One Piece RPG
Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 13 XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
InícioBuscarMembrosGruposRegistrar-seConectar-se
Últimos assuntos
» Jack Reed
Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 13 Emptypor BlackHole99 Hoje à(s) 00:07

» Rumo à Grand Line?
Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 13 Emptypor Takamoto Lisandro Ontem à(s) 23:19

» Unidos por um propósito maior
Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 13 Emptypor Milabbh Ontem à(s) 22:57

» [MINI - DJ GBR] 01 | Eco
Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 13 Emptypor TheJoker Ontem à(s) 22:52

» Navegando por uma nova história. A revolução começa!
Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 13 Emptypor Mazino Ontem à(s) 18:17

» Um Rugido Inicial
Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 13 Emptypor Graeme Ontem à(s) 16:51

» [MINI-BlackHole] Um bom malandro
Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 13 Emptypor Far Ontem à(s) 16:24

» Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom
Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 13 Emptypor Oni Ontem à(s) 14:36

» Faíscas da Revolução
Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 13 Emptypor ArcenioStorm Ontem à(s) 08:22

» Phantom Blood
Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 13 Emptypor Licia Ontem à(s) 05:22

» [MINI - Masques] A far off dream
Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 13 Emptypor Masques Ontem à(s) 02:57

» [Ficha] Jin Ryuji
Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 13 Emptypor Kallieel Ontem à(s) 02:03

» O Sapo Mágico
Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 13 Emptypor CaraxDD Ontem à(s) 02:03

» A justiça não é cega!
Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 13 Emptypor CaraxDD Ontem à(s) 00:04

» Cap.2 - O caminho de sangue
Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 13 Emptypor ADM.Tidus Sex 29 Maio 2020, 18:25

» Red Albarn e o Alvorecer de um Herói
Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 13 Emptypor Kiomaro Roshiro Sex 29 Maio 2020, 17:49

» Akira Suzuki
Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 13 Emptypor Ceji Sex 29 Maio 2020, 14:53

» II - Eternas Ondas
Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 13 Emptypor Mephisto Sex 29 Maio 2020, 11:21

» Jhonathan Wolf
Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 13 Emptypor Gyatho Sex 29 Maio 2020, 11:08

» Al mare!
Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 13 Emptypor Fanalis B. Ria Sex 29 Maio 2020, 07:21



------------
- NOSSO BANNER-

------------

Naruto AkatsukiPokémon Mythology RPG
Naruto RPG: Mundo Shinobi
Conheça o Fórum NSSantuário RPG
Erilea RegionRPG V Portugal
The Blood OlympusPercy Jackson RPG BR
A Song of Ice and FireSolo Leveling RPG
Veritaserum RPGPeace Sign RPG

------------

:: Topsites Zonkos - [Zks] ::


 

 Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!

Ir em baixo 
Ir à página : Anterior  1 ... 8 ... 12, 13, 14 ... 19  Seguinte
AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
Duque Azul
ADM.Tidus

Créditos : 47
Warn : Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 13 10010
Masculino Data de inscrição : 10/06/2011
Idade : 26
Localização : 1ª Rota - Karakui

Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 13 Empty
MensagemAssunto: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 13 EmptySeg 23 Dez 2019, 17:09

Relembrando a primeira mensagem :

Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) revolucionário Azura V. Pendragon. A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Olá Convidado, seja bem-vindo ao One Piece RPG.
Links para ajuda: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo

AutorMensagem
Akuma Nikaido
Pirata
Pirata


Data de inscrição : 03/08/2012

Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 13 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 13 EmptySex 03 Abr 2020, 18:05

A tensão tomava conta de meu corpo já castigado, mas ouvia os gritos de divertimento dos dois que ajudaram no resgate de Duncan e a adrenalina aos poucos dava-me também uma sensação de prazer. Logo começávamos a descer em alta velocidade, e, dessa vez, permitia-me gritar de prazer também


— AHHHHHHHHHH!!! ESSE TÁ SENDO MEU CAPÍTULO PREFERIDOOOOO! 


Sorria, apesar do terror de uma queda praticamente livre. Tentava manter-me agarrada como pudesse, a fim de não ser arremessada contra alguma parte do barco. Tão logo terminássemos a travessia, voltaria-me para Katie:


— Senpai, será que poderia tratar de meus ferimentos agora? Aproveitar que to sentindo menos dor com tanta adrenalina...


Pedia, sorrindo para a médica. Se ela negasse, agradeceria de toda forma e iria para o convés, para encontrar-me com Duncan e Faust. Entretanto, caso fosse me tratar, prestaria atenção no que ela fazia, agradeceria e, somente então, procuraria encontrar-me com eles. Ainda precisávamos reportar oficialmente para M-4 que a missão fora concluída, e era bom que estivéssemos juntos. De toda forma, Duncan chamava-me também e, inicialmente, imaginava que seria para reportar nossa missão. Ouvia, no entanto, a sua história e sentia, mais do que sabia, de que ele esperava uma validação.


— E cá está hoje, tendo chegado a Grand Line, depois de comandar uma missão de assalto a um navio fortemente protegido pela Marinha, ajudando a todos nós a nos armar para podermos defender nossos ideais. Se me perguntarem, você se tornou um grande homem, Duncan-kun.


Dava um sorriso para ele, aproveitando a deixa para reportar nossa missão indiretamente. Eu me sentia um pouco cansada, mas achava também que aquele era o momento ideal para falarmos sobre nós mesmos. Talvez não tivéssemos as mesmas ideias, mas nosso ideal era o mesmo. Nas ruas de Conomi um cuidava do outro. Sentia que aqui também seria assim. Eu havia obtido uma nova família. Uma que poderia me ajudar a cuidar melhor da minha anterior. Assim como eu também poderia ajudar a cuidar de várias outras por aí, desamparadas, a espera de uma mudança.


— Se me permitirem, também gostaria de contar a minha história. Não tivemos muito tempo para apresentações, e gostaria de conhecer mais essa minha nova família.


Sorria, sentindo um calor aquecer-me de dentro para fora. Eu estava genuinamente feliz.
Citação :

Contagem

Posts: 19
Ganhos: Arma de fogo
Perdas: 30.000 berries
Relações: Seshiro: em construção
Zhac: em construção
Derlir: em construção
Torch: em construção
Duncan: em construção
Faust: em construção

Voltar ao Topo Ir em baixo
Punk
Pirata
Pirata
Punk

Créditos : 13
Warn : Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 13 10010
Masculino Data de inscrição : 01/07/2013
Idade : 28
Localização : No barco

Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 13 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 13 EmptySex 03 Abr 2020, 20:27


Parece que a onda violenta havia passado eu passei toda essa parte do mar amarrado, mas não podia reclamar até por que eu estava vivo e isso já era algo suficiente para comemorar. "Parece que eu sobrevi." O líder do grupo, me desamarrava, enquanto eu olharia para o mesmo com um sorriso confiante no rosto, apesar de qualquer dor que eu estaria sentindo. "Acho que por hora acabou ... vamos ver o quem vem pela frente, qual vai ser os novos obstáculos e os novos desafios." Havia aprendido muito durante esse pequeno tempo andando junto com os Revolucionários e podia observar o quão diferente eles eram dos Piratas. Enquanto Duncan pedia para me reunir junto com eles, para o que eu chamaria de uma pequena reunião, me perguntaria será que é uma reunião em família? Espero não atrapalhar as coisas. "- Oh, Claro ... " Diria dessa vez sem uma piada no rosto, apenas seguiria o mesmo e olharia as pessoas ali que se encontrava em minha volta e ouviria de princípio o que seria dito ali. "Parece um momento sagrado, então é melhor eu ficar quieto para não estragar tudo."

Ouvia sua história passada, realmente parecia algo bem triste, mas ao meu ver era algo que os unia ali, sim, naquele grupo ou melhor nesse pequeno grupo a qual são chamados de asas da liberdade. Ouviria o que todos diriam para o rapaz, por uma fração de minutos eu tiraria o sorriso do meu rosto e olharia com firmeza, porém ainda manteria minha confiança, tomaria um gole da minha bebida alcoólica, pois aquele momento precisaria de um pouco disso iria me fazer bem. "Álcool isso é tão bom." Olharia para Duncan após tomar um gole do meu néctar dos Deuses. " - Talvez todos nós temos uma face que escondemos por um bom tempo, mas chega um momento que precisamos tirar e nos mostrar. " Faria uma pausa enquanto olharia nos olhos daquele homem e então continuaria. "- É isso que o torna hoje o que você é ... alguém tão importante para o mundo e as pessoas aqui presente .... passar por tudo isso é o que lhe torna uma Asa da Liberdade." Colocaria um breve sorriso no rosto e daria as costas ao mesmo enquanto procuraria olhar um pouco as nuvens, daria um passo e antes de sair por completo daquele local diria. "- Agradeça a Deus pelos dias difíceis, são eles que nos tornam mais fortes. Gwhahaha." Deixava uma risada como característica minha, para que possa até achar que seja uma piada, mas por dentro só eu sabia o que realmente estava sentindo.

Achando um breve local sozinho, olharia um pouco para as nuvens enquanto lembraria um pouco do passado. A última vez que estive em um navio, o governo mundial massacrou todos que estavam a bordo do mesmo. “Embora compartilhemos muitos segredos, há alguns que nunca diremos. Não posso ter medo de tentar de novo, todo mundo foge e eu escondo atrás de uma maquiagem.” Então daria uma boa risada, enquanto lágrimas escorriam dos meus olhos, eu ria e muito. “- A vida é uma piada ..” Eu sabia qual era a verdade da sociedade, por isso eu decidi ser uma paródia dela. Limparia minhas lágrimas, com o possível para não borrar minha maquiagem. Procuraria algum lugar em que eu possa ser atendido com um enorme sorriso no rosto. (Musica da intro, explica minha reação. A vida é engraça... é tema do meu personagem.)

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
PepePepi
Narrador
Narrador
PepePepi

Créditos : 107
Warn : Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 13 10010
Data de inscrição : 15/03/2013
Localização : Utopia - 7ª rota

Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 13 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 13 EmptyDom 05 Abr 2020, 01:56


Narração
Sensação térmica: Quente
Céu aos poucos se fechando
Localização: Loguetown

Todos estão numa quarta que está anoitecendo


Azura, Duncan, Faust, Garfield e Naomi
Com a noite chegando o barco tombava na água e todos sentiam não só o impacto como sentiam a velocidade absurda que a embarcação ganhava enquanto descia a montanha. Todos que estavam amarrados sentiam a corda até mesmo cortando um pouco de sua pele. Os poucos que não estavam amarrados sentiam cada fibra de seu corpo se esforçando para se segurarem naquele navio.

Com vários gritos diferenciados naquele pequeno navio, diversos se divertindo, diversos apavorados, acabaram por chegar ao final da descida da montanha, estavam por fim na Grand Line. Duncan e Azura logo seguiam a ordem de Zhac e estendiam as velas. Todos entenderam porque ele havia pedido aquilo, o navio mantinha boa parte da velocidade absurda ao fazerem aquilo. Tanto que vários que se desamarravam acabavam por simplesmente cair no chão pela dificuldade de se acostumar com ela.

Aos poucos, com todos sendo soltos, Azura pedia para Duncan contar sua história. E este então decidia que era melhor reunir todos para contá-la. Com isso deu-se inicio a um movimento de trazer todos os feridos para o convés. As médicas queriam ouvir a história, mas precisavam aos poucos ir tratando todos. Katie inclusive informava que trataria sim Naomi, mas que esta precisava entender que havia vários ali bem mais necessitados do que ela naquele momento. Yumi inclusive percebia que todos que estavam no andar debaixo estavam realmente lutando contra a morte quase. Não só isso, M-4 se aproximava da pequena e falava para ela. - E precisamos nos trocar. - Falava ela demonstrando que queria sua roupa espalhafatosa de volta, quase como se ela necessitasse daquilo.

Garfield não percebera que suas palavras de incentivo aos machucados de nada haviam ajudado. Infelizmente na verdade eles quase que ganharam antipatia com o pernas longas que não possuía nenhuma má intenção com o que fazia ou falava.

Zhac aos poucos manobrava o navio para que este parasse no que parecia haver de terra logo ao lado da montanha. Percebiam que havia um farol gigantesco ali, mas a maioria não prestava atenção nele, pois Duncan começava a contar sua história. Ele falava de um passado triste, que não só demonstrava sua própria ignorância, como também como havia crescido como ser humano. Naomi e Georg notavam isso e acabavam por quase que parabenizá-lo pelo seu crescimento. Azura no entanto ainda não havia dito nada.

Talvez era mais difícil para a Pendragon aceitar que seu braço direito já fora um dos que odeia tanto. Seria ele realmente alguém que ela poderia confiar? Era difícil de dizer, mas todos ficaram quietos esperando ela falar o que havia achado. coisa que tem que ter no post do Kenshin ou eu vou bater nele

Após a fala de Azura, M-4 que se levantou. Enquanto toda a história de Duncan era contada, Lenora e Katie iam tratando os feridos do navio. - Bem, acho que é a minha vez então, não é Duncan? - Falava ela bem pouco animada, inclusive virava para Naomi e comentava. - Desculpa mas vou antes de você, estou devendo essa história para eles tem um tempo... Acho que já deveria ter contado isso para vocês, afinal, minha vida... ou melhor dizendo... meu passado já chegou até mesmo a aparecer em missões que estávamos realizando. - Falava ela levando seu olhar aos poucos para M-2, que estava deitada machucada e provavelmente dormindo e M-3 que estava fazendo cafuné na cabeça de sua irmã.

- Bom, eu não consigo começar do mesmo ponto que você. Não lembro onde eu nasci, não lembro dos meus pais, não lembro nem mesmo meu nome. Quando eu tinha uns cinco ou seis anos eu fui sequestrada por um pirata chamado Walcott 'The Cruel' Oldham. - Informava ela logo no começo, só a menção do nome parecia já deixar ela mais triste ou pelo menos atenta a seus arredores. - Eu fui sequestrada por ele, elas... - Falava apontando para M-2 e M-3. - Foram sequestradas por ele. Nós não somos realmente irmãs, bem, não de sangue. - Ela dava uma pausa pensando em como continuar. - Ele nos sequestrou porque ele era apaixonado por uma amiga de infância e ele esperava que a gente ficasse parecida com ela quando crescêssemos um pouco. - Informou ela pensando em como aquilo podia ser tão básico e como ele podia ser tão cruel ou maluco para fazer aquele tipo de coisa.

- Ele queria uma boneca que fosse igual a amiga dela na "idade perfeita" de acordo com ele. - Falou ela com nojo só de mencionar aquilo. - Quando ele era adulto ele comeu uma akuma no mi, a Karada Karada no Mi. - Informou ela algo mais técnico. - Graças a isso ele ganhou o poder de controlar o próprio corpo e o corpo de outras pessoas. - Continuou informando. - Com esse poder ele não só parou de envelhecer por vontade própria, como ele pode basicamente modificar sua aparência a vontade. Além disso, ele conseguiu congelar o crescimento de outras pessoas. - Falava ela. - Ele não tinha poder o suficiente, ou talvez é simplesmente impossível para ele mesmo modificar alguém para ser como ele deseja e isso se restrinja ao seu próprio corpo. Não sei. - Completava ela balançando a cabeça demonstrando que ela não queria pensar naquilo naquele momento.

- De qualquer forma. Ele sequestrou a amiga de infância dele, que se chama Mary, e fez com que ela parasse de envelhecer com seus vinte e poucos anos. Ela é a M-1. - Falava ela informando um número que não havia ali. - Ele fez a M-2 parar de envelhecer quando ela chegou aos treze e percebeu que ela já havia "passado do ponto" que ele era realmente apaixonado por sua amiga. - Naquele momento um calafrio passava por M-4 e todos viram que o rosto dela parecia de alguém que sentia dor por meramente lembrar o que havia acontecido. - Eu parei de crescer com doze anos e M-3 parou de crescer com onze anos. - Informou ela. - Mesmo assim, nenhuma de nós três éramos como ele queria. Por isso ele sempre abusava da gente, com raiva de não termos crescido igual a amiga dela.

Ela dava uma pausa e apontava para o guarda chuva. - Como eu falei... Eramos obrigadas a usarmos essas roupas de bonecas e estarmos sempre com guardas chuvas pois aparentemente os dois em sua infância viviam em um lugar que chovia demais... usar essas roupas e o guarda chuva ajudava a apaziguar um pouco a raiva dele e ele não abusava tanto da gente nesses momentos... - Informou ela colocando ambas as mãos em volta de si mesma, como se tentando se proteger de algo que não estava ali. - Um dia M-1 cansou de ver todo o abuso que sofríamos por causa de um maluco que era apaixonado por ela e fez de tudo para que fugíssemos. - Falou ela sem querer entrar em detalhes de como isso foi possível.

- Eu nunca havia pensado em muito do que poderia ter ocorrido depois disso... preferi me isolar um pouco, pensar em outras coisas e por isso entrei no exército revolucionário para livrar qualquer um que fosse escravo em algum lugar. - Concluiu ela, mas não parecia realmente ter acabado. Ela respirou fundo e continuou. - Eu queria esquecer isso e realmente só viver o resto de minha vida. Mas quando acabamos esbarrando com M-2 e M-3, a minha irmã sem querer falou da M-6. - Falava ela meio tensa com a possibilidade. - E existe uma M-7 também. - Ouviram a irmã dela falando ao fundo. - Nós fugimos... mas outras garotas estão passando pela mesma coisa por causa disso. Eu preciso fazer alguma coisa quanto a isso. - Falava ela coçando os próprios braços como se aquele local houvesse ficado frio do nada. - Não posso deixar ele simplesmente continuar com isso para sempre. - Ela falava isso e parava de falar, fazendo o silêncio reinar naquele momento.



Ferimentos escreveu:
Azura - Socos em sua cara e em sua barriga

Duncan - Diversos cortes pequenos por seu corpo

Garfield - Não chega a ter um machucado real, mas está zonzo no momento

Georg - Corte em seu peito e em suas costas

Naomi - Diversos tiros de raspão e um pouco mais profundo em seu braço esquerdo, queimaduras em seu corpo

Legenda:
 

Histórico:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


Voltar ao Topo Ir em baixo
Akuma Nikaido
Pirata
Pirata
Akuma Nikaido

Créditos : Zero
Warn : Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 13 10010
Data de inscrição : 03/08/2012

Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 13 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 13 EmptyDom 05 Abr 2020, 03:43



Ouvia a fala de Katie sobre a prioridade no tratamento e compreendia a necessidade de tratar os que estavam pior primeiro. Mas era a primeira vez que eu me feria devido a balas e era queimada, então acreditava que eu também estava grave. Saber que não me tranquilizava. Agradecia a Katie e, então, afastava-me, para dar a ela a liberdade necessária para cuidar dos pacientes. Nesse momento, então, encontrava-me com M-4 e ouvia seu pedido. Não lembrava que ainda estava com as roupas da moça. Envergonhada, olhava para baixo, encontrando a coragem para falar:


— Gomen, gomen!! As roupas estavam na mochila que eu levei comigo. Na pressa de pegar os baús com as armas não me lembrei de pegá-la! Se ninguém mais tiver pego, elas estão com a Marinha agora...


Levantava devagar a cabeça, olhando-a nos olhos novamente. Na pressa de pegar os objetivos de nossa missão o mais rápido possível não me lembrei daquela mochila. Mas percebia agora que isso havia sido um erro. Logo mais caminhávamos com os outros para encontrar com Duncan, não dando muito tempo para que falássemos sobre. Mas sentia que ouviria uma bronca logo após. No fundo, torcia para que, por alguma sorte do destino, uma das pessoas que havia entrado comigo houvesse pego a mochila.

Logo mais meu companheiro iniciava seu discurso e minha atenção ficava voltada a ele. As falas de Duncan me inspiravam e eu queria também contar a minha história, mas M-4 interrompia-me para contar antes a sua história. Compenetrada, ia ouvindo o que a moça falava e, aos poucos, meus olhos enchiam-se de lágrimas, enquanto eu sentia todo o peso da culpa por perder aquelas roupas. Conseguia entender, ao menos um pouco, o significado daquilo para ela. Engolia em seco, tentando me recompor, para logo em seguida começar a falar:


— M-4... Eu não tenho nem palavras para expressar como me sinto... Mas saiba que seu desejo não é só seu, mas meu também, e acredito que de todos aqui. Nós vamos dar um jeito de pegar esse homem e fazê-lo pagar por seus crimes.


