ao ponto de que os outros conseguisse fazer o trabalho sujo, sem ser visto pelos marinheiros, etc. “- JÁ DÁ ATÉ PARA VER OS CHIFRES DO TINHOSO ..... MEU DEUS .... VAMOS TODOS MORRER.” esperaria ver pelo menos as pessoas andando para lá e para cá, levaria as mãos no rosto, mostraria uma cara de pânico e desespero era no mínimo uma atuação diferente para um comediante. Apontaria para alguns locais, tentando fazer as pessoas olharem com a atenção. Ficaria atento para não ser pego de surpresa, caso eu veja alguém vindo na minha direção, iria fugindo me misturando com as pessoas de panico enquanto ainda continuaria gritando.

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Conteúdo patrocinado




Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 9 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 9 Empty

Voltar ao Topo Ir em baixo
 
Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!
Voltar ao Topo 
Página 9 de 10Ir à página : Anterior  1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10  Seguinte

Permissão deste fórum:Você não pode responder aos tópicos neste fórum
One Piece RPG :: Oceanos :: East Blue :: Polestar Islands-
Ir para: