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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Demolishing the Wonderful

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MensagemAssunto: Demolishing the Wonderful   Demolishing the Wonderful - Página 5 EmptySex 13 Dez 2019, 00:13

Relembrando a primeira mensagem :

Demolishing the Wonderful

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Asger. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Demolishing the Wonderful   Demolishing the Wonderful - Página 5 EmptyQui 23 Jan 2020, 02:44

Demolishing the

Wonderful

Nenhum humano jamais foi capaz de aguentar um soco meu e continuar de pé, fora o que acontecera com aquele criminoso que sofrera três dos mais poderosos golpes e caira cuspindo sangue, o segundo sujeito era morto por Laezar com um forte ataque em seu crânio. Sabia que a decisão não agradava muito o vermelho, mas era o que tínhamos para agora, outros inimigos apareceriam e ele teria a chance de saciar a sua sede por sangue, não esqueceria o rosto daqueles que nos insultaram.

O trio aceitava a minha presença dentro dos meus termos e partíamos em direção a um esconderijo deles próximo, conseguíamos empreender uma fuga tranquila e não viamos mais nenhum sinal da presença marinheira que estava perto daquele ponto anterior. Percebia que aquele grupo era mais organizado do que parecera, uma estante de livros revelando uma porta de metal era o que mostrava que aquele grupo dentro do demais que existia dentro daquela cidade parecia estar aproveitando seus recursos de uma maneira bem vantajosa, até mesmo sua loja não era uma espenluca que servia uma bebida provavelmente envenenada.

Percebia um rosto familiar dentro daquele esconderijo, era um local bem organizado e pouco privativo, vidro era utilizado como as paredes daquele recinto e percebia que os homens eram um tanto mais cordiais do que o restante daquela cidade inteira. A pequena mink estava sendo tratada por aquele grupo. O injuriado levado até a sua cama fazia com que eu pudesse ouvir um pouco da conversa que era tratada por eles.

Nas palavras que eram ditas ali, era possível entender melhor sobre o conflito e o motivo de terem recusado o dinheiro de maneira tão aberta. Eu ficava um pouco curioso sobre o título de "Madre" dado a alguém do grupo deles, embora não fosse mais do meu interesse esse conflito e sim o que aquele grupo teria a me oferecer. A proposta de conversarmos era uma boa e por assim, eu acenaria com a cabeça um "sim" e me sentaria a mesa junto com ela.

- Perguntas? Sim, você me disse que tem informações referente ao que busco. E bom, me interesso sobre elas. Peço desculpas por termos trocados alguns golpes antes. - Procuraria ser cordial, deixaria o vermelho livre, já estava sendo bastante exigente com o tritão e não me surpreenderia se o mesmo estivesse irritado comigo pelos fatos recorrentes. Tinhamos que achar um terno e informações mais relevantes e assim era provável que conseguiríamos trazer o bom animo do tritão novamente. - Serei indireto, peço perdão. Mas, quem são vocês? Sei que são os Satrinava. - Esperaria uma resposta sobre isso, me apresentaria para eles em seguida. - Me chamo Asger, sou um pirata conhecido como "O Apocalipse" e esse é Laezar, meu braço direito. - Talvez esse título fosse trazer um pouco de felicidade ao meu companheiro, até mesmo porque é difícil eu elogiar de uma maneira tão aberta um parceiro em particular.

- Eu procuro por uma tritã chamada Granberia, uma ruiva com uma espada gigante. Não sabemos onde ela está. E também procuro por um sádico miserável chamado Kraven. O mesmo me aprisionou em uma brincadeira de mal gosto e descobri que ele faz experimentos com tritões e outras pessoas. - Daria uma pausa para respirar e continuaria. - Venho procurando informações sobre ele, mas até agora apenas obtive sangue em minhas mãos e uma briga com dois grupos. - Esperaria uma reação daquela mulher, procurando também ver as suas respostas e se ela estava declarando algum tipo de hostilidade contra nós, não sabíamos quem eles eram e muito menos se estariam trabalhando com Kraven ou não.

Pela análise do ambiente, também duvidava muito que eles seriam afiliados a aquele bar anterior, o antigo era um ambiente completamente diferente do refinado que eles tinham nesse esconderijo e achava difícil acreditar que pessoas refinadas como eles estariam sujeitos a ter um esconderijo por lá. - Acredito que possamos negociar termos que favoreçam ambos. - Teria concluído.


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MensagemAssunto: Re: Demolishing the Wonderful   Demolishing the Wonderful - Página 5 EmptyQui 23 Jan 2020, 11:54



Post.20



A situação mudava apesar da cautela que cada grupo ainda parecia ter, a membra do grupo Satrinava ainda parecia lidar com tudo que estava acontecendo ali e aos poucos ia processando tudo em sua cabeça enquanto a dupla tritã percebia que aquele grupo não era um grupo pé rapado como os que já encontrou por ali antes, eles pareciam organizados e talvez até eficientes, se sentando de um lado da mesa Asger começava enquanto Laezar parecia preferir ficar em pé ao seu lado, o homem-peixe conhecia o companheiro e podia sentir que ele parecia satisfeito por perceber que a mulher ainda se lembrava dos golpes que antes foram trocados. - Águas passadas... - Comentou ela levando a mão até o peito em um gesto e em um tom formal também parecendo estar se desculpando pelo mal entendido de antes. - Nós somos a Família Satrinava, um grupo de pessoas que apenas busca sobreviver nessa ilha em tempos difíceis se é que o senhor me entende. Você pode não acreditar mas nem todos nessa ilha merecem sofrer com os efeitos colaterais que essa guerra criminosa gera em nossas terras... - A mulher olhou em direção a enfermaria vendo a pequena coelha e seu irmão pela parede de vidro.

- Nós também possuímos nossas ações ilegais mas em vez de focarmos nessa guerra territorial constante nós preferimos usar um pouco os nossos recursos para ajudar e cuidar daqueles que sofrem com tudo isso. - Com isso ela respondia a primeira pergunta de Asger lhe passando a dedução de que o que ela descrevia era quase como um grupo mafioso ou um grupo pirata que cria um assentamento em uma ilha por motivos filantrópicos, pelo o ambiente a sua volta ele poderia talvez imaginar que tinha mais coisa que a tal Família fosse envolvida mas a base de tudo parecia ser bem o que a mulher comentou. - Ah certo eu ainda não me apresentei, peço perdão pelo descuido, eu sou Alice Brigitte, o injuriado que você ajudou a trazer se chama Alan Poe, a garotinha se chama Nile Hopps e seu irmão Essek Hopps, e claro o nosso médico Edgar Faust.  - Falou ela após o tritão não só se apresentar como também apresentar Laezar que abriu um leve sorriso deixando a dúvida se era por causa do título ou apenas por lembrar que a gatuna ainda parecia receosa em lidar com alguém com capacidades físicas superiores que a dela.

- Como você já deve imaginar a pequena Hopps é a nossa olheira nas ruas, temos outros como ela por aí e cada um trabalhando nas ruas relatando informações que eles julgam importante para a nossa família...- Ela fazia uma breve pausa antes de continuar. - Ela comentou sobre vender um de seus jornais para alguém que parecia o procurado Apocalipse, imaginava que nossos caminhos iriam se cruzar uma hora ou outra mas não pensei que fosse dessa forma... Bem acho que posso te ajudar com essas duas informações.- Respondeu ela depois de ouvir sobre a Granberia e o Kraven. - Essa tritã foi vista ontem seguindo para as docas no distrito esquecido, antes disso ela pareceu entrar em conflito com alguém… Ela tinha uma grande espada em suas costas mas não decidiu usá-la ela estava acompanhada de duas figuras encapuzadas e o seu oponente era alguém... - E conforme Alice ia descrevendo a pessoa com quem Granberia lutou aos poucos ele ia tendo a imagem de Saulo em sua cabeça, a primeiro momento ele poderia não acreditar e até mesmo suspeitar da mulher mas ela não parecia saber que o tal oponente tinha alguma ligação com Asger, ela não sabia quem era Saulo então a possibilidade estar inventado aquilo era perto do impossível mas porque Granberia e Saulo estariam lutando, quem seriam as duas figuras ao lado da tritã e porque ela não sacou sua espada no combate contra o companheiro. - … O que foi uma luta bem estranha porque o inimigo dela não revidou nenhum dos golpes mas ela pegou bem pesado com ele, enfim o Distrito Esquecido é uma região mais afastada da cidade e lá existe um porto clandestino e umas docas ilegais onde maior parte de tudo que é ilegal nessa cidade acontece. - Explicava ela enquanto o médico terminava seu tratamento e aos poucos trilhava o seu caminho para a mesa de reuniões.

