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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Sons of Vermillion's Blood: Gênesis

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AutorMensagem
ADM.Tidus
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ADM.Tidus

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MensagemAssunto: Sons of Vermillion's Blood: Gênesis   Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 4 EmptyQua 11 Dez 2019, 22:08

Relembrando a primeira mensagem :

Sons of Vermillion's Blood: Gênesis

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Coldraz Vermillion, Mikhail Vermillion e Reisi. A qual não possui narrador definido.


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GM.Midnight
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MensagemAssunto: Re: Sons of Vermillion's Blood: Gênesis   Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 4 EmptyQua 08 Jan 2020, 14:43


Vermillion's blood tales

#06




~ Irmãos Vermillion ~

~Anteriormente

Após o combate com um dos revolucionários, a dupla foi surpreendida por dois novos fenômenos, o primeiro, um tiroteio que, a princípio, visava alvejar Mikhail. E em segundo, a aparição de uma terceira figura: Layla. O primeiro evento teve como seu desfecho a morte do revolucionário, dando sequência a uma comoção da população trazida por Goma, como parte de seu plano de minar mais a moral do Governo Mundial dentre a população. No segundo, Layla se apresentou como parte de uma resistência à aqueles revolucionários, e de certa forma, ajudou os garotos orientando-os sobre o que fazer, além de oferecer uma possível rota de fuga.

~


A população, após ver a morte do revolucionário, continuavam a clamar pelo “poder da revolução”, era como a dupla conseguia ver com seus olhos, toda a moral que fora ensinado desde cedo a eles estava deturpada, o correto era o errado, e vice-versa, por mais que eles entendessem que aquilo tudo tinha sido arquitetado por uma mente no mínimo diabólica, a população parecia ignorar, ou então desconhecer, e continuavam a abaixar suas cabeças perante a autoridade dos criminosos.
Tendo isso em mente, Coldraz, em meio à uma explosão do seu senso de justiça, que se transformava em força de vontade e doravante ação, já segurava sua arma. — Você precisa se esconder. Não se preocupe, antes do sol se pôr eu terei as cabeças de todos os malditos revolucionários dessa ilha! — Nesse momento, a expressão de Layla ficava mais aterrorizada, e ela não conseguia segurar o civil a tempo, pensava que ali todos morreriam? Talvez pensasse. Isso, se Mikhail não impedisse o irmão, soltando uma frase audível apenas para a dupla, e sem relutar segurava o irmão em uma espécie de mata-leão.  

Inicialmente, o mais jovem relutava contra a movimentação do mais velho, que na medida do possível, segurava o irmão dentro da imobilização, indicando para que a garota desarmasse Cold. Entendendo o recado, ela logo se aproximava e puxava a espada do garoto para si, guardando-a com o cinto. Além disso, visto que Mikhail começava a ter um pouco de dificuldades com o mais novo, ela começava a puxar também o garoto para trás, e antes que pudesse falar algo, tapava sua boca o mais forte que conseguia. Bem, ela em si não parecia ser muito uma guerreira, mas fazia o possível, e sendo assim, dois contra um era uma luta quase invencível para Coldraz naquela posição, portanto, era carregado as forças para fora do local por cerca de 10 minutos.

Já longe da cena do combate, indo em direção a uma pequena colina, Layla soltava a boca do rapaz e fazia um sinal para que Mikhail fizesse o mesmo. — Qual o seu problema? Eu errei dando moral demais pra você, Coldraz. Esqueci por um instante que não passa de uma criança... a partir de agora você não abre mais a boca, deixa que eu resolvo as coisas. Foi ingenuidade achar que poderia te dar tanta autonomia... A mulher apenas olhava os dois irmãos enquanto ambos tinham suas desavenças, até que decidia falar. – Escutem, eu não ligo para seus problemas de fraternidade, mas como puderam ver, a situação é bem maior do que isso, nós precisamos de vocês, precisamos de pessoas que queiram lutar, só que se fizerem daquele jeito vão morrer como todos os outros. A chama da esperança não tem mais muito tempo, e se continuar assim, vocês podem ser aqueles que vão extinguir ela. Por isso, por favor, venham comigo.

De fato, o discurso parecia ser sincero e ela transmitia a emoção em suas palavras, tanto que no final abaixava um pouco a cabeça, demonstrando a seriedade da questão.  O vento soprava mais forte nesse momento, revelando que por baixo da capa e do capuz, havia roupas já bem desgastadas, o que deixava claro o status social dela e talvez de que classe ela pertencia.
Os jovens poderiam tentar segui-la, ou ignorar, qualquer que fosse a resposta, ela virava-se e começava a caminhar, deixando a escolha para os dois.

OFF: caso decidam seguir ela, a continuação do post vai estar dps do post do Reisi, caso contrário, podem ignorar e tomar suas decisões.


~ Reisi ~


~ Anteriormente

Após encontrar Nishiki, a dupla tinha seguido até a casa dele, e ao se deparar com tamanha flora ali representada, Reisi ficava até mesmo um pouco surpreso, todavia, seu interesse maior era na dupla dos garotos. Portanto, após responder as perguntas feito pelo outro, já se encaminhava para ir embora, ou no mínimo buscar alguma resposta.

~


- Amnésia, é? Nishiki ficava um pouco surpreso ao ouvir as respostas do caolho, afinal não estava esperando por algo assim, talvez o destino tivesse feito suas peças? Não dava para saber. De todo jeito, só bastasse segurar ele e... – Espere! Nishiki imediatamente falava, estendendo a mão como se a puxar Reisi, antes que ele fosse embora. – Pra ser exato, nós não vamos até eles..bem...eles vão vir até nós, em breve. O homem falava isso com certo grau de incerteza, mas, se não tivesse mentido até agora para o espadachim, que por sinal ainda estava armado, por que mentiria agora?

- Minha esposa está com eles e vai trazê-los. Agora, preciso que aguente só mais um pouco. Ele dizia sentando-se novamente na cadeira. – Sobre o Governo Mundial, sim, é um bom lugar para construir uma carreira. E sobre as plantas..



~ Reisi, (Cold e Mikhail )~


Antes que Nishiki pudesse completar a frase, a porta era aberta, e o homem logo se levantava. – Aí está! Dessa, saia ninguém menos que uma mulher de cabelo moreno e de óculos, ainda de capuz, e junto dela, se tivessem os seguido, estariam os rapazes.

Reisi nesse momento pensava em se apresentar, mas era imediatamente interrompido por Layla, que se aproximava do outro encapuzado, dando-lhe um abraço. – Consegui voltar, quase fomos pegos, foi por pouco. Ela então sentava-se na outra cadeira e olhava para os presentes, deixando a espada de Coldraz em cima da mesa.

- Bem, prometi a vocês uma explicação. Nesse momento, nos encontramos em Hirotown, é uma das três ilhas que compõem o arquipélago de Conomi Island. A muito tempo, essas ilhas eram parte do controle de uma tripulação pirata de tritões. Nessa época, as pessoas eram muito maltratadas pelos piratas, ocorriam saques frequentes, abusos, extorsão, aqui era conhecida como uma terra sem lei e a população sofria com isso e com o medo de morrer pela punição de algum desses piratas. Mas, um grupo de revolucionários veio e expulsaram esses piratas, tomando o controle do arquipélago.

Após a expulsão dos tritões, o exército revolucionário apenas reivindicou a ilha, deixando a política para que cada ilha tomasse sua decisão, assim voltaram os prefeitos das cidades, e com isso Conomi Island voltou a prosperar economicamente. Para uma população que não tinha nada e vivia com medo, poder ter o que comer de novo na mesa e não precisar andar pensando na morte, era como um milagre e os responsáveis por isso eram os revolucionários, por isso desce cedo foram bem recebidos e hoje recebem apoio indiscriminado da maioria da população.

Inicialmente, o revolucionário responsável era um homem chamado Grambos, ele ficou um bom tempo aqui, todavia teve que sair do arquipélago e eu não sei a razão. De todo modo, o discípulo dele, Roger Malis, assumiu o controle, ele é uma pessoa bem forte e bem rigorosa, mas não é Grambos. Por isso, conforme a célula deles foi crescendo, começaram a aparecer problemas como o que vocês viram, muitos revolucionários passaram a cometer abuso de autoridade e, por conta do passado, tivemos medo de denunciar, já que poderíamos ser mortos como foi com os tritões.


Nesse momento, Layla segurava mais forte a mão de Nishiki, e dava para ver algumas lágrimas se formando no rosto dela.

- Nishiki e eu somos casados, ele é farmacêutico e tínhamos uma farmácia, mas um dia, um revolucionário apareceu muito ferido, e como não éramos um hospital, não tínhamos os equipamentos para salvar ele, portanto, ele morreu. Como resposta, na noite desse dia, colocaram fogo no nosso estabelecimento e perdemos tudo, sempre que tentávamos arranjar outro trabalho, as pessoas olhavam torto para nós, era como se estivéssemos em uma lista negra, por isso fomos perdendo tudo que conquistamos pouco a pouco.

- Mas, o prefeito da cidade, Kishimoto, está mais para um líder por assim se dizer, ficou sabendo da nossa história e nos ajudou. Ele não é muito fã dos revolucionários e tem suas dúvidas, ainda mais quando ficou sabendo sobre a farmácia, por isso resolveu nos ajudar e nos contratou para atuar como uma espécie de olheiros. Nós procuramos pessoas que tenham um verdadeiro senso de justiça e que não concordem com os revolucionários. Só que todo mundo dessa ilha tem medo. Ela olhava para o lado, como se em desaprovação, ou descrença.

- Estávamos já preste a desistir, mas foi quando soubemos que dois rapazes tinham desafiado um grupo de revolucionários, em especial do grupo do Goma, era a nossa chance de ouro, por isso, nosso chefe mandou que eu fosse salvá-los de lá. E foi o que eu fiz.


Nesse momento, as lágrimas começavam a cair com mais frequência do rosto de Layla, que parecia sofrer ao remoer o triste passado e as dificuldades que enfrentara, visto isso, Nishiki a confortava um pouco e tomava partido na explicação.

- Não podemos oferecer ouro para vocês, nem nenhuma riqueza, mas, eu imploro, ajudem o nosso povo a poder viver sem medo mais uma vez. Não importa quem tome o controle, se não pudermos viver sem medo, não será uma vida digna, não podemos cair novamente no passado. Vocês são nossa esperança.

- Como Reisi disse, ajudaremos vocês, através de amigos, a chegarem até Loguetown, alistem-se no Governo Mundial, darei uma carta a vocês, levem até seu comandante e ajudem-nos a convencê-lo de nossa causa. Assim, certamente poderão voltar para cá com os devidos reforços, e poderemos mudar o jogo para o nosso lado depois de tantos anos de fuga e sofrimento.

- A justiça que esses revolucionários falam não é cega, ela escolhe lados, todos aqueles que foram contra ou morreram, ou foram ao ostracismo como nós dois, as crianças dessa ilha não merecem nenhum desses dois futuros, não quero vê-las vangloriando falsos heróis. Por isso, imploro mais uma vez.


Ele puxava de dentro de seu sobretudo uma carta, que colocava sobre a mesa, pouco a frente da espada, em seguida, abaixava a cabeça, com a maior formalidade possível.

- Por favor nos emprestem sua força.

~ Orochi ~

~Anteriormente

Após embarcar rumo à Polestar Island, o jovem espadachim de cabelo verde já avistava a terra prometida, e assim, após completar sua viagem, na qual aprendera sobre a ciência meteorológica, já tinha decidido seu rumo, cumprir a promessa que fizera a sua família.

~


Depois do navio aportar, Orochi podia observar bem o local, e era bem diferente de onde estivera anteriormente, tudo ali parecia mais agitado, o número de embarcações, as pessoas, os afazeres, as vozes. Ali parecia muito mais uma “cidade grande” do que Conomi Island. Mas ainda assim, sua missão era clara: Achar o quartel general da marinha.

Não era uma tarefa muito difícil de realizar, afinal qualquer pessoa de Loguetown deveria conhecer esse famoso local, e para sua sorte, uma dupla de marinheiros passavam por ali, provavelmente enquanto faziam sua ronda. Aproximando-se deles, pedia por informações para o caminho em direção da base militar, e rapidamente era respondido com as orientações.

Correndo, partia em direção ao quartel general, e em cerca de 5 min chegava até o local indicado, já podendo avistar, desde longe, até chegar perto, um imponente prédio de grossas paredes, cor branca, com as inscrições grandes e demonstrando toda a força daquela instituição: “ Quartel General da Marinha de Loguetown”.

Não perdendo tempo, ele adentrava e indo para a recepcionista, uma velinha com seus 60 anos, pedia para iniciar seu processo de admissão. A mulher, então, passava uma prancheta e material de escrita para o espadachim, pedindo que colocasse os seus dados ali. E após feito, pedia que aguardasse um momento.

Cerca de 15 minutos depois, um homem de roupa social aparecia de um dos corredores da instalação e falava com a recepcionista, em seguida indo até o espadachim. – Kozuki Orochi, espadachim, 20 anos, certo? Esperava a confirmação e logo continuava. – Meu nome é Akira, e serei o responsável pelo seu recrutamento, se puder me seguir. Logo, ele começava a caminhar entre os corredores.

Kozuki poderia segui-lo, ou então, se preferisse, tentar explorar o local por sua conta e risco. Mas, se o seguisse, logo sairia em uma espécie de lavanderia, na qual havia pilhas de roupa de cerca de 1,5 de altura. – Bom, a primeira parte do teste é disciplinar, você deverá lavar os uniformes dos agentes, cada pilha representa um grupo, você está responsável pelo grupo 3. O supervisor apontava qual eram as roupas designadas para Orochi. – Os ternos e calças devem ser lavados nas máquinas, as camisas e coletes à mão, depois, basta colocar tudo para secar que nossos colaboradores colocam nos cabides. Você tem uma hora para fazer isso. Curto e grosso, o homem saia do local, fechando a porta e trancando-a, já que o barulho da tranca era audível para quem estivesse dentro do ambiente.





Legenda:
 

Aparência Akira:
 

Reisi, Cold e Boreal:
 
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MensagemAssunto: Re: Sons of Vermillion's Blood: Gênesis   Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 4 EmptyQua 08 Jan 2020, 17:01

Naqueles instantes tendo de puxar meu irmão caçula para que este não nos metesse em maiores confusões, fluíam no meu peito uma série de sentimentos estranhos. Havia uma certa decepção, porque por algum lado estava crente que o irmão estava amadurecendo e deixando de ser a criança que sempre foi; Havia também um sentimento parecido com culpa, projetado em mais descontentamento com Coldraz, por ter eu ter sido ingênuo o suficiente para dar tanta autonomia ao juvenil. Mas tudo bem, não era como se meu engano fosse maior que a impulsividade do menino. Ao menos tentava compensar meu equívoco.

Enquanto enxugava as prováveis gotas de suor que escorriam de minha testa não tendo mais que puxar o moleque, despejava-lhe as palavras que resumiam meu descontentamento. Falava para ele, mas no fundo também falava para mim, sabendo que deveria ser mais prudente no permitir de Coldraz assumir algumas frentes.

Contudo, não restavam maiores momentos para refletir sobre aquelas questões. Pelo menos não agora, pois éramos então chamados a lutar, em um discurso que, admito, talvez tenha feito eu pensar como as situações anteriores realmente haviam representado um grande perigo para nossas vidas. Por sorte, novamente, eu havia superado tudo, como era de se esperar de alguém como eu. E de quebra, parecíamos nos envolver em algo maior. Com o convite da ida, sem nem olhar para trás, e muito menos para o irmão, seguia a senhorita tão logo ela se punha a andar.

Tenho de dizer que, mesmo que de forma disfarçada, em algum momento no trajeto olhei para trás para conferir a presença de Coldraz. Por mais que tivesse feito merda, ou quase - se não fosse eu -, tinha ainda certa responsabilidade por ele, e precisava manter os olhos abertos para caso ele fizesse alguma loucura. Ali, eu era 200% atenção no rapaz, sendo discreto. Sem falar que não deixava de ser meu irmão.

E eis que chegávamos ao local, de forma que eu entrava logo atrás de Layla, vendo aqueles dois homens ali presentes. Os olhos rápidos de gatuno os corriam para notar detalhes mais essenciais, como a cicatriz na face de um, e o tapa-olho que o outro usava. Com as movimentações seguintes, notava que aquele que possuía a cicatriz era conhecido da senhorita, mas o outro não era abraçado da mesma forma.

Sobre quase sermos pegos minhas sobrancelhas devem ter baixado um pouco quando ouvi isso, mas limitava-me a tentar expressar um semblante neutro e ascender com a cabeça concordando com a afirmação. No que o diálogo se seguiu, tendo a espada sido posta sobre a mesa, pousava minha mão sobre ela, mas não a pegava, só mantendo a mão em cima ao longo de toda a falar da mulher - que ao longo de seus dizeres se comprovou senhora e não senhorita. Um misto de sentimentos me tomava a cada parte do discurso:

Quando começava com o histórico daquela chamada Conomi Island, poderiam dizer que estava mais frio, tentando apreender o máximo de informações que pudessem ser importantes; Quando mencionados revolucionários, aquela eterna chama de ódio em meu peito até se aquecia um pouco. Não havia como ouvir sobre aqueles desgraçados e não sentir algo negativo, e com motivos; Quando dizia sobre como aquilo os afetava, eis que agora tinha que conter um pouco meus impulsos, pois mentalmente já xingava e amaldiçoava os malditos inimigos do povo que se colocam como uma justiça alternativa, mas na verdade não passam de pseudo-justiça. Notar Layla com os olhos molhados faziam-me até ser empático, e comover-me, apesar muito longe das lágrimas;

Suspirava, e ainda naquela espiral de sentimentos, ouvia então sobre um líder engajado, o tal de Kishimoto. Parecia ser um nome importante a ser lembrado. Aquele homem parecia ter interesses comuns aos nossos, e não passava longe de imaginar que possivelmente poderia vir a conhecê-lo em algum momento na empreitada; E quando fomos apontados como "a chance de ouro" deles, o sorriso brotou em meus lábios, meu coração se encheu em júbilo. Era aquilo! Aquele sentimento de poder ser referência de esperança para os necessitados, e poder ter os créditos por isso, fazia meu coração palpitar de emoção. O sangue borbulhava.

Mas tinha de se conter ao quanto que a mulher se entregava ao choro. O marido, pois então, tomava a dianteira da fala, e minha mão ainda pousada na espada para não permitir a Coldraz pegá-la. Não voltava a esconder o sorriso enquanto ele colocava os pontos que poderiam se desenrolar adiante, sempre nos clamando como uma chance de justiça. Era uma oportunidade de me tornar agente, como nosso grande pai Marshall Vermillion, mais ainda naquela cidade. "Loguetown", aquele nome eu conhecia muito bem das histórias. Não era exatamente um conhecedor nato de história, mas aquela era quem sabe a mais difundida história dos mares: a captura e execução do Rei dos Piratas. Também não sabia muitos detalhes.

Sentia-me incandescente; Intenso, viril, coluna mestra de algo que poderia vir a ser grande: a justiça do Governo Mundial sobre aquele lugar em miséria revolucionária. A carta na mesa, e o pedido de "emprestar-lhes nossa força", para então minha mão que repousava sobre a espada subir, enquanto levantaria somente o indicador.

- Emprestar-lhes nossa força, não, bom homem. Não lutaremos por vocês. - Daria uma curta pausa, encarando-o minimamente, num ar dramático. - Lutaremos COM vocês. Porque essa guerra é de todos nós, homens e mulheres de bem que creem no ideal de uma Conomi Island melhor. De um mundo melhor! Sem as mazelas da revolução. - Abaixaria a mão, catando a carta sobre a mesa, com o sorriso determinado estampando as feições joviais, e o peito inflado, para seguir dizendo com minha bela voz. - Iremos, e voltaremos para trazer a verdadeira justiça da Marinha, do Governo Mundial, para este povo oprimido. Eu te juro, homem, e te dou minha palavra, que eu, Mikhail Vermillion, e... - Puta merda, eu não acredito que eu vou dar mais uma chance para esse moleque. Mesmo que eu tivesse que tomar algum cuidado, assumiria o risco. E pegaria a espada na mesa, entregando com a lâmina virada para baixo para o irmão. - ...meu irmão Coldraz. Filhos de Marshall Vermillion, traremos o auxílio em sua luta por liberdade e vida digna. - E, estaria para terminar o discurso, quando relembraria-me de incluir, como uma boa liderança que tentava me consolidar, aquele outro indivíduo ali, com o tapa-olho.

- E também... - Pensaria por um instante, puxando na memória o nome do homem que havia tentado gravar quando na fala do nativo. - Reisi. (?) Se este também almejar o caminho da justiça. - E viraria-me, fitando ele então, estendendo a mão a frente para que apertasse, torcendo pra ter ouvido direito o nome. - Mas antes de seguirmos, tenho uma pergunta... - Alcançaria o maço de cigarros no bolso, abrindo-o com o dedão e oferecendo a todos ali. - Alguém aceita um cigarro? - Entregando um cigarro para quem quisesse, mas pegando um também, e acendendo, passando então o cigarro aceso para caso alguém quisesse acender o seu na brasa deste. De qualquer forma, retornaria o cigarro a boca, e permitiria-me degustar o prazer da nicotina em meu sangue, enquanto demais coisas pudessem se desenrolar.

Enquanto fumasse, e se houvessem mais diálogos a se desenrolarem, em algum momento que julgasse melhor para fazê-lo, me aproximaria do homem de cabelos azuis, e sussurraria para ele, a julgar por sua aparência de durão. - Amigo... Não sabe me dizer onde conseguir um raio por aqui? - E então daria uma puxada rápida e curta de ar para as narinas, para que o som indicasse minha representação da cocaína refinada, pó. Mas é claro, o faria de forma discreta, somente se houvesse um instante propício.

De qualquer forma, tendo guardado a carta comigo, observaria, fumando, o que mais poderia ocorrer, e caso se tornasse próprio em algum momento, lançaria: - Então... Como iremos para Loguetown? - Para então, podermos planejar nossos próximos passos.


Consideraçoes:
 

Histórico:
 

Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Sons of Vermillion's Blood: Gênesis   Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 4 EmptyQui 09 Jan 2020, 21:45

Falha
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Não me recordava de já ter sofrido tamanha humilhação na minha vida. A vergonha era tanta que minha mente dava orgiem a insultos e maldições que fariam até mesmo o adulto mais vulgar e sujo se sentir enjoado. Ao menos, era o que eu imaginava. Como poderia saber ? Eles taparam a minha boca e me carregaram feito um saco de lixo por malditos 10 minutos! Eu poderia ter cortado os dois ali mesmo se não tivessem tomado minha espada, mas já começava a pensar em outras formas de me vingar daquele irmão de merda quando suas palavras me cortaram profundamente.

— Eu errei dando moral demais pra você, Coldraz. Esqueci por um instante que não passa de uma criança... a partir de agora você não abre mais a boca, deixa que eu resolvo as coisas. Foi ingenuidade achar que poderia te dar tanta autonomia... — Não havia o que falar depois disso, eu até tentava formular uma justificativa, mas as palavras não saiam. Por mais que eu tentasse me fazer acreditar que estava correto em tentar enfrentar Goma, as palavras de Mikhail somadas a postura de Layla eram demais para suportar. Eu estava errado ? Será que eu teria estragado tudo se tivesse atacado ? Minha respiração ficava pesada e eu logo começava a ofegar, o suor escorrendo na minha testa enquanto encarava o chão. Foi um erro meu ? Só podia ser. Eu falhei, mas já devia esperar isso, eu só fiz besteira desde que saímos de casa; fui eu quem caiu na armadilha daquela velha, era minha culpa o revolucionário ter sido morto antes de podermos tirar qualquer informação dele e, como se não bastasse, eu quase nos matei a alguns minutos.

— Maldição! No que eu estava pensando ? — Dizia para mim mesmo, segurando meu peito com a mão, a respiração pesada enquanto tentava me acalmar. Levantava a cabeça na esperança de impedir que as lágrimas começassem a correr. Eles já haviam ido, Layla e Mikhail. Acho que assim era melhor, certamente não precisavam de mim. Daria uma última olhada ao meu redor, talvez se eu desaparecesse ali e agora, ninguém notaria, talvez até se sentissem agradecidos, talvez morrer fosse a melhor coisa que eu poderia fazer por eles; ponderaria por um instante, mas logo deixaria tal ideia de lado, se eu parasse agora, então tudo que diziam a meu respeito seria verdade, e não podia ser, eu não podia morrer, não daquele jeito, não antes que meu pai me reconhecesse, de forma alguma meu legado seria o de alguém fraco e inútil. Recuperando a compostura, limparia meu rosto e vestiria meu semblante sério, caminhando então até a casa.

Evitaria contato visual com Mikhail o tempo inteiro e, com menos fervor, faria o mesmo para com Layla, mesmo durante o seu discurso. Era vergonhoso e irritante demais encará-los agora, nessas condições, então prestaria atenção na casa, nas pessoas ao meu redor e nas janelas, para observar também o lado externo da casa. Me manteria calado o tempo inteiro durante o discurso, as chances de fazer mais alguma besteira eram menores se eu me mantivesse em silêncio, então seria o que eu faria, apenas tomando notas mentais durante o discurso e avaliando a estrutura ao meu redor, bem como as novas figuras que haviam surgido, o caolho e o marido de Layla, mas não conversaria com nenhum deles caso me dirigissem a palavra, apenas desviaria o olhar.

O passado do casal era trágico e isso certamente alimentava minha vontade de matar os revolucionários mas, não sei explicar o motivo, de algum modo eu não me sentia triste por eles. Era uma sensação que eu não entendia muito bem. Não me entenda mal, eu tinha noção da gravidade das palavras da mulher; eles haviam perdido sua farmácia, seus empregos, suas posses, eram tratados como leprosos por pessoas com quem conviveram sua vida inteira provavelmente, e agora viviam em condições terríveis, sobrevivendo apenas pela generosidade de um benfeitor. Mas, por mais que compreendesse tudo isso, eu não sentia pena deles, não mais do que sentia antes de saber sobre seu passado.

Para falar a verdade, eu nem ao menos teria notado isso se não fossem as reações daqueles ao meu redor. Era estranho não sentir raiva ou tristeza quando todos ao meu redor pareciam transmitir esses sentimentos. O único momento em que senti algo, era quando o homem começava a falar exatamente o que eu queria ouvir desde que cheguei naquela ilha. Loguetown, então este era o nosso destino, me tornar um agente e atuar numa cidade tão importante quanto Loguetown, quem diria, até este momento não fazia ideia de que o East Blue havia sido o local de descanso do famoso rei dos piratas, sabia que esta era a cidade de seu descanso final, mas sempre me ocorreu que esta ficava localizada no Novo Mundo, ou quem sabe alguma ilha importante da Grand Line. Não conseguia esconder minha felicidade naquele momento, um sorriso logo tomava conta do meu rosto, ainda assim, me mantinha em silêncio.

Quando Mikhail começasse a falar, eu voltaria à mim, o sorriso desaparecendo e o semblante sério retornando, mais uma vez desviando o olhar deste, mas sem deixar de prestar atenção em suas palavras — Ele fala bonito! — Pensaria ao ouvir seu discurso. Então era ISSO que me faltava. Deve ser bom ser o favorito do pai, e a forma como ele falava deixava claro que isso não era em vão, ele se parecia exatamente como um homem que os outros seguiriam, eu por outro lado não passava de uma criança, sempre subestimada, sempre menosprezada. Era apenas isso que eles viam: uma criança idiota fazendo coisas que uma criança idiota faria. Isso me irritava, mas como poderia discordar ? Eles tinham razão. Minha vida inteira eu tentei mudar a visão das pessoas ao meu respeito, mas nunca havia tido sucesso, pensar que algo mudaria só por deixar minha casa era estupidez.

Apenas voltaria a olhar Mikhail quando este proclamasse meu nome e me entregasse a espada de volta. Não saberia o que pensar a este respeito e provavelmente deixaria a surpresa transparecer em meu rosto, ainda assim pegaria minha espada de volta e, entendendo isso como uma oportunidade de redenção, voltaria a olhar para Mikhail enquanto este continuasse a fazer seu discurso. Uma vez que ele terminasse, eu então assumiria o rumo da conversa, agora um pouco mais em paz comigo mesmo, voltaria minha atenção para o casal e diria — Então, parece que estamos todos de acordo. Mostre o caminho para Loguetown e nós traremos uma frota inteira para limpar o lixo revolucionário desta ilha! — Em seguida, esperaria sua resposta.

Se meus olhos voltassem a encontrar o Reisi após fazer minha proclamação, o encararia por um instante, avaliando meu novo futuro companheiro dentro das instalações do governo mundial. De certo modo, é sempre bom ter aliados, mas só conseguia pensar em uma coisa: ele é mais forte que eu ? Um espadachim que entraria ao meu lado dentro das instalações do governo, isso certamente levantava dúvidas e fazia meu sangue ferver; cruzar espadas seria a melhor forma de descobrir qual de nós era o melhor espadachim — Talvez tenha a chance de enfrentá-lo em combate algum dia. — Não diria nada, mas lançaria o olhar mais ameaçador que fosse capaz de transmitir com minha aparência infantil e baixa estatura, mas viraria o rosto como protesto a qualquer coisa que ele tivesse a me dizer, ignorando com desdém para mostrar que sua existência não era uma ameaça para mim. Como se um caolho fosse um oponente a minha altura, se o perdeu em combate isso apenas queria dizer que não era assim tão formidável, e se foi em um acidente só mostra o quão desleixado era, de qualquer modo não importava.
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MensagemAssunto: Re: Sons of Vermillion's Blood: Gênesis   Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 4 EmptySex 10 Jan 2020, 14:56


O Dragão Verde
A Procura de Novos Mares


Kozuki seguiria as ordens de seu superiores e seguiria ele até a sala onde foi indicada para começar a sua admissão no governo e se tornar um agente que era seu sonho, pensaria várias vezes no que poderia ser o teste que começaria naquele momento. Seguiria até uma sala que parecia ser uma lavanderia para lavar os ternos dos agentes que teria ali naquele território.

~ Então esse é o começo, tenho que começar a lavar os ternos e as roupas dos agentes. Então vamos lá. ~ Falaria Orochi enquanto se preparava para começar a lavar as coisas dos agentes.

Não demoraria muito para pegar e lavar as roupas, verificaria com cuidado qual tipo de tecido e cor que poderia ser lavados juntos e nunca misturando qual com qualquer outro tipo de roupa, sempre separando branco com branco e outras cores com as mesma que combinava com as mesmas, mantendo sempre a proporção de lavagem para ficar certo naquele setor.

~ Tenho que continuar até terminar tudo isso, preciso passar esses ternos e deixar as camisas e calças certos para os novos agentes e os antigos agentes que estão nessa ilha como foi ordem do meu Akira-san. ~ Falava enquanto quase terminava de lavar as últimas peças e começava o segundo processo que era estender as roupas.

Depois que terminasse de estender as roupas das máquinas esperaria um pouco para começar a passar, claro que a máquina de lavar roupa tinha uma secagem rápida mais que demoraria um pouco para secar. Enquanto esperaria, pegaria sua espada e começaria a treinar ali dentro enquanto esperaria a secagem da roupa e que tinha um pouco de tempo ainda para terminar o seu prazo de 1 horas.

Começaria a balançar a sua espada lentamente conforme o ar que estaria naquele lugar e balançaria lentamente para se mover esperando conseguir ver a movimentação do vento com sua espada para melhorar a velocidade de seu ataque e como poderia melhorar o seu ataque. Mas tinha uma  problema, viu que depois de alguns balanços parava rapidamente com o treinamento e voltava para as roupas.

~ Aff. Tenho exatamente quinze minutos para passar essas roupas, vou fazer isso rapidamente. ~ Colocaria as roupas nas mesa para começar a passar e deixar elas prontas como foi seguidos as ordens de Akira.

Depois que terminasse de passar as roupas e colocasse em ordem e em posição ficaria mais tranquilo e mais sossegado que estava animado por terminar aquela parte do serviço. Estava um pouco cansado mais não desistiria de se tornar um agente que era seu sonho. Depois que terminasse aquela parte iria procurar Akira para fazer a segunda parte do seu exame já que sabia que não seria apenas um teste para ser admitido no Governo.

~ Akira terminei de lavar, passar e colocar os uniformes dos agentes em ordem como foi me dado ordem. ~ Falaria para Akira assim que encontrasse ele e ficaria em posição de sentido esperando a sua próxima tarefa de admissão.

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MensagemAssunto: Re: Sons of Vermillion's Blood: Gênesis   Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 4 EmptySab 11 Jan 2020, 15:58


─  Bom, é uma condição estranha para mim também. Responderia para Nishinki. O homem me vinha com boas notícias, nem sequer precisaríamos procurar pela dupla, sua esposa estaria neste momento trazendo eles até nós. Não poderia descrever como isso seria incrível, o rapaz das plantas se mostrou formidável facilitando a minha vida em Conomi Island, não saberia e nem sequer teria como recompensá-lo por isso. A confirmação sobre as capacidades do Governo Mundial também eram confirmadas, me dando certeza de que o caminho escolhido era o que deveria ser seguido.

Não demorou muito para que uma mulher adentrasse na casa com os dois camaradas, que com certeza tiveram toda minha atenção no ato. Não pareciam ser muita coisa, aliás, eram um tanto estranhos, mas antes que pudesse concluir minha análise, o clima no local ficava um pouco tenso. Era notável o desespero da mulher que procurou consolo nos braços de Nichinki, algo estava errado. ─  Nishinki, o que está acontecendo aqui? Sua mulher começava a desabafar. A história de Conomi não era algo que pudéssemos apreciar, passado, presente e futuro pareciam perdidos na mão da revolução. A mulher conseguia transmitir sua tristeza em cada frase, sinceramente, suas palavras não me atingiam da forma que eu estava esperando, porém sua causa era nobre.

Nishinki complementava a história, porém a sua ideia era fazer um pedido para mim e os outros dois presentes, aparentemente tínhamos as mesmas ambições. O homem das plantas queria que nosso caminho até o Governo Mundial levasse a tirania dos revolucionário embora daquele lugar, não poderia deixar de pensar que seria um feito e tanto silenciar uma ilha corrompida. Enquanto ele continuava a falar, meus planejamentos e resultados que viriam, passavam como um flash em minha cabeça.

Visto que o entusiasmo dos homens transcendia a minha, não poderia ser o único ali que não iria participar da festa. Pois bem, estava decidido, pois levando em consideração uma carta e uma passagem para Loguetown, que era o meu maior desejo, não poderia ficar parado. Estenderia a mão para o indivíduo mais falante, com o intuito de fecharmos uma parceria, mesmo que momentânea. ─  Acho que eu vou me juntar a vocês nessa empreitada... Diria durante a ação, para o outro, apenas encararia-o sem pronunciar-me.

─  Não, obrigado! Responderia os questionamentos vindos do cidadão, para mim. Antes que decidíssemos algo, ele novamente me abordava. ─  Não, mas o Nishinki tem umas plantas estranhas pelo quintal. Novamente sentaria-me, esperando um dos homens tomar a iniciativa, apenas seguiria-o com minha espada para onde quer que fosse. ─ Então... Como iremos para Loguetown?


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MensagemAssunto: Re: Sons of Vermillion's Blood: Gênesis   Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 4 EmptySeg 13 Jan 2020, 12:40


Vermillion's blood tales

#07




~ Irmãos Vermillion e Reisi ~

~Anteriormente

Após o encontro dos irmãos com o espadachim caolho, o casal Layla e Nishiki, resolveram contar sua história e a razão das ações tomadas por ambos até então. Um passado trágico, envolvendo a perda de suas conquistas ao longo da vida, e um ostracismo, sob a bandeira de uma justiça, essa era a realidade daquele casal. Mas, na esperança de um novo amanhã, decidiram salvar a dupla de irmãos e juntá-los à Reisi, a fim de que voltassem com a devida autoridade para Conomi Island e pudessem contribuir ao sonho de seu benfeitor.

~

Com a fala de Mikhail, os olhos do casal ficavam mais marejados do que antes, afinal aquilo sim era um raio de esperança, Coldraz estava certo, era um belo discurso, e tal como Goma fazia, o poder das palavras, diferentemente de uma espada, podia mover multidões e quebrar mais barreiras do que o aço era capaz. Respondendo as palavras, ambos só conseguiam agradecer imensamente ao rapaz, enquanto tentavam de alguma forma conter suas lágrimas de emoção. E nesse meio tempo, Mikahil decidia tentar conversar com o novo integrante do grupo.

Depois de receber um claro “não” de Reisi, Mikhail sentia fisiologicamente as palavras, de forma que, pela falta da substância em seu corpo, começava a perceber uma certa ansiedade surgindo, era como uma vontade insaciável de um doce que não sabemos qual, mas havia no fundo, emergindo aos poucos, uma vontade incontrolável de algo que, diferentemente da guloseima, ele sabia bem do que precisava.

Paralelamente, após a conversa entre o irmão mais velho e o homem de cabelo azul, Nishiki, após se recompor, levanta-se e olhava para os presentes. – Sobre a viagem um amigo meu vai levar vocês a noite, é mais seguro já que o rosto dos dois já é conhecido pelas autoridades daqui. Quando falava sobre “dos dois”, era meio claro que Nishiki estava referindo-se aos irmãos Vermillion, e quando falava sobre autoridades, era mais claro ainda que falava sobre os revolucionários.  – Até lá, peço que tenham cuidado caso queiram sair daqui, podem ficar à vontade nessa casa se preferirem, sintam como se ela fosse de vocês.  

Layla, que ainda estava abalada ao relembrar o passado e impactada com as palavras do lutador, direcionava-se ao fogão, onde, aparentemente, começava a cozinhar alguma coisa, talvez fosse um gesto de gratidão aos seus promissores salvadores? Enquanto isso, Nishiki caminhava em direção de Reisi. – Sobre as plantas, não pude me expressar direito, me desculpe, mas após me tornar farmacêutico comecei a estudar mais a fundo o uso das plantas medicinais, é uma espécie de hobby meu também.

Coldraz, por sua vez, ainda preso em sua corrente de emoções e pensamentos, começava a refletir sobre responsabilidade, empatia, e outras coisas, além de já ter de volta o controle sobre sua arma.  Ainda que tivesse concordado com o irmão, anteriormente, suas palavras recebiam votos de gratidão em resposta, mas só isso. E mesmo após ter encarado Reisi, não houvera resposta.
De todo modo, era uma boa hora para que os futuros heróis(ou vilões) de Conomi Island se preparassem para a nova jornada.

~ Orochi ~

~Anteriormente

Após ter encontrado o Quartel General de Loguetown, o espadachim iniciara seu processo de admissão para ser um agente do Governo Mundial, inicialmente conheceu seu superior e seguiu o processo até a primeira parte: Limpeza. Assim, recebera o “desafio” de limpar um monte de uniformes de outros agentes.

~


Após realizar toda a parte de lavagem e passagem das roupas, começara a procurar por Akira, para informar-lhe de seu sucesso, mas sua procura era rapidamente cessada devido à chegada do supervisor, que havia chegado pontualmente conforme o tempo estipulado para a tarefa.

O homem, então, olhava para a tarefa feita e não expressava nenhuma feição de felicidade ou satisfação, era um rosto bem mais neutro, talvez estivesse forçando essa expressão ou ele fosse um homem lata? De todo jeito, ele seguia até o espadachim, com as mãos cruzadas atrás do corpo. – Foi um bom trabalho, está aprovado nessa etapa, agora siga-me.

A dupla andava por dentro da instalação por alguns minutos, até que saiam em uma espécie de academia, havia vários aparelhos de musculação e ginastica, dando impressão que era quase um centro de treinamento para futuros atletas. Além disso, o recinto não estava vazio, várias pessoas treinavam lá e como todas encontravam-se apenas em suas roupas de treino, não dava para saber se pertenciam à Marinha ou ao Governo Mundial e nem suas respectivas patentes. Apesar disso, muitas pessoas, ao ver a figura de Akira, paravam o que faziam e levantavam-se fazendo uma contingência, que era respondida por um sinal de mão por parte do respeitado.

- O regulamento manda que você faça agora um pequeno treino, tem liberdade para escolher como queira fazer, entenda como um aquecimento para a próxima etapa. Agora, você tem 40 minutos.

Novamente ele saia e as atividades dos demais voltavam a normalidade.




Legenda:
 

Akagami:
 

Coldraz, Mikhail, Reisi:
 

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MensagemAssunto: Re: Sons of Vermillion's Blood: Gênesis   Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 4 EmptyTer 14 Jan 2020, 20:33


O Dragão Verde
A Procura de Novos Mares


Mais uma vez o superior do Governo que estava fazendo a admissão do jovem Kozuki deixava ele em uma sala cheia de equipamentos de treinamento para treinar, já que aquilo era a segunda parte da admissão para entrar como Agente do Governo. Orochi não esperaria muito para escolher o que fazer para treinar, ele se alongava antes para não ter nenhum problema de travamento quando fizesse os treinamentos.

~ Como sou eu que vou escolher qual tipo de treinamento que irei fazer acho que vou fazer dois exercícios, rosca alternada em pé e supino reto com barra, vou aproveitar que tenho os minutos que ele me deu para aproveitar o máximo. ~ Diria Orochi já pegando as roscas para fazer alternadas e começava.

Começava com um leve intervalo de um segundo cada rosca iria aproveitar e fazer quatro séries de quatorze levantada, cada série que terminava dava um descanso de sessenta segundos para descansar. Quando chegava na terceira série de levantamento já sentia seus músculos contraírem ao máximo vendo que aquilo poderia ser um ganho de massa muscular para aumentar a força de seus ataques com a espada que carregava, mas via que ainda era cedo para comemorar.

Logo que acabava a terceira série descansava apenas por quarenta segundos para ir para a quarta série e última, colocava um pouco mais de peso dessa vez para aumentar o ritmo do exercício e ouvia seus músculos contraírem mais a cada vez que se passava com o tempo, quando finalizava aquela parte descansava um pouco para prosseguir com o segundo exercício que ele tinha em mente.

~ Se isso é um aquecimento com certeza a terceira e última parte da admissão é uma luta, já que estou me aquecendo para dar o máximo de mim para a terceira parte. Vou dar o meu máximo ainda falta muito tempo então depois do supino irei fazer uma corrida para finalizar os últimos minutos que terei. ~ Falava Orochi baixo para ninguém o ouvir, enquanto se dirigia para o penúltimo exercício que tinha para fazer.

Pegava e colocava 25 KG em cada lado do supino e deitava na cadeira para começar a fazer o levantamento faria também quatro séries de doze levantamento também dessa vez já que sentia um pouco de dor do exercício anterior. Descia e levantava devagar para ver quanto seus músculos aguentava a cada descida que fazia naquele exercício mais mesmo assim continuaria a fazer.

~ Já to terminando falta mais uma série para completar e acabar. ~ Falava cansado um pouco de tanto fazer aquele exercício e o anterior.

Completando a última série para acabar devolvia os pesos que usou em seus respectivos lugares e iria para a esteira correr um pouco, tinha pego uma maçã em sua casa e devorava para se alimentar um pouco antes de correr. Aquilo já deixava ele satisfeito para continuar com o treinamento, e começa a correr com tempo que faltava, via que falta apenas dez minutos para acabar e continuar com o teste de admissão e começa com a corrida em velocidade mediana.

~ Acabei senhor o treinamento para continuar a minha admissão, se for uma luta a terceira parte gostaria de saber onde pegar mais uma espada para lutar aqui no QG, é que sou bom com duas espadas para lutar. ~ Diria para Akira seu superior assim que terminasse de correr e encontrasse seu superior para continuar com sua admissão.

Esperaria uma resposta do seu superior para encontrar a segunda espada no QG da Marinha e encontrar com ele no campo da terceira parte da admissão para entrar para o Governo Mundial.

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MensagemAssunto: Re: Sons of Vermillion's Blood: Gênesis   Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 4 EmptyTer 14 Jan 2020, 21:56

Rotina
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Com a declaração de Nishiki, o assunto se dava por encerrado, partiríamos ao anoitecer e nada mais havia para mim naquele local, não agora, por isso me voltaria para a porta e deixaria a casa sem cerimônias. Imagino o que isso poderia parecer para os meus anfitriões, era difícil imaginar que não me julgassem estúpido ou, no mínimo, indiferente aos seus avisos. Bom, talvez isso possa surpreender vocês, mas ao contrário do que muitos poderiam pensar depois de terem visto minha performance anterior, não, eu não pretendia caçar revolucionários. Para alguns, a linha entre o dever e a estupidez pode parecer tênue, mas para mim era mais como um muro gigante que se estendia de uma ponta do horizonte até a outra. Procurar briga com os revolucionários agora, logo depois de ser taxado como inimigo público, era simplesmente estupidez. Não, eu os mataria quando voltasse a esta ilha com um exército.

Eu então sairia da casa e iria em busca de um jardim ou ao menos um pequeno espaço localizado ao redor da casa; de preferência com árvores e sombra. Retiraria minha jaqueta, minha camisa, botas e meias, deixando cuidadosamente dobradas em cima de um galho, banco ou qualquer lugar onde pudesse colocá-las, de preferência, o mais limpo possível. Na ausência de onde colocar minhas roupas, deixaria elas em cima das minhas botas, de modo que não tocassem muito o chão. Deixaria minha espada próxima às minhas roupas, mas não tocando nelas, uma vez que ainda não havia limpado a mesma. Terminado de posicionar minhas coisas, dobraria a bainha da minha calça até as canelas e daria início ao meu treinamento.

Como havia prometido a mim mesmo depois da minha performance vergonhosa contra o revolucionário, estava na hora de me aplicar com mais fervor ao treinamento. Antes de mais nada, começaria com 2 minutos de alongamento, esticando cada uma das pernas, ambos os braços, costas e pescoço. Seguindo para minha sequência no treino de resistência, eu começaria com 5 minutos de agachamentos, seguido pelo máximo de flexões que conseguisse fazer em 5 minutos e, por fim, 2 minutos com os braços esticados para cima, como se tentando alcançar o céu. Teria o cuidado de descansar por 1 minuto entre os exercícios e por 5 minutos após completar cada sequência, sendo que faria 4 sequências de exercícios, o dobro do que costumava fazer antes.

Terminado o exercício de resistência, pegaria minha espada e passaria então para o treinamento de manejo. Ainda estava familiarizado com as aulas de esgrima do meu antigo mestre, então sabia exatamente como proceder em um treinamento espadachim: sequências de movimentos repetitivos. Faria uma empunhadura dupla com as minhas mãos na altura da cintura e a ponta da lâmina projetada para fora. Uma vez em posição, começaria com minha sequência de movimentos:


  1. O primeiro exercício seriam os cortes verticais. Elevando a espada acima da minha cabeça e depois descendo esta o mais rápido possível. Avançando com um passo ao executar o movimento e depois dando um passo para trás ao terminá-lo.

  2. O segundo exercício seriam os cortes diagonais, fazendo o mesmo movimento de subir e descer a espada, mas desta vez, ao invés de fazer um movimento vertical simples, giraria levemente o cabo de modo que a espada descesse inclinando para a direita e depois a esquerda. Ao contrário do exercício anterior, neste eu daria 2 passos, 1 para cada lado do golpe. Ao voltar para a posição inicial, eu também executaria os movimentos diagonais, de modo que eu treinasse me aproximar e me afastar fazendo o movimento.

  3. O terceiro exercício cobriria os golpes baixos. Para começar, eu mudaria minha postura, de modo a segurar minha espada como se ainda estivesse na bainha e então moveria minhas pernas de modo a deixar o pé direito imóvel enquanto avançava com o pé esquerdo e caia sobre ele, como numa reverência. Puxando a espada, eu executaria um movimento diagonal de baixo para cima, esticando completamente o braço da espada em um movimento reto. Faria uma sequência de 3 minutos para cada braço, trocando a posição das pernas e a mão da espada.

  4. O quarto e último movimento era simples. Tomando a postura básica, com as mãos próximas a cintura ao empunhar a espada, me aproveitaria do movimento de pernas do terceiro exercício para efetuar um movimento horizontal com a espada, de modo a abaixar meu corpo até o mais próximo do chão ao fazer isso. Neste movimento, eu estaria fazendo um golpe horizontal visando a cintura do meu adversário, enquanto projeto meu corpo para abaixo do seu campo de visão. Novamente, após 3 minutos de exercício, eu trocaria a espada de mão e faria novamente o movimento, desta vez com a mão oposta da anterior; nesse caso, a esquerda.


Cada exercício de manejo seria feito por cerca de 6 minutos, ou 10 minutos caso achasse que eles não estavam bons o bastante. Não me importaria caso algum dos meus anfitriões ou Mikhail viesse observar, mas caso não tivessem a capacidade de dedução afiada o suficiente para deduzir o que eu estava fazendo sem precisar perguntar, eu responderia — Treinando! — Sem fazer questão de encará-los ou mesmo interromper o que estivesse fazendo. Se por acaso alguém se aproximasse para perguntar se eu queria algo, eu então responderia — Água, por favor. — E esperaria que meu pedido fosse atendido, interrompendo por um instante o que estivesse fazendo para agradecer e me hidratar. Terminado, voltaria ao que estivesse fazendo antes de ser interrompido. Quanto a outras perguntas ou comentários, eu apenas ignoraria.

Uma vez que meu treinamento estivesse completo, eu pegaria minhas coisas e procuraria por um dos anfitriões, aos quais eu perguntaria — Será que eu posso usar o chuveiro ? — E esperaria por sua resposta e instruções que pudessem vir a me dar. Vale ressaltar que, talvez eu tenha cometido um erro terrível e não houvesse nenhum chuveiro naquele lugar, se fosse este o caso, eu imediatamente perguntaria a respeito de algum lago, rio, lagoa ou qualquer local com água onde eu pudesse me lavar, e se mesmo assim eles não fossem capazes de me indicar um local como este, não haveria o que fazer, colocaria as botas e iria até o mar para me lavar. Fosse como fosse, eu certamente não iria me alistar fedendo à um repolho podre e ninguém seria capaz de me impedir disso.

Eu não entraria em navio nenhum sem tomar um banho, por isso, se fosse necessário deixar a casa e procurar algum local para me banhar, eu o faria sem hesitar, mesmo que tivesse que tomar banho na praia e usar minha camisa como toalha (obviamente não a vestiria novamente depois disso). E se fosse necessário me afastar da casa para me banhar, tomaria cuidado para que ninguém me seguisse ou me notasse, tentando me manter escondido da melhor forma possível e correndo quando necessário.

Terminado de tomar meu banho, devidamente seco e vestido minhas roupas, eu voltaria para a casa, caso tivesse deixado o local, e perguntaria à Layla ou Nishiki a respeito de um pano úmido que eu pudesse usar para limpar minha espada devidamente e com muito cuidado para tirar resquícios de sangue e sujeira. Fazer isso marcaria o fim de minha rotina. Com o treino devidamente executado, lavado apropriadamente, vestido com minhas roupas limpas e a espada devidamente polida, eu estaria pronto para seguir em direção a qualquer navio quando a ordem chegasse.

Claro que, a esta altura eu já deveria estar com fome, especialmente depois de treinar e, possivelmente, andar bastante. Se Layla tivesse terminado de fazer o jantar, eu encararia ela e a comida por um instante, pensando em como poderia pedir por um prato sem parecer abusado, ao mesmo tempo em que torcia para que ela me oferecesse. Se fosse necessário pedir, eu evitaria contato visual por conta da vergonha e manteria um tom de voz educado ao dizer — P-Posso comer... também ? — E esperaria sua resposta. Independente de como se desenrolasse, se me oferecessem um prato de comida, imediatamente abriria um sorriso e diria com muito entusiasmo e gratidão, talvez um pouco alto demais — E-Eu agradeço! — Juntaria minhas mãos e faria uma breve oração antes de dizer — Obrigado pela comida! — E então devoraria o que estivesse no prato, torcendo para que Layla fosse uma boa cozinheira, embora saiba que a fome pode transformar qualquer prato numa delícia culinária.

Vale ressaltar que, se a Layla ainda estivesse fazendo a comida depois de eu treinar, tomar um banho, colocar as roupas e polir minha espada, eu me ofereceria imediatamente a ajudá-la com a janta, seguindo suas instruções de preparo sem demora, fazendo meu melhor para garantir que a comida ficasse o mais deliciosa possível, claro, sem nunca interferir no trabalho dela, afinal, não se deve menosprezar o trabalho de um chef.

Independente do modo que chegássemos ao fim da noite, se eu estivesse devidamente limpo e arrumado, mesmo que não tivesse comido nada, seguiria as instruções para irmos até o barco que nos levaria à Loguetown sem maiores reclamações, mas sempre me mantendo atento e observador para uma possível armadilha e coisas suspeitas, embora fosse pouco provável a esta altura.
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MensagemAssunto: Re: Sons of Vermillion's Blood: Gênesis   Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 4 EmptyQui 16 Jan 2020, 21:44

Eu poderia gastar alguns parágrafos descrevendo para você a sensação da fissura de não possuir o objeto do meu desejo, a refinada cocaína, adentrando em meu organismo por uma de minhas narinas, de forma que talvez pudesse ter alguma ideia de como era incomoda sua falta. Contudo, acho que há somente uma palavra que descrevia meu sentimento naquele instante em relação a obter a substância: desejo. Um desejo profundo, eu diria, de me saciar. Como uma outra necessidade fisiológica qualquer. Como ir ao banheiro, quem sabe, quando estamos muito apertados. Era assim.

E enquanto as informações sobre nossa partida a cidade de Loguetown eram ditas, não podia evitar de bater os dedos da mãos, compassados, um de cada vez, nas coxas, com os punhos enfiados nos bolsos da calça. Um movimento discreto, mas que era resultado da minha apreensão de saciar meu vício. De qualquer forma, o cigarro, em meus lábios naquele instante, ajudava a conter minha outra vontade, por mais que ela não sumisse.

Puxava uma certa quantidade de fumaça para a boca e, tendo ouvido o fim da fala de Nishiki, logo após pegar o bastão de nicotina com os dedos - tirando uma das mãos do bolso -, puxava uma mínima quantidade de ar, trazendo o resultado da combustão para meus pulmões. - Obrigado. - Dizia, curto e simples, assentindo positivamente com a cabeça pela receptividade de nossos anfitriões. E então, após alguns instantes, soltava a fumaça.

Assim, mantinha-me na apreciação daquele cilindro de papel recheado de tabaco que possivelmente me mataria algum dia, ao quanto não haviam oportunidades - tendo em vista que, em meus próximos passos, poria a me conversar com o homem, e ele até então dialogava com o caolho, Reisi. De qualquer forma, seguiria dando leves batidas com o dedo no filtro para que as cinzas se desprendessem do cigarro ao quanto fossem se tornando, exatamente, cinzas. E, quando houvesse então uma oportunidade para tal, aproximar-me-ia de Nishiki com feições que não demonstravam muitos sentimentos, pondo-me então a falar. - Homem, poderia me emprestar alguns panos pra me cobrir? Pensei em sair a rua, então um disfarce seria interessante. - Pediria, crente que, se fosse Coldraz, provavelmente não pensaria naquilo, mas eu, Mikhail Vermillion, o primogênito e herdeiro da linhagem de nosso pai, não podia permitir vacilos como os de meu irmão.

Tendo arrumado por ajuda do nativo ou não, eu tentaria organizar-me de forma a ocultar minha aparência, mexendo em minhas próprias roupas e, se houvesse, utilizando de outras peças conferidas a mim para tentar fazê-lo da melhor forma. Assim, tomaria alguns minutos de meu tempo tentando obter a excelência do disfarce, contudo, como não tinha maiores conhecimentos sobre o assunto, muito provavelmente não ficaria absolutamente satisfeito com o resultado, e, depois de mais alguns instantes de tentativas, voltar-me-ia a Nishiki novamente, ou mesmo a Layla, quem estivesse mais próximo para tal. - Desculpe incomodar mas... Vocês não conhecem alguém que poderia me ajudar com um disfarce? - Perguntaria, em tom neutro, apesar de minimamente envergonhado de ter que reconhecer que não estava plenamente contemplado com minhas capacidades.

Bem, o que eu buscava era alguém que pudesse providenciar-me uma forma de ocultar minha aparência, ou mesmo algum livro ou qualquer coisa do tipo o qual poderia utilizar não só para me montar naquele momento, mas também para aprender mais sobre a prática do disfarce. Na realidade, mesmo que encontrasse alguém que pudesse me ajudar, de qualquer forma buscaria tentar o aprendizado com o mesmo, dizendo sobre minhas intenções e revelando, se propício, meus conhecimentos de práticas gatunas para justificar meu interesse naquele aprendizado. De qualquer maneira, estava buscando ter aparência minimamente ocultada e, quem sabe, aprender algo, e se assim obtivesse sucesso, sair em minha busca pela substância de meu interesse a qual eu falava no início. Caso não obtivesse tal ajuda ou conseguísse me virar com algum material, apenas me colocaria a observar meu irmão, para saber onde estava naquele momento, sendo que se fosse necessário sair para o lado de fora usaria de minhas habilidades de furtividade para fazê-lo da maneira mais sorrateira e silenciosa possível, tentando ocultar-me para que não fosse pego de surpresa, quem sabe, por revolucionários. Inclusive, se pudesse, o observaria mesmo de dentro, por alguma janela.

Ainda assim, considerando a possibilidade de sucesso no ocultar de minha aparência, poria-me do lado de volta avisando que voltaria em pouco tempo, atentando-me mais com meus olhos de gatuno para as ruas e vielas daquela cidade, tanto para tomar caminhos estratégicos para fugir da busca que os revolucionários estavam fazendo por nós, quanto para encontrar algum ponto ou indivíduo minimamente "suspeito" - um contato com o tráfico, com o submundo, mercado negro - de tal forma que, caso encontrasse, já tomaria as moedas que tinha em minhas mãos, apesar de mantê-las dentro do bolso, para aproximar-me sorrateiramente. - É você que passa um raio do bom? - Perguntaria, tentando soar pacífico. - Eu tenho alguns berries. Quanto consigo levar? - E mostraria as moedas, seguindo, se fosse o caso. Assim, tentaria fazer a negociação e deixar o local o mais rápido possível, ainda esperto com revolucionários, visando voltar a casa de nossos anfitriões.


OFF sobre disfarce kk:
 

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MensagemAssunto: Re: Sons of Vermillion's Blood: Gênesis   Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 4 EmptySex 17 Jan 2020, 21:02


– Sobre a viagem um amigo meu vai levar vocês a noite, é mais seguro já que o rosto dos dois já é conhecido pelas autoridades daqui. Ciente das condições de viagem, ficaria sem reação, de modo a concordar com o que foi estabelecido. ─  Não tenho problemas com isso, não tenho pressa, mas pelo receio que vocês tem ao falar sobre esses revolucionários, é melhor termos muito cuidado...Espero que esse seu amigo seja de muita confiança, Nishinki! Após as palavras, olharia fria e diretamente para o homem acolhedor.

– Até lá, peço que tenham cuidado caso queiram sair daqui, podem ficar à vontade nessa casa se preferirem, sintam como se ela fosse de vocês. Achava uma boa ideia permanecer ali até que executássemos o planejado, além de ser mais seguro, parecia bem mais confortável. Não gostaria de retornar pelas ruas de Conomi e ficar perdido novamente, a única coisa que sentia falta era daquela garçonete adorável, e talvez o gatilho para eu estar tomando o rumo que escolhi. Não seguraria minha gargalhada após pensar nisso.

– Sobre as plantas, não pude me expressar direito, me desculpe, mas após me tornar farmacêutico comecei a estudar mais a fundo o uso das plantas medicinais, é uma espécie de hobby meu também. Nishinki, como sempre atencioso, retornava a falar comigo sobre suas adoráveis plantas. ─  Sabe, eu tenho um enorme interesse em botânica, o que acha de me ensinar um pouco sobre elas? Questionaria o homem. ─  Vamos considerar isso uma troca justa pelo o que iremos fazer aqui... Aguardaria a resposta do homem, que se estivesse disposto, seguiria-o para onde quer que fosse, manteria minha humildade e ficaria atento a tudo que o mesmo me falasse ou orientasse.

Todavia, se não estivesse fazendo mais nada, abordaria a dupla de irmãos e tentaria um diálogo com os mesmo. ─  Então, vocês são de onde? Gostariam de compartilhar suas histórias? Indagaria, não esperando uma resposta positiva, mas seria atencioso quanto as falas. ─  Eu acordei nessa ilha...Essa é minha história. Responderia caso a pergunta fosse rebatida para mim.

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MensagemAssunto: Re: Sons of Vermillion's Blood: Gênesis   Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 4 EmptySab 18 Jan 2020, 15:29


Vermillion's blood tales

#07




~ Anteriormente

Após todo o discurso emocional sobre o passado do casal e sua relação oprimida com o exército revolucionário, Coldraz, Mikhail e Reisi começavam seus passos rumo à Loguetown, a cidade onde poderiam ingressar ao tão almejado Governo Mundial, além disso, iriam para lá com um objetivo muito claro: Conseguirem o apoio necessário e retornarem para ajudar Conomi Island à retornar seu senso de justiça.

~



~ Coldraz ~

Coldraz, ainda preso ao seu estigma da conversa entre o casal e seu sentimento, tentava processar aquelas informações dentro do seu próprio senso de julgamento, e no início tinha tido algumas dificuldades, pois de certa forma se sentia frio? Talvez faltasse todo aquele calor do discurso que seu irmão possuía e exibia com toda potência? Não, agora a resposta parecia a ficar mais evidente.

Entendendo sua posição atual em relação à opinião pública da ilha, Cold via que suas opções estavam mais limitadas do que quando havia chego em Conomi Island, por isso mesmo, restringia seus passeios para no máximo ao redor da casa, e aproveitando o espaço que tinha, preenchia seu tempo treinando o corpo e a mente, uma decisão inteligente para alguém novo, afinal os desafios a sua frente só estariam para piorar.

Afiava a mente com os movimentos precisos, tal como o fio de sua espada respondia à essa determinação, com um barulho “limpo” de um corte bem feito – “Slash”, o ar era cortado enquanto os pingos de suor tomavam conta do rosto do mais novo, mostrando os frutos de toda aquela prática, no fundo talvez buscasse superar o irmão e quem sabe até mesmo o pai através dessa rotina árdua? Talvez. Mas isso só o tempo poderia dizer.

Algum tempo depois, o treino era finalizado com sucesso, agora cansado e suado, o espadachim terminava a seção de prática procurando por alguma indicação dos anfitriões de onde poderia achar um lugar para tomar banho, e sem que pedisse, a mulher trazia para ele dois copos de água que eram tomados pelo futuro agente afim de saciar sua sede. – Ah, temos uma banheira aqui na parte de trás da casa, pode tomar banho lá.

Dessa forma, Coldraz seguia as indicações, indo até o local e, depois de encher a banheira, imergia na água, sentindo imediatamente os efeitos benéficos dessa substância após uma longa sessão de treino. Os músculos relaxavam pouco a pouco e o corpo entravam em certo êxtase instantâneo.
Depois de banhar-se, o garoto voltava já a casa onde todos jantavam e dessa forma comia, agradecendo pela comida oferecida e terminava com os procedimento da limpeza. Após tudo isso, havia ainda cerca de uma hora para o anoitecer e a tão esperada partida, Cold encontrava-se ainda no cômodo da cozinha, finalizando de ajudar Layla, quando ela decidia conversar com esse.

- Sabe, você é tão novo e já se esforça tanto assim, tomara que quando eu tiver um filho ele seja como você. Ela parava um pouco, talvez a fim de verificar o clima que se formava, mas continuava.

- Hoje mais cedo, eu senti o seu senso de justiça, ele é muito forte, talvez maior do que qualquer outro, e também vi a sua coragem, sabe, apenas levantar a voz contra os revolucionários é algo que muitas pessoas oprimidas aqui não conseguem nem imaginar, agora levantar uma espada contra eles, isso é quase uma lenda.

- Sei que deve estar sentindo que falhou, mas não pense assim, não perca essa coragem, por favor, só aprenda a canalizá-la melhor.

Nesse momento, Nishiki chamava pela sua esposa, provavelmente para que ajudasse na partida do grupo, e ela respondia, pedindo licença ao mais novo e retirando-se do ambiente.

~ Mikhail ~

De todas as coisas que haviam passado na cabeça de Mikhail nos últimos trinta minutos, uma era bem gritante:  a sede pelo pó branco. Os efeitos ainda não estavam drásticos, mas já conseguia sentir um desconforto crescente desde que tinha saído de combate contra o subordinado de Goma, ainda mais se somasse o estresse que teve com seu irmão mais novo.

Aproveitando, então, aquele horário livre, aproveitaria para ir atrás de seu pedaço de pecado. Mas, como Layla havia dito antes, o rosto deles já era conhecido entre o poder dali, e dessa forma, andar atoa por ali poderia ser bem complicado. Sendo assim, nada mais justo que pudesse aprender a se disfarçar, aliás, essa era uma ótima oportunidade para aprender a se disfarçar.
Visando esse desejo, aproximava-se de Nishiki, questionando-o sobre onde poderia arrumar tais disfarces e dessa forma obtinha uma resposta parcialmente negativa, parte porque Nishiki não tinha o disfarce, mas sabia alguém que era especialista nisso: Sua esposa. Portanto, o irmão mais velho procurava-a, logo a abordando e pedindo para que ensinasse tal conhecimento.

~ Início da aprendizagem (Disfarce) ~

- Bom, sobre disfarces, o que falar direito sobre isso? Sempre quando eu penso a respeito disso, eu crio um personagem, algo assim, e geralmente consigo me safar por causa disso. Muitas pessoas preferem usar somente maquiagem, outras máscaras, capaz, enfim, existe uma infinidade de opões.

- Mas, se você ainda mantiver a sua postura como sempre fez, nada vai mudar, afinal personalidade é algo muito mais forte que aparência, por isso que é mais interessante criar uma espécie de personagem para você interpretar.  

- Basta olhar quando eu encontrei vocês, eu estava muito mais tensa, fechada, agora estou mais aberta, porque quando saio para essas tarefas eu sei que posso estar prestes a perder a vida, por isso preciso de uma personagem mais forte, que imponha respeito aos revolucionários e isso me dá as brechas que preciso para fugir.


Ela se levantava, pegando algumas roupas e apetrechos que possuía, e dessa forma começava a testar com Mikhail um seguido do outro, testavam algumas roupas como uniformes de esporte, uniformes de marinheiro, roupas militares, mas nenhum parecia fugir muito “ de quem ele era”, até chegavam a cogitar alguma roupa feminina, mas achavam que seria forçado demais, por fim, caiam em algo mas simples, uma roupa casual com um chapéu e um bigode, sim, o bigode, talvez isso trouxesse para o garoto a sensação de ter um bigode de respeito que a idade ainda lhe traria um dia.

Passavam mais algum tempo discutindo sobre essa arte, os jeitos mais corretos, mais fácil, melhores horas de usar ou não, Layla sentia-se gratificada por passar tal conhecimento para seus benfeitores e de certa forma ser útil para algo maior, e isso era transparente até em seu tom de fala.

Assim, depois de aprender, pelo menos em parte, toda aquela bagagem teórica, Mikhail decidia testar seu novo aprendizado.

~ Fim do aprendizado ~

Após sair da casa de Layla, tomava certo cuidado nas ruas de Hirotown, afinal não poderia se dar ao luxo de dar de cara com um revolucionário e ainda mais sem motivo, todavia felizmente parecia que todo o conhecimento dado pela mulher parecia dar frutos, já que conseguia passar com certa segurança pelas ruas e quanto mais adentrava nos becos escuros, em busca do pecado, mais afastava-se da luz e do controle revolucionário, adentrando no submundo.

O antes vilarejo de pescadores começava a revelar um pouco seu lado podre, algumas pessoas sobre o efeito de drogas encontravam-se jogadas de canto a outros, pedintes que imploravam por um trocado para o Vermillion, dentre outros que estavam no meio termo entre o estado vegetativo a e consciência. Só que a alguns passos de distância encontrava-se o objetivo dele, e sem pensar duas vezes, seguia até esse, um rapaz de seus 23 anos que negociava com um outro homem.

Vendo o comércio acontecer, Mikhail só esperava sua vez e negociava pelo “raio”. Pelo valor que possuía em carteira, o rapaz conseguia comprar um pouco de pó, não era muito, mas serviria para saciar o vício até que chegasse no teste de admissão.

~ Reisi ~

Ao concordar com o plano de Nishiki, o caolho decidia por ficar na casa até que chegasse a hora da partida, e aproveitando a deixa chegava mais perto do anfitrião para que conversasse com esse, após ele ter conversado com Mikhail, e pedir para que ensinasse a respeito das plantas e da arte de cuidar delas.

~ Inicio da Aprendizagem ~

Determinado a aprender sobre as plantas, Reisi pedia para que o anfitrião da casa lhe ensinasse algo, já que parecia ter um amplo conhecimento sobre o assunto, e estava certo.  Sobre as plantas, Nishiki puxava um livro de alguma gaveta por ali, um exemplar de “botânica e todas as plantas dos Blues”, o objeto em questão estava bem conversado e era um tanto quanto grosso, o suficiente para assustar qualquer estudante.

Iniciando seu aprendizado, o tutor abria o livro, primeiro mostrando para o rapaz a respeito da história das plantas, mostrando o que tinha sido observado e aprendido, até então, sobre esse assunto e talvez pela falta de estudiosos nessa questão, não era a parte mais ampla e importante do que a seguir.

Na sequência, puxava a parte que explicava sobre algumas classificações, métodos de plantio e cuidado, observações sobre as fitopatologias, tudo isso naquele livro que mudava de um comum objeto para a verdadeira “quintessência da botânica”, uma bíblia no quesito do cuidado e conhecimento das plantas.

A dupla passava algumas horas ali, acontecia mais um seminário por  parte de Nishiki que mostrava sua empolgação no assunto ensinando tudo que podia ao seu bem feitor, inclusive tomava parte do tempo para mostrar-lhe os exemplares de plantas que tinha ali e ao mesmo tempo mostrava as que estavam para nascer, de fato aquele homem tinha já uma vasta experiência no assunto e se Reisi pudesse aprender um quinto daquilo, já seria o suficiente.
A última experiência daquele aprendizado era quando o espadachim era posto para aprender a respeito de jardinagem, tinha que plantar, que por si só não  era difícil, todavia quando ia fazer o feito se deparava com a corrente de informações que vinham a sua mente, vindas dos estudo realizado agora pouco. Apesar da confusão inicial, o mentor ia auxiliando-o, encaixando as informações e mostrando como se fazia.

~ Fim do aprendizado ~

~ Reisi, Mikhail e Coldraz ~

O trio, antes da partida, era agraciado com a comida preparada por Layla, e após se alimentarem, estavam prontos para a partida. Em relação ao cansaço, apenas Mikhail começava a sentir o impacto de não ter parado para dormir, todavia poderia facilmente ganhar esse tempo na viagem a frente.

Partiam os cinco, então, para o porto, e ao chegar lá encontravam o local praticamente no escuro, havia somente um ou dois lampiões nas docas, e em um deles dava para ver uma embarcação com a ponte abaixada, apenas uma. – É ali. Dizia Nishiki, que antecipadamente já ia para o navio, batendo na madeira em um ritmo determinado, como se fosse um sinal. Disso, saia de dentro um homem, mais velho por sinal, que fazia um sinal de positivo com a cabeça. O marido chamava a mulher e o grupo, que caso quisessem se aproximar, chegariam ao esperado navio.

- Vamos indo, meus homens vão chegar daqui uns minutos e vamos partir. Espero que todo esse esforço valha a pena Nishiki. O capitão do navio não parecia totalmente esperançoso no “futuro grupo”, mas o sorriso no rosto do farmacêutico mostrava a confiança que ele precisava, apostaria, mas não pelo grupo e sim por ele. – Entrem logo.

Teriam a chance de se despedir do casal e caso decidissem entrar, seriam direcionados para o depósito, onde teriam de ficar em meio a mercadorias, talvez para garantir a segurança de todos enquanto estivessem saindo da região de controle revolucionário. De todo modo, a viagem começava agora.

~ Orochi ~

~ Anteriormente
Após realizar a etapa de roupas, agora era hora de exercitar-se. De fato, aquele processo era um tanto quanto prolongado demais, mas Kozuki não se importava com isso e determinava-se a cumpri-lo. Agora, feito os exercícios, era a hora da próxima etapa.

~

O tempo estimado pelo supervisor, e como sinal disso, chegavam no ambiente o próprio Akira e junto dele uma mulher, essa, ao contrário do superior, parecia ser bem mais simpática que o homem e até exibia um sorriso que encantava os homens no recinto. Ela trajava algumas roupas de treino, um moletom, uma camiseta mais larga, além de um discreto par de brincos nas orelhas.

- Aspirantes, essa é a Agente Graduada Maki, geralmente esse tipo de agente está já na Grande Rota, todavia antes da partida ela fez questão de estar presente na última admissão que ela iria participar, e vocês foram os sortudos, sintam-se gratos!

- A última etapa é bem simples, um por um irão enfrentar ela e o objetivo será puxar o lenço do pescoço dela, quem conseguir puxar estará admitido, quem falhar, pode tentar novamente daqui um tempo.


Sem mais palavras, Akira saia do ambiente e a feliz agente amarrava em seu pescoço um lenço vermelho, os futuros agentes por sua vez, começavam a tentar se organizar e formavam uma espécie de fila, em que um corajoso homem tomava a frente. Ele tinha um porte atlético invejável, cerca de 1,8m, com certeza mais de 80kg e tinha um porte corporal de um verdadeiro bárbaro. Mas, a superconfiança podia ser inimiga da perfeição.

Ele puxava de uma caixa de armas do lado uma manopla de treino, emborrachada, e avançava em direção de Maki, que em um único movimento passava uma rasteira nele e chutava sua face durante a queda, fazendo-o rolar alguns metros e bater as costas nos pesos de treino. – Ok, próximo! Quero ver mais ânimo!

Os participantes começavam a ir, e muitos sendo derrotados, até Kozuki, dos 10 que já tinham ido, apenas um fora aprovado, mas esse não lutava com armas e sua forma de lutar era um tanto peculiar, o que devia ter confundido um pouco a agente. Todavia, a vez do espadachim chegava. Ele podia pegar uma espada de madeira das armas de treino e então ir ao combate, lembrando que seu objetivo era apenas um: puxar o lenço vermelho.






Legenda:
 

Mikhail:
 

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