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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Sons of Vermillion's Blood: Gênesis

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Sons of Vermillion's Blood: Gênesis   Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 7 EmptyQua 11 Dez 2019, 22:08

Relembrando a primeira mensagem :

Sons of Vermillion's Blood: Gênesis

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Coldraz Vermillion, Mikhail Vermillion e Reisi. A qual não possui narrador definido.


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GM.Midnight
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MensagemAssunto: Re: Sons of Vermillion's Blood: Gênesis   Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 7 EmptyQui 06 Fev 2020, 12:33


Vermillion's blood tales

#11




Cold, Mikhail e Reisi

~ Anteriormente:

Após realizarem a tarefa de limpeza e executá-la com perfeição, com a verificação de Akira, o trio seguia para a segunda parte da sua admissão, resumida por um treinamento, e agora teriam de continuar o seu processo. ~


Enquanto estavam treinando, cada um dos três tomava atividades diferentes. Primeiramente, Coldraz aproveitando a oportunidade se dirigia até um homem que treinava algumas séries de socos e chutes em um saco de areia, não dava para saber exatamente o que ele treinava, mas ainda assim era algo muito parecido com um estilo rudimentar corpo-a-corpo. Assim, o jovem abordava-o perguntando se ele poderia repassar algum conhecimento sobre essa perícia. De início, o futuro instrutor estranhava e questionava o porquê dessa pergunta, mas logo era respondido pelo Vermillion mais novo, aceitando aquela explicação.

~ Inicio da aprendizagem(Luta de Rua) ~

- Escute garoto, não se aprende a lutar como se aprende nos livros, é só deixar seu corpo seguir o seu instinto e ir para cima. Tenta!

De início o homem chamava Coldraz para cima, intimidando-o, dessa forma o rapaz partia para cima com uma corrida, dando um soco por cima, mas era surpreendido por uma rasteira vinda da perna direita do adversário. – Tá vendo, luta de rua não é sobre dar porrada, é sobre como ser mais ligeiro que o seu adversário.

Assim, o aprendizado continuava, na verdade estava mais para uma luta, mas a cada caída do espadachim , ele conseguia captar algo, um detalhe, um truque, a diferença que o adversário começava a falar. Em determinado tempo, a situação começava a se inverter, conforme o homem tentava passar a perna no mais novo, havia reação, ele pulava, ou então usava algum membro para impedir o golpe, a cada nova rodada parecia que ele aprendia cada vez mais, ao ponto de antes de Akira chegar o homem para a luta. – Já é o suficiente, você já é malandro o suficiente, agora consegue dar uma surra em sei lá quem quer que seja.

~ Fim da Aprendizagem ~

Durante a aprendizagem de Coldraz, os outros dois iam fazendo exercícios como flexão, abdominais, entre outros. Assim, cerca de uma hora depois chegava Akira novamente, fazendo com que todos os agentes dali parecem e novamente ficassem em contingência. – Podem relaxar. Dizia o homem andando ao redor dali, até que fazia um sinal para que o trio o acompanhasse, não mudavam de ambiente, apenas iam para uma parte mais reservada, cheia de tatames. O superior, ao contrário de antes, usava agora uma espécie de kimono, algo feito para treino já que parecia de um tecido bem leve.

- Pessoalmente eu pensei em enviar um dos nossos agentes experientes para terminar a admissão de vocês, mas seria um desrespeito com o velho Vermillion. Sendo assim, eu mesmo vou executar a última etapa de admissão. Dito isso, ele caminhava até uma caixa com várias armas de madeira de treino e pegava uma katana de madeira, ele ia para o centro do tatame, deixava seus pés ligeiramente afastados e colocava a arma em uma posição central. – Quero ver o quão bem vocês conseguem agir em time e como indivíduos, portanto o objetivo é simples, elejam um líder entre vocês três, esse líder deve ser o responsável por me desarmar, o resto do time deve agir para que isso aconteça. Peguem as suas armas e comecem!

~ Orochi ~

Após o término de seu aprendizado sobre a arte das estrelas, Kozuki ainda sentia sede de conhecimento, aproveitando o ambiente que estava, então, se dirigia a bibliotecária novamente, dessa vez perguntando sobre um livro de física. A moça fazia um breve comentário sobre o quão ser raro agentes em treinamento se preocuparem assim com o intelecto, e dessa forma pedia um instante, voltando logo após com o livro desejado.

~ Início de aprendizagem (Física) ~

O livro, assim como o anterior, continha uma breve explicação histórica sobre a física, trazia alguns filósofos e pensadores que discutiam a respeito das leis que regiam esse mundo e sobre a sua resolução.

De início, passava boa parte do texto com explicações teóricas, teoremas, proposições e outras coisas que explicavam as principais regência dos fenômenos, coisas como porque o vento se movimentava, como os corpos podiam ser movidos, entre outras coisas.

Apesar de ser apenas um nome, era um tema muito amplo, o que até dificultava a leitura para Kozuki no começo, mas conforme ia avançando, conseguia pegar o jeito da coisa e ir aprendendo mais a respeito do assunto. Começava a compreender melhor o que os teoremas queriam dizer e cada vez mais as demonstrações pareciam menos complicadas.

No final, já conseguia compreender a maioria dos ensinamentos daquele livro, inclusive se atentando a  um fato bem interessante: muitas coisas daquele mundo desafiavam a lógica da física, entre eles as famosas Akumas no mi, que não eram muito detalhas na obra, mas ainda sim eram afirmadas como desafiadoras das leis do mundo.

~ Fim da aprendizagem ~

Após terminar de aprender, Kozuki ainda encontrava-se na biblioteca, não havia nenhum chamado por parte de Akira ou de outros superiores, portanto tinha ali um tempo livre que poderia aproveitar, seja para resolver algum assunto por ali ou se apenas quisesse descansar.






Legenda:
 

Braço trincado:
 
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MensagemAssunto: Re: Sons of Vermillion's Blood: Gênesis   Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 7 EmptyQui 06 Fev 2020, 16:23

Enfim uma parte daquele teste que me agradava/ Provavelmente a única que eu anteriormente sabia e imaginava encontrar ali naquela tentativa de nos arrolarmos junto ao Governo Mundial como seus agentes: uma espécie de combate. Devo dizer que desde que Akira retornara trajando aquela roupa diferente - os quimonos, é dedutível, eram mais apropriados para combates/treinamentos - a excitação já brotava em meu ego.

Também é próprio dizer que com aquela última etapa não havia realmente ficado muito animado. O trabalho, por mais que fosse exaustivo e, bem, trivial em algum aspecto, era um teste que eu tinha certeza envolver disciplina. E é claro que em um treino há disciplina também, mas isso sequer estava sendo avaliado naquele instante. De qualquer forma, estava ali, e agora era a hora que tanto almejava.

Com os dizeres do agente do governo, a expressão que podia sorrir quando ouvia falar de meu pai, mas não sorria de tão compenetrado que estava. Os punhos já se apertavam enquanto ele falava, e prestando atenção em cada uma de suas instruções, eu tinha certeza de que agora era a hora do meu sucesso. Assim, com tudo explicado e a proposta de iniciarmos, eu havia tomar a dianteira como um líder natural que era, e por isso seguiria os rapazes enquanto eles fossem pegar suas armas de treinamento.

Não sabia exatamente com o que Reisi lutava, mas se ele fosse um lutador de punhos, pés, corporal quero dizer, provavelmente não precisaria de uma arma, como eu. Mas, se fosse o caso, faria um breve movimento com a mão chamando-o para próximo enquanto em poucos instantes minha mente genial formulava maneira meio abstrata o que havia de ser feito. Pois tocaria o ombro de meu irmãozinho, e do caolho, para então falar-lhes em tom mais baixo, propondo certos princípios estratégicos, como que a combinar nossas movimentações.

- Duas coisas: - Faria o número com os dedos, olhando para um dos colegas e depois para outro. - Distração e Ação. Flanquendo o Akira nós diminuímos sua chance de reação, e se dois estiverem focados mais ainda em direcionar a atenção dele, o terceiro tem mais facilidade em direcionar seus esforços para desarmá-lo. Sendo objetivo: distraiam-no, imobilizem, desestabilizem. - Gesticularia enquanto falasse rápido e baixo, sem tempo de combinar maiores coisas.

E eis que posicionaria-me, elevando os punhos fechados a uma altura um pouco acima do peitoral, mas distanciados certos centímetros do contato com o tórax ou rosto. Os pés, em seus sapatos, elevariam-se um pouco para darem lugar a velocidades dos movimentos do boxe baseados no uso da ponta dos pés. E os olhos, ah os olhos de um caçador visando sua presa, de um ambicioso diante do objetivo da sua ambição. E bem, convenhamos, há de se admitir que eu sou alguém de ambição e convicção.

Pois assim, esperaria o momento em que estivessem prontos, mantendo o olhar em Akira sem expressar sentimento algum além do frio e técnico desejo de cumprir uma espécie de missão. Para mim estava óbvio que eu seria o líder da missão, e não precisava nem dizer aquilo, mas se fosse perguntando pelo superior, não diria nada, apenas batendo um dos punhos no peito pra detonar que era eu, ou mesmo simplesmente assentindo com a cabeça se a pergunta já viesse com o pressuposto de eu possivelmente liderar.

- Foco. - Diria, baixo, permitindo que seus aliados e, quem sabe (?), o agente do governo ouvir, no milésimo de segundo antes de disparar na direção de nosso então adversário. E se você supos que porque eu usei o termo disparar eu usaria minha velocidade máxima, se enganou: apesar de simular, com as habilidades da Aceleração, estar usando meu máximo potencial de velocidade, isso não passaria, exatamente, de uma simulação. Estaria, na realidade, permitindo-me usar cerca de 3/4 minha velocidade total, mas ainda assim alternando minimamente nessas proximidades. O ponto era deixar um pequeno déficit em sua velocidade em todo momento, por mais que alternasse um pouco na tentativa de tornar meus movimentos o mais imprevisíveis possíveis.

Tanto gostaria de torná-los incertos para o superior que a própria aproximação não seria como uma corrida. Saltando de um lado para o outro - é evidente, tentando ao máximo coordenar com a velocidade e movimentação dos aliados -, alternando entre o apoiar do peso e a impulsão entre uma perna e outra - mas as vezes usando duas vezes a mesma perna, para tornar-se menos previsível - aproximaria-me de Akira, tentando na realidade posicionar-me de forma a interpor ele entre nós três, por mais que ele se movimentasse para dificultar isso para nós, tentando impor este ritmo com o uso de minha pseudo-velocidade. Era como deixá-lo no meio do triangulo formado pelos três pontos Mikhail, Coldraz e Reisi ao máximo.

Ainda, aproximando-me para ficar certas vezes a quase meio metro dele, e outra a quase dois, em meio aos saltos e impulsos, tentaria minimamente dar orientações com movimentos de cabeça ou levantar dedos rápido para a direção que visualizasse mais exposta no adversário, de forma a ser aproveitada pelos que combatiam ao meu lado naquele instante.

E por mais que minhas intenções naquele momento fossem basicamente confundir e estudar, numa primeira instância, o adversário, não deixaria de tentar aplicar-lhe golpes, um ou outro, em momentos oportunos, explorando suas brechas possivelmente visualizadas durante minha movimentação. Um jab, um direto, coisa simples, mas ainda respeitando a ideia de passar a impressão de que era mais lento, tomando cuidado inclusive para não ser bloqueado ou contra-atacado durante a realização, podendo inclusive abortar um golpe no meio se fosse necessário para tal - mas sobre as defesas em linhas gerais, mais a frente eu descrevo.

O que importava era buscar o momento mais propício em meio as movimentações de meus dois aliados, e minhas, e de meu adversário, para que pudesse tentar enfim desarmá-lo. Por isso, os golpes que dava não eram para ferir-lhe ou desestabilizar-lhe mesmo, mas ao máximo para usar da velocidade e da soma de movimentos para encontrar o momento ideal para fazê-lo, considerando a linha de base das ações de Akira. É claro que, por conta de uma questão de conveniência, tentaria encontrar o momento mais certo em meio a um ataque ou outro de meus aliados, quem sabe uma imobilização, o que fosse, pois assim esperava diminuir mais ainda a possibilidade de reação do agente, mas não me limitaria a isso caso o momento aparentemente mais propício surgisse em meio a minha própria movimentação.

E, bem, buscando este instante, quando julgasse então apropriado para tal, lançaria-me na direção do adversário eis que agora com velocidade máxima, pela quase impossibilidade dele prever aquele "up" aleatório em minha ofensiva. Assim, somado ao momento resultado das movimentações já explicadas e a surpresa, jogaria meu cotovelo em uma cotovelada contra o punho do agente e guarda da arma de treinamento, tentando empurrá-la para fora, em uma espécie de manobra de desarme, fosse vertical ascendente ou descendente, ou mesmo diagonal, coisa que só seria possível decidir no instante, pois não havia como prever como as distrações e ideias que dava para os aliados se sucederiam em suas ações. E, se fosse necessário, e até provavelmente soasse como auxiliar, prosseguiria minha movimentação enquanto realizasse a manobra, chocando meu próprio corpo contra o do superior para, como vocês já bem sabem, diminuir mais ainda sua capacidade de reação pela lógica do improvável.

Ainda, tendo em vista a ofensiva, estaria pronto a todo momento para me defender, de maneira que para golpes horizontais, por exemplo, usaria de afastamentos, abaixadas e pulos (a depender da altura do golpes, é claro), e retenção de membros para o lado, com giros por exemplo, que pudessem vir a ser atingidos por alguma espécie de golpes. Verticais e diagonais, ou em arco, a mesma lógica, é claro que por exemplo, se me abaixasse, o faria saindo para o lado, para evitar mais ainda o atento contra minha integridade física. Se fosse o caso pular, também saindo para o lado, é evidente. Ou mesmo no afastar-me, não fazê-lo simplesmente de retilínea, mas deixando o lado. E isso tudo muito envolvido com a movimentação constante de saltos, afastamentos e aproximação, que me propunha.

Para golpes mais retilíneos, ou em outras possibilidades de ataques, afastamentos mais longos para trás, ou se fosse suficiente meros movimentos rápidos para o lado evitando o que fosse, mas somando sempre, como dito, a movimentação, de forma que o faria criando ainda mais um movimento aleatório que seria difícil de prever. Em último caso, podia inclusive bloquear golpes, e quem sabe utilizar de sua força nesse exato instante para chocar meus punhos na lateral da arma, em mais tentativa de desarme, mas apenas em caso muito próprio para tal - se não fosse o caso de uma oportunidade clara, manteria a estratégia padrão.

E é claro que durante as esquivas e defesas, se precisasse, permitiria-me utilizar até quase o potencial máximo da minha velocidade. Mas com um foco muito intenso no termo "quase", pois de toda forma guardaria uma certa quantidade de energia de movimento não demonstrada para a aplicação de minha estratégia. Digamos numericamente, talvez usasse até uns 90% da velocidade máxima em meios a essas esquivas, ou até, estourando, em uma máxima necessidade de não ferir-me, uns 95%, de forma que alguma coisa ainda sobraria para a surpresa mesmo que tivesse que apelar para este uso mais emergencial.

Mais evidente que tudo, coordenaria as movimentações com os colegas, tentando dar orientações sutis e rápidas com a linguagem corporal para que fizessem dados movimentos que do ponto onde eu estivesse pudesse perceber. Com Reisi não possuía tanto entrosamento, mas com Coldraz sabia que entenderia melhor estes meus sinais, e então eles seriam provavelmente mais direcionados a ele.


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MensagemAssunto: Re: Sons of Vermillion's Blood: Gênesis   Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 7 EmptyQui 06 Fev 2020, 21:53

COMBATE
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Meu mentor era uma pessoa visivelmente reservada, mesmo após me auxiliar na arte do combate desarmado, este não fazia questão de me dizer seu nome. Certamente teria gostado de agradecê-lo devidamente por dispor de seu precioso tempo para treinar um conscrito como eu. Por um momento parecia até um pouco de desdém, como se estivesse dizendo que não fazia diferença qualquer tipo de formalidade, tendo em vista que era pouco provável cruzarmos o caminho um do outro novamente. Enfim, deixando isso de lado, certamente apreciava o conhecimento que ele havia me passado; já via o combate com outros olhos, realmente, o campo de batalha não era um duelo de esgrima, a sagacidade e arte do improviso eram tão, ou até mais importantes do que qualquer técnica. Nesse ponto, agradecia minha maestria com ambas as mãos para bolar golpes inovadores, aumentando meu leque de possibilidades.