Nesse momento eu dava dois passos para a frente, destacando-me dos demais, enquanto retomava meu pequeno discurso.


— Minha história nem de perto é tão profunda como as suas, mas gostaria de contá-la. Nunca cheguei a conhecer meus pais, mas me disseram que minha mãe morreu no meu nascimento. Ninguém conhecia meu pai e eu simplesmente fui criada nas ruas de Conomi. Mas dei sorte, sabe? Boas pessoas me criaram e me ajudaram a sobreviver. Eles foram a minha família.


Algumas lágrimas escorriam enquanto lembrava-me deles. Havia tão pouco tempo que minha vida mudara radicalmente, mas sequer tive tempo de despedir deles. Enxugava-as, permitindo escapar um leve soluço, para então continuar


— Eu sempre achei ruim a forma como o mundo funcionava. Alguns com tanto, negando-se a ajudar aqueles que nada tinham. Por várias vezes roubei comida dos ricos e dos comerciantes, para poder me alimentar e alimentar minha família. Mas meu mundo era pequeno e, tirando a preocupação de não morrer de fome, não tinha muito no que pensar. Mas tudo isso mudou, quando fui atacada por um lobo e acabei sendo encontrada pelo grupo de Seshiro-sama. Eles me salvaram, em mais de uma forma...


Procurava em meio ao grupo o rosto de cada um daqueles me acolheram, dando um sorriso espontâneo. Eles ainda provavelmente não faziam ideia do quanto haviam me ajudado.


— E foi por conta deles que me juntei aos revolucionários. Pela primeira vez na vida eu entendia que eu podia ter um propósito ambicioso. Eu podia ajudar a mudar o mundo. E então eu vim, pronta para ajudar em minha primeira missão: conseguir armas para que possamos lutar. Faust e eu fomos liderados por Duncan e, para conseguirmos nos infiltrar, tivemos de nos passar por funcionários da Torch. Para isso, atacamos eles e os roubamos.


Nesse momento procurava por Faust, olhando diretamente para o palhaço. Sentia que precisava tirar aquele incômodo do peito e, se antes não pude fazê-lo pois estávamos em missão, agora me parecia a hora certa.


— Talvez eu seja ingênua, mas eu acredito que a maioria das pessoas é como Duncan era. Não tinham noção da realidade em que muitos de nós vivemos e isso torna nossas causas ignoráveis. Não acho que seja certo maltratá-los, sabe? Não gostei, Faust-kun, quando te vi roubando os pertences deles. Ou quando você, Duncan-senpai, os ameaçou. Eu entendo que talvez isso tenha sido necessário na hora, mas não acho que esse seja o modo de fazer com que as pessoas entendam pelo que lutamos.


Tentava pôr o peso correto nas palavras, de modo a não soar agressiva. Eu não queria ofender ninguém, muito menos julgá-los, mas também entendia que era preciso me posicionar e dizer o que sentia. Dessa vez, voltava a fitar a multidão, procurando por Katie.


— Isso que digo também vale para os marines. Eu me senti mal por ter ferido alguns. Se não fossem as palavras de Seshiro-sama para mim mais cedo, prevendo exatamente que isso poderia ocorrer, talvez tivesse ficado ainda pior. Procurei por Katie-senpai para manifestar meus pensamentos depois, e o que ela me falou me marcou. Nós procuramos por justiça, e acredito que a maioria dos marines também. Apenas nossa forma de enxergar o mundo é diferente. Sei que estamos em guerra e não acredito que dê para resolver tudo pacificamente, seria fácil demais...


Fazia uma pequena pausa, passando o olho por cada um dos membros da multidão, parando em M-4. Minha vontade era de correr e abraçá-la naquele momento, mas continha-me e, em vez disso, apenas continuava a dizer:


—... Mas também acho que, no fundo, a maioria deles são boas pessoas. Talvez se nossas vidas houvessem seguido por caminhos diferentes, estaríamos do lado deles agora. E é por isso que não os recrimino ou nutro ódio. O que quero dizer é que todos nós encontramos nossos motivos para lutar, e tudo bem eles serem diferentes. Mas o nosso ideal é o mesmo: tornar o mundo um lugar mais justo para todos. Seja podendo dar alimento a quem precisa, seja retirando o privilégio de nobres que acham que sua vida vale mais que os outros, seja libertando as pessoas presas por suas correntes, físicas ou psicológicas.


Meu olhar em M-4 revelava o meu mais profundo desejo de poder ajudar. E, à medida que ia falando, ia trocando minha vista para o próximo membro.


—M-4, seu sonho é meu sonho! Duncan, seu sonho é meu sonho! Faust, seu sonho é meu sonho! Katie, seu sonho é meu sonho! Vamos libertar as correntes daqueles que ainda estão presos ao chão. Vamos dar asas aqueles que desejam voar! Eu precisei afastar-me de minha primeira família para poder ajudá-los. Mas sinto que encontrei uma outra. Aquela que pode me ajudar a alcançar também o meu sonho: um mundo justo para todos


Percebia, ao fim de minha fala, que lágrimas escorriam pelo meu rosto. Não quisera fazer nenhum discurso, apenas contar a minha história. Mas as palavras de M-4 haviam me emocionado e me inspirado. Mais do que tudo, elas convergiam ao meu desejo. Sentia também que eu não era a única ali emocionada com o que havia acontecido. Nossos laços se aprofundavam enquanto compartilhávamos nossas histórias e nossas ambições. Recuava, por fim, para ficar junto das outras pessoas. Definitivamente, não estava mais sozinha.

____________________________________________________


[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Kenshin Himura
Cabo
Cabo
Kenshin Himura

Créditos : 9
Warn : Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 13 10010
Masculino Data de inscrição : 22/04/2012
Idade : 23

Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 13 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 13 EmptyDom 05 Abr 2020, 19:59


Já conseguia vislumbrar nosso objetivo, a queda que aquela montanha tinha, mostrava a Grand Line com sua imensidão, era realmente uma forma épica de se chegar a ela, oque me fazia lembrar das viagens que minha mãe me levava saindo de Amazon Lily diversas ilhas. “Esse mundo é maravilhoso!” Pensava quando percebia que estávamos chegando ao fim da descida, corria para fazer oque o pequenino tinha pedido, soltava as velas e percebia a diferença que as mesmas estavam fazendo naquele momento.

“Sem esse pequenininho certamente não conseguiria subir essa montanha!” Pensava descendo de onde se encontrava as velas do barco me virava para Duncan e pedia que ele desse as explicações sobre seu passado. O garoto pedia para que todos reunissem ali para que ele pudesse falar, parecia as velhas de Amazon Lily que juntavam as crianças para contar as histórias das lendárias serpentes. “Meu Deus parece até a vovó quando vai começar a contar a história do boitatá!” As pessoas iam se aproximando parecia que todos queriam escutar oque Duncan tinha para falar.

A história do mesmo era bastante triste, ter sido retirado dos braços de sua mãe fora algo desumano de ser feito, mas sua origem não me surpreendia pelo incrível que pareça. “O cheiro, as maneiras desde a primeira vez que nos conhecemos!” Sempre tive um pé atrás com o garoto, e sabia que o mesmo deveria ter uma linhagem podre. Continuava escutando sobre a desigualdade em sua ilha de origem, ainda mais pelo assassinato de sua mãe aos mandos de seu pai, aquilo me fazia apertar meu punho de raiva, era contra aquilo que eu pretendia lutar desde que fui salva.

A por fim o garoto terminava sua trágica história, matando seu pai, apesar de sua origem ele me lembrava muito Alucard de certa forma, um fruto saudável em meio toda aquela podridão. Era uma história bastante tensa para se confiar em alguém em meio a revolução, mas já tiveram vários momentos para que o mesmo pudesse nos trair, e muito pelo contrário o mesmo se mostrou alguém bastante dedicado a nossa causa. “Granbos poderia ser um bêbado, mas duvido que teria aceitado Duncan sem ter certeza das convicções do garoto!” Pensava fechando os olhos e soltando um breve suspiro, percebia que todos estavam em silêncio, Duncan me encarava esperando minha resposta.

- Desde o primeiro momento que você apareceu senti um cheio estranho em você! Dava uma pequena risada. - Vocês nobres têm um cheiro distinto! E não se preocupe esse peso não é apenas seu Duncan, ele é meu também, eu já estava decidida em pedir você para ser meu braço direito, e sua história só fez ter a certeza de que es o homem certo para carregar os meus ideais! Daria uma pausa retirando o anel vermelho novamente do bolso.

- Você assim como eu enxerga a podridão desse mundo, e com isso em minha frente nasce aquela que me ajudará a destruir a roda que massacra a sociedade! Dava uma pequena pausa entregando o anel para Dunca em seguida viraria para todos ali no barco falando. - A previsão do tempo diz que o céu fechou, o poder das nossas vitórias vão curar as dores dos mais fracos, a chuva da vitória vai reinar no fim, Sofrimento acabar e o amor vai crescer Inimigos vão cair ao som desse trovão! Dava uma pequena pausa com um sorriso em meu rosto que poderia ser visto por todos. - E assim nasce aquele que leva as convicções do arauto do Céu! Segurando a mão de Duncan falava. - Bem vindo arauto da tempestade! E com isso três anéis tinham seus portadores.

Mas antes que pudesse continuar, M-4 também tomava dianteira contando sua história, conforme a historia ia sendo contada parte vinha me lembrando da época que eu fora capturada por aquele desgraçado do Kenshin. A raiva podia ser vista crescendo dentro dos meus olhos, a raiva ia tomando conta do meu corpo seguindo em direção da M-4 a história de abuso me lembrava oque eu passava frequentemente com os filhos daquele desgraçado. Tudo pelo que eu lutava era para que as pessoas não passassem pelo que eu passei, e saber que M-4 passou por algo muito parecido com o que aconteceu comigo mês fez o quanto a minha célula era necessária. Quando estava a frente da M-4 a abraçava colocando a cabeça da mesma em meus peitos. - Não se preocupe pequena! Dava um pequeno beijo na testa da garota.

