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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
Duque Azul
ADM.Tidus

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MensagemAssunto: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 18 EmptySeg 23 Dez 2019 - 17:09

Relembrando a primeira mensagem :

Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) revolucionário Azura V. Pendragon. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Sagashi
Revolucionário
Revolucionário


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Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 18 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 18 EmptySex 1 Maio 2020 - 21:12


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M-8 havia se tornado uma espécie de pinscher, uma pequena selvagem que chorava e esbravejava por eu ter colocado aquela espécie maldita no lugar que ela a princípio merecia estar. Descia do meu colo depois de se mover esporadicamente e partia para um abraço com o tritão, o que de alguma forma me dava ares de traição. As falas da pequena garota pesavam no meu consciente, pois estava realmente aflita com toda a situação. — Oh, céus... como isso tudo foi acontecer...— Ainda ponderando os sentimentos da pequena, pretendia pegá-la no colo novamente e conversar mais a sério sobre a questão dos peixes, mas algo me surpreendia. Estava próximo de alcançar M-8 quando sentia alguma coisa nas minhas costas. Instintivamente imaginava que era o tritão ou algum colega dele, seria até comum se a lâmina parasse na minha pele grossa e não adentrasse mais que isso, entretanto doía. Doía e muito. Sentia essa mesma coisa, dura e apontada, penetrando a parte direita do meu torso e seguindo até um pouco mais fundo do que qualquer outra lâmina em vida já havia me perfurado. — Uhgn!! — Me mantinha fixo olhando para frente. —  O Sol enfraquece suas defesas por estar agindo como um agente das sombras! — Ouvia, mas não prestava atenção. Só conseguia me focar em resistir à dor e ao barulho incômodo da chuva. —  O Sol me permite perfurar suas defesas, por ter se tornado um pecador como os outros que já enfrentamos, como meu pai se tornou! — Conseguia ouvir e prestar atenção. Parecia ser a voz do Eclipse, mas com certeza deveria ser a minha imaginação. — Urgh!! — Gemia enquanto enrijecia o abdômen e as coxas, buscando esquecer a dor momentaneamente, aquela dor latente que aos poucos era até anestésica, talvez por deixar aquela estranha sensação de formigamento com pulsação. Sentia o indivíduo forçando o objeto pontiagudo mais fundo, e tudo o que conseguia fazer por ora era colocar a mão na barriga para impedir que atravessasse meu corpo. Também, depois de uma arrancada, sentia que o usuário não segurava mais o objeto, era apenas algo como uma grande flecha fincada e quebrada dentro da carne. ”Uma… lança…?!” Pensava, ainda me segurando para não atacar o tritão por ter sofrido um ataque logo após insultá-lo. Possivelmente era um colega dele, alguém que estivesse com ele no momento. — Se você sobreviver a isso, saiba que ele te deu outra chance. Se torne uma pessoa melhor, e faça jus ao seu título!

Com olhar assassino, passaria a mão pelas costas e cintura até encontrar o local do ferimento. Ao encontrar, seguraria com força a ponta possivelmente quebrada da arma, mas não arrancaria-a das costas, por saber que as consequências disso seriam piores. Faria força algumas vezes para retirar, porém a dor me impediria de continuar tentando, então apenas manteria a arma segurada. Olhava para o horizonte à minha frente e gargalhava. — HAHAHA! Mire na cabeça da próxima vez, ralé! Quem ousa desafiar o cam…!! — Ao virar o olhar para Duncan, meu rosto se alongaria. — Irmão?! — Me faria incrédulo, até mesmo com uma pontada de medo, sabendo que talvez aquele de fato não fosse Duncan. — W-W-al...c-cott?!— A chuva estava mais forte e de alguma forma me recusava a acreditar que aquele era o Eclipse, até ouvir as próximas palavras. — Que tipo de homem trata os outros desta forma simplesmente por serem de uma raça diferente? — Não conseguia raciocinar direito e associar o insulto ao peixe com a estocada do possível Eclipse. Não conseguia mais sentir raiva, aquela sede de sangue que normalmente sentia ao ser atacado, apenas sentia algo pesar no meu corpo, meu próprio coração, talvez. A gravidade era mais forte, meus pés se arrastavam levemente na terra amaldiçoada do farol. — Não percebe? É óbvio que ela vai nos ofender, pois foi você o primeiro a fazer isso! — Não conseguia tirar os olhos de Duncan. Tirava a mão do ferimento e simplesmente aceitava a dor, fazia da dor parte do meu ser, como uma consequência da existência. — E diferente de você, a mulher em momento algum nos ameaçou ou levantou um dedo para um de nós! [...] — Dizia ele. Interromperia-o, mas sem questão de fazê-lo. — … é realmente você? — Minhas olheiras se aprofundavam e subitamente perdia a vontade de batalhar. — Agora, Garfield, morra como o monstro que se tornou ou viva para ser, de fato, o Arauto do Sol! — Ainda não conseguia deixar de olhar para o Eclipse. Ouvia M-8 se assustar e comentar o primeiro nome do meu companheiro, compreendia o gaguejar, sentia, afinal, a mesma coisa. Sentia-me traído, mas fazia força para não pensar que tenha sido esse o caso. Meus olhos morreriam junto com minhas energias.

Em movimentos lentos, caminharia em direção à pequena, ainda com o ferimento nas costas, e tentaria erguê-la no ar e colocá-la nos ombros novamente, como um cavalinho. Caso não conseguisse, apenas seguraria sua mão e a levaria comigo. Passaria arrastando os pés pela terra, na frente do tritão, sem me importar com sua existência, afinal. Manteria-me à passos lentos até a beirada daquela ilha, próximo ao mar, e ainda com M-8 nos ombros, me sentaria, retiraria as sandálias e deixaria que as ondas do mar molhassem meus pés. Olharia então, para a Lua, por alguns minutos. Meus olhos mortos evidenciariam minha falta de vontade de entrar em um conflito com o Eclipse, afinal, talvez eu mesmo estivesse errado no meu julgamento. ”Foi o senhor, Sol? Enviou o campeão do Eclipse para me mostrar o caminho?” Ainda encararia a Lua. Momentos depois do pensamento, diria para a pequena garota, nas minhas costas. — Ouça. Está ouvindo? — Esperaria a resposta dela, mesmo se ela decidir não me deixar levá-la comigo a princípio. A chuva apertada dava brecha para que eu me desligasse do mundo humano. — Shh. Shh… ouça… — Meus olhos dissimulados se manteriam fixados na Lua e nas estrelas, além da água caindo. Ouviria na minha própria cabeça a música clássica da residência dos Vermillyon.

