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Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 17 XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!

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ADM.Tidus
Duque Azul
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MensagemAssunto: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 17 EmptySeg 23 Dez 2019, 17:09

Relembrando a primeira mensagem :

Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) revolucionário Azura V. Pendragon. A qual não possui narrador definido.


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Kenshin Himura
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 17 EmptySeg 27 Abr 2020, 00:33



Após o atrito com Garfield, seguia rumo ao navio, aonde encontrava com M-4, minha cabeça estava pegando fogo, com toda aquela situação, precisava espairecer. Assim que chegava ao barco M-4 respondia que o carregamento roubado da marinha era de armas, e inclusive teria uma bota para batalhas no meio delas, ficava feliz com aquilo a final o esforço de Duncan e os outros, e os nossos de ajudar eles com a fuga do navio não fora em vão.

- Então aquilo tudo não foi atoa! Dava uma pequena risada. - Que bom que ao menos isso deu certo! Falava pegando o par de botas, tirando as velhas e colocando as novas no lugar. Sentia meus pés pisando em um material mais macio, talvez por serem novas, mas que pareciam ser de uma qualidade superior as minhas outras. “Fazer bom usos delas já já!” Pensando no grupo de piratas que estavam escondidos em meio as cavernas.

Em seguida informava para onde iria e logo escutava a voz do pequeno Zhac informando que assim que encontrasse um log pose trazer para ele pois precisaríamos. De início o nome não era estranho, já tinha escutado em algum lugar, mas não fazia ideia do que se referia, e muito menos aonde encontrar. - Não se preocupe pequeno, seu pedido é uma ordem! Dizia sorrindo para o mesmo, fazendo um sinal de sentido para o pequeno anão.

Seguia rumo ao farol em meio aos pingos gelados que caiam em minha cabeça não, gostava da ideia de me molhar com a chuva em meio aquela noite, detestava passar frio. Em busca do palhaço conseguia escutar sua voz meio que de longe, assim que caminhava na direção de sua voz escutava o mesmo nome que o anão tinha pedido para que eu encontrasse. “Olha parece que foi mais fácil do que eu esperava!” Pensava me aproximando do palhaço, mas não tirava da mente a ideia de bater em alguns piratas.

Antes que o palhaço pudesse falar, o velho que estava perto dele perguntava se eu era amiga do mesmo e se eu era uma revolucionária, olhava estranho para o velho, em seguida o mesmo falava que eu poderia chutar algumas bundas mais tarde, e perguntava se eu participaria da aposta pelo tal loge.

- Aposta? Eu estava interessada naquilo coçava o queixo com minha mão direita, sentia minha boca ficar seca como um deserto, não sabia se era o fato que poderia ganhar algo, ou apenas estava com vontade de tomar minha bebida. - Isso vai valer dinheiro? Perguntava com um sorriso malicioso em meu rosto, então pegando minha garrafa de vinho e em seguida tomando alguns bons goles da bebida, o suficiente para saciar minha sede.

Mas antes que o velho pudesse falar, Faust me dava o parecer sobre oque se tratava, então o Loge era algo que permitiria nossa saída daquele pedaço de terra desolada, aquilo era muito importante, não tinha ido até ali para ficar estagnada naquele lugar. - A proposta parece interessante Faust! Dizia rindo ao mesmo, não saberia qual seria o desafio que o homem iria fazer.

Assim Georg, deixava a decisão para mim, colocava a mão no ombro do mesmo e com um sorriso começaria a falar. - Bom como meu amigo aqui gostou da ideia de um desafio! Acho valido a gente participar junto hi hi hi! Sorria para o velho esperando pelo oque seria tal desafio.

Assim escutava Faust falar palavras interessantes, aquilo realmente me deixava um tanto intrigada, sempre bati no peito sobre minha causa e para quem eu lutava, e via que o mesmo tinha a mesma linha de pensamento que eu, mas não podia deixar ele achando que todos os revolucionários eram covardes de admitir. - Não é bem assim meu caro palhaço! Dava uma pausa me posicionando ao seu lado.

- Nossa luta tem muitos lados, isso é fato, principalmente minha causa! Tenho orgulho de todo trabalho que venho fazendo e das condecorações que venho ganhando, estampo elas em meu peito para que todos vejam quem sou e que saibam que estou lutando por eles. Falava passando a mão em cima das condecorações que havia ganhado recentemente. - Mas precisamos de pessoas como Duncan ou Yumi que são mais discretos para conseguirmos informações e infiltrar em lugares que seriam difíceis para nós, assim é bom eles terem cautela de falar quem realmente são! E com um grande sorriso olhava em seus olhos falando. - Assim como preciso de pessoas como você e eu, que bate de frente contra quem for nossos inimigos sem medo de dizer quem somos, ah claro tem o Garfield mesmo ele sendo um idiota, ele ainda é uma boa pessoa eu acho. Luta pela nossa causa no mesmo estilo que eu e você! Falaria assim olhando para o velho e com um grande sorriso.

- Certo senhor Karthus, cracus, sei la seu nome, ganhou minha atenção com esse desafio, oque temos de fazer? Com um olhar confiante para o homem, estava gostando do rumo daquilo e da determinação do palhaço.

- E Faust, farei assim, se ganharmos, e você quiser se juntar ah minha célula te farei um dos meus arautos! Falaria assim tirando um dos anéis de meu bolso, o verde com o símbolo do trovão. - Preciso de pessoas como você que não tem medo de estar a frente da revolução para defender a célula, se ganharmos você será meu arauto do trovão! Assim falaria mostrando o anel para o palhaço.


Historico:
 
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Akuma Nikaido
Pirata
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Akuma Nikaido

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 17 EmptySeg 27 Abr 2020, 01:28



Eu não conseguia passar um ar de intimidação para aqueles homens, muito embora esse não fosse meu propósito. Fosse intimidando ou ganhando seus agrados, eu somente queria que parassem de atacar o pato. E conseguira. Mas, no caso, havia sido para direcioná-los para mim. Ouvia o homem dizendo querer apenas capturar o pato, sem fazer mal a ele, mas olhava desconfiada:


— Vocês por acaso demonstraram isso para o pato? A gente não conquista alguém à força, mas com doçura. E aquele pato estava com medo de vocês.


Eu não achava que daria conta de enfrentá-los, mas estava disposta a tal. Por sorte alguém encerrava a atividade de caça e eu ouvia o comentário sarcástico, porém preciso, do homem.


~ Ele não está errado. Preciso melhorar cada vez mais minhas habilidades. Do contrário ficarei para trás.


Duncan conversava comigo tão logo a situação se encerrava, e sorria para o homem, respondendo-o:


— Eu disse, senpai. Não serei um fardo para vocês... Mas não vou também deixar meus ideais de lado, mesmo que isso contrarie ao pensamento dos outros. Ninguém é perfeito, e vocês também podem estar errados, assim como eu também posso. Mas vamos juntos colocar abaixo o status atual do mundo.


O meu sorriso caloroso, no entanto, tornava-se gélido tão logo ouvia as novas falas de Garfield para Duncan. Sentia meu rosto corando enquanto imediatamente dava dois passos à frente e saltava no pescoço do Arauto do Sol, agarrando-o pelo colarinho. Ação que poderia ser intimidadora, se eu não tivesse literalmente que ficar suspensa no ar para tal ação.


— Escuta aqui, grandão. Você estava disposto a proteger esse pato tanto quanto eu. E agora diz que ela não é uma pessoa, como se isso fosse algo ruim. Para você a vida do pato vale mais que a dela?


Olhava-o nos olhos, descarregando a minha fúria como podia: com palavras.


— A sociedade que você quer por acaso é uma sociedade boa para quem? Para humanos? E o resto que se foda? Se for isso, sinto muito, mas nós teremos desavenças. Porque eu quero um mundo onde todos possamos brilhar sob o Sol. E não que alguém, só por não nascer com dois braços e duas pernas vá ser considerado alguém mau ou inferior. Olhe para essa mulher? Ela te fez algum mal? Ao que me parece, ela foi a única que tentou nos ajudar desde que chegamos, e assim que você a trata?


Ainda bufando, afrouxava meu aperto, me soltando ao chão. Olhava para Garfield ainda com um olhar frio, finalizando minhas palavras ao dizer:



— Talvez para ela quem come as crianças do povo dela são pessoas como você. Se quer aprender a "lidar com os peixes" de maneira melhor, comece tratando-os da mesma forma como gostaria de ser tratado. E pare de ficar pensando nela como alguém diferente só pela aparência. É justamente aí que seu racismo começa.



Talvez eu tivesse sido ainda mais dura, mas saber que Duncan gostava de Garfield me fazia aceitar que ele não fazia por mal. Mas mesmo assim, não conseguia evitar o pensamento de que na próxima vez que o ouvisse falar algo assim, acabaria enterrando um dardo naquele retardado.


Nesse momento, olharia para a tritão, e pediria novamente desculpas caso ela tivesse ouvido o que acontecera. Caso não, apenas me aproximaria, dizendo:



— Com tudo isso que aconteceu nem pude me apresentar, gomen. Meu nome é Yumi. Qual o seu?



Faria uma pequena reverência, voltando ao normal e sorrindo para a moça. Acabava ouvindo o convite de Duncan e gostava da ideia, embora temesse um pouco a reação dela quando ouvisse as próximas besteiras de Garfield. Nos aproximávamos do pato e ele reagia bem, mostrando não ter medo nosso. Dessa forma, sentia-me mais confiante para aproximar cada vez mais do animal, reparando em suas feições. Aquilo definitivamente não era um pato, mas não sabia como chamá-lo. Se notasse que o animal não estava com medo e permitia minha aproximação ainda mais, iria continuar avançando até ele lentamente, até poder fazer carinho nele. Eu adorava animais e sentia-me bem estar perto de um peixe-vaca gigantesco e desse estranho pato, por mais esquisito que isso pudesse soar. Além disso, não podia negar. Estava curiosa a respeito da moça tritão e da história que a envolvia. Talvez fosse a hora de poder relaxar e ter um bom papo.



