One Piece RPG
Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 3 XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
InícioBuscarMembrosGruposRegistrar-seConectar-se
Últimos assuntos
» For Whom the Bell Tolls
Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 3 Emptypor PepePepi Hoje à(s) 3:21

» [MINI - Masques] A far off dream
Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 3 Emptypor Masques Hoje à(s) 2:07

» Red Albarn e o Alvorecer de um Herói
Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 3 Emptypor Kiomaro Roshiro Hoje à(s) 1:36

» Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom
Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 3 Emptypor Kiomaro Roshiro Ontem à(s) 23:08

» Faíscas da Revolução
Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 3 Emptypor K1NG Ontem à(s) 22:30

» [M.E.P - Masques] A far off dream
Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 3 Emptypor Bijin Ontem à(s) 22:23

» [MINI - Gon Vinteluas] *SENHORAS E SENHORES!*
Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 3 Emptypor Bijin Ontem à(s) 22:21

» O Sapo Mágico
Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 3 Emptypor K1NG Ontem à(s) 22:04

» I - Dançando No Campo Minado
Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 3 Emptypor ADM.Senshi Ontem à(s) 21:54

» [Mini-Handa] Uma beleza preguiçosa
Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 3 Emptypor Bijin Ontem à(s) 21:47

» [MINI - DJ GBR] 01 | Eco
Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 3 Emptypor TheJoker Ontem à(s) 21:46

» Navegando por uma nova história. A revolução começa!
Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 3 Emptypor Khrono Ontem à(s) 21:44

» [MINI-BlackHole] Um bom malandro
Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 3 Emptypor BlackHole99 Ontem à(s) 18:45

» Apresentação 3 - Falência Abrasiva
Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 3 Emptypor GM.Furry Ontem à(s) 18:14

» [MINI-Buraito] Selvageria, Doce Selvageria!
Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 3 Emptypor Far Ontem à(s) 17:18

» Kit - Lancer (Fate/Stay)
Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 3 Emptypor Wesker Ontem à(s) 16:51

» [Kit - Loira da Marinha]
Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 3 Emptypor Remenuf Ontem à(s) 16:33

» Ficha - Borium Sartoski
Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 3 Emptypor Graeme Ontem à(s) 15:36

» Kit- Izaya Orihara
Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 3 Emptypor Blum Ontem à(s) 12:03

» Unidos por um propósito maior
Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 3 Emptypor Lazyness Ontem à(s) 11:46



------------
- NOSSO BANNER-

------------

Naruto AkatsukiPokémon Mythology RPG
Naruto RPG: Mundo Shinobi
Conheça o Fórum NSSantuário RPG
Erilea RegionRPG V Portugal
The Blood OlympusPercy Jackson RPG BR
A Song of Ice and FireSolo Leveling RPG
Veritaserum RPGPeace Sign RPG

------------

:: Topsites Zonkos - [Zks] ::


 

 Sons of Vermillion's Blood: Gênesis

Ir em baixo 
Ir à página : Anterior  1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8  Seguinte
AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
Duque Azul
ADM.Tidus

Créditos : 47
Warn : Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 3 10010
Masculino Data de inscrição : 10/06/2011
Idade : 26
Localização : 1ª Rota - Karakui

Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 3 Empty
MensagemAssunto: Sons of Vermillion's Blood: Gênesis   Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 3 EmptyQua 11 Dez - 22:08

Relembrando a primeira mensagem :

Sons of Vermillion's Blood: Gênesis

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Coldraz Vermillion, Mikhail Vermillion e Reisi. A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Olá Convidado, seja bem-vindo ao One Piece RPG.
Links para ajuda: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo

AutorMensagem
GM.Midnight
Tenente
Tenente


Data de inscrição : 27/04/2010

Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 3 Empty
MensagemAssunto: Re: Sons of Vermillion's Blood: Gênesis   Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 3 EmptySab 28 Dez - 18:44


Vermillion's blood tales

#04




~ Irmãos Vermillion ~

Revolucionários, agentes, marinheiros, piratas, todas as pessoas saiam de suas casas pelos seus ideais e sonhos. Mas, na mente dos irmãos Vermillion, certos grupos não mereciam existir, pois seus ideais não passavam de algo podre, incompatível com suas ações, e por isso, mereciam pagar o preço da justiça. Não era para menos que, mesmo com a frase de Goma, Coldraz saia em disparada em direção da espada, o inimigo, vendo o movimento, já tratava de puxar a perna para cima, como uma guilhotina, esperando o segundo que o mais novo dos irmãos passasse, para pegá-lo com um só golpe. Todavia, não esperava a sincronia de Mikhail.

No momento em que preparava parar executar o golpe, via uma sombra surgir a sua direita e com velocidade girava o corpo, rapidamente trocando de perna, já visando atacar o irmão mais velho. Só que o resultado da luta era óbvio, mesmo que habilidoso, a sincronia da dupla era consideravelmente forte, e sendo assim, Mikhail projetava uma de suas pernas, visando dar tempo ao irmão, e Coldraz pegava a arma, já se preparando para uma sequência de golpes, começava a acelerar para desferir os cortes e era quando o adversário fazia sua escolha, ele em primeiro segurava a  perna mais velho, só que não havia tempo, no momento em que tentava desviar, a lâmina passava pela sua frente e na sequência havia escuridão, o golpe tinha sido certeiro em seus olhos, causando-lhe perda da visão.

Apesar de ainda desejar lutar, Coldraz sentia o impacto de desferir tantos movimentos em sequência e sua intenção de o fatiar mais  era impedida por uma tensão forte em seus músculos, causando-lhe uma fadiga de curta duração, mas tempo suficiente para o retardar e assim sentir a perna do inimigo acertando-lhe a lateral do corpo, com força suficiente para o arremessar por alguns metros e fazendo a espada ir junto. Já Mikhail, aproveitando da brecha dada na guarda do taekwondoca, durante o golpe no irmão, golpeava com força a costela dele, causando uma dor forte nele, que já cego e com dor apenas caia no chão.

O resultado já era bem óbvio, e agora ficava a par da decisão dos dois para oque fazer com o saco de pancadas a sua frente. Coldraz, após o golpe, começava a sentir seus músculos relaxarem, permitindo que se movimentasse agilmente, mas ainda sentia a dor do golpe. Todavia, nesse instante, ouvia-se o barulho de um tiro e em seguida uma bala acertava ao lado de Mikhail, sendo ricocheteada para longe. Devido ao êxtase da luta, e pelo cenário aberto, não era possível distinguir com clareza de onde o tiro estava indo, mas havia alguém atirando, e suas intenções não eram totalmente claras.  Enquanto o irmão mais velho se preocupava com o atirador, o mais novo podia claramente ouvir uma voz que o chamava, vindo a sua direita. – Ei garoto! Vem rápido! Se ficarem aí vão morrer. Uma mulher, encapuzada e com um sobretudo, escondendo bem sua aparência, chamava-o para o corredor onde estava.

Restava à dupla tomar suas decisões, poderiam tentar extrair o corpo dali, poderiam ignorar quem estava os oferecendo suposta ajuda, acatar, ou então ir contra todos.  Qual seria o novo destino deles?

~ Reisi ~


Mesmo que tivesse achado bonitinha a garçonete, havia um quê naquela atmosfera que não deixava claro quais eram as intenções dela, será que ela estaria de fato dando encima dele? Ou era só um charme para ganhar clientes? Tanto faz, o importante é que quando Reisi perguntava sobre ela, apenas acenava e sorria, continuando seu trabalho e ignorando o civil.

Inicialmente o anamnéstico saia da taverna, procurando então por alguma pista que o levasse para os dois rapazes, instinto ou não, o que perdia por matar a sua curiosidade? Dessa forma, abordava as primeiras pessoas que via, um casal que passeava de mãos dadas por ali, e de prontidão perguntava sobre o suposto rumor de dois garotos procurando pela marinha. Imediatamente, o homem ficava com uma feição assustada, tal como sua acompanhante, ele então olhava ao redor verificando alguma coisa e voltava-se para Reisi. -E-eu não sei de nada, juro! E antes de qualquer resposta, saia apressado com a mulher, acelerando o passo, tal reação de fato era estranha para o caolho, mas parecia normal para as pessoas ao redor.

Quando pensava em perguntar para outra pessoa, uma figura encapuzada tocava seu ombro, não era possível distinguir totalmente seu rosto devido a uma máscara, mas ele não parecia transmitir uma intenção de sangue ou algo assim, afinal sua aproximação fora talvez até pensada. – Ouvi dizer que você está atrás de uma dupla de garotos que bem..procuram pela marinha, é isso? Corajosos! Bem, eu conheço eles, se quiser pode me acompanhar até onde eles estão.

~ Orochi ~


Após conferir que, de fato, no saco havia dinheiro, o aspirante à viajante logo saia em busca dos itens pedidos pelo navegador do navio. Já na taverna, dava o dinheiro à atendente e assim saia de lá carregando um bom barril de cerveja, talvez de qualidade duvidosa, mas era o que o dinheiro podia pagar.

Depois de carregar o navio, todos adentravam e antes que o espadachim pudesse falar com ele, ele já arrumava as coisas para zarpar e o fazia, o navio começava então a se dirigir rumo a Loguetown.

Depois de acertar o rumo, o homem largava o leme e descia até o convés, onde via Orochi e assim se dirigia ao mesmo. – Bem, você trouxe a cerveja, mas não o fumo, que droga em. Ele puxava então do paletó um cachimbo e colocava o fumo, acendendo-o. – Mas não roubou o meu dinheiro, o que já diz muito do seu caráter, muitos garotos já chegaram em mim com esse mesmo papo, mas só levaram a minha grana, você fez parcialmente certo, então já é o suficiente pra eu gastar meu tempo te ensinando alguma coisa.

- Início da Aprendizagem

Uma forte baforada saia da boca do homem que apenas aumentava mais a fumaça formando uma leve “nuvem” de poluição do fumo. – Veja, o ar pode carregar as coisas, no caso é a fumaça, mas as nuvens no céu carregam a água do oceano, e isso é umas das coisas que mais interferem no tempo de algum lugar. A ilha em que estávamos por exemplo, lá chove bastante, porque é rodeada de água, então forma muitas nuvens e tem muita chuva.

Além disso, o sol também influencia bastante, se você está em um lugar onde o sol é muito forte, com certeza vai chover menos e o tempo vai ser mais seco, por isso existem lugares no mundo que são um grande deserto, como Alabastra.

Há lugares em que o sol não é tão forte e são cheios de água, então a água congela quando sai das nuvens e forma a neve, formando reinos cheio de neves, e essa é a graça do mundo, tem tantos lugares diferentes quanto grãos de areia no fundo desse oceano.

Agora, a vegetação influencia também, eu não sou nenhum botânico, mas é meio óbvio que se tem árvores de grande porte, é porque tem muita água por lá, logo é um lugar que chove bastante, cactos por exemplo são indicativos de climas que tem pouca água já que eles guardam o máximo possível.

Todos esses elementos formam, a longo prazo, o clima de um lugar.

E sobre tempestades, bem, são pouco previsíveis, mas se o vento estiver forte e houver acúmulos de nuvens, em especial a Nimbulus, então é bem provável de ver uma tempestade.


O homem saia por um instante e voltava com um livro, entregando-o para o aprendiz e assim fazendo um sinal para que ele fosse ler. Na obra havia várias ilustrações e explicações sobre o clima, diversos exemplos, assim como diversos tipos de nuvens e teorias de como elas e as tempestades se formavam. – Eu chamo isso de “O guia que todo navegador tem que ter”.  Dá pra comprar um desses na cidade que você vai ir. Pegando seu livro de volta, o homem, então, não falava mais nada, apenas voltava ao leme, continuando o caminho até Polestar Islands

- Fim do aprendizado -



Contagem: Viagem Orochi:
 

Coldraz:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Coldraz
Mercenário
Mercenário
Coldraz

Créditos : 14
Warn : Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 3 10010
Masculino Data de inscrição : 12/11/2017
Idade : 22

Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 3 Empty
MensagemAssunto: Re: Sons of Vermillion's Blood: Gênesis   Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 3 EmptyDom 29 Dez - 19:34

No calor do momento
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.][Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
T alvez fôssemos mais fortes do que eu esperava, ou quem sabe o oponente fosse mais fraco do que se fazia acreditar com sua aparência intimidadora, mas a batalha acabou rápido demais para ser descrita como algo que não um combate unilateral. Em um instante nosso adversário estava cego e caído no chão sem esboçar qualquer reação. Agora, distante de qualquer perigo iminente, começava a avaliar minha própria performance, e não podia estar mais decepcionado comigo mesmo, colocava a mão em volta da área onde o revolucionário me atingiu com seu chute — Merda! MERDA! Eu fui muito desleixado. Eu devia ter bloqueado aquele golpe, não, eu devia ter arrancado a perna dele fora! —

Não podia deixar de notar o quão fora de forma estava, que ridículo, ficar fatigado depois de um único ataque ? Não bastasse, Mikhail parecia estar muito bem depois de finalizar o revolucionário sem levar um único golpe, e isso me irritava muito. — Merda! — Falava comigo mesmo apertando o punho — É isso, assim que terminarmos com esses revolucionários, eu vou triplicar o meu ritmo de treinamento! Da próxima vez que encontrar um revolucionário, não vou precisar da ajuda dele. — Já me preparava para ir até o revolucionário derrotado quando escutei um disparo vindo do nada que me alertava para novos inimigos mas, mesmo procurando ao meu redor, não conseguia dizer onde estava o atirador.

— Ei garoto! Vem rápido! Se ficarem aí vão morrer. — Dizia a mulher misteriosa, com sua aparência habilmente camuflada, e ainda assim, a única coisa que eu conseguia pensar era: como eu não notei ela antes ? Tudo aquilo estava vindo rápido demais para processar. O que estava acontecendo naquela maldita ilha ? Por que meu pai me enviou para cá ? Revolucionários ditando as regras, inimigos aparecendo um atrás do outro, e agora essa mulher. Que tipo de lugar era Conomi Island ? Eu não tinha tempo para me preocupar com isso agora, mas certamente iria. Pegaria minha espada, caso esta tivesse caído da minha mão depois do ataque e então tentaria me abrigar dos tiros, avançando na direção da mulher e diria, apontando a espada para ela — Quem é você ? O que está acontecendo aqui ? — E esperaria sua resposta, sempre mantendo contato visual com a mulher que, caso se negasse a responder, talvez dizendo que não era seguro ou que explicaria tudo mais tarde, eu insistiria dizendo — Eu não vou perguntar novamente, se você for uma revolucionária, diga agora! — E, novamente, esperaria sua resposta.

Se ainda assim, a mulher insistisse em não me dizer quem era, tentaria efetuar um corte em sua bochecha e esperaria que isso a fizesse falar, novamente apontando a espada para ela. Caso ela ainda assim não me respondesse, minha abordagem seria um pouco mais cautelosa, eu voltaria a observar o revolucionário derrotado. Se ele estivesse morto, eu daria um soco na parede ao lado do rosto dela e diria furioso — É melhor você me dar respostas! — Em seguida, chamaria por Mikhail, caso ele ainda não estivesse conosco e seguiria a moça onde quer que ela nos levasse, sempre com a espada em punhos e me mantendo atrás dela enquanto caminhássemos.

Porém, se a mulher continuasse se recusando a me responder e o revolucionário derrotado ainda estivesse vivo, eu tentaria correr na sua direção o mais rápido que conseguisse, e então, se os tiros não tivessem cessado, eu seguraria sua cabeça e colocaria minha espada em volta do seu pescoço. Sempre fazendo questão de me manter abaixado para desencorajar o atirador, caso este estivesse tentando resgatar seu amigo caído, afim de que não pudesse atirar em mim sem atingi-lo. Então gritaria — Apareça, agora! Ou eu corto a garganta do seu amigo! — E esperaria sua resposta, fosse em palavras, na sua aparição ou em um disparo de aviso. Ainda assim, tentaria me manter firme, não recuando independente da resposta do atirador.

Representação:
 


  • Se o atirador respondesse ou aparecesse, revelando sua posição. Eu então voltaria minha atenção para este, virando o corpo do refém junto com o meu, afim de colocá-lo entre mim e meu oponente. Esperaria para ver o que o atirador tinha a dizer, caso tivesse, e então diria — Você é um revolucionário ? Deixe suas armas no chão e venha até aqui! — Esperando para ver o que ele faria a seguir.

  • No entanto, se ele resolvesse atirar em mim, tentaria me manter firme e não deixar minha posição, tentando visualizar de onde os tiros estavam vindo para colocar o refém entre mim e o atirador. Mas mataria o refém, cortando sua garganta, caso este tentasse se libertar ou o atirador não interrompesse os tiros e continuasse efetuando uma rajada de disparos contra mim ou Mikhail. Em seguida, eu procuraria me abrigar perto da mulher misteriosa.

  • Se, por algum motivo, o refém acabasse morto, fosse por causa do atirador, minha ou de qualquer um, eu simplesmente deixaria o corpo e buscaria me proteger dos tiros, indo para onde a mulher estava. Com o revolucionário morto, ela era minha melhor aposta para descobrir o que estava acontecendo, então, uma vez perto dela, perguntaria — O que está acontecendo ? — E, neste caso, mesmo que ela não quisesse me responder logo de cara, eu simplesmente obedeceria ela, chamando por Mikhail, caso fosse necessário, e fazendo o que ela dissesse.


Claro que, se a mulher simplesmente me respondesse desde o começo, nada disso seria necessário. Se esta se apresentasse como uma marinheira ou agente do governo, eu pediria para que me mostrasse sua insígnia, e caso a mesma a tivesse, apenas me calaria, abaixaria minha espada e obedeceria suas ordens. Se ela fosse uma civil, ou quem sabe uma caçadora de recompensas, eu ficaria mais tranquilo, abaixaria minha espada e escutaria o que ela tivesse a dizer, mas se ela dissesse para deixarmos o revolucionário derrotado, e supondo que este ainda estivesse vivo, eu diria — Não podemos deixá-lo. Ele é um criminoso e tem informações importante para localizar o grupo deles. — Porém, se esta se apresentasse como uma revolucionária, eu imediatamente colocaria a minha espada em volta do seu pescoço e gritaria para Mikhail — Mikhail! Eu peguei um deles! —

Vale ressaltar que, no caso desta ser uma civil ou caçadora de recompensas, mesmo que ela afirmasse ter informações sobre o paradeiro dos revolucionários, sua localização, nomes, rostos e todo o tipo de informação vital que fosse, eu simplesmente não acreditaria nela. Faria questão de pedir para que me desse ao menos alguma informação ali mesmo, dizendo — Como você espera que eu confie em você ? Como vou saber que suas informações são reais ? — E esperaria sua resposta mas, a menos que ela tivesse contato com a marinha, o governo ou me desse uma informação relevante, como uma localização, planos, nomes ou coisas do gênero, simplesmente ignoraria.

Claro que, com o revolucionário que tínhamos derrotado morto, nada disso se faria necessário e, mesmo que ela fosse apenas uma civil, eu não iria interrogá-la, simplesmente faria o que ela me pedisse. Sempre me mantendo atento para uma possível armadilha.

Uma vez que tudo estivesse esclarecido, caso os eventos terminassem comigo seguindo a mulher misteriosa, me manteria sempre atrás dela, observando tudo ao nosso redor em busca de armadilhas e emboscadas. Caso alguém me atacasse nesse meio-tempo, eu não pensaria duas vezes, balançaria minha espada na vertical, de baixo para cima, visando afastar meu agressor ou lhe causar um belo ferimento, caso este não fosse tão habilidoso assim.

Por fim, vale dizer que, no caso do Mikhail tentar pegar o revolucionário caído, eu tentaria ajudá-lo. Fosse arrastando ou carregando, eu seguiria as ordens dele para que pudêssemos levar o revolucionário derrotado conosco. Porém, se os tiros ficassem mais frequentes e não estivéssemos conseguindo movê-lo rápido o bastante, eu faria como descrito mais acima, segurando a cabeça do revolucionário e colocando a espada em volta do seu pescoço, enquanto mandava o atirador aparecer. Como eu procederia depois disso, também seria exatamente como descrito: observando as ações do atirador ou matando o refém e procurando me proteger dos tiros, de acordo com a situação.

Ajudar Mikhail não seria um opção apenas se a mulher tivesse conseguido me convencer de segui-la, fosse por ser uma agente do governo, marinheira ou uma civil com informações cruciais, caso este em que eu chamaria por Mikhail dizendo — Deixe ele, eu consegui uma informante! —
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


Histórico:
 

Objetivos:
 

OFF:
 

____________________________________________________

"Sou um homem afortunado e devo buscar minha fortuna."
— Henry Avery, 1694 —

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

~ Narração ~
~ Fala ~
~ Pensamento ~
~ Fala NPC Acompanhante ~
~ Fala NPC ~
Voltar ao Topo Ir em baixo
Apoo
Agente em Treinamento
Agente em Treinamento
Apoo

Créditos : 7
Warn : Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 3 10010
Masculino Data de inscrição : 04/11/2014

Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 3 Empty
MensagemAssunto: Re: Sons of Vermillion's Blood: Gênesis   Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 3 EmptyTer 31 Dez - 16:22


O Dragão Verde
A Procura de Novos Mares


~ Muito obrigado por me ajudar a me ensinar Meteorologia, falo isso de verdade, pois quero me tornar um excelente navegador como você. ~ Falaria quando recebesse o leivro das mãos do navegador.

O jovem Kozuki iria se esforçar ao máximo para não perder a concentração em estudar sobre Meteorologia e como poderia afetar numa estrutura do navio quando estivesse em alto mar, até os processos atmosféricos e previsão de tempo. Tudo que aquele livro tinha para ajudar.

~Meteorologia Aprendizagem~


Para começar, pegaria o livro que o especialista tinha trazido consigo e começaria a virar as páginas do livro e ouvindo o que o navegador tinha lhe falado antes.

Verificaria também cada um dos tipos de climas que faria que onde estaria no momento e como seria o relevo e o clima predominante de cada cidade, como está a previsão de mudança para todo o momento e como poderia descobrir se iria ou não chover. Não poderia errar já que precisava o máximo de informação que poderia para aprender a tal pericia. Permaneceria com os olhos grudados nos livros para aprender.

~ Os fenômenos que ocorrem na atmosfera e as interações entre seus estados dinâmicos, físico e químico, com a superfície terrestre subjacente.... ~ Continuaria a falar consigo mesmo lendo cada uma das páginas do livro que o navegante tinha lhe emprestado para ler.

~ Isso é útil também para juntar informações dos outros cantos desse mar que meu pai viajou, pode ser útil daqui para frente. ~ Dizia enquanto verificava as outras informações de North e South Blue que ainda faltava para estudar.

~ North e South Blue parece que tem um tipo de clima parecido para chover e mudar seu estado rapidamente. Vou continuar a estudar o máximo até chegar em meu objetivo. ~ Diria assim que estivesse terminando várias horas de estudo e prática de Meteorologia. Quando estivesse terminado a aprendizagem, descansaria um pouco para descansar sua mente.

~Meteotologia Fim~


~ Acabei por vez, agora continuarei a viagem até o destino que eu tenho em mente que fica em Polestar Islands. ~ Subiria até onde o navegador estava para devolver o livro que ele tinha aprendido.

Depois disso, o jovem ficaria ali na ponta do navio esperando chegar a ilha que estava seu objetivo e que poderia aprender muito sobre aquela terra quando chegasse.

~ Estamos chegando já em Polestar Islands? ~ Perguntaria o jovem Kozuki para o navegador do navio.

Histórico de Orochi:
 

Objetivos:
 



© AnimaDaph

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Hooligan
Civil
Civil
Hooligan

Créditos : Zero
Warn : Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 3 9010
Masculino Data de inscrição : 28/03/2013
Idade : 23

Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 3 Empty
MensagemAssunto: Re: Sons of Vermillion's Blood: Gênesis   Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 3 EmptyQui 2 Jan - 23:04


─ Maldita garçonete! Mas fazer o que, se ela não pode me ajudar... Minha procura pelos dois indivíduos havia começado com a população daquela cidade, que agia de uma maneira estranha sempre que os abordava, talvez não estivessem acostumado em acolher forasteiros. Entretanto minha falta de ingenuidade não me deixava crer em algo tão banal e que realmente a minha presença estivesse sendo algo incomodo para aquelas pessoas. E num piscar de olho, aquele sentimento de que algo estaria faltando em minha vida retornava enquanto questionava as pessoas ao meu redor.

– Ouvi dizer que você está atrás de uma dupla de garotos que bem..procuram pela marinha, é isso? Corajosos! Bem, eu conheço eles, se quiser pode me acompanhar até onde eles estão. Antes que pudesse dar continuidade, uma figura estranha me abordava, trazendo a solução para os meus problemas. ─ Você vai facilitar muito o meu trabalho! Claro que irei com você. Desta forma, aguardaria o indivíduo se mover para que eu pudesse ir andando atrás dele. Manteria a calma, postura e um ritmo semelhante ao do meu guia, não gostaria de perde-lo de vista em nenhuma hipótese.

─ Qual a sua ligação com esses homens? Indagaria, dando liberdade para o meu lado curioso. Porém já era um costume saber onde eu estaria me metendo em uma hora dessas. ─ E você? Qual o seu nome?...E o que faz por aqui?...Qual o motivo de estar me ajudando? Apedrejaria o homem com perguntas, as quais faria individualmente e só seguiria perguntando assim que ele dissesse o que eu gostaria de ouvir. Do contrário, continuaria a perguntar até que ele cedesse e assim permaneceria até que o caminho fosse concluído; Na pior das opções, manteria-me em um silêncio ensurdecedor se o diálogo saísse como o planejado.

No caso de encontrar as pessoas que procurava, iria me despedindo do rapaz e seguiria na direção dos dois indivíduos, assim que eles fossem apontados. ─ Ei rapazers! Ouvi dizer que estão procurando a marinha, podem me dar uma carona? Gostaria de me alistar também. Dizem que eles tem uniformes muito interessantes. Diria com um certo entusiasmo, finalizando com uma gargalhada. Pararia um pouco a frente deles, sem me aproximar muito. ─ E então? O que vai ser? Já aviso que não tenho nada para lhes dar em troca...já sofri uma grande perda. Levantaria o tapa-olho por um instante, mostrando o ferimento, em seguida, fecharia minhas expressões e aguardaria uma resposta sincera dos cavalheiros.

Objetivos:
 

Histórico:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Boreal
Pirata
Pirata
Boreal

Créditos : 4
Warn : Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 3 10010
Feminino Data de inscrição : 31/03/2013
Idade : 19

Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 3 Empty
MensagemAssunto: Re: Sons of Vermillion's Blood: Gênesis   Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 3 EmptySex 3 Jan - 22:40

Tenho que admitir, ou melhor, Mikhail admitia para si - mas eu também, convenhamos - que aquilo era particularmente mais fácil do que imaginava. Diante de seu primeiro confronto com um representante do Exército Revolucionário, ainda mais considerando a leitura rápida que fazia do inimigo taekwondoca, não esperava um fim de combate tão rápido. Mas havia de admitir também que a sincronia que tinha com seu irmão acabava por ajudar, de alguma forma.

Mexendo seu pulso um pouco após aplicar o golpe que derrubava o adversário, um sorriso brotava em suas feições, num misto de orgulho e diversão. Afinal, mesmo que fosse mais fácil do que parecia, não tiraria seus méritos. Também, ele sabia que era foda, e não seria uma surpresa um fim rápido para aquele combate, visto era realmente forte. Ao menos era o que acreditava.

- Hahaha Coldr- Mas antes que pudesse lançar algumas poucas palavras de provocação e brincadeira com o irmãozinho, e antes mesmo que seu olhar pudesse encontrar novamente com o de Coldraz, o estalo, e a percepção.

Um tiro passava ao seu lado quase que atingindo-o, e em uma resposta rápida ele diagnosticava que ainda não estavam a salvo. Não era tempo de darem mole, a batalha ainda não havia acabado, aparentemente. Mesmo que o inimigo que combatiam, pelo menos em primeiro momento, estivesse no chão e provavelmente cego. Por um instante, sentia até falta da típica substância refinada da Coca, que naquele instante seria absolutamente conveniente e prazerosa. Mas prazeres para depois...

Assim que pudesse, Mikhail reagiria se abaixando na direção do inimigo caído, logo ao lado, e tentando erguê-lo, ao mesmo tempo que já teria feito uma breve avaliação visual se achava que teria capacidade de aguentar o peso daquele indivíduo. Caso achasse que não, mesmo assim tentaria, mas já mais inclinado a logo parar de tentar para não perder tempo. De qualquer forma, tentaria então erguê-lo puxando-o para si e prendendo-no com os braços, às suas costas, apoiando sobre o próprio corpo se conseguísse sem ferir-se e fosse necessário. A ideia era produzir um escudo humano, e rotacionar-se junto com ele para a direção, mesmo que incerta, que imaginava de onde havia vindo o tiro. Na realidade, como havia passado ao lado de sua cabeça, ele provavelmente olharia na direção contrária ao sentido da movimentação da bala. - Coldraz, proteja-se! - Gritaria para o mais novo, preocupado também com sua integridade física.

Assim, se ele se aproximasse para cobrir-se também com o escudo humano, pediria para que ajudasse a segurar, para distribuir melhor o peso, ao quanto que visaria uma saída para alguma direção onde não poderiam ser alvejados por tiros, direcionando nossa movimentação rápida para tal lugar, sempre tentando cobrir-nos ao máximo contra os possíveis projéteis lançados contra nós.

Mas, caso percebesse que aquela era uma má ideia pela junção de fatores negativos, como seu escudo humano ser muito pesado ou por algum motivo difícil de ser levantado, ou mesmo que era realmente impossível diagnosticar de onde poderia vindo o projétil que parecia ser atirado para acertá-lo, Mikhail teria então de usar de sua ágil capacidade de raciocínio somada a sua resposta corporal mais rápida que o comum. Rapidamente, correria os olhos gatunos pelo ambiente buscando duas coisas: o irmão, e o lugar onde pudessem se abrigar dos tiros que estivesse mais próximo - e ao menos aparentasse efetividade considerando a intenção.

Pois então, identificando algo assim, tentaria rapidamente usar-se de sua aceleração para, aplicando uma certa quantidade de força em uma das pernas, se projetar na direção do irmão iniciando uma corrida se necessário, mas iniciando em uma espécie de dash. E em seguida, tentaria agarrar o irmão em uma espécie de abraço e puxá-lo para a direção segura mais próxima, fosse aquela visualizada anteriormente, fosse outra que nos instantes da aproximação até o fraterno houvesse percebido como mais efetiva para a proteção de ambos.

De qualquer forma, o que buscava era proteger a ele e seu irmão Coldraz, e desta forma estaria pronto para sempre que necessário, em qualquer momento que fosse, se esquivar de possibilidades de atentos contra sua vida, amparado sempre na agilidade e aceleração que possuía, mas na prática em saltos, abaixadas, movimentos com o quadril e tronco, retração e rotação das pernas e dos braços, passos mais largos e aumentar/diminuir da velocidade de sua movimentação, tudo visando, é claro, escapar de atentos contra si, como por exemplo projéteis ou mesmo ataques de outras natureza.


OFF:
 

Histórico:
 

Objetivos:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
GM.Midnight
Tenente
Tenente
GM.Midnight

Créditos : 33
Warn : Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 3 10010
Masculino Data de inscrição : 27/04/2010
Idade : 23

Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 3 Empty
MensagemAssunto: Re: Sons of Vermillion's Blood: Gênesis   Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 3 EmptySab 4 Jan - 13:20


Vermillion's blood tales

#05




~ Irmãos Vermillion ~

Anteriormente ~

Por mais que a dupla achasse que a batalha tinha sido fácil, aparentemente ela só estava começando, não era por menos que logo após derrotarem o taekwondoka, uma sequência de disparos começava a ser alvejada contra os futuros defensores do governo. Mas, nesse entremeio, uma figura misteriosa aparecia perante Coldraz, chamando-o para que fugisse da cena, enquanto Mikhail, de frente ao inimigo caído, se via em meio dos projéteis, procurando a melhor alternativa, a luta, então, continuava.
~


O irmão mais novo, ao ver a nova personagem ali, não pensava duas vezes e em um movimento acelerado corria para pegar sua espada, na sequência girando seu pé e correndo em direção da viela a qual o encapuzado estava. Enquanto isso, os tiros não paravam, uma sequência deles ia acontecendo, pela distância não dava para saber que tipo de arma era, nem exatamente aonde o atirador estava, por isso, Mikhail pegava o corpo do adversário, usando de escudo humano. Talvez, não tivera previsto isso – aliás, quem iria prever isso – , mas subitamente os tiros não cessavam e começavam a ter seu alcance fechado para o corpo do inimigo, acertando-o cerca de cinco vezes. Devido a esse fato, o sangue dele grosseiramente vazava do corpo e ia respingando sobre a roupa do usuário de cocaína, manchando-a em partes.