”Moonlight Sonata”:
 

A chuva caía sobre meu rosto e me dava a falsa sensação de estar sendo banhado em uma banheira de verdade, de água quente, em um jardim do Éden. — Você já a ouviu, M-8? Chama-se “Sonata ao Luar”. — O ferimento doía muito, mas algo no meu corpo me impedia de reclamar de dor. Aceitar a dor parecia ser um método muito eficaz para não me importar com ela. — … você ouve a chuva, M-8? — Não retiraria o olhar fixo dos céus. — … as vezes me pergunto se não é o mar… o mar, porém, é cruel demais para dar fruto à esperança… — Moveria o olhar da Lua para meus pés, molhados pelas ondas salgadas. — … não dói muito quando a água cai no sangue… talvez o sangue e a chuva sejam iguais, afinal… — Sorria, enquanto fazia pequenos movimentos com as pernas e arrastava-as pela terra. — … são longas, as pernas, não é? Sou bem alto… — Olharia novamente para o horizonte. — … é por isso que você atira… Sol me livre, armas de fogo são covardes… use uma arma de verdade, vai… — Riria baixo, não tendo energia para aumentar a voz. — … tudo bem, você eu deixo. A chuva atira, não é? Gotas de chuva… de sangue… — Meu sorriso advindo dos pequenos risos se esvairia. — … o clarão da esperança, não é? É isso que é a Lua… uma dama que irradia clarões de esperança… as nuvens são armas da chuva, a chuva são suas balas… — Sorria, com olhos mortos, concordando com a cabeça. — … você não é uma campeã. É alguém que tira os outros da estrada tortuosa… — Olharia pela última vez para Lua, antes que minha visão começasse a ficar turva e embaçada pela falta de sangue. — … o anjo lunar, talvez? — Começaria a sentir meu corpo mais leve, porém fraco, pouco enrijecido. Então, seguraria M-8 com as duas mãos e a retiraria dos ombros, colocando-a ao meu lado e abraçando sua cabeça, buscando acalmá-la. —  … shh… shh… vai ficar tudo bem… — Assim que percebesse que estava mais calma, ou então que não fosse ficar calma de jeito nenhum, soltaria-a e olharia para seus olhos, com olhar de esperança. — … você, ao mundo humano, têm muito a oferecer, M-8… foi muito bom operar com você… — Colocaria a mão na ponta quebrada fincada nas minhas costas e olharia para o horizonte. — … mas é hora da verdade. Garfield Henryford está morto. — Sorria, com olhos mortos. — … daqui, dos dois um, sairá. Um cadáver… ou… — Me levantaria e estufaria meu peito, respirando ofegante. — … ou O CAMPEÃO DO SOL!

Me abaixaria e pegaria um punhado de terra. Arremessaria o punhado contra os mares e me enfureceria. — Mares cruéis, ó universo podre! — O restante de terra que mancharia minhas mãos, passaria no meu rosto, não me importando em qual área atingisse. — Humanos cheios de si, criações assassinando umas às outras em troca de mero espaço em um mundo no qual não viverão para sempre… — Meu tom de voz gradualmente aumentaria, finalmente rejeitando a dor como uma sensação real. — … a troco de quê?! O Sol aceitará os virtuosos e generosos, não pilhas de carne podre que foram imortalizadas em meras projeções de pedra… — Abria meus dois braços e sentiria a maresia atingir meu corpo, enquanto revelava meu todo meu tórax e voz para quem estivesse olhando. — OUVISTE BEM, TERRAS E MARES?! ESTAIS A ZANGAR-TE?! POIS EU LHES TRAGO NOTÍCIAS: VOCÊS NÃO DOMINAM À NÓS, NÓS É QUEM DOMINAMOS VOCÊS! O MUNDO É DE QUEM O QUEIRA, NÃO DE QUEM ELE ESCOLHE! EU NÃO ME APRISIONAREI MAIS À VOCÊ, ÀS RAÇAS, AO MUNDO, TIRANO MAR! EU… eu…! — Seguraria a ponta da lança.

EU REJEITO A MINHA HUMANIDADE!

Em cólera, faria a maior quantidade de força possível para arrancar o objeto das costas, e assim que o fizesse, urraria de dor. Seguraria a ponta da lança com força e a ergueria no ar, como se carregasse uma cabeça numa estaca. — EU SOU O CAMPEÃO DO SOL! — Deixaria-me sangrar e me manteria em pé até o último momento. Não me renderia à sensação humana do desmaio, não me daria ao luxo de sentir dor. Colocaria a ponta acima da boca e a língua para fora, esperando que minhas próprias gotas de sangue caíssem na minha língua como vinho cai na língua do alcoólatra. Assim que parasse de pingar, jogaria o objeto no chão. Com os dentes manchados de sangue e até mesmo parte do lábio, sorriria de forma maníaca. — Eu sou digno de ti, Lua, por isso, mande o aviso ao Sol: provei minha lealdade à muito tempo. É a hora DELE de provar lealdade ao seu campeão! — Era a hora de morrer. Morreria como humano, ou renasceria como uma fênix: caberia ao grandioso Sol decidir o meu destino, cujo carrasco haveria sido o próprio Eclipse.

Saindo vivo do procedimento, gargalharia. — EU SOU O CAMPEÃO DO SOL, HENRYFORD ll! — Curvaria minha coluna para trás, com os braços abertos e os dedos flexionados. — HAHAHAHAHAHA!! — E então, caminharia de forma imponente para de volta do antigo cenário, onde a princípio tomei a estocada. Me aproximaria de Duncan e ficaria lado-a-lado com ele, apertando seu ombro e me aproximando de seu ouvido. — Outra arma perdida, meu irmão campeão, que infortúnio. — Sorriria. — Vamos até o inferno juntos buscar uma outra para você. — Gargalharia alto novamente, com os braços abertos acima da cabeça, no centro das atenções. — QUEM SENTIU A MINHA FALTA?! CHAMEM O HUGO, POR GENTILEZA!! HAHAHAHAHA! — Esperaria Hugo se aproximar. Caso se aproximasse, diria: — Quero que me ensine algumas coisas novas. É para o bem maior, Hugo… — Esperaria sua resposta. Se fosse positiva, procuraria um canto onde não houvesse chuva para aprender melhor. No caso de ser negativa, apenas me afastaria e procuraria por M-4 para ouvir novas ordens.

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Historico:
 
Facilitando a vida do narrador:
 
Objetivos escreveu:

— Aumentar a recompensa.
— Aprimorar meu escudo ou encontrar um que dê atributos.
— Completar uma missão.
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Akuma Nikaido
Pirata
Pirata
Akuma Nikaido

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 18 EmptySab 2 Maio 2020 - 1:16



Parecia que o clímax chegara de uma maneira totalmente inesperada: a lança nas costas de Garfield por parte de Duncan me mostravam que nem mesmo ele conseguia mais aguentar as falas racistas de Garfield. A própria Morgana parecia simplesmente mais assustada do que furiosa, e isso mostrava o quanto essa cena parecia bizarra. Tudo aquilo se passava em frações de segundo, mas parecia durar horas. Observava, quase que em câmera lenta, horrorizada, Garfield trocar seu olhar maníaco por um olhar completamente assassino, e naquele momento entendi que atacaria Duncan. Eu tremia, mas forçava a me levantar e sacar a besta.


— N-n-n...


