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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Demolishing the Wonderful

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MensagemAssunto: Demolishing the Wonderful   Demolishing the Wonderful - Página 7 EmptySex 13 Dez 2019, 00:13

Relembrando a primeira mensagem :

Demolishing the Wonderful

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Asger. A qual não possui narrador definido.


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Achiles
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MensagemAssunto: Re: Demolishing the Wonderful   Demolishing the Wonderful - Página 7 EmptyQui 20 Fev 2020, 00:09

Demolishing the

Wonderful

A primeira reação que eu tinha sobre aqueles homens que eram escutado ao longe proferindo suas ordens tolas era surpresa, pois não imaginava nem um pouco dos meus atiradores perdendo para aqueles seres imundos que sequer conseguem limpar o cú direito. O mais incrível de tudo isso era que aquele homem que nos enfrentava abria um sorriso como se a situação fosse mudar para favorável para eles, tolos... Não deveriam estar subestimando os tritões.

O homem do qual enfrentávamos já havia se provado ser alguém com uma característica única de alguns humanos, eles serem capazes de se destacar acima dos outros e fazer com que a sua força fosse algo parecido com a de um tritão. Outros exemplos disso eram Randolph e Desire, ambos líderes de Jingle Bell Island que haviam mostrado essa peculiaridade observada em alguns de sua raça. Em meio ao meu ataque que não dava certo, acabava sendo acertado pela sua lâmina que abria um corte minimamente irritante em meu torso quase por completo, o problema maior era que Sylph não conseguia acertá-lo com seu tridente e a primeira ofensiva havia falhado por completo.

Contudo, a minha investida de maneira a empurrá-lo contra as caixas dava certo e elas caiam pela física em cima de sua cabeça o que me deixava ainda mais feliz de ver aquela cena, embora soubesse que o combate ainda não tinha finalizado, pois um homem que estava se comportando daquela maneira não morreria após algumas caixinhas... Nem mesmo se houvesse kairouseki nelas.

O segundo problema havia surgido em meio a ofensiva recente, o ataque havia sido bom para empurrá-lo nas caixas, mas a minha companheira ainda estava se recuperando da falha recente. O lado bom desse intervalo no combate era que tínhamos agora um mínimo de tempo para analisar o campo de combate ao lado. Laezar parecia estar tendo grandes problemas contra a quantidade de inimigos que estavam a enfrenta-lo e eu não conseguia ajuda-lo tendo que lidar com o espadachim a minha frente, ele apresentava estar ferido e imaginava que seria um problema se ele continuasse daquela maneira... Tinha que ajuda-lo... Quanto a Saulo e Envy pareciam estar lidando melhor contra a situação, criando coberturas para protege-los em meio a troca de tiros constante que estavam.

- Lá vem mais um para se tornar comida de peixe! Hahaha! – Sorriria e comentaria após ouvir o que aqueles tolos estavam começando a dizer, novamente nos subestimando. – Vocês estão preparados para presenciar o que é o verdadeiro caos? Presenciar o fim do mundo para vocês?! Então, venham, seus tolos. Saboreiem o Apocalipse! – Abriria os meus braços para as laterais chamando os filhas da puta para xixá e pronto para dar um baita de um couro naqueles humanos que pensavam serem os gostosões.

- Sylph, retaguarda. – Não precisaria nem trocar olhares com ela para que a sirena entendesse a sua função, naquele momento, em meio a um certo receio de estar enfrentando dois seres com a famosa peculiaridade citada anteriormente, tinha que estar mais preparado e pela primeira vez em todo aquele embate, respiraria profundo e esperaria que eles se aproximassem.

Em meio a essa espera, tentaria ver se não havia nenhuma caixa por perto ou qualquer tipo de estilhaço, este seria o primeiro ponto para a minha defesa. Não me importaria com quem viesse primeiro, contaria cada milésimo de segundo enquanto a minha percepção permitisse, manteria-me próximo de tal objeto e quando notasse ser o momento ideal, agarraria e jogaria para cima, não importando a distância ou força de tal para cima, apenas aplicando a força necessária para que ele subisse o bastante para ser uma distração.

Para aqueles que já tiveram coragem de jogar uma pedra para cima e torcer para ela não cair na sua cabeça, esta era uma daquelas situações... Independente disso, no momento exato em que a caixa saísse de minhas mãos e ao menos, fizesse o inimigo desviar o olhar, meus pés impulsionariam todo o meu corpo para frente. Ah, mas não seria um ataque direto, desta vez, escorregaria em meio ao solo como uma rasteira para cima daquele homem, não usando os pés, mas as mãos quase como um jogador de futebol americano tentando dar um dive. Tendo ao menos alcançado, tendo o derrubado junto ou não, aproveitaria da curta distância para tentar acertar uma cotovelada na junta do membro mais próximo, tentando acertar pela lateral para que conseguisse provocar um mínimo dano e possivelmente uma redução do movimento daquele membro.

Era óbvio que meu ataque não poderia ficar desprotegido e era por isso que Sylph estaria pronta para cuidar da minha retaguarda como havia planejado anteriormente. Tentando manter a curta distância, levantaria o meu corpo ainda segurando meu inimigo, tentando segurar em sua veste ou qualquer membro para que tivesse maior apoio, em meio a isso, empurraria-o usando dos meus pés. Notando qualquer ofensiva como uma coronhada ou similar, procuraria colocar um dos braços para bloquear tal golpe, principalmente em meu crânio.

Estando de pé, de uma maneira ou outra, seria aqui que o meu verdadeiro ataque começaria, respiraria profundamente e usando da mão que não estaria presa a veste ou membro (provavelmente a que tivesse usado em meio ao bloqueio, se este fora ocorrido), tentaria golpeá-lo em seu plexo solar, tentando retirar o ar de seus pulmões. Após o golpe, independente do resultado, não recuaria, manteria o meu braço sempre o segurando por perto e repetiria o mesmo movimento mais uma duas ou três vezes e apenas quando tivesse notado que ele não reagiria ao próximo golpe que o faria, vindo primeiramente em um gancho vertical de baixo para cima em direção ao seu queixo e os outros dois golpes viriam diretamente em seu crânio com a palma da mão fechada.

Em meio a essa troca de golpes, manteria sempre o meu bloqueio em alto, não queria ser atingido novamente por qualquer golpe perto de sua espada, principalmente em meu tórax. Por isso, a mesma mão que estivesse batendo também seria a do bloqueio, não necessariamente disputando forças com o homem, mas tentando repelir o seu ataque e direcionar ele para outra direção que não fosse a do meu corpo. Mas, notando que meu golpe seria um causador maior de dano que ele (pela distância, força ou ângulo), não interromperia ele para bloquear, nesse caso, até mesmo colocaria ainda mais força e velocidade.

O importante era que Sylph conseguisse segurar Zack tempo o suficiente para que, pelo menos, um dos meus golpes havia encaixado. Tendo nocauteado aquele espadachim ou não, o empurraria, fosse com um chute frontal ou apenas um empurrão normal (o que fosse mais fácil naquele momento) e entraria na frente de qualquer golpe que o inimigo estivesse prestes a dar, procurando bloqueá-lo com as minhas mãos e dar mais liberdade para a sirena agir, fosse recuando, recuperando de algum golpe ou até mesmo atacando. Sorriria para aquele humano, um sorriso de maneira diabólica mostrando que não estava ali para brincadeira.

Tanto o homem da Blaze Furious como o de Zouko eram usufruidores do estilo de combate usando espadas e resistir aos seus golpes usando a minha pele não era uma tarefa não agradável naquelas circunstâncias, por isso, a todo momento estaria tentando usar as minhas manoplas para que elas estivessem no ângulo certo e no momento certo. O bloqueio não era das minhas especialidades, mas facilitaria para resistir aos golpes em áreas mais duras.

Como grande parte dessa “defesa” havia sido focada em golpear o homem ferido da Blaze, os contra-golpes viriam mais para a parte do homem da Zouko, meus passos seriam observar o movimento de sua katana, procurando analisar como que aquele inimigo começava os seus combates e também a seriedade de seus golpes, moveria-me constantemente contra aquele homem, tentando sim bloquear os seus golpes mas também tentando encontrar brechas em seus ataques e estas seriam os momentos que exploraria. Um movimento mais pesado que acabasse por dificultar em seu recuo era o que mais aproveitaria para golpear, usando da minha aceleração natural para ir em direção a aquela área e tentando encaixar o golpe com grande força naquela região.


Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Demolishing the Wonderful   Demolishing the Wonderful - Página 7 EmptyQui 20 Fev 2020, 18:56



Post.30



O combate estava escalando a um nível grande periculosidade, não por falha estratégica mas sim pela surpreendente força que a tríplice aliança tinha, afinal no dia anterior Asger não poderia imaginar que aquele espadachim seria tão resistente, ainda mais considerando que ele e Laezar tinham lutado de igual para igual em um momento que três pessoas lutavam entre si, fora isso ele nunca imaginaria que o patético grupo dos irmãos Zouko seria uma figura marcante naquele ação criminal, mas ali estavam eles de pé se achando iguais ou até mesmo superiores que o tritão que apareceu para interferir os seus negócios.

- Para um peixe imundo você fala muito! - O espadachim do BF (Blaze Furious) já estava completamente irritado, manuseando sua espada de um lado para o outro ele se livrou do resto das caixas que continuavam em seu caminho e fazendo uma passagem para o seu avanço enquanto corria em direção de Asger. O tritão por sua vez pegou a caixa atrás dele, um caixote de quase um metro quadrado que antes ele tinha usado como impulso para o seu salto, jogando o objeto para o alto ele via que para o espadachim BF aquilo não fazia a mínima diferença, com se estivesse com sangue nos olhos ele via apenas Asger naquele momento, já o segundo espadachim o tal Zack, ele estava mais lúcido e por isso levou a mão até a empunhadura de sua katana enquanto olhou por um breve momento o caixote subindo, talvez imaginando que era um ataque e não uma distração.

Não demorou muito para Zack perceber o seu erro mas mesmo que a informação tenha vindo rápida em sua cabeça, já era tarde demais para o seu corpo, enquanto o outro oponente fazia seu caminho urrando em furia quebrando os obstáculos à sua frente, Asger disparou contra um dos Irmãos Zouko com Sylph vindo logo atrás. Fazendo seu caminho pela metade do caminho para então deslizar a outra metade, Zack era pego com a guarda baixa naquele breve segundo que ele tinha se distraído, sem ainda ter montado sua base ele acabou sendo derrubado pelo o mergulho do tritão o que fazia os dois ficarem no chão próximos um do outro.

- Argh.. - Imediatamente o homem sacou sua katana e a movimentou em direção do tritão, pela a curta distância e a situação atual o golpe era um tanto desajeitado mas era o suficiente para acertar o tritão, afinal como ele poderia esperar que Sylph o protegesse quando os dois homens estavam deitados um do lado do outro, tudo que Asger pode fazer para aliviar o dano foi posicionar o seu antebraço no caminho do golpe e sofrer de algum dano, nada muito grave e muito menos profundo mas um novo corte surgia fazendo o seu sangue escorre.

Com a lâmina em contato com sua pele o tritão repeliu a mesma em um movimento bruto e com o mesmo braço executou uma cotovelada no ombro de Zack fazendo o espadachim grunhir de dor, com a mesma mão ele pegou no colarinho do espadachim e se levantou levando Zack com ele. A distância tão próxima era desfavorável para o espadachim mas ele não tinha escolhas se não atacar, arriscando uma estocada contra o homem baiacu, Asger respondia socando o golpe e imediatamente repelindo o mesmo, de tal trocação ele poderia entender que Zack era mais fraco que o outro espadachim em questão de força mas dado aos golpes que ele executou até então poderia dizer que ele era mais rápido.

Asger começou a socar o homem uma e depois repetiu o movimento apenas ouvindo o humano grunhir de dor mas no terceiro golpe ele girou sua katana quase como se fosse um ponteiro de relógio na frente de seu corpo acertando a mão rígida que o segurava fazendo um pequeno corte no pulso do tritão, talvez se ele fosse tão forte aquele golpe teria sido o bastante para cortar a mão de Asger, isso claro se o homem baiacu não fosse tão resistente. Por fim o tritão acabava empurrando o espadachim para trás quase o fazendo cair, Zack já cuspiu um pouco de sangue devido ao dano tomado mas ele ainda estava de pé. - Okay… Acho que não é atoa que perdi metade dos homens naquela droga de bar... - Comentou o espadachim cuspindo o sangue de sua boca e assumindo sua postura de luta.

- BLAZE IMPACT! - Após tal grito o tritão só pode ouvir um grande estrondo para logo em seguida ouvir o grito de Sylph, ele até poderia se arriscar e olhar o que tinha acontecido mas talvez tal ação tivesse um risco para ele assim como olhar para um caixa no alto tinha sido um risco para Zack. Todos continuavam lutando em seus respectivo setores, no andar de cima Asger não fazia ideia do que estava acontecendo, do outro lado do galpão ele lembrava que os irmãos trocavam tiro com alguém e claro Laezar ainda poderia estar lutando contra o restante dos criminosos.

Citação :
Observação: Esses desconhecido destacados ai em baixo pode apenas para te deixar ansioso ou podem ser ferimentos mesmo, nunca se sabe Demolishing the Wonderful - Página 7 344152600
Tu pode deixar um tempinho para analisar as coisas à sua volta mas isso vai ser considerado uma ação tipo no d&d ou em tormenta quando vc deixa de atacar para fazer uma outra coisa afinal aqui temos a velocidade de movimento.
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SP: 97
Ferimentos:
• Corte grande do peito ao abdômen - Não tratado
• Corte pequeno no antebraço - Não tratado
• Corte pequeno no pulso - Não tratado

Condições:
• Laezar - Ferido Desconhecido
• Sylph - Ferido Desconhecido
• Saulo - Desconhecido Desconhecido
• Envy - Desconhecido Desconhecido
Informações:
 

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MensagemAssunto: Re: Demolishing the Wonderful   Demolishing the Wonderful - Página 7 EmptySab 22 Fev 2020, 14:56

Demolishing the

Wonderful

O espadachim tinha uma visão muito mais sanguinária dos acontecimentos, a ira já possuía o seu corpo e a minha distração não funcionava, mas quanto a Zack, aquilo funcionava perfeitamente. A nossa luta estava em próxima e me rendia um corte no antebraço, não era nada preocupante já que eu tinha a vantagem naquele estilo de combate, conseguindo levantá-lo e golpeá-lo, já começando a minha análise sobre o seu estilo de luta e percebendo logo de cara que ele era mais ágil do que forte, talvez o oposto do espadachim da Blaze.

Uma série de eventos acontecia logo após aquilo que me deixavam preocupado, Sylph estava em apuros lutando contra aquele espadachim ao ouvir que ele tinha usado uma técnica. Zack havia caído diante da minha força e começava a reconhecer a capacidade de um tritão e a força que eu tinha. Quase como um calafrio que subia pela minha espinha, sabia que tinha algo de errado. Não apenas com Sylph, mas provavelmente com os meus outros companheiros. Éramos fortes, mas os números não estavam tão favoráveis e pelas observações que tinha feito anteriormente mostravam que a preocupação era clara.

OK... Asger... Concentra... Confie em seus companheiros... Não os abandone, mas deixem que mostrem o quão forte é a sua raça... Pensamentos e mais pensamentos invadiam a minha cabeça, me levando até o mesmo dia em que eu subestimei aqueles homens e toda a minha embarcação foi invadida, destruída e minha tripulação morta diante dos meus olhos. Não queria ver aquilo acontecendo em nenhum momento e sabia que para isso eu deveria manter-me focado e acabar os combates o mais rápido que pudesse. – Apenas metade? Perderá todos hoje, inclusive a sua vida. – Respiraria profundamente e avançaria sem perder tempo, correria o mais rápido em direção a Zack procurando não deixar tempo para que ele levantasse.

Como o homem era mais ágil, a chance de eu acertá-lo antes que se levantasse era mínima, por isso a ideia era fazer com que ele pensasse que eu faria tal. Agindo igual um bruto e correndo em velocidade para cima dele, no momento que percebesse que ele estaria a rolar pelo chão ou levantar de outra forma, eu partiria para o ponto futuro de meu inimigo, iniciando um dash em sua direção da forma mais rápida que pudesse. Posicionaria meu braço direito em L colado a minha costela enquanto que o esquerdo estaria mais aberto como se tivesse posicionando uma mira.