- Agora o Kraven também é uma figura de nosso interesse, esses experimentos vão contra tudo que acreditamos, estão apenas sequestrando e fazendo essas coisas hediondas enquanto a marinha senta por aí e não faz nada sobre. É bem possível que ele esteja trabalhando sobre a proteção deles se bobear. - Dessa vez Alice soava um tanto irritada mas nessa pausa ela buscava se acalmar um pouco, o médico chegou na mesa fazendo uma pequeno gesto limpando sua garganta para chamar a atenção das pessoas fazendo uma leve interrupção. - Eu só vim para avisar que Alan já recebeu os devidos cuidados se mais alguém precisar de tratamento é só avisar, alguém vai querer algo para beber? Chá, cerveja, vinho? - Perguntou o médico com a gatuna pedindo um chá, o homem fazia anotação mental do pedido de cada um e seguiu para a área de lazer para buscar as bebidas ou prepará-las caso necessário.

Edgar ia preparando as bebidas enquanto os outros continuavam a conversa - Concordo, como gesto de boa fé deixe-me te passar mais uma informação, ontem houve uma confusão da taverna no Distrito Esquecido e pela descrição do agressor imagino que esse tenha sido você, os Irmãos Zouko estão lhe caçando por causa desse ataque, os gêmeos Zouko são criminosos que chegaram na ilha recentemente depois de serem expulsos de um bando pelo capitão, ainda são inexperientes e talvez a confusão no bar tenha acabado com parte do grupo dele mas é importante ter cuidado caso queira evitar confusão. - Terminou ela enquanto o médico retornava com as bebidas, no fundo eles poderiam ouvir som de uma leve campainha. - Alguém chegou. - Comentou o médico apesar de ninguém ali parecer alarmado, não demorou muito para se ouvir o som de passos vindo do corredor assim como um leve grunhido e aos poucos três silhuetas iam surgindo, uma era quadrúpede e animalesca, grande mas não de forma absurda, ao lado do animal tinha uma figura que aos poucos revelava curvas femininas e a terceira era mais “exótica”, com mais alguns passos eles poderiam ver uma [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] de idade um pouco avançada ao lado de um tigre bengala e [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], um adolescente se não uma criança pela atitude e forma que o mesmo se portava.

A mulher usava roupas finas com um sobretudo na cor preta (ignorando a cor da imagem) o rapaz usava um terno azul marinho mas ele o usava de forma desleixada com a gravata de forma afrouxada e um pouco torta e as mangas dobradas até a altura do cotovelo. - Eeeei Faust, chegamos para surrar os tais Blaze e Furious, vamos lá descer a porrada nos canalhas... - Gritou o tritão acenando com uma mão de forma agitada enquanto caminhava ao lado da mulher, só então ele pareceu perceber a presença de Asger e Laezar ali. - E mãe não é que você estava certa, temos mesmo visitas aqui. - Comentou ele coçando a cabeça, Asger percebia que Alice já estava de pé mas ainda estava no mesmo lugar de antes sendo tal ação apenas para mostrar respeito com aqueles que chegavam. - Asger, Laezar esses são Alexander Satrinava e Morgan Satrinava… Nossa Madre e seu filho mais novo. - Comentou Alice enquanto o médico servia as bebidas e agora que o tritão parava para olhar ele poderia ver que o médico tinha preparado bebidas extras sendo uma pequena garrafa de sake e um xícara extra de chá como se ele já soubesse que os dois estavam próximos antes mesmo da campainha tocar.

Alice já começava arrumar mais cadeiras ao redor da mesa enquanto o Alexander finalmente notava as pessoas na enfermaria e por isso partia em tal direção antes mesmo de ter oportunidade de cumprimentar os demais que estavam na sala de reuniões, Morgan por sua vez era mais séria e focada e o tigre claro continuava ao lado de sua dona. - Imagino que você seja Asger, o pirata que causou certa cena em Jingle Bell Island não é mesmo? - Perguntou a mulher com um olhar afiado, apesar da forma cordial e educada de sua fala Morgan carregava consigo uma certa postura de poder, era como se do momento em que a mulher pisou na sala ninguém conseguisse tirar os olhos dela ou não comentar sobre ela, e tal aura não era algo que ela parecia estar exibindo ou forçando, era algo natural para ela e por isso não era difícil de se acreditar que aquela era a tal Madre líder da família Satrinava e se antes esse nome não tinha significado então agora ele ganhava só por estar sobre os cuidados de tal mulher.

Citação :
Observação: N/A
SP: 127
● Ferimento nas costas[tratado] (2/2)
● Ferimento no peito[tratado] (3/3)
● Ferimento no abdômen[tratado] (2/2)
Informações:
 

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MensagemAssunto: Re: Demolishing the Wonderful   Demolishing the Wonderful - Página 5 EmptySex 24 Jan 2020, 10:46

Demolishing the

Wonderful

Aquela família se mostrava um tanto interessante, usando de seus recursos para poder ajudar um pouco da população e tirar os feridos da rua. Aquela coelha já havia falado para ela sobre mim, o que não me surpreendia, era normal um pirata de trinta milhões quando visto ser comentado pelas ruas.

As suas informações eram o que me traziam uma certa suspeita sobre a minha companheira e também sobre Saulo, eu sabia que a garota havia tido uma luta bem pesada para cima de Saulo, mas também sabia que ela não queria mata-lo, se a mesma quisesse, um ataque de sua espada seria suficiente para matar o atirador. Não duvidando da força do sireno, mas sua resistência era abaixo do que um lutador corpo-a-corpo por motivos óbvios.

Nomes como Distrito Esquecido e Docas vinham através de suas informações, locais dos quais eu provavelmente deveria visitar com grande pressa, procurando para o Granberia e tentando descobrir quem eram os dois encapuzados que com ela andavam. A interrupção do médico vinha em uma hora ruim, mas estava saciado após o café da manhã recentemente tomado. – Nada, obrigado. – Pelo que ela havia dito, eu já havia ido visitar aquele local e para a minha sorte, acabado com grande parte dos gêmeos, uma coisa da qual percebia era que eu estivesse mais próximo de Granberia do que eu imaginava, até mesmo de Saulo, o que me levava a perguntar o que ambos estariam fazendo por lá. Será que tinham tido a mesma ideia da minha?

Pela inexperiência daqueles gêmeos e uma nova organização, percebia o quanto de suas atitudes toscas mostravam-se agora mais entendíveis, eles não tinham ideia de como esconder melhor o seu local de trabalho e percebia que eu mesmo havia dado dicas para que eles fizessem aquilo de uma maneira melhor. Era claro que um perigo imediato começava a surgir, talvez não só para mim, mas, isso era algo que eu iria resolver.... e logo...

Antes que pudéssemos continuar a conversa, mais um trio de presenças chegava ao esconderijo e percebia que o local estava se tornando um tanto mais cheio. Independente disso, eu observava aquele quadrúpede entrando com a mulher, uma presença digna de alguém importante, um animal daquele porte, esbelto e forte, mostrando uma autoridade inquestionável e um ar mais intimidante para quem presenciasse. Uma ponta de inveja era clara em meus sentimentos, mesmo que isso não fosse tão comum.

Como um desejo ou um objetivo, aquele animal provavelmente entraria em meus assuntos mais imediatos, não ele em si, mas algo similar com uma potência ainda maior. Um tritão chegando com uma presença ainda mais intimidante do que três metros de altura seria ainda mais caótico para os humanos que julgavam que tudo o que é maior é mais intimidante para eles. Voltando a falar do seres que chegavam, um era um tritão de aparência jovial, ele parecia se comportar com uma certa rebeldia, embora fosse refinado como os seus companheiros.

Uma aura como aquela não era para qualquer um, nunca havia percebido se eu havia alguma aura similar como aquela, mas acreditava que não seria tão difícil tê-la. Me levantaria, não como um sinal de respeito, mas sim como uma leve disputa de poder de forma indireta. – Está certa. O líder da patrulha natalina anterior não foi capaz de resistir a força de um tritão. – Falaria com o tom de voz usual, olharia até mesmo para o filho dela, mostrando que havia me interessado naquele homem, embora soubesse, mesmo que eu tentasse, aquele ser não se juntaria ao nosso bando.

- O animal tem características poderosas. Não deve ter sido fácil domar um animal agressivo como este. – Mostraria a minha curiosidade sobre aquele tigre, humanos eram nojentos, mas alguns deles se destacavam entre os outros, mostrando habilidade peculiares, algumas das quais gostaria de aprender. – Acredito que possamos negociar algo em troca de conhecimento em um momento oportuno, se for de seu desejo. – Olharia em direção a Alice. – Sua companheira me deu algumas informações a respeito do que quero saber, em troca disso eu ajudei um de seus familiares. Uma troca. Acredito que seja vantajoso para ambos.

Minha negociação não pararia por ali, apenas esperaria uma resposta dela antes de dar qualquer sugestão do que eu poderia estar ajudando eles. – Vocês tem um problema com o Blaze Furious e o Kraven, temos um inimigo em comum, então. Minha força e de meu bando seria muito vantajosa em um combate. Acredito que possamos formar uma aliança até termos esses dois abatidos. Os Blaze Furious por me ensinar a domar um animal desses e Kraven como uma união de nossas forças. – Antes de concluir aquela proposta, olharia para Laezar. – Vocês devem entender que assim como a família de vocês, não é justo ser egoísta. Meus companheiros também vão querer alguma coisa em troca pela força deles. Acredito que vocês devam ter recursos que possam agradar os meus companheiros também. – Terminaria, sentando-me novamente na mesa e esperando uma resposta daquela família.


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MensagemAssunto: Re: Demolishing the Wonderful   Demolishing the Wonderful - Página 5 EmptySex 24 Jan 2020, 15:50



Post.21



Asger recusava a bebida assim como Laezar que fazia o mesmo mas por motivos diferentes, talvez ainda não confiando completamente no grupo, com a chegada da Madre Satrinava o tritão se intrigava mais com a criatura que acompanhava a mulher e o motivo disso era claro. Asger reconheceu que existia algo de diferente com Morgan mas ele ainda não sabia definir bem o que era. - Nunca entendi muito bem como as pessoas daquela ilha se deixam levar por aquela política estúpida de presentes, minha mãe costumava falar que os mais poderosos sempre tem a natural tendência de tomar algo dos mais fracos em vez de dar algo...- Enquanto ela dizia isso a mulher caminhava em direção da cadeira posicionada na cabeceira da mesa, quando a mulher se sentou ela gesticulou para o lugar na outra extremidade da mesa para que os dois assim pudessem continuar a conversa mas se não fosse do desejo do tritão ela continuaria com a conversa sem nenhum problema. - … Era questão de tempo até alguém aparecer lá e dizer não, infelizmente acho que a mensagem vai demorar para entrar na cabeça daquele povo. - Completou ela pegando a xícara de chá preparada pelo médico e ouvindo Asger, naquele momento apenas os dois líderes falavam criando uma certa tensão no ar mas para os dois que trocavam palavras aquilo era apenas uma interação comum que os mais fracos ou os mais inseguros não ousariam interromper.

- Você fala do Kain? - Perguntou ela olhando para o tigre que agora se sentava no chão ao seu lado. - Na verdade ele foi bem mais tranquilo, eu tenho outros sabe… O mais difícil eu diria que foi o meu primeiro, um urso pardo... - Dizia ela recapitulando a história como se visse a mesma se passar diante dos seus olhos. - Eu ainda era jovem e patética, fiquei com medo e a criatura reconheceu isso, tive que lutar com unhas e dentes para conseguir capturá-lo e tentar domá-lo durante a semana. - Ela ia falando e por vezes fazendo pausa tomando gole de seu chá, ainda assim ela tinha essa postura de poder e uma eloquência natural que atraia a atenção daqueles a sua volta. Asger entrou mais no assunto sobre os favores trocados e sobre uma possível aliança, a mulher por sua vez deixou a xícara de lado e ouviu a proposta do tritão exibindo apenas uma expressão neutra como se fosse uma jogadora de poker.

- Uma aliança pode ser algo produtivo, normalmente a nossa Família não se alia com grupos externos por conflitos de interesse mas hoje “Wonderful” vem passando por momentos difíceis, nós somos bem capazes de lidarmos com bandidos, piratas ou marinheiros que se metem nos nossos negócios mas o problema é quando essas três vertentes começam trabalhar juntas... - Nesse comentário da mulher Asger pegava uma nova informação que a própria Madre parecia desejar que ele percebesse. - Kraven atraiu atenção de muitos grupos e agora a sua “Torre” tem um grande número de criminosos e até mesmo alguns marinheiros no seu interior, primeiro os bandidos sem vínculo a um grupo desejaram entrar pela fama que o louco traz com ele, nossos informantes dizem que ele começou a fazer algum dinheiro com os projetos dele e isso só atraiu mais pessoas. - Terminando essa parte ela olhava para o médico, Edgar Faust. - Sim Madre, a pequena Hopps essa manhã decidiu vender jornais no Distrito Esquecido contra a nossa vontade, ela comentou que queria pegar mais informações sobre a confusão da taverna, sobre a briga que rolou nas proximidades e checar a segurança do Hospício Adonai. Durante essa jornada ela pode confirmar que grupos como Blaze Furious, os Irmãos Zouko e o grupo Kuroneko formou uma tríplice aliança a serviço dos Plague Kaizokudan.- Asger lembraria que Plague Kaizokudan era o bando de Kraven.

O silêncio na sala permanecia o mesmo enquanto o médico passava o seu relatório. - Alan, o membro que o senhor salvou... - adicionou ele curvando um pouco a cabeça em direção de Asger em um gesto de agradecimento. - … Foi atrás da Hopps e continuou com a investigação depois de dispensar ela e a mandar de volta para a casa, durante sua investigação ele descobriu que o vice-capitão Tolbard ficou encarregado de lidar com a Plague Kaizokudan mas é possível que ele esteja trabalhando junto com o grupo. Existe um rumor entre os marinheiros que o vice-capitão se alistou na mesma época que Kraven e serviu no mesmo QG que ele durante alguns meses, o Cpt. Beethoven ordenou que os marinheiros não comentassem sobre isso para não gerar suspeitas sobre o seu colega e pediu que o vice-capitão Tolbard capturasse Kraven para provar a todos que ele “é um bom homem.” como diz o próprio capitão.- Terminou o médico com o seu relatório dando um passo para trás, o tal Alan ainda estava se recuperando na enfermaria assim como a coelha, ele estava acordado mas sua condição exigia um período de repouso assim como a pequena Hopps.

- Como o senhor pode ver o capitão dessa ilha é um idiota emotivo que deixa suas emoções o cegarem, ele sequer enxerga o que está debaixo do seu nariz a essa altura. Agora você entende que essa aliança não seria algo que beneficiaria apenas a mim mas como ambos os grupos, o poder dessa aliança entre piratas, bandidos e marinheiros pode ser grande mas acredito que uma aliança inteligente pode nos ajudar a dar a volta por cima… Me diga Sr. Asger você está ciente que apenas o nome “Kraven” nessa ilha possui um certo poder? - Perguntou ela genuinamente curiosa. - Kraven’s Power é o nome de um gangue que antes se chamava Arko’s Power, “Kraven” era o nome de um tritão que pertencia tal grupo a serviço do Arko, um nome que foi roubado e usado por um agente que capturou o pai da criança que hoje eu crio como se fosse um filho. - Comentou ela olhando para o tritão tubarão que estava na ala médica conversando com os companheiros que se encontravam ali. - Uma coincidência um tanto irritante devo dizer, por isso é importante considerarmos a possibilidade do governo estar envolvido nessa trama de alguma maneira. - Agora os pontos começavam a se ligar e agora o tritão poderia ver que aquela trama era algo muito grande para um pequeno grupo de seis pessoas lidarem sozinhos.

- Sr. Asger da forma que você fala faz até parecer que vocês são meros mercenários, se o senhor estiver de acordo com nossa aliança eu não vou ver problemas em deixar você e seu bando terem acesso a um dos nossos esconderijos, talvez até mesmo esse. O processo de doma e treino não é nenhum mistério para o mundo, posso pedir para o meu filho te explicar caso tenha interesse ou até mesmo lhe dar um livro sobre o assunto se quiser, mas peço que não me tire como trouxa estou nesse ramo a tempo demais para deixar alguém me levar de forma leviana, eu não estou lhes contratando estou me associando a vocês sabendo do que são capazes, se quiserem um teto sobre as suas cabeças ou algo assim isso eu posso fornecer mas se você ou alguém de seu bando agir contra os interesses dessa família então nossa aliança estará acabada.- Dizia ela dá mesma forma neutra e inexpressiva de antes passando a compreensão que ela até poderia ajudar o bando em um assunto ou outro e pelo o que ela comentou até mesmo oferecendo alguns poucos recursos mas nada absurdo que vá fazer falta ou trazer algum prejuízo para a família ou algo que vá contra os ideais que a mulher traz para o seu grupo, afinal a base daquela aliança era a credibilidade que o tritão tinha de agir e fazer acontecer com as coisas que ele tinha em mãos, não existiriam motivos para a Família Satrinava se aliar a um grupo que fosse depender deles. O fato do tritão ter ajudado um membro da família colaborou para aquela negociação afinal foi graças a isso que ele conseguiu um encontro com a cabeça da família.