Ao chegar na nova figura, o irmão mais novo rapidamente sacava a espada e apontava-a na direção dela, não iria permitir um novo erro, sequer uma brecha. – Não precisa disso, sou aliada de vocês, não sou do governo, mas podem confiar em mim, eu também não gosto deles, e estou trabalhando no mesmo lado da moeda. Ela fazia um sinal com a mão, indicando que o moreno ponderasse suas ações. Agora que ela tinha devidamente usado o gênero, Cold poderia perceber que o rosto dela era feminino, possuía traços mais finos, seu físico não parecia exatamente de atleta, mas o suficiente para correr de algum lugar, o que teria levado uma moça ao ponto de puxar dois garotos desconhecidos de fora do combate ?

Com o adversário já morto, os tiros, por fim, cessavam. E o mais velho, aproveitando a brecha, saia em dispara em direção do irmão, aonde chegava e deparava-se com a moça até então desconhecida. – Meu nome é Layla, faço parte de uma resistência aos revolucionários da ilha, quando soubemos que vocês estavam enfrentando eles, bem, pensamos que poderia ser alguém da marinha, mas, mesmo apenas garotos, vocês tem uma coragem, por isso me pediram pra salvar vocês dessa situação. Agora, preciso que me sigam, quando estivermos seguros vou explicar tudo para vocês.

Quando Layla se levantava para começar a sair dali, novos passos podiam ser ouvidos, mas dessa vez era um som bem mais alto, e era menos distinguível, afinal pareciam vários passos de uma vez só, a feição da mulher, nesse instante, mudava totalmente para preocupação e ela abaixava-se novamente, olhando nos olhos da dupla. – Escutem, não importa o motivo, não tentem fazer a mesma loucura de antes, se fizermos estaremos todos mortos, mas agora vocês podem ver, qual o verdadeiro problema que enfrentamos. Ela, por precaução, segurava nas roupas dos dois, como se estivesse pronta para puxá-los em último caso.

O falecido continuava no chão e uma poça de sangue ficava ao seu redor, assim, em cerca de dois minutos começava a se aglomerar algumas pessoas, que aparentavam civis, ao  redor dele, e da pequena multidão (cerca de 30 pessoas), surgiam personagens já conhecidos. Daquele grupo surgiam Goma e Keita, dois revolucionários que haviam iniciado, de fato, o combate. Goma, por sua vez, com uma expressão séria e de pesar, aproximava-se do colega e fechava seus olhos. Em seguida retirava  as armas do falecido, entregando-as para Keita, que as guardava.

- Povo de Conomi Island, vejam! Nosso bravo soldado foi morto por uma dupla de garotos que dizem sobre a “justiça”, essa é a justiça deles! Mataram um homem que apenas fez o bem para essa comunidade, ajudava nas obras, sempre esteve presente. Eles chamam isso de justiça, mas eu chamo de crime, eles dizem que o Governo Mundial e a Marinha são a verdadeira autoridade, mas não, nosso poder é a verdadeira autoridade! Eu juro, meus irmãos, que iremos caçá-los e mostrar para o Governo Mundial que não importa o que façam, nossa vitória é certa!

As pessoas olhavam atentamente o revolucionário e muitas emocionavam-se, parecia que ele tinha um talento natural para aquilo, para o discurso, muitas pessoas levantavam as mãos em apoio e gritavam “Isso, prendam os criminosos!”, "Viva o exército revolucionário !". Parecia que, apesar da intenção da dupla ser pura, o mundo estava distorcido naquele local. Era como se tudo que fora ensinado a eles estivesse ao contrário, e de benfeitores, foram transformados em assassinos.

Layla, então, tocava no ombro deles e fazia um sinal para trás, para que fugissem dali. – Vamos sair daqui agora, depois eu explico melhor tudo isso.


~ Reisi ~


Anteriormente ~

Após sair do bar, o rapaz encontrara uma pessoa misteriosa, um homem encapuzado que afirmara conhecer a dupla de garotos, interessado nisso, o caolho então decidira conversar com o mesmo, para aprofundar-se nessa história sobre dois rapazes que aparentemente, tornavam-se figuras de pena ou de coragem, por apenas afirmarem que tinham ligação ao Governo mundial.

~


Ambos começavam a andar na direção leste de onde estavam, o homem ia indicando o caminho, e conforme iam caminhando, Reisi podia ver que se tratava de uma figura masculina, ainda não tinha parado exatamente para ver o rosto dele, mas com certeza era alguém do gênero masculino.

- Meu nome é Nishiki, e bem, pode-se dizer que sou um conhecido deles, mas vou te explicar melhor quando chegarmos na minha casa.

Passava-se cerca de 10 minutos, até que então, a dupla chegava em uma casa, um pouco afastada do centro, perto de um declive. De imediato, podia ver que na residência havia várias plantas, diversos tipos dela na verdade, de certa forma aquele cara parecia apreciar a natureza. Não havia nenhum sinal de que parecesse uma emboscada, tanto que pela janela era possível era o interior dela, e havia alguns livros, uma mesa e cama, que eram visíveis, o que marcava que, de fato, era uma apenas uma casa qualquer, com uma boa presença verde.

- Não se importe com a “floresta “aqui, pode entrar, nenhuma delas morde. Dizia em tom jocoso, enquanto abria a porta e dava passagem para Reisi.

Ao que o jovem entrasse, sua suspeita poderia ser confirmada, era uma casa normal, havia uma mesa com cerca de três cadeiras e não era lá uma residência muito ampla, mas era aconchegante. O homem ia até o fogão, onde pegava uma chaleira e colocava um pouco de água quente em um copo. – Não sei se você já percebeu, mas há uma forte influência dos revolucionários nessa ilha. Para ser sincero, não há base da marinha ou filial do Governo Mundial aqui, e isso deu brecha para que o exército revolucionário se instalasse na ilha. Para sua tranquilidade, eu não estou com eles. Agora, eu adoraria também te falar tudo que eu sei, mas, preciso saber também de você.

Nishiki virava-se e nisso era possível ver suas feições por baixo do capuz, o qual ele tirava na sequência, e dentre suas feições a mais notável era uma cicatriz que começava no queixo e ia pela bochecha no lado direito do rosto. Ele deixava o chá a frente de Reisi, na mesma, e sentava-se em uma das cadeiras, fazendo um sinal para que o outro o acompanhasse. – Qual é o seu nome? Qual é a sua ligação com os garotos?


~ Orochi ~


~Anteriormente

Após conseguir sua carona, e fazer alguns favores ao capitão e navegador do navio, o espadachim tinha conseguido que fosse ensinado a ele a metereologia, e após algum tempo de estudo, compreendera alguns conceitos e pontos importantes dessa ciência, assim, após ter terminado sua leitura, voltara-se ao capitão da embarcação.

~



- Não há de quê garoto, pode deixar o livro por aí. Dizia o homem dando mais uma baforada do seu cachimbo e continuava a segurar o leme, observando o caminho a frente. – Sim, já estamos chegando.

À medida que a embarcação avançava, era possível ver a frente um conjunto rochoso mais nítido, e conforme iam progredindo, também era notável o número de embarcações naufragadas ao redor da ilha. Não parecia um lugar para qualquer navegador, e nisso aquele homem já tinha um ponto com Orochi.

Alguns minutos se passavam até que, enfim, era nítido aonde estavam, um aglomerado de rochas que formavam Polestar Islands e, entre eles, havia a famosa cidade do começo e fim, Loguetown, o berço das grandes histórias piratas.

- E pensar que foi aqui que executaram o Rei Pirata, incrível como um lugar poder ser tão importante, mesmo tendo essa bosta de aparência. Então, rapaz, me diz o que você veio fazer por esses lados?




Contagem:
 

legenda:
 

aparência Nishiki:
 

aparência Layla:
 

LEIAM TODOS(Importante):
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

"Pague o preço do seu karma e aceite-o."
Voltar ao Topo Ir em baixo
Coldraz
Mercenário
Mercenário
Coldraz

Créditos : 14
Warn : Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 3 10010
Masculino Data de inscrição : 12/11/2017
Idade : 22

Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 3 Empty
MensagemAssunto: Re: Sons of Vermillion's Blood: Gênesis   Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 3 EmptySeg 6 Jan - 14:33

Malditos Revolucionários
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.][Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Com a enxurrada de tiros tendo início, minha reação era clara. Eu rapidamente me movia para pegar a espada e me protegia dos tiros próximo à figura misteriosa de antes. Por sorte, não era preciso muito para fazê-la falar, ao ver minha espada apontada para si, ela logo começava a proclamar suas intenções e me revelava seu rosto — Uma civil. — Concluía, e logo abaixava minha espada. Apesar das circunstâncias duvidosas em que havíamos nos encontrado, não havia muito motivo para duvidar de sua palavra, afinal, se começasse a taxar todos os civis de revolucionários eu teria de eliminar todos os habitantes desta ilha. Não, por enquanto lhe concederia o benefício da dúvida.

Foi apenas com a aparição de Mikhail que eu pude perceber: o revolucionário estava morto. Minha melhor pista estava morta, estirada no chão em uma poça de sangue — Merda! — Eu me distraí. Fiquei tão obcecado em me proteger e interrogar uma simples civil que acabei negligenciando o revolucionário, agora não tínhamos mais como interrogá-lo atrás de seus comparsas. Eu falhei em capturá-lo. Meu coração começava a palpitar, minhas unhas afundando na carne da minha mão fechada em punho enquanto a raiva tomava meu corpo — Você devia ter tirado ele da zona de fogo! É sua culpa! Ele está morto, não podemos mais encontrar os revolucionários e a culpa é SUA! —

— Meu nome é Layla, faço parte de uma resistência aos revolucionários da ilha, quando soubemos que vocês estavam enfrentando eles, bem, pensamos que poderia ser alguém da marinha, mas, mesmo apenas garotos, vocês tem uma coragem, por isso me pediram pra salvar vocês dessa situação. Agora, preciso que me sigam, quando estivermos seguros vou explicar tudo para vocês. — A voz da jovem parecia distante a essa altura, meus olhos ainda fixos no cadáver que, eu tinha certeza, zombava de mim. Aquele maldito morreu de propósito, só para fuder com a minha vida. Apesar disso, conseguia entender o bastante do que ela dizia. Seu nome era Layla e ela fazia parte de um grupo de civis que lutava para expulsar os revolucionários. Levava um tempo para minha mente se acalmar e eu pudesse entender melhor a situação, até que finalmente chegava a conclusão: eu não tinha falhado, as coisas tinham apenas ficado um pouco mais complicadas. Com a ajuda desses civis eu poderia acabar com os revolucionários daquela ilha sem precisar da ajuda do que havia morrido.

