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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Apresentação - 2: Falência ambígua

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 6 EmptySeg 09 Dez 2019, 16:43

Relembrando a primeira mensagem :

Apresentação - 2: Falência ambígua

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Karelina Lawford. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 6 EmptyQui 06 Fev 2020, 14:02


- Deseja que minha pessoa congratule vosso patrão por algo tão óbvio? Ele quem escolheu manter a cobra no interior do ninho de gaivotas, era um risco previsível a se correr. - Já imaginando que de nada funcionaria provocar Rasnak agora, dizendo calmamente mas deixando transparecer a ardilosidade nas palavras. - Agora que se permitiu ser constringido pelo enlaço da serpente, resistir só tornará mais árduo. - Aperto a lança com firmeza nos dedos, ilustrando um pouco melhor minha citação, mantendo a palma da mãos esquerda voltada para cima próximo ao centro, enquanto deixo a mão direita próxima da base, repousando o cabo a direita de meu quadril. - Apenas aceite o iminente destino e tenha o coração atravessado pela mordida da víbora.- Sempre ostentando um sorriso aparente, a tranquilidade no tom de voz sendo pode ser vista como uma falsa calmaria, um presságio alertando a tempestade prestes a surgir.

Um simples avanço brando seria feito por minha pessoa, apontando a lança para o centro do peitoral de Ras, fazendo jus às minhas palavras anteriores e iniciar o conflito com um golpe direto. - Lunge... - Pronunciando singelamente em tom galante, esperando que Ras não recusasse a última dança da noite, rebolando o quadril sinuosamente tal como uma cobra mantém o corpo enrolado antes do bote, enquanto afio as presas para a mordida, girando ritmicamente a hastes com o punho direito, dedos e quadril. ...sinueux. Prosseguindo com a graciosidade da segunda instância que elegantemente eleva a estocada direta em um golpe de maior complexidade, a fim de surpreendê-lo. Mesmo sabendo que meu público atual já teve a oportunidade de contemplar-me mais de uma vez, então não seja suficiente para fascina-lo. Porém.

- Ainda não aprendeste que não se deve confiar cegamente nas ações do diabo? Principalmente quando esta possui tantos encantos.- Um lindo sorriso formar-se-ia em meus lábios, a voz adocicada soaria mais melódica que o habitual, contrastando com a perversidade traiçoeira da situação, dizendo caso se ainda sim Ras fosse fascinado.

Após o ataque anterior iria recolher a lança para empunhá-la com a mão direita no centro da haste, talvez Ras ainda esteja um pouco perplexo o que pode facilitar isso, mesmo comigo não acreditando muito nisso. Então iria prosseguir com o espetáculo, estocando Rasnak no centro do corpo, girando em torno do calcanhar direito para virar o corpo de lado e esticando o braço. Considerando o que ocorreu com o Baronete acredito que Ras saberia que tal golpe é apenas um chamariz, mas ainda sim não acredito que algo simples e direto possa funcionar com ele, nesse caso.

Eu inclino meu corpo para trás fazendo o peso cair sob tórax, e assim abaixaria um pouco a trajetória da estocada além de fazer um pequeno desvio lateral, sem alterar o estilo do ataque, acreditando ser eficiente caso o vira-latas tente aparar. E para não cair de costas no chão eu "jogo" a outra perna para trás do corpo num movimento semi-circular na esquerda, para fazer um pequeno salto lateral e assim desviar de um possível contra-ataque. Usando esse movimento também para fazer um corte circular em diagonal ascendente, da direita para esquerda, usando principalmente o impulso do corpo em movimento e não o braço e ombro somente. Por fim caindo sob a ponta do pé esquerdo, estando de frente para Ras, e logo repousar graciosamente o pé direito no solo.

- Eu já estou farta dessa coreografia, portanto irei finalizá-la nesse próximo passo. - A apresentação seria continuada com outra estocada, dessa vez mais longa e imprudente mirando no meio dos olhos de Ras, enquanto flexiono discretamente os joelhos e inclino-me para frente de maneira sutil. Acreditando que ele não teria nenhum problema em evitar um ataque tão simplório, e caso ele se abaixa e venha me atacar enquanto estou vulnerável. Eu não poderia evitar um sorriso formando-se em meus lábios. Então impulsionar-me-ia sob os joelhos, saltando para o trás ao mesmo tempo que iria recolher a lança, e por fim faria outra estocada dessa vez mirando entre o peitoral e ombro de Ras, esticando velozmente o braço direito.

Eu não iria disputar força com Rasnak caso ele venha me atacar, apesar disso eu avançaria de encontro a ele com intenção de rebater seus golpes usando a lâmina da lança, apenas para interromper meu bloqueio antes da colisão dos ataques, recuando sutilmente minha arma e o corpo caso necessário, para caso ele coloque mais força no ataque com intenção de superar-me pela brutalidade, seu golpe passe em branco e talvez gere uma abertura maior. Então com um pequeno giro de calcanhar e jogo corpo, eu cortaria a lateral de seu abdômen horizontalmente.

>><<

- Arhnn… - Iria gemidinhos impertinentes toda vez que sentisse o bumbum doer, apertando com força o cabo, e suspirando de alívio quando a dor passar. Se tivesse algum tempo acariciar-ia a região dolorida. - Agora preciso mais do que apenas uma massagem nos pés para ficar completamente satisfeita. - Reclamando de maneira luxuriosa com a voz mais molhada em meio aos suspiros, estando com as bochechas avermelhadas por causa de toda a excitação.

Sendo de propósito para deixar Rasnak desconcertado ou não, eu preciso ganhar, e rápido. Então tirem as vossas conclusões u.u


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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 6 EmptyQui 06 Fev 2020, 18:29




- HAHAHAHA, CLARO QUE NÃO. - Ras imprimiu um pouco mais de força na Katana empurrando um pouco a lança de jovem para cima. - Mas você vai poder mandar lembranças pro barãozinho. HAHAHAHAHAHA. - Anunciou ele como se já constatando que seria ela que iria morrer.

Ras então punha mais força e dava um passo à frente repelindo a morena obrigando-a a saltar para trás para manter o equilíbrio do corpo. Ras então sacou novamente a Katana que ele havia embainhado revelando sua lâmina de tonalidade azulada. - Hahahaha, Serpente? - Zombou, mas Kare já estava acostumada a loucura de Rasnak e assim sendo dificilmente seria afetada pelas ''bobagens'' proferidas por um homem morto… Faltava apenas ele se dar conta disto.

Kare então começou a se mover, a lâmina de sua lança rapidamente acelerou-se em um movimento circular criando algo que até mesmo podia ser confundindo com uma barreira que delimita o espaço entre ela e Rasnak.

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A ponta rapidamente acelerou devido a hábil perícia da jovem em manusear a vara. O toque preciso de suas delicadas mãos conseguiam realizar um efeito que poucas mulheres tinham a habilidade, era um domínio real sobre a rija lança.

Rasnak prontamente pôs sua própria arma em riste para aquela briga de lança e espada… Qual seria realmente mais eficiente? O ataque serpenteante de Kare avançou, o som de lâmina versus lâmina preencheu a sala. Rasnak manteve-se firme bloqueando os primeiros movimentos, as faíscas subiram do choque entre as armas e ele se viu precisando recuar um passo para manter sua linha de defesa, depois outro e então outro passo até que foi superado pela rotação criada por Kare forçando-o em última instância a abandonar o bloqueio com sua espada e saltar para trás enquanto cruzava os braços à frente do corpo em um X protetor.


Os braços musculosos de Rasnak foram então cortados, sendo seu braço esquerdo aquele que mais sofreu fazendo-o terminar com um redemoinho desenhado na sua pele.

- Hahaha. Belo golpe. No entanto eu nunca fui realmente bom em confiar nas pessoas, por isso prefiro os mortos. - Ambos estavam com a respiração pesada, pois ambos haviam enfrentado até ali combates consecutivos misturados a correria e outras preocupações. Rasnak então baixou o braço mais ferido e manteve sua Katana na direita apontada para Kare avançando com uma estocada rápida, movimento este ''espelhado'' por Kare que também investia com uma estocada…

Todavia ela não esperava que Rasnak fosse louco até aquele ponto. Kare realizava seu movimento com finta tentando induzir o espadachim a bloquear o ataque e assim poder ludibria-lo, mas…..

A lança de Kare perfura a carne de Rasnak antes mesmo dela conseguir concluir seu movimento, a lâmina atravessava a palma da mão esquerda do homem que usava-a para segurar e desviar a lança de áreas mais fatais. Ele havia abrido mão completamente da integridade de … sua…. Mão… é… ele abriu mão… da …. Mão…. Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 6 3997999705

Neste mesmo momento ele usava dessa ''pegada'' para puxar Kare e interromper o seu movimento avançando sua estocada contra o centro do peito da jovem. Tendo sua lança travada e puxada ela não conseguia inclinar seu corpo para trás o suficiente, mas ainda pode evitar o ataque que poderia ter sido fatal. A lâmina de Rasnak percorre sobre o ombro esquerdo da jovem correndo seu fio por sobre a pele abrindo nela um corte preocupantemente profundo…. Pois obviamente arruinava as suas roupas… mais uma vez e é claro, cortava seu ombro esquerdo.

O dano fez com que o ''pouso gracioso'' de Kare não fosse assim tão perfeito e ela acabou por cambalear para trás com o peso de todo o seu corpo fazendo com que a lâmina arrancasse os dois últimos dedos da mão de Rasnak o qual também cambaleou para trás conforme buscava impedir-se de ser arrastado.

- HAHAHAHAHAHA, FILHA DA PUTA. ISSO DOI PRA CACETE. HAHAHAHA. - o sorriso desvairado no rosto do homem só se fez aumentar com a dor que sentia. Seus dedos estavam no chão circulados por uma poça de sangue e de sua mão mais sangue pingava escorrendo por seu braço agora que ele erguida a mão para olhar o resultado. - HAHAHAHAHA, EU REALMENTE ACHEI QUE IA ARRANCAR SUA CABEÇA NESSA. VOCÊ É UMA MALDITA SORTUDA.

Kare no entanto não parecia tão bem disposta a prolongar aquilo, sua visão que para além de Rasnal enxergava a janela lhe permitia ver que a marinha se aproximava, pois para um pouco além do portão ela conseguia enxergar alguma silhuetas desconhecidas de um grupo aparentemente amplo de pessoas.

Mais uma vez Kare avançava, mas novamente Rasnak tomado pela loucura não bloqueva e sim avançava. A estocada de Kare que seguia para seu rosto penetrava na bochecha do homem rasgando sua carne e complementando seu sorriso com um ar completamente macabro. Ele crispou o rosto de dor, mas não se deteve e seu punho seguiu fulgaz em direção ao rosto de Kare. o punho fechado ao redor do cabo da espada atingiu-lhe pesadamente na maçã do rosto em seu lado esquerdo, um cruzado que nem mesmo August havia sido capaz de acertar-lhe, porém quem mais além de Rasnak poderia manter-se louco até aquele ponto?

Kare mais uma vez foi jogada para trás, dessa vez perdeu o equilíbrio e caiu apoiada e tonta sobre a mesinha onde antes havia sentado. Rasnak também acaba por se encolher onde estava rugindo de dor, mas ainda parecia muito animado, pois ria durante os seus berros. Se Kare era uma succubus, aquele homem era certamente um demônio louco.

De sua boca o sangue jorrava de sua bochecha aberta e desfigurada, mas nem isso era o suficiente para apagar seu sorriso doentio e sua risada alucinada. - HAHAHAHAHAHA, FINALMENTE ALGUÉM CAPAZ DE ME DIVERTIR. - a voz dele soava estranha e não tão ''correta'' algumas das palavras foram difíceis de se entender, mas de toda forma ele parecia realmente feliz… Talvez os ferimentos que ele houvesse recebido até então tivessem sido todos da mesma maneira?

>><<

Debruçada meia tonta sobre a mesa a jovem disfarçava a dor no rosto contraindo seu bumbum [strike]guloso[/strile] e dirigia a ela uma das mãos a qual também a ajudou a se reerguer. Mas suas palavras já não alcançaram Rasnak que agora também de endireitava. Com o rosto cortado completamente ensanguentado, com sangue sobre as roupas do peito e também com seu braço esquerdo vermelho ele realmente poderia ser rotulado como alguém em um estado deplorável de quase morte, mas na verdade este não parecia ser o caso. - Finalmente eu posso levar alguém comigo. - ele sorria. - Vamos dançar mais um pouco no tempo que nos resta. - seus olhos estavam repleto de chamas de loucura.

Kare por outro lado poderia não estar tão feliz. Seu ombro esquerdo possuía um corte razoavelmente profundo que reduziria certamente qualquer movimento realizado por aquele braço, ainda que este estivesse em melhor estado que o braço de Rasnak e também havia seu rosto o qual provavelmente ficaria inchado após o soco recebido pelo mesmo e talvez isto fosse o mais imperdoável. Sentia seu queixo latejando, assim como seus dentes e uma certa pressão no olho esquerdo devido ao amortecimento que se espalhava por este lado do seu rosto.

Estavam agora a 2m um do outro. Rasnak tinha os pés afastados e o braço direito erguido. O cotovelo estava virado para o alto e a lâmina da Katana descia cruzada a frente de seu torax.




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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 6 EmptySab 08 Fev 2020, 10:44


Hã! Isso é algum tipo de pesadelo? Isso! Tem que ser um pesadelo! Só pode ser um pesadelo! Ou piada de mal gosto? Definitivamente não é real. Não pode ser real!" O que mais poderia justificar o fato do mundo girando de maneira turbulenta enquanto esse rosto esculpido detalhadamente pelo mais hábil artesão divino ter sido acertado por um reles mundano moribundo. - Ha..haha… HAHAHAHAHA!! - A insanidade impregnada no cômodo havia me afetado, quando uma gargalhada odiosa desencadeada pela "ilusão" escapou de minha boca. Por mais inimaginável que algo capaz de desafiar a lógica impossível do universo acabou de ocorrer, havia algo me mantendo presa nessa infernal realidade. "Não é um pesadelo, é algo muito pior, essa maldita deformidade que sinto e meu precioso rosto." Era inaceitável, tal pecado, não há nenhuma penitência capaz de castigá-lo por tal sacrilégio, o ranger dos dentes ocorreria no mesmo momento em que a raiva me faz cravar os dedos sob a mesa e arranhá-la, sem nenhum motivo além da minha frustração em não poder fazer com que esse maldito sofra o suficiente. - Parabéns! Você foi capaz de me deixar sem uma alternativa plausível, infelizmente não posso torturar sua alma por toda a eternidade para fazê-lo sofrer por esse pecado, então sinta-se grato por ter uma morte dolorosa. -

Como poderia descrever-me em meio tal atrocidade, se não como a própria personificação do sadismo. - Seu nível? Pfff! Admiro vossa capacidade em proferir insultos tão eficientes. - Na verdade eu não estaria ofendida, até porque a terrível humilhação já havia feito com que meu psicológico fosse desastrosamente abalado, talvez seja por isso que eu não consigo parar de sorrir diabolicamente, enquanto apenas posso imaginar a diferentes maneiras brutais de feri-lo. Voltando a empunhar o centro da lança apenas com a mão direita. Deixando algumas mechas de cabelo caírem sob meu rosto demoniacamente divino. Enquanto encaro apenas aquele a minha frente.

Avançando alguns passos após retomar a lança empunhando-a no centro com a mão direita, erguendo os braços para os lados deixando-os abertos (talvez tendo um pouco mais de dificuldade ou não erguendo totalmente o braço esquerdo, por motivos óbvios), abaixaria o rosto, respirando fundo e expirando pela boca. - Venha! - Sorrindo sadicamente, tomada pela loucura momentânea,os olhos alaranjados carregados de desprezo ardendo em excitação, pelas chamas da fúria, eu o ordenei com a voz mais rouca e grave que o habitual, afinal como poderia minha pessoa negar um convite para dançar.

Nesse ponto do espetáculo acredito que o meu coadjuvante já é capaz de perceber que se trata de um chamariz, porém considerando o calor do momento não acho que ele irá deixar de atacar-me por isso. Assim que Ras avançasse eu iria afrouxar um pouco a mão direita para fazer a haste deslizar sutilmente, até eu firmar o aperto novamente próximo da lâmina. Caso Ras viesse me atacar com um corte vertical/diagonal ou uma estocada, minha pessoa manter-se-ia imóvel na maior parte do tempo até que Ras esteja prestes a completar o movimento. Então iria avançar um passo em diagonal para frente, girando em torno do calcanhar enquanto uso o quadril para rebolar, desenhando um semicírculo no ar, mantendo a lança na vertical para não correr risco do cabo esbarrar em algo, e assim iria desviar do ataque, propositalmente deixando a lâmina da katana passar bem próximo do corpo, inclinando ligeiramente o corpo no caso de um ataque em diagonal, e assim iria apunhalar ele, mirando na barriga, deixando-nos bem próximos.

Mas se fosse um ataque em horizontal eu recusaria um passo assim que o corte fosse executado para a katana passar em minha frente, então giraria em torno do pé que usei para recuar e avançando com o outro pé rapidamente, então iria perfurar a lateral do abdome de Ras.

Se eu conseguisse apunhalar o Ras, minha pessoa iria aproximar o rosto ao dele. E apesar do completo descaso em relação a ele, ainda manteria as formalidades. - Últimas palavras? - Desprezando-o de cima apenas para se caso ele tenha uma iluminação de sensatez em seus últimos instantes antes de eu retirar o direito da vida de Ras, ele ainda poder ter o direito de expressar-se, mas não que eu espere nada de agradável vindo dele. Porém se caso ele viesse a me esmurrar novamente ou tentasse algo sem nenhuma finesse, iria suspirar de desgosto e torcer a haste da lança enquanto empurro-a, assim esperando que a dor causada fosse suficiente para desestabilizá-lo. - Melhor assim. Ao menos terá a mais bela das visões que essa vida tem a mostrar antes de deixá-la. - Com a voz gélida dessa vez não estaria sorrindo, mas sim com um semblante frio, graças a indiferença que sinto pela vida de Ras, então abriria sua barriga com a lâmina, aproveitando para girar o corpo e assim acertar um chute no rosto de Ras, se caso ele fique ajoelhado.

Mas se ele não viesse atacar, eu me sentiria muito frustrada. - Que maldade, depois de me convidar para dançar, você se nega a me conduzir. - Dizendo com a voz bem manhosa, para deixar o drama mais convincente, apesar do sorriso debochado tornar claro que se trata de uma ironia apenas.

E no caso de Ras não atacar ou se combate não tiver sido finalizado, eu avançaria mirando uma estocada no ombro esquerdo de Ras, e a julgar pelo seu comportamento anterior imagino que ele fosse "sacrificar" o ombro para desferir-me um ataque letal. E pensando nisso eu iria girar sutilmente o punho e dobrar um pouco do braço direito, para fazer a lâmina da lança deslizar em diagonal na direção do peito de Ras, enquanto ele prossegue com a investida, para enfim fazer a lâmina atravessar o topo de seu abdome usando o próprio ataque de Ras contra ele, aprofundando assim a estocada.

>><<

Se Ras estivesse morto ou impossibilitado de mover-se/lutar antes da marinha chegar, eu caminharia até a peruca jogada no chão para guarda ela no casaco após embola-la para tornar seu volume menor. - Tanta prepotência desnecessária, só fez com que tivessem vossas vidas encerradas, francamente, e minha pessoa ainda os deu a oportunidade para submeterem-se, a única coisa que mataram foi meu bom humor. - Reclamando sozinha em tom de resmungo, enquanto questiono-me do porque eles ostentavam tanto orgulho se não eram capazes de sustentá-lo.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 6 EmptySab 08 Fev 2020, 15:11






Um local de completo terror e loucura. A insanidade preenchia a completa totalidade daquelas paredes, o cheiro de sangue permeiam-se nas brechas do espaço transformando aquela casa em um antro terrível repleto de crueldade. Um ser louco era tudo o que precisava para fazer brotar a loucura oculta dentro de cada pessoa. A terrível verdade era esta; a que todos nós possuímos demônios dentro de nós e tudo o que precisamos fazer é retirar aquela máscara que vestimos todos os dias. Alguns são melhores do que outros, umas máscaras são mais bonitas e bem colocadas que outras, mas no fundo… Libertar aquilo que guardamos dentro de nós é o instinto natural e quanto mais fundo este instinto se encontra enterrado mais drástica se torna sua aparição.


Rasnak era um homem louco, um demônio em forma de gente e mesmo que todos conseguissem ver isso e estarem assim preparados para tal era ainda assim assustador e desconfortável e talvez seja deste contexto que vem aquele antigo ditado sobre as coisas que um homem sábio teme que possuímos entre elas; A raiva de um homem gentil.

E era por tal que a queda da máscara de Kare tornava o ambiente tão mais assustador, naquele momento caso o baronete ainda estivesse vivo ele teria certamente morrido, sufocado pela loucura daqueles dois, esmagado lentamente pela vileza que escorria e banhava aquela mansão. O ar opressivo repleto de risos loucos. Os golpes das armas já não eram ataques, os sons por elas produzidos não eram os de metal contra metal, pois todo o som que ecoava ali era apenas os gritos de dor, de loucura e de prazer.

Se fosse uma dança, aquele certamente seria um tango, mas ainda assim não seria verdade chamá-lo assim, mas era certamente uma dança com partes iguais em perversidade e sensualidade.

O sangue tornou-se uma verdade muito presente não havendo só a imagem, mas o cheiro, gosto o tato e o som, estava agora tomando conta de todos os sentidos de ambos.

>><<

TUM...TUM...TUM… Em sua mão ela sentia os tremores que viajavam pelo cabo de sua lança a cada batida do coração de Rasnak, cada batida demorava um instante a mais que a outra, mas não havia dor nos olhos do homem, neles parecia haver um tipo muito puro de alegria. A lâmina entrou mais um centímetro e Kare sentiu o sangue que escorria pela arma alcançando a sua mão. Aquele era o final da dança e o casal estava no centro do palco olhando um nos olhos do outro. Haviam naquele pequeno tempo tornado-se íntimos um ao outro. Kare se desejasse seria capaz de alguma forma compreender a loucura e a paixão vividas por aquele homem, este que de igual forma compreendia naquele instante a mulher a sua frente e talvez por isso as suas últimas palavras foram muito diferentes da esperada por Kare.

- Henry pretende sair hoje à noite para Wars. - Ras deu um passo a frente fazendo com que a lâmina de Kare penetrasse um pouco mais fundo em seu abdome, as batidas de seu coração diminuiam, mas continuavam fortes. Ele tirou  mão do cabo de sua espada que caiu no chão dentro da poça de sangue aos pés do casal. - Ele… falou… que ia esperar… eu… entrar em contato… mas talvez se eu… demorar ele pode…. Acabar indo … embora. - As batidas diminuiram e agora sim pareceram se enfraquecer.

Kare começava a ouvir outros sons na casa, marinheiros pareciam estar correndo dentro da mansão e já começavam a subir as escadas. Do lado de fora alguns lutavam contra os incêndios e tratavam aqueles que pareciam ainda estar com vida.  

Rasnak não parecia que seria capaz de ligar para Henry, mas talvez com isso ele quisesse dizer que Kare talvez o conseguisse alcançar antes da partida. - Não...Deixe….A...loucu..r..a. - Neste momento a mão dele que havia solto a espada tocou o rosto de Kare marcando-o com sangue sobre o inchaço que havia se formado e então caiu, assim como o corpo dele que caiu para trás.

Era nesse momento que os marinheiros chegavam a entrada do quarto e assistiam quando o corpo de Rasnak caia para trás enquanto a arma de Kare saia de dentro do seu corpo, mas seus olhos não eram capazes de processar tudo, de ver e entender aquela obra de arte sanguinária criada por um espetáculo demoníaco. O quarto jamais seria visto como o mesmo. Cortes de espada no chão e nos móveis, sangue no teto e nas paredes, haviam livros deitados sobre lagos vermelhos e no centro duas figuras que só poderiam ser lidas como demonios encarnados na terra.

Dois marinheiros haviam chego a porta e naquele momento, após apenas alguns segundos de observação ambos se viraram para o lado vomitando. Kare mancou até onde sua peruca rosa estava e a colocou dentro do casaco ficando de costas para os marinheiros enquanto ouvia os desagradáveis sons produzidos por eles.

- EI, EI O QUE ACONTECEU COM VOCÊS. - Mais passos se aproximavam pelo corredor.

A luta também havia cobrado seu preço em Kare, não era tão alto quanto o pago por Rasnak. Além dos golpes anteriormente recebidos havia sido perfurada em sua perna esquerda passando ao lado do osso e cortando a panturrilha do lado oposto, golpe sofrido no momento que Rasnak tentava interromper um dos seus movimentos anteriores e também o golpe que havia custado a ele a sua vida.

- É... que Senhor... - A dupla de marines parecia lutar com as palavras enquanto buscava se recompor. - A sala..

Não demoraria mais que alguns segundos para aquele que provavelmente era o oficial da unidade chegasse a porta.




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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 6 EmptySab 08 Fev 2020, 22:07


"Agora não é hora de ficar sentimental e nem pensativa.” Sacudindo a cabeça para afastar os acontecimentos prévios assim como a torrente de informações novas. Respirando fundo para encher os pulmões de ar, além de focar no que realmente importa no momento, então encaro os dois marinheiros da sala por cima do ombro.

- POR QUANTO TEMPO PRETENDE CONTINUAR APENAS ASSISTINDO COMO ESPECTADORES!? - Diria praticamente aos berros demonstrando minha indignação com aqueles marines, e posso dizer que o fato deles fazerem algo tão repugnante diante de mim foi um excelente combustível para tornar minha raiva mais real. - RÁPIDO! AINDA PODEM HAVER SOBREVIVENTES NESSE CÔMODO. - Mesmo sabendo que a verdade por trás das cortinas usaria o fato dos marines parecerem estar abalados para induzi-los a agirem sem pensar de acordo com meu comando. - POR OBSÉQUIO NÃO… -  Então seria tomada por uma tristeza dolorosa, ou pelo menos seria assim que eles iriam escutar meu tom de voz. - Não façam todo meu esforço ser em vão... -  Dizendo com a voz trêmula como se estivesse prestes a chorar eu estaria caminhando lentamente com uma em direção ao fundo o cômodo, demonstrando estar tendo bastante dificuldade em executar um ato tão simplório, apoiando-me com as duas mãos no cabo da lança para caminhar parecendo estar desesperada.

Acreditando que não iriam demorar muito para descobrir sobre a morte do filhotinho no quarto, eu esperaria até que o marine no qual foi referido como Sr. estivesse próximo de mim, para agarrar o uniforme dele que cobre o peito, cravando meus dedos no tecido e puxaria-o para mim enquanto apoio meu ombro em seu peitoral, e “acidentalmente” empurrando meus seios contra o corpo dele, estando com os olhos marejados, e soluçando um pouco por causa do nervosismo todo, estando com a respiração pesada e um ritmo desarmônico. - Se eu… Se eu tivesse chegado antes, desculpe, eu deveria ter sido capaz de salvá-los, más… - Dizendo em tom de inocência misturado com doçura, iria Interromper subitamente a fala como se estivesse prestes a chorar. " Não, negativo, nem pensar, impossível, inaceitável. Minha dignidade não vale isso. Existe um limite pro quanto eu aceito agir de maneira tão humilhante assim.” Mas tentaria fazer isso para parecer que foi coincidência eu me escorar justamente no oficial responsável, como se não estivesse pensando direito, apenas aconteceu dele estar no local certo e na hora certa.

E antes que as perguntas infinitamente tediosas comecem, eu colocaria as costas da mão sob a testa. - Aarhnn! Perdão Sr. Marinheiro, está ficando tudo tão escuro, acho que vou… Então deixaria o peso de meu corpo cair sob o oficial, e com a mão tremendo apontaria para a poltrona. - Só preciso... Sentar para descansar um pouco. - Dizendo com dificuldade em meio a respirações pesadas. Então sentar-me-ia na poltrona acreditando que o marinheiro não fosse capaz de negar uma exigência tão simples. - Muitíssimo obrigada, esses ferimentos cruéis estão me torturando de tanta dor, se talvez… Não está tudo bem agora, podemos prosseguir com as perguntas. - Nesse ponto eu hesitaria em continuar com o pedido, esperando que o marinheiro fosse bondoso o suficiente para insistir em atender minhas vontades.

- Eu não quero causar-lhe ainda mais problemas Sr. Oficial, mas se houver algum paramédico disponível, uma pomada para inchaços, e um pouco de água, já é mais do que suficiente para fazer com que minha pessoa sinta-se incrivelmente melhor. - Dizendo como se não fizesse questão de tais cuidados, me importando mais com os demais do que comigo, apenas para fazer o instinto protetor dele falar ainda mais alto, e assim poder tratar-me com mais zelo.

E se realmente alguém me trouxesse o item mais importante que pedi, vulgo a pomada para inchaços, eu pediria para colocarem um pouco em minha mão, então espalharia ela cuidadosamente no rosto, no local onde o vira-latas acertou a pata imunda. Até porque não vou permitir que nenhum marinheiro brutamontes toque em meu rosto delicado de porcelana, ainda mais com estando dolorido.

- Eu me chamo Karelina, Karelina Lawford Sr., eu busco punir os terríveis malfeitores desse mundo sem receber nada em troca. - "A.aa..aaa...AAAATCHIMentira… Dificil lidar com essas gripes psicológicas. - Eu pretendia levar o patrão desse homem a justiça. - Aponta pro cadáver de Ras. - Quando minhas investigações me fizeram descobrir sob esse ataque a casa do barão, mas, eu não conseguir chegar tempo, se eu tivesse sido mais eficiente, e mais rápida, eu poderia ter salvado o filho do barão e também os valentes funcionários, me, me desculp… - Nesse momento eu desviaria o olhar do marinheiro, enquanto abaixo a cabeça começando a choramingar. "Tá tudo bem Karelina, lembra do seu orgulho, existem certas humilhações nessa vida que não, você não deve passar, dignidade, lembra que ainda você possui ela.”

Mas se caso o marinheiro demonstrasse ser insistente e apressado com as perguntas a ponto de negligenciar cuidados médicos para uma dama tão doce, benevolente e gentil feito minha pessoa, eu demonstraria ser totalmente compreensiva. [/color] Eu lhe entendo perfeitamente Sr. Marinheiro, seu trabalho é muito importante, por isso não pretendo tomar seu precioso tempo mais do que o necessário.” [/color] " Quem ele ta achando que é? Tomando como prioridade essas perguntas inúteis, ao invés de tratar os machucados monstruosos de minha ilustre pessoa!”

E assim que os ferimentos estivesse tratados, ou se estivesse passado algum tempo, mesmo com o tratamento realizado parcialmente, principalmente a perna, nem que fosse apenas um medicamento para aliviar a sensação de dor, eu não perderia mais tempo ali. - Muitíssimo obrigada, vocês fizeram tanto por mim, que nem possuo palavras para agradecê-los apropriadamente, agora por favor, vão cuidar dos outros feridos, eles precisam de mais ajuda do que eu, minha pessoa já está se sentindo muito melhor, por favor, não deixe mais ninguém perder a vida por minha causa. - Demonstrando muita gratidão em minha voz, eu olharia no fundo dos olhos do marinheiro, estando com o olhar brilhando de admiração, e “sem perceber” eu colocaria a mão sob meus seios apertando-os e empurrando-os sutilmente, como se estivesse muito agradecida por eles, além de tentar inspirá-los um pouco mais a prosseguirem com o trabalho heroico.

E se assim me deixassem sozinha eu deixaria a mansão discretamente, após tomar em mãos minha arma, dessa vez até usaria a outra porta nos fundos do casarão se ela estivesse menos movimentada, para chamar menos atenção possível. Mas se eu fosse vista ou se o marinheiro não quisesse me deixar sair sozinha. - Eu gostaria de tomar um pouco de ar fresco, ainda estou muito atordoada com tudo o que ocorreu, apenas preciso de alguns minutos de privacidade para poder organizar melhor meus pensamentos, não se preocupe comigo, eu não farei mais nada de imprudente. - Diria melancólica, ainda parecendo estar confusa, mas terminando com um bonito e gentil sorriso para confortar o coração de quem estiver o observando.

>><<

Uma vez fora de vista dos marines eu externar-ia os sentimentos que estavam até então confinados, começando com um forte aperto na haste, a ponto de sentir o corpo inteiro tremer de raiva, me fazendo ter de fechar os olhos para conter-me. - Como eles ousaram… É inadmissível, vomitarem logo quando me viram, minha vontade é fazer aqueles marinheiros amargamente se arrependam por essa ofensa sem escrúpulos.- Resmungando furiosa enquanto fico rangendo os dentes com os lábios selados para não fazer barulhos desnecessários, então iria respirar fundo e expirar pela boca, acreditando que de nada valeria ficar remoendo tal sentimento desagradável.

E assim seguiria para o “barranco de antes”, aprofundando-me na floresta com intenção de procurar por Crown, apesar de acreditar ser mais fácil dele me encontrar, uma vez que estivesse fora do campo de visão dos marines, seja dentro dos vinhedos ou no começo da floresta, eu colocaria a peruca novamente, após deixar a lança escorada em algum lugar. E então seguiria na busca pelo velhote, e se por acaso o avistasse iria tentar aproximar-me sem ser notada, mantendo os passos leves, evitando pisar em folhas e/ou galhos secos.

Aproveitando o momento de privacidade para realmente refletir sobre os acontecimentos, além das novas informações. "Fugir para Wars… Então Hen realmente não acreditava que sairia impune desse ataque? Mas abandonar o monopólio em Budou… O que ele está planejando.” Não me forçaria a andar rapidamente para não agravar a lesão na perna, mas tentaria manter um ritmo constante. "Precisou estar no leito de morte para ter uma atitude sensata de lucidez, os mundanos são realmente difíceis de lidar e compreender.” Respirando agora com mais conforto por estar distante daquele cômodo impregnado pela loucura carmesim, ainda tendo flashes vindo a mente dos últimos momentos do vira-latas. "Não preocupe-se, vossa morte não será em vão, você será o primeiro degrau da escada que minha pessoa construirá até os maiores holofotes do mundo.”

Agora mais despreocupada apenas iria focar-me em encontrar o velhote, mas antes. - Obrigada Rasnak. - No final ele me deu um conselho, ou pelo menos foi o que pareceu, então ao menos devo demonstrar alguma alguma educação para agradecê-lo, correto? Dizendo em tom baixo de melancolia, mas estando estranhamente confortável. - Porém é impossível para minha pessoa conviver o tempo todo com algo tão medíocre quanto a insanidade. - Dizendo ainda com a voz baixa, porém de maneira mais despojada, ostentando um sorriso debochado, e mostrando a língua para os céus, como se estivesse praticamente caçoando da vida.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 6 EmptySeg 10 Fev 2020, 12:53




Os contratempos não lhe davam qualquer sussego ou tempo para raciocinar os acontecimentos do dia, aquela frenética corrida para suas conquistas parecia não possuir pausas ou qualquer ponto de descanso uma vez que houvesse começado. Rasnak havia sido peculiar em seu fim, talvez tivesse apreciado sua luta final, talvez houvesse encontrado o que realmente desejava… Havia ele se apaixonado por Kare em seus últimos momentos? Pela loucura flamejante que havia se acendido nos olhos da jovem? Ou aquelas palavras talvez houvessem sido apenas mais uma das piadas daquele comediante ensandecido?

De toda forma ela não tinha tempo naquele momento para ponderar sobre as palavras do homem, sobre o que era verdade e o que era delírio e talvez ela em nenhum momento fosse dar qualquer atenção a isso visto que Rasnak provavelmente não era merecedor de mais do seu tempo, muito embora ele tivesse deixado marcas profundas nela.


Aquele que era provavelmente o superior se aproximava vindo do inicio do corredor e neste momento mesmo ele era capaz de ouvir aquelas palavras imperialistas. Os marinheiros no entanto não pareciam capazes de se recuperar imediatamente e apenas gaguejaram sons incompreensíveis.

O comandante assim que chegou a porta teve uma maior compostura que seus homens, ao menos uma maior retidão. Seu rosto ficou branco e depois cheio de sombras escuras enquanto observava a cena e a mulher coberta de sangue a sua frente, sua face endureceu em uma careta e ele em um movimento rápido e bastante compreensivo puxou o rifle de suas costas mantendo-o apontado para Kare. - O que vocês viram. - Os dois se levantaram então, mas ainda tinham uma postura que parecia frágil. - Chegamos no momento que ela matou aquele homem. - Apontaram na direçãode Rasnak.

Por mais que Kare houvesse falado de sobrevivente o comandante não mandou ninguém entrar, pois do ponto de vista dele aquela ainda era uma situação perigosa.

Atrás do líder outros quatro marinheiros chegaram ao local, e por ter visto seus companheiros no estado em que estava eles tiveram um tempo maior para prepararem suas mentes. - Verifiquem. - o Comandante ainda mantinha a pontaria em direção a Kare avançando para dentro do cômodo enquanto os seus outros homens adentraram o local. - Identifiquese garota! - Ordenou o líder, mas antes que ela tivesse tempo de responder os marinheiros começaram a reportar.

- Senhor! Este é Rasnak Senhor. - falou o primeiro que verificava o corpo de Rasnak próximo ao Tenente que os conduzia. - Está morto. - completou a informação. - Este aqui também está morto senhor. - Falou um segundo marine que averiguava o corpo do mercenário que August havia nocauteado e poucos segundos depois o terceiro reporte soava e este era muito mais alarmado que os anteriores, pois falava da morte do próprio August. - Mas que merd… - Nese momento Kare tinha um ataque, suas mãos começavam a tremer e ela então andava até as poltronas próximas à janela. O tenente ainda mantinha a arma apontada para ela, mas parecia conversar com seus homens. - Você disse que viu ela o matando? - O marine apenas acenava afirmativamente com a cabeça.

Ele era um tenente experiente e por isso ainda mantinha a prontidão, mas vendo o estado de Kare, seus ferimentos e a dificuldade que ela demonstrava no simples ato de caminhar o homem relaxou um pouco. - Vocês dois fiquem e montem guarda na porta o resto de vocês vá ver o resto do local, ainda temos que encontrar os Senhores Tenfloy, mas não os deixem vir até aqui.

Com isso o tenente voltava a por seu rifle em descanso enquanto se aproximava de Kare, sua voz era bastante mais gentil nesse momento e demonstra alguma preocupação com o bem estar daquela jovem que parecia tremendamente abalada.  - Eu preciso que você me conte o que aconteceu senhorita. - Nesse momento Kare voltava-se para o homem que era na verdade um pouco mais baixo do que ela e afundava seu rosto "choroso" nos ombros do mesmo enquanto com uma voz terrivelmente alarmada começava a tentar "explicar" o que havia acontecido enquanto se lamentava por sua própria incapacidade de ter feito mais.

O marinheiro acabou ficando rígido ao seu "atacada" por um momento tendo se assustado com o pensamento que havia se descuidado, mas logo começou a sentir o calor daquela mulher grudada em seu corpo, sentir os tremores dela e então ele mesmo relaxou permitindo-se que seu lado masculino Burro assumisse o controle. - Tudo bem garota, só se acalme. Já acabou. Eu que preciso me desculpar por termos chegado tão tarde, poderíamos ter evitado que você passasse por qualquer tudo isso. - Kare que ainda em havia contado nada já havia conseguido naquele momento que o homem a consolasse. - Mas eu preciso q… - Mais uma vez ele não teve tempo de terminar e precisou apoiar com seus braços fortes e definidos -q o belo corpo da jovem. - É claro, sente-se aqui. - Ele a auxiliava a chegar na poltrona ali próximo onde o casaco perfeitamente dobrado de August estava apoiado ainda contendo o perfume do Baronete.

- As perguntas podem esperar um pouco… - ele se virava para a porta. - Soldado Matias! Chame o Sargento Ray. E traga água para essa mulher.

Pouco a pouco o tempo se passou. Os soldados iam e vinham reportando a situação para seu comandante o qual Kare descobriu ser o Tenente Magart. Os soldados também cobriram os corpos do local e começaram a tirar algumas fotos enquanto Kare permanecia sentada na poltrona recebendo os primeiros socorros. Haviam lhe entregue uma bolsa com um gel gelado para ela pressionar o rosto enquanto o Sargento Ray costurava a sua perna fechando o ferimento ali. - Vou lhe dar dar um pouco de morfina para aliviar a dor. - informou ele.

Durante esse tempo os soldados encontraram o barão e a baronesa e estavam agora com eles no Hall de entrada. Os movimentos pela casa começavam se acalmar e os soldados eram comandados a manter um perímetro no local. Nesse momento o Tenente Magart retornava ao quarto. Kare mantinha a bolsa térmica em seu rosto, mas já aparentava um estado muito melhor.

- Espero que possamos conversar um pouco agora sobre o que aconteceu aqui, Senhorita? - ele deu um pouco de ênfase na palavra transformando sua frase em uma pergunta, deixa qual foi aproveitada por Kare.

Conforme se apresentava e seguia com a explicação ela ia se tornando mais e mais emotiva, as palavras antes bem pronunciadas começaram a se tornar apressadas e exaltadas até que ela não mais conseguiu continuar. - Tudo bem, tudo bem, apenas se acalme senhorita. Não foi culpa sua, nós, marinheiros é que devíamos ter chegado antes ao local.

Havia algumas coisas que ficavam estranhas naquilo tudo. O Tenente não repreende Kare por não ter avisado a marinha já que ela sabia do ataque. August também havia informado saber do ataque e assim sendo, porque ele também não havia avisado a marinha? Todavia essas perguntas se manteriam sem resposta visto que eram perguntas as quais ninguém parecia se questionar.

Assim que Kare se acalmasse novamente ele prosseguiu. - Então, quando você chegou aqui encontrou aquele homem, Rasnak e? - Ele já imaginava devido ao relato de seus homens, mas mesmo assim queria ouvir dela. - A senhorita falou estar atrás do patrão daquele homem. Sabe por acaso onde ele está? E quem ele é?  

- Suponho então que a Senhorita Lawford é então uma caçadora? - Continuava o tenente com mais algumas perguntas e assim que tivesse as respostas ele concluiria. - Não poderei deixá-la levar o corpo… mas… Acredito que o pessoal da central vai querer lhe fazer mais algumas perguntas, talvez possamos lhe escoltar até a sua residência? Eu precisarei ainda conversar com o Barão Tenfoy, mas depois disso seguiremos para a região central de Miqueot, gostaria que a senhorita nos acompanhasse.


Ele esperaria Kare responder até que então ela dissesse precisar tomar um ar. - Ah certo. Creio não haver problemas, apenas peço que permaneça na propriedade. Não verificamos os arredores então podem haver mais criminosos por aí e a senhorita já fez demais. Devemos partir em uma meia hora.

Com isso o homem acompanhou Kare. - Vou apenas pedir que não saia pela frente, o Barão Tenfloy está lá e eu gostaria de evitar que ele veja o sangue. - Veja só como era um homem prestativo, não?

Saindo pelos fundos a jovem encontrou com alguns marinheiros aos quais explicou a situação. Eles provavelmente já haviam "fofocado" entre eles e por isso nenhum a deteve.

Agora ela finalmente tinha algum tempo para por as ideias em ordem e também podia extravasar um pouco a raiva pela afronta que aquela dupla havia cometido em sua presença, contornou por trás dos galpões e entrou no vinhedo aproveitando-se das sombras das nuvens que cobriam a lua. Sua perna doía ainda, mas agora que estava tratada era-lhe possível caminhar com o mínimo de conforto. A morfina também parecia agir e reduzir as dores sentidas enquanto relaxava o seu corpo.

Haviam vários marinheiros, mas estes todos mantinham um perímetro muito mais ao redor da mansão do que da propriedade. Ela pode observar que pela estrada chegaram algumas carroças. Estava um pouco mais frio do que antes, ou talvez fosse apenas seu corpo que estava mais quente e lhe causava essa sensação o lado bom no entanto era que o frio em seu rosto o ajudaria a desinchar.

Foram precisos 10 minutos para chegar ao local, o que lhe deixava com outros 20 minutos para retornar. Caso contrário toda a farsa que ela havia montado poderia cair por águas e então ela seria acusada por criminosa.

Avistou então luz por entre as árvores e com cautela começou a se aproximar. Crow não estava em lugar nenhum ali, provavelmente devido a demora e a aproximação da marinha ele havia optado por ir embora. Ao chegar na fonte de luz a jovem encontrou cravada em uma árvore um bilhete.

"Retornei. Espero lá."

Era somente este o conteúdo do bilhete. Talvez ele pudesse ter alguma utilidade para Kare?

OFF: Você poz a peruca.

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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 6 EmptyTer 11 Fev 2020, 14:38



- Eu soube dele por um cartaz de procurado, depois descobri que possuía um armazém no porto, com um pouco de sorte e muito carisma eu consegui extrair algumas informações privilegiadas dos funcionários dele.- Nesse momento iria ajeitar meus cabelos com os dedos, enquanto sorrio para o tenente, piscando em sua direção. Como se quisesse "justificar" os métodos que usei para obter sucesso em minha investigação.

- Ara ara, minha pessoa não possuo os méritos para ser qualificada como uma caçadora oficialmente, é a primeira vez que tento algo voraz tão assim. - Dizendo sem pretensão alguma, enquanto fico abanando o ar e cubro parte do rosto com a outra mão, desviando o olhar da direção do marinheiro, para passar a impressão de que não havia feito nada digno de merecer congratulações. Porém eu manteria um sorriso bem meigo estando de olhos fechados, podendo ser até um pouco insistente, esperando que o marinheiro elogie meu desempenho.

A seguinte fala do tenente deixou-me boquiaberta com os olhos atentos em sua direção. - Ohh, é muito cavalheiresco de vossa parte Sr. Marinheiro, levar em consideração meu atual condição física e oferecer-se para transportá-lo, eu não poderia estar mais contente por ter um marinheiro tão confiável cuidando de mim. - Tal como uma donzela apaixonada encantada pela valentia de seu cavaleiro, eu estaria observando o tenente com o olhar brilhando em admiração, juntando as mãos e apoiando-as sob o busto, deixando um suspiro deslumbrado fugir de meu peito, ao término de minhas palavras afetuosas, soando levemente até os ouvidos do marinheiro, transmitindo a alegria que estava dentro de meu ser.

"Marinheiro estúpido, mesmo se talvez, houvesse a possibilidade, de quem sabe, em um sonho distante, minha pessoa possa considerar, ao menos pensar a respeito, da probabilidade praticamente inexistente, de submeter-se a carregar a um cadáver. Como acha que minha majestosa pessoa fará algo do tipo, estando com todas essas lesões? Ao menos é melhor que se redima sendo útil para mim." Tendo demonstrado tamanha adoração pela atitude do tenente, espero que ele fique envergonhado por ter sido desatento em relação aos meus ferimentos, e para não perder compostura ele decida transportar o corpo após terminarem de examiná-lo.

- Irei me hospedar em uma pousada no centro de Micqueot, e amanhã de manhã estarei mais do que contente em responder as perguntas da central.- Dizendo enquanto certo os punhos mantendo um sorriso empolgado, demonstrando estar ansiosa para encontrar os marinheiros no dia seguinte.

>><<

Como se não bastasseo conselhos do marinheiro em evitar o barão por causa da minha aparência, o velhote simplesmente abandonou o ponto de encontro, e deixou apenas um bilhete que de nada me ajudava. - Tsc..- Apenas iria arrancar o bilhete, amassá-lo, joga-lo no chão, e depois pisar em cima, antes de retornar para a mansão, após novamente esconder a peruca. Não iria pensar em perseguir o velhote, afinal "lá" pode ser muitos lugares diferentes.

>><<

Acreditando que não teria problemas em retornar para o casebre, iria procurar pelo tenente, e caso o encontrasse. - Com licença Sr. Marinheiro. - Diria estando um pouco envergonhada, enquanto puxo levemente a manga de seu uniforme. - E-e-eu gostaria de prestar minhas condolências ao barão. - Agora desviando o olhar enquanto fico juntando as pontas dos dedos indicadores. - Eu comoreendo que é um pedido indelicado, m-ma-mas eu tenho algo para falar com ele, tem haver com o filho dele, é muito importante, por favor! - Nesse momento eu estaria fazendo beicinho, com os olhos brilhando direcionados para o tenente, dizendo com o tom de voz doce, e um pouco tímido, para poder comover o marinheiro.

Mas se por algum motivo eu não pudesse usar o tenente para me encontrar com o barão, eu esperaria até que o barão ficasse sozinho em algum momento, talvez ele também precise de um tempo para aceitar a morte do filho, então aguardaria até que ele entrasse em algum cômodo, para acompanhá-lo sorrateiramente.

Mas se caso o Sr. Tenfloy não ficasse desacompanhado, eu me veria obrigada a fazer uma aproximação estratégica, andando casualmente, sem perceber que estou indo de encontro a ele, até tropeçar nos próprios pés. - Eu sei como alivia-lo de todos seus problemas. - Sussurraria próximo de seu ouvido, de forma que ele pudesse sentir minha respiração na pele, usando um tom de voz doce, com um pouco de perversão, para instingá-lo a seguir seus instintos mundanos, enquanto cravo minhas mãos na gola de sua vestimenta, puxando-o em minha direção, até que. - Oops, como sou descuidada, ainda bem que um gentil cavalheiro conseguiu impedir-me de cair. - Agora dizendo mais alto do que o necessário, com um tom de voz alegre, demonstrando minha ingenuidade para quem estivesse assistindo a cena, coçando as costas da cabeça. E quando os ânimos se acalmassem, eu esboçaria um sorriso maléfico para o barão, fitando-o discretamente.

>><<

Se eu conseguisse um momento de privacidade com o barão, talvez com o próprio tomando a iniciativa, afinal sou a responsável por dar fim a vida do assassino de seu filho, eu faria uma reverência respeitosa para ele. - Eu sinto muitíssimo pela fatalidade que ocorreu ao vosso filho. - Dizendo com uma voz arrependida, porém gentil, a fim de reconforta-lo. Mas. - Na verdade era o que minha pessoa gostaria de dizer, porém, a verdade é que vocês foram os únicos culpados por isso. - Finalmente levantando a cabeça, ostentando um sorriso debochado, enquanto digo de maneira provocativa afim de insulta-lo, para que o barão fique humilhado.

- Deveriam apenas ter continuado com as cabeças abaixadas como bons cãezinhos obedientes. - Diria em tom descaso para o barão. - Mas vocês morder a mão que os alimenta, e essa mesma mão agora pretende adestra-lo novamente. - Dizendo agora não como uma ameaça, mas sim como se estivesse o alertando para o óbvio.

- Porém… Minha pessoa pode garantir novamente vossa liberdade, além de claro reconfortar seu coração, trazendo a vingança para o verdadeiro assassino do baronete. - E após despertar a raiva no interior do barão, eu iria direcioná-la para Hen, estando com a voz melodiosa, a fim de induzir o barão a seguir minhas vontades. - Podemos construir uma sólida e satisfatória relação, onde ambos desfrutamos o prazer dessa amizade.- Diria com o tom de voz mais lascivo, assim também usando a luxúria para persuadi-lo.

Eu esperaria que o barão perguntasse meu interesse nessa boa relação, mas se ele não perguntasse eu diria da mesma maneira, deixando claro que também espero receber algum tipo de agrado. - Esses marinheiros inconvenientes, eles estão atrapalhando nossos negócios, assim não posso atuar livremente, mas com a influência de um nobre tão imponente, acredito que não haverá problemas em fazer com que eles deixem-nos em paz.- Diria com a voz mais manhosa, reclamando insatisfeita com os marines.

Mas se eu não conseguisse ficar a sós com o barão, apenas iria esperar o momento para acompanhar o tenente até o centro de Micqueot.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 6 EmptyTer 11 Fev 2020, 18:46




O rosto do Tenente ficou bastante perturbado com algumas das respostas dadas por Kare, principalmente sobre ser a primeira vez que ela tentava algo tão voraz, pois naquele momento ele observava o resultado que se espalhava pela sala e pelo corpo dela.

- Ele deve ter sido um oponente bem complicado. Eu conhecia August e sei que ele não era inexperiente.

Todavia Kare havia cometido um ''Engano'' muito oportuno ao tratar as palavras do marinheiro como forma dele estar se oferecendo a um favor extremamente prestativo, no mesmo instante o tenente pareceu ficar bastante sem jeito já que aquela cortesia nunca havia passado por sua cabeça, mas quases imediatamente ele se recuperou aproveitando a oportunidade para realmente parecer um nobre e prestativo homem, afinal… qual homem não gosta de parecer aquilo que não é para impressionar uma bela garota… mesmo que esta… nesse momento esteja toda ferida e coberta de sangue…. Ainda assim as curvas de Kare e os seios em evidência pareciam ser o suficiente para que o sujeito conseguisse pensar além do sangue que manchava a suave pele branca da jovem.

- Hahahaha, é claro que eu não poderia deixar a senhorita passar por todo esse transtorno. - Ele tinha o peito estufado e as duas mãos postas no quadril enquanto olhava para cima cheio de falso orgulho. A sua atuação era tão ruim que quase obrigava Kare a gargalhar naquele momento. - A senhorita só precisará passar no QG amanhã para receber a recompensa por seus esforços.

Por outro lado a jovem quase não conseguia suportar a idiotice daquele homem que havia pensado em qualquer instante da sua infeliz vida que uma dama tal qual ela iria sair por aí arrastando um corpo para receber a recompensa.

- Hmmm, então a senhorita ainda não tem um local para ficar? Minha irmã tem uma hospedaria no centro. Nova Aliança é o nome do local, podemos levá-la até lá se desejar. - ele parecia ter aprendido, ou no caso, tinha sido adestrado por Kare e agora automáticamente havia se oferecido para uma gentileza.

>><<

O tenente não parecia muito animado aos estado de Kare na frente do barão, mas também sentia-se desconfortável em negar um pedido feito daquela forma por uma dama que queria ''verdadeiramente'' se desculpar com o homem. - Hmm, certo. Apenas se cubra com isso. - Ele lhe entregava uma capa que pegou de dentro de uma das carroças que havia chego a fazendo para que Kare se cobrisse e escondesse o sangue. - Vou lhe apresentar. Mas deixe sua lança aqui. - Ele confiscou a lança da jovem a deixando na carroça

Dentro do Hall de entrada o corpo do espadachim ao pé da escada já havia sido retirado e alguns marinheiros montavam guarda ali na entrada. Quando entrou percebeu a baronesa sendo escoltada por outros dois marinheiros para o segundo andar e a viu passando sem nem sequer olhar para a mancha de sangue no chão, a mulher parecia estar bastante atordoada com a perda do filho.

Assim como dito o tenente os apresentou. - Senhor Temfloy… Está é a jovem que falei anteriormente. Ela chegou aqui antes de nós e matou o homem que assassinou seu filho. Ela gostaria de conversar com o senhor.

O homem era robusto e grisalho com o rosto redondo e na casa dos seus 60 anos. A barriga era proeminente e a roupa parecia ser cara nas cores marrom e vinho. Ele até então estava sentado em uma poltrona com a cabeça enterrada nas mãos, mas naquele momento se levantou parecendo bastante cansado. - Ah… Sim é claro. Obrigado por vingar o meu filho minha jovem. - Vou deixa-los conversar. - Dito isso o homem seguiu para fora da residência permitindo Kare ter uma certa privacidade com o barão. Havia dois marinheiros prostrados na porta de entrada e outros dois na escada central, mas estavam a uma distância considerável deles.

- Eu agradeço as suas condolências senho…. - O barão havia começado a agradecer, mas tão rápido quanto havia se mostrado gentil a jovem agora o ''estampava'' no rosto o que fazia com que os olhos do barão se estreitassem encarando-a de forma perigosa. - É bom tomar cuidado com o que fala garota. - A voz dele abandonará qualquer tom cortês e continha na verdade bastante acidez. Todavia Kare não parecia nem um pouco disposta ao ouvir o ''conselho'' do barão e na sequência mais uma vez o ofendeu, mas antes que tivesse a chance de terminar seu rosto explodiu em chamas com uma palmada violenta que o homem lhe aplicou. Essa novamente a acertava do lado esquerdo na mesma bochecha que Rasnak a havia socado. O golpe de mão aberta do barão era muito menos pesado que o soco de Rasnak, mas produzia um estalo alto. Kare imediatamente sentiu o calor se espalhando por seu rosto de onde agora não só ficaria roxo, mas também com marcas de dedos gordos. - Eu mandei tomar cuidado com o que fala garota. - Os olhos do homem se inflamavam de raiva.

O gesto brusco do barão havia puxado a atenção dos marinheiros que estavam no local que ficaram imediatamente tensos. - MARINHEIRO! ESSA JOVEM JÁ TERMINOU, LEVE-A DAQUI. - Gritou o barão para os marines da porta. - É melhor você nunca mais dar as caras por aqui vadia. - Cuspiu essas palavras de despedidas para Kare em voz baixa, os marinheiros da porta já se aproximavam para escoltar a garota.


>><<

Na possibilidade de Kare deixar por isso mesmo sem tentar matar o barão naquele momento ela seria levada para fora pela dupla de marinheiros, seu rosto estaria pulsando e avermelhado, lá o tenente a receberia. - Ele não aceitou muito bem? - Ele imaginava que o barão havia culpado Kare pela morte do filho. - Suba. Já estamos partindo. - Conforme ele falava mais carroças chegavam, aparentemente alguns dos membros dessa vez eram médicos, pois vestiam-se completamente de branco. - Os corpos vão ser levados amanha pela manha para o quartel. - Informou e então o grupo começou a andar de volta a cidade de Miqueot para que pudessem relatar a situação. Haviam em outras duas carroças alguns mercenários feridos que não haviam sido mortos, mas para felicidade de Kare não pareciam haver ninguém do grupo de Rasnak.

A jovem poderia usar este tempo de aproximadamente 2hs para pensar em como proceder. Agora eram próximas às nove e vinte da noite assim sendo seriam por volta de onze e meia quando finalmente chegassem ao centro de Miqueot. Poderia conversar com o tenente, pedir ajuda, ou mesmo uma nova bolsa de gelo…. Haviam duas horas afinal, ou talvez fosse bom dormir?






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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 6 EmptyTer 11 Fev 2020, 21:52


Quando o marinheiro me sugeriu um local para passar a noite eu imediatamente fiquei com os olhos brilhando de empolgação e um largo sorriso alegre eu observei o tenente estando completamente contente. - Sério? Isso será de enorme ajuda, nem sei como agradecê-lo por ser tão prestativo com minha pessoa que só lhe causou problemas. - Ou ao menos era assim que deveria parecer, para continuar mantendo a aparência de menina gentil e empolgada, e assim não levantar possíveis suspeitas.

>><<

- Pff.. - Não faria nada além de abafar uma risada de desprezo para o barão, aquele tapa patético apenas refletia o quanto ele era frágil, não me faria expressar nada além, de transformar a expressão debochada em um sorriso gentil, porém ele pode ter certeza de que esse gesto faria-o sofrer ainda mais.

- Ah sim, foi minha culpa ter insistido em algo tão insensato, o barão ainda parece estar muito fragilizado com os acontecimentos, por isso não o culpo por nada. - A fim de manter a aparência ingênua para o tenente, eu assumiria totalmente a culpa pelo ocorrido, além de não parecer estar magoada ou algo do tipo, apenas me encolheria brevemente no peito dele, para parecer que a sensação de culpa tomou conta de mim por um momento. Dizendo "sem intenção" um pouco mais alto que o necessário, para que o barão pudesse escutar-me se ainda estivesse por perto ou prestando atenção.

>><<

Então como me foi instruído eu subiria comportadamente na carroça indicada, mas antes iria retirar a capa altamente ofensiva que o tenente me ofereceu. [color=#ff0099]"Que tipo de mundo estou vivendo? Cobrir algo tão belo, as pessoas deveriam se pôr de joelhos para me idolatrarem."

- Sr. Marinheiro poderia fazer a gentileza de me ceder mais uma bolsa de gelo? - Acredito que não precisaria justificar o motivo desse pedido, então apenas manteria o comportamento bondoso, sem querer me estender muito nesse assunto. E se assim ele me cedesse eu a colocaria na bochecha esquerda.

Se durante o percurso até o centro de Micqueot a carroça passasse por um local consideravelmente perto do esconderijo de Hen eu pediria para descer. - Com licença Sr. Marinheiro, mas poderia parar a carroça? Uma de minhas amigas mora aqui perto, e ela ainda deve estar acordada, e sei que ela não me negará um local para passar a noite. - E assim diria com certa casualidade e ânimo, por julgar não ser necessário minha pessoa não tentaria ser tão persuasiva quanto antes. Apenas certificaria-ma de estar com a lança antes de descer da carroça.

Não iria ficar puxando muita conversa durante o trajeto, aproveitaria para tentar descansar um pouco, e talvez cochilar… em uma carroça… cheia de marinheiros… provavelmente fedendo a cavalos… esquece, foi a pior idiotice que já passou por minha mente. Mas se o tenente conversasse comigo eu o trataria com cortesia.

>><

Uma vez que minha pessoa tivesse descido da carroça, seja em frente da Nova Aliança ou próximo ao esconderijo, eu me despediria do tenente, acenando para ele de maneira excessivamente empolgada, enquanto mantenho um sorriso animado. - Muitíssimo obrigada por tudo Sr. Marinheiro, eu jamais esqueceria de vossa pessoa, e de todas as gentilezas que fez por mim. - Dizendo com o tom de voz alegre. "Qual era mesmo o nome dele…? Não que eu me importe de qualquer forma, finalmente me livrei desse incômodo." E continuaria a acenar até que as carroças ficassem afastadas, demonstrando o quão grata eu estava… Ok, já posso parar de fingir? É repulsivo agir assim...

E assim que as carroças estivessem afastadas eu iria caminhar na direção do esconderijo, e se caso não encontrasse procuraria pela hospedaria da irmã do tenente. Ou qualquer outro estabelecimento que eu pudesse passar a noite e tomar um banho, de preferência um de boa aparência, pelo menos… Ahhhh e antes que eu me esqueça, durante essas andanças, eu jogaria a peruca em alguma lixeira que encontrasse no meio do caminho.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 6 EmptyQui 13 Fev 2020, 10:11




Kare havia sido no fim "fiel" a Henry, pois havia cumprido o acordo de forma precisa ao "contrato". Havia seguido o grupo de Rasnak, invadindo a mansão, matado August o filho que havia feito o barão se rebelar contra Henry e por fim havia relembrado o barão de um modo extremamente cruel de que ele deveria ter-se mantido quieto e cumprindo o contrato de Henry.

relembrando escreveu:
Caso vós seja alguém não familiarizado, Henry é um gangster da ilha de Miqueot que usa de sua inteligência para firmar "contratos" com os produtores menores da ilha, similar a fazer uma cooperativa, mas mais parecido com uma máfia. Ele fornece proteção e meios para escoar a produção enquanto é claro recebe por esses fabulosos serviços prestados. Henry na verdade é apenas um peão de uma organização muito maior filiado a uma certa mulher poderosa que atualmente vive na Grand Line. O Barão Tenfloy estava começando a causar problemas tentando se livrar do controle de Henry após seu filho August retornar para a ilha. Uma dos grandes vinhedos estava auxiliando-os com recursos, pois também faz parte de seus interesses se livrar de alguém como Henry e aproveitar-se então do espaço de mercado que surgiria com isso.
 

Nunca havia sido imposto a Kare que ela não poderia matar Rasnak no processo e por tal acredito que ela conseguiu cumprir as expectativas do acordo aproveitando-se das brechas em seu contrato ao mesmo tempo que conseguia dar o recado ao barão e convencer a marinha do contrário, ao menos até o presente momento.

Ao sair do Hall Kare pode se deleitar com o rosto rubro do Barão. Não era certo se ele havia entendido o recado por completo, não ao menos naquele momento. Ele estava apenas afrontado e completamente enraivecido por ter sido menosprezado por uma total estranha, mas de fato ele ainda não havia sido capaz de entender a profundidade do comentário feito pela jovem.

>><<

Kare despertou ao sentir uma sutil mudança no movimento da carroça. Haviam saído finalmente da estrada de terra e agora as rodas de madeira rodavam por cima de um calçamento de pedra irregular. Esta mudança a fez despertar vendo-se agora nos limites externos da cidade em um local próximo ao porto. A direita da carroça havia a vastidão do mar, completamente negro e naquele momento também calmo.

Continuando por aquele caminho junto ao porto chegou o momento em que passavam próximos ao escritório de Henry. Agora era passado das onze da noite, mas aquela parte do porto estava iluminada por lampiões a óleo fixo em postes em espaçamentos regulares.

- Você tem certeza? - O Tenente olhou um pouco desconfiado para o lugar, aquela não era exatamente uma zona bem conceituada, mas até então a jovem havia sido bastante simpática e ele tendia a querer crer nela.   - Nos encontramos amanhã no QG então Senhorita Lawford.


>><<

A porta de entrada se encontrava entreaberta, ao se aproximar Kare podia notar que havia sido arrombada, pois a fechadura estava quebrada como se alguém a houvesse chutado para dentro. Estava novamente sem a peruca e com a lança nas mãos. Ao abrir a porta a mesma se moveu apenas com um suave rangido.

Havia uma lamparina acesa a poucos metros da porta em cima de uma cômoda perto do vestíbulo onde antes ela havia se trocado. A luz provida pelo objeto era fraca, mas suficiente para ver que ali perto havia um corpo estendido no chão sobre uma poça de sangue.

A escada mais adiante possuía um pouco de luz vinda da janela. Está escada era em L e a janela estava localizada logo na curva da escada permitindo que a luz de um lampião da rua se infiltrar e lá nesta mesma curva havia outro corpo.

Henry teria fugido dela? Ou ao mesmo tempo que ele realizava um ataque aos Tenfloy alguém realizava um ataque nele? Haviam sido enganados e usados? Talvez alguém tivesse usado os Tenfloy para criar uma chance de atacar o esconderijo de Henry enquanto seus homens de maior confiança estivessem ocupados… Ou era alguma outra situação?

Se Kare continuasse avançando encontraria outros cinco corpos no corredor do segundo andar que dava na porta do escritório de Henry. Entre os corpos ela não saberia dizer quem era atacante e quem era defensor. Dois dos corpos tinham espadas cravadas em seus peitos, outro jazia com a garganta cortada, mas a grande maioria não possuía sinais claros de como havia sido morto a não ser a óbvia poça de sangue embaixo de seus corpos mortos.


Kare poderia sentir uma estranheza conforme avançava, um pressentimento ruim se trocarmos em miúdos, mas não conseguia identificar a origem do mesmo.

Já ao adentrar o escritório seria capaz de encontrar duas das pessoas que procurava, embora nenhum desses fosse Henry.

Crow… Assim como outros estava caído. Desta vez Kare conseguia ver o motivo, pois havia um claro buraco de bala em sua testa. Já do outro lado da mesa havia alguém que também desejava encontrar, mas em circunstâncias bastante peculiares. Um rosto inexpressivo, com um olhar afiado de um azul profundo, cabelos negros presos em um apertado rabo de cavalo. A pele branca do rosto daquela pessoa estava manchada de sangue assim como suas vestes de empregada. Em sua mão havia uma pistola que apontava diretamente para o peito de Kare, já a outra mão coberta por uma luva branca removia um pouco do sangue de seu próprio rosto.
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- Então é você senhorita. - A voz de Martha continha um tom agora relaxado, mas ainda possuía aquele timbre seco sem emoção de alguém pragmático e lógico, mas mesmo ao reconhecer Kare a arma dela não baixou. - Lamento, Henry não se encontra. O que a senhorita deseja com ele? - A arma continuava apontada para Kare, mas o dedo estava fora do gatilho ainda que próximo.

Era suposto que ela havia matado Crow? A frente de Martha havia uma bagunça na mesa de Henry, papeis jogados no chão e cadeiras derrubadas. Martha estava do outro lado da mesa, ou seja, entre Kare e Martha havia a mesa.

Então lá estava Martha, mas ao mesmo tempo não parecia ser a Martha que Kare havia visto até então, ou talvez seja a Martha que ela esperava encontrar, pois desde então havia acreditado que ela era um talento desperdiçado ao lado de piratas.



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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 6 EmptyQui 13 Fev 2020, 17:30


Sendo sorte ou não a porta do esconderijo aberta, e era um trabalho a menos não precisar quebrá-la, sem muitas cerimônias fui adentrando, tendo o desprazer de me separar com uma cena repulsiva, não que o ambiente original já não fosse horrendo o suficiente, agora haviam novas decorações. Caminhei cuidadosamente para desviar dos corpos, tentando não esbarrar em nada com os passos silenciosos. "Não queria sujar ainda mais a sola dos sapatos." Extremamente preocupada com as consequências do que aquela algazarra poderia me causar, eu prossegui.

Foi quando uma sensação até desconhecida por minha pessoa, percorreu-me o corpo, o arrepio vindo da espinha até a nuca, de maneira que se nesse corpo escultural houvesse a pelugem que cobrem os meros mortais, provavelmente estaria eriçada agora. Definitivamente era desagradável, o aperto fundo no peito, as profundezas de meu ser tornaram-se gélidas, o casaco longo de nada parecia adiantar.

Contorci-me encolhendo os ombros, quando uma ligada ofegante de ar deixou os pulmões, me fazendo expirar pela boca. "O que é isso? Apenas sinto como se uma catástrofe estivesse prestes a ocorrer, ou talvez já tenha acontecido, o que poderia trazer tanto desconforto para meu incrível ser..." Ainda sem entender o motivo de de meu corpo parecer mais pesado, como se estivesse presa por correntes de aflição, que me deixaram ansiosa sem motivo aparente.

Foi quando o nervosismo intensificou-se. "Sinto que estou esquecendo de algo muito importante…" Um estalo de lucidez me veio a mente. "Ah não! Isso não pode ter acontecido!" Minha pessoa poderia ter perdido algo muito valioso nesse momento, algo que desencadearia uma catástrofe ainda maior. E então apressei-me, ou ao menos tentei… "Esses corpos imundos, ficando no meu caminho, eles deveriam ter morrido em outro lugar, assim não iriam incomodar-me." Pouco me importando com quem eram, ou que queriam, existe algo que realmente merece minha atenção nesse momento crítico, e com certeza não é ficar dando atenção para cadáveres.

>><<

Finalmente chegando no escritório me deparo com ninguém menos do que Martha, meus olhos logo se encheram de desgosto na direção daquela serva que me apontava uma arma, Já matei gente por menos… a empregada não parou com a atitude hostil mesmo depois de reconhecer, naturalmente minha pessoa não sentia nada além de desprezo pelo que observava. - Continua a usar essas roupas antiquadas mesmo agora. - Dizendo de maneira mais anasalada em tom de resmungo, enquanto iria inclinar levemente o pescoço para o lado, reclamaria decepcionada com ela, afinal Martha aparentemente havia se voltado contra o Hen, porque continuar usando esse uniforme sem graça? E sem querer ficar desvendando respostas para perguntas de baixa prioridade. - Arrf… Tanto faz, de manhã vamos comprar algumas vestes que combinem com vossa pessoa. - Fechei os olhos desviando o rosto para baixo, enquanto suspirei para aceitar tal realidade árdua.

Mas analisando como um todo, algo não parecia correto, que dizer, não que estivesse errado, apenas diferente. Então após alguns instantes observando, pude notar do que se tratava, nesse momento meus lábios tremeram um pouco antes de ficar boquiaberta, meus olhos arregalaram-se quase que de imediato. - Vo-você, mudou o penteado! - Admito que o choque foi surpreendente, era algo que me deixava de fato contente, mas abalo momentâneo ofuscou um pouco minha satisfação.

"Espere, ainda tenho o pressentimento que minha pessoa está esquecendo-se de algo realmente importante aqui, o que era mesmo…" Durante o momento de tensão fez com que meu semblante se tornasse mais sério, aquela sensação fria de antes voltava a apertar meu peito, até que eu finalmente me recordasse do motivo de tanta aflição. - Lembrei!- O breve lampejo de alegria por ter recordado-me do que procurava, fez com que minha pessoa não fosse capaz de manter os pensamentos para si. E logo a dúvida cruel pairou sobre minha mente, encostei a lança no escritório (móvel, parede, tanto faz), então levei ambas as mãos até a cintura enquanto meus olhos preocupados percorriam a extensão do local. - Onde estão…? - Disse com um tom de nervosismo, inflando uma das bochechas com ar, enquanto movia o pescoço de um lado para outro de maneira inquieta a fim de encontrar.

- Martha você sabe onde estão as roupas que deixei no escritório antes de sair? - Diria em tom dúvida, enquanto virava o rosto por cima dos ombros na direção da empregada. Certamente aquelas roupas são extremamente importantes, como poderia minha excelentíssima pessoa continuar a usar trapos rasgados, e ainda ser vista com eles ainda estando sujos de sangue, definitivamente NÃO!

>><<

Se Martha por acaso trouxesse novamente a tona o assunto do Hen, primeiro me sentiria mais uma vez surpresa. Afinal é algo que ela fez sem receber ordens aparentemente, seria talvez um indício dela desenvolvendo vontade própria? Mas depois penso nisso. - Ah claro, o Hen. - Diria sorrindo um pouco envergonhada por não ter respondido a pergunta da empregada anteriormente. - Não há outro motivo para minha pessoa se dar ao trabalho de vir a esse local deprimente tarde da noite, se não para fazê-lo se ajoelhar e implorar pela minha misericórdia, enquanto limpo a sola de meus sapatos em seu rosto. - Diria estando perfeitamente plena, com o semblante sensato, afinal é algo perfeitamente natural e compreensivo de ocorrer. - Mas ele foi bem rápido em por o rabinho entre as pernas para fugir. - Agora com as bochechas infladas de ar, eu estaria visivelmente chateada, afinal era decepcionante ter que aguardar mais tempo para me divertir com o líder da matilha. "Pelo menos agora ele tem a chance de conseguir um sofá melhor." Pensando enquanto dou de ombros, já que não não há mais nada para se fazer nesse escritório.

- O Ras me contou da fuga antes de falecer, então tentei chegar antes do Hen fugir, mas aquele vira-latas era muito problemático. - Diria se caso Martha pergunte como eu sabia da fuga, enquanto me refiro a pequena coleção terríveis de ferimentos que ganhei.

E se ela continuasse com a querer conversar, eu ergueria meu deu dedo indicador na frente dos lábios dela. - Perdoe-me pela interrupção, mas esse não é um local apropriado para duas damas conversarem, irei alugar um quarto para passarmos o restante da noite. - Diria sendo consideravelmente simpática, e até mesmo piscando um olho para a empregada. E assim espero poder deixar o escritório, em direção a alguma pousada ou algo do tipo, levando comigo a lança e as roupas. Mas se Martha dissesse que tem uma casa e me convidasse para dormir lá, minha pessoa não veria motivos para recusar.

Durante o percurso e iria desabafar um pouco com Martha, se houvesse oportunidade para tal, levando o dedo indicador até o queixo, assim ficando mais pensativa. - Sabe Martha, quando entrei no escritório, eu senti algo esquisito bem aqui. - Aponta pro meio dos seios. - Era um aperto bem intenso, mas não era nem um pouco prazeroso. Ainda um pouco admirada por ter vivenciado tal sentimento, podendo parecer até um pouco infantil por ter feito essa "descoberta", diria com um tom mais de surpresa, do que triste. - Mas eu fiquei muito contente por encontrá-la, então passou. - Agora dizendo alegremente, nesse momento até mesmo me permitiria a sorrir ingenuamente empolgada.

"Sinto que ainda estou esquecendo de alguma coisa, ou seria alguém… Tanto faz, se eu não lembro é porque não é importante"
OFF: Narradora: R.I.P Velhote (Crown), foi completamente ignorado pela Vadia louca. Senhorita Lawford.



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