Com todas as cartas expostas a mesa a mulher se levantou. - Se estamos de acordo então irei me retirar, tenho outros assuntos para resolver e outros ouvidos para consultar, pedirei para o meu filho ficar aqui junto de Edgar que ainda precisa cuidar dos feridos e de Essek que acompanha sua irmã, Alex vai te auxiliar no aprendizado dos assuntos que deseja aprender, ele é um pouco imaturo mas é bem capaz quando necessário. - Se não houvesse mais nada para se tratar com a madre a partir de tal ponto então a mulher seguiria para a enfermaria instruir o seu filho sobre o que tinha sido combinado com o tigre acompanhando ela, não demorando muito ela voltou com o rapaz ao seu lado. - Estarei indo então, deixarei Kain aqui também para o caso de tornar o aprendizado mais eficiente, se precisar de algo peça para Edgar e ele providenciará, se precisar falar comigo é só falar com ele também. Entrarei em contato caso descubramos mais alguma coisa. - E assim a Madre partia levando com ela a tal Alice e o Alan, o lutador já parecia melhor a um ponto de acompanhar sua líder apesar de ainda não parecer estar no seu 100%, a pequena coelha parecia acordar na enfermaria iniciando assim uma conversa entre ela e o seu irmão.

- Eu sou Alexander mas podem me chamar de Alex se quiser, então vai querer minha ajuda agora ou tem mais alguma coisa que você precisa fazer? - Perguntou o tritão tubarão de forma inocente carregando um sorriso sem motivos aparentes em seu rosto. - Enquanto isso eu posso ir buscando o restante do pessoal se quiser. - Comentou Laezar quebrando o silêncio que o vermelho tinha mantido até então.

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MensagemAssunto: Re: Demolishing the Wonderful   Demolishing the Wonderful - Página 5 EmptySex 24 Jan 2020, 20:47

Demolishing the

Wonderful

Achava interessante a maneira de pensar daquela mulher, era alguém de autoridade e de atitude, embora achasse um pouco controverso uma humana daquele porte poder ter tornado um urso pardo submisso, entretanto, poder vem portado de diferentes maneiras. Ajeitaria minhas armas em minha costa e meu sobretudo, sentando-me na mesa conforme ia proferindo minha proposta para a Madre. Observando a sua reação neutra diante daquela negociação e percebendo que a mulher sabia como se portar naquela situação, mostrando uma diferença entre ela e outros humanos vistos até o momento.

Após a patrulha natalina ter se mostrado uma organização de grande porte, não deveria ser uma surpresa que outros tipos de organizações fossem tão grandes como era, mas algo me tinha passado um tanto e isso me fazia sentir até mesmo um tolo por não ter percebido. Bandidos, marinheiros e idiotas quaisquer, todos juntos procurando aproveitar do fruto de algo que estava rendendo bem, a "torre" era simplesmente algo que deveria ser erradicado com todas as forças desse mundo, e esses dois grupos que os apoiavam deveriam sofrer uma consequência quase tão grande ao criador da mesma.

Sentia raiva, meu interesse naquele homem era pessoal, dado a minha história com a raça tritã e eu querer trazer a supremacia tritã para todo mundo, não poderia deixar que um filha da puta que faz experimentos atrapalhar isso. Além disso, nenhum tritão deve ser tão subjugado para alguém e eu sabia como que aquela maldita torre funcionava, sabia quais eram seus perigos e como alguém de atributo inferior seria facilmente dominado.

E mais uma informação era jogada a mesa, um vice-capitão envolvido em meio a Kraven o que tornava aquela situação ainda mais engraçada, um marinheiro com grande cargo servindo a qualquer propósito, menos ao que um marinheiro deveria proteger, todas aquelas situações estavam me mostrando como a escória humana era, apenas mais um motivo para extinguí-los da face da terra.

De imediato, a raiva começava a subir até o meu crânio e começava a ficar com um ódio sobre aquele que possuia o nome de "Kraven". O nome de um tritão ser extinguido para um humano ocupar seu lugar, uma maneira de tirar o poder dos tritões sobre uma ilha e torná-lo uma piada que faz experimentos com os outros, a marinha e o governo corruptos de uma maneira completamente imoral. Das coisas que mais me irritavam naquele ser, aquela fora a pior. Meu dedo começava a coçar e meu punho se fechava sobre a mesa, não era um jogador de poker e sequer alguém que conseguia esconder as emoções como a satrinava.

Aquela humana era atrevida da maneira que falava, mas deixava as suas cartas expostas e mostrava que tinha cedido ao meu pedido. Começaria a gargalhar, visto que ela tinha mostrado tudo que ela tinha e percebia que meu objetivo seria cumprido, mesmo que isso a ajudasse um pouco, fortalecer os humanos um pouco para conseguir derrotar quase uma ilha inteira que estava sobre uma cabeça apenas? Ah, isso não me importava nenhum pouco. Uma hora ou outra todos iriam cair diante da força tritã, não precisamente por mim, mas por um de nós. – Achei perfeito a ideia. Mas, não nos confunda como mercenários. – Olharia de forma séria para ela, ignorando qualquer risada anteriormente por mim. – Nós somos atraídos por uma causa, e é ela que seguiremos. Da mesma forma que você protege os seus, também protegemos os nossos. Nós estamos escondido pela floresta. Temos um objetivo em comum e me certificarei que nós alcançaremos ele ao seu lado. – Por fim, ela se levantava e ao mesmo tempo faria, mostrando um certo respeito a aquela mulher.

Em meio ao pequeno tempo que tinha antes dos próximos eventos acontecer, algumas coisas começavam a vir em minha mente, uma reflexão do que estava acontecendo. Granberia havia sido capturada, chantageada ou estava agindo como uma agente duplo dentro da organização do Kraven, isso era mais do que óbvio, seus motivos ainda eram obscuros, mas tinha certeza de que a espadachim não se juntaria a eles por outro motivo já que o seu ódio por Kraven era maior do que tudo. Enviar Laezar para descobrir isso não era nada viável e sabia que a chances de causar um problema ainda maior era mais do que óbvio, ou seja, tudo isso estava se tornando uma maneira de também resgatar a ruiva das mãos de Kraven. Uma instalação como aquelas tornaria a melhora de Saulo ainda mais rápida e eu teria tempo para entender um pouco melhor sobre o que tinha interesse. Para o Vermelho, isso poderia facilitar ainda mais o acesso dele até um terno, pois duvidava que um grupo como aquele não teria algo similar a uma loja de tecido ou um local confiável para tal. Para Sylph, conseguiria mais suprimentos médicos e facilitaria a termos um cuidado maior. Quanto a Envy, ela teria o seu irmão melhor em um menor tempo, além de vingar os verdadeiros causadores daquilo.

- Laezar, você tem minha permissão para tal. Aliás, veja com Alice se ela consegue te arranjar um terno, esses farrapos não combinam nada com você. – Daria uma risada para o vermelho, sabendo qual seria a sua reação a respeito disso. Quanto ao tritão tubarão, analisaria ele com um olhar mais apurado agora. – Alex, certo? No momento estou desocupado. Há algum lugar melhor que esse para me ensinar mais sobre doma ou aqui é o melhor? – Perguntaria para o mesmo, esperando a resposta do tritão e seguindo-o para onde fosse melhor ou ficando naquele mesmo local, onde aproveitaria o tempo da melhor forma possível, aprendendo, independente de quanto passasse.

Aprendizado de Doma
Ao lado daquele tritão, procuraria estar mantendo meus olhos atentos em quaisquer os movimentos presentes dele com o tigre, visto que ele também nos auxiliaria naquele aprendizado. Procuraria estar sempre mantendo um contato visual e tentando praticar da melhor forma possível aquilo.

- Um exemplo de autoridade seria estar com um animal parecido com este capaz de estar montado. Um tritão já é intimidante naturalmente, com um animal majestoso, seria ainda maior. – Esboçaria o motivo de estar aprendendo aquele tipo de doma, futuramente já pensando em aprender a montar um animal de grande porte.

