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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Ep 1: O médico e o marinheiro

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
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ADM.Tidus

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MensagemAssunto: Ep 1: O médico e o marinheiro   Ep 1: O médico e o marinheiro - Página 5 EmptySeg 23 Dez 2019, 17:09

Relembrando a primeira mensagem :

Ep 1: O médico e o marinheiro

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Richard Bright. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
TerryBogard
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MensagemAssunto: Re: Ep 1: O médico e o marinheiro   Ep 1: O médico e o marinheiro - Página 5 EmptyTer 19 Jan 2021, 23:17


~ Post 17 ~

- Finalmente acabou… - Falaria, ofegante, enquanto caía ajoelhado sobre o joelho esquerdo, me apoiando no chão com a minha arma como se ela fosse uma bengala.

Aquela havia sido a minha primeira batalha pra valer, e embora tenha acabado com a minha vitória, o custo havia sido bem alto. Eu estava bem ferido, e meu oponente, embora visivelmente não estivesse morto, estava com ferimentos bem mais sérios que os meus. Ficaria mais alguns instantes naquela situação, meu cérebro ainda tentando processar completamente que eu havia acabado de vencer uma batalha contra um criminoso. “Não posso desperdiçar mais tempo aqui… posso descansar depois de que estiver de volta no QG.” Decidi, fazendo força para me levantar enquanto guardava a minha ninjaken no cinto.

Caminharia a passos rápidos em direção ao inimigo caído. Olhava para ele franzindo as sobrancelhas, com uma expressão de pena no rosto. “Por mais que tenha sido meu inimigo, ele ainda é um ser humano. A dor que ele sentiu durante a batalha com certeza foi bem maior que a minha…” Lembrava dos corpos de pessoas mortas e agonizantes ao meu redor naquele dia que mudou minha vida, toda aquela dor, sofrimento e morte foi um dos motivos que me fez querer me tornar médico e depois marinheiro. Respirei fundo, tentando afastar essas memórias ruins e me focar no presente.

Me sentia mal por ter causado aqueles ferimentos, mas no fundo sabia que não tive outra opção. Agora, o que eu poderia fazer para ajudar era tratar os ferimentos dele.

Instintivamente tatearia meus bolsos com a mão esquerda procurando itens de primeiros socorros, para só então perceber que eu não estava carregando nenhum. - Droga! - Exclamaria, frustrado, ao voltar minhas atenções novamente para o meu oponente. Eu não podia demorar muito mais tempo, faria força nos meus músculos para tentar colocá-lo nos meus braços em posição de “princesa”, caso não tenha força o suficiente, colocaria o braço direito dele ao redor do meu pescoço e agarraria sua mão com a minha direita, em seguida, colocaria minha mão esquerda no seu quadril. Após isso, caminharia o mais rápido possível em direção ao Quartel General da marinha.

Caso chegue lá imediatamente me dirigiria aos guardas do portão. - Me ajudem, por favor! Preciso chegar na enfermaria o mais rápido possível! - Pediria, ainda cansado e ofegante. - Este homem precisa de cuidado médico urgente! - Explicaria, de forma direta e sem perder tempo, ainda um pouco exaltado pelo estresse causado por toda aquela situação. Se por acaso encontrasse marinheiros no caminho entre o local onde estava antes e o QG, falaria isso já para eles.

Se por acaso levassem o capturado para a enfermaria, iria junto. Caso não, eu tentaria carregá-lo sozinho até lá. Uma vez no local, me dirigiria ao responsável: - Por favor, ajude-o! - Falaria, continuando logo em seguida: - Meus ferimentos não são tão sérios quanto os dele, eu posso esperar.

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Objetivos:
 

Legenda:
 
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Wild Ragnar
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MensagemAssunto: Re: Ep 1: O médico e o marinheiro   Ep 1: O médico e o marinheiro - Página 5 EmptyQui 21 Jan 2021, 22:33




Raven Nevar




A luta, ou melhor dizendo, o teste, chegara ao fim. Mesmo após tentar usar a força da própria tenente contra ela mesma, o resultado não mudava. Nenhuma gota de sangue. Isso fazia Raven se sentir mais fraca do que nunca, mas ao mesmo tempo, mais esperançosa que nunca. Era apenas ao ouvir que estava apta a entrar na marinha que a tontatta sentia o próprio corpo relaxar e podia suspirar aliviada. As pessoas ao redor entravam em foco novamente, e nem mesmo perceber que alguns ali pareciam não gostar muito dela foi o suficiente para impedir que um sorriso alegre aparecesse em seu rosto.

A ninja não era uma pessoa que sorria facilmente. Ao menos não daquela forma, mostrando um sorriso que deixava os dentes à vista, repleto de felicidade. Ela até mesmo tentou conte-lo, retornar o rosto à mesma expressão apática que já estava acostumada, ou talvez aos sorrisinhos de lado que tinha mais familiaridade, mas os músculos da face pareciam incapazes de obedece-la. Por fim, desistiu. ”Ah, dane-se. Esse é o primeiro passo para o resto da minha vida. A primeira conquista. O primeiro bater de asas.” Pela primeira vez em muito tempo, ela estava feliz e o sorriso bobo no rosto se manteve até chegar no local onde recebeu o uniforme e uma medalha de admissão. Claro que a dinâmica entre a tenente e seus subordinados não passou desapercebida por ela. Não era só porque estava feliz que se esqueceria de todo o resto.

”Ela parece ser uma professora realmente boa. Como será esse treinamento que ela disse?” Se questionou a pequena após acenar positivamente para Marina e ir trocar de roupa. Levemente ansiosa, ela retornou para o lado da ruiva e após hesitar um pouco, questionou. - O que é preciso fazer para subir de cargo e se tornar uma tenente Ou ainda além, uma capitã, almirante? - Ela sabia que a pergunta poderia faze-la parecer como uma pessoa idiota e cheia de ambição, mas ela simplesmente não pôde se conter. O cenho finalmente voltara ao normal, sério, e a medida que andasse com a ruiva, faria algumas outras perguntas em momentos oportunos.

- Os outros que observaram meu exame de admissão com a tenente também são novatos? - Ela tinha uma boa impressão do jovem de óculos, mas estava preocupada a respeito da mulher que percebera o instinto assassino dos seus ataques. Não queria problemas extras. - O que é preciso fazer pa\ra ser enviada para a Grand Line? - Conhecido como um local onde apenas os mais fortes se concentram, ela certamente teria que ir para lá em algum momento, mas também existiam algumas coisas a se focar no presente. - Acabo de chegar na ilha, aqui no QG tem dormitórios ou preciso procurar algum lugar para ficar? - E finalmente, o que mais queria saber naquele instante. - Como é esse treinamento que a Tenente Barrow disse para me incluir? -

Acompanhando a ruiva, escutaria tudo que ela tivesse a dizer, almoçaria junta se fosse o caso e esperaria até a hora que o treino começasse. Infelizmente, perguntas pessoais do tipo – De onde você vem? Por que quis se tornar uma marinheira? Entrou na marinha a muito tempo?  – ou qualquer outra que pudesse criar um vínculo entre as duas jamais sequer passou pela cabeça de Raven.






Histórico:
 
Objetivos:
 


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Raven:INSPIRE VIDA | EXPIRE MORTE
"Pensamento"
- Fala -



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Rangi
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MensagemAssunto: Re: Ep 1: O médico e o marinheiro   Ep 1: O médico e o marinheiro - Página 5 EmptySex 22 Jan 2021, 17:47

Descanso e Treinamento

Richard

    Mesmo saindo vencedor, o trabalho ainda não havia acabado. Agora que a adrenalina passou, Richard consegue notar a dor aguda em seus ferimentos e com o bom coração que tem, sabia que seu inimigo sentia o mesmo. Embora fraco, ele consegue apoiar o homem em seus braços e inicia sua caminhada de volta ao QG, onde poderá receber mais ajuda. Quando chega a praça consegue ver um dos soldados que também foi designado para a patrulha. — Me ajudem, por favor! Preciso chegar na enfermaria o mais rápido possível! — sua voz era rapidamente ouvida pelo rapaz — O'Que aconteceu? Você o capturou sozinho? — sem esperar a resposta, o soldado pegou o criminoso e colocou nas costas — Vamos — seus passos são rápidos e grandes, fazendo Richard precisar correr um pouco para acompanhar. Agora que estão um do lado do outro, o médico consegue notar que ele não é comum, e lembra de ver nos livros de anatomia sobre uma tribo de humanos com pernas mais longas que o normal.

    O QG parece mais tranquilo agora, não tem tanta gente e a limpeza já acabou. — Por favor, ajude-o! Meus ferimentos não são tão sérios quanto os dele, eu posso esperar. — Dave estava distraído, e foi assustado com a entrada do trio —  Venha, coloque-o aqui — ele aponta para uma das macas — Você vai para aquela. Enfermeira Joy, cuide dos ferimentos do soldado Bright — Dave fala calmamente, está acostumado com essa situação. Ele analisa rapidamente os ferimentos do criminoso e começa a limpar, depois costurar e por fim aplica uma injeção. Enquanto isso, [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] cuida de Richard — Não são muito sérios, o da coxa vai precisar de uns pontos — diz ela pegando as ferramentas que vai precisar. Sua voz é tranquila e tem um toque delicado.

    Momentos depois o ambiente volta a sua calmaria. O criminoso está estabilizado, mas ainda não acordou, os pulsos foram algemados na maca. — Lutar com pesos é impressionante, pena que esuqece levar os primeiros socorros. É brincadeira garoto. Os oficiais irão cuidar do resto, um deles está vindo para pegar seu depoimento e ouvir o que aconteceu. Você vai precisar descansar o resto do dia, tome isso — Dave põe algumas pílulas na mão do garoto. Richard sabe que são para amenizar a dor, inflamação e evitar uma infecção. Os pesos do sensei estão em cima de uma mesa próxima.

    O rapaz tem alguns minutos livre que pode usar para fazer alguma coisa. Pouco depois Marina entra carregando um homem desmaiado — Mais um da tenente Barrow — assim que termina de falar, despeja o soldado em uma maca — Essa mulher e seus jogos. Oque ela faria se eu não estivesse aqui? — o sargento iniciava os procedimentos.

    Marina agora se vira para Richard — Então, Qual o relatório? — Assim que concluísse, teria o resto do dia livre.

Raven

    Raven era oficialmente uma integrante da Marinha, recebeu até mesmo um uniforme sob medida, feito especialmente para ela. O sorriso dava um ar totalmente novo para a garota, mas durava pouco. Marina também parecia feliz e respondeu à pergunta com um sorriso — É como a tenente disse mais cedo, só precisa provar seu valor. Para ser promovido para tenente, precisa concluir 5 missões bem sucedidas — ela abre a mão direita mostrando os cinco dedos e chega com o rosto bem pertinho do de Raven — Há um total de oito patentes: soldado, sargento, tenente, capitão, comodoro, vice-almirante, almirante e por fim, nosso mais estimado líder, almirante de frota — ela primeiro fecha a mão e depois levanta um dedo para cada cargo, parece gostar desse assunto — Cada um desses cargos é preenchido por homens e mulheres corajosos, que dão suas vidas para lutar contra o mal e proteger os civis. E aqui em Shells Town, eu a grande Marina que organiza e distribui suas funções — termina sua explicação com uma pose de celebridade — Gostou? Essa é minha apresentação para as escolas. Vamos almoçar?

    Há muitas opções de almoço, o prato especial é macarrão com batata assada e carne. Raven pode escolher isso ou outra coisa que quiser, tudo cheira muito bem. A conversa é retomada pela sargento — Olha isso — ela pega um papel contendo todas as patentes, requisitos e benefícios — Claro que não é só cumprir missões, precisa ser talentoso e chamar a atenção dos superiores. — o barulho do lugar se intensifica conforme mais pessoas chegam. — Havia soldados e sargentos, a maioria aqui ocupa um desses dois postos.— pausa para comer — Geralmente os sargentos são chamados para ir para a Grand Line. Nós navegamos pelo Calm Belt, é uma viagem tranquila. Você pode pedir transferência também, mas a maioria desses acaba voltando para cá. Os alunos da tenente quase sempre são requisitados, então se anime, ela gostou de você.— pausar para beber — Não se preocupe, já arranjei um quarto para você. Os dormitórios ficam próximos ao QG e são bem confortáveis. — Marina enche a boca de macarrão. A reação da pergunta do treinamento faz a sargento engasgar — COF, COF. Não é nada de mais. Você vai ver — apesar do que disse, sua cara está assustada.

    Enquanto caminham pelo corredor a ruiva faz um último comentário — Queria que tivesse tempo para ouvir sua história de vida, poderia me dar inspirações para inventar a minha. Quem sabe outro dia, — As duas chegam em um ginásio de esportes, o chão é feito de madeira e não há equipamentos a vista. A tenente está rodeada por cerca de 20 outras pessoas sentadas. Marina é interrompida quando se vira para sair do lugar — Espera aí, vou precisar que faça um favor para mim. Então, alguém acha que está pronto? — quando ninguém responde, a mulher abre um sorriso — Vamos lá, vocês conhecem a regra: aquele que se voluntariar ganha um dia de folga, e se passar recebe uma missão para Grand Line. Ninguém? — Todos se entreolharam, até que um soldado de cabelo loiro levanta mão — Eu — e se posiciona na frente de Mare. — Ótimo. Vamos ver os frutos do seu treinamento — a morena dá um passo atrás e depois  dispara em alta velocidade na direção do garoto, salta alguns metros de distância e o acerta com os dois pés.

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    O loiro voa longe, até que acerte a parede, abrindo um buraco. A tenente gargalha alto — Gostei, sem recuar, mas ainda precisa melhorar essa resistência. Falando em resistência, vamos começar o treinamento. Larguem as armas e separem-se — todos começam a se dividir, a uma roda de 8 sargentos e outra com 11 soldados, a um espaço vago na última, reservado para que a tontatta ocupe. Um ajudante recolhe as armas de todos e as deposita num carrinho, enquanto isso, Marina tira o loiro desmaiado do buraco e agora conseguiu sair do ginásio. — Hoje vocês irão aprender a usar seus corpos como armas e não depender de espadas e rifles. A maioria já sabe o exercício, mas temos uma convidada. É bem simples, quando eu apitar vocês vão trocar golpes até que só um fique de pé. Vale tudo, resumindo uma roda de pancadaria, e já que eu não posso participar, me divirtam — o apito dá início ao aprendizado.

Para Raven:
 

Raven e Richard Tarde Shells Town
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MensagemAssunto: Re: Ep 1: O médico e o marinheiro   Ep 1: O médico e o marinheiro - Página 5 EmptySex 22 Jan 2021, 22:50


~ Post 18 ~

Dava um longo suspiro. Eu estava bastante aliviado, e meu coração finalmente havia se acalmado. Refletia sobre tudo o que havia acontecido, desde o meu encontro mais cedo com aquela senhora rica até a batalha. “Bom, pelo menos já consegui me fazer útil no meu primeiro dia de trabalho como marinheiro…” Pensava, sem ter certeza, afinal, minha performance na luta passou longe de ser tão incrível quanto minhas lembranças daquele marinheiro heróico me salvando na infância.

Mas não havia tempo para devaneios no momento. Sorri calorosamente ao identificar um rosto conhecido adentrando a enfermaria: Era a Senhorita Marina, ou “Sargento Marina”, como provavelmente teria de chamar ela agora que já era um marinheiro de fato. - Sargento Marina. - Cumprimentava sorrindo, ao mesmo tempo que fazia uma continência. - É bom ver você novamente!

Ela estava aqui pelo relatório, então logo em seguida comecei a falar em um tom sério e profissional. - Eu estava patrulhando as ruas da Alta Shells Town, onde ficam os bancos, tal como me foi ordenado mais cedo. - Faria uma pausa, reconstituindo minhas lembranças dos acontecimentos. - Então eu avistei um homem de capuz anotando algo perto dos bancos. Achei suspeito alguém estar de capuz e fui cumprimentá-lo para dar uma olhada nele mais de perto, foi quando ele imediatamente escondeu o que estava escrevendo, jogou uma bomba de fumaça e saiu correndo. - Daria um leve suspiro antes de continuar. - Eu o persegui e acertei ele na perna com minha ninjaken. Em seguida, ordenei que ele se rendesse e viesse comigo para o Quartel responder umas perguntas, então ele puxou uma espada e começamos a brigar, tivemos uma luta e eu acabei vencendo. Logo após isso, carreguei ele até aqui com a ajuda de um outro soldado que também estava patrulhando as ruas.

Terminando o relatório, procuraria uma chance na conversa para falar mais uma coisa para a Sargento. - Sargento, se me permite. - Começaria, franzindo as sobrancelhas. - Eu acredito que talvez seja prudente que vocês chequem o conteúdo do que ele estava escrevendo, acredito que ainda deva estar nas posses dele. Não sabemos se ele tem comparsas a solta e nem o que ele planejava, é possível que o que estava escrito lá possa servir como uma pista.

Assim que pudesse, também tomaria as pílulas que o doutor havia deixado comigo. Caso a enfermeira volte, eu perguntaria, em um tom casual: - Eu gostaria de saber se posso comprar um kit de primeiros socorros de vocês. - Caso ela diga sim, perguntaria o preço, se tivesse dinheiro suficiente, compraria, se não apenas agradeceria. Caso os kits dali não estivessem à venda, falaria: - Entendo, você pode me indicar algum lugar aqui por perto onde eu possa comprar um?

Caso eu estivesse dispensado, agradeceria as enfermeiras e iria procurar pelas ruas da cidade algum lugar que vendesse kits médicos caso já não o tivesse feito, sairia perguntando para marinheiros e outros soldados, afinal, não queria depender mais da minha mãe para conseguir esse tipo de material, e compraria o kit assim que pudesse.  

Ao conseguir o kit médico, iria diretamente de volta a parte do QG onde ficavam os cartazes de procurado e daria uma olhada neles, pois, talvez, o homem que eu havia capturado estivesse em algum deles.

Caso não estivesse dispensado, apenas continuaria em meu leito na enfermaria do QG e aguardaria novas ordens da Sargento Marina ou qualquer outro marinheiro de patente superior.

Histórico:
 

Objetivos:
 

Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: Ep 1: O médico e o marinheiro   Ep 1: O médico e o marinheiro - Página 5 EmptySab 23 Jan 2021, 19:30




Raven Nevar




Apesar de ter respondido com meros acenos de cabeça frente às respostas e comentários de Marina, por dentro Raven se sentia grata que a mulher estivesse sendo tão paciente e explicando tudo de forma tão clara. Ver a sargento se engasgando com a comida, sua expressão assustada e ouvir a resposta evasiva sobre o treinamento, fez com que ao invés de nervosa, a tontatta ficasse ainda mais entusiasmada e curiosa. Após almoçar e comer uma quantidade de carne consideravelmente grande para alguém do seu tamanho sem sentir o mínimo constrangimento, a pequena acompanhou a ruiva até o local do treino e durante o caminho ficou confusa com algo que sua “guia” disse. — Queria que tivesse tempo para ouvir sua história de vida, poderia me dar inspirações para inventar a minha. Quem sabe outro dia, —

- Hein? Como assim? - Sem entender muito bem o que a outra queria dizer com “Inventar” a história de vida, Raven a questionou, mas antes que pudesse receber uma resposta elas haviam chegado no local, e a cena que acontecia puxava completamente a sua atenção. Quando via o chute que a tenente aplicava no rapaz loiro, Raven suspirava de leve e dava uma balançadinha com a cabeça para os lados. Ela sabia como era estar no outro lado de um chute daqueles, só não tinha certeza se a Tenente estava usando a mesma força em ambas as situações. ”Ela provavelmente pegou mais leve comigo. Essa mulher é realmente forte." Ponderou a moça.

Ao ouvir que o treinamento estava para começar, a tontatta logo seguiu as instruções tomando o lugar que lhe havia sido designado e ao ouvir a explicação, seus lábios finos se abriram em um “O” e os olhos se arregalaram. ”Mas que por...” O apito soava e antes que ela tivesse mais tempo para pensar, quase como se tivessem combinado antes, as duas pessoas ao seu lado na roda dirigiam chutes contra ela.

Início do aprendizado de Luta de Rua

Golpes vinham de todos os lados, e a novata tinha a sensação que todos estavam focando os ataques nela, mesmo que essa não fosse a verdade.

Vendo que não teria tempo de desviar dos chutes, e sem a nijaken na mão, a mente de Raven trabalhava tão rápido quanto nunca. Dos dois chutes, um deles parecia que a atingiria primeiro, por pouco. Cruzando os braços na frente do corpo e dando um leve salto, ela tentou se proteger. O impacto que logo chegou a lançou pelos ares, assim como ela pretendia, na direção da barriga do outro atacante. Em alta velocidade, ela passou rente à perna deste, por pouco não sendo acertada por ele também. Incrivelmente, o chute que de fato a acertara não a machucara tanto como ela havia imaginado. Na sua mente, a imagem da tenente dando o chute duplo à poucos momentos atrás aparecia, e Raven encolhia as pernas e rolava no ar. Instantes antes de colidir com o adversário, ela esticou-as novamente, as plantando na barriga dele.

A tontatta conseguia sentir o corpo do humano se dobrar para frente, e de esguelha via os olhos esbugalhados e a boca aberta com o ar que forçosamente saía junto da saliva. Aquilo era quase tão prazeroso quanto cortar a pele de alguém com uma de suas armas, ou de ver um de seus venenos surtindo um efeito fatal. Quase. Mas era suficiente para que o sangue subisse à cabeça da jovem, fazendo-a se entregar ao momento. Por puro instinto uma de suas mãos tomava forma de garras, como quando usava uma neko-te, mas ao invés de cortar, ela usava o golpe aplicado para agarrar nas roupas e pele do inimigo e se lançava para cima, atingindo a parte de baixo do queixo dele com a própria cabeça. Provavelmente não a melhor opção, já que imediatamente se sentia um pouco tonta. Ela sentia que poderia ter usado o punho, ou então feito uma acrobacia e aplicado outro chute daqueles.

O erro simples custava caro, e sem nem mesmo saber o que tinha a acertado, ela era lançada para o meio da roda e da luta que ocorria para todos os lados. Antes mesmo de bater no chão, era atingida mais uma ou duas vezes. Rolando na madeira, ela tentava se levantar e o mundo girava, como se ao invés de solo firme ela estivesse em pé em um navio em meio à tempestade. Balançando a cabeça para os lados para tentar se recuperar, uma sensação de perigo a tomava e quando olhava para cima, só via uma grande sola de pé descendo. Nenhuma ninjaken, nenhuma sebon, nada pontudo para ajudá-la a se proteger. Tentar pular e sair da reta não daria certo também, era tarde demais. Cerrando os dentes e jogando os braços para cima para tentar resistir, mesmo sabendo que isso seria improvável, ela se preparou mas o impacto esperado não chegava.

O inimigo grandalhão era atingido por um soco no queixo por outra pessoa, e a pisada desviava de rumo, errando a pequenina por completo. Aproveitando a chance ela observava seu redor e aproveitava para agarrar a perna do gorducho e se impulsionar para cima, nas suas costas, onde se pendurou por alguns segundos, até que uma mulher a via. Aqueles segundos eram como estar em uma montanha russa, já que o grandão estando focado em um novo inimigo, se movia sem parar dando e recebendo golpes. “Um bom escudo de carne.” Pensou Raven, sem saber se o homem já percebera que ela estava ali ou não. Mas com a mulher que agora avançava contra ela, e consequentemente contra as costas do homem, ele certamente perceberia.

A tonteira finalmente passara e apesar de um pouco dolorido, ela sentia que o próprio corpo estava bem. Ela tinha impressão de já ter visto antes a mulher que armava um soco contra si, e sem perceber, um sorriso para lá de demoníaco e sanguinário surgia em seus lábios. Estava se divertindo.

A roda de pancadaria durava mais tempo do que ela esperava, e ela queria poder dizer que não foi mais acertada, ou que derrotou a maior parte dos oponentes, mas isso seria uma mentira. Tirando um dos atacantes iniciais que a chutara, o gorducho que tentou pisar nela e a mulher que tentou ataca-la cheia de desprezo na cara, ela mal atingira mais alguém. E o gorducho nem havia sido ela de fato, já que ela era apenas responsável por atrair outros para fazerem o serviço sujo. Ainda assim, durante aquele tempo ela teve que se virar usando todas as partes do corpo. Chutes, socos, agarrões, cabeçadas, cotoveladas e até uma mordida rolou. No fim, ela estava realmente exausta.

Apenas três pessoas ainda estavam de pé, cada um mais cambaleante que o outro, e ela era a que parecia estar em melhor estado. Isso a deixou surpresa, já que não foram poucos os golpes que tomara durante a luta. ”Aquela vadia principalmente foi difícil.” Pensou ironicamente, dando uma olhadela para onde a mulher estava caída. Voltando a atenção para a luta que acontecia, ela se manteve escondida atrás de um dos desmaiados. Os dois lutadores eram bem diferentes, um sendo um mink grande e pesado, com uma força que ela não queria experimentar, e o outro apesar de parecer humano, era incrivelmente ágil, conseguindo desviar sempre. Ela não tinha confiança de vencer nenhum dos dois sem o uso de armas ou venenos.

Aproveitando os momentos livres para regular a respiração, ela tentou decidir quem seria melhor de enfrentar, e após se decidir, começou a se aproximar furtivamente, esperando uma oportunidade, que não demorou muito para acontecer. Após atacar o mink com um chute na cabeça e imediatamente saltar para trás esquivando do ataque, o humano parou de costas para ela. As pernas arqueadas, abertas, posicionado para avançar ou recuar, punhos preparados, o homem recuperava o folego enquanto o mink dava dois passos para frente e de repente parava, olhando perplexo para o inimigo. O motivo? Ele vira um projeto de pessoa, não maior que vinte centímetros, se esgueirar entre as pernas do oponente e fazendo um sinal de silencio para ele, com um dedo na frente da boca.

- Cuid... – Uma voz feminina veio de algum lugar, mas era tarde demais. Raven já havia pulado e com todas suas forças, socado as bolas do humano ágil. Ela não tinha certeza se realmente tinha escutado um “crack” naquele momento, mas o Mink tinha, e ao olhar para o sorriso selvagem da pequenina, sentiu um calafrio passar pelo seu corpo. De alguma forma o mundo parecia menos colorido, e mesmo estando suando de calor, ele estremeceu. Aquela cena não estava certa. O pior de tudo era a questão que não sairia da sua cabeça por um bom tempo. E se tivesse sido ele? O inimigo ágil que lhe dera tanto trabalho agora estava caído no chão, com as mãos tardiamente tentando proteger as partes intimas e chorando como uma criança. A pessoa minúscula ao lado do homem, olhava com o mesmo sorriso para si. Sem pensar duas vezes, o Mink se jogou no chão, fechando os olhos e fingindo desmaiar de exaustão.

Fim do aprendizado luta de rua

Olhando ao redor e vendo que era a última em pé, Raven mal podia acreditar. O sorriso no rosto aos poucos sumia, apesar de que a atitude do Mink, tão óbvia, ainda a fazia querer gargalhar. Ela havia decidido enfrenta-lo por ultimo, mas tinha que admitir que preferia o resultado atual. O medo que ele demonstrara era tão gratificante quanto se ela o tivesse vencido na base da pancada. Mesmo cansada e dolorida, ela estava completamente satisfeita. Essa sessão de treino mostrava que ela realmente tomara a decisão certa de entrar na Marinha. Quão longe ela poderia ir? Voltando a atenção para Mare, esperaria as próximas instruções do que teria que fazer.




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MensagemAssunto: Re: Ep 1: O médico e o marinheiro   Ep 1: O médico e o marinheiro - Página 5 EmptyTer 26 Jan 2021, 18:22

Biblioteca

Richard

    Marina esuta atentamente o discurso de Richard. Ela não se importa em anotar nada do que ele diz. Quando finalmente termina, a sargento se vira para Dave — Ele pode voltar ao trabalho? — o médico para oque está fazendo para responder — Melhor descansar por hoje. Acredito que amanhã não terá problema. Você sabe diagnosticar, se amanhã achar que a ferida não estiver melhor, pode ficar mais tempo em casa —  Marina enche a boca para reclamar alguma coisa, mas segura de forma que fica vermelha, a expressão faz que ela lembre uma criança que perdeu seu brinquedo. Richard se recorda de ouvi-la reclamar que precisava de todo mundo trabalhando hoje. — Tudo bem — finalmente libera o ar e responde.

Eu acredito que talvez seja prudente que vocês chequem o conteúdo do que ele estava escrevendo, acredito que ainda deva estar nas posses dele. Não sabemos se ele tem comparsas a solta e nem o que ele planejava, é possível que o que estava escrito lá possa servir como uma pista. — Dave vem com uma prancheta — Encontrei isso enquanto fazia os procedimentos. Está um pouco sujo de sangue, mas não impede de ver as anotações — Marina pega os papéis e analisa com uma cara séria — Parece um desenho de criança hahaha. Vou transmitir isso para a tenente — finalizava.

Eu gostaria de saber se posso comprar um kit de primeiros socorros de vocês — Richard pensa novamente na falta de equipamentos, algo que incomoda muito, afinal, ele é um médico e precisa sempre está pronto para salvar alguém. — Os kits acabaram e o lote só chega na semana que vem. Estou indo entregar um carregamento na área comercial, pode me acompanhar se quiser — Marina sabe de tudo que acontece na instituição.

    Se Richard decidir acompanhá-la, os dois saem da enfermaria e seguem pelos corredores, o garoto percebe que está gradualmente decorando os caminhos do QG — Vamos entregar um carregamento de livros. Faz parte de um projeto que montei com o Capitão Thor. Todos os anos fazemos uma arrecadação e entregamos para uma biblioteca na parte baixa, eles fazem a segunda parte, distribuem os livros para famílias carentes, além de ensiná-los a ler e escrever. — Apesar da explicação, o jovem Bright já conhece o projeto, até mesmo já levou alguns livros a pedido da mãe. Finalmente chegam a um estacionamento onde um caminhão já carregado está estacionado, um soldado está na parte de trás. O sol está mais intenso agora, mas não falta muito para começar a amenizar. Marina senta na parte da frente e chama o parceiro para sentar ao seu lado.


Raven


    Clap! Clap! Clap! Raven consegue ouvir as palmas da tenente — Belíssimo, um verdadeiro colírio para meus olhos. Aqueles que precisarem podem ir para a enfermaria. Pooh seu urso idiota, oque eu disse sobre recuar? Vai ser encaminhado para [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] pelo resto do mês. — o mink parece não se importar com a punição, ele já viu piores. A tontatta lembra da explicação de Jones sobre as torres de vigilância de Yotsuba e sabe oque aquilo significa. — Encerramos por aqui. Vão fazer suas missões. Amanhã de manhã não haverá treinamento devido ao evento. Retomamos a tarde. Estou devendo pessoal para a guarda da biblioteca, um de vocês vai ocupar a vaga. Raven você está de pé então fica responsável por isso. O estacionamento fica por ali, tem um caminhão esperando. Não esqueça de pegar sua arma — Mare está apontando para uma das portas, e como não designou mais ninguém para acompanhar, não deve ser difícil de achar. As ordens da tenente foram dadas como se Raven fosse alguém experiente da marinha, a superior não iria dar tratamento especial por ela ser uma novata, até agora, Mare tratou todos como iguais e com Raven não seria diferente.

    A porta dava direto para o asfalto, era um estacionamento. O sol está intenso e faz o chão ser difícil de pisar. Raven vê um caminhão ao longe, distorcido pelas ondas de calor do chão. Ao se aproximar, o ajudante que recolheu as armas para a tenente está encostado no fundo do veículo — Uau, então foi você que venceu. Estou surpreso. Agora sobe aí, precisamos ir logo. A sargento vai chegar logo— O interior está cheio de caixas, o soldado senta próximo a uma delas. Poucos momentos depois, Marina  passa sem cumprimentar e segue para a parte da frente. A furtividade fazia a ninja desaparecer no interior escuro.  

Todos



    Cerca de 20 minutos depois o grupo chega até a área comercial da baixa Shells Town. A agitação reina novamente, feirantes e clientes juntam suas vozes dando um ritmo ao local. Raven sabe exatamente o tempo que demoraram para chegar. Na frente da biblioteca, várias crianças animadas estão acompanhadas por uma moça de oculos — Vão chamar os rapazes e formem uma roda — sua voz é delicada e doce. Logo surgem vários funcionários que descarregam o caminhão e levam as caixas para dentro. O soldado de Mare faz sinal para que Raven o acompanhe — Vai ter uma distribuição de livros e aulas para crianças. Vamos cuidar da segurança do evento e da biblioteca, difícil surgir criminosos, mas sabe como o pessoal se agita com essas coisas. É só perambular por aí e cuidar dos exaltados. Vamos ficar até a noite —  explica ele. Seu tom não é hostil, mas também não é amigável. O local está cheio de pessoas de todas as idades, mas o foco são as crianças. Está um baralho incomum para uma biblioteca, poucas pessoas estão lendo. A maioria está junto com a moça de óculos ensinando aos jovens a ler enquanto os funcionários classificam as obras recebidas.

    Marina aponta para uma loja com vários equipamentos médicos nas prateleiras - É logo ali, se quiser, pode participar do evento. As crianças vão gostar de você. Até mais - ela se despede mesmo sem saber se ainda verá o colega, isso se ele decidiu acompanhá-la até ali. Independente disso, ele é muito bem atendido no local e rapidamente compra seu precioso equipamento, gastando 25.000 berries. Ele pode agora voltar para a marinha e ir atrás de sua recompensa ou participar do evento beneficente na biblioteca. Para onde ele irá?

Raven e Richard Tarde Shells Town
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MensagemAssunto: Re: Ep 1: O médico e o marinheiro   Ep 1: O médico e o marinheiro - Página 5 EmptyTer 26 Jan 2021, 22:58


~ Post 19 ~

- Muito obrigado! - Falaria para o vendedor, enquanto prendia meu kit de primeiros socorros no cinto. Voltaria para as ruas da cidade, dando uma rápida olhada para os dois lados com um sorriso de satisfação. Apesar de todas as suas qualidades do Topo, eu ainda preferia estar na baixa Shells Town, afinal, esse lugar foi meu lar por toda a minha vida.

Caminharia despreocupadamente pelas ruas, cumprimentado com um aceno qualquer pessoa conhecida que cruzasse meu caminho. Logo, lembrei que a Sargento Marina havia me convidado para participar da entrega de livros na biblioteca. “Bom, já que eu tenho tempo livre, acho que vale a pena usá-lo em uma boa causa.” Decidia, fazendo meu caminho até a biblioteca onde a entrega estava sendo feita.

Entraria no local sorrindo e cumprimentando pessoas caso viessem falar comigo. - Oi pessoal! Como vão vocês? - Perguntaria, em um tom alegre. Caso algum adulto desconhecido viesse falar comigo, responderia apenas: - Oi, posso ajudá-lo? - Se por acaso fosse algum adulto civil conhecido, falaria no mesmo tom, porém abrindo um sorriso: - Há quanto tempo! Como vão as coisas?

Olharia ao redor procurando a Sargento Marina, caso a encontre, iria até onde ele estava. Caso não a encontre, iria até o marinheiro mais próximo e perguntaria: - Com licença, estou procurando a Sargento Marina. - Faria uma continência caso percebesse que o marinheiro era de patente superior. - Se tiver visto ela em algum lugar, poderia me dizer onde ela está? - Uma vez sabendo da informação, iria até o local.

Caso consiga chegar até a Sargento Marina, faria uma continência e a cumprimentaria: - Sargento. - Falaria, em um tom ainda respeitoso e profissional. A Sargento Marina havia me ajudado bastante desde de o meu alistamento, até mesmo me indicado o lugar onde comprei o kit de primeiros socorros, eu realmente achei que deveria no mínino agradecê-la de novo. - Muito obrigado pela ajuda mais uma vez, parece que a cada dia que passa meu débito com a senhora cresce mais um pouco. - Brincaria, em um tom leve, para logo depois continuar: - - Decidi participar do projeto, tem alguma coisa que eu possa fazer para ajudar? - Perguntaria, relaxando a continência. Caso eu possa ajudar em algo no projeto, o faria cheio de animação e vontade, afinal, ajudar pessoas era uma das coisas que mais me trazia felicidade na vida.

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MensagemAssunto: Re: Ep 1: O médico e o marinheiro   Ep 1: O médico e o marinheiro - Página 5 EmptyQua 27 Jan 2021, 19:57




Raven Nevar




Ao ouvir a punição do mink urso, a expressão de Raven se manteve neutra, não por não saber o que aquilo significava, mas simplesmente porque não se importava. Eram as palmas da tenente, no entanto, que faziam Raven sentir algo. Orgulho. E se o urso recebia uma punição, seria a tarefa de guarda da biblioteca algum tipo de recompensa? A pequenina não sabia. Mas como uma novata que almejava não apenas aumentar sua força, mas também subir nos escalões da Marinha, ela não hesitou em acenar positivamente frente a primeira missão que lhe era passada.

Pegando a ninjaken, a jovem seguiu para a porta que fora indicada e ao ver um caminhão ao longe, foi até o mesmo, permanecendo em silencio ao escutar o comentário do outro marinheiro presente, se contendo a subir no caminhão e por mera prática achar um lugar escuro para se acomodar, sem se manifestar mesmo ao ver Marina passar. Calada, a pequenina aproveitava os vinte minutos seguintes para descansar um pouco e se recuperar do treino anterior, até que o falatório do lado de fora chamava a sua atenção e ela passava a observar as ruas e os cidadãos daquela cidade. ”Tanta prosperidade. Bem diferente de Latem City. Mas também não é igual a Geartrópolis. As pessoas não têm o mesmo ar de corrupção e desprezo. ”Se lembrando da ilha em que crescera, a pequena sentia que preferia bem mais o clima de Yotsubasa, mesmo com o calor forte que fazia.

Descendo do caminhão e acompanhando o marinheiro, Raven ouvia a explicação do mesmo. - Se eu vir alguém cometendo algum crime devo ataca-lo ou chamar por ajuda primeiro? - Questionou a tontatta, sem saber bem o que significava cuidar dos exaltados. Bater neles? Avisar para pararem? A opção preferencial dela seria usar a ninjaken para eliminar a fonte de aborrecimento, mas essa não parecia ser a melhor abordagem em meio daquelas pessoas. ”Talvez seja uma questão de julgar no momento...”

Uma vez que obtivesse a resposta, agradeceria com um mero - Obrigada. - Antes de se virar e ir fazer uma ronda em torno da biblioteca, agindo da forma que estava mais acostumada, se movendo velozmente de sombra em sombra, se mantendo escondida ao usar até mesmo os corpos das pessoas para impedir a visão dos outros, buscando ser invisível para os outros enquanto seus próprios olhos buscavam por possíveis fontes de problemas. Ela não falaria isso em voz alta jamais, mas torcia para que algo de significativo ocorresse que a permitisse demonstrar as próprias habilidades, ganhar mérito, como um ataque pirata por exemplo, mas considerando a forte presença da marinha naquela ilha, demonstrada pela grande quantidade de torres e QGs, sabia ser algo improvável de acontecer.

Se notasse a presença de outros marinheiros na parte externa, após fazer uma ronda iria para a parte interna, repetindo suas ações. Vendo tantos livros, a pequena logo pensaria se haveria algum que a permitisse melhorar ainda mais suas habilidades de combate. Algum conhecimento como anatomia humana ou até mesmo algum que ensinasse a formular estratégias de batalha quem sabe. Durante sua vigília, ficaria atenta também para se lembrar da sessão de livros desse tipo caso os avistasse.

Buscaria também por lugares que a desse uma visão mais ampla, tanto no lado externo quanto no interno da biblioteca, onde ela poderia ir e vigiar uma porção maior de pessoas. Daria preferência a lugares altos, desde que conseguisse subir ou descer deles com seus saltos, usando outros objetos para alcança-los. Ela sempre gostara de lugares altos, e mesmo com tantas torres na ilha, ela ainda não tivera a chance de ir até o topo de alguma, estando focada demais em ingressar na Marinha primeiro. ”Talvez eu possa ir quando tiver alguma folga.”

Buscando estar sempre escondida, sempre silenciosa, ela vigiaria, afinal de contas, alguns costumes são difíceis de morrer. Se em algum momento visse uma situação perigosa começar a se desenvolver, identificasse algum sujeito agindo de forma estranha, ou algum outro tipo de perigo, tentaria se aproximar sem ser vista pelas pessoas em questão, buscando entender melhor o que estava acontecendo e poder decidir corretamente a melhor forma de agir. Conversar, pedir ajuda, atacar, ou apenas observar mais um pouco?




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MensagemAssunto: Re: Ep 1: O médico e o marinheiro   Ep 1: O médico e o marinheiro - Página 5 EmptySex 29 Jan 2021, 14:41

Evento Beneficente


Richard


    Richard decide participar do evento. Assim que entra na biblioteca, vê Marina ao lado de uma moça de óculos no centro de um círculo de crianças, elas estão lendo uma história para os pequenos. No momento só resta esperar.

    Ao terminar a história ela vem até o soldado e o cumprimenta. - Muito obrigado pela ajuda mais uma vez, parece que a cada dia que passa meu débito com a senhora cresce mais um pouco. - o rapaz é bem-educado - Eu não cobro pela ajuda. A marinha já me paga rsrsrs - as crianças riem da piada sem graça de Marina, ela tem um bom carisma com elas. - Já que quer ajudar, vamos começar a ensiná-las a ler, cuide do Rafael e da Amanda. Ela quer ser médica quando crescer. - As crianças têm entre 4 ou 5 anos.


Raven


    - Se eu vir alguém cometendo algum crime devo ataca-lo ou chamar por ajuda primeiro? - o soldado para de caminhar, se vira - Você que sabe - ele dá de ombros e começa sua ronda, é difícil dizer se não gosta de Raven ou só está desinteressado.

Todos

    O evento está bem agitado, mas nenhum problema acontece, oque faz as horas passarem devagar. Richard ensina as crianças a lerem, Amanda é bem inteligente e sobressai sobre todos os colegas.  Após o rapaz terminar com eles, começa a participar das brincadeiras e rodas de ciranda. Os pequenos gostam dele e começam a se amontoar para conseguir sua atenção, a maioria se sentiria sufocado.

    Raven se move entre as sombras e as prateleiras, ninguém a vê ou sequer tem noção de suas ações. Ela encontra uma seção inteira de medicina, mas pouca coisa relacionada à estratégia. Um livro velho chama sua atenção, A Arte da Guerra o título dourado se destaca na capa preta, a obra estava bem escondida atrás de outros livros. - Você achou. Estamos procurando isso há bastante tempo. Fiquei pensando onde foi parar. Quem diria que estaria na seção herborismo, alguém deve ter colocado por engano. É uma versão original, uma relíquia. Bom, preciso dar baixa disso, obrigado. Passa no caixa mais tarde, tem umas edições mais novas e traduzidas, te darei uma de graça pela ajuda. - diz um funcionário que organizava as prateleiras próximas. Após se posicionar numa gárgula do segundo andar, a tontatta conseguia ver toda movimentação entre os corredores. Olhando de longe, ela parecia parte da estátua.

A noite finalmente chega, o evento está próximo do fim. Do lado de fora, as pessoas já começaram a se reunir nos bares e a cantarem alto. Um grupo de bêbados entra na biblioteca, são civis. Eles começam a fazer uma algazarra e derrubar algumas coisas acidentalmente. Não é um crime, mas poderia ter machucado uma das crianças. Richard está próximo do local e Raven desce do seu posto de vigia para resolver o problema.

- Ei, seus idiotas. Esse é um evento beneficente, se querem criar confusão vão para outro lugar - uma mulher grita saindo de um dos corredores - Deeesssscuuulpa - um dos bêbados se curva derrubando cerveja no sapato dela. A beldade faz uma cara de raiva e acerta um soco bem no nariz do homem. O restante do grupo avança com intenção de lutar. Estão desarmados.

    Raven chega ao local. A moça é uma conhecida de Richard, uma velha amiga. Até onde ele sabia, ela estava viajando a trabalho em uma ilha próxima. São seis bêbados e a mulher.


Raven e Richard Noite Shells Town
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MensagemAssunto: Re: Ep 1: O médico e o marinheiro   Ep 1: O médico e o marinheiro - Página 5 EmptySex 29 Jan 2021, 18:37




Raven Nevar




- Ok, obrigada. - Respondeu a tontatta de forma sucinta quando um dos funcionários a avistava observando um livro com título interessante e se manifestava, oferecendo uma cópia para ela. Gravando a fisionomia do homem para poder procura-lo quando o evento chegasse ao fim, a pequenina voltou a fazer suas rondas, e para sua grande decepção, nada acontecia. ”Bom, existe sempre o próximo dia. E pensando bem, não é tão ruim assim. E se fosse algum monstro como Lil’Zeph ou a Tenente Mare? Eu só poderia tentar escapar, e isso não seria muito bom para minha imagem não é mesmo? Tsc.” Cheia de desdém para consigo mesma, a jovem já havia se conformado, quando, próximo ao fim do evento, a chance que ela esperava apareceu.

”Eles parecem ser simples civis bêbados...” Analisando a situação, ela ficou um pouco decepcionada enquanto se esgueirava para perto do grupo. Se fossem criminosos, Raven poderia simplesmente partir para cima com a ninjaken e deixar o sangue fluir pelo piso daquele lugar, mas contra pessoas bêbadas, ela não sabia ao certo o que fazer. Para piorar as coisas, a primeira a usar agressão física não era um deles, mas sim a outra parte, uma mulher. ”O melhor vai ser usar o que aprendi no treino de hoje e tentar evitar que a briga se espalhe, tentar ganhar tempo para que os outros cheguem aqui e me ajudem a deter os sete.”

Com um plano em mente, a tontatta pretendia avançar ainda mais quando viu que um marinheiro também estava próximo, e logo mudou de ideia. Tentando ainda se manter escondida enquanto avançava, quer fosse usando estantes, sombras, ou pessoas como proteção, ela tentaria chegar atrás do grupo de bêbados e se fosse possível, tentaria subir em um local que fosse mais alto que os homens, e próximo o suficiente para que ela pudesse alcança-los em um salto.

”Vamos ver primeiro como ele vai lidar com isso.” Sendo o primeiro dia dela na marinha, observar alguém mais experiente parecia melhor. Não apenas isso, mas no fundo ela sabia que o ideal seria tentar separar os dois grupos entrando no meio e usando palavras, o problema dela era que por conta da sua altura a primeira parte seria pouco pratica, e ela simplesmente não era boa com a segunda.

Se o marinheiro em questão conseguisse acalmar a situação sozinho usando o poder da Marinha e do verbo para tal, a pequena apenas suspiraria e daria de ombros. No fim não havia sido necessário agir, e provavelmente ninguém sequer saberia que ela esteve ali. No entanto, se o estado de embriaguez tivesse tirado o bom senso daqueles homens a ponto que ignorassem um marinheiro, ou até mesmo que fossem agressivos contra ele, um sorrisinho de canto de boca seria formado pelos lábios dela.

Raven acreditava que não importava se fossem arruaceiros, criminosos, piratas, caçadores ou marinheiros, quando um grupo se formava, um líder tendia a aparecer. Talvez fosse o mais forte, talvez fosse o melhor com palavras, o instigador. Independentemente, enquanto observava, Raven tentaria identificar o líder do grupo de bêbados e se a situação não fosse contida pelo outro marinheiro, faria da pessoa identificada o seu alvo inicial, mas se não conseguisse definir um dente eles, atacaria as costas do arruaceiro que estivesse mais recuado.

Desde que tivesse conseguido encontrar um lugar mais alto que os homens, ela saltaria contra as costas do seu alvo, dando cambalhotas no ar, vinda de cima para baixo, visando atingir a com a planta dos pés a região logo abaixo da nuca da pessoa em questão, pretendendo desacorda-la de uma vez só. Dobrando ambas pernas estendidas, ela faria mais uma pirueta e aterrissaria no chão. Caso o ataque houvesse sido contra o último do grupo, e ela ainda estivesse atrás do resto, não pensaria duas vezes antes de pegar impulso e usando toda sua velocidade sacar a ninjaken, visando a região logo acima do calcanhar de um dos pés do que estivesse mais próximo. Ela não tentaria decepar o pé de ninguém, infelizmente, apenas fazer cortes que causassem dor e dificultassem que a pessoa colocasse força no pé, ficando assim desequilibradas, e possivelmente fazendo-as cair.

Um corte da direita para esquerda, um corte da esquerda para direita, passando entre as pernas, pegando todos por trás, fazendo gigantes tombarem no chão. Se possível Raven faria isso com todos os seis, mas sabia que alguém acabaria por notar sua presença, e nesse momento ela avançaria para o lado do outro marinheiro, tendo a ninjaken posicionada defensivamente de forma que se tentassem chuta-la, ou pisar nela, encontrariam ao invés a ponta da sua arma para encontra-los, perfurando seus pés, enquanto ela própria usaria a força do chute para recuar e analisar a situação.

Se chegasse ao lado do marinheiro, se voltaria para os homens falando o mais alto que pudesse. - Parados aí! Estão loucos ou querem ser presos? Talvez ganhar uma recompensa em cima das suas cabeças, para serem caçados?! Como ousam atacar um marinheiro? - Não sabia se surtiria algum efeito, mas considerando que haveria ferido alguns deles, talvez a dor e o aviso os deixassem mais sóbrios.

Se de início ela não estivesse em um lugar mais alto, não daria o primeiro golpe, se contendo aos cortes com a ninjaken para tentar faze-los cair ao chão. Da mesma forma, se conseguisse deter o líder no primeiro golpe, e ele estivesse à frente do grupo de modo que fosse inviável cortar acima dos calcanhares dos outros sem ser imediatamente vista, ela se conteria a sacar a ninjaken e dar seu “aviso”, esperando que a queda do líder tirasse a coragem que o álcool dera aos outros. Se eles não escutassem e continuassem a atacar, a pequenina começaria a se defender com a ponta da ninjaken, usando os golpes recebidos para se afastar um pouco e aí sim, começaria a mirar um contra-ataque nas pernas dos homens.



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MensagemAssunto: Re: Ep 1: O médico e o marinheiro   Ep 1: O médico e o marinheiro - Página 5 EmptySex 29 Jan 2021, 21:54


~ Post 20 ~

- Angie!? - Exclamaria, levantando uma sobrancelha, surpreso pela aparição dela naquele lugar.

Angelica, aquela moça, era uma velha amiga de infância. Apesar do fato de que nós dois moramos na mesma cidade, até onde eu sabia ele estava em uma ilha vizinha no momento, então vê-la surgir assim em um momento inusitado como esse não era algo que eu estava esperando quando decidi vir ajudar na ação beneficente. Ainda assim, estava feliz em vê-la, e minha expressão de surpresa rapidamente se transformaria em um sorriso confiante.

Eu tinha muita coisa pra falar pra ela já que não nos víamos há algum tempo, mas agora não era hora para isso, afinal, tinha um grupo de bêbados causando problemas no local. Eles estavam estragando a alegria daquelas crianças, e isso era algo que eu não podia permitir, sendo marinheiro ou não. - Não se preocupem. - Falaria para as crianças perto de mim, em um tom confiante para não deixá-las preocupadas. - Eu cuido disso. - Em seguida,  faria uma expressão séria e andaria calmamente até próximo de onde estavam os arruaceiros.

- Senhores, este lugar é uma biblioteca. - Falaria, encarando-os. - E no momento estamos realizando um evento beneficente patrocinado pela marinha. Então, se quiserem pegar algum livro, peço que voltem outro dia. - Eu não queria lutar por vários motivos, um deles era que isso estragaria o dia das crianças e provavelmente também a ação, o outro era que eu ainda não estava totalmente recuperado da minha luta hoje de manhã, então decidi que o ideal seria evitar a luta antes que ela possa começar. - Mas caso estejam aqui para causar confusão, vou ter que pedir para se retirarem. - Meu olhar ficava ainda mais afiado ao continuar: - E se vocês não se retirarem voluntariamente, a marinha fará seu trabalho e vai retirar vocês à força.

Esperaria a resposta dos homens, ficaria atento a qualquer sinal de agressão. Se eu percebesse qualquer indício que uma luta aconteceria, imediatamente colocaria minha mão na empunhadura da minha ninjaken, mas não puxaria a arma antes de que algum dos bêbados atacasse. Minha prioridade era proteger os civis e principalmente as crianças do local, então assim que tivesse confirmação de uma luta começando, eu gritaria virando minha atenção para os civis e outros marinheiros que estivessem escutando: - Pessoal! Peguem as crianças agora mesmo e saiam todos do prédio!!! - Em seguida, puxaria minha ninjaken do cinto e flexionaria os joelhos, virando a ponta dela para o inimigo mais próximo.

Caso algum dos bêbados partisse para atacar algum civil ou criança, eu rapidamente me moveria na direção do alvo do ataque e tentaria puxá-lo para longe da trajetória do golpe, faria isso quantas vezes fossem necessárias. Se isso não for possível, apenas me jogaria na frente do ataque, afinal, era meu dever como marinheiro fazer de tudo para defender a vida das pessoas inocentes. Caso eu perceba algum ataque direcionado a mim, tentaria rapidamente retirar meu corpo da trajetória, se por acaso isso não for possível, rolaria na direção oposta e saltaria para alguma direção onde haja espaço para tal. Faria o possível para me esquivar quantas vezes fosse necessário, sempre retirando meu corpo da trajetória do golpe inimigo ou até dando saltos para trás. Se por acaso ver uma abertura na guarda de um dos inimigos, colocaria toda a minha força na mão direita e desferiria uma sequência de cortes horizontais e verticais mirando áreas não letais do corpo deles, como braços e pernas por exemplo, afinal, meu objetivo aqui não era matar ninguém. Lutaria dessa forma contra quantos inimigos fosse necessário.

Caso mais de um inimigo me ataque ao mesmo tempo, rolaria para trás o mais rápido que pudesse e tentaria sair do alcance deles, lutaria ainda mais defensivamente por estar em desvantagem numérica, e evitaria atacar, focando toda a minha energia para esquivar e evitar os ataques com rolamentos e saltos, e também em proteger os civis presentes se ainda tivesse algum.

Se por acaso Angelica me cumprimente em algum ponto ou eu acabe perto dela, eu rapidamente olharia na sua direção com um sorriso amigável  e falaria: - Angie! Há quanto tempo! - E então continuaria: - Tenho muita coisa pra te contar, mas é melhor deixar isso pra depois que resolvermos essa situação aqui!




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