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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!

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ADM.Tidus
Duque Azul
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MensagemAssunto: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 3 EmptySeg 23 Dez 2019, 17:09

Relembrando a primeira mensagem :

Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) revolucionário Azura V. Pendragon. A qual não possui narrador definido.


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PepePepi
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Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 3 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 3 EmptyDom 05 Jan 2020, 05:56


Narração
Sensação térmica: Quente
Localização: Loguetown

Faust
Com as poucas informações que conseguiu, Faust se viu basicamente forçado a seguir em direção ao quartel general da marinha. Era bem óbvio o motivo de ser tão difícil encontrar informações naquela ilha, haviam marinheiros por todos os lados na cidade de Loguetown, qualquer revolucionário ficaria com medo andando por aí. Quando ele chegou no quartel general, viu que havia uma certa aglomeração de marinheiros por ali, pareciam animados com o novo cartaz que havia aparecido ali.

Georg até olhava a sua volta, mas o marinheiro que havia falado com ele no dia anterior não parecia estar por ali, outros no entanto acabaram por reconhecê-lo de qualquer forma, a imagem de Faust era chamativa o suficiente para isso.


Faust e Duncan
Duncan estava satisfeito com a recompensa que tinha conseguido por sua cabeça e pelo pensamento rápido que M-4 teve ao pegar o cartaz para ela. No entanto, isso não foi o suficiente, pouco depois dela ter arrancado o cartaz, viu que ele foi reposto, afinal, era um cartaz que tinha acabado de ser feito naquele mesmo quartel general.

A alcunha era o nome que Garfield gritara: O Eclipse. Só que havia outra coisa lá que chamava muito mais a atenção, seu nome estava Duncan Dellumiere, não Duncan Edmund como havia contado para Terrence e como basicamente todos deveriam saber naquela ilha, como haviam localizado seu verdadeiro nome era algo que deveria se indagar depois, pois naquele momento uma figura realmente excêntrica começava a conversar com os marinheiros que estavam por ali.

A imagem do homem era um tanto quanto diferente do normal, ele parecia com um palhaço, fazia piadas, ou seja, era um palhaço mesmo, mas o que um palhaço estaria fazendo no quartel general? E, ainda mais, com um motivo tão estranho, pois, quando o marinheiro indagou sobre o que ele estava fazendo ali já que não poderia se alistar novamente, acabou por ouvir o palhaço responder sobre ter tentado se alistar e não ter conseguido e que por isso iria se focar no cartaz dos procurados.

A verdade era que Faust se divertia com aquilo, enquanto contava algumas baboseiras misturadas com verdades. Sentia que sua atuação estava indo muito bem e conseguia ir até o mural de cartazes dos procurados. O que chamava mais a atenção era do revolucionário Duncan Dellumiere, que possuía uma recompensa de dez milhões de berries por sua cabeça, seus olhos eram vermelhos e o cabelo azul, não deveria ser uma pessoa muito difícil de localizar. Só que ele teria que ser rápido, ou muito eficiente, pois esse cartaz parecia ser encarado por um homem com cabelo preto e uma pequena menina de longos cabelos loiros que estavam soltos. O homem de ainda comentava algo sobre esse tal Duncan ser um maníaco que provavelmente não tinha nada a perder.

O homem ainda não parava por aí e comentava que se os revolucionários continuassem assim acabariam por cometer um deslize onde seriam pegos. Onde os dois acabaram por ouvir a resposta do marinheiro em alto e bom tom. - Com certeza ele vai cometer um deslize alguma hora. Ele matou o próprio pai, é um maluco que não consegue ficar longe da matança. - O desprezo na voz ali era perceptível. - O próprio pai e agora uma família de médicos. Se não o pararmos imagine o que ele fará. - M-4 olhava para Duncan por um instante, mas não manteve o olhar para não trazer nenhum tipo de desconfiança por ali.

Faust ainda analisava os cartazes e conseguia notar que haviam outros nomes de revolucionários por ali com recompensas. Um tal Garfield que parecia ser da tribo dos pernas longas, e uma mulher chamada Azura possuíam recompensas que ainda eram boas, claramente eles haviam cometido algo grave naquela ilha para serrem marcados desta forma. Não deveria ser tão difícil localizar aquelas pessoas na ilha, apesar de ser óbvio que não desejavam ser encontrados.

Enquanto Faust saía do quartel general, Duncan cutucava M-4 e comentava sobre o tanto que aquele homem chamava a atenção, a major não comentava nada, só concordava com a cabeça. Ele seria um bom ponto de partida para o patricida tentar sua busca.


Azura e Garfield
Apesar da educação de Derlir, Azura agia como uma verdadeira babaca com o major. O que era até interessante, ela falara que colocaria a cabeça de Creg no lugar se fosse necessário, sendo que a única coisa que ele pedira para ela fazer fora esquecida. Garfield fora para a missão sendo um mero recruta, sem a sua promoção para cabo, igual o major havia pedido para ela lembrá-lo mais tarde e nem mesmo após já terem chegado no lugar.

Como aquilo passara batido, ali estavam eles no porto, um major, Azura, que era cabo e Garfield, como um mero recruta ainda. A jovem falava que iria servir de distração da forma mais básica possível. Chamou seu colega para a batalha e partiu na direção dos marinheiros que faziam a ronda. Não se preocupou em talvez checar como era a rota ou onde eles estavam posicionados no momento, simplesmente queria atacar e chamar a atenção.

Creg parecia desaparecer enquanto Garfield percebia que o primeiro alvo de Azura a atacava exatamente com um machado. A sorte, ou melhor, o esperado, afinal, o escolhido do Deus Sol não precisava necessariamente de sorte, acabava por agraciá-lo com um possível machado se a sua colega vencesse aquele primeiro marinheiro.

E Azura estava em perfeitas condições para vencer. Quando Garfield finalmente chegara ao local em que a luta da revolucionária contra os marinheiros estava ocorrendo, ela já havia derrubado o primeiro deles e o pernas longa poderia pegar o machado dele caído no chão com facilidade se este não estivesse se levantando. Via ainda sua colega acertando o segundo marinheiro com um potente chute vertical ascendente ao mesmo tempo que bloqueava a espada do terceiro marinheiro, a verdade é que ela simplesmente era muito mais forte que aqueles soldados.

O pernas longa teve que agir depressa, aproveitou que o homem estava em uma posição pior e o segurou com uma de suas mãos, pegando o machado com a outra. Já ouvia gritos dos homens que estavam jogando baralho, a distração começara, aparentemente Azura não havia ouvido os mesmos gritos, o esperado de uma humana normal. Ou era o que ele pensava, a verdade é que a jovem não escutara os gritos por simplesmente estar feliz demais aproveitando a batalha.

Mesmo sendo claramente superior aqueles soldados, a diversão continuava. Azura derrubava outro marinheiro e continuava bloqueando o golpe de espadas do terceiro. Este não tardava a cair para alguns chutes de Pendragon. Esta, por sua vez, acabou recuando quando viu seu colega segurando o primeiro marinheiro que havia derrubado. Garfield usava o marinheiro como escudo, era então que a jovem percebia que os marinheiros que estavam jogando baralho e checando as câmeras foram na direção deles. Dos cinco, um usava espada, outro estava com outro machado e os outros três com rifles.

O seu corpo ainda não estava perfeito, Garfield sentia que seus músculos reclamavam mesmo tendo feito quase nada ainda naquela batalha, na verdade Azura basicamente cuidara dos três sozinhos. Só que novos inimigos já haviam chegado e o pernas longa poderia muito bem aquecer seu corpo ainda nessa batalha. Assim, tentara arremessar o marinheiro na direção dos marines que se aproximavam, mas pela condição de seu corpo, ou pela sua falta de força, vira o marinheiro caindo pouco a sua frente, longe de acertar qualquer um dos cinco novos inimigos que haviam surgido.

Além disso, sem seu escudo humano, o pernas longa acabou por virar um alvo fácil para os soldados que logo atiraram nele com vontade. Sentia diversos tiros acertando seu corpo, mas nenhum deles doía tanto quanto lembrava de ser possível, os cortes da espada de Luke Vermillyon eram mais fortes que aqueles tiros, ou a benção havia aumentado tanto que agora parecia que meros rifles não machucariam tanto seu corpo quanto antigamente.

Apesar de saber que os tiros não o machucaram muito, também sentia que a benção não duraria para sempre, principalmente com o tempo escurecendo, mais alguns tiros e golpes e provavelmente pereceria. Precisava juntar forças e vencer aqueles cinco, antes que reforços chegassem.

Já Azura notava que os dois espadachins possuíam espadas claramente melhores que a espada que o marinheiro da ronda possuía. Se o bloqueio dela fosse mal feito provavelmente veria até mesmo seu escudo cortado ao meio, a aura deles era um pouco diferente.


Naomi
O grupo de Naomi recebia novas informações conforme caminhavam em direção a base. A ilha parecia completamente controlada por marinheiros, os revolucionários estavam passando por péssimos momentos em Polestar naqueles últimos dias. Toda essa dificuldade descrita começava a causar dúvidas para Yumi que logo as expressou para o major. - Tenho certeza que você conseguira ajudar. - Ouviu ele falando confiante e até mesmo um pouco animado. - Em tempos de crise nossa ajuda se torna vital, qualquer pequeno passo já se torna um gigantesco. - Falou ele animado, parecia que ele sentia que finalmente estavam chegando a base revolucionária.

O que realmente aconteceu. O pequeno Zhac abriu a porta de uma construção bem antiga, mas bem cuidada e logo se viram em um grande pátio. Vários olharam para eles e muitos entraram em posição de batalha instintivamente, tais posições foram aos poucos sendo dispersadas ao perceberem o anão ali e ao perceberem que não havia ninguém com uniforme da marinha entre eles.

Um jovem então ia bem lentamente na direção deles. O óculos dele estava com um remendo no meio e ele estava todo enfaixado, andando com o auxílio de muletas. - Olá, eu sou o major Derlir. - Falou ele já sabendo que eles ali também eram revolucionários. - Eu sou o major Seshiro. - Começou falando e depois apontando para cada um que estava por ali falou. - Esses são os cabos Katie e Artista, e os novos recrutas Yumi e Aragão.

Katie dava um passo a frente. - Eu sou médica. Posso ajudar de alguma forma? - Perguntou percebendo não só o estado do major a sua frente, como o de vários outros na base que pareciam ter passado por apertos a pouco tempo. - Eu estou bem, só preciso de repouso, mas você pode checar na enfermaria se precisam de sua ajuda. Zhac, leve-a até lá por favor. - Após a ordem viram o anão e a médica partindo para dentro daquele prédio. - M-4 está no comando de tudo já que Creg está indisposto. - Falou o novo major a sua frente. - Só que no momento ela está em uma missão com o cabo Duncan a procura de um possível recruta enviado por Grambos. - O homem deu uma pausa, mexeu um pouco o corpo que parecia dolorido de simplesmente ficar parado. - Mas eu já sei qual é a próxima missão, então já vou perguntando, algum de vocês sabe se disfarçar? Isso é importante para a próxima missão.

O major foi mais rápido do que Yumi poderia ser e logo indicou que ele e ela poderiam se disfarçar para a futura missão, seja lá qual ela for. - Bom, a missão é roubar uma carga que irá partir para Yotsuba Island. É uma carga carregada de armas. - Ele fez uma pausa. - A ideia é que vocês se disfarcem de funcionários da Torch's Weapons e roubem a carga. - Finalizou Derlir. - Para isso teremos que saber como essa loja funciona. - Ouviu o major Seshiro falando. - Vamos Yumi, vamos procurar essa Torch's Weapons para conhecê-la um pouco melhor. - Falou já querendo sair do local.


Legenda:
 

Ferimentos:
 

Histórico:
 
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Akuma Nikaido
Pirata
Pirata
Akuma Nikaido

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 3 EmptyDom 05 Jan 2020, 15:59

As falas de Seshiro davam-me um novo ânimo. O major acreditava em mim, e isso era o bastante. Faria o que fosse necessário para que pudesse ser de serventia. Não demorava muito para que, enfim, chegássemos ao nosso QG. A visão do pátio seria outrora bonita, mas o número de pessoas amedrontadas, prontas para lutar tornava a visão um tanto quanto lamentável. Pela primeira vez eu começava a tomar dimensão, de fato, do que estava adentrando. Uma coisa era ver 100 pessoas treinando, como um grupo. Outra era ver tantas quantas prontas para lutar ao menor sinal de que algo estava diferente.  Engolia em seco enquanto processava todas as novas informações.


— Yoroshiku onegai shimasu (Prazer em conhecê-lo, farei o meu melhor!)


Respondia, prontamente, ao ser apresentada ao major Derlir. Ouvi a fala do comandante e, pela primeira vez desde que chegara em Polestar, sorri de felicidade. Eu havia aprendido a me disfarçar durante meu treinamento, certamente poderia ser útil. Estava pronta para me prontificar quando algo mais inesperado ainda ocorreu: Seshiro adiantou-se e não somente me ofereceu, como também faria dupla comigo. Aquilo era ótimo. Teria alguém para me tutorar, ajudando caso eu não fizesse algo corretamente. Ainda por cima, alguém com quem eu me sentia confortável com. O artista possuía habilidades ótimas na área e certamente poderia ter sido minha dupla. O desconforto só de pensar nisso, entretanto, me fez logo voltar a focar nas falas do Major.


— Claro, Seshiro-sama! Vamos lá! Major Derlir-sama, antes de irmos, o que pode nos falar sobre essa fábrica? Localização, como funciona, como são os arredores, se há locais para ficarmos à espreita ou não... Quantas pessoas, em média, passam na região? Enquanto observamos os arredores, devemos trocar para outra roupa? Ou a que estamos usando está adequada para não chamar a atenção? Mais algum detalhe importante que ache válido nos dizer?


Minha curiosidade natural ajudava com a enxurrada de perguntas que fazia. Não que eu não achasse importante visitar o local para observar com Seshiro antes de agirmos, mas até mesmo para observarmos era bom que já possuíssemos uma noção. Se não poderíamos parecer dois completos estranhos. Depois que ouvisse as respostas dadas, seguiria juntamente a Seshiro para a localização que nos fora dita. Uma vez que estava lá como subordinada, não tomaria a liderança, mas procuraria, por conta própria, observar atentamente toda a região.


— Desculpe se tomei a frente e fiz tantas perguntas ao major Derlir, Seshiro-sama!


Diria, enquanto andávamos para sair, mas antes ainda de pormos os pés nas ruas. Não queria hora alguma usurpar a autoridade do major ou algo do tipo, e esperava deixar isso claro para ele. Se me fosse sugerido algum disfarce específico, fosse na aparência, fosse no comportamento, procuraria me adequar o melhor possível para tal e seguiria o que me fosse dito. Caso não fosse sugerido nada em específico, passaria meu braço em torno do braço do major, andando juntamente com ele. Nessa situação, diria:


— Formamos um belo casal, não acha? Hihi


Daria um sorriso travesso junto. O melhor desse disfarce era poder flertar com o major brincando, como parte da atuação, sem, contudo, ficar nervosa por estar fazendo isso com um oficial superior e alguém a quem devo respeito. Essa missão, até então, era somente vantagens.




Citação :
Contagem

Posts: 2
Ganhos: -
Perdas: -
Relações: Seshiro: em construção
Zhac: em construção

____________________________________________________


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Última edição por Akuma Nikaido em Dom 05 Jan 2020, 18:31, editado 1 vez(es)
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Sagashi
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 3 EmptyDom 05 Jan 2020, 16:17


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Minha musculatura começava a "apitar" cada vez menos, como se os ferimentos estivessem se curando aos poucos, mas ainda não estivessem completamente sadios, já que eu estava exigindo bastante deles. A energia que o Sol me fornecia estava renovando meu corpo, e a medida em que a batalha progredia, colhia os frutos de suas bênçãos: um machado novo e força física aprimorada, mesmo no momento em que ela estava em falta, por conta da situação da missão passada. Azura fazia sua faxina nos marinheiros que lutavam pela posse do território que logo mais seria nosso, deixando apenas outros cinco que corriam em nossa direção vivos — caberia a mim alertá-la deles, porém era tarde demais, chegaram três armados e outros dois suicidas. Os armados rapidamente atiravam contra o meu corpo, o que me fazia tomar um susto e pensar em um intervalo de tempo muito curto.

"O que...?" Pensei. As balas atingiam meu corpo, só pude lembrar da espada de Luke me atingindo covardemente e das balas da médica que encontramos nos primórdios das nossas aventuras juntos. Elas não tinham tanta intensidade quanto os outros ferimentos que um dia tive, entretanto, seu dano real era muito bem aplicado e poderia atravessar qualquer armadura do mundo, até a mais dura. Esse dano se chamava traição. "Eu queria salvá-los..." Pensei depois, me enchendo de ira. "Eu quis salvar esse..." Meus olhos transbordavam ira, e rangia meus dentes ao olhar em direção aos marinheiros que estavam vindo. "... esse monte de estrume!" Enfim, concluía apertando o cabo do machado com mais força. Nesse momento, não me importava mais com a minha musculatura, porque sabia que em breve ela estaria muito melhor, e nesse momento, haveria do Sol me revitalizar para lutar por essa causa nobre.

OST:
 

— Vocês atiraram... — Dizia, com a voz banhada à ira, tentando conter os sentimentos para mim e manter a elegância de um bom homem de terno, mas claro, sem sucesso. COMO OUSAM ATIRAR NO CAMPEÃO DO SOL, VERMES MALDITOS?! — Bradaria, e com um urro de batalha, forçaria as pernas para correr em direção aos três soldados de rifle, os mais covardes da situação, gritando instintivamente: — AZURA! ARREBENTE O RESTO! — Nesse momento, qualquer um que estivesse no meio da minha investida para cima dos três marinheiros seria empurrado com um golpe de ombros da minha parte, sem compromisso com atacar os outros dois marinheiros por enquanto. Ao chegar próximo dos três, que provavelmente estariam juntos em uma tentativa fútil de esquivar de suas fraquezas, usaria dos meus dois braços para dissipar todas as armas apontadas para mim, acertando-as com força para que voassem para longe ou pelo menos perdessem as miras. Em seguida, seguraria rapidamente o primeiro marinheiro com a mão livre, e com a outra, fincaria a lâmina do machado no seu crânio, em um movimento vertical de cima para baixo. Assim que feito, soltaria o machado preso no crânio e usaria as duas mãos livres para pegar as duas cabeças restantes e acertá-las entre si, até que pelo menos uma delas estivesse rachada e um dos marinheiros estivesse morto ou desmaiado. Caso fosse um sucesso até então, retiraria o machado da cabeça do acertado, seguraria-o pelo cabelo e deceparia sua cabeça, segurando-a com a mão livre e a erguendo para cima, me banhando com o sangue que desceria de seu pescoço recém-cortado. Feito isso e com tudo dando certo, enfurecido, olharia para os arredores e bradaria para qualquer um que pudesse me ouvir naquele raio: — HERESIA SERÁ PUNIDA, E TODOS AJOELHARÃO PERANTE À IMPONÊNCIA DO GRANDE DEUS SOL, CASO CONTRÁRIO, SEUS CRÂNIOS SERVIRÃO DE TAÇA PARA MEU VINHO!— A cabeça decepada seria uma espécie de estandarte, para servir de exemplo aos demais, portanto seria erguida para que todos pudessem ver. Após isso, jogaria a cabeça no chão e buscaria por novos oponentes naquele lugar, dessa vez sentindo todas as dores musculares ignoradas durante as ações violentas e tremendo meu abdômen e pernas progressivamente.

Se não funcionasse a investida contra os três homens de rifle e um dos homens de rifle me acertasse um tiro no percurso, tentaria segurar a arma pelo cabo de tiro dela, arrancá-la da mão do marinheiro e usá-la como um porrete para atingir os demais armados, ao mesmo tempo, usando do meu novo machado para atingir o recém-desarmado, infortunado.  Caso a princípio não conseguisse atingir o machado na cabeça do marinheiro do centro, tendo conseguido me livrar das armas e chegado perto, usaria minha mão livre para apertar seu pescoço e ergué-lo no ar assim como fiz com o primeiro oponente, só que dessa vez, usando o fio do machado para atingir a região do seu peitoral, em um corte vertical, e esticar esse corte brutalmente até o fim de seu corpo em linha reta, abrindo seu estômago e esperando ser banhado pelos seus órgãos internos. Se, no entanto, tudo desse errado e eu não conseguisse me locomover, me esforçaria para chegar até os marinheiros e desferiria golpes aleatórios horizontais e verticais, de forma desesperada, para atingir o máximo de indivíduos possível. Sempre, em todas as ações, bloquearia os golpes que teria capacidade de bloquear com a minha arma, e resistiria aos golpes que não pudesse.

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Historico:
 
Facilitando a vida do narrador:
 
Objetivos escreveu:

— Aumentar a recompensa.
— Aprimorar meu escudo ou encontrar um que dê atributos.
— Completar uma missão.

____________________________________________________

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Meu amor:
 
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Wesker
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 3 EmptyDom 05 Jan 2020, 22:03


O Eclipse… Realmente soa bem!” Pensava contente ao ler a alcunha no cartaz que era reposto no quadro. O que eu lia depois, entretanto, servia para fazer a dor de cabeça voltar com força total “Dellumiere...” Eles haviam descoberto o meu verdadeiro nome, mas como? Tentar deixar o meu passado para trás não era tão fácil quanto eu imaginava e, para piorar, logo meus amigos veriam meu verdadeiro nome estampado naquele cartaz. O que pensariam de mim? “Droga...

Por mais que tudo aquilo me doesse, era inevitável que minha atenção fosse chamada para a estranha figura que adentrava o QG. Um palhaço, e isso não era uma figura de linguagem, o homem que chamava minha atenção naquele momento era de fato um circense. Sua conversa era alta o suficiente para que eu pudesse ouvir, mesmo em meio a dor de cabeça, algo bem conveniente para que minha atenção fosse puxada ainda mais por aquela pessoa.

Ele buscava alguns cartazes de procurado e, o que era mais estranho, aparentemente havia tentado se alistar na marinha mais cedo naquele dia mas não havia sido aceito. Àquela altura já era bem fácil deduzir que aquele era o homem que procurávamos. Neste momento conseguia até mesmo ouvir a voz de Grambos quando este disse a M-4 que nosso novo recruta era alguém que “chama naturalmente a atenção”.

Enquanto observávamos sua movimentação o palhaço se aproximava de nós e começava a olhar para o meu cartaz “Duncan Dellumiere, o Eclipse” Era o que estava escrito. De repente eu não conseguia mais olhar para o que tanto havia me orgulhado momentos antes. Tentava então dar prosseguimento à conversa com o marinheiro, tanto para garantir que ninguém suspeitaria de nada quanto para, quem sabe, atrair a atenção de nosso coringa. A resposta do marinheiro entretanto era mais dura do que eu poderia esperar.

- Que tipo de monstro… Faria isso? - Dizia focando toda a minha mente em não ceder naquele momento. Não me entenda errado, eu sabia muito bem que diversas pessoas foram salvas em Dawn Island depois do que fiz, mas eu não consigo simplesmente me sentir bem com essa lembrança. Na verdade isso vinha me perturbando dia após dia desde que me juntei a revolução e, por isso mesmo, nunca havia dito meu verdadeiro nome a meus companheiros com medo de seu julgamento. Agora, entretanto, aquilo havia vindo a tona, e minha cabeça doía como se eu tivesse acabado de levar uma martelada.

Mate… Mate… Mostre o monstro que você realmente é” E de repente, aquela voz sedenta por sangue voltava a falar em minha mente. Tentava respirar fundo, o mais fundo possível. Pela primeira vez a morfina e o afrodisíaco me faziam falta - Muito obrigado - Era tudo o que conseguia dizer ao marinheiro antes de sair do local. Precisava deixar rapidamente o QG, antes que algo servisse para piorar toda aquela situação, a dor de cabeça também não ajudava muito naquele momento.

Cutucando M-4 e tentando me focar na missão que precisava ser realizada, ressaltava para a major que aquele provavelmente era o homem que buscávamos - Me desculpe por não ter contado - Era tudo o que dizia para minha companheira após deixarmos o QG. Em silêncio, cabisbaixo e bem mais sério que o de costume, seguiria o palhaço para o próximo quarteirão, e então usaria de toda a minha atuação para ao menos colocar minha voz em um tom mais alto antes de gritar:

- Ei, Coringa! - Esperaria que ele olhasse para trás - Acho que estamos atrás do mesmo prêmio - Esperava que com isso ele se aproximasse de nós. Respirava fundo, não sabia se tinha cabeça o suficiente para conversar com um palhaço naquele momento mas, vendo a diversidade de nosso grupo, apenas me parecia óbvio demais que Grambos o mandaria como um novo membro.

- Você não parece ser da cidade, está procurando alguém?
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Kenshin Himura
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 3 EmptySeg 06 Jan 2020, 01:03


A noite finalmente chegava, e com isso a missão finalmente dava início, o plano de me usar como distração entrava em prática, partia em direção ao trio que estava fazendo a ronda, o sorriso em meu rosto era bastante confiante. “Vamos ver se vocês aguentam o tranco!” Pensava seguindo em direção ao marinheiro que estava no meio do trio, derrubava o mesmo com bastante facilidade, já embalava o segundo em sequência enquanto rapidamente bloqueava o ataque do terceiro. - Vocês estão de brincadeira comigo! Soltava enquanto finalizava o terceiro marinheiro.

“Fácil demais espero que mandem alguém mais divertido para nos enfrentar!” pensava quando via Garfild agarrando o primeiro marinheiro que tinha chutado, e utilizava o mesmo como escudo, era uma cena um tanto cômica pois via o grandalhão tentando arremessar o marinheiro contra os outros mas não tinha força o suficiente. “Talvez não foi uma boa ideia ter trago ele para essa missão!” Pensava olhando para o grandalhão, mas antes que eu pudesse falar qualquer coisa. - Garfield…! Gritava quando vários disparos seguiam em direção do lunático solar, dava alguns passos em sua direção, travava pois via o corpo do mesmo parado no meio da rua.

-Garfil…! Começava a ficar nervosa com a situação o maluco tomava uma saraivada de tiros, mas antes que pudesse fazer ou falar qualquer coisa Garfield começava a falar mas não apenas a falar, mas sim voltava a delirar sobre ser o tal abençoado do grande Deus sol. “Se voltou a delirar significa que ele está bem!” Pensava quando ele começava a caminhar e pedir para que eu cuidasse dos que estavam com armas corpo a corpo enquanto ele lidava com os atiradores.

- Certo, espero que você de conta! Soltava olhando para o pernas longas, em seguida me virava para os marinheiros que sobravam, olhava para suas mãos e alguns tinham algumas armas um tanto diferentes da dos outros. - Parece que vocês tem uns brinquedinhos melhores não? Vou mostrar a vocês aonde posso enfiá-los! Um sorriso sádico podia ser visto em meu rosto, estava pronta para voltar ao combate.

Assim entraria em posição de combate ficando minhas pernas no chão e esperaria o próximo movimento de um dos marinheiros, assim que um deles viesse em minha direção, com o escudo ainda em meu braço direito levantaria para tentar bloquear o golpe como pudesse, jogando seu corpo para frente afim de desequilibrar o inimigo sempre atenta a minha volta para outros ataques alheios e pronto para se desviar como pudesse caso estivesse com meu escudo ocupado, na primeira brecha que achasse faria o meu contra-ataque. Quando um dos marinheiros atacassem, tentaria me desviar para qualquer lado que conseguisse e assim com a ajuda da minha acrobacia daria um grande salto procurando ficar acima da cabeça do marinheiro, nem que tivesse que dar um salto no braço do oponente para depois saltar novamente, ou até mesmo um dos outros adjacentes. Quando estivesse acima da cabeça o oponente, com certeza o mesmo tentaria olhar para cima. Enquanto estivesse no ar, daria dois giros no ar e no final do segundo daria nem que fosse um pouco de impulso, e no momento certo tentaria acertar a cabeça do homem com o calcanhar usando toda a sua força física combinado com o impulso que havia pego. Caso não me atacassem, tentaria o forçar a fazer um movimento, indo pra cima e como era mais rápido tentaria usar um ataque falso para forçar uma defesa do oponente e assim prosseguir com o meu plano.

Se tudo ocorresse como esperado, mesmo talvez sendo melhores que os primeiros, seguiria minha sequencia de golpes para o próximo marinheiro. Pularia na direção do mais próximo com o escudo na frente visando evitar qualquer golpe vindo do mesmo, tentaria desequilibrá-lo para em seguida ao tocar o chão, ficaria de cabeça para baixo com as mãos esticadas apoiando-se no chão com as duas mãos e flexionando um pouco os joelhos e no momento em que as mãos tocassem no chão também as flexionariam para não receber muito dano com o seu peso e logo em seguida usando toda a força em seus braços iria se impulsionar-se contra o inimigo esticando suas pernas com força para acertar com os dois pés bem no meio do queixo do oponente.

Colocaria toda a minha força nesse golpe, e logo depois tentaria voltar a uma posição defensiva enquanto observaria a minha situação em meio ao combate, olharia de relance em direção a Garfild para checar se estava tudo bem. Ao mesmo tempo sempre tomando cuidado a minha volta, sempre tentando se esquivar da melhor maneira possível, ou colocando o escudo na frente do golpe que estivesse vindo em minha direção. Assim focaria no próximo inimigo correria em sua direção em zigue zague usando chegando em uma distância boa do mesmo daria um pulo girando 360º e tentaria atingir o adversário com o calcanhar na lateral de sua cabeça. Logo em seguida, independente de ter nocauteado ou não o oponente, iria se focar na defensiva tentando me defender como pode, usando tanto minha acrobacia, quanto meu escudo. Se em algum momento falhasse na execução de seus golpes, rapidamente recuaria dando saltos para trás com o escudo a minha frente e manter sua guarda bem fechada sempre priorizando o bloqueio com minha mão direita com o escudo e se não fosse possível tentaria me esquivar ao lado contrário do golpe sempre tomando cuidado para não esbarrar a minha volta.
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 3 EmptyTer 07 Jan 2020, 11:19



Os marinheiros pareciam lembrar muito bem da minha pessoa e isso era ótimo eu gostava de ser lembrado. Minha atuação era digna de um excelente prêmio pena que essas pessoas jamais iriam reconhecer um artista como eu por que eles são péssimos. Mas o melhor de tudo é que eu conseguia o que queria, agora eu tinha nomes das pessoas, apelidos e fotos. “As coisas estão melhorando para mim.” Ouvia o comentário do homem sobre o rapaz do cartaz ser um maníaco, a verdade é que todos somos maníacos é que alguns de nós escondemos o monstro que temos dentro de nós por um simples medo da sociedade, mas quando certas situações da vida acontece, nos obriga a mostrar a nossa verdadeira essência. “Em uma situação de vida ou morte, até essa menininha se torna uma maníaca. Gwahahahahah” Eu tinha algo dentro de mim, que me dizia que a diversão vai começar de verdade, um sorriso confiante, para trazer muitas alegrias ao povo. “Gwahahahaha”  

Então responderia com um tom leve, não diretamente ao homem e a garotinha, para ser mais exato jogaria minhas palavras no ar. “- As pessoas tem medo dos monstros, mas não há monstros em baixo da cama? Gwhahahaha ... Não .. elas esquecem dos monstros que as olham no espelho.” Sim essa é a mais pura verdade, o mais importante é que eu já tinha o que queria, gravava os nomes, tinha uns que daria uma boa piada, mas não era o momento, melhor guardar a piada para quando eu os conhecer pessoalmente, se torna mais perigoso e divertido. Então era hora de seguir meu rumo, dá a famosa linha na pipa, lembraria de cada rosto e cada nome, pois com isso as coisas se tornariam muito mais fácil. Com meus passos confiantes, não demorou muito para ouvir alguém me chamar. Então faria uma brincadeira, olharia de um lado, olharia outro, olharia para trás. “- Eu, palhaço?” Então daria uma risada “- Gwahahahahahah” Faria uma outra pausa rápida e completaria. “- Claro que sou eu.” Parece que Maomé veio até a montanha as coisas estavam começando a melhorar. Até que fim será que é o que Grambos havia me falado estava começando a acontecer, já estava achando que ele tinha me enganado ou que era só um velho doido.

“- Acho que sim .. Um prêmio nobel ... uma obra de arte Gwhahahahaha, Grambos me mandou aqui para o primeiro passo.” Eu descrevia pessoas que eu havia visto no cartaz, ainda não sabia com toda a certeza se tinha ligação com Grambos, mas era um bom começo até porque se ele não for um revolucionário o nome Grmbos será algo vazio “Mas não aparenta ser muito amigável, que hilário.” A vida me trouxe alguém forte, frio, com aparencia psicopata é como dizem todo assassino tem uma boa aparência, para disfarçar seus crimes até porque as pessoas de início sempre desconfiam mais dos feios. “Coitado de mim.” A pergunta que ele me fazia era interessante. “- Realmente .. não eu venho da ilha do céu.” Então mostrava rapidamente minhas asinhas, mostrava um sorriso e depois completava. “- Procuro o exército Revolucionário que se encontra na ilha, Grambos disse que eu os encontraria por aqui .... e veja só ... mas está parecendo uma brincadeira de esconde-esconde.” Com uma pausa tiraria o sorriso do rosto e repetiria tudo o que Grambos havia me falado no dia que eu ia embarcar. Usaria da minha imitação para imitar a voz do velho, gestos e manias. “- Lá em Loguetown, você achará as pessoas certas.”

Papo de velho, enigmático, hora certa me pergunto andando com essas caras será que vou ficar assim também cheio dos mistérios. “- Bom meu nome é George M. Faust, vendo da ilha do céu como eu falei. ” Falaria com um tom animado e na sequencia completaria ainda animadamente. “- Sempre bom nos apresentar.” Bom agora as coisas dependia  se esse homem poderia me levar a futuros companheiro, ele me diria se estava finalmente apto ou não a sua expressão e modo de olhar me fazia pensar que ele era uma pessoa bem crítica, mas havia a possibilidade dele ser um inimigo o que tornaria as coisas ainda mais animadas e divertidas, passou por situações caóticas, mas fazer o que todos passam, até eu passei para poder chegar aqui e me tornar o que me tornei. “O mundo é cruel, com todos. A nobreza não dá espaço para a pobreza. Ou seja, se não existe justiça aos pobres, não haverá paz aos nobres.” Era o que eu observava olhando para o homem, parecia alguem que a vida judiou bastante.

Eu era um falastrão e isso era algo que não tinha como eu mudar, comediante nato. “- Bom, tenho como objetivo ir para a Grand Line.... mas do que isso... contar uma piada para o Governo Mundial.” Tiraria o sorriso e a felicidade do rosto e ainda olhando nos olhos do Rebelde eu completaria. “- Vai ser uma piada de matar.” E em todos sentidos, meu olhar ficaria um pouco sádico no momento, mas na sequencia voltaria a colocar um sorriso e mostrar uma expressão alegre no rosto, então na dúvida com toda animação eu me alto convidaria. “ - Então vamos?” Deixava bem claro meu real objetivo, sem medo das consequencias pois poderia estar conversando com um agente do governo, ou com apenas um civil e o convidando para essa louca viagem em busca dos rebeldes comigo, deixaria o destino decidir. Sim! Pois não me importaria com o que seria, no fundo iria me trazer muita diversão e uma boa risada.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 3 EmptyQua 08 Jan 2020, 05:51


Narração
Sensação térmica: Quente
Localização: Loguetown

Linha temporal:
Azura e Garfield estão numa "terça" a noite
Duncan, Faust e Yumi numa "quarta" de manhã

Naomi
A empolgação do major ajudava a situação a andar rapidamente, mas ter pressa por si só não era algo bom. Naomi sabia que precisavam de mais informações antes de partirem naquela busca e por isso jorrava perguntas sobre o major Derlir. - Ótimas perguntas, mas na verdade, eu acho que vocês não saberem muito ajuda no disfarce. - Ele coçava a cabeça, ou só passava a mão em alguma região dolorosa, antes de continuar sua explicação. - Anteontem fizemos um ataque em massa numa casa de uma família de nobres que escravizava algumas pessoas. A cidade está em alerta por causa disso. Vocês, só precisam ir até a loja de armas e fingirem que querem comprar uma arma para sua própria segurança. - Ele deu uma pausa. - Não saberem nada, ou melhor, "estarem perdidos" ajudará a enganar todos na loja para pegarem melhor como ela funciona. - Ele deu outra pausa. - M-2 está encarregada de conseguir os uniformes, então vocês não precisam se preocupar tanto com isso... - Apesar do codinome parecido com o da chefe em comando, M-4, o tom de voz de Derlir deixava em cheque quanto ele confiava na tal M-2. - Então até mesmo roupa ou qualquer coisa do tipo eu acho desnecessária de se preocupar no momento, a não ser que o major Seshiro tenha uma recompensa pela sua cabeça. A marinha é forte aqui, principalmente o capitão Cruzis, ele é um monstro que já comeu uma akuma no mi e vive rondando a cidade. - O tom foi de desconfiança da mulher para um leve tom de medo. - As informações do carregamento nós já temos, então o melhor é checar realmente como os funcionários trabalham, como eles respeitam o Torch, que é o dono... - Derlir dava uma pausa para respirar fundo, parecia que ele não se sentia tão a vontade mais de mandar os dois para essa missão, estava se lembrando de como era perigoso isso que estariam fazendo e só o momento desesperador como aquele fazia isso ser viável. - Torch é um marinheiro aposentado que falam ser mais forte que o próprio Cruzis... então eu realmente teria cuidado com ele e tentaria descobrir qual a chance desse monstro estar longe do local do carregamento ou qualquer coisa do tipo. Se ele estiver lá quando forem atacar, simplesmente é missão abortada e pronto, partimos para a Grand Line sem armas, que seria mais seguro do que lutar com ele. - O temor na voz de Derlir era tamanho que Torch provavelmente deveria ser um monstro.

O major então retirou seus óculos e os limpou em sua camisa. - Para chegarem a loja é só irem pro quartel general da marinha basicamente, que fica no centro da cidade, eu tenho certeza que chegando lá vocês vão conseguir localizar a loja por conta própria. - Falou com uma certeza no coração que qualquer outra pergunta sobre isso pareceria até estupidez.

Desta forma, Yumi e o major saíram na direção do centro da cidade, procurando uma loja de um monstro de força, ou algo do tipo. Naomi nessa brincadeira se aproximava do major e se preparava para fingir ser a companheira dele. O povo olhava para eles na rua de forma meio estranha, como se fosse errado. Talvez pelo homem alto que o major era junto daquela menina que parecia até mesmo filha dele.

Independente disso, como Derlir havia avisado, não foi difícil encontrarem o quartel general e a loja. O quartel general era enorme, a loja também, a loja por si só era chamativa o suficiente para qualquer um perceber. Logo acima da entrada havia um símbolo feito por uma espada, um martelo e um rifle cruzados por trás de um escudo em formato de machado. Marinheiros iam e vinham do lugar o tempo todo, parecia algo corriqueiro naquele lugar.


Azura e Garfield
Apesar de levar os tiros, tudo parecia bem fácil para Garfield no momento, seu corpo não estava cem porcento, mas aos poucos iria melhorando, principalmente com a benção do deus sol. Confiante então de seu poderio físico e de sua vitória, o pernas longa gritava para sua companheira que ele tomaria conta dos atiradores e que ela deveria cuidar dos demais marinheiros que estavam por ali.

Garfield partia na direção dos atiradores, seu corpo, apesar de dolorido, estava aos poucos se aquecendo e melhorando. Ouvia mais disparos ocorrendo em sua direção e a cada passo que dava a bala inimiga ia ficando mais incomoda, a distância diminuir ajudava tanto ele quanto seus inimigos. Quando estava próximo o suficiente para atacar recebia um tiro que realmente doía, sua pele pela primeira vez era perfurada pelo projétil inimigo. Com a dor e com a fraqueza de seu corpo, apesar de tentar jogar as armas para longe, sua tentativa foi falha, restando agora uma chance de atacar.

Azura via os dois espadachins que seu colega havia basicamente deixado para ela, eles aparentavam representar um perigo superior que os outros três que havia derrubado, pelo menos suas armas indicavam isso. Como eles avançavam e estavam em maior número, a revolucionária sabia que agir na defensiva era melhor no começo, quando o primeiro marinheiro atacou a jovem Pendragon conseguia bloquear o golpe, mas não fora tão fácil quanto os primeiros, esse oponente era mais rápido e mais forte, até mesmo empurrá-lo depois não fora tão efetivo quanto fora com seus adversários anteriores.

Sentindo pingos de sangue saindo de sua pele e a dor das balas, Garfield atacava o marinheiro do centro com seu machado, seu desejo era simples, acabar com um deles enfincando sua arma na cabeça do atirador. Este, no entanto, conseguia num movimento certeiro virar seu rifle e parar a arma do pernas longas, ele aproveitara o impulso que o próprio pernas longas havia dado em sua arma quando este tentou jogá-las para longe em vão. A falta de força de Henryford era cobrada naquele momento novamente, simplesmente sua arma não descia e esmagava o crânio de seu adversário como desejava, seria ele fraco? Ou seu corpo ainda estava sofrendo das lutas anteriores?

Quando o outro marinheiro atacou, Azura decidiu por se esquivar, o movimento fora quase perfeito, sentiu sua roupa e sua pele na altura das costelas sendo cortada, nada muito sério naquele momento, mas também demonstrava que aquele segundo marinheiro também era melhor que os outros três que havia enfrentado. Saltando com uma acrobacia bem planejada, a jovem Pendragon conseguia então acertar seu calcanhar na cabeça do marinheiro. Este, por mais incrível que pareça, não caía no chão, mas recuava bastante com o golpe.

Percebendo que levaria outro tiro, só que agora de um segundo marinheiro, Garfield literalmente não se importou e segurou o rifle pelo cabo, ele estava quente, pela explosão que ocorria da pólvora. Apesar de sua mão sentir o calor, e até mesmo queimar um pouco, o movimento inesperado fazia que ele realmente conseguisse pegar a arma e assim utilizá-la como um porrete contra seus adversários. Com o machado Henryford acabava por cortar este marinheiro que havia tentado atirar nele. Ainda que houvesse acertado, novamente o pernas longas não sentia que fazia estrago o suficiente em seu golpe, forças sombrias chamada de falta de dano do personagem protegiam aqueles marinheiros.

Após ter acertado o marinheiro, a revolucionária não parava por ali e já partia na direção do outro, aproveitava toda a situação e velocidade para rapidamente se jogar ao chão e realizar um golpe ascendente lindo no queixo deste adversário. Sentia que este golpe fora muito mais efetivo que o primeiro golpe que acertara. Tanto pela reação do soldado quanto pelo fato do primeiro marinheiro acertado já ir em sua direção de novo. Azura mal teve tempo de se colocar em posição efetiva e viu sua barriga sendo cortada com muito mais força do que antes. Aquele golpe realmente doía, este marinheiro era mais forte que o outro, que ainda estava no chão, mas dava sinais de que se levantaria daqui a pouco.

