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Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! EmptySeg 23 Dez 2019, 17:09

Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) revolucionário Azura V. Pendragon. A qual não possui narrador definido.


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Kenshin Himura
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Kenshin Himura

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! EmptyTer 24 Dez 2019, 00:15


Parecia que iriamos ser todos capturados ali, só dava tempo de pegar os idiotas e sair correndo. Oque era feito, pegava Duncan nos braços e saia correndo em direção ao esconderijo, enquanto carregava o mesmo olhava de relance sobre meus ombros, percebia que o grupo de marinheiros não estavam preocupado com a gente pareciam estar com medo de alguma coisa, oque era bastante oportuno para nós. “Perfeito, assim podemos nos reagrupar em paz!” Pensava enquanto corria em direção ao abrigo.

Tudo que eu queria naquele momento era poder descansar, e digerir tudo que tinha acontecido naquele dia. Graças ao medo dos cãezinhos do governo conseguíamos chegar na base com segurança, deixava Duncan encostado em um local próximo para ser tratado, o mesmo estava desacordado. “Parece que passou o dia trepando e lutando… Sortudo!” Pensava olhando para o mesmo assim que começava a me afastar, não era momento para me preocupar com aquilo tinha coisas muito mais importantes em mente. Assim andava colocando a mão direita dentro do bolso que estavam os anéis.

O tempo passava analisando os anéis, assim decidindo colocar o anel do céu em meu dedo anelar direito levando o legado do antigo bando da minha mãe em diante. Mas antes que pudesse decidir fazer qualquer outra coisa levantava minha cabeça escutando a M-4 chamando por mim, logo me levantava e seguia caminhando tranquilamente até seu encontro, talvez a mesma precisasse de ajuda em algo ou dar informações sobre oque acontecera hoje e oque iriamos fazer.

Ao encontrar com ela, via que Garfield estava acordado, dava um singelo sorriso para o mesmo logo então começava a falar. - Não podemos perder vocês de vista por um seguindo que vocês já fazem merda, não e mesmo? Assim soltava uma pequena risada para o mesmo, e assim olhava para M-4. -Oque tu manda!? Perguntava voltando a ficar seria, quando percebia que a mesma tirava um punhado de notas de dinheiro, meus olhos vidravam no mesmo, fazia um tempo que não conseguia nenhuma grana e a mamãe estava precisando de umas botas novas. A garota me entregava o dinheiro via que não era muito, mas para quem não ganhava nada já era um avanço, o sorriso em meu rosto voltava rapidamente, assim a mesma dizia que era o dinheiro referente a missão concluída. - Aaaaahhhh como e bom receber para bater nos outros, já estou pensando no lindo par de botas que comprarei! Meus olhos pareciam brilhar enquanto passava as notas de uma mão para outra contando as mesmas.

Assim escutava M-4 promovendo o Garfild, ficava feliz com a promoção do idiota, o mesmo merecia, ele não era dos mais inteligentes mas com certeza um bom revolucionário. Em seguida a mesma começava a falar sobre a situação em que nos encontrávamos, voltava a ficar seria e centrada pois tínhamos muita coisa para resolver, principalmente o paradeiro do restante dos escravos; a pequena informava que apesar do nosso avanço como equipe o grupo estava totalmente ferido, parte dos membros foram capturados pela marinha, e por um instante arregalava os olhos ficando surpresa com a noticia que os garotos que estavam sob meu comando foram capturados. - Bati o olho neles e jurava que estavam mortos, e além disso ou era eles ou Duncan e Garfield!

M-4 continuava dando as notícias, além dos aliados capturados, várias de nossas armas haviam sido apreendidas, oque não era bom. “ Por isso minha mãe sempre dizia a melhor arma é o nosso corpo!” Pensava analisando a situação, apostava que a lança do Duncan estava no meio dessas armas, não era a primeira vez que ele a perdia, talvez precisasse de uma coleira para que assim talvez ele não conseguisse perdê-la.

Então percebia que a pequena estava em uma encruzilhada, salvar os companheiros primeiro ou as armas. Para mim a resposta parecia muito simples, nem todos ali eram como eu que nasceram para lutar sem armas, e se virar sem elas, tínhamos que buscar as armas para que assim pudéssemos ir para a batalha e resgatar nossos aliados. - Recomendo a gente ir atrás das armas, Duncan e um bom lutador, mas sem sua lança ele não passa de um peso morto, bom acho que percebeu pois tive de trazer ele nos braços agora a pouco! Suspirava dando uma pequena pausa e sem demoras voltava a falar. - Depois que recuperarmos as armas podemos ir atrás dos nossos amigos e assim reerguer as forças desse lugar! Soltava e assim esperaria a decisão da garota que parecia ser a única líder no momento.

Depois da decisão da mesma esticaria meus braços me alongando, o dia tinha sido bastante estressante, mesmo que divertido ao mesmo tempo. Por um momento olhava para meu escudo e lembrava das batalhas que tive mais cedo com o mesmo. “Parece que não consegui aprender a usar isso direito, preciso de um novo professor!” Pensava voltando a olhar para a pequena. - M-4 vou te incomodar com mais uma vez, não fui boa o bastante utilizando esse escudo, cometi alguns deslizes, preciso de um novo professor para poder usar cem por cento do potencial desse escudo, por favor tem alguém disponível?

Aprendizado de pericia Escudista


Assim esperava a resposta de M-4, esperava que a mesma atendesse meu pedido, não estava a fim de cometer mais erros, e assim poder proteger todos que estivessem a minha volta. Caso a mesma atendesse meu pedido iria até aonde fosse indicado, e caso fosse me apresentado algum livro ou um professor para aprender sobre a arte do escudo prestaria atenção e faria oque fosse pedido. Ficando ali o máximo necessário para enfim aprender a arte do escudo, e assim que terminasse iria atrás de alguma cama que pudesse descansar para o próximo dia.
Historico:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! EmptyTer 24 Dez 2019, 18:42



Meus olhos se abriam em um ritmo bem preguiçoso. A primeira visão que eu tinha naquela naquela noite era simplesmente o teto? O que havia acontecido? Mal conseguia me lembrar e por isso mesmo decidia que o melhor a se fazer ali seria me levantar da cama para ver onde eu estou... - aiaiai - Sentia todo o meu corpo doer quando me sentava na cama, a dor de cabeça vinha acompanhada de alguns flashbacks de minhas últimas lembranças da noite anterior.

EU NÃO VOU SER DERROTADO ASSIM! SE FOR PARA PERDER, VOU EXPLODIR ESSA MERDA TODA E LEVAR TODOS VOCÊS PARA O INFERNO COMIGO! VOU MANDAR ESSA MANSÃO INTEIRO PRO CARALHO!” Me lembrava dos gritos que havia dado enquanto executava o meu plano maluco e improvisado para afastar os marinheiros. Um sorriso surgia em meu rosto mesmo com toda a dor ao me lembrar de todo o fator cômico daquela cena, de como os marinheiros haviam acreditado em minha ameaça e até em como o grandão começou a gritar também, ainda que provavelmente não soubesse o que estava acontecendo - Muito bem grandão - Sussurrava para mim mesmo, e então me lembrava dos marinheiros fugindo - Idiotas… *Ouch*! - Pensava em rir da situação mas a dor fazia questão de não me deixar sentir total conforto em meio a toda aquela situação. Bom, ao menos aquilo servia para me trazer de volta ao mundo real.

A última coisa que conseguia me lembrar era do rosto de Azura se aproximando pouco antes de eu apagar. Ao menos isso queria dizer que ela estava bem, e provavelmente M-2 e Garfield também estão. Suspirava aliviado antes de ser presenteado com mais uma pontada de dor, conseguia achar alguma graça naquela situação. Reparava então em um envelope em cima de um criado-mudo ao lado da cama, seria de uma admiradora secreta? Ria mais uma vez com o pensamento, a verdade é que estava tentando distrair minha mente da dor. Ao abrir o envelope, via a letra de M-4 e um punhado de dinheiro.

Sem nem desejar melhoras? Poxa loirinha!” Meu pensamento era irônico, sabia que dizer que foi um trabalho bem feito era o meio dela de parabenizar e desejar melhoras, tudo junto. Após guardar o dinheiro eu terminava de me levantar da cama, a dor naquele momento parecia dizer algo semelhante a “Mas o que você tá fazendo tentando levantar? Ficou maluco? Volta pra cama” Infelizmente, entretanto, eu já havia decidido enfrentá-la no momento em que me sentei na cama. Olhava nos arredores tentando perceber onde estava, a verdade é que era um alívio simplesmente perceber que não havia acordado na prisão. Agora começava a caminhar em direção a porta buscando encontrar algum rosto conhecido e descobrir um meio de ocupar meu tempo.

Pelo padrão da estrutura do local era possível deduzir que era uma base revolucionária e que o lugar onde eu estava anteriormente era a enfermaria do local, mas só conseguia saber isso, era uma incógnita até mesmo se ainda estávamos em Loguetown. Com a determinação tomando coração e mente ao me lembrar de Melissa escapando e levando Joana consigo, buscava um professor para que não parasse de evoluir mesmo em meio a todas aquelas dores. Para a minha surpresa, a pessoa que eu encontrava era M-3.

Era estranho vê-la ali, ela e a outra irmã não eram revolucionárias, mas por sermos aliados não julgava aquilo impossível. Essa era a que eu menos havia tido contato dentre as três irmãs, na verdade ela quase me explodiu quando nos conhecemos, mas eu não guardava rancor quanto a isso. Perguntava para esta por quanto tempo eu havia dormido e, estando falando em alto e bom tom pela primeira vez desde que acordara, percebia o quanto a minha voz estava rouca “Meu deus, eu devo ter dormido umas doze horas...” Pensava comigo mesmo antes de ouvir a resposta, que me surpreendia.

- Oi????? - Piscava os olhos sem acreditar. Trinta e oito horas, eu dormi por um dia e meio, nem sabia que isso era possível. O pior de tudo é que M-3 não parecia estar mentindo, ou no mínimo o choque era tão grande que eu não sabia mais julgar. Em todo caso precisava manter a compostura ou pareceria um idiota, por isso mesmo eu me recompunha e mudava de assunto, perguntando sobre alguém que poderia me ensinar sobre os astros.

A garota me surpreendia mais uma vez e se dispunha a me ensinar o que sabia, me arrancando um sincero sorriso. Passamos a noite nesse aprendizado, era surpreendente como apenas nas primeiras palavras essa já pareceu mais bem humorada que as irmãs, e durante o aprendizado tudo isso se confirmava. Com os primeiros raios de Sol vinha a percepção de a quanto tempo estávamos ali, e era aí que eu percebia que ainda não sabia ao certo onde era “ali”. Era engraçado como falar sobre as estrelas havia entretido duas pessoas por tantas horas, eu me lembraria daquela cena com carinho no futuro.

- Mudando um pouco de assunto, acho que não nos apresentamos depois que você quase me explodiu na mansão. Foi uma entrada bem legal, por sinal. Meu nome é Duncan! - Ela provavelmente já sabia meu nome, o objetivo não era esse realmente, mas principalmente mudar um pouco o assunto. Também seria bom se ela se apresentasse com um nome que não fosse M-3, mas duvidava que isso fosse acontecer - Você parece ser a irmã mais divertida, então me diga, o quanto eu coloco minha vida em perigo irritando sua irmã diariamente? - Talvez desse modo ela pudesse me falar um pouco sobre a família, só esperava que não ficasse brava com tudo isso.

Por fim, após todas as respostas e abrindo espaço para um diálogo, diria - E aliás, o que aconteceu no tempo em que eu dormi? Onde estamos? Só me lembro de uns marinheiros fugindo desesperados quando eu disse que ia explodir tudo, bons tempos! - Dizia em tom brincalhão e então esperaria uma vez mais pela resposta da garota. Me colocaria então a disposição para ir onde quer que ela me levasse, mas naquele momento não me importava de continuar ali tendo uma boa conversa, talvez até pudesse descobrir um pouco mais sobre aquelas garotas. Isso até servia para me distrair mais um pouco da dor “Ouch!” … Estou ansioso para essa piada ficar velha.






Historico:
 

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Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! >

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Sagashi
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! EmptyQui 26 Dez 2019, 05:23


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Me surpreendia ter sido promovido tão repentinamente, principalmente por eu não estar em combate naquele momento. Estava apenas deitado, sem objetivos, claro, senão pelo de me recuperar dos ferimentos que tive na mansão dos nobres. Lembrando a cena por alguns momentos, levo minha mão à um coçar de cabeça: como será que descobriram que eu não era um nobre, afinal? A atuação foi perfeita, sim, foi! Duncan também seria um ótimo ator, então, resta que M-2 tenha nos entregado com sua atuação pífia. Ria comigo mesmo. — Ah... M-2... — Logo parava de rir por conta das dores. A fraqueza muscular me fazia não querer mover meu rosto, me trazendo uma certa sensação de deslocamento, como se  a minha carne não pertencesse àquele lugar. Azura estava ali, com M-4.

Fazia força nas pernas para ficar em pé, apoiando minhas mãos na cabeceira da cama. Erguia-me, e, inesperadamente, pisava no que parecia ser um monte de papel em um embrulho só. Abaixava-me lentamente, a fim de não lesionar as costas, pegava o embrulho e via que era um monte de livros. — O que é isso? — Dizia, raciocinando por uns segundos. Compreendia, então, que o Sol havia me presenteado pelos meus esforços. Segurava um livro com a capa "Engenharia Mecânica" com as duas mãos e não conseguia conter algumas lágrimas, já que quando era menor, nunca tive tanto acesso à educação assim. Meu pai me dava algumas centenas de berrys para comprar doces, por outras vezes, chamava meus colegas para pequenos furtos em docerias, sempre usando da minha audição como guia para não acabar em problemas. Apertava a capa com força e derramava as lágrimas no papel. — Obrigado, Sol!— Então, passaria a manga do terno nos olhos, buscando esconder a fraqueza que escorriam dos meus olhos. Mal sabia eu que, atrás daqueles livros, havia a assinatura de M-4, e até aqueles tempos nunca soube.

~Aprendizado de perícia: Engenharia mecânica

Um revolucionário aliado, próximo a mim, que antes estava deitado em uma das camas provavelmente pelo mesmo motivo que eu, levantava-se e se aproximava dos livros. — Sinto muito, senhor! São meus livros de engenharia. As enfermeiras devem ter colocado próximo à sua cama por engano... — Dizia. Sabia que essa não era a realidade de fato, mas aceitava o ponto de vista do homem, como bom demagogo que sou. Enquanto ele recolheria os livros, eu diria: — Você parece mexer com armas complicadas. Eu mexo com metais pesados também! — Sabia que, independente de quem fosse, não conseguia usufruir da construção tão quanto eu consigo, então o diria com um ar de imponência. — Posso te mostrar minha técnica, se me mostrar a sua primeiro. Deixe-me ver como você faz! — E então, aguardaria que ele sentasse na cama e me ensinasse o que estava escrito, tanto na prática quanto na teoria. Seguiria atentamente seus ensinos, a fim de me refrescar a memória e tentar aderir novas ideias na hora de confeccionar materiais.

~~~

Guardava o dinheiro que já tinha no bolso interno da camisa social que vinha por baixo, e logo caminhava lentamente em direção à porta, dessa vez, não saía como um mero soldado revolucionário, mas como um cabo. Não como se eu me importasse muito com patentes humanas, visto que a única patente existente é a natural e advém do nosso grandioso deus Sol. Ao abrir a porta com delicadeza e olhar aos arredores, via que Azura se dispunha no antigo cenário, e M-3, conversando com alguém sobre alguma coisa que no momento não pude identificar, estava exausto mentalmente. Chegava a encostar no ombro do estranho, e no ombro de M-3 também. — Iluminado seja o dia. — Dizia, interrompendo brevemente a conversa, seja lá qual fosse. Esperaria ambos terminarem seus diálogos para impor a minha voz.

— Vocês já ouviram falar da Grand Line? — Diria, um pouco sério. — Meu pai me contava histórias sobre esse lugar. Dizia que as pessoas matavam umas às outras, traíam suas confianças, idolatravam deuses falsos, tudo pra no final ganhar um tesouro, que sequer sabem qual é, mas imagino que pensam ser dinheiro.— Sem compromisso com a quebra de clima, colocaria minha filosofia em prática. — E para quê, afinal? É material. Os pobres humanos perdem suas boas vidas, seus momentos de glória e sua união com o Sol, para o quê? Imagem? Folhas de papéis coloridas de verde, com números e imagens? Já pararam para pensar nisso? — Então, concluiria. — Por isso, quero propor que cheguemos nós até lá. Sim. — Nesse momento, deixaria de olhar para os meus camaradas, e encarar o horizonte. — Nós pegaremos aquele tesouro. Depois que o pegarmos, sacrificaremos ao Sol, ou faremos aquilo que beneficiará a todos. Mostraremos a verdade aos povos e a importância da paz para o convívio. Tomaremos deles a raíz de todo o mal que perdura nesse mundo, e então, iluminaremos a escuridão, mostraremos que sua verdadeira face é a avareza. — Terminaria o discurso olhando para os dois, sequencialmente. — Chegaremos ao One Piece. Tomaremos-no, e então, o mundo estará em paz, em ordem, como as coisas devem ser. Proponho irmos para a Grande Linha, em algum momento, quando estiverem prontos. — Então, arrumaria a gola do terno e pararia de falar para evitar dores que pudessem aparecer pelo esforço. Resistindo à toda fraqueza temporária, voltaria para o quarto no qual estava descansando, a passos lentos.

Muito provavelmente voltaria a encontrar com Azura — se não, tudo bem, me deitaria novamente e descansaria os olhos no aguardo de uma missão. Caso encontrasse com a ruiva naquele momento, sorriria para ela. — Iluminado seja o dia! — Diria, soando eufórico, ou pelo menos tentando. Momentos depois, perguntaria à moça: — Você já ouviu falar na palavra do senhor Sol? — Aguardaria por respostas, mesmo sabendo que, vindo dela, seria algo estressado, já que era rotineiro estar sempre incomodada com alguma coisa.
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Historico:
 
Facilitando a vida do narrador:
 
Objetivos escreveu:

— Aumentar a recompensa.
— Aprimorar meu escudo ou encontrar um que dê atributos.
— Completar uma missão.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! EmptySex 27 Dez 2019, 09:42



Eu achava hilário a situação em que eu estava, pois me retiravam do processo de alistamento da marinha. Enquanto os soldados me carregavam, com um largo sorriso no rosto eu iria dando um tchauzinho para todas as pessoas que iria passando pelo caminho e também falaria com os soldados. “- Opa, cuidado!! Que a roupa é de grife.” Isso me colocava em uma situação de volta ao começo, assim que estivesse fora do Quartel General da marinha iria prestando um pouco a atenção nas coisas ao meu redor, ou tentaria ouvir alguma coisa interessante. “Droga agora vou ter que repensar o que fazer. Minha chance de ganhar as coisas fáceis foram-se por água a baixo.” Pensaria comigo mesmo se a noite na cidade era animada, sem contar que também não tinha nenhum local para dormir, isso já me faz pensar que teria que dormir no chão de novo, não gostaria muito dessa ideia. “Caramba cheguei na cidade pensando que ia ter cama, roupa lavada, armas e comida. Só que estou vedo que vim para ser um Zé Mindongo.” Apesar de isso ser frustrante ao mesmo tempo era completamente engraçado, colocaria um largo sorriso e com isso começaria minha nova jornada.

Andaria animadamente pelas ruas de Polestar Islands, enquanto pensaria no que fazer. “Bom devo procurar os Revolucionários aqui dessa ilha, acho que é o melhor jeito de eu seguir viagem.” passaria minha mão sobre o nariz, sim, bem levemente para ver se ainda estava sangrando. “Wa! ha! ha! Gwa! ha! Ha! Tomei uma surra do marinheiro.” Isso me fazia pensar seriamente que precisaria melhorar minhas habilidades, com tudo isso na cabeça iria olhando os locais ao meu redor, acho que de início eu precisaria repousar. O mais incrível era como eu iria achar os rebeldes naquela ilha dominada pela marinha, talvez é exatamente aí que a diversão começa. Achando alguma casa de repouso eu me direcionaria até o local, fazia questão de manter com uma aparência digna, me arrumando da melhor maneira possível, assim que eu estivesse pronto, bateria na porta ou entraria em caso da mesma estiver aberta. “- Oláaaaaaaaa, tem alguém aí?” Com isso aguardaria a resposta e sendo positiva logo me apresentaria de maneira rápida e objetiva. “- Meu nome é Faust, gostaria de saber quanto está a estadia de uma noite?” Se o valor fosse um preço acessível ao meu bolso eu pagaria e seguiria até meu quarto.

“Bom vou fazer questão de trancar a porta e colocar a chave em cima da mesa ou do lado da cama .... vai que meu sonambulismo me pregue uma pegadinha .... das boas Wa! Ha! Ha!” Faria exatamente o que havia pensado, tomaria um banho se houvesse chuveiro no quarto e na sequencia me vestiria, para um eventual acidente sair andando pelado por aí e deitaria. Assim que acordasse me vestiria e pegaria tudo que era meu começando minha nova aventura em busca de diversão e um jeito de seguir viagem. “Como eu quero brincar com o Governo Mundial.” Andando pelas ruas eu seguiria para o local onde eu conseguiria as melhores informações, onde havia os maiores fofoqueiros de qualquer ilha, sim, eu me dirigiria até a taverna, que a família havia me falado no barco de Conomi para Loguetown com isso eu perguntaria ao dono do estabelecimento. “- Onde fica a taverna mais famosa dessa ilha? Red??? Alguma coisa ... Red Puta ... não .... Lembro que é Red” Ouviria atentamente, na sequencia confirmaria. " -É isso mesmo, sabia que era Red alguma coisa." seguiria para o local informado, caso algo chamasse muito a minha atenção no caminho, minha curiosidade não falharia e eu pararia para dar uma olhada. “Uau que coisa estranha e ao mesmo tempo magnifica.”

Caso eu chegue à taverna primeira coisa que faria era olhar o movimento, para ver se ele é sexy. Pelo nome eu já imaginaria o que eu encontraria então antes de mais nada seguiria para o balcão e pediria uma cerveja. Se a atendente fosse loira então eu falaria. “- Loira??? Sabe nada .... só beber.” agora se fosse morena. “- Hmmm, acho que escolheu ... o local errado, mas posso lhe mostrar o certo.” Por outro lado, se fosse ruiva. “- Ruiva? Dizem que é infernal ... é o que dizem, espero que não pergunte o que eu mais desejo.” Com isso tomaria um gole da minha bebida prestando atenção nas pessoas do local e ficando de ganso ouvindo as conversas, também precisaria me planejar. “Preciso de um plano.” Não queria ficar muito tempo naquela ilha, também não queria perder mais tempo do que eu já perdi. “Preciso aprender lutar melhor, a usar um pouco mais minha lábia que talvez abra caminhos mais fáceis e ser um pouco mais sedutor.” Colocaria um sorriso malicioso no rosto, parece que o palhaço finalmente tinha um plano, ou na sua cabeça o que realmente queria para se aproximar das pessoas.
Citação :

Histórico


Nome do Player: Geroge M. Faust
Nº de Posts: 01
Nº dos posts de desvantagens: Bebida 00/10 (Caso consiga comprar a bebida no bar e tomar) Não conseguindo: 05/10



Ganhos:
 

Perdas:
 

NPCs:
 

Extras:
 




Resumo de Ficha


Atributos:
 

Vantagens e Desvantagens:
 

Perícias:
 



Objetivos e OFF para Narrador



Objetivos:
 

Off:
 


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PepePepi
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PepePepi

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! EmptySab 28 Dez 2019, 02:00


Narração
Sensação térmica: Quente
Localização: Loguetown
Existe mais de uma linha temporal, então para simplificar:

No final do post de todos, é como se Punk e Wesker estivessem numa quarta de manhã e Sagashi e Kenshin na terça a noite

no começo do post o punk ta na terça a noite, o sagashi e o kenshin na segunda de noite

Azura & Garfield
- Não estou te culpando por eles terem sido presos. - Falou M-4 a resposta de Azura quanto seus subordinados terem sido presos. Já Garfield ficava completamente quieto nisso tudo, não citando nenhum tipo de palavra, talvez estivesse absorto com a ideia de que futuramente seria promovido. E por isso a conversa fluía com o pernas longa bem mais calado do que normalmente estaria. - Concordo. Não podemos continuar sem armas. Vou ter que conversar e ver algumas coisas com minhas irmãs, mas imagino que amanhã já teremos alguns movimentos interessantes para fazermos. - Falava M-4 partindo daquele lugar pouco depois. Só que Azura não deixava a pequena partir em paz, perguntava sobre aprendizado de escudo novamente. A loira então olhava para ela. - Imaginei, o aprendizado hoje mais cedo foi bem acelerado. Amanhã o Creg estará aqui novamente e você pode aprender com ele com mais tempo e tranquilidade.

Com isso os dois puderam dormir tranquilos naquela noite. Tanto Azura quanto Garfield tiveram agradáveis surpresas e puderam aproveitar a manhã do dia para aprenderem o que desejavam. Azura focava-se em aprender com Creg, enquanto Garfield se deleitava na leitura do livro de Engenharia Mecânica.

Foi em alguma hora próxima do almoço que Garfield parecia alucinar um pouco e falava com todos e com ninguém ao mesmo tempo, focando-se em um sonho distante de conseguir tesouro e sacrificar ao deus sol. Azura já havia terminado seu treinamento e poderia estar facilmente comendo por ali. A base não tinha grande coisa. Basicamente era um local com vários quartos, uma cozinha e um salão principal onde todos eles estavam naquele momento.

Não havia muitos revolucionários por ali, muitos foram presos e muitos estavam de cama igual Duncan. Só que neste momento todos viam M-4 chegando, e a pequena não estava sozinha, outras pequenas loiras a acompanhavam, mais precisamente suas irmãs M-3 e M-2. Como também alguns homens e mulheres que provavelmente eram os aliados delas. - Eu e minhas irmãs concordamos que trabalharmos juntas até resolvermos o problema com os Vermillyon's é a melhor coisa a ser feita. Então nós partiremos todos juntos para conseguirmos pegá-los. - Ela dava uma pausa para todos ali absorverem as informações. - Alguma novidade sobre eles? Descobrimos para onde estão indo? - Perguntou ela meio triste, no dia anterior alguns escravos acabaram sem seres salvos e não havia pistas de onde eles estariam.

Pelo menos até aquele momento. Um jovem levantou suas mãos todo feliz. - Eu! Achei uma pista no jornal. - Ele estava contente e pulava de excitação levando o jornal para ela. - Aparentemente os Vermillyon's estão se matando. - Falava ele animado. - Em uma ilha chamada Chaos na Grand Line dois Vermillyon's se mataram, um se chamava Alucard e o outro era Ciel. - Falou ele ainda mais animado. - São dois filhos da puta a menos para nós termos que lidar.

O jornal começava a circular pelas mãos de todos ali, a manchete era chamativa: "HERÓI DA MARINHA MORRE APÓS DESCOBRIR TRAIÇÃO DE IRMÃO". A notícia contava a história de Ciel, o herói da marinha que descobriu que seu irmão, Alucard, estava traindo a marinha e por isso o matou. Apesar da história citar todo o heroísmo de Ciel, a história acabava trágica, pois uma pirata chamada Mao Di Lut Ima, a "Filha do Caos" havia matado Ciel em vingança. Vingança era uma palavra chave na notícia, aparentemente Alucard possuía alguma ligação com a pirata, o que ocasionou em toda a situação que terminou na tragédia da morte dos dois irmãos.

Depois que M-4 olhou no jornal ela não possuía muitas duvidas do que fazer. - Bom, sabemos que existe uma ilha que os Vermillyon usam de ponto intermediário entre aqui e Nirvana. Chaos é o nosso melhor chute. - Informava. - De qualquer forma, nós não estamos em condições de partir para Chaos agora, vou dividir importantes tarefas para todos, assim vamos conseguir partir em melhores condições o mais cedo possível. - Falava ela já retornando a andar.

Ela ia na direção de Azura e indicava para Garfield e Creg se aproximarem. - A marinha aumentou a vigilância do porto após a confusão toda de ontem. - Falava ela. - Vocês podem dar um jeito nisso? - Perguntava ela para todos os três ali, mas não era exatamente uma pergunta, claramente era uma ordem, por mais que ela fosse da mesma patente que Creg e no dia anterior ele até mesmo agisse mais como líder do que ela. - Pode deixar conosco. Nós vamos agir essa noite e não terá nenhuma estrutura da marinha intacta após nosso serviço. - Falou Creg, claramente quem iria liderar a missão, ele era o único major entre os três.


Duncan
Duncan estava machucado ainda, sua situação estava longe de estar minimamente boa, mas conseguira prestar atenção aos poucos para aprender o que desejava. Pelo seu estado ainda estar lamentável demorou a noite toda com M-3 para que finalmente considerasse que era perito naquele assunto.

Havia passado a noite inteira conversando com aquela pequena loira, irmã de sua colega, e percebera que não havia aproveitado a situação para descobrir mais sobre sua amiga. Duncan não poderia deixar aquela situação passar batida, assim, vendo o nascer do sol aproveitava para tentar a sorte e arrancar algum tipo de informação básica dela. - Hm? Meu nome é M-3. - Respondeu ela prontamente sorrindo e estendendo o braço para ele para formalizar a apresentação que faziam mesmo já se conhecendo.

A resposta da menina era tão natural que provavelmente acabaria com a esperança dele de realmente descobrir o nome dela. Desta forma o jovem acabava mudando sua abordagem e ia para um lado mais interessante, tentando ver como M-3 falaria de sua própria irmã. A primeira reação não foi uma fala, mas uma risadinha, para enfim falar algo. - Ela é sempre séria né? - A pequena sorria mais um pouco. - Mas você está seguro, M-4 não faria mal a ninguém que é só chata, a pessoa tem que fazer muitas coisas ruins antes de levar uma porrada dela... acho que nenhuma de nós na verdade machucaria alguém só porque esse alguém é chato. - A segunda parte da frase vinha de forma interna de forma tão real que realmente confiar naquelas irmãs parecia algo super natural.

Com isso acabaram vendo um pouco mais o nascer do sol, até que cansado do silêncio Duncan fazia mais uma pergunta. - Não aconteceu muita coisa na verdade. - Ela deu uma pausa apontando para o céu e citando o nome da estrela que havia acabado de sumir por causa da luz do sol. - Minhas irmãs provavelmente conversaram sobre algumas coisas importantes para organizarem a bagunça, não gosto muito de liderar, então não prestei tanta atenção. - Falou ela ainda com a mão estendida. - Não somos revolucionários, mas concordamos que ficar juntos até resolvermos essa situação com os Vermillyon é a melhor das opções. - Respondeu ela atualizando um pouco a situação de Duncan. - Sim. - Ouviam a M-4 aparecendo. - As três irmãs estão juntas novamente. - Falou se aproximando de Duncan. - Bom ver que está melhor. Nós já temos até um próximo objetivo, precisamos de armas, acho que você não vai discutir que precisamos disso. - Falou ela, lembrando que o revolucionário havia perdido sua arma no embate a dois dias. - E para isso vamos precisar de algumas coisas específicas. Aparentemente um jovem potencial a se tornar revolucionário veio de Conomi, mas perdemos o contato com ele após ele tentar se alistar na marinha a serviço de Grambos. - Informou M-4 para Duncan. - Você ira me ajudar a recrutar esse homem para o exército revolucionário, mas para isso temos que achá-lo primeiro. - Completou ela, como se fosse algo simples.


Faust
Sendo chutado do quartel general da marinha Faust se via em uma nova encruzilhada naquele momento. Ele não fazia a miníma ideia de como acharia o grupo revolucionário naquela ilha infestada por marinheiros. Assim, perdido em como faria isso, o Georg acabava por começar a andar em qualquer direção a procura de uma estadia para ficar.

Só que verdade seja dita, Faust era bem pobre, quarenta mil berries era bem pouco e ficava evidente que quase qualquer estadia que ele pagasse por aí simplesmente minaria quase que por completo suas finanças. Por isso o jovem acabou num lugar bem ferrado e feio. Só que acessível, por meros dez mil berries o jovem conseguia estadia naquele lugar. A cama não possuía lençol e a água do banho era fria, o travesseiro era o mais desconfortável que já usara em sua vida. Porém, independente disso tudo, ele conseguira pagar o quarto, conseguira se banhar e acordara no dia seguinte pronto para procurar pelos revolucionários.

Com tudo isso feito e agora de volta a rua, via o céu claro e assim partia na direção do bar famoso que conhecia mais ou menos de nome, lembrava que tinha Red no nome, mas sua lembrança parava por aí e por isso ele perguntava para alguém na rua da taverna. - Ah, só seguir essa rua por quatro quarteirões e virar a direita. - Informou a pessoa.

E assim Faust conseguia com um pouco de caminhada chegar ao Red Pub, o local não estava muito movimentado, talvez pela hora que havia chegado. Algumas mulheres tomavam café da manhã, o local parecia aconchegante e naquele momento estava calmo. A mulher atrás do balcão era ruiva e por isso Georg já chegava fazendo uma piada misturada com uma possível cantada. Ela sorria com a frase dele, mas a fala dela acabava com qualquer esperança dele. - Tomara que seja bebida, porque se for outra coisa vou acabar deixando o cliente insatisfeito. - O tom dela também era meio zombeteiro, mas o tom de verdade estava ali na zombaria. A bebida era servida na frente dele. - Seis mil berries. - Falou a mulher ainda antes de Faust beber o gole. Ela não estava cobrando no momento, só informando. Talvez estivesse acostumada com homens problemáticos que bebiam aquela hora, afinal, o dia havia acabado de começar e ali estava ele bebendo.


Legenda:
 

Ferimentos:
 

Histórico:
 

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Última edição por PepePepi em Sab 28 Dez 2019, 17:49, editado 1 vez(es)
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Kenshin Himura
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! EmptySab 28 Dez 2019, 16:01



A pequena reunião dentro da madrugada seguia tranquilamente, assim M-4 informava que deliberaria com sua irmã sobre oque iriamos fazer em seguida, o que me fazia lembrar das duas garotas idênticas a pequena andando com guarda-chuvas. “Quem são elas!?” A dúvida pairava em minha mente, pois realmente não sabia absolutamente nada sobre a M-4 desde que o Grambos a ordenava andar conosco. Bom aquilo não era importante, ao menos não no momento, a final não sabia quanto tempo continuaria sob as ordens da garotinha.

Antes que a mesma saísse do local, pedia para que me designasse para mais um novo treinamento com o escudo, pois com as batalhas que tive mais cedo, mostrará que não estava cem por cento com o escudo, e logo a pequena concordava que meu treinamento anterior tinha sido conturbado e que precisaria continuar o mesmo para que eu pudesse usar todo o potencial.

Então M-4 informava que Creg estaria por ali de manha e assim poderia dar continuidade com meu treinamento. Aquilo tinha me deixado feliz, tinha gostado do homem, e mais feliz ainda em ver que ele era forte suficiente para escapar daquele lugar, não esperava menos da pessoa que iria me treinar.

Logo então seguia para um dos dormitórios do lugar, realmente estava precisando de um descanso, meu corpo estava completamente exausto, o dia tinha sido completamente estressante, uma verdadeira caixinha de surpresas. Assim que entrava no quarto apenas tirava minhas botas e deitava em uma das camas, com a cabeça no travesseiro olhando para o teto continuava com tudo que tinha acontecido naquele último dia; estendia minha mão direita olhando o anel do céu. Apesar das magoas que aquele dia tinha me feito relembrar a dor de ver aqueles anéis, eu estava feliz. - Feliz por ter dado início ao fim daquela família! Soltava abaixando o braço para que pudesse dormir.

Acordava cedo naquele dia, a final tínhamos muitas coisas para fazer, treinar, recuperar as armas dos idiotas, e salvar as pessoas que tinham sido presas pela marinha, uma lista bastante grande, com muitas pessoas para se chutar. Me levantava da cama seguindo em direção ao banheiro aonde apenas jogaria água no rosto para poder despertar, e em seguida bochecharia um pouco de água para uma higiene rápida. Tinha que encontrar o Creg para dar seguimento ao meu treinamento, assim iria até aonde tinha deixado minhas botas e as colocaria novamente. - Certo vamos para mais um dia! Falava dando algumas batidinhas no chão, com a ponta do sapato que estava no pé direito, e logo seguia indo em direção da onde o Creg tinha me treinado anteriormente.

Encontrava o homem, no lugar aonde tínhamos treinado anteriormente, o cumprimentava com um bondoso sorriso, e com o pedido para darmos continuidade em meu treinamento com o escudo. E assim era dado início ao treinamento, passávamos horas a dentro praticando com o escudo, a ponto de meu braço doer de tanto levar golpes e praticar manobras com o mesmo. Minha barriga começava a roncar e doer, talvez porque não havia comido nada até aquele momento, e pelo tempo que estávamos ali já deveria ser o almoço. “Caralho que fome, adoraria um frango assado com um copo de cerveja bem gelada!” Pensava quando chegava no salão principal, não tinha muitas pessoas, realmente boa parte da força tinha sido capturada na noite anterior.

Iria para o canto da sala mais próxima, escoraria minhas costas no lugar colocando a sola do meu pé direito na parede esperando pela reunião, esperava que não demorasse muito, pois estava com fome, e doida para comer qualquer coisa que tivesse na cozinha. Sem muita demora M-4 começava a informar que iriamos trabalhar em conjunto com suas cópias até lidarmos com a situação dos Vermillyons, a notícia não me agradava muito, pois mais gente envolvida nisso poderia vir a ser uma complicação e não uma ajuda, mas oque eu poderia fazer? Ainda não tinha ainda para poder desvincular delas para eu mesmo lidar com esses filhos da puta.

Em seguida a pequena pedia por mais informações da família em questão, rapidamente virava meu rosto para um dos jovens que estavam no lugar, prestaria atenção no que o esmo tinha a dizer a final, tudo que se dizia respeito a quele bando de vermes interessava a mim. Escutava o mesmo falando sobre os Vermillyons estarem se matando, naquele momento desencostava da parede e me aproximava mais um pouco para poder escutar melhor oque o garoto tinha a dizer. Na hora que ele falou o nome do Alucard meu corpo gelou completamente, um arrepio da ponta da cabeça até a ponta dos pés rondava meu corpo, rapidamente fechava minha mão direita tentando controlar a raiva que começava a crescer dentro de mim. Não podia ser real, Alucard morto? Como seria possível? “Deve ser um engano certamente ele matou aquele desgraçado do Ciel e fugiu se dando como morto, certamente ele faria isso!” Pensava quando o jornal finalmente chegava em mim, com as mãos trêmulas agarrava os pedaços de papéis e começava a ler.

“Herói da marinha o caralho!” Pensava enquanto continuava lendo, e sim Alucard estava morto; morto por traição, obviamente o mesmo não era igual aos outros daquela raça, lia tudo ate o final, minhas mãos estavam tão trêmulas que soltava o jornal do chão. “Eu vou matar… matar todos os responsáveis por isso, aquele desgraçado certamente teve ajuda para poder matar o Alucard!” Pensava levantando as mãos trêmulas até minha cabeça, meu rosto podia se ver o desespero daquela situação, Alucard não foi apenas um amigo para mim, e sim um irmão que me protegeu de todo aquele inferno que passei naquela ilha.

Inicio do Flashback



Tudo a minha volta ficava escuro novamente, me via pequena e indefesa em meio a  escuridão, lagrimas jorravam de meus olhos, não conseguia saber se era pela perda do Alucard ou se era de algo das minhas lembranças. Logo começava a caminhar sem rumo na escuridão quando as coisas em minha volta começavam a tomar forma; um corredor branco cheio de quadros em ambos os lados, mostrando desde pinturas de belas mulheres semi-nuas, a homens fardados e graduados, certamente marinheiros. Sabia que lugar era esse, o corredor principal da mansão do Kenshin, olhava para minhas pernas e via as pequenas correntes segurando meus tornozelos, apesar de ser uma escrava não tinha um serviço exato a ser feito, era criada junto aos filhos daquele monstro. Assim caminhava pelo corredor com o barulho das correntes ecoando pelo lugar, ao chegar no final do corredor via a porta central que dava acesso ao salão das crianças, uma área criada pela família para deixar os filhos fora de circulação da casa para não atrapalhar serviços importantes.
Uma porta de madeira dupla pesada, a empurrava e um forte clarão vinha la de dentro que atrapalhava minha visão, assim que meus olhos se acostumava via Ciel um garoto arrogante de cabelos verdes um dos filho do meio da família, sentado em uma das poltronas, assim que ele me via um sorriso sádico vinha em seu rosto.- Já estava na hora de você aparecer sua cadela! O garoto pulava da poltrona pegando um pequeno chicote que estava na mesa de centro. - O papai mandou eu praticar mais com o chicote, e você demorou para aparecer, SUA PUTA! Ciel gritava balançando o braço para usar o chicote, a chibatada vinha em minha direção acertando minhas costas, graças as correntes não conseguia me defender muito menos correr.
A cada chicotada eu só queria que me matassem logo, não aguentava mais aquilo, sempre era algum dos três que vinha seguidamente me torturando, não sabia oque o Kenshin queria comigo ali naquela ilha, se era só para ser um saco de pancada para seus filhos. Quando finalmente achava que ia desmaiar de dor escutava uma voz vindo ao fundo. - Pare com isso seu idiota! A única coisa que conseguia ver era Alucard correndo com sua espada em direção ao irmão. Depois disso não lembrava de mais nada, acordava na enformaria, com uma das enfermeiras da família cuidando dos meus machucados, ao meu lado à direita estava Alucard todo enfaixado com seu olho esquerdo roxo. - Alucard você não precisava fazer iss… Ele me interrompia falando por sima das minhas palavras. - Não se preocupe, você assim como eu tem uma vida, e Ciel não tem direito de fazer oque ele quiser com você! Sempre vou te proteger garotinha custe oque custar! Um sorriso verdadeiro vinha do Alucard que aquecia todo meu corpo por dentro. Mas de repente tudo ficava escuro novamente em seguida me via de volta a sala da base revolucionaria.

Fim do Flashback

- Não…! Soltava involuntariamente olhando para o chão aonde estava o jornal caído lia o nome “Mao Di Lut Ima”, suor frio pingava do meu rosto enquanto eu hiperventilava, estava me sentindo fraca e impotente naquele momento, mas a furia latente em meu corpo parecia crescer mais e mais. “Tenho que encontrar essa garota, ela vai me contar tudo que aconteceu com ele!” Pensava com o nome da garota agra cravado em minha memória, tinha de saber oque acontecera com Alucard custe oque custar. Levantava minha cabeça olhando a minha volta, não sabia quanto tempo tinha ficado naquele transe, muito menos se tinha atrapalhado a reunião, com a cabeça baixa voltava para o meu lugar.

Assim que me encostava na parede ainda com as mãos trêmulas, escutava M-4 falar que um dos nossos objetivos seria Chaos island. “Ótimo, aposto que aquela garota ainda etá la!” Pensava enquanto a pequena terminava de dar as informações, ainda não estávamos aptos a partir para aquela ilha. - Me diga oque temos de fazer para irmos o quanto antes! Falava centrada, não queria ficar mais naquela ilha, tinha de ir ao encontro do corpo do Alucard.

E assim M-4 delegava uma nova missão, o porto estava em estado de alerta pela marinha, e tínhamos que dar um jeito nisso, socava a palma da minha mão esquerda com meu punho direito. - Estou pegando fogo de raiva, tenho de extravasar! Não vai sobrar marinheiro para contar história! As chamas em meus olhos estavam nítidas, qualquer coisinha poderia me fazer entrar em um estado que não queria novamente.

- Creg vou comer alguma coisa, te encontro mais tarde para decidirmos oque fazer! Falaria assim me despedindo de todos e indo em direção a cozinha, pegaria qualquer coisa comestível que tivesse naquele lugar, e comeria com as mãos mesmo, sem me importar com quem estivesse perto, tinha de digerir tudo aquilo era baque atrás de baque e meu corpo pedia por comida. Depois que terminasse de comer limparia minhas mãos em qualquer pano que estivesse por ali e iria ao encontro do Creg para saber oque faríamos se iriamos de frente ou tentaríamos pegar eles de surpresa.
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! EmptySab 28 Dez 2019, 17:47



A resposta do nome de M-3 infelizmente não dava tantos frutos quanto eu imaginava, chegava a me perguntar por alguns instantes se uma mãe poderia realmente ter batizado as filhas com esses nomes, mas logo via que pensar nisso não me levaria a lugar nenhum. Apenas sorria de volta e apertava a mão da garota em retribuição ao seu gesto, e logo começava a tentar abordar o assunto do passado das garotas de outras formas.

A segunda resposta, apesar de não ser frutífera, demonstrava que eu havia acertado quando julguei que M-3 era no mínimo uma garota mais sorridente que suas duas outras irmãs. Ela parecia se divertir com o que eu falava, não sabia bem se pelo elogio eu pelo fato de ela gostar da ideia de alguém irritando a irmã. Fato é que a conversa estava muito leve, de fato era como se ser amigo daquelas garotas fosse algo simplesmente natural para mim. Por alguns instantes, entretanto, era como se uma voz em meu interior dissesse de forma bastante sádica “E você já fez muitas coisas ruins, não é Duncan?” Para ignorar aquilo, entretanto, eu focava minha atenção no sorriso gentil de M-3 que servia para me puxar novamente para a realidade.

É verdade, eu havia errado muito nessa vida, talvez mais vezes que qualquer um neste lugar, mas aquele não era ainda o momento de reflexão que eu precisava ter para recuperar a paz interior que a última missão havia tomado de mim. Na verdade, talvez esse momento nunca exista, e eu tenha que descobrir na prática se para alcançar a redenção teria de me tornar um herói ou um monstro como aqueles contra quem eu luto - Bom, acho que posso continuar sendo irritante então. Talvez você até tenha umas dicas pra me dar depois! - Respondia M-3 em tom bem amigável, colocando um sorriso em meu rosto e deixando de lado a reflexão que surgia em minha cabeça.

Silenciosamente, nós apreciavamos um pouco mais o nascer do Sol. Era um prazer recém adquirido admirar as estrelas e a paisagem com alguém, mas confesso que apreciava bastante aquele momento e conseguia sentir que a terceira também gostava disso. As dores recorrentes em todo o corpo infelizmente não me deixavam apreciar o momento tanto quanto eu gostaria. Colocava a mão no lado direito de meu tórax tentando massageá-lo para tentar aliviar aquela sensação, e enquanto isso olhava para M-3 um pouco sem graça - Você devia ter visto o outro cara! - Dizia em tom brincalhão.

Por fim me vinha a curiosidade do que havia acontecido depois que eu desmaiei, afinal de contas eu estive dormindo por trinta e oito horas. Perguntava para minha companheira de olhar estrelas sobre isso e ela não parecia saber muito, na verdade era até um pouco engraçado o modo como a garota havia ignorado as conversas chatas das irmãs, mas a informação importante ali é que iríamos continuar trabalhando junto das outras M por um tempo. Aquilo era de certa forma reconfortante, havia me dado bem com as garotas e era sempre bom ter amigos por perto, apesar disso a preocupação de acabar colocando-os em perigo novamente fazia com que meu coração palpitasse.

Antes que eu pudesse dar qualquer resposta a M-3 uma terceira voz surgia na conversa, para minha alegria, a quarta irmã - Uhul! - Sorridente eu fazia essa exclamação em tom brincalhão em comemoração a afirmação de M-4 sobre a junção das três irmãs para a realização daquela missão. Ela se aproximava de nós e começava a falar que precisaríamos recuperar nossas armas - Ah, acho que eu consigo me virar bem sem... - Minha frase autoconfiante era rapidamente sabotada por uma forte pontada de dor de cabeça - Ai, ai, ai! - Levava rapidamente a mão até o local dolorido buscando inutilmente aliviar o sofrimento - Recuperar as armas! Acho uma ótima ideia! - É sério agora, até quando essa piada vai continuar sendo feita?

- O que? - Com um sorriso que demonstrava certa confusão, questionava a informação sobre Grambos ter mandado um novato se alistar na marinha. Por fim, ela dizia que minha missão seria ajudá-la a procurá-lo em Loguetown - Deixa eu ver se eu entendi. Vamos rodar Loguetown atrás de um cara que simplesmente sumiu? Depois de tudo o que aconteceu no outro dia? - Mantinha um tom sério de quem questionava, mas logo abria novamente um sorriso e terminava de dizer - Isso deve demorar, que bom que você vai estar comigo para que eu possa te fazer companhia o dia inteiro - Dava certo ênfase naquelas últimas palavras, queria que M-4 percebesse que ela teria um dia incrível pela frente - Ai, minha cabeça! - As dores não me abandonariam tão cedo.

- Pois bem... - Colocava a mão no queixo fingindo estar pensativo, após alguns instantes olharia de novo para M-4 - Depois do que aconteceu na última missão, imagino que tenhamos recompensas pelas nossas cabeças. Normalmente eu diria para começarmos procurando no Pub, já que foi também o primeiro lugar que fomos procurando por alguém nessa cidade, mas como perdemos contato com ele tentando se alistar na marinha, acho que é óbvio por onde temos que começar. Isso significa... - Olhava agora para M-4 com um olhar um tanto quanto malicioso, no sentido de quem ia aprontar alguma brincadeira - Precisaremos de disfarces! - Dizia erguendo o dedo para o alto como quem diz Eureka! Uma péssima ideia, a dor logo vinha me lembrar que eu não podia fazer movimentos tão bruscos.

Respirando fundo tentando ignorar aquela sensação, eu dizia - Sabe quem é um perito em disfarces? - Dava uma leve risada - Eu mesmo! - Por fim, olhava agora sorridente para a terceira e dizia - M-3, por que não me ajuda a escolher como fazer uma boa transformação em sua irmã? - Olhava novamente para a quarta - Não temos tempo a perder, vamos tomar o café da manhã e partiremos em seguida para um lugar onde possamos encontrar algumas roupas e talvez um pouco de tinta. - Caso a garota questionasse eu mostrasse desagrado com minha ideia mas não a levasse como uma ofensa como a piada infeliz que fiz na mansão, eu insistiria - É pelo bem da missão, não podemos correr riscos e eu não quero que meus amigos corram perigo. - Dizia em tom de deboche, mas sabia que ela reconheceria que eram bons argumentos - Além do mais, suas roupas… Digamos que é difícil passar despercebida - Sorria sabendo que ela não teria um contra-argumento para aquilo.

Iria voltar rapidamente para meu quarto naquele momento, pegaria o dinheiro e, ao apalpar meu terno, para despedir-me dele, encontrava um rádio que também decidia levar comigo - De onde isso saiu? - Questionava, mas logo dava de ombros decidindo que não tinha tempo para pensar naquilo. Iria então ao refeitório onde esperava encontrar as duas irmãs caso elas não tivessem ido comigo até o local. Pegaria para comer qualquer que parecesse poder me sustentar por algumas horas, não sabia até quando essa busca duraria. Ao fim de tudo, me juntaria as outras duas e pediria para que M-4 nos levasse até onde poderíamos conseguir os disfarces. No caso de ser em um ambiente externo ao que estávamos, buscaria por sobretudos para que pudéssemos ao menos tampar nossos rostos por hora, e soltaria também o cabelo do rabo de cavalo que sempre uso.

Ao chegar ao local para fazer os disfarces tomaria a iniciativa de eu mesmo procurar uma tesoura ou qualquer navalha, e cuidadosamente cortar todo o rabo de cavalo - Infelizmente um cabelo como o meu não ajuda a não chamar atenção! - Diria enquanto limpava a sujeira. Por mais que estivesse sempre falando em tom brincalhão até então, havia de fato decidido que não colocaria mais meus amigos em perigo, e faria de tudo para isso, mesmo que custasse o cabelo do qual eu me orgulhava bastante. Agora seria então o momento de escolher as roupas e maquiagens, e com isso eu faria uma busca no local por qualquer coisa em tons de bege, marrom ou mesmo de verdes mais escuros, daria a preferência a roupas com algum capuz - Por sinal, seria bom se você também soltasse o cabelo M-4, não precisa cortar - Caso M-3 estivesse ali pediria para que ela ajudasse a irmã com isso, mas estaria a disposição para ajudar a loira com o que quer que fosse necessário em qualquer momento, com ou sem a presença da terceira no local.

Pegaria por fim maquiagens que pudessem tapar alguns ferimentos sofridos na batalha anterior, lentes de contato que mudassem os tons avermelhados de nossos olhos seriam bem vindas, assim como óculos sem grau e tintas para cabelo (de preferência que saíssem após alguns banhos) de quaisquer cores menos chamativas. Ao fim de tudo, me vestiria com aquelas roupas e também daria algumas do tamanho de M-4 para que ela experimentasse, ainda daria para a garota as maquiagens, lentes, óculos e tinta, tudo o que julgasse necessário para o seu disfarce. Não faria questão de procurar um provador mas por respeito às garotas eu iria para dentro de um caso esse existisse. Por fim, diria - Viu só? Nem foi tão ruim. E você está uma gracinha com o cabelo solto! - Sorria dizendo aquilo como forma de envergonhar a garota, elogiaria também a cor de seu cabelo caso tivesse pintado, em seguida agradeceria a terceira irmã - Espero que tenha se divertido com o dia de princesa da sua irmã, pode ser a sua vez amanhã se tiver ficado com inveja! - Sorridente me voltaria agora para M-4 e me despediria de M-3 se necessário. Esperava que chegassem às ordens para que começássemos a missão - Pois bem, sabe onde exatamente acontece o tal alistamento? - Questionaria. Estaria pronto para já começar a caminhar junto da garota caso ela quisesse agilizar todo o processo.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! EmptySab 28 Dez 2019, 19:37



Nunca havia dormido num lugar tão horrível em toda a minha vida, para falar a verdade a minha vida era a maior piada que eu poderia contar para alguém. A bebida do bar era ótima, na verdade eu nunca fui de reclamar de um pouco de álcool, até porque eu sou um cara muito pobre, com toda a minha pobreza qualquer coisa que me ajude a manter meu vício era lucro. “Bom pelo menos isso eu posso saborear como uma vitória.” Parece que eu estava certo, as ruivas são infernais, crias do inferno, eu colocaria um sorriso no rosto mediante a resposta da mulher. Ela era divertida, eu gosto de pessoas engraçadas, mas para mim o preço da bebida era algo bem salgado. “Acho que não vou ter dinheiro para comprar uma arma para mim. Ou eu posso trabalhar para levantar uma grana ..... só que não Wa ha! Ha! Ha!” Essa mulher deveria conhecer muitas pessoas, atende todo o tipo de pessoa que eu possa imaginar, desde grandes heróis até os criminosos mais cruéis. “Tudo por dinheiro .... no bom ... sentido ... da coisa.” Era o que eu imaginava, enquanto girava um pouco a bebida que ainda restava em meu copo.

Eu usaria um pouco de atuação, sim, para contornar um pouco a situação já que a mulher não chegou a onde eu queria. Eu buscava um gatilho para conseguir informação estava crente que ela iria perguntar de forma grosseira ou até me socar o que eu mais desejaria. Mudando completamente minha fisionomia, com um pouco de seriedade do olhar, além de um olhar sincero e focado nos olhos da ruivinha então, mudaria minha tonalidade de voz, deixando-a bem mais formal. “ - Acho que começamos errado, ou eu lhe passei a impressão errada.” Tiraria 12.000B$ e colocaria na mesa, terminava de beber minha bebida e já pediria outra, deixando a nova já paga e assim que ela se aproximasse de mim então falaria com ela, agora em um tom mais baixo, talvez que fique somente para eu e ela escutar “ - Pois o que eu mais desejo, é apenas encontrar o exército Revolucionário, que se encontra aqui na cidade.” Uma pausa enquanto daria uma respirada, e um sorriso confiante no rosto. “ - Sei que eles estão por aqui .... Grambos em Conomi Island me mandou achá-los nessa ilha ... eles devem ter passado por aqui.” Voltava a olhar para a mulher dona da taverna mais popular da ilha e completaria. “- Não me leve a mal, não acho ruivas atraente, para minha sorte, não é?”

Ainda usando um pouco da minha atuação eu imitaria Grambos, meio que tirando um sarro, desde seus movimentos, voz e brincava um pouco. “-Ele tem um charuto .... e é alguém importante, é o .... amiguinho do povo Gwa ha! ha! ha! Wa ha! Ha! Ha!" Esperaria ao menos conseguir alguma informação para dar continuidade a minha busca, pois esse maldito Grambos, me mandou para uma ilha não deu nome de ninguém, nem descrição de aparência, com aquele discurso enigmático que esses Rebeldes carregam. “Você os encontrará ... na hora certa. Desgraçado, velho doido.” Bom eu era um comediante, quem sabe pelo menos a famosinha aí não me ache pelo menos engraçado e me de alguma dica para onde eu deveria seguir minha jornada. “Estou perdido, sou uma piada, apenhas um homem que anda por aí bebendo igual a um porco.” Eu ria da minha própria desgraça, caso a dona do estabelecimento me desse alguma informação eu ouviria atentamente para poder seguir ou se me desse nomes também prestaria bastante atenção, pois eu ainda pretendia ficar um pouco no bar, olhando o movimento apesar do horário eu queria perturbar um pouco. No caso de conseguir ou não as informações que eu buscava mesmo assim eu iria contar uma história animada para as pessoas que ali se encontra-se mesmo que se tivesse apenas uma ou só a dona do bar, caso eu não tenha conseguido, usaria disso como um gatilho para me aproximar de outras pessoas.

Eu percebendo que tem mais pessoas levantaria e falaria. “- Com a licença de vocês !!!” Caso não tenha ninguém voltaria a falar com a mulher e funcionários caso ela tenha. “- Uma história bem rápida.” Então usaria um pouco da minha comédia para alegrar aquele lugar e atuação para dar suspense e graça a história, fazendo imitações e mudanças de voz. “- Bom a um tempo atrás já estive numa tripulação pirata e um dos membros eu notei que tinha uma perna de pau, um gancho e um tapa-olho. Curioso, perguntei: - Por que você tem essa perna de pau? O pirata explicou:- Nós estávamos em uma tormenta no mar. Uma onda enorme veio por cima do navio e me jogou na água. Eu caí no meio de um monte de tubarões. Lutei contra eles e consegui voltar para o navio, mas um tubarão conseguiu arrancar minha perna. Eu fiquei admirado. - Uau! Que história! Mas e o gancho? Foi culpa do tubarão também? - Não, o gancho foi outra história. Nós estávamos abordando um barco inimigo e, enquanto lutávamos, eu fui cercado por quatro marinheiros. Consegui matar três, o quarto me cortou a mão. Então eu voltei a perguntar. - Caramba! Incrível! E o tapa-olho? - Caiu um cocô de pomba no meu olho. Indignado com isso perto do que ele já havia passado então perguntei. - E você perdeu o olho só por causa do cocô de pomba? Ele me respondeu ..... - Era o meu primeiro dia com o gancho... Wahahahahahahahahahahahahahahahahahaha Gwahahahahahahahahahahhahahahahhahahahahahhahahahahahahahahahaha.” Na sequência levantaria meu copo e diria animadamente. “- Um brinde ao meu falecido amigo pirata!!!” Tomaria um pequeno gole e olharia as pessoas ao meu redor.

Se tivesse outras pessoas dentro do estabelecimento iria até a mesa, para cumprimenta-las. “- Olá companheiro, é um aventureiro (a)?, pode brindar comigo pelo meu amigo?” Sempre com um sorriso animado no rosto, apenas bateria os copos e iria perguntando. “- Já ouviu falar sobre o exército Revolucionário aqui nessa ilha ... esses rebeldes existem mesmo?” Iria de mesa a mesa, com o objetivo de reunir o máximo de informação que eu conseguisse, mesmo se a ruiva já tivesse me passado alguma informação sobre o que eu procurava. Se alguma pessoa, falasse algo ou desperta-se minha curiosidade eu prolongaria a conversa. “-É mesmo me fale mais um pouco.” Pois além de procurar os amigos do povo, também buscava informação sobre o Governo Mundial, pois meu objetivo era brincar e muito com eles, mas não faria nenhuma pergunta especifica apenas ouviria, até porque não é a hora ainda. “Não vou pedir outro copo não, já gastei muito dinheiro ... preciso arrumar um meio de conseguir grana.” Reunindo todas as informações que eu acharia necessário ou melhor todas que consegui, seguiria em busca daquilo que me foi passado desde fisionomia até lugares. Sempre atento, antes de sair tomava toda a bebida que estivesse no copo, então levantaria a mão e diria em um tom alto. “-Esse lugar é divertido!!!!!” Com isso eu sairia do estabelecimento, estaria sempre atento olhando para os dois lados, passos calmos e ao mesmo tempo alegres, sorriso confiante no rosto.

Se por algum motivo eu encontra-se ali no Red Pub alguma pessoa ainda mais interessante que além da curiosidade, puxasse algum assunto eu ficaria ali mais um pouco para conversar e quem sabe aprender algo.
Citação :

Histórico


Nome do Player: Geroge M. Faust
Nº de Posts: 02
Nº dos posts de desvantagens: Bebida 00/10 (



Ganhos:
 

Perdas:
 

NPCs:
 

Extras:
 




Resumo de Ficha


Atributos:
 

Vantagens e Desvantagens:
 

Perícias:
 



Objetivos e OFF para Narrador


Objetivos:
 

Off:
 


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! EmptyTer 31 Dez 2019, 00:24


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Fechava então o livro e respirava fundo. Meus olhos se fechavam lentamente, e erguia meu rosto ao céu, absorvendo o conhecimento passado pelo livro. Era um bom livro, de fato — não dos mais divertidos, nem daqueles com criaturas fantásticas e histórias de se dar risada, mas ainda sim, um livro que mudaria minha vida de agora em diante. Sorria ao pensar na hipótese de agora poder construir certas coisas para mim e para meus colegas, coisas únicas, que apenas eu poderia construí-las e somente este haveria em todos os universos, visto que seria fabricado por mim, não por qualquer outro ferreiro genérico que encontramos em certas esquinas. Por qual espécie de item eu deveria começar? Uma bota com espinhos para Azura? Uma lança de cinco cabeças e cabo fervido para Duncan? Melhor: uma clava de tamanho ajustável para mim? Quem sabe. Com a bênção do Sol e fé no meu gigantesco potencial, posso mover montanhas.

Antes que eu pudesse terminar de raciocinar sobre a próxima coisa a ser confeccionada, outro tipo de escrita passava na minha mão. Era um jornal, falando sobre pessoas que nunca conheci e que para mim não eram realmente relevantes. Entretanto, algumas palavras me chamavam a atenção, sendo "Herói" a principal delas. Olhava para os lados, procurando por alguém que tivesse também lido o jornal, na esperança de conseguir fofocar meus pensamentos. Encontrando alguém, proferiria as palavras para a pessoa, caso contrário, proferiria em voz alta, esperando que alguém escutasse: — Ora, por que "herói"? Ele matou o próprio irmão, só porque o cãozinho tinha medo dos seus donos perderem a coleira! Ó, humanidade... a verdadeira heroína aqui é a tal da...— Lia o nome Mao de Lut Ima. — Mal de quê?! — Dizia. — O que é Lutima? E por que ela é o mal dele? Espera um pouco... — Forçava a visão para ler a alcunha da suposta pirata. — Filha do Caos... — Então, entendia perfeitamente o que estava acontecendo. A pirata era o mal de Lutima, porque era uma malfeitora, e portanto, desorgulho para seu pai, uma mal a ele. Lutima era seu pai, e como ela era filha do Caos, o Caos se chamava Lutima! Ficava boquiaberto por alguns segundos ao entender a situação, e passava o jornal para o próximo. — Pois diga a esse jornalista que ele escreve como um gago das mãos! — Dizia, a quem quer que ouvisse. — Mal é com 'élle'! Não com O! E pelo amor do Sol, coloque o nome do agente do Caos junto. Lutima, não Lut Ima! — Indignado, contorcia meu corpo um pouco, e aquela dor incômoda voltava a aparecer. O jornal por sua vez ia parar na mão de M-4, e depois de ler, ela se comunicava com a equipe.

— Bom, sabemos que existe uma ilha que os Vermillyon usam de ponto intermediário entre aqui e Nirvana. Chaos é o nosso melhor chute. — Minha testa franzia e meus olhos ficavam em posição de determinação, de confronto. — A ilha de Lutima... — Dizia, quase que sussurrando. Agora, estava determinado a sequestrar a filha do Caos, na sua própria ilha, para que ela nos levasse ao Caos, para que enfim pudéssemos o derrotar e aliviar os desastres da população. Quantas intrigas, desavenças e ódio esse ser maligno nos trouxe, nos tirando da claridade do Sol? Ele sim merecia ser expurgado da realidade. — De qualquer forma, nós não estamos em condições de partir para Chaos agora, vou dividir importantes tarefas para todos, assim vamos conseguir partir em melhores condições o mais cedo possível. — Certo, eu havia me perdido no caminho da raiva, e mais tarde deveria agradecer M-4 por me livrar desse caminho, nos privando de ir diretamente para o Caos, e primeiro buscando o aprimoramento. Nada menos esperado do que uma líder de célula! Então, a moça se aproximava de Azura, chamava-me, e chamava a outro qualquer aleatório mundano que vestia o título de major, quando na verdade, deveria ter bem menos altura que eu.

— A marinha aumentou a vigilância do porto após a confusão toda de ontem. — Ela dizia, e me fazia rolar os olhos. Quem os marinheiros pensam que são para placar a vontade do Sol, defendendo os injustos e saudando os pecaminosos? Bem, uma coisa neles, afinal, é linda: a união deles que compõem sua força. Talvez assim seja o melhor modelo para espécie humana, só não sendo melhor que os revolucionários, que por sua vez querem somente um mundo melhor, e não zelar por leis falhas criadas pelos seus semelhantes. — Vocês podem dar um jeito nisso? — Segundos depois, vinha a resposta do louco aleatório. — Pode deixar conosco. Nós vamos agir essa noite e não terá nenhuma estrutura da marinha intacta após nosso serviço. — Para variar, falava abrobrinhas, que cabia a mim consertá-lo, pobre tolo, mero mortal. — Estou enfraquecido por ter gasto todas as minhas recargas solares na luta. Preciso recompô-la para ter melhores resultados! Mas ainda sim, poderei aniquilá-los sem problema algum. — Olhava para o "major" com esnobeza no olhar.

Me direcionava novamente à minha cama, tendo em mente que, de fato, eu não poderia despediçar a tarde com atividades, já que precisaria me regenerar um pouco para estar completo quando fosse destruir os marinheiros por completo. Voltaria a ler aquele livro de engenharia mecânica que tinha deixado do meu lado após o aprendizado, apenas para revisá-lo e ver se eu conseguia fixar bem na cabeça, a fim de não falhar em aprendê-lo e depender dele para confeccionar algum material mais tarde.
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Historico:
 
Facilitando a vida do narrador:
 
Objetivos escreveu:

— Aumentar a recompensa.
— Aprimorar meu escudo ou encontrar um que dê atributos.
— Completar uma missão.

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