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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
Duque Azul
ADM.Tidus

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Localização : 1ª Rota - Karakui

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MensagemAssunto: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 4 EmptySeg 23 Dez 2019, 17:09

Relembrando a primeira mensagem :

Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) revolucionário Azura V. Pendragon. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Akuma Nikaido
Pirata
Pirata


Data de inscrição : 03/08/2012

Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 4 EmptyQua 08 Jan 2020, 21:42

Aos poucos Derlir explicava-nos a situação e eu não ia gostando nem um pouco do que ouvia. Inicialmente fiquei confusa com a parte de era melhor não saber de nada para o disfarce, mas a continuidade da história ia me dando um novo panorama do problema que enfrentávamos. Havia, ainda, algo que me deixava intrigada.


— Major... o que é uma akuma no mi?


Perguntava para Seshiro no momento que tínhamos um intervalo. Eu não fazia ideia do que era aquilo e, para ser sincera, também não sabia se o tal Cruzis era um monstro de verdade ou se era apenas uma expressão. Eu iria pensar normalmente pela segunda opção, mas havia visto tantas coisas diferentes nos últimos dias... agora não fazia mais ideia do que pensar.


— Ok, então precisamos descobrir como funciona a fábrica... Avaliar seus arredores, descobrir como os funcionários atuam, como eles tratam o dono...


Falava em voz baixa, preocupando em memorizar tudo que devíamos observar. Havia, ainda, um temor imenso sobre a posição de Torch.


— Ok, então precisamos nos certificar que Torch estará longe. Talvez precisemos de uma distração...


Tentava formular alguma ideia, mas logo desistia. Só poderíamos elaborar algo depois que tivéssemos mais dados. Por fim, saímos e fomos andando para o local indicado. Percebia como meu plano dava certo e atraíamos os olhares das pessoas. Se alguém perguntasse depois, certamente lembrariam de nós como um casal, o que afastaria as suspeitas sobre nós. Por fim chegávamos até a loja.


— Olhe só, Arashi, essa deve ser a loja que falaram. Vamos procurar algo para nos defender...


Dava um sorriso cansado, como se não tivesse sido fácil chegar até ali. Deixava minha postura como se estivesse um pouco receosa, mas também esperançosa. Havia mentido o nome de Seshiro de forma a adotarmos uma identidade completamente diferente. Esperava que ele houvesse captado a ideia. Entretanto, como ele não só era meu superior e estava como comandante da missão, mas também atrairia muito a atenção sua suposta esposa tomar a iniciativa, aguardaria sua ação para acompanhá-lo, tentando sempre entender possíveis mensagens encriptadas que ele me passasse e ajustando minha atuação para acompanhar a dele.


Uma vez dentro da loja, agiria como uma menina curiosa (o que não era muito difícil, convenhamos), andando pelo local e visualizando os diferentes tipos de armas e equipamentos à mostra. Por trás disso, aproveitaria para observar o comportamento de cada funcionário ali dentro, as portas do local, possíveis pontos de entrada e de saída, incluindo janelas e pontos frágeis que poderiam ser arrombados, além do movimento dos marinheiros
e dos civis no local. Procuraria memorizar o máximo de informações possíveis que captasse, tanto antes de entrar, quanto lá dentro. Tomaria, entretanto, muito cuidado para não ficar entretida demais na missão e esquecer de manter a atuação.


Se por acaso fosse parada em algum momento por algum funcionário ou outro membro, perguntando o que eu estava fazendo ali ou algo similar, responderia que estava dando uma olhadinha enquanto esperava meu marido fazer negócios. Se julgasse mais apropriado, retornaria para o lado de Seshiro e ali ficaria. Eu parecia uma singela garota inofensiva do interior. E, talvez, de fato eu fosse. Mas aos poucos eu ia amadurecendo e ia deixando minhas garras começarem a crescer.





Citação :
Contagem

Posts: 3
Ganhos: -
Perdas: -
Relações: Seshiro: em construção
Zhac: em construção
Derlir: em construção
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Kenshin Himura
Comandante Revolucionário
Comandante Revolucionário
Kenshin Himura

Créditos : Zero
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Masculino Data de inscrição : 22/04/2012
Idade : 24

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 4 EmptyQui 09 Jan 2020, 04:00



A missão ficava um pouco mais interessante, os inimigos a minha frente pareciam ser um tanto mais duradouros que os outros, rapidamente me preparava para agir no primeiro movimento deles, a final todo cuidado era pouco. “Esses dois parecem um pouco mais habilidosos, mas eu dou conta!” Pensava analisando os inimigos esperando que os mesmos começassem o ataque, assim seria mais fácil de lidar com base nos movimentos dos mesmos.

E assim foi como planejado a segunda parte da batalha se dava início, os marinheiros viam me minha direção, desferindo um golpe com suas lâminas, rapidamente levantava meu escudo sentia o impacto da lâmina de um deles, ao mesmo tempo tentava empurrá-los com o escudo, mas setia um peso maior vindo deles um a certa resistência. “Esses são realmente mais duros na queda” Pensava com um sorriso no rosto começava a ficar mais empolgada com o desafio.

Percebia que o outro também desferiria um golpe, via o ataque vindo no condo do meu olho, com o escudo travado com o outro marinheiro me restava apenas me esquivar, rapidamente inclinava meu corpo para tentar uma boa saída. Enquanto me virava sentia minha roupa rasgar e um pequeno fio de lâmina atingindo minha pele superficialmente, naquele momento percebia que eles não eram simples soldados, talvez sargentos?

As habilidades daqueles homens vinham em minha mente, muitos poderiam ficar intimidados com aquilo, mas eu ficava cada vez mais empolgada com a luta. Rapidamente desferia meus golpes contra a dupla, que por incrível que pareça persistiam na luta. Quando menos esperava sentia uma dor vinda de meu abdômen, quando olhava para baixo via sangue saindo de minha barriga, uma dor imensa surgia, e com ela meus olhos vidrados no inimigo uma súbita raiva começava a crescer dentro de mim, rapidamente me afastando da dupla, passava minha mão direita em minha barriga em guida a olhava com a palma suja de sangue. “Se controle Azura, lembre-se Creg não está bem da cabeça, e Garfield é o Garfield, se acalme!” Pensava voltando a olhar para a dupla de marinheiros as chamas em meus olhos começavam a ficar nítidas.

- Parece que vocês sabem como tratar uma garota não é mesmo!? Falava lambendo as pontas dos dedos com meu sangue, um sorriso sádico voltava ao meu rosto. - Vamos ver se vocês conseguem aguentar uma dorzinha! Assim que falava era interrompida por um barulho alto de coisas quebrando vinda da direção que estavam os marinheiros, parece que Creg finalmente agia, mas antes que pudesse usar aquilo como distração, um dos homens retirava um baby den den mushi e começava a pedir ajuda no porto. “Interessante mais gente para poder bater” Pensava quando escutava os homens conversando.

A situação realmente era atrativa, mas apesar da vontade imensa de afundar o cranio dos dois a situação tinha de ter uma atenção cirúrgica, Garfield apesar de aguentar os tiros não ia resistir por muito tempo, e não sabia se Creg realmente estava com suas faculdades mentais em dia. “Vamos ter de bater em retirada, mas esses dois não vão deixar a gente fugir facilmente, vou bater neles!” Estava decidida, nossa missão ali já tinha acabado chamamos atenção para o porto, a marinha vai se reposicionar agora tínhamos de sair, se não seriamos mais três na conta dos presos.

- Parece que tá chamando mais amiguinhos para festa, gosto assim quanto mais… melhor! Falava me posicionando para voltar a batalha, tinha que ao menos atordoá-los para que eu chegasse no Garfield depois no Creg para podermos fugir.

Começava a me afastar aos poucos de forma discreta para pegar mais distância dos marinheiros ficando atento em volta para não ser atacada de surpresa, se ocorresse, o tentaria erguer meu escudo na altura do golpe afim de aparar o golpe e contra atacaria com o poderoso soco. Analisaria meus oponentes por um segundo, e em seguida partiria para o ataque aproveitando que estavam um pouco atordoados com os golpes que havia recebido a pouco tempo, e com a situação de sua pequena base, correria usando toda a minha velocidade em zigue zague para confundir os marinheiros, com a minha vantagem de aceleração atingiria a minha velocidade máxima em pouquíssimo tempo e quando estivesse a dois metros de um dos adversários daria um impulso para frente ignorando a dor em meu abdome e daria uma voadora baixa mirando o joelho direito do marinheiro, esticaria a minha perna esquerda e encolhia a direita indo como um míssil usando toda a minha velocidade e daria um chute usando toda a força que tinha no joelho do oponente, a sua intensão era quebrá-lo para dificultar ainda mais a mobilidade do mesmo além também de causar uma imensa dor.

Caso realizasse o chute com sucesso, mesmo se não quebrasse o joelho do inimigo, com certeza teria causado bastante dor e possivelmente limitaria os movimentos do oponente além de fazer com que o mesmo se inclinasse um pouco para frente por causa da dor. Após realizar o chute, daria uma pequena cambalhota para a esquerda e assim que tocasse os pés no chão, correria para trás do adversário e daria um pulo para fica na altura das costas do oponente e logo depois daria um giro de 360º para pegar um pequeno impulso e assim desferir um poderoso chute nas costas visando tentar de "terminar" de derrubá-lo, se acontecesse, mas tentaria acertar o segundo oponente com o mesmo rodopio. Correria pelo corpo do oponente e daria uma pequena cambalhota para frente pra pegar mais impulso e força e assim acertaria a parte de trás da cabeça do marinheiro com o seu calcanhar usando toda a minha força. Em seguida daria um salto por cima do outro marinheiro, e assim que tivesse atras do mesmo daria um pulo maior até chegar da altura da cabeça do mesmo e daria mais um giro de 360º para pegar mais força e acertaria a parte de trás da cabeça do marinheiro usando o meu cotovelo. Se não alcançasse a altura que desejava apenas com um salto, daria mais pulos usando o peso do homem para assim executar as suas ações.

Se enquanto o corresse em direção aos oponentes na primeira ação e percebesse que algum deles iria realizar qualquer tipo de movimento ofensivo, o procuraria arquear meu braço direito com o escudo afim de aparar o golpe, caso notasse que não dava para bloquear ambos os inimigos ao mesmo tempo, a única opção seria prosseguir com a corrido e assim passar entre as pernas do oponente e assim se conseguisse desviar daquilo daria o mesmo movimento que era girar o corpo em 360º e acertar o joelho do marinheiro com o meu calcanhar e usando toda a força e assim dar continuidade com  a estratégia anterior, e sempre se mantendo bem alerta a "terceiros" que possam atrapalhar, priorizando sempre a defesa. Após realizar os meus movimentos, me manteria bem atenta a tudo em minha volta com uma posição defensiva e esperava ataque de qualquer lado, pronto para levantar o escudo para o primeiro golpe que viesse ou me esquivar pro melhor lado possível e assim contra-atacar como desse.

Caso ao menos tivesse atordoado ambos os marinheiros, olharia rapidamente na direção de Garfield para ver como ele estava, em seguida correria em zigue zague, a fim de evitar que recebesse algum tiro vindo dos marinheiros que Garfield enfrentava, sentia algumas pntadas vindas do meu ferimento, mas estava tudo bem dava para aguentar até chegarmos a base. Assim que chegasse em Garfild me aproximaria atrás das costas dele falando. - Grandão, nosso trabalho aqui está feito, temos de bater em retirada! Esperava que o mesmo entendesse e assim sairia correndo até aonde estava Creg.