Minha própria voz falhava, eu não conseguia dizer nada. Sentia a chuva escorrendo e banhando-me completamente, como se o próprio céu também chorasse pelo que acontecia. Para minha sorte, entretanto, Garfield mostrava que simplesmente estava processando ainda o que ocorrera. Sua feição murchava com cada palavra de Duncan, que mostrava-se capaz de fazer o que eu não havia conseguido. Seu olhar já parecia sem vida, o que me fez relaxar a guarda por um momento. Outro grande erro.


Se havia algo que Garfield era, esse algo era imprevisível. Não esperava que ele viesse em minha direção e muito menos tentasse me pegar. Horrorizada, em choque e sem entender o que estava acontecendo, sentia a besta cair de minhas mãos. Tentava, provavelmente em vão, me desvencilhar do grandão, enquanto gritava:


— ME SOLTA, ME SOLTA! O QUE TÁ FAZENDO? AHHHHHHHHH!!!


Mas mesmo enfraquecido, Garfield era, sem dúvidas, bem mais forte do que eu. Se fosse carregada mesmo por ele, pelo menos teria uma boa vista de seus olhos e, por fim, entenderia: ele estava morrendo.


~ Mas... por que está me levando com ele?


Apesar de meu medo, não conseguia fugir. Parecia errado correr e abandonar Garfield há poucos momentos de sua morte. Mesmo com tudo que dissera, esperava que ele entendesse seus crimes. Duncan parecia tê-lo tocado, e não só fisicamente. Por fim, ouvia a fala de Garfield divagar a respeito da chuva, de seu sangue e da Lua. Era estranho, mas sentia uma obrigação moral de acalentá-lo ao menos.


— Sim, Garfield, eu posso ouvir. É, de fato, linda... Sinto muito que as coisas tenham acabado assim, mas espero que possa renascer como uma pessoa melhor. Renasça e lute por um mundo melhor, mas para todos, sim?


Dava um beijo leve na testa do grandão, como que o embalando para um sono eterno. Eu não havia conseguido processar ainda tudo aquilo que havia acontecido e, talvez por isso, nem sequer pensara que a lesão talvez não fosse fatal, ou que possuíamos médicos para tratá-lo. Simplesmente tomara que a morte dele era algo certo, inexorável e próximo. Assim, foi um novo choque vê-lo se levantando repentinamente, cheio de vigor novamente, gritando para os quatro ventos e protagonizando uma cena ainda mais grotesca: a retirada do fragmento espetado em si.


Naquele momento eu não teria mais dúvida alguma: apenas correria. Tropeçando ou não, com firmeza ou cambaleante, mas me afastaria o mais rapidamente possível, indo na direção de nosso acampamento. Garfield era, sem dúvidas, imprevisível, e eu não queria estar perto para ser atingida por uma de suas loucuras. Olhos arregalados, buscaria subir em cima do peixe-vaca, assim como Morgana fizera.


— Posso ficar aqui um pouco também?


Perguntaria à moça, ainda tremendo. Tudo que eu queria era um local onde pudesse ficar afastada do tal Arauto do Sol e, naquele momento, aquela parecia a melhor opção. Em caso de recusa de Morgana, minha opção seria correr para dentro do barco.


Se, entretanto, alguma dessas situações não ocorressem, ficaria parada, atônita, tentando compreender qual o novo rumo inesperado daquela situação. Eu realmente não estava nem mais conseguindo processar o que estava acontecendo ali.



Citação :

Contagem

Posts: 27
Ganhos: Arma de fogo
1kk (evento, já adicionados a ficha)
broche OPRPG 10a (evento, já adicionado a ficha)
Vantagens: voz encantadora e boa aparência (evento, já adicionados a ficha)
Perdas: 30.000 berries
Relações: Seshiro: em construção
Zhac: em construção
Derlir: em construção
Torch: em construção
Duncan: em construção
Faust: em construção
Azura: em construção
Garfield: em construção
M-4:em construção

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Wesker
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Major
Wesker

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 18 EmptySab 2 Maio 2020 - 3:35


O Eclipse

We Are Revolution






Junto com a lança, que se quebrava dentro do corpo de Garfield, era como se algo também se quebrasse dentro de mim naquele momento. Minhas mãos começavam a tremer com o choque de perceber o que eu havia acabado de fazer, mas eu não poderia ceder agora. Com o máximo de meu esforço mental e capacidades de atuação, apertava a lança e me forçava a manter com postura e voz firmes, sendo bem severo em minhas palavras para Henryford.

Em meio ao choque, via Garfield simplesmente começar a se mover na direção de Yumi. Havia enlouquecido de vez? Faria mal a ela? Eu precisava pará-lo de qualquer forma, enfiaria o cabo quebrado da lança em seu olho se fosse o necessário para parar aquela maluquice. Era quando eu dava o primeiro passo, entretanto, que sentia minha perna direita tremer e ceder como se eu não tivesse tropeçado em nada. Cambaleava, sem forças, até que caía no chão com o corpo totalmente trêmulo. Uma imagem de um rosto conhecido me vinha a cabeça, em uma lembrança que parecia tão vívida quanto na última vez em que o vi.

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Seus cabelos loiros, barba e as características olheiras, seu ar tão requintado e nobre, a quanto tempo eu não me lembrava tão bem do rosto de meu pai? E era nesse momento que percebia o motivo de meu corpo agir daquela forma. Assim como naquele dia, quando tudo começou, eu havia usado a minha lança para atacar alguém que me era querido “Eles se parecem, não é?” Conseguia ouvir aquela voz furiosa em minha cabeça e, em um ímpeto, meu corpo começava a se erguer “Ele tem que morrer, assim como aquele velhote. O mundo vai ficar melhor sem ele” De repente, me pegava olhando para Garfield com um olhar assassino e animalesco enquanto caminhava em passos lentos na sua direção.

Não, eu não quero matá-lo” Lutava comigo mesmo e notava os passos pararem “Não? Mas você o atravessou com uma lança! Sabe muito bem que é melhor que ele morra logo” Ouvia uma resposta em tom provocativo que na verdade parecia vir de mim mesmo “Eu sabia que ele sobreviveria. Sabia que jamais morreria para um ataque como aquele!” Começava a respirar fundo “Será?” Procuraria o pássaro para que pudesse me escorar e acariciar suas penas, esperava que isso ajudasse a controlar a fúria mas do contrário apenas me jogaria no chão mais uma vez. Em qualquer um dos casos, começaria a realizar o exercício de respiração explicado por Lenora.

Ao olhar impotente na direção do pernas longas, sentindo-me culpado por não poder ajudar Yumi, via que a situação havia se resolvido. De seu jeito maluco, ele agora parecia bem melhor e aquilo permitia que eu me acalmasse um pouco mais “Eu sabia que ele não morreria… Sabia!” Com um sorriso, sentia o alívio de ver que meu amigo estava bem.

Era só aí que percebia que ele havia arrancado de maneira totalmente imprudente a outra metade da lança de seu corpo. Toda aquela cena e o discurso eram tão malucos que faziam com que eu apertasse mais uma vez o cabo da lança em minha mão a medida que ele se aproximava, sentia-a tremendo mais que o normal, mas me esforçava novamente para manter uma imagem forte e determinada, ainda que estivesse escorado e acariciando o pássaro para me acalmar.