— Nós vamos com vo--! — Tentava dizer para a jovem, um sorriso estampado em meu rosto. Mas antes que pudesse completar minha frase, conseguia ouvir a aproximação de algo. Passos! Alguém estava se aproximando, e pelo barulho deviam ser muitos. Não havia como não imaginar um batalhão de revolucionários vindo em nossa direção. Um grupo de homens fortemente armados, muito provavelmente os mesmos que mataram o revolucionário e atiraram na gente. Apertava o cabo da minha espada e observava atentamente, se fosse preciso, eu teria de lutar com eles; e se morresse, seria meu dever levar o máximo deles comigo. A advertência de Layla apenas servia para comprovar minhas suspeitas e com isso o suor começava a escorrer da minha testa.

Quando os passos cessaram e uma multidão se reuniu, não havia como controlar, os primeiros pensamentos em minha mente eram a morte iminente. Por isso foi um verdadeiro alívio quando vi que a multidão não se parecia em nada com a minha visão — Mais civis ? Eles devem ter escutado os tiros e vindo aqui descobrir o que estava acontecendo. — Concluída, minhas mãos parando de tremer enquanto me acalmava, porém, esse alívio me era um vergonha que jamais aceitaria compartilhar, e talvez a dúvida do que eu teria feito se tivesse sido um batalhão revolucionário de verdade nunca fosse respondida. Era meu dever morrer lutando, ainda assim, eu não queria morrer. Será que vai chegar o dia em que darei mais valor à minha vida do que à minha missão ? O rosto de desgosto de meu pai assombrava minha mente nesse instante e eu não conseguia encontrar uma resposta para isso.

No meio da multidão, uma dupla se destacava: Goma e Keita, os amigos do revolucionário morto. Foram eles que o mataram ? Isso certamente não me surpreenderia mas, por quê ? A princípio eu não conseguia entender o motivo por trás de tais atitudes, afinal, teria sido mais inteligente atirar em nós do que em um de seus companheiros, mas Goma gentilmente me dava a resposta da maneira mais inesperada possível — Povo de Conomi Island, vejam! Nosso bravo soldado foi morto por uma dupla de garotos que dizem sobre a “justiça”, essa é a justiça deles! Mataram um homem que apenas fez o bem para essa comunidade, ajudava nas obras, sempre esteve presente. Eles chamam isso de justiça, mas eu chamo de crime, eles dizem que o Governo Mundial e a Marinha são a verdadeira autoridade, mas não, nosso poder é a verdadeira autoridade! Eu juro, meus irmãos, que iremos caçá-los e mostrar para o Governo Mundial que não importa o que façam, nossa vitória é certa! — Uma propaganda política, uma maldita propaganda política! Ele matou um de seus homens por isso ? A mente dos revolucionários é muito deturpada, matar um de seus companheiros como forma de melhorar a própria imagem ?! Mas o mais irritante de tudo foi ver isso funcionar bem na minha frente, aquelas pessoas estavam claramente sendo manipuladas. Elas não enxergavam, mas seus aplausos apenas alimentavam a própria tirania em que viviam.

— Vamos sair daqui agora, depois eu explico melhor tudo isso. — Layla dizia, mas era tarde demais. Talvez eu tivesse ido com ela antes da multidão chegar, talvez, em um canto escuro e profundo da minha mente, eu tivesse encontrado uma boa razão para ir com ela mesmo depois de escutar os passos do que eu pensava ser um batalhão revolucionário, mas não agora, não depois de ouvir aquelas mentiras, não depois de ver aquelas pessoas serem manipuladas de forma tão descarada. Ignorando Layla e qualquer coisa que Mikhail tivesse a dizer a esta altura, eu empunharia minha espada e diria tentando manter a calma para não transparecer o ódio que sentia naquele momento — Você precisa se esconder. Não se preocupe, antes do sol se pôr eu terei as cabeças de todos os malditos revolucionários dessa ilha! — E então caminharia na direção de Goma, a espada em punhos e meu olhar fixo nele.

Não me aproximaria muito dele ou da multidão, mas ficaria distante o bastante de onde estávamos para que não percebessem enquanto Layla fugia. Talvez eu conseguisse tempo o bastante para que Mikhail criasse alguma estratégia, mesmo que não gostasse de admitir, ele certamente era o mais racional de nós dois. Então, uma vez revelada minha posição e chamada a atenção de Goma, declararia minhas intenções — Goma! Eu não vou permitir que você continue manipulando estas pessoas com seus discursos tendenciosos contra o governo mundial. Você é um criminoso e um assassino, considere este seu último aviso: você virá comigo, inteiro ou em partes! A escolha é sua. — Diria cada palavra, elevando a voz caso fosse necessário diante de censuras da multidão, interrupções de Goma ou qualquer outra coisa. Uma vez terminado, me manteria firme e em silêncio, observando e aguardando a resposta de Goma.

Caso este demorasse a responder ou se recusasse a tal, provavelmente iniciando outro discurso, algo que parecia ser uma mania dos revolucionários, eu então começaria a caminhar na direção dele, ignorando os civis caso estes começassem a jogar pedras ou insultos, apenas lhes respondendo caso pegassem em armas, caso este onde eu diria — Todo civil pego tentando proteger revolucionários será considerado e tratado como um revolucionário! — No processo não pararia de caminhar e apenas cessaria minha caminhada se uma multidão se colocasse entre mim e o revolucionário, em condições de não estarem portando armas ou me atacando. Neste caso eu pediria para que saíssem da minha frente e, caso não o fizessem, diria — O governo mundial não reconhece a legitimidade de uma autoridade revolucionária. Não estou aqui para interferir na política local, no entanto, revolucionários são criminosos perigosos e altamente procurados pelo governo mundial. A pessoa que vocês defendem está aliada a terroristas, rebeldes, conspiradores e assassinos, sendo portanto passível de prisão e interrogatório. Se ele é tão justo quanto afirma ser, não existe problema algum em me acompanhar até uma base da marinha e explicar sua situação. Garanto que o governo mundial lidará com isso de maneira imparcial e justa. — E esperaria que minhas palavras fossem o bastante para fazê-los recuar.

Mais provável do que não, era que eu tivesse de lutar após me revelar, por isso estaria atento, segurando minha espada com firmeza o tempo inteiro e caso fosse necessário lutar, minha reação dependeria do meu oponente. Se tratando de Goma, eu daria uma arrancada em velocidade total usando minha aceleração para encurtar a distância entre mim e ele, começando com um movimento da minha espada empunhada na mão direita, balançando ela de baixo para cima em um movimento diagonal, visando cortar do estômago do meu oponente até o seu braço, em seguida, me aproveitando do movimento anterior, eu daria um pequeno pulo e giraria minha espada ainda para cima após completar o movimento anterior, virando ela para baixo e fazendo uma empunhadura dupla, desta vez para empurrá-la para baixo enquanto tentava atravessar o crânio do meu oponente. Uma vez terminado o ataque, eu me afastaria para ver os resultados.

Representação:
 

No entanto, tentaria não ferir os civis. Se estes se colocassem entre mim e o meu oponente, eu tentaria mudar o caminho a percorrer até o revolucionário, contornando e ignorando eles. Porém, se isso fosse impossível e eles acabassem me encurralando, eu tentaria primeiro um diálogo — Saiam da frente antes que se machuquem! — E se caso eles me surpreendessem e realmente saíssem da frente, eu voltaria minha atenção para Goma ou talvez o capanga que ele escolheu para morrer em seu lugar; caso este onde eu seguiria com a minha sequência de ataque descrita anteriormente, fosse para atacar Goma ou algum revolucionário idiota que ele tivesse colocado em meu caminho.

Porém, imagino que os civis que tivessem coragem o suficiente para se meter numa batalha não fossem fraquejar diante de uma simples ameaça. Não era algo que eu gostaria de fazer, mas se eles me atacassem eu tentaria pará-los da forma mais pacífica que um espadachim cercado era capaz; destruindo sua vontade de lutar. Esperaria os primeiros a me atacarem e então usaria um movimento rápido e limpo para cortar a mão (ou pé) que empunhasse a arma quando o mesmo tentou me atacar. Minha esperança era que, ao verem seus companheiros feridos, os mais fracos e com menor determinação temessem se aproximar e fugissem. Meu objetivo era utilizar um único movimento para expulsá-los, mas caso necessário, continuaria com movimentos simples na horizontal, vertical ou diagonal, o que fosse mais oportuno para atingir meu adversário. No entanto, se eles continuassem vindo, eu não teria escolha a não ser recuar para longe deles.

Ainda havia uma última possibilidade, talvez os civis simplesmente tivessem feito uma linha entre mim e o revolucionário, me impedindo de me aproximar, porém não me atacando ou pegando em armas, simplesmente ficando em meu caminho como os civis desarmados e mal-informados que eu esperava que fossem. Nesse caso, eu pediria para que saíssem do meu caminho e faria o pedido descrito no 9º (nono) parágrafo, caso ainda não o houvesse feito. Porém, se eu já o tivesse feito e nada tivesse mudado, nenhum civil me atacasse e nenhum revolucionário viesse me enfrentar, eu então me dirigiria a palavra à Goma — Esse é o seu plano, Goma ? O que você espera conseguir colocando esses civis para lutarem por você ? Eu não sou um assassino como você! Se o que diz sobre sua justiça é verdade, por que não me enfrenta aqui e agora ao invés de colocar a vida dessas pessoas em perigo ? — E esperaria sua resposta ou talvez, no mundo ideal, que as pessoas finalmente encontrassem a razão e se voltassem contra ele, pressionando-o por uma resposta.

Por fim, em termos de combate, acho importante ressaltar minha tática de defesa. Não que seja uma surpresa, tão pouco algo grandioso, mas eu usaria minha espada para efetuar bloqueios. Sendo mais específico, eu usaria a espada como escudo; eu colocaria ela entre mim e o golpe do oponente em movimentos horizontais, verticais e diagonais, de acordo com a necessidade, visando o melhor método para bloquear o ataque.

Representação:
 

Vale ressaltar que tal defesa não seria presa à um movimento específico, seria minha defesa padrão para qualquer ataque oponente, independente de QUEM fosse o oponente ou do momento em que este atacou, levando em conta as variações de cenário possíveis para a batalha descritas neste post. Ou seja, se meu oponente fosse Goma, um revolucionário aleatório, um civil, Layla, ou até mesmo Mikhail, caso este tivesse ficado maluco e me atacado, esta seria minha defesa. Do mesmo modo, não existe um momento exato das minhas ações para usá-lo, eu usaria quando fosse preciso me defender de algum ataque; quero dizer com isso que, independente de eu ser atacado enquanto executo minha sequência de movimentos descritas no 10º (décimo) parágrafo, enquanto ataco outros oponentes com meus golpes mais simples, ou mesmo quando eu não estivesse executando qualquer ataque, esta ainda seria minha defesa.

Um adendo final e importante: mesmo que eu precisasse interromper qualquer sequência de ataques para me defender, em especial a do 10º parágrafo, eu logo continuaria com o próximo movimento logo após a defesa, fosse este o primeiro ataque, caso eu tivesse sido impedido de realizá-lo; ou fosse o segundo ataque, tendo sido interrompido no meio da minha sequência.