- Só me diga aonde encontrar esse filho da puta, enfiarei meu sapato tão fundo no cu dele, que vai precisar de umas 5 reencarnações para poder tirar! Estava convicta, acabaria com o homem que causara tanto sofrimento a uma amiga, e que agora estava fazendo a outras garotas.

Quando menos esperava a novata também decidia contar sua história, provavelmente comovida com tudo que tinha sido falado até aquele momento. “Agora pronto, viramos uma grande roda de psicologo!” Pensava olhando para a jovem garota que então começava a contar seu passado, deveras não era das histórias mais trágicas contadas ali, mas não mascara o fato da fase ruim na vida da garota.

- Não fique assim garotinha! Falaria sorrindo para a mesma, em seguida voltava a ficar séria. - De fato tem muitos marinheiros que não sabem oque estão fazendo ou tão pouco sabem porque estão lutando, não passam de peões, mas infelizmente estamos em uma guerra, inocentes irão morrer! Dava uma pausa suspirando. - E cabe a nós lutarmos para que essas mortes não sejam numerosas, e lutar para que aqueles que caíram, não tenham caído em vão!

Tomava a dianteira na frente de todos. - É por isso que hoje, junto dos meus dois arautos carregando os anéis dos aspectos do céu, eu sendo a portadora do sonho de que ninguém, mas absolutamente ninguém nasça ou viva se sentindo preso ou que e propriedade de alguém, com Garfield portando o anel do sol, trazendo a luz a todos e Duncan portando o anel da tempestade, trazendo a destruição aqueles que se põe no nosso caminho eu Azura V. Pendragon portadora do anel do céu, fundei a celula “Asas da liberdade”! Dava uma pequena pausa mostrando o anel laranja em meu dedo.

- Lutarei por todos vocês, junto dos meus Arautos, e para isso quero que todos vocês se juntem em minha causa, sejam parte dessa célula, pois TODOS vocês, foram e são importantes para mim desde o primeiro momento que pisei no East Blue. Pularia em cima da proa continuando a falar. - Por favor aceitem meu pedido e sejam a força da minha célula, Marinha, nobres, reis, imperadores, piratas são apenas raias de uma grande roda, um esta no topo, em seguida outro no topo enquanto isso o povo esta em baixo sendo massacrada por essa roda. Como já falei uma vez, meu sonho, meu desejo enquanto eu viver, eu não irei parar a roda. Dava uma pausa olhando para cada um no barco. - Meu objetivo no mundo e DESTRUIR essa roda! Falaria bem alto e em bom tom. - E apenas conseguirei se todos vocês se unirem a mim, sob minha bandeira, sejam meus companheiros nessa guerra árdua! Terminava de falar esperando a respostas de todos ali, naquele momento estava botando para fora todo o meu desejo de revolução.

Certamente no meio de todos ali tinham pessoas bastantes capacitadas a serem arautos, mas de todos ali até então a que me chamou mais atenção fora a novata Yumi. “Ficarei de olho nela! Certamente ela seria uma boa portadora de algum dos anéis restantes!” Pensava olhando para a garota analisando qual seria as habilidades da garota, e qual anel cairia bem na mesma.
Historico:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Sempre estarão comigo:
 

Voltar ao Topo Ir em baixo
https://www.onepiecerpg.com/t33737-cla-shadows-league
Wesker
Revolucionário
Revolucionário
Wesker

Créditos : 14
Warn : Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 13 10010
Masculino Data de inscrição : 29/04/2012
Idade : 22

Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 13 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 13 EmptySeg 06 Abr 2020, 05:00


O Eclipse

We Are Revolution






O incentivo de Yumi e as palavras surpreendentemente sérias de Faust faziam com que eu começasse a me sentir melhor comigo mesmo, além de bem surpreso por perceber uma certa profundidade no palhaço que ele mesmo vinha escondendo até então. Eles de fato haviam sido bons companheiros naquela missão. Um sorriso sincero começava a surgir no canto de minha boca - Obrigado pelas palavras pessoal. Vocês dois foram incríveis na missão de hoje. Estão de parabéns! - Ainda não havia tido tempo de elogiá-los, e aquela era com certeza uma ótima oportunidade.

Agora, o que mais me interessava no momento, era as palavras de Azura que vinham a seguir. Por mais que começasse com uma piada, as palavras da garota eram claramente poderosas. Ela não só me aceitava em seu grupo como seu braço direito, como demonstrava ali que tinha ideais dignos de serem defendidos, ainda que não tivesse nos contado a sua própria história.

Tendo agora um sorriso bem confiante em meu rosto, colocava o anel vermelho e o apreciava em meus dedos. Sua cor fazia parecer que estava olhando para os meus próprios olhos, o que não deixava dúvida que aquela posição no grupo era feita para mim. De cabeça erguida com toda a determinação gerada pelo momento, eu sentia que deveria dar alguma resposta à garota - Você até que também é boa com as palavras quando quer, não é? - Não poderia deixar de brincar - Arauto da Tempestade, adorei! Pode deixar que continuarei exercendo a minha função de ser um pé no saco! Traremos o Sol que irá extinguir a escuridão do mundo - Eu queria transferir à Garfield um pouco de toda aquela empolgação.

Agora, por mais que Yumi quisesse falar, era a vez de M-4. Confesso que estranhava o fato de ela sequer ter comentado sobre a minha história, estaria com raiva de mim diferente dos outros? Naquele momento eu preferia simplesmente acreditar que estava tensa demais com o que tinha para dizer e por isso não havia me dito nada. Por isso mesmo, para apoiá-la, eu ficava bem quieto e prestava atenção na garota.

Minha reação à história não era imediata. Na verdade, eu estava mais uma vez fazendo o exercício de respiração enquanto Yumi e Azura falavam com a garota. Meu punho direito estava fechado e minhas unhas eram pressionadas na palma da mão até o ponto de quase sangrar “Walcot Oldham” Eu não esqueceria daquele nome, não mesmo. Pensar que um sujeito tão doente poderia estar à solta por aí, pensar que alguém que alguém como M-4 havia passado por tanta coisa “...” Respirava fundo uma última vez.

- Azura - Dizia enquanto me aproximava da pequena depois que a lutadora já a houvesse soltado - Já vou passar por cima da sua autoridade pela primeira vez, espero que me perdoe por isso - Após dizer isso, meu olhar agora se voltava para M-4 e eu colocava a mão direita em seu ombro - Vocês não estão sozinhas comandante, prometo em nome de toda a Asas da Liberdade que Walcot Oldham não vai sair impune disso. Será o nosso primeiro objetivo traçado. Por mais que doa, peço que nos contem tudo o que sabem sobre ele, para que possamos pegá-lo antes que mais pessoas sofram com isso - Fazia uma pequena pausa - Nenhum de nós irá continuar fugindo do passado, iremos atropelá-lo! Juntos! Para que possamos criar um futuro melhor! - Tentava passar o máximo de determinação e confiança em minhas palavras.

Agora era hora de Yumi começar a falar sobre seu passado, algo que eu de fato não entendia muito bem a necessidade mas conseguia respeitar. Dando espaço à novata, puxava M-4 com algum carinho para trás, para que ficasse perto de mim. Abraçaria a garota caso ela parecesse precisar de um abraço, do contrário a deixaria ouvindo o discurso como todos os outros.

Suas palavras iam além de uma mera história, onde a garota começava a repreender a Faust e a mim pelas nossas ações na última missão. Era ingênua, com certeza, mas de certa forma precisávamos de uma pessoa assim no grupo - Eu entendo o seu ponto, Yumi - Me afastava um pouco de M-4 agora, tentava manter um tom bem sério na minha fala - Mas apesar disso, não deixo de achar um modo bem ingênuo de se enxergar as coisas. Como a Azura disse, é uma guerra. É claro que os marinheiros também podem ser boas pessoas, provavelmente o sargento estressado era, por isso o povo o amava tanto. Apesar disso, ele não hesitaria em partir um de nós ao meio se pudesse, nenhum marinheiro hesitaria, e por isso eu também não faria isso. A guerra que travamos com a marinha é uma onde não existe bem e mal, mas pessoas com ideais semelhantes que lutam por fins diferentes. Infelizmente, às vezes alguns do outro lado precisam morrer para que pessoas do nosso lado não morram - Fazia uma pausa e logo voltava a falar - Veja bem, eu também não concordei com a ação de Faust, mas repreendê-lo na hora seria acabar com a atuação. Eu estou mais do que disposto a matar marinheiros, como já disse, mas jamais iria ferir os civis. Por isso mesmo, é melhor que pensem que sou um vilão e se rendam pacificamente do que tentarem lutar, a menos que você queira acabar fincando um dos seus dardos na cabeça de uma pessoa inocente. Se eu precisar parecer o vilão para que menos pessoas morram, para que menos pessoas sejam feridas, eu irei assumir esse papel sem pensar duas vezes.

Confesso que no final de todo aquele discurso eu sentia um pouco de raiva da garota, talvez por ter julgado suas palavras ofensivas ou talvez por mera arrogância de minha parte, decidia que precisava falar um pouco mais para melhorar aquela situação - Dito isso, precisamos de pessoas como Faust e eu tanto quanto precisamos de pessoas como você aqui. Uma guerra tão constante pode realmente fazer com que percamos a cabeça às vezes, mas principalmente precisamos de pessoas bondosas como você para serem a cara de nossa causa. Ainda assim, nas missões, você tem que fazer o que é necessário para que as pessoas não se machuquem, mesmo que isso vá te fazer parecer uma pessoa má. Não se vence guerras pedindo por favor, mas pode acabar gerando coragem de um civil inocente acabar tentando ser o herói para salvar o dia de nós, os vilões abobalhados que tentam roubar uma carga. É melhor que tenham medo para o bem deles e o nosso. Espero que entenda meu ponto de vista.