Era uma maneira de estar evoluindo, a força não é algo que deve ser o único atributo positivo dentro de qualquer ser, a inteligência é algo a ser aprimorado e é isso um dos ensinamentos do qual tive anteriormente.

Fim do Aprendizado

Ao fim do aprendizado, procuraria descansar um pouco, descansando intelectualmente e fisicamente, também procurando analisar a sala mais uma vez ou o local do qual estávamos, observando se Laezar já teria voltado ou não. – Agradeço pelo conhecimento, jovem tritão. Mas, diga-me. Você teria um animal de grande porte capaz de suportar meu peso? Não sei o senhor sabe montar, acredito que sim, gostaria de aprender também. – Já engatilharia a próxima sede de conhecimento do qual estava buscando, nesse meio tempo, procuraria pedir um pano para quem estivesse próximo, usando do tempo livre para começar a limpar um pouco dos meus equipamentos que com as últimas lutas já estariam sujas até mais do que isso.

- Então, Alex... Como foi que conheceu a Madre? – Perguntaria, com um tom de curiosidade sobre a história dos dois, tentando conhecer ambos ao mesmo tempo. Nesse meio tempo, se conseguisse encontrar algum produto para poder ir passando em meus equipamentos, passaria em meio ao pano que teria obtido, tentando usar uma das mesas daquele local para tal ato, tentando prestar atenção nos detalhes, pois os equipamentos que eram melhorem cuidados eram os mais resistentes.


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MensagemAssunto: Re: Demolishing the Wonderful   Demolishing the Wonderful - Página 5 EmptySab 25 Jan 2020, 11:48



Post.22



A aliança entre os grupos tinha sido consolidada, ainda com certa estranheza mas existia da forma que uma aliança entre criminosos deveria existir, com um respeito mútuo mas também com uma ponta de suspeita. Laezar seguiu conseguindo alcançar Alice a tempo e foi junto dela em direção da saída. - Eu acho que seria melhor fazermos isso na loja, tem um material que podemos usar lá. - Assim Alex guiou Asger para o caminho de volta a loja onde agora ele poderia ter uma melhor noção de qual era o disfarce do lugar, a [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] era pequena mas possuía dois andares e de uma forma estranha chegava até mesmo ser aconchegante, o primeiro andar era apenas os fundos (pelo qual seu grupo entrou) e o balcão da loja, nos fundos tinha armários que por vezes tinham porcelanato, livros, acessórios e diversas outras coisas que ou estavam a venda ou estariam ali para enfeitar e criar um cenário como o armário que escondia a porta, era quase como um pequeno depósito. No balcão da frente ainda tinha mais alguns produtos para venda seja em prateleiras ou em cases de vidro, na parte da frente ainda tinha dois funcionários trabalhando sendo um deles no balcão e outro no salão atuando como um vendedor provavelmente, não tinha nenhum cliente mas ao olhar para a porta da frente Asger poderia notar que a loja estava fechada, muito provavelmente por conta dos eventos recentes e da reunião. Esses são Miria e Caio, nossos “funcionários” eles vão sempre tocar uma campainha abaixo do balcão para alertar as pessoas em nosso esconderijo que alguém está a caminho, eles também podem abrir o “portão” para você se precisar. - Comentou Alex provavelmente se referindo a porta de ferro.

Depois da breve apresentação o tritão tubarão guiou seu convidado até as escadas o levando para o segundo andar onde tinha um estoque maior que os fundos da loja permitia e também tinha um banheiro, Kain o tigre também estava acompanhando a dupla e ali mesmo no estoque o Alexander começou a apresentar alguns livros sobre animais e tentava explicar sobre o comportamento que Asger deveria esperar de um animal com instintos de predador e outros mais inofensivos, entrou no detalhe de como abordar um animal de cada tipo e como reagir a determinados comportamentos usando Kain de exemplo. Foi uma interação de quase três horas com o tritão explicando e apresentando cada detalhe sobre domar uma criatura selvagem e também conviver com ela. - Se por isso em prática tenho certeza que vai conseguir domar animais tão bem quanto qualquer outro domador e com o tempo isso vai acabar ficando natural. - Comentou ele dando fim ao aprendizado. - Bem eu não tenho nenhum mas minha mãe tem uma ursa que pode te aguentar, o problema é que montar um urso é complicado pela sua anatomia mas se quiser posso pedir para alguém trazer ela. - Com isso o rapaz tirava um pequeno den den mushi do bolso de seu paletó e iniciava uma conversa com alguém que o homem-baiacu ainda não conhecia.

- Alex: Ei Tom pede para alguém trazer a Sabrina aqui para a loja por favor. - / - Tom: Mas Sr. Alex a Sabrina não gosta do espaço apertado da loja... - / - Alex: Nah relaxa ela não vai passar a noite aqui, já já eu devolvo ela junto com o Kain. - / - Tom: Okay Sr. Alex, a Madame Sabrina está a caminho. - E com isso a ligação se encerrava com o rapaz guardando o seu den den mushi enquanto Asger limpava suas armas, aproveitando do momento o homem-baiacu buscou saber mais do relacionamento entre a Madre e o jovem Alex. - A eu estou com a minha mãe a quase cinco anos, bem você pode não saber mas eu sou o filho de um tritão que morou aqui na ilha eu não sei se você conhece a história...- Falou ele fazendo uma pausa mas independente de uma resposta ou não Alex continuaria. - Meu pai se chama Kraven, mas não é esse Kraven maluco da Torre não, a gente nem sabe se esse é o nome dele de verdade ou se ele só pegou esse nome para tentar roubar a identidade do meu pai igual o agente fez… De qualquer forma o meu pai antes de ser preso ele era um pirata, ele saiu da ilha dos homens peixe para conhecer o mundo e parou aqui por alguma razão, minha mãe biológica faleceu durante o meu parto então eu cresci em um orfanato na nossa terra natal porque meu pai não queria que eu vivesse a vida de um pirata ou algo assim… No fim quando eu completei dez anos decidi vir para cá depois que li no jornal que ele tinha parado aqui, eu fugi do orfanato e entrei em um navio mercante… - Por um momento a expressão do rapaz perdia toda a inocência e um semblante sombrio surgia, Asger sabia que o rapaz estava prestes a contar algo sombrio pois ele já tinha visto aquela expressão no olhar de muitos tritões que sofreram com a crueldade humana.

- Até eu sair da ilha eu não sabia como a nossa raça era tratada ou vista no mundo afora, eles não ensinavam sobre isso no orfanato e principalmente não ensinavam o que pessoas cruéis podem fazer com crianças... Quando o capitão do navio me pegou ali ele sequer hesitou em me prender, na verdade nos porões do navio tinham até mais tritões como eu ali e sereias que foram capturados por ele, eu pensei que era apenas um navio mercante comum mas na verdade eram sequestradores que usavam de tal desculpa para entrar na ilha dos homens-peixe.- Nisso ele fazia mais uma pausa para pegar fôlego e se recompor. - Foi aí que meu caminho se cruzou com o de minha mãe, minha mãe adotiva Morgan Satrinava, na época ela era capitã de um bando pirata e Edgar o velhote era o seu imediato, algumas pessoas que foram do bando ainda estão na família enquanto outras seguiram com a vida ou faleceram… O bando dela saqueou o navio esperando conseguir recursos e algum tesouro mas por fim ela encontrou escravos, foi então que ela decidiu queimar o navio e tentar levar os escravos de volta para a nossa terra mas eu quis ficar para encontrar o meu pai... Ela me deixou seguir com eles como um aprendiz até chegarmos aqui, ela me deu a chance de conhecer o meu pai e viver um pouco com ele antes do agente aparecer e estragar tudo, se não fosse pela minha mãe eu teria sido capturado assim como o meu pai, nós lutamos para tentar resgatar ele mas descobrimos que o meu pai já tinha sido mandado para a Impel Down no dia seguinte e que o “Kraven” que estava aqui agora era um agente disfarçado, se passando por um tritão, se passando por meu pai. A gente o enfrentou mas o seu grupo “Kraven’s Power” apareceu e o resgatou, ele conseguiu fugir e continua por aí fazendo o seu papel enquanto faz a influência do Governo Mundial crescer na ilha. - Cada pausa feita neste diálogo Alex parecia recapitular os eventos como se os revivesse.