Citação :

Contagem

Posts: 25
Ganhos: Arma de fogo
1kk (evento, já adicionados a ficha)
broche OPRPG 10a (evento, já adicionado a ficha)
Vantagens: voz encantadora e boa aparência (evento, já adicionados a ficha)
Perdas: 30.000 berries
Relações: Seshiro: em construção
Zhac: em construção
Derlir: em construção
Torch: em construção
Duncan: em construção
Faust: em construção
Azura: em construção
Garfield: em construção
M-4:em construção

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PepePepi
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 17 EmptyQua 29 Abr 2020, 04:27


Narração
Sensação térmica: Aos poucos ficando mais frio
Chovendo
Localização: Farol
A noite


Já nem sei quem mais ta aqui e quem não
A confusão ali era algo interessante. No final, a única coisa que poderia ser dito é que todos pareciam dar bronca em Garfield, que mesmo após todas as broncas não entendia nem mesmo o que havia falado era errado. Tanto lixo saía da boca dele que era no mínimo interessante ver como ele não entendia como tudo que falava era extremamente errado.

Com isso tudo feito, seguiam para perto da mulher peixe com a promessa de que ele iria se desculpar dela. A primeira a chegar lá no entanto era a pequena Yumi. - Morgana. - Respondia a mulher para Naomi ainda meio calma percebendo que pelo menos a pequena era tranquila. Ela parecia até mais calma, até que Garfield chegava...

Não só a tritão entrava numa pose de auto defesa quase que instantâneo, como também quando ouvia o pedido de desculpas do pernas longas parecia nem acreditar no que ouvia. Tanto que mantinha a pose de defesa mesmo com ele falando que não era necessário. Com toda a sua pompa ele ia falando coisas que aparentemente pra ele seriam um pedido de desculpas, porém a loucura de suas palavras eram demais para alguém que não o conhecia. E enquanto ele ia falando, todos os três ali viam o corpo dela mudando. Todas as partes do molusco iam sumindo e iam assumindo partes de humana, até que ela simplesmente ficava igual uma linda mulher banhada a luz do luar naquela chuva.

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E enquanto Garfield dava as costas para sair e ir falar com Duncan sobre ter "pedido desculpas", ele ouvia ela comentando. - Arauto do sol? Que grande baboseira. Se eu estivesse assim no começo você não teria falado merda nenhuma. Você é só um pirata inútil e nojento. - Todos sentiam o ódio dela nas palavras que falava. Mas Henryford estava determinado a seguir e falava para Dellumiere que havia pedido desculpas, ouvindo o seu colega se distanciava para ir falar com M-4.

Duncan então se aproximava da mulher a sua frente, que agora não era mais uma tritão... ou seja, nunca fora, era só um engano. Ela ainda mantinha a pose de defesa pessoal pronta, principalmente a ver como os dois homens se tratavam muito bem, com certeza esse outro bonitão que se aproximava era tão ruim quanto o primeiro. Quando Dellumiere se apresentava, ele via o olhar dela de "nem fodendo para de mentir seu filho da puta". - Se vocês são do exército revolucionário falando esse tipo de merda eu sou um Tenryuubito. - Falava ela totalmente descrente nas palavras dele principalmente porque no tempo que ela ia comentando ouviam no fundo Garfield falando: "A sabedoria de hoje é: homens-peixe também são parte homens. Não devemos tratá-los com desdém.", parecia até zombaria para uma pessoa normal, no mínimo era justo ela falar isso.

Naomi e Duncan pareciam ainda preocupados com o pato. Se a mulher iria responder algo era difícil de saber. Yumi começava a escalar a vaca querendo chegar no pássaro que havia ali em sua cabeça. Mas naquele momento o animal acordou e ela se viu sendo derrubada, caindo de bunda no chão. O que a surpreendia não era ele fazer isso do nada, afinal, ainda deveria estar assustado... ou assim imaginava, mas ela percebeu que o pássaro fora na direção de Dellumiere. Ele parava e fazia gestos diferentes do comum para um selvagem, ele parecia querer ser acariciado pelo Eclipse.

Meio animado com o pássaro indo até ele sem dificuldades, Duncan comentava sobre ela ir com eles em viagem. - Os Pillagers são ruins... mas vocês me parecem bem piores. Principalmente falando que são revolucionários mas aceitando seres como aquele maluco. - Falava ela com nojo ainda só de se lembrar da imagem de Garfield. - Estão desgraçando o exército mentindo dessa forma. - Ela se afastava e ia na direção da vaca, acariciando o rosto dela. - Vamos... acorda. Vamos sair daqui. - Falava ela querendo que o animal acordasse. Mas ele parecia não ouvir ou não se importar com o pedido. Ela então deixava os ombros caírem num sinal de cansaço e sentava-se apoiando as costas no animal adormecido. - Se querem fingir que são bonzinhos, só me deixem em paz e vão ajudar seus amigos. - Falava ela indicando para eles irem para longe.

Já no lado de M-4, quando Garfield chegava e perguntava a ordem que ele teria que cumprir. - Tem lona lá dentro. Pegue ela e tenta improvisar uma barraca por favor. Não é bom para os feridos ficarem expostos a chuva. - Falava ela, mas o pernas longas preferia dar um pequeno "sermão" antes de ir realmente fazer a ordem. A lona era pega e colocada num ângulo meio merda para virar cabana, mas já era melhor que nada. Garfield mesmo estava interessado em outra coisa, ele ia até M-4 e perguntava sobre o que Creg faria se tivesse um homem-peixe por perto. A menina olhava para ele. - Eu o conheci no mesmo dia que você, eu não sei, provavelmente diria bom dia e perguntaria se está tudo bem? - Perguntava ela meio que dando de ombros, parecia passar em branco na mente do pernas longas que os dois foram juntos para Loguetown então obviamente ela não teria como conhecer Creg intimamente igual ele queria na resposta. - Está enganada. - Os dois ouviram o navegador Zhac falando enquanto se aproximava. - Creg era escravo junto de vários tritões. E um outro tritão o salvou enquanto salvava seu próprio povo. Creg amava tritões. - Falou o baixinho num tom nostálgico lembrando que o homem havia morrido.


Azura e Faust
O homem olhava interessado para aqueles dois a sua frente que iam respondendo um ao outro e decidindo participar da aposta. O sorriso dele era constante em seu rosto, mesmo com a chuva toda molhando suas roupas e esfriando o corpo de todos os presentes. Quando eles acabavam de falar, a decisão ficava clara, participariam do desafio, qualquer que fosse. O homem sorriu um pouco diferente, parecia um sorriso traveso. - Realmente. Vocês são um pouco diferente dos revolucionários mais "comuns" por assim dizer. - Falava ele indicando para os dois seguirem ele para dentro da cabana que ficava ao lado do farol.

A construção não tinha nada demais, parecia uma casa normal de três cômodos, um sendo o quarto, um sendo o banheiro e o outros o maior de todos de longe que comportava cozinha, sala, local para hospedes e várias e várias caixas com um trem circular que parecia uma bussola. - Já que os dois gostam de "ação", vou fazer o desafio de vocês ser algo mais mental. - Falava ele ainda com um sorriso mais sacana no rosto. - Blefar é algo ótimo para se safar de muitas situações. Vocês revolucionários precisam saber mentir muito bem. - Falava ele puxando a mesa circular da casa e colocando três cadeiras ali, indicando para os dois se sentarem em cada uma delas.

Ele saía por um tempo e voltava jogando uma toalha para cada um. - Se sequem, ou vão estragar o meu baralho. - Falava ele já com o baralho em mãos enquanto embaralhava. - Todo bom revolucionário tem que saber a arte de blefar. - Falava ele animado sentando-se na ultima cadeira vazia. - Considerem isso como um teste. Se vocês não conseguirem nem mesmo me entreter num jogo mental básico aqui não vão durar muito com mentiras na grand line. E nenhum revolucionário consegue sobreviver lutando sempre. - Falava ele, mas o peso ali nas palavras era maior, carregado pela experiência. - Os marinheiros e os agentes do governo são absurdamente mais fortes na grand line do que nos blues. Por isso, me entretenham, mostrem quem sabem blefar ou sabem apostar num jogo chamado Poker. Conhecem?

Se não conhecessem ele iria passar as regras do jogo para eles entenderem como funcionava. Ele então parava de embaralhar e distribuía as cartas para todos. - Claro, que não tendo dinheiro não faria muito sentido vocês fugirem. Então... - Ele colocava a mão no bolso e colocava berries na frente dos dois. - Não só o log pose, se vencerem podem ficar com isso também. - Não era motivo para alarde, o dinheiro na mesa não passava de trezentos mil berries, ficando cem mil para cada um. - Na primeira rodada só para aceitar serão vinte e cinco mil berries. - Falava ele finalmente pegando as próprias cartas e as olhando.

Cartas Faust
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Cartas Azura
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Karthus colocava os vinte e cinco mil mostrando que ele aceitava a aposta, ele fazia isso sem sequer se importar com os outros dois aceitando ou não. Claramente a carta deles eram horríveis por si só, foi quando viram então a mesa.

Cartas Mesa
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O homem havia embaralhado e nenhum dos dois tinha qualquer coisa em mão. Ele havia comentado sobre a arte de blefar. Claramente algo ali parecia de propósito. - E então, vão aceitar a primeira rodada de apostas? - Pelo menos ele continuava sorrindo.


off:
 

Legenda:
 

Histórico:
 

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Kenshin Himura
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 17 EmptyQui 30 Abr 2020, 02:56


A chuva que antes eram apenas algumas gotículas de água caindo sobre meus cabelos, agora começavam a ficar mais fortes, e com elas um ar gélido batendo em minha pele, fazia me arrepiar, não sabia se era pelo frio, ou por encontrar mais um possível arauto, e para completar uma aposta, o quão divertido isso poderia ficar?

O homem, estranho por estar sempre sorrindo, indagava que eramos diferentes dos demais revolucionários que o mesmo tinha encontrado. - Senhor você não viu nada ainda! Falava com um olhar maliciosa e lambendo meus lábios. Em seguida o homem indicava para que entrássemos em sua cabana, já não era hora, estava sentindo meu corpo ficar cada vez mais gelado naquela chuva, assim que entrava via que o lugar era bem simples, e que aparentemente só vivia o mesmo ali, um lugar perigoso para se viver sozinho com a quantidade de piratas que passa por ali, as únicas coisas estranhas ali eram as caixinhas com pequenas bolas que lembravam bússolas. “Esse homem está escondendo algo, tenho certeza que o mesmo é perigoso.” Pensava analisando o mesmo enquanto andava pela cabana.

E sem demoras o velho começava a falar sobre o tal desafio, logo o mesmo falava que seria algo mais mental, aquilo fazia com que eu franzisse a testa, não parecia que iria ser algo interessante, talvez estivesse com medo de algo mais físico? Ou apenas cansado, não sabia a idade do mesmo mas parecia ser bem mas bem mais velho. Em seguida o mesmo falava sobre blefes, não saberia oque fazer com aquilo, a gente ia competir para quem conta a melhor mentira?

Antes de sair o mesmo jogava uma toalha para mim e para Faust, para que pudéssemos nos secar, aquilo poderia ser útil para tirar o excesso de água, já que estava um pouco ensopada, mas certamente minhas roupas ainda incomodariam mediante a situação. - Muito obrigada! Falava agarrando a toalha e passando nos lugares que estavam mais molhados.

Quando o homem voltava, ele vinha falando sobre a arte do blefe, e o quão importante seria mediante nosso futuro naquele mar, o mesmo falava algo que já sabia, os marinheiros e agentes daquele mar eram muito mais fortes do que os que tinha encontrado no East Blue, lembro-me muito bem da batalha perdida por minha mãe, e das incontáveis batalhas que vira a senhora Katharine travar com os mesmos sem poder fazer nada pois minha mestra me julgava “verde” demais para a situação.

Então ele dava o nome do jogo, poker, nunca tinha ouvido falar daquele jogo, mas a verdade era que nunca tinha jogado nada em minha vida inteira, então não tinha nenhuma ideia do que tinha de ser feito. - Haamm, desculpa senhor, mas nunca joguei algo do tipo! Falaria dando um sorriso singelo para o mesmo, estava um tanto envergonhada, mas o fato e que minha vida era bastante corrida para esse tipo de lazer, só conseguia beber e transar. “Se bem que desde que cheguei nos Blues não consegui dar nenhumazinha!” Pensava olhando para o nada ao canto da sala, quando percebia que o homem ia explicando as regras do jogo.

Enquanto o mesmo, ditava oque tinha de ser feito, entendia bolhufas do que ele estava falando, era um assunto que não me chamava a atenção, e mesmo a situação não me despertava interesse, esperava que Faust pudesse levar essa, pois infelizmente eu não poderia fazer nada. - Certo, podemos começar… Eu acho.. Falava olhando para o velho, não estava confiante, mas se tinha aceitado tinha de ir até o final.

Apesar de apenas o Log pose ser por si um prêmio mais do que satisfatório, o homem decidia deixar as coisas um pouquinho mais interessantes, colocava um punhado de dinheiro a mesa, não era muito, mas como diria a mamãe, lucro é lucro. - O senhor realmente sabe falar uma boa língua! Dizia pegando o punhado que ele dava a nós.

Em seguida recebia as cartas do jogo, eu realmente não entendia oque deveria ser feito, mentir? Ou engambelar o velho, precisava que Faust tivesse entendido o jogo e soubesse oque fazer, oque me restava era tentar enrolar o velho para que Faust pudesse ganhar, não sabia se minha mão era boa ou não, logo com um sorriso malicioso em meu rosto olhava para o velho. - Sabe senhor Karthus, tem um tempo que não tenho nenhuma animação, não gostaria de apimentar um pouco mais esse jogo!? Ainda com o sorriso malicioso em meu rosto, levava minha mão direita ate os dois primeiros botões de meu uniforme. - Talvez quem sabe apostar um Streptease? HiHiHi! Dava uma pausa para poder ter a atenção do velho.

- Conforme perder, vamos perdendo umas pecinhas de roupa, oque acha? Esperava conseguir ganhar o velho com isso, tinha que o distrair para que Faust pudesse ganhar, e com isso utilizaria a única regra que entendia daquele jogo, ele aceitando ou não o jogo tentaria fazer com que o sangue saísse de seu cérebro e fosse para digamos… outra região. - Bom, temo que eu tenha passado! Colocaria o par de cartas em cima da mesa, em seguida me levantaria, e calmamente começaria a retirar meu uniforme, botão a botão, fazendo com que eu ficasse apenas com meu sutiã, jogava meus cabelos para trás para que o velho pudesse ver toda minha comissão de frente, sem seguida colocaria a parte de cima de meu uniforme que ainda estava molhado ao chão do lado da onde eu estava. - Então, vamos continuar jogando!? Estava confiando que Faust desse conta do jogo, e esperava que minha tática não saísse pela culatra e distrai-se o palhaço. “Foco no jogo Faust, foco no jogo!”
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 17 EmptyQui 30 Abr 2020, 03:49


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Me virava para relatar meu pedido de desculpas para Duncan, ainda deveras insatisfeito por estar baixando minha cabeça para um ralé homem-peixe, até que ouvia palavras de baixo calão e muito mal educadas vindas do peixe. — Arauto do sol? Que grande baboseira. Se eu estivesse assim no começo você não teria falado merda nenhuma. Você é só um pirata inútil e nojento. — Interromperia minha movimentação para o Eclipse e voltaria minha atenção toda à peixe. Depois de encarar silenciosamente seus olhos por alguns segundos, me acalmaria, juntaria minhas duas mãos e olharia para o céu. — Ó grandioso Sol, perdoe sua ingrata criação: fizestes de seu cérebro peixe e seu corpo humano, que não sabe distinguir uma causa nobre de um atentado terrorista. — Abriria os braços, fecharia os olhos, sorriria de boca fechada e inalaria profundo ar, sentindo o calor da noite e reparando no céu escuro e chuvoso. — Oh, és tu, Lua, minha virgem dos lábios de mel! Assim como nosso caso deve ser selado às quatro paredes, a profanação do energúmeno também deve. Ah, se o Sol descobrisse tamanhos segredos… o que não faria com o universo, não é mesmo? — Soltaria o ar inspirado, completamente mais calmo dessa vez. Voltaria a realizar todas as ações anteriormente mencionadas nos tempos passados.

De longe, agora mais próximo de M-4, poderia estar ouvindo algumas das falas do tritão. Caso ouvisse acordando a grande vaca, me poria a apoiar o peito na janela mais próxima que tivesse, ou então me manteria em pé em uma superfície na qual poderia enxergá-la bem, e faria um som estridente: — Shhhhh! Vai acordar a vaca! Shhhh! — Colocaria um semblante irritado no rosto. — Tenha mais empatia com os outros, tritão! A vaca pode querer estar dormindo e você não a permite. Não sabe o quanto é difícil dormir nos dias de hoje. — Então, continuaria com as minhas ações anteriores, até o momento em que fora dito minhas palavras sobre a tritão. Antes disso tudo se concretizar, logo depois das minhas falas antigas contra o tritão, sentia algo me escalar, não sabia dizer direito o que era, talvez fosse impressão minha. Apenas quando olhava “para baixo” — isto é, bastava apenas uma leve inclinação do queixo ao chão para vê-lo — reparava em M-8 segurando a gola da camisa. — Ei, ei, cuidado! Venha cá, espera aí… — Soltaria um gemido próximo à “upa!” e pegaria a baixinha no colo com os dois braços, reconhecendo que de alguma forma queria me escalar. Assim que a pegasse, a colocaria acima dos ombros, como um cavalinho, escutando suas próximas palavras. — Escuta aqui, grandão. Você estava disposto a proteger esse pato tanto quanto eu. E agora diz que ela não é uma pessoa, como se isso fosse algo ruim. Para você a vida do pato vale mais que a dela? — Coçaria o queixo, ainda com a pequena nos ombros. — Hmm… veja bem... — Deixaria a resposta por isso mesmo, como se realmente estivesse pensando.

— A sociedade que você quer por acaso é uma sociedade boa para quem? Para humanos? E o resto que se foda? Se for isso, sinto muito, mas nós teremos desavenças. Porque eu quero um mundo onde todos possamos brilhar sob o Sol. E não que alguém, só por não nascer com dois braços e duas pernas vá ser considerado alguém mau ou inferior. Olhe para essa mulher? Ela te fez algum mal? Ao que me parece, ela foi a única que tentou nos ajudar desde que chegamos, e assim que você a trata? — Me surpreenderia com o discurso repentino e isso me faria cambalear um pouco com ela nos ombros, talvez por ter a sensação de estar aceitando contato com um corpo hostil, mas, por ser M-8, sabendo que todas as M’s têm certo padrão de comportamento agressivo, aceitava de maneira compassiva. Pelo contrário de uma reação raivosa, gargalharia baixo. — M-8, sua garota esperta! — Encararia a constatação como uma ironia. — Prometo à você quantas balas quiser quando passarmos na loja mais próxima. Muito bem falado sobre o papai Sol! Mas veja bem, minha querida… — Diminuiria o sorriso e olharia para a tritão, mesmo que de longe. — Ela usa aquela pobre vaca gigante como instrumento de viagem. Como vamos ter empatia com alguém que usa da liberdade de outro ser, chamando de propriedade de alguém, e ainda nos insulta mesmo depois de conseguirmos acalmar o animal? — Olharia para cima, buscando os olhos da pequena. — A consequência da luz é a escuridão. Onde há luz, há uma imensidão de escuridão por onde ela não toca. Se uma luz é mais forte que a outra, a mais fraca passa a se escurecer, não por ser escura a princípio, mas por invejar a força da maior. E existem luzes mais fortes que as outras, como deve saber. — Olharia dessa vez para o chão. Não me importaria se outras pessoas estivessem me julgando por estar com uma criança nos ombros. — Quando aquela vida disse que o posto de arauto do Sol era uma bobeira, revelou sua inveja pela luz maior, aceitou a escuridão dentro de si. Não podemos iluminar quem não quer ser iluminado, garota.

