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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!

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ADM.Tidus
Duque Azul
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MensagemAssunto: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 11 EmptySeg 23 Dez - 20:09

Relembrando a primeira mensagem :

Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) revolucionário Azura V. Pendragon. A qual não possui narrador definido.


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Punk
Pirata
Pirata


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 11 EmptySab 14 Mar - 2:08



O povo parecia já estar bem decidido a lutar, enquanto eu me divertia com toda aquela confusão. Em minha mente minha a primeira coisa que vinha em minha cabeça e que eu não tive uma primeira boa ideia, porém era a mais engraçada de todas então não custava nada tentar. “Parece que Duncan vai ter um bom adversário pela frente.” Ficava extremamente contente pelo fato de ter conseguido e aparentemente as coisas darem certo ou pelo menos se caminharem para darem. Então eu conseguia observar duas pessoas pulando da outra embarcação para ajudar eu logo pensaria. “Nossa como são precoces.” Então eu era golpeado por um homem que demonstrava ser alguém forte minha primeira reação foi me levantar e dar uma boa gargalhada. “- Gwhahahahahahahah” Passaria a mão sobre o rosto, como se estivesse limpando o mesmo e ajeitaria minhas roupas enquanto falaria em um tom debochado. “- Caramba, que fracote, minha avó, para isso com a testa.” Colocaria um largo sorriso enquanto olharia toda a situação em que nos se encontrávamos, então olhava o cara novo tentando agarrar o sargento que estava no chão. Mano eu achava isso muito hilário, meu sorriso era super sincero, pois aquele cara era muito comedia. “- Caraca Jose, meu Deus do céu, o cara está agarrando o outro na minha frente ........ Gwhahahahahahahahaah” O fogo aumentava, assim como a tenção de todos ali no navio, parece que todo mundo estava pronto para o combate e eu faria meu melhor. “Espadachins, isso está muito confuso, pois, quanto tempo esse navio vai aguentar desse jeito.” Ao mesmo tempo que aumentaria minha diversão com a situação eu também aumentaria minha adrenalina devido a situação da embarcação.

Primeiramente me atentaria a possibilidade ao ataque dos homens armados, para esse caso ficaria em guarda para suas espadas pois essa era a prioridade no momento, deixando que meus olhos acompanhassem a arma branca a todo instante, então tomaria cuidado com o avanço dos soldados da marinha. Meu cuidado era grande para ambos, lutaria com toda minha força e selvageria, porem em minha expressão facial não tiraria o sorriso do rosto, pois também tentaria me divertir com essa situação que me encontrava. “Eles estão vindo com tudo.” Dessa vez eu também atacaria ao invés de só fugir e assistir o circo pegar fogo. Sendo um corte frontal eu me esquivaria para o lado, iria para o lado em que não estivesse o segundo marinheiro para não ser pego durante minha esquiva, ou seja se o segundo homem da lei estivesse a esquerda do primeiro ataque, logo usaria minha esquiva para a direita assim saindo do golpe frontal e fincando longe do alcance da espada do segundo cara e logo após eu me esquivar rapidamente golpearia com um chute na dobra do joelho do rapaz. Tomando muito cuidado para não ser pego pela a espada do mesmo, mas o intuito era tirar o equilíbrio, do mesmo e aproveitando para que o outro não me golpeie pela minha posição para não acertar o seu companheiro então após meu golpe eu empurraria o soldado da marinha em cima do seu parceiro de trabalho. Assim ganhando distância e aplicaria uma joelhada voadora acertando o da frente e derrubando os dois. “- Toma essa seus comedias.” Porem em todos os momentos tomaria cuidado com a lâmina da arma branca do meu oponente. “Essa porra, deve estar mais afiada que língua de cobra.”

No caso o primeiro marinheiro me der uma espadada na horizontal na altura da cabeça ou cintura para cima. Então usaria uma estratégia chamada, quebra nozes, na verdade eu estava inventando isso agora, mas para a situação seria útil. Seria da seguinte maneira, no momento do golpe do adversário eu usaria minha acrobacia para fazer uma abertura zero, assim esquivando da lâmina, rapidamente no mesmo momento em que fizesse esse movimento eu já subiria minha mão com um ganho acertando as partes intimas do meu adversário. “- Quebrando Nozes Gwhahahahhaha.” Rapidamente me colocaria de pé e chutaria meu adversário, na altura da cabeça aproveitando o momento de dor dele. “- Fica tranquilo você nem usa mesmo.” E claro que eu debocharia do meu adversário, era algo que eu fazia com muita frequência, independente do poder dele.
estrategia que usei acima.:
 

Não podendo focar só no primeiro ainda aproveitaria a dor que ele estaria sentindo e partiria para cima do meu segundo oponente. Por mais que eu queria aproveitar a situação para pôr fim em pelo menos um, não poderia dar chance para o azar. “Mano não posso dar chance para o azar, pior que preciso dar um jeito rápido na situação.” Então manteria uma certa distância para não ser pego de surpresa e rapidamente aplicaria um chute na altura da perna do mesmo, no pé de preferência, onde seria bem difícil para ele defender com a espada, assim que ele esquivasse eu continuaria meu golpe, com a acrobacia aplicando o chute na cabeça.

golpe que usei acima:
 

Me colocaria em posição de combate manteria distancia, sempre indo para local próximo a saída daquele navio para o outro, enquanto falaria. “- Que Outra? se quiser outra eu vou dar outra? Huahuahauha”  

Se alguém me ajudasse eu agradeceria de maneira educada, ao mesmo tempo independente da dor que eu estivesse sentindo eu estaria com um sorriso no rosto, demonstrando uma enorme felicidade. No caso eu estivesse sido cortado eu iria falar mentalmente enquanto estaria sorrindo. “Parceiro, isso daqui está doendo pra um caralho, acho que vou morrer ... um médico por favor.” mas por fora com meu sorriso eu diria. “- Tudo ótimo por aqui, mas um medico para primeiros socorros.” Eu percebia, na verdade já vinha percebendo que eu estava no meio de revolucionários fortes, então eu precisaria correr atrás disso e ficar mais forte, para ajudar de maneira melhor. Tendo a oportunidade evacuaria o navio em chamas junto com os outros membros da organização rebelde.
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Wesker
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Wesker

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 11 EmptySeg 16 Mar - 1:54


O Eclipse

We Are Revolution






Surpreendente era o fato de o sargento ter um acerto tão bom, ainda que fosse tão forte, resistente e bloqueasse tão bem. Alguém tão completo assim poderia mesmo existir naquela parte do mundo? Não podia deixar de pensar que talvez ele tivesse vindo diretamente da Grand Line. Todos aqueles fatores serviam para que meu planejamento de combate fosse um completo fracasso e, com novas feridas, eu assistia enquanto Azura e Garfield se juntavam a batalha e tinham sua sequência de golpes interrompidas por um novo adversário que se mostrava.

Com isso, o caos estava instaurado no navio. Os outros revolucionários já haviam combatido e agora enfrentavam os marinheiros de maneira corajosa enquanto o fogo fora de controle não aparentava diminuir. Sentia meu ferimento arder e me via caído no chão ao lado de Azura - Hehe! Sempre chega na hora certa, não é? - Comentava com a garota enquanto respirava fundo. Me levantava também, aos poucos, voltava a ouvir aquela voz martelar em minha cabeça “Isso dói… O desgraçado que fez isso… Tem que morrer!” Meu coração acelerava e, cada vez mais, sentia a adrenalina aumentando junto da fúria. Encarava o sargento com visível ódio em meu olhar, precisava pensar em um jeito de vencer aquele brutamontes e precisava também pensar em um modo de parar o fogo. De repente, era quase como se um estalo me fizesse entender o que precisava ser feito. Um plano maluco!

- He! - Desde que entrei no exército revolucionário meu grande trunfo fora o improviso que, inclusive, salvou nossas vidas na missão da mansão - Hehehehehehehe! - No lugar de lutar contra a fúria, decidia deixá-la estampada em meu rosto naquele momento, junto das risadas que forçava. A expressão de um verdadeiro maníaco - Perfeito, não acha? - Dizia ao sargento em tom provocativo - Seus homens estão tão entretidos com meus comparsas que esqueceram totalmente do carregamento - Tinha um sorriso psicótico em minha face - Quantas armas vocês da marinha vão perder com isso, hein? Centenas? Milhares? Hahahahahaha! - Ria mais - O que os marinheiros não fazem por um punhado de glória. - Fazia uma pausa, aumentando cada vez mais o sorriso - Todos os seus companheiros do East Blue ficarão vulneráveis, tudo para que vocês possam pegar o temível Eclipse! Todos aqueles nobres patéticos de Dawn Island, vão morrer assim como meu querido papai - Sentia nesse momento um aperto no peito, mas não podia parar - E o melhor, não vão ter ninguém para defendê-los!

- Não gosta dessas missões de escolta, não é sargento? Pois virarão rotina para você. Imagine só o que o Cruzis vai saber quando souber que você deixou um carregamento gigantesco do Torch queimar apenas para pegar uma dúzia de revolucionários desarmados! - Mais uma breve pausa - Você perdeu! - Ria mais uma vez. Minha intenção com tudo aquilo era brincar com a mente do sargento. Fazê-lo acreditar que nosso real objetivo era destruir o carregamento, atacar o orgulho que ele já havia demonstrado quando o encontramos pela primeira vez, fazer com que ele aja e ordene seus homens a apagarem o fogo. Falaria aquilo alto o suficiente para todos ouvirem, como se fosse um desafio feito a ele frente à todos os marinheiros do navio, o que o orgulho de alguém como ele diria quanto a isso? Talvez até mesmo minhas falas servissem para diminuir o número de marinheiros que lutavam contra meus companheiros e facilitassem nossa vitória ali.

Quanto ao combate, eu também tinha um plano. Sem minha lança, uma batalha normal e justa seria impossível ali e graças aos meus últimos ferimentos eu havia percebido também que me esquivar não era uma opção. Mais um plano maluco e potencialmente suicida era tudo o que eu poderia fazer ali. Por mais forte que fosse o sargento, eu imaginava que uma espada daquele tamanho não poderia ser usada a toda eficácia sem afetar a velocidade do usuário para realizar seus ataques, a menos que este possuísse algum estilo de combate único, o que não parecia ser o caso.

Me manteria atento para o começo de um movimento ofensivo do sargento. A qualquer momento que percebesse o menor resquício de movimentação ofensiva eu usaria de minha capacidade de aceleração para avançar na direção do inimigo. O objetivo ali era bem simples, se eu atacasse durante o começo de sua movimentação eu dificultaria para que ele bloqueasse meu ataque e com uma arma daquele tamanho ele provavelmente não teria agilidade o suficiente para mudar toda a movimentação de seu corpo a tempo. Usar o peso do sargento grandalhão e de sua própria arma contra ele mesmo, era nisso que meu plano se baseava. Estava bem ciente de possíveis machucados no processo, mas pretendia correr o risco.

Me aproximaria o máximo possível do sargento. No caso de ele estar se movimentando para um golpe horizontal eu me jogaria em uma investida contra ele, jogaria meu corpo com toda a força contra o ombro mais distante do local onde estava a espada no começo do movimento, tentando parar seu golpe logo no começo. Isto serviria principalmente para desequilibra-lo para trás usando também do próprio peso que ele carregava, que somado ao meu poderia servir de maneira bem conveniente para atrapalhar seu movimento ou até mesmo derrubá-lo no chão. Sem perder tempo, eu combinaria esse golpe com um outro, aproveitando-me da proximidade e de ter desestabilizado o adversário para levar os dois dedos da mão esquerda contra os olhos do marinheiro. Por mim, após tudo isso, usaria toda a minha força para um empurrão que tentaria jogar o marinheiro para fora do navio. Obviamente, se não tivesse desestabilizado o inimigo, tentaria ainda o golpe do dedo nos olhos enquanto começaria a girar em torno do eixo do inimigo, a fim de confundí-lo e dificultar que me acertasse. Durante a movimentação usaria minha perna para dar uma rasteira no sargento que provavelmente estaria muito mais concentrado na parte superior de meu corpo.

Para golpes na vertical e na diagonal o plano seria semelhante. Me aproximaria com toda a minha aceleração enquanto o inimigo ainda se preparava para atacar e, feito isso, colocaria força em minhas pernas para dar-lhe uma rasteira. O plano era simples, aproveitar-me de todo o peso que a espada exercia sobre o adversário para “passar lotado” dando uma rasteira para desestabilizar sua postura e desequilibra-lo, indo logo em seguida para trás do inimigo sem dar chances para que ele complete um ataque como aquele. Em caso de golpes diagonais, entretanto, daria preferência a usar a rasteira na perna do lado oposto ao qual o adversário iniciaria seu golpe (ex: se for um corte da direita para esquerda eu daria a rasteira na perna esquerda e vice-versa). Dando sequência, com o adversário desequilibrado eu usaria de todas as minhas forças para dar-lhe um tronco a fim de empurrá-lo para fora do navio.

Se o adversário caísse no chão a qualquer momento, pisaria com toda a força em seu pulso a fim de fazê-lo soltar ou ao menos afrouxar a forma como segurava a espada - Manda essa merda pra casa do caralho grandão! - Gritaria para Garfield caso o marinheiro de fato acabasse soltando a espada. Em seguida, com o adversário desarmado e no chão, tentaria chutar sua cabeça até que ficasse desacordado. Manteria-me atento para usar esses movimentos quantas vezes fossem possíveis e apenas tentaria me esquivar caso percebesse que realmente não haviam outras possibilidades. Nesse caso, saltaria para trás para me esquivar caso fosse um ataque horizontal ou diagonal, podendo também me jogar no chão e rolar para trás caso fosse necessário, pouco antes de me levantar. Em caso de ataque vertical eu me moveria para um dos lados a fim de esquivar-me do golpe do inimigo. Em todo caso, voltaria a me atentar para as possibilidades de usar o peso de sua espada contra ele mesmo.

O sargento já havia se mostrado muito orgulhoso quando o conhecemos em Loguetown e ainda mais quando cedeu facilmente as minhas provocações no começo da luta, por isso mesmo esperava que minha estratégia servisse para que ele mandasse alguns marinheiros apagarem o incêndio enquanto lutava contra os adversários. Ao fim do combate, estaria disposto a pegar baldes d’água para apagar o incêndio se for necessário mas contaria principalmente com a possibilidade do plano ter dado certo. Com a luta e o incêndio controlados, ordenaria para que todos os revolucionários disponíveis amarrassem os marinheiros derrotados e, enquanto alguns manteriam vigília, eu iria junto de outros para pegar o que restava do carregamento. Por fim, com tudo terminado, iria para nosso navio.

- Esse, marinheiros, será eternamente lembrado como o dia em que vocês Quase pegaram O Eclipse! - Diria com um sorriso debochado e vitorioso em meu rosto enquanto via pela última vez meus adversários. Não sabia ao certo, mas tinha a sensação de que aquela missão havia demorado muito mais do que parecia.



Post: 016~ Rename: -X- ~ Location: Polestar Island - East Blue

Notes: •Ganhos:  40 Mil Berries
Peruca - Preta
Lentes de Contato (Pretas)
Todas as dores da aventura anterior curadas

•Perdas: 248 mil berries

Legenda: Falas
"Pensamentos"

Thanks, Lollipop @ Sugaravatars


Historico (Geral):
 

Off:
 

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Em homenagem aos que se foram::
 
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Sagashi
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Sagashi

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 11 EmptySeg 16 Mar - 2:22


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O calor da briga se alastrava e de pouco em pouco a situação para nosso exército revolucionário se tornava precária, principalmente pelo fato do navio estar em chamas incessantes e o maldito espadachim negro ter voltado a dar as caras. Estava enfurecido, perdido em memórias do homem machucando a mim e aos meus aliados — como podia? Como alguém consegue pensar em ferir nós, que somos os verdadeiros parceiros da paz, da justiça? Só sendo alguém muito vingativo, com rancores da humanidade, com seu corpo tomado pela vasta escuridão. De qualquer forma, saltava para o outro navio, ainda que não fosse tão rápido quanto Azura, que se aproximava e desferia um golpe na perna do sargento parrudo. Conseguia sorrir por dentro ao ver a cena, mas por fora, não conseguia evitar de encará-lo como um vilão que sequer merece a graça do meu humor. Atirava o olhar para Duncan e reparava que o homem tinha diversos cortes no corpo, o que me deixava em uma dicotomia mental entre socorrê-lo e acertar as contas com o espadachim. Visto que meu irmão estava muito bem e até falava algumas coisas durante sua batalha, assumia que não era hora de socorrê-lo, e sim hora de transformar o rosto do maldito em um quadro do Picasso.

Meus ataques não funcionaram contra ele, afinal. Parecia ser mais pesado, talvez mais resiliente, ou estava trapaceando no combate de alguma forma. — SEJA HOMEM, JOGUE JUSTO! — Diria, enquanto me debatia com ele no chão para tentar levantá-lo. Já que estava trapaceando, era meu dever jogar sujo com ele, também, liberdade concedida à mim pelo grandioso Sol. ”Acerte onde dói, meu filho.” ouvia, perdido em ira, em sede de combate. ”Se devo acertar onde mais dói, onde mais é frágil…” Pensaria rapidamente, decidindo o que faria quase que de maneira instantânea. Ainda agarrado a ele, seguraria seus membros do peito e dos braços e escalaria-o, de certa forma. Quando chegasse à sua cabeça, ainda em cima dele, fincaria meus dois polegares em seus olhos e faria força nos cotovelos para aprofundar a pressão cada vez mais, esperando que isso o cegasse. Com sucesso, seria um assassinato, já que não deixaria de fazer pressão até que eu fosse jogado para longe ou removido dali.

Se não desse certo, o que de práxe é bom ter um plano reserva para lidar com a ocasião, usaria meu corpo para permanecer o máximo de tempo possível em cima do sargento, dessa forma, impedindo que se movimentasse muito e dando brecha para meus companheiros de equipe infligirem o maior dano possível nele. Em suma, meu maior objetivo era atrapalhar a movimentação do sargento usando meu próprio corpo como corrente, claro, priorizando sempre estar longe da mira de Duncan, dando espaço para que ele o acertasse sempre que possível, nem que para isso eu precisasse sangrar um pouco. Caso a ação do meu colega de pisar na mão do sargento fazendo com que soltasse sua espada viesse a se concretizar, ouviria: — Manda essa merda pra casa do caralho grandão! — Primeiramente pensaria em jogar o homem para o mar, mas logo assumiria que a “merda” seria sua espada. Rindo, seguraria a espada com as mãos e a arremessaria no mar. — Aprenda a lutar sem uma arma, seu porco! — Reconhecendo minha função de defensor dos mais frágeis, me sujeitaria a resistir a projéteis e ataques que viessem de qualquer lado em direção à Duncan. O mais rápido que conseguisse, buscaria entrar na frente do ataque, se possível bloqueá-lo, mas sempre com o objetivo primordial de evitar que meu companheiro recebesse o golpe.