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Ao estar próximo o suficiente para acertar um golpe nele, tentaria focar em acertar o seu plexo solar, de maneira que ele não tivesse mais fôlego para se movimentar facilmente. Se percebesse que estaria muito difícil para acertá-lo nessa posição, tentaria focar em sua coluna ou um de seus joelhos, preferindo acertar a lateral de tal, todos esses golpes estariam sendo executados como um golpe direto, exceto o dos joelhos que seria um gancho. Conseguindo acertar qualquer golpe desse estilo, focaria então em seu rosto e pescoço, os golpes seguintes seriam mais diretos, um em direção ao seu olho, tentando abrir um corte em seu supercílio e fazer o sangramento atrapalhar a sua visão, o outro seria usando ambas as palmas para prensar a sua cabeça entre minhas mãos, procurando acertar diretamente em seus ouvidos e desnorteá-lo. Tendo a sua atenção, focaria em acertar mais um golpe em direção ao seu abdome e quando ele viesse a contorcer para baixo em seu movimento, o que era normal, usaria um gancho vertical para nocauteá-lo.

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Contudo, havia a chance dele se esquivar de tal ataque pela agilidade dele, com isso, eu não pararia, procuraria girar o meu corpo em meio ao ar se passasse direto dele, virando a minha cabeça para não o perder de vista. Concentrando meus olhos no inimigo a minha frente, golpearia sem piedade. Manteria os meus joelhos flexionados devido a postura do karatê tritão e avançaria através de dashs da forma mais rápida possível. Tentaria não ser previsível, atacando sem ter um tempo certo para isso ou em meio a um ataque dele, usando da minha ofensiva como uma defensiva propriamente dita. No momento que percebesse que meu inimigo estava pronto para me acertar um golpe, tentaria golpear a sua espada ou membro que estaria usando para me atacar, usando da forma mais fácil naquele momento, independente do jeito que batesse. De preferência, a sempre defletir os seus golpes e abrir a sua guarda, com isso, avançaria ainda mais rápido e de uma forma direta para conseguir quebrar ainda mais a sua guarda através de uma investida.

Tendo sucesso em meu ataque de alguma forma e trazendo a sua guarda baixa, tentaria encaixar a mesma sequência planejada anteriormente (Sherlock) e visar acabar com aquele combate da forma mais rápida possível, não necessitando mata-lo naquele exato momento. Só voltaria para o espadachim quando aquele meu inimigo estivesse no chão, nocauteado ou morto. – Um já foi. – E no momento em que visse o espadachim, respiraria profundo fazendo com que meus braços ficassem mais poderosos, comprimindo-os e os expandindo em seguida. Usando da minha velocidade para tentar atacar aquele homem da forma mais fácil possível, tentando em um avanço acertar o seu rosto com um dos braços e com o outro, em um movimento sequencial, acertar a boca de seu estômago. Da mesma forma realizada antes, minha defesa seria focada em acertar o próprio ataque, não necessariamente disputando forças, mas defletindo os golpes ou conseguindo fazê-lo errar.

Em qualquer momento que percebesse que estaria para ser acertado e não haveria outra chance de me defender, abaixar a minha cabeça e giraria as minhas costas, deixando-as expostas e tentando seduzi-lo a acertar bem no meio delas. Quando isso acontecesse, sorriria, pois a espada estaria ali para bloquear aquele dano e fazer que com isso surpreendesse meu inimigo, onde giraria novamente até ele e forçaria um ataque.


Histórico:
 

Objetivos:
 

Descrição do Item:
 


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Ficha na Sign

Arco 01 - Budou Island
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Arco 02 - Grand Line
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MensagemAssunto: Re: Demolishing the Wonderful   Demolishing the Wonderful - Página 7 EmptySab 22 Fev 2020, 20:11



Post.31



Asger não deixava que o conflito ocorrendo atrás de suas costas o distraísse de sua luta, ele decidiu confiar em Sylph e nas suas habilidades para lidar com aquele inimigo enquanto ele mesmo se preocupava com Zack que estava em pé a sua frente. O espadachim já fazia menção de sacar a sua katana mas em vez disso ele disparou em direção do tritão que fazia o mesmo contra ele, a diferença entre a velocidade de cada um era grande, antes mesmo de Asger ser capaz de chegar na metade do percurso ele pode ouvir a voz do espadachim. - Estilo sônico nº.1: Horizonte! - E um grande corte surgiu no lado esquerdo do abdômen de Asger abrindo uma ferida acima de sua cintura e dessa vez era um ferimento doloroso diferente dos demais que recebeu naquele dia, o Zouko já estava alguns metros atrás do tritão após tal troca assumindo mais uma vez sua postura de combate com a katana embainhada e base de pernas montada.

Não era como se o Zouko fosse super veloz, ele era rápido mas nada que desaparecesse diante dos olhos do tritão, o problema era que ainda assim Zack era mais rápido que Asger e ainda tinha técnica o suficiente para causar dano contra a carne o homem-baiacu caso ele baixasse sua guarda e caso Zack também se esforçasse utilizando de alguma técnica. Apocalipse não queria deixar aquilo daquela forma, resistindo aos efeitos que aquela ferida poderia trazer como choque ou medo o tritão tentou investir com dash em direção de Zack mas o homem fazia o mesmo movimento para manter alguma distância de Asger parecendo agora levar o tritão a sério. O karateca distribuiu seus golpes enquanto o espadachim movimentava seu corpo esquivando aqui e ali, em resposta o espadachim tentou golpear manuseando a sua espada mas o tritão por vezes repelia atacando um movimento ou outro e respondendo tais ações com um ataque que por fim fazia aquele ciclo de ataques e esquivas perpetuar por um tempo.

O tritão não dava tempo para o espadachim preparar mais uma de suas técnicas mas ao mesmo tempo ele não conseguia encaixar um golpe contra seu oponente, o ciclo de ataque, esquiva, ataque, deflete, ficou girando enquanto os lutadores davam dash de um lado para o outro no corredor daquele galpão derrubando ou quebrando caixas que ficavam no seu caminho até que por milésimo de segundo Zack bateu com as suas costas contra uma parede, perdendo sua noção espacial por um momento o que permitiu Asger de encaixar a sua sequência. O primeiro soco encaixou em cheio forçando o corpo de Zack contra a parede de madeira para logo em seguida, ao completar a sequência, o mesmo voasse pela parede criando ali buraco entre aquele cômodo e um outro.

Asger só pode ver o Zouko voar para o outro cômodo batendo na outra parede do mesmo e imediatamente desmaiando ali não dando para saber se ele teria ou não morrido, no entanto as surpresas não acabam aí. - Mas que ótario… Devia ter feito que nem eu... - Asger ouvia a voz do Espadachim dos Blaze Furious soando de forma diferente. - Se tivesse usado o soro não tinha acabado assim! - Agora ele via a forma estranha que aquele espadachim tinha assumido, não só estranha como quase medonha, seus músculos tinham aumentado quase duas vezes de tamanho, as veias expostas pareciam brilhar em um cor Asger poderia lembrar bem, assim como o caçador de Jingle Bell Island aquele homem estava sobre o efeito daquela misteriosa droga que fortalecia aqueles que a consumiam.

Enquanto o humano caminhava com um horripilante sorriso em sua boca e suas escleras vermelhas devido às pequenas veias que brotavam na região, Asger procurava algum sinal de Sylph e ao olhar alguns metros de onde ele estava antes ele poderia ver o corpo da sereia caído no chão com uma cratera na parede atrás dela, similar ao caso do Zack, Sylph tinha uma perfuração no seu abdômen, o sangue não saia só pela ferida como também escorria pela a boca da mulher em um cena triste. Era difícil de saber se ela estava morta ou apenas desacordada mas era claro que a sua situação era crítica, outra coisa que poderia incomodar Asger ou que talvez ele sequer percebesse dada a situação era que o tridente dele não estava a vista naquele momento.

Indo para cima do homem o espadachim sequer fez menção de se defender ou esquivar, deixou o golpe de Asger acertar a boca de seu estômago e de uma forma estranha o tritão sentiu que seu golpe gerava algum impacto mas de repente, após o humano tomar aquele maldito soro, os golpes do tritão pareciam ou causar menos dano que antes, ao ponto do humano sequer demonstrar a dor sentida, ou ele simplesmente tomou o dano mas a dor não o incomodava ou tampouco seria sentida. - PATÉTICO! - Com uma mão o espadachim segurou o braço de Asger impedindo qualquer movimentação do tritão e imediatamente fincou a sua lâmina na coxa esquerda de Asger, a exuberante espada atravessou a carne do tritão com certa dificuldade mas o bastante para que a ponta chegasse do outro lado da coxa do tritão de uma forma que definitivamente afetaria a sua movimentação durante aquela luta. - KYAKAKAKAKA!!! PATÉTICO, PATÉTICO, PATÉTICO!!! ISSO É O QUE VOCÊ GANHA POR MEXER COMIGO PORRA! - O homem parecia ter perdido sua razão agindo como uma besta voltada para a violência.

Citação :
Observação:
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SP: 97
Ferimentos:
• Corte grande do peito ao abdômen - Não tratado
• Corte pequeno no antebraço - Não tratado
• Corte pequeno no pulso - Não tratado
• Corte comprido no abdômen - Não tratado
• Perfuração na coxa - Não tratado

Condições:
• Laezar - Ferido DesconhecidoDesconhecido
• Sylph - Ferido DesconhecidoDesconhecido
• Saulo - DesconhecidoDesconhecidoDesconhecido
• Envy - DesconhecidoDesconhecidoDesconhecido
Informações:
 

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MensagemAssunto: Re: Demolishing the Wonderful   Demolishing the Wonderful - Página 7 EmptyDom 23 Fev 2020, 22:40

Demolishing the

Wonderful

Aquele homem com a sua katana tinha uma velocidade acima dos demais que tinha encontrado por ali e sua espada fora capaz de me ferir com um avanço, era óbvio que não deixaria aquilo simplesmente passar em branco e conseguia ver o seu estilo de combate bem mais de perto enquanto que os nossos corpos agiam para tentar matar um ao outro com uma grande velocidade. Por onde passávamos, deixávamos um rastro de nosso combate, caixas e outros objetos sendo destruídos enquanto que as esquivas, deflexões e outros tipos de movimentos iam e vinham.

O meu coração pulsou mais forte quando o meu inimigo errou em não perceber o seu espaço e o que estava ao seu redor, batendo suas costas contra a parede e sendo alvejado por diversos socos potentes meus e caindo desmaiado após um buraco na parte. – E fique assim, seu merda. – Cuspiria no chão e a voz daquele espadachim da Blaze Furious se tornava algo bem horripilante de ser escutada e os motivos eram piores. Ao olhar para trás conseguia ver a sua aparência mostrando ter sido mais um alvo do efeito daquele soro devastador, um soro que tinha certeza que Kraven estava com o dedo no meio devido ao meu encontro com Elizabeth em sua masmorra subterrânea, por onde tive que passar por bons perrengues antes de sair de lá.

Não só a sua força tinha aumentado, como também conseguia ver que a sua aura tinha piorado, sua voz ficado totalmente diferente e a pior cena estava a minha frente, minha companheira caída e com uma grande perfuração em seu abdome, quase morta e com certeza em uma situação crítica. A minha fúria crescia tanto quanto um poder daquele poder daquele se fosse injetado em minhas veias.

O meu avanço contra aquele homem mostrou-se quase semelhante aos demais usuários daquele soro, ele sequer sentia o meu golpe ou recuava diante daquele meu poder, seu corpo apenas tinha o impacto e eu era o alvo de seu ataque, mostrando que a sua espada, pela primeira vez naquele combate ou pela primeira vez desde que eu voltei em minha vida pirata, capaz de perfurar qualquer parte do meu corpo.

Os fatos começavam a passar em minha cabeça enquanto que a dor desorientava alguns dos meus sentidos e ficava pensando apenas em maneiras de conseguir fugir do seu agarre, o medo era algo natural e o corpo sempre tentava fazer com que nós regredíssemos diante dele, natural de qualquer ser que se sente minimamente intimidado. Asger... Pensa... Das últimas vezes que lutei contra inimigos assim, eles não foram capazes de sentir a dor, mas sofriam da mesma forma. O impacto foi forte, o bastante para machucá-lo e tenho certeza que não vou conseguir repetir daquela mesma maneira, então eu tenho que acertá-lo mais vezes no mesmo lugar. Os músculos daquela região cansarão e os danos internos vão começar.

Mas, como eu vou fazer isso nesse momento? E esses eram os diversos pensamentos que em minha cabeça passavam em pequenos segundos enquanto que eu segurava forte a vontade de gritar na medida que o sangue ia escorrendo e pingando no chão. – Seu lixo humano. Você apenas comprova que sua raça não tem capacidade para enfrentar os tritões! – Sabia que mexer com ele naquele estado de fúria faria com que ele perdesse a cabeça e tentasse me acertar novamente, nesse momento, inflaria todo o meu corpo da mesma maneira que um baiacu, mudando toda a extensão do meu corpo para os meu tamanho máximo e provavelmente saindo do seu agarre. Como uma bolsa de ar, expulsaria toda a minha concentração para que voltasse ao chão estando um pouco distante do meu inimigo.

Nesse exato momento, não perderia tempo e contorceria o meu corpo para dentro, como se estivesse imitando um movimento de mola, depositando todo o peso do meu corpo no meu membro bom. – Sem esse soro, vocês não são nada além de simples NADA! HÁ! Acha que um ferimento para um tritão?! – Sorriria, provocando o meu inimigo e falando verdades em seu ouvido. Se o soro provocasse efeitos colaterais de emoções como os últimos fizeram e era isso que aparentava, ele viria com toda a sua força na minha direção. – Warhammer! – Falaria quando o meu inimigo estivesse perto o bastante para eu poder golpeá-lo, esse meu golpe não iria diretamente nele e sim em sua arma. A maneira de lutar não mudavam nesse soro, então sua principal ferramenta de combate era a sua espada, com isso, tinha 90% de certeza que ele viria atacando com la. A técnica seria fundamental para tentar defletir o seu ataque para baixo, se a força dele tivesse muito poderosa, era bem provável que isso viesse diretamente para o solo e penetrasse ele e usando da minha inteligência, o impacto seria forte o suficiente para assemelhar a um atleta olímpico de salto com vara e ele acabasse passando por cima de sua espada ou algo similar.

Com esse gap que provavelmente se abriria, eu não pararia nem mesmo por um instante, me recuperando rapidamente do recuo do golpe, respiraria de forma profunda gastando 2 segundos do meu tempo para inflar os meus braços. Usando da minha perna boa, daria uma de saci e usaria toda a potência do membro inferior para me aproximar o mais rápido possível dele, usando desse tempo que ele provavelmente ainda estaria tentando entender as coisas. Usaria para golpear no mesmo local que tinha feito antes, com a potência de um golpe muito mais poderoso do que o anterior para impactar de forma bem mais efetiva. – Lion Crash! – Usaria os dois braços juntos para vir com um grande poder em um único ponto específico.

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Após o impacto do golpe, recuaria de imediato, procurando saltar com a mesma perna boa e que estava me usando para locomover. Nesse momento, tentaria uma distância de, no mínimo, cinco metros do Blaze para que estivesse mais seguro e me desse tempo hábil para reagir dele. Meus próximos golpes seriam todos tentando me apoiar somente em minha perna boa, usando a outra para apenas servir como uma base fraca, tentando não depositar nenhuma força nela para que não piorasse o ferimento e jorrasse uma quantidade maior de sangue da ferida. Tentaria defletir a sua habilidade usando os meus socos de maneira a sempre acertar a sua arma ou qualquer outro tipo de golpe que ele viesse a executar, daria pequenos pulos, saltos mais longos e tentaria em hipótese alguma disputar força com ele, sabendo que havia duas desvantagens contra essa disputa.

Em meio aos meus bloqueios, caso percebesse que não haveria nenhuma chance de me defender de um possível golpe, então seria o momento de avançar contra ele, dando um dash para frente, procurando resistir a dor de minha perna ruim e focando em usar ao máximo a minha perna boa para concentrar a força e tentaria aplicar um “golpe de sorte” em meio ao ponto anteriormente atingido.

Era nesse momento que eu tinha que mostrar a minha lealdade para os meus companheiros e também a força que eu tinha para enfrentar os novos desafios, era o momento de gritar para todos aqueles que pudessem ouvir. – CAVALEIROS DO APOCALIPSE! PROTEJAM A SYLPH! – Minha sorte seria se o eco do ambiente me proporcionasse um alcanço vocal acima de qualquer coisa que tivesse ouvindo, esse chamado era para Laezar e meus outros companheiros, sabendo que eles entenderiam a mensagem e começariam a procura pela minha companheira, de certa forma, era algo para me deixar bem mais tranquilizado do que qualquer outra coisa, torcia pelo bem estar da minha companheira e o baque de perde la seria enorme, ter uma médica lanceira tão habilidosa quanto a ela seria impossível de encontrar novamente.


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MensagemAssunto: Re: Demolishing the Wonderful   Demolishing the Wonderful - Página 7 EmptySeg 24 Fev 2020, 18:49



Post.32



Pela primeira vez depois de muito tempo Asger reconhecia estar em uma situação complicada, uma incursão contra um galpão que deveria ser uma simples busca de informações acabou virando uma batalha contra as três grandes gangues que apoiavam Kraven, além do vice-capitão da marinha e claro do agente do governo. Agora ele tinha a confirmação em primeiro grau que Kraven estava envolvido com aquele soro e os experimentos que o mesmo incentivava por onde Asger passava, o que de certo modo, denunciava o porque do homem estar sequestrando e escravizando tritões e demais seres por Wonderful Island.

O tritão sendo segurado pelo o espadachim começou a pronunciar suas palavras mas era em vão tudo que o espadachim dizia era “patético”, “ninguém mexe comigo”, “você vai se arrepender por tudo isso” e “Isaac” sem nenhuma ordem certo com mais gritos e grunhidos bestiais mostrando que o homem tinha perdido sua lucidez. Enquanto o tritão tirava seu tempo para inflar-se inalando do ar ao seu redor a besta aproveitou para mais um golpe devido a distância. Balançando sua estranha espada em um movimento ascendente o humano executou um golpe na vertical desenhando um arco no ar, Asger por estar ocupando inalando e crescendo tinha acabado se tornando um alvo grande antes de escapar totalmente do aperto do espadachim, o golpe imediatamente fez o tritão soltar o ar que tinha prendido até então e cair de costas no chão a uns quatro a cinco metros do humano bestial.

Todo o galpão estava caótico de alguma forma, o clima ali estava pesado gerando uma certa sensação de terror, o tritão não sabia exatamente o que era mas se ele estava passando por momentos assim quem diria os seus aliados. Tentando provocar o seu oponente Asger buscava incentivar o estranho a avançar contra ele, suas palavras eram inefetivas para o estado que o espadachim se encontrava mas também eram desnecessárias. - ROAAAAR!!! - Como um monstro de forma completamente desajeitada o espadachim avançou contra o homem-baiacu, Asger estava insana injuriado, o ferimento em sua coxa afetava a sua movimentação o imenso novo corta sangrava em um ritmo mais avançado que os demais devido a sua profundidade, sem corte que a ferida deixada pelo samurai também doía em uma certa escala. Um movimento errado e o tritão iria experiênciar sua derrota.

Esperando o momento perfeito Asger se posicionava de uma forma que não colocava muito peso sobre a sua perna injuriada, com a aproximação do humano o tritão foi preparando a sua técnica, o mesmo avançando de seu jeito bruto em meio de urros quando finalmente tinha o tritão em seu alcance o espadachim desceu a sua lâmina em um semi-círculo puxando a sua espada que estava posicionada atrás de seu corpo para levantar acima de sua cabeça e descer em um movimento diagonal não só pesado, usando de toda a massa que a espada tinha, como também da força bruta que o soro parecia favorecer naquele momento.

No momento perfeito, usando de sua noção exata do tempo, Asger liberou sua técnica contra o lado amplo daquela espada de formato único em um movimento tão preciso que serviu perfeitamente para o seu propósito, defletir o ataque mirado no corpo dele e o empurrar mais contra o solo. A energia que aquele ataque acumulou foi tamanha causou uma pequena erupção de terra, poeira e madeira onde lâmina parou, lembrando que o chão era revestido por um assoalho de madeira mas por baixo de tal revestimento ainda tinha concreto ali. A técnica não fazia nada mais além de defletir o ataque, a espada do homem não ficaria presa no chão e não impulsionava nenhum outro evento além daquela troca de golpes.

A destruição do cenário não incomodou o tritão, ele tentou se mover e recuar um pouco mas sentiu a fisgada de sua perna impedindo seu movimento, até porque por peso em uma só perna não faz a dor da outra e a circulação na perna injuriada parar, ele tentou respirar mas a sua imensa ferida nova fazia tal ação ser tão dolorosa quanto andar normalmente, no entanto ele precisava aguentar se quisesse executar a sua técnica e a sua janela de tempo estava acabando. O humano após bater sua espada no chão tentou lidar com a poeira que levantou, começou a abanar o seu braço livre pela cortina que foi levantada para ter uma melhor visão e foi então que ele ouviu “Lion crash!” O dois punhos de Asger acertavam ali no abdômen do humano, bem na boca do estômago o empurrando para trás.

O espadachim chegou a curvar um pouco seu tronco apesar de não exibir nenhum sinal de dor, ele cambaleou alguns metros para trás tentando recuperar seu equilíbrio mas o humano tinha ficado mais desajeitado, bruto e selvagem após usar aquele soro e por isso não teve como ele evitar cair a uns cinco metros de onde Asger estava. O aparente líder dos Blaze Furious caia de costas no chão, o que dava para o tritão tempo para gritar o seu comando, ele ainda não sabia da situação dos seus colegas, não sabia o desafio que cada estava passando naquele momento mas Asger brandia sua ordem de socorro a sereia Sylph, sua voz ecoou pelo galpão e enquanto isso ele via o espadachim se levantar novamente com aquela voz bestial dizendo coisas como “Patético”,”Você não deveria ir”,”Isaac”,”Vou morrer”,”Você vai morrer”,”Patético”,”Isaac” Enquanto ele ia se levantando dizendo essas coisas o espadachim começava a cuspir sangue, não só cuspir como também era possível ver sangue escorrendo pelos seus olhos como se fossem lágrimas e também escorrendo pelos ouvidos do espadachim. Era uma reação estranha mas talvez o soro tenha mudado de alguma forma, de qualquer jeito o espadachim parecia estar prestes a cair, mas ia cair lutando.

Enquanto ele voltava a avançar contra Asger de uma forma mais lenta e desajeitada que antes, o tritão poderia ver Laezar aparecendo do outro lado do corredor, parecendo bem ferido mas pelo menos em um ponto que ainda conseguiria se mover. Durante o tempo que Asger tinha gritado a sua ordem assim como no tempo em que o homem tinha começado a falar, o tritão teve a oportunidade de olhar melhor ao seu redor e percebia que aquele humano não era o único que tinha utilizado o soro, um dos corpos ao corredor do seu lado também parecia ter passado por aquela mutação estranha e como se isso não fosse um mal sinal logo ele pode ouvir uma voz ecoando no galpão enquanto o espadachim já começava a avançar contra o homem baiacu. - Precisamos de uma mão aqui! Saulo se feriu, parece que as demais feridas se abriram! - Gritava Envy em meio aos sons de tiros e mais gritos, no entanto uma outra voz respondeu antes que Asger tivesse a oportunidade de falar algo e não, não era Granberia. - A caminho! - Gritou Alice de um ponto que de onde Asger estava ele não tinha visão dela, e pela situação ele também não tinha tempo para procurar.

Citação :
Observação: To considerando que o alerta da Envy justifica a visão que você pegou da situação de seus companheiros, para resumo o Saulo já entrou ai na disputa com um "Ferido" e por isso ele caiu antes, Laezar é npc acompanhante "canônico" então os seus atributos meio que compartilham o nível dos atributos dele e por isso ele ficou em pé. Em resumo toda treta que rolou nesse andar de baixo rolou no de cima de forma similar contando que ainda tem a gangue kuroneko e a outra metade dos peões dos Irmãos Zouko.
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SP: 39
Ferimentos:
• Corte grande do peito ao abdômen - Não tratado
• Corte pequeno no antebraço - Não tratado
• Corte pequeno no pulso - Não tratado
• Corte comprido no abdômen - Não tratado
• Perfuração na coxa - Não tratado
• Corte na vertical por toda a extensão do tronco - Não tratado: sangrando

Condições:
• Laezar - Ferido/Ferido
• Sylph - Inconsciente mas sangrando
• Saulo - Inconsciente
• Envy - Ferido/Ferido
Informações:
 

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MensagemAssunto: Re: Demolishing the Wonderful   Demolishing the Wonderful - Página 7 EmptyTer 25 Fev 2020, 23:58

Demolishing the

Wonderful

Aquele combate estava me mostrando coisas das quais nunca tinha percebido em meu corpo e coisas bem inusitadas, tais quais não tinham acontecido durante um longo tempo e isso era um grande problema. Normalmente, no ato de inflar o meu corpo aquilo acontecia de uma forma instantânea, muitas vezes sequer deixando qualquer espaço para que meus inimigos pudessem reagir quanto a isso. Só, que desta vez, o meu inimigo conseguia prever o que ia acontecer e me furava antes mesmo de completar a minha “técnica secreta”.