Depois de um tempo Laezar subia as escadas aparecendo ali no segundo piso da loja. - Ai está você, estão todos no esconderijo quando precisar, não quero interromper nada mas um dos funcionários pediu para avisar que a carroça com a Sabrina chegou... - Falou Laezar franzindo uma de suas sobrancelhas como se aquilo fosse uma situação minimamente estranha. - Ele também me falou que Sabrina é um urso… A gente vai precisar de um urso? - Perguntou o vermelho um pouco curioso mas não exatamente incomodado com aquilo afinal não era todo dia que animais tradicionalmente selvagens ficam aparecendo em uma loja de penhores. Asger poderia notar também que o companheiro agora usava um elegante terno completamente negro com a blusa social vermelha em um tom de sangue por debaixo de seu paletó.

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MensagemAssunto: Re: Demolishing the Wonderful   Demolishing the Wonderful - Página 5 EmptySeg 27 Jan 2020, 20:58

Demolishing the

Wonderful

A forma da qual aquele esconderijo era organizado deveria ser de exemplo para qualquer organização criminosa, a loja, além de ser simples, transmitia um ar de tranquilidade e segurança. Percebia que criar uma sala com aquele tipo de pensamento seria ótimo, mas, para isso, deveria encontrar um porto seguro onde deveria passar um tempo planejando o que fazer com o meu barco quando encontrasse um carpinteiro. Alex me apresentava dois funcionários daquele estabelecimento que atuavam disfarçados e eram quase como os porteiros para o esconderijo, acenaria com a cabeça afirmando que havia entendido.

Alex se mostrava um grande instrutor, um homem de grande conhecimento que havia a maneira de fazer com que as outras pessoas entendessem bem como, usando o auxílio de um livro em suas explicações e também de Kain, era facilmente perceptível a facilidade pra aprender sobre tal assunto, assim, ao finalizarmos, consegui ter acesso ao urso da Madre, o que facilitava para nosso aprendizado sobre montaria.

Das inúmeras histórias das que ouço, sei que os tritões sempre passam por uma coisa ruim, é muito raro ver um tritão que não sofreu sobre alguma mão humana de alguma forma, o meu ódio por eles começava daí para pior, pois não eram só as palavras desferidas contra nós que nos machucava, mas, suas atitudes eram as mais escrotas possíveis, começando de simples lançamentos de vegetais ou frutos em nossa direção para a escravidão. Era do meu intuito e devoção salvar todas aquelas almas e leva-las para um lugar onde poderíamos sermos os mais poderosos da terra e que ninguém jamais mexeria conosco e não pagasse por tal atitude. A história de Alex não era diferente daqueles que sofreram aquilo, embora meu coração sempre ardia de emoção, enchendo-se de ódio ao escutar qualquer situação similar a aquela.

- Ainda existem alguns humanos que são contrários ao meu pensamento sobre a sua raça. São muito raros, mas ainda existem. São aqueles que não se importam com a raça tritã vivendo entre eles, não os temem e sequer os reprimem. Essas pessoas, são as únicas da qual não causarei desgraça em sua vida. – Comentaria. – Meu objetivo é fazer com que a raça tritã seja a mais forte no mundo inteiro, nunca mais seremos reprimidos ou humilhados, os humanos nunca vão mexer conosco mais nenhuma vez e sequer faremos o que eles fazem, não seremos iguais. Mas, para isso, grande parte deles devem morrer e devo mostrar que nós, tritões, somos mais fortes que qualquer outro nesse mundo. – Fecharia a palma de minha mão, mostrando o ódio que a minha expressão deveria passar, Kraven morreria pelas minhas próprias mãos e as minhas armas polidas, tinha certeza de que aquele homem não veria mais o pôr do sol.

Minha alegria era ver que o vermelho chegava com todos em boas condições, mostrava-se também completamente arrumado e me fazia com que fizesse sorrir para aquela situação. – Fico feliz em ver que arrumou um terno novo. Ah... Meu companheiro... Nós precisamos tanto que você não tem noção. – Mostraria meu sorriso, me empolgando com a chegada do animal. – Vamos? – Olharia para Alex, onde guardaria as minhas armas em seus respectivos locais e me dirigindo até o local de nosso treino.

Começo do Aprendizado: Montaria

De primeiro, analisaria a proporção daquele animal e a sua beleza, perceberia o quão forte aquele animal deveria ser e me aproximaria conforme os ensinamentos anteriores de Alex, me manteria algo e seguro, tentando lentamente começar uma relação com aquele animal para que a montaria não se tornasse tão agressiva. – Como devemos começar? – Perguntaria ao meu instrutor, esperando uma resposta do mesmo.

A partir daquele momento, começaria a ouvi-lo da melhor forma possível, tentando fazer conforme ele ia me ensinando, da maneira teórica e prática, absorvendo todo o conhecimento e a melhor maneira para entender daquela perícia. Não me importaria de cair, ser arranhado ou mordido por aquele animal, já que a sua natureza agressiva sempre pertenceria ao mesmo e isso não mudaria, ainda mais para alguém estranho a ela.

Sabrina deveria ser tratada com cuidado e também delicadeza, para que não viesse a se machucar com o nosso treinamento e eu não saísse com alguns ferimentos que poderiam me atrapalhar em uma batalha futura.

Fim do Aprendizado


Após o tempo passado, procuraria repousar, fosse entrando no esconderijo novamente ou ainda na loja, olharia para Alex e o agradeceria por todo o conhecimento passado para mim, por hora, deveria descansar para podermos continuar no próximo dia.

Antes disso, procuraria averiguar a condição dos meus companheiros, também havia uma grande situação para passar para eles já que a aliança poderia ser um tanto estranha para os meus companheiros. Assim que os encontrasse, os reuniria. – Não sei o que Laezar disse para vocês ou se contou sobre tudo, mas, bom. Estou feliz que estejam aqui e bem. Como que o está o Saulo? – Procuraria averiguar melhor a situação do sireno, me preocupando com o homem que enfrentou Granberia a mãos nuas. – Temos melhores informações de como encontrar Kraven e sua organização, não conseguiríamos fazer essa tarefa sozinho e os Satrinavas, o nome da família da qual estamos em seu esconderijo também não. Com isso, formamos uma aliança para fazer com que Kraven e outras organizações que estão ao seu lado caírem. – Olharia para Saulo, me lembrando daquela situação. – Temos também um problema com a Granberia, não sei o que aconteceu com ela ou o que fez ela fazer o que fez. Mas, descobrimos quem espancou Saulo. A ruiva estava com mais dois homens quando encontrou o sireno que deve tê-la reconhecido, talvez como uma prova para lealdade ou similar, ela deixou a sua espada de lado para lutar contra o homem-peixe. Ou seja, a espadachim pode estar sendo chantageada ou agindo como uma agente-duplo, não sabemos.

Meus olhos se passariam para Envy que provavelmente teria um ataque de ódio nessa hora, não era atoa que ambos estavam juntos há um bom tempo, eram irmãos e agora uma pessoa de nossa tripulação agindo daquela maneira? Uma traição? ... Tinha certeza de que não seria fácil para ela aceitar. – Granberia tem seus motivos para ter feito isso, desde o começo, não foi objetivo dela matar Saulo, até mesmo pelo fato de não usar a sua espada. Eu confio em meus tripulantes até que eles me provem o contrário. Não lhe impedirei de ter a sua vingança se for o caso dela ter nos traído, mas, até lá, peço para que espere por termos maiores conclusões. – Me manteria sério, com um olhar tristonho a essa situação, nós tínhamos passados por situações juntas, mas tudo isso era um problema.

Explicaria para todos tudo o que foi falado durante as nossas reuniões com Alice e a Madre, explicando tudo o que fora explicado e comentado durante dela, reportaria isso para todos os meus companheiros esperando ver também as suas conclusões sobre o assunto, esperaria primeiramente por suas respostas antes de tomar qualquer decisão posterior, no entanto, assim que houvéssemos discutido sobre tudo, me deitaria em uma das camas para poder descansar o meu corpo e mente. – Falaremos mais sobre isso amanhã, agora, descansem. – E com isso, adormeceria.


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MensagemAssunto: Re: Demolishing the Wonderful   Demolishing the Wonderful - Página 5 EmptySex 31 Jan 2020, 02:38



Post.23



A interação de Asger e Alex acontecia com certos níveis de entendimento, o tritão tubarão ainda era um rapaz jovem que tinha sim uma história trágica mas por fim tinha encontrado uma família e amor no meio daquelas pessoas queridas, o olhar de Alex passava que ele entendia o que as palavras do tritão tentavam lhe passar mas o rapaz ainda era jovem para entender o sentimento e todo o peso que aquelas palavras carregavam. Laezar por sua vez voltou para esconderijo enquanto Alex levou Asger até a carroça onde uma grande ursa dormia no espaço reservado a carga, de lá eles seguiram para uma praça um pouco mais espaçosa onde a ursa Sabrina acordou e lá eles puderam instruir o lutador sobre como montar e organizar uma cela para criar algum conforto enquanto monta, depois de mais umas duas horas ali apenas aprendendo como montar Asger sentiu-se confiante em sua nova habilidade.

Tinha sido um dia longo, o tritão acordou cedo para voltar a cidade buscando novas informações onde por fim acabou encontrando um conflito entre a família Satrinava e o grupo Blaze Furious, depois de se envolver na situação aconteceu o encontro para logo em seguida os respectivos aprendizados o que fazia-o chegar nas primeiras horas da noite assim que a dupla retornou para a loja. Alex pegou Kain e Sabrina e os colocou de volta na carroça antes de se despedir e ir embora levando as criaturas de volta para a sua dona, no esconderijo agora teria apenas o médico da família Satrinava enquanto todo o resto pertencia ao grupo de Asger, o que poderia lhe passar um sentimento de que aquele esconderijo já lhe pertencesse se não fosse pelo o estranho ainda estar ali na ala médica ao lado de Envy e Saulo, que por sinal estava acordado.

Apesar de parecer bem Saulo ainda estava com seus curativos e ainda parecia abatido, talvez por fraqueza ou apenas chateado por se encontrar naquela situação, Laezar estava na pequena cozinha que existia na área de lazer parecendo preparar algo, Sylph por sua vez também estava na ala médica mas descansava um pouco, talvez o fato de encontrar um médico confiável tenha tirado certo peso de sua consciência, ou pelo menos peso o bastante para ela se dar o luxo de descansar ao ver que seu paciente melhorou. Com a chegada de Asger todos se reuniam na sala de reuniões com as cadeiras já posicionadas ao redor da mesa, Saulo era levado por Envy em uma cadeira rodas até o local não pelo fato dele ter ficado completamente incapaz considerando que o mesmo é um sireno mas sim pelo fato dele ainda estar se recuperando e ainda um pouco cansado para se esforçar a andar em terra firme, Edgar como não era do grupo se isentava da reunião assumindo a responsabilidade de olhar a comida que Laezar preparava e cuidava para a mesma não queimar enquanto o tritão estava ocupado.

Durante a reunião Asger podia pegar um certo mix de emoções, Laezar já sabia de tudo aquilo então nada ali o surpreendia mas Envy e Sylph, que tinha levantado para a reunião, pareceram bem surpresas com a informação sobre Granberia deixando claro que Saulo não tinha denunciado a amiga para ninguém. - Eu achei melhor deixar que eles soubessem dessa informação por você para não atrasarem a nossa viagem até aqui. - Falou o vermelho por baixo apenas para Asger ouvir dando a entender que ele tinha comentado sobre tudo até então mas não sobre a Granberia para não arriscar ter que responder perguntas demasiadas e assim atrasar a caminhada até ali, no entanto a surpresa poderia vir de Saulo que não só tinha guardado segredo de Sylph e a sua irmã. - Então vocês descobriram... - Comentou o sireno com a voz ainda um pouco fraca. - Isso é verdade Saulo, por que você não me falou nada!? - Perguntou a irmã.

Asger continuou desse ponto vendo que o sireno ainda parecia um pouco desconfortável, o tritão relatou suas suspeitas e o bando prestava atenção mas no fundo todos pareciam um pouco mais nervosos e ansiosos com a ideia ou ao menos a possibilidade de uma traição. Saulo por sua vez preferia ficar quieto com um olhar vazio sendo direcionado a mesa, ele parecia estar bem o suficiente para ao menos raciocinar e falar mas ele parecia apenas querer ficar quieto com os seus pensamentos a esse ponto. Nesse momento a comida preparada por Laezar ficava pronta, o médico apenas apagou o fogo e esperou ali até que alguém o convidasse para servir os pratos já que por causa das paredes de vidro era possível para o homem ver que o clima na sala de reuniões era tenso apesar de claro ele não poder ouvir nada, ou pelo menos era isso que todos poderiam pensar. Graças a parede de vidro era possível o ver sentado lá apenas tomando um chá enquanto lia um livro. - Bem a refeição está pronta, apesar de tudo precisamos comer. - Comentou Laezar após toda conversa chegar ao fim.

O vermelho com o auxílio de Edgar preparava os pratos e os posicionavam na mesa, com isso o médico aproveitava a deixa e se despedia para o grupo em um todo. - Bem os deixarei que jantem, eu vou estar na loja preciso dispensar os funcionários e assumir a guarda desse ponto, se precisarem eu estarei lá em cima. - Com isso o médico acenou com a cabeça em um forma de respeito e saiu do esconderijo deixando o bando de Asger ali para terem sua refeição e quando a hora chegasse cada um fosse se recolhendo para descansar.

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Observação: Malz a dmr, só consegui voltar para o post de madrugada e por isso pode ter alguns erros ai pq não tive tempo de revisar nada.
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MensagemAssunto: Re: Demolishing the Wonderful   Demolishing the Wonderful - Página 5 EmptyDom 02 Fev 2020, 23:37

Demolishing the

Wonderful

Assentiria com a minha cabeça para Laezar e sua decisão correta que fora tomada, Saulo, obviamente já estava por dentro da história devido a ele ter sido a vítima da mesma, não havia desconfiado que o mesmo soubesse, mas, talvez com uma pancada na cabeça ele havia esquecido. Com a reunião terminada, tínhamos uma refeição para aproveitarmos feita pelo vermelho e com uma ajudinha de Edgar. – Obrigado Edgar. Bom, vamos a refeição, um saco vazio não para em pé. – E começaria a me deliciar sobre o prato preparado por Laezar, comeria do meu jeito, sem me preocupar com quaisquer modos, usando os talheres algumas vezes e nas outras as próprias mãos.

Após a refeição, me despediria dos meus companheiros e iria para a minha cama onde começaria a me embaralhar em meus pensamentos, procurando encontrar informações das quais poderiam terem passado despercebidas, embora não tivesse um foco muito grande do que fazer naquele momento. – Temos que encontrar a Granberia para termos explicações... Amanhã devemos falar mais com a Madre para sabermos o nosso próximo passo. – Falaria de forma baixa, procurando expor meus pensamentos em voz alta.

Por fim, descansaria os meus olhos e procuraria reaver o meu sono para que meu corpo pudesse descansar, tanto fisicamente como mentalmente já que os fatos que ocorreram mexeram com meu psicológico e emocional, além disso, também estive bastante ocupado com os treinamentos e aprendizados realizados e despertados pelo interesse em ter um companheiro animal.

No próximo dia ao qual eu acordava, eu procuraria olhar onde estavam os meus companheiros dentro do esconderijo para saber qual ação que deveria tomar, não sabia quando a madre entraria em contato novamente, portanto, procuraria acordar em um horário bom que fosse cedo. Recebendo qualquer contato, entenderia a mensagem proposta antes de desferir qualquer resposta, caso contrário, dependendo do horário, tentaria entrar em contato com Edgar para pedir um contato com a Madre.


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Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Demolishing the Wonderful   Demolishing the Wonderful - Página 5 EmptyTer 04 Fev 2020, 18:14



Post.24



O grupo seguiu com o jantar, talvez por ainda terem muito o que pensar as pessoas preferiam ficar em silêncio enquanto Edgar seguia para a loja assumir o seu posto, Saulo não tocava muito na comida e sua irmã ainda parecia incomodada pelo sireno ter guardado um segredo daqueles dela, talvez por isso ela preferiu se manter quieta mas Sylph fazia questão de obrigar Saulo a comer. Laezar por sua vez parecia querer tirar a cabeça do trabalho por um momento e talvez fosse por isso que ele preferia um assunto mais casual naquele momento. - Tudo saiu como o esperado com o urso? - Apesar de estar curioso a pergunta de Laezar soava mais como uma piada interna, afinal para um homem de classe como aqueles dois um urso era sempre uma companhia incomum.

Todos terminavam sua refeição, inclusive Saulo, a enfermaria e a área de serviços eram os únicos lugares no esconderijo que tinha de um conforto para dormir, Saulo dormiu em uma das camas ali assim como Sylph e Laezar, Envy deitou em uma poltrona reclinavel na área de lazer enquanto Asger dormiu em um divã que tinha ali na mesma área. Depois de um descanso longo de oito horas o grupo foi aos poucos acordando, sendo o primeiro entre eles Laezar que já preparava um café da manhã e Saulo que já parecia bem melhor, Sylph acordava logo em seguida para ajudar o sireno a remover suas bandagens, Envy e Asger acordaram por último já sentido o cheiro de café e água que era fervida para o preparo do chá.

O vermelho organizava as bebidas em uma pequena mesa circular no centro da área de lazer, em seguida trazia um prato com um pedaço de queijo suíço, pão e biscoitos cracker, cada um ia se servindo enquanto Asger olhava para o relógio na parede da sala percebendo que ainda era seis horas e alguns minutos da manhã. - Bom dia. - Ia falando cada um conforme iam se juntando na mesa preparada para o café da manhã. - O médico passou aqui mais cedo pedindo para avisar a ele quando todos estiverem prontos, no segundo piso da loja existe um banheiro caso alguém queira utilizar. - Dizia o Laezar direcionando a primeira informação para o capitão enquanto a segunda era para todos na mesa.

Assim que todos estivessem dispostos Edgar se juntava no esconderijo após abrir a loja e deixar a mesma na supervisão dos funcionários que acabavam de chegar, todo mundo ia se reunindo na sala de reuniões enquanto o médico preparava um simples quadro negro para lhe auxiliar. - Agradeço a vocês por me receberem apesar do meu pedido repentino, espero que as instalações sejam de seu gosto. - Começava ele fazendo uma breve pausa para ouvir qualquer feedback ou crítica sobre as instalações. - Bem indo direto para o que importa a Madre me pediu para lhe informar que ela está querendo planejar uma investida no Distrito Esquecido contra um galpão localizado em um porto clandestino existente na região. Como já devem saber o porto da ilha é supervisionado pelo quartel general da marinha mas o que poucos sabem é que ao leste na ilha, no distrito esquecido, existe um porto onde algumas docas foram levantadas ilegalmente para ações de contrabando.- Edgar fazia uma pausa para tomar fôlego e terminar o desenho que ele fazia no quadro deste que tinha começado a falar, nesse período Asger poderia lembrar que o Distrito Esquecido tinha sido onde Granberia foi vista pela última vez depois de agredir Saulo. Terminando [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] Edgar se virava para o grupo.

- A região é implicitamente um território neutro, uma zona de ninguém pois diversos criminosos e piratas fazem uso desse porto clandestino para passar pela ilha ou fazer os seus negócios ilegais, atacar tal região é quase como declarar guerra contra todo o criminoso na ilha mas isso não conta para os galpões. - Apontando para região circulada em vermelha ele continuou. - Poucos grupos criminosos possuem um galpão aqui, aqueles que tem um guardam suas mercadorias, armas e diversos outros produtos ilícitos, no entanto existe um galpão que sempre foi considerado abandonado o que é estranho considerando que todo grupo criminoso deseja possuir um galpão desses para gerenciar as suas ações na ilha, o que nos leva acreditar que esse galpão já possui um dono mas está apenas inativo... - O médico fazia uma segunda pausa para não só pegar fôlego como também por algumas [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] sobre a mesa de reuniões. - … ou pelo menos estava até uma semana antes de Kraven fugir do manicômio. -

Eram um total de dez fotos tiradas em ângulos diferentes, em uma delas o bando poderia ver alguma pessoas vigiando a região, em outra Asger poderia ver o gangster de espada diferenciada que lutou com Laezar no dia anterior parado na porta do galpão parecendo conversar com alguém e na última ele poderia ver Granberia ao lado de um [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]. - A Madre acredita que com um ataque rápido e sorrateiro poderemos conseguir pistas sobre a localização de Kraven sem chamar a atenção de nossos inimigos… Ela planeja atacar hoje, se você quiser fazer parte do ataque é só falar que lhe daremos mais informações sobre o nosso plano. - Agora o médico se calava esperando uma resposta do capitão dos tritões, era evidente que o ataque ia acontecer com ou sem ele mas se Asger fizesse parte do ataque ele saberia mais do plano de Madre e provavelmente teria acesso direto com as pistas que a mulher encontrar ali, isso se o ataque for bem sucedido claro.

Citação :
Observação:
SP: 127
Informações:
 

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MensagemAssunto: Re: Demolishing the Wonderful   Demolishing the Wonderful - Página 5 EmptyTer 04 Fev 2020, 23:43

Demolishing the

Wonderful

- O urso foi uma companhia melhor do que o esperado. - Sorriria, vendo um pouco da brincadeira que Laezar trazia em sua pergunta. Dormíamos nos lugares dentro do possível, alguns mais desconfortáveis do que outros, mas, éramos piratas e não nobres, viveríamos e sobreviveríamos em qualquer condição, fortalecendo a nós mesmo através das escolhas que faríamos, como tritões, éramos mais resistentes em qualquer circustância.

Embora minha ideia fosse ser um dos primeiros a acordar, percebia que havia sido um dos últimos, o vermelho já estava preparando tudo como desejava, fortalecendo as nossas energias através de suas bebidas energéticas e alimentos simples, mas nutritivos. O médico havia nos informado logo de manhã que deveríamos estar prontos, com isso, aproveitaria para me servir um pouco de cada do que era distribuído por nosso cozinheiro e após isso esperar que todos estivessem prontos, arrumando todas as minhas coisas e colocando alguns alimentos dentro de pequenos sacos e colocando em minha nova mochila.

Uma das coisas que havia percebido era que sequer havia vasculhado aquela bolsa se havia alguma coisa do lado de dentro, por isso, colocaria a minha mão procurando reconhecer qualquer objeto dentro da mesma e retirando-o para analisar qual objeto que é. (Esse presente do amigo secreto refere-se a retirar objetos aleatórios de donos anteriores, descrição está abaixo.)

No momento em que todos estivessem prontos, procuraria guardar esse item de volta na bolsa e começaria a escutar o que Edgar tinha a dizer. – A instalação está ótima, obrigado. – Daria a minha opinião sobre o que estava achando daquele local, sendo sincero em minhas palavras. A Madre parecia estar lendo meus pensamentos e naquele momento começava a esboçar uma investida onde poderíamos descobrir mais pistas em relação a Granberia ao mesmo tempo em que acabaríamos com alguma influencia de Kraven dentro daquela ilha. O desenho do qual Edgar realizava me lembrava bastante da região do qual nos encontrávamos e ele continuava explicando melhor sobre o que estaria a história por trás dessas docas e da região.

De imediato, Granberia aparecia dentro de algumas fotos e isso transmitia ainda mais a minha curiosidade em relação aos acontecimentos dentro daquele galpão, sabia que deveria estar em meio ao plano de ataque e para isso começaria a discutir com os meus companheiros quem participaria do ataque, visto que alguns ainda estavam meio alterados em relação aos recentes acontecimentos. – É de nosso interesse participar desse ataque. Não sei como vocês estão reagindo aos recentes acontecimentos, mas, gostaria que todos dentro do possível pudessem participar, embora ainda considere que Saulo não está em condições. – Olharia para o mesmo e a maneira que o sireno estava se comportando e o estado de saúde dele dentro desse tempo. – Acredito que Sylph também seja a única que possa fazer algo se alguma coisa de sua saúde sair do costume, embora também fosse importante que ela estivesse conosco em meio a invasão. – Olharia para os meus outros dois companheiros.

- Vocês são os que estão em melhores condições. Mesmo que os outros dois não possam participar, quero que vocês participem. – Declararia a minha vontade sobre os meus companheiros, esperando que eles possam decidir por si só. Assim que fosse decidido quem iria, olharia para Edgar. – Conte-me mais sobre o plano e onde devemos estar indo para encontrar o grupo de vocês. – Esperaria que todas as informações fossem nos ditas enquanto prestaria atenção em tudo o que era dito.

Assim que tivesse sido passado o horário para o ataque, esperaria o momento correto para sair daquele esconderijo e me juntar ao grupo da Madre com o meu bando. Nesse tempo de espera, lustraria todos os meus equipamentos da melhor maneira possível, procurando até mesmo deixar a espada em um bom estado, não sabia bem o que fazer com ela ainda, já que Granberia havia uma espada de fogo bem poderosa e não havia nada demais na que eu carregava em minhas costas, contudo, ainda deveria ter alguma utilidade futura.

Caminharia em meio as sombras, procurando usar caminhos dos quais não eram tão procurados pela marinha ou qualquer outro grupo para que pudesse passar de forma furtiva o máximo que conseguíssemos, embora não tivéssemos maestria para tal ato. Quando chegássemos ao ponto de encontro, tentaria encontrar rostos familiares em meio ao grupo e analisaria todos os “soldados” que estavam reunidos para aquela invasão, tentando não me surpreender futuramente com as suas habilidades. – Estamos aqui. – Falaria para o responsável do grupo de ataque.


Histórico:
 

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Descrição do Item:
 

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