—  Talvez para ela quem come as crianças do povo dela são pessoas como você. Se quer aprender a "lidar com os peixes" de maneira melhor, comece tratando-os da mesma forma como gostaria de ser tratado. E pare de ficar pensando nela como alguém diferente só pela aparência. É justamente aí que seu racismo começa. — Cerraria o olhar para o chão, com más lembranças de certas histórias do passado. Lembraria dos ditos de Azura e Duncan somados, e, com as duas mãos, seguraria o pequeno tronco da garota e a colocaria de volta no chão, me posicionando em cócoras e olhando diretamente para seu rosto, estando da mesma altura que ela por conta da posição. Balançaria a cabeça em afirmativo algumas vezes, tentando mentir para mim mesmo sobre as afirmações — eu sabia qual era a verdade sobre os tritões, afinal. Respiraria fundo e me veria na necessidade de ser menos inconsequente. — É verdade, pequena. É verdade… — Sorriria para ela, então. Ou melhor, forçaria um sorriso. Com sorte, convenceria-a da ideia de estar aceitando a situação toda. — Vamos comigo pedir desculpas para o peixe. Pode ser? — Esperaria que me acompanhasse.

Não estaria muito longe do tritão, afinal, então seria capaz de escutar certas coisas se estivesse no lugar certo e na hora certa. Pegaria M-8 no colo com os braços e a colocaria sobre os ombros de novo, deixando-a ter o vislumbre da altura de alguém de dois metros. Ao me aproximar do tritão, impacientemente começaria a discursar. — Tritão, veja bem. — Ouviria a primeira sentença, esperando uma brecha para falar. — Os Pillagers são ruins... mas vocês me parecem bem piores. Principalmente falando que são revolucionários mas aceitando seres como aquele maluco. — Sabia que com “aquele maluco” ela se referia a mim, mas não me importava, já estava acostumado com esse tipo de abordagem. — Veja bem, tritão, veja bem. Talvez eu tenha menosprezado um pouco sua forma de vida… agora reconheço que não são todos que são assim, e… — Ouviria novamente. — Estão desgraçando o exército mentindo dessa forma. — Franziria a testa e manteria um olhar morto. — Ei, veja bem. Maneire nas suas palavras, pare de tomar um pelo todo. De qualquer forma… — Caso ouvisse ela tentando acordar o animal, diria o que já foi tentado anteriormente. Então, voltaria a ouvir. — Se querem fingir que são bonzinhos, só me deixem em paz e vão ajudar seus amigos. — Interromperia sua última palavra com um grito. — CALE-SE, IMUNDA! — Ainda com M-8 nos ombros, caminharia a passos rápidos e fortes até ficar cara a cara com o tritão. — QUEM É VOCÊ PARA DIZER O QUE É BOM OU MAU, HEIN?! EU NUNCA VOU ME ESQUECER PELO O QUE FIZERAM COM O PAPAI EM CONOMI ISLAND! — Respiraria de maneira ofegante, tentando me acalmar. Quando estivesse mais calmo, continuaria, ainda indignado. — Eu não ligo para quem é você e o que você faz, se você é peixe ou gente. Abra essa latrina novamente para insultar meus companheiros e empalo você em praça pública. — Me recordaria da imagem do palhaço e me concentraria para não rir com a piada que provavelmente faria se estivesse conosco. — O peixe morre pela boca. — Cuspiria no chão, ao lado dela. — Aliás, eu vim aqui pedir desculpas por insultar a sua espécie. Fomos todos criados pelo Sol e não há superiores entre nós, apenas seus campeões. Faça-me um favor e não me dê mais motivos para fazê-lo novamente. — Daria as costas. — PARA TODOS VOCÊS QUE OUVIRAM: ESTAMOS NO CAMINHO CERTO, DA PROSPERIDADE E DA JUSTIÇA! Não é algum ser randômico que dirá se o que fazemos é certo ou errado. Mal sabem que lutamos por eles. Encerrando o discurso, caminharia em direção à M-4, realizando meus objetivos anteriores. Caso M-8 quisesse descer dos ombros, colocaria-a no chão sem hesitar e continuaria seguindo meu objetivo.

Conversava então com Zhac e M-4, Zhac parecia conhecer muito melhor Creg do que nossa líder. — Creg era escravo junto de vários tritões. E um outro tritão o salvou enquanto salvava seu próprio povo. Creg amava tritões. — Olharia para baixo e franziria a testa, segurando as mágoas. — Creg… — Retiraria a medalha do bolso concedida pelo antigo amigo e a analisaria. Começaria a rir, então. — … seu arrogante! — Junto com o riso viriam então as lágrimas de luto. Sorria por saber que havia um dia acontecido — derramava lágrimas másculas porque sabia que aquilo tudo agora era apenas o passado. Apertaria a medalha com força e depois a colocaria no bolso de volta. — Eu vou passar o seu legado, amigão. — Olhava para cima e sorria. Limparia o rosto com a manga e me daria conta de ter chorado pela segunda vez em poucos tempos. ”Talvez o contato com outros campeões esteja me amolecendo um pouco…” Sorria por dentro, então. Perguntaria aos dois: — M-4, Zhac, digam-me: o que vocês acham dos tritões? Contem-me tudo. É importante. Tenho muito a dizer, inclusive... — Esperaria a resposta deles.

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Facilitando a vida do narrador:
 
Objetivos escreveu:

— Aumentar a recompensa.
— Aprimorar meu escudo ou encontrar um que dê atributos.
— Completar uma missão.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 17 EmptyQui 30 Abr 2020, 20:44

Azura me falava sobre seu ponto de vista ou melhor seu lado na revolução, orgulho de ser um revolucionário. Eu entendia a parte de infiltração, conhecer melhor o inimigo, até porque eu não sou retardado, então eu entendia claramente as palavras daquela mulher. Era uma explicação justa, apesar do Duncan já ser alguém bem popular para quem quer viver discretamente. “Todo lugar que passo, as pessoas se sentem surpreendidas com o exército, é uma visão um pouco errada.” Parece que íamos jogar contra o velho e isso ia ser algo bem divertido. “- Um arauto! Vamos ganhar então.” Diria com um sorriso confiante no rosto. “- Até por que o mundo precisa ter uma visão diferente do exército e saber que estamos do lado deles Gwhahahahaha.” Faria um sinal de positivo, na sequência prestaria atenção em Karthus, até porque eu ainda nem sabia o que aconteceria se eu perdesse, esqueci de perguntar, talvez o velhote só queria se divertir, então vamos proporcionar um bom sorriso nesse homem e ganhar essa parada de Log Pose e ver o que isso faz. Até porque não vejo a hora de sair desse farol, as pessoas aqui parecem muito para baixo esperando uma ajuda de Deus. “Quero conhecer mais pessoas e aprontar mais por aí Gwhahaha, causa uns danos ao governo vai ser algo bem animador.” Eu não estava nem aí para qual seria o jogo, qual seria as regras ou o que isso iria me custar eu estava tipo, tonem aí. “- Vamos jogar!!!”

Seguia o senhor para a cabana, parecia até uma cena de filme de terror, mas não estava preocupado. De fato eu me considerava uma pessoa completamente diferente de qualquer, parece que o desafio seria algum tipo de jogo mental, ótimo, para mim era bem melhor que porrada. “Me dei bem.” Bom eu não sabia muito dessas situações como membro dos aliados do povo, mas aparentemente passei por situações que exigiu, mas não tinha a mínima ideia se havia me saído bem, mas foda-se, ninguém precisava saber disso naquele momento. “- Obrigado pela toalha.” Já me secava, isso era realmente importante para o momento, não curtia muito a ideia de ficar molhado. “- Vamos Jogar Poker!!!!!” Daria um belo sorriso, jogo de cartas realmente parecia bem interessante então faria o melhor para propor um entretenimento legal, espero que eu possa ganhar. “Bom não tenho muito dinheiro, mas isso também ninguém precisa ficar sabendo.” Quem sabe eu ainda não ganhe uma moeda nessa brincadeira, isso animava ainda mais o objetivo do jogo. Mas importante que o Log Pose, já que eu não sei navegar mesmo. “Minhas cartas vieram uma merda.” Olharia para elas com um sorriso animador. “Hora de ser o artista e tentar fazer o velho desistir e torcer para que eu consiga pelo menos um parzinho, para fazer sentindo minha atuação.”

Azura fazia uma proposta mais indecente e disso que eu gosto, putaria, não eu tinha que focar na diversão. “- Eu estou dentro.” Sorria para o velho usando todo o meu talento de atuação. Tiraria 5 mil B$ do meu bolso e colocaria na mesa. “- Gostei desse jogo.” Então começaria a tentar entrar na mente do Karthus, quem sabe enquanto ele analisava as curvas da Azura ele caísse com mais facilidade na minha atuação. “- Vamos virar mais uma cartinha ... se a próxima for um K, meu amigo as coisas vão de bom para melhor.” Eu poderia perder tudo, mas eu tinha que tentar pelo menos, até porque num jogo de poker aparentemente as 3 próximas cartas poderia mudar completamente o rumo do jogo, além do fato de que fazer o Karthus entender que eu não tinha medo de perder, deixando sempre uma dúvida na cabeça dele do tipo. Será? Então eu esperaria a próxima carta virar para quem sabe eu poder fazer um aumento para 10.000B$ ou simplesmente poderia apostar uma peça de roupa da Azura e isso tornaria o jogo ainda mais divertido para Karthus. “- Bom ou podemos mudar a moeda de aposta se você quiser! Até porque as coisas estão boa e quente.” [/color]

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 17 EmptySex 01 Maio 2020, 04:31


O Eclipse

We Are Revolution






Eu sei, tudo parece muito confuso agora. A verdade é que todos esses acontecimentos pareciam muito confusos em minha cabeça também, mas vamos tentar resumir. A conversa parecia não tomar o rumo que eu esperava a medida que a sereia, obviamente, não ficava satisfeita com as palavras de Garfield. Aliás, as sereias são tão belas quanto dizem, sou obrigado a ressaltar. A mulher mostrava um belo par de pernas que ficavam no lugar dos tentáculos na composição de seu corpo.