Percebendo que sua força não fazia jus ao que deveria fazer, Garfield começara a dar vários golpes aleatórios. Sentia que seus golpes acertavam, mas também era acertado, tanto ele quanto os marinheiros começavam a sangrar, ele sangrava menos, mas também levava mais tiro e seu corpo já não estava em perfeitas condições desde o começo, alguma hora algum grupo iria ceder, no mínimo era louvável da parte dos soldados o fato de não recuarem, perceberam que não venceriam se não causassem dano e só daquela distância pareciam causar algum sofrimento ao revolucionário.

Azura, apesar de ser acertada, percebeu que um combo não ocorreu, o marinheiro não atacara novamente e isso se devia a algo externo a luta, que era o barulho de várias coisas quebrando. Com o canto do olho Pendragon conseguia ver que Creg havia entrado e provavelmente feito estrago no local onde antes estavam os marinheiros vigiando a situação. O marinheiro que havia machucado-a percebera isso também e agira mais rápido. Ele retirava um mini den den mushi do bolso e gritava alto para a criatura. - PRECISAMOS DE AUXÍLIO NO PORTO AGORA! - Era difícil para Azura saber quanto estrago o major havia feito no tempo das lutas, mas a verdade é que agora era uma batalha contra o tempo, podiam já começar a retirada apressada, ou continuar lutando e "tentar a sorte" quando reforços chegassem. Creg ainda não dava nenhum sinal de que pararia de quebrar as coisas dentro do estabelecimento, talvez nem lembrasse poque estava fazendo aquilo para começo de conversa. E Garfield, que sempre teve bons ouvidos, parecia não ouvir isso por estar cercado por marinheiros que atiravam nele, o barulho perto deste provavelmente era ensurdecedor.



Faust e Duncan
Quem diria que seria tão "fácil", por assim dizer. Para Duncan e M-4 foi o primeiro lugar que haviam ido, enquanto para Faust o segundo. A primeira interação deles era interessante, onde o palhaço falava algumas opiniões sobre a fala do marinheiro ao mesmo tempo que Dellumiere limitava-se a se questionar mentalmente sobre como descobriram seu passado e como seus colegas reagiriam a isso.

O momento não era o melhor para esse tipo de questionamento, pois o palhaço começava a partir e precisavam agir, ele era de longe o melhor chute que tinham sobre o homem que Grambos havia mandado. Com a pressa, a única coisa que Duncan falou foi um pedido de desculpas para M-4, mas dela ouviu um simples. - Nós já temos muito a conversar, isso pode ficar para depois. - Deixando claro que ela ainda se lembrava que prometera contar sobre seu passado, agora os dois teriam que se abrir quando a situação chegasse.

Só que essa situação não era agora, porque quando o revolucionário indagou sobre o que Faust procurava, esse respondeu de forma bem surpreendente. Georg na verdade falara tanta coisa que parecia estranhamente perigoso, ele citara seu nome completo, ok, isso não era perigoso, mas citava que estava atrás dos revolucionários e que foi enviado ali por Grambos. Tudo parecia conforme o ideal, ele fazia piadas durante todo o seu discurso, onde se apresentava e fazia algumas sugestões de como iria destruir o governo mundial. Tudo estava tão bem, que até mesmo poderiam se perguntar se aquilo não era uma armadilha.

Sendo perigosa a situação para ambos os lados, a pequena loira que estava do lado do homem de cabelo preto olhava para Faust com um olhar bem enigmático. Era difícil deduzir o que ela estava pensando, viu então a pequena puxando a roupa do homem ao lado dela e comentando num tom bem simples, onde provavelmente só os três conseguiriam ouvir. - Hmmm.... ouvindo isso tudo eu só consigo pensar numa coisa. - Ela dava uma pequena pausa, talvez pensando ainda se iria mesmo falar o que estava pensando. - Se eu te falasse que esse aqui é Duncan Dellumiere, o revolucionário que você ouviu falar lá dentro, só que disfarçado, o que você faria? - Indagava ela com uma voz realmente curiosa, até que ela complementou. - Claro, hipoteticamente falando.


Legenda:
 

Ferimentos:
 

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 3 EmptyQua 08 Jan 2020, 15:52



Eu me colocava em risco, de propósito, deixando claramente meus planos e objetivos em aberto, sim, para duas pessoas que eu mal conheço, que nem sequer eu sei os nomes. E essa era a graça da vida, o perigo, digamos que a piada mortal. Mas eu não era burro, não, de jeito nenhum pelo contrário era uma espada de dois gumes, assim como para mim as coisas eram arriscadas para o outro lado também. “Todos nós precisamos nos arriscar de vez em quando.” Sabe, pois, com isso eu colocaria o outro lado em contra cheque, faria eles se perguntarem, sabe aquele momento que vem na cabeça das pessoas o anjinho e o diabinho, deixaria esse pequeno conflito na mente dos dois e isso era algo tão divertido. “Será que eu sou tão honesto ao ponto de me abrir e falar minha vida assim ou eu sou apenas um palhaço pregando uma peça, fazendo um show, dizendo exatamente talvez aquilo que eles querem ouvir, tanto para o bem se tiverem ligação com os revolucionários ou para o mal se tiverem ligação com Governo ou Marinha? Han? Han?” Esse pensamento que eu tinha era o que me deixava feliz, naquele pequeno momento.

A garotinha tinha algumas coisas a dizer, seu olhar era enigmático isso tornava as coisas ainda mais interessante, bem mais do que eu imaginaria. Então ela simplesmente devolvia para mim. Agora seria eu com um anjinho dizendo, oh você encontrou os Revolucionários e um diabinho me dizendo é uma armadilha senta a bicuda neles. Como isso era fascinante, num simples piscar de olhos eu tinha a faca e o queijo na mão e agora eu estou sendo testado. “- Gwahahahahaha Ia ser irônico não acha?” Faria uma pausa com um largo sorriso no rosto e então completaria. “- Tentaria fazer o que o velhote me indicou e me uniria aos Rebeldes, tentando ajudar da melhor maneira, para que eu consiga me auto ajudar.” Bom eu sabia que podia estar me arriscando demais, ou indo tão longe ao ponto de poder me dar muito mal. “- Ou vocês podem ser imbecis do governo, ops, agentes do governo e me capturarem, ou tentarem ... mas seguiria leal ao meu plano.” Meu sorriso era confiante e meu tom de voz era baixo para que apenas nós três estivesse a capacidade de ouvir. Então continuaria falando. “- Ficaria preso, ou no máximo tentaria fugir, aguardando o chamado da revolução. Sou um palhaço e não um traidor ... e enquanto estivesse preso, procuraria me fortalecer para quando a hora certa chegar destruir vocês do Governo ... junto as pessoas a qual eu chamaria de aliados.” Colocaria um largo sorriso no rosto. “- Mas isso tudo hipoteticamente falando não é, pois também não me entregaria ao governo de maneira fácil e acho que não estariam interessados em um comediante como eu. E essa é a grande piada pois os inimigos deles veem da onde eles menos esperam Gwhahhahah até do circo Gwhahahaha”

Ouviria o que a garota tinha a dizer novamente ou o rapaz de cabelo negro, bom eles eram bem rudes, pois nem se apresentaram, se apresentar é algo importante até para um possível inimigo, nem que eles inventem outro nome. Lancei minha sorte ao destino, como uma piada contada a um público que aguarda ansiosamente para dar risadas. O show sempre tem que continuar não importa como, o mundo está cada vez mais caótico e precisa de mudanças, as pessoas precisam sorrir um pouco mais. “Eles podem me atacar a qualquer momento e eu ainda nem possuo uma arma, posso lutar ferozmente, mas não sei se é o melhor a se fazer.” Eu ainda tinha minhas dúvidas, mas também queria sair daquele local rapidamente, pois se eles não forem me levar aos amigos de Grambos só estou perdendo mais tempo do que já perdi. Mas de todo modo eles me despertavam a curiosidade e eu era o suficiente para ir até o final dessa história, mesmo que me custe dentes, machucados e tudo mais. “Não fazia ideia do nível de força deles, mas digamos que eles são realmente membros do exército, pelo cartaz eles estão em algo muito acima de mim. Agora se forem do governo tenho que tomar cuidado, pois na tentativa de alistamento eu já tive problemas com um marinheiro um pouco acima de soldado, creio que também devam estar em um patamar maior que o meu.” Agora não temeria se fossem caçadores de recompensas, pois não perderiam tempo com uma cabeça que vale 0$ o máximo que eles iriam querer era uma aliança para rachar a grana depois.  