Havia falado demais, e agora estava bem cansado. Em silêncio, voltava para perto de M-4 e ouvia o resto do discurso de Azura. A garota parecia bem empolgada para dizer a verdade, e aquela empolgação toda acabava me contagiando um pouco. Lembrava-me de todos os problemas que já tivemos, e achava engraçado a ironia de agora ser seu braço direito, seria minha chance de continuar comprovando no dia-a-dia o amadurecimento da garota, e também a chance de provar meu amadurecimento para ela - Destruiremos a roda! - Dizia quase como em um brinde, esperando agora pelos próximos acontecimentos daquela reunião.


Post: 016~ Rename: -X- ~ Location: Polestar Island - East Blue

Notes: •Ganhos: 40 Mil Berries
Peruca - Preta
Lentes de Contato (Pretas)
Anel Vermelho
Todas as dores da aventura anterior curadas

•Perdas: 248 mil berries

Legenda: Falas
"Pensamentos"

Thanks, Lollipop @ Sugaravatars


Historico (Geral):
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

Em homenagem aos que se foram::
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Sagashi
Revolucionário
Revolucionário
Sagashi

Créditos : 3
Warn : Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 13 3010
Masculino Data de inscrição : 17/01/2014
Idade : 18

Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 13 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 13 EmptySeg 06 Abr 2020, 18:53


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

Olhava para os lados e me sentia um pouco desconfortável naquele ambiente. As pessoas pareciam estar um pouco mais hostis comigo por alguma razão, talvez fosse pela falta de fé deles de que a queda seria tranquila. Quando tudo estivesse de fato mais calmo, esperaria fazer contato visual com alguém para aproveitar da fala: — Viram só? Eu falei! — Sorriria pacificamente e desamarraria meu tornozelo, soltando a corda dele e passando a mão pelo leve arranhão. ”Obrigado, senhor Sol!” Olharia para cima e juntaria minhas mãos, como uma reza rápida. Dessa forma, então, me encontrava próximo de M-4 e Duncan. Próximo a eles, veria Duncan pedindo seu cartaz emprestado e atraindo a atenção dos tripulantes do local. Por um momento, colocava um semblante confuso no rosto, mas decidia não falar nada até que ele se pronunciasse por completo.

— Durante a noite, eu perdi o controle da minha raiva pela primeira vez, invadi o quarto do meu pai e o empalei. Quando percebi o que fiz, decidi que não poderia parar ali, teria que dedicar minha vida à reparar os meus erros e impedir que pessoas como eu continuem a se aproveitar dos outros. Eu não me orgulho de ter matado meu pai, mas também não me arrependo. Por isso decidi que deveria abraçar meu sobrenome e essa fama, para serem o meu fardo a carregar — Ouvia a história inteira de Duncan calado, fora algumas expressões faciais de horror. ”Então não existe nenhum Edmund? Puxa vida…” Tentava me manter o mais calado possível, com medo de perder a empatia de Duncan por alguma coisa que eu possa dizer de errado. — Espero que ainda possam me aceitar. — Via Duncan se sentar no chão. Nesse momento, desaproximaria qualquer um de perto dele com os braços: exigia que eu fosse o primeiro a interagir com ele. Me aproximaria a passos lentos e colocaria as duas mãos no seu maxilar, colocando os polegares na sua bochecha e puxando seu rosto para perto. — Foi uma atitude horrível. — Lembrava dos bons tempos com meu pai, daqueles que eu sentava perto na bigorna e ouvia seus conselhos de vida, junto com seus martelares agudos que por alguma razão me eram muito satisfatórios. — Mas necessária. Os seus fins justificaram seus meios. — Soltaria seu rosto e seguraria sua cabeça com uma mão, colocando-a ao seu estado natural novamente e a soltando. — Suas ações foram de intensa luz, mas seus meios foram escuros. Quem diria que um dia me depararia com alguém que matou seu pai, só que para livrar o mundo de futuros sofrimentos? — Riria brevemente. — Trouxeste a luz por meio da escuridão. Se jogou no abismo, para voltar com um exército de sombras que enfrentam outros de seus semelhantes: você é o arcanjo da escuridão. Se banha da luz do Sol e o fortalece usando do escuro sua arma, por isso, então, você é o Eclipse. Sabia que não estava errado em te chamar assim desde a primeira vez que o vi.

Colocaria a palma da mão aberta em sua cabeça, fecharia os olhos e inclinaria o rosto para cima. — Duncan Dellumiere. — Inspiraria ar antes de dizê-lo. — Sua carne é passageira. Seu corpo é Duncan Dellumiere, mas sua alma é o Eclipse. És o arcanjo da escuridão, tens seus pecados perdoados e passe livre para purificar a pior das almas pelos meios que julgar sensato. A partir de hoje, deste dia, não terás vergonha de seu nome — pelo contrário, usará-lo ao seu favor, ecoará-os aos mares e ventos para que seus inimigos saibam da sua presença e tremulem diante de ti. És fruto do amor proibido do Sol com a rainha das trevas, o justiceiro que opera em qualquer uma das áreas. — Ficaria alguns segundos com os olhos fechados e uma das mãos erguidas, enquanto a outra se apoiaria na cabeça do homem. — No dia de amanhã, no raiar do Sol, estará perdoado e livre dos pesos do mundo. O cumprir de seus objetivos te trará a glória e o paraíso. Tudo que precisa agora é que toque a minha trança, para que tudo isso se realize. — Tiraria a mão de sua cabeça agora que a reza estava feita e jogaria minha trança ao Duncan. — Aliás, espero que tenha gostado do livro que te dei! — Sorria.

Via logo então o palhaço de antes e uma garotinha pequena se aproximarem. A garotinha dizia que queria contar sua história também, e o palhaço dizia coisas sobre estar inserido no Asas da Liberdade. Franzia a testa e os olhava de cima para baixo, confuso, esperando que dissessem suas origens rápido para que eu pudesse compreendê-las. — … perdoe-me, quem são vocês, mesmo? — Ficava quieto após isso, notando que M-4 agora se aproximava e decidia contar sua história também. Ouvia atentamente, até que algo que chamou bastante atenção. — Ele nos sequestrou porque ele era apaixonado por uma amiga de infância e ele esperava que a gente ficasse parecida com ela quando crescêssemos um pouco. — Raciocinava por um tempo, mas logo me encontrava boquiaberto. A interrompia rapidamente, agindo de maneira instintiva, sem me lembrar de me conter. — Foi por isso que você brigou comigo! Eu pareci ele na hora! — Então, ficava em silêncio novamente até a história se encerrar. — Não posso deixar ele simplesmente continuar com isso para sempre.

Me aproximaria de M-4 da mesma maneira que me aproximei de Duncan anteriormente, mas sem encostar, dessa vez. — Isso não é uma história. A história fica no passado, e isso está acontecendo no presente! — Faria movimentos de positivo com a cabeça, com os olhos cerrados e testa franzida. — Se quer uma revolução, ela precisa começar do começo. Vamos atrás desse homem. Melhor, desse cadáver ambulante. — A seriedade me trazia olheiras. — Não o mataremos, não; isso vai contra o agrado do Sol. Pelo contrário, faremos que perceba o que fez de errado, colocaremos-no no mesmo sofrimento pelo resto de sua vida… — Focaria no horizonte, sem ter algum alvo de fala específico. — Teremos tempos de caça, M-4. Juro pela minha honra, pelo meu nome e meu posto de campeão que acabarei com este homem pela força e trarei paz à sua consciência. — Pegaria sua mão e colocaria minha outra mão por cima, como quem fecha um contrato. — Peço para que não o chamem de “O Cruel”. Ele não conhece crueldade, afinal. Entenderá o que é ser cruel quando estiver nas minhas mãos. Chamem-no de “O Palhaço”! — Soltaria sua mão e sorriria. Me viraria para o palhaço do grupo e sentiria uma pontada de remorso. — … no jeito ruim, é claro! Sem ofensa à você. Você faz piadas legais.

Assim que o fizesse, outra coisa me atrairia a atenção. A garotinha queria muito falar, e daria a palavra a ela sem interrupções, mas antes disso, me pronunciaria primeiro. — Ah, eu sei quem você é! Você é a… M… — Abriria a palma da mão e colocaria o indicador em cada dedo sequencialmente, começando no polegar. ”Um… dois… três… quatro…” Assim que chegasse no dedo oito, sorriria. — Você é a M-8! Quantos anos você tem? — Colocaria a palma da mão na sua cabeça, assim como fiz nos outros. — Você e suas irmãs sofreram muito, M-8. Mas eu prometo à você, a elas e a todos que se oporem à vossa causa: terão novas vidas e suas vinganças! — Então, permitiria-a a fala. — M-4, seu sonho é meu sonho! Duncan, seu sonho é meu sonho! Faust, seu sonho é meu sonho! Katie, seu sonho é meu sonho! Vamos libertar as correntes daqueles que ainda estão presos ao chão. Vamos dar asas aqueles que desejam voar! Eu precisei afastar-me de minha primeira família para poder ajudá-los. Mas sinto que encontrei uma outra. Aquela que pode me ajudar a alcançar também o meu sonho: um mundo justo para todos

Ao dizê-lo, desviaria o olhar para o chão. ”Acho que no fim não era uma M… ou será que era? Ela é pequena, loira, bonitinha até. Sim, é uma M sim.” Não me pronunciava porque perdia meu tempo deduzindo se a garota de fato era uma M ou não, com os dedos afagando o queixo. Azura então roubava a cena com um belo discurso que me vibrava o coração e me arrepiava os cabelos. ”Que elétrico!” Me fazia por um momento olhar para meu próprio anel e me orgulhar dele. Seu discurso corria, até chegar num ponto que me fazia pular. — Bem vindo arauto da tempestade!

Batia palmas rápidas de emoção e pulava com os dois pés. — Isso! Isso! Ele tem um anel agora! Ele tem um anel agora! Deixa eu ver, deixa eu ver! — Correria para perto de Duncan, animado, após colocar o anel no dedo, e veria sua estampa. — Tem um raiozinho nele, Duncan! Olha que legal! Olha o meu, o meu é muito legal também! Ele tem um Sol estampado! — Mostraria meu anel com Sol estampado e o limparia com a manga algumas vezes para que brilhasse. — Azura do céu, onde você conseguiu esses anéis?! Eles são os melhores! Nunca quis tanto ter um anel desses na vida! — Meus olhos brilhavam. — E apenas conseguirei se todos vocês se unirem a mim, sob minha bandeira, sejam meus companheiros nessa guerra árdua! — Conteria meus ânimos. Me aproximaria de Azura e ajoelharia perante à ela. — Você tem a minha trança, Azura! — Colocaria os cabelos próximos aos seus pés, encostando minha trança neles como forma de respeito à ela. Me levantaria, então, e escutaria meu irmão Eclipse se pronunciar.

