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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Apresentação - 2: Falência ambígua

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 8 EmptySeg 09 Dez 2019, 16:43

Relembrando a primeira mensagem :

Apresentação - 2: Falência ambígua

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Karelina Lawford. A qual não possui narrador definido.


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Licia
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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 8 EmptyTer 18 Fev 2020, 18:59

Não era o personagem que mais me agradava de brincar, mas eu não estou no direito de reclamar, e não é como se minha pessoa não pudesse distorcer um pouco para tornar mais agradável. - Nossa empresa teve de lidar com alguns contratempos durante a noite passada, por isso tivemos de adiar o serviço para a tarde de hoje, em nome da minha companhia venho pedir pela vossa compreensão. - Dizendo com tom de arrependimento, enquanto inclino meu corpo para frente em 45° reverenciando-a durante o pedido de desculpas.

Deixaria um riso presunçoso escapar ao notar o "descuido" da loira, e logo iria retirar os sapatos. - De maneira alguma, afinal é parte das minhas obrigações. - Dizendo de maneira mais carismática, como um funcionário que gosta de trabalhar. Aproveitando para remover a blusa junto do sutiã, deixando-os jogados pelo chão enquanto sigo a voz da loira até o quarto.

Senti uma fisgada no corpo quando Licia me apertou com as pernas, me fazendo involuntariamente por mais força nas mãos pressionando suas curvas. - Não lembro de ter dito que minhas obrigações acabaram. - A observando de baixo com um olhar perverso, dizendo com tom de arrogância. " Se quer tanto ficar por cima apressadinha, tudo bem." Com satisfação abocanhei a "fruta" em minha frente, chupando a polpa e usando a língua para percorrer cada centímetro que coube em minha boca, a fim de degustar vorazmente aquela fruta, usando a mão esquerda para percorrer por baixo das coxas da loira, onde usaria alguns dedos para esfregar vagarosamente o outro fruto. Com os olhos fechados puxei o corpo da loira contra mim, e assim iria ficar por um tempo. Até morder ligeiramente o ponto sensível dela, e então mover meu rosto para trás, esticando um pouco até que escape das pontas de meus dentes. Agora suspirando de satisfação e ostentando um sorriso maléfico, iria lentamente lentamente abrir os olhos para poder contemplar a expressão que Licia estaria fazendo.

Daria tempo dela dizer algo, se é que tivesse alguma coisa coisa para falar. Então iria colocá-la deitada sob a cama, mas sem muita gentileza. - E nem parece que a senhorita está satisfeita ainda, aparentemente meus serviços estão apenas começando. - Com insatisfação no olhar observo Licia, e iria começar a produzir estalos com a boca em sinal de negação. Ainda de pé coloco os dedos por dentro da Barra da saia e a empurro para baixo junto da peça íntima.

Apoiando as mãos nas coxas da loira, e aproveitando para apalpar um pouco, me colocando de joelhos na cama iria abaixar meu rosto até o "fruto proibido", mas antes eu aproveitaria para morder e chupar a região interna das coxas de Licia, lentamente aproximando minha boca, para beijar gentilmente a virilha. Durante essa pequena tortura eu iria estimular a superfície do fruto com os dedos. E se Licia protestasse algo eu fingiria que não entendi. - Desculpe-me senhorita, mas eu peço que repita claramente o que deseja, pois somente assim poderei satisfazê-la. - Sem abandonar a personagem, eu estaria praticamente mandando Licia implorar para minha pessoa continuar. E se ela o fizer, eu iria sorrir de satisfação. - Excelente, faço isso apenas pela satisfação da minha cliente favorita. - Lamberia meus dedos de maneira luxuriosa enquanto fico devassamente encarando a apressadinha.

Com ou sem o pedido da loira, eu gentilmente iria introduzir dois dedos, e começaria a degustar o fruto proibido com a língua, alternando com beijos molhados. Gradativamente aumentando a velocidade, a medida que Licia demonstrasse estar necessitada de mais intensidade, enquanto usar a boca para dar mais foco a pequena região, onde poderá proporcioná-la um imenso prazer. Quando Licia finalmente chegasse lá, eu daria alguns segundos para ela ofegar. E quando a loira me parecesse estar um pouco mais relaxada, iria novamente investir, dessa vez abocanhando subitamente o fruto proibido, e sem pudor algum deixaria minha língua degustar todo o sabor, em uma busca fervorosa por mais suculência. E talvez minha pessoa só iriar parar depois de beber do suco mais uma vez, porém se não houvesse lamentações, facilmente eu iria em busca de suprir minha sede insaciável pela terceira vez.

Depois de garantir o bom atendimento ao cliente, eu iria engatinhar a fim de "escalar" o corpo da loira, enquanto começo a distribuir beijos calorosos repletos de carinho durante todo trajeto, fazendo uma breve pausa nos seios, e então prosseguindo pela clavícula até os pescoço, onde morderia algumas vezes, até chegar o queixo e beijando vagarosamente até o canto dos lábios. Nesse momento eu colocaria os braços de Licia acima de sua cabeça, e os apertaria pelos pulsos. Instigando-a mantendo nossas bocas bem próximas e com a outra mão em formato de pinça iria pressionar o rosto da apressadinha por baixo do queixo, a fim de manter o olhar dela focado ao meu. - Um de nossos termos era que a senhorita não deveria se divertir sozinha, nesse caso me vejo obrigada a acrescentar juros a minha recompensa. - Não iria pedir permissão, com a voz soando de maneira autoritária, mas repleta de tesão.

Minha pessoa ficar de joelhos sob a cama, com as pernas dobradas ao redor da cabeça da loira, aproveitando para continuar a prender os braços dela, colocando um pouco mais de força nas pernas. Então me "sentaria" sob os lábios de Licia, finalmente cobrando o pagamento. - Eu exijo que se esforce para me recompensar, pois não irei me mover se vossa pessoa não o fizer. - Nesse momento eu brevemente a apertaria com um pouco mais de força, a fim de incentivá-la, enquanto a observo de cima. E então esperaria receber meu pagamento com juros, rebolando e contorcendo meu quadril a fim de conduzi-la a me fornecer prazer de maneira mais efetiva. E quando o depósito caísse na conta, eu iria gemer desinibidamente, me contorcendo e apertando as pernas com força, enquanto a seguro firmemente pelos cabelos dourado, puxando-a contra mim. Até os espasmos passarem, e meu corpo finalmente relaxar.

Já esperando que Licia um toquinho irritada comigo, eu sairia de cima dela, finalmente libertando seus braços. Para me deitar ao lado da apressadinha, dando um selinho nela. - Na nossa empresa gostamos de escutar a opinião, então gostaria de pedir que avaliasse meu atendimento, mas se houver reclamações eu fui instruída a encaminhá-la para outro setor. - Neste exato momento, eu estaria com uma enorme vontade de rir, tendo que prender os lábios para não gargalhar, enquanto falhamente tento manter o personagem. Já esperando pela vingança da minha cliente.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 8 EmptyTer 18 Fev 2020, 20:49




Sou suspeito para falar, mas eu adoraria "mulheres descontentes" com joguinhos tais quais Kare estava naquele momento. Seu descontentamento em participar daquele tipo de brincadeira era deveras evidente em suas roupas jogadas logo atrás das de Licia. Seus seios moveram-se com seu caminhar balançando-se suave e tentadoramente em seu gingar. Suas "frutas" eram maiores que as possuídas por Lícia, mas ambas sabiam ser saborosas em sua polpa e juntas poderiam facilmente agradar todos os tipos de gostos.

- UII. - Licia deixou escapar logo antes de morder seu lábio inferior se calando, suas pernas se contorcem e ela se puxava contra a boca de Kare deliciando-se com aquele momento e embora suas frutas fossem menores elas tinham um ótimo tamanho naquele momento permitindo que a morena pudesse as saborear em sua totalidade em suas abocanhadas.

Kare naquele momento era que estava sendo servida, muito embora o seu papel na brincadeira devesse ser outro. =idk. Quem sabe isso também não estava nos planos? Sua boca degustava-se nos morangos enquanto sua mão direita sustentava o suave melão de Lícia o que permitiu a sua mão esquerda mover-se pelo restante do cardápio. O toque suave misturado ao voraz beijo fizeram o corpo da loira se arrepeiras por completo, seu corpo tremia, mas ela parecia recusar-se a dar a satisfação para Kare de ouvir seus gemidos. Alguns, muitos poucos escapavam, baixinhos e contidos de alguém que claramente se fazia de forte.

Úmido e quente, está era a sensação deliciosa que os dedos de Kare lhe permitam sentir, deslizando com suavidade e sem quase resistência, um simples movimento mais profundo lhe recompensou. - HMMMM, A..Assim não.. - as pernas dela tremeram, mas a jovem ainda não tinha acabado de punir sua companheira pela ousadia de ter-se posto acima dela e neste momento seus lábios se fecharam sobre aquela pequena e rosada cereja ainda presa em seu galho, mas pronta para ser colhida, a jovem sentia em seus lábios como aquela frutinha estava firme e não lhe restava alternativas a não ser colher aquela doce fruta.

- Ahhhhhhhhhh. - e então Licia riu graciosamente e na sequência olhou para baixo mordendo seu lábio. As pernas dela se afrouxaram um pouco e ela desceu até ficar com o rosto frente a frente ao da outra. - Já está satisfeita? - Provocou e foi recompensada. - UIIIIIII. - deixou escapar quando foi atirada na cama. - Nossa. - falou cheia de malicia. - Parece que não.

Nua Kare ajoelhou-se sobre a cama, apoiou-se nas penas de Licia que cederam facilmente ao seu domínio, suas mãos envolveram as macias chochas da jovem e ela logo mergulhou em seu bel prazer. Licia não mais se controlou, gemia e acariciava os cabelos de Kare com umas das mãos aproveitando daquele momento e também tentando conduzi-la, mas este prazer lhe era obviamente negado. Suas pernas se contorcem por baixo do corpo de Kare até entrarem no meio das próprias pernas da morena onde suavemente aplicaram suave força para cima. - Vaaamoooss, não me maltrate. - Implorou não conseguindo mais manter o papel naquele momento. - VAaa..mos. Você sabe o que eu quero… … Malvada. - as palavras saiam entre suspiros. Ela então suspirou mais alto. - Nela, porfavor. Eu quero. - Implorou assim como Kare desejava que ela fizesse. … Realmente a jovem era alguém que aprendia rápido… - Malvada. - falou ao olhar para baixo e perceber que Kare "brincava" com seus próprios dedos.

A partir desse momento muitas poucas palavras compreensíveis foram ditas, houveram várias tentativas, sussurros, pedidos, e até mesmo alguns impropérios ditos pela loira que se contorcia ao domínio da morena. Kare por sua vez sentia o corpo da jovem se tornar mais tenso, ela havia travado as pernas, suas mãos se fecharam ao redor do lençol puxando-o percebia até mesmo que ela sustia a respiração, então suas costas envergam e ela soltou um gemido mais profundo permanecendo nessa posição por alguns segundos antes de relaxar a musculatura e deitar-se novamente de costas na cama. Ela sorria quando perguntou. - Andou prat.. - mas antes de ter chance de completar a frase Kare voltava a saborear os sumos da loira. Seus dedos haviam sido banhados com generosidade no doce sumo daquela fruta maravilhosa dando-lhe muito para saborear e satisfazer-se, mas talvez não houvesse fim a sua sede.

A segunda vez foi mais rápida e talvez um pouco menos intensa já que Licia se recuperou um pouco mais rápido ainda que ofegava e dessa vez não houvesse tentado falar. Suas pernas haviam se fechado com força expulsando Kare, mas logo cederam novamente e na ausência de reclamações a morena continuou se servindo daquele magnífico banquete. A terceira vez foi tão rápida quanto a segunda, Licia já parecia estar perdendo as forças e o próprio controle, seu corpo estava mole a ao domínio de Kare que com uma força mínima abria novamente as portas para a preciosa fruta de Licia que só conseguia balbuciar fracamente algumas vezes a palavra: não, não, não, mas calando-se logo que Kare começava a degustar.


- NÃO, CHEGA, CHEGA. - Licia fechou as pernas e se jogou para o lado ficando meio que em posição fetal. Seu corpo tremia e ela se arrepiava a qualquer toque. Ofegava muito fazendo até mesmo sua respiração parecer tremida. - Is...isso, f..foi cru..eldde.

A cada beijo da escalada de Kare o corpo de Licia tremia em um forte arrepio fazendo surgir um sorriso de satisfação no rosto de Kare sem que ela mesma notasse. Precisou virar Licia de frente para si enquanto "montava" sobre o esbelto corpo da jovem e prendia suas mãos acima da cabeça dela que havia se controlado minimamente para agora encarar Kare nos olhos.


Neste momento a "brincadeira" já havia mudado e agora era Kare quem ditava os termos. - Mas… Mas foi só um vinho. - disse ela inocentemente olhando fundo nos olhos da morena. - Nem descumpri termo nenhum.

Mas isso já não importava para a "cavaleira" que agora montava completamente sobre a outra…. - Na verdade. - disse ela retomando um pouco do tom brincalhão ao ver a posição que Kare assumirá. - Eu me esbaldei ontem a noite sozinha. - Admitiu como se agora aprovasse a sua punição, mas não demorou-se muito em suas palavras e também se serviu.

Kare aproveitou para se divertir muito enquanto conduzia Licia naquela dança sensual, a loira não se importou nenhum pouco com sua punição e mostrou-se até mesmo "triste" quando a mesma acabou. Kare puxava-a por seus cabelos dourados contra sua virilha mantendo-a ali enquanto seu corpo passava pelos doces espasmos da recompensa aos quais Licia também saboreava com sua língua explorando profundamente aquela oportunidade que fazia arrepios percorrerem o corpo da morena.

>><<

Não houve vingança, Licia na verdade estava satisfeita e aninhou-se nos braços de Kare. Talvez ela houvesse ficado com medo por sua "amiga" não ter aparecido, mas se este fosse mesmo o caso ela não o diria e apenas aproveitaria o momento para relaxar naquele ninho que haviam formado com o entrelaçar de seus corpos. A pequena mão de Licia estava entre os seios de Kare de deslizava suavemente em direção ao abdome da mesma antes de voltar a subir roçando suavemente com a ponta dos dedos. Kare sentia o perfume emanado dos cabelos da loira, o cheiro era fresco e lembrava muito o perfume de algumas flores na primavera.

- O vinho era muito bom… Não tanto quanto você, hehehe, mas talvez eu compre um agora pra dividirmos. - continuou deitada e logo voltou a falar sobre outro assunto. - A senhora Badeaux de repente nos deu férias. - Ela havia deduzido que para Kare ter aparecido ali naquela hora a mesma deveria ter passado na companhia. - Eu não entendi direito o que aconteceu, acho que ninguém entendeu, mas hehehe, em todo caso tenho uns dias livres. - Falou como se não quisesse nada, mas também meio se oferecendo. Sua mão subiu até alcançar os cabelos de Kare onde começou a enrolá-los. - Quando você chegou eu tava treinando, se tivesse chegado mais tarde iamos nos desencontrar. Ia ir patinar.

Se Kare comentasse algo sobre o "treinamento", talvez sobre ser atuação, ou malhação a loira responde. - Tava me exercitando. Meu pai me obrigou a aprender taekwondo quando eu era criança…. No início eu não gostava, mas… - ela não concluiu a resposta, talvez houvesse passado a gostar, ou então talvez seu pai houvesse morrido e aquela era uma forma de se sentir conectada a ele, fosse o que fosse não teria-o dito.

Se naquele momento Kare insinuar algum interesse em participar do treinamento a loira não se oporia, não ao menos para mais tarde. - Depois, hehe, que minhas pernas pararem de tremer. - Moveu a cabeça se esfregando em Kare. - Malvada. - falou baixinho com um tonzinho mimado de reclamação.







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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 8 EmptyQua 19 Fev 2020, 05:16


Inspirei o pela boca o que abafou um gemido que soltei, ao mesmo tempo que meus olhos tremeram um pouco quando senti a mão delicada da apressadinha deslizando por minha barriga, e sem notar minhas coxas se afastaram poucamente uma da outra. Admito que fui surpreendida, imaginando que Licia continuaria a descer, a unidade aumentou quase que de maneira instantânea. Apenas soltei o ar quando senti os dedos deslizando novamente para cima. Aproximei meu rosto daqueles cabelos para aproveitar o perfume que exalava, envolvendo-a pelo pescoço, e poder acariciar a nuca de Licia com a ponta dos dedos, vez ou outra arranhando superficialmente a pele para causar arrepios.

Mantendo a delicadeza minha mão firmou-se abaixo da cabeça da loira, e gentilmente iria puxá-la para mim ao mesmo tempo que me aproximo, até nossos lábios se concertarem logo após ela terminar de comentar sobre o vinho. Meu beijo seria caloroso, porém calmo, parando para recuperar o fôlego algumas vezes, com selinhos demorados, e novamente aprofundar-me naqueles lábios que me contorcer por inteira. E essa seria a melhor maneira que pude pensar em demonstrar a reciprocidade pelo que ela havia falado. Porém também era uma forma de esquecer um pouco que talvez não poderemos compartilhar uma garrafa vinho, e eu não quero deixar esse bom momento acabar tão rápido…

Entretanto, me parece inevitável. As palavras seguintes que ela pronunciou, soavam estranhamente pesadas, estava mais árduo fingir naquele momento. Com a mão repousando sob as costelas da loira, eu iria acariciar bem devagarinho o corpo dela, até chegar na cintura. - Que menina mais fogosa, já está planejando a próxima vez. - Dizendo como se estivesse indignada, ao mesmo tempo que reviro os olhos de descaso. Porém eu estaria sorrindo após suspirar de satisfação, demonstrando que na verdade fiquei contente com aquela idéia. Minha desceria um pouco mais, onde apalpar-ia o bumbum da loira fazendo algumas carícias, mas perversão alguma. - Mas não posso culpá-la por minha pessoa ser irresistível. - Provocando Licia um pouquinho, enquanto começo a sorrir de maneira travessa, desviando o olhar para o canto a fim de parecer mais presunçosa. Então colocaria meu joelho por baixo da coxa loira, deixando-nos com as pernas entrelaçadas. E voltaria com a mão para as costas dela, para abraçá-la, afagando os cabelos perfumados de Licia. Com o rosto dela por cima de meu ombro, meu semblante tornar-se-ia sério, e até mesmo um pouco frio. Envolvendo-a o máximo que pudesse, e deixar nossos corpos ainda mais íntimos. Meu abraço se tornaria mais firme, apenas desejando que Licia sinta-se protegida e confortável dentro dele. " Quanto menos você estiver envolvida, mais fácil será para mim, por isso não posso esclarecer vossas dúvidas." Eu não vejo problema em lidar com criminosos decadentes, mas não posso dizer isso dela. Então ficaria por algum tempo abraçando-a. - Não se mexa, eu quer… eu preciso sentir mais de você, o seu calor. - Minha voz soaria trêmula durante o sussurro em meio a respiração tensa, apesar de manter-me forte, seria claramente um frágil pedido ao invés de uma ordem. Empurrando meus seios contra o corpo da loira, enquanto fico respirando fundo, de maneira cada vez mais calma. "Eu adoraria arder mais vezes imersa nesse incêndio."

- Treinando? - Acho que tem muitas surpresas ocorrendo com minha pessoa ultimamente, quer dizer eu acabei pensando alto, elevando um pouco o tom de voz desnecessariamente, meus olhos atentos em direção aos da loira, eu fiquei mais perplexa do que realmente curiosa, quando fiz essa pergunta. Quer dizer, olhem do meu ponto de vista, Licia estava suada, com apenas uma regata e saia, durante o tempo frio. Por tratar-se da apressadinha eu imaginei que se ela estivesse praticando algo, seria dedilhado.

Ah sim claro, taekwondo… Começo a desconfiar que Licia e Victória estão competindo para ver quem me faz surtar primeiro. Enfim. Era uma coincidência um tanto quanto conveniente, a apressadinha ainda se manter praticando. E agora tenho um outro estímulo para me manter focada em aprender. Com a possibilidade diante de mim, eu não poderia evitar um sorriso perverso formando-se em meus lábios. - Então você pode ser minha professora, eu decidi aprender taekwondo a pouco tempo, deve ser útil para o meu novo "emprego". - Dizendo com uma pitada de malícia, já dando idéias para nossa próxima cena, além de não me parecer muito delicado insistir no assunto que ela interrompeu subitamente. E confesso que me senti um pouco orgulhosa com o complemento feito pela apressadinha, não acho que ela se esquecerá de mim tão facilmente, então acho que posso conviver com esse carma. - Ara ara, o que a linda anjinha esperava, deixando uma succubus cruel repleta de desejos. - Dizendo de maneira mais travessa um pouco cômica, enquanto iria deixá-la deitada por cima de mim, até às perna da apressadinha pararem de tremer.

>><<

Quando Licia estivesse devidamente recuperada, eu levantaria após ela, e tentaria caminharia na direção de seu guarda roupas, abrindo-o de imediato. - Vou usar algumas roupas emprestadas. - Agindo um pouquinho arrogante, sem nem mesmo pedir. Então inclinar-me-ia para frente, ficando com as pernas retas, e o quadril empinado. - Ah sim, e também um elástico para prender o cabelo. - E se ainda sim ela não entendesse o recado, eu começaria rebolar sensualmente bem devagar, enquanto "procuro". - Não consigo encontrar, poderia me ajudar aqui? - Dizendo agora de maneira mais dengosa e maliciosa. Sentindo minhas virilhas um pouquinho molhadas. Enquanto me seguro firmeza, esperando pela ação de Licia, seja lá qual ela for.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 8 EmptyQui 20 Fev 2020, 12:25




Mesmo elas em suas distintas personalidades eram humanas e tinham em seus desejos momentos como aqueles, muito embora outrem não tivessem tido a oportunidade de experimentar aquele sentimento. Licia havia proporcionado muitos aprendizados para Kare e nem todos eles eram referentes a áreas mais atrevidas do comportamento humano. A loira havia lhe dado muitas oportunidades e experiências e essas haviam sido amplamentes aproveitadas pela morena que agora desfrutava de mais uma destas descobertas e parecia realmente se entregar em corpo e alma para aquele momento.

Relaxou ao toque carinhoso de Lícia e a tomou firme em seus braços para um beijo que deixava de lado a malícia e se voltava completamente para o carinho e romantismo. Licia não apresentava qualquer resistência, virou-se de lado encaixando seu corpo nas curvas do corpo da outra, passou sua perna por cima e segurou firme entre suas coxas a perna da morena em seus braços. Sua mão que antes enrolava os cabelos negros de Kare descia agora em um toque suave pelas costas e puxava o corpo de uma conta a outra em um toque gentil. O toque suave e quente dos lábios de ambas permitia um momento de verdadeira paz e conforto fazendo com que a maioria das preocupações deixassem de existir a não ser aquela terrível e inevitável que seria a separação. Assim uma relação que havia começado apenas como depravação havia rapidamente conquistado um espaço importante e sólido no afeto, carinho e preocupação com o outro. Kare deveria ficar orgulhosa de si mesma, pois sem muitos esforços começava a entender muito das coisas que seu pai um dia havia tentado lhe ensinar.

Os lábios se separaram e Licia sorriu as "implicâncias" de Kare. - Obviamente que a culpa é completamente sua Mimadinha. - A mão de Lícia tocou suave e com carinho a face machucada de Kare como se desejando poder curá-la com um toque carinhoso. Lícia foi então puxada, seus corpos pressionaram-se um contra o outro dividindo o calor ao suave toque de suas peles, o perfume de ambas se aprofundou na outra misturando-se e tornando-se apenas uma deliciosa fragrância. Licia inicialmente se enrijeceu, talvez pela surpresa daquele súbito abraço carinhoso, talvez ela própria não estivesse acostumada a este tipo de ocasião e não fosse necessariamente uma estranheza as atitudes de Kare, mas esta tensão durou apenas um instante e logo seu corpo relaxou e ela esfregou seu rosto no dela.

Mas ela percebia as coisas, e mesmo que estivesse gostando daquele momento ela não pode evitar se preocupar com o que havia o gerado. - Tá tudo bem Mimadinha? - Sua mão subiu e começou a acariciar o cabelo de Kare após as palavras terem sido sussurradas ao ouvido da morena com grande ternura e preocupação. - Uhum. - Lícia concordou com a resposta seguinte de Kare e se aconchegou profundamente em seu abraço. - Ainda temos bastante tempo. - disse baixinho ao ouvido de Kare, ela aparentemente era capaz de entender mesmo sem as palavras da morena o que estava acontecendo e sentia-se estranhamente feliz ao mesmo tempo triste com aquela situação, finalmente havia achado aquele sentimento, mas não poderia ficar com ele. - Quando for, passa aqui. Vou até o porto com você. - Calou-se e permaneceu aninhada por mais algum tempo antes de se afastar levemente de Kare e começar a puxar assunto, bom… Um assunto que era levemente mal interpretado pela morena, ao menos no início.


- Acho que você me deu exatamente o que eu esperava, só não sabia ainda. - E com um "pulo" deu um selinho rápido e brincação em Kare e depois outro e assim acabou "metralhando" a morena com vários beijinhos atrevidos enquanto ria.  

>><<

- Ah… Certo. Roupas, hehehe. - Licia olhava do outro lado da cama. - Elas ficam bem embaixo. - Kare que estava parada em frente a porta central aberta não via nada embaixo, mas Licia insistia que era embaixo e como ambas pensavam a mesma coisa a morena não demorou a entrar no jogo e fingir procurar as roupas mais embaixa momento que era surpreendida com um beijo seguido de mordida na curvinha de sua bumba que a fazia dar um saltinho.

Licia então a envolvia abraçando-a por trás suas mãos fazendo a volta no seu abdome enquanto sua boca passeava pelas costas de Kare com beijos e mordidas. As mãos antes que abraçavam o abdome subiram e apertaram em simultâneo as maçãs da morena primeiro por baixo, mas deslizaram a seguir para apertar os bicos rijos e rosados da jovem puxando-os levemente acompanhados de uma mordida levemente mais forte nas costas próximo ao ombro direito. - Porque você não me diz o que quer? - Ela apertava mais forte os bicos de Kare enquanto sussurrava em direção ao ouvido aquelas palavras. - Eu lhe darei tudo. - falava com uma voz arrastada meio sussurrada e repleta de malícia. - Tudo que você quiser de mim. - Era uma proposta perigosa de se fazer, mas ela achava que Kare merecia aquelas palavras. - É só me pedir. - Voltou a morder e liberou os mamilos permitindo que a jovem desfrutar daquela sensação da ausência da pressão.

E como prometido, Kare poderia pedir o que quisesse, elas afinal, tinham tempo.

>><<

- Acho que seria melhor treinarmos nuas, hehehe. - Licia olhava para Kare repleta de malícia enquanto imaginava o que estaria por vir, sim… certamente treinar nuas seria o melhor.

>><<

- Primeiro o mais importante é a base. - Kare estava agora junto a Licia em um cômodo da casa que ela ainda não havia visto. Havia sido provavelmente em algum momento um segundo quarto, mas a loira o havia transformado em uma mini academia. Lá havia um saco de pancadas pendurado no teto em um dos cantos, além de alguns colchonetes em uma canto e pesos jogados também pelos cantos. Haviam duas janelas que refrescavam o ambiente, mas diferente da proposta de Lícia ambas haviam se vestido, a loira mesmo teria insistido para que não ficassem doentes pelo frio, embora aquela também não fosse muita roupa.

As roupas de Lícia ficavam um pouquinho apertadas em Kare visto que a loira era um pouco mais miúda e com menos curvas que a morena. Seus seios mais volumosos havia puxado a regata para cima deixando seu abdômen liso a mostra enquanto os mamilos ficavam bastante marcados na roupa. A saia que já era curta para a loira ficava ainda mais curta nela de modo que até mesmo o gominho de sua bunda aparecia… Obviamente vê-la Nua era maravilhoso, mas aquela roupa que escondia um pouco e revelava demais também era tentadora a sua maneira estimulando em muito a imaginação.

- Como você tá com a perna machucada é melhor a gente começar devagar. - Ali a aula começaria, iriam praticar no saco de pancada. Inicialmente Licia daria dicas e também ajudaria Kare a se firmar/equilibrar. Os chutes não seriam dados com força, Lícia havia rapidamente demovido a ideia da força, na verdade estava inclusive fazendo Kare aplicar chutes mais lentamente para que ela sentisse o movimento, o equilíbrio e a direção. Isso na verdade era talvez até mais cansativo.

Juntas haviam tirado o saco do teto para que Kare treinasse também chutes baixos e médios. - Esses são menos perigosos, não vão causar muito dano no seu oponente, mas podem prejudicar o suficiente para que você tenha a oportunidade de encaixar um golpe forte. - Explicou ela antes de fazer Kare repetir sequências consecutivas do mesmo chute vez após vez.

Felizmente Kare que era uma dançarina já possui flexibilidade para muitos do movimento e assim Lícia podia se concentrar em aprimorar a técnica dela.



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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 8 EmptySex 21 Fev 2020, 00:38


Fechei os olhos e sorri de plena satisfação enquanto recebia bombardeio de beijos provocantes, me permitindo apenas desfrutar deles, os lábios calorosos da loira em constante constante contato aos meus, fez minha pessoa sentir-se imensamente desejada. "Mais! Eu quero mais desse sentimento, mais desse prazer." Sem me dar conta eu iria laçar a cintura de Licia usando as pernas. Segurando gentilmente o rosto dela com ambas as mãos, acariciando-a vagarosamente, enquanto meus olhos aparentam brilhar sem em nenhum momento desviar o foco dela, como se eu não conseguisse mais piscar, observar-ia cada milímetro daqui face, começando dos olhos até chegar no lábios. "Essa boca…" Como se estivesse hipnotizada ficaria admirando-os, pensando no quão bem eles me deixam, começando a fazer carinho neles com a ponta do dedo, bem devagar percorrendo o contorno deles. "Eu quero!" Minhas mãos iriam gentilmente deslizar pelo rosto dela, colocando os cabelos angelicais por trás das orelhas, juntando-os com uma das mãos, apertando e puxando para trás, podendo ser até um pouco brusca, no mesmo exato momento em que aperto com mais força minhas pernas. Não teria muito o que dizer. Simplesmente tomaria aquele ser para mim.

" Por quê, por quê tá sendo tão difícil lidar com ela, eu quero tê-la, porém quero prosseguir, eu quero levá-la, mas quero protegê-la. Por quê não encontro uma saída fácil? ...Pro inferno com essa aflição."

Não pensaria, apenas iria sentir, e expressar. Com nossos lábios juntas uma da outra, apenas me aprofundo nos prazeres dessa boca, como se fosse a última coisa que faria em minha vida. Deixando que os sons molhados ecoem, enquanto nossas línguas se entrelaçam por diversas vezes num ritmo ardente, sentindo-me estar sendo consumida pelo desejo, ao mesmo tempo que iria tomá-la para mim, mesmo que por um momento.

Durante tal expressão sentimental não me surpreenderia se nós duas ficarmos rolando pela cama, e se por acaso eu terminasse por cima dela após o ar de nossos pulmões acabarem. Eu não afastaria meu rosto ao dela,apoiaria minhas mãos trêmulas sob os ombros da loira, começando a desliza-las carinhosamente pelos braços de Licia, os deixando dobrados ao lado de sua cabeça. - Você...arrrff...arrrff...arrrff… - Com meus cabelos caindo ao redor da cabeça, eu estaria encarando diretamente os olhos da loira. Continuando a percorrer os braços delas até nossas mãos se encontrarem, e então iria entrelaçar meus dedos ao dela. - Me enlouquece...arrrff... - Dizendo parecendo estar rouca. Sem saber definir o sentimento que estou tendo nesse momento, frustração, tristeza e tesão, provavelmente se combinar essas três coisas, deve ser capaz de ilustrar o que se passa dentro de mim neste momento.

>><<

Parece que a apressadinha finalmente mostrou as garras da vingança, me ""torturando"" da mesma maneira que eu fiz anteriormente. Ou talvez seria de fato uma maneira de agradar-me, permitindo que minha pessoa escolha. Na verdade não faz diferença, afinal minha reação é apenas uma.

De fato Licia teria facilmente me amolecido, com aquelas mordidas e beijos, as mãos pequenas e delicadas, que arrancaram-me alguns gemidos agudos e luxuriosos, além da voz sussurrada em meu ouvido, que fez um arrepio intenso percorrer o corpo.

Já com as costas coladas no corpo de Licia, a fim de apoiar-me um pouco sobre ela, eu seria bem receptiva, logo afastando uma perna da outra, e jogando meu quadril para trás, começando a me esfregar nela. Então guiaria as mãos dela, colocando uma sob meu peito, apertando-o, e a outra iria deslizar pela minha barriga. - Eu quero sentir toda sua voracidade, bem aqui em baixo, pode ser muito malvada também, afinal eu mereço correto? - Diria com o tom de voz bem perverso sendo um pouco debochada, em meio a gemidos e respirações quentes, mas não estaria implorando, acho que a palavra desafio seria mais apropriado, algo como: Faça o seu pior. E se caso ela o fizer, provavelmente ficará com os dedos pequenos bem lubrificados, por causa do tanto que me senti estimulada até agora.

>><<

Acho que é compreensivo para Licia não entender o real porquê de minha pessoa querer roupas emprestadas. Mas de qualquer maneira fico muito feliz em ilustrar orgulhosamente para ela. - Na verdade eu preciso de alguma sustentação, quer dizer, eles são maravilhosos mas... - Diria enquanto começo a simular pequenos pulos, fazendo meus seios balançarem na frente dela. Talvez, apenas talvez eu fiz com um pouquinho de maldade… Desculpem, é mais forte do que eu.

>><<

Assim que visse o saco de pancadas na academia que Licia improvisou eu logo apontaria na direção dele, para fazer uma piada. - Então é assim que você desconta a raiva da Sra. Badeaux? - E também aproveitaria para me admirar um pouco naquelas roupas, me sentindo irresistível, para variar. "Dificilmente eu usaria algo assim público, mas não ficou nem um pouco ruim."

>><<

Escutaria a princípio as instruções de Licia, sob ficar na base correta, me colocando a dois passos de distância do saco de pancada eu começaria a demonstrar minha técnica. Mantendo a perna esquerda ereta para reduzir o peso sob ela, e evitar que o ferimento comece a doer. Eu iria realizar um chute baixo, acertando o saco de pancada com a região final da canela. Ao mesmo tempo que rotaciono o pé esquerdo, e giro o quadril junto do torso. Tendo de me conter, para não acelerar involuntariamente, além de me esforçar mais do que gostaria para controlar o peso da perna durante um tempo maior, a fim de acertar o alvo. E novamente apoiar o pé direito no chão, para não ficar muito tempo apoiada sob a perna lesionada. E assim repetiria o movimento por quase vinte, sentindo uma certa empolgação percorrer o corpo por causa da apressadinha me assistindo, fazendo com que eu me dedicasse um pouquinho a mais em realizar os chutes de maneira mais lenta, porém com grande preciso. Para que ela tivesse o privilégio de observar atentamente meus movimentos.

Após parar alguns segundos respirar e distensionar a musculatura das perna, eu daria início ao ensaio do próximo do passo. Ainda mantendo os chutes baixos, dessa vez levando a perna direita ao lado do saco de pancadas, e "puxando" a perna para trás, com intenção de acertar um chute usando o calcanhar. Movendo o corpo em harmonia ao ritmo da perna. Enquanto mantenho a respiração regular, inspirando pelo nariz e expirando pela boca. Fazendo repetições do mesmo passo, mais ou menos vinte vezes.

Parando novamente por cerca de meio minuto, antes retornar a minha aula. Dessa vez com chutes os chutes médios, mas seria bem parecido com os anteriores, primeiro começando as repetições de chutes com a canela, mantendo a perna levantada na altura do quadril, os joelhos parcialmente dobrados, sendo estendidos apenas instantes antes de acertar o objeto de treino. Depois novamente fazenda a pausa para descanso. Para então fazer os chutes de calcanhar, dessa vez com ambas as pernas estendidas, usando o calcanhar direito para acertar o centro do saco de pancadas, enquanto giro parcialmente o corpo. Tentando manter as exigências da loira durante todo o tempo, sem extrapolar em força e velocidade, e me forçando a ser precisa, controlando o peso da perna. Afinal minha pessoa não poderia desapontar o público que está assistindo.

Agora provavelmente estando com a respiração mais pesada, eu viro meu rosto na direção de Licia. - Então? - Dizendo com certa indiferença e seriedade, afinal não era a mais prazerosa das atividades, esperando que Licia tivesse algo a comentar. Se ela quisesse observar um pouco, eu apenas iria esboçar um sorriso com o canto dos lábios, pois é totalmente compreensivo a platéia pedir por biz, e retornaria ao ensaio, mantendo a ordem de cada repetição treinada, ou uma em específico se a loira dissesse.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 8 EmptySex 21 Fev 2020, 11:24




A vida de Kare não parecia ser fácil mesmo para os momentos prazerosos que teimava em colocá-las em situações de difíceis escolhas. Se ela convidasse Licia, ela iria? Ou se ela ficasse com a loira e mudasse os planos de sua vida? Talvez deixá-la e seguir em frente com o que havia planejado? Mas o que eram estes planos mesmo? Não haveria neles espaço para mais uma garota? Ficar? Deixar? Levar? Haviam outras opções? Algo que a pudesse deixar possuir tudo que desejava sem ter que abandonar alguma outra coisa?

Esses, todos esses sentimentos eram derramados sobre aquela cama em que viviam aquele fugaz momento aproveitando-se ao máximo da companhia uma da outra até o ponto que até mesmo excedem os seus corpos e deles transcendem unindo-se como uma.

Licia com a cabeça meio inclinada para o lado, com seus cabelos espalhados e emaranhados por baixo de sua cabeça criando-lhe uma moldura dourada faziam seu sorriso parece um verdadeiro sol, ela olhava atentamente para Kare enquanto sorria ofegante. Seus peito subia e descia assim como o da morena. Suas mãos tocavam os braços de Kare onde ela deslizava suavemente com a ponta dos dedos produzindo um toque suave de vai e vem. Ela naquele momento desejava pedir para Kare ficar, para que ela não fosse ou então que fossem juntas. Ela desejava isso, e nem mesmo se entendia, pois tinham acabado de se conhecer, mas de alguma forma tudo o que ela queria era estar ali com a mulher a refletida em seus olhos, aquela que agora estava um pouco descabelada com uma cachoeira negra descendo em volta de seus rosto, com as pontas roçando o abdome de Licia a cada ofegada que dava…. Mas Licia não disse nada, ela não o faria.

>><<

- Então. - Continuava a sussurrar palavras sopradas em direção ao ouvido de Kare. - Você quer - A pequena mão de Lícia alcançou os lábios de Kare, dois dedos fizeram pressão e se abriram enquanto o último, que estava no meio, dobrou-se como um gancho. - que eu seja - sua outra mão aperto e torceu levemente o mamilo da morena. - Mal-va-da? - Fez um arrepio percorrer o corpo de Kare quando moveu sua mão abaixo empurrando seu quadril para frente e mordeu o cangote dela.

Licia continuou provocando a morena muito lentamente, era realmente uma vingança muito agradável na qual ela não mediu esforços em ser cruel. Acariciava com intensidade apenas por tempo suficiente para permitir que a jovem diabinha estivesse quase lá só para então aliviar seus movimentos deixando aquele sentimento vazio e até mesmo desesperador daquela súbita perda. - A-in-da-Não. - Voltava a falar enquanto provocava a morena. - Tem algo que. - ergueu-se na pontinha dos pés, seus seios deslizando pelas costas da sua amante enquanto seus lábios colaram-se aos ouvidos dela com um mordiscar leve. - Ainda não lhe mostrei. - Licia começou a conduzir Kare novamente para cama, deitando-a ali entre beijos e carícias enquanto montava sobre uma das pernas dela e erguia a outra acima de seu ombro. Delicadamente ela ia beijando os pés e panturrilha dela enquanto "passo a passo" subia pela outra perna permitindo que Kare sentia-se o mel dela ao roçar e finalmente Licia se encaixava perfeitamente com Kare. - Esse é um tipo diferente de dança. - Falou olhando Kare profundamente em seus olhos revelando logo a seguir um sorriso diabólico quando começou a lentamente rebolar.

[O resto fica para vossa imaginação.]

>><<

Licia arregalou os olhos, abriu a boca e a cobriu com uma mão em uma face que revela um choque profundo. - Você...Você não pode contar isso pra ela. - E então sorriu antes de saltitar para mais perto do saco. - Hehehe, ele na verdade já foi muitas pessoas. - O que provavelmente poderia sim incluir Bellatrix.

>><<

- OI??? Que? Hehehe, acho que me distrai. - Na verdade parecia que Licia tinha babado um pouco, mas a situação foi rapidamente corrigida quando ela ergueu a mão direita e limpou o canto da boca usando as costas da mesma. - Vou pegar uma água pra gente. - Saiu "correndo" do quarto em direção a cozinha voltando pouco depois depois com uma jarra e dois copos num dos quais serviu Kare.

- Na verdade acho que é como a dança ou qualquer outra coisa. Você aprende os passos, pratica e pratica até que eles se tornem naturais e depois inventa seus próprios passos. - Ela deu o ombro e foi até um canto onde pegou um tipo de peso com velcro. - Fortalecer a perna também é importante. - Ela amarrou o peso nas próprias penas e depois ajoelhou-se à frente de Kare com outros dois pesos. - Senhorita Lawford, você aceita este peso de perna como prova do… Hnmmm - Ela pareceu um pouco indecisa com que palavra usar. - Como prova da minha vingança por deixar minhas pernas tremendo? - Decidiu seguir um caminho menos fofo e mais arteiro enquanto sorria olhando para cima.

Ela poria os pesos nas pernas de Kare enquanto aproveitava da oportunidade para acariciar a pele e pés dela e também beijar e mordiscar as coxas expostas. Após fixar ambos ela deslizava as mãos por toda a extensão das pernas da jovem enquanto se levantava também beijando o abdômen exposto da morena até subir e deixar seu rosto próximo ao da outra enquanto ela tinha que olhar para cima e então escapuliu contornando o corpo de Kare com suas mãos segurando a cintura da jovem enquanto a loira ia para as costas da morena. - Certo Mimadinha. Agora chutes médios. Chute e segure a perna esticada por uns 2 ou 3s e então recolha para base de novo.  - Ela ajudaria Kare nas primeiras sequências já que os pesos prejudicava o equilíbrio e então logo que sentisse Kare se estabilizar iria para a frente a dela espelhando o movimento.

O treino seguiria nesse ritmo com Licia comandando o ritmo com seus próprios movimentos e esperando que Kare a imitasse, a morena a veria mordendo os lábios e então ouvira a pergunta. - Porque minha diabinha perigosa não me conta as travessuras que a mantiveram longe da minha cama na noite passada? - Ela sorria maliciosamente, talvez ela gostasse mesmo de mulheres perigosas.




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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 8 EmptySab 22 Fev 2020, 02:47


Me parece ser um bom sinal ver a apressadinha correndo um pouco atrapalhada. "Quer dizer que minha pessoa foi bem?" Cobrindo os lábios com as costas dos dedos dobrados, eu iria esboçar um sorriso pequeno sorriso, achando a situação engraçada, ao mesmo tempo que me dá algumas idéias.

Quando ela retornou com a água, eu elegantemente apanharia um dos copos. - Muitíssimo obrigada. - E devagar eu beberia água para hidratar-me, deixando propositalmente escorrer um pouco pelo canto da boca. - Eu realmente precisava disso. - Diria estando agora mais aliviada por saciar a sede. Limpando o filete de água escorrendo pelo queixo utilizando a ponta dos dedos, enquanto discretamente a observaria com os olhos semicerrados. - Vamos continuar de onde paramos? - Sem especificar o contexto.

Meus olhos se reviraram enquanto ri e suspirei sem acreditar na atitude da apressadinha, era até um pouco infantil por parte do dela, mas por se tratar de Licia soava engraçado. - Eu apreciaria mais se minhas pernas ficassem por outro motivo, mas por hora posso conviver com esse fardo. - E assim aceitaria o estranho "pedido" feito pela loira. Sentindo na sequência toda a ardilosidade por trás daquela mente maliciosa. Me fazendo gemer baixinho, e arrancando-me suspiros a cada vez que sentia sua boca calorosa tocando minha pele sensível. Até ela estar "gentilmente" me segurando para auxiliar-me com o equilíbrio. - Por favor, segure bem firme. - Fazendo tal pedido com as bochechas avermelhadas, e uma voz luxuriosa. Enquanto empurro o quadril para trás e começo a rebolar bem devagar. "A apressadinha realmente se vingou." Refletindo o fato de sentir que minhas pernas fraquejaram um pouco, depois de receber tantos "cuidados".

Com a apressadinha me apoiando, eu ergueria a perna direita em frente ao corpo, flexionando o joelho no ar algumas vezes, e também movendo a perna lateralmente nos dois sentidos, a fim de acostumar-me minimamente ao peso extra, então apoiaria novamente o pé no chão. E assim recomeçar-ia a treinar, ou pelo menos tentaria… Realizando um chute médio, girando a perna na altura do quadril como se quisesse acertar o ar com a canela. Mas não iria rotacionar o corpo a princípio, apenas repetindo o mesmo movimento com a perna algumas vezes. Deixando-a por alguns estendida no ar, ao término de cada de chute, antes de retomar a base como me foi instruído pela professora safada atenciosa. Os primeiros chutes seriam apenas para adaptar-me ao peso, regulando gradativamente a força, e me focando em realizar o passo de maneira correta, mesmo tendo de reduzir ainda mais a potência e velocidade dos chutes, para realizar esse feito. Depois dessa primeira sequência, começaria a fazer alguns chutes laterais com o calcanhar, novamente movendo apenas a perna na altura do quadril, e repetindo o mesmo movimento algumas vezes. Retomando então base para respirar. Eu não usaria meus braços ou mãos para apoiar-me em Licia, apenas contaria com meu próprio equilíbrio.

Depois de terminar o aquecido, acredito ter acostumado-me ao peso, eu faria aceno positivo com a cabeça, estando confiante. - Poderia conduzir-me nessa dança senhorita? - Dizendo de maneira galante, mas acredito que dada a situação Licia entenderia que na verdade se trata de uma piada. Então reiniciaria o ensaio propriamente dito, estando com o pé direito meio passo atrás do esquerdo, começando novamente com os chutes, mirando acertar um alvo imaginário com o começo da canela, mantendo a altura no mesmo nível do quadril. Agora me atentando a manter a perna esquerda esticada, durante cada chute, girando graciosamente o quadril, no mesmo ritmo que rotacionar-ia o calcanhar, esticando os joelhos apenas a poucos instantes o tal alvo imaginário. Mantendo a perna estendida, e ficando naquela posição por três segundos mais ou menos. E agora usando mais força na perna, para manter a velocidade e força dos chutes, semelhantes a quando estava sem os pesos. Enquanto continuo focada na execução precisa do chute. Repetindo o mesmo passo por cerca de quinze, e então fazendo pausas de um minuto em média, a fim de não forçar muito a perna. Mas ao contrário de antes, eu repetiria essa série de chutes por mais duas vezes, e faria uma pausa com cerca de dois minutos.

Pelo treinamento estar sendo focado em treinar chutes médios nesse momento, me viria a idéia de tentar alguns chutes com a sola do pé. "Por que não? Assim fica menos entediantemente repetitivo." Seguindo minha intuição primeiro começaria com o que me parecia ser o mais simples. Erguendo a perna direita flexionada na frente do corpo, então arremessando-a para frente, ao mesmo tempo que iria "jogar" o quadril, e girar o calcanhar, e então estender a perna na altura do tronco. Fazendo isso uma duas, três e sei lá mais quantas vezes. Alternando a posição do pé, como se quisesse acertar o chute com o ponta, com a sola inteira, com o calcanhar. Ah sim, eu faria direitinho, tentando fazer o golpe da maneira que mais me parecesse correta, e ficando parada na posição final do chute por alguns segundos antes de recolher a perna. Fazendo duas séries pausada de quinze golpes, ou talvez menos. É que algo não aparentava estar correto. - Hmm. Esse não me parece ser tão bonito…- Inclinando um pouco a cabeça reimaginando minhas diferentes tentativas de fazer o passo, enquanto penso alto estando um pouco desapontada. Mas se a apressadinha me repreender por isso, eu voltaria a praticá-lo mais um pouco.

Assim que a apressadinha parasse de se aproveitar de meu belíssimo corpo. Não que eu esteja julgando-a. Eu praticaria um passo que me aparenta ser mais artístico. Mantendo o pé direito atrás, eu giraria o calcanhar esquerdo junto do corpo, trazendo a perna lateralmente, girando-a em 360° até completar o chute em um círculo completo, deixando meu pé na horizontal, e acertando o ar com o calcanhar, como se ainda estivesse usando aquele atentado contra a vida, vulgo tornozeleiras de combate. Ao terminar o chute, o fato de permanecer estática por alguns segundos antes de novamente retomar a postura, já teria tornado-se quase que um ritual desse treinamento. E assim repetiria esse passo, com um pouco mais de empenho, visto minha insatisfação com o golpe anterior. Faria o golpe por cerca de vinte vezes, então iria parar um minuto, voltando a repetir os vintes chutes junto das pausas, por mais duas vezes, ou três se Licia não tivesse puxado minha orelha anteriormente. Então descansar-ia por mais ou menos quatro minutos.