Então ficaria com os ouvidos atentos para o que os dois tinham a dizer animadamente, caso eles confirmem que fazem parte do exército então eu olharia animadamente e sem perder a piada, primeiro perguntaria para a loira. “- Ótimo e como posso chamá-la? Pintora de rodapé ou porteira de gaiola.” Já o rapaz de cabelos negros se for realmente o homem do cartaz que ela me disse já saberia o nome e alcunha. “- Para onde temos que ir nesse momento?” Ficaria a disposição para segui-los, sempre com olhos bem atentos para não ser passado para trás, pois nunca se sabe. Eu era um falastrão e animado por cima de tudo. “ - Cara vocês demoraram demais .... Mas foi divertido.” Em todo o momento manteria meu tom de voz baixo e isso me incomodava um pouco. Então eu decidia contar uma história (Piada) para dar uma animada. “- Um Nobre de um país aliado ao Governo estava fazendo um dos seus famosos discursos na Praça da cidade: — E a partir de agora temos de fazer mais sacrifícios! Ouve-se uma voz na multidão: — Trabalharemos o dobro! O rei continua: — E temos de entender que haverá menos alimentos! A mesma voz: — Trabalharemos o triplo! O Líder prossegue: — E as dificuldades vão aumentar! — Trabalharemos o quádruplo! O rei vira-se para o chefe da dos agentes do governo e pergunta: — Quem é esse idiota que vai trabalhar tanto? — O coveiro, Rei. Gwahahahahahahahahahahaahahahahahahahahaha” Era literalmente de matar.

Agora caso eles fossem do governo de primeiro instante eu não me revidaria, até porque de momento eles não iriam ganhar nada comigo, mas já tinha em mente qual seria a piada que eu iria contar e seria .... de matar.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 3 EmptyQua 08 Jan 2020, 19:20



Dava um sorriso de canto de boca ao ouvir as palavras de M-4.Ela tinha razão, naquele momento eu não deveria me preocupar com meu passado, mas sim com o presente e principalmente com minha missão atual. Naquele momento a maior prioridade era descobrir se o palhaço era ou não o homem que Grambos mandou até nós, e sem dúvidas era isso que eu faria. Ainda assim, o silêncio no caminho se mantinha enquanto eu tentava processar aquilo tudo em minha mente e de fato superar aquela situação ao menos momentaneamente.

Não demorava muito tempo seguindo o palhaço para tomar a iniciativa na situação e chamar sua atenção para nós. Evitava ser muito direto sobre nossas intenções e identidades, afinal era apenas um palpite e estávamos em território inimigo. O recruta, entretanto, não parecia ter essa distinção e falava o nome de Grambos em alto e bom tom, fazendo com que eu olhasse despistadamente para os lados para ver se tinha mais alguém prestando atenção no que ele vinha dizendo.

Era surpreendente o fato de conhecer um habitante do céu, eles eram um povo que eu só havia ouvido falar nos livros de história, mas as palavras que saiam de sua boca não me deixavam aproveitar essa surpresa. Ele não parava de falar o nome de Grambos e do exército, e aquilo me fazia pensar que o palhaço, se dissesse a verdade, era no mínimo inconsequente e poderia botar todos em perigo. Deus sabe que eu havia prometido não deixar mais nada de ruim acontecer aos meus amigos, e pretendia manter essa promessa a todo custo.

Fato é que apesar do grande risco de sermos expostos, aquilo estava estranhamente fácil. Eu sabia disso, M-4 sabia disso e provavelmente o próprio palhaço sabia disso. Era um jogo então? A loira parecia ter percebido isso primeiro que eu, e logo pegava em minha roupa dando um leve puxão, antes de começar a falar. Ela não demorava para também me expor, falando ao circense o meu nome e sobrenome (o que ainda me causava um arrepio). Aquilo me preocupava, mas ao menos desta vez eu conseguia perceber que a garota estava falando baixo o suficiente para que apenas nós pudéssemos ouvir.

Se o palhaço estava jogando conosco, agora era M-4 quem assumia a brincadeira e neste momento eu percebia que a major provavelmente estava usando daquele artifício para fazer a entrevista de recrutamento daquele homem, que já havia nos apresentado seus ideais e objetivos. Se se provasse um aliado, estava dentro, se não se provasse um aliado… Bom, eu acho que poderia cuidar dele mesmo sem uma arma.

Faust, como havia se apresentado o palhaço, começava a responder a questão de M-4. Sua resposta era como todo o resto, tanto engraçada quanto sádica. Era um sujeito interessante, de fato. Analisando nosso grupo atual, me parecia bem óbvio que Grambos mandaria um sujeito como esse para se juntar a nós. Ora, já tínhamos uma líder baixinha cheia de irmãs gêmeas, uma chutadora de paviu curto, um pernas longa obcecado pelo Sol e a Lenora… Ela era de fato a mais normal, acho que um palhaço seria uma adição e tanto para o nosso grupinho de desajustados. Naquele momento, entretanto, deixaria que a major fizesse seu julgamento e seguiria suas ordens sem questionar.

Só agora percebia que a dor que eu sentia no corpo desde que acordei estava finalmente passando. Aquilo era bom, um sinal que estaria pronto para lutar mais caso fosse necessário. O único problema, entretanto, era que ainda precisava de uma lança. Quando essa missão acabasse eu precisaria perguntar para M-4 qual o plano para conseguirmos novas armas. Até lá, eu só precisava me dedicar e aguentar a dor de cabeça por mais um tempinho, mas ao menos estava satisfeito em perceber que esta também já estava passando.

Caso o palhaço não fosse aceito no grupo, seguiria as ordens de M-4 e estaria pronto para repentinamente dar-lhe um soco forte contra o rosto caso fosse necessário. Caso a major aceitasse o novo recruta, entretanto, eu lhe daria as boas vindas - Pois seja bem vindo ao nosso grupinho de degenerados, caçaremos juntos esses mal-feitores - Diria estendendo minha mão para que o palhaço a apertasse. Minha fala seria em um tom mais alto, para talvez convencer alguém que possa estar observando de que éramos apenas caçadores de recompensas.

Estaria pronto para seguir o grupo, nesse momento de tranquilidade os questionamentos de antes começavam a voltar para minha cabeça, sorte que havia agora um outro sujeito engraçado no grupo, e esse servia para distrair um pouco minha mente quando questionava sobre o nome de M-4 - Hehe, sujeito engraçado! - Diria de forma brincalhona, querendo implicar com M-4 como sempre fazia. Quando o palhaço questionava sobre nossa demora, eu brincava de volta - Ah, minha culpa. Digamos que eu dormi demais nos últimos dois dias - Dava de ombros após uma piada que ele provavelmente não entenderia, mas era engraçada o suficiente para mim.

Por fim, enquanto ainda caminhávamos, eu ria da piada contada pelo coringa. Era bom ter alguém com um senso de humor para tirar tanta coisa de minha cabeça, me lembrava de Garfield. Aliás, não havia perguntado sobre onde estava o pernas longas, mas conseguia deduzir que estava bem por não estar no mesmo quarto que eu quando acordei. E além do mais, o grandão sempre foi duro na queda, com certeza se levantou muitas horas antes de mim.

Agora então seria o momento de expor minha única questão - Eu posso ir comprar uma lança nova? - Perguntava para M-4 - Já estou me sentindo melhor, logo poderei lutar normalmente - Completava com um sorriso. Estava de fato satisfeito por já não ter mais dores no corpo, e também pela queda significativa da dor de cabeça. Em todo caso, esperaria agora pela resposta da loira, e por fim diria caso esse assunto não fosse tocado - E ainda temos que conversar sobre… As coisas. Não é? - Ficava meio sem jeito no final, ainda não estava muito acostumado com a ideia de expor meu passado para os outros ali.
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 3 EmptyQua 08 Jan 2020, 21:18


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A medida em que eu caminhava para perto dos covardes, as balas começavam a machucar mais, provavelmente por causa do efeito queima-roupa que as armas de fogo costumam ter. Até que, em algum momento, uma delas rasgava minha pele e aquilo doía mais do que normalmente deveria doer. — UGH! — Continuava a batalha, mas com muita dor no lugar atingido. Na verdade, tudo tendia a piorar naquele momento, principalmente se uma das balas atingisse o lugar exposto ferido, porque seria nesse momento que toda minha energia solar vazaria do meu corpo e eu desmaiaria. Entretanto, não fazia questão de colocar a mão para tapar o ferimento para não dar o orgulho para os meus oponentes de ter ferido o magnífico campeão do Sol, Garfield Henryford, pelo contrário, manteria um sorriso no rosto, o mais realista que eu pudesse, mesmo sabendo que por causa da péssima atuação de M-2 na última batalha os marinheiros tomaram consciência dos meus exímios dons de atuação e assim não caem mais nas tentativas. Maldita seja, M-2!