Notando que o marinheiro estaria inconsciente ou de alguma forma fora de combate, olharia a situação do navio. Se ainda estivesse pegando fogo, buscaria com os olhos saber se meus companheiros estavam prontos para saltar para nosso navio de novo e pularia com eles se todos estivessem prontos: seria o último, para garantir seus sucessos. Se não estivessem prontos para saltar, ajudaria com a tarefa que lhes impedissem de realizá-lo, seja por trabalho braçal ou por batalhar com outro alguém. Me certificaria de que tudo estivesse pronto para abandonar aquele cenário caótico antes de tomar a iniciativa de fazê-lo, visto que tal ação comprometeria a mim mesmo e aos meus companheiros no futuro.

Caso saltasse de volta, ouviria meu companheiro Eclipse se pronunciar. — Esse, marinheiros, será eternamente lembrado como o dia em que vocês Quase pegaram O Eclipse! — Meu coração vibraria e não conseguiria evitar de soltar um sorriso dentado. — HAHAHAHA! Tamanha é a tolice de tentar placar os campeões divinos, que ficaram a ver navios! AHAHAHAHA! — Riria alto para os demais marinheiros, isto é, se ainda estivessem vivos depois de tanta ação, e se eu estivesse em segurança no navio novamente. Não me preocuparia com os julgamentos anteriores de M-4, havia esquecido a situação há tempos.
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Historico:
 
Facilitando a vida do narrador:
 
Objetivos escreveu:

— Aumentar a recompensa.
— Aprimorar meu escudo ou encontrar um que dê atributos.
— Completar uma missão.

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Meu amor:
 
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Akuma Nikaido
Pirata
Pirata
Akuma Nikaido

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 11 EmptySeg 16 Mar - 5:49

Impotente. É assim que eu me sentia diante de nossa atual situação. Eu havia feito meu melhor, criado um plano para distraí-los e até mesmo executado tudo com maestria. Mas errara em um fator crasso, que agora colocava tudo a perder. Subestimara a intensidade do fogo que geraria com aquela faísca, tornando o ambiente interno tão perigoso que os marines preferiam deliberadamente nos enfrentar e arriscar-se a serem os alvos a ficarem lá por dentro. Isso sem mencionar o fato de haver errado as cordas da vela. Por sorte esse último problema fora corrigido por Faust sem maiores contratempos.


E isso dava tempo para que nossos reforços chegassem, melhorando um pouco a nossa situação. Mas apenas um pouco. Nem mesmo ter atingido o soldado que me menosprezara conseguia me deixar feliz naquele momento. A apreensão tomava conta de mim, o medo do desconhecido, da incerteza de um campo de batalha. Por mais que o major houvesse tentado me preparar para esse momento, era impossível sentir-me confiante ao ver tudo começar a desmoronar. O fogo só aumentava, tornando mais difícil de conseguirmos cumprir nossa missão a cada novo segundo que se passava. Mesmo com o apoio, precisávamos dominar tudo o quanto antes, se não a missão estaria perdida.


E foi aí que senti a dor. Mesmo com a adrenalina e com os disparos não acertando em cheio, ainda assim sentia um ardor nos locais atingida. A queimação, no entanto, subia por todo meu corpo, como um ódio visceral que tomava conta de mim.


— VOCÊS ESCOLHERAM MORRER QUEIMADOS! QUE ASSIM SEJA! NÃO POUPAREI MAIS NINGUÉM!


Não estava completamente cega de ódio, mas aproveitava toda a raiva que sentia para dar mais poder à minha atuação. Buscava fazê-los sentir o medo da morte enquanto mantinha-me atirando nos alvos disponíveis. Sempre trocando rapidamente de posição, tentando tornar menos óbvio meus movimentos e meus alvos, dificultando, assim, os disparos deles, bem como suas esquivas. Procuraria sempre focar-me nos meus ensinamentos, de modo a não precipitar nos disparos e errar por besteira. Agora que o barco já não mais se movia tão furiosamente, e com alvos não tão pequenos quanto a corda, minha chance de acerto subia bastante. E era bom também ter cobertura para me auxiliar.


— VAMOS LÁ, COLEGAS! VAMOS TERMINAR NOSSA MISSÃO!


Bradaria, tentando aumentar a moral de nossos companheiros. Se obtivéssemos êxito e, por fim, terminássemos a batalha vitoriosos, daria um sorrisinho rápido para Katie antes de prosseguir dando instruções.


— Peguem o máximo de água possível e vamos tentar apagar o fogo, pessoal, antes que ele se torne incontrolável!


Diria, pedindo por ajuda de todos. Talvez se sincronizássemos grande quantidade de água naquele momento, poderíamos ainda impedir a destruição completa pelo fogo. Mas se isso falhasse ou se notasse ser impossível, faria um semblante sério, dizendo:


— Quero os cinco mais fortes e que não estão feridos comigo! Se molhem bastante e usem a blusa de vocês para tampar o nariz e boca. Não temos tempo a perder!


Faria conforme instruído e correria para dentro. A água não nos deixaria imunes ao fogo, mas ao menos diminuiria as queimaduras que teríamos. O tempo era precioso e, por isso mesmo, teríamos de ser rápidos. Correria a toda velocidade para o depósito e mostraria os baús aos aliados que foram comigo. Pegaria o carregamento mais leve, se achasse que conseguia carregá-lo, e voltaria o mais rápido possível. Tentaria ignorar toda a dor sentida, o calor sufocante e a fumaça inalada. Sabia que não conseguiria sair ilesa dali, mas esperava que os danos fossem mínimos.


Entretanto, se por algum motivo, não houvessem aliados para me ajudar ou se notasse que já era tarde demais, pois o fogo estava imenso, aceitaria, cabisbaixa, que a missão falhara.




— GOMEN! EU ERREI NA CRIAÇÃO DO FOGO!!


Diria, tentando conter o choro. Sabia que, nesse caso, havíamos nos ferido e posto toda a missão a perder por um erro exclusivamente meu. E essa seria uma amarga derrota que eu teria de aceitar. Mas, no momento, só conseguia sentir tristeza pelo resultado.


Se, entretanto, conseguisse sair de dentro com as armas, só olharia para Katie, com um pedido de ajuda. Agora, com a adrenalina baixando e a missão cumprida, começava a sentir o peso de minhas ações em meu corpo. Estava ficando debilitada.



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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 11 EmptySab 21 Mar - 16:43


Narração
Sensação térmica: Quente
Céu aos poucos se fechando
Localização: Loguetown

Todos estão numa quarta a tarde


Azura, Duncan, Faust, Garfield e Naomi
O grupo revolucionário estava em várias frontes de batalha ao mesmo tempo e quase todas elas foram resolvidas simultaneamente. A situação era mais complicada par um o do que para outros, por isso vamos começar do primeiro caso que foi resolvido entre todos os outros.

Naomi via as suas aliadas chegando rapidamente. Não só a mulher que estava com suas roupas, como a irmã dela e Katie. Yumi, que estava frustrada com a situação ter chegado aquele ponto gritava furiosa contra os marinheiros enquanto mirava com a sua besta e atirava. Seus dois primeiros tiros em um mesmo marinheiro foram os únicos necessários, pois M-3, M-4 e a médica chegavam com facilidade em sua posição derrotando os demais que a cercavam. Mesmo com a velocidade que tudo ocorrera, acabara por tomar outros dois tiros de raspão, bom, um nem tanto, mas também nenhum realmente significativo. Claro que realmente incomodavam, até sangrava um pouco, todavia não o suficiente para ter que parar para socorrer a si mesma antes de continuar. Além disso, notava com facilidade que ela era a mais fraca ali, principalmente pela facilidade com que todas aquelas loiras derrotaram os marinheiros que precisou atirar tantas flechas para derrubar um único de seus alvos. No entanto, o pensamento da pequena não permitia ter uma pausa para comemorar a vitória fácil que obtivera com suas aliadas, logo se direcionava para o que importava, a carga de armas e enquanto falava para M-4 e as outras duas sobre jogar água, ouvia também Duncan gritando para o marinheiro da espada grande.

As palavras exclamadas eram bem provocatórias, e Duncan não era o único que falava elas, Garfield também provocava o marinheiro. Era interessante como mesmo com Henryford numa batalha direta com o sargento acabava perdendo e não aceitava o simples fato de simplesmente ser mais fraco do que aquele homem. Dellumiere falava em alto e bom tom, tentando desmotivar os diversos marinheiros que haviam ali naquele convés, porém sua atuação, por melhor que fosse, atingia os soldados de outras batalhas, mas o sargento passava de forma “imune”, não só isso, mas combatendo com o pernas longas respondia aquela provocação de forma simples e objetiva. - Só precisamos fazer mais armas. Mas não podemos em hipótese alguma morrer simplesmente por causa de pedaços de metal. – Ele forçava Garfield para baixo que tentava escalá-lo. - Nós marinheiros precisamos viver para sempre termos novas chances de prender psicopatas assassinos como vocês. – Rebatia o sargento inflado com um pouco de raiva e aproveitando-se do fato do próprio Duncan ter citado seu pai. Parecia que Duncan havia o provocado tanto que a chave de se sentir provocado havia virado e ele simplesmente aceitara aquilo tudo e voltara a pensar de forma mais racional.

Só que essa batalha não fora a segunda a ser concluída. Isso ficava a cargo de Faust, apesar de ter sido acertado, acabava rindo como sempre. O palhaço parecia não saber fazer outra coisa, porém, aquele sorriso, misturado com o discurso ao fundo de Duncan eram o suficiente para desmotivar um pouco o soldado que havia acabado de o acertar. Talvez pelo medo do soldado, talvez pela própria habilidade de Georg, mas desviava com facilidade do corte frontal que era tentado contra ele. Conseguia não só isso, como aproveitava a situação para acertar um chute no joelho do marinheiro, retirando seu equilíbrio. O combo então se iniciava e Faust rapidamente jogava seu adversário em cima do colega dele, acertando até mesmo uma joelhada no rosto deste para derrubar os dois por completo. Quando dava esse golpe e podia relaxar, sentia o sangue em seu peito do corte que havia levado anteriormente, aquilo incomodava um pouco mais naquele momento. Porém, acabava por ver seus aliados atacando sem dó o soldado armado. Era um massacre no mínimo interessante ver um ser tão pequeno acertar com tamanha força um homem de seu tamanho.

Porém não poderia simplesmente esperar que eles chegassem até ele, assim Georg decidiu se focar no segundo soldado já que percebia que o primeiro ainda estava zonzo da joelhada que havia levado no rosto. O plano para este adversário era interessante, pois o marinheiro não estava totalmente preparado para o golpe que ia levar e por isso Faust não conseguia completar o movimento, pois o espadachim a sua frente tomava o golpe em seu pé travando completamente o movimento do palhaço e desequilibrando um pouco seu inimigo. Só que aquilo não era uma boa situação para Georg, que acabara vendo-se de costas para o espadachim inimigo, que aproveitara para simplesmente realizar um corte vertical em suas costas. Quando se virou novamente na direção de seu adversário viu o anãozinho acertando a barriga do marinheiro, fazendo este recuar com força e cair de bunda no chão. - Não dê as costas para seu adversário. – Ouvia ele o repreendendo, afinal aquilo era quase um movimento suicida pelo jeito que viram aquilo ocorrer. Só que por bem ou por mal, aquela luta havia acabado, sentia os cortes em ambos os lados de seu tronco ardendo.

Enquanto tudo isso ocorria, a terceira luta a acabar estava a pleno vapor. Mas vamos voltar uns instantes para quando ela realmente começara. Azura estava meio surpresa de simplesmente não ter visto seu adversário e por isso informara para Duncan e Garfield que iria cuidar daquele homem desconhecido enquanto era para os dois cuidarem do sargento. Estava querendo lutar com aquele homem, como ele conseguira fazer o que havia feito? Independente disso começava a avançar na direção do capitão. Ela viu o homem tentando socá-la com o braço esquerdo e facilmente usava o escudo para bloquear e se aproximar ainda mais, pois queria dar uma rasteira, e que fora parcialmente certa. Se agachava rapidamente e sua perna fazia o arco indo da esquerda para direita, no entanto, o pé direito do homem subia rápido o suficiente para não ser pego, enquanto o esquerdo dele era acertado. No entanto o capitão colocava o pé direito no pé com força e firmeza, fazendo até Azura sentir o piso de madeira do convés naquela região quase quebrando, como uma queda salva por um puro reflexo. O homem aproveitava aquela situação para socar o rosto da revolucionária. Claro que pela situação o soco vinha sem nenhum pingo de força sequer, mas ele parecia satisfeito de ter conseguido realizar o golpe de qualquer maneira.

Percebendo que não estava na vantagem desejada Pendragon dava algumas cambalhotas para trás para pegar um pouco de distância daquele homem e então partir em sua direção novamente. Agora mudou um pouco a forma de atacar e se aproximava em zigue-zague. Para onde tinha ido à velocidade do homem era difícil de falar, mas sentia que ainda estava por ali e que ele estava só esperando a melhor hora para utilizá-la. Azura mostrava que também era rápida e acertava o capitão com um chute vertical ascendente. Sentia o corpo do homem deixando o chão por um instante e aproveitava para recuar um pouco e ver a sua volta. Via que M-4 e companhia haviam pulado na água, via que o anão e companhia haviam derrotado seus adversários e via que Duncan e Garfield ainda estavam lutando contra o sargento. Foi então que sentia outro golpe a acertando daquele homem, agora era um soco em sua barriga que fazia sua saliva sair em meio ao sangue sem nem perceber de sua boca e parecia que ela estava babando no convés daquele navio. Foi então que ela percebeu, não é que ele fosse necessariamente mais rápido do que ela. Ele era um mestre de atacar se aproveitando dos pontos cegos, por isso era sempre pega desprevenida e cada golpe doía com tamanha eficiência parte é culpa do 0 de resistência também.  

Não precisando temer a velocidade daquele homem partira com toda a pompa sabendo que poderia derrotá-lo. Se aproximava rapidamente e dava a liberdade de saltar e ficar sem apoio para qualquer coisa por um instante para acertar no homem um chute horizontal. Desta vez ele não tentava esquivar e sim bloqueava com os dois braços, fazendo um embate de força entre a jovem e ele. Azura vencia com dificuldade, não empurrando-o como imaginava, mas já notando que ele havia sentido aquele golpe ascendente. E assim, não satisfeita, correu em sua direção de novo e pulava novamente, dava uma cambalhota no ar, onde sentia o punho do homem cortar o ar e até raspar a pele dele com suas costas, pois sua pirueta havia sido rápida o suficiente para até mesmo servir de esquiva para o golpe. Descendo em seguida o seu calcanhar com força na cabeça do capitão que descia com tamanha força ao chão que acabava por rachar o convés naquele mesmo ponto que ele havia se firmado por sorte na rasteira da Pendragon.

No mesmo instante que Azura vencia o capitão do navio, Naomi e as outras três mulheres saíam da parte inferior do convés com as armas. Tudo isso só foi possível graças ao pensamento de Yumi após terem vencido a batalha. Ela lembrava que estavam ali para roubar armas do navio e com tudo pegando fogo ficaria difícil, para não falar impossível. Por isso sua ideia inicial era apagá-lo e então roubar as armas. Mas fariam isso como? Teriam que ter uma grande quantidade de água de uma vez e isso era impossível com pequenos baldes, tanto que era esse um dos motivos dos próprios marinheiros terem desistido. A própria Naomi gritara o plano, e apesar de imaginar que contaria com a ajuda de diversas pessoas fortes e saudáveis, acabava por ver duas meninas ainda menores do que ela e a médica ainda em seu apoio, tudo bem, elas eram mais fortes que Naomi e estavam saudáveis, mas provavelmente não era a imagem idealizada ao se dar uma ordem daquelas. De qualquer forma, para o plano funcionar precisavam se molhar. Viu Katie jogando uma escada do navio para fora, de forma que homens ao mar pudessem subir. A ideia foi rápida e viu todas as loiras simplesmente pulando na água sem nenhum arrependimento. Quando voltavam para a embarcação estavam completamente ensopadas e prontas para se aventurarem minimamente pelo interior daquele navio. Partiram facilmente seguindo Yumi, que foi de longe a pessoa que mais sofreu com o fogo por não ter feito a mesma coisa que as demais, pelo menos quando saiu do local sufocante segurando uma caixa de armas, via que o capitão fora derrotado e que só faltava o sargento que estava contra Duncan e Garfield.

A última luta a ser finalizada era algo bem... chato de assistir. Um agarra agarra que mais fazia parecer que estavam pensando em que tipo de suruba iriam fazer do que lutar. Enquanto esse agarra agarra acontecia, Snowflake e Zhac carregavam Hugo de volta para o navio dos revolucionários. Como Duncan percebia que Garfield estava tentando fazer alguma coisa, mas não conseguia já que o sargento era mais forte do que ele, decidia que iria ajudar tentando amassar a mão do sargento, mas era difícil fazer aquilo sem acabar por acertar o próprio Garfield graças a “dança” que os dois estavam fazendo, mas que o homem aos poucos ia levando vantagem. Aquilo, no entanto, ajudou Dellumiere, afinal, o sargento estava com as duas mãos em Garfield apesar da espada estar ali no meio, o foco do marinheiro claramente era se proteger dos agarrões do pernas longas que parecia estranhamente querer escalar o corpo do marinheiro.

Com um pouco de receio Duncan acabava por dar pisões na mão do sargento, acertava também seu colega, mas era o preço a se pagar para ver a espada do marinheiro caindo no chão. Aquele brutamontes nem demonstrara qualquer sinal de dor com o pé de Duncan, mas pelo menos soltara a espada. Foi então que Dellumiere gritara para Garfield se livrar daquilo e num instante de excitação entendendo o que seu colega queria dizer, Henryford pegou a espada e a jogou fora gritando para o marinheiro que ele deveria aprender a lutar somente com suas mãos nuas. O que poderia bater um arrependimento logo em seguida. A cena do dia anterior se repetia, quando teve que usar uma de suas mãos para jogar a espada fora do barco, sentira seu corpo sendo dominado pela força do marinheiro que estava com as duas mãos livres. E ambas foram rapidamente na direção do pescoço de Garfield, o sufocamento começou e pela primeira vez ele se via completamente a mercê daquele monstro naquela luta. O homem não só estava estrangulando o pernas longas, como também estava batendo a cabeça dele no convés. - VOCÊ QUE PRECISA APRENDER A USAR ARMAS! UM SER TÃO FRACO E PATÉTICO QUERENDO SOBREVIVER COM OS PRÓPRIOS PUNHOS COMO VOCÊ É UMA VERGONHA! – Ouviu ele gritando raivoso por ter sua espada jogada do navio.

Duncan não perdeu a oportunidade e chutou a cara do marinheiro uma vez. Percebera que não fora eficiente como desejava e chutava o marinheiro mais uma vez, este usava seu próprio braço para bloquear o segundo chute, afrouxando muito o estrangulamento em Garfield por causa disso. Dellumiere tentara chutar mais uma vez e agora vira o homem literalmente agarrar o seu pé. - Você é outro pedaço de bosta fraco. – Claro que essa fala não tinha a mesma “verdade” que a que ele pronunciara para Henryford. O chute na cabeça dele com certeza pesara muito mais do que realmente o embate que ele teve com o pernas longas. Só que naquele momento ele percebera o seu arredor. Todos já haviam sido derrotados com exceção dele e o navio estava pegando fogo. Duncan o viu rangendo os dentes e Garfield zonzo com a falta de oxigênio levava suas mãos para o rosto do homem querendo tentar furar seus olhos, mas a verdade é que o homem batera nelas com facilidade e se levantara. Ele olhava a situação como um todo e via que os revolucionários estavam fugindo com caixas de armas. - Depois de todo aquele discurso patético, vocês só estavam atrás das armas. – Falava ele com raiva. Ele chutava então o Garfield no chão para ele ser jogado na direção de Duncan. - Melhor aproveitarem a situação enquanto podem. – Continuava ele, a raiva parecia realmente um padrão em seu tom naquele momento, provavelmente não acreditando no que estava fazendo. Deixando a luta simplesmente acabar. Ele corria na direção do bote do barco e o soltava, jogando assim os marinheiros do barco na direção do bote, o sargento desistira de prender qualquer um ali para salvar seus companheiros. Como ele estava com a vantagem na luta, era claro que ele que permitira a fuga dos dois e não que eles venceram realmente.

Com isso, ajudando Garfield a voltar para o navio dos revolucionários, via o navio inimigo pegando fogo enquanto o marinheiro levava cada um dos soldados e o capitão para o bote que claramente não caberia todo mundo. O grito de exibição de Duncan no final parecia mais patético do que exibicionista, inflando talvez um pouco a raiva de um homem que só estava salvando outros que estavam inconscientes. No entanto isso não foi o suficiente para impedir que outros seguissem seu grito e fizessem seus próprios comentários.

- Não temos tempo para pausas senhores. Temos que partir rapidamente para a Grand Line. - Ouviam todos M-4 falando já no navio dos revolucionários. Naomi entendia o motivo pelo qual M-4 e M-3 haviam ajudado a carregar as coisas. Quase todos naquele navio estavam machucados e agora ela, Faust, Duncan, Garfield e Azura também estavam, além do home que havia desmaiado na luta. - Eu vou tratar vocês, mas acho que teremos que esperar até estarmos numa situação mais calma. - Informava uma das médicas do barco para o grupo ali. E o motivo daquela fala era claro para todos. Eles já avistavam ao longe uma parede gigantesca no meio do mar. Era difícil determinar para onde o barco estava indo após a quebra do leme e o descontrole da embarcação. - Todos que puderem, ajudem a certificar que os pacientes em estado grave estão bem presos lá embaixo, não podemos pessoas machucadas voando por aí. - Ouviam M-4 falando. - Zhac, o que precisamos fazer? - Perguntava também para o navegador. - Guardem as velas! – Falou o baixinho. - A correnteza daquele lugar já está nos puxando. – Falou ele apontando para uma direção específica. M-4 não deu ordens, mas olhou para todos ali do grupo indicando para alguém fazer aquilo enquanto ela mesma descia para verificar o estado dos revolucionários machucados.

A direção era bem simples de ser vista para todos, com exceção de Garfield que ainda estava meio zonzo pela falta de oxigênio, ele apontava para uma gigantesca montanha que havia em conjunto com a parede gigantesca daquele oceano. Estavam encarando a Reverse Mountain da Red Line.



Ferimentos escreveu:
Azura - Socos em sua cara e em sua barriga

Duncan - Diversos cortes pequenos por seu corpo

Garfield - Não chega a ter um machucado real, mas está zonzo no momento

Georg - Corte em seu peito e em suas costas

Naomi - Diversos tiros de raspão e um pouco mais profundo em seu braço esquerdo, queimaduras em seu corpo

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 11 EmptyDom 22 Mar - 8:53

Minha frustração e sensação de impotência se manifestaram como um acesso de fúria, atirando nos marines que impediam nossa missão. Eu não estava com a mira tão afiada como pensava, mas tudo dera certo. Katie e as outras haviam conseguido lidar muito bem com a situação. Com a missão ainda pendente, pedia por ajuda e ordenava para que as pessoas se molhassem, a fim de evitar as queimaduras. Mas em minha euforia e pressa, acabava por esquecer de fazer isso também.


Em uma rápida incursão na parte de dentro do navio, voltávamos triunfantes, com as armas resgatadas. A adrenalina fazia com que eu não sentisse muitas dores, mas aos poucos percebia a merda que havia feito. Mas ao menos havia conseguido me redimir e a missão estava finalizada.


Ou não. Olhando para a cena, via o sargento lutando contra Duncan e outros revolucionários. A situação não parecia nada boa, mas o senso de dever do marine mostrava a ele que deveria se render, a fim de salvar a vida dos aliados. E isso fazia uma pequenina voz dizer em minha cabeça coisas que, no fundo, eu já sabia.


~ Eu quase matei essas pessoas... e por quê?


O major havia me alertado para não sentir culpa, e encarar aquilo como uma guerra. Conseguira fazê-lo, mas, passado o momento da batalha, não conseguia deixar de pensar que por pouco aqueles homens não estariam mortos agora. Eu entendia como a marinha era danosa, pois ajudava a sustentar esse mundo cheio de injustiças. Mas os marines, em si, lutavam pela justiça que acreditavam. Seria isso tão diferente assim do que fazíamos?


— Katie-senpai, será que podemos conversar? Prometo não te atrapalhar de atender as pessoas, mas preciso desabafar...


Com todos trabalhando, não teríamos muito tempo livres, mas precisava tirar isso do meu peito. E começava a entender que eu talvez pudesse ter um outro propósito. Seguiria Katie por onde ela fosse, tentando não atrapalhar o trabalho dela, mas aproveitando para desabafar e falar meus temores com a médica e parceira, enquanto observava-a tratando os outros.


— Obrigada pelas palavras, senpai. Sei que é pedir muito, mas gostaria de mais um favor. Após tudo aqui acalmar, será que me treinaria como médica? Quero poder fazer mais que apenas ferir adversários...


Eu sabia que, em uma batalha, não podia hesitar e precisaria ferir, às vezes até matar um oponente. Mas terminada ela, poderia auxiliar os feridos, inclusive adversários. Eu queria um mundo melhor, e matar pessoas não iria ajudar a construir tal mundo. Aos poucos a convicção ia crescendo em minha cabeça.


— Tem algo que eu possa fazer para ajudar?


Perguntaria a M-4, recebendo como resposta a ordem de verificar se os feridos graves estavam bem presos. Achei um tanto quanto estranha, mas obedeceria, fazendo como me fora ordenado. Após verificar os enfermos e prender aqueles que não estivessem firmemente amarrados, retornaria para perto da líder, aguardando por novas instruções.



— O que vai acontecer??


Eu entendia que estávamos para ir para a Grand Line, mas pouco conhecia sobre essa rota ou sobre o que nos aguardava. Entretanto podia sentir a correnteza puxando o navio cada vez mais forte. E então olhava para a direção apontada. Um grande paredão, com a água subindo em vez de descer. Abismada, sentia o ar entrando em meus pulmões, enquanto suspirava. O que diabos estava acontecendo naquele lugar?


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 11 EmptyDom 22 Mar - 23:16


Estava ficando com raiva da situação, aquele homem misterioso aparecia do nada, mas antes fosse apenas isso, eles conseguia me acertar, o que me fazia perder o interesse no sargento da espada desnecessariamente grande. Um novo brinquedo aparecia na minha frente, ao menos esse parecia que iria durar bastante na luta, me levantava olhando para o homem, ao mesmo sentindo a raiva crescer em meu peito, mas não podia mentir estava empolgada.

“Vamos ver do que esse aguenta!” Pensava passando a mão direita em meu rosto, mais especificamente onde o mesmo havia acertado. Em seguida partia em combate contra o marinheiro, conseguia desferir alguns golpes no mesmo, a velocidade do homem que até então tinha me surpreendido parecia ter se extinguido, além de tudo estava preocupada com a situação em geral com os meus aliados, tomando distância conseguia ver M-4 e suas irmãs se jogando na água provavelmente por conta do fogo, outros derrotando seus inimigos, enquanto Duncan e Garfield ainda lutavam contra o sargento, a dificuldade talvez pelo fato de estarem sem armas. “Droga que situação!” Pensava me distraindo quando sentia o peso das mãos daquele homem.

“Arrg...” Cuspia após um golpe direto do marinheiro, olhava diretamente nos olhos do mesmo, meu semblante era de alguém que estava prestes a estraçalhar o homem, assim seguia desferindo mais algumas sequencias de golpes, a cada acerto sentia meu corpo alegre como se estivesse viva, como uma bela amazona eu vivia pela batalha, quando me dava por mim via o rosto do homem no convés caído. Realmente era um inimigo interessante, mas nada que eu não pudesse lidar, me mantinha erguida diante do homem caído ao chão olhando de relance ara o mesmo. - Pensei que duraria mais, tipico dos homens! Assim me virava para ver se Duncan e Garfield haviam terminado.

Aparentemente tudo tinha acabado, o homem corria para tentar salvar seus companheiros, parecia que minha missão ali tinha se concluído, Duncan e os outros estavam em segurança, mesmo não tendo derrotado o sargento, estava bastante orgulhosa da determinação de Garfield quanto Duncan. Enquanto corria junto aos mesmos para voltar ao barco, percebia o quanto os dois naquela semana tinham se tornado importantes para mim, verdadeiros companheiros, tudo bem que não tive as melhores relações com o Duncan mas não podia negar que ele era um homem que poderia confiar, que não teria medo de me enfrentar, e muito menos de falhar em suas missões. “Parece que eu encontrei!” A frase vinha em minha mente, quando chegávamos ao barco.

Desde que tinha encontrado os anéis naquele lugar, vinha matutando a responsabilidade da liderança e principalmente quem seriam os portadores dos anéis, que levariam os meus ideais para frente, e me ajudassem a proteger a liberdade do mundo. Bom achar o guardião do sol não fora a coisa mais difícil ironicamente o mesmo tinha as mesmas características de Mirian a antiga portadora, mas dentre todos os anéis o que eu tinha de ficar mais atenta a escolha era o da tempestade, anel cujo pertencia minha mãe. Não era só o fato de ter sido o anel de alguém que amava muito, mas era o anel que representava o segundo em comando, aquele que tinha voz ativa na falta do portador do anel do céu, o conselheiro, o braço direito, e por incrível que pareça tinha encontrado Duncan era essa pessoa, não apenas por essa missão, mas desde que a gente se uniu em Conomi até esse exato momento se mostrou uma pessoa de extrema confiança, lealdade e determinação, só precisava achar um momento propício para conversar com o mesmo sobre isso.

Cada vez mais o nosso barco se distanciava do da marinha, M-4 informava que não era momento para que descansássemos estávamos prestes a partir para a Grand Line. Olhava para o horizonte e via aquela gigantesca muralha, parecia que havia borboletas dentro do meu estômago, estava ficando cada vez mais empolgada, olhava para minha mão direita aonde estava o anel do céu. “Finalmente, mostrarei ao mundo, que ninguém e dono de ninguém, todos somos livres para ser oque quisermos!” Conforme ia nos aproximando o sorriso em meu rosto era bem evidente.


Percebia que um das novatas que estavam com Duncan se prontificava para ajudar no que fosse necessário, aquilo me deixava bem intrigada com a garota, mas oque me chamava mais a atenção era sua beleza, a garota era bonita, se a gente não estivesse próximos a uma situação de risco provavelmente teria agarrado a mesma e dado um grande abraço. “Nossa que Delicinha!” Pensava enquanto caminhava na direção da mesma. - Garotinha, gosto dessa proatividade, acho bom você ajudar as médicas com os que estão feridos, acho que a situação aqui fora vai ficar tensa! Falava com um grande sorriso no rosto e colocando a mão na cabeça da garota.

- Duncan! Vamos ajudar com as velas, aproveito que preciso falar com você! Terminava de falar indo em direção as velas para poder recolhê-las, precisava iniciar essa conversa de qualquer maneira. - Então sei que nossa relação não e das boas, ao menos não no inicio! Dava uma pequena pausa fazendo a tarefa para ajudar no barco. - Desde que eu cheguei nesse mar, venho mudando, principalmente nesses últimos dias, desde que encontrei os anéis naquela casa, o peso da liderança veio aos meus ombros! Falaria em meio as tarefas mostraria o meu anel e o anel vermelho da tempestade. - Esses anéis faziam parte do antigo bando da minha mãe, que hoje já não existem, eles representam a luta pela liberdade, eu sou a portadora do anel do céu aquela que leva a liberdade e luta por ela com unhas e dentes! Falaria apontando para o meu anel laranja. - Garfield se tornou o portador do anel do sol, se tornando um dos meus arautos!

Olhava para Duncan, estava totalmente séria a situação era muito importante para mim. - Mas dentre todos os arautos, preciso encontrar um que seja confiável, que siga meus ideais, que lute pela liberdade, e determinado, alguém que tomara as rédeas quando eu faltar! Estendia minha mão com o anel vermelho da tempestade. - Seja meu arauto da tempestade, seja aquele que carregara meus ideias assim como minha mãe carregava as da antiga portadora do anel do Céu! Faça parte das minhas ASAS DA LIBERDADE! Esperava que o mesmo aceitasse, não conseguia imaginar ninguém melhor do que ele para tomar esse posto.

O mesmo aceitando dava um sorriso confiante para o mesmo e logo em seguida um abraço, toda aquela situação tinha me deixado bastante apreensiva, sentia minha boca seca, oque mais desejava agora era um bom gole do meu vinho. Em seguida voltaria a fazer oque o tinha de ser feito, mas claro com minha garrafa na mão dando alguns bons goles, e prestaria atenção no que o navegador tinha para falar a final a subida era lendária em todos os lugares, um deslize e estaríamos no fundo do mar, faria oque tinha de ser feito e em seguida me seguraria firme para não sair voando do barco.
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 11 EmptySeg 23 Mar - 4:47



Eu sentia o sangue escorrendo em meu peito, enquanto eu olharia para aquele corte sentia o gosto amargo da realidade em que eu estava. Sentia a lâmina afiada do oponente fazer um corte nas minhas costas, um sorriso brotava em meu rosto, porém eu sentia muita dor. “Caraca, como isso dói.” Mas me sentia até orgulhoso, lutei com bravura, sempre a coisas a melhorar então não tinha o que lamentar. Não podíamos perder tempo e essa era as ordens que eu escutava para seguir viagem, olharia para as pessoas a qual eu chamaria de companheiro ali próximo de mim e aparentemente todos estavam completamente machucados. “Foi uma mini guerra e tanto.” Algo me animava bastante, pois estávamos a caminho da Grand Line, apesar de tudo era um dos meus objetivos principais, já tinha uma certa certeza que eu estava certo em me ajuntar com essa galera maluca. Apesar que eu também não sou bem lá um cara normal. Não tinha muita ideia de como ajudar, pois não sabia nada de navegação e não tinha noção de quanto esses ferimentos iriam me atrapalhar. Mas em todo caso eu sabia que precisaria de ajuda, então se me oferecerem ajuda eu não recusaria. Então eu ouvia a voz da M4, dando algumas ordens e não pensava duas vezes e me colocaria a disposição para ajudar, pois paparentemente havia pessoas piores do que eu. “- Vou ajudar a amarrar o pessoal, para não sair voando.” Apesar que seria bem engraçado ver uma chuva de pessoas por aí, mas ao mesmo tempo seria bem cruel. “Gwhahahahahaha Imagina só, poderia dizer que seria uma viagem muito louca, em todos os sentindo Gwhahaha.”

Então caminharia procurando coisas para amarrar as pessoas, como cordas ou até lençol de camas. Pegando tudo que eu precise de maneira rápida ao mesmo tempo com muito cuidado para não me machucar mais, então começaria amarrar as pessoas, de maneira bem firme. Faria até um pequeno teste para ter certeza que tinha amarrado da maneira correta. “- Bom acho que isso ajudará de maneira segura para que você possa seguir viagem.” Diria isso mesmo sabendo que possivelmente a pessoa não me ouviria. Bom tentaria ajudar a todos, olharia e observaria se realmente todos estavam bem amarrados. Se eu tivesse alguma dificuldade para amarrar então levantaria a mão ou gritaria para alguém próximo. “- Ei pode me ajudar aqui. Precisa amarrar ele e eu não estou conseguindo devido aos meus ferimentos.” Vindo me ajudar eu agradeceria e voltaria a confirmar se realmente todos ali já estavam amarrados. “Bom parece que todos estão seguros.” Agora era hora de cuidar um pouco de mim, pois eu também precisaria estar seguro, lembrando que eu estava ferido com um corte no peito e um nas costas o que não era nada bom. Me perguntava se eu havia perdido muito sangue ou não, pois eu não tinha noção nenhuma de medicamentos, primeiros socorros ou qualquer coisa do tipo da área médica. “A pergunta é, será que tem médico disponível para atender todo mundo?” Eu me preocupava não só com minha saúde, mas com a de todos ali presente.

Então procuraria algum lugar seguro ali no navio, também esperaria que fosse atendido por algum doutor ali do exército Revolucionário. “- Tomei dois cortes de espada, no peito e nas costas.” Se possível mostraria o ferimento para que estivesse me atendendo e também conversaria um pouco. “- Tudo conforme o plano?” Perguntaria com um sorriso animado no rosto, ouviria a resposta atentamente, sempre com uma face animada no rosto. Eu olharia um pouco também com um olhar meio escondido para a mulher que havia conversado com Duncan e dado uma espécie de anel. “Gostaria que ela também me desse o anel.” Colocaria um sorriso malicioso no rosto, deixando isso de lado o que realmente me chamava a atenção é que ela parecia ser a líder do grupo ao qual ela chamava de Asas da Liberdade e aparentemente eu ainda não faço parte desse clã, sou apenas um intruso. Ou melhor apenas um convidado, mas isso não era algo que realmente me importava pois temos que dar tempo ao tempo. “Se Duncan já é alguém forte, a líder do grupo aparentemente deve ser alguém ainda mais forte, me pergunto qual é o seu real poder.” Durante esse tempo se eu fosse atendido eu agradeceria pela ajuda, ou pelos primeiros socorros prestados. No caso de eu não ser atendido então eu procuraria um local seguro onde eu também poderia ser visto, pois quem não é visto não é lembrado e eu estava com dois cortes no corpo então vai saber.

Se fosse preciso eu também me amarraria, para não sair voando, no caso de eu me sentir bem fraco. “- Não sei se vou conseguir ficar aqui de pé sem me amarrar, pois estou bem fodido.” Então eu pediria para me amarrarem, de uma maneira que eu ficasse bem seguro, antes observaria com certeza se não poderia ajudar em mais alguma coisa.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 11 EmptySeg 23 Mar - 7:38


O Eclipse

We Are Revolution






O sargento usava seus gritos para, inconscientemente, deixar bem claro que meu plano de deixá-lo furioso havia sido um total sucesso. Infelizmente, entretanto, a força ridiculamente desproporcional daquele homem fazia com que isso acabasse se tornando um problema à medida que mesmo desarmado ele parecia implacável. Garfield e eu, por sorte, estávamos muito longe de sermos pessoas normais que se deixariam amedrontar com aquilo. Somo uma grande dupla, e isso ninguém poderia negar.

Continuávamos a lutar, ainda que a vitória parecesse cada vez mais difícil e a situação do pernas longas estivesse realmente preocupante. Por fim, em meio ao seu acesso de fúria, o sargento olhava os arredores e percebia seus companheiros derrotados e as armas sendo levadas, sabia que havia perdido aquela guerra, ainda que estivesse vencendo a luta.

Dava de ombros com um sorriso irônico no rosto quanto a falsidade de meu discurso sobre destruir as armas. Quando ele atirava Garfield em minha direção, entretanto, eu não podia deixar de me colocar à frente de meu amigo em um ato protetor. Podiam dizer o que fosse, estávamos vivos e o marinheiro era quem fugia com sua missão fracassada e seus amigos derrotados. Nem sempre uma vitória se resumia à uma luta, e essa era uma lição que deveríamos levar para vida. Havia lutado desarmado contra um monstro desproporcionalmente forte e sobrevivido para rir da cara dele, aquilo era uma vitória para mim. Quanto a deixá-lo fugir, se ele era altruísta o suficiente para se preocupar mais com seus subordinados do que com um orgulho bobo, era merecedor de viver mais um dia.

Ajudava Garfield a se erguer e ir para o outro navio, orgulhoso por Yumi ter dado um jeito de resgatar as armas apesar de achar estranho o fato de ela ser a única com queimaduras - Soldado! - Diria quando passasse por ela - Excelente trabalho - Sorria. Faust também não ficaria para trás. O palhaço havia agido prontamente para parar o avanço desenfreado do navio e pelos ferimentos eu sabia também que havia lutado com tudo o que tinha - Espero que tenha muitas piadas para contar sobre esse dia, Faust! Não é sempre que botamos tantos marinheiros pra correr! - Diria o palhaço caso passasse por ele.

Ouvia então M-4 dando as próximas ordens. A sequência de acontecimentos reativava meu senso de urgência com o que estava por vir. A frente do navio, imponente, estava a Reverse Mountain. Com o coração pulsando e a adrenalina tomando conta do corpo, me pegava empolgado pensando no que encontraria pela frente. Logo um estalo vinha, era a voz de Azura pedindo ajuda com as velas que me fazia voltar à realidade - Um segundo! - Pedia.

Virava-me então na direção de Garfield, ainda meio zonzo - Grandão - Colocava seu braço direito sobre meus ombros, guiando o pernas longas até a porta de entrada do navio - Precisamos muito que você ajude a Lenora e a Katie a amarrar as pessoas lá dentro, os feridos precisam do guardião do Sol para não morrerem na subida - Dizia tentando convencer Garfield a sair dali - Quando acabar, se prenda também. Todos faremos isso pra não arriscarmos cair do navio. A parte mais importante da jornada começa depois que isso passar e é importante que você esteja lá comigo. - Todo aquele discurso servia tanto para mandar Garfield para dentro do navio, onde seria mais seguro, quanto para convencê-lo a se amarrar por sua segurança. Sabia que um homem tão orgulhoso como ele não era fácil de se convencer a fazer algo desse tipo.

Feito isso, iria na direção de Azura e ajudaria a guardar as velas enquanto escutava o que a moça tinha a dizer. Ela falava algo sobre anéis e liderança, eu não tinha ideia do que ela estava falando mas decidia que seria melhor apenas ficar calado e ouvir todo o discurso. Ela me mostrava os tais anéis de que falava, aquele em um belo tom avermelhado me chamava a atenção, lembrando-me coincidentemente de meus olhos, que ainda neste momento estavam cobertos pelas lentes de contato do disfarce. A explicação de todo aquele papo inicial começava a aparecer.

Azura tinha em seus olhos a determinação que mostrava a veracidade de seu discurso. Suas palavras, inclusive, mostravam-me que a garota já tinha amadurecido bastante desde que nos conhecemos. Ainda assim, seu desejo que eu me tornasse parte do grupo me surpreendia. Desde o primeiro momento que nos conhecemos havíamos entrado em conflito pelos mais diversos motivos, o fato de ela querer alguém tão diferente de si para ser o segundo em comando de seu grupo comprovava por fim o amadurecimento da lutadora. Sorria com o canto da boca, em uma expressão sincera.

- Eu aceito.

Contraditoriamente, entretanto, minha mão direita era usada não para pegar o anel mas para fechar a mão de Azura. O semblante agora era mais sério e, em certos momentos, chegava a ter um ar de preocupação - Mas não posso pegar o anel antes de saber se você… Vocês me aceitam - Olhava para o chão brevemente. Me lembrava da conversa que havia tido com M-4 no começo daquele dia. Meu passado, meus segredos, meu nome, não poderia chamar aquelas pessoas de amigos e continuar com elas sem antes ser totalmente sincero sobre quem eu era.

- Quando estivermos do outro lado, contarei minha história a vocês - Agora estava determinado. Voltaria a guardar as velas caso tivesse parado por qualquer razão. Tendo feito isso, me colocaria à disposição de ajudar com quaisquer outros pedidos. No navio, procuraria por cordas. Tendo-as achado, daria preferência a prender os companheiros mais fracos primeiro. Yumi, Faust, até mesmo Garfield que poderia ainda não estar muito bem. Em todo caso, para a segurança eu amarraria a todos se me permitissem dizendo - É pra que ninguém caia - Por fim, amarraria a mim mesmo. Ainda assim, buscaria amarrar com cordas maiores Azura, eu e qualquer outro que estivesse ajudando a guiar o navio. Caso não houvesse corda, apenas encontraria um lugar bem firme para me segurar enquanto apreciava a subida a postos para seguir qualquer ordem tentando ainda firmar meus pés ao chão.



Post: 016~ Rename: -X- ~ Location: Polestar Island - East Blue

Notes: •Ganhos:  40 Mil Berries
Peruca - Preta
Lentes de Contato (Pretas)
Todas as dores da aventura anterior curadas

•Perdas: 248 mil berries

Legenda: Falas
"Pensamentos"

Thanks, Lollipop @ Sugaravatars


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 11 EmptyQua 25 Mar - 22:06


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— VOCÊ QUE PRECISA APRENDER A USAR ARMAS! UM SER TÃO FRACO E PATÉTICO QUERENDO SOBREVIVER COM OS PRÓPRIOS PUNHOS COMO VOCÊ É UMA VERGONHA! — As palavras ecoavam na minha cabeça enquanto eu era propulsionado na direção do Eclipse, caindo em cima dele e tentando evitar o crescente sentimento de pedir desculpas ao meu irmão por isso. ”Parando para pensar, Lenora me disse basicamente a mesma coisa. Talvez eu deva mostrar para ele quem é que manda aqui…” Do chão me levantaria, limpando saliva da boca com o punho fechado. — É?! — Apontaria meu dedo em direção ao espadachim negro, esperando que a luta estivesse encerrado, afinal, acabara de perder sua arma mais importante. — FOI VOCÊ QUEM PEDIU! UM DIA NOS REENCONTRAREMOS, E NESSE DIA, VERÁ DE PERTO O POTENCIAL DE UM CAMPEÃO! — Cuspiria no chão, da maneira que mais fosse desrespeitosa. — Eu confiei em você, acreditei que pudesse abrir os olhos. É uma pena alguém tão forte querer fazer parte do antro de vermes. — Encararia-o com olhos furiosos. — Você pode se aliar ao Sol quando quiser. Mas pagará seus pecados antes!

Pulávamos então para o navio, de volta. Me sentia aflito sabendo que agora os marinheiros se sentiriam mais seguros sem a minha ilustre presença, ainda porque estava planejando roubar uma arma para mostrar meu verdadeiro potencial ao espadachim. M-4 dava as ordens de nos retirarmos do conflito para entrarmos no navio e falava com o capitão para novas instruções. Estava com tanta energia solar que minha visão se ofuscava, portanto precisava controlar meus ânimos para continuar em interação com meus colegas. Duncan parecia se aproximar de mim para falar algo, e antes mesmo que falasse, colocaria uma das mãos em seu ombro. — Irmão! — Colocaria a mão por dentro da roupa social e entregaria-lhe o livro ”Como saber se aquela pessoa é especial?” à ele. — Fique com isso! Vai ser muito importante para você.— Sorriria humildemente, como um bom samaritano, encostando testa com testa nele. — Senti a sua falta. — E permitiria que concluísse seu raciocínio em seguida. — Precisamos muito que você ajude a Lenora e a Katie a amarrar as pessoas lá dentro, os feridos precisam do guardião do Sol para não morrerem na subida — Minha sensação de dever para com os mais fracos me atiçava.

— Deixe comigo! — Estava prestes a sair em disparada para o interior do navio, a fim de amarrar as pessoas requisitadas. — Quando acabar, se prenda também. Todos faremos isso pra não arriscarmos cair do navio. A parte mais importante da jornada começa depois que isso passar e é importante que você esteja lá comigo. — Olharia assustado para Duncan e logo começaria a gargalhar. — HAHAHAHA! Você acha que o mar é mais forte que o Sol?! Tem muito a aprender, Eclipse. Mas em respeito à você e aos outros, farei isso. — Então, de nariz em pé, adentraria o navio e buscaria Katie e Lenora com os olhos. Encontrando-as, me dirigiria a elas. — Dêem-me cordas para amarrar, também!”Quando foi a última vez que eu amarrei alguma coisa? Hmmm…. não sei, não importa. Acho que me lembro bem como se faz. Espero.” Recebendo as cordas, me dirigiria ao mais próximo de mim no momento e amarraria não só um braço ou uma perna, mas seu corpo inteiro, na estrutura que fosse possível amarrar. — Fique quieto, é para seu bem! — Exceto se este fosse Hugo. Se fosse Hugo, daria um pedaço da corda e bradaria: — Segura firme, Hugo! Vai ser uma viagem e tanto! — E daria-lhe um olhar de orgulho, esperando receber o olhar de volta. Qualquer outro seria completamente amarrado, deixando somente a cabeça de fora. Amarraria-o bem para não soltar e usaria o restante da corda para amarrar somente um pé meu. ”Tch! Como se isso fosse segurar um grandalhão como eu.” Me seguraria o tempo todo para não sair voando ou receber uma queda grande. Se possível, me deitaria em um lugar confortável, assim o tempo passaria mais rápido.

Estaria disposto a seguir novas ordens, entretanto, vindas de M-4 ou de Azura.

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Facilitando a vida do narrador:
 
Objetivos escreveu:

— Aumentar a recompensa.
— Aprimorar meu escudo ou encontrar um que dê atributos.
— Completar uma missão.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 11 EmptySex 27 Mar - 8:47


Narração
Sensação térmica: Quente
Céu aos poucos se fechando
Localização: Loguetown

Todos estão numa quarta que está anoitecendo


Azura, Duncan, Faust, Garfield e Naomi
A batalha havia acabado, por bem ou por mal cada um reagia aquilo tudo de sua própria forma. Enquanto Garfield tentava, inutilmente, falar alguma coisa, sentia simplesmente sua garganta soltando aquelas palavras que deveriam ser ótimas como um leve fanho no começo e depois tomando mais forma. Já Naomi se perguntava se aquilo era realmente necessário ao ver o sargento desistindo de tudo para simplesmente salvar o maior número de vidas possível. Alguns, como Faust e Azura viajavam em seus próprios pensamentos totalmente diversos.

Inclusive, um desses que acabou chamando a atenção pouco após as ordens de M-4. Mas isso ficava para um pouco mais tarde, pois Yumi realmente sentia a necessidade de falar com alguém sobre a situação que acabou de se desenrolar. Com a falta da imagem do major ali, precisou se direcionar a cabo Katie para acabar desabafando um pouco sobre a situação. A médica ouvia tudo que a pequena falava atentamente apesar da situação ao redor ser caótica. - Eu diria que somos iguais também em alguns pontos de vistas. - Respondia com um sorriso meio patético que aparentava falar: eu sei que essa não é a melhor resposta e nem sei se acredito totalmente no que estou falando. - Dos dois lados as pessoas, pelo menos em sua maioria, lutam pela sua própria justiça. Provavelmente a principal diferença que você deve ver entre marinheiros e qualquer um do exército revolucionário é a experiência de vida. O que fez alguém virar marinheiro e o que fez alguém entrar para o nosso grupo... - Explicava melhor o que estava pensando. - Uma pessoa que gosta de ajudar os outros e nasceu numa ilha que sempre foi atacada por piratas naturalmente virará um marinheiro. Alguém que gosta de ajudar os outros e nasceu em uma ilha que o governo simplesmente ignora a população e faz o que quer provavelmente se tornará um revolucionário. - Falava ela começando a acreditar até mesmo mais um pouco em sua própria fala. - Por isso não é tão estranho nós do exército acabarmos em confronto com agentes do governo e não com marinheiros, pois nós não somos tão lados opostos assim, só acaba que a marinha está a serviço do povo que queremos derrubar, então esses confrontos vão acabar acontecendo quer nós queiramos ou não. Diria então que é completamente normal esse seu pensamento, mostra que você tem empatia com todos e não se deixa cegar só porque o outro lado é seu "inimigo". - Concluía a sua fala e que realmente aliviava um pouco o coração de Naomi que agradecia pelas palavras de Katie. Yumi até comentava sobre querer aprender medicina depois, mas a médica ali indicava para depois pensarem nisso, até porque o tempo estava passando e outras coisas chamavam mais a atenção no momento.

Entre elas, algo que chamou a atenção de alguns foi um pequeno discurso que Azura fez logo após zombar de Naomi. A Pendragon falava com Duncan enquanto eles guardavam as velas. Mesmo fazendo tais ações o barco continuava com a mesma velocidade a toda. Todos viam que a montanha ia se aproximando rapidamente, o cabo Zhac ia guiando o que tinham que ir fazendo, quase todos estavam tensos com a situação, e no meio daquilo tudo Duncan aceitava e recusava o pedido ao mesmo tempo. Ele lembrava de algo que já havia comentado com M-4 sobre passado e queria compartilhar aquelas informações com Azura e os outros antes de realmente se firmar no grupo.

Enquanto todas essas conversas ocorriam, Faust e Garfield ajudavam a amarrar pessoas abaixo do convés. Para alguém que nunca havia subido a reverse mountain isso parecia algo meio insano a se fazer. Henryford em particular nem entendia porque ele mesmo precisava ser amarrado, mas aceitava mesmo assim. Já Georg sabia que não só precisava se amarrar, como precisava se tratar, mas não parecia que médico algum faria coisa alguma naquela hora e o motivo era claro para a maioria, até mesmo para Naomi que não sabia nada do que estava acontecendo e aos poucos ia percebendo a loucura que estava a sua frente.

A correnteza era tão forte que a água estava literalmente subindo a montanha a sua frente. Todos viam aquilo, alguns pareciam não se importar, como M-4 e M-3, mas outros pareciam se indagar como aquilo era possível enquanto outros simplesmente comentavam como aquilo era realidade e não só parte dos contos que ouviam quando mais jovens. O motivo para todos que estavam fracos se amarrarem se tornava óbvio, o navio ia subir aquilo por bem ou por mal, então quem não aguentasse aquela força precisaria de algum apoio, por isso, M-4 acabou ajudando Faust a ser amarrado no mastro do navio, acabando com a última corda disponível. Por isso todos os outros se seguravam como podiam, até mesmo Azura que começava a beber se segurava como podia. Todos sentiam a pressão que o barco sofria e a velocidade absurda que adquiriam a cada segundo que ficavam mais perto da reverse mountain.

Todos sentiam qualquer leve manuseio de Zhac ao leme, todos dependiam do pequeno para sobreviverem ali e ele já não dava mais ordens, naquele momento era somente ele contra a natureza. Para a sorte de todos eles, o anãozinho parecia saber o que estava fazendo e todos viam-se no milagre da água que estava subindo. A força que sofriam era absurda e vários sentiam o peso absurdo do ar em seus corpos. Mas o mais interessante veio quando eles finalmente estavam próximos do cume, todos ouviam o pequeno gritar. - SEGUREM-SE PARA O BAQUE!



Ferimentos escreveu:
Azura - Socos em sua cara e em sua barriga

Duncan - Diversos cortes pequenos por seu corpo

Garfield - Não chega a ter um machucado real, mas está zonzo no momento

Georg - Corte em seu peito e em suas costas

Naomi - Diversos tiros de raspão e um pouco mais profundo em seu braço esquerdo, queimaduras em seu corpo

Legenda:
 

Histórico:
 

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