Por sorte e um pouco de habilidade, consegui escapar de seu agarre, mas com um baita de um ferimento em meio ao meu peito, a sua força era claramente superior a minha resistência muito mais do que antes e agora os ferimentos mostravam-se cada vez piores. Minha técnica de defletir o seu golpe dava certo, mas o resultado era bem diferente do que eu esperava, aquele homem era capaz de ferir um grande tritão com uma resistência altíssima, mas seu dano não era capaz de sequer perfurar o solo? Era estranho, mas isso apenas fazia com que eu ficasse em uma situação ainda pior. A sorte era que aquele golpe tinha levantado uma grande cortina de fumaça e eu pude aproveitar para encaixar meu Lion Crash de maneira a devastar a sua resistência e mostrando que meus pontos estavam certos.

A minha voz também alcançava os meus companheiros o que me deixava bem feliz, o problema era que Saulo tinha mais uma vez se ferido, sabia que era bem perigoso tê-lo trazido conosco, mas se essa era a sua vontade, queria vê-lo me surpreender a partir daquilo, infelizmente, havia inimigos mais fortes do que pensávamos e mesmo que não tivéssemos os subestimados, os problemas estavam surgindo cada vez piores. Aquele espadachim não era o único usuário do soro, havendo mais daquelas monstruosidades aparentes, Laezar parecia estar enfrentando problematicamente uma delas e era possível ouvir a voz de uma mulher, da qual eu reconhecia sendo Alice partindo em direção a ajudar Envy que havia gritado sobre uma mãozinha.

Havia inimigos demais e ferimentos demais também, o espadachim vinha em minha direção mais uma vez e eu já estava sem grandes ideias do que eu poderia fazer para conseguir afetá-lo mais uma vez com uma proporção ainda maior. Minhas técnicas estavam ficando bem limitadas e eu sequer havia conseguido encontrar Kraven naquele local, minhas pernas já não agiriam da mesma forma que antes e o uso do Lion Crash não estaria disponível por ali. Flash Tackle não adiantaria naquela situação sem poder usar as duas pernas, Warhammer também não estava mais disponível... – Droga... – Falaria em voz baixa, quase como um pensamento.

Meu corpo queria que eu fugisse, mandasse para trás enquanto eu minha mente e meu orgulho negavam qualquer ato deste, minhas pernas ainda continuariam fixas no local que deveriam e eu necessitava ganhar daquele homem. Precisava vencê-lo e mata-lo.. Nunca perdi uma luta contra um daqueles filhas da puta e não seria hoje que eu perderia. Jamais vou me dar como vencido. Uma ideia começava a surgir em minha mente, era algo que eu poderia até mesmo ter tentado anteriormente naquele combate e parecia ser uma coisa boa, isto é, se eu tivesse tempo para tal e energia suficiente para me locomover.

- Vamos pernas... Movam-se da maneira que eu quero. – Serraria os dentes prontos para resistir a dor que viria até mim, concentrando força em ambas as pernas e provavelmente piorando o estado em que minha perna machucada se encontraria, mas tinha que abusar dela mesmo que isso significasse uma maior perda de sangue e também uma agravamento na lesão. Olharia para ele de maneira a imaginar que ele estaria pensando que eu estava reunindo tamanha força para ir até ele, mas quando notasse que estava chegando ao seu alcance, jogaria toda a minha impulsão para o meu lado direito, em direção a grande concentração de caixas por ali e minha ideia era fazer com que isso gerasse uma nova cortina de fumaça, junto pó e qualquer outro tipo de conteúdo que aquelas caixas tinham, talvez até mesmo fazendo com que uma avalanche de objetos entrasse em seu caminho.

Um inimigo sem saber por onde ir, atacaria o ponto cego por onde ele imaginaria que eu estivesse, por esse motivo, estaria pronto para me manter abaixado até o momento necessário de sentir que o golpe poderia estar próximo, fosse pelo som do ar sendo cortado pela sua lâmina como por um grunhido daquele monstro. Nesse instante, juntaria novamente a força em uma única perna, a boa, para me impulsionar direção da sua lâmina e com grande força reunida em meus membros superiores, golpearia a sua espada, tentando fazer com que ele abrisse a sua guarda e com o movimento contrário de seu braço devido ao recuo, saberia onde ele estaria. Isto é claro, se o meu plano inteiro estivesse dando certo. Caso conseguisse notar onde ele estava, seria o momento de me impulsionar da melhor maneira que pudesse até ele, com toda a força de vontade e também tentando me concentrar ao máximo para ignorar a dor sentida além de aproveitar a adrenalina de quase-morte para tal.

Golpearia da forma mais brutal que conseguisse encontrar, independente de qual parte do corpo conseguisse usar, fosse os braços, a cabeça, ou até mesmo a minha perna para que pudesse ser o mais eficaz possível, tentando acertar o seu torso no mesmo local que havia acertado das últimas vezes, tentando provocar uma hemorragia ainda mais severa naquela parte do corpo como já tinha realizado anteriormente e com isso enfraquecer todo o seu corpo até que ele morresse por vários tipos de consequências devido a tal ou desmaiasse devido a falta de sangue e os problemas que a circulação sanguínea teria.

Seria um golpe de sorte ou um plano meio mal elaborado para conseguir vencer aquele combate, pois, por isso, tudo deveria dar certo e exatamente da maneira que eu imaginava já que as opções eram muito limitadas. Caso alguma coisa desse errado, tentaria me locomover da forma que conseguisse para longe dele, tentando ganhar tempo para que conseguisse algum tipo de ajuda ou apenas pensasse em alguma coisa melhor, sabendo que a sua velocidade era superior a minha naquele estado em que estava, era provável que ele viesse com sangue nos olhos para tentar me atacar e seria nesse momento que os meus ataques começariam, não contra ele, mas sim contra a sua arma novamente, tentaria defletir os seus ataques usando o máximo de força que tivesse em meus membros superiores e as minhas manoplas.

Se, por ventura, conseguisse abaixar a sua guarda ou cansá-lo devido a variedade de ataques que ele estava fazendo e a hemorragia geral que estava sofrendo, atacaria sem piedade em direção ao mesmo local com menor resistência de antes, usaria de toda a força naqueles golpes até mesmo quando não restasse mais vigor. – Morra, filha da puta! – Juntando a minha raiva com a adrenalina e a vontade de vê-lo morto, queria que ele acabasse a sete palmos debaixo do solo.





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MensagemAssunto: Re: Demolishing the Wonderful   Demolishing the Wonderful - Página 7 EmptyQui 27 Fev 2020, 15:12



Post.33



Laezar não possuía conhecimentos sobre primeiros socorros ou algo similar, tudo que ele entendia era o básico e por isso com alguma dificuldade, já que ele também estava bem ferido, o vermelho se ajoelhou ao lado de Sylph parecendo genuinamente irritado e frustrado com toda a situação, ele tirou o seu blaze e pressionava o mesmo contra o ferimento da sereia tentando parar o sangramento mas a falta de conhecimento em tal campo não o permitia fazer aquilo de forma efetiva, o sangramento diminuiu mas não parou. Asger sequer tinha tempo para processar mais que aquilo, afinal tal cena com Laezar acontecia alguns metros atrás do ensandecido espadachim, mas o conflito ao seu redor ou acima dele eram eventos a parte que não deveriam o distrair naquele momento.

Asger tentava lidar com as limitação que o seu corpo sofria em tal peleja, sua perna não tinha um pequeno arranhão e sim uma perfuração que atravessava todo o membro na região da coxa, não era o tipo de coisa que poderia ser ignorada independente da resistência que alguém poderia ter mas o tritão estava disposto a arriscar. O inimigo se aproximava com sangue jorrando pela sua boca, pelo canto dos olhos e pelos ouvidos em um estado deplorável, suas veia pareciam prestes a saltar de seu corpo, o grunhido feral aos poucos ia se convertendo em um grito e os passos lentos de antes começavam a pegar velocidade acelerando o ritmo de sua movimentação. - UUOOAARR! - Rugia o humano se aproximando a passos de corrida enquanto empunhava sua estranha espada em uma de suas mãos.

O homem-baiacu tentava se mover forçando a perna injuriada mas ao fazer a menção de um passo ele pode sentir a ferida agravando e jorrando mais sangue, imediatamente fazendo o tritão cair sobre seu joelho bom, já que a perna ferida ficou imóvel onde ela estava de tamanha dor que Asger sentiu naquele momento. O humano ia se aproximando e faltava pouco para ter o tritão em seu alcance, e com ele de joelhos a situação parecia perdida, mas Asger não ia se dar por vencido. As caixas já estavam bem ali ao seu lado e quando o espadachim levantou sua arma o tritão usou sua perna perna ainda boa para pegar impulso contra as caixas empilhadas ali ao seu lado, não foi algo que levantou um grande nível de poeira mas foi algo que com certeza distraiu o seu inimigo, as caixas empilhadas começaram a cair não só sobre Asger mas também sobre seu oponente, algumas quebravam antes de cair fazendo armas ou munições se chocarem no solo no ou no corpo dos piratas, em alguns casos caiam caixas com sacas de grãos ou pó que aí sim geraram alguma cortina mas nada muito extenso.

Era algo muito caótico com caixas e objetos caindo sobre ambos, algo que obviamente interrompeu o ataque de seu oponente devido aos objetos que caiam sobre ele e o atrapalhava a formular um novo ataque, o tritão também tentou aguentar com o peso dos objetos que caiam aos poucos nele mas diferente do humano Asger já estava preparado mentalmente para aquilo e ainda abaixado mais uma vez ele se impulsionou com a sua perna boa para ir em direção de seu oponente, que tinha uma localização clara a frente do tritão.

O homem-baiacu pegou o humano como pode e seu peso em um movimento repentino como aquele era o bastante para fazer Asger derrubar o espadachim e ficar sobre ele enquanto as caixas e sacas continuavam a cair. O tritão golpeou uma, duas, três, várias e várias outras vezes sentindo seu punho se chocar contra a cabeça do espadachim, o peito e assim por diante enquanto aos poucos eles eram soterrados por caixas e sacas até chegar a um ponto que o humano simplesmente parava de reagir aos golpes do tritão, demorava um pouco para Asger entender que o humano tinha morrido mas por um breve momento existiu um silêncio, o espadachim já não respirava mais, as caixas, os objetos e as sacas que antes estava organizados agora estavam aos poucos empilhados sobre o tritão e o corpo sem vida do espadachim.

Naquele momento Asger não tinha nenhuma visão do que estava rolando no galpão, o som também ficava abafado demais para ele entender o que poderia estar rolando mas naquele momento ele pelo menos tinha a certeza de ter matado o seu inimigo.

Citação :
Observação: Se atenta a alguns detalhes importante, o aumento de tamanho nunca vai ser algo imediato, você vai puxar ar para os seus pulmões e vai crescer gradualmente, não é algo imediato como se fosse uma transformação e sim algo que leva alguns segundos no mínimo como se estivesse enchendo um balão. Se você ler esse ponto na sua vantagem vai ver que não tem nada ali que indique que vai ser uma ação imediata.
Mapinha: Sem mapinha esse round por questões de roleplay.

SP: 39
Ferimentos:
• Corte grande do peito ao abdômen - Não tratado
• Corte pequeno no antebraço - Não tratado
• Corte pequeno no pulso - Não tratado
• Corte comprido no abdômen - Não tratado
• Perfuração na coxa - Não tratado
• Corte na vertical por toda a extensão do tronco - Não tratado:sangrando
Condições:
• Laezar - Ferido/Ferido
• Sylph - Inconsciente mas sangrando
• Saulo - Inconsciente
• Envy - Ferido/Ferido
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MensagemAssunto: Re: Demolishing the Wonderful   Demolishing the Wonderful - Página 7 EmptySex 28 Fev 2020, 13:48

Demolishing the

Wonderful

Era notável o uso do conhecimento prévio que o vermelho tinha para tentar ajudar a nossa médica, mas sabia que tal não seria o suficiente para que a gélida se erguesse novamente, ela estava em um estado bem deplorável e tínhamos pouco tempo para encontrarmos alguém que cuidasse dela. Meu coração batia mais forte com um sentimento daquele, sabia que estávamos correndo contra o tempo e que não valia perder a vida dos meus companheiros para tentar bater em um maldito, por agora, era necessário recuar no momento em que conseguíssemos, meu estado também não estava dos melhores e nós não tínhamos nem chego no chefe... Mas, recuar só seria possível após a eliminação do monstro a minha frente e era ele quem meus olhos e corpo se focavam por completo.

Minha perna estava obviamente ruim e o esforço depositado dela fazia com que ficasse ainda pior, mas sabia que deveria tentar, pois era a minha única escolha naquele momento. Conseguindo o impulso necessário, foi possível fazer com que as caixas caíssem como uma chuva de meteoros acima de nós, tinha conseguido executar boa parte do meu plano e tinha o espaço perfeito para golpear o meu inimigo, meus socos continuavam após eu estar em cima dele e com grande força, conseguia sentir que o monstro tinha finalmente cessado a sua fúria. O silêncio por um momento era tudo o que eu queria ouvir, meu corpo queria descansar e minha vistas estavam pesadas. O sangue que escorria pelo meu corpo demonstrava o estado precário de saúde que estava, mas eu tinha que me manter atento, forçaria meu corpo a continuar em pé, lutando, mesmo que me faltassem forças.

Os sons estavam abafados e eu não tinha visão nenhuma do que estava ao meu redor, não sabia o que estava acontecendo e sequer se estava com um problema tão grande assim em minhas mãos. Outra coisa que passava em minha cabeça era a voz de Alice dizendo: “Já estou indo!”. Será que ela realmente chegou? Eram tantas dúvidas e eu sem saber o que fazer por ali, tinha que salvar Granberia e matar Kraven, libertar todos aqueles que ele mantinha em cativeiro e ainda sim salvar e ajudar todos os meus companheiros... Saulo estava caído.

Respiraria fundo, procurando reunir o máximo de força que conseguisse para retirar as caixas que estavam por cima e por perto de mim, procurando me encontrar em meio a aquele galpão e também encontrar onde estavam os meus aliados e inimigos. No momento em que visualizasse qualquer companheiro, principalmente Laezar, me moveria em sua direção, mancaria ou me apoiaria no que restou daquela pilha de caixas para tentar chegar o máximo perto deles. – Esse filha da puta deu mais trabalho do que pensava que daria... Faz tempo que eu não me fodo assim em condições normais de luta. – Eu olharia para o estado de Sylph, procurando ver se ela estava viva ou não. – Nós temos que levar os nossos feridos para longe, procurar alguém para nos tratar. – Não sabia se naquele momento daria para confiar na família Satrinava, pois tecnicamente nos estávamos saindo do combate devido aos ferimentos e nós tínhamos um acordo de acabar com o Kraven juntos... Sabendo que aquela oportunidade poderia estar naquele galpão, não sabia se era válido estarmos saindo do combate.

Caso houvesse alguém conosco, de sua família, meus olhos iriam para essa pessoa. – Esse ataque está acabado para nós, estamos feridos. Onde há o esconderijo mais perto? – Eu estaria atento para qualquer ação ofensiva que eles poderiam ter, me preparando para tentar bloquear o seu golpe e contra atacar logo em seguida em direção ao seu crânio e tentando me impulsionar com a perna boa para tal feito. Se eles entendessem a situação e nos colocassem em um esconderijo, então olharia para meu companheiro e faria soar o meu grito por todos os tritões para que pudéssemos nos reagrupar. – Cavaleiros! RECUEM! – Independente de quem ouvisse, sabia que nos reencontraríamos no lado de fora do estabelecimento, fosse correndo ou tentando ajudar uns aos outros. Não deixaria ninguém para trás, mesmo ferido, tentaria ajudar colocando-o em meu ombro apoiado ou qualquer outro tipo de ajuda.

Seguiria rumo ao esconderijo se fosse citado anteriormente, tentando me manter precavido contra as possíveis emboscadas que aquela parte da cidade poderia ter contra nós, sabia que haveria um grande problema se fossemos pego naquela situação, por isso, agiria da mesma forma de ataque e contra ataque bem simples de antes para tentar me safar contra um ataque.

Conseguindo recuar junto aos meus companheiros até um local seguro, procuraria avaliar todas as nossas condições e também ver se não havia nenhum médico por ali para que pudéssemos nos tratar. – Você é médico? Então trate dela primeiro! – Apontaria para Sylph, sabendo que era bem possível que ela fosse a mais ferida dentre nós, já que tinha enfrentado diretamente um líder. Saulo também seria o próximo e eu só deixaria que me tratassem sabendo que todos os meus companheiros estavam em um estado melhor do que o meu e já sendo tratados, pois, não poderia conviver perdendo mais companheiros.


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MensagemAssunto: Re: Demolishing the Wonderful   Demolishing the Wonderful - Página 7 EmptySab 29 Fev 2020, 19:02



Post.34



Asger estava exausto, sangrava de duas feridas profundas, aos poucos uma pequena poça de sangue começou a se formar ao seu redor junto com o sangue que escorria do corpo daquele humano. Quantos mais humanos como aquele ainda estariam no galpão, quantas bestas ainda faltavam morrer para o “chefão” aparecer? Asger ali pagava o preço de suas escolhas, escolhas feitas durante esta aventura, o tritão tentava se levantar e com grande dificuldade ele sentia a ferida de sua coxa fisgar os seus músculos e tendões fazendo o sangramento correr de forma mais preocupante, no entanto ele se levantou, sentindo uma nova grande dor mas ele pode se levantar empurrando as caixas que pesavam sobre o seu corpo.

Naquele momento ele pode ver o vermelho no fim do corredor ainda fazendo pressão contra a ferida da sereia, Laezar parecia dizer algo para ela mas o homem-baiacu estava longe demais para ouvir as palavras de seu companheiro. Tentando caminhar o tritão caiu batendo com o seu rosto no chão, ele começou a ver luzes enquanto sua visão aos poucos parecia entrar em um túnel escuro, estava prestes a perder a consciência, ele não podia desmaiar ali e por isso se esforçou para se levantar sentindo as fisgadas de suas feridas, uma dor expansiva que parecia tomar conta de todo seu sistema nervoso mas ele conseguiu se levantar sentido o peso de seu corpo quase dobrar, sua visão estava embaçada ainda vendo o mundo por aquele túnel escuro como quem estava prestes a perder a consciência, vozes, gritos, qualquer som naquele momento parecia abafado com um leve zumbido ecoando no fundo de seus ouvidos.

O tritão já em pé se agarrava a destroços, caixas, prateleiras e até mesmo a parede para servir de apoio em sua caminhava que seguia em um ritmo arrastado, tudo a sua volta parecia acontecer de forma tão rápida mas de alguma forma também estava lento, um rastro de sangue era deixado por onde Asger passava e de pouco em pouco ele ia se aproximando até onde a Sylph e Asger estavam. - Ei.. Qual a situação… Eu vou... - Dentro daquele túnel de visão escuro, ao qual a visão de Asger tinha se transformado, ele via uma um borrão com silhueta humanóide se aproximando de Laezar e Sylph, a primeiro momento era difícil definir quem era mas aos poucos ele via as cores azuis em meio de preto e do branco em tal borrão e quando ele finalmente ouviu a voz, em meio de todos os outros sons abafados daquele momento, ele percebia que quem socorria a dupla era Alexander Satrinava, o tritão. Asger não sabia muito bem o que ele estava dizendo mas quando o capitão daquele bando finalmente alcançou seus companheiros feridos ele pode vê-los de forma mais clara assim como ouvi-los, Alex pegava um kit de primeiro socorros em uma mochila nas suas costas e começava a tentar fazer o primeiro tratamento nela.

Antes que algo pudesse ser dito, enquanto Alex tentava cuidar da sereia, um som de den den mushi começou a tocar, não demorou muito para ver que o caracol que tocava não era nenhum que Asger ou Alex estaria carregando, na verdade o den den mushi que tocava ecoava por todo o galpão de uma forma similar a um megafone e parecia vir do andar de cima. ~ Desgraçados olha só o que fizeram com toda a minha mercadoria! ~ Aquela era uma voz que definitivamente se destaca sobre as demais, o volume era extremamente alto proveniente de quatro den den mushi imensos presos na parte alta de uma coluna central daquele galpão. ~ Olha só quanta coisa foi destruida aqui! Ah esses piratas patéticos não servem nem para um serviço simples! ~ Se Asger procurasse olhar ao redor ele poderia ver que as “câmeras” de vigilância tinham sido reativadas. - Como isso é possível... - Falou Alex parando por um segundo para perceber a mesma coisa. - Ei foque nela! - Protestou Laezar exigindo a atenção de Alex em sua companheira.

~ Vocês sabem com quem estão mexendo seus merdinhas!? Como ousam atacar o meu território assim, isso é uma declaração de guerra! Quem é canalha por trás disso! Revele-se! ~ / - Ela já perdeu muito sangue e não é só isso ela precisa de uma cirurgia, temos que sair daqui logo! - / ~ Ah ai está você… Você é aquele tritão merdinha filho da Morgana, então são os Satrinavas que estão por trás dessa merda toda... ~ / - Nós não temos tempo, vamos... - Laezar e Alex pegavam a sereia pois Asger sequer tinha forças para aguentar o próprio peso dobrado que seu corpo parecia ter naquele momento. ~ É bom correr mesmo seus ratos imundos! Corram enquanto podem pois quando eu pôr as minhas mãos em vocês eu irei mostrar o que é dor de verdade! ~ Com isso o grupo seguiu para fora do galpão, Alex, Laezar e Asger enquanto Sylph era carregada pelos dois mais a frente, Asger não conseguia seguir o mesmo ritmo que eles e por isso acabava ficando para trás mas não a um ponto de não conseguir seguir a dupla.

Citação :
Observação:
Mapinha:

SP: 39
Ferimentos:
• Corte grande do peito ao abdômen - Não tratado
• Corte pequeno no antebraço - Não tratado
• Corte pequeno no pulso - Não tratado
• Corte comprido no abdômen - Não tratado
• Perfuração na coxa - Não tratado: sangrando
• Corte na vertical por toda a extensão do tronco - Não tratado:sangrando
Condições:
• Laezar - Ferido/Ferido
• Sylph - Inconsciente mas sangrando
• Saulo - Inconsciente
• Envy - Ferido/Ferido
Informações:
 


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MensagemAssunto: Re: Demolishing the Wonderful   Demolishing the Wonderful - Página 7 EmptyDom 01 Mar 2020, 00:48

Demolishing the

Wonderful

O perigo de morte era claro em meus sentimentos, sentia meu corpo ficando cada vez mais fraco e os ferimentos ficando cada vez mais graves, minha vontade de viver era maior do que qualquer outra coisa, mas não era apenas o meu psicológico que me manteria vivo naquela situação e tinha total consciência disso. Percebia que não era o único recuando por ali e tínhamos ajuda de Alex, ele ajudava a carregar Sylph que estava em um estado tão deplorável quando ao meu, mas, antes que saíssemos daquele estabelecimento, uma voz pior do que qualquer outra começava a soar pelos den den mushis anteriormente desabilitados. – Mas que.. porra? – Só de tentar falar, todos os meus ferimentos doíam com grande intensidade e eu sentia a raiva subindo pela minha cabeça.

Se o meu estado estivesse um pouco melhor, eu iria querer continuar lá, iria querer procurar aquele filha da puta com todas as minhas forças, tinha total consciência de quem era quem estava falando através daquela voz, não por reconhece-la, já que nunca a tinha ouvido anteriormente, mas pela maneira de falar e passar as suas mensagens, Kraven, com total certeza. Era naquele momento que eu conseguia ver que todas as minhas preocupações eram reais e eu estava certo em não subestimar nenhum dos meus inimigos, um simples cara que pensava que não seria problema mostrou ser capaz de fazer isso comigo, imaginava se Kraven fosse tão forte quanto ele e utilizasse o mesmo soro quando percebesse que lutar contra um tritão é completamente diferente de qualquer outro tipo de luta e que ninguém vence um tritão.

Meu último grito seria destinado a Kraven. – Os tritões vão te caçar, maldito! – Ser chamado de um piratinha, para mim, era nada. Pois, aquilo era apenas um título chamativo de quem estava lutando para acabar com todos aqueles humanos malditos e que mereciam serem subjugados por seres de raça superior. O que me deixava mais emputecido era que na volta eu não conseguiria matar aqueles malditos que estavam no caminho e que tinham nos insultado, mas em minha mente já tinha certeza de que eles morreriam em breve, pelas minhas próprias mãos que se alegrariam em ver o seu sangue escorrendo.

Concentrando-se melhor em nosso recuo, tentaria me mover na mesma velocidade que os meus companheiros para que chegássemos no esconderijo da maneira mais rápida possível e tentando de imediato descansar em uma das macas para que recebesse o tratamento correto de meus ferimentos, tinha que esperar que eles teriam suprimento médico necessário para que todos pudéssemos estarmos curados para termos a nossa próxima investida em breve. – Obrigado Alex. – Diria para o tritão que tinha vindo em nossa ajuda.

No fim, tudo o que nos restava era esperar pelo momento mais correto de quando estivéssemos todos curados e prontos para prosseguirmos em nossos ataques contra Kraven, já sabendo que tínhamos causado uma grande quantidade de dano em seu depósito e enfraquecido grande parte de seus aliados, tirando-os do nosso caminho e facilitando a nossa vitória contra aquele filha da puta.


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