Era um alívio perceber que suas palavras eram amigáveis e, apesar de não ter dito nada sobre a sirena, ao menos parecia ter deixado toda aquela atitude de lado. Sem dúvidas já era um avanço. Ainda em um leve estado de choque, me forçava a rir de suas palavras. Era de fato irônico que tivesse perdido mais uma lança - Estou contente que tenha voltado ao mundo dos vivos! - Respondia ao Arauto do Sol que parecia já disposto a realizar outras atividades - Vai na Lenora antes. Ela me disse que quer te ver para checar os ferimentos. Sabe como é, ela precisa fazer isso mesmo nos mais fortes, é parte do trabalho dela - Era a única forma que via de convencer o pernas longas a visitar um médico naquele momento.

Em todo caso, não me importava muito. Apenas soltava o cabo da lança no chão e me entregava de vez a acariciar as macias penas do pássaro para tentar aliviar um pouco tudo aquilo. Aos poucos, sentia a tremedeira em minhas mão mais controladas e via a aproximação de M-4. Imaginava que logo estaria bem para continuar a explorar o farol e apenas torcia para que de alguma forma Yumi conseguisse mostrar nosso lado bom para a visitante, já imaginava que nem eu mesmo seria mais capaz de fazer isso.



Post: 029~ Rename: O Eclipse ~ Location: Farol

Notes: •Ganhos:

•Perdas:

Legenda: Falas
"Pensamentos"

Thanks, Lollipop @ Sugaravatars


Historico (Geral):
 

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Em homenagem aos que se foram::
 
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Kenshin Himura
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Kenshin Himura

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 18 EmptySab 2 Maio 2020 - 20:55



O jogo ia ficando cada vez mais interessante, mesmo não entendendo nada, meu trabalho ali era distrair o homem, tirar ele do jogo, para que assim Faust pudesse blefar. Ambos pareciam ter curtido a ideia, ou ao menos não reclamaram ao me verem retirando a parte de cima do meu uniforme,  o velho parecia gostar do que tinha visto, mas no entanto o homem parecia sério, um arrepio vinha em minha espinha enquanto o mesmo falava que aceitaria perder numa boa, mas que não aceitaria trapaças.

O homem tinha uma aura que realmente nunca tinha sentido antes, não seria bom irritá-lo, mas eu apenas estava fazendo oque o mesmo tinha pedido, usar a mente para lidar com as situações, assim com um sorriso no rosto e olhar confiante começaria a falar. - Acho que meu amigo tem razão, até onde sei não tem ninguém trapaceando, apenas estou jogando seu jogo, mas da minha maneira! Dava uma pequena pausa voltando a me sentar.

“Será que ele me vê uma pessoa ingênua assim?” Pensava analisando a situação, Faust estava confiante, e esperava que o mesmo conseguisse levar aquele jogo. - Está subestimando a gente senhor, se acha que sou idiota ao ponto de tentar trapacear nesse jogo! Cruzava minhas pernas observando a mesa. - Pelo que entendi, você quer que usemos a cabeça para sair das situações propostas a nós, sei muito bem que o mundo não é só feito de batalhas, e também sei muito bem que o nosso mundo e dominado pelo machismo e egocentrismo, e graças ao corpo que Medusa me deu, sei usá-lo muito bem para sair da situação, e conheço meus limites, logo sei sair dessas situações complicadas de maneiras diversas. Com o sorriso em rosto esperava que o homem tivesse entendido que eu não era uma garota ingênua que confiava apenas em meu corpo.

- Por mim podemos continuar com o jogo, se o mesmo quer mudar por estar distraído ao ponto de não conseguir continuar, aceite a derrota e nos de nosso prêmio! Caso contrário estarei ao lado de Faust e se o mesmo perder a rodada eu como a futura líder dele pago o preço da derrota e retiro mais uma peça de roupa! Assim esperava que o jogo estivesse nas mãos de Faust para que tudo aquilo terminasse o quanto antes.
Historico:
 

Off:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 18 EmptyQua 6 Maio 2020 - 2:00


Narração
Sensação térmica: Aos poucos ficando mais frio
Chovendo
Localização: Farol
A noite


O racista está alucinando coitado
A situação era uma maluquice tão absurda que parecia simplesmente que todos os três ali pareciam simplesmente alucinar de sua própria maneira. Um via seu próprio pai, o outro pensava em todos seus deuses e a última via um homem que nem deveria se manter de pé indo em sua direção... espera... isso era verdade e não alucinação.

Quando se dava por si, Yumi já estava sendo carregada pelo pernas longas que a levava para o mar. Nesse meio tempo Duncan simplesmente discutia consigo mesmo no melhor efeito de ser extremamente louco possível.

Garfield a passos calmos e lentos ia se aproximando do mar e a cada passo Naomi percebia que o homem que a carregava parecia mais fraco. Ele estava a beira da morte e mesmo assim parecia querer falar alguma coisa. Bom, muitas coisas, Henryford fazia todo um discurso a sua própria maneira, a alucinação dele sobre seu próprio deus sol continuava constantemente, incluindo outros seres como a lua na conversa. Ela até tentava dizer algumas coisas sobre a fala toda dele, mas a verdade é que ele estava em seu próprio mundo.

- Preciso saber? - Duncan ouviu a voz de sua pequena aliada, M-4 olhava para Garfield se levantando e tentando retirar a própria estaca de seu corpo. A voz dela não estava exatamente amistosa, parecia mais uma voz cansada. - O que ele fez para você fazer isso? - Perguntava ela, mas logo em seguida ela balançava a cabeça. - Nem sei se quero saber... - Falava ela com um pouco de medo da situação. - Ele já fica cantando a minha irmã e agora levou a Yumi com ele... não acho que ele abusaria dela porque você não ficaria aí no chão e deixaria isso ocorrer... não é? - Perguntava ela com um olhar meio interrogativo, pois Dellumiere estava parado discutindo com ele mesmo mentalmente, ou seja, para ela o Eclipse estava simplesmente vendo o homem que foi empalado por ele levar a pequena sozinho e não fazendo mais nada. - Ele tem algum tipo de perversão e você tentou parar ele? - Perguntava ela querendo entender mais a situação.

As respostas podiam ficar para depois provavelmente, pois enquanto Yumi se afastava de Garfield, este finalmente conseguia arrancar a lança de sua barriga e muito sangue começava a sair dele. Muito sangue mesmo. Ele estava confiante que ficaria acordado e andaria um pouco na direção que queria, porém ele mesmo havia esquecido as palavras de seu amigo. O deus sol havia retirado seus poderes por ele ter se mostrado indigno. Não era por simplesmente pensar e falar para alguém que ele havia transcendido que isso sua força voltaria ao normal, afinal de mentirosos o mundo estava cheio.

Com isso, todos ali viam Garfield dar um passo e cair ao chão desacordado. - Bem... me responda enquanto o salvamos... - Falava ela começando a andar na direção de Henryford. - Grambos deve ter aceito ele por algum motivo... - Falava ela meio descrente em suas próprias palavras, até agora, além de ser uma "boa pessoa", ele simplesmente se mostrara um lunático e provavelmente pedófilo na visão da pequena.

Enquanto M-4 se aproximava de Garfield, esse aos poucos ia ouvindo os passos dela e isso acabava por acordá-lo, mas percebia que não conseguia realmente mexer o corpo.



Povo do Strip Poker
Todos os dois tentavam falar algumas coisas quanto a acusação de trapacear que Karthus havia feito. - Sua maneira é interessante. - Falava o velho para Azura. - Nunca vi alguém falar de apostar roupas e ainda sim perder peças de roupa sem ter sequer aceito a rodada de apostas inicial. - Falou o homem explicando porque se surpreendeu com a situação. - Talvez em Amazon Lily o povo não jogue poker igual eu sou acostumado a jogar. - Falava ele mostrando que havia reconhecido o nome da deusa Medusa.

Após essas falas, o velhote voltava a sua atenção ao jogo em si.

Cartas Faust
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Cartas Mesa
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A mesa em si não era boa para Georg, mas esse estava realmente animado com a ideia, seu blefe era bom, ele demonstrava o conhecimento que possuía do jogo, demonstrava que tinha boas ideias e principalmente, tinha a confiança que ia bem. O ponto era simplesmente até onde o velho queria diversão, talvez aquele jogo todo para ele não era nada mais nada menos do que um simples prazer momentâneo, então quando a última carta virou, o blefe máximo de Faust ocorria.

Última carta:
 

Um All In naquelas situações era meio que loucura provavelmente, mas como havia blefado o suficiente a sua confiança era o mínimo que deveria se manter intacto até então. - Um All In sendo que estamos apostando nossas roupas também? - Falava o velho com um sorriso no rosto, ele olhava para as próprias cartas e parecia respirar fundo por um instante. - Sendo sincero, eu não tenho nada... mas eu quero ver se você sabe blefar e para isso eu preciso ver. - Falava ele, porém o tom era claramente uma piada, se ele não tivesse dado esporro nos dois por terem tentado trapacear, pareceria que ele mesmo havia trapaceado. E ao mostrar a sua mão, viu que havia vencido Georg.

Mão Karthus:
 

A verdade nua e crua ali era que a mão de ambos eram péssimas, inclusive, o pedido de um 10 de Karthus também era um blefe, pois com o 4 em sua mão ele não conseguiria fazer nada. A risada de Karthus ecoou de forma realmente alta quando este percebeu que ganhou. Ele puxava os duzentos mil berries. - E suas roupas por favor. - Falava ela para Georg. - Como a sua amiga já deu a camisa dela sem nem ter apostado, acho que você pode manter a cueca se quiserem. - Falava ele animado pegando as cartas, e algo que ele fazia e que geralmente era estranho a se fazer num jogo oficial, era mostrar as cartas de Azura, talvez parte dos próprios jogos mentais que ele queria fazer. - Você teria um par, teria vencido. - Falou ele informando a revolucionária rapidamente, Pendragon possuiria um par de 3, vencendo facilmente a mão dos outros dois que foram até o final sem ter qualquer coisa. - Mas não se preocupe. Vamos fazer mais uma vez não é. Você pode dividir seu dinheiro com ele se quiser, ficando cinquenta mil para cada um. Ou pode pedir para ele jogar em seu lugar sem problemas. - Falava ele já embaralhando as cartas e as colocando em mesa.

Cartas Azura caso ela não dê todo o dinheiro para o Georg:
 

Cartas Georg caso ele receba algum dinheiro de Azura:
 

- Sinta-se livre para ajudá-la se ela não te der dinheiro algum. - Falava ele para Georg que estaria ou nu ou com uma cueca. - E lá vamos nós para o segundo round. - Falava ele mais uma vez colocando as três cartas já viradas, algo que ia contra a regra inicial do jogo.

Cartas mesa:
 


Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 18 EmptyQui 7 Maio 2020 - 22:52



O jogo continuava, e não parecia seguir muito bem, eu realmente não entendia nada do que estava acontecendo ali, o homem talvez debochava sobre a forma de como minha terra natal jogava o jogo, eu não tinha nenhuma ideia se esse jogo era jogado la ou não, tinha ido embora de lá quando nova para uma das expedições de minha mãe e infelizmente nunca mais consegui voltar.

“Não sei oque esse homem quer.” Pensava vendo o jogo sendo desembolado, e Faust perdendo a rodada, aquilo não era algo muito feliz de se ver, ainda mais que ele queria era roupa do palhaço e não a minha, como foi dito por mim caso ele perdesse eu que retiraria minhas peças.

- É parece que o velho gosta de rapazes hihi! Ria com aquela situação, mas não estava gostando do rumo que seguia, tínhamos que ganhar esse loge pose, não podíamos parar nossa missão ali no farol, tínhamos muita coisa para resolver e ali não poderia ser o ponto final. “Temos que ganhar desse velho nesse jogo, tenho certeza que ele é muito mais forte do que aparenta” Pensava olhando para o homem.

Assim seguíamos para a próxima rodada, o palhaço agora estava sem dinheiro, o velho indicava que eu poderia dar parte do meu para ele, talvez Faust só teve má sorte, ainda tinha que confiar nele. - Não se preocupe, não gostei do jogo, mas deixarei que meu amigo continue! Falava entregando o dinheiro que o velho tinha me dado para Faust.

- Vamos Faust, mostre que tu não tem só um corpinho, ganhe desse velho! Falaria com um sorriso em meu rosto confiando todo o jogo nas mãos do palhaço. Esperava que o mesmo conseguisse fazer algo agora, não saberia como agradar o homem para conseguirmos um loge caso perdêssemos. “Temos de ganhar!” Pensava mordendo meu lábio inferior, aquilo ali era muito mas importante do que chutar a bunda de alguns piratas.
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 18 EmptySex 8 Maio 2020 - 1:33



Após o ataque de Garfield e seu desmaio, minha atenção se voltava novamente para Morgana. Se eu estava assustada, podia imaginar que a moça devia estar ainda mais, sendo todos nós desconhecidos e ainda tendo sido ameaçada e ofendida de graça. Tentaria localizá-la, identificando se ainda encontrava-se acima do peixe-vaca ou se havia saído dali. Se a visse, andaria até ela, com um olhar um pouco abatido, porém determinado, e diria:


— Gomen, gomen! Eu não sei nem como posso fazer para te pedir desculpas por tudo que presenciou, Morgana-san. Mas de verdade, eu estou profundamente constrangida e acho que mal dá pra imaginar o número de vezes que já devem ter sido maus com você, sem razão...


Eu falava com o meu coração, e demonstrava isso. Não sabia como ela reagiria nem tampouco se ela iria querer a minha companhia, mas naquele momento fazia a única coisa que pensava: abria os braços para ela, gesticulando como se quisesse abraçá-la.


— Se achar que está tudo bem, adoraria poder te abraçar, Morg-san.


Ela me permitindo, assim o faria. Entretanto, se se recusasse, apenas diria:


— Tudo bem... Vou te deixar em paz. Mais uma vez, peço desculpas pelo grupo e te prometo que não vamos permitir atitudes assim de nenhum membro nosso...


E, então, sairia, voltando para o barco. Caso, no entanto, ela se mostrasse receptiva a mim, após o abraço me sentaria no chão, convidando-a a fazer também, enquanto perguntaria:


— Me conte, Morg-san. O que te trouxe para o farol? Por que está aqui? E o que pretende?


Queria conversar com ela, conhecê-la um pouco mais. Sobretudo, tinha interesse em saber mais sobre ela e sua raça, mas não queria perguntar no momento, com medo de ofendê-la ou fazê-la acreditar que só queria falar com ela porque ela era diferente. Essas perguntas poderiam ser feitas em outro momento, mas agora só queria conversar um pouco e tentar distraí-la do que aconteceu.


Na hipótese de ter voltado para o navio, contudo, viraria para M-4 e diria:


— Desculpe-nos pela cena, M-4. Sei que foi algo bem desagradável de se ver...


Eu estava profundamente incomodada com o comportamento de Garfield, embora tivesse ainda uma pontada de dúvida se não era simplesmente ignorância do homem. Sentia que devia fazer algo a respeito, mas não sabia o quê. Além disso, ainda estava um pouco assustada para não querer ficar perto dele nesse momento. Nem acompanhada, muito menos sozinha.



Citação :

Contagem

Posts: 28
Ganhos: Arma de fogo
1kk (evento, já adicionados a ficha)
broche OPRPG 10a (evento, já adicionado a ficha)
Vantagens: voz encantadora e boa aparência (evento, já adicionados a ficha)
Perdas: 30.000 berries
Relações: Seshiro: em construção
Zhac: em construção
Derlir: em construção
Torch: em construção
Duncan: em construção
Faust: em construção
Azura: em construção
Garfield: em construção
M-4:em construção

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 18 EmptySex 8 Maio 2020 - 3:24


O Eclipse

We Are Revolution






Contente comigo mesmo, por perceber que meu amigo não havia morrido após o meu ataque, eu finalmente conseguia encontrar um pouco de paz que servia para acalmar minha mente perturbada em meio a toda aquela situação. Auxiliando isso eu ouvia a voz de M-4 vir, pela primeira vez, de cima de mim. Em tempos melhores, eu faria uma piada dessa situação, mas não tinha cabeça para isso.

- Err… Acho que é melhor te contar depois - Dizia agora começando a me levantar do chão, me acalmando aos poucos. O comentário seguinte, sobre ele cantar a irmã de M-4 me fazia lembrar daquela situação na mansão “Droga Garfield, achei que tivéssemos falado sobre isso” Suspirava, e então tentava responder a pequena - Perversão? Não… Não foi nada disso... Ele… É bem inocente nesse quesito. Não tem perigo - E era nesse momento que, ironicamente, o pernas longas puxava a parte da lança que estava fincada em si mesmo

- Mas o que...

Ouvia as palavras de M-4 para que deixássemos aquela conversa para depois e concordava plenamente. A passos apressados, ia até onde Garfield e Yumi estavam e via o pernas longas que aquela altura mal estava consciente - Me desculpe Yumi, eu travei totalmente ali. Sabia que ele não te faria mal, mas mesmo assim deveria ter sido mais forte - Diria um pouco envergonhado para a garota. Depois disso, focaria minha atenção em Garfield e logo colocaria seu braço direito sobre meus ombros.

- Eu vou levá-lo pra Lenora M-4. Depois juro que te explico tudo. - Olhava nos olhos da pequena uma última vez e então faria força para erguer Henryford - Vamos lá, grandão - Dizia durante o esforço. Caso Garfield fosse pesado demais, entretanto, pediria ajuda para M-4 para que ela me ajudasse a carregá-lo ou, mais provavelmente, chamasse alguém para realizar esta tarefa. Em todo caso, iria levá-lo até as médicas assim que fosse possível.
- Me ajudem aqui! Ele tá bem ferido! - Diria ao alcançar ao menos uma das duas e, feito isso, estaria disposto a seguir quaisquer instruções que me fossem dadas por elas. Quando finalmente fosse liberado, diria - Preciso ir! - Havia acontecido tantas coisas naquela última hora que eu sequer estava com cabeça para paquerar a médica ou a psicóloga.

Iria então caminhar até M-4 e quando finalmente a encontrasse diria - Podemos conversar? - Questionaria em tom bem sério, e caso a resposta fosse positiva eu a levaria para longe de Garfield antes de continuar - Eu sei que tudo isso parece muito bizarro, e provavelmente é mesmo. Mas eu te garanto que sua irmã e nem ninguém correm perigo. O grandão pode ser bem maluco, mas também é muito inocente, como uma criança mesmo. Na casa dos Vermyllion aconteceu muita coisa, posso te dizer com certeza que ele nem sabe o que é sexo, também chegou a beijar uma garota lá mas mal sabia o que estava acontecendo. Não entenda errado, ele tem um gosto muito bizarro e que eu prometo dar um jeito, mas definitivamente não é uma ameaça nesse quesito. O problema pelo que passamos foi outro...

Agora eu respirava bem fundo, era hora de começar a parte mais delicada do assunto - Garfield, Yumi e eu encontramos aquela mulher peixe ali fora. Acho que é uma sereia, nunca havia visto uma - Dizia - Mas o Garfield, por outro lado… Eu não sei o que aconteceu. Cheguei a ouvi-lo comentar que homens peixe fizeram algo que ele nunca esqueceria ao pai dele. Isso acabou fazendo com que ele tratasse a mulher de forma muito agressiva, como se ela fosse uma inimiga automaticamente. Quando eu vi que a coisa poderia sair do controle, eu mesmo o ataquei. Não poderia tolerar algo assim de um revolucionário e eu sabia que entrando na loucura do Garfield poderia alcançá-lo - Respirava mais uma vez - Apesar disso, tenho que admitir… Em certo momento eu cheguei a vê-lo como meu pai ali. Eu quis... - Ficava um pouco zonzo e buscava qualquer superfície para me escorar levemente - Eu também errei.

- Eu voto por ele, se for preciso. Pode deixá-lo sob minha responsabilidade nas próximas missões e se ele não mostrar melhora, juro te dizer a verdade e fazer o que for necessário - Afirmaria para a pequena caso ela começasse a mostrar não se comover com a história de Garfield em algum momento. Em meu olhar, manteria a seriedade e a determinação, agora já retomando o meu equilíbrio. Agora esperaria pelas respostas de M-4.