— Veja bem, eu também não concordei com a ação de Faust, mas repreendê-lo na hora seria acabar com a atuação. Eu estou mais do que disposto a matar marinheiros, como já disse, mas jamais iria ferir os civis. Por isso mesmo, é melhor que pensem que sou um vilão e se rendam pacificamente do que tentarem lutar, a menos que você queira acabar fincando um dos seus dardos na cabeça de uma pessoa inocente. Se eu precisar parecer o vilão para que menos pessoas morram, para que menos pessoas sejam feridas, eu irei assumir esse papel sem pensar duas vezes. — Vibraria. — Um arcanjo, de fato! — Sorriria com os dentes a mostra. — … o que exatamente esse Faust fez? O Faust é o palhaço? Se for o palhaço, o que ele fez de errado? Acho que vocês estão o julgando muito cedo. — Olharia para o palhaço. — Eu gosto de você! Não se abale. — Sorriria para o palhaço. Se bem que, sendo um palhaço, tudo o que ele mais deve ter visto na vida são sorrisos.

Com todos terminando seus respectivos discursos, abaixaria a cabeça e fecharia os olhos. — Creio que resta um a contar seu paradeiro. Gostaria que todos prestassem atenção, agora. — Ergueria o rosto novamente e olharia para o horizonte. — É de crucial importância que todos reconheçamos nossos passados e objetivos. Portanto, há de ser contado. — Procuraria pelo homem com os olhos. — Hugo, é sua vez. Pode contar tudo o que vier do seu coração. Acho importante sabermos da sua história! — Caso o avistasse, olharia-o com olhos orgulhosos e sorriria com os dentes fechados. — Conte-nos! — Esperaria o homem se pronunciar. Pronunciando-se ou não, me poria então às ordens de M-4. — M-4, devo dizer que não só encontraremos aquele palhaço, como também providenciaremos à você e às suas irmãs a melhor vida que puderem ter. Vocês merecem. — Entregaria então meu segundo livro: "O primeiro passo para o sucesso é acreditar" para M-4.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Historico:
 
Facilitando a vida do narrador:
 
Objetivos escreveu:

— Aumentar a recompensa.
— Aprimorar meu escudo ou encontrar um que dê atributos.
— Completar uma missão.

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

Meu amor:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Punk
Pirata
Pirata
Punk

Créditos : 13
Warn : Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 13 10010
Masculino Data de inscrição : 01/07/2013
Idade : 28
Localização : No barco

Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 13 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 13 EmptyTer 07 Abr 2020, 19:30

Podia observar que era um momento de família, confissões e promessas, afinal eu me perguntaria, quem são os revolucionários? Passei um bom tempo digamos com alguns deles, mas ainda parece que nem tudo eu sei, acho que isso é exatamente o que faz eles serem uma organização secreta que ameaça o Governo Mundial, meus inimigos mortais. “Cada palavra dita parece como uma liberdade de algo que vem de dentro para fora.” Talvez era exatamente isso que eu não compreendia, esse sentimento de culpa, pois eu não carregava nenhuma, até porque tudo foi uma piada e talvez muito bem contata. Eu não fazia ideia do que Duncan estava falando sobre me repreender, ou matar civis, porém achava de certo modo bem interessante e meu sorriso era mantido no rosto. “O que será que eu fiz? Será que não gostaram da piada?” Me perguntava enquanto um outro homem surgia e começava a falar, ele era extremamente divertido, suas palavras me animavam e muito, parecia ser um devoto do Sol. “- Hã? Gosta de mim! Gwhahahah ...” Eu me sentia um cego perdido em tiroteio? Ou estava apenas contando mais uma piada, a verdade que meu mundo é uma comédia eu sou uma verdadeira paródia, quem sabe quando é uma história ou não. A vida me ensinou assim, deixei o garoto triste e solitário a muito tempo atrás, escondido abaixo dessa maquiagem, nem eu mesmo sei quem ele é, só sei o que sou e o que quero. Mudar o mundo, um mundo onde todos possam sorrir.

“- Não sei o que eu fiz Gwhahahahahaha” Daria uma boa gargalhada, enquanto respondia a todos, fazia um sinal de cortesia e depois voltaria a olhar a todos novamente com um sorriso alegre no rosto. “- Sabe qual é a melhor parte de quando se conta uma piada? É a expressão do rosto das pessoas, não é quando eles sabem que é uma piada, ou quando estão prestando atenção e sim quando eles a entende. Muitas vezes não conseguem acreditar no quão engraçado é aquilo que estão ouvindo, naquela determinada situação .... você tinha essa expressão.” apontaria para Duncan, naquele momento ele tinha essa expressão. “- Por que quando eu o conheci, você era só um rostinho triste, ou com a cara fechada Gwhahaha ... o que eu falo, vai lá se saber se merece ser dado ouvido. “- É tudo uma parodia, eu entendi como o governo mundial funciona e decidi ser a verdadeira paródia deles ... todos no mundo merecem sorrir, por isso esse mundo precisa de mudança. Gwhahahahaha.” Faria uma pausa enquanto, passaria a mão no rosto. “- O que está esperando de um comediante? Um monstro? Obvio que não, eu levo a vida como uma comédia, sobre os civis é claro que foi uma paródia, não me interesso em matar civis, nem quando era um pirata Gwhahaha. Meu nome é “George Mephitoteles” Faust ... talvez isso vocês já devem saber. Eu vim da ilha do céu, sou um celestial.” Mostrava minhas pequenas asinhas e dava uma piscada.

“- Eu sou um revolucionário luto sempre em nome da justiça e nunca em nome da maldade! A verdade do universo é tudo aquilo que é transitório, não existe justiça perfeita e nem maldade perfeita. Então eu enxergo a minha própria justiça, até porque se parar e ver aos olhos do mundo, até de muitos civis. O governo é bonzinho os Rebeldes são os maus.” faria uma pausa com um sorriso menos largo continuaria falando meu ponto de vista sobre a minha vida. “- Eu sai da ilha do céu por livre e espontânea vontade, não era de família nobre, mas também minha mãe e meu pai nunca me deixaram passar forme. Até então eu encontrei um grupo de piratas... ou melhor um circo, decidi seguir viagem com eles. No começo eu era só um prisioneiro que chamava a atenção de muitos pelas minhas asas, enquanto isso eles roubavam as pessoas o capitão era uma pessoa bondosa, apesar de gostar da sua parte de álcool, mulheres e ouro, assim como eu. Também nunca me bateu, me escravizou, me deixou sem comer, não sentia prazer em matar civis, ele só queria ser rico. Por isso eu digo a justiça não é perfeita, nem a maldade.” Faria uma pausa enquanto lembrava de um dos momentos mais tristes da minha vida, porém mesmo assim eu manteria com um sorriso bem alegre no rosto. Olharia nos olhos de cada uma, talvez eu poderia ser julgado como louco ou até mesmo como alguém sem sanidade nenhuma, mas eu tinha, eu só mostrava sempre o melhor lado da vida, independente do que acontecesse.

“- Um dia, Agentes do Governo foram mandados para assassinar membros do Exército e nesse mesmo dia, eles só não mataram os revolucionários, como todos que testemunharam, civis e meu bando. Como eu ficava num compartimento escondido eu dei sorte de sair vivo. Mas eu os vi tirarem a vida de todos, pagliacci o palhaço que me ensinou tudo, meu capitão, meus amigos ou melhor minha família.” Faria uma nova pausa, tomaria um gole da minha garrafa de álcool. Daria uma boa gargalhada enquanto apenas uma lágrima escorreria do meu olho esquerdo. Limpando a mesma e ainda com um sorriso no rosto eu continuaria. “- Então o governo, a marinha e os nobres do mundo são justos e bom? Os piratas são maus? Nada é perfeito no mundo, infelizmente nem a justiça, até por que para fazermos o que chamamos de justiça, ou que acreditamos ser justo, querendo ou não temos que experimentar o outro lado. Sendo as vezes matar marinheiro, roubo, infiltração, derrubar alguém de um trono, nunca será só possível prender o inimigo, como também, roubar já não entra no critério de “Justiça.” assim como “Revolução.” não entra no critério de fazer somente o bem. Por isso eu tenho meus próprios valores de certo e errado, bem e mal, justo e injusto. Por que para mim tudo isso foram coisas que homens determinaram ao longo da história ... e eu sou um homem livre, homens livres não seguem padrões Gwhahahahahaahah.”

Talvez alguns acreditem em mim, outros levem como uma piada, outros me odeie, mas eu não estava nem aí, pois esse sentimento de homem livre é o que fazia eu ser um revolucionário. Como ia ser as coisas dali em diante era algo que eu não tinha uma resposta, mas poderia ter uma piada muito boa para contar. Ou melhor eu já tinha uma excelente, porém não era um momento. “- Eu como havia dito, entendi a essência do Governo, volto a afirmar, decidi ser uma paródia deles, quando digo que vou matar alguém, eu vou matá-los de dar risada. Gwhahahaha.” Faria uma pausa com um sorriso de lado. “- Por que é exatamente o contrário do que os agentes fazem, eu luto com ferocidade somente contra agentes, ou quando alguém ameaça a tirar minha vida, do resto eu prefiro sempre uma outra maneira de resolver as coisas, quanto mais fácil for para eu pular algo que eu considero desnecessário. Melhor é! Até porque sou um pacifista. O governo mundial, será a maior piada que eu vou contar, tirar sarro deles será uma das coisas mais divertidas do mundo Gwhahahahahahahaha” Talvez eu sabia como uma agente agia, por ter visto com os meus próprios olhos e por isso eu exatamente havia decidido que seria uma paródia de um. Eu escondia algo dentro de mim, uma raiva muito grande e eu mal poderia observar a oportunidade de começar a pregar peça naqueles que controlam o mundo.

“- Não vejo a hora de pregar uma peça nos nobres do mundo e fazer do Governo Mundial o que eles realmente são... uma piada.” Colocaria um enorme sorriso no rosto.

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
PepePepi
Narrador
Narrador
PepePepi

Créditos : 107
Warn : Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 13 10010
Data de inscrição : 15/03/2013
Localização : Utopia - 7ª rota

Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 13 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 13 EmptyQua 08 Abr 2020, 15:51


Narração
Sensação térmica: Quente
Céu aos poucos se fechando
Localização: Farol
A noite


Azura, Duncan, Faust, Garfield e Naomi
A situação no barco era no mínimo curiosa. Duas médicas iam tratando quem podiam e então começavam a ouvir o discurso de Garfield e de Azura quanto aquela história contada por Duncan. Era interessante como todos os dois aceitavam aquele passado com facilidade. Na verdade, todos no navio pareciam aceitar a história de Dellumiere com certa facilidade. Como fora bem explícito por todos que falaram, no final Duncan acabara indo para o lado certo da história, aquela história triste que forjara o homem que ele era naquele momento.

A partir daquele ponto, o navio foi tomado por uma sequência de histórias. A primeira era a história de M-4. Cada um no navio sentia a história de sua própria maneira, Garfield reagia como sempre em voz mais alta a alguns trechos, mas nada ali era uma novidade muito grande. Ao acabar, a pequena logo se viu nos peitos senpai de Azura. Tanto Pendragon quanto Yumi deixavam a Mary-4 um pouco mais tranquila quanto aquilo tudo. Mas o primeiro discurso ali que realmente pegava a menina de jeito era o discurso de Henryford. As palavras dele eram de uma realidade tão sóbria que era difícil de acreditar que ele havia feito aquele discurso. Como chamar de história se ainda está ocorrendo, no meio disso tudo, talvez tomado pelos discursos de todos ali, Duncan, o novo arauto da tempestade, acabava informando a sua líder que iriam para onde quer que aquele homem estivesse e acabariam com ele. Aquilo parecia quase que um consenso naquele navio.

No meio de todos aqueles discursos Faust viu a médica loira indo até ele e o tratando. Os cortes eram limpos e seu tronco era envolto em bandagens, sua sensação naquele local ficaria bem limitada enquanto não pudesse retira-las. No fim de seu tratamento que o palhaço viu Naomi querendo começar a contar a sua história. Naquele instante Garfield começava a chamá-la de M-8, Duncan que havia se aproximado de M-4, que estava do lado de suas irmãs, viu todas as três reagindo com um belo de um facepalm quanto a dedução retardada dele. Talvez para que elas parassem de pensar no Henryford falando coisas erradas pedia para ela contar mais detalhes sobre o pirata. Ela indicava que ia contar mais, mas ficaria para um segundo momento, porque até mesmo Dellumiere parava de pensar naquilo para ouvir a história de Yumi que ia começar.

A história dela não era tão triste ou pesada quanto a história dos outros dois, mas ainda possuía suas próprias peculiaridades. O principal ponto era que ela misturava a história com críticas a Duncan e Georg. Aquilo fez com que Dellumiere respondesse a sua própria maneira. Faust também contava sua própria história no meio daquilo tudo para exemplificar o seu ponto de vista quanto aquilo tudo. Nisso, o palhaço viu a resposta clara de M-2, ela estava meio fraca, mas erguia um pouco o seu próprio tronco para falar para o palhaço o que queria. - Pobre bastardo é claramente o mais traumatizado de todos aqui. - Falava ela ao ver que ele não conseguia parar de sorrir, sua fixação com o termo paródia mesmo dentro de uma história tão triste.

Durante a resposta de Duncan e a história de Faust, Naomi viu a médica de cabelo rosa chamada Lenora indo até ela e com habilidade retirando a bala que havia presa em seu corpo. Naquele momento começou a sentir mais dor, percebera que após a luta e toda aquela adrenalina por causa da subida havia quase que ficado incapacitada de sentir dor e quando deu por si agora viu-se com um corpo bem mais molenga e doloroso pelos danos que havia tomado. Viu seus braços sendo enfaixados, mas no geral estava bem.

Com todos aqueles discursos e com todas aquelas histórias contadas. Azura acabava dando mais um discurso, esse mais impactante e que parecia animar a todos ali. Quando esta acabou, viram M-4 levantando. - Acho ótima essa vontade sua. - Falava ela sorrindo e se aproximando. - Mesmo com esse desejo, você não seria apoiada pelo exército revolucionário se fizesse isso dessa forma simples. Afinal um cabo fazendo isso é impensado. - Falava ela retirando alguma coisa do bolso. - Mas você e Duncan já passaram desse ponto. - Ela concluía sua frase jogando uma condecoração para Azura. - A condecoração Anspiration sinaliza que você fez cinco missões pelo exército revolucionário e agora é uma major. Você tem o direito de criar uma célula e ainda assim manter o apoio do exército. - Falava ela sorridente com a coincidência que havia ali quanto ao timing. - Tenho certeza que a célula Asas da Liberdade irão mais longe do que muitas outras células. - Complementava M-4.

Ela jogava a mesma condecoração para Duncan. - Acho que está faltando algumas medalhas para outras pessoas. - Falava ela olhando para todos. - Todos vocês fizeram ótimos trabalhos em Loguetown. Mas acho melhor cuidarmos disso mais tarde. - Complementava ela voltando para o lado de suas irmãs. Dellumiere via então Katie indo até ele e o tratando, como possuía diversos cortes em sua pele, só de vê-los limpos e enrolados em bandagens já seria um alívio, mas isso tudo fazia seu corpo quase todo arder com o tanto de corte que havia por ali.

Quando M-4 se sentava do lado de suas irmãs, ela olhava para elas por um instante, mas acabava falando com Duncan. - Ele é um pirata... mas que eu não acho que continua como pirata hoje em dia. - Ela olhava para as duas irmãs. - Eu sou melhor para contar tudo. - Falava a irmã dela, mas sua voz estava meio fraca. Ela estava bem debilitada do que quer que tenha acontecido em Loguetown. - Esse filho da puta aproveit... *cof* *cof* - Começava a falar M-2 tossindo. - Deixa que eu conto tudo. - Falava a que parecia mais nova ali. - Ele se aproveitou do fato de poder impedir o envelhecimento do corpo das pessoas para ganhar dinheiro com nobres das mais diversas ilhas. - Começava a explicar. - Além disso, como ele pode mudar a própria aparência, ele tem uma recompensa por sua cabeça de uns vinte ou trinta milhões de berries, mas depois disso ele foi dado como morto e ela não subiu mais, pois ele pode ser qualquer um. - Informava ela meio preocupada.

- Eu tenho uma imagem da M-1. - Falava a irmã de M-4, ela começava a mexer em sua própria mochila. - Walcot consegue mudar sua própria aparência a vontade, então não adianta muito ter uma imagem dele, a única coisa que ele não consegue mudar é o seu tamanho... bem, pelo menos quando "morávamos" com ele. Por isso sempre que procuramos informações deles usamos a imagem de M-1. - Falava ela se justificando enquanto mostrava a imagem dela para qualquer um que estivesse próximo e quisesse ver.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

- Essa imagem foi tirada antes deles se mudarem. Agora ele estão morando em Alabasta... a ilha permite escravidão, então ele foi para lá para se aproveitar disso. - Informava ela imaginando o que ele não poderia fazer com esse tipo de permissão.



Ferimentos escreveu:
Duncan - Seu corpo irá parar de arder em 0/3 posts

Georg - Tronco todo enfaixado, pode retirar as bandagens em 0/4 posts

Naomi - Tratada, poderá retirar as bandagens em 0/3 posts

Legenda:
 

Histórico:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


Voltar ao Topo Ir em baixo
Akuma Nikaido
Pirata
Pirata
Akuma Nikaido

Créditos : Zero
Warn : Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 13 10010
Data de inscrição : 03/08/2012

Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 13 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 13 EmptyQua 08 Abr 2020, 16:36



As histórias contadas serviam para que nossos laços fossem se aprofundando. Eu entendia o ponto de vista de Azura e de Duncan, apesar de não concordar totalmente com eles. Nesse instante, talvez o mais importante fosse tranquilizá-los de que eu não seria um fardo.


— Duncan-senpai, Azura-san, fiquem tranquilos. Talvez meu pensamento realmente seja ingênuo, mas eu não vou deixar de fazer o que for preciso para que possamos mudar o mundo. Feri marinheiros e o farei de novo, se for preciso. Mas gostaria de pensar e de acreditar que poderemos derramar o mínimo de sangue possível. Não acho que possamos criar um mundo de paz trilhando o caminho com sangue. Mas não serei um fardo a ninguém aqui. Isso eu prometo!


De todas as pessoas ali, achei que Faust seria o mais difícil de compreender, mas Garfield superava tranquilamente. Como ele chegara à conclusão de que eu era uma M? Além disso, seu modo altamente extrusivo era um pouco intimidador. Sentia a palma de sua mão em minha cabeça e, inicialmente, meu impulso foi recuar. Entretanto, como o vira fazer isso com os outros, sabia que não iria fazer nenhum mal e deixava. Mas em minha mente questionava seriamente sua sanidade mental.

E era estranho esse questionamento, haja vista a fala de Faust logo em seguida. O palhaço era alguém completamente surtado, mas agora ao menos eu conseguia entender um pouco melhor suas motivações.


— Entendo, Faust. Consigo compreender o que passou e entendo a necessidade de rir e de fazer os outros rirem. Admito que não tenho o mesmo senso de humor seu, mas fico feliz em saber que pensa de maneira semelhante. Não vamos deixar civis sofrerem por nossa causa, se possível. Mas vamos derrubar esse governo!


Dava um sorriso para o palhaço, demonstrando minha boa vontade e que não estava brava ou zangada com ele. Ouvia o discurso de M-4 para Duncan e Azura e me aquecia por dentro, principalmente por conta do primeiro.


— Duncan e Azura, parabéns pela promoção. Tenho certeza de que vão ser excelentes líderes, assim como Duncan já se provou ser na última missão!


Enquanto falava, meu sorriso era cortado por um ranger de dentes, devido a dor que começava a sentir. A outra médica começava a me tratar e, apesar de agradecida, sentia meu corpo começando a ficar mais mole, como se estivesse prestes a desmaiar. Aguentava firme enquanto ouvia as "irmãs" contando mais detalhes de sua história para Duncan. Via a imagem de M-1 e gravava-a no fundo de minha mente. De alguma forma nós iríamos salvá-la desse canalha. Eu tinha fé.  


— Nós vamos salvá-la ainda, pode apostar! E esse bastardo jamais fará uma maldade assim com outra pessoa...


Nesse instante, bocejava, sentindo o peso do cansaço bater em meu corpo. Olhava para Duncan e as M's, dizendo:


— Se estiver tudo bem, acho que vou dormir um pouco agora...


Dizia, sem esperar resposta, contudo. Já começava a me aconchegar ali no chão mesmo, pronta para algumas horas de descanso. Talvez isso pudesse chocar alguns, mas vivi toda a minha vida nas ruas. Estava acostumada a dormir assim e não me incomodava nem um pouco. Aos poucos deixava meus olhos se fecharem, pronta para descansar no embalo de meu sono.


Citação :

Contagem

Posts: 20
Ganhos: Arma de fogo
1kk (evento, já adicionados a ficha)
broche OPRPG 10a (evento, já adicionado a ficha)
Vantagens: voz encantadora e boa aparência (evento, já adicionados a ficha)
ferimentos provisórios (tratamento 1/3 posts)
Perdas: 30.000 berries
Relações: Seshiro: em construção
Zhac: em construção
Derlir: em construção
Torch: em construção
Duncan: em construção
Faust: em construção
Azura: em construção
Garfield: em construção
M-4:em construção

____________________________________________________


[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Wesker
Revolucionário
Revolucionário
Wesker

Créditos : 14
Warn : Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 13 10010
Masculino Data de inscrição : 29/04/2012
Idade : 22

Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 13 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 13 EmptyQui 09 Abr 2020, 16:52


O Eclipse

We Are Revolution!






- Hahaha! Muito obrigado pelas palavras grandão! - O discurso de Garfield era, sem dúvidas, o mais animador dali. Por mais que muitas coisas pudessem parecer maluquice, eu o conhecia bem o suficiente para saber as boas intenções de tudo o que o pernas longas falava e absorvia aquilo tudo suficientemente bem para deixar toda a culpa para trás. Respondendo ao seu pedido, eu tocava sua trança com alguma força, sem puxar, enquanto mantinha um sorriso no rosto - Você realmente sabe animar alguém.

O comentário seguinte, entretanto, servia para me deixar um pouco vermelho - Li...Livro? - Questionava por alguns instantes até me lembrar do momento em que Garfield havia me dado um livro. Tanta coisa estava acontecendo naquele momento que eu havia ignorado este fato, mas só agora me lembrava de sua capa “Como descobrir se aquela pessoa é especial?” - É… Ainda não tive tempo de ler - Dizia meio sem jeito - Mas tem cara de ser muito bom - Aquilo era uma mentira, o livro provavelmente ficaria guardado em minha mochila para sempre.

A reação que Garfield tinha no momento em que eu recebia o anel era mais um momento muito engraçado, onde ele vinha com grande animação mostrar-me que ele também tinha um - Um Sol! Hahaha! Parece que isso foi mesmo feito sob medida para nós! - Achava engraçado. Havia certa pureza em Henryford que só se podia perceber ao conhecê-lo bem, e também não era para qualquer um conseguir lidar bem com isso. Ainda assim, aquele homem era alguém que eu sentia imenso prazer em chamar de amigo.

Passada toda essa cena, agora era Faust que decidia participar de nossa pequena sessão de psicologia. Era provavelmente uma das mais tristes que havia ouvido naquele dia. Havia sido tirado de sua casa por um grupo de piratas, apenas para anos depois se afeiçoar a eles e ver todos serem mortos por agentes do governo. Em resumo, aquele homem já havia perdido tudo duas vezes e ainda assim continuava em frente. Isso explicava um pouco de sua personalidade excêntrica e de sua fixação por risadas, tudo isso tinha um passado bem triste por trás.

- Você é um bom homem, Faust. É uma pena que tenha passado por tudo isso mas, estar aqui hoje, só mostra a sua força. - Sorria para o soldado - Se nos permitir, vamos ajudá-lo a encontrar um fim para essa piada - Na verdade, não sabia muito bem se sabia como seguir a sua metáfora, mas aquilo me parecia uma boa saída. Yumi também se justificava um pouco, mas eu não me importava muito. Talvez tivesse exagerado com a garota - Está tudo bem Yumi, precisamos de mais pessoas como você no mundo - Respondia à garota.

Ficava feliz ao receber medelhas e uma nova promoção, sentia que meu trabalho estava sendo reconhecido ali e que a parte mais importante estava para começar. Com Azura também se tornando uma major, a Asas da Liberdade agora era uma realidade - Bons seguidores facilitam o trabalho - Respondia sorridente ao elogio de Yumi.

Agora, com M-2 incapacitada, era M-3 quem começava a nos dar as explicações sobre o tal Walcot. O homem tinha uma recompensa bem baixa para um pirata que estava na ativa à tanto tempo, mas logo a explicação sobre esse fato também vinha. Com certeza este não era um homem que poderia ser subestimado. Mais explicações vinham e então eu entendia que aquele homem poderia ser qualquer um. Depois disso, M-3 mostrava uma foto da primeira M.

M-1 era uma moça bonita, de traços finos, parecia ter mais ou menos a minha idade e, comparando-a com as outras, dava para ver que o tal Walcot realmente buscava sequestrar apenas mulheres com aquele padrão de aparência. Com a localização do inimigo dada, era hora de agir - Pois bem então. Alabasta é o nosso primeiro grande objetivo! Vamos acabar com esse desgraçado e ainda derrubar o sistema escravista de Alabasta junto - Sorria, mas logo olhava para a líder da célula recém formada - O que me diz, Azura?

Depois de tudo isso, com todas as histórias passando e a urgência diminuindo, Yumi chamava a atenção para si novamente dizendo que iria dormir - Tudo bem. Bom descanso, soldado. Fez um ótimo trabalho hoje! - Dizia. Os machucados recém tratados ainda ardiam. Eu amaldiçoava mentalmente o maldito marinheiro por isso, mas ainda estava melhor do que poderia ter terminado, então isto era algo positivo. A lição a se tirar daquilo é que eu deveria ter mais cuidado com as minhas lanças.

De forma bem descontraída, via Yumi simplesmente se deitar ali no chão para dormir. Pobre coitada, normalmente eu a acordaria para que fosse procurar uma cama e dormir com mais conforto mas aquele navio estava tão cheio que eu percebia que aquilo seria menos problemático - É uma garotinha ingênua - Dizia a Azura para que apenas nós dois pudéssemos escutar - Mas é muito mais inteligente que qualquer um de nós. Assim como o palhaço que parece não levar nada a sério mas na verdade tem um raciocínio bem rápido e cumpre seu dever de prontidão - Completava - Se tem mais desses anéis, deveria ficar de olho nesses novatos. São promissores.

Quando terminava de falar, memórias me vinham à cabeça. Estava em outro lugar, uma dimensão diferente controlada por um homem onipotente. Yumi e Faust também estavam lá. Me esquivava de raízes e espetos saídos do chão, até que por fim via uma Yumi totalmente ferida surgir em frente àquela pessoa. Meu coração se apertava, e então eu a via sendo curada. No momento seguinte, estava em um bote a alto mar. Lembrava de ter enfrentado redemoinhos e de ter visto sombras gigantescas sob as águas. Ter surfado em grandes ondas e me esquivados de raios, até que tudo ficava escuro. Um terremoto, um mar de lama, explosões, diversas pessoas poderosas demais estavam ali. Quanto a mim… Eu estava morto? Não saberia dizer. No momento seguinte aparecia diante do grandioso homem, que nos prometia um prêmio e me mandava de volta.

- Eita porra! - Dizia um pouco ofegante e assustado. Se alguém me perguntasse o que aconteceu, eu simplesmente responderia que era o cansaço. O que era tudo aquilo? Eu estava finalmente enlouquecendo? Olhava freneticamente meus bolsos em busca do tal prêmio, qualquer coisa que comprovasse que aquelas imagens eram reais demais para ser um sonho. Deveria acordar Yumi para questionar? Não… É melhor que eu fosse até Faust.

- Faust! Faust! - Chamaria pelo palhaço tentando não gritar muito para não chamar a atenção - Você também acabou de ter umas memórias estranhas? De um tipo de desafio? Pista de obstáculos, um mar perigo… Qualquer coisa assim? - Perguntaria um pouco aflito - São memórias muito reais para que eu ache que são meros devaneios, mas posso simplesmente estar enlouquecendo. Preciso que você seja sincero - Diria a ele, e então esperaria por sua resposta.

Com tudo aquilo terminado, iria para o lado de fora observar o grande farol e o movimento que tinha naquele lugar. Havíamos acabado de chegar na Grand Line e, estranhamente, não havíamos dado atenção a nada naquela primeira ilha. Minha busca ali seria por qualquer coisa interessante, que chamasse a atenção, ou apenas para saber os detalhes do local.


Post: 023~ Rename: -X- ~ Location: Farol

Notes: •Ganhos:  40 Mil Berries
Peruca - Preta
Lentes de Contato (Pretas)
Anel Vermelho
Todas as dores da aventura anterior curadas

•Perdas: 248 mil berries

Legenda: Falas
"Pensamentos"

Thanks, Lollipop @ Sugaravatars


Historico (Geral):
 

Off pro avaliador:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

Em homenagem aos que se foram::
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Conteúdo patrocinado




Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 13 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 13 Empty

Voltar ao Topo Ir em baixo
 
Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!
Voltar ao Topo 
Página 13 de 19Ir à página : Anterior  1 ... 8 ... 12, 13, 14 ... 19  Seguinte

Permissão deste fórum:Você não pode responder aos tópicos neste fórum
One Piece RPG :: Oceanos :: East Blue :: Polestar Islands-
Ir para: