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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Apresentação - 2: Falência ambígua

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 7 EmptySeg 09 Dez 2019, 16:43

Relembrando a primeira mensagem :

Apresentação - 2: Falência ambígua

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Karelina Lawford. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 7 EmptyQui 13 Fev 2020, 17:30


Sendo sorte ou não a porta do esconderijo aberta, e era um trabalho a menos não precisar quebrá-la, sem muitas cerimônias fui adentrando, tendo o desprazer de me separar com uma cena repulsiva, não que o ambiente original já não fosse horrendo o suficiente, agora haviam novas decorações. Caminhei cuidadosamente para desviar dos corpos, tentando não esbarrar em nada com os passos silenciosos. "Não queria sujar ainda mais a sola dos sapatos." Extremamente preocupada com as consequências do que aquela algazarra poderia me causar, eu prossegui.

Foi quando uma sensação até desconhecida por minha pessoa, percorreu-me o corpo, o arrepio vindo da espinha até a nuca, de maneira que se nesse corpo escultural houvesse a pelugem que cobrem os meros mortais, provavelmente estaria eriçada agora. Definitivamente era desagradável, o aperto fundo no peito, as profundezas de meu ser tornaram-se gélidas, o casaco longo de nada parecia adiantar.

Contorci-me encolhendo os ombros, quando uma ligada ofegante de ar deixou os pulmões, me fazendo expirar pela boca. "O que é isso? Apenas sinto como se uma catástrofe estivesse prestes a ocorrer, ou talvez já tenha acontecido, o que poderia trazer tanto desconforto para meu incrível ser..." Ainda sem entender o motivo de de meu corpo parecer mais pesado, como se estivesse presa por correntes de aflição, que me deixaram ansiosa sem motivo aparente.

Foi quando o nervosismo intensificou-se. "Sinto que estou esquecendo de algo muito importante…" Um estalo de lucidez me veio a mente. "Ah não! Isso não pode ter acontecido!" Minha pessoa poderia ter perdido algo muito valioso nesse momento, algo que desencadearia uma catástrofe ainda maior. E então apressei-me, ou ao menos tentei… "Esses corpos imundos, ficando no meu caminho, eles deveriam ter morrido em outro lugar, assim não iriam incomodar-me." Pouco me importando com quem eram, ou que queriam, existe algo que realmente merece minha atenção nesse momento crítico, e com certeza não é ficar dando atenção para cadáveres.

>><<

Finalmente chegando no escritório me deparo com ninguém menos do que Martha, meus olhos logo se encheram de desgosto na direção daquela serva que me apontava uma arma, Já matei gente por menos… a empregada não parou com a atitude hostil mesmo depois de reconhecer, naturalmente minha pessoa não sentia nada além de desprezo pelo que observava. - Continua a usar essas roupas antiquadas mesmo agora. - Dizendo de maneira mais anasalada em tom de resmungo, enquanto iria inclinar levemente o pescoço para o lado, reclamaria decepcionada com ela, afinal Martha aparentemente havia se voltado contra o Hen, porque continuar usando esse uniforme sem graça? E sem querer ficar desvendando respostas para perguntas de baixa prioridade. - Arrf… Tanto faz, de manhã vamos comprar algumas vestes que combinem com vossa pessoa. - Fechei os olhos desviando o rosto para baixo, enquanto suspirei para aceitar tal realidade árdua.

Mas analisando como um todo, algo não parecia correto, que dizer, não que estivesse errado, apenas diferente. Então após alguns instantes observando, pude notar do que se tratava, nesse momento meus lábios tremeram um pouco antes de ficar boquiaberta, meus olhos arregalaram-se quase que de imediato. - Vo-você, mudou o penteado! - Admito que o choque foi surpreendente, era algo que me deixava de fato contente, mas abalo momentâneo ofuscou um pouco minha satisfação.

"Espere, ainda tenho o pressentimento que minha pessoa está esquecendo-se de algo realmente importante aqui, o que era mesmo…" Durante o momento de tensão fez com que meu semblante se tornasse mais sério, aquela sensação fria de antes voltava a apertar meu peito, até que eu finalmente me recordasse do motivo de tanta aflição. - Lembrei!- O breve lampejo de alegria por ter recordado-me do que procurava, fez com que minha pessoa não fosse capaz de manter os pensamentos para si. E logo a dúvida cruel pairou sobre minha mente, encostei a lança no escritório (móvel, parede, tanto faz), então levei ambas as mãos até a cintura enquanto meus olhos preocupados percorriam a extensão do local. - Onde estão…? - Disse com um tom de nervosismo, inflando uma das bochechas com ar, enquanto movia o pescoço de um lado para outro de maneira inquieta a fim de encontrar.

- Martha você sabe onde estão as roupas que deixei no escritório antes de sair? - Diria em tom dúvida, enquanto virava o rosto por cima dos ombros na direção da empregada. Certamente aquelas roupas são extremamente importantes, como poderia minha excelentíssima pessoa continuar a usar trapos rasgados, e ainda ser vista com eles ainda estando sujos de sangue, definitivamente NÃO!

>><<

Se Martha por acaso trouxesse novamente a tona o assunto do Hen, primeiro me sentiria mais uma vez surpresa. Afinal é algo que ela fez sem receber ordens aparentemente, seria talvez um indício dela desenvolvendo vontade própria? Mas depois penso nisso. - Ah claro, o Hen. - Diria sorrindo um pouco envergonhada por não ter respondido a pergunta da empregada anteriormente. - Não há outro motivo para minha pessoa se dar ao trabalho de vir a esse local deprimente tarde da noite, se não para fazê-lo se ajoelhar e implorar pela minha misericórdia, enquanto limpo a sola de meus sapatos em seu rosto. - Diria estando perfeitamente plena, com o semblante sensato, afinal é algo perfeitamente natural e compreensivo de ocorrer. - Mas ele foi bem rápido em por o rabinho entre as pernas para fugir. - Agora com as bochechas infladas de ar, eu estaria visivelmente chateada, afinal era decepcionante ter que aguardar mais tempo para me divertir com o líder da matilha. "Pelo menos agora ele tem a chance de conseguir um sofá melhor." Pensando enquanto dou de ombros, já que não não há mais nada para se fazer nesse escritório.

- O Ras me contou da fuga antes de falecer, então tentei chegar antes do Hen fugir, mas aquele vira-latas era muito problemático. - Diria se caso Martha pergunte como eu sabia da fuga, enquanto me refiro a pequena coleção terríveis de ferimentos que ganhei.

E se ela continuasse com a querer conversar, eu ergueria meu deu dedo indicador na frente dos lábios dela. - Perdoe-me pela interrupção, mas esse não é um local apropriado para duas damas conversarem, irei alugar um quarto para passarmos o restante da noite. - Diria sendo consideravelmente simpática, e até mesmo piscando um olho para a empregada. E assim espero poder deixar o escritório, em direção a alguma pousada ou algo do tipo, levando comigo a lança e as roupas. Mas se Martha dissesse que tem uma casa e me convidasse para dormir lá, minha pessoa não veria motivos para recusar.

Durante o percurso e iria desabafar um pouco com Martha, se houvesse oportunidade para tal, levando o dedo indicador até o queixo, assim ficando mais pensativa. - Sabe Martha, quando entrei no escritório, eu senti algo esquisito bem aqui. - Aponta pro meio dos seios. - Era um aperto bem intenso, mas não era nem um pouco prazeroso. Ainda um pouco admirada por ter vivenciado tal sentimento, podendo parecer até um pouco infantil por ter feito essa "descoberta", diria com um tom mais de surpresa, do que triste. - Mas eu fiquei muito contente por encontrá-la, então passou. - Agora dizendo alegremente, nesse momento até mesmo me permitiria a sorrir ingenuamente empolgada.

"Sinto que ainda estou esquecendo de alguma coisa, ou seria alguém… Tanto faz, se eu não lembro é porque não é importante"
OFF: Narradora: R.I.P Velhote (Crown), foi completamente ignorado pela Vadia louca. Senhorita Lawford.



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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 7 EmptyQui 13 Fev 2020, 18:22




Martha fez aquilo que podia fazer naquela situação… Segurou-se e segurou-se e então riu e relaxou. Embora ''rir'' pudesse ser um eufemismo exagerado para representar um pequeno e entrecortado som que foi produzido por seus lábios durante um ínfimo instante.

- Era melhor do que sujar roupas boas. - Baixou o revólver com uma afirmação tão sábia que Kare provavelmente se veria obrigada a concordar com o grande discernimento daquela mulher prática.

A situação era bastante ''óbvia'' para as duas, embora alguns fatos estivessem bastante nublados elas eram capazes de não se considerar inimigas. - Eu não havia me preocupado achando que havia feito ele conseguir confiar o suficiente em mim... - Martha deu um suspiro cansado. - Mas ele é um rato esguio. - Ela não explicou de fato os motivos que a levavam trabalhar para Henry, embora estivesse implícito que queria se aproximar e conquistar a confiança dele, mas era incerto para qual finalidade.

- Mas…. A senhorita também parece estar precisando de roupas novas. - Ela não mais sorria, mas seu tom tinha um timbre ínfimo de relaxamento que era quase impossível discernir.  

Kare no entanto observava atentamente Martha, pois em sua vista havia algo deslocado e fora do lugar e foi aí que percebeu que o cabelo da mulher estava arrumado de forma diferente. Ao ouvir a colocação Martha não teve nenhuma grande reação, mas havia um pequeno indício de sorriso em seus lábios enquanto um pensamento de: "O que mais eu devia esperar" transitava em sua mente. - Espero que seja mais do seu agrado Senhorita. - Martha então deixou a mesa e levantou as cadeiras a frente. - Sente-se por favor. - oferece um assento para que Kare pudesse descansar. - Infelizmente devido ao estado do local não poderei-lhe oferecer nada já que seu anfitrião parece ter levado tudo de valor.


No entanto Kare não parecia estar prestando muita atenção, pois finalmente percebia qual era o motivo do desconforto crescente que vinha sentindo. - É claro Senhorita, eu as levei para casa mais cedo para lavar, iria lhe trazer amanhã. Acredito que devam estar secas a essa altura. - Embora Martha não fosse realmente quem parecia ser aquele comportamento de empregada prestativa parecia ter se tornado algo tão enraizado nela que era-lhe quase impossível ser outra coisa e muito embora estivesse claro que ela não era tão silenciosa quanto antes fazia parecer era claro também que ser uma empregada havia deixado de ser seu disfarce e se incorporado naquilo que ela realmente era, talvez seja verdade quando dizem que quando você mente para você por tempo o suficiente a mentira acaba se tornando verdade. E era exatamente isto que havia acontecido com Martha que por tanto tempo vinha mantendo o papel de empregada eficiente que isto havia se tornado parte do seu próprio ser igualmente o decoro e cordialidade em sua forma de falar.

Kare então sentava-se afinal seus pés lhe estavam matando. - Posso supor que matou Rasnak e está aqui para terminar o serviço? - Martha por outro lado, mesmo havendo uma cadeira sobrando permanecia em pé.

- Houve interferencia da Familia Stain. Eles auxiliaram os Tenfloy pelas sombras e tentaram matar Henry… Mas ele tem um bom sexto sentido eu suponho. - O rosto de Martha se tornou um pouco carregado. - Quase me entreguei quando você apareceu, mas consegui disfarçar… Ou talvez tenha me entregado e por isso ele fugiu me deixando para trás. - ela parecia estar se lamentando por ter fracassado em algo, mas não informava a respeito do que este algo era.

- A senhorita já sabia que ele fugiria? - Martha perguntou e teve sua resposta. - Então ele já devia ter planejado antes mesmo de vocês saírem. - Ela acenou afirmativamente com a cabeça para si mesmo. - Suspeito que tenha sido para Wars… Rasnak deu a sua... - Kare no entanto se levantava pondo um dedo a frente dos lábios da empregada que se calava. - É claro Senhorita, perdoe-me. - Ela fazia uma leve reverencia…. Realmente aquele papel de empregada havia se enraizado nela de forma irreversível, mas não ofereceria sua própria casa para hospedagem justamente por não achá-la digna da presença de Kare. - O lugar onde durmo é aqui perto, pegarei as roupas da Senhorita antes de irmos.

Deixaram o local e como dito por Martha o lugar onde dormia era próximo ao escritório em um prédio de aparência muito pouco convidativa. Na saída Martha trazia uma sacola com as roupas limpas de Kare, mas também um casaco longo. - Lhe trouxe um casaco senhorita. Creio que seja impróprio que a vejam entrando com roupas manchadas de sangue e rasgadas. - Vejam só se ela não era atenciosa? Mas não só isso… Ela própria havia trocado de roupa, embora está também não fosse ser do agrado de Kare visto que era um modelito completamente preto fosse a calça ou a malha usada.

Dali seguiram em busca de uma pousada, felizmente Martha conhecia bem a cidade e por isso guiou o caminho com facilidade. Aquela hora as ruas quase não possuíam movimento tendo apenas eventuais bêbados caminhando trôpegos nas ruas cobertas de neve. Talvez para um maior alívio de Kare não passaram próximos a residência de Licia. O trajeto demorou cerca de vinte minutos devido às condições da perna da jovem e nesse meio tempo Kare explicou para Martha um pouco do que sentia.

- Posso lhe garantir que não são suas unhas Senhorita. Eu às verifiquei enquanto conversávamos e estão em perfeitas condições. Também peguei uma pomada para hematomas para a Senhorita. - informava Martha.

Nesse momento chegavam a uma pousada, o local custaria 5k pela noite, não era nada chique, mas como informado por Martha era o melhor lugar próximo que encontrariam aberto a este horário, caso contrário precisam caminhar mais meia hora para chegar em qualquer lugar melhor.

- Amanha irei ao porto verificar quando haverá um navio para Wars. Pretendo ir atrás de Henry, pois ainda tenho algumas pendências a resolver. - Martha informou quando entraram no quarto. - Mas… - ela parou olhando para Kare. - Acredito que há uma banheira neste quarto, irei prepará-la para a senhorita. - dito isto se moveu para o banheiro aparentemente percebendo enquanto falava o que de fato tinha a maior prioridade naquele momento.




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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 7 EmptySex 14 Fev 2020, 04:55

A notícia de que as roupas estavam seguras longe de todo aquele caos, trouxe conforto ao coração inquieto de meu ser, que finalmente poder respirar de maneira mais calma graças ao alívio. "Nem sei o que faria se tivesse acontecido algo com elas."

Porém as surpresas apenas continuaram a ser protagonizadas pela… Empregada? A Martha ainda era a Martha, mas uma Martha diferente, não, não tô falando só do penteado. Quer dizer isso também tem sua relevância, mas a imagem de boneca vazia havia sumido, entendem o que quero dizer? Finalmente parecia ter vida própria, seguindo as próprias vontades. De longe é muito melhor do que aquele comportamento parecendo que estivesse sendo manipulada por um titeriteiro o tempo todo. Inclusive um adendo que gostaria de ressaltar, era a resposta presunçosa que minha pessoa recebeu. - Ara ara.- Não pude deixar de esboçar um sorriso doce estando com o olhar perverso, enquanto coloco os dedos dobrados na bochecha. Aquela atitude parecia um tanto familiar, e ao mesmo tempo me causava certa satisfação.

>><<

Para a sorte de minha pessoa o percurso praticamente deserto impedia-me de ser vista com meu lindíssimo rosto completamente desfigurado. Principalmente uma certa loira, que provavelmente iria ficar me irritando cruelmente com provocações baixas.

Precisar caminhar mundanamente para chegar aos locais, já é um fardo imenso, agora fazer estando praticamente aleijada, tornava algo irritante ainda mais tedioso. E só de pensar em continuar a caminhar desse jeito, correndo o risco de alguém sóbrio me ver parecendo uma monstra deformada… Resumindo, entrei sem criar problemas na pousada que Martha conhecia.

>><<

Um banho era realmente bem vindo nesse momento, finalmente livraria-me das impurezas que maculam o majestoso corpo de meu ser divino. Iria despir-me enquanto aguardo sentada sob a cama até que os preparativos fossem concluídos por Martha.

- Os curativos, não precisa tirar eles dessa vez? - Iria questioná-la tendo um pouco de dúvida, se caso ela não viesse retirá-los de imediato ou se falasse para minha entrar no banheiro.

Com ou sem curativo iria até o banheiro para então poder relaxar, e banhar-me. Mesmo que seja em uma bacia minúscula se comparada a banheira de minha suíte, onde tomava longos banhos de espumas. Tentaria não enrolar muito, afinal preciso de meu sono beleza, não que exista alguma maneira de tornar-me mais bela.

Sairia do banheiro enxugando os cabelos, sentindo-me infinitamente mais leve, após finalmente me livrar das impurezas que impediam-me de relaxar. - Você deveria banhar-se também. - Diria sem de fato estar prestando em Martha, e sim mais focada em enxugar os longos cabelos. Mas de fato acredito ser uma sugestão válida, sabe se lá o quanto ela exercitou-se durante o ataque até o escritório. - Mas precisa trocar a água da banheira antes!- Agora sim estaria prestando atenção em Martha, ao ponto de elevar o tom de voz e encará-la atentamente. "Com esse comportamento é capaz dela se enfiar naquela água imunda sem pensar." Mesmo que agora ela pareça agir por conta própria, a imagem da pessoa que simplesmente faz o que dizem sem considerar ainda está presente em minha mente.

>><<

Enquanto espero Martha terminar de banhar-se, eu iria passar um pouco da pomada no rosto, então sentar-me-ia na cama cruzando as pernas e ficaria penteando meus cabelos maravilhosos, seja com pente/escova ou os próprios dedos, aproveitando para cantarolar de maneira despretensiosa. Apenas porque gosto de sentir o toque sedoso deles.

- Er… Preciso de você para uma tarefa deveras complicada de minha pessoa cumprir. - Diria depois de um tempo que Martha houvesse terminado o banho. É uma situação complicada eu acho… Talvez até meio boba, não sei explicar direito. Ah vocês vão entender melhor se eu mostrar. Ficando de pé em frente a cama eu junto meus cabelos numa única mecha e os coloco na frente do corpo por cima dos ombros, então me viro de costas para Martha, olhando-a por cima do ombro. - Não consigo ver direito o quanto tá lesionado.- Apontaria para o bumbum que foi terrivelmente atacado por um maníaco sádico. O mais triste é que dessa vez não estou exagerando. Diria estando um pouco desconcertada, sem saber a maneira correta de pedir por uma ajuda desse tipo, se é que existe maneira correta.

Agora de costas para a cama eu esperaria que Martha senta-se aplicar a pomada, pois acredito ser maneira mais digna de sobreviver a essa situação. - Seja gentil, por favor... - Diria em meio um gemido frágil deixando a voz soar mais abafada. Mas logo começaria a rir para tornar aquela experiência mais engraçada com uma piada, e não com uma tentativa fácil de ser perversa. Mas caso Martha diga que está tendo dificuldades, nessa situação sim eu me sentiria realmente envergonhada, mas por não ver outra alternativa, iria inclinar um pouco o corpo para frente e arrebitar o quadril. - A-assim é melhor? - Dizendo baixinho com a voz trêmula, mais aguda que o normal. Sentindo o rosto arder um pouco. Apesar dela já ter tratado de mim, estar consciente e ficar nessa posição enquanto Martha aplica a pomada, é um tanto constrangedor. Mas assim que ela terminasse eu ficaria bem contente. - Muitíssimo obrigada! - Dizendo com um sorriso largo repleto de sinceridade.

>><<

Antes de dormir eu conversaria um pouco mais com Martha, agora estando com um semblante de curiosidade em relação a ela. - Você não precisa ser tão formal assim com minha pessoa, e nem agir como se fosse minha serva. - Eu tentaria dizer da maneira mais tênue que me fosse possível. Não é uma reclamação ou algo do tipo, queria eu que ela fosse minha serva pessoal enquanto ainda morava na mansão, quer dizer Martha fez inúmeras coisas sem que eu precisasse dar ordem alguma, mas não quero que tenhamos a mesma relação dela com o Hen.

E não perderia muito mais tempo para dormir, logo iria sentar sob a cama preparando-me para deitar, porém não poderia encerrar esse dia, enquanto ainda existe uma pendência entre nós, então de pernas cruzadas eu balanço lentamente uma das pernas. - Você ainda me deve uma massagem nos pés. - Dizendo sarcasticamente, enquanto deixo um sorriso malicioso tomar conta de meus lábios. Se Martha tentasse resistir a aproximar-se, eu iria encará-la seriamente com olhos raivosos.

E caso Martha se aproxime, subitamente eu iria segurar pelos braços, sorrindo de maneira travessa. - Peguei! - Então iria puxá-la para cima da cama, para ficarmos deitadas uma ao lado da outra. - Boa noite. - E simplesmente fecharia os olhos já pronta para dormir, com um sorriso travesso de satisfação. É bem provável que ela diga algo desnecessário, nesse eu iria abrir um olho e interrompê-la, ameaçando-a com algo terrível… "terrível." - Mais uma única palavra e irei beijá-la até não sobrar ar para dizer qualquer coisa. - Então iria belamente dormir como se nada tivesse acontecido. Se Martha pretende continuar a cuidar de mim, é melhor eu ter certeza de que ela estará em perfeita condições de executar os próprios afazeres, não concordam?

Porém caso ela não se aproxime. - Tsc… Sem graça, você não tem senso de humor? - Resmungando entediada por Martha não ter caído em minha armadilha, enquanto cruzo os braços fazendo beicinho.

Mas se essa pessoa tivesse a coragem de desafiar-me, não iria ter tempo de pronunciar nem a segunda sílaba. Pois eu iria segurar firme em seus ombros, colocando meu corpo em cima ao dela, tomando seus lábios para que fique silêncio. Não hesitaria em aprofundar o ato, tornando-o bem vagaroso, para que lentamente uma pudesse sentir o calor da outra. Levando uma mão até as costas da cabeça de Martha, e então puxá-la para mim, dessa maneira intensificando a sentença dela. E quando terminasse. - Hunpf. - E assim iria expressar minha raiva, encarando Martha com arrogância, como se quisesse dizer. "Eu avisei." Então finalmente vou dormir, deixando Martha fazer o que bem entender.

Claro que existem muitas perguntas para serem feitas, mas não é como se eu tivesse paciência para escutar todas as respostas de uma só vez. E apesar de Martha agora estar falando mais, não acho que ela me contaria tudo de imediato. Então depois eu continuo a conversar mais com ela.

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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 7 EmptySex 14 Fev 2020, 18:05




Quando Martha saiu novamente do banheiro Kare encontrava-se nua sentada a beira da cama com sua coluna plenamente ereta em uma postura bastante correta, Martha não mostrou nenhuma reação maior e apenas se afastou um pouco da porta enquanto com um reverência leve anunciou. - O banho está pronto Senhorita.

..

- Como os ferimentos foram recém tratados é melhor que mantenha os curativos. Trocarei para senhorita após o banho. - Respondia a dívida de Kare.

O banheiro não possuia qualquer comparação com as acomodações com as quais ela era habituada, mas ao menos a água estava em uma temperatura bastante adequada. Quando Kare saiu do banheiro se secando Martha tinha disposto na cama a muda de roupas limpas de Kare e também preparado em uma mesinha que havia no quarto bandagens limpas para substituir as que a jovem havia molhado. Martha parecia pronta para fazer isso quando foi pega de surpresa com a ''ordem'' de Kare para que ela também se banhasse. - É claro senhorita. Peço apenas que agora remova as bandagens para que sua pele possa secar ao redor dos ferimentos.

- É claro. - Martha fez uma pequena mensura. - Tomarei o cuidado de substituir a água. - No entanto a resposta dela acabou ficando incerta quanto a sua natureza se era uma concordância verdadeira ou um deboche sutil.

A jovem aproveitava o momento para usufruir de mais uma das atenciosidades de Martha ao utilizar-se da pomada em seu rosto e após mais alguns minutos a empregada saia do banheiro, porém diferentemente de Kare estava completamente seca e já vestida de modo que em nenhum momento a jovem pode vislumbrar o corpo despido de Martha.


E talvez em uma atitude inédita a jovem destemida e bela se mostrava um pouco … Tímida? Bom, talvez não fosse isso e seja apenas este velho entendendo errado, mas de fato parece que a bela jovem estava com uma certa ''vergonha'' em ter de pedir ajuda para uma questão de verdadeira importância. - É claro senhorita, o que precisa?



- A senhorita recebeu um belo golpe nesta região, creio que o cavalheiro em questão não tenha sido muito gentil. - Farei o possível Senhorita.

No entanto a pomada estava um tanto gelada e mesmo as mãos de Martha também o estavam o que indicava que ela provavelmente havia tomado um banho frio e não quente como o de Kare. Essa situação acabava provocando um arrepio que percorria o corpo da bela morena. Devido a este terrivel incomodo a jovem acabava por ficar ''rebolando'' enquanto ria tentando conter a complicada situação que se desenvolvia. - A Senhorita precisa se controlar e ficar parada, está parecendo uma criança desse jeito. ……..   ……    …… MARTHA A HAVIA REPREENDIDO?  Bom,talvez fosse um engano… ou não, mas Kare havia levado a sério a reprimenda e então reunindo todas as suas forças empinou o bumbum na direção de Martha que ergueu os olhos olhando em direção ao rosto da jovem. - Não era exatamente isso que eu quis dizer senhorita, mas vai bastar. Mantenha essa posição o melhor que conseguir enquanto eu trabalho. …… De fato….. Aquela certamente não era a mesma Martha.

- Está feito. - Martha se levantava e limpava as mãos na toalha que havia trazido do banheiro. - Sente-se na caminha Senhorita. Irei refazer os curativos agora. - Martha então estendia a toalha sobre a cama para que a pomada não saísse na roupa de cama e se voltava para pegar as bandagens que havia separado.

Martha encontrava-se agora ajoelhada em frente a uma Senhorita Lawford nua sentada a beira da cama cuidando minuciosamente da perna dela em uma posição que certamente muitos invejavam naquele momento. Enquanto isso, como ses não tivesse qualquer problema com o fato Kare voltava a conversar casualmente com Martha.

No momento em que Kare falou as mãos de Martha pararam e elas se inclinou um pouco para trás sentando-se sobre seus pés. ( Ela está ajoelhada, então sentou sobre as solas dos pés.) - Isso pode ser… - Era a primeira vez que havia uma pausa nas palavras de Martha. - Difícil para mim Senhorita. Creio que não saberia como tratá-la de outra maneira. - Ela respirou um pouco fundo e depois voltou a falar. - Mas não estou fazendo por obrigação Senhorita, então peço que não se preocupe. - Não é como se Kare fosse realmente ter este tipo de preocupação.

Por fim Martha terminava de cuidar da perna de Kare e também do ombro. Dava mais uma verificada no rosto da jovem e a tranquilizava dizendo que amanhã não restaria nenhum inchaço e que com alguma maquiagem seria fácil de esconder qualquer mancha que pudesse permanecer. Já limpa e agora mais tranquila a jovem se jogava para trás deitando-se na cama e provocando Martha muito embora a empregada parecesse ser do tipo imune a estas situação e permanecia serena enquanto observava o corpo nu de Kare esticado sobre a cama. - O que aconteceu com o "não agir como sua serva?" - questinou Martha enquanto observava Kare categóricamente.

Mas não houve uma resposta, não ao menos em palavras e sim em um olhar fuzilante o qual para infelicidade de Kare também não surtiu efeito sobre a empregada. - Boa noite Senhorita. Descanse bem.

Porém Martha não tinha exatamente para onde ir, já que não havia outro cômodo no quarto e a outra cama também ficava ali logo ao lado, mas grudada na parede. Martha apagou a luz e se dirigiu para esta outra cama em silêncio para a decepção de Kare que estava ficando ousada demais em alguns aspectos…. Aparentemente o ditado: "Me diga com quem andas que lhe direi quem és"; era bastante real.

- Senhorita? - Já deitada e no escuro a empregada voltaria a lhe chamar e aguardará até Kare dizer algo. - Eu me chamo Victória. Martha era minha mãe. - Dito isso ela daria novamente boa noite após alguns segundos.

>><<


Já era tarde quando Kare acordou. Sobre a mesinha do quarto ela encontraria disposto um café da manhã simples o qual era o normal e possível de ser oferecido pela casa. Já na cama ao lado ainda estava Martha. Ela estava sentada costurando as roupas rasgadas de Kare, na verdade mesmo o sangue já havia sido removido das vestimentas.

- Bom dia Senhorita. - Victória se levantou e esticou a roupa a frente do seu corpo. - Não sabia se a senhorita pretendia dar algum uso para elas, mas tomei a liberdade de repará-las. - Muito provavelmente havia sido um esforço inútil por parte da empregada, mas por outro lado ela mesmo poderia fazer uso dessas roupas com alguns outros ajustes. - Trouxe seu café. - Pontuou o óbvio apenas como educação. - Estava esperando a Senhorita acordar. Irei às docas agora verificar se existem navios para Wars. - Ela fazia um mensura e pediria licença para Kare a não ser é claro que fosse interrompida.


Se a interrupção fosse apenas algo como: "Espere" A empregada se viraria para Kare com uma pergunta. - Deseja algo antes que eu vá Senhorita? - Talvez aquela constante repetição de Senhorita estivesse começando a se tornar cansativa, mas era quase como um hábito para Victória.





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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 7 EmptyOntem à(s) 05:07


EEEHHHHHHHHH! Ela me deu uma bronca? É sério isso? Eu ouvi direito? Mas, mas, mas, em pleno momento de tamanha vulnerabilidade. E tá tão gelado… "Essa nova Martha é muito malvada."

>><<

Apenas daria de ombros em relação ao que Martha disse. - Fico contente pelas minhas preocupações serem vazias. - Não era algo que alteraria meu humor, afinal a maneira dela de agir não me causava problemas ou aborrecimentos, mas ainda sim era gratificante de alguma maneira, saber que esse comportamento não é uma obrigação. - Apenas não queria que vossa continuasse a agir como se estivesse sendo manipulada ou cumprindo ordens durante todo o tempo. - De fato foi um alívio, finalmente me conformando com o feliz fato de Martha poder tomar decisões por conta própria. Mas talvez seja melhor assim por enquanto, até eu me acostumar com essa Martha malvada.

>><<

Sonolenta minha pessoa abriu parcialmente os olhos quando foi chamada. - Pois não? - Tentando enxergar Martha naquele quarto escuro e assim prestar atenção mais atenção no que ela teria a dizer. - Ah, certo, prazer em conhecê-la Vic… - Dizendo com voz de sono enquanto faço uma reverência, ou pelo menos a tentativa de uma, abaixando apenas abaixando a cabeça junta do pescoço, até o sono me acorrentar de volta na cama antes de minha pessoa terminar a frase.

"..."

EEEEEEEEEEEEEEHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!!! É sério isso? Eu ouvi direito? A Martha na verdade não é a Martha, mas Martha é a mãe da Martha, que não se chama Martha e sim Victoria. EEEHHHHH… Ta, chega.

O choque inicial depois de receber tal informação, faria o sono desaparecer por completo, levando minha pessoa a levantar-se bruscamente, fazendo a coberta cair sob o colo, enquanto me coloco de joelhos com as mãos sob as coxas, olhando surpresa na direção de Martha, digo, Victória.

Porém, após alguns instantes, percebo que não a necessidade de tanto alvoroço. - Entendo, considerando a natureza de seu trabalho anterior, é algo compreensivo, acredito que minha pessoa esperar por mais surpresas assim futuramente. - Diria enquanto fico coçando as costas da cabeça. Eu realmente fui pega desprevenida pela notícia, mas de fato não é algo inacreditável. - De qualquer maneira, boa noite Victória. - Dizendo agora com um ar mais receptivo e cortês. Antes de voltar a dormir.

>><<<

Ao despertar não estaria com o melhor dos humores matinais, afinal a cama minúscula não era da mais aconchegantes. Sentada de pernas cruzadas espreguicei-me demoradamente, esticando os braços para cima com a ponta dos dedos entrelaçadas, enquanto me contorcia sutilmente para distensionar o corpo, soltando um gemido abafado.

Tendo como a primeira visão do dia Victoria exibindo os trapos, agora remendados, mas continuam sendo trapos. - Eu iria largar-los no quarto, não tenho interesse em roupas rasgadas. - Dizendo de maneira que possa soar um pouco grossa, por causa de meu descaso. - Mas agora elas ainda podem ser úteis para caso minha precise invadir um canil novamente. - Me referindo de forma pejorativa a residência do barão Tem, e ao tipo de serviço que foi prestado. - O fato é que vossa pessoa tomou uma boa decisão, e tem bastante tato para reparos e cuidados. - Não estaria empolgada em dizer tais palavras, porém me pareceu o mais coeso para se dizer no momento, a impressão é que Victória estava orgulhosa e talvez feliz por isso. E de qualquer maneira não estou mentindo, ela até mesmo os limpou enquanto eu dormia. - Sinta-se livre para ficar com elas, o casaco não é ruim, mas não deve combinar com antiquários. - Sorrindo de deboche, e com um pouco de acidez na voz, eu faria uma piada, me referindo ao uniforme que "Martha" usava anteriormente. Acreditando que Victória não vai ficar ressentida com essa implicância, e provavelmente terá uma resposta divertida.

Agora estando com o ar mais leve eu tomaria em mãos as roupas que Victória havia lavado. - Com vossa licença. - Dizendo com um sorriso pequeno de satisfação, então eu iria até o banheiro, para poder lavar o rosto, além de finalmente poder vestir roupas limpas. - Obrigada por colocar o café a mesa. - Diria assim que saísse do banheiro, agradecendo-a um pouco atrasada, mas agora me sinto melhor humorada para fazer isso sem parecer que estou sendo soberba. Não que minha pessoa não seja. IDK.

Do disfarce apenas ficaria com os óculos, se é que eu não os perdi em algum momento. Afinal eles não possuem grau, então não devem ter utilidade para Victória. A não ser que os óculos também sejam parte do personagem que ela assumiu… Acho que estou ficando paranóica. Enfim, se Victória me parecesse ter interesse nos óculos eu os deixaria com ela, caso contrário iria colocá-los sob o topo da cabeça, com as pernas da armação por dentro do cabelo.

E então comeria minha refeição, assumindo que Victória já havia tomado o café da manhã, mas não custa nada certificar-me. - Vossa pessoa por acaso não ficou a manhã inteira costurando e limpando essas roupas e negligenciou o próprio desjejum, correto? - E dependendo da resposta, eu apenas voltaria comer. Ou iria fazer outro comentário provocativo. - Deseja que eu lhe dê comida na boca? - Dizendo em tom de perversão, mas talvez ela entenda a real natureza do comentário, pois é assim que se alimenta uma criança.

- Vick. - Diria assim que ela fosse retirar-se, a fim de chamar sua atenção. E dessa vez realmente é uma maneira mais íntima e carinhosa de chamá-la, diferente de quando eu simplesmente não me dou o trabalho de gravar ou pronunciar os nomes alheios. - Apenas tente não ir para Wars sem mim. - Diria casualmente com um sorriso singelo, sem ser sedutora ou autoritária.

O fato é que ir para Wars nunca esteve em meus planos, mas se o Hen abandonou seus negócios em Budou pode significar que ele possua bons aliados em Wars. Ou seja, bons degraus para minha pessoa usar em sua escada.

>><<

Após separar-me de Vick, eu caminharia até o QG da marinha, carregando comigo a lança e as tornozeleiras (se possível dentro de uma sacola), acredito que não teria problemas em chegar até meu destino. Tirando o fato de precisar caminhar, sabe de lá por quantos loooongos minutos. E assim que eu chegasse ao QG (se chegasse), iria imediatamente para a recepção. - Bom dia, me chamo Karelina Lawford, vim pegar a recompensa do criminoso Rasnak. - Para manter as aparências com a marinha, eu estaria sorrindo gentilmente, dizendo com o tom de voz animado. Provavelmente não será tão fácil assim pegar a recompensa e sair, esses marines tediosos devem querer me interrogar, mas eu que não tocarei nesse assunto. Tenho outras coisas para fazer.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 7 EmptyOntem à(s) 10:35




- Desculpe por aquilo Senhorita. Acreditava que se eu fosse alguém incapaz de tomar atitudes por contra própria também seria menos suspeita de segundas intenções. - ''Martha'' explicou seu comportamento anterior o que por algum lado poderia fazer sentido, afinal seria de se suspeitar que uma pessoa que não toma atitude nenhuma sem uma ordem estaria armando alguma conspiração?

>><<

E talvez alguém finalmente havia conseguido deixar aquela bela jovem em choque e bem, sendo justos, ''Martha'' estava conseguindo isto por vezes consecutivas… Era de fato um lugar inesperado para se encontrar tão grande variedade de surpresas.

Victória no entanto não fez grande alarde ao alvoroço de Kare, apenas se virando para a jovem Senhorita e permanecendo deitada de lado enquanto esperava-a se recompor. - Boa noite Senhorita Lawford. - E assim ambas entraram em silêncio e dormiram.

>><<

- Realmente parecem roupas adequadas para situações inadequadas. - Vic concordou com a utilidade dessas roupas. - Obrigado Senhorita. Embora eu sempre tenha usado minhas habilidades de costura para outros fins. - Vic provavelmente se referia a remendar pessoas.

- Irei guardá-las então. - No entanto ela não teceu comentários quanto às provocações sobre as roupas de empregada que costumava usar… Realmente ela parecia que seria uma pessoa imune as ''travessuras'' de daquela morena. Kare seguiu para o banheiro, quando saiu Vic parecia pronta para partir, mas aguardou enquanto Kare falava no meio da sua refeição.

- Não Senhorita. E sim Senhorita. Já me alimentei. - informou. Talvez ela não fosse tão relapsa e sim o seu ''papel'' desempenhado que houvesse sido feito de maneira magistral e lhe desse essa ''fama''.

Por fim Vic que já estava praticamente na porta se interrompeu com certa surpresa e se virou para Kare fazendo uma mensura. - Neste caso procurarei por um navio mais adequado às nossas necessidades. - completou a mensura. - Com sua licença e vou verificar… Mas onde devo encontrarla para informar? - Kare que provavelmente demoraria mais no QG da marinha do que Vic no porto poderia lhe informar para encontrar-lá lá, ou quem sabe combinar hora e local diferentes, mas caso Kare não tivesse opinião sobre o assunto Vic então diria. - Então talvez seja bom manter esse quarto alugado por mais um dia senhorita e nos encontramos aqui a noite. O que acha? - Era parecido com ter uma ''base'' e talvez esse pensamento divertir-se a jovem empregada muito embora ela não revelasse muito em sua face. A sim, claro…. Ela ainda usava os óculos e ainda eram aqueles grandes óculos redondos que não favoreciam o rosto dela…. Provavelmente não possui-se outro. Victória deixava então o quarto com sua mochila onde havia guardado o disfarce de Kare além de seu kit de primeiros socorros e sabe-se mais que surpresas aquela bolsa guardava.

>><<

- Ah. Sim. Senhorita Lawford. Fui informado de sua vinda. - O homem olhou para um relógio na parede que marcava 10hs da manhã. - Pode se sentar. A Tenente Pollyana quer lhe fazer algumas perguntas, vou chamá-la agora mesmo.

>><<

Algum tempo depois em um pequeno escritório com diversos papéis sobre a mesa Kare se encontrava sentada a frente da tal Tenente Pollyana, uma mulher de estatura média e corpo magro que poderia ser definida como Alva tanto por sua pele quanto por seu cabelo.  

- Aceita algo antes de começarmos? Chá? Café? Água? -Devido ao testemunho do outro tenente Kare não estava sendo tratada como suspeita, mas sim uma testemunha que deveria dar luz sobre os fatos da noite passada.

- Certo, vamos começar então. Poderia me confirmar seu nome, de onde veio e o que está fazendo em Budou? - A mulher sentou-se do outro lado da mesa e observou atentamente Kare. Mais à direita da sala havia uma terceira pessoa sentada a frente de uma máquina de escrever. Parecia um homem mais velho com a pele enrugada e bastante bronzeada com bigode e sobrancelhas grossas.


- Você foi vista pelos soldados matando Rasnak, o jaqueta preta. Um procurado de oito milhões de Berries. Ele é acusado de múltiplos assassinatos nos últimos meses, mas esse era um fato desconhecido até pouco tempo. Só conseguimos associá-lo a muitos dos homicídios devido a uma certa marca que ele sempre deixa nos corpos.Assim sendo, faz apenas dois dias que liberamos seu cartaz. Como chegou nele tão rapidamente?
...
- Também fui informada pelo tenente que você possui conhecimento sobre quem é o contratante de Rasnak? Se sim, poderia identifica-lo? - O que mais sabe sobre ele? - Como ficou sabendo que haveria um ataque nas terras do barão Temfloy?

Caso em algum momento Kare falasse de ''Martha'' fosse por qualquer razão Pollyana também pediria explicações sobre a mesma. - Creio que precisaremos falar com ela também. - Informaria a marinheira nessa situação e perguntaria sobre como poderia encontrar ''Martha''.



O interrogatório estaria chegando ao fim, no entanto Pollyana tinha uma certa similaridade a ''Martha'' em muitos de seus traços que diziam respeito a sua falta de expressão e sua seriedade, pois em toda e qualquer tentativa de Kare se levantar, andar pela sala, ou desviar-se do assunto ela iria repreender a morena para que continuasse sentada e se ativesse ao relato.

- A cerca de 4 dias um aprendiz de ferreiro chegou desesperado afirmando que uma jovem chamada Kareline havia sido raptada pelos capangas de Henry. Poderia me esclarecer este fato? Encontramos o galpão onde houve o possível confronto entre quem suponho ser você e os capangas de Henry, poderia esclarecer porque de vez de sequestrada você estava livre e ainda caçando os homens dele?



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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 7 EmptyHoje à(s) 02:21


- Não ha com que desculpar-se. - Diria estando ligeiramente feliz com a explicação, afinal eu não preciso ter que lidar com alguém totalmente dependente, além de provavelmente ser completamente tedioso, eu teria mais trabalho irritante.

"No porto deve ser o local mais intuitivo para servir como ponto de encontro, mas é possível que fiquemos nos desencontrando, e por consequência podemos perder o navio." Fiquei um tempo pensando até escutar a sugestão de Vick. - Deve servir, pode reservar este por mais um dia, ao menos teremos algum conforto e privacidade. - Respondendo sem maiores exaltações, e assim iria entregar a Victória o dinheiro para pagar mais uma diária.

>><<

No escritório da tenente eu me sentiria contente o suficiente para sorrir de maneira amigável com ela me oferecendo algo para beber. - Um chá por gentileza. - Já imaginando que seria alvejada com diversas perguntas, acredito ser uma boa opção ter algo para tentar me deixar menos entediada. Apesar de minha pessoa não ter expectativas positivas em relação ao sabor. Então me sentaria mantendo a coluna ereta e os ombros abertos, com o rosto discretamente empinado.

- É um prazer conhecê-la tenente Polly, me chamo Karelina Lawford e estou a vosso dispor. - Mantendo a cortesia eu faria um breve reverência ao apresentar-me, mas a tenente poderia sentir um leve tom malicioso em voz durante, dentro das palavras ditas formalmente.

Porém haveria uma pausa notável entre minhas respostas, assim que escutei as duas perguntas seguintes. Então iria coçar os cabelos desviando brevemente o olhar para cima. - Hmm… É uma história um tanto quanto longa. - Então a fim de encurtar meu tempo nesse interrogatório massante eu contaria uma versão muito resumida. - Minha família é originária de Lvneel, e foi lá onde nasci, mas depois de alguns conflitos familiares minha pessoa veio morar em Budou, as economias que eu tinha se esgotaram rapidamente, então decidi fazer algum dinheiro perseguindo criminosos, pois acredito ser o método mais rápido de se conseguir algum capital, além de claro poder ser útil a sociedade. - Dizendo após voltar meu olhar na direção de Polly, eu teria a expectativa de que essa versão simplória fosse suficiente para atender as expectativas da tenente, mas se ela insistisse eu não teria tanto problema em fornecer mais detalhes sobre mim. Tirando o óbvio fato disso custar mais de meu tempo.

- Na verdade eu só tinha conhecimento do ataque a residência do barão Ten, eu estava perseguindo o chefe do Ras, quando descobri sobre o ataque, mas eu não poderia permitir que algo tão cruel acontecesse com pessoas inocentes, foi quando impulsivamente fui em direção a fazenda do barão, por ele ser um nobre não foi difícil descobrir a localização da mansão, mas… - Nessa pausa minha pessoa se encolheria dentro dos ombros parecendo estar decepcionada, abaixando o tom de voz e fazendo soar de maneira mais deprimida, enquanto inclino um pouco o rosto para baixo, assim como o olhar, ficando assim por alguns segundos ou até Polly chamar minha atenção. - Como vossa pessoa já deve saber eu falhei em salvar algumas dessas vidas. - Depois disso eu voltaria a encarar a tenente, mas ainda iria parecer um pouco abatida, e antes de prosseguir bebo um gole do chá. - Quando Ras caiu sob meus pés os marinheiros chegaram, eu não sabia que se tratava de um criminoso procurado até eles o identificarem, foi quando também soube que havia chegado muito atrasada no casarão. - Nessa última parte iria fazer referência a morte de Aug, mas não prosseguiria no assunto, bebendo outro gole de chá e desviando novamente o rosto, para fazer parecer que se trata de um assunto ainda difícil de minha pessoa falar.

Nesse ponto acredito que Polly já teria entendido o meu pequeno problema em decorar, mas ainda sim tentaria passar algumas informações antes. Mas agora não demonstraria estar abatida, como se o problema fosse apenas lidar com meu "fracasso" em relação ao ataque na mansão Tenfloy. - Acredito que marinha já tenha a resposta para tal pergunta, afinal foram vocês quem me forneceram tal informação. - Dizendo essas palavras para criar uma pequena confusão da tenente, e também deixá-la curiosa. - Faz poucos dias que vim ao QG em busca de cartazes de criminosos procurados, e então me deram o cartaz o Hen, foi incrivelmente fácil descobrir como chegar até ele, o armazém no porto com uma bandeira pirata era conhecido até pelos civis, com a localização do armazém eu pude extrair a informação de onde se encontrava o esconderijo do Hen, fiquei um dia inteiro observando e analisando o local, mas não pude notar nenhuma atitude suspeita ou oportunidade de invadir, mas no segundo dia havia mais movimentação de pessoas no esconderijo, e apenas no começo da noite eu tive a oportunidade de extrair mais informações de um de seus capangas, foi então que tive o conhecimento do ataque. Porém contratante não é o termo que eu usaria para definir a relação que Hen e Ras tinham, durante o conflito no casarão, Ras se mostrou alguém dominado pela insanidade, mesmo com a marinha chegando ele não parava de rir como se fosse o melhor dia de sua vida, não acho que alguém assim seria comprado apenas por dinheiro, Hen deve ser capaz de influenciar as pessoas naquilo que elas mais valorizam.- Depois desse longo discurso eu já estaria visivelmente entediada, ficar conversando sobre outras pessoas é um estorvo para mim, então beberia mais um gole de chá.

- Foi esse jovem assistente de ferreiro quem me guiou até o armazém, porém os lacaios do Hen foram muito persistentes e acabaram por me trazer mais transtornos do que gostaria, acredito que minha demora tenha feito com que o gentil aprendiz ficasse preocupado, eu tive de retirar-me do armazém para então atacar separadamente um dos capangas e assim descobrir onde se localizava a toca do Hen. - Mesmo em um intenso combate contra o tédio, eu ainda manteria a doçura em mencionar os feitos do aprendiz, demonstrando uma certa gratidão por ele ter me ajudado e se preocupado comigo.

É bem provável que Polly não se sinta completamente satisfeita com minhas respostas, e nesse caso. Havendo uma mudança considerável em minha atitude. - Se ainda existe alguma dúvida em vosso interior, eu ficaria mais do que satisfeita em demonstrar os meus métodos. - Minha voz não soaria como uma ameaça, mas sim como algo igualmente perverso, sendo como uma melodia aveludada para os ouvidos da tenente. Polly poderia notar meus olhos semicerrados atentos em direção aos delas, enquanto a luxúria começa a dar forma em meus lábios. - Ou talvez eu possa ser mais gentil, se for de vosso desejo. - Tornando minha voz mais adocicada, porém sem perder o ar sedutor.

Mesmo que Polly tenha uma reação frígida em relação minha pessoa, acredito que seria o suficiente para convencê-la de como eu poderia extrair o que quisesse de lacaios e criminosos.

Porém se Polly me parecesse inquieta ou pensativa, ou simplesmente quisesse tirar a prova em carne. Minha pessoa se veria obrigada a levantar-se e lentamente desfilar até parar atrás dela. Começando a massagear os ombros da tenente. - Você está tão tensa tenente, precisa aliviar toda essa tensão, caso contrário seu desempenho pode acabar sendo prejudicado. - Sussurrando calorosamente atrás do ouvido de Polly. Mas durante o trajeto ela viesse a me repreender, eu voltaria a sentar na cadeira em frente a tenente. Observando-a com uma expressão maliciosa.

Não me passaria pela cabeça citar "Martha" ou sequer considerar tocar no assunto da marca que Rasnak deixa nas vitimas.

Caso Pollyana se contenha com meu depoimento eu faria uma breve reverência antes de deixar o escritório dela. - Estarei ao vosso dispor sempre que necessitar tenente. - E assim como quando me apresentei, as palavras educada teriam o mesmo tom sútil de perversidade. E deixando o quartel eu iria até a companhia de teatro da Sra. Badeaux.

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