- O dos cabelos vermelhos, já acabamos por aqui temos de sair o mais rápido possível! Falaria assim que me aproximasse do ruivo, esperava que o mesmo botasse a cabeça no lugar e me escutasse, caso o mesmo recusasse falaria que eram as ordens da M-4 e que não tínhamos tempo de ficar ali. E assim correria dali o mais rápido possível utilizando ruas adjacentes para despistar qualquer um que tivesse nos seguido para enfim assim que estivéssemos seguros seguir em direção do esconderijo.
Historico:
 

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Última edição por Kenshin Himura em Sab 18 Jan 2020, 00:34, editado 1 vez(es)
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PepePepi
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 4 EmptySeg 13 Jan 2020, 19:10


Narração
Sensação térmica: Quente
Localização: Loguetown

Linha temporal:
Azura e Garfield estão numa "terça" a noite
Duncan, Faust e Yumi numa "quarta" de manhã

Faust e Duncan
As cartas haviam sido dadas e agora Faust se divertia com como a pequena loira havia dado um contra golpe muito bom nele. O perigo animava um pouco a situação ali e logo ele respondia tudo com a mesma sinceridade que anteriormente. Claro, a palavra hipoteticamente também era falada por ele, na verdade, parecia diverti-lo ainda mais a situação absurda que se encontrava. Quando terminou de falar, esperou alguma resposta da baixinha, ou do hipotético Duncan.

A menina sorria, para a surpresa de Duncan. - Parece que Grambos te descreveu direitinho. - O tom dela ainda era bem baixo, mas já deixava claro que não parecia que a conversa era hipotética. - Acho que já deu disso... - Falou ela procurando algo num bolso e a jogou para Faust. Quando olhasse, o palhaço veria uma pequena medalha. - Acho melhor esconder isso um pouco, é a prova de que você é um de nós agora. - Ela respirava fundo por um instante e ao se dar conta de que haviam acabado o que fariam por ali começava a andar mexendo em seu bolso novamente. - Já você acho que fica com essa aqui. -  A medalha entregue a Duncan era diferente da entregue ao palhaço. - A sua medalha se chama Initiation, entregue para aqueles que fizeram três missões para gente. Me lembre mais tarde de dar o seu dinheiro também. Não tenho nenhum comigo no momento. - Falou para Duncan.

Este último parabenizava Faust, já o palhaço perguntava para M-4 como deveria chamá-la. A pequena olhava para ele e respondia com um tom bem seco perto do ele. - Pode chamar de pintora de rodapé, melhor que qualquer coisa que envolva uma prisão como uma gaiola. - Falava a pequena para o palhaço, aceitando o nome que ele havia dito, apesar de não aceitar a piada com a palavra gaiola. - Mas em geral preste atenção quando alguém falar M-4, a pessoa estará falando de mim. - Complementou ela ainda guiando os dois. O nome M-4 parecia ainda mais fictício que pintora de rodapé, então talvez por isso ela não se importasse tanto com ele a chamando assim.

Eles iam andando calmamente e se distanciando cada vez mais do quartel general da marinha, o palhaço fazendo piadas e Duncan rindo da situação, até que ele decidia ficar um pouco mais sério e indagar sobre a sua chance de comprar uma lança. - A loja de armas da cidade fica do lado do quartel general e é infestada de marinheiros porque o dono é um ex-marinheiro que fornece armas para basicamente todos os marinheiros do East Blue. Você tem certeza que quer ir lá comprar sua arma? - Falava ela num tom cansado, claramente havia pensado naquilo tudo no dia que Duncan havia dormido. - Nós já chamamos reforços. Se tudo der certo, quando eles chegarem, você, Faust e eles vão roubar um suprimento que estará indo para outra ilha enquanto eu cuido de outras coisas. - Falava ela meio tensa, mas finalmente haviam voltado para o quartel general.

Um homem de óculos e todo enfaixado e de muletas recebia eles meio animado. - Finalmente voltaram. M-4, recebi uma ligação de nossos superiores, você foi promovida para comandante e é requisitada que vá para a Grand Line o mais cedo possível. - Falou o homem animado com a situação. - Eu não tenho a medalha para te dar... mas acho que um dia você vai receber. - Ele apertava a mão da pequena com a maior força que conseguia, o que não era muito no estado dele. - E outra, os reforços chegaram. O major Seshiro e a novata Yumi partiram em direção a loja de armas para entenderem como o local funciona. - Naquele momento M-4 batia a própria mão no rosto incrédula com o que ouvia. - Vocês dois estarão a mando do major Seshiro para essa missão de roubar armas. - Falava a baixinha para Duncan e Faust. - Duncan é cabo, pode ficar no comando de Faust até encontrar o major, o que você fará até o encontrar fica a seu cargo. - Falou ela entrando no recinto e indo se preocupar com outras coisas. - Derlir e minha irmã possuem as informações do carregamento. - Finalizava ela se distanciando ainda mais e agora sumindo da vista dele.

Naquele momento M-2 entrava no recinto com alguns dos homens dela. - Minha irmã acabou de falar que o belo adormecido vai cuidar de roubar a loja de armas? - Ouviu a outra baixinha falando. - Nós estamos com os uniformes aqui. - Falou ela apontando para uma caixa que seus homens carregavam. - Boa sorte.


Naomi
Ao ouvir a pergunta da recruta não acreditou muito e sorriu antes de realmente responder a pergunta. - Akuma no mi é conhecida como uma fruta que da poderes espetaculares para a pessoa que a comer. Só que isso com um custo da pessoa não poder nadar mais. Eu pensava que elas eram uma lenda, mas pelo visto são reais. - Falava o major, demonstrando que até ele mesmo não tinha um conhecimento muito amplo de akumas no mi's, aquele tal Cruzis realmente deveria ser uma peça rara da humanidade.

Já na loja, via marinheiros indo e vindo com facilidade, ainda se fingiam de casal, mas Yumi desgrudava um pouco do major para andar por aí procurando informações. - Pode deixar querida. - Via ele se despedindo e indo conversando com um funcionário da loja. Conseguia ver que a loja era absurdamente movimentada, não parecia haver nenhum velho por ali que poderia ser o tal marinheiro aposentado.

Via alguns den den mushi's sentinelas por ali, mas como o roubo seria de carga, provavelmente não precisariam invadir aquela loja para pegar as armas, o principal era como os funcionários realmente agiam. Talvez tivessem que se preocupar com possíveis den den mushi's para reforços, até porque claramente a loja possuía uma ótima relação com a marinha. Todos os funcionários possuíam um crachá e eram bastante formais com todos os marinheiros que apareciam por ali. Via todos os marinheiros pegando armas e saindo, o local não parava.

O major Seshiro foi parado por alguns marinheiros que pareciam indagar quantos anos Yumi possuía. - Apesar do tamanho, ela tem mais de vinte anos, te garanto. - Ouviu ele respondendo, foi quando então um homem mais velho adentrou o recinto e todos os marinheiros e funcionários pareciam parar, todos cumprimentaram Torch. - Ela é maior de idade. - Falou ele para os marinheiros que conversavam com o major, como ele sabia disso era difícil deduzir. - Vocês podem perguntar que tipe de gosto doentio ele tem, mas não podem prendê-lo por isso. - Falou ele ainda se aproximando do major Seshiro e então perguntando. - Ouvi a mocinha lá fora falando de algo para se defenderem. Vocês estão em perigo por algum motivo? - Perguntou Torch para Seshiro e para Yumi. - Nós acabamos de chegar e ficamos sabendo de ataques revolucionários na ilha. - Respondia Seshiro enquanto Yumi via que os marinheiros iam se afastando sem preocupações, a confiança deles no Torch era clara. - Estava pensando em comprar uma arma para qualquer ataque deles. - Complementou. - Entendo... mas não precisa se preocupar se esse for o único motivo. Os revolucionários só aproveitaram que Cruzis estava ocupado e atacaram, agora que nosso capitão está de volta ninguém será maluco de realizar qualquer tipo de ataque nessa ilha. Mas sinta-se a vontade para comprar armas de qualquer forma. - Falou ele continuando a andar enquanto passava pelo balcão, todos os funcionários se curvavam para ele num ato de respeito. Parecia que ele iria para a parte do fundo da loja e sumiria da vista de Yumi em poucos instantes.

Ainda não sabiam se Torch estaria no carregamento ou não que levaria as armas, mas agora ele mesmo havia visto o rosto tanto de Seshiro quando de Yumi, isso poderia ser um problema futuramente dependendo do disfarce que usassem. Apesar disso, a jovem parecia ter tido uma noção boa do respeito, tanto dos funcionários quanto da marinha quanto ao homem, além da infraestrutura alta que a loja possuía.


Azura e Garfield
A situação pedia uma retirada rápida e estratégica ali, porém Garfield estava basicamente surdo graças a todos os tiros que ocorriam tão próximo dele, Azura então precisava derrotar seus adversários e avisar seus colegas para recuarem rapidamente.

O pernas longa estava com raiva daquele machado ridículo que havia conseguido da marinha, sua confiança de que estava forte como sempre o incitava a continuar na luta mesmo com aquela arma fraca. Seu primeiro movimento era com o intuito simples de finalizar um de seus adversários, assim poderia se concentrar num futuro ataque onde receberia menos danos. Por isso, Garfield foi o protagonista de uma cena totalmente bárbara, onde segurou o pescoço de um dos marinheiros e acertou o machado na cabeça de seu adversário várias vezes até que o soldado estivesse completamente morto.

Azura estava mais animada agora que seus adversários eram melhores. Enquanto isso ainda ouvia Creg fazendo estragos ao local. Recuando um pouco, ao pegar distância o suficiente partiu na direção de seus adversários, com movimentos rápidos logo conseguiu realizar o golpe que desejava, partindo como um míssil na direção do joelho de um deles. O som feito era daqueles sons agoniantes, o osso do homem quebrou e era difícil imaginar que aquele membro voltaria a ser alguma vez igual já fora.

Com a morte de um dos marinheiros, o número de tiros diminuía e até os outros dois pareciam com medo de Garfield naquele momento, no entanto, o revolucionário sentia seu corpo bem fraco. Claramente uma obra da noite que deixava a lua cada vez mais bonita no céu. Com a diminuição do barulho, dois sons novos surgiam, um zunido pelo barulho alto que ocorrera perto de seus ouvidos, e o barulho de coisas quebrando, Creg já estava fazendo seu trabalho.

O golpe efetivado fazia o marinheiro cair no chão e começar a gritar. Não ficava difícil para Azura realizar a série de movimentos que queria, na verdade, com o homem machucado, parecia até uma exibição sem sentido as cambalhotas, piruetas e giros que ela fazia. Claro, que aquilo acabava acertando também o outro marinheiro que caía no chão. Estava ficando fácil de fugir, até que a jovem ouviu barulhos de passos vindo da direção que seria a fuga ideal para o local dos revolucionários.

Garfield aproveitou a situação desesperada dos soldados para levantar o braço de um dos marinheiros, tentava decepá-lo com um golpe ou dois, mas percebia que o machado com a sua própria força não ajudavam a tarefa. Mesmo sem sentir mais dores da noite anterior, limitando-se as novas dores adquiridas naquela batalha, percebeu que talvez sua força estava realmente acabando. Ainda assim, era o suficiente para realizar seus futuros movimentos. Abraçando seu adversário, seu sangue sujava a roupa do soldado que logo era empurrado para cima do seu colega.

Azura chegou naquele momento, avisando para Garfield que o trabalho estava feito e que tinham que partir. Ambos sangravam, mas o pernas longa sangrava mais, bem mais. Passos eram ouvidos da direção que haviam vindo, então teriam que tomar outra direção se quisessem fugir de forma efetiva. Pendragon chamava Creg.

Todos os três começavam a se distanciar, precisariam fazer um longo balão para desviar dos marinheiros que ouviam. Os ouvidos de Garfield aos poucos iam melhorando e ele começava a ouvir melhor a sua volta. - Será que fiz o suficiente? - Perguntava o major quebrando um den den mushi que havia trazido com ele do local dos marinheiros. Foi quando avistaram uma figura estranha dando alguns passos na direção deles. Era um homem com uma espada gigantesca. Ele usava roupas da marinha, diferentes das de soldados normais, mas ainda reconhecíveis, provavelmente era um sargento. - Vocês possuíam duas rotas possíveis, e escolheram a errada. - Falou o marinheiro encarando-os.

Creg deu alguns passos a frente. - Eu vou cuidar dele rapidamente e aí continuamos. - Falou já correndo na direção do possível sargento. Azura lembrava da habilidade de seu instrutor com o escudo, com certeza ele tinha a vantagem contra aquele oponente, independente do tamanho absurdo que a espada dele possuía. O primeiro golpe foi do marinheiro, a espada fez um movimento vertical e era claramente potente. O major defendia com o escudo, porém tanto para Azura quanto para Garfield ficava claro que não fora a melhor das defesas. O escudo não estava na melhor posição para aguentar todo o impacto da espada e os dois viram o braço esquerdo de Creg sendo decepado pelo marinheiro. - Vai cuidar de quem mesmo? - Ouviram ele falando para Creg que não chegava nem mesmo a gritar, parecia tão incrédulo com o que estava ocorrendo com seu braço que parecia difícil aquilo não ser um sonho. Ele caía de bunda no chão e o marinheiro estava pronto para simplesmente matar o major se os dois não fizessem nada.

A rua estava bem deserta, algumas luzes piscavam, Garfield já conseguia ouvir os passos distantes começando a se direcionar para onde estavam, mas ainda possuíam um tempinho até que eles efetivamente chegassem. Nada ali chamava a atenção deles além do marinheiro e do sangue que escorria do braço decepado do major, a rua em sua maioria feita por pedras parecia bem organizada, sem maiores amostras de rejeitos. A outra coisa que poderia chamar um pouco a atenção dos dois naquele momento era uma lembrança, passaram naquela rua a pouco tempo, no dia anterior, onde visitaram o Red Pub, o bar de Guin estava bem perto.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 4 EmptyTer 14 Jan 2020, 01:46



A loirinha me jogava uma medalha a qual eu a pegaria e olharia bem, achava aquilo até que maneiro, então a guardaria com bastante carinho era meu ingresso para a diversão. “Agora sou um rebelde, um amigo do povo e membro de uma organização que ameaça o Governo Mundial ... ui .. ui ...ui” Eu com meus olhinhos e ouvidos bem atentos, observava que a medalha para o homem de cabelos pretos era muito mais bonita e ouvia as palavras de M-4, falaria em tom bem baixo para o então aliado. “- Parabéns em! 3!!! Você é o bichão mesmo em doido.” Estava muito contente com meu alistamento, agora sim eu era um membro oficial, poderia começar o meu espetáculo. A recrutadora eu começava a achar que ela me achava retardado, ouvia ela explicando sobre o apelido dela ou nome de guerra M-4. Bom eu já havia percebido que era ela, mas tanto faz a vida tem dessas, agora eu seria subordinado dela, então teria que tomar até um certo cuidado com a pintora de rodapé ou não, a zueira nunca pode acabar. Então caminhávamos rumo ao feliz para sempre eles riam da minha piada, na sequência ficava escutando um pouco para conhecer melhor meus novos companheiros. O assunto me era interessante, loja de armas, pois eu estava precisando de um par de botas.

M-4 falava sobre a loja ser comandada por um ex-marinheiro, de fato era uma péssima ideia um cara com um cartaz de recompensa pisar, lá. “- Ihhhhhhhhhh te desafiou hein!!! Eu não deixava e compraria a lança. Gwahahahaha” Claro que era uma brincadeira, era tão divertido eu era um bom esquerdinho de vez em quando. Tinha meus próprios interesses por sinal, havia coisas que eu tinha colocado na minha cabeça e mesmo para um gênio como eu, conhecimento nunca era demais, por trás da figura alegre, existe algo imaginável para qualquer outra pessoa. “- Também preciso de uma arma, um par de botas diga-se de passagem. Pena que eu não entendo nada de lança, senão eu poderia comprar para você, já que eu não tenho nenhum cartaz sobre minha cabeça” Quando ela falava sobre roubar suprimentos, tipo, agora eu começava a me sentir um Revolucionário de verdade, já imaginava como seria esse show, as coisas estavam se tornando completamente interessante, mas para isso deveríamos estar completamente preparados a minha pergunta era. “Será que estou preparado?” Me questionava enquanto continuava andando com eles. “Bom tenho, bebida alcoólica ..... É acho que tenho tudo que preciso.”

Um homem de óculos, falando sobre ir para a grande line, devia ser alguém importante e superior a M-4 então antes dele continuar falando eu falaria. “-Ihhh calma aí amigo, você acabou de chegar e já quer sentar na janelinha.” Comandante, parece que a garota conseguiu uma promoção, incrível mal tinha conhecido ela e a moça já estava subindo no alto escalão da revolução, falaria em um tom baixo. “- Aiiiiii sim em porteira de maquete!!! Parabéns!!” Olhava para Duncan então falaria em um tom bem baixo, cochichando. “- Quem é esse aí com cara de Zé Mané?” Ouviria a resposta do mesmo se me respondesse, bom ele continuava falando, podia observar que o assunto era bem sério, do tipo cheio de estratégias de guerra e eu completamente perdido naquela situação. Isso era bem irônico, mas ajuntaria as peças no quebra cabeça. “Bom parece que a missão era uma, agora é outra, roubar a loja de armas, que é de um ex-marinheiro, próximo ao QG da marinha? Gwhahahahahaha e o palhaço sou eu? Whahahahaha vamos nos divertir então.” Com isso eu precisava de um pouco mais de informações então eu mudaria minha expressão de sorridente e o meu tom de voz, mostrando e deixando parecer que eu sou uma pessoa séria. “ - Bom, sem querer atrapalhar a conversa de vocês. Mas preciso de mais detalhes, não sei você Duncan, mas as coisas está ainda meio que vagas sabe? Aparentemente não teremos problemas se as coisas forem feitas organizadas ... pois assim ninguém atrapalha a missão ... Bom é a minha primeira missão, não quero atrapalhar. Então acho justo saber um pouco mais de detalhes, local exato, quantas pessoas vão participar o que sabem sobre o alvo, ou exatamente onde consigo essas informações, etc.” No final colocaria um sorriso simpático no rosto.

Ouviria atentamente o que as pessoas ali tinham a me dizer e olharia cada uma que ali se encontra-se, eu sabia que era novo nesse ramo de revolução e ainda teria muita coisa para aprender. Por sinal queria aproveitar o momento e conhecer melhor as pessoas que ali se encontravam, quem sabe não poderia aprender alguma coisa com elas. Em todo caso independente da resposta que me derem, agradeceria ao cara de Zé mané e o toquinho de amarrar jegue(m-2). “- Sou novo no negócio, sabe como é gwhahaha, mas estou sempre à disposição.” Na seguida me socializaria um pouco com o pessoal ou quem sabe eles me ajudarem um pouco. “São até normais de mais para serem Revolucionários.” Eu era um comediante e a vida era uma piada que todo dia era contata. Desde Conomi eu havia me fascinado pela luta de rua, mas não tive tempo de aprender direito então aproveitaria o momento e iria perguntando se alguém ali poderia me ensinar um pouco de luta de rua, sempre com um sorriso animado. “- Olá me chamo Faust, você conhece sobre Luta de Rua?” No caso de positivo. “ - Sim , Maravilha !!!! Poderia me ensinar um pouco.” No caso de negativo. “- Não? Tudo bem, agradeço a atenção.” Encontrando alguém tiraria um tempo para aprender um pouco a utilizar outras partes do corpo o que em minha mente era de estrema importância.

Aprendendo pericia Luta de Rua.

Durante o treino começávamos com as mãos, já que era mais fácil de explicar e de utilizar. Então começava com uma sequência de socos, na qual ele colocava a mão para eu bater. Faria repetição de socos de direita e esquerda por cerca de três minutos. Socos era descrito como JAB, Direto, Gancho, Cruzado, Hook e Uppercut. Desde socos no fígado, costela até golpes no rosto e com isso continuava com a minha sequência de treino. Após um bom tempo de treino fazíamos uma pausa, tomava um pouco de água, então dávamos continuidade. O próximo passo era as cotoveladas, o porque era um golpe curto tão forte, mostrava como o osso do cotovelo acertaria. Então começaria meu treino de cotovelos, lateral e frontal, fazia várias repetições de golpes usava da minha genialidade para decorar o movimento. Uma nova pausa para hidratar, sequencia vinha as joelhadas e cabeçada. Eu não podia perder a piada. “- Caramba na rua, não tem lei mesmo.” pior que realmente não, me falava que valia até mordida. Dava sequências de joelhadas com ambas as pernas, além de joelhadas voadoras e joelhada no clinch. Com isso ficava um tempo fazendo repetições, até me aperfeiçoar, no final eu agradeceria. “ - Muito obrigado!!!”

Fim do aprendizado de Luta de Rua.

Eu sempre tive facilidade de aprender as coisas desde criança e sabia o quanto isso iria ser útil para mim. Na sequência iria ver como estava o andamento da missão com o cabo. Caminharia até o mesmo e assim que estivesse próximo de Duncan então eu perguntaria. “- Então Cabo, o que já tem pronto? Precisa de mim para alguma coisa?” A minha dúvida era, o quão forte era esse homem que estava na minha frente, o quão destruidor ele seria, será que ele era realmente capaz de botar o terror na marinha e até no Governo. Bom pelo visto, esta missão seria em grupo. “É está na hora de saírem das sombras ... Ha Ha Ha ha há.” Eu só sabia de uma coisa ...... Eu vou me divertir muito. No caso de Duncan não estar ali, eu olharia para um lado, depois para o outro, colocaria a mão na cabeça e falaria com uma voz de Drama e choro. “ - Meu Deus .... essa não ..... Duncan Sumuiu !!!!!!!!” Então começaria a procura-lo de maneira meio idiota. Atrás das coisas ou embaixo de coisas bobas como almofada ou copos, coisas sem sentido e enquanto eu fazia isso iria perguntando. “- Duncan está ai?”
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 4 EmptyTer 14 Jan 2020, 18:50


A situação no porto ficava cada vez mais interessante, tínhamos conseguido fazer oque tinham nos mandado, chamamos a atenção da marinha para o porto, esperava que a M-4 tivesse aproveitado esse momento para fazer alguma coisa em respeito as pessoas que estavam presas ou sobre as armas apreendidas. “Espero que tudo isso tenha um motivo, e não um ataque aleatório!” Pensava quando estava de frente dos dois marinheiros que tinham me acertado. Independente se fosse aleatório ou não, estava me divertindo, tinha que derrotá-los para poder chegar no Garfield para podermos sair dali o quanto antes.

Assim partia em direção dos meus inimigos, tinha de incapacitá-los o quanto antes, então visava acabar com as pernas de um deles, e assim o fazia, sentia minha perna batendo contra o joelho do homem que não esperava o golpe, o som delicioso do osso se rompendo fazia meus olhos brilharem. Em êxtase continuava a desferir a minha sequencia de golpes que conseguia acertar o outro marinheiro que também caia no chão, estava decepcionada com eles, pareciam tão promissores no combate, mas pelo visto não aguentavam meu ritmo.

- Que novidade, nunca deixam uma garota sentir prazer! Falava em um tom bastante debochado e desapontado com ambos. Escutava barulhos de pessoas se aproximando do local, provavelmente os reforços da marinha já estavam chegando. “temos de sair o quanto antes!” Pensava enquanto corria em direção de Garfield, olhava para o mesmo via que o grandão estava bastante ferido, oque me lembrava da minha ferida que escorria sangue pela minha barriga. Passava a mão para tirar o excesso. “Isso não e nada, dá tempo de chegar até Lenora para tratar, Garfield precisa urgente sair daqui!” Pensava quando uma dor aguda atingia o lugar do ferimento.

Em seguida chamando o Major, conseguíamos começar a correr dali, tínhamos de seguir um caminho diferente, já que por onde viemos naquela altura já estaria lotado de marinheiros por todos os lados. Escutava Creg perguntando se ele tinha feito o suficiente, com um sorriso amigável para o mesmo falava. - Claro, chamamos a atenção daqueles filhos da puta, nosso trabalho foi feito agora é com a M-4! Falava quando parávamos bruscamente a frente de uma figura estranha que vinha em nossa direção, conforme se aproximava via que as roupas do mesmo apesar de diferentes era de um marinheiro. Talvez finalmente alguém interessante para lutar, mas não sabia se tinha tempo para isso, provavelmente não demoraria muito para os outros marinheiros encontrarem a gente.

O homem misterioso indagava que a gente tinha duas rotas, e das duas tínhamos escolhido a pior, ao escutar aquilo podia ser visto um sorriso de canto de boca, dava um pequeno passo para frente pronta para falar algo, quando Creg intervia falando que o mesmo daria conta daquele cara. “vamos ver se é bom mesmo como dizem!” Pensava vendo o tutor na arte do escudista se preparando para lutar, assim o primeiro movimento era do marinheiro que sacava sua gigantesca espada e partia na direção do Creg que rapidamente esguia seu escudo contra o golpe do marinheiro, naquele momento via que a defesa do major não tinha sido das melhores, assim o impacto da espada conseguia furar o bloqueio do mesmo e decepar o braço do Major, arregalava meus olhos presenciando aquela cena. - CREG! Gritava preocupada com o mesmo, quando via o marinheiro todo pomposo com sua então “vitória”.

Olhava a minha volta, para saber aonde exatamente estávamos, tínhamos que agir rapidamente se não seria o fim do Major, via aquela rua toda organizada e me lembrava que já tinha passado por ali antes, provavelmente quando tínhamos chegado na ilha, o bar da Guin estava próximo e pelo que me lembro a marinha não e de frequentar aquele estabelecimento.

Rapidamente gritava para o Garfield. - Cuide do Major!, quando ele tiver numa distância segura venha me ajudar com esse cara! Assim me posicionaria mais a frente e começaria a falar com o marinheiro.

- Parece que está aquecido! Vamos brincar um pouco! Falava me posicionando para começar a lutar. - E nossa é tão... grande Pense em todos os lugares... ain em que dá para colocar isso! Falaria para o mesmo com um sorriso no rosto me referindo a grande espada do mesmo.

Assim iria para o ataque, mesmo sentindo leves dores no abdome aonde tinha sido acertada pela lâmina dos outros marinheiros, tentaria ignorar a dor e partir pra cima do oponente. Correria usando toda a minha velocidade em ziguezague para confundir o adversário, com a ajuda da aceleração atingia o ápice de minha velocidade. Não sabia o que esperar de meu oponente naquele momento, mas sabia oque tinha de ser feito naquele momento. Quando estivesse a dois metros do marinheiro, daria um pequeno salto de meio metro para o lado direito pra tentar enganar o homem e o forçar a fazer algum movimento, e independente dele fazer ou não algum movimento, assim que tocasse os pés no chão daria uma grande cambalhota para trás usando sua acrobacia e quando ficasse na lateral esquerda do marinheiro, assim que os pés tocassem no chão novamente daria mais um grande salto até ficar com os pés na altura do pescoço do alvo, mesmo que precisasse usar o corpo do mesmo para dar outro salto e atingir o objetivo. Quando estivesse na posição que desejava, daria um giro em 360º para pegar mais força e acertaria um grande chute no pescoço do seu oponente usando bastante força e no mesmo segundo, se tudo ocorresse certo daria mais um giro de 360º para pegar ainda mais força e acertaria a lateral da cabeça do adversário usando toda a sua força.

Após desferir os golpes procuraria pousar no chão flexionando os joelhos e dando uma cambalhota para trás, sempre tomando cuidado para não esbarrar em algum obstáculo. Independente do que fosse causado no marinheiro, adotaria uma posição defensiva e olharia bem sério o resultado do golpe enquanto manteria minha guarda bem fechada e as vezes desviando o olhar para os lados pra ter certeza de que não seria atacado. Se em algum momento eu falhasse na aplicação dos golpes, procuraria tomar distancia do oponente usando a aceleração e algumas cambalhotas para assim pensar em uma nova estratégia de combate. Se enquanto estivesse fazendo os meus movimentos ofensivos, percebesse que o marinheiro poderia fazer alguma coisa, procuraria colocar o escudo na posição do ataque e colocaria a mão esquerda apoiando o braço com o escudo para poder absorver o ataque, mas caso fosse uma situação parecida com a do Creg tentaria pular para os lados abusando da minha mobilidade e talvez a falta da mobilidade do marinheiro já que o mesmo estava com uma espada enorme. Executaria os golpes apenas no pescoço e cabeça do alvo, não importando se ele estivesse na frente, atrás ou dos lados do mesmo, os chutes seriam focados apenas naqueles dois locais. Se o primeiro chute não tivesse como ser executado no pescoço, tentaria acertar no braço para assim tomar mais impulso para cima e acertar o segundo chute no pescoço ou na cabeça, dando prioridade a acertar a cabeça. Durante meu ataque ficaria atenta a minha volta para certificar de que não fosse interrompida em nenhum momento, se fosse, daria prioridade a defesa e imediatamente realizaria uma ação defensiva para assim poder pensar em mais um plano de luta.
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 4 EmptyQua 15 Jan 2020, 01:11


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Conseguia derrubar com sucesso ambas as escórias que sobraram, sem contar o fato de eu ter aniquilado um deles, mostrando minha soberania e ouvindo o medo exalando de seus corpos, trazendo-me uma sensação prazerosa de certeza de que a força estava novamente comigo. Olhava para os que eu derrubei com ira, esta disfarçada por uma camada facial de falso sorriso, e enfim proferia palavras intimidadoras contra meus tolos oponentes. — HuHAHAHAHA! VOS EXPURGAREI CONFORME A VONTADE DA LUZ! MORRAM, VERM-- — Era interrompido por Azura, que dizia para recuarmos já que nossa missão já estava completa. Para mim, tais palavras eram absurdas, o que por um momento me fazia relutar. — Quê?! Mas...! — Me acalmava logo após conflitar com os meus próprios desejos e me dar conta de que novamente estava agindo por pura ira, não pela vontade do Sol. Até mesmo o campeão do Sol pode ser corrompido quando se tratam de emoções. — Argh! — Rangia meus dentes, frustrado por não satisfazer meus desejos sanguinários. Apontava então para os dois que estavam deitados, em um olhar penetrante porém misericordioso, e dizia: — QUE SIRVA DE AVISO! Alerte aos outros ratos que chamam de companheiros. O nome é GARFIELD HENRYFORD, O CAMPEÃO DO SOL! — Cuspia no chão o impestiando de sangue com catarro, e corria junto com Azura para longe daquele lugar.

Eu, a ruiva e o arrogante então nos distanciávamos do ponto em que batalhamos, então me dando espaço para sentir as dores. Parava de correr para caminhar em velocidade média, respirando ofegante e tapando com as mãos o escorrer do sangue. Os músculos do meu rosto começavam a se espremer sem que eu os ordenasse, e fortes pontadas rítmicas simulando batimentos cardíacos eram por mim sentidas, essas me induziam a parar para sentar em algum lugar, até conseguiriam, se não fosse pela minha força exorbitante e resistência natural. De qualquer forma, a dica precisava ser dada: — Ugh... nem tá doendo... uhgn... — Dizia, esperando que Creg e Azura ouvissem. Quando achava que estávamos em paz e poderíamos nos recuperar dos danos, um oponente novo aparecia, e o via de longe. — Ah, pelo Sol... — Dizia, olhando para os céus. Seria isso um novo desafio para conquistar sua aprovação? De fato, um deus severo. Creg se encarregava de acabar com o alvo, e, satisfeito com sua decisão, marchava em linha reta, considerando que o combate já estava basicamente vencido e que estava com pressa de me deitar de uma vez.

O inesperado então acontece. Sua grande espada, que por sinal era grande para compensar a falta do tamanho em outros aspectos de si — claro que aqui me refiro a sua altura— descia em alta velocidade e pesava contra o escudo de Creg, o que me fazia parar de marchar momentaneamente por causa do som. O arrogante parecia não aguentar o golpe, e a espada fatiava seu braço, me levando a ficar boquiaberto por um momento. O major, incrédulo, caía no chão, e nessa hora, estaria rindo por dentro. Não era a primeira vez que avisava sobre sua arrogância (ou era) e que uma hora ela o prejudicaria: dito e feito, Creg teve a sua lição! Após me segurar da risada, principalmente com a ajuda das dores dos projéteis que aos poucos se intensificavam, caminharia para perto de ambos, mas ainda estaria em uma distância razoável para não ser atingido. — Ó santa arrogância, Creg, caralho! — Era o primeiro palavrão que proferia em voz alta, que por alguma razão me dava uma ligeira sensação de vergonha por dizê-lo. Certamente, não o faria mais vezes. — Vai cuidar de quem mesmo? — Ele dizia. Sentia uma provocação direta para comigo e cabia a mim comprar essa briga. Rangia os dentes e apertava minhas sobrancelhas uma contra a outra, forçando os músculos do meu rosto à esboçarem um semblante de raiva. — Eu é quem vou cuidar de você agora, monte de estrume! — Dizia. Me sentiria muito mais confortável em usar palavras que não fossem profanas.

Caminhava, mesmo ferido, em direção ao que poderia se dizer um espadachim negro. Sacava meu machado e estufava meu peito, me preparando para o combate, mas fui interrompido por Azura. — Cuide do Major! Quando ele tiver numa distância segura venha me ajudar com esse cara! — Olhava incrédulo para Azura, depois olhava com desânimo para Creg e proferia silenciosamente: — Raios! — Logo após, correria em direção a Creg, com o escudo erguido para o espadachim, a fim de bloquear um possível golpe que viria a me interromper o socorro. Pela fresta que usaria para enxergar o marinheiro, encararia-o, e diria: — É sua chance de correr, ouviu bem?! Fuja, e serei misericordioso! — Então, seguraria o tronco de Creg com um dos braços e o arrastaria para uma distância boa o suficiente do marinheiro, para que não fôssemos atacados no momento, deixando Azura se virar com ele até que eu o colocasse em um local seguro.

Depois de arrastá-lo, faria força para levantá-lo, e se não fosse possível o carregar nas costas, o levantaria e passaria seu braço por cima das minhas costas, evitando que ele tropece no seu próprio sangue e caia. — Creg, você vai precisar confiar na bênção do Sol. Aguente firme, resista ao golpe, reze contínuas vezes, e logo mais estará curado. Eu prometo! — Dizia, franzindo a testa, triste pelo meu colega. Enquanto isso, pensaria: qual seria o lugar mais perto e seguro para deixar seu corpo? Olhando ao redor, me lembrava de que uma vez entrei em um bar onde haviam pessoas de terno, era o bar de Guin se não me engano, e não estava muito longe dali. — Oh! Eu já sei! Que tal um drinque? — Perguntava. Não era para ser uma piada, e sinto muito se acidentalmente tiver sido. Caminharia então com Creg até o bar, buscando entrar pela portilha sem aviso prévio. Com sucesso ao chegar, bradaria: — Preciso de um médico! — E então, engasgaria com minhas próprias palavras. — Q-Quero dizer, eu não! Isso aqui?! Nem dói, eu lhes garanto. ELE precisa de um médico! — Apontaria para Creg. Despejaria-o em um lugar confortável caso conseguisse assistência médica imediata, e tomaria meu rumo de volta ao local no qual anteriormente saí, a fim de ajudar Azura com o combate.

Caso não encontrasse ajuda médica dentro do bar, o que seria infortúnio, buscaria por um dendenmushi, para alertar o exército revolucionário dos ferimentos e deixar o major ali. — Aqui, vista meu blazer para não derramar mais sangue! — Tiraria de bom grado o paletó do meu terno para que ele o usasse para estancar o sangramento. Eu não sabia se iria mesmo funcionar, mas sabia que não fazê-lo resultaria na sua morte, portanto, é melhor um na mão, do que dois voando. Ou algo assim. Em todo caso, deixaria o major confortável e só quando o fizesse voltaria para o campo de batalha, com todas as minhas dores e muita determinação. Sentindo minhas pernas fraquejarem, caminharia em direção ao local do qual saí anteriormente.

Ao voltar para a luta, primeiro buscaria olhar para a situação. Se o espadachim estivesse de costas, caminharia em direção a este e iniciaria uma corrida para acertá-lo corpo contra corpo, na esperança de que os dois caíssem no chão e assim ele inutilizasse sua grande espada, que nitidamente não seria tão ágil quanto uma adaga. Se ouvisse que eu estivesse chegando, usaria minha audição para notar seu contra-ataque no momento em que o realizasse, e usaria meu pequeno escudo para defender o golpe ou pelo menos para resistir o máximo que conseguisse. Antes de qualquer ação, me certificaria da segurança de Azura e buscaria defendê-la no momento do impacto: ao ver de longe que estivesse prestes a ser atacada ou que pelo menos estivesse sujeita a ataques consecutivos, correria usando o restante das minhas forças nas pernas para perto do corpo de Azura, e bloquearia o próximo golpe usando minha precisão em defender para segurar meu escudo com firmeza e mirar onde devo encaixá-lo na ocasião. Caso conseguisse o defender, sorriria verdadeiramente e continuaria com a ira nos olhos. — O CAMPEÃO, QUE TAL?! — Diria, seguido de risadas. Se a defesa fosse um sucesso mas eventualmente acabaria por ser arremessado para longe, me levantaria, e bradaria o mesmo, com a mesma expressão, só que dessa vez, abrindo os dois braços e caminhando em direção ao espadachim, debochando dele. Claro que, a todo momento, estaria preparado para uma defesa com o escudo, ou para avançar na linha do cabo da espada, desta forma, não sendo atingido pela lâmina.
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Objetivos escreveu:

— Aumentar a recompensa.
— Aprimorar meu escudo ou encontrar um que dê atributos.
— Completar uma missão.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 4 EmptyQua 15 Jan 2020, 02:51


Sentia certo alívio ao ver um sorriso surgir nos lábios de M-4 e logo via o palhaço ser finalmente recrutado para o nosso grupinho de rebeldes. Com isso a missão já havia acabado? Confesso que dessa vez tinha sido muito mais fácil do que eu esperava. Sem nenhuma matança, traumas, guerras ou surras. É, eu podia me acostumar com esse tipo de missão só pra variar um pouquinho.

Para o meu estranhamento a garota entregava um tipo de medalha para Faust, dizendo que simbolizava que ele havia se juntado ao exército. Desde quando tínhamos aquilo? A única condecoração que eu havia recebido quando me alistei em Conomi Island foi uma missão de vida ou morte no meu primeiro minuto como soldado. Será que isso era coisa do pessoal de Loguetown? Nesse momento a loira interrompia meus pensamentos mais uma vez, e agora entregava para mim uma medalha diferente - Dinheiro, okay! - Respondia a fala da garota enquanto guardava no bolso a medalha recém adquirida. Após isso, entretanto, minha curiosidade me obrigava a perguntar - Isso é alguma coisa da divisão de Loguetown? O Grambos não me deu nada em Conomi!

- Vou guardar com todo o carinho. Tive que arrancar a orelha de um idoso por isso! - Respondia em voz baixa a brincadeira que Faust fazia me parabenizando por minha medalha.Um breve flashback me vinha a cabeça do momento em que eu havia sido tomado pela fúria na casa dos Vermyllion. Não era algo do qual eu me orgulhasse, mas havia aprendido cedo que fazer piada de certas situações era a melhor forma de superá-las, ou ao menos de não sofrer tanto por elas.

O coringa em seguida brincava quanto ao fato de não saber o nome de M-4 e a resposta da garota mais uma vez servia para me chamar a atenção. Ela claramente tinha um problema sério com prisões para levar tão a sério uma brincadeira como aquela. Tentava juntar algumas peças em minha mente para que o passado de minha aliada se tornasse menor nebuloso. Ela não gostava de prisões e nem de que as pessoas fossem tratadas como escravos, não que isso fosse um diferencial no nosso ramo, mas ela parecia gostar menos ainda… Se é que isso faz sentido. Também havia ficado com muita raiva quando eu disse que ela e as irmãs pareciam bonequinhos… Que tipo de coisa haviam feito com ela no passado? Mais eficiente do que pensar nisso seria deixar que ela mesma nos contasse quando nos juntássemos ao resto do grupo.

Após mais algum tempo de caminhada eu finalmente resolvia questionar M-4 sobre comprar uma arma e recebia em troca uma resposta nada satisfatória, mas que teria que servir por hora - Ahh, acho que vou deixar pra próxima então - Dizia de forma irônica respondendo a garota e o desafio feito por Faust. Por ter ficado desmaiado tanto tempo havia perdido muitos detalhes do que estava acontecendo na ilha depois do incidente na mansão, e também de quais eram nossos planos. Precisaria me situar mais cedo ou mais tarde - Acho que teremos que nos virar até lá. Ainda bem que aprendi a dar uns socos - Respondia mais uma vez ao palhaço.


Ao entrarmos no quartel, enquanto eu sofria calado com o que restava da dor de cabeça, um homem se aproximava de nós bem animado para as condições em que estava. Suas palavras, bem direto ao ponto, não tinham nenhuma dificuldade em me surpreender - Elas crescem tão rápido! - Dizia fingindo um choro de emoção enquanto via o homem apertar a mão da garota felicitando-lhe por sua promoção. De forma bem cômica, enquanto tudo aquilo acontecia, ouvia Faust me perguntar sobre quem era aquele homem animado - Não faço ideia. Só sorria e acene - Respondia.

Conseguia sentir um breve espasmo de felicidade na garota por causa da promoção. Ela, entretanto, mantinha as aparências e não demorava para nos dar as próximas ordens, me botando no comando até que o tal major chegasse - Ei, relaxa um pouco. Meus parabéns pela promoção - Dizia me aproximando da garota e esfregando a mão direita em sua cabeça para bagunçar seu cabelo - Pode deixar que o cabo aqui cuida de tudo. Acho que tenho que mostrar serviço agora pra comandante não me deixar pra trás! - Dizia em tom brincalhão para a garota, mas então surgia em mim um olhar sincero de dúvida - Mas você não tinha virado major há dois dias atrás? O que andou fazendo enquanto eu apaguei?

Esperava pela resposta e, depois de me despedir de M-4, via M-2 entrando no local. Essas garotas realmente tinham uma sincronia muito boa. Ela parecia bem, e aquilo servia para me deixar contente. Trazia também uma certa ironia em sua fala - Bom te ver também baixinha, que bom que você está bem! - Dizia acenando para a garota - É “O Eclipse” agora. Sua irmã virou fã, até tem uma foto minha guardada com ela! - Dizia me referindo ao meu cartaz. Se eu iria contar sobre meu passado para aquelas pessoas, não tinha problema em brincar com isso agora. Mais cedo ou mais tarde eles veriam aquilo, então que fosse por minha causa - Sabe que eu sou bom em entrar nos lugares, estarei de volta com as armas antes que perceba! Alguma chance de você ou a M-3 tentarem me explodir de novo no processo? - Concluía.

Era neste momento que a vida se mostrava como uma caixinha de surpresas, e Faust interrompia nossa conversa para perguntar sobre os detalhes da missão. Devo admitir, aquela seriedade vinda de um palhaço me surpreendia muito - Não se preocupe Faust, eu também não sei muita coisa. Estive dormindo nos últimos dois dias. Além da missão, pode me situar do que aconteceu enquanto eu dormi? - Questionava por fim olhando para M-2. Prestaria atenção nas falas que viessem a seguir, aproveitaria desse meio tempo para tirar a peruca e lentes e guardá-los próximos de onde eu estava, sem me esquecer de colocar as lentes dentro da caixa.

Com tudo explicado, eu agora teria o tempo livre que tanto precisava para refletir sobre o que vinha acontecendo - Faust - Chamaria pelo palhaço - Eu preciso… Colocar a cabeça no lugar. Está liberado por enquanto, só esteja aqui quando o tal Seshiro chegar, então não saia da base - Dito isso, acenava para o recruta me despedindo e então dizia - Não se atrase, eu sinto que dessa vez você vai ter a chance de contar aquela piada para os caras que estiverem protegendo as armas

Após dar as costas para o palhaço eu começava a caminhar meio sem rumo pelo local. Percebia o quanto M-4 havia feito no tempo em que estive dormindo, e aquilo realmente me fazia admirar mais a garota. Esse, entretanto, não era o único sentimento que eu tinha. Me questionava agora o quão exausta a comandante deveria estar por ter feito tanta coisa em menos de dois dias, e pensar nisso me fazia me culpar por não estar ali para ajudá-la. Eu, que jurei que protegeria meus amigos, havia deixado uma das mais preciosas chegar a exaustão simplesmente porque eu não estava ali para ajudar. Aquilo servia para me frustrar muito mais do que eu gostaria.

Lembrava-me então, pela segunda vez naquele dia, do momento em que havia sido tomado pela fúria na casa dos Vermyllion. Se não fosse por aquilo, quem sabe, eu poderia ter lutado melhor, teria tido mais chances de vencer. Em todas as últimas missões eu havia acabado de cama por que havia cedido a fúria num momento crucial. De fato, toda esta raiva descontrolada foi algo que nunca me ajudou, nem mesmo quando eu… Quando usei dela para matar meu pai.

Fechava os olhos e respirava fundo, já havia passado da hora de começar a enfrentar esse problema e lidar com isso, mas sabia que não conseguiria sozinho, já havia passado anos de minha vida tentando fazer isso sem o auxílio de ninguém. O que eu precisava desta vez era do auxílio de um profissional, e eu conhecia uma ótima médica - Onde será que a Lenora está? - Me questionava em voz baixa sendo que a resposta mais óbvia parecia ser na enfermaria.

Por isso mesmo procuraria pela enfermaria e questionaria outros soldados caso tivesse dificuldades para encontrá-la. Ao chegar ao local, buscaria pela minha conhecida médica - Lenora! - Dizia pouco antes de dar-lhe um abraço - Foi você que cuidou de mim? Eu já estou bem melhor, muito obrigado. Agora é só uma dorzinha de cabeça que já já passa - Dizia com um sorriso - Talvez depois a gente possa jantar como forma de agradecimento. Eu pago! Agora eu recebo um salário e tal! E não conseguimos sair como combinamos em Conomi! - Tinha um sorriso no rosto.

Me lembrava, entretanto, do real motivo de estar ali. Infelizmente não era para flertar com a bela médica - Na verdade... - Dizia ficando meio desconcertado - Eu preciso de mais um favor - Olhava para ela, mas meu olhar desviava constantemente, até que conseguia fixá-lo em seus olhos - Você sabe alguma coisa de psicologia? Eu… Tenho tido problemas para controlar a raiva, e tenho medo que isso coloque alguém em perigo - Esperaria então pela resposta da médica e estaria disposto a seguir suas orientações. Era o momento de começar a buscar pela mudança!
Historico:
 

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Akuma Nikaido
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 4 EmptyQua 15 Jan 2020, 14:33

A fala do major sobre as tais frutas do diabo ficara me martelando na cabeça enquanto íamos para a loja. Poderes espetaculares... o que seriam, afinal? A pessoa poderia voar? Correr super rápido? Ficar super forte? Por um lado eu ficava empolgada para descobrir mais sobre o assunto. Por outro...


~ Se esse tal Cruzis realmente estiver presente, será super perigoso...


Dentro da loja continuávamos a nos passar por um casal que desejava proteção. Enquanto Seshiro era atendido, eu aproveitava para ver as armas e o local. A quantidade de marines que circulavam pelo local era algo assutador. Isso mostrava como a loja era próxima da marinha, nos mais diversos sentidos. E como se tudo já não fosse difícil o bastante, surgia a última pessoa que gostaríamos de ver ali: Torch. Como que curiosa para ver sobre a nova figura do recinto, a qual certamente chamara a atenção de todos, fui aproximando-me de "Arashi" novamente. Ouvia a conversa dos dois e dava um suspiro, aliviada.


— Nossa, como é bom saber disso! Sinto-me um pouco mais segura agora... Mas isso inclui também a parte mais interioriana? Nós acabamos de nos mudar para a ilha e tamos morando já na região que começa a predominar as florestas... Chegar até aqui não é beeem um passeio no parque, sabe?


Demonstrava uma certa apreensão ainda, como se não quisesse ficar esperançosa demais. Aquilo, no entanto, possuía uma outra função também: se fizéssemos com que a região de floresta tivesse sua proteção fortificada, isso significaria que a proteção aqui cairia. Mesmo que fosse pouco, qualquer ajuda a mais já era uma vitória. Claro que somente citar a região como um possível local desprotegido não seria o bastante. Assim, esperava que Seshiro pegasse a deixa para pedir por esse patrulhamento. Inventar alguma história sobre barulhos esquisitos à noite ou algo assim seria o ideal, mas se ele nada fizesse, eu mesma daria prosseguimento. 


— De toda forma vou me sentir muito mais segura quando estivermos com uma arma em casa. Esses barulhos a noite são realmente assustadores, sabe? Mas se não são revolucionários, talvez seja algum bicho selvagem da floresta... O importante é que vamos ter como nos defender.


Falaria, se Seshiro não tomasse a iniciativa. Caso ele tomasse, no entanto, apenas concordaria com o que falava, complementando a história para encaixar no meu pensamento, se preciso fosse.


— Aqui o dinheiro, amor, para comprar a pistola.


Aproximava-me dele e dava um selinho no major, entregando os 30.000 berries para ele. Apesar de não estar nos planos iniciais comprarmos uma arma, eu havia tido uma ideia que poderia nos ajudar nessa missão. Com o dinheiro em mãos e com a mensagem implícita, acreditava que Seshiro não teria problemas em entender o recado.


Com a compra e a missão de reconhecimento realizadas, não havia porque ficarmos mais tempo por ali. Ao sairmos, voltaria a abraçar o braço de Seshiro e o puxaria levemente para a direção onde havíamos visto florestas anteriormente. Não queria que alguém reconhecesse que estávamos indo para outra direção que não a que falara que morávamos. Além disso, sempre poderia acontecer de sermos seguidos, ao menos inicialmente.


Se por acaso notasse que estávamos sendo seguidos, prosseguiria até a região da floresta com Seshiro, como se não houvéssemos notado nada. Em determinado momento, fingiria parar para beijar o major e sussurraria no ouvido dele a informação de estarmos sendo seguidos e que era pra fingir que não notáramos. Uma vez que chegássemos na mata, adentraria ela de forma a sair da visão de nosso perseguidor e pegaria a arma de Seshiro. Escondida, usaria de toda minha furtividade para chegar o mais próximo possível do stalker sem ser vista e apontaria a arma para ele. Tentaria fazê-lo se render sem precisar disparar a arma, mas se fosse atacada ou se ele tentasse fugir, atiraria mirando sua perna. Esperava que Seshiro me desse cobertura, tanto para impedir uma eventual fuga quanto para impedir que a pessoa alertasse outras sobre estar sendo atacada. A ideia era clara. Se estávamos sendo seguidos, era provável que fosse por alguém que nos viu na Torch. Dessa forma seria provavelmente um marine ou um funcionário da loja. Pessoas que poderiam nos dar mais informações, se fossem convencidas bem o suficiente.


Por outro lado, se em momento algum notasse estarmos sendo seguidos, após algum tempo caminhando na direção da floresta sugeriria a Seshiro com um leve toque no braço dele que voltássemos para nossa direção original, fazendo um desvio do caminho que seguíamos para voltar ao nosso QG. Seria a hora de discutirmos os nossos planos e achados com o resto da equipe.





Citação :
Contagem

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Relações: Seshiro: em construção
Zhac: em construção
Derlir: em construção
Torch: em construção

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 4 EmptyQui 16 Jan 2020, 02:26


Narração
Sensação térmica: Quente
Localização: Loguetown

Linha temporal:
Azura e Garfield estão numa "terça" a noite
Duncan, Faust e Yumi numa "quarta" de manhã ~ quarta horário do almoço no final do post

Faust e Duncan
Quando M-4 ouvia a questão de Duncan ela parava por quase nada e comentava. - Estranho... todos deveriam receber uma dessas, mas já não tenho mais nenhuma comigo já que só vim recrutar Faust. - Ela voltava a andar e então continuava. - Depois junte todos os que não tem e me avise para eu distribuir essas medalhas. - E piadas a parte, quando chegaram no local dos revolucionários novas informações eram jorradas para todos ali.

Uma missão que parecia já estar em andamento, uma promoção, algumas dúvidas surgiam para o palhaço, que nem mesmo Duncan saberia explicar para ele, além de dúvidas do próprio cabo. A dele pelo menos a resposta veio rápido. - Fiz muita coisa sim no dia que você estava dormindo, mas só estou sendo promovida porque eles consideraram tudo que minhas irmãs fizeram como um feito meu já que elas não são revolucionárias e são nossas aliadas por minha causa. - Pelo tom ficava bem claro que ela mesma não considerava que estava pronta para ser uma comandante ainda. Talvez por isso a chatear, ou por estar cansada, já que falou que havia feito muita coisa, M-4 acabava partindo e sumindo, deixando Derlir, Duncan e Faust sozinhos até a chegada logo em sequência de M-2.

A nova baixinha e Duncan começariam a conversar, mas Faust acabou interrompendo a conversa, fazendo o Dellumiere se surpreender por um segundo antes de retomar o controle de si mesmo. - Enquanto você dormia procuramos obter o máximo de informações possíveis. - Falava a baixinha, mas ela parecia curiosa quanto ao palhaço que olhava para ela e para Duncan. - Tudo bem que seu nome é Faust, mas quem é você? - Indagava M-2, mas ela parecia ignorar a resposta e continuou falando. - Vários revolucionários foram mandados em missões diversas. - Continuava ela. - E não me admira que vocês precisavam de ajuda, se não fosse por mim nunca conseguiriam os uniformes. E eu ainda vou com as minhas irmãs libertar aqueles que foram presos mais tarde. - Falava M-2 confiante que conseguiriam fazer aquilo. - Digamos que os mesmos marinheiros que nos contaram sobre os presos também nos contaram sobre esse carregamento. - Ela dava uma risadinha que não combinava com a figura séria que ela criava nessa conversa. - Vai ocorrer as três da tarde de hoje, como o porto foi atacado ontem, o carregamento vai ser na doca dez especificamente, fica fácil de traçar a rota que vai da loja de armas até a doca dez. - Ela dava uma pausa lembrando dos detalhes. - É um carregamento que ocorre quase sempre, então não tem muito o que falar, eles provavelmente não esperam algum tipo de ataque. - Falava ela dando uma pausa. - Imagino duas situações para vocês com isso, tentarem interceptar a carga de armas antes de chegarem até o navio, provavelmente vão ter que desmaiar ou matar os funcionários que estejam levando as armas. Ou entrar no navio e partir, onde sabotariam a embarcação para pegarmos as armas com outro navio... nesse segundo caso com certeza terá luta, ficará mais a cargo do que vocês acham que conseguem fazer na hora. - Complementava ela entregando a caixa com os disfarces. - O Derlir ali vai cuidar de vigiar se vocês conseguem roubar tudo de boa ou vão ter que ir pro navio. - O menino de óculos, claramente o tal Derlir, ficava claramente com raiva de ouvir aquilo, mas não falava nada.

Porém, com as informações dadas, Duncan dispensava Faust por um tempo, falando para este simplesmente não sair da construção até que o major desse algum sinal de vida.


Faust
Com a ordem simples de seu superior, Faust se via com tempo livre para fazer o que quisesse. Relembrou a sua fascinação por um tipo de luta mais animalesco que havia presenciado, era algo que precisava aprender, treinar seu corpo a lutar daquela forma quando não pudesse se proteger em seu taekwondo. Com isso começou a andar por aí indagando todos sobre alguém poderia ensiná-lo isso.

Durante sua pequena procura viu que diversos revolucionários, basicamente todos mesmo, estavam machucados de alguma forma e por isso demorou um tempo até ele finalmente encontrar um que estivesse em condições e aceitasse ensiná-lo. Era um homem mais velho, mas ainda em boa forma, possuía alguns machucados, mas estava visivelmente melhor que os demais.

O treino levou algumas poucas horas, mas logo Faust sentia que poderia realmente lutar como alguém que havia crescido nas ruas, alguém que não se importava com regras e que faria tudo que fosse possível para vencer.


Azura e Garfield
A situação dos dois era algo bem diferente do que era a poucos segundos. O braço do major foi decepado e precisavam agir rápido. Garfield já gritava que iria cuidar daquele marinheiro sozinho, mas Azura estava com a mente bem mais fria que seu colega. Ela ordenava que ele levasse o major para um lugar seguro, o incrível era que o campeão do sol ouvia sua colega e pensava melhor no que iria fazer. Ele avançava rapidamente na direção do major com seu escudo já a postos. Só que o marinheiro nem mesmo atacava. - Então agora vai ser carne da peituda. - Falava ele já olhando para Azura, imaginando claramente qual membro da revolucionária iria decepar primeiro.


Azura
Azura partia na direção do marinheiro consciente de que não poderia ser atingida, não é como se o marinheiro tivesse demonstrado muita finesse com a espada, só que o major estava totalmente debilitado mesmo.

Corria em zigue-zague para se aproximar e pulava para o lado para confundi-lo. Ao executar seu primeiro chute sentia seu golpe sendo bloqueado pelo marinheiro. Ao executar o segundo conseguia acertar, mas o marinheiro apesar de sentir, claramente sentia bem menos que os adversários anteriores. Ele não cairia com poucos golpes.

No momento era a vez dele atacar, quando ele girava a espada na direção de Azura essa levantou o escudo, como havia imaginado, ele não era exatamente bom com a espada, o major que estava com problemas. Conseguia bloquear o golpe com perfeição, o que lhe faltava era simplesmente força para suportar, o marinheiro era absurdamente forte e ela sentia-se sendo empurrada com força para trás apesar de não sofrer nenhum dano com aquele golpe.


Garfield
Puxando o major lembrava-se do bar que havia ido no dia anterior com seus colegas. Lá haviam boas lembranças e agora estava carregando um homem que considerava arrogante para aquele local. O marinheiro parecia não se importar com ele no momento, provavelmente por um motivo simples, Garfield estava marcado de voltar para a luta, e o major, se não fosse tratado imediatamente acabaria por morrer por falta de sangue. O membro cortado fazia vazar sangue como nunca.

Ao chegar no Pub precisava empurrar com toda sua força para simplesmente abrir a porta, o seu corpo estava fraco também. E ao entrar no local começou a ouvir diversos gritos de todas as direções. A ruiva do dia anterior se aproximava. - Que merda é essa... - Falava ela já jogando um pano por cima do sangue que havia no chão por causa do major. - Não me diga. - Falava ela numa resposta irônica e mal humorada com a situação, a noite no bar estava arruinada, o povo aos poucos ia se levantando, pagando e partindo, ninguém queria se envolver naquela confusão que Garfield havia trazido. - Bem, não sou médica. Mas vamos dar um jeito nisso aqui de alguma forma. - Ela pegava um pano e amarrava no braço de Creg, diminuindo bastante o sangue que saía do membro decepado. - Precisamos tratar você também de alguma forma. - Falava ela, mas Garfield tinha outros planos.

Ao perceber que não havia um den den mushi por perto e muito menos que receberia ajuda médica, retirou seu blazer e ajudou a estancar o sangramento do major. Percebeu que Guin ajudaria o homem a ficar vivo apesar de terem chegado na maior confusão arruinando a noite que ela receberia dinheiro. Satisfeito com essa ideia de dever cumprido quanto ao major, o pernas longas partiu em direção a sua colega Azura que poderia precisar de ajuda.


Azura e Garfield
Quando Garfield chegava percebia que sua amiga estava sendo empurrada pelo golpe do marinheiro. Azura, ao contrário do major, havia defendido o golpe com perfeição e havia deixado o inimigo na posição perfeita para que o pernas longas fizesse o que desejava.

Ele tomou posição e saiu correndo na direção do marinheiro, que ao perceber o que se aproximava já era muito tarde. O marinheiro caiu no chão e Garfield também. A espada saiu das mãos dele e andou um metro ou mais de distância. Ao acompanhar com o olhar a espada se distanciando, tanto Azura quanto Henryford viram os marinheiros atiradores aparecendo no final da rua. Pelo menos os dois que o pernas longas havia derrubado anteriormente, talvez chegassem mais, mas por enquanto eram só os dois.


Duncan
Separando-se de Faust, Duncan pensava só em tudo que havia acontecido enquanto dormia. Colocava parte da culpa em sua perda de raciocínio, imaginando que se lutasse de forma controlada desde o começo talvez não teria apanhado tanto. Claro que havia o fator se ele fosse mais forte também não apanharia tanto, mas isso ficaria para outra situação.

Duncan procurou por Lenora, a médica que tanto o ajudara no passado, acabou caindo na enfermaria onde viu a moça de cabelo rosa acabou sorrindo para ele ao ver o flerte que ele dava. Ela estava sentada na cadeira que ficava posicionada para a única mesa do local, como se fosse um consultório médico. Um consultório médico meio lotado, já que todas as camas estavam ocupadas por pessoas dormindo. - Que bom ver que você já está melhor. Mas acho que vamos ter que deixar isso para outra ilha provavelmente. - Falava ela sorrindo. - Se é que você não iria querer sair para jantar com outra pessoa. - Indicou ela com um sorriso mais irônico no rosto.

Dellumiere sabendo que isso não levaria a nada no momento voltou ao assunto principal. Ele viu Lenora se levantando e indo até ele. - Eu não sei nada de psicologia infelizmente, acho que tem uma médica que chegou hoje que sabe, vou ver com ela daqui a pouco. - Falava ela indicando que ele sentasse no chão. - Mas agora quero te ensinar uma técnica de respiração para você relaxar. - Ela ajeitava a coluna de Duncan e mandava ele inspirar e expirar de tempo em tempo. Aquilo pelo menos servia para limpara a mente do revolucionário. Lenora mandava ele ficar nesse exercício por um tempo enquanto foi procurar a outra médica.

- Essa aqui é Katie. - Falou Lenora apresentando a outra médica para Duncan. - Fiquei sabendo que você quer ajuda para controlar a raiva. - Ouvia a médica falando. - Eu adoraria ajudar você no momento Duncan, mas estou ocupada por agora. Vamos marcar para depois. Acho melhor no momento você se focar nessa respiração e pensarmos nisso no caminho para a Grand Line. - Falava a médica indicando para ele voltar para a respiração. Onde passou mais algumas horas no processo.


Naomi
A menina gostava das informações que recebia. Ainda faltava algumas informações, mas como ela se dava por satisfeita mandava algumas indiretas para o major e para ver se conseguia aos poucos iniciar a partida daquela loja.

O povo ali na loja até ouvia ela, mas todos sorriam. Um dos empregados acabava falando. - Não se preocupe tanto, o capitão vigia a ilha toda. Ele está sempre em ronda por aí. - A confiança na voz da pessoa era novamente tamanha que ficava difícil de entender como era possível ter ocorrido algum tipo de ataque naquela ilha a tão pouco tempo. Era bem óbvio que a chance deles incentivarem uma ronda perto da floresta era nula. Com aquilo tudo feito, ela não achava muito o que fazer além de pedir para o major comprar uma pistola. Aproveitava para lhe dar um selinho. As reações em volta foram estranhas, quase que a marinha decide prender o major ali mesmo, mas lembraram da fala de Torch e deixaram passar.

Yumi e o major partiram daquele lugar com a pistola comprada. - Depois vamos ter que conversar sobre limites num disfarce... - Falava ele a caminho da base revolucionária. Ficava bem claro que não seguiam-nos, na verdade, pareciam evitar o major e Naomi como se fosse uma doença que poderiam acabar pegando e ficariam contaminados. Mesmo assim preferiram tomar caminhos alternativos até chegarem realmente a base, o que gastou um bom tempo.


Faust, Duncan e Naomi
Quando Naomi e o major chegaram no local dos revolucionários perceberam que o local estava mais cheio. Um palhaço parecia ter chamado a atenção por ter lutado diversas horas com um velho e na maior parte ter apanhado. Aparentemente um cabo que havia passado algumas horas na enfermaria era chamado quando os dois apareciam no salão.

Derlir se aproximava dos dois, indicava para o palhaço e para o outro se aproximarem. - Bem... M-4 falou que vocês que são os responsáveis pelo assalto a carga. O cabo Duncan e o recruta Georg pegaram algumas informações do comboio com M-2. Ela passou uma caixa com os uniformes. - Falava ele apontando para uma caixa que estava no canto. - O major Seshiro e a recruta Yumi foram atrás de informações sobre como os funcionários da loja trabalhavam e agiam, principalmente sobre Torch que é o ex-marinheiro dono da loja de armas. - Complementava ele, indicando para outros recrutas trazerem a caixa dos disfarces.

- Faltam três horas e meia para o horário marcado do transporte... vocês precisam decidir como vão agir e tals. - Falava ele abrindo a caixa que era colocada na frente deles. Mas o major era o primeiro a comentar. - Essas roupas não vão caber em mim. - Falou ao olhar as roupas que haviam dentro da caixa. - Você é cabo, não é? - Falava ele olhando para Duncan. - Acho que você é o responsável por essa missão então.

imagem explicando o porque o major não cabe na roupa, lembrando que é também pq eu simplesmente não quero que ele caiba mesmo


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 4 EmptyQui 16 Jan 2020, 21:07


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Entregava o rei da arrogância para Guin, e até me sentia mal por ela estar perdendo o dinheiro que lutou para ter no fim do mês com toda aquela clientela em troca de salvar a vida do major revolucionário. Sentia certo desapontamento para com Creg, porque se tivesse engolido sua arrogância e me deixado lidar com o espadachim, nada disso teria acontecido: ele não teria perdido seu braço e a atendente não perderia seu salário. Da mesma forma, não estava surpreso, é uma atitude bem típica dele, do mesmo caráter que teve quando decidiu ir sozinho quebrar os equipamentos da marinha enquanto lidávamos eu e Azura com os vigilantes. Ignorava a atitude irônica da mulher, e ouvia as palavras engraçadas saírem de sua boca. — Precisamos tratar você também de alguma forma. — Me fazia rir por um momento. — HAHAHAHAaaii...! *cof cof* E-Eu estou bem, pode ficar tranquila. Uhngn... — Dizia, tapando os ferimentos abertos com a mão, da maneira mais furtiva que conseguia no momento, a fim de não revelar o sangramento. — E-Estou indo batizar um espadachim. V-Volto mais tarde para um d-drinque! Hahaha! — Sorria com graciosidade e generosidade para a moça, para que ela realmente não se preocupasse comigo. Sentia que ela era uma velha amiga e grande aliada, que mais pra frente poderia se tornar até um membro da igreja que fundarei futuramente e espalhará a palavra para os povos. — E-Eu também vou garantir que retome s-seus ganhos aqui, tudo bem? N-Ninguém sairá p-prejudicado! — E então sairia daquele local, indo de encontro ao espadachim maldito, chefe de hordas das sombras.

De longe, via duas silhuetas, e sabia que estava no local certo. — Ora, se ele não ficou ali... — Ria baixo, para mim mesmo. Arrancava-me então um sorriso de orgulho, desta vez não próprio, mas sim dele. — Que o Sol o recompense pela sua coragem... — Dizia olhando para cima, ainda me aproximando daquela silhueta, que logo mais se tornavam figuras reais de dois indivíduos lutando, ele e Azura. Via que Azura conseguia defender um golpe com sucesso e ainda deixar o homem na posição perfeita para um ataque meu. — Hah, sabia! Creg é um fracote! — Dizia baixo, para eu mesmo, enquanto corria em direção ao espadachim, aproveitando a brecha para me jogar contra o homem. Nós dois caímos no chão, e aparentemente sua espada voava para longe. Ao olhar para a espada, também reparava que os dois covardes estavam vindo na minha direção, aqueles dois que eu havia derrubado anteriormente. Caído com o homem de preto no chão, tentaria estar sempre em cima dele, lutando para não estar embaixo, para que então pudesse acertá-lo com meu escudo múltiplas vezes, até que desacordasse ou ficasse atordoado o suficiente para que eu levantasse e enxergasse ambos os dois patetas com olhos de fúria. — VOLTARAM PARA LEVAR OUTRA SURRA, BAIXINHOS?! — Diria, caso todas as minhas ações até então funcionassem. Usaria meu escudo para bloquear tiros vindos de longe, esbravejando "Covardes!" a cada tiro bloqueado. Buscaria cooperar com Azura para que ela cuidasse dos homens de longe, já que era a mais rápida dali.

Por outro lado, existe a possibilidade do homem conseguir me contornar e me jogar ao chão, mesmo eu aparentemente tendo o dobro de tamanho dele, e se isso ocorresse, protegeria meu rosto com os braços ou com o escudo, o que me fosse melhor conveniente na situação. — É! Uma! Pena! — Diria, defendendo seus golpes, mesmo que ainda deixasse alguns passar pela fragilidade do escudo. — Você! É! Corajoso! Poderia! Ser! Um! Aliado! Do! Sol! — Ao conseguir proferi-lo por completo, tentaria acertar um golpe com o escudo em seu rosto, ou atingir a lâmina do machado no seu pescoço. A todo momento, me debateria usando meu tronco e minhas pernas para sair debaixo dele, tentando o virar contra o chão e tomar o topo. Tomaria a mesma sequência de ações dita anteriormente caso conseguisse virar os corpos. Se tudo falhasse, ainda estando em cima do homem, impediria-o de recuperar sua espada com repetidos golpes no seu braço com a lâmina do machado toda vez que tentasse se esticar para alcança-lo.

Azura poderia não querer comprar aquela briga com três homens e preferir que optássemos por ajudar o santo arrogante no lugar. Nesse caso, eu não poderia abandonar minha parceira e deixa-la para lidar com um homem ferido sozinha ou encarar superiores a Creg que poderiam vir a acusá-la de feri-lo, então eu precisaria ir com ela. Portanto, se ela desse sinal de que preferiria sair, tentaria sair de cima ou de baixo do espadachim, empurrando-o com o escudo e usando minhas pernas e braços para aumentar a força colocada na hora de empurrar, alegando, assim que levantasse: — É forte e corajoso! Saia da marinha, abandone essa tirania, UNA-SE AO MOVIMENTO SOLAR! — Diria a ele, como convite. Se Azura dissesse para eu pegar sua espada, a pegaria sem problemas, e viria a arrastando ou carregando nos ombros. — Venha buscar sua espada comigo qualquer outra hora! — Esbravejaria a ele, correndo com a espada e com Azura. Entretanto, se ela preferisse levá-la ou então nem levar a espada a princípio, apenas me certificaria de correr atrás dela, e usar minha audição para ouvir se os marinheiros se aproximavam o suficiente para atirar: nesse caso, estaria pronto para bloquear projéteis em direção à minha companheira.
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Historico:
 
Facilitando a vida do narrador:
 
Objetivos escreveu:

— Aumentar a recompensa.
— Aprimorar meu escudo ou encontrar um que dê atributos.
— Completar uma missão.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 4 EmptyQui 16 Jan 2020, 22:53



- Você quem manda! - Respondia ao pedido de M-4 sobre reunir os sem-medalha - Imagino que Azura e Garfield também não tenham recebido. Começamos todos naquele dia e já tendo missões logo de cara. Quando tiver um tempo aviso pra eles. - Completava enquanto seguíamos nosso caminho até a base revolucionária. Era interessante saber que o exército dava esse tipo de reconhecimento aos seus membros, mas seria uma informação na qual eu não buscaria me aprofundar nesse momento.

- Ah, não se preocupe. Você logo vai ver que mereceu tudo isso! - Dizia a garota que parecia um tanto incrédula com relação a sua promoção. De certa forma eu a entendia, era no mínimo estranho chegar a um cargo assim por causa dos outros, mas ainda assim algo me fazia ter certeza de que a garota seria mais do que capaz de fazer juz ao cargo que lhe foi confiado. Uma loira saía e a outra chegava, agora começava o meu diálogo com M-2 e ela não demorava para explicar os detalhes sobre a próxima missão.

- Okay, dá pra ver que vocês andaram trabalhando - Dizia ao final de toda a explicação da loira - Aliás, se depois quiserem compartilhar um pouco dessa fonte de disfarces com o colega aqui, eu ficaria bem feliz. Não deve ser muito higiênico usar a mesma peruca toda vez que preciso sair da base - Dizia em tom de brincadeira, mas logo exibia novamente um semblante sério e até um pouco pensativo - Sendo sincero, os marinheiros de Loguetown estão em alerta máximo para me achar. Acho arriscado nos infiltrarmos no navio mesmo que disfarçados e por pouco tempo... - Colocava a mão no queixo, como se estivesse analisando as possibilidades - Vamos pensar bem nisso. Quando o major chegar também pode dar alguma informação que contribua para decidirmos.

Dito tudo aquilo, me despedia de M-2 e em sequência de Faust. Os próximos instantes eu passava pensando sobre a vida e me culpando por alguns dos últimos incidentes, até que tomava uma decisão e ia até Lenora. O consultório médico estava bem lotado e cada vez mais eu conseguia perceber a proporção que as coisas haviam tomado na batalha da mansão dos Vermyllion. Nosso contingente havia de fato recebido uma redução grandiosa, e não restavam dúvidas que realmente precisávamos melhorar aquela situação, o que só servia para me dar mais determinação quanto a missão que estava por vir.

A médica sorria ao ouvir meu flerte, e aquele sem dúvidas já era um bom começo para nossa interação. Suas palavras, entretanto, iam um pouco além daquele sorriso e começavam a tomar um tom de ironia com sua insinuação ao final -Outra pessoa? - De quem ela estava falando afinal? Ela não ousaria insinuar para mim alguma coisa com a Azura e M-4… Ela é muito nova, isso! Ou ao menos parece ser e eu não sou esse tipo de pessoa. É claro que queria sair com a médica - Nah, fique tranquila. Não precisa ter ciúmes! - Respondia devolvendo o tom de brincadeira que ela tinha na voz.

Depois de tudo isso, entretanto, eu acabava me lembrando do real motivo de estar ali e logo questionava Lenora sobre conhecimentos em psicologia. Ela dizia não saber mas indicava que provavelmente uma outra médica que estava ali saberia me orientar melhor que ela. Apesar disso, prestativa como sempre, a bela doutora me ensinava um exercício de respiração que poderia me ajudar com meu objetivo. “Inspirar, expirar!” e era assim que eu ficava por algum tempo, nem sei ao certo quanto, até que minha concentração no exercício era interrompida pelo retorno de Lenora que trazia consigo a outra deusa… Digo… Médica.

Naquele momento eu me arrependia por nunca ter estudado medicina. A loira que surgia à minha frente era tão bela quanto a primeira médica, e seus olhos… Uma súbita carga de energia me tomava, eu estava pronto para entrar em ação mas era nesse momento que olhava novamente para Lenora e me lembrava que não poderia fazer esse tipo de coisa, não ali ao menos. Não agora. Respirando e tentando conter meus instintos mais carnais, estava pronto para ouvir o que a médica teria a dizer sobre o meu problema.

- Grand Line, é? Pelo jeito nosso navio vai estar bem provido de médicas, acho que poderei levar mais umas surras por lá, mas vou tentar evitar - Brincava - Tudo bem então, irei trabalhar esse exercício de respiração o quanto puder - Dizia enquanto me levantava do chão - Tenho que ir então, o dever chama. Vejo vocês duas no navio. - Sorria olhando para cada uma delas e começava a querer dar as costas para ir embora, mas antes me lembrava de que ainda faltava uma coisa - Katie, não é? - Indagava para a loira e, sorridente, eu esperaria a resposta  para então dizer - É um prazer conhecê-la! Continuem o bom trabalho aqui então, eu vou tentar não trazer mais ninguém para cá na próxima missão - Agora sim, dava as costas e começava a sair do local.

Nossos parceiros para aquela missão eram um homem grande e uma garotinha, não tinha muitas dúvidas em quem era quem ali, mas me surpreendia com a quantidade de garotinhas alistadas entre os revolucionários. Talvez algum chefão estivesse pensando em fazer um exército delas. O major Derlir, por sua vez, estava ali para nos dar as informações necessárias que M-2 havia falado anteriormente. Com tudo explicado, abríamos as caixas e eu percebia que nos disfarçaríamos de funcionários da loja de armas, ou ao menos era o que dava para imaginar vendo que claramente não se tratavam de uniformes da Marinha. Era então que o major abria a caixa, via o tamanho dos uniformes e dizia algo que fazia meu coração acelerar, e aquele resto de dor de cabeça que ainda existia mostrar-se presente.

Eu? Responsável pela missão? Droga, tudo acontecia tão rápido que nem tinha tempo para pensar se estava pronto para aquilo. Mais do que nunca as vidas de meus companheiros estariam em minhas mãos naquele momento, então eu não poderia cometer erros. Botava em prática por alguns instantes os exercícios de respiração ensinados por Lenora, o sentimento de insegurança era sem dúvidas uma grande novidade para uma pessoa como eu.

- Pode contar comigo! - Respondia ao major tentando demonstrar confiança em minhas palavras. Respirando fundo uma última vez, olhava nesse momento para o rosto de Faust e da garota que estaria sob meu comando, e então dizia - Pois bem, sou o cabo Duncan. Este aqui é o soldado Faust - Dizia apontando para o palhaço e por fim, olhava para a garotinha - E você é? - Yuumi, eu já havia ouvido o seu nome antes, mas achava importante oficializar certas coisas e quem sabe conhecer um pouco a mais da personalidade daquela garota.

- As informações que recebemos de M-4 dizem que o carregamento sairá da rota dez, M-2 disse que fica fácil traçar uma rota então Delrir! - Dizia olhando para o major - Vocês já fizeram isso? Se não, vou precisar de um mapa da cidade e talvez de alguém que entenda de geografia para fazermos, mas devemos conseguir nos virar mesmo sem um especialista, não pode ser tão difícil - Eu sei que parecia mais uma ordem que um pedido, e que talvez eu não devesse me dirigir assim a um superior, mas eu estava no comando da missão e deveria demonstrar minha autoridade para que possa resolver as coisas da melhor maneira possível, sem colocar meus companheiros em grande risco.

- É um carregamento de rotina, então pelo que imaginamos não estará muito bem defendido também, e eles também não esperam um ataque. Ideal para atacarmos com um grupo tão pequeno. - Olhava então para o rosto dos subordinados, e voltava a explicar - As possibilidades apresentadas foram duas, podemos interceptar a carga antes de chegar no navio, isso botaria a vida dos funcionários em risco ou podemos nos infiltrar no navio do carregamento e sabotarmos tudo para que nossos aliados invadam em alto mar. Nesse caso, teremos com certeza que lutar, devem ter alguns marinheiros no navio também para evitar piratas em alto mar. - Respirava e mais uma vez voltava a falar - Particularmente, eu não gostaria de botar em risco a vida de civis que podem estar apenas ganhando o seu dinheiro levando o carregamento até o navio, e no primeiro plano podemos acabar tendo que entrar em combate de vida ou morte se as coisas derem errado e eles apresentarem resistência.   - Fazia uma pequena pausa, e então voltava mais uma vez a falar - Por outro lado, a marinha de Loguetown está em alerta máximo atrás de mim e talvez me infiltrar num navio onde possam ter marinheiros possa ser brincar com a sorte, apesar de que hoje mesmo eu entrei disfarçado no próprio QG.

- Yuumi, preciso que me conte o que você e o major descobriram em sua missão, e depois preciso que você e Faust me digam suas habilidades. Como lutam, se tem armas ou não, o que sabem fazer além disso, qualquer detalhe é crucial - Ouviria então o resumo da garota sobre suas descobertas, e então diria - Pois bem então, eu não sou um especialista em planos, então vocês sintam-se livres para apresentar suas ideias. Vamos tentar bolar algo juntos e também decidir qual das duas abordagens preferimos… Ou talvez bolar uma terceira. - Finalmente terminava de falar. Caso Delrir surgisse com um mapa, procuraria uma mesa para que pudéssemos abrí-lo e marcar os locais chave, além de dar espaço de fala para o geógrafo, caso trouxesse um.







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