Voltando para a confusa situação, Yumi ficava com bastante raiva de Garfield e pulava em cima do pernas longas de uma maneira um tanto cômica. O grandão parecia entender o ponto da garota mas logo disparava mais palavras idiotas que eram respondidas pela sereia e assim por diante. As coisas não iam bem e a mulher preferia até mesmo continuar com o bando pirata que odiava a se juntar a nós. Eu não poderia culpá-la por isso.

Mesmo bem perdido em meio a toda a situação, tentava ao máximo pensar em uma forma de resolver a discussão de forma pacífica, visto que claramente éramos os errados da situação e ainda assim a mulher não havia tentado nos fazer mal algum. Tudo mudava entretanto, quando Garfield começava a gritar e esbravejar, chegando até mesmo a ameaçar a sereia de morte “É isso, eu perdi a paciência...” Suspirava ao perceber que aquilo já havia ido longe demais. As palavras racistas do pernas longas haviam sido capazes até mesmo de tirar a minha empatia por ele naquele momento. Mais do que um pirata, Garfield estava agindo como eles.

Caminhava para trás do bárbaro enquanto ele terminava seu discurso racista, e era então que finalmente apertava a lança com força e usava as duas mãos para fincá-la nas costas de meu companheiro, mirava simplesmente em um ponto mais baixo e mais para a lateral direita do corpo de Garfield, simplesmente para não acertar o local onde se encontrava o coração - Desculpa grandão... - Dizia enquanto fazia o movimento. Estava decepcionado, muito decepcionado e naquele momento via esse ato como o modo mais simples de ensinar a Garfield uma lição.

- O Sol enfraquece suas defesas por estar agindo como um agente das sombras! - Dizia entoando um discurso enquanto forçava cada vez mais a lança dentro do corpo do pernas longas, visando atravessá-lo -  O Sol me permite perfurar suas defesas, por ter se tornado um pecador como os outros que já enfrentamos, como meu pai se tornou! - Arrancava a lança violentamente, naquele momento apenas contava com a resistência monstruosa daquele homem para que ele não acabasse morto - Se você sobreviver a isso, saiba que ele te deu outra chance. Se torne uma pessoa melhor, e faça jus ao seu título! - Dava o meu máximo para conter o tom raivoso em minha voz.

Aquele altura, conseguia raciocinar que M-4 e até mesmo Yumi seriam capazes de atacar o pernas longas, por isso mesmo o melhor ali de fato foi que eu o tivesse atacado primeiro, para manter a união de nosso grupo. Agia mais uma vez, como O Eclipse, nome que o próprio Henryford havia me atribuído. Me doía no fundo do coração atacar um amigo tão covardemente, mas me doía ainda mais vê-lo se tornando o tipo de monstro que juramos destruir.

- Que tipo de homem trata os outros desta forma simplesmente por serem de uma raça diferente? - Questionava, agora com rancor - Não percebe? É óbvio que ela vai nos ofender, pois foi você o primeiro a fazer isso! - Continuava a esbravejar - E diferente de você, a mulher em momento algum nos ameaçou ou levantou um dedo para um de nós! Agora, Garfield, morra como o monstro que se tornou ou viva para ser, de fato, o Arauto do Sol! - Minhas palavras eram rancorosas mas ao mesmo tempo tentava manter um tom inspirador. A verdade é que nunca havia aderido a religião do pernas longas, mas o conhecia bem o suficiente para saber como seus discursos funcionavam. O melhor a se fazer para ensinar-lhe uma lição, era usar seu próprio linguajar. Com a lança à frente do corpo, deixava claro que estava disposto a lutar contra o pernas longas se ele não mudasse de opinião.  



Post: 028~ Rename: O Eclipse ~ Location: Farol

Notes: •Ganhos:

•Perdas:

Legenda: Falas
"Pensamentos"

Thanks, Lollipop @ Sugaravatars


Historico (Geral):
 

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 17 EmptySex 01 Maio 2020, 15:06



Acho que nós só percebemos como o tempo é algo relativo quando passamos por situações que mexem profundamente com a gente. Às vezes uma rápida viagem pra outro lugar, mas com pessoas que não suportamos, parecem intermináveis, enquanto uma epopeia ao lado de quem gostamos parece um simples fim de semana produtivo. Infelizmente, a situação estava mais inclinada para a primeira. Não sabia mais dizer em que momento exato eu perdera a cabeça, mas provavelmente havia sido logo após ouvir as novas ameaças de Garfield para Morgana. Mas sentia algo se quebrando dentro de mim. Eu havia atingido um estado de fúria que nem sequer sabia ser possível. Não sabia como nem porque, mas instintivamente sentia meu corpo usar o torso de Garfield de apoio para me propulsionar para longe dele, me interpondo entre ele e Morgana. Abria os braços, olhando-o, completamente furiosa:


— NEM... MAIS... UMA... PALAVRA... GARFIELD! VOCÊ NÃO VAI FAZER MAL ALGUM A MORGANA, ESTÁ ME OUVINDO?


A essa altura já não me importava de estar gritando. Sentia meu corpo tremer, como se cada célula minha estivesse se rebelando contra minha atitude de ficar parada. Eu queria, pela primeira vez na vida, ferir de verdade alguém. A única coisa que ainda me impedia de fazer algo assim era saber que ele era companheiro de Duncan. Não conseguia entender o porquê era, mas Duncan se provara digno de pelo menos uma ponta de dúvida. Mas se eu não poderia atacá-lo fisicamente, podia atacá-lo mentalmente. Eu já havia entendido que o homem era meio demente e baseava-se nas relações com o Sol. E eu poderia usar isso.


— É VERDADE QUE O SOL PERMITE A VIDA. PRECISAMOS DE LUZ E DE SEU CALOR. MAS O SOL TAMBÉM MATA, O SOL TAMBÉM CASTIGA. E É POR ISSO QUE QUANDO ESTAMOS QUENTES, PROCURAMOS UMA SOMBRA. É POR ISSO QUE BUSCAMOS ÁGUA APÓS SERMOS BANHADOS POR ELE.


Cada palavra minha saía rasgando de minha garganta, como uma pluma afiada direcionada ao tecido perfeitamente desenhado na cabeça de Garfield sobre como o Sol era magnífico.


— AGORA ME DIGA, GARFIELD. QUEM VOCÊ ACHA QUE MORRE QUANDO O SOL DESIDRATA E QUEIMA AS PESSOAS? OS NOBRES, QUE ESTÃO SENTADOS EM SEUS TRONOS USANDO OS OUTROS? OU OS DESAFORTUNADOS, QUE SEQUER CONSEGUEM UMA PAUSA PARA SE REFRESCAREM E FICAREM NA SOMBRA?


Sentia minhas lágrimas caindo em meu rosto, turvando minha visão. Eram lágrimas de tristeza e de raiva. Eu estava pronta para dar o golpe de misericórdia em Garfield, e sequer parava para pensar na cena que provavelmente estávamos fazendo ao nosso redor.


— A NOSSA LUTA É JUSTAMENTE PARA OS EXPLORADOS, PARA AQUELES QUE ESTÃO SENDO FUSTIGADOS. A ESCOLHA É SUA, GARFIELD. SER O SOL QUE TRANSMITE CALOR E VIDA OU SER O SOL QUE QUEIMA E CASTIGA. MAS SE A SUA ESCOLHA FOR A SEGUNDA, JÁ AVISO: EU SEREI A CHUVA QUE REFRESCA E DÁ ESPERANÇA PARA OS QUE BUSCAM SOBREVIVER.


Os olhos marejados me impediam de ver claramente o que estava acontecendo, apenas via o borrão enorme de Garfield à minha frente e a sombra de Duncan atrás dele. Mal sabia eu o que estava por vir. Virava-me rapidamente para Morgana, braços ainda abertos, e a envolvia em um abraço apertado.


— Me desculpe, me desculpe, me desculpe... Eu entendo se não quiser nada com a gente e não vou mais te incomodar, prometo... Mas só queria que soubesse que realmente sinto pelo que ouviu e passou...


Soltava-a, desabando de joelhos no chão em seguida, soluçando e tentando me conter. Era quando ouvia as falas de Duncan para Garfield.



~ Dun-Duncan?



Incrédula, com as mãos ainda tremendo, esfregava os olhos enquanto virava-me para ver a cena. Estaria realmente Duncan atacando Garfield? Mais uma vez, sentia como se o tempo parasse ao meu redor. Sem entender o que se passava, apenas observava o desenrolar dos acontecimentos, processando uma situação que já estava completamente fora de meu controle.



Citação :

Contagem

Posts: 26
Ganhos: Arma de fogo
1kk (evento, já adicionados a ficha)
broche OPRPG 10a (evento, já adicionado a ficha)
Vantagens: voz encantadora e boa aparência (evento, já adicionados a ficha)
Perdas: 30.000 berries
Relações: Seshiro: em construção
Zhac: em construção
Derlir: em construção
Torch: em construção
Duncan: em construção
Faust: em construção
Azura: em construção
Garfield: em construção
M-4:em construção

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 17 EmptySex 01 Maio 2020, 18:41


Narração
Sensação térmica: Aos poucos ficando mais frio
Chovendo
Localização: Farol
A noite


Morte ao racista
Ok...
Ok...

Provavelmente a maioria do povo ali em volta não imaginava que algo do tipo fosse ocorrer. Enquanto Garfield ia se distanciando da sua dupla de colegas e da sereia, tudo parecia bem. Os dois sabiam que o pernas longas havia falado coisas horríveis e por isso queriam melhorar a situação, mas a mulher não poupava palavras e dizia o que pensava daquela situação. Era difícil determinar que ela estava errada. Principalmente porque Henryford perdia a paciência novamente.

Retornando raivoso na direção da mulher ele começava a gritar com ela todos os tipos de atrocidades enquanto tentava segurar Naomi no colo sem razão alguma, esta sentindo a mais pura repulsa pelo homem se desvencilhava e caía ao lado de Morgana que ouvia assustada as palavras de Garfield. A fala era horrível, ao ponto de ameaçá-la de morte por simplesmente ter falado o que parecia naquele momento a mais pura verdade. A única reação que Morgana demonstrava a todas as falas era o mais puro medo. Ela tentava se empurrar para trás com as pernas empurrando o chão, querendo fugir estando sentada, mas como havia a vaca atrás de si, o máximo que ela fazia era se afundar um pouco na pele do animal e ser empurrada lentamente para fora.

Para a sorte do pernas longas, a chuva ia engrossando enquanto ele falava todas aquelas coisas horríveis e por isso o povo no navio parecia não entender perfeitamente o que estava ocorrendo, só sabiam que algum conflito ocorria por lá a ponto de Garfield estar gritando. Com isso, a pessoa a perder a paciência primeiro foi Yumi que respondia o homem com raiva. Ela proferia as palavras com ferocidade, ofendendo o deus sol, demonstrando um ponto de vista diferente do que ele via sobre o sol, e falando que ela seria a chuva se fosse necessário para ir contra alguém que falasse tamanhas barbaridades.

O pernas longas no entanto parecia não bater tão bem da cabeça, afirmando que não ia pedir desculpas mesmo após isso tudo e começava a sair para ir na direção de M-4 e companhia. Foi nesse momento que o homem que observava tudo ali de perto até então calado parecia perder a cabeça finalmente. O pássaro que havia ao seu lado ainda pedia por carinho, mas Duncan estava atônito ao ver tudo aquilo ocorrendo ao seu lado, principalmente por ser uma pessoa tão querida fazendo isso. Era difícil afirmar em que estado Dellumiere estava mentalmente, porém não seria estranho se ele estivesse vendo até mesmo seu próprio pai em Garfield enquanto avançava. Assim, Naomi e Morgana viram o Eclipse se aproximando de Garfield enquanto esse se afastava e viram principalmente a lança atravessando a barriga de Henryford pelo lado direito. Um raio ao longe aparecia fazendo sombras sinistras da cena ocorrerem naquele solo feio do farol. Todos ali então viam Garfield morrendo pelo tétano que acabava pegando.

Se o real revolucionário entrou em fúria por ter feito aquilo? Não parecia, Duncan estava tão sereno que conseguia discursar para Garfield o motivo de ter feito aquilo. O pernas longas sentia a dor da lança atravessando seu corpo e quando sentiu Dellumiere puxando a lança de volta sentiu esta se quebrando. Parte da lança continuava enfincada no corpo do pernas longas e o Eclipse agora estava mais uma vez sem uma arma. até porque eu dou uma arma pro cara e em seguida ele empala o coleguinha

A própria Naomi não parecia acreditar muito no que via, por mais que ouvisse o discurso de Duncan, aquilo fazia sentido? Viam M-4 lá longe no fundo se levantando e começando a andar na direção deles, ela não estava correndo, mas se aproximava aos poucos. Já Morgana que havia até aceitado o abraço da pequena quando esta se desvincilhou de Garfield, acabou por sair dos braços de Yumi. Afinal, prova melhor do que o empalamento para mostrar que ali só havia loucos não existia. Ela aos poucos voltava para a forma de polvo enquanto subia na vaca querendo se distanciar dos revolucionários psicopatas.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] escreveu:
Bom aconteceu muita merda nesse post, então deixa eu explicar as minhas decisões como narrador aqui.

Sagashi reagiu a coisas pra caralho, geralmente não é um problema, mas vou restringir isso um pouco mais a partir de agora. Por exemplo, PARE de reagir a coisa que aconteceu a mais de um post, porque esse costume que ocasionou nessa linha de pessoa reagindo a sei lá o que que reagiu ao sei lá o que. Tanto que você mesmo se perdeu absurdamente e muita coisa parou de fazer sentido.

Neste post em si. Você primeiro reagiu as falas da sereia enquanto saía da cena e ia na direção da M-4 e do Zhac, sendo que eu já havia narrado você indo para lá no último post, mas até aí beleza, você não alterou nada, só falou o que o seu personagem pensou/falou ao ouvir o que ela disse enquanto você se retirava. Depois, você voltou no tempo e reagiu as falas de Naomi antes mesmo de você ter ido falar com a sereia e pedir desculpas, essas falas teoricamente foram logo após a conversa com o Duncan e como você mesmo fala no seu post no final desse pedaço, você foi pedir desculpas para a sereia. Então nessa hora no post a gente pensa que você vai voltar pro presente no post. O que é o presente? O fim do meu post anterior que é você conversando com a M-4 e com o Zhac após ter reagido a fala da sereia sobre você. Só que aí eu acho que você se perdeu, começa por algum motivo com a fala "— Tritão, veja bem.", sendo que você já reagiu a última fala dela e não pareceu se importar com a fala dela ser tenryuubito... E a prova que você se perdeu é que após o esporro na sereia você solta um: "Aliás, eu vim aqui pedir desculpas por insultar a sua espécie.", mas você já pediu desculpas, você já até foi embora das desculpas lá no começo do seu próprio post, porque a fala dela no começo do seu post é a reação dela ao seu pedido de desculpas. De qualquer forma, você narra o personagem reagindo as falas da sereia ao mesmo tempo que ela as fala e narra como se você estivesse ali cara a cara a ponto de pegar a Naomi no colo no meio da suas falas. Sendo que no meu post eu falei que você foi andando, se despediu de Duncan, até usei a sua fala como fundo que é quando você falou com o povo lá onde M-4 estava. Se você tivesse narrado isso tipo "após ter ouvido a resposta de como Creg era com tritões eu iria lá falar merda com a sereia porque eu sou um racista filho da puta" era uma coisa. Mas você reagiu ao mesmo tempo que as falas foram acontecendo, o que torna a lógica temporal do post quebrada e basicamente impossível.

Com isso tudo, existiam duas opções para seguir mais básicas onde claramente a primeira era a normal a ser seguida:

  1. Tudo que você falou para a sereia simplesmente não foi dito porque no último post eu já havia narrado você indo até a M-4, fazendo ações lá e ouvindo a resposta do Zhac.
  2. Fazer que as falas aconteceram e você não falou com a M-4 e o Zhac.

Normalmente escolheria a primeira opção até porque eu já havia narrado isso, no entanto eu escolhi a segunda opção por um motivo específico. A segunda situação é muito mais interessante para o desenvolvimento do personagem, não só seu, como dos outros. Pois foi algo tão pesado para os dois outros personagens que estão na cena, que eles simplesmente não reagiram nem mesmo as coisas do meu post. Você quebrou tão bem o post nessa maluquice que o post do Wesker, por exemplo, foi 100% baseado nessa merda que você disse aconteceu de tão pesada que a situação foi se tornando. O pato, que era o interesse dele até então, passou no foda-se durante o post porque ele viu o melhor amigo dele sendo extremamente racista e o personagem dele reagiu a isso completamente. A situação se torna absurdamente mais interessante apesar de não deveria ocorrer como você descreveu.

Com tudo isso, e com a merda que aconteceu, vou falar que você Sagashi simplesmente nunca saiu dali de perto, você NÃO FOI falar com a M-4 e com o Zhac. Você não cumpriu qualquer ordem que ela tenha pedido para fazer a barraquinha, e você não perguntou sobre o que o Creg ou o que eles achavam de tritões, então no próximo post nada de "não vou falar mais merda porque o Creg gostava de tritões" porque você não sabe disso. O seu último parágrafo foi completamente desconsiderado e agora todos vocês estão na situação atual do que eu descrevi nesse post. Você pode no máximo reagir as falas de Naomi e Duncan SEM TENTAR ALTERAR NADA. Não vai andar pra um lado ou pra outro, vai no máximo pensar e falar pequenas frases enquanto eles discursam.


Povo do Strip Poker
Os dois pareciam animados com a situação da apostas acontecendo. Os dois entravam na cabana e se secavam como podiam. Enquanto um se animava com as possibilidade do jogo de cartas, a outra estava simplesmente perdida nas regras daquele jogo. Talvez por pensar que não conseguisse entreter o homem o suficiente, já que nem entendia como funcionava aquilo tudo, a jovem Azura falava algo sobre strip poker e por um instante prendia a atenção de Karthus aquilo tudo. - Se vocês não se importam. - Falava ele sorridente.

Faust aproveitava a situação para colocar cinco mil berries na mesa enquanto a jovem desistia e passava a mão dela. Azura se levantava e sem problema algum começava a despir a parte de cima de sua roupa. Quando ela acabava, os dois podiam ver a maravilha que a natureza havia feito naquele corpo. Já Pendragon via que apesar do homem parecer satisfeito as ações dele eram diferentes do comum. Ele pegava os cinco mil berries de Faust e jogava para ele de volta. - Eu te dei cem mil para você apostar. Então trate de pagar a quantia correta se você vai aceitar. - Falava ele pegando vinte cinco mil da pilha e colocando no monte de apostas aceitas. - E eu realmente espero que isso não seja um plano para tentarem trapacear. - Falava ele um pouco mais sério. - Não me importo em perder, mas eu realmente odeio pessoas que trapaceiam para vencer. - A voz dele era amistosa, mas os dois sentiam um calafrio percorrendo seus corpos imediatamente, claramente aquele homem era forte. A segurança em sua voz amistosa, o ar a sua volta, tudo ali parecia transmitir força naquele momento.

Cartas Faust
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Cartas Mesa
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Com o jogo seguindo após a fala do velho, o palhaço já começava a blefar, torcendo para um rei vir. Karthus parecia sorrir com isso, a mão dele parecia ansiosa para ir até a carta e a virar. - Um K eu não sei, mas se virar um 10 você com certeza já era. - Falava ele com um sorriso no rosto que tornava realmente difícil de saber se ele mentia ou não. No entanto, a primeira carta virada era bem triste para Georg e para Karthus, ou pelo menos para o que os dois haviam falado.

Primeira carta virada:
 

Apesar de ainda ter setenta e cinco mil berries em sua pilha, Faust percebeu que a situação não era muito boa. Sua mão era horrível e ele perguntava para Karthus se eles não poderiam trocar a moeda da aposta. O velho olhava para ele meio curioso por um instante. - Depende. Qual moeda você tem em mente? - Perguntava ele mais interessado. - O propósito aqui é um jogo interessante e mental. Se a proposta for boa eu posso até mesmo mudar o jogo. Quem sabe para pelo menos a senhorita ali participar de algo que ela saiba o que está fazendo. - Falava ele sorrindo enquanto olhava para Azura por um instante, vendo que ela estava já esperando a próxima vez que iria jogar, mas ainda possuía mais uma carta para virar antes de partir para uma outra mão.



Legenda:
 

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 17 EmptySex 01 Maio 2020, 20:15

“- Trapacear? Tá usando drogas? Acho que estamos jogando cartas, que é um jogo de ladrão, onde um entra na mente do outro, aproveitando oportunidades dadas pelo outro, querendo ou não é cheio de mentiras e trapaça. Gwhhahahahaha” Faria uma pausa enquanto olharia minhas cartas na mão e a carta que virou. “- Está dizendo isso porque se perdeu no seu próprio jogo? Gwhahahahahahahah” Daria uma piscada para ele, sempre mostrando muita confiança no que eu estava fazendo, então precisava continuar a minha atuação, focaria para fazer um show para esse velho e ir até o final, até porque eu sou um Revolucionário e não abandonaria minha missão no meio dela, a não ser que venha uma ordem superior, muitos do exército se sacrificam por essa causa, acabam até sendo preso ou como a própria Azura falou, se infiltra no inimigo sendo sujeito a engolir o orgulho e aceitar ordem do governo mundial e nobres do mundo só pela causa, para conseguir informação, então perder uns berries aqui não é nada ele quer se divertir, então vamos nos divertir, pois tentarei confundi-lo mentalmente de uma maneira incrível, a ideia do strip para mim não era ruim, pois eu não havia muito dinheiro para aposta, acho que apostando agora eu já estaria apostando todo o meu dinheiro. “Minha mão está uma droga nenhum par, me virar esse três de merda gwhahahaha vou perder, a não ser que a capitã tenha um parzinho, mas um par de três também não é lá essas coisas.” Bom faria meu melhor para entrar na mente do velho e fazer ele correr e quem sabe ir para uma próxima rodada onde eu saia com cartas melhores.

“- Seu dez está comigo, então se virar um dez nós dois estamos bem! Gwhahaha eu ia adorar um dez e eu achando que essa carta já me era inútil com esse três virando. Gwhahahaha.” Apontaria para ele e então mostraria confiança na minha jogada. “- Vamos para a próxima, eu não tenho muito dinheiro. Mas conseguir pagar a rodada, digamos que eu estou no All Win, tudo ou nada. Vai que realmente vire um 10 é um para dele e de K. você não terá nenhuma chance.” Usava toda a minha criatividade para demonstrar confiança e sabedoria sobre o jogo, já que o mesmo esperava um dez, então ou ele tem um dez na mão ou espera fazer uma sequência. Se for um blefe não há problema, pois eu também não tinha nada e poderia confundir ele em um desempate por carta maior, até porque ele também não sabia a realidade das cartas em minha mão e até o momento se ele tiver só um par com as cartas na mesa nenhum par supera o par de reis. “Espero que a minha coragem de ir com tudo, seja recompensada com pelo menos divertimento para ganhar o Log Pose, acho que é dessa coragem que os Rebeldes precisam, pessoas que não tem medo de se arriscar por uma causa.” Faria uma pausa enquanto encararia o velho com um sorriso no rosto, passaria o máximo de confiança, digna de uma atuação de oscar, daria até um filme “O Mentiroso” Talvez a intenção da líder original fosse realmente chamar a atenção de Karthus para eu ganhar. Só que eu sou Georg Faust o comediante, isso para mim não passava de uma piada onde eu queria somente que no final todos dessem risada e eu possa cumprir como dever de aliado em ganhar o Log Pose. Porém vinha ser bem útil a proposta dela sendo que eu não tinha dinheiro suficiente para um jogo que envolve apostas altas.

“- Com esse três na mesa já temos um problema para quem esperava um Straight, espero que não seja o seu caso Ghwhahahahahaha.” Bom eu adorava minha parte em dinheiro, mulheres e álcool, devido a minha convivência com piratas então eu meio que me divertia com a situação da líder, só me perguntava se eu também teria que tirar roupa também, eu não me importaria, mas se salvasse meu pouquinho de dinheiro eu iria ficar bem animado. Mas tinha que demonstrar que não tinha medo de perder minha quantia então o jeito era se divertir com a situação. “Nunca vou ser rico.” Quando eu penso que as coisas estão indo para um caminho bom para eu levantar uma grana lá se vai todo meu investimento, bom, mas se eu ganhar na lábia quem sabe as coisas não podem mudar. “A líder até que para quem parece macho, é bonitinha.” O jeito era aguardar os próximos movimentos de Karthus e a próxima carta que poderia mudar completamente o rumo do jogo, para melhor ou para pior. Bom no fim o que importa é que eu só tinha a ganhar pois essa história de jogo de cartas iria me propor um divertimento e eu não via a hora de sair desse farol, para ir atrás do governo mundial e de riqueza. Mostraria meus bolsos para o velho acreditar que eu estava indo para o All Win com ele. “- Eu não tenho mais nada a perder, agora que vem a diversão Karthus, sou revolucionário, mas não gosto de perder dinheiro estou apostando porque posso ganhar essa parada Gwhahahaha” Minhas palavras eram um pouco mais séria porém ainda com a mesma confiança de sempre. “- Espero que esteja se divertindo por que eu estou e bastante. Gwhahahahaha.” Eu não tinha muito o que reclamar, já era um palhaço fudido mesmo.

Me perguntava qual era as cartas da mulher, deveria ser bem ruim ou será que ela havia entendido as regras do jogo. “Posso jogar mentalmente com Karthus enquanto Azura está com a mão literalmente boa, fazendo ele apostar com base no que eu acho de o jogo estar bom para mim, talvez para ele esse três possa ter sido uma merda para mim, de fato foi. Mas focado em que somente se sair cartas boas com K e 10. Mas a peladona ali pode estar ganhando sem ele saber.” Vamos apostar a sorte no destino, no pior das hipóteses perdemos o dinheiro, roupa e ganhamos o Log Pose. Ia ser bem triste voltar para o grupo sem roupa e eu gosto dessa roupa de palhaço ia ser difícil conseguir outra, fazer o que. “Tudo pela causa Gwhahahaha"


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 17 EmptySex 01 Maio 2020, 21:12


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M-8 havia se tornado uma espécie de pinscher, uma pequena selvagem que chorava e esbravejava por eu ter colocado aquela espécie maldita no lugar que ela a princípio merecia estar. Descia do meu colo depois de se mover esporadicamente e partia para um abraço com o tritão, o que de alguma forma me dava ares de traição. As falas da pequena garota pesavam no meu consciente, pois estava realmente aflita com toda a situação. — Oh, céus... como isso tudo foi acontecer...— Ainda ponderando os sentimentos da pequena, pretendia pegá-la no colo novamente e conversar mais a sério sobre a questão dos peixes, mas algo me surpreendia. Estava próximo de alcançar M-8 quando sentia alguma coisa nas minhas costas. Instintivamente imaginava que era o tritão ou algum colega dele, seria até comum se a lâmina parasse na minha pele grossa e não adentrasse mais que isso, entretanto doía. Doía e muito. Sentia essa mesma coisa, dura e apontada, penetrando a parte direita do meu torso e seguindo até um pouco mais fundo do que qualquer outra lâmina em vida já havia me perfurado. — Uhgn!! — Me mantinha fixo olhando para frente. —  O Sol enfraquece suas defesas por estar agindo como um agente das sombras! — Ouvia, mas não prestava atenção. Só conseguia me focar em resistir à dor e ao barulho incômodo da chuva. —  O Sol me permite perfurar suas defesas, por ter se tornado um pecador como os outros que já enfrentamos, como meu pai se tornou! — Conseguia ouvir e prestar atenção. Parecia ser a voz do Eclipse, mas com certeza deveria ser a minha imaginação. — Urgh!! — Gemia enquanto enrijecia o abdômen e as coxas, buscando esquecer a dor momentaneamente, aquela dor latente que aos poucos era até anestésica, talvez por deixar aquela estranha sensação de formigamento com pulsação. Sentia o indivíduo forçando o objeto pontiagudo mais fundo, e tudo o que conseguia fazer por ora era colocar a mão na barriga para impedir que atravessasse meu corpo. Também, depois de uma arrancada, sentia que o usuário não segurava mais o objeto, era apenas algo como uma grande flecha fincada e quebrada dentro da carne. ”Uma… lança…?!” Pensava, ainda me segurando para não atacar o tritão por ter sofrido um ataque logo após insultá-lo. Possivelmente era um colega dele, alguém que estivesse com ele no momento. — Se você sobreviver a isso, saiba que ele te deu outra chance. Se torne uma pessoa melhor, e faça jus ao seu título!

Com olhar assassino, passaria a mão pelas costas e cintura até encontrar o local do ferimento. Ao encontrar, seguraria com força a ponta possivelmente quebrada da arma, mas não arrancaria-a das costas, por saber que as consequências disso seriam piores. Faria força algumas vezes para retirar, porém a dor me impediria de continuar tentando, então apenas manteria a arma segurada. Olhava para o horizonte à minha frente e gargalhava. — HAHAHA! Mire na cabeça da próxima vez, ralé! Quem ousa desafiar o cam…!! — Ao virar o olhar para Duncan, meu rosto se alongaria. — Irmão?! — Me faria incrédulo, até mesmo com uma pontada de medo, sabendo que talvez aquele de fato não fosse Duncan. — W-W-al...c-cott?!— A chuva estava mais forte e de alguma forma me recusava a acreditar que aquele era o Eclipse, até ouvir as próximas palavras. — Que tipo de homem trata os outros desta forma simplesmente por serem de uma raça diferente? — Não conseguia raciocinar direito e associar o insulto ao peixe com a estocada do possível Eclipse. Não conseguia mais sentir raiva, aquela sede de sangue que normalmente sentia ao ser atacado, apenas sentia algo pesar no meu corpo, meu próprio coração, talvez. A gravidade era mais forte, meus pés se arrastavam levemente na terra amaldiçoada do farol. — Não percebe? É óbvio que ela vai nos ofender, pois foi você o primeiro a fazer isso! — Não conseguia tirar os olhos de Duncan. Tirava a mão do ferimento e simplesmente aceitava a dor, fazia da dor parte do meu ser, como uma consequência da existência. — E diferente de você, a mulher em momento algum nos ameaçou ou levantou um dedo para um de nós! [...] — Dizia ele. Interromperia-o, mas sem questão de fazê-lo. — … é realmente você? — Minhas olheiras se aprofundavam e subitamente perdia a vontade de batalhar. — Agora, Garfield, morra como o monstro que se tornou ou viva para ser, de fato, o Arauto do Sol! — Ainda não conseguia deixar de olhar para o Eclipse. Ouvia M-8 se assustar e comentar o primeiro nome do meu companheiro, compreendia o gaguejar, sentia, afinal, a mesma coisa. Sentia-me traído, mas fazia força para não pensar que tenha sido esse o caso. Meus olhos morreriam junto com minhas energias.

Em movimentos lentos, caminharia em direção à pequena, ainda com o ferimento nas costas, e tentaria erguê-la no ar e colocá-la nos ombros novamente, como um cavalinho. Caso não conseguisse, apenas seguraria sua mão e a levaria comigo. Passaria arrastando os pés pela terra, na frente do tritão, sem me importar com sua existência, afinal. Manteria-me à passos lentos até a beirada daquela ilha, próximo ao mar, e ainda com M-8 nos ombros, me sentaria, retiraria as sandálias e deixaria que as ondas do mar molhassem meus pés. Olharia então, para a Lua, por alguns minutos. Meus olhos mortos evidenciariam minha falta de vontade de entrar em um conflito com o Eclipse, afinal, talvez eu mesmo estivesse errado no meu julgamento. ”Foi o senhor, Sol? Enviou o campeão do Eclipse para me mostrar o caminho?” Ainda encararia a Lua. Momentos depois do pensamento, diria para a pequena garota, nas minhas costas. — Ouça. Está ouvindo? — Esperaria a resposta dela, mesmo se ela decidir não me deixar levá-la comigo a princípio. A chuva apertada dava brecha para que eu me desligasse do mundo humano. — Shh. Shh… ouça… — Meus olhos dissimulados se manteriam fixados na Lua e nas estrelas, além da água caindo. Ouviria na minha própria cabeça a música clássica da residência dos Vermillyon.

”Moonlight Sonata”:
 

A chuva caía sobre meu rosto e me dava a falsa sensação de estar sendo banhado em uma banheira de verdade, de água quente, em um jardim do Éden. — Você já a ouviu, M-8? Chama-se “Sonata ao Luar”. — O ferimento doía muito, mas algo no meu corpo me impedia de reclamar de dor. Aceitar a dor parecia ser um método muito eficaz para não me importar com ela. — … você ouve a chuva, M-8? — Não retiraria o olhar fixo dos céus. — … as vezes me pergunto se não é o mar… o mar, porém, é cruel demais para dar fruto à esperança… — Moveria o olhar da Lua para meus pés, molhados pelas ondas salgadas. — … não dói muito quando a água cai no sangue… talvez o sangue e a chuva sejam iguais, afinal… — Sorria, enquanto fazia pequenos movimentos com as pernas e arrastava-as pela terra. — … são longas, as pernas, não é? Sou bem alto… — Olharia novamente para o horizonte. — … é por isso que você atira… Sol me livre, armas de fogo são covardes… use uma arma de verdade, vai… — Riria baixo, não tendo energia para aumentar a voz. — … tudo bem, você eu deixo. A chuva atira, não é? Gotas de chuva… de sangue… — Meu sorriso advindo dos pequenos risos se esvairia. — … o clarão da esperança, não é? É isso que é a Lua… uma dama que irradia clarões de esperança… as nuvens são armas da chuva, a chuva são suas balas… — Sorria, com olhos mortos, concordando com a cabeça. — … você não é uma campeã. É alguém que tira os outros da estrada tortuosa… — Olharia pela última vez para Lua, antes que minha visão começasse a ficar turva e embaçada pela falta de sangue. — … o anjo lunar, talvez? — Começaria a sentir meu corpo mais leve, porém fraco, pouco enrijecido. Então, seguraria M-8 com as duas mãos e a retiraria dos ombros, colocando-a ao meu lado e abraçando sua cabeça, buscando acalmá-la. —  … shh… shh… vai ficar tudo bem… — Assim que percebesse que estava mais calma, ou então que não fosse ficar calma de jeito nenhum, soltaria-a e olharia para seus olhos, com olhar de esperança. — … você, ao mundo humano, têm muito a oferecer, M-8… foi muito bom operar com você… — Colocaria a mão na ponta quebrada fincada nas minhas costas e olharia para o horizonte. — … mas é hora da verdade. Garfield Henryford está morto. — Sorria, com olhos mortos. — … daqui, dos dois um, sairá. Um cadáver… ou… — Me levantaria e estufaria meu peito, respirando ofegante. — … ou O CAMPEÃO DO SOL!

Me abaixaria e pegaria um punhado de terra. Arremessaria o punhado contra os mares e me enfureceria. — Mares cruéis, ó universo podre! — O restante de terra que mancharia minhas mãos, passaria no meu rosto, não me importando em qual área atingisse. — Humanos cheios de si, criações assassinando umas às outras em troca de mero espaço em um mundo no qual não viverão para sempre… — Meu tom de voz gradualmente aumentaria, finalmente rejeitando a dor como uma sensação real. — … a troco de quê?! O Sol aceitará os virtuosos e generosos, não pilhas de carne podre que foram imortalizadas em meras projeções de pedra… — Abria meus dois braços e sentiria a maresia atingir meu corpo, enquanto revelava meu todo meu tórax e voz para quem estivesse olhando. — OUVISTE BEM, TERRAS E MARES?! ESTAIS A ZANGAR-TE?! POIS EU LHES TRAGO NOTÍCIAS: VOCÊS NÃO DOMINAM À NÓS, NÓS É QUEM DOMINAMOS VOCÊS! O MUNDO É DE QUEM O QUEIRA, NÃO DE QUEM ELE ESCOLHE! EU NÃO ME APRISIONAREI MAIS À VOCÊ, ÀS RAÇAS, AO MUNDO, TIRANO MAR! EU… eu…! — Seguraria a ponta da lança.

EU REJEITO A MINHA HUMANIDADE!

Em cólera, faria a maior quantidade de força possível para arrancar o objeto das costas, e assim que o fizesse, urraria de dor. Seguraria a ponta da lança com força e a ergueria no ar, como se carregasse uma cabeça numa estaca. — EU SOU O CAMPEÃO DO SOL! — Deixaria-me sangrar e me manteria em pé até o último momento. Não me renderia à sensação humana do desmaio, não me daria ao luxo de sentir dor. Colocaria a ponta acima da boca e a língua para fora, esperando que minhas próprias gotas de sangue caíssem na minha língua como vinho cai na língua do alcoólatra. Assim que parasse de pingar, jogaria o objeto no chão. Com os dentes manchados de sangue e até mesmo parte do lábio, sorriria de forma maníaca. — Eu sou digno de ti, Lua, por isso, mande o aviso ao Sol: provei minha lealdade à muito tempo. É a hora DELE de provar lealdade ao seu campeão! — Era a hora de morrer. Morreria como humano, ou renasceria como uma fênix: caberia ao grandioso Sol decidir o meu destino, cujo carrasco haveria sido o próprio Eclipse.

Saindo vivo do procedimento, gargalharia. — EU SOU O CAMPEÃO DO SOL, HENRYFORD ll! — Curvaria minha coluna para trás, com os braços abertos e os dedos flexionados. — HAHAHAHAHAHA!! — E então, caminharia de forma imponente para de volta do antigo cenário, onde a princípio tomei a estocada. Me aproximaria de Duncan e ficaria lado-a-lado com ele, apertando seu ombro e me aproximando de seu ouvido. — Outra arma perdida, meu irmão campeão, que infortúnio. — Sorriria. — Vamos até o inferno juntos buscar uma outra para você. — Gargalharia alto novamente, com os braços abertos acima da cabeça, no centro das atenções. — QUEM SENTIU A MINHA FALTA?! CHAMEM O HUGO, POR GENTILEZA!! HAHAHAHAHA! — Esperaria Hugo se aproximar. Caso se aproximasse, diria: — Quero que me ensine algumas coisas novas. É para o bem maior, Hugo… — Esperaria sua resposta. Se fosse positiva, procuraria um canto onde não houvesse chuva para aprender melhor. No caso de ser negativa, apenas me afastaria e procuraria por M-4 para ouvir novas ordens.

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Historico:
 
Facilitando a vida do narrador:
 
Objetivos escreveu:

— Aumentar a recompensa.
— Aprimorar meu escudo ou encontrar um que dê atributos.
— Completar uma missão.

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