Não muito depois de ter me acostumado com o ritmo e meu próprio instrutor reconhecer que já estava pronto para "dar uma surra" em qualquer um, Akira retornava; uma chegada que era anunciada claramente com o respeito dos meus veteranos. Ou o governo era mais rigoroso do que eu podia imaginar, ou Akira era, definitivamente, o tipo de pessoa que inspirava respeito e admiração para fazer todos no recinto pararem suas atividades e prestarem continência, e pela reação dele diante da cena, era visível que esta era uma atitude comum para ele, que rapidamente dispensava a cortesia e chamava nossa atenção para a próxima etapa.

Antes mesmo que ele abrisse a boca, já ficava claro o que iria dizer, certamente ele não tinha colocado aquele kimono apenas para nos mostrar como ele era bonito — Pessoalmente eu pensei em enviar um dos nossos agentes experientes para terminar a admissão de vocês, mas seria um desrespeito com o velho Vermillion. Sendo assim, eu mesmo vou executar a última etapa de admissão. — Eu não podia pensar em nada melhor do que isso naquele instante. Uma rara oportunidade de enfrentar um agente experiente que conhecia meu pai e, possivelmente, participou ou, no mínimo, presenciou alguma missão ao seu lado. Esta era a perfeita oportunidade para medir o abismo que havia entre mim e aqueles que já estiveram ao seu lado, certamente faria valer esta chance, mas... — Quero ver o quão bem vocês conseguem agir em time e como indivíduos, portanto o objetivo é simples, elejam um líder entre vocês três, esse líder deve ser o responsável por me desarmar, o resto do time deve agir para que isso aconteça. Peguem as suas armas e comecem! — Isso me decepcionava um pouco, esperava a chance de enfrentá-lo de modo independente, mas suponho que isso fosse impossível para mim. Talvez, para um agente completo como ele, enfrentar recrutas só tinha sentido se viessem em maior número.

Não tinha muito o que fazer a esse respeito, simplesmente me dirigiria até a caixa onde estavam as armas e escolheria a espada de madeira mais longa que pudesse ver naquela caixa, girando ela e dando alguns golpes rápido no ar para me acostumar com o peso e o balanço da mesma. Se a espada parecesse muito pesada ou velha demais, eu simplesmente a trocaria por uma em melhores condições e me colocaria em posição à direita de Mikhail. Já estava acostumado o bastante com meu irmão para saber qual seria sua atitude no momento em que Akira nos mandou eleger um líder; ele certamente tomaria a frente em se colocar nesta posição. Sinceramente, já estava acostumado com isso, não posso dizer que estava irritado, ou mesmo aliviado, simplesmente não me importava, haviam formas melhores de conseguir o respeito dos meus superiores do que fazer pose exercendo um papel que eu claramente não estava acostumado a desempenhar.

Prestaria atenção nas palavras de Mikhail, mas caso estivesse avaliando a espada que iria escolher enquanto ele falava, não pararia minha análise de qualidade, afinal, não é como se eu fosse incapaz de fazer duas coisas ao mesmo tempo. Assim que ele terminasse de falar, eu simplesmente acenaria com a cabeça em consentimento e encararia Reisi; ele era o que mais me preocupava. Não sabia muito a respeito do caolho além de que ele tinha amnésia e portava uma espada. Imaginava se ele não seria um problema. Talvez sua presença atrapalhasse a sincronia da batalha, mas como dizer isso para alguém sem soar um completo babaca ? — Ei, otário, tenta não fazer merda! — É, acho que isso não iria funcionar. Eu podia dizer para ele deixar a gente fazer tudo... Não, isso seria muito grosseiro, seria como dizer que ele é inútil de uma forma indireta. Humm... Merda! Tentar não ferir os sentimentos dos outros era muito irritante.

Depois de pensar um instante, teria a ideia genial, uma frase impecável que poderia transmitir o que eu queria dizer sem soar ofensivo demais. Uma forma educada de dizer para ele ficar tranquilo e deixar o trabalho com a gente, sem soar como se estivesse insultando ele ou dizendo que não precisamos dele, eu diria com um sorriso e fazendo um sinal de "joinha" com a mão esquerda — Não se preocupe, só faça o seu melhor! — Eu sou genial, isso certamente o confortaria mesmo que fosse um merda usando aquela espada, afastando ele da batalha caso começasse a atrapalhar, ou alimentando sua determinação caso tivesse algum talento.

Terminada toda a preparação, estaria na hora de começar a batalha. Já posicionado à direita de Mikhail, esperaria pela ordem do mesmo para o ataque, me mantendo atento as suas palavras e disparando em velocidade máxima assim que ele se movesse. Meu objetivo seria atacar o flanco direito de Akira, me mantendo a uma certa distância de Mikhail e Reisi. Como era evidente a superioridade do nosso oponente, eu não me conteria nos ataques ou investida, iria com verdadeira intenção de matá-lo. Usando da minha aceleração, eu dispararia em uma corrida na velocidade máxima, fazendo uma meia-lua do ponto de partida até o lado esquerdo do meu oponente (correndo para a minha direita). Meu corpo abaixado durante a corrida enquanto segurava a espada com a mão direita, a ponta jogada para trás afim de tornar mais fácil quando eu efetuasse o meu primeiro golpe: girando meu corpo para a esquerda, eu puxaria a espada em um círculo, visando acertar o ouvido do meu oponente, mas não apenas isso, já me aproveitando do giro utilizado para esse ataque, eu continuaria girando meu corpo em um círculo e, me apoiando no pé esquerdo, efetuaria um chute com meu pé direito, visando acertar o joelho do meu oponente, no intuito de que isso o desequilibrasse e, consequentemente, o derrubasse ou, no mínimo, o deixasse vulnerável e distraído para o ataque de um dos meus companheiros. Me afastando imediatamente depois dos golpes efetuados.

Depois disso eu prestaria atenção em Mikhail e Reisi, atento para sinais que estes pudessem me passar durante a luta sobre onde atacar ou o que fazer, atendendo a esses sinais da melhor forma que pudesse. Porém, assim que percebesse um momento de vulnerabilidade por parte de Akira, fosse por estar se defendendo ou atacando um dos meus colegas, eu imediatamente avançaria na sua direção e efetuaria um golpe com a minha espada da forma mais adequada possível de acordo com a situação, fosse em uma estocada ou golpe horizontal/vertical/diagonal, talvez até mesmo um soco ou chute, dependendo da situação. O importante seria auxiliar Mikhail na conclusão da tarefa, o resto era trivial.

Quanto a minha defesa, bom, não é como se houvesse algo de muito excepcional nela, eu simplesmente balançaria e giraria minha espada de modo a interceptar e bloquear o ataque do meu oponente. Não havia muito o que falar a esse respeito, apenas que, caso eu precisasse me defender durante ou logo antes de efetuar um ataque, eu interromperia o mesmo e focaria minha atenção na defesa, logo em seguida prosseguindo para o ataque interrompido. Por exemplo, se eu precisasse me defender logo após o primeiro ataque, durante o intervalo entre o momento em que tento acertar o ouvido de Akira com a espada e o momento em que giro meu corpo para chutar seu joelho; eu interromperia o golpe e me defenderia do ataque do mesmo, voltando a me aproximar e tentar acertar seu joelho assim que seus ataques cessassem e eu pudesse me concentrar em atacar novamente.

Representação:
 

Outro ponto importante é em se tratando da minha espada como forma de defesa, eu não me manteria preso apenas a ela, eu também usaria minhas mãos e pés para bloquear caso necessário, sempre fazendo questão de evitar que ele me acertasse exatamente onde queria. Eu mudaria um pouco o ângulo do meu corpo, usaria a espada, braços e pernas para fazê-lo acertar as partes mais duras e resistentes do meu corpo, afim de minimizar o dano e, com sorte, causar alguma sequela no meu adversário, caso este tivesse o azar de pegar com mau jeito na hora do ataque.
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"Sou um homem afortunado e devo buscar minha fortuna."
— Henry Avery, 1694 —

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Akise
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MensagemAssunto: Re: Sons of Vermillion's Blood: Gênesis   Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 7 EmptyQui 06 Fev 2020, 23:41


O Dragão Verde
A Procura de Novos Mares


O jovem Kozuki ficaria por mais um tempo ali na biblioteca para aprender mais algumas coisas, depois que conseguiu aprender Astronomia para ser um bom navegador dos mares como seu pai foi, queria aprender um pouco sobre ser um cientista como sua mãe era como seu pai tinha contado para ele as histórias que sua mão vivia.

~ Agora que aprende mais um item de navegador, partirei para a segunda fase. Aprender Física. Eu irei ficar mais um pouco aqui e depois irei buscar as espadas para realizar missões pelo governo. ~ Iria falar enquanto pegava os livros de Física para começar a ler e aprender o que poderia redigir o mundo.

Orochi sentaria na cadeira da biblioteca para começar seus estudos de física e concentraria o máximo para não se atrapalhar com nada que pudesse encher ele de ideias diferentes, também se concentraria o máximo para não perder nenhum capítulo do livro que receberia.

Física Começo

Começaria lendo e analisava suas relações e propriedades, além de descrever e explicar a maior parte de suas consequências. Buscando uma compreensão científica dos comportamentos naturais e gerais do mundo em nosso torno. Aquilo chamava a atenção cada vez mais do jovem Kozuki pela matéria que tinha começava a ler.

~ Interessante como pode ter física na maioria das coisas que temos hoje nesse mundo é fantastico. Como que podemos aplicar a física nas coisas e em todo o termo de leis naturais e científica. ~ O jovem ficava cada vez mais interessado pela matéria e no decorrer que lia o que poderia fazer.

Buscava uma obtenção do conhecimento básico e preciso, sem se preocupar com pesquisas que tenham utilidade prática imediata. E também almejava a obtenção de conhecimentos para a resolução de problemas de caráter mais geral, embora não tenha um objetivo bem delineado. Buscava atender demandas exigidas pela própria comunidade científica, como a necessidade de se propor novas teorias para problemas que são insolúveis para uma teoria vigente, aquilo fascinava o jovem que estudava ali e não se preocupava com o tempo que levaria ali na biblioteca estudando.

Lia cada tipo de física que poderia ter no mundo que estava, e uma que chamava sua atenção que num parágrafo estava escrito: "A física estatística tem por objetivo o estudo dos sistemas constituídos por "incontáveis" partículas, tão numerosas que se torna impraticável a sua descrição através da consideração de cada uma das suas partículas isoladamente. Tais sistemas não são raros e uma simples amostra de gás confinado em uma garrafa seria um exemplo. As ferramentas para solução dessa questão residem nos conceitos de probabilidade e de estatística." Aquilo fascinava cada vez mais o jovem que ficaria ali por um tempo lendo e aprendendo sobre Física.

~ Agora está na hora de ir já estudei bastante aprendi o suficiente e tenho o conhecimento de que preciso para seguir como uma outra oportunidade de ser cientista do governo, tenho que encontrar o Akira para realizar uma missão. ~ Falava depois de ter estudado bastante para aprender física.

Final de Aprendizado

O jovem Kozuki iria agora agradecer pela pessoa que estava ali na biblioteca do QG para atender ele e indicar os melhores livros para aprender o que tinha que aprender ali que era o necessário por enquanto para ele seguir com sua aventura.

~ Akira falou que os equipamentos do Governo ficam um pouco mais perto daqui da biblioteca, seguirei para lá e pegarei minha espada e uma daqui para treinar com duas, apesar que estou com o braço ainda machucado eu pelo menos consigo levar as duas na cintura com a bainha. ~ Falaria enquanto seguiria para a sala de armas do Governo e caminharia para lá o mais rápido possível para pegar as espadas que queria tanto.

Assim que chegasse no local falado para ele que ficaria as armas, primeiramente bateria na porta e abriria ela devagar, se caso tivesse alguém por lá começaria a conversar com tal pessoa. ~ Eu gostaria de pegar de volta minha espada que comprei e ficou com o Akira e pegar outra também. ~ Falaria para a pessoa que estivesse ali na sala de armas do governo.

Esperaria a pessoa trazer as duas espadas que uma era dele por causa que tinha comprado e a outra por que tinha direito de uma arma do governo como agente inicial, se caso precisasse assinar algum formulário preencheria tranquilamente e entregaria para a pessoa.

~ Poderia me falar onde eu poderia encontrar o Akira, eu queria fazer uma missão. ~ Perguntaria assim que pegasse as duas espadas e colocasse em sua cintura para continuar sua jornada como agente.

Se caso fosse uma resposta positiva seguiria até o local indicado pela pessoa da sala de armas. Se caso não tivesse uma resposta pensaria que o superior estaria em campo de treinamento onde foi realizado seu teste de admissão. Chegando até o local perguntaria ao seu superior sobre a missão.

~ Eu gostaria de fazer uma missão senhor, estou pronto. ~ Falaria com Akira e esperaria sua resposta positiva para realizar a missão.


Histórico de Orochi:
 

Objetivos:
 

OFF:
 



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MensagemAssunto: Re: Sons of Vermillion's Blood: Gênesis   Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 7 EmptySeg 10 Fev 2020, 22:46

– Quero ver o quão bem vocês conseguem agir em time e como indivíduos, portanto o objetivo é simples, elejam um líder entre vocês três, esse líder deve ser o responsável por me desarmar, o resto do time deve agir para que isso aconteça. Peguem as suas armas e comecem! Contribuiria para que rapidamente um líder fosse eleito, deixaria que a decisão viesse a partir dos irmãos, minha influência seria apenas um aceno de cabeça concordando com a situação. Imediatamente sacaria minha espada, afastando-me do nosso objetivo e dando um bom espaço para reação de todos participantes da atividade.

Correria na direção de Akira - aproveitado a aceleração que lançaria-me velozmente -, utilizando todos meus recursos, com minha espada ereta. No caso de alcançar a marca de dois (2) metros, esta tomaria a posição horizontal e continuaria posicionada ao lado direito de meu corpo, onde minha mão predominante comandaria as ações e posteriormente uma forte estocada seria aplicada contra meu adversário. Este afronte, tendo como alvo uma das coxas do oficial. Seria um corte liso e reto, a lâmina de minha arma estaria voltada para o solo, meus braços esticados - com toda minha força - se encarregariam de encurtar a distância entre mim e meu alvo ainda mais. Realizaria cada movimento o mais rápido possível assim como os que ainda estariam por vir e após meu ataque, minha arma retornaria à posição inicial - empunhada com ambas as mãos e à frente ao meu corpo, onde estaria pronta para defesa.

Na hipótese do meu oponente me atacar-me durante a investida, não iria recuar e muito menos defender, aproveitaria da extensão da minha arma para me antecipar. Mesmo que seu movimento fosse realizado para algum dos lados - neste caso continuaria meu percurso, após dar mais alguns à mais para prosseguir com a perseguição, executaria-o - ou então na minha direção onde eu aguardaria com os pés firmes para golpeá-lo. Se o mesmo saltasse ou então agachasse para esquivar das investidas, minha lâmina tentaria acompanhar o movimento. Meus braços que estariam esticados para frente, logo seriam encurtados em direção ao meu tronco, ao mesmo tempo que minha perna direita se estenderia um pouco mais à frente. Posteriormente a distância que antes havia sido encurtada, seria utilizada para que um outro golpe pudesse acumular a força necessária assim que a espada fosse impulsionada, este para com o salto. Para a outra situação, o movimento seria realizado de modo contrário, porém a força reduzida para que no caso de um desvio, não ricocheteasse no solo. Entretanto se o seu rumo fosse para trás e tentasse se distanciar, continuaria o percurso até que sua rota mudasse e pudesse executar algum dos golpes referidos.

─ Interessante! Bravejaria eufórico, ou de certa forma, empolgado com tudo que estaria para acontecer. Se tudo estivesse nos conformes, ou não, ficaria com a guarda fechada e a espera de uma resposta do treinador. Se o mesmo viesse em minha direção e tentasse desferir um golpe, reto e certeiro. Rapidamente iria desfazer minha guarda e permitiria que a agressão fosse concretizada, em minha defesa apenas forçaria os músculos do corpo todo para que ficassem mais rígidos antes que recebesse o impacto. Uma ação precipitada e que de certa forma transmitiria uma ideia errada do que pensara sobre o Governo, porém com fundamentos, pois ao jugar o golpe antes realizado, acreditava ser possível aproveitar-me disto de alguma forma. Continuaria segurando firmemente minha espada, forçando completamente o músculo dos braços e pernas e nos instantes finais, os quais não teria mais como escapar e muito menos deixar de desferir o ato contra mim, com a mão esquerda tentaria agarrar o indivíduo. Com toda força e rapidez procuraria imobiliza-lo, no instante que conseguisse forçaria a parte do corpo "capturada" com todo o esforço e traria-o para perto de meu corpo tentando envolve-lo com meu braço. Seguidamente, com a outra mão, esta possuindo minha arma, golpearia-o em uma de suas pernas - novamente aproveitando-me da extensão da arma - e desta forma incapacitaria sua locomoção. Porém se este estivesse lutando para sair e eu não conseguisse mante-lo "preso", continuaria agarrando-o onde pudesse, braços, cabelos, independente de onde, o ataque ainda seria executado e aplicado antes que pudesse escapar. Nesta última hipótese não iria selecionar um alvo, procuraria rasgar àquilo que estivesse ao meu alcance. Uma vez que minha o sabre não pudesse atingi-lo.

Se por acaso a sua entrada viesse de alguma das laterais ou sentidos, sendo estes direita, esquerda, cima ou baixo, utilizaria minha espada para bloquear. Celeremente a arma seria lançada em direção ao ataque, colocada entre mim e o atacante para evitar o contato direto com o mesmo. Não priorizaria posições, seria posta de qualquer forma independente se contra punhos, chutes ou outras armas que pudessem me ferir. Quando o choque acontecesse, aplicaria toda minha força como se o futuro dependesse disto, para evitar que fosse desarmado, assim como o ricochetear das armas e ainda assim tentaria afastá-lo com empurrões se as neutralizações das investidas acontecessem. No caso do meu oponente tentar um segundo ataque em meio os bloqueios, da mesma maneira agiria, entretanto tentaria ser um pouco mais veloz e invés de medir forças com o homem, lançaria sua arma em outra direção para que tivesse chance de bloquear uma segunda agressão. Em todos ataques, não descartaria a hipótese de destruir a arma do adversário, visto que parecia um tanto frágil.

As habilidades de Akira ainda eram desconhecidas, por muito pouco não vi ele em ação, mas isto não era igual à supor coisas, a aparência não é tudo. Como se a vida dependesse deste confronto, não facilitaria o trabalho do nosso superior imediato, e sempre que ele se movimentasse, tentaria acompanha-lo. Com um giro do meu corpo, não sairia do lugar, apenas mudaria a localização que estivesse fitando e por consequência acabaria à volver no sentido em que ele estivesse e defenderia normalmente e repetiria o feito para não ser pego de surpresa. Desta maneira procuraria manter-me de pé à frente de todos no local, lutando pelos meus ideais e planos arquitetados, mesmo que brevemente e por mais que o tempo passasse, não desistiria mesmo se precisasse assistir o sol nascer em outro dia, não permitiria que Akira se opusesse ao meu desejo.

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MensagemAssunto: Re: Sons of Vermillion's Blood: Gênesis   Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 7 EmptyTer 11 Fev 2020, 12:18


Vermillion's blood tales

#12




~ Mikhail, Coldraz e Reisi ~

~ Anteriormente:

Após uma demonstração de disciplina, todo o pavilhão de treino parava ao ver Akira adentrar no recinto, mas logo o homem dispensava a tropa, informando aos três aspirantes que estavam na fase final do teste.  ~


Depois do anúncio do objetivo, Mikhail, Coldraz e Reisi já pegavam suas armas em meio ao arsenal de treino, sendo que o irmão mais velho decidia ficar com seus punhos, e os outros dois com suas espadas. O líder, devido a suas habilidades naturais, era definido como Mikhail Vermillion, assim como a estratégia era brevemente definida, um plano simples, mas com elegância o suficiente para acabar em uma só investida se bem executado.

O trio partia então para o ataque, o loiro era o primeiro, alternando sua velocidade entre o máximo e 75%, tentando criar um padrão confuso para Akira, enquanto que Coldraz partia pela direita em uma curva, buscando aproveitar o flanco do agente, e Reisi partia pela esquerda em uma estocada.

Talvez pela experiencia em batalhas, Akira percebia a intenção de Mikhail naquele movimento de alternância, e dessa forma desviava a atenção para os flancos, percebendo a movimentação dos outros dois, e graças a semelhança de velocidade entre os dois, seria possível fazer uma esquiva mais ousada. Assim, o veterano esperava alguns segundos até que Reisi avançava com a estocada, mas ao invés de acertar Akira, ele rapidamente dava dois passos para trás, em um movimento bem sutil, limpo em outras palavras. Dessa forma, a estocada ia na direção de Coldraz que em um giro aproximava-se do lugar do agente, mas ao ver o parceiro atacar em sua direção, quebrava o movimento assumindo uma posição de defesa e facilmente rebatendo o golpe do companheiro.

O detalhe vencedor vinha na sequência, ao ver que seu ataque tinha falhado, Reisi agilmente raciocinava o próximo passo, e seguindo seu plano abandonava a espada, indo em direção do homem, que era pego de surpresa pelo braço da espada dominante e começava a ser puxado, em uma espécie de abraço. O irmão mais novo, aproveitando a brecha, em segundos depois do caolho avançava com um novo giro, e ao ver essa reação Akira rapidamente passava a mão por baixo da segurada por Reisi, passando a espada para a outra mão em um movimento sorrateiro e dessa ação rapidamente colocava a mão atrás da cabeça, fazendo sua espada pender reta em direção do mais novo, que atingia a espada ao invés da lateral do corpo de Akira, sendo inicialmente bloqueado.

A dupla se preparava para um novo ataque, sendo o veterano puxado por Reisi cada vez mais em um abraço. Só que mesmo que tentasse sair dessa situação, Mikhail atuava agora saindo em velocidade máxima e mirando exatamente a mão do homem, acabava por um movimento com o cotovelo obrigando o braço desse a relaxar, fazendo com que sua mão, por consequência, largasse a espada. O teste havia acabado.

- Aprovados. Agora, me esperem na enfermaria. Dizia o homem sobriamente, esperando que o espadachim o soltasse. Depois disso, pedia a um dos agentes que treinava por lá para que acompanhasse o trio até a enfermaria. E dessa forma, do mesmo jeito que tinha chegado, era saudado na sua saída.

Após chegarem na enfermaria, todos eram atendidos por uma moça que previamente olhava os ferimentos e vendo que estavam em boa condição, apenas cansados. Sugeria que enquanto aguardassem o retorno de Akira, se trocassem com o uniforme do governo mundial. Ela dizia entregando aos rapazes, para cada um, uma troca do uniforme, composto por roupas sociais.

~ Orochi ~

Depois de aprender mais sobre as leis do mundo, seu conhecimento teórico e a mecânica das coisas, o homem sentia que tinha passado tempo suficiente em meio aos livros, e apesar do seu gosto e aptidão pelo conhecimento, era hora de partir para a prática. Dessa forma, procurava saber aonde estariam suas armas, para talvez pegar elas e quem sabe treinar um pouco, a fim de se acostumar com o movimento debilitado causado pelo braço.

Depois de ser instruído pela bibliotecária a respeito do caminho até o arsenal, ele seguia as instruções chegando até o local. Ao chegar lá, requisitava suas armas e pedia para saber a localização de Akira. – O chefe disse que quer te ver também, destino! Aqui estão suas armas. Dizia ele entregando as duas espadas a Kozuki. – Ele disse que está te esperando na enfermaria, parece que mais alguns rapazes foram admitidos e provavelmente vocês receberão a primeira missão, de todo jeito, boa sorte!

A enfermaria já era um local conhecido pelo filho do dragão, e dessa forma, poderia chegar facilmente nela sem maiores problemas.

~ Todos ~

Com a chegada de Orochi, o grupo estava completo. Quando o espadachim adentrava no lugar, via ali três outros rapazes, os quais deveriam ser os novos admitidos, não só isso, os três ainda não possuíam o broche indicando a qual Cipher Pool pertenciam. Mesmo assim, suas ordens eram claras, deveria aguardar.

Pouco tempo se passava, até que adentrava pela porta Akira, agora trajando seu clássico e impecável uniforme de agente. Diferentemente da primeira vez, o homem usava em seu terno dois broches, além de uma medalha, como se aquela fosse sua vestimenta cerimonial e não a casual. – Em fila. Dizia seco esperando que os homens se alinhassem. Depois disso, começava por Mikhail, colocando em seu terno o broche referente a Cipher Pool 1, o mesmo em Coldraz e Reisi, e ao chegar em Kozuki colocava o broche novamente em seu terno.

- A partir de agora vocês são oficialmente membros do governo mundial, tendo a patente de agentes em treinamento. Como um time, vocês serão encarregados de uma missão ainda no dia de hoje, agirão sozinhos dessa vez e eu espero um desempenho exemplar. A missão é simples, um nobre estará de passagem hoje em Loguetown, e durante a noite ele vai visitar um local do qual é cliente assíduo, vocês devem escoltá-lo durante a ida, permanência e o retorno dele até a sua hospedagem. Descansem um pouco e comam, vocês partem daqui uma hora.

- Agente Reisi, venha comigo. O homem fazia esse pedido isoladamente ao caolho, de forma que o chamava com um sinal de mão. Ao chegar no local, encontrava-se em uma sala pequena, com uma mesa e duas cadeiras, uma frente a outra, e em cima da mesa encontrava-se uma pasta. Akira sentava-se em uma das cadeiras e pedia para que o subordinado se sentasse na outra.

- Essa é a sua ficha. Dizia o homem puxando os papeis. – Pirataria, pilhagem, assassinato. Essa é uma ficha em tanto, todavia, os casos que foram relatados sobre você apenas indicam participação. Quando você deu entrada na papelada para a admissão, achei que estava me desafiando, mas durante o teste vi que de fato, ou você se arrependeu profundamente, o que eu duvido, ou não se lembra de tudo isso. Por isso, decidi apostar na segunda. Em ambos os casos, quero que fique bem claro o seguinte, eu te aprovei nessa organização porque sua ajuda pode ser mais valiosa do que seus crimes, já que você nem tinha uma recompensa formal pela sua cabeça, ainda sim, saiba que se você cometer ou tentar cometer um crime e eu ficar sabendo, irei pessoalmente atrás de você e te executar, entendido? O homem parecia falar sério, tanto pelo seu olhar quanto pelas suas palavras, não poderia ter sido mais claro em suas palavras.

Depois que Reisi fizesse suas perguntas, ou decidisse apenas engolir a advertência, estaria dispensado para retornar ao grupo e se preparar para a missão com os outros.







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MensagemAssunto: Re: Sons of Vermillion's Blood: Gênesis   Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 7 EmptyQui 13 Fev 2020, 13:38

APROVADO
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Como era de se esperar, Reisi realmente estragou a sincronia. Não estava acostumado a lutar ao seu lado, mas depois desta breve demonstração, parecia claro que nós dois tínhamos um estilo de luta semelhante, embora ele se mostrasse bem mais inconsequente e inventivo em combate; quem poderia esperar que um espadachim largasse sua espada e partisse para um "abraço" no meio da luta ? Certamente eu não. Por um momento isso me lembrava o que havia aprendido mais cedo a respeito da inventividade na hora da batalha, mas não era o melhor momento para pensar nisso.

Bom, de um modo ou de outro, a batalha era vencida, embora eu não conseguisse deixar de pensar que Akira havia pegado leve do começo ao fim, fato esse que era notável na forma como ele havia se comportado, desde a sua esquiva casual diante de um ataque por ambos os flancos, quanto na sua agilidade em trocar a espada de mãos e evitar meu ataque, e assim, mesmo tendo de enfrentar 3 (três) oponentes ao mesmo tempo, nosso instrutor me parecia o menos cansado dentre nós. Não havia como não considerar esta uma derrota apesar do resultado do combate, e isso me enfurecia. Ainda assim, ele era meu superior e sua decisão estava tomada, mas meu humor só melhorava durante a entrega das medalhas.

Por fora, fazia questão de vestir minha face polida e respeitosa, mas por dentro, desejava desfilar em frente à um espelho para ver o quão bem havia ficado como um verdadeiro agente do governo. De fato, mesmo quando Akira começava a falar, não conseguia deixar de imaginar todas as aventuras que estava para viver a serviço do governo mundial. Minha primeira missão: proteger um nobre... Tá legal, talvez eu esperasse algo um pouco mais emocionante do que ser babá de um nobre, MAS, eu tenho que considerar que esta era uma missão dada pelo governo mundial, certamente não era apenas um serviço de babá, talvez ele seja uma espécie de diplomata, talvez o representante de algum importante reino ou um financiador importante para a economia da cidade. Se precisava de escolta, no mínimo sua vida estava em perigo ou ele era o tipo de pessoa importante demais para andar sem proteção. Tentava me convencer de tudo isso e considerar esta uma ótima oportunidade de mostrar minhas habilidades.

Já estava empolgado em começar minha nova missão, quando o pensamento me veio a mente. Em meio a fantasias de grandeza e lembranças de minha jornada, um fragmento de memória me vinha a mente e eu lembrava — Mika! A carta. — Diria para Mikhail, me referindo ao envelope que Nishiki havia concedido ao meu irmão em Conomi Island. Precisávamos ajudar Layla e as pessoas daquela ilha. Esperaria a resposta de Mikhail, mas aceitaria qualquer que fosse sua decisão, ainda assim, se ela fosse negativa, insistiria para que pelo menos levássemos a carta até Akira afim de que este possa tomar atitudes a respeito do que deveria ser feito. No mais, não havia muito o que ser feito; caso Mikhail decidisse levar a carta até Akira, eu o acompanharia caso este me pedisse, mas nada tinha a dizer.

Independente do que fosse feito a carta, usaria o restante do meu tempo para circular pelas dependências e procurar um local onde pudesse comer alguma coisa. Como precisava me manter em forma e saudável, optaria por uma comida mais nutritiva e pouco gordurosa, mesmo que precisasse dispor de um pouco de dinheiro para comprá-la. Também faria questão de prestar continência em respeito aos meus superiores sempre que a situação exigisse.

Se durante o percurso, o caolho número 2 (Orochi) me acompanhasse, me dirigiria à ele e diria — Parece que vamos ser parceiros na próxima missão, eu me chamo Cold, e você ? — E esperaria pela sua resposta, afinal, mono-olho só serve de apelido caso haja apenas um deles no time. Imagino quais as chances de conhecer dois caolhos praticamente ao mesmo tempo; será que era tão fácil assim você perder um olho ? Talvez esteja na moda, algum ritual de passagem estranho pelo qual os jovens do East blue passam, como uma demonstração de coragem ou sei lá o quê. Ainda assim, devo admitir, o caolho número 2 passava uma forte presença: um caolho com o braço quebrado e 2 espadas, isso sim era algo incomum, ele tinha apenas 1 do que deveria ter 2, e tem 2 do que deveria ter apenas 1, esse cara era realmente estranho.

Não tinha muito o que dizer depois disso. Por um momento até pensava que era algo bem incomum ter 3 espadachins no mesmo time, mas parando para pensar, não deve ser algo assim TÃO inédito, de fato, espadas eram as armas mais comuns desses mares, talvez perdendo apenas para os próprios punhos, por isso desistia de comentar este fato afim de puxar conversa fiada. Deixaria então o silêncio tomar conta. Comeria alguma coisa e, quando o tempo de descanso estivesse terminando, iria a procura de Akira para que este nos apresentasse ao nobre que devíamos proteger.
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MensagemAssunto: Re: Sons of Vermillion's Blood: Gênesis   Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 7 EmptySex 14 Fev 2020, 10:31


O Dragão Verde
A Procura de Novos Mares


O jovem Kozuki pensava a respeito daquilo e de seus novos companheiros que estaria ali para realizar a primeira missão para o governo, como não tinha muita experiência com missão em time seria até bom para ele aquilo, já que poderia conseguir novas amizades desde que chegou ali naquela ilha. Pensaria como seria aquele time que Akira tinha apresentado para realizar a missão juntos.

Já chegaria uma pergunta em seus ouvidos de um dos seus novos companheiros. — Parece que vamos ser parceiros na próxima missão, eu me chamo Cold, e você ? — Diria um de seus novos companheiros que queria saber do nome dele. Respiraria um pouco antes de responder já que estaria um pouco com fome também.

~ Me chamo Orochi Kozuki, vim de origens desconhecidas nunca soube de onde eu vim direito, vim para o governo por um propósito que meu pai me deixou para continuar. ~ Diria o jovem Kozuki para seus novos parceiros e principalmente para quem estava perguntando para ele seu nome.

Como estavam com fome acompanharia o jovem rapaz até o refeitório para comer e se alimentar bem para a sua missão que estaria para acontecer dentro de algum tempo. Depois que comesse um pouco de comida e com suas espadas na bainha que estaria ali em sua cintura ficaria o mais tranquilo possível para a realização da missão e com sabedoria fazer tudo o que poderia fazer para se segurar.

Acompanharia a todo instante seus novos companheiro e o que Akira tinha dado de missão para eles realizar. Seguiria o jovem principalmente que já sabia o que estaria fazendo seguindo para a sala onde o seu superior, Akira estava aguardando para apresentar o nobre que eles teriam que proteger e o lugar onde eles acompanhariam o nobre para proteger de qualquer ataque que pudesse acontecer.

~ Como é bom fazer uma missão para o governo, mesmo que eu esteja com o braço quebrado ainda posso utilizar o outro braço, ou qualquer outra parte do corpo para utilizar a segunda espada. Tudo bem com vocês além do Coldraz que já falou o nome dele, e vocês como se chamam? ~ Aproveitaria o momento enquanto estivesse caminhando até a sala onde o superior estaria e se os outros dois estivessem junto com o grupo.

Aguardaria a resposta deles até o momento de chegar na sala onde o homem estaria, chegando na sala seria o mais formal possível para seu superior ver que não estaria desrespeitando ele e os outros que estavam ali junto.


Histórico de Orochi:
 

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MensagemAssunto: Re: Sons of Vermillion's Blood: Gênesis   Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 7 EmptySab 15 Fev 2020, 14:04


Um combate desafiador havia começado, Akira conseguia conciliar os golpes de todos envolvidos e eu e os irmãos éramos ótimos oponentes, não havia alguém naquele local para dizer o contrário, entretanto nada que fazíamos parecia ter um efeito muito grande contra o homem. Talvez esse fosse o real poder de um agente de alta patente no Governo Mundial, poder que eu começava a desejar com toda força sempre que tentava desferir um golpe. As coisas começavam a ficar quentes e quando menos esperávamos a luta acabava, talvez Akira tenha realmente ficado um pouco cansado, mas o importante era que nós três estávamos aprovados e fazíamos parte da organização. ─ Finalmente...

Caminhávamos todos para enfermaria, onde éramos tratados, e ali mesmo aconteceu a formalidade do governo. Traziam roupas elegantes, as quais não demoraria para colocar, tiraria tudo ali mesmo e trocaria as minhas vestes. ─ Fiquei exatamente como ela me disse... Diria em baixo tom. Akira trazia um broche, que colocava em nossos uniformes, aparentemente símbolo da nossa equipe, que agora contava com um novo membro. Antes que pudessem surgir questionamentos, o homem já nos encaminhava uma missão, nosso tempo de preparação era curto e eu iria aproveitá-lo, se não fossem as exigências de nosso superior.

Acompanharia o agente até um outro cômodo e lá ele clareou minhas ideias. Estávamos sentados um de frente para o outro e eu sem saber nada e qual o propósito da ação, mas aguardaria. O homem estava portando minha ficha, pelo que pude deduzir...criminal. Ele citava diversas ocorrências e uma história que nunca tinha escutado, porém que ia desfazendo os nós em minha cabeça e criando um pouco de sentido ao lembrar da minha breve estadia em Conomi Island. ─ Akira, eu sei menos sobre isso do que você, eu não tenho nenhuma recordação do meu passado, não posso dar continuidade de algo que não lembro. Falaria, transmitindo expressões muito sérias. Manteria a calma ao responder, assim como quando ouvi sobre o passado. ─ Eu aceito os termos e continuarei fazendo parte desta organização e se me permite, senhor, irei me preparar para a nova missão.

Retornaria para a enfermaria onde meus novos companheiros estavam. ─ Eu estou com fome, mais alguém quer ir atrás do rancho? Enfermeira, onde podemos nos alimentar? Questionaria a todos e rapidamente sairia em busca do local. No caso de encontrar, serviria-me e começaria a comer calmamente, relaxando corpo e alma, não criando mais distrações do que eu poderia querer. Apenas uma pergunta surgia em minha cabeça, ignorar ou não o meu passado. Se ao terminar de comer, houvesse um tempo para descansar, permaneceria sentado até a hora de partirmos. Aguardaria até que a equipe se manifestasse e seguiria-os para onde quer que fossem, nossa missão iria começar.

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MensagemAssunto: Re: Sons of Vermillion's Blood: Gênesis   Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 7 EmptyQui 20 Fev 2020, 18:46

O brilho em meus olhos negros era, eu diria, inegável. Desde o momento em que éramos aprovados naquele teste, por mais que eu suspeitasse um pouco do quanto nosso superior tinha se esforçado minha cabeça só tentava processar aquilo que realmente estava acontecendo. Quero dizer, desde que entrei no QG há um sentimento de que tudo que estou vivenciando é uma mentira, sabe? Sei lá, um sonho. A ficha estava caindo.

Mas quando ouvi nas palavras de Akira "aprovados", eu só tinha certeza que estava no caminho mais certo da minha vida. O retorno para os quarteis generais do Governo Mundial se dava agora pelas portas da frente, como um recruta, um agente em treinamento.

E devo dizer que, com aquilo, o sentimento de maravilha tomava de vez minha mente. O trajeto até a enfermaria parecia nada, o tempo em que vestia as roupas - por mais que o fizesse com extrema excelência, buscando a perfeição de apresentação -, até o instante quando Akira deixava o local depois de nos oficializar e informar sobre primeira missão, era tudo uma aurora boreal de emoções e orgulho próprio.

Tanto que até me perdia do foco, infelizmente. E quando ouvisse a voz do irmão mais novo me chamar, e rememorar-me sobre o nosso objetivo central de estar ali dadas as condições que viemos para cidade, tentaria até disfarçar a expressão de surpresa, os olhos arregalados de quem pensa "puta merda, eu esqueci". Mas em algum aspecto, talvez transparecesse, então tentaria só virar o corpo na direção de minhas outras roupas, indo rapidamente mexer em meio a elas e buscar a carta que os nativos de Conomi haviam deixado conosco.

Ao voltar-me para Coldraz, já estaria possivelmente recuperado para esboçar um curto sorriso de canto de rosto enquanto balançasse somente a cabeça positivamente, metendo agora em meio às minhas roupas de agente o envelope, tentando encaixá-lo em um bolso interno para que não amassasse (mais).

De qualquer forma, enquanto o superior não voltava de sua misteriosa conversa com Reisi, só tinha de esperar. Já condecorado, vestido, falaria então rapidamente para o irmão enquanto ele trocasse palavras com aquele quarto membro de nosso time que ainda não conhecíamos, já pondo-me de costas logo em seguida. - Vou fumar um cigarro. Já venho. - E assim, buscaria até, quem sabe, perguntar se poderia fumar ali ou se havia uma área específica para tal no QG, para a atendente. No caso, permitiria-me então puxar um dos bastões de nicotina do maço de papel, lançando-lhe o filtro em minha boca, e acendendo um fosforo para que sua chama iniciasse a carburação do tabaco. Uma tragada longa, de primeira, era suficiente para já me acalmar um pouco diante do misto de sentimentos, mas permaneceria fumando por alguns minutos, tragando para absorver a nicotina para minha saciação.

E depois, se não houvesse saído dali - no caso de poder fumar ali mesmo - só esperaria pela volta de Akira, ou mesmo se somente o caolho voltasse, sairia a procura do superior. Se tivesse ido para outro lugar fumar, apenas prosseguiria fumando até mais ou menos a metade do cigarro, para apagá-lo no sapato, colocando no bolso do paletó para terminá-lo assim que pudesse. E então procuraria pelo superior também. O que me importava, naquele instante, era encontrar-lhe, mas se isso não fosse possível depois de alguns minutos de busca, permitiria-me direcionar ao refeitório antes de falar com ele, tentando então alimentar-me bem para saciar minha forme, tendo em vista que não era só o desejo por cigarros que me mantinha vivo - por mais que, convenhamos, o cigarro ajuda a disfarçar a fome.

Bem, a centralidade de minhas ações, já sabemos, estaria focada no encontrar do superior de alguma forma, e enquanto fizesse isso, podia até permitir que meu irmão me seguisse, mas não queria aquele grupinho inteiro logo atrás, principalmente aquele outro caolho que eu ainda não conhecia e não tinha porque confiar. Assim, se estivesse logo atrás durante minha busca, e eu percebesse, viraria-me encarando-o, de forma simples, levantando só um dedo em uma fala rápida. - Espere. Tenho questões de foro íntimo a resolver com o superior. - E então prosseguiria, esperando não ter que dizer mais de uma vez.

Independente disso, se acabasse por vir a encontrar o superior, logo tomaria a posição de submisso, com o corpo endireitado e batendo a típica continência. - Senhor. - Pediria a atenção dele, com o semblante neutro mas focado. - Há uma questão que precisa ser resolvida. Nosso pai nos mandou pra Conomi Island, e lá conhecemos uma dura realidade antes de vir para cá. Nos comprometemos com alguns civis. - Não havia porque mencionar a ameaça revolucionária antes de entregar a carta, pois ela ficaria provavelmente clara quando Akira lesse. Assim, tomaria a mesma de meus bolsos e entregaria em suas mãos. - Os nativos pediram nossa ajuda e como cidadãos de bem não pude negar-lhes ajuda, mesmo sem saber como tudo se sucederia aqui. - Explicaria, em tom calmo, enquanto ele possivelmente lesse, ou se fosse ler somente depois, logo após entregar. - Agora, temos uma missão para cumprir. Por favor, peço que pondere sobre as questões nessa carta. Obrigado. - E faria uma última continência, saindo dali quando autorizado pelo agente do governo, de maneira a buscar o reencontro com os companheiros, se houvesse me separado deles. Se não tivesse comido ainda, colocar-me-ia pois a ir ao refeitório, como já descrito.

De qualquer maneira, estaria procurando o momento ideal para reacender o cigarro em meus bolsos, em um local apropriado.


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MensagemAssunto: Re: Sons of Vermillion's Blood: Gênesis   Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 7 EmptySex 21 Fev 2020, 12:36


Vermillion's blood tales

#13




~ Todos ~

~ Anteriormente: Os recém aprovados agentes do governo tinham recebido suas devidas condecorações, assim como o uniforme a designação da primeira missão como um time. Além disso, logo após a “cerimônia”, Akira conversava com Reisi sobre seu passado e o caolho tinha suas dúvidas parcialmente respondidas. “ ~


Enquanto Reisi estava sendo interrogado pelo superior dos agentes, Mikhail saia do ambiente, perguntando para a enfermeira onde poderia fumar, e tendo como resposta qualquer lugar com ventilação e sem ser a enfermaria, dessa forma saia rapidamente dali e ia até um corredor que possuía uma parte aberta, talvez por questão estéticas, o importante é que podia se apoiar no parapeito e acender o cigarro tragando-o brevemente, até aproximadamente a metade desse.

Coldraz e Orochi, aguardando o retorno do segundo caolho e do irmão mais velho, partiam para o refeitório, o qual antes tinham divido tarefas de limpeza, dessa forma, pediam por alguma comida mais gordurosa e que pudesse dar-lhe mais saciedade durante toda a noite, acabavam por receber uma macarronada em tamanho adequado e sem mais começam a devorá-la logo que terminavam de conversar.

Quando chegava na metade do cigarro, Mikhail apagava-o retornando agora para a direção da sala em que o espadachim amnésico fora “raptado”, e por sorte chegava no mesmo momento em que Akira saia da sala, sendo que o espadachim devia ter saído a pouco, portanto, nem precisava falar com o companheiro de patente. Dessa vez, o irmão mais velho lembrava-se do pedido do caçula e pegava a carta de dentro do seu paletó, saudava o superior com uma continência e entregava o documento que, após uma breve explicação do que se tratava, Akira começava a ler a carta esboçando inicialmente uma face de surpresa, que durava um segundo, voltando a sua expressão séria de antes. – Entendo. De toda forma, vocês já têm uma missão, cumpram-na com excelência, e aí posso pensar melhor a respeito dessa carta. O homem guardava o papel e assim dispensava Mikhail para a missão.

Reisi, depois de ter sido liberado, voltava à enfermaria, onde informava-se a respeito das direções e pouco tempo depois conseguia chegar ao refeitório onde encontrava Coldraz e Kozuki já terminando sua refeição, acabava por pegar um mesmo tipo de prato e comia, na sequencia chegava o irmão mais velho e por alguns minutos de paz o grupo comia, sem imaginar o que lhes viria no futuro.

Depois de alimentados, o grupo verificava seus uniformes e passavam no arsenal onde se quisessem poderiam pegar as armas para a missão. Depois desse feito, colocavam-se prontos na recepção do Quartel General. Já era o findar da tarde, o crepúsculo tingia o céu e parecia que seria uma noite fria, o movimento nas ruas começava a ficar menor, ainda que fosse significantemente maior do que o de Conomi Island. Um certo tempo depois, uma carruagem aproximava-se do Quartel general, essa em si era bem chamativa, com detalhes de ouro e que certamente mostravam quem estava lá dentro.  Simultaneamente à chegada do veículo, Akira também aparecia por trás do grupo e fazia uma leve reverencia a autoridade que ali estava, permanecendo e esperando que os cadetes fizessem o mesmo.

De dentro do carro saia um homem que no mínimo era incondizente com o ideal de um nobre, um homem de aparência flácida, com roupas de grife, cabelo bem cuidado, mas que de longe já exalava um cheiro: arrogância. O figurão esperava que o condutor viesse até sua direção e colocasse uma escada, seguida de um “tapete”a frente da rua, impedindo que seus pés tocassem a terra e conectasse direto entre a carruagem e o piso de pedra do Quartel. O nobre descia a escada e caminhava alguns passos até a frente do grupo de agentes.

- Podem levantar suas cabeças. Dizia ele arrumando brevemente suas vestes. – Agente Akira, que bom ver-lhe, parece até que foi ontem que tivemos aquele imprevisto. Espero que a noite hoje seja boa, então quem são os pupilos? O superior ao ouvir sobre o imprevisto não demonstrava reação, mas um olhar mais sério, e dessa forma voltava a sua postura normal, apontando primeiro para Mikhail. – Nobre Hallue, é um prazer revê-lo. Esses são os agentes Mikhail Vermillion, Coldraz Vermillion, Reisi e Kozuki Orochi. Hallue, ao ouvir o nome “Vermillion” demonstrava certa surpresa. – Vermillion? Eles são os filhos daquele homem? Que elegância. Estou feliz com a sua escolha dessa vez Akira, achei que seriam alguns pobretões me acompanhando, mas não, vejo que pelo menos dessa vez terei alguma companhia decente. Obviamente o Nobre não se referia à Reisi ou Kozuki, mas sim aos irmãos. Sem falar mais nada, a figura voltava para a carruagem, dando um breve aceno à Akira.

- Vamos indo agora, certo? Filhos do Vermillion, venham comigo na carruagem, os outros dois, acompanhem-nos a pé durante o trajeto. Akira, fazia novamente uma reverência e olhava para os novos agentes. – As palavras dele serão como ordens diretas minhas, vocês ouviram, agora façam. Dito isso, ele se retirava dali e depois que os irmãos entrassem, o grupo começava a se mover.

Depois de alguma andança, uma fina garoa começava a cair, de forma que os sapatos de Reisi e Kozuki, por andarem na terra molhada, ficavam levemente sujos. O Nobre, durante o trajeto, não falava muito, apenas parecia satisfeito por ter a companhia de filhos de alguém que era “compatível” com os seus status. Assim, o grupo parava frente ao estabelecimento do qual ele era cliente assíduo, um prostíbulo. Mais uma vez o nobre tinha sua passagem coberta por um tapete felpudo que impedia que tocasse no chão sujo. E ao chegar no estabelecimento, Hallue era recebido por diversas prostitutas belas que pareciam endeusá-lo, de forma que ele já estava acostumado ou esperava isso. – Sei que Akira deve ter sido bem severo com as ordens, mas vocês escolhem garotos, os filhos do Vermillion podem entrar e se divertirem se quiserem, Reiji e Kozuri, acho que era isso não? Fiquem aqui fora garantindo a minha segurança e da minha carruagem, ok? Dito isso, ele adentrava no estabelecimento enquanto os agentes estavam do lado de fora.

As cartas tinham sido postas, a ordem do grupo era proteger Hallue durante a sua estadia inclusive, mas os irmãos tinham uma decisão a tomar. Se desejassem entrar, veriam um ambiente esperando de um prostíbulo, algumas mesas espalhadas com garotas e homens conversando, um extenso bar e uma pista de strip na qual garotas se exibiam seminuas, o típico lugar da “degradação moral”. Quando procurassem pelo nobre, uma atendente direcioná-los-ia para a “área VIP” na qual o nobre estava lá sozinho e cortejado por seis garotas, além disso, bebidas e quitutes esbanjavam-se na mesa a sua frente, sem contar um detalhe que era bem familiar à Mikhail, havia ali uma boa quantia de cocaína a prontidão em uma mesinha auxiliar, provavelmente para uso dos clientes VIP, o que talvez explicasse o porque daquela área ser afastada.


Então, subitamente, um novo agente aparecia no local, não se identificava, mas só trazia uma carta endereçada ao agente Kozuki. - Akira me mandou aqui, mudança de planos. Ele entregava a carta legitima do superior com ordens claras para que o espadachim caolho voltasse para o QG. Portanto, o novo e misterioso agente tomava a posição do filho do dragão.



Legenda:
 

Braço trincado:
 

Avaliação Kozuki:
 

Aval Hooligan:
 

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Última edição por Midnight em Dom 03 Maio 2020, 14:04, editado 3 vez(es) (Razão : Avaliação e saída do Kozuki//Hooligan)
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