Post: 030~ Rename: O Eclipse ~ Location: Farol

Notes: •Ganhos:

•Perdas:

Legenda: Falas
"Pensamentos"

Thanks, Lollipop @ Sugaravatars


Historico (Geral):
 

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Em homenagem aos que se foram::
 
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 18 EmptySab 9 Maio 2020 - 1:32


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Tinha problemas de ficar em pé depois de retirar a lança, aparentemente não havia sido uma boa ideia, afinal. Saía muito sangue da cavidade perfurada enquanto olhava para a Lua, que aos poucos ia se avermelhando na medida em que o sangue escorria. — É HORA… do… jul… uuf---— Caía no chão e não conseguia me levantar mais, a partir daí. Era como se estivesse sob a análise do Sol, como se a Lua tivesse o chamado para resolver a minha questão. Tentava me mexer, mas era como se meu corpo fosse pesado o suficiente para empurrar a mim mesmo contra o chão. Tudo pesava, desde o ar até o som dos passos vindo em minha direção. Podia ver M-4 se aproximando e tudo que conseguia sentir era felicidade de estar sendo resgatado, como se o julgamento estivesse enfim finalizado.

Não mediria esforços, a partir daí, deixava que o Sol decidisse meu destino. Deitado no chão, podia sentir o Eclipse me erguendo e me carregando para longe, ouvia também certas palavras vindas deste mas da mesma maneira não conseguia prestar tanta atenção, talvez pelo fato de tudo estar um pouco ofuscante, qualquer luz era forte demais para minha visão e qualquer som era ecoado, ouvia meus batimentos cardíacos como a última vez que lutei ouvi.

Não moveria um músculo, exceto se fosse para ajudar Duncan e qualquer outro que fosse a me carregar, já que imaginava que meu tamanho não cooperaria com um carregar. ”Ó Sol… decida meu destino sem misericórdia…” Deixaria que escorressem lágrimas e suores, qualquer coisa que me ajudasse a me manter vivo. Ouvia meu irmão clamando por ajuda, o que me fazia perguntar se havia sido realmente ele o autor daquilo tudo. Talvez tivesse sido possuído, pode ser que tenha realmente sido enviado pelo Sol, ou então Walcott estava entre nós e não sabíamos desde o início. Fato é: deixaria-me ser tratado, se possível, até mesmo dormiria propositalmente no processo, a fim de esquecer a dor.

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Historico:
 
Facilitando a vida do narrador:
 
Objetivos escreveu:

— Aumentar a recompensa.
— Aprimorar meu escudo ou encontrar um que dê atributos.
— Completar uma missão.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 18 EmptySab 9 Maio 2020 - 9:02

Eu colocaria um sorriso no rosto, ouvindo o que Karthus havia falado para Azura, de fato foi muito estranho, mas, digamos, sim, valeu a pena. “Gwhahahah” Eu faria uma pausa enquanto pensava. “Amazon Lilly? Seria uma ilha só de guerreiras Amazonas? Uau poderíamos dar uma passadinha lá.” Parece que a sorte ia contra a minha confiança a última carta que virava era uma merda, um dois. Minha ideia de blef eu até consideraria boa, mas jogo de cartas é assim, se você não consegue forçar o adversário correr, tem que ter mão boa ou muita sorte e eu não tinha nem um dos dois, a única coisa que eu tinha ousadia. Quando as cartas viravam os dois era mais língua de cobra do que jogadores, mentirosos. “- Gwhahhahahaha” Daria uma gargalhada sincera enquanto eu pensaria como tinha sido divertido. “- Bom parece que eu perdi, mas valeu a pena eu me diverti, espero que tenha gostado dessa rodada Senhor, pois tenho certeza que sentiu um friozinho na barriga. Gwhahahaha.” Então começaria a tirar a roupa sem ter vergonha nenhuma a única coisa que não mudaria era a minha maquiagem ela permaneceria intacta, pois eu sinceramente não via necessidade. “Caramba, se virasse um parzinho ali as coisas dariam muito bom isso foi incrível e prazeroso. Pessoas precisam arriscar.” A mulher tinha um par e poderia ter feito uma jogada para ganhar mais dinheiro, isso me deixava meio com aquele sorriso do tipo é nunca vou ser rico. Me importava mais em perder o dinheiro do que ter que tirar a roupa, que eu nem ligava na verdade, mas dinheiro, é algo que eu gosto e muito. “Droga lá se vai meus Berries.” Entregava tudo para Karthus, teria que assistir Azura jogar agora, mas espero que tenha pelo menos alcançado o objetivo do jogo para alcançar o Log Pose. “Quem inventou essa ideia de tirar a roupa que deveria tirar, não é farpas quando é true.” Pensava comigo enquanto analisava toda aquela situação.

“- Que irônico a Azura tirou a roupa no começo e era a que tinha a melhor mão de todos nós Gwhahahahahaha.” Daria uma pausa enquanto balançava a cabeça eu era debochado mesmo. “- Acho que nosso objetivo aqui não é trapacear. HAHAHAHAHHAHAHAHAHAH” Faria uma pausa enquanto antes de começar a rodada dos dois eu então falaria. “- Olha Sr. Karthus antes de começar a próxima rodada, se tiver alguma bebida alcoólica, tipo, eu meio que aceito. Gwhaha, digamos que eu sou o anjo que caiu do céu HAUSHUADHUAHDA.” Mostrava minhas asinhas celestiais, ou melhor ele iria ver de qualquer maneira. “- Espero que a temporada de casa anjos ainda não esteja aberta Gwhahahahaaha.” Eu era um piadista, sim, até mesmo com a minha própria desgraça, podemos dizer que a vida é ousadia e alegria. A capitã parece que não gostou muito do jogo e me dava as cartas dela, mas quando eu olhava para as cartas eu observava que a mão continuaria ruim, posso ser doidinho, mas também eu era uma pessoa genial e minha genialidade me dizia que isso também poderia ser um teste de confiança com líder, que tinha acabado de me convidar para o seu grupo. Então eu tinha que mostrar que mesmo perdendo dinheiro eu sabia o que eu estava fazendo, com isso eu sussurraria no ouvido da mulher, de um modo que o velho não ouvisse. “- A mão não está boa de início de novo, mas esse é o único modo de ganhar o Log Pose para sairmos desse farol. Perder ou Ganhar aqui não é o importante e sim divertir o velho. Devolverei esse dinheiro num futuro não muito distante, mas pela causa sacrifícios tem que ser feito.” Me afastaria e daria uma piscada para Azura e na sequencia pegaria as cartas para poder jogar.

A próxima carta que virar pode ser algo muito bom, como eu perdi na primeira rodada, o velho sabe que eu sou doido e apostaria sem medo, com blefe, mas e se não for um blefe. “- Eu irei jogar, até porque eu adorei o jogo, dá para eu jogar durante a viagem com meus companheiros de Revolução GWHAHAHAHAHAHAHa e eu sou meio pirado da cabeça então, precisei bater um papo ali.” Bom agora era hora de jogar com o velhote sem medo nenhum, até porque eu não tinha o dinheiro não era meu, mas eu queria ganhar. Só pelo desafio. “- Agora sim temos uma mão boa para jogar.” Já começava tentando entrar na mente do meu adversário, por que ele já deve ter percebido que eu sou uma pessoa exótica, digamos que não dá para esperar o que vai vim de mim. Será que dessa vez é verdade ou sou apenas um maluco fazendo loucuras de novo? Iai Karthus? “- Espero que as coisas ai estejam melhores, porque meu amigo .... agora vai ser um jogo bom, ela me deixou jogar por ela, mas parece que a sorte estava com a garota.” Daria uma piscada para o dono do jogo, enquanto esperava seus movimentos. “- Vamos ver qual vai ser a próxima carta!!!!” Olharia com um sorriso para lá de confiante. “Deveria ganhar um Oscar de ator do ano.” Ou pelo menos de “Doidinho do ano.”

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 18 EmptyDom 10 Maio 2020 - 3:39


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A noite


Trio
A situação se desenrolou de forma simples e em meio tempo Duncan carregava a passos lerdos Garfield na direção do navio. M-4 não precisava ajudá-lo já que o próprio Henryford o fazia mesmo em seu estado meio mórbido. Não só ele, o pássaro aparecia e parecia basicamente carregar o pernas longas sozinho enquanto. Quando chegavam no navio Hugo ia imediatamente ajudar a carregar o grandão e Lenora e Katie se aproximavam rapidamente para tentar ajudar. - Isso aqui não vai ser simples de tratar. - Falava a mulher com a mão sobre a boca meio preocupada com o procedimento. - Pelo que vi... você não precisa ajudar não. - Falou Katie se intrometendo na situação e falando claramente para Duncan. - Depois teremos que conversar sobre isso com certeza, mas se afaste nesse momento.  - Falava ela, bom, como a médica não sabia da situação era normal considerar Dellumiere como o errado ali.

Já Naomi se afastava daquela confusão e se aproximava da sereia que estava deitada numa posição de cansaço na cabeça do boi. Yumi falava com ela desejando que a mesma perdoasse a situação e fosse a abraçar. Seu plano parecia realmente promissor, no entanto, a mulher olhava para a revolucionária com um olhar de pena depois de alguns segundos. - Eles estão te enganando menina. - Falava ela com um tom meio de pena, o medo parecia passar, apesar de negar o abraço. - Se fossem revolucionários não teriam aceito aquele homem. Tente fugir deles o quanto antes, provavelmente vão te vender como escrava se você bobear perto deles. - Falava ela num tom realmente de sugestão e até certos resquícios de medo, ela parecia acreditar que a pequena era gentil, porém, dado os últimos acontecimentos, era meio óbvio que ela estava com medo demais de deixá-la se aproximar. Afinal, prevenir é melhor que remediar. Com aquilo não restava muito para a jovem além de se afastar e ir na direção do navio quebrado dos revolucionários, de qualquer forma, não parecia que a sereia sairia dali tão cedo, o animal não dava qualquer sinal de se mexer.

Enquanto Yumi se aproximava do navio, via que M-4 e Duncan estavam conversando e enquanto se aproximava ouvia o jovem falando que eles três haviam encontrado a sereia e explicando a situação. Combinando o timing perfeitamente, quando ele terminava de falar Naomi chegava e se desculpava pela cena que fizeram a comandante ali ver. - Bem... - Ela começava a falar meio perdida pensando e levantava um pouco a cabeça sentindo a chuva batendo em seu rosto. - Vocês foram recrutados em Conomi... você eu sei que não é de lá... se ele for talvez explique o trauma. - Falava ela meio calma. - Até Grambos o aceitou... Claro que é um comportamento totalmente inaceitável para um grupo como o nosso... mas digamos que "tudo bem"... - Ela parecia dolorida só de falar aquilo, as palavras de voto de confiança de Duncan pareciam validar a situação o suficiente.

Logo ao lado deles estava o pássaro gigante. - Ok... nós temos várias coisas para cuidar agora. - Dizia ela coçando a própria cabeça e ignorando o animal ao seu lado completamente. - Você nem arma tem. - Falava ela olhando para Duncan. - Então você fica aqui e cuida desses caras aí de alguma forma. Yumi, nós vamos procurar por algum carpinteiro nesse farol para arrumar o nosso navio e levá-lo para a água. - Falava ela para Naomi. - A sereia deve saber algum, vamos lá falar com ela, preciso pedir desculpas para ela em nome dos revolucionários e explicar a situação. - Falava ela pedindo para Yumi ir na frente, aparentemente M-4 havia visto que a pequena conversando com a sereia enquanto o Duncan carregava Garfield.

Nesse momento os três ouviram Lenora comemorando que Garfield estava "bem". O pernas longas abria seus olhos e via que estava na pedra fria do farol com uma lona improvisada que impedia que a chuva batesse nele. Seu corpo ainda doía. Estava fraco e só conseguia ouvir os gemidos de dores do povo a sua volta; os pingos de chuva batendo no navio e na lona; e os gritos de Lenora de que ele estava bem.

Ferimento escreveu:
Garfield não pode realizar movimentos bruscos por 0/8 posts


Povo do Strip Poker
A jovem não queria saber de jogar e passava o dinheiro para o homem da cuequinha. - Eu não gosto de rapazes jovenzinha, mas ele apostou, não tem disso de você tomar o lugar dele. Bom, agora tem porque ele irá apostar com o seu dinheiro. - Dizia o homem com um sorriso perverso. - Que legal... lembrando que se ele perder agora, eu vou deixar os dois pelados já que você já tirou a camisa. - Falava ele.

Georg parecia animado com a situação. Mesmo de cueca acabava falando várias coisas tanto para Azura quanto para o velhote. - Tem sim, menina aproveita que você não vai jogar e pegue algo para nós três bebermos. - Falava ele, não era uma ordem por causa do sexo, era só porque Azura estava realmente a toa. Karthus apontava para um local de sua pequena casa onde ela acharia um armazém com diversas bebidas diferentes e ela poderia servir para os três quaisquer bebidas que ela quisesse, quase um paraíso do álcool para aqueles seres.

- Muitos piratas com ótimas bebidas chegam aqui e apostam elas após já terem perdidos a aposta inicial. - Falava ele satisfeito. Mas aquilo também ficava como um aviso. Apesar de terem apostado as roupas só porque sim, não havia nada que realmente estavam apostando naquela primeira vez. Os trezentos mil berries na mesa eram todos de Karthus. Porém ele deixava claro ali pela sua fala, se Faust perdesse a próxima teriam que oferecer alguma coisa diferente.

Cartas Georg:
 

Cartas mesa:
 

Com as cartas em mãos Georg começava a sua leva de blefes. O velhote parecia animado. - A minha mão está horrível de novo também. - Falava ele rindo ignorando a frase de Faust falando que sua mão era boa, ou ele havia sacado que era um blefe, ou ele estava blefando sobre o blefe, essa era a beleza daquele jogo. - Se ela tiver sorte também é sacanagem, Deus já a beneficiou de outras maneiras. - Falava ele quanto a frase do palhaço deixando a cargo dos dois entenderem o que ele queria falar com aquilo.

Carta virada:
 

Quando a primeira carta foi virada o Karthus soltou uma risada alta, ele pegava os cem mil berries dele e tacava na mesa. - All in, é assim que você faz, não é? - Falava o homem animado desafiando Georg a seguir o all in. - A minha mão de merda acabou de virar ótima. Talvez Deus queira apreciar a própria obra de arte - Dizia ele sorrindo de orelha a orelha.


Legenda:
 

Histórico:
 

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