Por alguma razão, não conseguia ouvir meu próprio grunhido. Também não conseguia ouvir os gritos de batalha de Azura, ou até mesmo minha própria voz. Só conseguia ouvir o barulho estridente dos tiros, que a esse ponto não estavam de fato estridentes, estavam aparentando estarem submergidos em água, estavam abafados. Eu sabia que não eram os tiros, e sim, um esvaziamento de energia. Meus ouvidos não suportavam tamanho barulho, coçavam com os sons e minha vontade naquele momento sequer era de acertar os acovardados, mas sim era de tapar os ouvidos. Não o faria, é claro, para não dar sinais de fraqueza para iludir os pobres marinheiros que pensariam que eu tenho uma. — MISERÁVEIS, COVARDES! ESCÓRIA! — Gritaria, na pífia tentativa de emitir algum som com a voz. Minha voz, tão bela e melódica, não podia ser ouvida em meio de tanto barulho, e cabia a mim parar com ele.

— ISSO É TUDO QUE VOCÊS TEM?! — Bradaria, enquanto com os braços instintivamente tentaria tirar o foco das armas em mim, já que a esse momento eu estaria à queima-roupa e sangrando. Eu sabia que a batalha acabaria em breve se eu continuasse recebendo muitos tiros estando próximo, também sabia que correr dali não seria do feitio de um campeão, então, deduzia que meu objetivo no momento era impedir que atirassem em mim, e o jeito mais rápido de atingi-lo seria com o foco em um único de cada vez. Rapidamente, procuraria com os olhos pelo marinheiro que atingi com o machado e, em um momento oportuno no qual o maior número de focos de mira em mim estivessem desviados, seguraria seu pescoço com a mão canhota livre, e com a destra que segurava o machado, atingiria múltiplos golpes verticais no seu crânio com a lâmina do machado. Se eu não o matasse assim que atingido, lembraria do outro marinheiro que atingi e não morreu de primeira, e gritaria, mesmo sabendo que minha voz era inaudível no momento: — AFIEM MAIS OS SEUS MACHADOS, CARALHO! FERREIRO MARINHEIRO É UMA MERDA! — Para mim, era óbvio que o problema não foi falta de força, mas sim, a falta de afiação do machado. Os marinherios visivelmente não tinham bom ferreiros — dê-me alguns minutos, uma pedra de amolar e um machado, que afio um cem vezes melhor do que o que eu estava carregando no momento.

Caso tivesse sucesso em atingir e assassinar o marinheiro, me encheria de determinação e esperanças, porque agora os danos teriam consideravelmente diminuído. Agora, como seriam apenas dois marinheiros, entraria em uma investida contra os dois e puxaria o braço de um deles para cima, a fim de evitar tiros, enquanto balanço meu machado para lá e para cá em movimentos de corte defensivos para tomar distância, evitando ser alvejado mais perto pelo que sobrou. Esse que levantei o braço teria o mesmo decepado com um ou dois cortes, com sorte. Notando que houvesse uma distância entre eu e o outro, mudaria bruscamente o rumo do machado para o braço do que estava segurando e desferiria golpes violentos, a fim de quebrar ou fatiar o braço por completo. Conseguindo, soltaria o braço decepado do indivíduo e rapidamente abraçaria seu tronco, o carregando para minha frente e o usando de escudo, porque, sem um de seus braços, seria difícil resistir à força. Usaria-o de escudo para avanço contra o único restante, e quando chegasse perto o suficiente, empurraria com força os dois corpos um em cima do outro, para que ambos caíssem no chão, e nesse momento, usaria do meu tempo livre para aliviar a audição, que estaria zunindo por conta do recém-conquistado silêncio, e me viraria para Azura, a fim de avaliar o combate que estaria tendo e ajudá-la se necessário.

Se eu não conseguisse matar o marinheiro a princípio com a machadada na cabeça, estaria muito mais fraco do que eu deveria estar para uma luta, portanto, aproveitaria a mão no seu pescoço para movê-lo para minha frente, me defendendo dos tiros dos outros dois. Manteria seu corpo na minha frente até que as balas finalmente acabassem, e quando acabassem, largaria o corpo e partiria para cima dos dois com as mesmas ações planejadas anteriormente. Entretanto, no caso de falha em todos os aspectos, focaria meus ataques em somente um marinheiro até que ele ficasse ferido o suficiente para eu colocar meu plano de escudo novamente em vigor. Em todo caso, aceitaria receber as ordens de Azura ou seu apoio no combate, e daria total prioridade às suas necessidades, visto que eu preferia um cemitério inteiro de soldados revolucionários mortos do que uma simples cova de um aliado do Sol. — AZURA!! — Bradaria, caso não conseguisse resistir aos tiros e todos os planos falhassem consecutivamente, me levando a ficar de joelhos por um breve momento, na tentativa de me recuperar ou resistir melhor dos tiros.

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Historico:
 
Facilitando a vida do narrador:
 
Objetivos escreveu:

— Aumentar a recompensa.
— Aprimorar meu escudo ou encontrar um que dê atributos.
— Completar uma missão.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 3 EmptyQua 08 Jan 2020, 21:42

Aos poucos Derlir explicava-nos a situação e eu não ia gostando nem um pouco do que ouvia. Inicialmente fiquei confusa com a parte de era melhor não saber de nada para o disfarce, mas a continuidade da história ia me dando um novo panorama do problema que enfrentávamos. Havia, ainda, algo que me deixava intrigada.


— Major... o que é uma akuma no mi?


Perguntava para Seshiro no momento que tínhamos um intervalo. Eu não fazia ideia do que era aquilo e, para ser sincera, também não sabia se o tal Cruzis era um monstro de verdade ou se era apenas uma expressão. Eu iria pensar normalmente pela segunda opção, mas havia visto tantas coisas diferentes nos últimos dias... agora não fazia mais ideia do que pensar.


— Ok, então precisamos descobrir como funciona a fábrica... Avaliar seus arredores, descobrir como os funcionários atuam, como eles tratam o dono...


Falava em voz baixa, preocupando em memorizar tudo que devíamos observar. Havia, ainda, um temor imenso sobre a posição de Torch.


— Ok, então precisamos nos certificar que Torch estará longe. Talvez precisemos de uma distração...


Tentava formular alguma ideia, mas logo desistia. Só poderíamos elaborar algo depois que tivéssemos mais dados. Por fim, saímos e fomos andando para o local indicado. Percebia como meu plano dava certo e atraíamos os olhares das pessoas. Se alguém perguntasse depois, certamente lembrariam de nós como um casal, o que afastaria as suspeitas sobre nós. Por fim chegávamos até a loja.


— Olhe só, Arashi, essa deve ser a loja que falaram. Vamos procurar algo para nos defender...


Dava um sorriso cansado, como se não tivesse sido fácil chegar até ali. Deixava minha postura como se estivesse um pouco receosa, mas também esperançosa. Havia mentido o nome de Seshiro de forma a adotarmos uma identidade completamente diferente. Esperava que ele houvesse captado a ideia. Entretanto, como ele não só era meu superior e estava como comandante da missão, mas também atrairia muito a atenção sua suposta esposa tomar a iniciativa, aguardaria sua ação para acompanhá-lo, tentando sempre entender possíveis mensagens encriptadas que ele me passasse e ajustando minha atuação para acompanhar a dele.


Uma vez dentro da loja, agiria como uma menina curiosa (o que não era muito difícil, convenhamos), andando pelo local e visualizando os diferentes tipos de armas e equipamentos à mostra. Por trás disso, aproveitaria para observar o comportamento de cada funcionário ali dentro, as portas do local, possíveis pontos de entrada e de saída, incluindo janelas e pontos frágeis que poderiam ser arrombados, além do movimento dos marinheiros
e dos civis no local. Procuraria memorizar o máximo de informações possíveis que captasse, tanto antes de entrar, quanto lá dentro. Tomaria, entretanto, muito cuidado para não ficar entretida demais na missão e esquecer de manter a atuação.


Se por acaso fosse parada em algum momento por algum funcionário ou outro membro, perguntando o que eu estava fazendo ali ou algo similar, responderia que estava dando uma olhadinha enquanto esperava meu marido fazer negócios. Se julgasse mais apropriado, retornaria para o lado de Seshiro e ali ficaria. Eu parecia uma singela garota inofensiva do interior. E, talvez, de fato eu fosse. Mas aos poucos eu ia amadurecendo e ia deixando minhas garras começarem a crescer.





Citação :
Contagem

Posts: 3
Ganhos: -
Perdas: -
Relações: Seshiro: em construção
Zhac: em construção
Derlir: em construção

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