Por um instante meu corpo iria ficar completamente imóvel com a pergunta da apressadinha, com a postura ereta eu lentamente virar-ia meu rosto em direção a loira, encarando-a friamente com o olhar intenso como se ela fosse uma inimiga que preciso exterminar, sem desviar o olhar ou nem mesmo piscar, ficaria fitando-a por longos segundos. - Se eu te contar precisarei matá-la. - Dizendo friamente com o tom de voz perverso, como se fosse ter muito prazer em cumprir o que acabei de pronunciar. Então avançaria subitamente contra a loira, sem dar tempo de reação, e a pressionaria contra a parede. Enquanto ostento um sorriso sádico, lentamente levando meu rosto ao lado do dela, deixando-a sentir na pele a minha respiração quente. - Está trêmula novamente anjinha ingênua? - Sussurando de maneira provocativa, com a voz maléfica. E depois simplesmente me afastaria voltando a ensaiar como se nada tivesse acontecido, mas precisando morder os lábios para conter a risada travessa.

Durante a aula particular da apressadinha, eu estaria bem focada em analisar os movimentos das pernas dela, assim como o restante do corpo, não somente para poder copiá-los. Mas também por um outro motivo… Apenas digo que o fato dela ser minha professora, finalmente me trouxe algum interesse em prestar atenção no conteúdo que me é ensinado.

Após observar e repetir os movimentos de Licia durante um tempo, eu sentiria uma grande necessidade em me aprofundar no conhecimento que está sendo passado. Então quando ela estivesse parada na posição final do golpe em questão. Eu iria aproximar-me por detrás da loira, e apalpar-ia a coxa dela por debaixo da saia. - Eu estou tendo um pouco de dificuldade em reproduzir esse passo, poderia ficar assim por mais alguns segundos? Afinal você é uma professora tão dedicada. - Dizendo com a voz mais dengosa, e um pouquinho maliciosa. Então iria apertar demasiadamente as coxa da loira, movendo a mão de um lado para o outro. E com a outra contornaria o quadril, fazendo questão de analisar a disposição dos músculos do glúteo, e colocando-a por dentro da camiseta, tateando a cintura. - É apenas para finalidade de estudo professora. - Diria de maneira exageradamente sincera, apenas enfatizando meu cinismo. Uma das mãos apalpar-ia a coxa enquanto se aproxima da virilha, e a outro percorreria a lateral da cintura, passando pelas costelas, até chegar no seio, onde eu massagearia. - Ah sim, ótimo, ótimo, agora compreendo. - Ainda mantendo meu cinismo descarado. E antes das minhas mãos extremamente interessadas em aprender chegarem em certas partes de interesse puramente acadêmico, eu iria recolhê-las. - Muitíssimo obrigada professora, agora podemos retornar com as lições. - Nesse momento eu não aguentaria, e acabo deixando uma risada abafada escapar, durante toda a encenação de aluna dedicada, porém imediatamente reassumir-ia o semblante sério e compenetrado. Mas a verdade é que eu de fato estaria mais motivada a continuar praticando.

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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 8 EmptyDom 23 Fev 2020, 14:55




Licia observou quando Kare mudou o padrão de chutes para um novo tipo de pontapé, deixou-a praticar durante algum tempo e quando percebeu que a mesma havia interrompido a sequência aparentemente insatisfeita com o resultado ela falou. - Como essa minha aluna desiste fácil… Talvez… - Se aproximou um pouco de Kare rebolando seu corpo ''brilhante'' em direção ao morena. - Ela precise ser devidamente disciplinada? - Colocou uma mão no ombro da morena e começou a circular lentamente em volta dela. - Eu tenho no quarto uns acessórios ideais para disciplinar alunas - Fez uma pausa ao chegar nas costas dela e espichou-se para alcançar o ouvido. - Le-va-das. - Mordeu-lhe a ponta da orelha e então a enlaçou pela cintura. - Vou te ajudar com esse.

Com os braços enlaçados ao redor de Kare a puxou e virou-a para a parede deixando um espaço de mais ou menos um metro. Uma das mãos abraçava e deslizava pelo abdome da morena enquanto a outra descia alcançando o meio das coxas dela antes de deslizando por cima da saia chegar na parte externa onde agarrou a coxa de Kare erguendo sua perna até que seu joelho chegasse a altura do peito dela própria. Nesse momento a mão que segurava-a pelo abdome desceu firmando-a entre as penas. - Viu? Assim. Está sentindo? - Sussurrava Licia no ouvido dela e parecia estar se divertindo com a lição. Ali lentamente conduziu Kare a aperfeiçoar aquele chute, mostrando-lhe com suas mãos a sensação que ela deveria ter no corpo para fazê-lo.

O passo a passo seria inteiramente sussurrado ao pé de seu ouvido até que por fim ela se afastaria, abraçando seu abdome com um das mão e erguendo a outra para ajustar um óculos imaginário. - Você pode usar esse chute para virar uma pirueta e se afastar do oponente também. - Usava um tom de voz que também lembrava uma professora, embora muito mais sexy e convencida.

>><<

Naquele momento faziam uma pausa, o suor marcava o corpo de ambas, mas o vento que entrava por uma fresta na janela mantinha o ambiente fresco. Aproveitando a pausa Licia buscava descobrir um pouco mais daquela mulher que estava ocupando prazerosamente o seu tempo nos últimos dias.

- Talvez eu… - mordeu o lábio inferior e completou. - Goste disso. - Kare então avançou sobre ela com um ímpeto tão intenso que fez Licia soltar um gritinho ''fofo'' considerando que era ela a solta-lo, a fazendo rir assim que encostou na parede com Kare aproximando-se até seus rostos ficarem quase colados. - Estou. - O peito de Lícia subia e descia forte, sua respiração audível aos ouvidos de Kare. - Mas o motivo. - as mãos da loira posaram em seu próprio peito e ela encarava Kare nos olhos. - É outro. - Obviamente não tinha medo em seus olhos, o sentimento certamente era outro.

>><<

- Hnmm… Assim? - no entanto Licia havia mudado levemente a posição do chute elevando ainda mais a sua perna erguida fazendo a saia escorregar reveladoramente enquanto Kare lhe ''sustentava'' por trás com suas mãos analisando minuciosamente o corpo da loira para identificar o segredo por detrás da postura. - Certo. Eu como uma professora dedicada tenho o dever de sanar todas as dúvidas da minha preciosa aluna. Hnnnn[gemeu] Então seja minuciosa. - Incentivou-lhe.

A perna de Licia começava a tremer devido a posição e ao peso que nela estava amarrada, assim faltava-lhe equilibrou o que a fez precisar usar uma das mãos para enlaçar a cabeça de Kare puxando-a de encontro ao seu pescoço. - Desculpe, mas é que eu preciso … sabe? - ela inclinou um pouco a cabeça para o outro lado oferecendo a carne macia aos lábios de Kare, mas então Kare a deixou…. O que fez um olhar de: '' AHHH, então é assim Vadia?'' estampado no rosto de Licia que agora abaixava a perna virando-se para Kare de braços cruzados e peito estufado. - Hun, Hun. Certo, Certo. Então agora por favor me mostre o que aprendeu com isso. - Ela teria falado cheio de pompa e confiança com um semblante bastante sério. - Vamos, o que está esperando? - Insistiria para que Kare realizasse o chute. - Não, Não. Está errado ainda. - Então se aproximou da morena indo para suas costas e de forma imperativa falou. - Denovo, e mais alto agora. ISSO, segure agora. - Então ela não deixaria o prato da vingança esfriar e o comeria ali mesmo, dando a Kare o mesmo tratamento que havia recebido enquanto tecia alguns elogios e comentários. - Certo… Isso aqui parece muito bom. Firme, mas macio ao toque. Parece estar tudo no lugar. - Comentava enquanto suas mãos apalparam o corpo de Kare. - Molhado… Certo, certo. Muito bom. Rígido e saliente… Hnmm. Ótimo… Não, na verdade, Perfeito. - Seu polegar e indicador se fecharam enquanto moviam-se suavemente pressionando e então assim como Kare ela se afastaria rindo.

>><<

- Certo. Continuar… Mas acho que já chega de pesos por agora. Poderia me ajudar? - Ela punha a perna direita para frente encostando apenas a ponta do pé no chão e pedindo para Kare lhe ajudar a remover o peso.

>><<

Com os pesos removidos e com a ajuda de Kare ela voltaria a prender o saco de areia no teto para agora praticarem chutes altos, Licia por sua vez escolheria uma posição um tanto quanto suspeita, pois teria se abaixado do outro lado do saco firmando-o por baixo enquanto observava Kare de um ângulo propício. - Apenas para fins educacionais eu como sua professora irei-lhe observe atentamente. Apenas para eventuais correções de postura… É claro. Então agora comece. Lembre de manter a base e usar o pé de apoio para impulsionar. Dois Chutes lentos e um rápido. - Licia então iria mais uma vez passar instruções para Kare e como ela mesma havia informado estaria se mantendo atenta e observadora aos movimentos de Kare, mas especificamente na ''abertura'' das suas pernas.


[Pode descrever outros exercícios com chutes alto, uma meia hora de treino apenas. ]

>><<

- Eu preciso de um banho. - Realmente estavam bastante suadas, Licia inclusive puxava o centro de sua regata se refrescando. Agora era por volta de 18hs e ambas começavam a sentir a fadiga, mas também a fome de terem se exercitado por tanto tempo.

As pernas de Kare tremiam, assim como as de Licia. Havia também dor no abdome de ambas por terem mantido as pernas erguidas por tanto tempo, mas certamente o Pior de tudo para Kare seria aquela maldita dor nos pés e a incrível recusa do mundo em lhe dar uma massagem. Nesse momento Licia iria para o banho, Kare poderia ir junto, mas as chances de rolar algo, devido ao incrível estado de cansaço de ambas era baixíssimo…. Afinal é importante saber o momento de parar.

>><<

- No fim.. Você me enrolou antes e não respondeu. - Ela deu os ombros. - Não importa. - Sorria. - Mas como uma dama, eu acho que evidentemente preciso ser recompensada pelo bolo. - Essa conversa seria travada após terem saído do banho. Ela estaria olhando para Kare esperando um ''convite'' para sua recompensa.



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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 8 EmptySeg 24 Fev 2020, 06:15


De maneira no mínimo suspeita Licia me incentivou a continuar praticando. "Não creio que a sensação percorrendo o corpo de minha pessoa no momento, seria a mais adequada para executar um chute." Tantos estímulos realmente me deixaram com mais vontade de continuar com a prática, porém não era pelo motivo correto… Ou era.

A atitude da professora me fez sorrir presunçosamente, não esperava que ela fosse ficar tão bravinha, mas por se tratar de Licia, acho que é compreensivo a "falta de profissionalismo". Fiquei a encarando com um certo descaso até escutar a cobrança mais assídua. - Tudo bem. - Dizendo de forma um pouco debochada, como se não desse tanta importância assim. Então chutaria tão alto quanto ela quisesse, e ficando estática, deixando-a aproximasse para a avaliação física. Deixaria o peso cair sob o ombro oposto ao da perna esticada, assim como apoiaria o braço na cintura para contrabalancear todo o peso. - Assim professora - Diria em um mix de sarcasmo e seriedade. O tempo todo manteria a pose de aluna centrada na aula, sem transparecer a dorzinha um tanto prazerosa por ficar com a perna esticada, além de toda a minuciosidade demonstrada pela loira em exercer a profissão. Iria observar Licia por cima do ombro, enquanto ostento um sorriso arrogante, como se estivesse fazendo a coisa mais fácil do mundo, apenas para provocar a loira. - Esperava que fosse ser mais rigorosa em vossa avaliação professora. - Dizendo maliciosamente, mesmo sabendo o risco de tantas provocações por minha parte.

Mesmo se eu falhasse em manter a pose soberba. O que sinceramente não vejo como isso pode ser ruim. Eu olharia para Licia parecendo estar estar confusa. - Professora apressadinha, a senhorita esqueceu-se do mais importante. - Diria como se estivesse um pouco confusa, para fazer a loira perder toda a pompa, ou pelo menos causar alguma dúvida. Então desfilaria até ela, envolvendo a cintura da professora com as, deslizando-as para baixo, onde apertar-ia com firmeza, puxando-a para mim, então começo a apalpar enquanto lhe dou um beijo caloroso. - Minha recompensa por ser uma aluna tão talentosa. - Diria após o término do beijo, sendo um pouquinho convencida, e estando plenamente satisfeita.

Para ajudá-la a remover os pesos, eu não iria com a melhor da intenções ou nem mesmo com muita vontade, me agachando em frente a loira e assim poder tirar os pesos, sendo bem prática, e talvez um pouco brusca. Porém assim que terminasse de remover o segundo peso, eu envolveria a panturrilha dela com as duas mãos e iria apertar com um pouco de força, para causar dor, então tiraria proveito da situação para abocanhar a parte interna de umas das coxas de Licia, mordendo, chupando e esticando um pouco a pele, presenteando-a com uma bela marca. - Prontinho - Diria inocentemente, apesar do sorriso travesso estampado no rosto. E sem dar oportunidade para vingança, eu iria rapidamente remover os pesos de minha perna, antes de ficar em pé. "Seja criativa apressadinha."

Com o posicionamento "estratégico" da loira, minha pessoa logo entenderia o que se passava em sua mente, mesmo não ficando incomodada, eu ainda faria uma pequena brincadeira. - Ótimo, não perca nenhum detalhe. - Dizendo de maneira maliciosa, mas sem deixar claro minha real intenção. "Se puder." Então me colocaria em frente ao saco de pancada, respeitaria fundo, assumindo a postura para chutar, com o pé direito um pouco atrás. E assim giraria todo o corpo em torno do pé esquerdo de maneira súbita. A fim de acertar um chute não tão alto, usando toda a velocidade que me fosse possível, agora que não há mais peso para limitar-me, apenas para que Licia não conseguisse acompanhar da maneira que gostaria, sem me importar se executei o movimento de maneira precisa. - Então? - Diria em tom de deboche, após fazer um giro completo com o chute. Aguardando por alguma reação de descontentamento.

>><<

Depois da minha pequena travessura com a loira, eu iria atender atender suas expectativas. Começando pela respiração branda, para manter o foco, então giraria de maneira graciosa quadril e ombros em harmonia com o pé esquerdo, até ficar de perfil para o saco de pancada, e assim acertaria três chutes consecutivos, mirando com a intenção de acertar o primeiro na altura do meu ombro, o segundo no pescoço, e o terceiro na cabeça. Envergando sutilmente o corpo, à medida que os chutes fossem ficando mais altos, sempre tentando acertar o saco de pancadas com a região da canela que estaria coberta pela tornozeleira. Dessa vez não iria exceder em velocidade, e sim manteria o objetivo de executar cada golpe da maneira mais correta. E o fato da apressadinha estar assistindo, só me deixaria mais obstinada a cada execução. Fazendo as habituais séries com quinze a vinte repetições e depois pausando.

Então treinaria outro passo, dessa vez movimento único, com o pé direito um pouco a frente do esquerdo, rotacionar-ia o corpo todo em sentido horário, "puxando" e elevando a perna direita durante o giro, para acertar o saco de pancadas com o calcanhar direito, mirando na altura de minha cabeça. Talvez esse movimento não agrade tanto a apressadinha, considerando seu ponto de visão. Porém após recobrar a postura, e antes de colocar o pé no chão novamente, eu iria agradá-la. Girando a perna direita no sentido horário em um círculo lateral, e quando minha perna estivesse alta o suficiente, eu iria puxá-la para baixo em diagonal, mirando com o calcanhar como se quisesse acertar a interseção de meu pescoço com o ombro. Para finalmente assumir a postura inicial. E assim repetiria esses dois passos conectados em sequências com pausas. Para variar…

E considerando que meu público pode ser um tanto exigente, eu não me conteria e executar uma performance que deixasse a platéia contente. Flexionando um pouco os joelhos, apoiando a maior parte do peso sob o joelho direito (visto que ainda não sei o real estado da perna esquerda), estando na posição prévia com meu corpo de meio perfil para o objeto de treino, eu faria um pequeno salto enquanto giro parcialmente o corpo no ar, mirando acertar o início da canela no saco de pancada. Depois de reassumir a postura inicial, eu saltaria novamente, porém girando o corpo no sentido oposto, a fim de acertar o saco de pancadas com o calcanhar. Porém para a decepção dos espectadores eu não repetiria esse movimento muitas vezes, considerando que minha condição física já esteve melhor, faria sequência de a catorze vezes, intercalando chute com a canela e calcanhar. As pausas dessa vez também seriam maiores, e o número de sequências provavelmente menor. Os pulos não seriam tão altos, tentaria manter a altitude suficiente para eu ter tempo de completar cada rotação, e poder pousar com plenitude.

Desta forma exerceria o treinamento, alternando entre cada coreografia, até Licia interromper o ensaio. E devo confessar que não teria qualquer objeção com a decisão da professora pervertida. Para me aliviar do calor, e apenas para isso… Eu dobraria a camiseta que estou trajando (que já tem muito pano, só que não), deixando uma generosa parte dos seios expostas, também abaixaria a frente da saia, para deixar aparecer os ossinhos da bacia, e começaria a me abanar, mantendo uma mão na cintura. - Apressadinha, poderia buscar outro copo de água por obséquio. - E assim que ela prestasse atenção em mim, com a mão de abanar iria colocar os cabelos atrás da orelha, inclinando ligeiramente a cabeça, expondo mais de meu pescoço. - Eu adoraria ir buscar, mas você me deixou tão dolorida e cansada. - Diria sendo bem manhosa, alongando a pronúncia de cada palavra, apenas para fazer mais charme, pois dúvido que ela irá sensibilizar-se pela minha exaustão. Mas para isso o estímulo visual se faria tão necessário.

>><<

Enquanto Licia toma banho eu aproveitaria para catar as roupas espalhadas pela casa, e assim poder banhar-me, saindo do banheiro já estando vestida.

- Que estranho, não me recordo de ter estipulado nenhum horário para ontem, ou sequer ter marcado algum compromisso. - Diria com o dedo indicador apoiado no queixo, enquanto fico olhando para cima, fingindo-me de desentendida, em relação ao comentário da loira. Apesar de minha pessoa não estar mentindo. - Se estava tão ansiosa por me ver, deveria apenas ter dito. - Dizendo irritantemente com um sorriso debochado no rosto.

Então daria as costas para ela e caminharia até a porta de saída, parando já com ela aberta como se estivesse prestes a sair, então iria observá-la virando o rosto minimamente por cima do ombro, e usando apenas o canto dos olhos. - É melhor se apressar, ou irei sozinha ao spa. - Diria já ameaçando dar mais um passo para fora.

E assim caminharia até algum spa, ou aceitaria a sugestão da apressadinha, caso ela conheça algum. Pois agora que meus preciosíssimos pés começaram a doer de fato, minha pessoa não pode mais prostergar com a massagem.

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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 8 EmptySeg 24 Fev 2020, 12:43




- E o que é que eu posso ter esquecido Mimadinha? - Licia se voltava para Kare fingindo mal-humor enquanto mantinha as duas mãos apoiadas na cintura e batia a ponta no pé no chão. Lícia não perdia a pomba visto que era uma atriz e que também havia conseguido se acostumar a personalidade de Kare e por isso não tinha qualquer expectativa de que a morena fosse lhe deixar sem resposta de modo que ela mesma estava pronta para aceitar qualquer rumo que as coisas pudessem tomar sem se permitir sair do papel.

Kare se aproximou dela agarrando-a com certa brusquidão ao puxar o corpo da mulher para junto do seu beijando-a calorosamente. - Vejo que minha aluna é realmente mimada achando que merece recompensas assim. - Embora as palavras fossem estas as mãos de Lícia também estariam-na envolvendo em uma abraço que só largaria após mais alguns segundos.

>><<

- Isso, o outro por favor. - Licia trocou a perna de apoio pondo a outra agora a frente para que Kare removesse os peso. - AIIIIIII. - Licia saltou para trás levando a mão a parte interna da coxa e fuzilando Kare com o olhar, podia é claro ser uma ótima atriz, mas não estava assim tão acostumada as dores ou sequer era resistente para ignorá-las. Seu olhar deixava bastante claro a mensagem: "Vadia, vai ter volta e vai ser quando você menos esperar."


>><<

- Claro. - Licia respondia ao pedido de Kare por água. Obviamente não lhe seria qualquer problema, era afinal, o mínimo que uma boa anfitriã como ela poderia oferecer a sua convidada especial. - Irei pagar algo para lhe refrescar. - Sorria enquanto olhava com afeto para o corpo desnudo de Kare e então partiu para a cozinha voltando menos de um minuto depois com um copo cheio de água fresca o qual entregou para Kare ao se aproximar bem dela ficando coladinha a ela e falando com uma voz bem carinhosa. - Aqui Mimadinha. - Sorria com afeto para Kare como uma jovem apaixonada. Assim que pegou o copo da mão da loira ela usou da mão livre para acariciar com os dedos o abdome da morena de forma carinhosa. - Não peguei gelada, não quero que você fique doente. - Falava cheia de carinho agora enquanto fazia igual carinho suave na pele de Kare.

Então sua outra mão também avançou sutilmente para o abdome da morena que nesse momento sentiu um arrepio terrível percorrer-lhe o corpo como um choque potente que inclusive fez-lhe se babar com a água que bebia. Licia na outra mão carregava um pedaço de gelo ao qual esfregou na pele quente de Kare causando-lhe este choque. - Pode me pedir, sempre, o que quiser mimadinha. - Licia havia se afastado até quase a saída do quarto e escondia um sorriso maldoso enquanto usava o gelo em sua mão para refrescar o seu próprio pescoço. Essa era a irremediável diferença entre estar preparado ou não para aquela sensação.

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Licia tinha uma ruga de concentração marcada na testa, sua mão erguida apoiava-se no centro da mesma. - Verdade. Acho que foi com alguma outra morena que eu havia combinado algo… Mas se é isso o que você veio fazer aqui hoje mesmo? Sentiu saudade? - Devolvia a provocação… Ahhh, ela não se deixaria abalar pelos joguinhos de Kare, afinal ela também era alguém que gostava de ficar por cima.

Ainda assim… Ela sorriu ao convite e correu para a porta saltando e abraçando Kare em uma demonstração de genuína felicidade de uma jovem moleca como ela era. - Eu conheço um lugar ótimo, você vai adorar. Lá tem o Richar.. Ahhh, ele faz milagres com aquelas mãos, é o melhor massagista em quem já fui. E o melhor, não é muito longe daqui.

O clima continuava firme, porém mais frio que anteriormente estando perto dos zero graus agora. Isto havia firmado novamente a neve a impedindo de derreter, mas tendo criado alguns pontos de gelo pelo caminho. Como ambas vestia um casaco pesado sentiam o vento apenas em seus rostos durante o trajeto que agora era mais uma vez iluminado por lampiões presos aos postes.

- Ei, vem comigo. - Licia puxou Kare em determinada altura levando-a em direção a uma barraquinha de comida, algo que Kare jamais teria feito por livre e espontânea vontade, mas que de alguma forma parecia natural naquele momento, talvez porque parecia realmente algo que Lúcia faria… ou seja, comprar comida de rua para comer enquanto se caminha na rua.

Ela pegou algo para si, e pediu se Kare queria. - Todo aquele exercício me deixou faminta. - Ela agora não atuava nenhum papel, era simplesmente ela. Uma jovem loira cheia de vivacidade, sonhadora e alegre que parece ter um talento para se divertir com as menores coisas. A barraquinha não tinha nada de especial fora o bom fluxo de clientes que iam até ali para comer. Haviam algumas mesas de madeira com bancos dispostos a frente da mesma e a comida servida era simples, mas bem feita. Haviam alguns espetinhos de carne de lula, mas também Dangos entre outros bolinhos feitos de frutos do mar como takoyaki. Licia havia pego para ela um espetinho de madeira com seis takoyakis espetados e também pagaria algo que Kare pedisse junto a um chá dentre a variedade de 10 chás servidos pelo local.

- Meu pai adorava Takoyaki. - Diria depois de voltarem a caminhar já quase no final do seu espetinho.

>><<

Haviam varios tratamentos no SPA, dos mais variados preços. Desde 200k para apenas um banho de banheira até 1kk nos quais estavam incluídos o banho de banheira, vinho, massagem, manicure, pedicure, tratamento capilar e outros tratamentos até mais caros, mas que já não estavam disponíveis naquele horário devido a falta de tempo para a aplicação dos mesmos.

- O Richar e o Baldric estão hoje? - Licia perguntaria para a mulher da recepção que as atendia. - Vamos querer eles.

O valor pago dependerá do pacote que Kare escolher para elas. A banheira seria grande, com espuma e pétalas de flores, acompanhada de uma garrafa de vinho onde ambas poderiam relaxar juntas na mesma banheira ou se preferirem em banheiras separadas. A massagem poderia ser simples com óleos no corpo todo ou mesmo alguns tipos mais exóticos com pedras aquecidas que seriam ideias para o relaxamento dos músculos. O tratamento do cabelo incluiria corte, pintura, banhos de creme assim como o mesmo também poderia ser solicitado para a pele do rosto na forma de uma limpeza profunda dos poros.

A maioria dos tratamentos era realizados e ministrado por mulheres, todas vestidas em uniformes impecavelmente brancos. O lugar era todo iluminado por lâmpadas de uma amarelo suave e sua decoração seguia tons claros que ajudavam a relaxar.







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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 8 EmptySeg 24 Fev 2020, 19:03


Uma das consequências do choque foi fazer desaparecer minha vontade de tomar água, pelo menos até eu pegar outro copo. Esperaria até que a loira estivesse com o cubo de gelo em frente ao pescoço para gentilmente fazer meu próximo pedido. - Você poderia passar algum creme nas mãos, elas já estiveram mais macias. - Diria sendo bem mimada, com o tom de voz mais dengoso. Para assim poder causar um tipo diferente de choque, e se minha pessoa tiver sorte o cubinho pode escapar das mãos delicadas da apressadinha, e deslizar pelo corpo dela enquanto ela estaria despreparada. Então caminharia plenissima ao lado dela cantarolando uma melodia alegre e inocente, indo em direção a cozinha. Apesar de parecer não iria considerar isso como uma vingança, era apenas para fazê-la se atrapalhar um pouco, e talvez um aviso para a apressadinha não baixar a guarda tão facilmente.

Claro que minha vontade seria a de arremessar a água do copo no rosto da loira, mas devido a consideração que desenvolvi por ela, iria engolir a seco toda a humilhação de ter reagido de maneira tão deselegante, sentindo o gosto amargo do constrangimento descendo tortuosamente e bem devagar pela garganta. Repensando algumas vezes se realmente valeria a pena suportar isso, enquanto aperto o copo com mais força, enquanto tento manter a civilidade, e no fim não jogaria água.

- Saudade? - Pensaria alto com o semblante em dúvida. - Acho que essa palavra serve. - Ainda pensando um pouco confusa, tentando entender se esse sentimento seria em relação a ela ou de como ela me faz sentir, mas não tiraria nenhuma conclusão de imediato. Então abriria um sorriso meigo. - Sim, eu estava com saudade de vossa pessoa. - Diria de maneira afetuosa. Sem ter muito problema em lidar com esse sentimento ou até mesmo em admiti-lo. Talvez eu pudesse me divertir mais dessa maneira, caso consiga deixar a apressadinha corada.

Quando Licia me puxou para uma barraca de comida na rua, eu posso jurar que vi meu espírito deixando o corpo e continuando a caminhar como se não me conhecesse. O desconforto seria nítido em minha postura rígida e ereta como se estivesse congelada de dentro para fora, e movimentos quase robóticos para comer. Pedindo o mesmo que a loira apenas para ser educada, e durante todo o tempo estaria com um ligeiro sorriso gentil, como se estivesse com os músculos do rosto paralisados. Até mesmo quando a apressadinha citou o assunto mais delicado, eu não conseguiria de expressão. "Me tirem daqui… Rápido!"

>><<

Finalmente podendo suspirar aliviada ao deixar a barraca, e finalmente conseguir relaxar a postura para caminhar em direção ao spa. O cansaço mental seria grande o suficiente para não me fazer iniciar algum outro assunto durante o trajeto.

Analisando brevemente os pacotes disponíveis iria optar pelo mais caro, me sentindo ligeiramente desapontada por não poder escolher por um tratamento mais relaxante. - Quero dois deste pacote. - Diria com tom de desinteresse, e entregaria os 2kk de bellys para a balconista, pagando para mim e para a apressadinha.

Não teria qualquer objeção em relação às escolhas da loira, de nem é por confiar nela, seria apenas por puro desinteresse meu, afinal só quero aproveitar os tratamentos, enquanto fico isenta de preocupações. Porém, contudo, entretanto, todavia, assim que me viessem com a primeira tintura de cabelo, eu encararia a funcionária estando com o olhar atravessado. - Não ouse nem sequer cogitar em manchar meu cabelo sedoso com essa tinta. - Diria de maneira friamente autoritária. Então voltaria a relaxar com esboçando um sorriso de satisfação. - E corte apenas as pontas por gentileza. - Dizendo de agora com a voz muito mais afetuosa.



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