Agora que terminei de declarar todas as minhas intenções, vale ressaltar que esta pode ser uma atitude um pouco imprudente e até infantil, por isso não seria uma surpresa se Mikhail, ou mesmo Layla tentassem me impedir de sequer começar qualquer uma dessas coisas. Na verdade, acho realmente provável que algum deles faça isso, por isso vale a pena ressaltar a possibilidade de que eles tentassem me impedir de me revelar, tornando redundante tudo o que foi escrito até agora, e é exatamente para essa possibilidade que estou criando este final.

Se Mikhail, Layla ou até mesmo alguma figura misteriosa surgisse do nada tentando me impedir, espero que algum deles seja capaz de me nocautear, por que eu definitivamente não facilitaria para eles. Se tentassem me segurar, eu empurraria quem tivesse feito isso e/ou simplesmente balançar rapidamente a parte do meu corpo em que este segurou, tentando fazer o mesmo soltar e então seguir revelando minha posição e fazendo como descrito no 8º (oitavo) parágrafo. Se me segurassem de modo que eu não conseguisse me soltar, diria — Me solta! Eu não posso deixar ele continuar enganando aquelas pessoas! — Esperaria que isso fosse o suficiente para convencer quem estivesse me segurando, mas caso não fosse, eu ameaçaria gritar e revelar nossa posição, logo em seguida, fazendo isso caso não tivessem se convencido, gritando bem alto — GOMA! SEU MALDITO! — E então, tentaria mais uma vez me soltar.

Ainda assim, é possível que Mikhail e Layla se unissem para tentar me impedir, tomando precauções excessivas para me conter, talvez até mesmo me desacordando, ou simplesmente tapando minha boca e me carregando embora do local. Não teria muito o que fazer nesse caso, eu tentaria me debater, se estivesse acordado, tentando me libertar e escapar deles, seguindo então para as minhas ações descritas no 8º parágrafo, mas não antes de dizer bem irritado — Qual o seu problema ? — Me referindo a quem tivesse me capturado, ou Mikhail, caso tivessem sido ambos.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


Histórico:
 

Objetivos:
 

____________________________________________________

"Sou um homem afortunado e devo buscar minha fortuna."
— Henry Avery, 1694 —

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

~ Narração ~
~ Fala ~
~ Pensamento ~
~ Fala NPC Acompanhante ~
~ Fala NPC ~
Voltar ao Topo Ir em baixo
Boreal
Pirata
Pirata
Boreal

Créditos : 4
Warn : Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 3 10010
Feminino Data de inscrição : 31/03/2013
Idade : 19

Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 3 Empty
MensagemAssunto: Re: Sons of Vermillion's Blood: Gênesis   Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 3 EmptySeg 6 Jan - 17:12

Tendo se protegido integralmente dos tiros e, vendo que seu irmão aparentemente estava também em um lugar seguro, o primeiro pensamento de Mikhail foi sair em disparada na direção enquanto havia tempo. Com o corpo ensanguentado, que inclusive fazia manchar suas roupas sociais, largava aquele corpo agora sem vida no chão, lançando-se em corrida enquanto havia tempo. Naquele instante, só tentava avaliar a situação como um todo, para ter pelo menos alguma sensação de controle.

Mas quando se achegava onde Coldraz estava, via então a presença de uma outra figura misteriosa, de formas que não perdeu tempo e já levantou os punhos fechados a frente do peito, imaginando ainda a possibilidade de terem sido novamente emboscados. Mas eis que ela começa a falar, se apresentando como resistência aos revolucionários da ilha, o que permite ao jovem boxeador relaxar por alguns instantes. Apesar de não baixar totalmente os punhos até o final da fala de Layla, sentia-se minimamente mais confortável, e isso se denunciava por suas expressões que transitavam da preocupação a algo mais próximo da curiosidade.

O discurso parecia genuíno para Mikhail, mas mesmo assim não tinha garantias de que aquilo não era uma nova enrascada. Estaria, inclusive, para questionar algo que lhe permitisse atestar a menina como merecedora de sua confiança. Mas, antes que pudessem, novos passos se ouviam, e uma cena se desenrolava ali em frente.

Com os olhos apontados no revolucionário com mais medalhas em seu peito desde que este surgia em cena, Mikhail atentava-se tentando apreender o que podia daquele diálogo, onde via os desgraçados do revolucionários fazerem uma reversão no discurso, apontando como se ele e o irmão houvessem matado aquele inimigo anterior. Chegava a suspeitar, ou quem sabe perceber, nesse instante, que não havia sido atingido pelos tiros porque não era o alvo necessariamente.

Do luto e do discurso engajado revolucionário surgiam as comoções populares, e o pulsar do fogo da justiça no peito do herdeiro do sangue Vermillion. Se antes já sentia um ódio descomunal por revolucionários, vendo-os agora fazendo aquela perversão da situação que faziam com o consciente da população, só conseguia cerrar os dentes por detrás dos lábios fechados e, sentia quase como se desenvolvesse um novo sentimento por aqueles soldados malditos da pseudo-revolução: asco. O puro sentimento de nojo que um discurso daqueles geraria em qualquer um que sabia a verdade; O desgosto de ver uma população que se emocionava com aquilo, não porque era de má índole, mas porque eram persuadidos a acreditar naquilo.

- Filhos da puta... - Sussurava para si, enquanto rapidamente retiraria o paletó por cima da camisa branca, provavelmente a roupa que teria sido sujada com o sangue do revolucionário, para deixá-la ali ao chão, se desvincilhando de provas que pudessem quem sabe usar contra eles posteriormente.

Mas, apesar do asco, Mikhail bem sabia que aquela talvez não fosse a melhor hora de agir. Apesar de não ter se tornado um profissional da estratégia (ainda?), havia aprendido algumas boas coisas com o pai e exemplo Marshall Vermillion, e entre estas coisas tirava a lição de que numa guerra não trata-se apenas de agir, mas de saber o momento certo para fazê-lo, de tal forma que, diante do chamado da garota para que fugissem dali, já estava suficientemente convencido de que esta era a melhor ideia.

Só que não era de se esperar o mesmo de Coldraz, que, como salientaria Mikhail, ainda era uma criança. Uma criança com certos níveis de responsabilidade, e isso estava sendo posto a prova, mas anda assim uma criança passível de ingenuidades da infância.

Diante do vislumbrara do irmão empunhando novamente sua espada, e apesar da tentativa de disfarçar, provavelmente transparecendo para Mikhail o que sentia, não havia outra resposta imediata ao quanto Coldraz iniciasse a falar suas ingenuidades de criança. - É o caralho. - Responderia, de form dura, direta, com o tom de voz baixo para que não pudessem ser ouvido por ninguém além do fraterno e, quem sabe, Layla.

As sobrancelhas se arqueavam em descontentamento. Talvez estivesse dando moral de mais para o garoto até então, e a emoção parecia tomar conta de sua cabeça. Como um bom irmão mais velho, teria de agir. Assim, no instante que notasse a mínima movimentação que fosse do irmão para se arriscar ali, avançaria rápido e produzindo o mínimo barulho possível, aproveitando de sua altura maior para passar o braço pelo pescoço do garoto, em uma espécie de mata-leão, puxando-o para trás. Ainda, faria isso pelas costas do garoto, para diminuir suas capacidades de reação.

- Você ficou louco, seu idiota?! - Sussurraria, mas sussurraria com tamanha autoridade que imaginava ter que não aceitaria uma resistência por parte do irmão. Em seu mata-leão, com o braço enrolado em seu pescoço, usaria do outro membro para apoiar a mão, de forma a apertar um pouco, não o suficientemente para machucá-lo, mas produzindo algum desconforto. - Eles claramente têm legitimidade entre aquelas pessoas. A alienação que essa ideologia revolucionária produz é maior do que a sua capacidade de convencê-los sozinho. Seria morto e usado de exemplo.

Mas não esperava que o irmão fosse aceitar aquilo de bom grado, mesmo com argumentos que ele - Mikhail - considerava absolutamente válidos, vindo principalmente dele próprio. Assim, trataria de logo, talvez mesmo antes de iniciar sua fala para o garoto, olhar para a menina que estava ali com eles e, por mais que não a conhecesse bem, apontar com a cabeça na direção da espada do garoto, sinalizando com sua expressão que devia tomar a arma dele de uma vez, antes que fizesse mais bobagens. Além do mais, impostaria toda sua força para arrastar Coldraz na direção contrária, aproveitando da posição provavelmente privilegiada que teria assumido em sua imobilização, amparado nas habilidades de furtividade para fazer isso da forma mais silenciosa possível.

Notando, contudo, que o garoto possivelmente começaria a falar coisas, ou mesmo fazer sons, gritar, de forma que revelaria a posição deles, com a mão do braço que utilizava de apoio - não o que estaria enrolado no pescoço do irmão - tamparia a boca do menino com força, enquanto daria uma curta apertada no braço da imobilização para sufocar-lhe minimamente e reduzir suas capacidades de produzir sons. - Cala a boca, viado! Você vai nos matar, caralho! - Diria baixo, mas diretamente no ouvido de Coldraz, para que não sobrassem dúvidas em sua repreensão.

- Me ajuda a segurar ele, porra. Esse moleque é muito teimoso. - Diria, também em tom não muito alto, para a garota, se fosse necessária ajuda para imobilizá-lo e puxá-lo para longe de fazer besteira. Além do mais, tentaria contra-resistir a qualquer resistência dele, apertando mais o mata-leão algumas vezes, soprando dentro de seu ouvido para produzir desconforto, ou até mesmo, em último caso, tentando chutá-lo por trás enquanto mandaria que ficasse quieto, cada vez mais puto com aquela porra. Em outras palavras, faria de tudo dentro de seu alcance para deter Coldraz de fazê-lo sua besteira, não desejando ferir o irmão, mas fazendo-o se fosse necessário, e até mesmo permitindo se ferir, se fosse necessário, para contê-lo.

Por exemplo, se ele tentasse resistir com barulhos, tamparia por alguns instantes além de sua boca seu nariz, mandando que ficasse quieto, liberando pouco depois para não cortar sua respiração ao ponto de fazer-lhe mal. Se, de alguma forma, fosse difícil segurar com a mão, colocaria o próprio braço de apoio a frente da boca do menino para que se calasse. E, tentando puxá-lo para a direção que Layla falava para fugirmos, poderia até mesmo tentar, sei lá, passar uma rasteira, algo assim, colocando o pé a frente da direção que o puxava, para diminuir seu equilíbrio e a chance de reação. Em último caso, inclusive, se não conseguisse deter o irmão, meteria a mão na lâmina de sua espada - obviamente tentando pegá-la pela parte contrária ao fio, mas possivelmente machucando-se mesmo assim -, e travando-a também, para que Coldraz entendesse que REALMENTE aquilo não era uma opção no instante, e que faria de tudo para impedi-lo de fazer uma besteira.

De qualquer forma, tentaria sair dali com a menina o mais rápido possível, para que não sobrasse tempo para o irmão chamar mais a atenção, Estando suficientemente distantes, permitiria então destampar a boca do menino, ainda puto, mas um pouco mais calmo, restando um sentimento puro de decepção que não esconderia no olhar de reprovação. - Eu errei dando moral demais pra você, Coldraz. Esqueci por um instante que não passa de uma criança... - Mas seguiria puxando o garoto de qualquer forma. - A partir de agora você não abre mais a boca, deixa que eu resolvo as coisas. Foi ingenuidade achar que poderia te dar tanta autonomia... - No mais, ignoraria posteriores tentativas dele falar. Se ele estivesse com a espada ainda, neste instante, tomaria dele, e guardaria consigo. Não tinha mais porque confiar tanto.

No final, o único erro que conseguia admitir era o erro que dizia mais negativamente de outro do que ele próprio. A cabeça de Mikhail já começava a ficar quente com aquilo tudo. E puta merda, como um pó agora ajudaria...


OFF:
 

Histórico:
 

Objetivos:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Apoo
Agente em Treinamento
Agente em Treinamento
Apoo

Créditos : 7
Warn : Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 3 10010
Masculino Data de inscrição : 04/11/2014

Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 3 Empty
MensagemAssunto: Re: Sons of Vermillion's Blood: Gênesis   Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 3 EmptyTer 7 Jan - 16:47


O Dragão Verde
A Procura de Novos Mares


O jovem Kozuki chegava em Polestar Islands, se animava com o sucesso de chegar ao local predestinado por ele e que tinha ali como seu objetivo, desceria do barco e ficava na calçada da ilha, não demoraria muito para ouvir a pergunta do Navegador do navio sobre o que ele queria fazer ali naquela ilha.

~ Eu? Só uma coisa que minha família queria que eu fosse fazer, apesar que não conseguiram por muito tempo mais eu conseguirei. Aliás, obrigado pela viagem estou indo , até. ~ Falaria Orochi enquanto correria para dentro da ilha atrás de algum QG da Marinha para se alistar para o Governo.

Caminharia tranquilamente conhecendo os pontos de Polestar Islands enquanto ficava imaginando algumas coisas de seu objetivo, caminharia até ver tudo o que poderia ver no centro onde possivelmente estaria agora, pararia para perguntar há algumas pessoas onde poderia achar um QG da Marinha para se alistar.

~ Olá tudo bem? Posso te perguntar uma coisa? Onde poderia achar um QG da Marinha para me alistar, é que sou novo nessa ilha e queria me tornar um Agente do Governo. ~ Perguntaria para várias pessoas até conseguir uma resposta positiva.

Assim que conseguisse uma resposta positiva correria rapidamente em direção ao QG para poder se alistar, poderia demorar um pouco mais que ele não desistiria de percorrer seu sonho não iria desistir. Poderia parar um pouco para descansar mais só alguns segundos e depois continuaria a correr, assim que chegasse no portão do QG entraria e iria falar com a recepcionista para se alistar.

~ Gostaria de me alistar para o Governo Mundial e me tornar um Agente, o que eu tenho que fazer? ~ Perguntaria para a ou o recepcionista que estivesse ali para continuar com sua admissão.

F icaria um pouco nervoso, pois não sabia como era a admissão do Governo para pegar seus novos agentes, mas por um outro lado ficaria calmo por saber que tinha chego a salvo naquele lugar.

Histórico de Orochi:
 

Objetivos:
 



© AnimaDaph

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Hooligan
Civil
Civil
Hooligan

Créditos : Zero
Warn : Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 3 9010
Masculino Data de inscrição : 28/03/2013
Idade : 23

Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 3 Empty
MensagemAssunto: Re: Sons of Vermillion's Blood: Gênesis   Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 3 EmptyTer 7 Jan - 20:08


- Meu nome é Nishiki, e bem, pode-se dizer que sou um conhecido deles, mas vou te explicar melhor quando chegarmos na minha casa. Parecia o meu dia de sorte, Nishiki estaria me levando direto para a minha carona até Loguetown, entretanto seguraria um pouco o entusiasmo. Um bom samaritano não é algo muito comum de se encontrar, ainda e o fato de ser alguém totalmente desconhecido para mim não ajudaria em nada. A cada passo que dávamos, ficaria um tanto esperto aos arredores e movimentações estranhas do indivíduo. Mesmo que estivesse quase lá, era notável a decadência das minhas companhias, comecei com uma garçonete atraente e provavelmente vou terminar na casa de um estranho.

- Não se importe com a "floresta" aqui, pode entrar, nenhuma delas morde. Sem dúvidas adentrávamos em um lugar encantador, qualquer um poderia encontrar sua paz por ali, e as variadas plantas me deixavam um tanto curioso. ─ O que você faz? Você mesmo cultiva elas? Para quê? Indagaria para o encapuzado e gostaria muito de uma resposta. Assim que estivesse no cômodo, sentaria-me em uma das cadeiras didponíveis.

– Não sei se você já percebeu, mas há uma forte influência dos revolucionários nessa ilha. Para ser sincero, não há base da marinha ou filial do Governo Mundial aqui, e isso deu brecha para que o exército revolucionário se instalasse na ilha. Para sua tranquilidade, eu não estou com eles. Agora, eu adoraria também te falar tudo que eu sei, mas, preciso saber também de você. Ouviria cada palavra atentamente. ─ É, eu ouvi falar desses revolucionários, parece que essa ilha não tem total autonomia, não é? Tudo está na mão deles... – Qual é o seu nome? Qual é a sua ligação com os garotos? ─ Meu nome é Reisi e é só isso que posso lhe contar! Daria um breve suspiro antes de continuar. ─ Não é que eu não queria lhe dizer, mas eu realmente não me lembro e antes que pudesse pensar em algo, meus instintos prezaram pela sobrevivência e cá estou eu procurando esses dois. Meu semblante ficaria um pouco mais sério após tais palavras.

─ Além dos revolucionários, fiquei sabendo que o governo mundial dá uma boa carreira para aqueles interessados em se alistar e estes dois são a minha carona perfeita para Loguetown...lá eu conseguirei me virar! Justificaria minha busco e ficaria a espera das palavras do homem, ouviria se tivesse algo para complementar antes de prosseguir com o diálogo. ─ Você tem uma casa e plantas muito bonitas, mas será que pode me levar até esses caras logo? Questionaria o encapuzado, pois minha paciência estava começando a se esgotar, assim como o meu dinheiro.

Levantaria-me e começaria a me dirigir para o lado de fora, ficaria observando as plantas até que nosso próximo passo fosse dado. Talvez Nishiki precisasse de um tempo para organizar suas coisas, e eu respeitaria o homem por conta do favor que estava fazendo para mim. ─ Então Nishinki, quer me explicar um pouco qual a ideia delas? Acenaria com a cabeça para as plantas, minhas intenções eram autoexplicativas. Por um instante permitiria que meu olho vislumbrasse as variedades, seja elas em cores, formas ou formatos. Todavia, assim que ambos estivessem prontos, pediria a gentileza do rapaz apontar o caminho para mim, ou acompanhar-me novamente em nossa busca pela dupla.

No caso de encontrar as pessoas que procurava, iria me despedindo do rapaz e seguiria na direção dos dois indivíduos, assim que eles fossem apontados. ─ Ei rapazes! Ouvi dizer que estão procurando a marinha, podem me dar uma carona? Gostaria de me alistar também. Dizem que eles tem uniformes muito interessantes. Diria com um certo entusiasmo, finalizando com uma gargalhada. Pararia um pouco a frente deles, sem me aproximar muito. ─ E então? O que vai ser? Já aviso que não tenho nada para lhes dar em troca...já sofri uma grande perda. Levantaria o tapa-olho por um instante, mostrando o ferimento, em seguida, fecharia minhas expressões e aguardaria uma resposta sincera dos cavalheiros.

Objetivos:
 

Histórico:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
GM.Midnight
Tenente
Tenente
GM.Midnight

Créditos : 33
Warn : Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 3 10010
Masculino Data de inscrição : 27/04/2010
Idade : 23

Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 3 Empty
MensagemAssunto: Re: Sons of Vermillion's Blood: Gênesis   Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 3 EmptyQua 8 Jan - 14:43


Vermillion's blood tales

#06




~ Irmãos Vermillion ~

~Anteriormente

Após o combate com um dos revolucionários, a dupla foi surpreendida por dois novos fenômenos, o primeiro, um tiroteio que, a princípio, visava alvejar Mikhail. E em segundo, a aparição de uma terceira figura: Layla. O primeiro evento teve como seu desfecho a morte do revolucionário, dando sequência a uma comoção da população trazida por Goma, como parte de seu plano de minar mais a moral do Governo Mundial dentre a população. No segundo, Layla se apresentou como parte de uma resistência à aqueles revolucionários, e de certa forma, ajudou os garotos orientando-os sobre o que fazer, além de oferecer uma possível rota de fuga.

~


A população, após ver a morte do revolucionário, continuavam a clamar pelo “poder da revolução”, era como a dupla conseguia ver com seus olhos, toda a moral que fora ensinado desde cedo a eles estava deturpada, o correto era o errado, e vice-versa, por mais que eles entendessem que aquilo tudo tinha sido arquitetado por uma mente no mínimo diabólica, a população parecia ignorar, ou então desconhecer, e continuavam a abaixar suas cabeças perante a autoridade dos criminosos.
Tendo isso em mente, Coldraz, em meio à uma explosão do seu senso de justiça, que se transformava em força de vontade e doravante ação, já segurava sua arma. — Você precisa se esconder. Não se preocupe, antes do sol se pôr eu terei as cabeças de todos os malditos revolucionários dessa ilha! — Nesse momento, a expressão de Layla ficava mais aterrorizada, e ela não conseguia segurar o civil a tempo, pensava que ali todos morreriam? Talvez pensasse. Isso, se Mikhail não impedisse o irmão, soltando uma frase audível apenas para a dupla, e sem relutar segurava o irmão em uma espécie de mata-leão.  

Inicialmente, o mais jovem relutava contra a movimentação do mais velho, que na medida do possível, segurava o irmão dentro da imobilização, indicando para que a garota desarmasse Cold. Entendendo o recado, ela logo se aproximava e puxava a espada do garoto para si, guardando-a com o cinto. Além disso, visto que Mikhail começava a ter um pouco de dificuldades com o mais novo, ela começava a puxar também o garoto para trás, e antes que pudesse falar algo, tapava sua boca o mais forte que conseguia. Bem, ela em si não parecia ser muito uma guerreira, mas fazia o possível, e sendo assim, dois contra um era uma luta quase invencível para Coldraz naquela posição, portanto, era carregado as forças para fora do local por cerca de 10 minutos.

Já longe da cena do combate, indo em direção a uma pequena colina, Layla soltava a boca do rapaz e fazia um sinal para que Mikhail fizesse o mesmo. — Qual o seu problema? Eu errei dando moral demais pra você, Coldraz. Esqueci por um instante que não passa de uma criança... a partir de agora você não abre mais a boca, deixa que eu resolvo as coisas. Foi ingenuidade achar que poderia te dar tanta autonomia... A mulher apenas olhava os dois irmãos enquanto ambos tinham suas desavenças, até que decidia falar. – Escutem, eu não ligo para seus problemas de fraternidade, mas como puderam ver, a situação é bem maior do que isso, nós precisamos de vocês, precisamos de pessoas que queiram lutar, só que se fizerem daquele jeito vão morrer como todos os outros. A chama da esperança não tem mais muito tempo, e se continuar assim, vocês podem ser aqueles que vão extinguir ela. Por isso, por favor, venham comigo.

De fato, o discurso parecia ser sincero e ela transmitia a emoção em suas palavras, tanto que no final abaixava um pouco a cabeça, demonstrando a seriedade da questão.  O vento soprava mais forte nesse momento, revelando que por baixo da capa e do capuz, havia roupas já bem desgastadas, o que deixava claro o status social dela e talvez de que classe ela pertencia.
Os jovens poderiam tentar segui-la, ou ignorar, qualquer que fosse a resposta, ela virava-se e começava a caminhar, deixando a escolha para os dois.

OFF: caso decidam seguir ela, a continuação do post vai estar dps do post do Reisi, caso contrário, podem ignorar e tomar suas decisões.


~ Reisi ~


~ Anteriormente

Após encontrar Nishiki, a dupla tinha seguido até a casa dele, e ao se deparar com tamanha flora ali representada, Reisi ficava até mesmo um pouco surpreso, todavia, seu interesse maior era na dupla dos garotos. Portanto, após responder as perguntas feito pelo outro, já se encaminhava para ir embora, ou no mínimo buscar alguma resposta.

~


- Amnésia, é? Nishiki ficava um pouco surpreso ao ouvir as respostas do caolho, afinal não estava esperando por algo assim, talvez o destino tivesse feito suas peças? Não dava para saber. De todo jeito, só bastasse segurar ele e... – Espere! Nishiki imediatamente falava, estendendo a mão como se a puxar Reisi, antes que ele fosse embora. – Pra ser exato, nós não vamos até eles..bem...eles vão vir até nós, em breve. O homem falava isso com certo grau de incerteza, mas, se não tivesse mentido até agora para o espadachim, que por sinal ainda estava armado, por que mentiria agora?

- Minha esposa está com eles e vai trazê-los. Agora, preciso que aguente só mais um pouco. Ele dizia sentando-se novamente na cadeira. – Sobre o Governo Mundial, sim, é um bom lugar para construir uma carreira. E sobre as plantas..



~ Reisi, (Cold e Mikhail )~


Antes que Nishiki pudesse completar a frase, a porta era aberta, e o homem logo se levantava. – Aí está! Dessa, saia ninguém menos que uma mulher de cabelo moreno e de óculos, ainda de capuz, e junto dela, se tivessem os seguido, estariam os rapazes.

Reisi nesse momento pensava em se apresentar, mas era imediatamente interrompido por Layla, que se aproximava do outro encapuzado, dando-lhe um abraço. – Consegui voltar, quase fomos pegos, foi por pouco. Ela então sentava-se na outra cadeira e olhava para os presentes, deixando a espada de Coldraz em cima da mesa.

- Bem, prometi a vocês uma explicação. Nesse momento, nos encontramos em Hirotown, é uma das três ilhas que compõem o arquipélago de Conomi Island. A muito tempo, essas ilhas eram parte do controle de uma tripulação pirata de tritões. Nessa época, as pessoas eram muito maltratadas pelos piratas, ocorriam saques frequentes, abusos, extorsão, aqui era conhecida como uma terra sem lei e a população sofria com isso e com o medo de morrer pela punição de algum desses piratas. Mas, um grupo de revolucionários veio e expulsaram esses piratas, tomando o controle do arquipélago.

Após a expulsão dos tritões, o exército revolucionário apenas reivindicou a ilha, deixando a política para que cada ilha tomasse sua decisão, assim voltaram os prefeitos das cidades, e com isso Conomi Island voltou a prosperar economicamente. Para uma população que não tinha nada e vivia com medo, poder ter o que comer de novo na mesa e não precisar andar pensando na morte, era como um milagre e os responsáveis por isso eram os revolucionários, por isso desce cedo foram bem recebidos e hoje recebem apoio indiscriminado da maioria da população.

Inicialmente, o revolucionário responsável era um homem chamado Grambos, ele ficou um bom tempo aqui, todavia teve que sair do arquipélago e eu não sei a razão. De todo modo, o discípulo dele, Roger Malis, assumiu o controle, ele é uma pessoa bem forte e bem rigorosa, mas não é Grambos. Por isso, conforme a célula deles foi crescendo, começaram a aparecer problemas como o que vocês viram, muitos revolucionários passaram a cometer abuso de autoridade e, por conta do passado, tivemos medo de denunciar, já que poderíamos ser mortos como foi com os tritões.


Nesse momento, Layla segurava mais forte a mão de Nishiki, e dava para ver algumas lágrimas se formando no rosto dela.

- Nishiki e eu somos casados, ele é farmacêutico e tínhamos uma farmácia, mas um dia, um revolucionário apareceu muito ferido, e como não éramos um hospital, não tínhamos os equipamentos para salvar ele, portanto, ele morreu. Como resposta, na noite desse dia, colocaram fogo no nosso estabelecimento e perdemos tudo, sempre que tentávamos arranjar outro trabalho, as pessoas olhavam torto para nós, era como se estivéssemos em uma lista negra, por isso fomos perdendo tudo que conquistamos pouco a pouco.

- Mas, o prefeito da cidade, Kishimoto, está mais para um líder por assim se dizer, ficou sabendo da nossa história e nos ajudou. Ele não é muito fã dos revolucionários e tem suas dúvidas, ainda mais quando ficou sabendo sobre a farmácia, por isso resolveu nos ajudar e nos contratou para atuar como uma espécie de olheiros. Nós procuramos pessoas que tenham um verdadeiro senso de justiça e que não concordem com os revolucionários. Só que todo mundo dessa ilha tem medo. Ela olhava para o lado, como se em desaprovação, ou descrença.

- Estávamos já preste a desistir, mas foi quando soubemos que dois rapazes tinham desafiado um grupo de revolucionários, em especial do grupo do Goma, era a nossa chance de ouro, por isso, nosso chefe mandou que eu fosse salvá-los de lá. E foi o que eu fiz.


Nesse momento, as lágrimas começavam a cair com mais frequência do rosto de Layla, que parecia sofrer ao remoer o triste passado e as dificuldades que enfrentara, visto isso, Nishiki a confortava um pouco e tomava partido na explicação.

- Não podemos oferecer ouro para vocês, nem nenhuma riqueza, mas, eu imploro, ajudem o nosso povo a poder viver sem medo mais uma vez. Não importa quem tome o controle, se não pudermos viver sem medo, não será uma vida digna, não podemos cair novamente no passado. Vocês são nossa esperança.

- Como Reisi disse, ajudaremos vocês, através de amigos, a chegarem até Loguetown, alistem-se no Governo Mundial, darei uma carta a vocês, levem até seu comandante e ajudem-nos a convencê-lo de nossa causa. Assim, certamente poderão voltar para cá com os devidos reforços, e poderemos mudar o jogo para o nosso lado depois de tantos anos de fuga e sofrimento.

- A justiça que esses revolucionários falam não é cega, ela escolhe lados, todos aqueles que foram contra ou morreram, ou foram ao ostracismo como nós dois, as crianças dessa ilha não merecem nenhum desses dois futuros, não quero vê-las vangloriando falsos heróis. Por isso, imploro mais uma vez.


Ele puxava de dentro de seu sobretudo uma carta, que colocava sobre a mesa, pouco a frente da espada, em seguida, abaixava a cabeça, com a maior formalidade possível.

- Por favor nos emprestem sua força.

~ Orochi ~

~Anteriormente

Após embarcar rumo à Polestar Island, o jovem espadachim de cabelo verde já avistava a terra prometida, e assim, após completar sua viagem, na qual aprendera sobre a ciência meteorológica, já tinha decidido seu rumo, cumprir a promessa que fizera a sua família.

~


Depois do navio aportar, Orochi podia observar bem o local, e era bem diferente de onde estivera anteriormente, tudo ali parecia mais agitado, o número de embarcações, as pessoas, os afazeres, as vozes. Ali parecia muito mais uma “cidade grande” do que Conomi Island. Mas ainda assim, sua missão era clara: Achar o quartel general da marinha.

Não era uma tarefa muito difícil de realizar, afinal qualquer pessoa de Loguetown deveria conhecer esse famoso local, e para sua sorte, uma dupla de marinheiros passavam por ali, provavelmente enquanto faziam sua ronda. Aproximando-se deles, pedia por informações para o caminho em direção da base militar, e rapidamente era respondido com as orientações.

Correndo, partia em direção ao quartel general, e em cerca de 5 min chegava até o local indicado, já podendo avistar, desde longe, até chegar perto, um imponente prédio de grossas paredes, cor branca, com as inscrições grandes e demonstrando toda a força daquela instituição: “ Quartel General da Marinha de Loguetown”.

Não perdendo tempo, ele adentrava e indo para a recepcionista, uma velinha com seus 60 anos, pedia para iniciar seu processo de admissão. A mulher, então, passava uma prancheta e material de escrita para o espadachim, pedindo que colocasse os seus dados ali. E após feito, pedia que aguardasse um momento.

Cerca de 15 minutos depois, um homem de roupa social aparecia de um dos corredores da instalação e falava com a recepcionista, em seguida indo até o espadachim. – Kozuki Orochi, espadachim, 20 anos, certo? Esperava a confirmação e logo continuava. – Meu nome é Akira, e serei o responsável pelo seu recrutamento, se puder me seguir. Logo, ele começava a caminhar entre os corredores.

Kozuki poderia segui-lo, ou então, se preferisse, tentar explorar o local por sua conta e risco. Mas, se o seguisse, logo sairia em uma espécie de lavanderia, na qual havia pilhas de roupa de cerca de 1,5 de altura. – Bom, a primeira parte do teste é disciplinar, você deverá lavar os uniformes dos agentes, cada pilha representa um grupo, você está responsável pelo grupo 3. O supervisor apontava qual eram as roupas designadas para Orochi. – Os ternos e calças devem ser lavados nas máquinas, as camisas e coletes à mão, depois, basta colocar tudo para secar que nossos colaboradores colocam nos cabides. Você tem uma hora para fazer isso. Curto e grosso, o homem saia do local, fechando a porta e trancando-a, já que o barulho da tranca era audível para quem estivesse dentro do ambiente.





Legenda:
 

Aparência Akira:
 

Reisi, Cold e Boreal:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

"Pague o preço do seu karma e aceite-o."
Voltar ao Topo Ir em baixo
Conteúdo patrocinado




Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 3 Empty
MensagemAssunto: Re: Sons of Vermillion's Blood: Gênesis   Sons of Vermillion's Blood: Gênesis - Página 3 Empty

Voltar ao Topo Ir em baixo
 
Sons of Vermillion's Blood: Gênesis
Voltar ao Topo 
Página 3 de 8Ir à página : Anterior  1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8  Seguinte

Permissão deste fórum:Você não pode responder aos tópicos neste fórum
One Piece RPG :: Oceanos :: East Blue :: Conomi Islands-
Ir para: